Download PDF
ads:
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA
CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO
INTERESSADO/MANTENEDORA
Universidade de Ijuí - RS
UF
ASSUNTO
Reconhecimento do curso de Agronomia
RELATOR: SR CONS SANCHOTENE FELICE
PARECER N.° 641-93
CÂMARA OU COMISSÃO
CESu
I - RELATÓRIO
APROVADO EM
23000.005154/93-57
A Universidade de Ijuí, Instituição cie Direito Privado, re_
conhecida pela Portaria ministerial n° 497, de 28/06/85, com sede no Muni-
cípio de Ijuí, Rio Grande do Sul, requer o Reconhecimento do seu curso de
Agronomia, criado pelo Conselho Universitário em dezembro de 1987, com seu
1° Vestibular realizado em julho de 1988, com 50 vagas
A Entidade é sólida, com atuação em todas as áreas, e cer-
ca de 5.000 alunos matriculados em seus cursos de graduação e pós-gradua-
ção . Realiza importantes projetos de Pesquisa e Extensão.
A UNIJUT está organizada em forma de Universidade Regio-
nal Multi-Campi, no noroeste gaúcho, com Projeto recentemente aprovado
por este CFE.
A Comissão Verificadora, com vistas ao reconhecimento, foi
composta pelos Professores Doutores Luiz Renato D'Agostini e Zeferino Pedro
Sachet, ambos da Universidade Federal de Santa Catarina, designados pela
Portaria de 30 de Julho de 1993, da Secretaria de Educação Superior do
MEC (Diário Oficial da União de 01 de julho de 1993).
Síntese do Relatório de Verificação
Na avalição desta Comissão Verificadora, entende-se que:
a) as condições para o funcionamento do Curso de Agrono-
mia/UNIJUIo suficiente
s;
ads:
Livros Grátis
http://www.livrosgratis.com.br
Milhares de livros grátis para download.
b) a estrutura Curricular atende a legislação e constitui proposi-
ção pedagógica recomendável;
c) a estrutura física e de equipamentoo muito boas se conside-
rados o estágio e tempo de implantação do Curso;
d) o corpo docente, atua de forma participativa e tem formação aca
dêmica compatível com a proposição curricular, ainda que em reduzido número com dedi_
cação exclusiva;
e) o estudante formando manifesta visão crítica, seja quanto a as-
pectos técnicos, seja quanto a aspectos sociais;
f) a biblioteca merece preocupação quanto ao número de Títulos .
I - APRESENTAÇÃO DA FIDENE/UNIJUÍ
1 - A FIDENE - Fundação de Integração, Desenvolvimento e Educa-
ção do Noroeste do Estado
A Fundação de Integração, Desenvolvimento e Educação do
Noroeste do Estado - FIDENE é uma instituição de caráter técnico,
educativo e cultural, com fins filantrópicos, reconhecida como de
utilidade pública federal, estadual e municipal. Está registrada no
Conselho Nacional de Serviço Social e na Secretaria do Trabalho e
Ação Social do Estado, tendo sido aprovados seus estatutos pela
Procuradoria Geral da Justiça do Estado em 1969.
Como fundação, a FIDENE serve a tais objetivos,o tem
caráter lucrativo e, como pessoa jurídica de direito privado,o é
vinculada a pessoas ou grupos, ou seja,o tem proprietários.
Geograficamente localizada na Região Noroeste do Estado do
Rio Grande do Sul - Brasil - tem como sede o município de Ijuí .
A Instituição tem origem no ano de 1957, com a criação da
FAFI (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ijuí), a primeira
Instituição de Ensino Superior na região, mantida na época pela
ads:
Sociedade Literáriao Boaventura, da Ordem dos Frades Menores
Capuchinhos.
Com base no patrimônio da FAFI é criada a FIDENE, em 1969,
Por decisão de 53 municípios da região Noroeste do Estado.
A criação da FIDENE deu-se, assim, com grande respaldo,
legitimando-a a ser um órgão apto a coordenar o desenvolvimento
regional e promover a educação e a cultura.
