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AGRADEÇO...
À minha mãe, Alda Maria Neves de Oliveira, pelo amor que me disponibilizou ao
longo da minha vida até aqui.
Ao meu pai, Valmir Andrade de Oliveira, por me incentivar a buscar “a verdade” em
tempos de lutas.
Aos meus irmãos, Carine, Xandy, Lizi e Naty que me ensinam na prática o que
significa relacionamento.
À minha vó, Lourdes Andrade de Oliveira, pelas palavras de sabedoria com que me
confortou desde a infância diante das difíceis condições de vida impostas a homens e
mulheres como os de nossa família.
À minha tia, Vânia Lúcia Andrade de Oliveira, por alimentar a esperança de dias
melhores com leituras de singeleza infantil.
Ao meu querido amigo e companheiro, Marion Cunha Machado, que em “passos de
amizade”, relembrou-me os sentidos da amizade, do anima e da pesquisa academica.
Aos meus amigos, professores e alunos da Earte, Alexandre, Maine, Karine e
Gustavo, Luiz André, Magáli, Daniel e Gabi, Fábio e Daiane, Carlos, Lina, Tutu, Josué,
André e Lucas, Thiago, Kiss, Jerônimo, Mari e Marcelo Alegria que, em gestos simples, me
mostram cada dia a arte e a música de formas diferentes.
À professora Carmem Bezerra Machado, pelos diálogos atentos sobre questões que
extrapolavam o contexto acadêmico e o exemplo de humanidade com a qual me acolheu e
ensinou durante os momentos que compartilhamos na FACEd.
Aos amigos da SOGIPA: Milton Quintana, Luiz, Fabiano Ávila “Pudim”, Dalvane,
Ruan, Luiz Fernando, Daniel, Ioran e Lucas “Das Tamanca”, sobreviventes que me motivam
a lutar pela existência humana.
Ao amigo Léo Ribas, por sua humanidade na luta por condições melhores para os
sujeitos-atletas no atletismo e por alterar minha trajetória de vida.
Aos meus colegas de orientação: Michelle, Denise Ceroni e Denise Buratto, Carol,
Patrícia e Anne, que com seus questionamentos me ajudaram e apoiaram no
desenvolvimento do trabalho.
Aos meus colegas e amigos da FACEd: Júlio, Mari, Déia, Fernanda, Claudete,
Gregório, Elen, Grazzi, Paola, Paloma, pelas longas conversas e discussões em lazeres
casuais.
Ao meu querido orientador e professor, Johannes Doll, que além de aceitar o desafio
de orientar, me fez compreender a importância da tolerância como princípio da prática
docente dentre muitos outros ensinamentos. Para mim, um exemplo raro.