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Prefácio
Um dos meus sonhos sempre foi escrever um dicionário de informática, com milhares de termos,
ilustrações e tudo mais o que tivesse direito. Mas, quando se têm um trabalho tão grande em
mente, muitas vezes o mais difícil é começar. Afinal, os dicionários costumam ser trabalhos para
a vida toda, veja o caso do Diciorio Aurélio, que tomou praticamente toda a vida do autor e
hoje continua em desenvolvimento, atualizado por uma equipe de lingüistas.
Os meus objetivos aqui são um pouco mais modestos, chegar a um dicionário com 4 ou 5 mil
termos de informática, abordando Hardware, Redes, Sistemas Operacionais e vários tipos de
jargões utilizados neste mundo que poucos conhecem bem.
Este é apenas o começo. Durante os próximos anos este diciorio continuará sendo atualizado.
Como novas tecnologias surgem a cada dia, sempre haverão muitos novos termos a incluir aqui.
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Direitos autorais
Este e-book foi escrito por Carlos E. Morimoto (morimoto@guiadohardware.net) e é vendido
através do Guia do Hardware, no endereço http://www.guiadohardware.net.
A coleção completa, que além deste inclui os e-books Manual de Hardware Completo, Guia
de Novas tecnologias, Guia de Upgrade e Manutenção e Placas 3D, modelos e recursos e
Entendendo e Dominando o Linux por um preço simbólico de 8 reais através do próprio
autor.
Nas edições antigas meus e-books eram comercializados de uma forma tradicional, você
depositava o valor e ao confirmar o depósito recebia os links para baixar os e-books.
A partir desta edição, estou utilizando um sistema de distribuão diferente. Os links estão
disponíveis para todos, você pode baixar os e-books e inclusive distribuir os arquivos para outras
pessoas.
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impresso ou, se não gostar do material simplesmente deletar os arquivos.
Os livros continuam sendo vendidos, mas estou dando um voto de confiança, acreditando na sua
honestidade :-)
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pagar, sinta-se à vontade para baixar os outros nos links disponíveis no:
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Carlos Eduardo Morimoto da Silva
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Banco Itaú (banco341)
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(o /500 é complemento para depósitos
feitos no caixa eletrônico)
Carlos Eduardo Morimoto da Silva
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- Conta C
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Carlos Eduardo Morimoto da Silva
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Banco Banespa (banco33)
Agência: 0110
C. Corrente: 01054925-4
Cristiane Suzukayama
- Conta E
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C. Poupança: 803 206-8
(o dígito de variação, necesrio para transferências via caixa eletrônico é 1)
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Índice geral
112.........................................................................................................................1
Prefácio...........................................................................................................................2
Direitos autorais ..............................................................................................................3
- # -..............................................................................................................................53
:. 10Base-2............................................................................................................53
:. 10Base-T ..........................................................................................................53
:. 100Base-TX ........................................................................................................53
:. 1 T-SRAM............................................................................................................53
:. 2.5G ..................................................................................................................54
:. 1U Case..............................................................................................................54
:. 2U case ..............................................................................................................55
:. 32-bit RIMM ........................................................................................................55
:. 3Dfx...................................................................................................................55
:. 3D-Now! .............................................................................................................55
:. 3D Sound ...........................................................................................................56
:. 3G ...................................................................................................................56
:. 3GIO..................................................................................................................56
:. 4G ....................................................................................................................57
:. 4i RDRAM............................................................................................................57
:. 56Kflex ..............................................................................................................58
:. 680x0 ................................................................................................................58
:. 80186 ................................................................................................................58
:. 802.11b, 802.11a, 802.11g ..................................................................................59
:. 802.11b+............................................................................................................59
- A -..............................................................................................................................60
:. A+ (certificão)..................................................................................................60
5
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:. A3D (Aureal 3D) .................................................................................................60
:. Abandonware ......................................................................................................60
:. ABR....................................................................................................................60
:. AC .....................................................................................................................61
:. Access................................................................................................................61
:. Access Point (AP).................................................................................................61
:. Access Time ......................................................................................................61
:. Acelerão de Vídeo ............................................................................................62
:. ACK ...................................................................................................................62
:. ACPI .................................................................................................................62
:. Active Directory ...................................................................................................63
:. Actuator .............................................................................................................63
:. ActiveX ..............................................................................................................63
:. ACR ...................................................................................................................63
:. Acrobat .............................................................................................................64
:. Adaptive Compression .........................................................................................64
:. ADC ...................................................................................................................64
:. Additive Colour ...................................................................................................64
:. ADSL .................................................................................................................65
:. Adware ..............................................................................................................65
:. AfterStep ............................................................................................................65
:. AGC ...................................................................................................................65
:. AGP ..................................................................................................................66
:. AGP 8X ..............................................................................................................66
:. AGP 3.0 .............................................................................................................66
:. AGP Led .............................................................................................................66
:. Algoritmo ...........................................................................................................67
:. Alias .................................................................................................................67
6
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:. Alpha .................................................................................................................67
:. ALU ...................................................................................................................67
:. Altair 8080 .........................................................................................................68
:. Altivec ...............................................................................................................68
:. AMD 760 ............................................................................................................68
:. AMD 760MP .......................................................................................................68
:. AMD 760MPX .....................................................................................................69
:. AMR ..................................................................................................................69
:. Amostragem .......................................................................................................69
:. Analogue Video ...................................................................................................69
:. Anamorphic ........................................................................................................70
:. Anisotropic Filtering..............................................................................................70
:. Anodo ................................................................................................................70
:. Anonymous ........................................................................................................70
:. ANSI ..................................................................................................................70
:. Answer Mode .....................................................................................................71
:. Anti-Aliasing .......................................................................................................71
:. Apache .............................................................................................................71
:. Aperture Grill .....................................................................................................72
:. API ....................................................................................................................72
:. Apollo ...............................................................................................................73
:. Appaloosa .........................................................................................................73
7
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:. Apple I ...............................................................................................................73
:. Apple II ..............................................................................................................73
:. Appliance............................................................................................................74
:. Applet ...............................................................................................................74
:. AppleTalk ...........................................................................................................74
:. APM ..................................................................................................................74
:.Archie .................................................................................................................74
:. Arcnet ................................................................................................................75
:. Argon ................................................................................................................75
:. Arpanet ..............................................................................................................75
:. ARJ ....................................................................................................................75
:. Artefact .............................................................................................................75
:. Article ................................................................................................................76
:. Artificial Intelligence ............................................................................................76
:. ASCII .................................................................................................................76
:. ASCII Terminal ..................................................................................................76
:. ASIC ..................................................................................................................76
:. ASP ...................................................................................................................76
:. ASP (2) ..............................................................................................................77
:. ASP + ................................................................................................................77
:. ASPI .................................................................................................................77
:. Assembly ..........................................................................................................77
8
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:. Assembler...........................................................................................................77
:. Asncrono (Asynchronous) ...................................................................................78
:. AT ....................................................................................................................78
:. ATA ..................................................................................................................78
:. ATA 33 ..............................................................................................................78
:. ATA 66 ..............................................................................................................78
:. ATA 100 ............................................................................................................79
:. ATA 133 ............................................................................................................79
:. ATAPI ...............................................................................................................79
:. Atary 800 ..........................................................................................................79
:. Atenuão (de sinal) ...........................................................................................80
:. Athlon ...............................................................................................................80
:. Athlon 4..............................................................................................................80
:. Athlon 64............................................................................................................81
:. Athlon MP ..........................................................................................................81
:. Athlon XP ..........................................................................................................81
:. ATM ..................................................................................................................82
:. ATX ..................................................................................................................82
:. ATX12V ..............................................................................................................82
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:. AU ....................................................................................................................83
:. AUI ...................................................................................................................83
:. AVI ...................................................................................................................83
:. Avatar ..............................................................................................................84
- B -..............................................................................................................................85
:. B2B ..................................................................................................................85
:. B2C ...................................................................................................................85
:. B2M ...................................................................................................................85
:. BABT ................................................................................................................85
:. Backbone ..........................................................................................................85
:. Backdoor ............................................................................................................86
:. Background Process ............................................................................................86
:. Backlight ...........................................................................................................86
:. Back Office .........................................................................................................86
:. Back-Orifice ........................................................................................................86
:. Backslash............................................................................................................87
:. Backup ..............................................................................................................87
:. Backside Bus ......................................................................................................87
:. Balanceamento de carga (load balancing)...............................................................87
:. Bandwidth .........................................................................................................88
:. Banias ...............................................................................................................88
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:. Banner ..............................................................................................................88
:. Barton ...............................................................................................................89
:. Bash ..................................................................................................................89
:. BASIC.................................................................................................................89
:. Baud .................................................................................................................89
:. Baud Rate .........................................................................................................89
:. BBUL ................................................................................................................90
:. BBS .................................................................................................................90
:. BBS (2)...............................................................................................................90
:. BEDO .................................................................................................................91
:. Benchmark .........................................................................................................91
:. Beowulf ..............................................................................................................92
:. Bezel .................................................................................................................92
:. BGA ...................................................................................................................92
:. Big Drive.............................................................................................................93
:. Bigfoot ..............................................................................................................93
:. Big Water ..........................................................................................................94
:. Bimar ...............................................................................................................94
:. Binary ................................................................................................................94
:. Biochip ...............................................................................................................94
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:. BIOS .................................................................................................................94
:. B.I.O.S. ..............................................................................................................94
:. Bit ....................................................................................................................94
:. Bit Depth ............................................................................................................95
:. Bit-rate .............................................................................................................95
:. Bitmap ..............................................................................................................95
:. Blade Server ......................................................................................................95
:. Blog ..................................................................................................................96
:. Blower ...............................................................................................................96
:. Bluecurve............................................................................................................96
:. Blue Screen of Death ...........................................................................................97
:. Bluetooth ..........................................................................................................97
:. BNC ...................................................................................................................97
:. BNC (2) .............................................................................................................98
:. BogoMIPS............................................................................................................98
:. Book A ...............................................................................................................98
:. Boot .................................................................................................................98
:. Boot Drive...........................................................................................................99
:. Boot Manager ....................................................................................................99
:. Boot ROM ...........................................................................................................99
:. Boot Sequence ...................................................................................................99
12
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:. Boot Sector ......................................................................................................100
:. Bot .................................................................................................................100
:. BPI .................................................................................................................100
:. Bps .................................................................................................................101
:. Bridge ..............................................................................................................101
:. Brightness .......................................................................................................101
:. Broadband .......................................................................................................101
:. Broadcast ........................................................................................................102
:. Browser ...........................................................................................................102
:. BTW ................................................................................................................102
:. Bubble Jet .......................................................................................................102
:. Budget..............................................................................................................103
:. Buffer .............................................................................................................103
:. Buffer Overflow ................................................................................................103
:. Buffer Underrun ................................................................................................103
:. Bug .................................................................................................................104
:. Burn-in ...........................................................................................................105
:. Burn-Proof ........................................................................................................105
:. Burst Mode ......................................................................................................105
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:. Bus .................................................................................................................105
:. Bus Mastering ...................................................................................................106
:. Byte ................................................................................................................106
- C -............................................................................................................................107
:. C .....................................................................................................................107
:. C++ ................................................................................................................107
:. C2C ................................................................................................................107
:. C5X ................................................................................................................107
:. C5XL ...............................................................................................................108
:. C5YL ...............................................................................................................108
:. Cache .............................................................................................................108
:. Cache de Disco (ou Buffer de disco) .....................................................................108
:. Cache Hit ........................................................................................................109
:. Cache Inclusivo/Cache Exclusivo ........................................................................109
:. Cache L1 .........................................................................................................110
:. Cache L2 ..........................................................................................................110
:. Cache L3 .........................................................................................................110
:. Cache Miss .......................................................................................................110
:. Cache Server ...................................................................................................110
:. Capacitor (ou Condensador) ...............................................................................110
:. Capacitância ....................................................................................................111
:. Carrier Sense.....................................................................................................111
:. Cardbus ...........................................................................................................111
:. CAS .................................................................................................................112
:. Case Sensitive ..................................................................................................112
:. Cat 5 ...............................................................................................................112
:. Cat 5e .............................................................................................................112
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:. Cat 6 ..............................................................................................................113
:. Cat 7 ..............................................................................................................113
:. CBR..................................................................................................................113
:. CAV ................................................................................................................113
:. CBS ................................................................................................................113
:. CD ...................................................................................................................113
:. CD-R ...............................................................................................................114
:. CD-RW .............................................................................................................115
:. Celeron ............................................................................................................115
:. Cell .................................................................................................................116
:. Centaur ...........................................................................................................116
:. Centrino (Intel)..................................................................................................116
:. Centronics (interface) ........................................................................................117
:. CEO ................................................................................................................117
:. CERT ...............................................................................................................118
:. CFML ................................................................................................................118
:. CFM .................................................................................................................118
:. CGA ................................................................................................................118
:. CGI .................................................................................................................118
:. Checksum .......................................................................................................118
:. Chicago.............................................................................................................119
:. Child Process (processo filho)...............................................................................119
:. Chipkill ............................................................................................................119
:. Chips asncronos .............................................................................................119
:. Chipset ............................................................................................................120
:. Choke packet ....................................................................................................120
:. Chorus ............................................................................................................120
:. CI ...................................................................................................................120
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:. Cilindro ...........................................................................................................121
:. CIO ..................................................................................................................121
:. CISC ...............................................................................................................121
:. ClawHammer ....................................................................................................121
:. Clean Room .....................................................................................................121
:. CLI ..................................................................................................................122
:. Cliente ............................................................................................................122
:. Clock ...............................................................................................................122
:. Clone ...............................................................................................................122
:. Closed Caption .................................................................................................123
:. Cluster ............................................................................................................123
:. Clustering .........................................................................................................123
:. CLV ..................................................................................................................124
:. CMOS ..............................................................................................................124
:. CMYK ..............................................................................................................124
:. CNA (Certified Novell Administrator).....................................................................125
:. CNE (Certified Novell Engineer) ..........................................................................125
:. CNR .................................................................................................................125
:. CNR (2).............................................................................................................125
:. COAST ............................................................................................................126
:. Cobol ..............................................................................................................126
:. Code Morphing Software ....................................................................................126
:. CODEC .............................................................................................................126
:. Código-fonte ....................................................................................................127
:. Colisão de Pacotes .............................................................................................127
:. Color Depth ......................................................................................................127
:. Concatenar........................................................................................................128
:. CompactFlash ..................................................................................................128
16
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:. Compilador .......................................................................................................128
:. Compilar ..........................................................................................................128
:. Compilado dinâmicamente, Compilado estaticamente (dynamic compiled, estaticaly
compiled).............................................................................................................128
:. Composite Black ...............................................................................................129
:. Compression ....................................................................................................129
:. CompTIA ..........................................................................................................129
:. Comutador ........................................................................................................130
:. Concurrent PCI .................................................................................................130
:. Controlador de memória ....................................................................................130
:. Controller-Based.................................................................................................130
:. Cookie .............................................................................................................131
:. Coppermine .....................................................................................................131
:. Coppermine 128 ...............................................................................................131
:. Covington ........................................................................................................131
:. CPU ...............................................................................................................131
:. CP/M ...............................................................................................................132
:. CPRM ...............................................................................................................132
:. Computador Quântico ........................................................................................132
:. Core .................................................................................................................133
:. Cracker ...........................................................................................................133
:. Craftworks .......................................................................................................134
:. CRC .................................................................................................................134
:. Criptografia ......................................................................................................134
:. CRO..................................................................................................................134
:. Crosstalk ..........................................................................................................135
:. Cross Platform (Multiplataforma) .........................................................................135
:. Cross-over ........................................................................................................135
17
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:. CRM ................................................................................................................135
:. CRT ................................................................................................................136
:. Crusoé .............................................................................................................137
:. Csel .................................................................................................................137
:. CSMA/CD ..........................................................................................................137
:. CTO ................................................................................................................137
:. Cumine ...........................................................................................................138
:. Ciphertext.........................................................................................................138
:. CZA ................................................................................................................138
- D -............................................................................................................................139
:. DAC .................................................................................................................139
:. Daemon ...........................................................................................................139
:. Daisy Wheel Printer ...........................................................................................139
:. Darwin ............................................................................................................139
:. DAT ................................................................................................................139
:. Data Cache/Instruction Cache..............................................................................139
:. Data pre-fetch ..................................................................................................140
:. Data Warehouse ...............................................................................................140
:. DC ...................................................................................................................140
:. DDC..................................................................................................................140
:. DD-CD .............................................................................................................141
:. DDR ...............................................................................................................141
:. DDR II ............................................................................................................141
:. Debug...............................................................................................................141
:. Decompression ..................................................................................................142
:. Deerfield .........................................................................................................142
:. Default .............................................................................................................142
:. Degauss ..........................................................................................................142
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:. DeMilitarized Zone (DMZ) ...................................................................................142
:. Demo ...............................................................................................................143
:. Dependency hell.................................................................................................143
:. Deschutes ........................................................................................................143
:. Desk-in PC (ou Desk PC).....................................................................................144
:. Desknote...........................................................................................................144
:. Developer ........................................................................................................144
:. Device Driver ..................................................................................................144
:. DHCP ...............................................................................................................145
:. Dhrystone .........................................................................................................145
:. Dial-Up ............................................................................................................145
:. Die Size ...........................................................................................................145
:. DIMM ..............................................................................................................146
:. Dinosaur Pen.....................................................................................................146
:. Diodo ...............................................................................................................146
:. DIP .................................................................................................................147
:. DIP Switch ........................................................................................................147
:. DirectX ............................................................................................................147
:. DirectFB............................................................................................................147
:. Disc ................................................................................................................148
:. Disc at once (DAO) ............................................................................................148
:. Disco Rígido (HD) ..............................................................................................148
:. Discrete chip......................................................................................................148
:. Disk Array ........................................................................................................148
:. Distribuão Linux .............................................................................................149
:. Distributed File System (DFS) .............................................................................149
:. Dithering ........................................................................................................149
:. Divx ................................................................................................................149
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:. Divx;-) ............................................................................................................150
:. Dixon ..............................................................................................................150
:. DLL ..................................................................................................................151
:. DLP...................................................................................................................151
:. DMA .................................................................................................................151
:. DNS ................................................................................................................151
:. Dockapp ...........................................................................................................152
:. Dolby AC-3 ......................................................................................................152
:. Dolby ProLogic ..................................................................................................152
:. Dolby Surround .................................................................................................152
:. Domain ............................................................................................................152
:. Dot Matrix Printer .............................................................................................152
:. Download .........................................................................................................153
:. Downstream .....................................................................................................153
:. DOS .................................................................................................................153
:. DoS ................................................................................................................153
:. DOS/V .............................................................................................................153
:. DPI .................................................................................................................153
:. DPL/DPC ...........................................................................................................154
:. DPMA ...............................................................................................................154
:. DRAM ..............................................................................................................154
:. Drive ...............................................................................................................154
:. Driver (de dispositivo) .......................................................................................154
:. Drum ..............................................................................................................154
:. DST ................................................................................................................155
:. DTR ................................................................................................................155
:. Dual Boot ........................................................................................................155
:. Dual Homed ......................................................................................................156
20
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:. Dual Scan ........................................................................................................156
:. Dual Vt.............................................................................................................156
:. Dumb Terminal .................................................................................................156
:. Dummie ...........................................................................................................156
:. Duron (AMD) ...................................................................................................157
:. DVD .................................................................................................................157
:. DVD-RAM .........................................................................................................157
:. DVI .................................................................................................................157
:. Dvorak (teclado) ..............................................................................................158
:. DragonBall .......................................................................................................158
:. DSP .................................................................................................................158
:. DSTN ...............................................................................................................159
:. DXV .................................................................................................................159
- E -.............................................................................................................................160
:. E1 ..................................................................................................................160
:. E7500 .............................................................................................................160
:. EasyNow! n........................................................................................................160
:. EAX ................................................................................................................160
:. EBPP ................................................................................................................161
:. ECC ................................................................................................................161
:. E-CD ...............................................................................................................161
:. ECP .................................................................................................................161
:. Ecrã ................................................................................................................161
:. Eden ...............................................................................................................161
:. Edge Effect .......................................................................................................163
:. EDO RAM ..........................................................................................................163
:. EDVAC .............................................................................................................164
21
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:.EDSI ................................................................................................................164
:. EEPROM ...........................................................................................................164
:. EGA (Enhanced Graphics Adapter) .......................................................................164
:. e-Home ............................................................................................................164
:. Eiffel ...............................................................................................................165
:. Eight queens problem .......................................................................................165
:. EISA ...............................................................................................................165
:. EL (eletroluminescent) ......................................................................................165
:. Eletromigrão ..................................................................................................166
:. EMACS ............................................................................................................166
:. Embedded System ............................................................................................166
:. EMI (electromagnetic interference) .....................................................................166
:. EMF (Electromagnetic Field) ...............................................................................167
:. Emulador (emulator) .........................................................................................167
:. EMS ................................................................................................................167
:. Endereço IP .....................................................................................................167
:. Energy Star .....................................................................................................167
:. Engenharia Reversa ..........................................................................................168
:. ENIAC ..............................................................................................................168
:. E-Paper ............................................................................................................168
:. EPIC ...............................................................................................................169
:. EPOC ...............................................................................................................169
:. EPP ..................................................................................................................169
:. ERP ..................................................................................................................169
:. Erza ................................................................................................................169
:. Erza-T (core C5M) .............................................................................................170
:. Erza-T (core C5N) ..............................................................................................170
:. ESCD ...............................................................................................................170
22
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:. Esther ..............................................................................................................170
:. Esteganografia...................................................................................................170
:. Ethernet ..........................................................................................................171
:. EULA ................................................................................................................171
:. Exabyte ...........................................................................................................171
:. Expansion Card ...............................................................................................171
:. Exploit ............................................................................................................172
:. EXT2 ...............................................................................................................172
:. External Fragmentation (fragmentação externa).....................................................172
:. Extranet ..........................................................................................................172
:. EZ Plug ...........................................................................................................172
- F -.............................................................................................................................174
:. Failover ............................................................................................................174
:. Falt Torerance ...................................................................................................174
:. FAQ ................................................................................................................174
:. Fast Ethernet ....................................................................................................174
:. FAT .................................................................................................................174
:. FBGA................................................................................................................175
:. FCC ................................................................................................................175
:. FCC ID .............................................................................................................175
:. FC-PGA ...........................................................................................................176
:. FDD ...............................................................................................................176
:. Fdisk ...............................................................................................................177
:. FDDI ...............................................................................................................177
:. FED ................................................................................................................177
:. Feed Forward ....................................................................................................178
:. Ferrite .............................................................................................................178
:. Fester .............................................................................................................179
23
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:. FET .................................................................................................................179
:. FHSS ...............................................................................................................179
:. Fibre Channel ...................................................................................................179
:. Ficheiro ............................................................................................................179
:. FidoNet ...........................................................................................................179
:. File Server ........................................................................................................180
:. Finger .............................................................................................................180
:. FIN Packets.......................................................................................................180
:. Firewall ...........................................................................................................180
:. Fireware ...........................................................................................................180
:. Firmware ..........................................................................................................181
:. Flash RAM .......................................................................................................181
:. Flex-ATX .........................................................................................................181
:. Flip-flop ...........................................................................................................181
:. FLOPS .............................................................................................................181
:. Fonte chaveada .................................................................................................182
:. Fonte linear .....................................................................................................182
:. Footprint .........................................................................................................182
:. Foreground Process ...........................................................................................182
:. Form Factor ......................................................................................................183
:. Fortran ............................................................................................................183
:. FPD ..................................................................................................................183
:. FPM RAM ..........................................................................................................183
:. FPS...................................................................................................................183
:. FPS (2) ............................................................................................................183
:. FRAD ...............................................................................................................184
:. Frame Buffer ....................................................................................................184
:. Frame Relay ....................................................................................................184
24
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:. Frames per second ...........................................................................................184
:. FreeBSD ...........................................................................................................184
:. Free Software ...................................................................................................185
:. Freeware .........................................................................................................185
:. FSAA ................................................................................................................186
:. FSB .................................................................................................................186
:. FTP .................................................................................................................186
:. FUD..................................................................................................................186
:. Full-Duplex ......................................................................................................187
- G -............................................................................................................................188
:. G4 ...................................................................................................................188
:. Galatin .............................................................................................................188
:. Gateway ..........................................................................................................188
:. GDI ................................................................................................................189
:. Geek ................................................................................................................189
:. Gecko ..............................................................................................................189
:. GIF .................................................................................................................189
:. Gigabit Ethernet ................................................................................................190
:. Gigabit over Copper ...........................................................................................190
:. Gigaflops .........................................................................................................190
:. GIMP ...............................................................................................................190
:. GNOME .............................................................................................................190
:. GNU..................................................................................................................190
:. GNU/Linux ........................................................................................................192
:. Ghostscript........................................................................................................192
:. GPF ..................................................................................................................193
:. GPPM ...............................................................................................................193
:. GPU .................................................................................................................193
25
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:. Gracefully exit (gracefully shutdown)....................................................................193
:. Green Book ......................................................................................................194
:. Grid Computing..................................................................................................194
:. Groupware.........................................................................................................194
:. Grub ................................................................................................................194
:. G.SHDSL .........................................................................................................195
:. GTK+................................................................................................................195
:. GTL+ ..............................................................................................................195
:. Guest ..............................................................................................................196
:. GUI .................................................................................................................196
:. Guru ...............................................................................................................196
- H -............................................................................................................................197
:. Hacker .............................................................................................................197
:. HAL .................................................................................................................197
:. Half-Duplex ......................................................................................................197
:. HAN ................................................................................................................197
:. Hammer ..........................................................................................................197
:. Hannacroix .......................................................................................................198
:. Hardened .........................................................................................................198
:. Hard Error .......................................................................................................199
:. Hardmodem ......................................................................................................199
:. HDA ................................................................................................................199
:. HDD ...............................................................................................................199
:. HDSL ...............................................................................................................199
:. HDTV ...............................................................................................................199
:. Head Crash ......................................................................................................200
:. Headhunters ...................................................................................................200
:. Heat-sink ........................................................................................................200
26
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:. Hexadecimal .....................................................................................................200
:. Hiperlan/2 ........................................................................................................200
:. HyperTransport ................................................................................................200
:. HyperThreading .................................................................................................201
:. HKey (Hive_Key) ...............................................................................................202
:. HKey_Classes_Root ..........................................................................................202
:. HKey_Current_User ..........................................................................................202
:. HKey_Local_Machine .........................................................................................202
:. HKey_Users .....................................................................................................202
:. HKey_Current_Config .........................................................................................202
:. HomePNA .........................................................................................................203
:. HomePlug Powerline Alliance ..............................................................................203
:. HomeRF ..........................................................................................................203
:. Honeypot ........................................................................................................203
:. Host ................................................................................................................203
:. Host Adaptor ....................................................................................................204
:. Host Dedicado .................................................................................................204
:. Host Machine ....................................................................................................204
:. Howto ..............................................................................................................204
:. Hot Plug PCI ......................................................................................................204
:. Hot Swap .........................................................................................................205
:. HOP .................................................................................................................205
:. HPA .................................................................................................................205
:. HPC .................................................................................................................205
:. HPFS ...............................................................................................................205
:. HSSI ...............................................................................................................206
:. HTML ...............................................................................................................206
:. HTTP ................................................................................................................206
27
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:. Hub .................................................................................................................206
:. Hurd (GNU hurd)................................................................................................206
- I -.............................................................................................................................208
:. i440BX ............................................................................................................208
:. i810 ................................................................................................................208
:. i815 .................................................................................................................208
:. i820 ................................................................................................................209
:. i840 ................................................................................................................209
:. i845 ................................................................................................................209
:. i850 ................................................................................................................210
:. IA64 ................................................................................................................210
:. IC ...................................................................................................................210
:. ICS .................................................................................................................210
:. IDC ..................................................................................................................210
:. IDE .................................................................................................................211
:. IDE (2).............................................................................................................211
:. IEEE ................................................................................................................211
:. IEEE 1394 ........................................................................................................211
:. IEEE 802.11 ......................................................................................................212
:. IEEE 802.11a ....................................................................................................212
:. IEEE 802.11b ...................................................................................................212
:. IEEE 802.11g ...................................................................................................213
:. IEEE 802.16 (Wireless MAN)................................................................................213
:. IEEE 802.3ae ....................................................................................................213
:. IHA .................................................................................................................214
:. IIS ..................................................................................................................214
:. iMac ................................................................................................................214
:. IMHO ...............................................................................................................214
28
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:. i-Mode ............................................................................................................215
:. Impressora de Margarida ...................................................................................215
:. Impressora Jato de Tinta ...................................................................................215
:. Impressora Laser ..............................................................................................216
:. Impressora LED ................................................................................................216
:. Impressora Matricial .........................................................................................216
:. InfiniBand ........................................................................................................216
:. Inode ..............................................................................................................217
:. Intel 4004 ........................................................................................................217
:. Intel 8080 .......................................................................................................217
:. Inteligência artificial ..........................................................................................217
: Internal Fragmentation (fragmentão interna).......................................................218
:. Interface ..........................................................................................................218
:. Internet Appliance ............................................................................................218
:. Internic ............................................................................................................219
:. Interpolação ....................................................................................................219
:. Intranet ..........................................................................................................219
:. Intrusion Detection.............................................................................................219
:. I/O ..................................................................................................................219
:. IP Masquerade...................................................................................................220
:. IPN ..................................................................................................................220
:. IPv4 ................................................................................................................220
:. IPv6..................................................................................................................221
:. IPX/SPX ...........................................................................................................221
:. IrDA ................................................................................................................222
:. IRQ ..................................................................................................................222
:. ISA .................................................................................................................222
:. ISDN ................................................................................................................223
29
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:. ISO .................................................................................................................223
:. ISO9660 ...........................................................................................................223
:. Isotopically Pure Silicon ......................................................................................223
:. ISP ..................................................................................................................224
:. ITU .................................................................................................................224
- J -.............................................................................................................................225
:. Java ................................................................................................................225
:. Jabber .............................................................................................................225
:. Jaz Drive .........................................................................................................225
:. JBOD ...............................................................................................................225
:. JDK...................................................................................................................226
:. Jewel Case .......................................................................................................226
:. Joilet.................................................................................................................226
:. Joint Venture ....................................................................................................226
:. Foo...................................................................................................................226
:. Journaling .......................................................................................................226
:. JPG .................................................................................................................227
:. Jukebox ...........................................................................................................227
:. Jumper ............................................................................................................228
- K -............................................................................................................................229
:. K5 ...................................................................................................................229
:. K6 ..................................................................................................................229
:. K6-2 ...............................................................................................................229
:. K6-3 ................................................................................................................230
:. K6-2+ .............................................................................................................230
:. K6-3+ .............................................................................................................230
:. K7 ..................................................................................................................230
30
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:. K75 ................................................................................................................230
:. Katmai .............................................................................................................230
:. Karma...............................................................................................................230
:. KB/s ...............................................................................................................231
:. Kbps ...............................................................................................................231
:. KDE .................................................................................................................231
:. Kerberos ..........................................................................................................231
:. Kermit .............................................................................................................231
:. Kernel .............................................................................................................232
:. Kernel Monolítico, Kernel Modular ........................................................................232
:. Kernel Panic ......................................................................................................232
:. Kernel Modules...................................................................................................233
:. Killer App ..........................................................................................................233
:. Klamath ..........................................................................................................233
:. KM-133.............................................................................................................233
:. Knowledge Base ................................................................................................233
:. Kryotech ..........................................................................................................233
:. Kylix ...............................................................................................................234
- L -.............................................................................................................................235
:. Lag .................................................................................................................235
:. LaGrande...........................................................................................................235
:. Lamer .............................................................................................................235
:. LAN ................................................................................................................235
:. LAN Parties........................................................................................................236
:. LAPM ...............................................................................................................236
:. Latch ..............................................................................................................236
:. LaTex ..............................................................................................................237
:. LBA ................................................................................................................237
31
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:. LCD .................................................................................................................237
:. LDAP ...............................................................................................................237
:. LED .................................................................................................................238
:. Legacy ............................................................................................................239
:. Legacy Free .....................................................................................................239
:. Lei de Moore ....................................................................................................239
:. Lei de Murpy ....................................................................................................239
:. LGPL.................................................................................................................239
:. Lilo .................................................................................................................240
:. Line Interactive..................................................................................................240
:. LinModem .........................................................................................................241
:. Linux ..............................................................................................................241
:. Li-Ion (Lítio Ion) ................................................................................................242
:. Lisa ................................................................................................................242