Hoje, os municípios filiados à FIDENEo os seguintes:
Santo Augusto, Ijuí, Ajuricaba, Braga, Chiapetta, Panambi, Santa
Rosa, Três de Maio, Santo Cristo, Dr. Maurício Cardoso, Horizontina,
Três Passos, Tuparendi, Augusto Pestana e Campo Novo.
Atualmente, a FIDENE congrega 4 mantidas : Museu
Antropológico Diretor Pestana; Livraria UNIJUÍ Editora; Escola de 1º
e 2º Graus Francisco de Assis e Universidade de Ijuí.
A Fundação encontra-se com regime jurídico, a situação
fiscal e para-fiscal, regularidade contábil e as demais relações com
as mantidas em estado de normalidade.
2 - A Universidade de Ijuí - UNIJUÍ
Reconhecida em 28 de junho de 1985, pela Portaria
Ministerial n° 497, a Universidade de Ijuí - UNIJUÍ, tem marcado sua
presença na região Noroeste do Estado atuando através de suas três
funções básicas: o ensino, a pesquisa e a extensão, fazendo-a de
forma integrada através de objetivos gerais comuns. É uma entidade
tem fins lucrativos, mantida pela comunidade estudantil, subvenções
governamentais e organismos internacionais. Sua gestão dá-se de
forma democrática através de Conselhos representativos das
comunidades que a compõem.
A ÜNIJUÍ mantém, além do campus sede, em Ijul, mais três
campi universitários, localizados em Panambí, Santa Rosa e Três
Passos .
V
a) Ensino
As principais áreas do saber em torno das quais a
Universidade de Ijui atua são:
. Ciências Exatas e Naturais;
. Tecnologia;
. Saúde;
. Ciências Sociais Aplicadas;
. Ciências Humanas e Sociais;
. Educação.
0 ensino de graduação nos Campi é a atividade mais intensa
e está sendo ministrado através de 20 Cursos de graduação e 4 Cursos
de pós-graduação lato-sensu. No 2º semestre de 1992 havia 4.767
alunos matriculados.
Os cursos de graduação cobrem praticamente todas as
licenciaturas (formação de professores), constando de Ciências com
habilitações em Matemática, Física, Química e Biologia, Filosofia,
Geografia, História, Letras e Pedagogia nas Habilitações Pré-
Escolar, Séries Iniciais e Magistério. A UNIJÜÍ oferece também
cursos de bacharelado nas seguintes modalidades: Enfermagem e
c) Extensão
A extensão é vista pela Universidade como uma das dimensões
do seu trabalho, interagindo com o ensino e a pesquisa. Esta
dimensão é assumida num trabalho de integração da Universidade com
os seus parceiros e colaboradores no desenvolvimento de projetos de
interesse mútuo.
As principais áreas onde se desenvolvem trabalhos de
extensão são: metodologias para o ensino de 1º e 2º graus, saúde
comunitária e preventiva, administração e economia rural,
cooperativismo, agropecuária e desenvolvimento municipal e
empresarial. No período 85/90 estes trabalhos atingiram,
diretamente, 400 mil pessoas aproximadamente.
d) Infraestrutwra de recursos técnicos e humanos
Para um eficiente desempenho de suas atividades básicas a
UNIJUÍ mantém como apoio:
- Biblioteca Central, com expressivo acervo de 85.835
títulos, correspondendo a 47.611 títulos, além de mapas, materiais
multimeio (audiovisuais, documentários, entre outros), documentos e
2.063 volumes de periódicos
- Sistema de Informações Básicas - SIB - com o objetivo de
armazenar informações a respeito da área de atuação da UNIJUÍ
referente à demografia, educação, saúde, indústria e comércio,
agropecuária e economia, para o desenvolvimento das atividades de
ensino, pesquisa e extensão.
- Laboratórios de física, química, biologia, enfermagem,
matemática, Informática, engenharia elétrica- eletrônica, metal-
mecânica, nutrição e ciências agrárias.
- Recursos humanos, conforme a Tabela I.
e) Convênios e Intercâmbios
A FIDENE/UNIJUÍ mantém diversos acordos de cooperação
cultural e cientifica com vários órgãos Públicos governamentais e
o -governamentais, internacionais, federais estaduais e
municipais; Instituições de Ensino Superior; Prefeituras e
Secretarias Municipais; Associações Comerciais e Industriais;
Movimentos Sociais Organizados, etc.
