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Os limites sugeridos por EBLE & FEATHERS (1992) e comparações entre os
valores destes parâmetros na água de reposição e na água de purga permitiram estimar o
número de ciclos de concentração para cada espécie química, na água de reposição, e
comparar estes resultados com os valores atualmente praticados na Petrobras/ Reduc.
Tabela 9. Qualidade da água de purga das unidades de resfriamento. Valores em ppm.
Parâmetros pH Turbidez Alcal. Dur-Ca Cl
–1
Sílica Fe –T Cond.
U-1360 – Ponto I.
Máxima 8,0 56,7 64,8 36,8 78,2 35,1 2,9 615,6
Mínima 6,2 17,0 24,4 16,6 40,1 25,5 1,3 300,5
Média 7,54 28,9 38,3 25,1 56,8 31,4 1,9 446,5
U-1360 – Ponto II.
Máxima 8,1 56,3 71,7 35,2 64,5 35,2 2,8 613,4
Mínima 7,02, 16,7 24,5 16,8 39,8 27,9 1,3 298,7
Média 28,4 44,0 25,2 56,7 31,2 1,9 449,8
U-1361
Máxima 8,0 53,0 66,9 38,5 98,7 40,3 3,1 543,9
Mínima 6,1 17,4 24,1 15,3 44,4 28,3 1,1 310,5
Média 7,5 27,1 45,1 24,7 59,2 33,8 1,7 396,0
Fonte: Dados fornecidos pela empresa que realiza o tratamento de águas da
Petrobras/Reduc.
O número de ciclos de concentração, como comentado anteriormente, permite
avaliar a qualidade da água e quantas vezes ela re-circula nas unidades de resfriamento.
Talvez seja um dos parâmetros mais importantes para avaliação da qualidade de águas de
resfriamento em indústrias que empregam unidades de resfriamento à água. Ele é
calculado pela relação entre a concentração de uma dada espécie química na água de
circulação (C
L
) e a concentração desta espécie química na água de reposição (C
R
) e
permite estimar quanto determinada água é concentrada no sistema ao longo do tempo
(Equação 4).
(4)
R
C
L
C
ciclos de Número
=