:. LMHOSTS...........................................................................................................242
:. Load ...............................................................................................................243
:. Login ...............................................................................................................243
:. Lock-in Software.................................................................................................243
:. LongHorn...........................................................................................................244
:. LongRun ..........................................................................................................244
:. LongHaul ........................................................................................................244
:. Loop ..............................................................................................................245
:. LPDM .............................................................................................................245
:. LPT .................................................................................................................245
:. LTSP.................................................................................................................245
:. LUG..................................................................................................................245
:. Luna ................................................................................................................245
:. LVM..................................................................................................................246
32
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- M -............................................................................................................................247
:. Mac ................................................................................................................247
:. Mac (endereço) ................................................................................................247
:. MacOS .............................................................................................................247
:. MacOS X -.........................................................................................................248
:. Madison ...........................................................................................................249
:. Magneto óptico .................................................................................................249
:. Mainframe .......................................................................................................249
:. Malware ..........................................................................................................250
:. MAN ................................................................................................................250
:. Man Pages ........................................................................................................250
:. Mapear ............................................................................................................250
:. Máscara de sub-rede ..........................................................................................250
:. Master .............................................................................................................252
:. Matriz Ativa .....................................................................................................252
:. Matriz Passiva ...................................................................................................252
:. MAU ................................................................................................................252
:. MB/s ................................................................................................................253
:. Mbps ...............................................................................................................253
:. MBR ................................................................................................................253
:. MCA ................................................................................................................253
:. MCC..................................................................................................................253
:. MCC (2)............................................................................................................253
:. McKinley ..........................................................................................................253
:. MCSE ..............................................................................................................254
:. MDA e CGA .......................................................................................................254
:. Memória de vídeo ............................................................................................254
:. Memória Flash ..................................................................................................255
33
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:. Memória Virtual ................................................................................................255
:. Memory Controller .............................................................................................255
:. Mendocino .......................................................................................................255
:. Merced ............................................................................................................255
:. Méritocracia.......................................................................................................255
:. Metadata...........................................................................................................256
:. MFC Application ................................................................................................256
:. Microcode ........................................................................................................256
:. Microdrive ........................................................................................................257
:. Mícron .............................................................................................................257
:. Microprocessador ...............................................................................................257
:. MIDI ...............................................................................................................257
:. Middleware ......................................................................................................257
:. Milessegundo ....................................................................................................257
:. MIME ..............................................................................................................258
:. MiniDisc (MD) ..................................................................................................258
:. Mini DV ...........................................................................................................258
:. MiniDVD ..........................................................................................................258
:. Micro-ATX ........................................................................................................258
:. Mini-iTX ............................................................................................................259
:. Mini-PCI ..........................................................................................................260
:. MIPS ................................................................................................................260
:. Mirroring .........................................................................................................260
:. MIS .................................................................................................................260
:. MNP ................................................................................................................261
:. Mobile .............................................................................................................261
:. Modem .............................................................................................................261
:. Modem on Hold ................................................................................................261
34
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:. Modo real / Modo protegido ................................................................................262
:. Montecito .........................................................................................................262
:. Morgan ............................................................................................................262
:. Mosaic .............................................................................................................263
:. Motor de passo (Stepper Motor) ..........................................................................263
:. Mouse óptico ....................................................................................................263
:. Mousetrapping .................................................................................................263
:. MP ..................................................................................................................263
:. MP3 ................................................................................................................264
:. MP3 Pro ...........................................................................................................264
:. MPEG ..............................................................................................................265
:. MPEG 1 ...........................................................................................................265
:. MPEG 2 ...........................................................................................................265
:. MPEG 4 ...........................................................................................................265
:. MTBF ..............................................................................................................266
:. MRAM ..............................................................................................................266
:. MTTR ...............................................................................................................266
:. MTU ................................................................................................................267
:. Multicore CPU.....................................................................................................267
:. Multiseso........................................................................................................267
:. Multilink .........................................................................................................268
:. Multi-Timbral ...................................................................................................268
:. MySQL .............................................................................................................268
- N -............................................................................................................................269
:. Nanometro .......................................................................................................269
:. Nanossegundo ..................................................................................................269
:. NAS .................................................................................................................269
35
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:. NAT ................................................................................................................269
:. Newbie .............................................................................................................270
:. NC (Network Computer) ....................................................................................270
:. Ncurses.............................................................................................................270
:. Nehalem............................................................................................................270
:. NetBEUI ..........................................................................................................271
:. NetBIOS ...........................................................................................................271
:. Netiquette .......................................................................................................272
:. NetPC ...............................................................................................................272
:. NetWare ...........................................................................................................272
:. Network ...........................................................................................................272
:. NewCard...........................................................................................................272
:. Newsgroup .......................................................................................................273
:. Nex-Gen .........................................................................................................273
:. NForce ...........................................................................................................273
:. NFS .................................................................................................................273
:. Nibble ............................................................................................................273
:. NIC ................................................................................................................273
:. NiCad (Níquel Cádmio) ......................................................................................273
:. NiMH (Níquel-Metal Hydride) ..............................................................................274
:. No-Break ..........................................................................................................274
:. No-break multiprocessado...................................................................................274
:. Noise ...............................................................................................................274
:. Non-Volatile Memory .........................................................................................274
:. Northbridge .....................................................................................................275
:. Northwood .......................................................................................................275
:. NOS ................................................................................................................275
:. Nó (de rede) ...................................................................................................275
36
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:. NPMM ..............................................................................................................275
:. NTLDR ..............................................................................................................275
:. NTFS ...............................................................................................................276
- O -............................................................................................................................276
:. OC ..................................................................................................................276
:. OCR ................................................................................................................276
:. ODBC .............................................................................................................276
:. OEL .................................................................................................................277
:. OEM ...............................................................................................................277
:. Offboard ..........................................................................................................277
:. Off-line ...........................................................................................................277
:. Ogg Vorbis.........................................................................................................277
:. OLED ..............................................................................................................278
:. OLGA ..............................................................................................................278
:. Onboard ...........................................................................................................278
:. On-Die ............................................................................................................278
:. Opcode ...........................................................................................................279
:. Open Code .......................................................................................................279
:. OpenMosix.........................................................................................................279
:. Open Source .....................................................................................................279
:. OPS ................................................................................................................280
:. Opteron (AMD)...................................................................................................280
:. Opti-Jack ..........................................................................................................281
:. Orange Book ....................................................................................................281
:. OS ..................................................................................................................281
:. OS/2 ...............................................................................................................281
:. Osborne 1 ........................................................................................................282
:. OSI ................................................................................................................282
37
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:. OSS..................................................................................................................282
:. OSS (2).............................................................................................................283
:. OUM ...............................................................................................................283
:. OverBurn ..........................................................................................................284
:. Overclock .......................................................................................................284
:. Oversize ...........................................................................................................284
- P -.............................................................................................................................286
:. P4-M.................................................................................................................286
:. P4X266 ...........................................................................................................286
:. Packet Sniffing .................................................................................................286
:. Packet Writing ..................................................................................................287
:. Pacote de dados ...............................................................................................287
:. PAE...................................................................................................................287
:. Palm ...............................................................................................................288
:. Pilot 1000 ........................................................................................................288
:. Pilot 5000 .........................................................................................................288
:. Palm-Pilot Personal ............................................................................................288
:. Palm-Pilot Professional .......................................................................................289
:. Palm III ...........................................................................................................289
:. Palm IIIx ..........................................................................................................289
:. Palm IIIxe ........................................................................................................289
:. Palm IIIe ..........................................................................................................289
:. Palm IIIc ..........................................................................................................290
:. Palm V .............................................................................................................290
:. Palm Vx ...........................................................................................................290
:. Palm VII ..........................................................................................................290
:. Palm M100 ......................................................................................................290
:. Palomino .........................................................................................................290
38
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:. PAN .................................................................................................................290
:. Pantone ...........................................................................................................291
:. Parallel ATA .....................................................................................................291
:. Parent Process...................................................................................................291
:. Pascal .............................................................................................................291
:. Passive Cooling .................................................................................................291
:. Passive Mode ....................................................................................................292
:. Passport ..........................................................................................................292
:. Patch................................................................................................................293
:. PC .................................................................................................................293
:. PC AT ...............................................................................................................293
:. PC XT .............................................................................................................294
:. PCB ................................................................................................................294
:. PCI .................................................................................................................294
:. PCI de 64 bits ..................................................................................................294
:. PCI Express.......................................................................................................295
:. PCI-X ..............................................................................................................296
:. PCI to ISA Bridge ..............................................................................................296
:. PC Card ............................................................................................................296
:. PCM .................................................................................................................297
:. PCMCIA ...........................................................................................................297
:. PDA ...............................................................................................................297
:. PDF .................................................................................................................297
:. Pentium ..........................................................................................................297
:. Pentium II .......................................................................................................298
:. Pentium III ......................................................................................................298
:. Pentium III-S ...................................................................................................298
:. Pentium 4 ........................................................................................................298
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:. Pentium Pro .....................................................................................................299
:. Pentium MMX ...................................................................................................299
:. Performance ....................................................................................................299
:. Periférico...........................................................................................................299
:. Perl ..................................................................................................................300
:. Petabyte ..........................................................................................................300
:. Phrack..............................................................................................................300
:. PIA .................................................................................................................300
:. Piconet ............................................................................................................300
:. Piezoelétrica (Piezo-Electric) ..............................................................................300
:. Ping (Packet Internet Group) ..............................................................................301
:. Pipeline ............................................................................................................301
:. Pipeline Buble ..................................................................................................301
:. Pixel ................................................................................................................301
:. Placa decodificadora .........................................................................................302
:. Placa de expansão ............................................................................................302
:. Platter ..............................................................................................................302
:. PLED ...............................................................................................................302
:. Plug-In ...........................................................................................................302
:. Plumas ............................................................................................................302
:. PnP ................................................................................................................303
:. Psychoacoustics ................................................................................................303
:. Placa de vídeo 3D .............................................................................................303
:. Polímero (polymer) ...........................................................................................303
:. Polyphony ........................................................................................................304
:. Ponte Norte .....................................................................................................304
:. Ponto de acesso ................................................................................................304
:. Porta ..............................................................................................................304
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:. Porta UDP..........................................................................................................304
:. POSIX .............................................................................................................305
:. Post-RISC ........................................................................................................305
:. PostScript ........................................................................................................305
:. POTS ................................................................................................................305
:. PowerNow! ........................................................................................................306
:. Power User ......................................................................................................306
:. PPGA ...............................................................................................................306
:. PPP (Point-to-Point Protocol) ..............................................................................307
:. PPPoE (Point-to-Point Protocol over Ethernet).........................................................307
:. Prescott ...........................................................................................................307
:. Prestonia .........................................................................................................307
:. Processo ..........................................................................................................308
:. PROM ..............................................................................................................308
:. Proxy (servidor) ...............................................................................................308
:. PS/2 ................................................................................................................309
:. PSU ................................................................................................................309
:. Provedor de Acesso ...........................................................................................309
:. PXE...................................................................................................................309
:. Python..............................................................................................................309
- Q -............................................................................................................................311
:. QDOS ...............................................................................................................311
:. QDR ................................................................................................................311
:. Quadbit ...........................................................................................................311
:. Quadro .............................................................................................................312
:. Quantum Dot ...................................................................................................312
:. Qubit ..............................................................................................................312
:. Query ..............................................................................................................312
41
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:. Queue .............................................................................................................312
:. QuickConnect ...................................................................................................313
:. Quicktime .........................................................................................................313
:. Quick Web .......................................................................................................313
:. Quit ...............................................................................................................313
:. QVGA................................................................................................................313
:. QWERTY ..........................................................................................................314
- R -............................................................................................................................315
:. RADIUS ............................................................................................................315
:. RAID ................................................................................................................315
:. RAID 0 (Striping) ..............................................................................................315
:. RAID 1 (Mirroring) ............................................................................................316
:. RAID 10 ..........................................................................................................316
:. RAID 3 ............................................................................................................316
:. RAID 4 ...........................................................................................................316
:. RAID 5 ............................................................................................................317
:. RAID 53 (ou 5+3) ..............................................................................................317
:. RAID 6 ............................................................................................................317
:. RAM ...............................................................................................................317
:. RAMAC 350 ......................................................................................................317
:. RAMDAC............................................................................................................318
:. RAM Disk ........................................................................................................318
:. Rambus ..........................................................................................................319
:. RapidIO ............................................................................................................319
:. RAS ................................................................................................................319
:. Raw Mode, Raw Data..........................................................................................319
:. Raw Sockets ....................................................................................................320
:. Real-time ........................................................................................................320
42
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:. Read After Write ..............................................................................................320
:. Red Book .........................................................................................................320
:. Red Hat.............................................................................................................321
:. Rede Ponto a Ponto ...........................................................................................321
:. Redundância......................................................................................................321
:. Refurbished .....................................................................................................322
:. Registered DIMM ...............................................................................................322
:. ReiserFS ..........................................................................................................322
:. Reiserfsck..........................................................................................................322
:. Relê (Relay).......................................................................................................323
:. Removable Disk ................................................................................................323
:. Resident Font ....................................................................................................323
:. Resistência elétrica ...........................................................................................323
:. Resistor ...........................................................................................................323
:. Retail ..............................................................................................................324
:. RGB .................................................................................................................324
:. RIMM ...............................................................................................................324
:. Ripper .............................................................................................................324
:. RISC ...............................................................................................................325
:. Riser ...............................................................................................................325
:. RJ-11 ..............................................................................................................326
:. RJ-45 ..............................................................................................................326
:. ROM ...............................................................................................................326
:. Roteador .........................................................................................................326
:. ROW ...............................................................................................................327
:. RPM ................................................................................................................327
:. RPM (2) ...........................................................................................................327
:. RTFM................................................................................................................327
43
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:. Runlevel............................................................................................................327
- S -.............................................................................................................................329
:. Sala Limpa .......................................................................................................329
:. Samba .............................................................................................................329
:. Sampling .........................................................................................................330
:. Sampling Rate ..................................................................................................330
:. Samuel 1 .........................................................................................................330
:. Samuel 2 .........................................................................................................330
:. Scanner ...........................................................................................................330
:. Scatternet ........................................................................................................331
:. Screener ...........................................................................................................331
:. Script Kit .........................................................................................................331
:. SCSI ...............................................................................................................331
:. SDRAM .............................................................................................................332
:. Segmento (de rede) ..........................................................................................332
:. Serial ...............................................................................................................332
:. Serial ATA ........................................................................................................332
:. Server Farm .....................................................................................................333
:. Service Pack ....................................................................................................333
:. Servidor ...........................................................................................................333
:. Servidor de alta densidade ..................................................................................333
:. Servidor de arquivos ..........................................................................................334
:. Setor de boot ....................................................................................................334
:. SGRAM .............................................................................................................334
:. Shadow Mask ....................................................................................................334
:. Shared Source....................................................................................................334
:. Shareware ......................................................................................................335
:. ShareWare (2) .................................................................................................335
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:. Sharptooth .......................................................................................................335
:. Shell ...............................................................................................................335
:. Shell Script ......................................................................................................335
:. Silicon-on-insulator (SOI) ..................................................................................335
:. SimCity ...........................................................................................................336
:. SIMM ..............................................................................................................336
:. Simputer .........................................................................................................336
:. Single user mode ...............................................................................................336
:. Sistema de arquivos ..........................................................................................336
:. SLA .................................................................................................................337
:. Slave ..............................................................................................................337
:. SledgeHammer .................................................................................................337
:. SLI .................................................................................................................337
:. SLIP .................................................................................................................338
:. Slotted Mask ....................................................................................................338
:. S.M.A.R.T..........................................................................................................338
:. SmartMedia .....................................................................................................339
:. SmootVision .....................................................................................................339
:. SMB .................................................................................................................339
:. SMP .................................................................................................................339
:. SMTP ...............................................................................................................340
:. Snapshot ..........................................................................................................340
:. Sniffer .............................................................................................................340
:. SNR ................................................................................................................340
:. Socks ..............................................................................................................340
:. Sockets ...........................................................................................................340
:. SODIMM ..........................................................................................................341
:. SORIMM ..........................................................................................................341
45
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:. Soft Error .........................................................................................................341
:. Softmodem ......................................................................................................341
:. SoHo ...............................................................................................................341
:. Som 3D ............................................................................................................341
:. SON..................................................................................................................342
:. Sound Blaster ...................................................................................................342
:. Sound Card ......................................................................................................342
:. Source-code .....................................................................................................342
:. Speedstep .........................................................................................................342
:. S/PDIF .............................................................................................................342
:. SPF...................................................................................................................343
:. Spitfire .............................................................................................................343
:. Spoofing ..........................................................................................................343
:. Springdale ........................................................................................................343
:. Sputtering ........................................................................................................344
:. Spyware ..........................................................................................................344
:. SQL .................................................................................................................344
:. SSD..................................................................................................................344
:. SSE .................................................................................................................345
:. SSE2 ...............................................................................................................345
:. SSH ................................................................................................................346
:. SSL ................................................................................................................346
:. ST506 .............................................................................................................347
:. Stand Alone .....................................................................................................347
:. STD - VRE..........................................................................................................347
:. Stepper Motor ..................................................................................................347
:. Stepping ...........................................................................................................347
:. Storage.............................................................................................................348
46
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:. StreanThru .......................................................................................................348
:. Stripping ........................................................................................................348
:. Super VGA (SVGA) .............................................................................................348
:. SXGA+ .............................................................................................................349
:. Swap File .........................................................................................................349
:. Switch .............................................................................................................349
:. SyncFlash ........................................................................................................349
:. Synchronous ....................................................................................................350
:. SYN Packets.......................................................................................................350
:. SYSOP ..............................................................................................................350
- T -.............................................................................................................................351
:. T1 ..................................................................................................................351
:. T3 ...................................................................................................................351
:. Tag...................................................................................................................351
:. Tag Line............................................................................................................352
:. Tag RAM ..........................................................................................................352
:. Tahoe...............................................................................................................352
:. TAPI ...............................................................................................................352
:. Taxa de amostragem ........................................................................................352
:. TCO..................................................................................................................353
:. TCO (2).............................................................................................................353
:. TCP/IP .............................................................................................................353
:. Tejas................................................................................................................354
:. Telnet .............................................................................................................354
:. Terminal Burro .................................................................................................355
:. Terminal Leve....................................................................................................355
:. Texel ..............................................................................................................356
:. TFT .................................................................................................................356
47
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:. TFTP.................................................................................................................356
:. Thin Client.........................................................................................................356
:. Thread ............................................................................................................356
:. Thoroughbred ..................................................................................................357
:. Throughput .......................................................................................................357
:. Thunderbird .....................................................................................................357
:. TideWater ........................................................................................................357
:. Tillamook ........................................................................................................358
:. Tinma .............................................................................................................358
:. TLB...................................................................................................................358
:. Tolerante a Falhas ............................................................................................358
:. Tonga .............................................................................................................359
:. Topologia (de rede) ...........................................................................................359
:. Topologia de barramento ...................................................................................359
:. Topologia de estrela ..........................................................................................359
:. Touch Pad ........................................................................................................360
:. Touch Screen (Monitores) ..................................................................................360
:. TPI .................................................................................................................360
:. Traffic .............................................................................................................360
:. Transceptor .....................................................................................................360
:. Transístor ........................................................................................................361
:. Transmeta .......................................................................................................361
:. Tracert ............................................................................................................362
:. Track at Once (TAO) .........................................................................................362
:. Trojan Horse ...................................................................................................362
:. Troll .................................................................................................................362
:. True Black ......................................................................................................363
:. TSOP.................................................................................................................363
48
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:. TSR .................................................................................................................364
:. TTL .................................................................................................................364
:. Tualatin ...........................................................................................................364
:. Type I Font (fonte Tipo 1)....................................................................................365
:. TWAIN ............................................................................................................365
:. Tweak .............................................................................................................365
:. Twit ...............................................................................................................365
- U -............................................................................................................................366
:. UDP..................................................................................................................366
:. Ultra 320 SCSI...................................................................................................366
:. Ultra XGA .........................................................................................................367
:. Underclock ........................................................................................................367
:. Unicode ...........................................................................................................367
:. Upgrade ...........................................................................................................367
:. Upgradable ......................................................................................................367
:. Uplink (porta) ..................................................................................................368
:. UPS ................................................................................................................368
:. USB ................................................................................................................368
:. USB 2.0 ...........................................................................................................368
:. UTP .................................................................................................................369
:. UUCP................................................................................................................369
:. UWB ................................................................................................................369
:. UXGA ...............................................................................................................370
:. UZIX ...............................................................................................................370
- V -............................................................................................................................371
:. V.22 ...............................................................................................................371
:. V.22bis ............................................................................................................371
:. V.29 ...............................................................................................................371
49
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:. V.32 ................................................................................................................371
:. V.32bis ............................................................................................................371
:. V.34 ................................................................................................................371
:. V.34+ .............................................................................................................371
:. V.42 .................................................................................................................372
:. V.90 ...............................................................................................................372
:. V.92 ...............................................................................................................372
:. Válvula ............................................................................................................372
:. Vaporware.........................................................................................................373
:. Varistor ...........................................................................................................373
:. VBR .................................................................................................................373
:. VC-SDRAM ........................................................................................................373
:. VCD ................................................................................................................374
:. Vcore................................................................................................................374
:. VESA ...............................................................................................................374
:. VFAT ................................................................................................................374
:. VGA .................................................................................................................375
:. Video Pass-Thru ...............................................................................................375
:. Visual Basic .....................................................................................................375
:. Visual C++ .......................................................................................................375
:. VLB ..................................................................................................................375
:. VLDB ..............................................................................................................375
:. VLIW ...............................................................................................................376
:. VLSM................................................................................................................376
:. VMware.............................................................................................................376
:. Voz sobre IP .....................................................................................................377
:. VPDN ...............................................................................................................377
:. VPN ................................................................................................................377
50
:. Dicionáriocnico de Informática 3ed. – Carlos E. Morimoto - http://www.guiadohardware.net
:. VPU .................................................................................................................378
:. VRML ...............................................................................................................378
:. V-Sync (video sync)............................................................................................378
- X -............................................................................................................................379
:. X2 .................................................................................................................379
:. X-10 ...............................................................................................................379
:. X86 ................................................................................................................379
:. X86-64 ............................................................................................................379
:. xDSL ...............................................................................................................380
:. XGA ...............................................................................................................380
:. Xeon ...............................................................................................................380
:. Xfree86.............................................................................................................380
:. Xmodem ...........................................................................................................381
:. XML .................................................................................................................381
:. X Windows .......................................................................................................381
- W -............................................................................................................................382
:. W2K ...............................................................................................................382
:. Waffer .............................................................................................................382
:. Wait State .......................................................................................................382
:. Wake-on-Lan (WOL) .........................................................................................382
:. Wallpaper ........................................................................................................383
:. Wannabee (ou Wanabe) ...................................................................................383
:. WAP .................................................................................................................383
:. Warez .............................................................................................................384
:. Waterblock ......................................................................................................384
:. Watercooler .....................................................................................................384
:. Watermark ......................................................................................................384
:. Watermark (2) .................................................................................................384
51
:. Dicionáriocnico de Informática 3ed. – Carlos E. Morimoto - http://www.guiadohardware.net
:. WAN ..............................................................................................................385
:. WAV ...............................................................................................................385
:. WDM ...............................................................................................................385
:. Web .................................................................................................................385
:. Web Host .........................................................................................................385
:. Weblog ............................................................................................................386
:. WebPad ...........................................................................................................386
:. WCDMA ............................................................................................................386
:. Whell Mouse ....................................................................................................386
:. Whetstone ........................................................................................................386
:. White Book ......................................................................................................387
:. White Hat ........................................................................................................387
:. White Paper .....................................................................................................387
:. WLAN ...............................................................................................................387
:. WMA ...............................................................................................................387
:. Widget ...........................................................................................................387
:. Widget Library...................................................................................................388
:. Wi-Fi.................................................................................................................388
:. Wi-Fi5...............................................................................................................389
:. Willamette .......................................................................................................389
:. Winchester ......................................................................................................389
:. Window Maker ..................................................................................................389
:. Window Manager ...............................................................................................389
:. Windows CE .....................................................................................................390
:. WinModem.........................................................................................................390
:. Wine ...............................................................................................................390
:. Wintel .............................................................................................................390
:. Wire Feet .........................................................................................................390
52
:. Dicionáriocnico de Informática 3ed. – Carlos E. Morimoto - http://www.guiadohardware.net
:. Wireless ..........................................................................................................391
:. Workstation ....................................................................................................391
:. Worm ...............................................................................................................391
:. Worm (2) ........................................................................................................391
:. WRAM ..............................................................................................................391
:. Write Through ..................................................................................................392
:. Write Back .......................................................................................................392
:. WTLS ...............................................................................................................392
:. WWW .............................................................................................................392
:. WYSIWYG ........................................................................................................392
- Y -.............................................................................................................................393
:. Y2K ..................................................................................................................393
:. Yagi (antena) ...................................................................................................393
:. Yamhill ............................................................................................................393
:. Yellow Book .....................................................................................................394
:. Yellowstone........................................................................................................394
:. Yottabyte ..........................................................................................................395
- Z -............................................................................................................................396
:. Z-Buffer ..........................................................................................................396
:. ZAW ...............................................................................................................396
:. Zif ..................................................................................................................396
:. Zoned Bit Recording ..........................................................................................396
:. ZX-80 .............................................................................................................397
53
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- # -
:. 10Base-2
Os cabos 10Base2, também chamados de cabos coaxiais finos, ou cabos Thinnet, são os cabos
coaxiais usados em redes Ethernet de 10 megabits. Seu diâmetro é de apenas 0.18 polegadas,
cerca de 4.7 milímetros, o que os torna razoavelmente flexíveis. O "10" na sigla 10Base2,
significa que os cabos podem transmitir dados a uma velocidade de até 10 megabits por
segundo, "Base" significa "banda base" e se refere à distância máxima para que o sinal pode
percorrer através do cabo, no caso o "2" que teoricamente significaria 200 metros, mas que na
prática é apenas um arredondamento, pois nos cabos 10Base2 a distância xima utilivel é
de 185 metros. Usando cabos coaxiais não é necessário utilizar um hub, mas em compensação a
velocidade da rede fica limitada a apenas 10 megabits. Outro problema é que esta topologia é
muito susceptível a problemas de mal contato, principalmente em redes com mais de 5 PCs.
Atualmente os cabos coaxiais são cada vez menos usados, já que além de menos susceptíveis a
problemas, os cabos de par traado categoria 5 suportam transmissão de dados a 100
megabits, ou até mesmo 1 gigabit, caso sejam utilizadas placas de rede Gigabit Ethernet.
:. 10Base-T
Este é o padrão de redes Ethernet de 10 megabits, onde são utilizados cabos de par traado. O
10 no nome indica justamente a velocidade xima de transmissão de dados.
Apesar de 10 megabits corresponderem a 1.25 megabytes por segundo, na prática a velocidade
de transmissão dificilmente ultrapassa os 800 kb/s, pois junto com os dados são transmitidos
sinais de modulão, bits de correção de erros etc. As placas de 10 megabits caíram em
desuso a algum tempo, pois todas as placas PCI atuais transmitem a 100 megabits. Apesar
disso, as placas de 100 megabits mantém compatibilidade com o padrão anterior.
:. 100Base-TX
Este é o padrão para redes Ethernet de 100 megabits. A topologia da rede é igual à do padrão
10 Base-T, com um hub central e cabos de par trançado. A grande vantagem é a maior
velocidade de transmissão, que faz uma grande diferença ao transferir grandes arquivos. As
placas 100 Base-TX também o capazes de operar a 10 megabits, caso sejam conectadas a
um hub antigo, por isso também são chamadas de placas 10/100.
:. 1 T-SRAM
É uma tecnologia que permite construir chips de memória cache com apenas um transístor por
bit (como na memória RAM tradicional) em contraste com os vários transístores utilizados para
construir cada bit da memória cache tradicional. Os transístores são organizados da mesma
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maneira que num chip de memória cache, permitindo que o sistema mantenha tempos de
acesso bastante baixos, quase tão bons quanto num chip de memória cache "de verdade". Em
compensação, continua existindo a necessidade de reescrever os dados periodicamente e a cada
leitura, como na memória RAM. No final das contas temos um tipo de memória cache um pouco
mais lento, que consome mais energia, mas que em compensão é muito mais barato de se
produzir.
Esta tecnologia foi desenvolvida no início dos anos 80 e ficou esquecida durante muitos anos, até
a HP ressuscitar a idéia no seu processador PA-8800 que traz nada menos que 32 MB de cache
L2 embutidos no mesmo cartucho do processador (como no Pentium II), uma quantidade que
pôde ser obtida graças ao uso da tecnologia.
:. 2.5G
A primeira geração de celulares ou 1G, ainda composta por modelos analógicos, surgiu durante a
década de 70, se popularizou durante a década de 80 e continuou sendo usada durante boa
parte da década de 90. Os celulares analógicos são pouco mais sofisticados que os aparelhos de
rádio amador eo são muito adequados para a transmiso de dados.
No início da década de 90 surgiram os celulares digitais, a segunda geração, ou 2G, composta
pelos padrões CDMA, TDMA e GSM. Apesar de trabalharem com transmises digitais, a
velocidade de transmiso de dados é muito baixa. Que o digam os usuários do Wap.
Os celulares 2.5G representam uma grande evolução em termos de transmiso de dados, pois
utilizam transmissão por pacotes, o que significa que os celulares ficam constantemente
conectados à Web e o usrio paga apenas pelos dados transmitidos, ao contrário do Wap, onde
é cobrado por minuto de conexão. Outra vantagem do 2.5G é a maior velocidade. O padrão que
está sendo implantado no Brasil permite a transmissão de dados a 144 kbps.
:. 1U Case
Este é o tipo mais compacto de gabinete usado em servidores, projetado para ocupar um único
espaço no rack, o que significa uma grande economia no custo de hospedagem em data centers,
onde paga-se por espaço ocupado. Claro que esta economia tem um custo. O gabinete tem
apenas 8,5 cm de altura, o que limita o mero de placas mãe que podem ser utilizadas. Os
pentes de memória não podem ser encaixados na vertical, como nos desktops, mas sim na
horizontal. Também não é possível utilizar processadores que dissipam muito calor, pois não é
possível usar coolers muito grandes.
É possível usar uma única placa de expano, conectada na horizontal, com a ajuda de uma
placa riser, por isso as placas mãe mais indicadas são as com vídeo, rede e RAID onboard. É
possível utilizar até dois HDs.
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:. 2U case
Este é o formato de gabinete mais usado por servidores (superando o 1U), pois é razoavelmente
compacto, sem com isto limitar tanto a capacidade de expano.
Um gabinete 2U tem 16,8 cm de altura e mede 42,65 x 45,4 centímetros. Ainda é mais fino que
um gabinete ATX tradicional. Apesar disso, ele acomoda um servidor com dois processadores,
até três placas PCI (encaixadas na horizontal, com a ajuda de um riser) e até quatro HDs. Por
causa do pequeno espaço, esta o é a melhor solução do ponto de vista da refrigeração, daí a
necessidade dos data centers terem o ambiente refrigerado.
Gabinete 2U
:. 32-bit RIMM
Os módulos de memória Rambus utilizados no Pentium III e no Pentium 4 são módulos de
memória com um barramento de apenas 16 bits (contra os 64 bits de um módulo de memória
SDRAM ou DDR), mas em compensação são capazes de operar a frequências muito altas, 800
MHz no padrão original e até 1066 MHz no mais recente, o que equilibra a balaa. A partir do
Pentium 4 (com o chipset i850) a Intel adotou uma arquitetura dual Rambus, onde os módulos
são utilizados em pares, formando um barramento de 32 bits. Apesar da medida ter dobrado a
velocidade de acesso à memória, trouxe a desvantagem de ter de utilizar dois módulos de
memória ao invés de um, o que acaba saindo mais caro. Os módulos RIMM de 32 bits são um
novo padrão que promete resolver este problema, trazendo de volta a flexibilidade de podermos
utilizar os módulos de memória livremente.
:. 3Dfx
Fabricante das placas de vídeo Voodoo. Foi uma das primeiras companhias a lançar placas de
vídeo 3D e dominou o mercado durante algum tempo., mas acabou sendo comprada pela Nvidia
em Dezembro de 2000, depois de atrasar muito o lançamento das placas Voodoo 4 e Voodoo 5,
que quando foram finalmente lançadas não eram mais páreo para a GeForce da nVidia.
Entre as placas e chipsets laados pela 3dfx estão o Voodoo e Voodoo 2, usados em placas de
vários fabricantes (como por exemplo as placas Monster 1 e Monster 2), e as placas Voodoo 3,
Voodoo 4 e Voodoo 5, fabricadas exclusivamente pela 3Dfx.
:. 3D-Now!
O processador K6 da AMD tinha um bom desempenho em números inteiros, mas ao mesmo
tempo um coprocessador aritmético bastante fraco, que comprometia seu desempenho em jogos
e aplicativos gráficos.
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Desenvolver um projeto de coprocessador aritmético demora anos. Por isso, a AMD optou por
uma solução elegante para tentar corrigir este problema no K6-2. Seguiu o exemplo da Intel e
incorporou novas instruções ao seu processador, o conjunto 3D-Now!, formado por 27 novas
instruções que têm como objetivo agilizar o processamento de imagens tridimensionais,
funcionando em conjunto com uma placa aceleradora 3D. Como acontece com as instruções
MMX, é necessário que o software usado faça uso do 3D-Now!, caso contrário não existe ganho
algum.
O conjunto 3D-Now! Foi aperfeiçoado no Athlon e a partir do Athlon XP ganhou mais instruções,
tornando-se compatível também com as instruções SSE do Pentium III. Com o reforço, o 3D-
Now! passou a ser chamado de 3D-Now! Professional.
:. 3D Sound
Veja: Som 3D
:. 3G
Os celulares de terceira geração, ou 3G estão começando a serem implantados no Japão e
devem ainda demorar mais alguns anos para chegarem ao Brasil, onde ainda estamos vendo a
transição do 2G para o 2.5G.
O principal atrativo deste novo padrão é a maior velocidade de transmissão de dados. Estamos
falando de 2 megabits, contra apenas 14.4 k do Wap e 144 k dos celulares 2.5G.
Além de oferecerem acesso pido à Web, os celulares 3G poderão ser utilizados para realizar
videoconferência e para streaming de deo (clipes, seriados, etc.). De fato, vários protótipos de
celulares 3G trazem chips decodificadores de vídeo em MPEG 2 ou MPEG 4, telas coloridas de
alta resolução e câmeras de videoconferência.
Assim como no 2.5G a transmissão de dados é feita através de pacotes, o que significa que o
celular fica continuamente conectado à Web e o usuário paga apenas pelos dados transmitidos.
Um detalhe importante é que os 2 megabits são compartilhados entre todos os celulares
cobertos por cada torre, o que significa uma velocidade muito mais baixa na prática,
principalmente nos horários de maior movimento.
:. 3GIO
O 3GIO é um barramento de dados ultra-pido que conta com o apoio da Intel para
eventualmente substituir o barramento PCI.
A versão inicial do 3GIO será capaz de transmitir apenas 2.5 gigabits por segundo, ou 312 MB/s,
pouco mais que o dobro dos slots PCI atuais. Este primeiro padrão começa a ser utilizado em
2004 segundo os planos da Intel. O padrão seguinte entrará em operação em 2005 e será 4
vezes mais rápido, atingindo 10 gigabits por segundo.
Ambos os padrões conviverão por algum tempo, mas felizmente serão intercompatíveis. Uma
placa 3GIO de 10 gigabits poderá trabalhar num slot de 2.5 gigabits (embora a performance
possa ser prejudicada) e vice-versa. As placas PCI continuarão sendo suportadas durante muito
tempo, pelo menos até o lançamento do próximo padrão. Lembre-se que as placas ISA
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demoraram quase 10 anos para deixarem de ser suportadas nas placas novas depois do
surgimento do PCI.
Apesar de parecer apenas um "remendo" do PCI, o 3GIO elimina toda a carga de legado do
barramento antigo. O conector PCI foi mantido, mas toda a parte lógica foi muito modificada.
Juntos, os slots do 3GIO utilizam apenas 40 trilhas de dados, contra nada menos que 84 trilhas
do PCI tradicional, 150 trilhas do PCI de 64 bits e 108 trilhas do AGP. Sem dúvida uma economia
expressiva.
Mais uma caractestica importante do 3GIO é a sua topologia ponto a ponto. Ao contrário do
PCI, onde todos os dispositivos compartilham o mesmo barramento e apenas um pode transmitir
de cada vez, o 3GIO utiliza um switch para garantir que cada dispositivo disponha de uma
ligação exclusiva com o chipset e os demais componentes do PC. Graças a isto, vários
dispositivos podem transmitir o mesmo tempo e dispor do barramento a qualquer instante.
Isto é especialmente efetivo quando dois dispositivos ligados ao barramento 3GIO precisam
trocar dados entre sí, como por exemplo dados que vão de uma placa de rede para a outra.
Estas transferências podem ser feitas dentro do próprio barramento, sem ocupar a ponte sul do
chipset, nem muito menos o processador.
Está anunciada ainda uma versão do 3GIO destinada a notebooks, que substituirá os slots PC-
Card utilizados atualmente, que são uma extensão do barramento PCI. Mas, ainda não foi
divulgado se o novo padrão manterá compatibilidade com o atual. As placas PC-Card atuais por
exemplo, não podem ser instaladas em muitos notebooks antigos, com slots PCMCIA que são
baseados no barramento ISA. O encaixe é o mesmo, mas placas não funcionam.
Para completar, está previsto que o 3GIO permitirá também a conexão de dispositivos externos,
mantendo a mesma velocidade de transferência de dados, sem dúvida um grande avanço sobre
os 400 megabits do USB 2.0 e do Fireware, mas que será aproveitado por poucos periféricos.
:. 4G
A quarta geração de telefones celulares ainda está em desenvolvimento, mas promete
velocidades de transmissão bastante superiores aos celulares 3G: entre 20 e 40 megabits. Os
celulares 4G de vem começar a ser usados no Japão por volta de 2006, (só Deus sabe quando
chegarão por aqui :-). O 4G aumenta ainda mais o potencial dos celulares como plataforma de
entretenimento, além de tornar a transmissão de dados mais barata em relação aos padrões
anteriores.
:. 4i RDRAM
Esta é uma tecnologia de memória Rambus sensivelmente mais barata que a tradicional, onde
temos apenas 4 páginas de memória por chip, ao invés de 16 páginas. Em teoria, o fato de
usarem menos páginas de memória tornaria os módulos 4i mais lentos, já que menos páginas de
memória abertas, significa uma chance menor do chipset conseguir obter os dados de que
necessita sem precisar abrir uma página inativa da memória.
Porém, os chipsets que suportam memória Rambus, como o i850 são capazes de manter apenas
64 ginas de memórias abertas simultâneamente. Como nestas soluções é preciso utilizar os
módulos RIMM aos pares, teremos sempre pelo menos dois dulos de memória Rambus
espetados na placa e. Se temos sempre pelo menos 8 chips por módulo, teremos então pelo
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menos 16 chips. Com 4 bancos por chip teremos as 64 ginas que o chipset é capaz de
manter abertas.
Ou seja, os módulos 4i RDRAM já são capazes de oferecer o número de páginas de que o chipset
pode tomar vantagem, por isso não perda de desempenho em relação aos dulos de 16
páginas, que são mais úteis em sistemas que utilizam poucos chips de memória, como por
exemplo o Playstation 2, onde temos apenas 2 chips soldados à placa mãe.
Em teoria, a arquitetura simplificada dos módulos 4i RDRAM permitiriam que, se produzidos em
quantidade, pudessem custar o mesmo, ou até menos que os módulos de memória DDR. Porém,
isso parece não importar tanto atualmente, que além do chipset i850 da Intel, que está
prestes a ser descontinuado, não temos mais nenhuma plataforma importante que utilize
memórias Rambus, o que deixa pouco espaço para uma eventual massificação desta tecnologia.
:. 56Kflex
Veja: V.90
:. 680x0
Esta é a família de processadores, produzidos pela Motorola, que foram utilizados nos Macintoshs
até a metade da década de 90. Existiram basicamente 5 versões, 6800, 68020, 68030, 68040 e
68060. Em parceria com a Apple e a IBM, a Motorola lançou em 94 os chips Power PC, seus
sucessores.
Os Macintoshs da falia Performa foram os últimos a utilizar os chips 680x0, a partir dos Power
Macs passaram a ser usados os novos chips. Mais um fato importante é que as duas famílias são
incompatíveis, os chips 680x0 possuem uma arquitetura CISC, enquanto os chip Power PC
possuem um design inspirado na arquitetura RISC.
:. 80186
O processador usado nos primeiros PCs, entre eles o PC XT, foi o 8088, uma variação do 8086.
Depois, surgiram os PCs baseados no 80286, ou simplesmente 286. Mas, entre as duas
gerações, existiu um modelo intermediário, pouco conhecido, mas igualmente importante.
O 80186 é uma evolução do 8086, que trouxe algumas instruções novas e um sistema de
tolerância à falhas. Apesar de não ter sido usado como processador em micros PC, o 80186
tornou-se um componente bastante popular, sendo usado em controladores de HDs,
controladores de interrupção entre rios outros periféricos. Nestas aplicações, o 80186 continua
em uso até hoje.
:. 802.11b, 802.11a, 802.11g
Veja: IEEE 802.11
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:. 802.11b+
Esta é uma evolução do padrão de redes sem fio IEEE 802.11b desenvolvido pela DLink. Este
não é um padrão aprovado pelo IEEE por isso é chamado apenas "802.11+" e o "IEEE
802.11+".
O 802.11b+ é suportado por um mero relativamente pequeno de produtos, mas traz como
principal vantagem o aumento da taxa de transferência a curtas distâncias, que segundo os
fabricantes pode chegar a até 22 megabits, o dobro dos 11 megabits permitidos pelo 802.11b
tradicional, ao mesmo tempo em que mantém compatibilidade com o padrão antigo.
A mudaa é transparente para o usuário. Ao conectar dois dispositivos 802.11b+ ele se
reconhecem e passam a trabalhar a 22 megabits. Caso sejam misturados com dispositivos
802.11b tradicionais a taxa de transmissão cai automaticamente para 11 megabits, respeitando
a velocidade dos dispositivos mais lentos.
Vale lembrar que os 22 megabits são atingidos apenas em distâncias muito curtas, apenas
alguns metros. A partir daí a velocidade cai vertiginosamente, se aproximando cada vez mais da
velocidade dos transmissores 802.11b tradicionais.
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- A -
:. A+ (certificão)
Veja: CompTIA
:. A3D (Aureal 3D)
A primeira empresa a desenvolver uma API de som tridimensional foi a Aureal, com seu Aureal
3D, ou simplesmente A3D. As primeiras placas de som compatíveis com esta API, como a
Monster Sound foram laadas no início de 97. O A3D 1.0 permite simular 3 eixos: frente e trás,
direita e esquerda e frente e baixo, aplicando filtros especiais para que o som realmente pareça
vir de todas as direções, mesmo utilizando apenas duas caixas acústicas ou fones de ouvido.