Tabela I - Recursos Humanos
PROFESSORES
TITULAÇÃO/
REGIME DE
TRABALHO
TEMPO INT.
TEMPO PARCIAL
HORA AULA
BOLSISTAS
TOTAL
GRAD.
08
04
52
-
64
ESPEC
34
33
70
07
137
MSDO
23
03
03
24
53
MS
55
05
15
02
77
DRDO
04
-
-
08
12
DOUTOR
1 1
-
-
01
12
TOTAL
135
45
140
36
356
FUNCIONÁRIOS NÚMERO
TEMPO INTEGRAL
SEMI INTEGRAL
TOTAL
212
18
230
Fonte: Pró-Reitoria de Ensino e Setor de Recursos Humanos -
Novembro/92
3. Compromisso Institucional
A FIDENE/UNIJUl, enquanto Instituição Regional, legitima e
competente para contribuir à organização e articulação do processo
de desenvolvimento, tem como compromisso:
- a produção e divulgação de novos conhecimentos a partir
do saber particularizado e localizado das pessoas e grupos;
- situar-se em seu meio, construindo-se nele e a partir
dele, tendo em vista a realidade local e regional, seus grupos
humanos e organizações, seus problemas e possibilidades, anseios e
demandas;
- capacitar, pelo ensino, os quadros profissionais exigidos
pelo desenvolvimento da região e, pela extensão universitária, a sua
atuação integrada, como compromisso político;
- buscar, através da pesquisa em estreita conexão com o en-
sino e a extensão, a compreensão das determinações sociais presentes
e das condições de superação dos entraves ao desenvolvimento.
II - A REFIÃO DE ABRANGÊNCIA DA UNIJUÍ
1. Ijul e sua região
A região de abrangência da UNIJUÍ, situa-se no noroeste do
Estado do Rio Grande do Sul .
0 Estado do Rio Grande do Sul tem uma superfície de
267.528 km
2
. A região UNIJUÍ representa 20% desta superfície. A
população total em 1980 é de 7.773.837 habitantes para o estado e de
1.382.973 para a região, o que representa 17,8% da população
estadual (IBGE, 1980).
A população desta região se constitui, em sua maioria, de
descendentes dos antigos imigrantes europeus (alemães, italianos,
poloneses,...) que, desde o século passado, chegaram ao Rio Grande
do Sul. A base econômica desta ocupação é a pequena propriedade
rural, dedicada a uma agricultura diversificada, realizada à base do
trabalho familiar. Juntamente com esta atividade predominante
compõem o quadro regional de algumas áreas de ocupação mais antigas
moldadas à base de grande propriedade pastoril.
No período de 1970-1980, tornou-se mais intenso o processo de
transformação no setor agropecuário, vale dizer, no setor básico da
economia regional. O processo de urbanização e mesmo de crescimento dos
municipios-pólo ampliou-se consideravelmente. A população regional é
cada vez mais urbana, muito embora o percentual da população rural ainda
seja significativo (Tabela II).
Hoje, o setor agropecuário continua sendo o setor básico da
economia regional, o que se verifica tanto pela predominância da
população economicamente ativa neste setor (Tabela III), quanto pela
posição dos diversos setores da atividade econômica em termos de valor
adicionado fiscal (Tabela IV).
Da mesma forma fica evidenciada a caracteristica rural da
região, se considerarmos sua superfície cultivada que corresponde a
92,5% da superfície total.
Tabela II - População Total, Urbana e Rural da Região UN1JUÍ e do
Estado do Rio Grande do Sul para os anos de 1970 e
1980.
FONTE: IBGE - Censo Demográfico 1970 - 1980
Tabela III - População Economicamente Ativa por Setor de Atividades pa-
ra a Região UNINUÍ e Estado no ano de 1980.
