
Em 1989, a Escola Paulista de Medicina contribui com 2.8% de
todos os alunos vinculados naquelas áreas em todo o país e 3.9% dos
que se graduaram.
Nos cursos de doutorado, a contribuição é ainda mais expres-
siva, corresponde a 3.1% dos vinculados e 7.1% dos graduados.
0 rendimento dos cursos da Escola Paulista de Medicina está
acima da média nacional, a julgar-se pela relação entre alunos vincula
dos/titulados, sendo 16.2% versus 13.8% nos mestrados e de 23.1% ver-
sus 9.8% nos doutorados, respectivamente no país e na Escola Paulista
de Medicina, em 1989.
A excelência dos cursos de pós-graduação na Escola Paulista
de Medicina reflete-se, igualmente, nos conceitos dos mestrados e Dou-
torados na área médica (atualmente, dos 26 mestrados nas áreas médica
e para-médica há 18 com conceito A e 8 com conceito B; dos 25 doutoran-
dos, 16 têm conceito A, 8 conceito B e l conceito C).
A contribuição dos cursos da Escola Paulista de Medicina, aos
objetivos do Sistema de pós-graduação no país,está espelhada nos núme-
ros referentes à origem dos mestres e doutores formados.
Realmente, 64.9% dos mestres formados na Escola Paulista de
Medicina, até o momento, na área médica, eram provenientes de outras
instituições.
Quanto aos doutores, 59.4% provinham de outras instituições.
Estes dados demonstram que a Escola Paulista de Medicina con-
tribui importantemente para a capacitação de docentes e inúmeras insti-
tuições de ensino superior do país.
Dentro deste contexto é que procuramos julgar o pedido de re-
credenciamento do curso de pós-graduação em cirurgia cardiovascular (
mestrado e doutorado) com referência aos anos de 1986-199 0.
Comparando as condições de funcionamento atual e as aprecia-
das no relatório da Comissão que recomendou e recredenciamento dos cur-
sos em 1985, Verifica-se que as mesmas mantém-se dentro dos mesmos pa-
drões de excelência, havendo, em certos aspectos, aperfeiçoamento, de
corrente da experiência prévia.
Devemos notar os seguintes tópicos, em relação às condições
de 1985.