Estes filtros são capazes de distorcer sutilmente as ondas sonoras, conseguindo enganar nossos
ouvidos, fazendo-nos pensar que elas vêem de diferentes direções. Estes filtros consomem uma
enorme quantidade de poder de processamento e seu uso é o principal motivo dos chipsets de
som atuais serem tão poderosos. A vantagem é que como tudo é processado na própria placa de
som, não há quase utilização do processador principal. Existem claro algumas excessões,
maioria das placas de som onboard quando compatíveis com o padrão processam os efeitos via
software, o que consome cerca de 15% do desempenho de um Pentium III de 1.0 GHz. Veja
também: EAX
:. Abandonware
É um software "abandonado", que não é mais vendido, nem conta com suporte por parte do
fabricante. Apesar disso, a menos que o software seja disponibilizado como freeware, cópias não
registradas continuam sendo ilegais, já que a lei de direitos autorias garante direitos ao criador
por de 50 a 75 anos, dependendo do país. Um bom exemplo é o MS-DOS da Microsoft. O
programa não é mais vendido, mas continua sendo ilegal copia-lo, empresta-lo etc. A Apple por
sua vez disponibilizou como freewares várias versões antigas do MAC OS.
:. ABR
Average Bit Rate. Esta é uma opção encontrada em muitos programas de compressão de áudio
(seja em MP3 ou qualquer outro formato baseado em perda). O ABR é o método mais rápido de
compressão, onde é utilizado o mesmo bit-rate em todos os trechos da sica. Por exemplo, a
maioria dos arquivos em MP3 utiliza um bit-rate de 128 kbits, onde temos 128 kbits de dados
por segundo para representar a sica. No ABR é usada a mesma quantidade de bits para
representar tanto os trechos de silêncio no início e no final da faixa quanto para representar as
partes mais movimentadas da sica, onde vários instrumentos concorrem entre e com a voz
do cantor. Você acaba com um silêncio de excelente qualidade, mas alguns trechos
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representados de forma precária. Este sistema é também chamado de CBR, ou "constant bit
rate", mas o significado é o mesmo
Em oposição temos o VBR ou "variable bit rate", um formato de compressão mais complexo e
demorado, mas que permite obter arquivos de melhor qualidade, mesmo mantendo o mesmo
bit-rate. O truque é economizar bits nos trechos menos movimentados, onde temos frequências
mais ou menos constantes e descarregar a munão acumulada nos trechos mais movimentados,
que passam a ser representados com mais bits e conseqüentemente uma qualidade maior. A
desvantagem do sistema é que a compressão da música demora muito mais. É ideal para quem
tem um PC rápido.
:. AC
Aternating Current, corrente alternada. A forma como a eletricidade vem a partir da usina e
consequentemente a partir das tomadas. A direção é alternada 60 vezes por segundo (50 na
Europa). Veja também: DC
:. Access
Acesso. Leitura ou gravação de dados na memória RAM ou em outro meio qualquer, como um
disco rígido. Os tempos de acesso variam muito de acordo com o dispositivo, por exemplo, a
memória RAM pode ter tempos de acesso de 70, 60, 50, 10, 8, 7 ou mesmo 6 nanossegundos,
dependendo da tecnologia usada. O HD por sua vez é muito mais lento, com tempos de acesso
na casa dos 8 ou 9 milessegundos num HD atual.
O tempo de acesso determina apenas o tempo necesrio para o dispositivo começar a transferir
dados e não a sua velocidade de transferência. Um módulo de memória PC-133 pode transferir
dados, em condições ideais, a 1066 MB/s, enquanto um HD topo de linha chega perto dos 50
MB/s. Veja que o HD demora por volta de um milhão de vezes mais tempo para começar a
transferir dados, mas depois que inicia a transferência, a diferea cai para cerca de 20 vezes.
Naturalmente, tanto a memória RAM quanto o HD são muito mais lentos que o processador,
tanto em termos de tempo de acesso quanto em termos de velocidade de transferência. Por
exemplo, um Athlon de 1.5 GHz executa um bilhão e meio de ciclos por segundo e processa 32
bits de dados em cada ciclo. Ou seja, em condições idéias o processador precisa de dados a cada
0,66 nanossegundo e processa 6 gigabytes de dados por segundo. Para diminuir a diferença
entre o processador, a memória RAM e o disco rígido, são usadas várias categorias de memória
cache, rápidas o bastante para acompanhar o processador. Leia também: Cache, Cache L1,
Cache L2, Cache L3, Cache de Disco.
:. Access Point (AP)
Veja: Ponto de Acesso
:. Access Time
Tempo de acesso, o tempo que o dispositivo acesso demora para entregar os dados requisitados,
ou armazenar a informão desejada. Quanto mais baixo for o tempo acesso, maispido será o
dispositivo. Na memória RAM o tempo de acesso é medido em nanossegundos, sendo que as
memórias SDRAM mais pidas chegam a 6 nanos. Em HDs o tempo de aceso é bem mais alto,
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medido em milessegundos. Os HDs mais rápidos chegam a 8 milessegundos.
:. Acelerão de Vídeo
Placas de vídeo mais antigas, como as CGA e EGA usadas em micros 286, assim como as
primeiras placas padrão VGA o possuíam aceleração de vídeo. Isto significa que elas
limitavam-se a mostrar na tela as imagens enviadas pelo processador. Este tipo de placa
funcionava bem em ambientes texto como o DOS, onde a quantidade de informações a ser
mostrada no vídeo é pequena. Em ambientes gráficos como o Windows 95/98 porém, uma
quantidade enorme de dados deve ser processada para formar a imagem. Usando uma placa
sem acelerão, todo o trabalho tem que ser feito pelo processador, tornando o sistema bastante
lento.
Uma placa aceleradora alivia a carga sobre o processador, executando muitas das tarefas que
antes cabiam a ele. Ao arrastar uma janela por exemplo, o processador apenas transmitirá à
placa de vídeo: "Arrastar a janela x para a posição y" e a placa de vídeo fa o resto do
trabalho. Todas as placas de deo atuais possuem estes recursos. Se você abrir o painel de
controle do Windows, e abrir a janela "sistema", encontrará uma guia que permite diminuir ou
mesmo desativar a aceleração de vídeo, o que obviamente deverá ser feito no caso de
problemas com a placa. Vale lembrar que esta aceleração visa apenas diminuir o trabalho do
processador quando lidamos com imagens bidimensionais, não tendo nada a ver com a geração
de gráficos 3D.
:. ACK
Um comando suportado por rios sistemas e vários serviços e arquiteturas de rede, que
confirma o recebimento de um pacote de dados, mensagem ou comando.
:. ACPI
Advanced Configuration and Power Interface. É o modo de economia de energia utilizado pelos
PCs atuais. Micros mais antigos suportam o DPMA, que é o modo anterior. A diferença sica é
que no ACPI o gerenciamento de energia é feito pelo sistema operacional e não pelo BIOS. Isso
permite um gerenciamento muito mais avançado, permitindo recursos como diminuir a
frequência de operação do processador (um recurso incomum em desktops, mas presente na
maioria dos notebooks), desligar dispositivos, etc.
Graças ao ACPI, os PCs atuais permitem um gerenciamento de energia muito mais sofisticado
que os antigos, onde era possível apenas desligar o monitor e o HD. O avao veio na forma de
dois novos modos, o modo de espera e o hibernar.
Ao entrar em modo de espera, não apenas o HD e o monitor, mas quase todo o PC é desligado,
incluindo o processador, o cooler, placa de vídeo ou som, etc. Apenas a memória RAM, partes da
placa mãe, modem e placa de rede continuam ativos.
A memória RAM continua sendo alimentada para manter os dados gravados e permitir que o PC
volte exatamente onde estava. É a única parte do PC que realmenteo pode ser desligada sem
que seja necessário um novo boot. O modem permanece ligado para que a conexão não caia e a
placa de rede permanece alerta para acordar o PC caso o recurso de wake-on-lan esteja ativado
no Setup.
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Em modo de espera o PC consome de 15 a 20 Watts de energia, o mesmo que uma mpada
fluorescente e pode voltar à atividade em poucos segundos. Note que apenas o cooler do
processador é desligado, o exaustor da fonte continua funcionando, pois ainda é necessário que
ela forneça uma quantidade razoável de energia.
Para que a opção de entrar em modo de espera esteja disponível, é necesrio que a sua placa
mãe ofereça suporte a ACPI. O Windows 98/2000 é capaz de detectar isto e ativar ou não o
suporte automaticamente. Veja que isto inclui apenas placas razoavelmente recentes, e mesmo
assim o suporte pode ser desativado caso você tenha alguma placa ISA que não suporte este
recurso.
Como opção, existe o hibernar (ou suspender) onde o conteúdo da memória RAM é gravado no
HD e o PC é realmente desligado. Ao liga-lo novamente o sistema simplesmente recupera os
dados e também volta exatamente onde estava. O tempo necessário depende da quantidade de
memória RAM que estiver instalada, quanto mais memória maior será o arquivo no HD e mais
demorará. Mas, geralmente ainda será bem mais rápido que um boot completo.
:. Active Directory
Este é um recurso presente no Windows 2000 Server e Windows XP Server (quando for lançado)
que cria uma interface para a administração dos recursos de rede. Usando o Active Directory o
administrador pode visualizar e modificar todos os recursos da rede de forma centralizada, ao
invés de ter fazê-lo micro por micro. O Active Directory é baseado no LDAP e é uma resposta
direta ao NDS do Novell Netware.
:. Actuator
Num HD, é o mecanismo de movimenta as cabeças de leitura. Basicamente é composto por um
braço móvel em forma de triângulo. Na ponta do triângulo encontram-se as cabeças de leitura
do HD, enquanto na base temos um eixo e dois eletroímãs, que controlados pela placa lógica do
HD movimentam o mecanismo com uma velocidade e precisão espantosas. Em HDs muito
antigos e em drives de disquete, é utilizado um motor de passo no lugar do actuator, por isso
esses dispositivos são extremamente lentos.
:. ActiveX
Linguagem que pode ser usada para construirginas Web dimicas, com scripts que rodam a
partir do servidor. Apesar dos recursos, o ActiveX peca pelas incompatibilidades com vários
browsers, bugs, sobrecarga do servidor devido à grande quantidade de processamento exigido e
brechas de seguraa. Apesar de tudo, muitos acreditam que o ActiveX é o futuro da Web.
:. ACR
Advanced Communications Riser. Um padrão desenvolvido por uma associação de vários
fabricantes, que inclui a AMD, Lucent, Motorola, 3Com, Nvidia, Texas Instruments e Via. Os slots
ACR se parecem com um slot PCI invertido, na verdade os fabricantes optaram por aproveitar o
mesmo encaixe para cortar custos, mas as semelhanças param por aqui, que mudam a
posição e sinalização elétrica do slot.
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Os slots ACR são Risers para a conexão de placas de som e modems de baixo custo, assim como
os slots AMR. Muitas placas atuais trazem um slot ACR, mas os fabricantes evitam desenvolver
placas com dois ou mais slots ACR para não diminuir o número de slots PCI da placa.
A principal vantagem do ACR sobre o AMR é enquanto o AMR permite que o Riser inclua apenas
modem e placa de som, no ACR o Riser pode conter praticamente todo tipo de dispositivos,
desde modems e placas de som baratas, controlados via software, até placas de rede, modems
ADSL ou ISDN, placas de som e modems controlados via hardware, etc. <img src=”acr.jpg”>
Slot ACR (no topo) e slots PCI
:. Acrobat
Formato de arquivo desenvolvido pela Adobe que permite que documentos sejam exibidos em
qualquer micro com as fontes e layout corretos, alem de também suportar imagens, tabelas e
recursos de segurança. A Adobe laou no mercado dois produtos relacionados ao formato, o
Acrobat Reader que permite apenas visualizar os arquivos e é gratuíto e o Acrobat Writer, que
permite gerar os arquivos e é pago.
:. Adaptive Compression
Algoritmo inteligente de compressão que altera o nível de compreso de acordo com o tipo de
dados. Um exemplo de uso são deos, onde as cenas de maior movimentação devem receber
um nível mais baixo de compressão do que as cenas de diálogos, onde há poucas mudaas de
imagem.
:. ADC
Analogue-to-Digital Converter, componente que faz conversão de um sinal analógico para digital.
Todas as placas de som possuem um ADC, responsável por digitalizar os sons analógicos vindos
do microfone ou outro dispositivo analógico qualquer. Veja também: DAC.
:. Additive Colour
Uma cor produzida através da mistura de diferentes tonalidades de algumas cores primárias.
Num monitor as cores são obtidas através da mistura de pontos azuis, vermelhos e verdes.
:. ADSL
Assimetric Digital Subscriber Line, tecnologia de acesso rápido que usa as linhas telefônicas
oferecida em várias cidades. As velocidades variam em geral de 256 kbits a 2 mbps,
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dependendo do plano de acesso escolhido. A principal virtude é não usar o sistema telefônico
comutado, dispensando o assinante de pagar pulsos, apenas a tarifa mensal.
Para isso, é instalado um modem ADSL na casa do assinante e outro na central telefônica. Os
dois modems estabelecem uma comunicação contínua, usando frequências mais altas que as
utilizadas nas comunicações de voz, o que permite falar no telefone e usar o ADSL ao mesmo
tempo. O modem instalado na central é ligado diretamente ao sistema do provedor, sem passar
por outras centrais telefônicas. Um exemplo de serviço ADSL é o Speedy, oferecido pela
Telefonica em São Paulo.
:. Adware
São programas, geralmente gratuítos, que mostram anúncios, na forma de banners incorporados
à interface do programa, ou mesmo janelas pop-up. As propagandas são uma forma alternativa
dos desenvolvedores ganharem dinheiro com o programa. Existem claro os contrários à idéia,
que argumentam que, como acessam a rede para baixar os banners a serem exibidos, estes
programas podem ser usados para investigar os hábitos de navegação do usrio. Muitas vezes
existe a opção de comprar uma versão do programa queo mostra os anúncios.
:. AfterStep
Uma interface gráfica para o Linux e Unix que é baseada na NEXTSTEP, outra interface para o X,
que foi utilizada pela Apple como base para a interface Aqua do MacOS X. Apesar disso, o
desenvolvimento da AfterStep continua independente, servindo como uma opção mais leve para
os usuários das interfaces KDE e Gnome. A maioria das distribuições do Linux incluem esta
interface, mas você pode baixar os pacotes em: http://www.afterstep.org
A Interface AfterStep
:. AGC
Automatic Gain Control. É um recurso necessário para que o gravador ou leitor de CDs seja
capaz de ler CDs regraváveis. Em comparão com os CDs prensados, os CDs regraváveis
possuem uma taxa de refração muito baixa, em torno de 20 ou 25%. Para lê-los, é necessário
aumentar a potência do laser de leitura, trabalho feito pelo AGC. Quase todos os gravadores são
compatíveis, mas infelizmente apenas uma pequena parte dos leitores o são. Os CDs graváveis
por sua vez podem ser lidos em praticamente qualquer leitor, já que oferecem uma refrão de
luz de até 80%
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:. AGP
Acelerated Graphics Port. Barramento de dados extremamente rápido usado pela placa de vídeo.
Aparece como um slot marrom na placae. Existem várias versões do AGP, chamadas AGP 1X,
2X, 4X e AGP Pro, o padrão mais novo. Os três primeiros, diferenciam-se pela velocidade: O AGP
1X permite transmissão de dados a 266 MB/s, o AGP 2X trabalha a 533 MB/s, enquanto o AGP
4X atinge 1066 MB/s. O AGP Pro por sua vez, diferencia-se dos demais por possuir uma
capacidade maior de fornecimento elétrico. Enquanto os slots AGP tradicionais fornecem até 20
Watts de eletricidade, os slots AGP Pro fornecem 50 Watts (AGP Pro 50) ou 110 Watts (AGP Pro
110). Os slots AGP Pro são maiores que os tradicionais. Uma placa AGP comum pode ser usada
sem problemas num slot AGP Pro, maso o contrário.
:. AGP 8X
Esta é a versão mais recente do barramento AGP, que apesar de manter a frequência de
operação de 66 MHz passou a ser capaz de realizar 8 transferências por ciclo, atingindo incríveis
2133 MB/s. Apesar desta velocidade não ser compavel com a da memória de vídeo das placas
mais atuais, que não vão demorar muito para romper a barreira dos 10 GB/s, esta nova versão
do AGP significa um grande ganho de desempenho para as placas de deo onboard, que
utilizam memória RAM compartilhada como memória de vídeo.
Um dos primeiros chipsets a utilizar o AGP 8X foi o nVidia nForce, onde ele é usado para
alimentar o chipset de vídeo GeForce MX integrado. Um adendo é que para o AGP 8X fazer
sentido é necessário que a placa mãe utilize memórias DDR ou Rambus, pois memórias PC-133
não são capazes de atender todo o potencial nem mesmo do AGP 4X. No caso do nForce a
solução para alimentar o chipset de vídeo foi o TwinBank, que permite combinar dois pentes de
memória DDR PC-2100, atingindo um barramento de dados (teórico) de 4.2 GB/s.
:. AGP 3.0
Esta é uma nomenclatura alternativa para o AGP 8X. Neste caso, o AGP 1.x engloba as versões
1x e 2x, onde apesar da diferença na taxa de transfencia de dados temos os mesmos
requisitos elétricos (tensão, capacidade de alimentão, etc.). O 2.x refere-se ao AGP 4x, onde
além de um novo aumento na taxa de transferência tivemos o estabelecimento de um padrão
elétrico mais rígido, que estabelece que a placa mãe deve ser capaz de fornecer estavelmente
uma quantidade maior de eletricidade para a placa de deo e a uma tensão mais baixa, apenas
1.5v, contra os 3.3v do padrão anterior.
:. AGP Led
As placas e para Pentium 4 baseadas no chipset i845, i845D ou futuros lançamentos da Intel
baseados nestes dois projetos possuem um grave problema de compatibilidade com placas de
vídeo AGP que utilizam tensão de 3.3V (as placas atuais utilizam 1.5V) o problema é tão grave
que o simples fato de ligar o micro com uma destas placas pode queimar o controlador AGP,
inutilizando a placa.
Em teoria, apenas placas AGP antigas, 1X ou 2X podem utilizar 3.3V ou 1.5V, enquanto todas as
de 4X obrigatoriamente utilizariam 1.5V. Mas, placas com chipsets Riva TNT2 (Pro e Ultra),
GeForce256 DDR, GeForce2 Pro e GeForce2 Ultra podem utilizar 3.3V mesmo sendo vendidas
como placas AGP 4X.
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O AGP Led é uma novidade presente em muitas placas i845 recentes, onde um sistema de
seguraa detecta a tensão utilizada pela placa de vídeo e paralisa a placa caso a placa utilize
3.3V, evitando qualquer dano. Um led, posicionado próximo ao conector da fonte acende,
avisando o usrio do problema. <img src=”agp_led.jpg”>
AGP Led
:. Algoritmo
Ou Algorithm em Inglês. Um conjunto de cálculos matemáticos, usado para encriptar dados,
compactar arquivos, entre várias outras aplicações. Um arquivo compactado ou encriptado pode
ser usado apenas por quem tiver o algoritmo de desencriptação ou descompactação, que
permitirá reverter o processo.
:. Alias
Apelido, pode ser usado em várias áreas, como por exemplo no e-mail. Caso você tenha uma
conta, fulano@fulano.com, e um alias fulaninho@fulano.com, todos os e-mails endereçados ao
alias será encaminhados para a conta real. O alias é um dos comandos básicos do Unix, que
permite personalizar os comandos do sistema, digitando por exemplo "on" ao invés de "mount /
mnt/cdrom" por exemplo. No Linux é possível criar aliases editando o arquivo ".bashrc",
presente no diretório de cada usuário, ou o arquivo /etc/bachrc, que vale para todos os usuários.
:. Alpha
É ao mesmo tempo o nome de uma falia de processadores RISC, quanto o nome dos sistemas
baseados nele, ambos desenvolvidos pela Dec. Os servidores Alpha fizeram sucesso durante
vários anos. Apesar de terem seu conjunto dei instruções próprio, os chips Alpha ganharam uma
versão do Windows NT e de rias versões do Linux. Os Alpha foram usados por exemplo no
Altavista.com.
:. ALU
Arithmetic Logic Unit. Como o nome sugere, é a parte do processador principal encarregada de
processar os cálculos de ponto flutuante. O termo ALU, dependendo da conotação, pode ser tanto
usado em relação ao coprocessador aritmético como um todo, quanto em relação a apenas uma
das unidades de execão que formam os coprocessadores modernos.
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:. Altair 8080
Lançado em 1974 é considerado por muitos o primeiro computador pessoal da história. O Altair
era baseado no 8080 da Intel e vinha com apenas 256 bytes de memória, realmente bem pouco,
mesmo para a época.
No modelo básico, o Altair custava apenas 439 dólares na forma de Kit, isso em 1975, quando
começou a ser comercializado, em valores de hoje este valor equivale a quase 4.000 dólares.
Parece bastante, mas na época esse valor foi considerado uma pechincha, tanto que foram
vendidas 4.000 unidades em 3 meses, depois de uma matéria da revista Popular Eletronics. Esse
"modelo básico" consistia nas placas, luzes, chips, gabinete, chaves e a fonte de alimentação,
junto claro com um manual que ensinava como montar o aparelho. Existia a opção de compra-lo
montado, mas custava 182 dólares a mais. Pouco tempo depois começaram a surgir vários
acessórios para o Altair: um teclado que substituía o conjunto de chaves que serviam para
programar o aparelho, um terminal de vídeo (bem melhor que ver os resultados na forma de
luzes :-), um drive de disquetes (naquela época ainda se usavam disquetes de 8 polegadas),
placas de expansão de memória e até uma impressora, para quem tivesse muito dinheiro,
claro :-)
Até mesmo Bill Gates ajudou, desenvolvendo uma versão do Basic para o Altair. O Altair era
realmente um sistema muito simples, que não tinha muita aplicão prática, mas serviu para
demonstrar a grande paixão que a informática podia exercer e que, ao contrário do que diziam
muitos analistas da época, existia sim um grande mercado para computadores pessoais.
:. Altivec
O conjunto de instruções especiais que equipa os processadores G4 da Motorola, usados nos
micros Macintosh. Este conjunto inclui tanto instruções 3D (como no 3D-Now! encontrado nos
processadores AMD), quanto instruções multimídia (como o MMX).
:. AMD 760
Este foi o primeiro chipset para Athlon a suportar memórias DDR e foi produzido pela própria
AMD. O AMD 760 é formado por dois chips, o AMD-761 (ponte norte) e o AMD-766 (ponte sul).
Este chipset suporta tanto memórias DDR PC-1600 quanto memórias DDR PC-2100 e pode
trabalhar tanto em conjunto com processadores que utilizam bus de 200 MHz quanto
processadores que utilizam bus de 266 MHz. Salvo limitações por parte do BIOS, as placas
baseadas neste chipset suportam todos os modelos do Athlon Thunderbird e Duron em formato
soquete A além do Athlon XP.
:. AMD 760MP
Esta é uma variação do chipset AMD-760 que am do suporte a memórias DDR e outros
recursos do chipset original, oferece suporte a multiprocessamento. É possível utilizar tanto dois
processadores Athlon MP, quanto dois processadores Duron baseados no core Morgan (as
versões de 1.0 GHz em diante). As placas baseadas neste chipset trazem dois encaixes para
processadores e são um pouco mais caras.
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:. AMD 760MPX
Esta é uma versão atualizada do chipset 760MP, destinada principalmente a servidores, que traz
como novidade o suporte a slots PCI de 64 bits e/ou de 66 MHz proporcionado pelo uso de uma
nova ponte sul, composta pelo chip 768.
Os slots PCI de 64 bits são maiores que os comuns (que são slots de 32 bits e operam a 33 MHz,
proporcionando um barramento de dados de 133 MB/s) mas trazem a vantagem de transferirem
64 bits de dados por vez, o suficiente para dobrar a velocidade de transferência de dados,
atingindo 266 MB/s. Os slots de 66 MHz novamente dobram a velocidade, atingindo 533 MB/s.
Estes slots mais rápidos são importante em servidores que utilizam placas SCSI, Gigabit Ethernet
ou outros tipos de periféricos muito pidos. No futuro teremos o PCI-X, capaz de atingir
velocidades ainda mais altas.
:. AMR
A sigla AMR é a abreviação de "Audio Modem Riser". Este é um padrão de barramento que
permite o encaixe de placas de som e modems controlados via software.
O slot AMR se parece com um slot AGP, mas tem apenas 1/3 do tamanho deste. O objetivo é
permitir a criação de componentes extremamente baratos para serem usados em micros de
baixo custo.
A vantagem é claro, o preço, já que uma placa de som ou modem AMR o custam mais de 5 ou
7 dólares para o fabricante (um pouco mais para o consumidor final naturalmente). A
desvantagem, por sua vez, é o fato destes componentes serem controlados via software, o que
consome recursos do processador principal, tornando o micro mais lento. Usando ao mesmo
tempo modem e placa de som AMR num Pentium III 800, a queda de performance é de mais de
10%. Claro que existe a opção de desprezar o slot AMR e utilizar componentes tradicionais.
Como o chip controlador é embutido no próprio chipset, as placas de som e modems AMR contém
um número extremamente reduzido de componentes, basicamente as entradas e saídas de som,
o CODEC e, no caso dos modems, o Relay (o componente que permite o acesso à linha
telefônica).
Apesar disso, o AMR o chegou a fazer muito sucesso, pois não oferece suporte a Plug-and-
play, o que dificulta a instalão dos dispositivos por parte dos usrios e suporta apenas placas
de som e modems, deixando de fora as placas de rede e outros dispositivos comuns atualmente.
Pensando em resolver estas limitações rios fabricantes se reuniram para desenvolver o ACR,
um pado aberto que substitui o AMR com várias vantagens, mantendo o baixo-custo.
:. Amostragem
Veja: Sampling
:. Analogue Video
Vídeo Analógico, vídeo transmitido ou gravado na forma de sinais anagicos, como na TV ou
numa fita de vídeo.
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:. Anamorphic
Este termo é usado em relão aos filmes em DVD. No cinema as telas são mais largas do que
uma tela de TV. Para que seja possível assistir os filmes numa TV comum, os cantos da imagem
devem ser cortados. O termo se refere a um vídeo que passou por essa formatação.
:. Anisotropic Filtering
O anisotropic filtering melhora a qualidade das texturas aplicadas sobre superfícies inclinadas, o
exemplo mais clássico é o texto de abertura dos filmes do StarWars. Em geral o efeito é melhor
percebido em jogos de primeira pessoa, nas paredes e objetos mais próximos. Pense no
Anisotropic Filtering como uma espécie de evolução dos velhos bilinear e trilinear filtering que
encontramos nas configurações de quase todos os games.
Essa imagem da ATI mostra bem o conceito, do lado esquerdo temos o texto aplicado usando o
velho trilinear filtering e do lado direito temos o mesmo feito comvel ximo de qualidade do
anisotropic filtering o que tornou o texto um pouco mais legível:
A perda de desempenho é mais difícil de avaliar, pois os algoritmos usados tanto das placas da
nVidia quanto nas placas da ATI são adaptativos, ou seja, eles utilizam um número de amostras
proporcional ao ganho que pode ser obtido em cada cena. Isso faz com que a perda de
desempenho seja maior nos jogos em que existe maior ganho de qualidade.
É difícil traçar um padrão pois a perda de desempenho varia muito de game para game. Pode ser
de 10% ou de 50% dependendo do título. A melhor técnica é simplesmente experimentar ativar
o recurso e ver se você percebe uma melhora na qualidade ou perda perceptível no desempenho
e depois pesar as duas coisas na balaa.
:. Anodo
Um dos componentes dos monitores CRT. Consiste em um eletrodo carregado com cargas
positivas, que atr cargas negativas, no caso os elétrons usados para criar a imagem.
:. Anonymous
Nome normalmente utilizado para o login num servidor FTP, e indica tratar-se de um usrio
anônimo, ou seja, não cadastrado na máquina em questão. A password a fornecer em seguida
deve ser o e-mail do usuário. Em geral, usuários anônimos tem acesso a apenas alguns arquivos
do servidor eo são todos os servidores que permitem o acesso.
:. ANSI
American National Standards Institute, uma associão voluntária, formada por mais de 1.300
membros, entre eles várias grande companhias. A ANSI se encarrega de estabelecer padrões
para a indústria, compatibilizando linguagens de programação, protocolos de rede,
especificações elétricas de vários componentes, etc. Entre as obras da ANSI está o padrão de
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caracteres ASCII.
:. Answer Mode
Modo de resposta. Quando colocado neste modo, o modem é capaz de atender chamadas
telefônicas, seja para receber faxes ou funcionar como uma secretária eletrônica, dependendo
do programa instalado.
:. Anti-Aliasing
Esta técnica permite suavizar os contornos em imagens, adicionando pontos de cores
intermediários. O Anti-Aliasing é um recurso cada vez mais utilizado nos jogos 3D, com o
objetivo de melhorar a qualidade de imagem, sobretudo ao se utilizar baixas resoluções. As
placas da nVidia por exemplo oferecem o recurso de FSAA, que ao ser ativado, faz com que a
placa renderize uma imagem 2 ou 4 vezes maior do que a que será exibida no monitor e em
seguida diminua seu tamanho, aplicando um algoritmo de anti-aliasing, antes de exibí-la. Com
isto as imagens ganham muito em qualidade.
Usando FSAA 4x, é possível ter imagens a 640 x 480 com uma qualidade visual superior à obtida
a 800 x 600 no mesmo jogo. Em compensação, como é preciso renderizar uma imagem 4 vezes
maior, o desempenho da placa, e consequentemente o FPS cai a apenas um quarto do que seria
obtido com o recurso desabilitado. Existem outras tecnologias que seguem o mesmo princípio,
como por exemplo a SmootVision da ATI.
:. Apache
O apache é um servidor Web extremamente popular, usado principalmente no Linux. A dupla é
bastante popular em servidores de páginas desde a popularização da Internet em 95 e segundo
muitas estatísticas é a mais usada em servidores Web atualmente, superando o Windows.
O Apache acompanha praticamente todas as distribuições Linux atuais. Uma vez instalado, basta
ativar o serviço "httpd" através do ntsysv, linuxconf, mcc, ou outra ferramenta disponível na
sua distribuição. Você pode usar ainda o comando "/etc/rc.d/init.d/httpd start".
A maior parte da configurão do Apache pode ser feita através de um único arquivo, o
httpd.conf, que pode ser encontrado no diretório "/etc/httpd/conf/" ou "/etc/apache". A
configuração mais importante neste arquivo é a porta TCP a ser usada pelo servidor, o default é
a porta 80.
O Apache também possui uma versão for Windows, que pode ser usada em substituição ao IIS
da Microsoft. Porém, devido à maneira como o Windows gerencia a geração de novos processos,
e threads, o desempenho da versão Windows do Apacheo é o mesmo da versão for Windows.
As primeiras versões chegavam até mesmo a perder para o IIS em desempenho, mas os
desenvolvedores vêm fazendo um grande esforço para melhorar seu desempenho em ambiente
Windows. As versões atuais já são muito mais rápidas (embora ainda sejam mais lentas que no
Linux) e possuem uma segurança muito boa. Mesmo no Windows, o Apache é uma solução
muito interessante para quem quer fugir dos problemas de segurança do IIS e ao mesmo tempo
procura um servidor Web rápido. Você pode baixar o Apache for Windows no
http://www.apache.org/
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O Apache é compatível com PHP, Perl, CGI e até mesmo ASP, bastando para isso instalar os
módulos adequados. No caso do ASP é preciso utilizar o chiliasp, disponível em
http://www.chiliasp.com
O mais interessante é que apesar de todos os recursos o Apache é distribuído sobre a licença
GNU, ou seja, além de ser gratuíto, o código fonte está disponível para quem quiser estudar, ou
mesmo alterar o programa. http://www.apache.org/
:. Aperture Grill
Nos monitores CRT tradicionais é utilizada uma folha de metal com vários orifícios, chamada
shadow mask, que tem a função de isolar as células de fósforo, impedindo que o feixe do canhão
de elétrons destinada a cada célula atinja também as lulas vizinhas, o que deixaria a imagem
borrada. No monitores Sony Trinitron é utilizado um outro método de separação, chamado de
aperture grill. Ao invés de uma grade, temos vários fios metálicos verticais, presos entre sí nas
bordas e por dois fios horizontais posicionados de forma a dividir a área em três partes iguais e
evitar que os fios vibrem com facilidade, o que causaria distorções na imagem.
Esta tecnologia permite que esta série de monitores tenham uma tela 100% plana, mas em
compensação traz um pequeno inconveniente: os dois fios horizontais criam duas sombras
bastante discretas que dividem a imagem em três partes. É possível notá-las facilmente
colocando o brilho e contraste no máximo e visualizando uma imagem clara. Muitos não se
importam com as sombras, mas outros não conseguem conviver com elas. <img
src=”aperture_grill.jpg”>
Aperture Grill
:. API
Application Programming Interface, um conjunto de funções e sub-rotinas usadas pelos
programas que informam ao sistema operacional como executar determinada tarefa. Por
exemplo, os jogos 3D são construídos com base no D3D, OpenGL ou Glide. De forma
semelhante, qualquer programa for Windows, escrito em C++ ou qualquer outra linguagem,
pode usar qualquer uma das mais de 1000 funções que abrem janelas, abrem ou gravam
arquivos, e outras tarefas semelhantes. É o fato de usarem APIs diferentes que fazem os
programas serem incompatíveis com outros sistemas operacionais.
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:. Apollo
Uma rie de chipsets fabricados pela Via, que engloba chipsets destinados a vários
processadores. O Apollo original era um chipset destinado ainda ao Pentium 1, pouco depois
surgiu o Apollo Pro, destinado a placas para processadores Pentium II e Celeron. A série
destinada a processadores Pentium III é composta pelos chipsets Apollo Pro 133, 133A e 266
(com suporte a memórias DDR), com o reforço dos chipsets Apollo KX 266 e KT 266, destinados
aos processadores Athlon e Duron, da AMD.
:. Appaloosa
Esta será a terceira geração do AMD Duron, construída numa arquitetura de 0.13 cron. A
primeira geração foi o Duron Spitfire, que foi substituído pelo Duron Morgan, que trouxe suporte
às instruções SSE e outras melhorias no desempenho, am de um consumo elétrico mais baixo.
A terceira versão trará um consumo ainda mais baixo e será capaz de atingir frequências mais
altas, próximas dos 2.0 GHz, graças à arquitetura de 0.13 mícron. Especula-se que a AMD
poderá aproveitar para aumentar o cache do Duron para 256 KB, o que traria também um
grande ganho de desempenho. O Duron Appaloosa será laado na segunda metade de 2002.
:. Apple I
A Apple foi fundada em 1976, depois que o projeto do Apple I foi recusado pela Atari e pela HP.
Uma frase de Steve Jobs descreve bem a história: "Então fomos à Atari e dissemos "Ei, nós
desenvolvemos essa coisa incrível, pode ser construído com alguns dos seus componentes, o que
acham de nos financiar?" Podemos até mesmo dar a vocês, nós só queremos ter a oportunidade
de desenvolvê-lo, paguem-nos um sario e podemos trabalhar para vocês. Eles disseram não,
fomos então à Hewlett-Packard e eles disseram "Nós o precisamos de vocês, vocês ainda nem
terminaram a faculdade ainda". O Apple I não foi um grande sucesso de vendas, vendeu
pouco mais de 200 unidades, mas abriu caminho para o lançamento de versões mais poderosas.
O Apple I usava um processador da Motorola, o 6502, que operava a apenas 1 MHz. O Apple I
vinha com 4 KB de memória, e saídas para teclado, terminal de vídeo e para uma unidade de
fita. Existia também um conector reservado para expansões futuras.
:. Apple II
Apesar do começo difícil, o Apple I foi logo aperfeiçoado. Surgiu então o Apple II, laado no
final da década de 70. Este sim fez um certo sucesso, apesar do preço salgado para a época,
US$ 1298, que equivalem a quase 9.000 dólares em valores corrigidos. O Apple II vinha com 4
KB de memória, como o primeiro modelo, a novidade foi uma ROM de 12 KB, que armazenava
uma versão da Basic. A memória RAM podia ser expandida até 52 KB, pois o processador
Motorola 6502 era capaz de endereçar apenas 64 KB de memória, e 12 KB correspondiam à
ROM embutida. Um dos "macetes" naquela época era uma placa de expano, fabricada pela
Microsoft (sim, eles existiam naquela época :-), que permitia desabilitar a ROM e usar 64 KB
completos de memória. O Apple II já vinha com teclado e usava uma televisão como monitor. O
aparelho vinha com uma unidade de fita K7, mas era possível adquirir separadamente uma
unidade de disquetes. Uma varião do Apple II, o Apple IIc, laado em 79, é considerado por
muitos o primeiro computador portátil da história, pois tinha até um monitor de LCD como
opcional. Só faltavam mesmo as baterias :-)
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:. Appliance
A tradução mais simples para este tema é simplesmente "ferramenta". No mundo da
informática, as Appliances são computadores pré-configurados para executar uma tarefa
específica, como servir para compartilhar a conexão com a Web ou como um firewall para a
rede, como um kiosque multimídia, como um sistema de caixa registradora e leitor de código de
barras, um centro de multimídia, um centro de controle de um sistema de automatização
doméstica e assim por diante. As possibilidades são quase infinitas.
A chave para desenvolver uma boa Appliance é a facilidade de uso. É o tipo de dispositivo que
deve ser o mais parecido possível com um eletrodoméstico, do tipo que o usuário simplesmente
liga na tomada (ou na rede) e sai usando, sem precisar de nenhuma configuração complicada
nem de treinamento. Esta é a diferença básica entre uma Appliance e um PC: o PC pode fazer
muitas coisas, mas é complicado de usar, enquanto a Appliance é cil de usar mas por outro
lado faz uma coisa.