FONTE: IBGE - Censo Demográfico do Rio Grande do Sul - 1980: Mão-de-
Obra
Tabela IV -
Posição das Atividades Econômicas por Agrupamento no Valor
Adicionado Fiscal Apurado em 1981 para a Região UNIJUÍ e
Estado
F0NTE: CIAE - Secretaria da Indústria e Comércio RS. Aspecto Sócio-
Econômico dos Municípios do RS - 1983
* US$ 1.000.000
1.1 - Características Fisiograficas
A região Noroeste do Estado, onde se inclui a região de
abrangência da UNIJUÍ, está incluída no Capeamento Basaltico-Arenítico
do Planalto Meridional Brasileiro. Mas apresenta um relevo bem mais
suavizado que o restante do Planalto Meridional. As formações típicas do
relevoo as "coxilhas", queo à paisagem aspecto ondulado. Na
direção Norte, aproximando-se da região do Alto Uruguai este relevo
torna-se mais acidentado assumindo a configuração de "serra".
A região está incluída no clima sub-tropical (Cfa) da
clesssificação de Koeppen. A temperatura dos mais quente é superior a
22°C a dos menos quente varia de 3 a 18°C. A pluviometria é elevada,
com uma média de 1.700 mm/ano; as chuvaso regularmente distribuídas,
com um período um pouco mais chuvoso entre maio e novembro.
A região faz parte da grande bacia do Uruguai, a rede
hidrográfica é muito ramificada, com grande abundância de nascentes. Os
rios internoso apresentam condições para a atividade econômica da
pesca e para a navegação (praticamente só o Rio Uruguai oferece certas
possibilidades).
Conforme a classificação Soil Taxonomy, os solos que
predominam na região são: Haplorthox, Argiudoll e Hapludoll (Rhodic e
Orthic Ferralsols, Luvic Phaeozem e Haplic Phaeozem na classificação
FAO). A limitação fundamental à atividade agrícola é de natureza
química.
A característica fundamental da vegetação original é a
coexistência de florestas e campos. Hoje restam na região de abrangência
da UNIJUÍ 0,5% do campo e 3,5% das matas naturais, devido a expansão da
agricultura.
I
1.2 - Características da Agricultura Regional
A atividade agrícola apresenta as seguintes características:
estabelecimentos agrícolas pequenos e médios, baseados no trabalho
familiar; produção mecanizada de trigo, soja e milho ligada a uma rede
de cooperativas muito desenvolvida e aos circuitos de exportação;
Produção animal, sobretudo leiteira em um grande número de propriedades.
A estrutura agrícola manteve sua característica original, de
pequena propriedade, notando-se porém um processo de concentração da
propriedade da terra, gerado pelo modelo agrícola implantado nos últimos
vinte anos.
Os estabelecimentos da região que se situam na faixa de área
até 50 hectares, perfazem 91% do total (IBGE,1980).
Analisando do ponto de vista da área ocupada por cada extrato,
ficam evidentes as graves distorções presentes na estrutura fundiária
regional.
Os estabelecimentos da região, que se situam numa faixa de
área de menos de 50 ha, possuem apenas 38,11% da área total ocupada, É
clara a concentração da propriedade da terra quando analisamos os
extratos de 200-1000 ha e mais de 1000 ha, que perfazem 2,3% dos
estabelecimentos da região ocupando 44,4% da area. Quanto às formas de
acesso à terra (dados de 1980), 83,6% das terraso ocupadas por
proprietários, 9,6% por arrendatários e 3,9% por parceiros
(respectivamente 76,1%, 6,4% e 11,2% dos estabelecimentos). As terras
ocupadas (sem posse legal) apresentam 6,3% dos estabelecimentos da
Região (2,7% da área).
As características de exploração familiar também tem se
mantido ao longo dos anos, o que nos mostra a Tabela V, a seguir:
Tabela V - Mão-de-obra agrícola ocupada na região
Responsáveis e membroso assalariados da família
Trabalhadores assalariados permanentes
Trabalhadores assalariados temporários
Outros
88,9%
6,0%
0,8*
FONTE: Caracterização da Região UNIJUÍ
Em relação à utilização das terras, para 1980, nota-se a
Importância das lavouras na Região, conforme a Tabela VI.
Tabela VI - Total das Terras Utilizadas com Lavouras, Pastagens, Matas
e Florestas e Terras em descanso e Produtivaso utiliza-
das, segundo a Área e Percentual para a Região UNIJUÍ e Es-
tado no ano de 1980.
