24,5% para 7,7%; na região Nordeste, de 27,0% para 8,3%; na região Sudeste, de 13,0% para
4,7%; na região Sul, de 11,7% para 2,0% e na região Centro-Oeste, de 13,3% para 5,6%.
8
Apesar destes progressos a desnutrição continua sendo um problema de saúde pública nos
países em desenvolvimento, onde o número de crianças desnutridas em 2000 foi estimado em 149
milhões.
9
Nestes, das cerca de 12 milhões de mortes de menores de cinco anos registradas por
ano, aproximadamente 7 milhões podem estar relacionadas direta ou indiretamente à
desnutrição.
7
Em trabalho realizado em 1997, no qual foram estudadas 7.511 crianças menores de cinco
anos, utilizando dados da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição, Rissin encontrou para o Brasil
21,8% de crianças classificadas abaixo do percentil 10 para o índice peso/idade, 9,1% abaixo do
percentil 3 (desnutrição moderada e grave). Ao se utilizar como ponto de corte o percentil 10, o
Nordeste apareceu como a região de maior prevalência da desnutrição (33,3%), seguido da região
Norte com 27,9%. Já em relação ao índice altura/idade, 31,6% das crianças de todas as regiões
foram classificadas abaixo do percentil 10 do padrão NCHS, 18,6% abaixo do percentil 3
(nanismo grave). Novamente as regiões Nordeste e Norte apresentaram os maiores índices de
prevalência de déficit estatural, 30,0% e 24,1%, respectivamente. A avaliação do índice
peso/altura evidenciou 7,4% de crianças abaixo do percentil 10, para o total do país, 3,0% abaixo
do percentil 3.
10
Em Pernambuco foram encontradas 4,9% de crianças com desnutrição moderada, ao se
utilizar o ponto de corte abaixo de menos 2 desvios-padrão para a relação peso/idade, enquanto
que de acordo com os índices altura/idade e peso/altura , esta prevalência foi de 12,1% e 1,8%,
respectivamente, segundo dados da II Pesquisa Estadual de Saúde e Nutrição, realizada em
1997.
11
Já segundo pesquisa realizada em relação à saúde materno-infantil no estado de
Pernambuco, publicada em 2000, de 385 crianças estudadas 13,8% estavam abaixo do percentil