Ao contrário do que pode parecer, as Appliances nem sempre são dispositivos complicados de
construir. Pelo contrário, na maioria das vezes temos um PC comum, montado em algum tipo de
gabinete especial, acoplado num leitor de código de barras ou o que mais for necesrio para
executar suas tarefas, rodando uma instalação personalizada do Linux. Muitas mantém um
servidor Apache ativo, para que o usrio possa fazer toda a administrão via rede.
:. Applet
Um pequeno programa que executa algumas tarefas numa Web Page. Os Applets podem ser
feitas em rias linguagens, mas a mais utilizada é o Java. Estes pequenos programas são
automaticamente instalados ao se acessar a página.
:. AppleTalk
Um padrão primitivo de redes desenvolvido pela Apple para equipar o Macintosh original, na
década de 80, mas que mais tarde acabou sendo usado em toda a sua linha de produtos. As
interfaces AppleTalk eram muito baratas, mas em compensação transmitiam a apenas 230
Kbits, o que era pouco até mesmo para a época. Em compensação existia uma grande
versatilidade, que as interfaces podiam ser utilizadas para ligar os Macs em rede sem custos
adicionais. Atualmente os Macs incluem interfaces de rede Ethernet, o que permite ligá-los aos
PCs mais facilmente.
:. APM
Advanced Power Management. Sistema avançado de gerenciamento de energia que permite
diminuir o consumo elétrico do computador desligando o monitor e o HD sempre que o PC ficar
ocioso durante o tempo mínimo configurado. Hoje em dia temos à disposição o ACPI, um modo
de economia que oferece muito mais recursos.
:.Archie
Este é um serviço de busca de arquivos armazenados em servidores FTP. Os arquivos podem ser
localizados por nome ou por uma palavra chave contida no arquivo (no caso de documentos de
75
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texto ou html). Foi importante no início da Internet, mas é um serviço pouco utilizado
atualmente.
:. Arcnet
A Arcnet é uma arquitetura de rede antiga, que existe desde a década de 70. É claro que de
pra houveram avanços, mas não o suficiente para manter as redes Arcnet competitivas frente
às redes Ethernet e outras tecnologias modernas. Para você ter uma idéia, as redes Arcnet são
capazes de transmitir a apenas 2.5 mbps e quase não existem drivers for Windows para as
placas de rede. Os poucos que se aventuram a usá-las atualmente normalmente as utilizam em
modo de compatibilidade, usando drivers MS-DOS antigos.
Atualmente as redes Arcnet estão em vias de extinção, você não encontrará placas Arcnet à
venda e mesmo que as consiga, enfrentará uma via sacra atrás de drivers para conseguir fa-
las funcionar, isso se conseguir.
:. Argon
Este é mais um nome exótico e pouco conhecido, mas é o nome código do projeto da AMD que
atingiu maior sucesso até hoje, nada menos que o Athlon. O Argon, ou Athlon, divide-se em três
arquiteturas, K7, K75 e Thunderbird.
:. Arpanet
ARPA vem de Advanced Research Project Agency, uma instituição militar Americana que na
década de 50 abraçou um projeto ambicioso: interligar os computadores de rias bases
militares, centros de pesquisa e universidades. Nos primórdios da rede eram utilizados modems
e linhas telefônicas convencionais e a primeira comunicão bem sucedida foi conseguida
apenas em 69, com um simples "LO" (um hello incompleto). a partir daí o sistema passou a
evoluir cada vez mais rápido, tornando-se o embrião da Internet atual.
:. ARJ
Um formato de compactão de arquivos bastante conhecido, mas não tão utilizado quando o
ZIP. Alguns programas suportam ambos os formatos, é o caso por exemplo do Power Archiver,
um programa gratuíto que permite compactar e descompactar arquivos em vários formatos.
:. Artefact
"Sujeiras" que aparecem em imagens escaneadas, filmes digitalizados, música, ou em qualquer
processo que exija uma convero de anagico para digital. Além das interferências do
ambiente, existe o problema da falta de fidelidade do aparelho digitalizador, que sempre
existe alguma perda na conversão.
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:. Dicionáriocnico de Informática 3ed. – Carlos E. Morimoto - http://www.guiadohardware.net
:. Article
Artigo, é geralmente usado em relação a uma mensagem postada em um grupo de discuso
(newsgroup).
:. Artificial Intelligence
Veja: Inteligência artificial.
:. ASCII
American Standard Code for Information Interchange, é ainda o digo de caracteres de texto
mais usado. Cada caractere de texto ASCII ocupa 8 bits de dados (1 byte), o suficiente para 256
combinações diferentes, que incluem caracteres, números e símbolos diversos. Na gíria, "ASCII"
também é usado em relação a um arquivo de texto puro, sem formatão. Mais detalhes sobre
o padrão ASCII podem ser vistos em: http://www.jimprice.com/jim-asc.htm O padrão mais atual
que vem substituindo o ASCII gradualmente é o Unicode, onde são usados 2 bytes para cada
caracter, permitindo o suporte a 65.000 caracteres e símbolos diferentes. A vantagem do
Unicode é conter caracteres de várias línguas: Japonês, Chinês, etc.
:. ASCII Terminal
Este é outro nome para os antigos terminais burros, que exibiam apenas texto, conectados a um
servidor central, quase sempre rodando alguma versão do Unix. Geralmente a conexão era feita
através de uma placa multiserial, que uma porta serial é capaz de atender com folga a banda
necessária para enviar texto para cada terminal. Apesar desta solução ainda ser suportada pelo
Linux, não é vantajoso utiliza-la, que por quase o mesmo valor poderíamos ligar os PCs em
rede através de placas Ethernet e cabos de par traado e ter terminais leves capazes de rodar
aplicativos gráficos com um bom desempenho.
:. ASIC
Application Specific Integrated Circuit, um processador construído para executar uma tarefa
específica, ou seja, um processador dedicado. Exemplos de processadores dedicados são os
coprocessadores aritméticos e os chipsets de vídeo.
:. ASP
Active Server Pages, linguagem de programão para a Internet, que vem sendo bastante
usada, por ter bons recursos e ser fácil de aprender se comparado a outras linguagens como o C.
:. ASP (2)
Application Service Provider, empresa que vende softwares ou soluções para pequenas, médias e
grandes empresas. Em alguns casos, um ASP também pode ser um órgão governamental ou
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mesmo uma entidade sem fins lucrativos, dedicada a dar suporte às empresas.
:. ASP +
Também conhecida como Asp.Net, será a próxima geração da linguagem ASP. O .Net indica que
a linguagem visa criar uma plataforma de desenvolvimento para os serviços .Net com os quais a
Microsoft pretende aumentar sua participação na área de serviços ia Web. O ASP + possui vários
recursos entre eles o suporte a código escrito em outras linguagens, como o Visual Basic, C++ e
Perl. Os scripts em ASP + não são compatíveis com os em ASP, mas nada impede de rodar os
dois tipos no mesmo servidor. A extensão dos arquivos ASP + é .ASPX
:. ASPI
Advanced SCSI Protocol Interface, interface desenvolvida pela Adaptec que se tornou padrão
para placas SCSI. Não confundir com ASP, que é uma linguagem de programão para páginas
Web.
:. Assembly
O Assembly foi provavelmente a primeira linguagem de programação da história, surgida na
década de 50, época em que os computadores ainda usavam válvulas. A idéia do assembly é
usar um comando em substituição a cada instrução de máquina. A lógica continua sendo
basicamente a mesma, a vantagem é usar comandos amigáveis ao invés de endereços binários.
Outra facilidade trazida pelo assembly é o uso de variáveis, onde uma certo espaço de memória
é reservado para um certo dado. É possível por exemplo criar a varvel "Valor1", reservando 16
bits da memória e armazenar nela um número qualquer. Durante o programa, sempre que
desejar usar este número, basta chamar a variável Valor1 anteriormente criada. Como o
compilador utiliza instruções específicas para o processador da máquina, é preciso desenvolver
uma versão diferente da linguagem para cada sistema onde ela for ser utilizada.
:. Assembler
Montador. Este é o programa que transforma o código escrito na linguagem Assembly em
linguagem de máquina, substituindo as instruções, varveis pelos digos binários e endereços
de memória correspondentes. Os compiladores de rias linguagens de alto nível fazem a
compilão dos programas em duas etapas, na primeira transformando o código fonte em código
Assembly e em seguida gerando o binário com a ajuda de um Assembler.
Um erro comum é usar o termo Assembler em substituição do Assembly, o que ocorre muito
freqüentemente, devido à semelhança dos termos. "Assembler" soa como uma tradução de
"Assembly" mas na verdade ambos são termos estrangeiros, com significados diferentes.
O termo também pode ser usado em relação a um "montador" de micros. Um "PC Assembler"
pode não ser um programa, mas sim um técnico de carne e osso (nem sempre bem pago :-) que
trabalha para algum integrador de PCs.
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:. Assíncrono (Asynchronous)
Transferências de dados em que os dispositivos envolvidoso são sincronizados. Exemplos são
as antigas memórias EDO e FPM, que utilizavam tempos de espera para poderem acompanhar a
placa mãe. Na prática, a velocidade da memória continuava sendo a mesma, apenas o módulo
passava a responder a cada dois ou três ciclos ao responder a cada um. Atualmente este termo
é usado também em relação a chips sem sinal de clock. Veja: Chips assíncronos
:. AT
Advanced Tecnology, como era chamado o 286 lançado pela IBM em 84 (na época fazia
sentido :-) Hoje é mais usado para se referir a gabinetes que não usam fonte ATX.
:. ATA
Esta é a especificação para as interfaces e discos rígidos IDE. O primeiro padrão foi o ATA-1, que
incluía as interfaces PIO Mode 0, 1 ou 2, usadas em micros 386 e 486. O ATA-2 já incluía as
interfaces PIO Mode 3 e PIO Mode 4, além de suportar o multiword DMA, que embora ainda não
tão eficiente quanto o Ultra DMA suportado pelos HDs atuais, já agilizava a transferência de
dados. As interfaces ATA-2 também são chamadas de EIDE ou Fast ATA.
O ATA-3 foi uma revisão do ATA-2, que corrigiu alguns problemas e melhorou um pouco o
desempenho do multiword DMA. Este padrão inclui as interfaces IDE Pio Mode 4 mais recentes,
usadas as últimas placas 486 e nas primeiras placas para Pentium.
O ATA 4 equivale ao Ultra DMA 33, o ATA 5 equivale ao UDMA 66 enquanto o ATA 6 equivale ao
UDMA 100. Os três padrões também são chamados de respectivamente Ultra ATA 2, Ultra ATA 4
e Ultra ATA 5.
:. ATA 33
É o mesmo que UDMA 33, Ultra ATA 2 ou ainda ATA 4. São as interfaces IDE capazes de
transmitir dados a 33 MB/s. Na prática as taxas ximas são um pouco menores, pois estes 33
MB/s incluem sinais de modulação, controle e retransmissões, mas a grosso modo estas
interfaces, geralmente encontradas em placas mãe fabricadas entre 97 e 99 o suficientes para
utilizar HDs de 20 ou 30 GB sem perda de performance. Naturalmente é possível utilizar HDs
maiores e mais rápidos, mas nestes casos a interface pode representar um gargalo,
principalmente ao utilizar dois HDs na mesma interface IDE ou vários HDs ligados em RAID.
:. ATA 66
O mesmo que UDMA 66, Ultra ATA 4 ou ainda ATA 5. Estas interfaces o capazes de
transmitir dados a 66 MB/s (um pouco menos na prática) e são geralmente encontradas em
placas mãe fabricadas em 2000 e 2001. O desempenho é suficiente para os HDs fabricados até
2001 e nos modelos de baixo/médio custo fabricados em 2002, mas pode ser um gargalo nos
HDs topo de linha.
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Para ativar o ATA 66 é preciso que tanto o HD quanto a placa mãe suportem este modo e é
necessário utilizar um cabo IDE de 80 vias. Caso um destes requisitos não seja cumprido, o HD
operará em modo ATA 33.
:. ATA 100
Este é o padrão de interfaces IDE predominante no final de 2001. O desempenho é suficiente
mesmo para os HDs topo de linha atuais mas, claro, fatalmente vai tornar-se um gargalo nos
HDs do futuro. Atualmente poucos HDs conseguem superar a marca de 30 MB de transferência
interna (quando os dados o lidos pelas cabeças de leitura e transferidos), mas a taxa pode
subir bastante ao ser utilizado cache de disco, onde uma pequena quantidade de dados é
transferida na velocidade xima suportada pela interface. É por isso que existe sempre algum
ganho (apesar de muito pequeno) ao utilizar interfaces ATA 100 mesmo em HDs relativamente
lentos.
:. ATA 133
Este é um novo padrão de interfaces IDE que vem sendo adotado por vários fabricantes
(liderados pela Maxtor), onde a interface IDE é capaz de transferir dados a 133 MB/s. Assim
como no ATA 66 e ATA 100 é preciso usar um cabo IDE de 80 vias, caso contrário a interface
passa a operar em modo ATA 33. Estes cabos acompanham as placas e atuais e também
podem ser comprados avulsos, por isso não são mais um problema. Algumas placas mãe e HDs
fabricados partir do final de 2001 oferecem suporte a este padrão, apesar do ganho de
desempenho (por enquanto) ser mínimo ou nenhum.
:. ATAPI
Advanced Technology Packet Interface, padrão que permite instalar CD-ROMs, Zips, drives de
fita e outros periféricos em interfaces IDE, que originalmente foram projetadas para acomodar
apenas discos rígidos. Um "ATAPI CD-ROM" nada mais é do que um drive de CD-ROM IDE.
:. Atary 800
Este é mais um computador pessoal lançado no final da década de 70. Apesar de ser mais
vendido como um video-game, o Atari 800 também podia ser usado como um computador
relativamente poderoso, chegou a ser usado em algumas universidades.
O Atary 800 foi o antecessor do Atari 2600, conhecido por aqui. Ele vinha de fábrica com 16 KB
de memória RAM, que podiam ser expandidos para até 48 KB, com mais 10 KB de memória
ROM. O sistema operacional era o Atari-OS, uma versão do Basic. Originalmente, o sistema
vinha apenas com a entrada para os cartuchos, com o sistema operacional ou jogos, mas era
possível adquirir separadamente uma unidade de disquetes e um teclado, que o transformavam
num computador completo. Não existiram muitos programas para o Atari, o foco foram sempre
os jogos, o principal uso do Atari como computador era de poder programar em Basic, por isso
seu uso em escolas.
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:. Atenuação (de sinal)
A atenuação ocorre com qualquer sinal, tanto digital quanto analógico, transmitido através de
cabos. Quanto maior for o comprimento do cabo, maior é a atenuação, até o ponto do sinal
tornar-se fraco a ponto de não ser mais entendido pelo destinatário. De uma forma geral, os
sinais analógicos podem ser transmitidos a distâncias mais altas que os digitais, pois utilizam
uma grande gama de frequências, enquanto os sinais digitais trabalham apenas com dois sinais
distintos (os bits 1 e 0, representados por diferentes tensões elétricas). Isso explica por que nas
redes Ethernet, onde são usados cabos próprios para redes a distância xima é de 100 metros
(usando cabos de par trançado) ou 185 metros (usando cabos coaxiais) enquanto em
tecnologias como o ADSL, onde os sinais o modulados e transmitidos na forma de um sinal
analógico é possível atingir distâncias de vários quilômetros, mesmo usando fios telefônicos
comuns, de qualidade muito mais baixa que os cabos de rede.
Em compensão, o ADSL é uma tecnologia muito mais cara que o padrão Ethernet e a
velocidade de transmiso é de apenas 8 megabits a até 300 metros ou 2 megabits a até 3 KM,
enquanto as redes Ethernet ensaiam a migração do Gigabit para o 10 Gigabit Ethernet.
:. Athlon
Do K6 ao K6-3, pouca coisa mudou na arquitetura dos processadores AMD. O K6-2 trouxe as
instruções 3D-Now! Enquanto o K6-3 ganhou um cache L2 que trabalha na mesma frequência do
processador e passou a utilizar o cache encontrado na placa mãe aproveitado na forma de um
cache L3.
Foram melhoradas também as técnicas de produção, o que permitiu o lançamento de
processadores trabalhando à frequências mais altas. O cleo do processador, assim como o
coprocessador aritmético porém, não foram mudados em praticamente nada. Basicamente foram
adicionados apenas alguns "acessórios" ao K6, que o tornaram mais rápido.
Durante muito tempo, a AMD prometeu um novo processador, onde fosse solucionado o velho
problema de desempenho dos processadores AMD em aplicativos gráficos e que finalmente fosse
capaz de apresentar um desempenho igual ou superior a um processador Intel equivalente em
todos os aplicativos. Quando finalmente foi lançado, o K7 como era chamado até então passou a
ser chamado de Athlon.
O Athlon é seguramente o projeto mais bem sucedido da AMD e passou por uma grande
evolução desde a primeira vero. A primeira geração ainda era fabricada numa técnica de 0.25
mícron e usava cache L2 externo. A segunda geração, chamada K75 utilizava uma técnica de
0.18 mícron e foi capaz de atingir frequências de até 1.0 GHz. A terceira geração é o Athlon
Thunderbird, onde o cache L2 foi incorporado ao processador. A geração atual é o Athlon
Palomino que incorporou mais alguns recursos que melhoraram o desempenho do processador e
diminuíram seu consumo elétrico. O core Palomino é utilizado nos processadores Athlon XP,
Athlon MP e Athlon 4 (para notebooks). A próxima geração será o Athlon Thoroughbred, que se
produzido numa arquitetura de 0.13 mícron, seguido pelo Athlon Barton.
:. Athlon 4
Esta é uma versão de baixo consumo do Athlon XP destinada a notebooks. A arquitetura é
exatamente a mesma (core Palomino, 0.18 mícron), mas o processador opera a frequências
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mais baixas, utiliza tensão mais baixa e possui o sistema PowerNow!, que ajusta dinâmicamente
a frequência de operação do processador de acordo com a demanda dos aplicativos, tudo para
economizar o máximo possível de energia.
:. Athlon 64
Esta é a versão desktop do Hammer, o processador de 64 bits da AMD que será o sucessor do
Athlon. Embora seja um processador de 64 bits, o Athlon 64 mantém compatibilidade com os
aplicativos de 32 bits atuais, basicamente o Athlon 64 é um processador de 32 bits, com uma
arquitetura semelhante à do Athlon, com registradores e instruções extras, que o transformam
num processador de 64 bits completos. Estas partes extras podem ser ativadas ou desativadas
de acordo com o software que estiver sendo utilizado no momento.
Ao rodar aplicativos de 32 bits ele oferece um desempenho um pouco superior ao de um Athlon
do mesmo clock, graças ao controlador de memória integrado e outras otimizações. O Hammer
possui dois estágios de pipeline a mais que o Athlon, o que permite que ele atinja frequências de
operação um pouco mais altas. Ou seja, ao rodar aplicativos de 32 bits ele é um passo
evoluciorio, não uma revolução.
As possibilidades de ganhos de desempenho mais expressivos surgem ao rodar aplicativos de 64
bits. Neste caso o programa passa dispor de mais registradores (áreas de memória ultra rápida
dentro do processador, uma espécie de cache vel 0) e possibilidade de endereçar quantidades
muito maiores de memória RAM.
Naturalmente estas vantagenso se aplicam a todos os tipos de programas de forma uniforme.
Um bando de dados de grande por pode ter um ganho de desempenho fabuloso, enquanto um
aplicativo de escritório pode apresentar um desempenho pouco superior ao de sua vero de 32
bits.
A aposta do Athlon 64 é oferecer uma plataforma que possa ao mesmo tempo rodar os
aplicativos de hoje com um desempenho competitivo quanto rodar os aplicativos de 64 bits de
amanhã. É uma vantagem estratégica sobre o Pentium 4, que apesar de atingir clocks mais
altos, continua sendo um processador de 32 bits.
:. Athlon MP
Esta é a série do Athlon baseada no core Palomino que oferece suporte a multiprocessamento.
Na verdade, o Athlon XP também suporta multiprocessamento, mas a AMD incluiu uma trava
nestes processadores que impede que sejam usados em sistemas SMP, para evitar que
prejudicassem as vendas do Athlon MP, que é consideravelmente mais caro. Apesar disso, os
Duron com core Morgan (que é baseado no Palomino) o possuem a trava, o que permite usá-
los em sistemas dual de baixo custo.
:. Athlon XP
Uma versão do Athlon baseada no core Palomino, lançada pela a AMD em Outubro de 2001. O
XP vem de "Extreme Performance", mas ficou óbvio que a idéia era pegar carona no lançamento
do Windows XP da Microsoft. O Athlon XP marcou a volta do índice de desempenho nos
processadores AMD. Apesar do motivo ser justo, que o Pentium 4 é capaz de operar a
frequências muito mais altas que o Athlon, apesar de acabar perdendo na maioria dos casos, a
iniciativa causou uma certa polêmica entre os usrios.
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As versões iniciais do Athlon XP foram: 1500+ (1.33 GHz), 1600+ (1.4 GHz), 1700+ (1.46 GHz),
1800+ (1.5 GHz) e 1900+ (1.6 GHz). Por ser baseado no core Palomino o Athlon XP é mais
rápido que um Athlon Thunderbird da mesma frequência, um XP de 1.33 GHz ganha facilmente
de um Thunderbird de 1.4 GHz por exemplo.
:. ATM
Uma tecnologia de transmissão de dados que divide o fluxo de dados a serem transmitidos em
pequenos blocos de 53 bytes cada um. Estes blocos são chamados de células, e podem ser
processados de forma asncrona. Entre várias outras aplicações, o ATM é usado nos sistemas
ISDN e ADSL de acesso pido à Internet. No Speedy, o serviço de acesso via ADSL oferecido
pela Telefonica, o termo ATM ganha um outro significado, pois é usado em relação às instalações
antigas, onde cada cliente possui um IP fixo. Nas instalações mais recentes, o sistema passou a
ser chamado de "megavia" e os usuários passaram a utilizar IP dimico, mas em compensação
podem escolher entre um número maior de provedores.
:. ATX
O padrão de design para as placas e gabinetes modernos, prevê medidas definidas para as
placas mães, gabinetes e modificações na fonte de alimentão. Atualmente, quase todos os
gabinetes e fontes vendidos são ATX. Uma placa mãe ATX não pode ser instalada em um
gabinete AT antigo. Existem ainda as placas Mini-ATX e Flex-ATX
:. ATX12V
Este é um novo padrão de fontes de alimentão desenvolvido pela Intel para uso em conjunto
com o Pentium 4. As fontes ATX12V possuem em conector adicional de 4 pinos, que deve ser
encaixado na placa mãe, junto com o conector de força principal. Este segundo conector reforça
a saída de 12V da fonte, assegurando que o processador sempre tenha energia suficiente para
funcionar com estabilidade, mas ao mesmo tempo impede que sejam utilizadas fontes ATX
comuns.
A Asus e a Tyan (seguidos por outros fabricantes) apareceram então com um padrão alternativo,
onde a placa mãe traz um conector para um dos plugs de alimentão da fonte (os mesmos
utilizados pelo HD e CD-ROM) que pode ser usado no lugar do conector ATX12V, permitindo que
os usuários utilizem fontes ATX comuns em conjunto com suas placas para P4, se necesrio.
Mais recentemente a Tyan começou a produzir algumas placas que dispensam completamente o
segundo conector, operando apenas com o conector ATX padrão. <img src=”atx12v.jpg”><img
src=”atx12v-2.jpg”>
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Conector ATX12V da fonte e o conector para ele na placa mãe
:. AU
Formato de arquivo de som sem compressão tradicionalmente usado por programas UNIX/Linux,
mas também adotado como formato de áudio padrão para a linguagem Java. Os arquivos AU (de
audio) utilizam a extensão .au.
:. AUI
Este é um conector de 15 pinos, semelhante ao conector do joystick da placa de som,
encontrado em algumas placas de rede antigas. Este conector se destina à conexão com cabos
coaxiais 10Base5, um padrão anterior aos atuais cabos 10Base2, onde o cabo é mais grosso com
quase 1 centímetro de diâmetro e as estações são conectadas através de transceptores. Este tipo
de rede, camada Thicknet não é mais utilizada atualmente, pois é uma arquitetura cara e pouco
eficiente.<img src=”aui-1.jpg”
Placa de rede com conector AUI <img src=aui-
2.jpg>
Rede Thicknet
:. AVI
É a extensão usada por rios formatos de deo. A sigla vem de "Audio Video Interleave". Os
arquivos AVI podem conter vídeo e áudio em vários formatos, que vão de vídeo sem compressão
ao Divx, passando pelo MPEG 2 e outros formatos. Além do vídeo, o áudio também pode ser
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compactado, em MP3 por exemplo. Para assistir o vídeo, é necessário ter instalado o codec
adequado, mas normalmente os players suportam vários formatos.
:. Avatar
Um personagem que representa você em um meio digital qualquer, como num jogo ou mesmo
num chat com este recurso. A palavra vêm do Sânscrito.
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- B -
:. B2B
Business to Business, negócios entre empresas, envolvendo produtos, serviços ou parcerias. Este
termo é mais usado em relação aos sites que promovem este tipo de comércio, oferecendo toda
a praticidade e infra-estrutura necessária, cobrando em troca uma mensalidade ou comiso
sobre as transações.
:. B2C
Business to Consumer, vendas diretas ao consumidor. É geralmente usado em relação aos sites
que vendem produtos no varejo.
:. B2M
Back to Mon (de volta pra mamãe), gozação que descreve o triste fim de muitas empresas
pontocom depois que a bolha especulativa finalmente estourou.
:. BABT
British Approval Board for Telecommunications, um selo de aprovação para modems que existe
na Inglaterra, uma espécie de controle de qualidade, como o selo de pureza do café que temos
por aqui :-)
:. Backbone
Links de alta velocidade, usados geralmente como a espinha dorsal de grandes redes. A Internet
é formada por inúmeros backbones que interligam as redes de universidades, empresas,
provedores de acesso, etc. A organização lembra muito nosso sistema circulatório, onde as veias
e artérias (backbones) se dividem em vários capilares. Estas divisões são feitas através de
roteadores, que dividem o link do backbone em vários links mais estreitos (conexões Ethernet de
100 megabits por exemplo) que podem novamente ser divididas através de novos roteadores, ou
dispositivos mais baratos, como hubs. Na outra ponta está o usuário, que geralmente recebe um
link de 256 kb, ou mesmo uma simples conexão via modem.
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:. Backdoor
Porta dos fundos. É uma porta aberta no sistema, não documentada, que permite ao criador ter
acesso a ele (legitimamente ou o). As backdoors podem ser criadas tanto pelo responsável,
como um meio de acesso emergêncial ao sistema, quanto por alguém interessado em invadi-lo,
roubar informações etc. Neste último caso, o meio mais usado é convencer algum usuário do
sistema a executar o programa que abrirá a backdoor, enviando-o via e-mail com algum
estratagema, uma comunicão do chefe, um jogo, etc.
:. Background Process
É usado em relação a um programa que está sendo executado em segundo plano, sem receber
comandos do usrio. Este recurso é muito usado quando se opera o Linux em modo texto. É
possível deixar a compactação de um grande arquivo, ou outra tarefa demorada sendo
executada em background enquanto trabalha-se em outra coisa. Alguns processos ficam em
background sem nunca solicitar comandos ao usuário (alguns daemons por exemplo), enquanto
a maioria fica em background apenas temporariamente.
:. Backlight
Encontrada em monitores LCD, e telas de cristal líquido em geral é uma fonte de luz nos cantos
ou atrás da tela, que permite ver a imagem no escuro, além de melhorar bastante o contraste e
brilho da imagem.
:. Back Office
Uma suíte de aplicativos da Microsoft voltada para o mercado empresarial. Não confundir com o
Trojam Back Orifice.
:. Back-Orifice
Trojan bastante famoso, que uma vez instalado no micro da vítima, abre a máquina a acesso
externo, permitindo quase tudo, até mesmo ejetar CDs ou resetar o micro remotamente. O Back-
Orifice opera de uma forma muito semelhante aos programas de administração remota, com
possibilidade de alterar a porta TCP escutada pelo programa, ou mesmo estabelecer uma senha
de acesso, tanto que algumas pessoas chegam a utiliza-lo para tal. O problema é que o BO o
nenhum aviso ou advertência ao usrio e é difícil de detectar uma vez ativo. A menos que o
execuvel seja alterado, ele aceitará comunicações de qualquer um através da porta 31337. Ou
seja, basta que alguém mal intencionado faça uma varredura de portas em algumas centenas de
micros para encontrar alguns com o BO server ativo e começar a brincar, ou então enviar o
execuvel, que possui pouco mais de 100 kb para algumas vítimas escolhidas, usando um
estratagema qualquer e esperar que algumas executem o arquivo.
O programa foi desenvolvido por um grupo de crackers chamado Cult of the Dead Cow
Communications, encontrado no endereço http://www.cultdeadcow.com/
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:. Backslash
Barra invertida, a tecla \ do teclado. "Slash" é a barra comum, usada em urls e na estrutura de
diretório do linux, "coma" é um espo e "dot" é um ponto. "Dot slash" é o "./", usado para
executar arquivos no prompt do Linux.
:. Backup
Cópia de seguraa. Copiar dados em um meio separado do original, de forma a protegê-los de
qualquer eventualidade. Essencial para dados importantes.
Os backups podem ser feitos em rios tipos de mídias, incluindo CDs graváveis ou regraváveis,
fitas DAT, ou a mesmo um segundo HD. Cada tecnologia oferece seus prós e contras, as fitas
DAT por exemplo oferecem uma grande capacidade e um custo por megabyte muito baixo, mas
em compensação o drive é muito caro, os CDs são muito baratos, mas não armazenam uma
grande quantidade de dados e assim por diante. A melhor opção varia de acordo com a
quantidade de dados, a regularidade dos backups, o nível de confiabilidade necessário e o
quanto pode ser investido.
Além do backup total, simplesmente copiar todos os dados, existe o backup incremental, que
consiste em copiar apenas os arquivos que foram alterados desde o último. Praticamente todos
os programas de backup suportam esse recurso, descobrindo quais arquivos foram alterados
através do mero de bytes ou dos atributos.
:. Backside Bus
É o barramento rápido que conecta o núcleo do processador ao cache L2 em processadores que
trazem cache L2 incluído no cartucho do processador, mas composto de chips separados, como
nos processadores Pentium II e nos processadores Pentium III e Athlon em formato de cartucho.
:. Balanceamento de carga (load balancing)
Hoje em dia, praticamente todos os grandes sites e portais armazenam suas páginas em algum
tipo de sistema de banco de dados, que monta as páginas dinâmicamente, sempre que
solicitadas pelos clientes, juntando um conjunto de registros. Enquanto o site tiver pouco
tráfego, digamos umas 20 ou 30 mil pageviews por dia, provavelmente um único servidor, de
configuração média da conta do recado sozinho. Mas, imagine que derrepente a audiência
deste site aumentou muito, foi para 5 milhões de pageviews por dia, que é o que um grande
portal costuma ter. Provavelmente, um único servidor, mesmo que tenha 2 ou 4 processadores,
não vai dar conta de todo este tráfego.
Entra em cena então a idéia de balanceamento de carga, onde rios servidores ligados em rede
dividem entre as requisições. Temos então uma ou várias máquinas que cuidam de repartir as
requisões entre os servidores, de modo que cada um cuida de parte das requisões e envia de
volta asginas prontas, que serão enviadas aos usuários.
Todos os servidores mantém uma cópia integral de todos os dados do site, que de qualquer
forma cada servidor precisa de todos os dados para atender as requisições que chegarem até
ele. Um software de controle se encarrega então de sincronizar os dados entre os servidores
automaticamente. Caso algum dos servidores precise ser desligado, seja por alguma falha, ou
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então para algum tipo de manutenção, os outros continuam trabalhando normalmente. Ao
voltar, o programa de controle sincroniza o servidor com os demais e ele volta à ativa.
:. Bandwidth
Largura de banda, se refere à capacidade de transmissão de uma rede ou um tipo qualquer de
conexão. A largura de banda de uma conexão via modem é de 56 Kbits :-) Este termo pode ser
usado também com relação à quantidade de dados que podem ser transferidos através de uma
interface num determinado período de tempo. Por exemplo, um slot AGP 1X trabalha a 66 MHz e
32 Bits por transferência, resultando numa banda de 266 MB por segundo.
:. Banias
Apesar do nome exótico, o Banias vem sendo levado bastante a sério pelos projetistas da Intel.
Todos os chips Intel atuais, Pentium III, Pentium 4 e Celeron são chips destinados a apresentar
um bom desempenho, sem muita preocupação com o consumo elétrico. Esta é uma boa
estratégia quando se está desenvolvendo processadores para micros de mesa, onde um bom
cooler resolve, mas é uma grande desvantagem em se tratando de notebooks, que o
alimentados por baterias e devem ser o mais compactos possível.
A idéia do Banias é um chip que concorra diretamente com o Crusoé da Transmeta e o C3 da
Via, impedindo que eles abocanhem uma parte muito grande de um mercado que hoje é
dominado pela Intel.
Inicialmente acreditava-se que o Banias seria um projeto novo, desenvolvido com o objetivo de
apresentar uma melhor relação consumo/desempenho, mas recentemente a Intel divulgou que
desistiu da idéia e resolveu construí-lo com base na arquitetura do Pentium III. O projeto ainda
está em estágios iniciais, por isso o chip será lançado apenas em 2003.
É complicado pensar com um ano e meio de antecedência, mas imaginando o mercado a que o
chip se destina, é compreensível que a Intel aproveite a arquitetura do Pentium III. Veja que o
Banias é um chip destinado a notebooks ultra compactos, onde é mais importante um
processador econômico e que dissipe pouco calor do que um monstro de 5 GHz. Fora o Crusoé e
o Cyrix C3, qual é o processador mais econômico atualmente? Se respondeu que é o mobile
Pentium III (ou mobile Celeron, que a arquitetura é a mesma) você acertou.
Um problema é que a arquitetura do Pentium III não oferece uma elasticidade tão grande em
termos de frequência de operação quanto o Pentium 4 ou o Athlon, mas novamente, voltamos ao
ponto do baixo consumo elétrico, que é a prioridade neste caso, aliado a um custo de
desenvolvimento igualmente baixo, já que estão reciclando e não criando nada novo.
Este chip coexistirá com a versão mobile do Pentium 4, que será lançada futuramente.
:. Banner
Faixa. Atualmente é usado com relação às propagandas encontradas na Internet. Uma imagem
retangular que quando clicada leva ao site do anunciante. Antigamente os banners eram aqueles
impressos com letras garrafais, impressos em folhas de formulário contínuo, gerados por alguns
programas.
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:. Barton
O AMD Barton, que deverá ser lançado no final de 2002 será um Athlon Turbinado, que graças
ao uso do SOI provavelmente chega perto da casa dos 3.5 GHz, produzido numa técnica de
0.13 mícron. O SOI é uma tecnologia desenvolvida pela IBM, que permite usar uma camada
mais fina de silício na produção dos transístores do processador, o que melhora a estabilidade
dos sinais elétricos e diminuir a resistência elétrica dos materiais. Isso se traduz num menor
consumo elétrico e na possibilidade do processador trabalhar com estabilidade a frequências
mais altas.
:. Bash
O bash é um dos interpretadores de comandos do Linux. A sigla vem de "Bourne Again Shell",
enfatizando que o Bash é uma versão aperfeiçoada do interpretador Bourne. Um interpretador
de comandos é pequeno um programa que interpreta os comandos dados pelo usrio e os
executa. No MS-DOS por exemplo, o interpretador de comandos é o Command.com. Apesar do
Bash ser atualmente o interpretador de comandos para Linux mais usado, ele não é o único.
Existem vários outros interpretadores, com pequenas difereas nos recursos, comandos ou nas
sintaxes.
:. BASIC
Beginner's All-purpose Symbolic Instruction Code. O BASIC é uma linguagem de programão
voltada para principiantes, desenvolvida durante os anos 60. Praticamente todos os primeiros
computadores pessoais lançados durante a década de 70 traziam compiladores BASIC. Os
programas em BASIC são construídos através da combinação de comandos simples, baseados
em palavras do Inglês e rodam linha a linha, à medida que são "traduzidos" para linguagem de
máquina pelo interpretador. Os compiladores BASIC atuais são bem mais rápidos e mais flexíveis
que os desta primeira geração e, apesar de ainda não serem tão rápidos quanto programas em
C, já são capazes de fazer praticamente tudo que é possível em outras linguagens Um exemplo
de linguagem popular atualmente que é baseada no BASIC é o Visual Basic da Microsoft.
:. Baud
Este é mais um termo relacionado a modems, que indica o número de vezes que o tom muda
numa ligação via modem. Os primeiros modems, de até 1.200 bips, trabalhavam com apenas
duas tonalidades, um som mais alto representava um bit 1, enquanto um som mais baixo
representava um bit 0. Nestes modems, o número de bauds representava o mero de bits que
era possível transmitir por segundo. Naquela época, dizer "modem de 1200 bips" ou "modem de
1200 bauds" era a mesma coisa. Atualmente, os modems utilizam uma modulação muito mais
sofisticada, transmitindo rios bits em cada baud. Os modems de 14.400 bips por exemplo,
transmitem a apenas 2.400 bauds.
:. Baud Rate
Uma medida de velocidade para modems. Indica o número de bauds, ou seja de sinais sonoros
transmitidos por segundo. Não corresponde à taxa de transmissão em bits, pois nos modems
atuais cada baud transporta vários bits.
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:. BBUL
Este é um novo encapsulamento para processadores desenvolvido pela Intel. O nome vem de
"Bumpless Build-Up Layer", uma designão que enfatiza a principal característica, que é a
inexistência de pontos de solda (bumps) entre o processador e o encapsulamento.
Nos encapsulamentos atuais, o waffer de silício (onde é construído o processador) é montado
sobre uma camada de cerâmica, metal ou mesmo algum tipo de plástico resistente. O objetivo
do encapsulamento é naturalmente proteger o processador e tornar seus contatos acesveis.