FONTE: IBGE - Censo Agropecuário do Rio Grande do Sul - 1980. Rio de
Janeiro, 1984 , p. 4 54.
* Inclusive terras Inaproveitáveis.
A produção agrícola analisada através da área cultivada é um
indicador da especialização da agricultura regional; a lavoura de soja
atinge 47% da área total cultivada no verão e a lavoura de trigo atinge
21% da área cultivada no inverno.
Tabela VII - Principais Culturas Agrícolas para a Região UNIJUÍ e Esta
do segundo a Área, para o ano de 1980.
FONTE: IBGE - Censo Agropecuário do Rio Grande do Sul - 1980. Rio de
Janeiro, 1984, p. 454.
Quanto à produção, a Região participa com 77% (723.000 ton)
da produção de trigo e com 60% (3.087.000 ton) da produção de soja do
Estado.
Os dados disponíveis para os rendimentos médios das
principais culturas correspondem aos Censos Agropecuários de 1970, 1975
e 1980.
Tabela VIII - Rendimento das culturas em Kg/ha .
Produto
Feijão
Mandioca
Milho
Soja
Trigo
1970
760
11.010
1 .091
893
953
1975
818
1 .398
1 .279
1 .423
690
1980
590
12.359
1 .569
1 .350
700
Merecem destaque na região este tipo de cooperativas porque
o as que assumiram a dinâmica do processo de comercialização, tanto a
nivel regional e estadual quanto a nível internacional (elas representam
um elo fundamental na cadeia de comercialização da soja). Além disto,
assumiram funções que o próprio Estadoo assumiu como, por exemplo, os
custos da infraestrutura de armazenagem, de transporte, da saúde.
Apesar da modernização e do avanço dos sistemas
monoculturais, a pequena produção ainda se mantém em algumas regiões,
relativamente diversificada. Nas regiões de difícil mecanização, onde
predomina o mini ou microfúndio sob certas condições sócio-culturais,
mantém-se sistemas de produção diversificados, com produção mercantil.
2 - Evolução da Agricultura Regional e Tendências Atuais
A ocupação dos solos do Planalto deu-se de maneira
diferenciada. Isto está estreitamente vinculado a sua formação natural,
seu relevo e vegetação, o que determinou diferentes formas de
organização do trabalho, dando origem a estruturas sociais também
diferenciadas.
Nas terras de campo estabeleceram-se as "estâncias" que em
grandes áreas dedicaram-se a criação de gado, originalmente disseminado
a partir das reduções jesuiticas.
Nas terras declivosas e cobertas de mata, já ocupadas de
forma dispersa por índios e caboclos, estabeleceram-se imigrantes de
origem européia criando, com base na força de trabalho familiar, uma
sociedade baseada em pequenas áreas, as "colônias de terras".
As duas sociedades, ambas de origem agrária, evoluíram.
Desenvolveu-se, ao Norte, uma economia baseada na policultura familiar,
sendo que no Sul da Região, a mão-de-obra escrava e posteriormente
assalariada construíram uma economia nitidamente pastoril.
0 período de pós-guerra reaquece a industrialização
brasileira tendo reflexos diretos na agricultura. No RS este processo de
transformação foi inicialmente centrado na lavoura de trigo devido a
conjunção de fatores favoráveis: incentivo governamental, crise da
pecuária de campo, disponibilidade de capital (proveniente de
comerciantes, antigos colonos) e de mão-de-obra (caboclos, filhos de
colonos): aparecem as granjas no lugar das antigas "estâncias". As
"colônias de terra" passam também por um processo progressivo de
implantação da lavoura mecanizada de trigo. Tem inicio, então, a
implantação - com a ajuda das novas orientações provindas da "revolução
verde" - de profundas modificações nas técnicas de cultivo e manejo do
solo, "bem como as relações sociais de produção, com reflexos nos demais
aspectos da economia e da sociedade".
A expansão da triticultura mecanizada criou toda uma
Infraestrutura que, aliada às condições favoráveis do mercado externo,
possibilitou a entrada da cultura da soja nos sistemas de produção das
áreas mecanizáveis da região. A soja passa a ser a cultura principal
desses sistemas, no lugar do trigo.
0 desenvolvimento da agricultura regional a partir do inicio
dos anos 60 foi, portanto, subordinada a um modelo agroexpdctador
baseado na monocultura. Este desenvolvimento, feito em nome da
produtividade agricola, da produção de alimentos e do combate à fome,
paradoxalmente, se traduziu por um custo social e ambiental elevado.
Este modelo agricola inviabilizou economicamente um grande
contingente populacional, que migra para os centros urbanos, sem
capacidade de absorver a mão-de-obra que chega.
Ao mesmo tempo em que ocorre o fenômeno do êxodo, o
empobrecimento das populações que ficam no campo se acentua, assim como
também se deterioram as condições de saúde, educação e trabalho.
Com relação ao aspecto ambiental, basta fazermos referências
às perdas anuais de solo, ao assoreamento de rios e barragens, ao
desmatamento criminoso e desenfreado, aos casos de Intoxicação crônica e
aguda de agricultores e consumidores, à contaminação do melo ambiente,
do ar, da água e do solo.
A nivel econômico, se chega também a uma situação de crise
devida particularmente à estagnação da produtividade da soja em relação
ao forte aumento do uso de insumos, deterioração da relação dos preços
produto/insumo e corte dos subsídios governamentais. Este conjunto de
fatores promove a redução da renda do setor.
A crise econômica impôs modificações na estratégia de
desenvolvimento agrícola do pais. Constatou-se queo é mais possível
sustentar sistemas de produçãoo dependentes de fatores externos
(créditos, subsídios, insumos, etc). A nova estratégia, ainda em
gestação como tal, tem como características essenciais, o estímulo ao
desenvolvimento das potencialidades dos sistemas de produção locais e
redescoberta do papel da pequena unidade de produção familiar.
Por outro lado, o impacto da crise tem efeitos
qualitativamente diferentes sobre as diversas categorias de
agricultores: enquanto algumas unidades de produção seguem acumulando a
sobrevivência de outras está em perigo a médio e curto prazo.
A sobrevivência dos pequenos produtores familiares é
importante dado a seu papel na manutenção do emprego rural, conservação
do meio cultivado e o crescimento a longo prazo da economia regional
(1)
Todos esses fatosm levado a região, através dos órgãos de
maior atuação e penetração, a envidar esforços para diversificar a
produção e encontrar formas alternativas de uso e manejo do solo.
A intenção de criar um curso de Agronomia desde aquele
momento ganhava corpoo somente dentro da instituição, mas também
entre os grupos sociais a esta ligados. 0 trabalho que a FIDENE
desenvolvia na região, mesmo na diversidade de suas áreas de atuação,
vinculava-se fortemente à problemática rural, pois este era o meio onde
o mesmo se realizava.
A atuação junto a uma realidade em mutação, como era a
realidade agrária de então, colocava desafios cada vez mais complexos
àquele grupo de professores que, junto com os agricultores, buscava
compreender e dar respostas ao processo de transformação pelo qual
passava a agricultura. Ficava a cada dia mais evidente a necessidade de
um melhor preparo técnico que possibilitasse uma compreensão mais
Precisa do processo de desenvolvimento em curso e que ao mesmo tempo
I
auxiliasse diretamente no processo produtivo os grupos de agricultores
atingidos pelo trabalho de extensão da FIDENE.
Em 05 de julho de 1975 foi encaminhada, novamente, ao CFE
consulta para autorização de funcionamento do Curso de Agronomia e
Engenharia Agrícola. 0 parecer do CFE foi desfavorável, alegando que
naquele momento vivia-se um período de contenção de abertura de Cursos
Superiores na área de Ciências Agrárias em fundações privadas. 0 mesmo
parecer que negava a autorização para o funcionamento do Curso de
Agronomia sugeria a criação de cursos de Tecnologia Agronômica. Sugestão
aceita pela Instituição.