Porém, por melhor que seja o encapsulamento, ele sempre aumenta a distância entre o
processador e o chipset, adiciona instabilidade na forma de pontos de contato imperfeitos, e
assim por diante.
Atualmente, tanto a Intel quanto a AMD (a partir do Athlon XP) utilizam o encapsulamento OLGA
em seus processadores, onde é usado um tipo de plástico ultra-resistente ao invés de cerâmica.
Como o plástico é um material muito mais fácil de trabalhar, é possível produzir um
encapsulamento "sob-medida" parta o processador, com um vel de imperfeições reduzido ao
mínimo. Estima-se que graças à nova estrutura o Athlon XP será capaz de atingir frequências
até 20% maiores do que seria possível com o encapsulamento antigo, de cerâmica.
A Intel pretende agora dar o próximo passo, com o BBUL. A idéia é que ao invés de "encaixar" o
processador no encapsulamento, o encapsulamento "cresça" em torno do processador, criando
uma estrutura virtualmente perfeita, como se ambos formassem uma única estrutura, com a
vantagem adicional de ser muito mais flexível, permitindo criar encapsulamentos com vários
processadores, entre outras possibilidades. Seria um sistema parecido com o que o nosso
organismo usa para construir e reparar nossos ossos, ir depositando pequenas quantidades de
lcio até ter um osso completo.
Segundo a Intel, com a ajuda da nova tecnologia será possível produzir processadores com mais
de 1 bilhão de transístores, que serão até 10 vezes mais rápidos que os processadores atuais,
considerando dois chips do mesmo clock, sem falar das possibilidades de produzir processadores
operando à frequências mais altas, que surgi com o avao da tecnologia. O primeiros
processadores com o novo encapsulamento estão previstos para 2006 ou 2007.
:. BBS
Bulletin Board Service. Os primeiros serviços online, bem antes da Internet, onde a conexão era
feita via modem, na época ainda modelos de 1200 ou 2400 bips. Os servidores eram em geral
PCs comuns, com algumas poucas linhas de telefone que mantinham um grupo de discuso,
arquivos para downloads e jogos online no caso dos maiores. Alguns BBS chegaram a ter mais
de 5.000 usuários, como no caso do Mandic e do STI. Mas, mesmo nestes casos bem sucedidos,
os BBSs formavam comunidades isoladas e por isso entraram em extinção quando o acesso à
Internet começou a tornar-se popular.
:. BBS (2)
BIOS Boot Specification. Este é um recurso suportado por praticamente todos os BIOS
encontrados nas placas mãe atuais. Através do BBS é possível estabelecer no Setup a ordem em
que BIOS procura o sistema operacional, ordenando todos os dispositivos disponíveis, como
HD, CD-ROM, rede, disquete, Zip, etc. </p>
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A vantagem deste sistema sobre a antiga seleção de ordem de procura do boot que tínhamos à
disposição desde os antigos 386 é que caso o carregamento do sistema operacional encontrado
no primeiro dispositivo (o HD por exemplo) falhe por qualquer motivo o BIOS assumi de volta
o controle e tentará carregar o sistema a partir do segundo dispositivo da lista (o CD-ROM por
exemplo) e assim por diante, até que consiga carregar algum sistema operacional ou caso as
opções acabem.
Graças ao BBS o sistema não fica mais travado tentando carregar o sistema a partir do disquete
ou CD-ROM quando a mídia não possui sistema operacional algum.
:. BEDO
Lançadas depois das memórias EDO, mas antes das SDRAM usadas atualmente, as memórias
BEDO utilizam uma espécie de Pipeline para permitir acessos mais pidos. Em um Bus de 66
MHz, as memórias BEDO são capazes de funcionar com temporização de 5-1-1-1, quase 30%
mais pido que as memórias EDO convencionais, que trabalham a 5-2-2-2. O mais interessante
é que o custo de produção das memórias BEDO era praticamente o mesmo das memórias EDO e
FPM. O maior impedimento à popularização das memórias BEDO foi a falta de suporte por parte
dos chipsets Intel, que suportavam apenas memórias EDO e SDRAM. No final, as sucessoras das
memórias EDO acabaram sendo as memórias SDRAM, que apesar de um pouco mais caras,
oferecem uma performance levemente superior às BEDO e desfrutam de compatibilidade com
todos os chipsets modernos. Na verdade, as BEDO nunca foram utilizadas em larga escala.
:. Benchmark
Medidor de desempenho. São programas usados para medir o desempenho de um computador,
seja em processamento bruto, como por exemplo o número de instruções de ponto flutuante que
são processadas por segundo, quanto o desempenho dentro de algum aplicativo em especial.
Existem atualmente inúmeros programas de benchmark como o SPECmark, Linpack, etc. Alguns
benchmarks de boa qualidade para medir o desempenho de micros PC podem ser baixados em:
http://www.ziffdavis.com/
:. BeOS
O BeOS é um sistema operacional desenvolvido pela Be Inc. desde o início da década de 90. A
idéia foi desde o início desenvolver o sistema a partir do zero, sem nenhum tipo de software de
legado que pudesse atrapalhar o desempenho ou a estabilidade do sistema, como temos por
exemplo no Windows 95/98/SE/ME, que ainda mantém uma grande quantidade de código de 16
bits herdado do Windows 3.1.
Com esta diretriz, os desenvolvedores ficaram livres para explorar novas idéias e acrescentar
recursos inéditos ao sistema, que tornou-se uma plataforma bastante sólida para aplicativos
multimídia, com um bom gerenciamento de memória, um sistema de arquivos capaz de
gerenciar partições de vários terabytes e um bom desempenho.
Inicialmente o BeOS rodava no BeBox, uma plataforma proprietária que logo foi descontinuada,
conforme o BeOS foi portado primeiro para os Macs e em seguida para micros PC.
O grande problema do BeOS foi sempre a falta de aplicativos, o que manteve o sistema restrito a
um pequeno grupo de usuários. Para tentar impulsionar a popularização do sistema, a Be
começou a oferecê-lo gratuitamente para uso pessoal, mas nem mesmo isso deu muito
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resultado, pois existiam então concorrentes livres como o Linux e o Free BSD, que
possuíam uma lista de aplicativos bem mais extensa que a do BeOS.
A Be acabou sendo comprada pela Palm em 2001, que está utilizando a tecnologia no
desenvolvimento do PalmOS 5, que se utilizado na próxima geração de Palms, que serão bem
maios poderosos e baseados em chips ARM.
Apesar disso, o BeOS ainda conta com muitos usuários fiéis, que prometem manter o
desenvolvimento do sistema.
:. Beowulf
Os Clusters Beowulf são formados por vários computadores interligados em rede. Não é
necessário nenhum hardware sofisticado, um grupo de PCs de configurão mediana ligados
através de uma rede Ethernet de 100 megabits são o suficiente para montar um cluster
beowulf capaz de rivalizar com muitos supercomputadores em poder de processamento. A idéia
é criar um sistema de baixo custo, que possa ser utilizado por universidades e pesquisadores
com poucos recursos.
O primeiro cluster beowulf foi criado em 1994 na CESDIS, uma subsidiária da NASA e era
formado por 16 PCs 486 DX-100 ligados em rede. Para manter a independência do sistema e
baixar os custos, os desenvolvedores optaram por utilizar o Linux.
Estes clusters não servem para processar dados em tempo real (um game qualquer por
exemplo), mas apenas para processar grandes quantidades de dados, que podem ser quebrados
em pequenas partes e divididos entre os vários computadores. Uma área onde são populares é
na aplicão de efeitos especiais e renderização de imagens para filmes de cinema. inclusive
casos de filmes como Shrek e Final Fantasy que foram feitos inteiramente em clusters beowulf.
Veja também: Cluster
:. Bezel
Termo em Inglês, usado para descrever o painel de plástico frontal, encontrado em drives de
disquetes, CD-ROMs e outros drives que são encaixados nas baias do gabinete.
:. BGA
Ball Grid Array. Este é um tipo de conexão de microchips muito usado atualmente, onde o chip
possui pequenos pontos de solda na sua parte inferior, que são soldados diretamente na placa
mãe. O chip é encaixado e a solda é feita numa câmara de vapor a aproximadamente 180
graus, temperatura em que a solta de funde mas que ainda não é suficiente para derreter os
demais componentes da placa mãe, incluindo os conectores plásticos e os chips, que suportam
temperaturas um pouco mais altas. O BGA é utilizado por vários componentes, entre eles
chipsets e chips de memória, destinados principalmente a portáteis. Existe ainda uma série do
processador C3 da Via que utiliza este tipo de conexão como forma de cortar custos. As placas
mãe já vem com os processadores soldados, mas existe o inconveniente de não ser possível
atualizar o processador. A Via chama o C3 neste formato de "EBGA", onde o "E" vem de
"Enhanced". <img src=”bga.jpg”>
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Câmara de vapor (Cortesia da AOpen)
Via C3 EBGA (cortesia da Viatech)
:. Big Drive
Na história do PC existiram vários limites para o tamanho ximo de HD suportados pela
placa mãe. Na época dos 486 tivemos o limite de 504 MB, que foi superado graças ao LBA. Mais
tarde tivemos os limites de 8 e 32 GB que ainda atingem muitas placas mãe em uso.
A "última fronteira" é o limite de 128 GB (ou 137 GB, se você considerar um GB como
1.000.000.000 de bytes como fazem os fabricantes de HDs) que afeta as placas mãe que não
sofrem mais dos limites anteriores. Este limite surge por que o BIOS reserva apenas 28 bits para
o endereçamento do HD, o que permitem endereçar até 268.435.456 setores de 512 bytes cada.
O padrão Big Drive desenvolvido pela Maxtor em parceria com outros fabricantes, soluciona o
problema, reservando 48 bits, suficientes para endereçar HD's de até 144 petabytes, capacidade
que só será atingida daqui a algumas décadas.
Quase todas as placas mãe novas à venda atualmente são compatíveis com a tecnologia.
Muitas placas antigas podem ser atualizadas através de um upgrade de BIOS.
:. Bigfoot
Uma família de HDs produzidos pela Quantum, que utilizam discos de 5 ¼, bem maiores que os
discos rígidos de 3 ½ que usamos atualmente. Além de pesados, estes HDs ocupavam uma das
baias de 5 ¼ do gabinete, o espaço de um CD-ROM. Apesar do tamanho, estes HDs eram muito
lentos e pouco confiáveis se comparados com outros modelos da época, mas pelo menos eram
relativamente baratos. Fizeram um certo sucesso até serem substituídos pelos Quantum LCT, a
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atual família de HDs de baixo custo da Quantum, que continua apresentando um desempenho
apenas medíocre. LCT vem de "Low Cost Technology".
:. Big Water
Este é um padrão de formato de placa mãe que está sendo desenvolvido pela Intel para
substituir o ATX. Segundo a Intel o padrão é "revolucionário", mas pouco foi divulgado sobre ele
até agora.
:. Bimar
Este é um verbo genuinamente Brasileiro. Eu bimo, tu bimas, ele bima... Bimar significa
transferir informações usando o infravermelho do Palm ou de outros portáteis. Graças à
facilidade de uso e a popularização destes aparelhos, bimar está se tornando comum em muitos
círculos, onde a moda é simplesmente bimar seu cartão de visitas para o Palm do interessado,
ao invés de entregar aquela velha folha de cartolina. O termo vem de "beam" ou raio de luz,
neste caso de luz infravermelha :-)
:. Binary
Binário, sistema numérico usado em computação que consiste em apenas dois valores, 1 e 0.
Todas as operações que são possíveis no sistema decimal, assim como processamento de texto,
sons, imagens e outros dados anagicos podem ser feitos usando o sistema digital.
:. Biochip
Os biochips são personagens importantes na engenharia genética. Basicamente, são microchips
especialmente desenvolvidos para detectar reações químicas, que vêm ajudando enormemente
vários projetos, entre eles o mapeamento do genoma humano.
:. BIOS
Basic Input / Output System, sistema básico de entrada e saída. A primeira camada de software
do sistema, responvel por "dar a partida" no micro. O BIOS fica armazenado em um chip na
placa mãe.
:. B.I.O.S.
(Bicho ignorante operando o sistema) - Termo pejorativo usado em relação à dummies. Mais
uma daquelas piadinhas de técnico e bem velha por sinal :-)
:. Bit
Qualquer circuito eletrônico é baseado em transístores, componentes extremamente simples,
que permitem apenas dois estados: podem estar ligados ou desligados. que todo tipo de dado
a ser processado precisa ser codificado em seqüências destes dois valores, foi criado o sistema
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binário, que permite representar qualquer tipo de informação, ou de operação aritmética através
da combinação dos números 1 e 0, chamados de bit. Um único bit permite apenas duas
combinações (1 ou 0), dois bits permitem 4 combinações, 3 bits permitem 8 combinações e
assim por diante. Com 8 bits, temos o suficiente para um caracter de texto no sistema ASCII,
com 24 bits temos o suficiente para um ponto numa imagem true-color, com 128 bits, temos o
suficiente para gerar uma sofisticada chave de encriptação, e por aí vai :-)
:. Bit Depth
Número de bits usados para representar cada ponto de uma imagem digitalizada. Quanto mais
bits por ponto, mais cores e melhor será a fidelidade da imagem, porém, maior será o arquivo
gerado. Por exemplo, uma imagem de 1000 x 1000 pixels com 8 bits de cor ocupa pouco menos
de 1 MB em disco, enquanto a mesma imagem, digitalizada com 24 bits de cor ocupará quase 3
MB. Para diminuir isto, existem os formatos de compressão, como o JPG, que consegue diminuir
quase que indefinidamente o espaço em disco ocupado pela imagem em troca de uma perda
progressiva da qualidade e o PNG, que oferece uma redução de espaço limitada, mas não causa
perda de qualidade.
:. Bit-rate
Num arquivo de áudio ou vídeo, o Bit-rate é o mero de bits usados por segundo, para
representar o conteúdo a ser exibido. Quanto maior for o bit-rate, maior será a qualidade, assim
como o tamanho do arquivo. No MP3 por exemplo, o bit-rate padrão para ter uma qualidade
próxima à do CD é 128 kbits, para qualidade de rádioo necessário 64 kbits, enquanto para ter
qualidade de telefone são necessários apenas 32 kbits. O mesmo se aplica aos formatos de
vídeo. Existem formatos com bit-rate fixo, e também de bit-rate variável, onde o bit-rate muda
de acordo com o trecho, respeitando um limite estabelecido. Assim, num vídeo em Divx,
podemos ter um bit-rate de 1000 kbits numa cena com pouca movimentação, e 6000 kbits numa
cena de ação, com mudaas de tela mais rápidas. Veja também: VBR.
:. Bitmap
Formato onde cada ponto da imagem é representado por um certo mero de bits, sem
compactação. Em um bitmap com 24 bits de cor, cada ponto consumirá 3 bytes de memória. O
oposto é uma imagem vetorial, onde a imagem é formada por formas geométricas. A diferença
básica entre os dois formatos é que uma imagem de bitmap não pode ser ampliada sem perda
de qualidade, que os pontos estouram, enquanto uma imagem vetorial pode ser ampliada ou
reduzida indefinidamente, pois bastará que o programa gráfico refa os cálculos que formam a
imagem a cada alteração.
:. Blade Server
Este é um tipo especial de servidor, constituído por uma única placa, que contém um ou mais
processadores, memória RAM, HDs e outros periféricos e pode ser encaixada num único rack,
junto com vários outros servidores similares. Os vários servidores são interligados através de
algum tipo de barramento pido (geralmente alguma tecnologia proprietária) e podem ser
configurados para oferecerem recursos como tolerância à falhas, balanceamento de carga, etc.
Este tipo de servidor é projetado para ocupar pouco espaço e consumir pouca energia. Como os
servidores ficam ligados continuamente, por anos à fio, um baixo consumo elétrico representa
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uma grande economia à longo prazo e o fato de ocuparem pouco espaço diminui os custos de
hospedagem em data centers.
Blade Servers
:. Blog
Veja: Weblog
:. Blower
Este é um tipo de cooler geralmente utilizado em gabinetes 1U e 2U, destinados a servidores,
que puxa o ar frio de fora e o joga diretamente sobre o processador e demais componentes,
montado sempre na horizontal. Como estes modelos de gabinete são baixos demais para os
coolers atuais, é usado apenas um dissipador no processador e de um a quatro blowers, que
jogam o ar frio, substituindo ao mesmo tempo o exaustor da entrada frontal e o fan do
processador.
:. Bluecurve
Este é o desktop padrão do Red Hat Linux, incluído a partir da versão 8.0. O objetivo do
Bluecurve é resolver os problemas de compatibilidade entre o KDE e o Gnome, fazendo com que
os dois gerenciadores e seus respectivos aplicativos tenham uma aparência semelhante, que a
área de transferência funcione entre os dois sem problemas e assim por diante. A idéia é que o
sistema funcione da mesma forma, seja qual for o gerenciador escolhido.
O Bluecurve gerou uma certa resistência entre os desenvolvedores ligados ao KDE, pois na
realidade o KDE foi suprimido, tendo parte de suas bibliotecas reduzidas ou substituídas em
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favor das bibliotecas do Gnome, que são a base do Bluecurve. "O Red Hat está castrando o KDE"
disse um desenvolvedor.
Apesar disso, o Bluecurve fez sucesso entre os usrios, pois realmente facilita as coisas,
principalmente para quem está começando no Linux. O visual também é bastante polido, com
antialising de fontes, ícones bem feitos e um conjunto de aplicativos bem escolhido.
:. Blue Screen of Death
A mundialmente conhecida tela azul do Windows, que fez sua aparição mais famosa durante
uma apresentação do Windows 98, feita por Bill Gates durante a Comdex (a Americana) de
1998. A causa mais comum da tela azul são erros de GPF, que ocorrem com frequência ao
utilizar programas de 16 bits, nativos do Windows 3.x no Windows 95, 98, Se ou ME. Os
sistemas baseados na família NT, como o NT 4, 2000 e XP rodam os programas de 16 bits numa
máquina virtual, por isso não padecem deste problema, embora tenham a desvantagem de não
rodarem vários programas que precisam se acesso direto ao hardware. Nestes sistemas a tela
azul ainda pode aparecer em algumas situações, como erros de hardware ou caso alguns bugs
específicos sejam explorados, mas elas são muito mais raras.
:. Bluetooth
O Bluetooth é uma tecnologia de transmiso de dados via sinais de rádio de alta freqüência,
entre dispositivos eletrônicos próximos. A distância ideal é de no máximo 10 metros e a distância
máxima é de 100 metros, atingida apenas em situações ideais. Um dos trunfos é o fato dos
transmissores serem baratos e pequenos o suficiente para serem incldos em praticamente
qualquer tipo de dispositivo, começando por notebooks, celulares e micros de mão, passando
depois para micros de mesa, mouses, teclados, joysticks, fones de ouvido, etc. Já tem gente
imaginando um "admirável mundo novo Bluetooth" onde tudo estaria ligado entre e à
Internet, onde a cafeteira poderia ligar para o seu celular para avisar que o café acabou, ou a
geladeira te mandar um mail avisando que está sem gelo... sinceramente acho que existem usos
mais úteis para essa tecnologia, mas tem louco pra tudo... :-)
A maior amea para a popularizão do Bluetooth são os transmissores 802.11b, outra
tecnologia de rede sem fio que transmite a 11 megabits (contra 1 megabit no Bluetooth) e tem
um alcance maior. O 802.11b é voltado para redes sem fio e é um padrão mais caro, embora os
preços estejam caindo para patamares próximos aos do Bluetooth.
:. BNC
Vem de Baionet Naur Conector, que poderia ser traduzido para "conector em forma de baioneta".
É o conector usado em cabos de rede coaxiais, onde existe apenas um cabo de cobre, coberto
por camadas de isolamento e blindagem. <img src=”bnc.jpg”>
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Conector BNC
:. BNC (2)
Um tipo de conector de vídeo encontrado em alguns monitores profissionais, onde existem cinco
cabos separados, três para os sinais de cor (verde, azul e vermelho) e dois para os sinais de
sincronismo horizontal e vertical. O objetivo de usar cabos separados é diminuir o nível de
interferência, obtendo a melhor qualidade de imagem possível.
:. BogoMIPS
MIPS falsos. Esta expressão aparece nas relas de login de algumas distribuições do Linux,
indicando o mero de MIPS do processador usado na máquina. MIPS o milhões de instruções
por segundo. Um 486 de 100 MHz processa uma instrução por ciclo, então tem 100 MIPS. Um
Pentium III de 500 MHz processa (teoricamente) duas instruções por ciclo então tem 1000 MIPS
e assim por diante.
Como este número não indica o desempenho real do processador, que isso depende da
quantidade de cache, etc. usam o "BogoMIPS" para indicar que o usuário não deve dar muita
importância aomero.
:. Book A
Como é conhecido o documento que contém as especificões físicas do DVD, padronizado em
1996. Pouco tempo depois, sugiram o Book B (com as especificões para o DVD-Video), o Book
C (com as especificações do DVD-Audio), Book D (DVD-R, ou DVD gravável) e finalmente o Book
E (DVD-RAM, ou DVD regravável).
:. Boot
Bootstrap. É o processo de inicialização do micro, onde é lido primeiramente o BIOS e em
seguida carregado o sistema operacional e programas. O termo bootstrap poderia ser traduzido
para o Português como "levantar-se puxando as próprias botas". A idéia tem uma certa
semelhaa com o processo de boot de um PC, onde ele se inicializa sozinho.
Durante o Boot, são checados os componentes instalados no PC, contada a memória RAM,
realizados testes rápidos para verificar se tudo está funcionando adequadamente e se não
existem conflitos de Hardware, etc. Terminados os testes, o BIOS irá procurar o sistema
operacional, na ordem estabelecida na opção "Boot Sequence" do Setup. A lista inclui o drive de
disquetes, o HD, o CD-ROM, ou mesmo boot através do chip de Boot da placa de rede (caso
tenha). Ao localizar o sistema operacional o BIOS executa os arquivos que iniciam seu
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carregamento e lugar a ele. A partir daí é com a Janela, o Pingüin, o Diabinho ou que mais
esteja instalado no PC :-)
:. Boot Drive
Drive de boot, a unidade de disco usada para dar boot no micro. Normalmente é o disco rígido,
mas pode ser um disquete, CD-ROM, Zip, ou qualquer outra unidade de armazenamento de
dados. Existe ainda a opção de dar boot através da placa de rede, neste caso é preciso gravar
uma ROM com o software necessário e encaixa-la no soquete disponível da placa de rede. Neste
caso, o PC da boot utilizando os arquivos disponibilizados por outro PC da rede.
:. Boot Manager
Um pequeno programa, instalado no setor de boot do HD, que permite instalar vários sistemas
operacionais no mesmo micro. Toda vez que o micro for ligado, o Boot manager será carregado
e perguntará qual dos sistemas operacionais deve ser carregado. Exemplos de Boot Managers
são o lilo do Linux, o NTBoot do Windows NT e 2000 e o Boot Magic do Partition Magic.
:. Boot ROM
Um chip de memória ROM instalado na placa de rede, que permite à estação acessar o servidor
de arquivos da rede e a partir dele baixar o software necessário para o boot. Quase todas as
placas de rede vêm com um soquete para encaixar o chip de boot, que geralmente é vendido
separadamente.
Como as estações dão boot através da rede, não o necessários os HDs, o que permite
economizar algum dinheiro. Apesar de terem estado fora de moda durante muito tempo, as
estações diskless estão voltando a fazer algum sucesso, em conjunto com servidores Linux.
Neste caso, deve ser instalado no servidor um software como o LTSP (http://www.ltsp.org) e as
estações devem usar placas de rede com ROMs gravadas com o software do http://rom-o-
matic.com ambas as solõeso gratuitas.
Com isto, os terminais podem rodar todos os aplicativos gráficos instalados no servidor com um
bom desempenho. Esta solução, assim como outras similares oferece seus prós e contras.
Os prós são a economia, a possibilidade de centralizar todos os aplicativos e arquivos no
servidor, o que facilita a tarefa de configurão e backups do sistema. Os contras são que as
estações passam a ser inteiramente dependentes do servidor e da rede, de modo que qualquer
problema em um dos componentes da rede ou uma pane no servidor paralisaria o trabalho em
todas as estações.
O mais comum atualmente, principalmente nos ambientes dominados pelo Windows é cada
estação ter seu HD e os softwares necesrios e baixar apenas arquivos através da rede.
:. Boot Sequence
Seqüência de Boot. É uma opção encontrada no Setup, que permite definir a ordem em que o
BIOS procurará o sistema operacional a ser inicializado. Estão disponíveis opções como "A, C",
onde será acessado primeiro o drive de disquetes e em seguida o disco rígido, "C,A, CD-ROM"
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(primeiro o disco rígido, em seguida o drive de disquetes, por último o CD-ROM), e assim por
diante. Os BIOS mais recentes suportam também boot através de discos Zip, LS-120 e até
mesmo cartões de memória Flash.
:. Boot Sector
Também chamado de trilha MBR, ou trilha zero, o setor de boot do HD armazena informações
sobre o sistema operacional instalado, quais arquivos devem ser carregados para inicializar o
sistema etc.
O BIOS é muito limitado neste sentido, embora seja capaz de contar a memória e reconhecer os
periféricos instalados (via plug-and-play) o BIOS não tem a mínima idéia do que fazer em
seguida. O setor de boot funciona como um ponto de partida, assim que o POST é concluído, o
BIOS o setor de boot e segue as instruções que estiverem gravadas nele, que iniciarão o
carregamento do sistema operacional.
Geralmente o boot é feito através do HD, mas de acordo com o que for configurado na opção
"Boot Sequence" no Setup o BIOS pode procurar o boot também no disquete, no CD-ROM, num
disco Zip ou até mesmo tentar dar boot através da rede.
Caso o setor de boot seja danificado por qualquer motivo, não será mais possível dar boot pelo
HD. Ao instalar qualquer sistema operacional, este irá reescrever o setor de boot, deixando as
instruções que permitirão ao BIOS carre-lo. É possível instalar mais de um sistema
operacional no mesmo HD usando um gerenciador de boot (como o lilo do Linux) que é um
programinha que ficará encarregado de lhe perguntar, a cada boot, qual sistema operacional
deve ser carregado.
Para limpar o setor de boot do HD, você pode dar boot usando um disquete de boot do Windows
95 ou 98 e usar o comando "FDISK /MBR".
:. Bot
Vem de "robot", ou robô. Um bot é um programa que vasculha a Internet em busca de
informações, com pouca ou nenhuma interveão do usrio. Os bots também são muito
populares nos canais de IRC, onde podem automatizar muitas operações. É possível programas o
boot para automaticamente enviar uma mensagem sempre que entrar em um canal, enviar
respostas automáticas para frases pré programadas, automatizar o envio e recebimento de
arquivos, etc.
:. BPI
Bits per Inch ou bits por polegada. É uma medida de densidade para fitas destinadas à
armazenar dados, como as famosas fitas DAT. Quanto mais bits por polegada, maior será a
capacidade de armazenamento por fita.
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:. Bps
Bits per second, é usada para medir a velocidade de modems e redes em geral. Refere-se ao
números de bits transmitidos por segundo, lembrando que 8 bits equivalem a 1 byte. Um
modem de 56 k atinge no máximo pouco mais de 8 KB/s.
:. Bridge
Ponte, serve para conectar duas redes distintas, permitindo comunicações entre elas. O bridge
pode ser um dispositivo dedicado ou então um PC com duas placas de rede, configurado para
executar esta fuão.
À primeira vista pode parecer que o bridge tem a mesma função de um hub comum, mas as
aplicações são bem diferentes. Um hub permite conectar vários PCs, que passam a fazer parte
de um único segmento de rede, onde todos os dados transmitidos por um PC são transmitidos a
todos, o que diminui o desempenho da rede conforme aumenta o tráfego de dados e a
quantidade de PCs. O Bridge permite unir dois ou mais hubs, transformando-os em uma única
rede, onde os PCs conectados a cada hub tornam-se um segmento de rede distinto. Isso faz toda
a diferença, pois o bridge é capaz de examinar os pacotes e transmitir os pacotes apenas ao
destinatário correto, isso previne a saturação da rede, mesmo que existam muitos PCs. As
limitações o que o bridge pode conectar apenas redes que utilizem a mesma arquitetura
(Ethernet por exemplo) e que utilizem o mesmo protocolo de rede (TCP/IP por exemplo). No
máximo é possível juntar uma rede que utilize cabos de par trançado com outra que utilize
cabos coaxiais.
Os switches, seguidos pelos roteadores são os próximos degraus da escala evolutiva.
:. Brightness
O ajuste de brilho do monitor. Nos monitores CRT, o brilho é ajustado através da variação da
intensidade do feixe de elétrons que forma a imagem, quanto mais potente o feixe, mais brilho.
Nos monitores LCD o brilho é ajustado variando a intensidade dos LEDs ou das lâmpadas que
iluminam a tela.
:. Broadband
Banda Larga, uma forma qualquer de acesso pido à Internet, como acesso via cabo, ADSL,
satélite, etc.
existem rias tecnologias de acesso pido disponíveis. O ADSL e o acesso via cabo são sem
dúvida as duas tecnologias mais difundidas, mas ambas possuem seus problemas. O ADSL
oferece um custo de implementão muito alto, que acaba tendo de ser financiado pela
operadora. Com isso, apensar de em teoria todos que possuem uma linha telefônica poderem
utilizar o ADSL, o serviço está disponível em poucas áreas. O acesso via cabo também é caro e
está limitado às áreas cobertas pelas redes de TV a cabo.
Um terceiro meio é o acesso via satélite, que se divide em duas modalidades. O unidirecional,
onde a banda larga é apenas para download e continua sendo necessário um modem para fazer
o upload e o acesso bidirecional, onde os dados são transmitidos nos dois sentidos. O acesso via
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satélite está disponível em praticamente todas as regiões, já que a área de cobertura dos
satélites é muito grande, mas esbarra novamente no custo da infra-estrutura, ainda mais cara
que o ADSL. Uma quarta tecnologia é o acesso via rede elétrica, que novamente tem potencial
para atingir todas as casas, mas que assim como o ADSL é muito caro.
A solução definitiva para o problema do acesso rápido seria levar uma rede de fibra óptica a
todas as casas, o que permitiria velocidades de acesso muito mais altas, com possibilidade de
expansão quase indefinida no futuro, aproveitando os mesmas casos. Mas, este é um sonho que
ainda deve demorar rias décadas para se concretizar, novamente por causa do problema do
custo.
:. Broadcast
Este termo costuma ser traduzido como "radio difuo", apesar de atualmente este termo ter
ganho novos significados. Um sinal de broadcast é irradiado para uma grande área geográfica,
um bom exemplo são os sinais de TV. Numa rede de computadores, um sinal de broadcast é um
aviso enviado simultâneamente para todos os micros da rede. Existem vários exemplos de sinais
de broadcast, como por exemplo os avisos de colisões de pacotes enviados pelas placas ou
(numa rede onde é usado um servidor DHCP e as estações são configuradas para obter o
endereços IP automaticamente) os sinais enviados pelas estações quando se conectam à rede
para entrar em contato com o servidor DHCP. Todas as estações recebem este sinal, mas apenas
o servidor DHCP responde.
:. Browser
O mesmo que Navegador, programas usados para visualizar páginas Web, como o Internet
Explorer, Netscape, Opera, Konqueror, etc. No início os navegadores eram meros visualizadores
de páginas em html, mas eles foram evoluindo e incorporando novas funções. Hoje em dia um
navegador como o Internet Explorer é quase um sistema operacional completo, capaz de rodar
aplicativos (Java, XML, Active-X, etc.) entre muitas outras funções. É por isso que tornou-se tão
complexo desenvolver um navegador e torna-lo compatível com todas as tecnologias. É muita
coisa a ser implementada.
:. BTW
By the Way, é uma abrevião geralmente usada em grupos de discussão: "A propósito",
"Falando nisso..." etc.
:. Bubble Jet
Esta é a tecnologia utilizada nas impressoras jato de tinta da Canon. A tinta é aquecida, parte se
evapora, formando bolhas, que expiram tinta no papel, permitindo a impressão. O nome "bubble
jet" é marca registrada da Canon. As impressoras jato de tinta da HP usam um sistema
parecido, mas chamado de Ink Jet.
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:. Budget
"Orçamento". Este termo é usado em várias situões. Por exemplo, um "budget PC" é um PC de
baixo custo, montado ou comprado por quem tem um orçamento apertado. Outro exemplo é o
"Power budget" é a quantidade de energia que um novo processador deve consumir de modo a
atender aos interesses do mercado; afinal, muitos torcem o nariz para comprar um processador
que esquente muito ou que obrigue a levar junto um cooler monstruoso.
:. Buffer
Uma pequena área de memória ultra-rápida usada para melhorar a velocidade de acesso a um
determinado dispositivo. É encontrado em HDs, gravadores de CD, modems, e muitos outros.
Apesar de serem sinônimos, o termo "buffer" é mais usado em relação aos dispositivos
anteriormente citados enquanto o termo "cache" é mais usado com relação aos processadores e
memória RAM.
Embora não seja errado dizer "tenho um gravador com 2 MB de cache", é mais elegante usar o
termo buffer, assim como soa estranho dizer "tenho um processador com 512 KB de buffer" ao
invés de usar o termo cache.
:. Buffer Overflow
Os Buffers são áreas de memória criadas pelos programas para armazenar dados que estão
sendo processados. Cada buffer tem um certo tamanho, dependendo do tipo e quantidade de
dados que ele irá armazenar.
Um buffer overflow ocorre quando o programa recebe mais dados do que está preparado para
armazenar no buffer. Se o programa não foi adequadamente escrito, este excesso de dados pode
acabar sendo armazenado em áreas de memória próximas, corrompendo dados ou travando o
programa, ou mesmo ser executado, que é a possibilidade mais perigosa. Se um programa
qualquer tivesse uma vulnerabilidade no sistema de login por exemplo, vo poderia criar um
programa que fornecesse caracteres de texto até completar o buffer e depois enviasse um
execuvel, que acabaria rodando gras à vulnerabilidade.
Um caso famoso foi descoberto ano passado (2000) no Outlook Express. Graças à uma
vulnerabilidade, era possível fazer com que um e-mail executasse arquivos apenas por ser
aberto! Bastava anexar um arquivo com um certo mero de caracteres no nome, que ele seria
executado ao ser aberta a mensagem. Naturalmente, a Microsoft se apressou em laar um
patch e alertar os usuários para o problema. Felizmente, pelo menos por enquanto, não foi
descoberta mais nenhuma vulnerabilidade tão perigosa no Outlook. Semanalmente o
descobertas vulnerabilidades de buffer overflow em rios programas. Algumas são quase
inofensivas, enquanto outras podem causar problemas sérios. O próprio Codered se espalhou tão
rapidamente explorando uma vulnerabilidade do IIS da Microsoft. Com isto, o worm podia
contaminar servidores desprotegidos simplesmente enviando o código que explora o bug, sem
que ninguém executasse nenhum arquivo.
:. Buffer Underrun
A gravação de um CD é um processo razoavelmente lento que não pode ser interrompido de
maneira alguma, caso contrário a mídia que está sendo gravada será perdida. O problema que
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mais atormenta os usuários de gravadores de CD é o famoso “Buffer Underrun”, uma situação
onde a gravão é interrompida por falta de dados.
Todo gravador de CD possui um pequeno buffer, de 2 ou 4 MB nos drives mais recentes e 1 MB
ou 512 KB em gravadores mais antigos ou de baixa qualidade. Este buffer funciona como uma
“poupaa” guardando dados que serão usados caso haja qualquer interrupção momentânea no
fornecimento de dados para o gravador, evitando a perda da mídia. Assim que o gravador volta
a receber dados, o buffer é novamente preenchido, mais ou menos como a represa de uma usina
hidrelétrica.
O Buffer underrun ocorre justamente quando o buffer do gravador se esvazia e a gravação é
abortada por falta de dados. A solução neste caso é gravar novamente o CD numa velocidade
mais baixa, ou tentar descobrir a causa do problema.
Sistemas operacionais com o Windows 95/98/SE/ME, que o possuem um bom suporte à
multitarefa são muito mais sucesptíveis a este tipo de problema, neles você deve tomar o
cuidado de desativar protetores de tela, antivírus ou qualquer outro programa residente e ainda
evitar executar tarefas pesadas no PC enquanto estiver gravando.
No Windows 2000 e principalmente no Linux o cenário é muito mais tranquilo, pois a
multitarefa real proporcionada pelos dois sistemas permite usar o micro quase que normalmente
sem perder dias, desde que claro o HD seja capaz de fornecer a quantidade de dados
necessária com uma certa folga.
Lembre-se que apesar de atingirem 30, até 40 MB/s de taxa de transferência contínua, os HDs
atuais ainda ficam na casa dos 5 a 6 MB/s ao transferir arquivos fragmentados, ou pequenos
arquivos espalhados em áreas não contínuas do HD, que é o cenário mais comum na gravação
de CDs. Desfragmentar o HD antes da gravão ajuda a diminuir o problema.
A maioria dos gravadores de 16X em diante são compatíveis com o Burn-Proof, um recurso
que permite “paralisar” a gravação do CD quando o buffer se esvazia e recomeçar do mesmo
ponto quando mais dados estiverem disponíveis. Este sistema resolve de uma vez por todas o
problema, perimtindo gravar sempre na velocidade máxima perimtida pelo gravador
(respeitando o suportado pela dia) sem se preocupar com a velociade do HD ou com o sistema
operacional usado.
:. Bug
Inseto em inglês, é usado com relação a qualquer tipo de falha de programação num programa.
O termo surgiu na década de 40, quando um inseto entrou nos circuitos de um computador
causando um curto circuito. Existem várias versões sobre quando, onde e qual foi o inseto que
entrou para a história, mas segundo o http://ei.cs.vt.edu o inseto era uma traça, que foi
encontrada por Grace Murray Hopper no Mark II em 1944. Naquela época os defeitos eram muito
comuns, pois os computadores eram formados por válvulas que se queimavam com muita
facilidade, mas este foi um caso tão peculiar que Grace "anexou" o inseto ao seu diário:
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O primeiro Bug da história
:. Burn-in
Um tipo de teste onde são executadas tarefas que visam exigir o máximo do sistema durante
longos períodos, de forma a testar sua estabilidade. Este tipo de teste é muito comum em
reviews de placas mãe, feitos por rios sites e é extremamente válido, pois a maior parte dos
problemas de placas mãe e processadores se manifesta em situações de uso intenso e
prolongado. Em geral se aceita que uma placa mãe trave no máximo uma vez num teste de
Burn-in de 24 horas, que equivale a algumas semanas de uso normal do sistema.
:. Burn-Proof
Uma tecnologia desenvolvida pela Sanyo que aumenta a seguraa na gravão de CDs. Ao
ocorrer algum erro inesperado, um problema de buffer underrun, etc. a gravação é
automaticamente interrompida. A grande vantagem, é que ao invés da dia ser inutilizada,
como aconteceria normalmente, é possível terminar a gravação ao ser solucionado o problema.
Esta tecnologia é suportada por muitos gravadores de CD, que gravam a 12x ou mais, já que
quanto mais alta a taxa de gravação, maior é a possibilidade de surgirem problemas de buffer
underrun ou outros erros.
Tudo é feito automaticamente pelo gravador, sem interveão do usuário. No caso de um buffer
underrum por exemplo o gravador paralisaria a gravação, esperaria até que o buffer estivesse
cheio e então continuaria do ponto onde parou, como se nada tivesse acontecido.
:. Burst Mode
Modo de acesso suportado por vários tipos de memória e cache que consiste em rios acessos
seqüenciais, realizados antes que o anterior termine. Isto permite melhorar bastante a
velocidade dos acessos.
:. Bus
Barramento, meio de transmiso de dados entre dois ou mais componentes. Exemplos o os
barramentos PCI, AGP e ISA da placa mãe, que ligam os periféricos ao chipset e
consequentemente ao processador.
Os barramentos se dividem em duas grandes categorias, os barramento seriais e os barramentos
paralelos. Os barramentos seriais transmitem dados através de um único par de fios (um para
enviar, outro para receber) de forma serial, onde um bit trafega de cada vez. Exemplos são as
portas seriais, portas USB e o novíssimo Serial ATA desenvolvido pela Intel, para substituir as
interfaces IDE, capaz de transmitir a 150 MB/s logo em sua primeira versão.
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Os barramentos paralelos por sua vez utilizam um número maior de fios para transmitir vários
bits de cada vez. Nas portas paralelas por exemplo temos 8 bits por transferência, no
barramento PCI temos 32 bits e assim por diante.
As duas tecnologias possuem seus prós e contras. Os barramentos seriais são mais baratos e
sofrem menos com o problema de interferência, mas em compensação o mais lentos do que
poderiam ser caso fossem utilizados vários pares de fios em conjunto com a mesma tecnologia.
Apesar disso alguns barramentos seriais são muito rápidos, como é o caso do Serial ATA e
também do USB 2.0, capaz de transmitir a 400 megabits.
:. Bus Mastering
É uma característica suportada por alguns tipos de barramento, entre elas as portas IDE da
placa mãe, que permite que a controladora conectada ao mesmo se comunique diretamente com
outros dispositivos do barramento sem passar pelo processador.
Um HD com os drivers de Bus Mastering instalados é capaz de acessar diretamente a memória,
sem ter que recorrer ao processador, o que além de melhorar o desempenho, não consome
tempo de processamento, deixando o processador livre para fazer outras coisas. HDs UDMA
utilizam o Ultra DMA, enquanto HDs Pio Mode 4 utilizam o Mult. Word DMA 2. Em ambos os
casos é necessário instalar os drivers de Bus Mastering que acompanham sua placa mãe a fim
de ativar este recurso. O Windows 98/SE/ME, além do 200 e do XP possuem drivers de Bus
Mastering para a grande maioria das placas mãe, dispensando a instalação dos drivers do
fabricante.
:. Byte
É uma unidade de armazenamento de dados. Cada byte é formado por 8 bits e é suficiente para
256 combinações diferentes. É por isso que no sistema de caracteres ASCII é usado um byte
para representar cada caracter. Com 256 combinações é possível incluir todas as letras,
números e ainda um punhado de caracteres especiais e símbolos. No conjunto Unicode, onde são
incluídos também caracteres do Japonês, Chinês, Árabe e outras línguas são usados 2 bytes para
cara caracter, o que permite 65 mil caracteres diferentes.
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- C -
:. C
O C foi desenvolvido durante a década de 70, mas ainda é largamente utilizado. A grande
vantagem do C é permitir escrever tanto programas extremamente otimizados para a máquina,
como seria possível apenas em Assembly, e ao mesmo tempo vir com rias funções prontas,
como uma linguagem de alto nível, que podem ser utilizadas quando não for necessário gerar
um código tão otimizado. Esta flexibilidade, permitiu que o C fosse usado para desenvolver a
maioria dos sistemas operacionais, como o Unix, Linux e o próprio Windows. Usando o
compilador adequado, o C pode ser usado para desenvolver programas para várias plataformas
diferentes.
A maior parte dos aplicativos para Linux são escritos em C e compilados usando o compilador
GCC, desenvolvido pela Free software Fundation. Programas gráficos utilizam bibliotecas como o
GTK, que permite criar janelas, botões, etc. Como a grande maioria dos programas têm seu
código aberto (uma inesgotável fonte de estudos) e praticamente todas as distribuições Linux
incluem o GCC, editores como o Emacs e o Vi, além de outras ferramentas necesrias, acaba
sendo bem mais cil aprender C no Linux do que em outras plataformas. Existem ainda
ferramentas de programação visual baseadas no C, como o Kdevelop, também disponível na
maioria das distribuões Linux.
:. C++
O C++ mantém os recursos do C original, mas traz muitos recursos novos, como recursos
orientados a objetos, sendo também bem mais fácil de utilizar. O C++ é bastante usado
atualmente para desenvolver muitos programas para várias plataformas.
:. C2C
Consumer to Consumer. Este é mais um dos termos da moda nos negócios on-line e aplica-se a
sites que promovem negócios entre os próprios usuários, como sites de classificados e os
tradicionais sites de leilões, como o Arremate, Mercado Livre, etc. que são o exemplo mais rico.
Outras siglas semelhantes são B2B (negócios entre empresas) e B2C (vendas diretas ao
consumidor).
:. C5X
Este é mais um processador da Via/Cyrix, que será o sucessor do Erza (veja neste mesmo
dicionário). O C5X será produzido numa arquitetura de 0.13 cron e trará um processador
aritmético melhorado. A versão inicial será lançada na segunda metade de 2002 e operará a 1.1
GHz, com a promessa de uma versão de 1.3 GHz até o final do mesmo ano. O C5X usa uma
arquitetura diferente da do Erza, com mais unidades de execução (mais desempenho) mas ao
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mesmo tempo mais estágios de pipeline (menor desempenho por ciclo em troca da possibilidade
de atingir frequências de operação mais altas), um total de 16, contra os 12 do Erza. Outra
novidade será a inclusão de um cache L2 de 256 KB (o Erza tem apenas 64 KB).
:. C5XL
Será uma versão simplificada do C5XC, que trará apenas metade das unidades de execução e
apenas 64 KB de cache L2. Este processador será bem mais barato e será capaz de operar a
frequências mais altas, até 1.5 GHz segundo a Cyrix. Em compensão o desempenho o será
dos melhores. Será uma alternativa de baixo custo e baixo consumo, que tem a chance de fazer
algum sucesso nos notebooks ou talvez até nos handhelds e outros portáteis.
:. C5YL
Será uma versão ainda mais simplificada do C5X, provavelmente sem o cache L2. Este
processador provavelmente será destinado a micros de mão e outros dispositivos portáteis, já
que o desempenho será muito fraco para ser usado em PCs.
:. Cache
Memória ultra rápida que armazena os dados e instruções mais utilizadas pelo processador,
permitindo que estas sejam acessadas rapidamente. O cache passou a ser utilizado a partir dos
micros 386, quando os processadores começaram a tornar-se mais rápidos que a memória RAM.
Quanto maior a quantidade, ou quanto maior a velocidade, maior se a eficiência do cache.
Geralmente o cache é divido em dois níveis, chamados de cache L1 (level 1) e cache L2. Um
Pentium III Coppermine, por exemplo, tem 32 KB de cache L1 e 256 KB de cache L2, ambos
operando na freqüência do processador. Alguns processadores, como o K6-3 e o Pentium 4 Xeon
utilizam também cache L3.
:. Cache de Disco (ou Buffer de disco)
O cache não é essencial apenas para a memória RAM. Um dos grandes responsáveis pelo
desempenho dos HDs atuais é novamente o ilustre cache. Apesar disso, o cache de disco
funciona de uma forma um pouco diferente do cache da memória RAM.
Em primeiro lugar temos uma pequena quantidade de cache instalada no próprio HD. Este cache
pode ser de 512 KB, 1 MB, 2 MB, ou até mais, dependendo do modelo. A função deste primeiro
cache é basicamente a seguinte:
Geralmente ao ler um arquivo, serão lidos rios setores seqüenciais. A forma mais rápida de
fazer isso é naturalmente fazer com que a cabeça de leitura leia de uma vez todos os setores da
trilha, passe para a próxima trilha seguinte, leia todos os seus setores, passe para a próxima e
assim por diante. Isso permite obter o melhor desempenho possível. O problema é que na
prática não é assim que funciona. O sistema pede o primeiro setor do arquivo e solicita o
próximo depois de recebê-lo e certificar-se de que não existem erros.
Se não houvesse nenhum tipo de buffer, a cabeça de leitura do HD acabaria tendo que passar
várias vezes sobre a mesma trilha, lendo um setor a cada passagem, já que o daria tempo de
ler os setores seqüencialmente depois de todo tempo perdido antes de cada novo pedido.
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Graças ao cache, este problema é resolvido, pois a cada passagem a cabeça de leitura todos
os setores próximos, independentemente de terem sido solicitados ou não. Após fazer sua
verificão de rotina, o sistema solicitará o próximo setor, que por estar carregado no cache
será fornecido em tempo recorde.
Os dados lidos pelas cabeças de leitura, originalmente são gravados no cache, e a partir dele,
transmitidos através da interface IDE ou SCSI. Caso a interface esteja momentaneamente
congestionada, os dados são acumulados no cache e, em seguida transmitidos de uma vez
quando a interface fica livre, evitando qualquer perda de tempo durante a leitura dos dados.
Apesar do seu tamanho reduzido, o cache consegue acelerar bastante as operações de leitura de
dados. Claro que quanto maior e mais rápido for o cache, maior será o ganho de performance.
Para complementar este primeiro nível de cache, os sistemas operacionais criam um segundo
cache de disco usando a memória RAM. No Windows 95/98 esta quantidade é fixa, mas a partir
do Windows 2000 o tamanho do cache de disco varia de acordo com a quantidade de memória
RAM disponível. Neste cache ficam armazenados também últimos dados acessados pelo
processador, permitindo que um dado solicitado repetidamente possa ser retransmitido a partir
do cache, dispensando uma nova e lenta leitura dos dados pelas cabas de leitura do HD. Este
sistema é capaz de melhorar assustadoramente a velocidade de acesso aos dados quando estes
forem repetitivos, o que acontece com freqüência em servidores de rede ou quando é usada
memória virtual.
Isso explica o por quê dos grandes servidores utilizarem vários gigabytes de memória RAM. Além
da memória consumida pelos aplicativos, é essencial que tenham um enorme cache de disco.
Assim, ao invés de ler os dados a partir do HD, o servidor pode trabalhar na maior parte do
tempo lendo os dados a partir do cache na memória RAM que será sempre muito mais rápido.
:. Cache Hit
Um cache hit ocorre quando o dado de que o processador precisa está localizado no cache. O
contrário, um cache miss ocorre quando o dado não es no cache e o processador precisa
acessá-lo na memória RAM, perdendo tempo. Em geral, num processador atual com 32 KB de
cache L1 e 256 KB de cache L2 (ou mais) o índice de cache hit fica em torno de 98%.
:. Cache Inclusivo/Cache Exclusivo
Em se tratando de cache, tanto o Athlon quanto o Duron possuem uma vantagem estratégica
sobre o Pentium III e Celeron. Nos dois processadores da AMD o cache L2 é exclusivo, isto
significa que os dados depositados no cache L1 e no cache L2 serão sempre diferentes. Temos
então um total de 386 KB de dados e instruções depositados em ambos os caches do Athlon
(128 de L1 + 256 de L2) e 192 KB depositados em ambos os caches do Duron, que possui
apenas 64 KB de cache L2.
No Pentium III e no Celeron o cache é inclusivo, isto significa que os 32 KB do cache L1 serão
sempre pias de dados armazenados no cache L2. Isto significa que na prática, o Pentium III é
capaz de armazenar apenas 256 KB de dados e instruções somando ambos os caches, enquanto
o Celeron é capaz de armazenar apenas 128 KB, menos que o Duron.
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:. Cache L1
A primeira camada de cache do sistema, encontrada sempre dentro do próprio processador (com
excessão apenas para os micros 386). O cache L1 trabalha sempre na mesma freqüência do
processador e com tempos de latência extremamente baixos.
:. Cache L2
Encontrado ou embutido no processador, ou na placa e, dependendo do sistema. Mesmo no
caso dos processadores atuais, que trazem tanto cache L1 quanto cache L2 embutidos, operando
à mesma freqüência do processador, os tempos de latência do cache L2 sempre serão mais
altos, garantindo uma velocidade de acesso mais baixa que no L1.
:. Cache L3
O primeiro processador a utilizar cache L3 foi o K6-3, onde tanto o cache L1 e o L2 vinham
embutidos no processador, sendo o cache da placa mãe aproveitado na forma do cache L3.
Sistemas semelhantes também são usados em alguns servidores, onde chegam a ser usados
vários MB de L3. O Pentium 4 Xeon da Intel também utiliza cache L3, mas embutido no próprio
núcleo do processador.
:. Cache Miss
Veja: Cache Hit
:. Cache Server
Usado em algumas redes, é um servidor que armazena todas as páginas, ou mesmo arquivos
baixados, repassando-os aos usrios que os solicitarem novamente. Isto serve tanto para
agilizar as transferências de dados já baixados, quanto para diminuir o tráfego de dados através
do link com a Internet. Neste ponto, o cache server tem um funcionamento semelhante ao de
um servidor proxy, porém mais limitado. O cache server apenas armazena arquivos, não serve
para compartilhar a conexão, nem para barrar acessos não autorizados ou acrescentar qualquer
seguraa.
:. Capacitor (ou Condensador)
O capacitor é um componente usado em quase topo tipo de dispositivo eletrônico. Ele permite
armazenar cargas elétricas na forma de um campo eletrostático e mantê-la durante um certo
período, mesmo que a alimentação elétrica seja cortada. Os capacitores são usados nas fontes
de alimentação, nas placas e e em inúmeros outros componentes. A função mais comum é
retificar e estabilizar a corrente elétrica, evitando que variações possam danificar qualquer
dispositivo. É justamente por causa dos capacitores que nunca devemos tocar nos componentes
internos da fonte de alimentação sem os cuidados adequados. Você pode levar um choque
considerável mesmo que a fonte esteja desligada da tomada.
Os capacitores são também a base da memória RAM, onde para cada bit de dados temos um
capacitor e um transístor. O transístor se encarrega de ler e gravar o bit, enquanto o capacitor
armazena-o. Quando o capacitor está descarregado temos um bit 0 e quando está carregado
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temos um bit 1. Como no caso da memória o capacitor mantém sua carga por apenas alguns
milésimos de segundo, os dados precisam ser reescritos continuamente. É por isso que a
memória RAM é volátil.
:. Capacitância
Todos os condutores possuem uma certa capacidade de concentrar energia e manter a carga
durante um certo período de tempo, caractestica que é a base do funcionamento dos
capacitores. Em algumas situações quanto maior a capacitância melhor, como por exemplo nas
células de memória, onde quanto mais tempo a célula conservar sua carga elétrica, menor será
o número de ciclos de refresh necessários por segundo, fazendo com que o módulo consuma
menos energia e tenha um melhor desempenho.
Em compensação, existem áreas onde uma alta capacitância é um rio obstáculo, como por
exemplo nos transtores que compõe a parte lógica do processador. Quanto maior a
capacitância, mais tempo o transístor demora para perder sua carga e mudar de estado, o que
limita a frequência de operação do processador. Como em outras áreas, o desafio é conseguir
desenvolver materiais nos dois extremos, de acordo com a área de aplicão.
:. Carrier Sense
Sensor mensageiro ou verificação de mensageiro. Em redes Ethernet todos os dados que passam
através do hub são repassados a todas as estações. Naturalmente o destinatário realmente lê
o pacote, mas o sinal é distribuído para todas.
Como apenas uma estação pode transmitir de cada vez, antes de transmitir qualquer pacote de
dados o PC "escuta" o cabo, para verificar se alguém mais es transmitindo dados. Caso o cabo
esteja livre ele transmite, caso contrário espera um certo tempo antes de tentar novamente.
Esta verificação é chamada de carrier sense.
Mesmo assim, ainda existe uma pequena possibilidade de duas estações escutarem o cabo ao
mesmo tempo e como conseqüência tentarem transmitir os dados ao mesmo tempo, fazendo
com que as transmissões colidam em algum ponto do cabo. Sempre que isso acontece, a
primeira estação que detectar o problema emite um sinal de alta frequência que "limpa" o cabo,
eliminando ambos os sinais e alertando as demais estações. As duas esperam então um tempo
aleatório antes de tentarem transmitir novamente, caso haja outra colisão elas esperam um
tempo maior e assim vai até que finalmente consigam transmitir.
As colisões de pacotes aumentam conforme cresce o número de PCs da rede. Em redes muito
grandes ou muito congestionadas as colisões podem prejudicar consideravelmente o
desempenho da rede. A solução é substituir os hubs por switchs, que embora um pouco mais
caros já são capazes de isolar as transmises, enviando cada pacote diretamente ao
destinatário, diminuindo em muito o número de colisões.
:. Cardbus
Este termo se refere aos slots PCMCIA de 32 bits. Existem dois padrões de slots PCMCIA, os de
16 bits, baseados no barramento ISA e utilizado em notebooks antigos, 386 e 486 e os slots de
32 bits, que são baseados no barramento PCI, naturalmente muito mais rápido graças ao
suporte a bus mastering e à frequência de operação de 33 MHz (contra os 8 MHz dos slots de 16
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bits). Apesar de ambos os padrões serem intercompatíveis até certo ponto, o barramento de
dados dos slots de 16 bits não é suficiente para interfaces de rede de 100 megabits,
controladoras SCSI e outros periféricos pidos. Os slots PCMCIA de 32 bits também são
comumente chamados de slots PC Card.
:. CAS
Column Address Strobe. Do ponto de vista do processador, a memória RAM é dividida em linhas
(Row) e colunas (Column). Cada acesso é feito enviando os valores CAS e RAS, que
correspondem a estes endereços de linha e coluna. Combinados os dois endereços é acessado o
bit de dados desejado. Em geral existe no Setup a opção de configurar o valor CAS, como sendo
de 2 ou 3 tempos. A opção 2 é a que oferece melhor desempenho, enquanto a opção 3
geralmente permite que o módulo de memória suporte trabalhar a freqncias mais altas.
:. Case Sensitive
Um sistema que diferencia caracteres maiúsculos e minúsculos nos comandos e senhas. É caso
por exemplo do Linux, onde "XF86Config" é muito diferente do comando "xf86config" por
exemplo. É diferente do que temos no DOS e no Windows, onde tanto faz digitar "fdisk", "FDisk"
ou "fdIsK". Este termo também se aplica a linguagens de programão, o C por exemplo, onde
"if" é um comando e "IF" um erro.
:. Cat 5
Categoria 5. Os cabos de rede são classificados de acordo com a sua qualidade e capacidade de
transmissão de dados. Existem várias categorias de cabos, desde os cabos Cat 1, os mais
antigos, que não são adequados à redes, passando pelos Cat 3, adequados para redes de 10
mbps e, finalmente, os Cat 5, que podem ser usados tanto em redes Ethernet de 10 quanto de
100 megabits e são os mais comuns hoje em dia. Os cabos de rede trazem decalcada a
categoria à que pertencem, como pode ser visto na foto abaixo:
"Category 5e"
:. Cat 5e
Os cabos de par trançado categoria 5e também são certificados para o uso em redes de 10 e 100
megabits, mas também nas redes Gigabit Ethernet, que transmitem (como o nome sugere :-)
dados a 1 gigabit por segundo. Os cabos categoria 5e são os mais comuns atualmente, com uma
qualidade um pouco superior aos Cat 5.
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:. Cat 6
Um novo padrão de cabos de cobre que suporta frequências de até 550 MHz e utiliza cabos de 4
pares, semelhantes ao cabos de categoria 5 e 5e. Este padrão o está completamente
estabelecido, mas o objetivo é usa-lo nas redes gigabit Ethernet. Resta saber se este padrão terá
fôlego para substituir os cabos cat 5, que também suportam Gigabit Ethernet e ao mesmo tempo
resistir à investida dos cabos de fibra óptica.
:. Cat 7
Os cabos de rede categoria 7 o um novo padrão de cabos de rede de par trançado, capazes de
trabalhar com frequências de 600 MHz, em contraste com os cabos cat 5 e cat 5e que suportam
frequências de até 400 MHz. Os cabos cat 7 também utilizam 4 pares de fios, porém utilizam
conectores mais sofisticados e são muito mais caros. Este padrão de cabos também deve ser
suportado em algum padrão de rede Gigabit Ethernet, ou talvez venha a ser utilizado em alguma
arquitetura de rede ainda mais rápida.
:. CBR
Veja: ABR
:. CAV
Constant Angular Velocity ou velocidade angular constante. Este termo se refere aos CD-ROMs
recentes, todos os modelos a partir de 16X e muitos dos de 12x onde a velocidade de rotação do
CD é fixa, independentemente da trilha que esteja sendo lida pelo leitor. Com isto, a velocidade
de leitura varia, sendo mais alta nas trilhas externas (que são mais longas) e menor,
aproximadamente metade, nas trilhas mais internas do CD. Os CD-ROMs que utilizam este modo
de leitura geralmente trazem avisos como "48x Max", indicando que os 48x são a velocidade
máxima que o leitor é capaz de atingir, ao ler trilhas externas. Nas trilhas intermedrias ou
principalmente nas internas, a velocidade de leitura vai caindo até chegar à aproximadamente
24x. Como os CDs são gravados a partir do centro, na maior parte do tempo o CD-ROM opera a
velocidades bem mais baixas, atingindo o ximo apenas ao ler as últimas trilhas de um CD
cheio. Veja também: CLV
:. CBS
CAS Before RAS, modo de acesso à memória onde são feitos quatro acesso consecutivos à
memória enviando apenas um endereço de linha (RAS) e em seguida quatro endereços de
coluna (Veja: Cas). Isto permite ganhar tempo, acelerando a leitura dos dados. Este modo vem
sendo usado a partir das memórias FPM.
:. CD
Originalmente, o Compact Disk, ou simplesmente CD, foi desenvolvido para armazenar música, e
substituir os antiquados discos de vinil com vantagens. Como num CD o som é gravado no
formato digital, com uma amostragem de 44.100 Hz, e 16 bits de resolão, temos um som
completamente livre de ruídos, e com uma qualidade quase perfeita. Não demorou muito para os
fabricantes perceberem que, com um mínimo de esforço, o CD também poderia ser usado para
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gravar dados. Criou-se então uma distinção: os CDs destinados a gravar música passaram a ser
chamados de CD-DA, ou "Compact Disk Digital Audio" enquanto os destinados à gravão de
dados passaram a ser chamados de CD-ROM, ou "Compact Disk Read Only Memory".
:. CD-R
CD Recordable, ou CD gravável. Durante vários anos, os CDs foram dias somente para leitura.
Você podia comprar um programa em CD, mas se por algum motivo precisasse copiá-lo teria que
usar disquetes, Zip-drives ou algum outro dispositivo. Atualmente porém, vemos uma grande
popularizão dos gravadores de CD-ROM, que em um futuro próximo provavelmente se
tornarão tão populares quanto as unidades de disquete. Qualquer usuário com 300 ou 400
dólares, ou bem menos que isso, caso opte por um gravador usado, pode comprar um gravador
e sair gravando CDs com dados ou mesmo CDs de música, sem muita dificuldade.
Como quase todo mundo hoje em dia possui um drive de CD-ROM, a possibilidade de gravar CDs
é útil também para o transporte de dados. Neste ramo, o CD revela-se uma opção bem
interessante em termos de custo-beneficio, já que possui uma capacidade equivalente à de 6.5
discos Zip de 100 MB, ou mais de 400 disquetes, sendo que uma boadia gravável chega a ser
vendida por menos de 2 reais, com muitas opções abaixo da marca de 1 real.
Outro recurso interessante é o recurso de multisessão, que permite deixar um CD gravado
"aberto". Através deste recurso suportado por qualquer gravador e programas de gravação
atuais, é possível gravar uma quantidade pequena de dados, 100 MB por exemplo, e depois ir
gravando mais dados até que a capacidade total do CD seja preenchida, diminuindo bastante o
número de mídias necessárias para fazer backups diários ou mesmo para transportar pequenas
quantidades de dados.
Assim como nos drives de CD-ROM, a velocidade de gravação também é mostrada em ltiplos
de 150 KB/s. Um gravador 1x se capaz de gravar CDs a uma velocidade de 150 KB/s, um CD
2x a 300 KB/s, um de 4x a 600 KB/s e assim por diante. Gravando a 1x, um CD cheio demora
cerca de uma hora para ser gravado, demorando apenas meia hora a 2x ou cerca de 15 mim a
4x. Mesmo gravadores maispidos podem ser configurados para gravar CDs a 2x ou mesmo 1x
caso seja necessário.
Um CD prensado comum é composto de três camadas: uma camada de plástico de cerca de 1,2
mm de espessura, uma camada de alumínio, ouro ou platina onde são gravados os dados, e
sobre ela uma camada protetora de verniz. Em um CD-R, também temos estas três camadas, a
diferea é que temos uma quarta camada, entre o plástico e a camada reflexiva, justamente a
camada onde são gravados os dados. Esta fina camada é composta de produtos senveis ao
calor, que tem sua composição química alterada devido ao calor gerado pelo feixe laser do
gravador, muito mais potente que o usado na leitura do CD. As partes da superfície queimadas
pelo laser ficam opacas e criam pequenas bolhas, deixando de refletir a luz do leitor,
substituindo sulcos dos CDs prensados.
Atualmente existem pelo menos 5 substâncias diferentes (Cyanine, Phthalocyanine, Metallized Azo,
Advanced Phthalocyanine e Formazan) que podem ser usadas para formar a camada de gravação dos
CD-Rs. Todas estas substâncias são orgânicas, um tipo de plástico ou combustível, e justamente
por isso podem ser queimadas pelo laser do gravador. Cada uma estas substâncias foi
desenvolvida por uma companhia diferente, que detêm sua patente.
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:. CD-RW
CD ReWritable ou CD regravável. Comparados com mídias magticas, como os discos Zip ou
mesmo os disquetes, os CDs graváveis trazem a desvantagem de o permitirem regravação. Se
você gravar um CD hoje, e amanhã precisar alterar um único arquivo das centenas que foram
gravados, terá que gravar outro disco. Para solucionar este inconveniente, surgiram os CDs
regraváveis, que podem ter seu conteúdo alterado livremente, praticamente com a mesma
facilidade que temos com mídias magnéticas como Zips e disquetes.
A mágica é permitida pela substância usada na composição da camada de gravação dos CDs
regraváveis. Enquanto em um CD gravel a camada de gravão é queimada pelo laser,
tornando-se inalterável após a gravação, a dia regravel pode ser alterada entre o estado
cristalino e o opaco através de laseres de intensidades diferentes. Esta técnica é bem
interessante, pois com o laser, o material é fundido, mas de acordo com a temperatura de fusão,
ele assume características diferentes ao esfriar. Um temperatura mais alta torna o material
opaco, enquanto um laser um pouco mais fraco o faz voltar ao estado original. Segundo os
fabricantes, este tipo de mídia pode ser reescrita mais de 1.000 vezes antes de começar a
apresentar qualquer problema, mas isto depende da qualidade: algumas mídias começam a
apresentar erros depois de poucas regravações.
O maior problema com os CDs regraváveis, porém, é a compatibilidade. Um CD-R reflete mais de
70% da luz que é refletida por um CD prensado, e por isso pode ser lido por praticamente
qualquer drive sem muita dificuldade. No caso de um CD-RW, a refração é bem menor, cerca de
apenas 20%.Para ler estas mídias o leitor precisa ser equipado com um circuito especial,
chamado AGC "automatic gain control", ou controle automático de ganho. Este circuito, que é
embutido na cabeça de leitura é capaz de detectar a baixa taxa de reflexão da mídia, e
aumentar a intensidade do laser de leitura. Temos então um laser bem mais forte do que o
usual, para compensar a baixa reflexão da mídia, fazendo com que o laser refletido tenha uma
intensidade parecida com o normal.
Além disso, os CDs regraváveis ainda trazem mais alguns inconvenientes. Como a taxa de
refrão luminosa é bem mais baixa, a leitura do CD é mais difícil, tornando as dias
regraváveis muito mais senveis a arranes, poeira, sujeira, etc. Trabalhando com mídias
regraváveis você deverá ser especialmente cuidadoso quanto ao armazenamento.
Outro problema reside na durabilidade, que é muito menor do que a dos CDs convencionais e à
sensibilidade dos CDs a leituras sucessivas. Acontece que o material que compõe os CDs
regraváveis é senvel à mudaas de temperatura. por outro lado, devido à baixa refrão
luminosa, o leitor é forçado a utilizar um laser muito mais forte que o normal para lê-los. O
resultado é que após ser lido varias vezes, uma mídia regravável começa a apresentar
corrompimento nos dados, principalmente mídias de baixa qualidade.
:. Celeron
Processador lançado pela Intel em 98 com o objetivo de ser o sucessor do Pentium MMX no
mercado de baixo custo. As primeiras versões de 266 e 300 MHz não tinham cache L2, e por isso
acabaram sendo grandes fiascos de vendas. A partir do 300A foram incorporados 128 KB de
cache L2, que garantiram um desempenho próximo ao de Pentium II do mesmo clock. O Celeron
continuou evoluindo, mantendo-se como uma opção de processador de baixo custo, mas bom
desempenho.
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:. Cell
Um chip modular, que vem sendo desenvolvido através de uma aliança entre a Toshiba, Sony e
IBM. A idéia é criar uma espécie de super-chip, que possa ser usado em praticamente todo tipo
de dispositivo, desde um Handheld ou celular até um Supercomputador. Os chips seriam
relativamente complexos, trazendo internamente componentes necesrios para executar as
mais diversas funções. De acordo com a aplicão que determinada série de chips fosse ter,
certas partes do chip seriam desativadas, deixando apenas o necesrio para a dada função. Os
componentes serão desabilitados ainda em fábrica, sendo impossível liga-los novamente. Um
celular usaria uma versão do chip com a maior parte dos componentes desabilitados, enquanto
um supercomputador usaria vários chips trabalhando em paralelo.
A princípio a idéia pode parecer excêntrica, afinal, pra quê produzir um chip complexo e vende-lo
com quase tudo desabilitado por 20 dólares para ser usado num telefone celular, enquanto
outras séries do mesmo chip seriam vendidas por 300 dólares para equiparem um
supercomputador? A grande vantagem vem de se produzir um maior número de chips. Hoje em
dia, uma fábrica de processadores pode custar facilmente mais de 1 bilhão de dólares para ser
produzida, fora os custos de desenvolvimento. Pra produzir 10 chips, ou 20 milhões, o
investimento inicial será o mesmo.
Cada vez mais as empresas estão chegando à concluo de que vale mais à pena produzir uma
única linha de chips e vender a maior quantidade possível, mesmo que com preços diferentes.
De qualquer forma, o Cell o é para aman, é apenas uma idéia. O desenvolvimento do chip
deve demorar pelo menos 4 anos e custa 400 milhões de dólares. É isto que torna o mercado
de alta tecnologia, tão interessante, é preciso anos para projetar um novo processador, que deve
manter-se atual ao ser lançado. Os projetistas precisam pensar nas demandas do mercado com
anos de antecedência.
:. Centaur
Também conhecida como IDT, esta foi uma pequena fabricante de processadores que tentou
(sem muito sucesso) competir com a Intel e AMD, lançando um processador chamado C6. Mais
tarde a Centaur acabou sendo comprada pela Via, que abocanhou também a Cyrix, unindo as
duas equipes para projetar os atuais processadores C3.
:. Centrino (Intel)
Um notebook ideal deve ser leve, ter uma boa autonomia de bateria e hoje em dia também ter
uma interface de rede wireless integrada. Para um fabricante de processadores como a Intel, um
notebook ideal é um que além de um processador Intel leve um chipset e uma placa de rede
wireless da mesma marca. O Centrino é uma tentativa de juntar estes dois pontos de vista.
Para melhorar a autonomia da bateria e permitir que o notebook seja mais leve (bateria menor,
cooler mais simples, etc.) desenvolveram um Pentium 4 de baixo consumo, chamado Banias, um
projeto derivado do antigo Intel Tinma.
O Banias tem menos estágios de pipeline que o Pentium 4 e mais cache L2, 1 MB completo. Isso
faz com que ele opere a frequências mais baixas mas em compensação seja mais rápido por
ciclo de clock.
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Para melhorar a relão de desempenho e consumi elétrico foi adicionado um sistema
relativamente agressivo de economia de energia. Ele não chega a ser tão eficiente quanto o do
Crusoé por exemplo, mas cumpre bem o seu papel.
A economia é feita diminuindo a frequência de operação e tensão usadas pelo processador
quando ele está ocioso, quando o notebook estiver operando a baterias ou de acordo com a
configuração do usuário. Na primeira leva o Banias foi lançado em versões de 900 MHz a 1.6
GHz. Em todas as versões a frequência de operação nima é de apenas 600 MHz, onde o
processador opera utilizando uma tensão de apenas 0.96V e consome apenas 6 Watts. Este
modo econômico ainda conserva desempenho suficiente para a maior parte dar tarefas, como
fazer uma apresentação, navegar na web, gravar um CD ou até mesmo assistir um DVD. A idéia
é que nós passamos a maior parte do tempo fazendo coisas simples no micro e o existe
necessidade do processador operar a toda drenando os ampéres da bateria todo o tempo.
Na frequência máxima os processadores consomem bem mais, mas ainda dentro da faixa de
tolerância para um notebook. O Banias de 1.6 GHz consome 24.5 Watts, enquanto o de 1.1 GHz
consome 12 Watts.
Junto com o Banias a Intel laou dois novos modelos de chipsets, o 855PM e o 855GM. Estes
dois chipsets são versões aperfeiçoadas do i845 (usado em placas de baixo custo para o Pentium
4). Eles oferecem suporte a memórias DDR PC266 e mantém o mesmos recursos básicos, mas
possuem um consumo elétrico muito mais baixo (menos da metade do i845) e, o principal, são
compatíveis com o sistema de gerenciamento de energia do processador.
Para completar o trio a Intel laou também uma placa de rede Wireless, batizada de
Pro/Wireless 2000 card. Esta é uma placa 802.11b no formato mini-PCI usado em notebooks, em
futuras versões é possível que o controlador wireless venha integrado no próprio chipset.
A "plataforma Centrino" é um conjunto destes três componentes: Processador, Chipset e placa
Wireless. Para poder vender seus notebooks sob a marca é necessário que o fabricante utilize os
três de uma vez.
Os fabricantes que optarem por utilizar apenas o processador, ou apenas o processador e o
chipset não poderá usar a marca Centrino, mas apenas a marca "Pentium-M" que é o nome
comercial do Banias.
:. Centronics (interface)
Foi o primeiro padrão de portas paralelas, ou portas de impressoras bidirecionais. O conector
possui 25 pinos e a porta transmite a aproximadamente 150 KB/s. As portas Centronics foram
substituídas pelas portas ECP e EPP usadas atualmente, que possuem compatibilidade retroativa
com elas.
:. CEO
Chief Executive Officer ou diretor executivo. O CEO não é necessariamente o presidente de uma
empresa, apesar da sua fuão ser igualmente importante. O CEO é o principal responsável
pelas decisões referentes às estratégias da empresa ou a novos produtos, é o responsável por
estabelecer e atingir as metas de faturamento além de ser o principal porta-voz da empresa.
Geralmente o CEO também é o executivo mais bem pago. Muitos recebem mais de um milhão de
dólares por ano.
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:. CERT
Computer Emergency Response Team. Este é um órgão criado em 1988 com o objetivo de tratar
de assuntos referentes à segurança da Internet e das redes em geral. O Cert mantém o
http://www.cert.org, um site sobre segurança bastante completo que alerta sobre novos vírus e
vulnerabilidades, oferece correções e disponibiliza um extenso material de estudo sobre
seguraa de redes.
:. CFML
ColdFusion Markup Language, uma linguagem de script baseada em tags, utilizada para
desenvolver páginas Web dinâmicas, através do ColdFusion. As tags são incluídas em páginas
HTML e permitem acessar bancos de dados, exibindo dados em resposta a uma entrada do
usrio. As páginas criadas neste formato proprietário utilizam a extensão CFM.
:. CFM
Cubic Feet per Minute, ou pés cúbicos por minuto. Esta é uma medida de desempenho para os
fans usados nos coolers. Quanto maior é o CFM, melhor é o desempenho do fan. Apesar de na
maioria das vezes os coolers com fans de maior CFM serem mais eficientes, esta não é uma
regra, pois a eficiência do cooler também depende do desenho e dos materiais usados no
dissipador.
Um cooler com dissipador de cobre é capaz de absorver mais calor que um com dissipador de
alumínio, o que faz uma diferença considerável em processadores que geram muito calor, como
o Athlon ou o Pentium 4. O número de aletas ou de barbatanas e sua espessura, também é um
fator essencial. Quanto mais aletas, maior é a área de dissipão de calor e quanto mais finas
forem, mais rápida é a dissipação.
Até mesmo a textura do metal pode ajudar. Alguns fabricantes vêm utilizando coolers com
aletas texturizadas, ao invés de metal liso, o que ajuda a aumentar o atrito com o ar, fazendo
com que ele retire mais calor do metal.
:. CGA
Veja: MDA.
:. CGI
Common Gateway Interface. Os scripts CGI o pequenos programas, rodados a partir do
servidor que permitem adicionar vários recursos a uma gina Web. Os programas são
executados a partir de solicitações do navegador, retornando a resposta desejada. Os scripts CGI
podem desempenhar desde funções bem simples, quanto interagir com grandes bases de dados
e geralmente são escritos em linguagem Perl.
:. Checksum
É um sistema de checagem que consiste em verificar um arquivo ou pacote de dados utilizando
um código enviado no início da transmissão. O código é usado pelo receptor para verificar se a
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transmissão está completa e se o arquivo não está corrompido. Tanto as camadas TCP quanto
UDP oferecem este recurso. O CRC também é usado por drives de disquetes, HDs, CD-ROMs, etc.
Se ao tentar descompactar um arquivo gravado num disquete você receber um erro de CRC,
significa que a mídia está com defeito. Os disquetes não são mesmo muito confiáveis.
:. Chicago
Este era o nome código do Windows 95. Foi usado nos primeiros betas, quando o nome
comercial ainda não havia sido divulgado.
:. Child Process (processo filho)
Durante a execução e qualquer programa, é comum que ele crie sub-processos ou processos
filhos que são pequenas tarefas executadas pelo programa como se fossem processos
separados.
Esta é uma manobra feita para melhorar o desempenho do programa, pois rios processos
separados podem ser processados simultâneamente pelo sistema operacional. Naturalmente de
tempos em tempos é preciso matar estes sub-processos, daí surgem algumas fases estranhas
para quem não é da área, como "killing the children" (uma tradução literal seria "matando as
crianças") "start the child reaper", etc. Existe até uma piada sobre um bloco de código
supostamente encontrado no código do Solaris (o sistema operacional desenvolvido pela Sun):
* We don't want people to have to make incorrect
* assumptions about this function...
*/
child_reaper = current;
:. Chipkill
Uma tecnologia desenvolvida pela IBM, com aplicação sobretudo em servidores e em outros tipos
de máquinas de alta confiabilidade. Permite que o BIOS da placa mãe detecte bits defeituosos na
memória RAM e os desabilite, algo parecido com a tática de marcar os setores defeituosos do
HD. Existem rias implementações possíveis para esta tecnologia, algumas exigem
modificações nos chips de memória, outras permitem usar memórias comuns.
:. Chips assíncronos
Esta é uma idéia que vem ganhando destaque entre os desenvolvedores de chips. A idéia é
construir chips capazes de operar sem um sinal de clock, o que permite reduzir o consumo
elétrico e até mesmo aumentar o desempenho. Um processador é como um emaranhado de
filamentos e chaves. Todos sabemos que o existe um condutor perfeito, a cada vez que um
impulso elétrico percorre o processador, parte da energia se perde na forma de calor. Sendo
assim, quanto mais alta a freqüência de operação, maior é o consumo e a dissipação de calor. O
problema é que o sinal de clock está sempre ativo. Mesmo que o processador não tenha nada a
processar, os impulsos elétricos continuam sendo enviados.
Os chips assíncronos, por sua vez são capazes de processar dados conforme a necessidade, sem
necessariamente haver sincronismo entre os diferentes componentes do processador. A
economia de energia neste caso é muito grande, pois o chip funciona quando dados para
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processar. Também existe a possibilidade de haver grandes ganhos de desempenho, pois os
componentes internos do processador poderão trabalhar isoladamente à sua capacidade
máxima, sem serem retardados por componentes mais lentos.
Esta é uma idéia que parece maravilhosa no papel, mas é bem mais complicada de colocar em
prática. Em primeiro lugar, como o existe mais o farol do sinal de clock, é preciso projetar o
processador com muito mais cuidado, planejando a forma como os dados trafegarão dentro do
chip, colocar buffers nos locais certos, para que dados não sejam perdidos pela diferença de
velocidade entre os componentes, etc. Enfim, é um mundo novo a ser explorado.
Companhias como a IBM, Intel, Sun e Philips vêm investindo no desenvolvimento de chips
assíncronos, que devem chegar ao mercado nos próximos anos. A Philips por exemplo
desenvolveu um chip assíncrono para o uso em pagers, que consome apenas 1/6 da energia do
modelo tradicional.
:. Chipset
Conjunto de chips. É o principal componente da placa mãe, formado geralmente por dois chips,
contém os controladores de acesso à memória, controladores do barramento IDE, AGP e ISA, e
vários outros componentes essenciais. Alguns chipsets atuais trazem também vídeo e a
mesmo memória cache (como num projeto da micron) embutidos.
:. Choke packet
Este é um tipo especial de pacote de rede, que tem um papel importante na Internet e em
grandes redes. Sempre que um roteador fica congestionado, passa a emitir choke packets para
os principais emissores de dados. Ao receberem os pacotes, os emissores diminuem a
quantidade de dados enviados. Caso o emissor seja outro roteador (repassando dados vindos de
outros pontos da rede) ele poderá procurar também uma rota alternativa para o envio dos
dados.
:. Chorus
Efeito de eco utilizado para melhorar a qualidade do som. Suportado por alguns programas e
aparelhos de som.
:. CI
Circuito integrado, vários componentes que o encontrados na forma de chips, em vários tipos
de placas. O circuito integrado surgiu durante a cada de 60, quando os fabricantes de
transístores perceberam que era possível combinar rios transístores no mesmo Waffer de
silício, formando circuitos completos, ao invés de separar todos os transístores e usá-los um a
um. Naquela época a taxa de aproveitamento dos waffers de silício era muito baixa, de apenas
20% (de cada 5 transístores, apenas um funcionava), daí a dificuldade em fabricar um circuito
com 10 ou 100 transístores sem que nenhum deles apresentasse defeito, o que inutilizaria todo
o CI.
Mas, depois de algum tempo passaram a conseguir produzir waffers de silício de melhor
qualidade, onde apenas algumas áreas do waffer eram defeituosas. Era possível então
aproveitar todos os CIs das partes boas, perdendo apenas os poucos que caíssem nas áreas
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ruins.
:. Cilindro
Um HD armazena os dados em discos magnéticos, chamados de platters. Cada platter tem dois
lados e geralmente os HDs trazem dois ou três platters, totalizando 4 ou 6 lados
respectivamente. Dentro da área de cada platter os dados são organizados na forma de trilhas,
que possuem a forma de círculos concêntricos, como um conjunto de anéis um dentro do outro,
numeradas de 0 ao número de trilhas do HD a partir da trilha mais externa. Cada trilha é
dividida em vários setores, cada um com 512 bytes de dados.
O HD possui uma cabeça de leitura para cada face de disco, mas todas as cabeças estão presas
na mesma peça de metal, o braço de leitura, por isso não possuem movimento independente:
para onde uma vai, todas vão.
que obrigatoriamente todas as trilhas estarão sempre sob a trilha de mesmo número de seu
respectivo disco, passamos a usar o termo cilindro, que corresponde à todas as trilhas de mesmo
número. Por exemplo, o cilindro 0 é formado por todas as trilhas mero 0, em todas as faces de
disco.
:. CIO
Chief Information Officer, diretor de tecnologia e informação. É o responvel pela implantão e
gerenciamento de sistemas. Muitas vezes o CIO também cuida do site de comércio eletrônico da
empresa.
:. CISC
Complex Instruction Set Computer. Computadores que executam diretamente um conjunto
complexo de instruções, como o 486. Os processadores atuais incorporam um núcleo RISC
(Reduced Instruction Set Computer), sendo chamados de híbridos. Veja também: RISC.
:. ClawHammer
Esta será a próxima geração de processadores AMD, um processador de 64 bits. O ClawHammer
será compatível tanto com programas de 64 bits escritos especialmente para ele, quanto com os
programas de 32 bits atuais, graças à sua arquitetura VLIW, capaz de processar várias
instruções como se fossem uma só. O ClawHammer poderá processar duas instruções de 64 bits,
ou quatro instruções de 32 bits por ciclo. Segundo a AMD, o ClawHammer será o processador
destinado ao mercado doméstico mais rápido, tanto ao executar programas de 64 bits, quanto
programas de 32 bits.
:. Clean Room
Sala limpa, um local com temperatura controlada e completamente livre de partículas de poeira,
onde discos rígidos são fabricados, ou onde podem ser abertos para manuteão. Abrir um HD
fora de uma sala limpa condena o equipamento, pois como os discos giram a velocidades
muito altas, qualquer partícula de poeira que entre em contato com uma das cabeças de leitura
é suficiente para causar um bom estrago nos discos magnéticos. O HD continuará funcionando
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mas, poucos minutos depois, começarão a surgir inúmeros setores defeituosos.
:. CLI
Comand Line Interface, ou interface de linha de comando. Este termo é bastante usado em
literatura técnica com relação ao prompt de comando do Linux ou outros sistemas baseados no
Linux. “Down to CLI” por exemplo é uma expressão que diz que a apartir deste ponto o usuário
terá que recorrer à boa e velha linha de comando para configurar alguma faceta do sistema.
:. Cliente
Veja: Guest
:. Clock
Praticamente todos os circuitos eletrônicos utilizam um cristal de quartzo para controlar o fluxo
de sinais elétricos responsáveis pelo seu funcionamento. Cada transístor é como um farol, que
pode estar aberto ou fechado para a passagem de corrente elétrica. Este estado pode alterar o
estado de outros transístores mais adiante, criando o caminho que o sinal de clock irá percorrer
para que cada instrução seja processada. De acordo com o caminho tomado, o sinal irá terminar
num local diferente, gerando um resultado diferente.
Um cristal de quartzo vibra 14.7 milhões de vezes por segundo. A cada pulso do cristal, o
circuito gera um certo número de clocks, de acordo com a sua frequência de operação. Dentro
de cada ciclo de clock deve haver tempo suficiente para que o sinal percorra todo o processador
e todas as operações necesrias sejam concluídas. Existe sempre uma frequência máxima de
operação suportada pelo circuito, determinada pela técnica de produção usada (0.18 ou 0.13
mícron por exemplo), pelo projeto do processador, pelo número de transístores, etc.
Existem processadores capazes de atingir frequências de operação mais altas que outros,
mesmo dentro da mesma técnica de produção. O Pentium 4 por exemplo, graças ao maior
número de estágios de pipeline consegue operar a frequências mais altas que um Athlon
construído na mesma técnica (um Pentium 4 Willamette contra um Athlon Thunderbird por
exemplo), mas em compensão o desempenho por clock não é o mesmo. A 0.18 mícron o
Pentium 4 chegou aos 2.0 GHz, enquanto o Athlon XP chegou apenas aos 1.66 GHz (XP 2000+),
mas apesar disso, o desempenho do Athlon XP por clock é bastante superior.
:. Clone
Um sistema compatível com uma certa arquitetura, mas produzido por outro fabricante. Por
exemplo, durante muito tempo os PCs fabricados pela Compaq, Dell, etc. eram chamados de
"clones" de IBM PC, pois eram compaveis com o IBM PC da IBM. Já existiram também clones de
Macintosh, Macs produzidos por outras empresas sob um licença especial fornecida pela Apple.
Em geral, os fabricantes permitem a fabricão de clones quando desejam tornar seu produto
um padrão de marcado. A IBM foi muito bem sucedida neste sentido, que hoje em dia mais de
90% dos computadores do mundo são PCs. A Apple por outro lado acabou cancelando as
licenças depois de algum tempo, pra evitar que os clones passassem a concorrer com seus
próprios produtos.
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:. Closed Caption
Um recurso suportado pela grande maioria dos aparelhos de TV atuais, que permite inclui
pequenos trechos de texto, transmitidos como parte do sinal televisivo. O texto pode conter
legendas, descrições, ou qualquer outro tipo de informação. A vantagem do uso do closed
caption sobre as legendas é que o texto é transmitido em um canal separado, o faz parte da
imagem. Assim como o SAP, este recurso pode ser ativado ou desativado à gosto do usrio.
Muitos filmes transmitidos na TV aberta podem ser assistidos com áudio original e legendas,
ao serem ativados os dois recursos.
:. Cluster
Um conjunto de setores do HD que são endereçados pelo sistema operacional como uma única
unidadegica. Em outras palavras, um cluster é a menor parcela do HD que pode ser acessada
pelo sistema operacional. Cada cluster tem um endereço único, um arquivo grande é dividido em
vários clusters, mas um cluster não pode conter mais de um arquivo, por menor que seja.
O tamanho de cada cluster varia de acordo com o sistema de arquivos escolhido na formatão
do HD. Usando FAT 16 cada cluster tem até 32 KB, usando FAT 32 cada cluster possui apenas 4
KB. Usando NTFS (o sistema de arquivos utilizado pelo Windows NT e 2000) cada cluster possui
entre 512 bytes e 4 KB, dependendo do tamanho da partição. Quanto menores forem os clusters,
menor será a quantidade de espaço desperdiçada no HD, sobretudo ao gravar vários arquivos
pequenos, que mesmo com apenas 1 byte de tamanho, qualquer arquivo ocupará um cluster
inteiro.
:. Clustering
É o "ato ou efeito" de utilizar vários PCs ligados em rede para formar um cluster, onde todos
passam a se comportar como se fossem um único PC. Os PCs podem ter qualquer configuração
(apesar de o mais comum ser o uso de PCs de configuração igual ou parecida, para evitar que
um PC mais lento possa formar um gargalo para o conjunto) e pode ser utilizada praticamente
qualquer arquitetura de rede, com destaque para as redes Ethernet de 100 megabits ou Gigabit
Ethernet.
Além dos PCs e da rede é necessário algum software que gerencie o cluster. Existem várias
soluções disponíveis, de acordo com a aplicão.
Existem basicamente três aplicões para um cluster. A primeira e provavelmente a mais usada
é a tolerância a falhas, onde temos dois ou mais PCs ligados entre sí. O primeiro PC faz todo o
trabalho enquanto o segundo se limita a manter seus dados atualizados em relação ao primeiro
e a monitorá-lo constantemente. Se o primeiro PC sair do ar por qualquer motivo, o segundo
imediatamente assume suas funções. Esta tecnologia é muito usada em servidores Web e
servidores de banco de dados em Intranets.
A segunda aplicação é o balanceamento de carga, usada principalmente em servidores Web.
Neste caso temos pelo menos três PCs, onde o primeiro recebe todas as requisições e se
encarrega de dividí-las entre os demais PCs. Ao invés de ter apenas um super-servidor
caríssimo, você pode usarrios PCs baratos para fazer o mesmo trabalho.
A terceira aplicação é o processamento paralelo, onde brilham os famosos clusters Beowulf.
Este tipo de cluster é muito útil em aplicações científicas, assim como animações e efeitos
destinados a filmes onde existe um gigantesco volume de dados a ser processado. O trabalho é
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dividido em pequenas partes, processado de forma distribuída e depois o quebra cabeças é
montado, gerando o trabalho final.
Uma arquitetura de cluster mais adaptada ao uso em desktop é o OpenMosix (veja o significado
neste mesmo dicionário).
Uma outra forma de clustering é suportada por alguns no-breaks destinados a servidores, onde
dois aparelhos podem ser ligados para combinar suas capacidades. Dois no-breaks de 2 KVA
podem formar um no-break de 4 KVA e assim por diante.
:. CLV
Constant Linear Velocity, ou velocidade linear constante. Este é o modo de leitura usado por CD-
ROMs antigos, os modelos até 8X e alguns dos de 12X. Nestes modelos a velocidade de rotação
do motor varia de acordo com as trilhas do CD que estão sendo lidas. Como as trilhas externas
são mais longas que as internas (quase o dobro), a velocidade de rotação é mais baixa nas
externas e maior nas internas, mantendo uma taxa de leitura de dados sempre constante. Este
modo de leitura deixou de ser usado a partir dos drives de 16X, pois a velocidade de leitura
passou a ser alta demais para acelerar e desacelerar o motor a todo instante. Entretanto,
existem algumas excessões, como o "True" 72X da Kenwood, onde o CD gira a apenas 12X
(CLV), mas um conjunto de 6 laseres de leitura consegue manter uma velocidade de leitura de
72X. Veja também: CAV
:. CMOS
Complementary Metal Oxide Semiconductor. Uma pequena área de memória volátil, alimentado
por uma bateria, usado para gravar as configurações do Setup da placa e. Em muitas
situações é necessário limpar o CMOS para resetar as informões do setup, caso o usuário
tenha estabelecido uma senha e a tenha esquecido, caso a placa esteja "travada" por ter
escolhido uma frequência de operação muito alta, etc.
Neste caso basta retirar a bateria e usar uma moeda para dar um curto nos contatos por alguns
segundos, ou alterar a posição do jumper "clear CMOS", novamente por alguns segundos.
:. CMYK
Cian, Magenta, Yellow and Black. É um padrão de quatro cores primárias, que combinadas
formam cores ilimitadas. O padrão CMYK é mais usado para impressão em papel, onde 4 cores
de tinta geram uma qualidade final melhor do que apenas 3. Porém, monitores, televisões, etc.
usam o padrão RGB, Red, Green and Blue, onde são usadas apenas três cores. É por isto que
uma mesma imagem vista no monitor apresenta leves alterações na tonalidade das cores ao ser
impressa. Alguns programas gráficos como o Corel Draw incorporam filtros, que tentam mostrar
no monitor a imagem exatamente como será impressa. Além do CMYK e do RGB existem vários
outros padrões de cores, como o Pantone, onde ao invés de termos um certo número de cores
primárias que são combinadas para gerar as demais, temos uma tinta para cada cor que for ser
utilizada na impressão. Isto garante que a cor impressa seja exatamente a mesma que é vista
no mostruário, entretanto o permite usar muitas cores diferentes no mesmo impresso, que
precisaríamos de uma tinta diferente para cada cor.
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:. CNA (Certified Novell Administrator)
Esta é a certificão básica oferecida pela Novell, que comprova que o possuidor é capaz de
administrar pequenas redes locais, crião de logins, mapeamento de unidades de rede,
monitoramento da rede, backup, etc. Para receber o título é necessário fazer apenas o
treinamento Netware Administration da versão corrente do Novel Netware e passar no exame.
Como é uma certificão básica, o único pré-requisito é ter conhecimentos básicos de Windows e
Hardware.
:. CNE (Certified Novell Engineer)
Este é a certificão oferecida pela Novell que vem depois do CNA. Um CNE é qualificado para a
implantão e manutenção de redes Novel, integração com outras redes ou sistemas etc. Esta é
uma certificão bastante trabalhosa e cara, pois é necessário fazer cinco treinamentos e mais
cinco exames.
Entre os treinamentos são obrigatórios o NetWare Administration, NetWare Advanced
Administration, NDS Design & Implementation, Service & Support e mais um treinamento
complementar, que pode ser escolhido entre o Internet Security Management with
BorderManager e o Integrating Netware & Windows NT. Depois de realizado cada treinamento é
necessário fazer o exame correspondente.
:. CNR
Communication and Networking Rise, barramento criado pela Intel, com o objetivo de acomodar
placas de som, modems e placas de rede. Pode ser encontrado em algumas das placas mãe
modernas. Aparece como um pequeno slot marrom na placa mãe, em geral no canto oposto ao
do slot AGP. (Não confundir com AMR). http://developer.intel.com/technology/cnr
:. CNR (2)
Click and Run. Este é um serviço de instalão de programas on-demand oferecido junto com o
Lindows. A idéia é que ao invés de instalar um monte de programas junto com o sistema
operacional, como é comum na maioria das distribuões Linux, o Lindows instala apenas alguns
programas essenciais (como no Windows) e a partir daí o usuário pode instalar apenas os
programas que desejar.
É que entra o Click and Run. Ao invés de ter de ir até o site do desenvolvedor de cada
programa, procurar pela versão compilada para a distribuição utilizada e ainda ter que
eventualmente instalar mais algum pacote necessário ao programa, o usrio simplesmente
clica em um ícone no desktop que o leva a uma página web onde os programas disponíveis estão
divididos por categorias, com explicações e screenshots. Basta clicar no link e o programa
desejado é automaticamente baixado e instalado, sem perguntas.
O diretório de programas contém basicamente os mesmos aplicativos disponíveis em outras
distribuições, como o Gimp, OpenOffice, Netscape, etc. A vantagem é apenas a comodidade que
acaba sempre agradando aos iniciantes.
O Lindows é uma distribuição comercial do Linux, destinado a usrios leigos. Ele pode ser
comprado no site http://www.lindows.com e também vem pré-instalado em alguns modelos de
PCs, como os vendidos pela Microtel (americana). Não existe a opção de baixar o ISO
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gratuitamente como em outras distribuições. A única opção é mesmo comprar o pacote.
:. COAST
Cache On a Stick, módulos de memória cache L2 que podiam ser instalados em algumas placas
mãe antigas, que vinham sem cache embutido, trazendo em seu lugar um encaixe para o
módulo, que era opcional.
:. Cobol
Cobol significa "Common Business Oriented Language". Esta linguagem de programão foi
desenvolvida no final da década de 50, com o objetivo de ser uma plataforma de
desenvolvimento para aplicações bancárias e financeiras em geral. Comparado com o Pascal e o
Assembly, comuns na época, o Cobol é uma linguagem bastante amigável, o que garantiu uma
grande aceitão. Ahoje esta linguagem é usada em muitos sistemas bancários, o que explica
a grande procura por programadores experientes nesta linguagem na época do bug do ano
2000.
:. Code Morphing Software
Este é um sistema, usado no Crusoé, processador desenvolvido pela Transmeta, que converte as
instruções x86 usadas pelos programas nas instruções internamente entendidas pelo
processador. O Code Morphing substitui vários componentes que incham os processadores
atuais, encarregados de converter as instruções nas instruções simples, entendidas pelo
processador, ordenar as instruções, execução especulativa, etc., componentes que num Athlon
correspondem a quase metade dos transístores gastos no processador.
Em outras palavras, o Crus transfere para o software a maior parte das funções que
normalmente seriam executadas por componentes separados do processador. Sem estes
componentes, temos um chip muito menor, mais econômico e muito mais barato. A idéia é
quase tão revolucioria quanto a que criou os processadores RISC a 20 anos atrás. O Code
Morphing permite que o processador tenha uma arquitetura WLIN extremamente eficiente, sem
com isto deixar de ser compatível com os programas atuais, enquanto os demais processadores
do mercado sofrem graças à toda carga de legado necessária a mantê-los compatíveis com os
processadores anteriores.
Apesar do desempenho atual ser inferior aos demais processadores do mercado, o nível de
eficiência é bem maior, permitindo que no futuro surjam versões mais parrudas do Crusoé, com
mais transístores, um consumo elétrico um pouco maior, porém com um desempenho bastante
superior aos atuais.
:. CODEC
É um programa que contém os algoritmos de compactação e descompactação para um
determinado formato de arquivos. O termo é a abreviação de COmpression DECompression, uma
tecnologia qualquer que converte deo e som anagicos em sinais digitais, comprimindo-os a
fim de diminuir o tamanho dos arquivos.
Por exemplo, o Media Player 7 não possui suporte a vídeos em Divx, mas é possível assisti-los
após instalar o Divx CODEC, o programa que adiciona suporte o apenas ao media player, mas
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a outros programas. Em geral, os programas de exibão de vídeo ou áudio vem com CODEC’s
pararios formatos.
:. Código-fonte
O arquivo que contém os comandos e rotinas que formam um programa. Este código é então
compilado, gerando o arquivo binário que será executado. Ao comprar um programa qualquer,
recebemos apenas os binários, que permitem instalar e executar o programa, mas não o código
fonte, que permitiria alte-lo ou entender como ele funciona.
Em programas comerciais, o código fonte é cuidadosamente guardado, mas existe um
movimento crescente de desenvolvimento de softwares livres, onde o código fonte é distribuído
junto com o programa, o que permite a qualquer um com conhecimentos de programação alterá-
lo, corrigir bugs ou adicionar novos recursos, desde que sejam mantidos os créditos para o
criador original. O movimento de software livre inclui o Linux e a maior parte dos aplicativos
desenvolvidos para ele.
:. Colisão de Pacotes
Nas redes Ethernet, existe o famoso problema de colisão de pacotes, que acontece sempre que
duas estões tentam transmitir dados ao mesmo tempo. Antes de transmitir seu pacote, a
estação "escuta" o cabo, para verificar se outra estação já está transmitindo. Caso o cabo esteja
ocupado ela espera, caso esteja livre ela transmite. Como o sinal demora algum tempo para
atingir todas as estações, existe uma possibilidade considerável de que outra estação "escute" o
cabo antes do sinal chegar até ela, pense que o cabo está livre e também transmita dados.
Neste caso os dados colidirão em algum ponto do cabo. A estação que estiver mais próxima, a
primeira a detectar a colisão, emitirá um sinal de alta freqüência que anula todos os sinais que
estiverem trafegando através do cabo e alerta as demais estações sobre o problema. Ao
receberem o sinal, todas as estações param de transmitir dados por um período de tempo
aleatório. Com isto, os dados voltam a ser transmitidos, um pacote por vez.
As colies de pacotes não oferecem perigo à integridade dos dados, mas em compensação
diminuem o desempenho da rede, que a cada colisão fica parada por alguns milessegundos.
Multiplique isso pelas 100 ou 200 estações de uma rede de médio porte e verá o tamanho da dor
de cabeça que isso pode representar.
Para resolver o problema das colisões é possível dividir a rede em vários segmentos, utilizando
bridges ou switchs ou mesmo partir para o uso de roteadores, de acordo com o tamanho da
rede.
:. Color Depth
Profundidade de cor, medida através do mero de bits usados para representar cada ponto da
imagem. Apenas 8 bits por ponto, permitem apenas 256 cores. Este é o color depth adotado pelo
formato GIF por exemplo. Outros formatos, como o JPEG utilizam 24 bits por ponto, o suficiente
para 16 milhões de cores.
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:. Concatenar
Juntar dois arquivos (geralmente dois documentos de texto) num só. No Linux o comando cat é
um exemplo de aplicativo que cumpre esta tarefa, permitindo juntar arquivos, enviá-los para
dispositivos (impressora, disquete, etc.) entre outras utilizadades.
:. CompactFlash
A memória Flash é o meio armazenamento de dados mais usados em câmeras digitais e
handhelds, por consumir pouca energia e permitir a criação de dispositivos bastante compactos.
O formato CompactFlash consiste em pequenos cartões, medindo apenas 3.64 x 4.28 x 0.33
centímetros, que podem armazenar até 512 MB de memória. Existem adaptadores que permitem
instalar estes cartões em slots PCMCIA, comuns nos notebooks.
:. Compilador
Os computadores não entendem nada além de comandos, dados e endereços escritos em
linguagem binária. Mas, qualquer ser humano que se disponha a tentar desenvolver um
programa complexo programando diretamente em linguagem dequina simplesmente vai ficar
louco muito antes de concluir seu trabalho :-)
Para resolver este impasse, surgiram as linguagens de programão, que permitem escrever
programas usando comandos fáceis de lembrar e funções prontas. O compilador é programa
que permite transformar este código escrito na linguagem de programação usada em linguagem
de quina, gerando o binário que pode ser executado. Um exemplo de compilador muito usado
atualmente é o GCC da Free Software Fundation, que possui módulos para compilar programas
de várias linguagens.
:. Compilar
Depois de escrever qualquer programa é preciso compilar o código fonte para gerar o arquivo
binário que poderá finalmente ser executado. Este arquivo birio não pode ser alterado
diretamente (a menos que você seja algum tarado por instruções de máquina), para fazer
qualquer modificação você precisa alterar o código fonte e compila-lo novamente.
Programas escritos em algumas linguagens, como o perl, python e bash não precisam ser
compilados, eles podem ser executados diretamente, pois o código é executado por um
interpretador de comandos e não executado diretamente. Programas escritos nestas linguagens
são chamados de scripts e são geralmente muito mais simples e rápidos de fazer, embora
sempre existam algumas limitações.
:. Compilado dinâmicamente, Compilado estaticamente (dynamic compiled,
estaticaly compiled)
Estes dois termos o muito comuns entre os programas do Linux e referem-se às duas formas
de gerar um pacote instavel.
A primeira forma, e mais simples para quem for instalar é gerar um pacote compilado
estaticamente. Desta forma são incluídos no pacote todos os arquivos e bibliotecas de que o
programa precisa para funcionar. Ele pode rodar em qualquer distribuição Linux, basta
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descompactar o pacote e executar. Isto funciona muito bem com programas como o OpenOffice
e o Mozilla, que utilizam suas próprias bibliotecas gráficas, necessitando de pouca coisa do
sistema de qualquer forma.
O problema dos pacotes compilados estaticamente é que na maioria dos casos os programas
ficam muito maiores que o necesrio. Por exemplo, se existe uma biblioteca de 5 MB que é
utilizada simultâneamente por três programas, de 2 MB cada um. Se os três forem compilados
estaticamente, cada um inclui uma cópia da biblioteca e, ao abrí-los simulneamente a
biblioteca seria carregada três vezes na memória!
Nos programas compilados dinâmicamente todos os arquivos são compilados separadamente, de
forma que uma mesma biblioteca nunca é carregada duas vezes (a não ser em casos raros
quando uma versão antiga é mantida para assegurar compatibilidade com alguns aplicativos).
Isso maximiza o uso do espaço e faz com que o sistema fique muito mais leve e rápido (lembre-
se da biblioteca de 5 MB carregada três vezes na memória...) porém faz com que surjam
problemas de dependências ( o programa x precisa da biblioteca y para funcionar).
As dependências eram uma grande dor de cabeça no passado mas atualmente os gerenciadores
de pacotes são capazes de lidar bem com isso. Ao tentar instalar o programa x ele simplesmente
avisa que se preciso instalar também a biblioteca y e se encarrega de instalar os dois sem
muitas delongas. Às vezes uma certa revolta ter que instalar 10 MB de pacotes por causa de
um programinha de 200 K, mas ainda é muito melhor do que se todos esses pacotes fossem
incluídos diretamente dentro do programinha, deixando-o com 10,2 MB :).
:. Composite Black
Termo relacionado com impressão. O Composite Black, ou preto composto, é obtido através da
mistura das três cores primárias. Este método é usado em algumas impressoras que utilizam
apenas um cartucho colorido, sem tinta preta.
:. Compression
Compressão, técnica usada para diminuir o tamanho dos arquivos de áudio, vídeo e imagens, a
fim de diminuir seu tempo de transmiso via rede ou economizar espaço. Existem tanto
algoritmos que permitem compactação sem perda de qualidade, quanto algoritmos que
sacrificam parte da qualidade a fim de gerar arquivos menores.
:. CompTIA
Computing Technology Industry Association. Esta é uma associão composta por mais de 8000
empresas de tecnologia que têm como principal objetivo criar certificações para os profissionais
da indústria, baseadas nas habilidades necessárias para as empresas. Os testes podem ser feitos
em vários países, inclusive no Brasil e o exigência sica para vários cargos em muitas
empresas. A certificão básica é a A+, que comprova que o candidato domina os
conhecimentos básicos para montar PCs, instalar sistemas operacionais e solucionar problemas.
Esta certificação é apenas o vel básico, depois existe uma série de certificados específicos,
como o Net+, que indica especializão em redes TCP/IP, o Server+, voltado para a
administração de servidores, que inclui tecnologias como SMP, RAID e SAN e o iNet+, que inclui
conhecimentos sobre servidores, protocolos, segurança e aplicativos relacionados à Internet.
Veja mais detalhes em: http://www.comptia.org/
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:. Comutador
Você deve ter ouvido falar que o sistema telefônico atual é "comutado". Isto significa que o
seu telefone esta ligado a uma central, que encaminha suas ligações para o mero apropriado,
estabelecendo a ligação. Ao desligar, a central desfaz a ligão para poder utilizar a mesma
linha em novas ligações. Esta é a função de um comutador, endereçar várias entradas para
várias saídas. Hoje em dia os comutadores o usados em inúmeras aplicações, no próprio
sistema telefônico, em vários tipos de redes de comunicação e até mesmo na forma de
dispositivos muito mais simples, como por exemplo aqueles comutadores para ligar duas
impressoras no mesmo micro, onde mudamos a posição de uma chave para usar uma ou outra.
:. Concurrent PCI
É um recurso que permite que periféricos ISA e PCI instalados na máquina realizem
transferencias de dados simultaneamente. Esta opção aparece no Setup de algumas placas mãe.
Deixa-la ativada representa uma pequena melhora no desempenho.
:. Controlador de memória
Veja: Memory Controller
:. Controller-Based
Este é o antônimo de "Host-Based", ambos os termos se referem a modems. Um modem "Host-
Based" não é nada mais do que um Softmodem ou "WinModem", que utiliza o processamento do
PC onde está espetado (o host no nome) para emular funções que não são executadas pelo
modem. Um modem "Controller-Based" por sua vez é um Hardmodem, que inclui todos os
circuitos necessários e é controlado através de comandos AT.
As principais diferenças entre os dois tipos de modems são:
a) Envio e recebimento de dados: Os hardmodems utilizam uma UART que armazena os dados a
enviar e recebidos de forma que o processador pode transferir os dados em blocos
relativamente grandes, diminuindo o mero de vezes em que o processador precisa parar seu
trabalho. Nos softmodems o processador (ordenado pelo software que emula as funções do
modem) precisa parar a cada poucos bytes a serem enviados ou recebidos
b) Correção de erros: Nos hardmodems o próprio modem verifica os pacotes de dados recebidos
e caso necesrio pede a retransmiso. Nos softmodems tudo é feito pelo processador.
c) Compressão de dados: Para melhorar a velocidade de transmissão (sobretudo ao baixar
arquivos de texto e páginas html) os modens são capazes de comprimir os dados enviados e
descomprimir os recebidos. Os hardmodems incluem circuitos que cuidam desta tarefa. Nos
softmodems tudo é feito pelo software às custas dos ciclos do processador principal.
d) Comandos AT: Nos hardmodems o sistema operacional se comunica com o modem através de
comandos AT para discar, enviar dados, etc. Existem inclusive programas como o minicom
(linux) que permitem controlar diretamente o modem. No caso dos softmodems esta é apenas
mais uma fuão emulada pelo programa.
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Um softmodem consome em média 150 milhões de ciclos de processamento por segundo, o que
equivale a aproximadamente 75 MHz em um processador Pentium ou 50 MHz num processador
Pentium III, Pentium 4 ou Athlon. A diferença é mais perceptível em sistemas como o Windows
95/98/SE/ME que possuem uma multitarefa mais frágil e menor em sistemas modernos como o
Linux e o Windows NT/2000/XP.
Apesar disso os softmodems são mais populares hoje em dia pois custam cerca de 50% menos e
a perda de desempenho é cada vez menos perceptível conforme os processadores ficam mais e
mais rápidos. O principal motivo para evitar os softmodems é a dificuldade em insta-los no
Linux.
:. Cookie
Biscoito em inglês. São pequenos códigos gravados na sua quina quando você acessa
determinados sites. Da próxima vez que voltar ao mesmo o servidor poderá identificá-lo lendo o
Cookie que foi gravado da última vez. Os Cookies podem ser usados para fins úteis, como por
exemplo dispensar vo de digitar username e senha toda vez que acessar o site, mas também
podem ser utilizados para espionar os hábitos de navegação do usrio.
:. Coppermine
Nome código dos processadores Pentium III que trazem cache L2 embutido, operando na
freqüência do processador. Todos os Coppermine são produzidos usando uma técnica de 0.18
mícron e são mais rápidos que os processadores Pentium III antigos, os Katmai, que utilizam
cache externo. O sucessor é o Pentium III Tualatin que utiliza uma técnica de produção de 0.13
mícron e traz 512 KB de cache L2 integrado ao processador.
:. Coppermine 128
Estes são os Celerons produzidos em versões de 533 MHz a 1.0 GHz, que compartilham a
mesma arquitetura do Pentium III Coppermine. Na verdade, os dois processadores são idênticos,
com a diferença de que o Celeron tem metade do seu cache L2 desativado ainda em fábrica,
chegando às nossas mãos com apenas 128 KB, que juntamente com o uso de bus de 66 MHz (ou
100 MHz nas versões de 800 MHz em diante) garante a diferença de desempenho entre os dois
processadores, já que o Pentium III utiliza bus de 00 ou 133 MHz.
:. Covington
Nome código da primeira geração do Celeron, os famosos Celerons sem cache L2, que foram
produzidos apenas em versão de 266 e 300 MHz. a partir daí, todos os modelos do Celeron
trazem 128 KB de cache L2.
:. CPU
Central Processing Unit. Era mais usado na época dos mainframes, o termo mais atual é
processador ou "processor" em Inglês.
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:. CP/M
Control Program for Microprocessors ou Sistema de Controle para Microprocessadores. Este é
considerado o primeiro sistema operacional para computadores pessoais. Foi desenvolvido no
início da década de 70 pela Digital Research e ganhou versões para várias plataformas.
Ironicamente, a Digital Research recusou a proposta de desenvolver uma versão do CP/M para
micros PC. A "miso" foi aceita pela Microsoft, que desenvolveu seu MS-DOS e com ele dominou
o mercado.
:. CPRM
Content Protection for Removable Media. Esta é uma controversa tecnologia, desenvolvida pelo
4C Entity, uma associão originalmente comporta pela Intel, IBM, Matsushita e Toshiba, que
visa impedir a cópia não autorizada de músicas ou outros tipos de conteúdo protegido.
O CPRM é implantado diretamente a nível de hardware, por isso é mais complicado de burlar que
sistemas de proteção implantados via software. Os primeiros alvos são mídias removíveis, como
cartões de memória flash, CDs graváveis, etc. Chegou a ser cogitado o uso do CPRM também em
discos rígidos, mas a repercussão negativa foi tamanha que os fabricantes recuaram. A idéia do
CPRM seria impulsionar o comércio de conteúdo via web, como e-books, musicas e vídeos,
oferecendo aos distribuidores uma garantia de que seu produto não seria copiado, pelo menos
não facilmente. Um dispositivo compatível com o CPRM simplesmente se recusaria a copiar um
arquivo protegido.
É difícil acreditar que esta tecnologia tenha futuro, pois sempre haveriam fabricantes produzindo
dispositivos sem a proteção, devido à grande demanda por parte dos usuários, que não se
curvariam a este controle sem espernear.
:. Computador Quântico
Num processador quântico, temos átomos ao invés de transístores. Ao invés de bits temos bits
quânticos, ou qubits. A idéia fundamental é que num átomo, a rotação de cada elétron
corresponde a um pequeno movimento magnético, que pode ser controlado caso o átomo seja
colocado sobre uma superfície suficientemente senvel
Uma peculiaridade interessante é que enquanto um transístor permite apenas dois estados, ou
seja, ligado ou desligado, cada qubit possui três estados diferentes. Dois estados são
determinados pela rotação dos elétrons (horário ou anti-horário), enquanto o terceiro é uma
característica bastante peculiar dentro do mundo quântico, onde os elétrons podem girar
simulneamente nos dois sentidos. Sim, parece estranho, e é por isso que existem tantos
cientistas pesquisando isso, mas de qualquer forma, combinado com os dois estados anteriores
temos um total de 4 estados possíveis, o que permite que cada qubit processe ou armazene dois
bits simultaneamente.
Isto permite ampliar exponencialmente a capacidade dos processadores quânticos, já que dois
qubits correspondem a 4 bits, 3 qubits correspondem a 8 bits e 5 qubits correspondem a 32 bits.
10 qubits seriam suficientes para 1024 bits, enquanto 20 correspondem a mais de um milhão.
Esta pode ser a grande chave para aumentar de forma inimagivel tanto a potência dos
processadores quanto a capacidade dos dispositivos de armazenamento de memória. Não estou
falando de processadores operando a 100 ou 500 GHz, mas de computadores capazes de
resolver em poucos segundos cálculos que um processador atual demoraria milhões de anos
para resolver.
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Os primeiros computadores quânticos estão entre nós apesar de estarem muito longe de
realizarem as maravilhas que descrevi acima. De fato, a maior conquista até agora foi a de um
grupo de cientistas da IBM e estudantes da universidade de Stanford afirmaram ter conseguido
resolver uma versão simples do algoritmo de Shor, uma fórmula para gerar chaves criptográficas
extremamente difíceis de quebrar, utilizando fatoração de números, onde é preciso um grande
poder de computação para encontrar os fatores, mas uma simples multiplicão para obter o
número original.
O algoritmo simples que conseguiram resolver não é nada mais do que encontrar os fatores do
número 15 (5 e 3). A conquista não tem nenhuma aplicação prática, naturalmente, mas mostra
que os estudos continuam avançando e abre as portas para que algoritmos mais complexos
sejam resolvidos conforme consigam produzir computadores quânticos mais poderosos.
Para solucionar o problema o grupo desenvolveu uma molécula com 7 qubits. Na verdade não foi
usada uma única molécula, mas um tubo cheio (um bilhão de bilhão como divulgado),
manipulada através de um aparelho de ressonância magnética, controlado por um computador
convencional, a mesma técnica que vêm sendo utilizada desde os primeiros experimentos.
Pode demorar 20 anos ou 100 anos, mas com os investimentos que vêm sendo feitos parece
questão de tempo para os computadores quânticos evoluírem a ponto de substituir o silício.
:. Core
Centro ou Núcleo. Em informática, o uso mais comum é em relão ao processador. O "core"
neste caso, é a pequena pastilha de silício que contém todos os transístores. Esta pastilha, que
mede pouco menos de um centímetro quadrado na maioria dos processadores é encapsulada
numa estrutura de cerâmica, metal, plástico, ou mesmo fibra de vidro, formando os
processadores que encontramos à venda.
O termo Core também é usando em relação à arquitetura usada no processador. Por exemplo,
quando alguém fala em "processadores Celeron com core Coppermine" está se referindo aos
Celerons que usam a arquitetura Coppermine, a mesma usada no Pentium III. Existem também
os Celerons com core Deschutes (mais antigos, já descontinuados) e a partir de 2002 teremos os
Celerons baseados no core Tualatin, um projeto mais avançado, que permite produzir
processadores usando transístores de 0.13 mícron, que o mais pidos, consomem menos
energia e são mais baratos de se produzir.
:. Cracker
Existem duas definições diferentes para este termo.
Na primeira, o cracker é um ndalo virtual, alguém que usa seus conhecimentos para invadir
sistemas, quebrar travas e senhas, roubar dados etc. Alguns tentam ganhar dinheiro vendendo
as informações roubadas, outros buscam apenas fama ou divertimento. Na hierarquia Hacker o
Cracker está acima do Lamer (que sabe muito pouco) mas abaixo do Hacker, que é alguém de
mais maturidade, que ao invés de usar seu conhecimento para destruir tudo que pela frente,
o utiliza para construir coisas, desenvolver novos sistemas (principalmente de código aberto)
etc.
Uma segunda definição, mais branda, é alguém que quebra travas de segurança de programas e
algoritmos de encriptação, seja para poder rodar jogos sem o CD-ROM, ou gerar uma chave de
registro falsa para um determinado programa, quebrar as travas anti-cópia usadas em alguns
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softwares, quebrar o sistema de encriptação do DVD (este último realmente importante, pois
permitiu que os usuários do Linux e outros sistemas não Windows pudessem assistir DVDs). Ou
seja, nesta segunda definição o Cracker é alguém na margem da lei, cujas ões ainda são
ilegais, embora muitas vezes eticamente justifiveis (os usuários têm direito a fazer cópias de
CDs legalmente comprados, tem direito de assistir DVDs no Linux e assim por diante).
Veja também: Hacker.
:. Craftworks
Uma distribuão Linux lançada em 1995, voltada principalmente para programadores, incluindo
compiladores de várias linguagens e outras ferramentas. Infelizmente, o Craftworks Linux foi
descontinuado a alguns anos, enquanto estava na versão 2.2.
:. CRC
Cyclical Redundancy Check, um todo de correção de erros, onde é enviada uma quantidade
relativamente grande de dados e em seguida os bits de checagem Encontrado algum erro, todo o
pacote de dados precisa ser retransmitido. É usado em modems e em alguns outros dispositivos.
Um erro de CRC significa justamente que, por qualquer motivo, os dados estão chegando
corrompidos ao destino.
:. Criptografia
Consiste em cifrar um arquivo ou mensagem usando um conjunto de cálculos. O arquivo cifrado
(ou encriptado) torna-se incompreensível até que seja desencriptado. Os cálculos usados para
encriptar ou desencriptar o arquivo são chamados de chaves. Apenas alguém que tenha a chave
poderá ler o arquivo criptografado.
Existem basicamente dois sistemas de uso de chaves. No primeiro são usadas chaves simétricas,
onde as duas partes possuem a mesma chave, usada tanto para encriptar quanto para
desencriptar os arquivos. No segundo sistema temos o uso de duas chaves diferentes, chamadas
de chave pública e chave privada. A chave pública serve apenas para encriptar os dados e pode
ser livremente distribuída, a chave privada por sua vez é a que permite desencriptar os dados.
Neste sistema o usuário A, interessado em enviar um arquivo para o usuário B encriptaria o
arquivo utilizando a chave pública do usuário B, distribuída livremente, e ao receber o arquivo o
usrio B utilizaria sua chave privada, que é secreta para desencriptar o arquivo e ter acesso a
ele. Ninguém mais além do usuário B poderia ter acesso ao arquivo, nem mesmo o usuário A
que o encriptou.
Existem vários veis de criptografia e inclusive sistemas que utilizam vários níveis, encriptando
várias vezes o mesmo arquivo utilizando chaves diferentes. Em geral, quanto mais complexo, for
o sistema, mais seguro.
:. CRO
Este é mais um dos cargos de chefia resumidos a uma sigla de três dígitos. CRO significa Chief
Risk Officer, ou seja, executivo chefe de risco. O CRO é um cargo cada vez mais presente nas
grandes empresas, sua função é avaliar todo tipo de risco que a companhia corre em seus
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diversos negócios, permitindo que os depois executivos tenham uma base mais sólida para
tomar suas decisões.
Por exemplo, abrir uma filial na Colômbia pode a princípio parecer um bom negócio para a
empresa X, devido à uma carência do mercado local, mas um sistema político instável e fatores
como a presença da guerrilha, alto índices de sequestros, etc. podem tornar o negócio inviável. É
o CRO quem avaliaria o nível de risco neste caso.
:. Crosstalk
Interferência causada pela proximidade entre dois circuitos ou cabos, que diminui a distância
que o sinal será capaz de percorrer. Este é um problema grave em todos os sistemas onde são
utilizados vários pares de cabos, como por exemplo nos cabos de rede de par trançado, nos
cabos IDD, etc.
:. Cross Platform (Multiplataforma)
É um software que pode rodar em várias arquiteturas de computadores diferentes, como PCs,
Macs, Alphas, etc. Um exemplo são programas em Java, onde o programa roda sobre um outro
software, a chamada Java Virtual Machine, ou máquina virtual Java. Apenas a JVM muda de um
sistema para outro, o programa em pode ser o mesmo. É por isso que o Java vêm sendo cada
vez mais utilizado em aplicões relacionadas à web.
:. Cross-over
É um tipo de cabo de rede, feito utilizando cabos de par trançado, onde numa das pontas a
posição de dois dos pares de fios é trocada. Com isto, o cabo permite ligar dois micros
diretamente, sem precisar de um Hub. Este tipo de cabo também pode ser utilizado para
interligar dois hubs.
:. CRM
Customer Relationship Management. Um sistema de CRM consiste ao mesmo tempo num
software de banco de dados e uma metodologia a ser seguida pelos funcionários. O objetivo é
reunir informações sobre os clientes da empresa, que permitam traçar estratégias de marketing
mais eficientes, implantar programas de fidelidade, etc.
Através do CRM a empresa pode por exemplo acompanhar os pedidos de cada cliente, e
cruzando estes dados com o poder aquisitivo, escolaridade, etc., descobrir quais são os clientes
com maior possibilidade de comprar novos produtos da empresa e concentrar as campanhas
publicitários neles. As possibilidades o muitas, mas em compensação um sistema de CRM é
muito caro e trabalhoso de implantar, é um investimento que paga-se apenas no longo prazo e
tem uma chance muito grande de não dar em nada.
:. CRT
Catodic Ray Tube, os monitores de raios catódicos, ou seja, que utilizam tubo de imagem, que
ainda são os mais comuns atualmente. Os monitores CRT utilizam uma tecnologia descoberta
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ainda no início do século, mas ao mesmo tempo incorporaram tantos avaos que é impossível
não se surpreender com o nível de qualidade que alcançaram.
O prinpio de funcionamento de um monitor CRT é usar um canhão de elétrons, montado na
parte de trás do tubo de imagem para acender as células de fósforo que compõe a imagem. O
canhão emite elétrons, que possuem carga negativa. Para atraí-los até a parte frontal do tubo é
utilizada uma cinta metálica chamada de anodo, que é carregada com cargas positivas.
Feixe de elétrons
O canhão bombardeia uma a uma as células de fósforos, sempre da esquerda para a direita e de
cima para baixo. Ao bombardear a última célula ele volta à posição inicial e recomeça a
varredura. O mero de vezes por segundo que o canhão é capaz de bombardear a tela é
chamada de taxa de atualização. Para que a imagem seja lida o suficiente para o causar
danos aos olhos a taxa de atualização deve ser de pelo menos 75 Hz (75 vezes por segundo).
Com menos que isto surge o flicker, que ocorre devido à perda de luminosidade das células de
fósforo do monitor. Usando uma taxa de renovação de menos de 75Hz, o tempo que o feixe de
elétrons demora para passar é muito longo, fazendo com que células percam parte do seu brilho,
sendo reacendidas bruscamente na próxima passagem do feixe de elétrons. Isto faz com que as
células pisquem, tornando a imagem instável. Esta instabilidade, além de desconfortável, faz
muito mal aos olhos. Uma taxa de atualização de 75 Hz é considerada o mínimo para manter a
saúde dos seus olhos, mas o ideal é utilizar 85 Hz ou mais.
A taxa de atualização do monitor depende da resolução utilizada. Um monitor de 15 polegadas
recente é geralmente capaz de manter 85 Hz a 800x600 ou 75 Hz a 1024x768. Um monitor de
17 polegadas é capaz de manter 85 Hz a 1024x768, enquanto alguns monitores de 17, como
os da linha Flatron são capazes de manter 85 Hz a 1280 x 1024.
Um detalhe importante é que todos os monitores de CRT são anagicos, que sinais elétricos
de diferentes intensidades controlam o movimento e a potência do feixe de elétrons do monitor.
Os monitores de LCD e outras tecnologias, como os OLED são totalmente digitais, não
possuem mais o problema do flicker, mas em compensação são bem mais caros.
:. Crusoé
Este é o famoso processador de baixo consumo desenvolvido pela Transmeta. Veja também:
Code Morphing
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:. Csel
Cable Select, uma configuração encontrada na maioria dos HDs. Geralmente são três opções:
Master (mestre), Slave (escravo) ou Cable Select.
:. CSMA/CD
Carrier Sense Multiple Access with Collision Detection. Este palavo é o sistema de
gerenciamento de tráfego que garante o funcionamento das redes Ethernet. As redes Ethernet
utilizam uma topologia lógica de barramento, isto significa que mesmo ao utilizar um hub, as
estações comportam-se com se estivessem todas ligadas a um único cabo. Isso simplifica a
transmissão de dados e barateia os equipamentos, mas em compensão traz um grave
problema: as colisões de pacotes que ocorrem sempre que duas (ou mais) estações tentam
transmitir dados ao mesmo tempo.
O sistema CSMA/CD minimiza este problema através de um conjunto de medidas relativamente
simples: Antes de transmitir seu pacote, a estação "escuta" o cabo, para verificar se outra
estação es transmitindo. Caso o cabo esteja ocupado ela espera, caso esteja livre ela
transmite.
Mesmo assim, como o sinal demora algum tempo para atingir todas as estações, existe uma
possibilidade considerável de que outra estação "escute" o cabo antes do sinal chegar até ela,
pense que o cabo está livre e também transmita dados. Neste caso as duas transmissões
colidirão em algum ponto do cabo. A estação que estiver mais próxima, a primeira a detectar a
colisão, emitirá um sinal de alta freqüência que anula todos os sinais que estiverem trafegando
através do cabo e alerta as demais estações sobre o problema. Ao receberem o sinal, todas as
estações param de transmitir dados por um período de tempo aleatório. Com isto, os dados
voltam a ser transmitidos, um pacote por vez.
Graças a este sistema, as colisões causam apenas uma pequena perda de tempo, mas não
causam perda de dados. Porém, como as colisões aumentam junto com o mero de PCs na
rede elas podem tornar-se um problemario em redes com mais de 30 ou 50 PCs. Neste caso é
possível utilizar switchs para dividir o tráfego da rede. Um switch divide a rede em dois (ou
mais) segmentos, diminuindo o número de colisões de pacotes.
:. CTO
Chief Technology Officer ou diretor de tecnologia. Dentro da empresa, é o responsável pelo
desenvolvimento ou adoção de novas tecnologias e desenvolvimento de novos produtos.
:. Cumine
Uma gíria que se refere os processadores Pentium III Coppermine da Intel. O "Copper" no nome
significa cobre, Cu por sua vez é o mbolo do cobre na tabela periódica, daí a substituição para
economizar saliva na hora de falar.
:. Ciphertext
É o contrário de "plain text" ou texto puro quando usado no sentido de transmiso de senhas e
outros dados sigilosos. Alguns protocolos, como por exemplo o FTP e o POP3 (e-mail) utilizam
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até hoje um sistema de autenticação muito simples, onde o login e senha são transmitidos de
forma não encriptada através da rede, como texto puro.
Isso abre brecha para vários tipos de ataque, que qualquer um que consiga interceptar a
transmissão poderá obter os dados sem dificuldade alguma.
Uma das soluções para este tipo de problema é encriptar o texto. Protocolos como o SSH utilizam
um sistema de chaves públicas e privadas para isso. Depois de ser encriptado o texto passa a
ser chamado de Cipheryext, ou texto encriptado.
Agora ele pode até ser capturado, maso fa sentido sem a chave de encriptação apropriada.
Um bloco de texto encriptado com uma chave de 512 bits por exemplo, como a usada pelo SSH
demoraria milhares de anos para ser desencriptado usando um ataque de força bruta. Por outro
lado, chaves mais primitivas, as de 40 bits por exemplo, podem ser quebradas em poucos
minutos.
Apesar disso, um grande número de bits não torna uma chave de encriptação segura, pois em
muitos casos existem brechas que permitem quebra-la com mais facilidade.
Um dos primeiros algoritmos de encriptação conhecidos era usado pelos Romanos e consistia em
simplesmente trocar cada uma das letras das palavras por outra letra diferente, uma técnica que
ficou conhecida como Encriptação de César.
Na Época parecia satisfatório, pois sem computadores parecia ser impossível adivinhar qual letra
correspondia a qual, até que um certo sábio se deu conta que era possível quebrar a chave
procurando pelas letras mais comuns no texto cifrado e comparando-as com as letras mais
usadas nas palavras do dicionário. D em diante tanto as chaves de encriptação, quanto as
técnicas para quebrá-las não pararam de evoluir.
:. CZA
Este será um chip da Via/Cyrix compatível com as placas mãe para Pentium 4, que será
produzido numa técnica de produção de 0.10 mícron. Este processador terá mais estágios de
pipeline, seguindo a idéia do Pentium 4 de realizar menos processamento por ciclo de clock, mas
em compensação ser capaz de operar a frequências mais altas. Graças a isto o CZA será
produzido em versões a partir de 3.0 GHz, mas apenas em 2004.
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- D -
:. DAC
Digital to Analog Converter, o inverso do ADC, refere-se a um dispositivo que transforma um
sinal digital num sinal analógico. É o componente da placa de som responsável por transformar o
sinal digital recebidos do processador no sinal analógico que é enviado para as caixas de som.p
:. Daemon
É um programa que roda em background, sempre pronto para receber solicitações de outros
programas, executar o que foi pedido e retornar uma resposta. O termo Daemon (demônio) vem
da mitologia grega, onde os Daemons são espíritos guardiões. O mbolo do FreeBSD por
exemplo, é um Daemon estilizado.
:. Daisy Wheel Printer
Veja: Impressora de Margarida
:. Darwin
O MacOS X pode ser dividido em duas partes, o Darwin, o sistema operacional em e a
Interface gráfica Aqua, que roda sobre ele. O Darwin é baseado no Free BSD, uma versão open
source do Unix, e é um sistema de código aberto, a interface Aqua, o principal atrativo do MacOS
X por sua vez é propriedade da Apple. O Darwin está disponível para download no site da Apple,
inclusive com os digos fonte. Existe até mesmo uma versão para micros PC, apesar de que
sem a Interface, o Darwin não oferece nenhuma vantagem sobre o FreeBSD ou o Linux.
:. DAT
Originalmente foi um padrão criado para gravar áudio digital, com qualidade de CD em fitas
magnéticas especiais. Em 1988 Sony e HP aperfeoaram o padrão, que passou a ser usado
também para gravar dados nas mesmas fitas. Hoje em dia as fitas DAT ainda são muito
utilizadas para fazer backup, pois são relativamente baratas e armazenam até 40 GB de dados.
:. Data Cache/Instruction Cache
Na maioria dos processadores atuais o cache L1 é dividido em dois blocos, que armazenam
dados e instruções. No Athlon temos 64 KB para dados e mais 64 KB para instruções, no
Pentium III temos 16 KB para dados e 16 KB para instruções e assim por diante. Esta divisão
melhora a velocidade de acesso, pois permite que os dois blocos sejam acessados
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simultaneamente.
:. Data pre-fetch
Este é um recurso suportado por quase todos os processadores atuais, pois permite melhorar
bastante o desempenho do sistema. Fetch significa "trazer". Este é um recurso implantado no
controlador de cache que analisa o código a ser processado e busca na memória RAM os dados
que serão necessários nos próximos ciclos de processamento. Quando o processador realmente
precisa dos dados, estes estão carregados no cache, evitando um lento acesso à memória
RAM. Este recurso é um dos responsáveis pelo impressionante desempenho do cache nos
processadores atuais, apesar do desempenho do data pre-fretch variar bastante entre os
diferentes modelos de processadores. O Athlon XP por exemplo, tem um circuito de data pre-
fetch bastante melhorado em relação ao do Athlon Thunderbird.
:. Data Warehouse
É um mega banco de dados, destinado a armazenar informações sobre os hábitos de consumo
dos clientes de uma determinada empresa, a fim de descobrir formas de aumentar as vendas e
melhorar os serviços. É possível descobrir por exemplo relões entre as vendas de dois ou mais
produtos: que os consumidores que compram sabão OMO são os mesmos que compram creme
dental Sorriso ou outras combinações do gênero. O uso deste tipo de banco de dados é um dos
motivos dos principais supermercados incentivarem os clientes a usarem os cartões oferecidos
pela loja, com descontos, facilidade de pagamento, etc. Quando um cliente compra com o cartão
da loja, é possível identificar a compra no banco de dados, coisa que não é possível no caso dos
clientes que pagam em dinheiro.
:. DC
Direct Current, corrente elétrica que trafega numa única direção, usada por computadores e
dispositivos eletrônicos em geral. Num PC, a fonte de alimentão tem a fuão de converter a
corrente AC (alternada) da tomada na corrente contínua, DC usada pelo equipamento.
:. DDC
Display Data Channel. Este é o padrão desenvolvido pela VESA que possibilitou o surgimento dos
monitores plug-and-play. Enquanto os monitores antigos apenas recebiam os sinais que
representavam as imagens a serem exibidas, como uma impressora, os monitores DDC são
capazes de se comunicar com a placa de vídeo e enviar dados como a marca e modelo, as
resoluções e taxas de atualizão suportadas, etc. É isto que permite que o Windows (e também
o Linux) seja capaz de reconhecer corretamente um novo monitor e mostrar apenas as
resoluções suportadas por ele nas configurações de vídeo.
Naturalmente é preciso que tanto o monitor quanto a placa de vídeo sejam compatíveis com o
DDC. Não adianta querer ligar um monitor VGA mono de 93 numa placa atual, ou um monitor
atual numa Trident 9680 ou outra placa antiga que o recurso não funciona.
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:. DD-CD
Double Density CD, uma tecnologia desenvolvida pela Sony, que consiste em CDs com o dobro
da capacidade, 1.3 GB no total. O DD CD será uma espécie de intermediário entre os CDs
comuns e os DVDs. O grande problema do CD de dupla densidade é que ele não será compatível
com os gravadores e leitores atuais. Apesar dos novos equipamentos, compatíveis como novo
padrão utilizarem basicamente os mesmos componentes dos atuais, o que garante que pelo
menos o custo de produção não será muito mais alto, os interessados em utilizar os CDs de 1.3
GB terão de comprar novos aparelhos.
Como consolo, existirá compatibilidade retroativa, ou seja, um leitor compatível como novo
padrão, lerá também CDs convencionais. Existirão também CDs de 1.3 GB graváveis e
regraváveis, como hoje em dia, mas, novamente, será necessário comprar um gravador que
seja compatível com o padrão. O aumento da capacidade foi conseguido através da diminuão
da largura das trilhas de dados e também do comprimento dos pitches que armazenam dados. A
Sony prometeu finalizar o formato até Setembro (2001), quando as companhias que já o
licenciaram poderão iniciar a produção.
:. DDR
A sigla DDR vem de double data rate. A sigla indica justamente a capacidade das memórias DDR
transmitirem dados duas vezes por ciclo, uma transferência no início do ciclo de clock e uma
segundo transferência no final do pulso. Um módulo DDR de 266 MHz por exemplo, não trabalha
a 266 MHz, mas sim a apenas 133 MHz, entretanto, como são feitas duas transferências por
ciclo, o desempenho é equivalente ao que seria alcançado por um módulo de 266 MHz. Existem
dois tipos de memórias DDR, as PC-1600 e PC-2100, que operam respectivamente a 100 e 133
MHz, sempre com duas transferências por ciclo. Os meros referem-se às capacidades teóricas
de transmiso de dados dos módulos, respectivamente 1600 e 2100 MB/s.
:. DDR II
Serão as sucessoras das memórias DDR. O nome DDR II ainda é provisório, mas as novas
memórias suportarão 4 acessos por ciclo, novamente dobrando a velocidade de transmissão de
dados teórica em relação às memórias DDR. Uma vantagem adicional é que utilizarão uma
voltagem um pouco mais baixa. Enquanto as memórias SDRAM comuns usam voltagem de 3.3 V
e as DDR usam 2.5 V, as DDR II utilizarão apenas 1.8. O padrão ainda está em estágio primário
de desenvolvimento. Os novos módulos devem começar a chegar no mercado apenas em 2003.
Assim como as memórias DDR, as DDR II são baseadas na mesma tecnologia usada a vários
anos nas memórias SDRAM, por isso, produzidos em grande quantidade os módulos não terão
um custo de produção muito mais alto.
:. Debug
Um programa, ou componente de um programa que ajuda o programador a encontrar erros de
programão em seu código ou mesmo em programas desenvolvidos por terceiros. Este era
também um comando do DOS e pode ser usado também como verbo, “to debug”, em relão a
alguém corrigindo erros num programa.
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:. Decompression
Descompressão, o inverso de compressão. Consiste em obter o arquivo original a partir de um
arquivo comprimido.
:. Deerfield
Esta será uma versão de baixo custo do Itanium, baseada no core Madison que será lançada em
2003. O Deerfield terá menos cache L3, ou talvez nenhum (contra os 6 MB do Madison) e
permitirá o uso de apenas dois processadores por placa, mas em compensão será muito mais
barato, destinado a servidores de baixo e médio custo. Mesmo assim, este processador não se
muito interessante para o mercado doméstico, devido à falta de aplicativos de 64 bits compilados
para o conjunto de instruções IA64 da Intel e ao preço bem mais alto que o dos Pentium 4 e
Athlon.
:. Default
Todos os programas oferecem algumas opções de configuração, desde coisas sem muita
importância como ícones e cores, até configurões cruciais de segurança.
Cada um possui suas próprias preferências e necessidades, mas é impossível que o programa
possa vir direto de fábrica configurado de um modo que agrade a todo mundo ao mesmo tempo.
Os programadores tentam então usar opções default (ou padrão) que atendam à maioria das
pessoas, ou simplesmente permitam que o programa "funcione". Usuários mais avaados
podem depois configurar o programa adaptando-o às suas necessidades.
"Default" era o sobrenome do programador Frans que inventou o termo. Como a palavra é
origiria do Francês, o correto é pronunciar "defô" e não "default".
:. Degauss
O magnetismo é o princípio básico de qualquer monitor CRT, onde um conjunto de campos
magnéticos é usado para direcionar o feixe de elétrons que forma a imagem no monitor. Este
feixe passa através da shadow mask, uma chapa de metal perfurada que faz com que o feixe
atinja apenas um conjunto de células de fósforo de cada vez, impedindo que as vizinhas
recebam cargas fora de hora, o que diminuiria a precisão da imagem.
O problema é que outros campos magnéticos próximos, como por exemplo um par de caixas
acústicas sem blindagem muito perto do monitor, podem magnetizar a shadow mask,
distorcendo a imagem. A função Degauss, encontrada em muitos monitores permite
desmagnetizar o monitor sempre que necessário, eliminando o problema.
:. DeMilitarized Zone (DMZ)
Implantar um firewall, com regras gidas de segurança e que não permita que as máquinas da
rede sejam acessadas por máquinas remotas é uma grande conquista em termos de segurança.
Mas, muitas vezes, algumas máquinas da rede precisam receber acessos externos. É o caso de
servidores SMTP, servidores Web ou, numa rede mais doméstica, máquinas usadas para jogos
multiplayer via Web. Para permitir que estas máquinas possam desempenhar suas funções, mas
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que ao mesmo tempo o restante da rede continue protegida, muitos firewalls oferecem a opção
de criar uma zona onde a vigilância é mais fraca, a DMZ ou DeMilitarized Zone. Em geral é
necessário especificar uma faixa de endereços IP, ou informar diretamente os endereços das
máquinas que devem ser incluídas na zona.
O firewall passa então a permitir que estas máquinas recebam acesos externos, mantendo a
vigincia sobre as demais máquinas da rede.
:. Demo
Demonstration ou demonstração. Um programa que vem com apenas algumas funções
habilitadas. Serve para que os interessados possam ter uma idéia das funções do programa
antes de comprá-lo.
:. Dependency hell
Este é um termo pejorativo usado no mundo Linux, uma espécie de primo da "DLL Hell" do
Windows. Desde as fases embrionárias do desenvolvimento do sistema, existe uma grande
colaborão entre os desenvolvedores dos diferentes programas que formam o que conhecemos
como "Linux". Isto faz com que exista uma tendência ao reaproveitamento de código e funções.
Por exemplo, digamos que você queira desenvolver um programa que funcione como um
ambiente de rede, similar ao incldo no Explorer do Windows. Você até poderia tentar
desenvolver o programa do zero, mas seria muito mais simples fazer com que ele simplesmente
se integrasse ao smb-client, que oferece todas as fuões para enxergar e acessar os
compartilhamentos. Assim você poderia se concentrar na interface e funcionalidade do
programa ao invés de reinventar o que existe. É justamente por isso que temos um número
tão grande de programas open source, você pode ir direto para a parte "divertida" da coisa.
O lado ruim é que para usar o seu programa o usuário precisará ter também o smb-client
instalado no sistema. Antigamente isso era um problema, pois o usuário tinha que saber quais
pacotes eram necessários para um certo programa e instalar tudo manualmente antes d poder
utilizá-lo. Em alguns casos um programa precisava de outro, que precisava de outro, criando
uma corrente aparentemente sem fim.
Felizmente este problema foi solucionado na maioria das distribuições. No Debian e derivados
temos o apt-get, o Mandrake temos o urpmi, no Conectiva temos o synaptic e assim por diante.
Estes gerenciadores de pacotes são "inteligentes" pois mantém um banco de dados com todos os
pacotes disponíveis e através dele sabem de quais outros pacotes um determinado programa
precisa.
Assim, ao instalar o Evolution por exemplo, ele verificará se você já tem todos os outros pacotes
necessários e, caso não tenha, se oferece para instalar tudo automaticamente pra você, como
se eles fizessem parte do programa.
:. Deschutes
Foi a segunda geração de processadores Pentium II, produzidos usando uma técnica de 0.25
mícron. Esta segunda geração inclui todos os Pentium II acima de 300 MHz. Tanto os
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processadores Pentium II Klamath, quanto os Deschutes possuem as mesmas características: o
formato de cartucho, os mesmos 512 KB de cache half-speed, etc., o que muda é apenas a
técnica de produção e as frequências de operação. O Pentium II com core Deschutes existiu em
versão de até 450 MHz, quando foi substituído pelo Pentium III com core Katmai. Veja também:
Klamath, Katmai.
:. Desk-in PC (ou Desk PC)
Um "desktop" é um PC desenvolvido para ser usado sobre uma mesa, com teclado, mouse, etc.
Este é o formato de PC que utilizamos a mais de 20 anos, desafiado apenas pelos notebooks,
com suas vantagens e desvantagens. Os desk-ins são PCs que vão literalmente "dentro" da
mesa. A placa mãe e outros componentes, junto com o monitor, teclado e mouseo adaptados
de forma a fazerem parte do próprio móvel. Algumas vantagens são o fato da dissipão do
calor ser mais cil, já que o espaço dedicado à placa mãe pode ser maior que o de um gabinete
tradicional, e a possibilidade de criar aplicões mais amigáveis para usrios leigos. Por
exemplo, um monitor sensível ao toque poderia ser adaptado numa posição que lembrasse a de
uma prancheta sobre a mesa.
:. Desknote
Este é um conceito de computador portátil, originalmente introduzido pela ECS, com seus
desknotes da linha I-Buddie. Um desknote é um notebook um pouco maior que a média,
construído usando placas mãe, processadores e a maior quantidade possível de componentes
disponíveis para micros de mesa, evitando os caríssimos componentes destinados a notebooks.
Os slots PC-Card foram dispensados, em favor do modem e rede onboard e das portas USB e até
mesmo a bateria passou a ser externa e vendida separadamente, de forma a aumentar o espaço
interno e diminuir o custo.
Mesmo tendo que utilizar HDs de 2.5", CD-ROMs (ou DVD) e telas de LCD, os desknotes são
substancialmente mais baratos que um notebook tradicional da mesma configurão. Por
exemplo, no início de setembro de 2002 os desknotes mais simples, baseados no Via C3 podem
ser encontrados por menos de R$ 2.500, enquanto os notebooks mais baratos, baseados no
Celerono saem por menos de R$ 4.000.
Os desknotes são destinados principalmente a quem pretende usá-los primariamente como
micros desktops, mas sem abrir mão de uma dose de portabilidade. Eles são um pouco
impráticos para quem precisa transportar o computador de um lado para o outro, não apenas
pelas dimensões e peso generosos, mas também pelo uso da bateria externa.
:. Developer
Desenvolvedor. Usado em relão a pessoas ou empresas que desenvolvem aplicativos, drivers
ou mesmo componentes como processadores, placas mãe, etc.
:. Device Driver
Veja: Driver de dispositivo
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:. DHCP
Numa rede que use o protocolo TCP/IP, é possível fazer com que os hosts da rede obtenham
automaticamente seus endereços IP, assim como sua configuração de scara de sub-rede e
defaut gateway, ao invés de configurar manualmente os endereços IP usados por cada máquina.
Isto torna mais cil a tarefa de manter a rede e acaba com a possibilidade de erros na
configuração manual dos endereços IP.
Para utilizar este recurso, é preciso implantar um servidor de DHCP na rede. A menos que sua
rede seja muito grande, não é preciso usar um servidor dedicado para isso: você pode
outorgar mais esta tarefa para um servidor de arquivos, por exemplo. O serviço de servidor
DHCP pode ser instalado apenas em sistemas destinados a servidores de rede, como o Windows
NT Server, Windows 2000 Server, Novell Netware 4.11 (ou superior) e Linux. O internet
Conection Sharing do Windows 98 ou 2000 Professional também pode ser usado como um
servidor DHCP simples, capaz de gerenciar até 254 máquinas.
:. Dhrystone
Este é um benchmark simples para medir o desempenho do processador em inteiros,
desenvolvido em 1984. O programa simula chamadas de sistema e operações de leitura e escrita
de dados. Vários programas de benchmark atuais entre eles o Sisoft Sandra trazem este
benchmark como um dos testes. O resultado indica o mero de vezes por segundo que o
processador é capaz de executar o conjunto de instruções.
Como os processadores atuais são capazes de executar várias instruções por ciclo e dependem
muito da velocidade e quantidade de cache, o desempenho varia muito de acordo com o
aplicativo. Por isso, o resultado obtido pelo processador no Dhrystone serve apenas como uma
referência de desempenho bruto, que não indica necessariamente o desempenho do processador
em aplicativos reais.
:. Dial-Up
Acesso discado (usando um modem e uma linha telefônica) a uma rede qualquer ou à Internet.
:. Die Size
O Die é o núcleo do processador, o waffer de silício que depois é encapsulado, formando o
processador que encontramos à venda. O formato do encapsulamento pode variar de acordo com
o projeto do fabricante. Temos desde mastodontes como os Pentium II slot 1 até processadores
muito pequenos, como por exemplo os Pentium 4 soquete 478.
Mas, o processador em é sempre muito pequeno, medindo pouco mais de um centímetro
quadrado, ou muitas vezes nem isso. O die size indica justamente o tamanho "real" do
processador, geralmente medido em mimetros quadrados. Um Athlon Thunderbird mede 120
milímetros, um Pentium 4 Willamette mede 217 milímetros, um Cyrix C3 (o menorzinho da
turma) mede 65 mimetros e assim por diante. Como os fabricantes utilizam waffers de silício de
20 ou 30 centímetros de diâmetro, que o usados para construir vários processadores, quanto
menor o processador, menor é seu custo de produção, pois o fabricante pode produzir mais
unidades em cada waffer. <img src=”die_size.jpg”>
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:. Dicionáriocnico de Informática 3ed. – Carlos E. Morimoto - http://www.guiadohardware.net
Die do processador
:. DIMM
Double Inline Memory Mode. Os módulos de memória de 168 vias usados atualmente. Ao
contrario dos módulos SIMM de 30 e 72 vias, os módulos DIMM possuem contatos em ambos os
lados do módulo, o que justifica seu nome, "Double In Line Memory Module" ou "módulo de
memória com duas linhas de contato".
Os módulos DIMM trabalham com palavras binárias de 64 bits, um único módulo é suficiente
para preencher um banco de memória em um micro Pentium ou superior, dispensando seu uso
em pares. Caso você deseje instalar 64 MB de memória em um Pentium II, por exemplo, se
preciso comprar apenas um único módulo DIMM de 64 MB. Os módulos DIMM de 168 vias são os
únicos fabricados atualmente. Você dificilmente encontra módulos de 72 vias, ou placas mãe
novas que os suportem à venda, apenas compone