Em 21 de janeiro de 1976 foram autorizados os Cursos de
Tecnologia Agronômica, modalidade Administração Rural e modalidade
Cooperativismo. Estes cursos duraram até 1986, quando foi realizado o
último concurso vestibular. Ambos os cursos constituíram uma rica
experiência pedagógica , presente nos debates sobre o rumo do ensino
de Ciências Agrárias na Universidade. A suspensão destes cursos ocorreu
devido ao entendimento que haviam cumprido sua missão e que era
necessário incorporar esta experiência à formação de um profissional com
atuação mais ampla e completa - o engenheiro agrônomo.
A transformação dos Centros Integrados de Ijui, mantidos pela
FIDENE, em Universidade de Ijui, em julho de 1985, conferia a
instituição, entre outros aspectos, autonomia para a criação de cursos.
Já na Carta Consulta aprovada em 02 de agosto de 1983, Resolução CFE n°
03/83, constatava no Programa de Expansão da UNIJUÍ, para os cinco anos
seguintes, a abertura do Curso de Agronomia.
O Departamento de Ciências da Administração, Contábeis,
Econômicas e Jurídicas (DCACEJ) antes mesmo da oficialização da UNIJUÍ
designou ao Engenheiro Agrônomo e docente dos Cursos de Tecnologia
Agronômica, Cláudio Escosteguy, a incumbência de coordenar a elaboração
do projeto de Curso de Agronomia.
Inicialmente, foi elaborado o "Anteprojeto para a implantação
de um Curso de Agronomia" , que foi debatido internamente nos meses de
setembro/outubro de 1985. Neste documento amplo, se caracterizava a
região nos mais variados aspectos sócio-econômicos e educacionais, sua
evolução histórica, as tendências mais gerais de desenvolvimento da
agricultura regional, esboçava-se uma análise critica do Ensino da
Agronomia, da extensão e da pesquisa agropecuária e o perfil
profissiográfico do agrônomo que se pretendia formar. Procurava-se
também demonstrar as condições da UNIJUÍ em elaborar e executar uma
proposta inovadora de ensino de agronomia e delineava-se seus elementos
politico-pedagógicos essenciais.
I
O ente-projeto originou um documento síntese , em março de
1986, que serviu de ponto de partida para discutir com a comunidade
acadêmica interna, associações profissionais e estudantis, sindicatos e
cooperativas de produtores rurais, organizaçõeso governamentais
relacionadas a questão ambiental e/ou agropecuária e instituições de
ensino.
Ao mesmo tempo que se debatia com os diversos segmentos a
proposta inicial, procurou-se aprofundar a análise do sistema de ensino
de Ciências Agrárias brasileiro, estudou-se o ensino agrícola da França
como um todo e a Agronomia em especial e contatou-se com Instituições
que desenvolviam experiências pedagógicas interessantes como, por
exemplo, a Faculdade de Ciências Agropecuárias da Universidade Nacional
de Córdoba
Este esforço de divulgar a proposta inicial e discuti-la
desembocou na realização do "Seminário Internacional sobre perspectivas
de Ensino de Ciências Agrárias no sul do Brasil" , realizado de 04 de
08 de agosto de 1986 em Ijuí. 0 objetivo deste seminário foi: debater o
tipo de recursos humanos necessários ao desenvolvimento agropecuário do
sul do pais; proporcionar uma instância de avaliação do ensino de
agronomia e suas conseqüências sobre a realidade agrária no Rio Grande
do Sul e no Brasil; e colher contribuições à proposta de ensino,
pesquisa e extensão para area de Ciências Agrárias na FIDENE/UNIJUí.
0 Seminário se constituiu em momento importante do processo
de elaboração do Projeto de Curso. Participaram diversos pesquisadores
e docentes franceses, argentinos e brasileiros de diferentes organismos,
representantes de agricultores e de entidades profissionais e
estudantis. Confluiram e se confrontaram diferentes experiências e
concepções de desenvolvimento da agricultura e da formação profissional.
A luz destas foi discutido a proposta de curso, que havia sido gestada
até ali, incorporando-se críticas e sugestões ao projeto.
A partir do Seminário coube a uma comissão formada pelos
professores Cláudio Escosteguy, Jaime Wünsch e os professores visitantes
Celina Whitaker Ferreira e 0livier Rechauchere elaborar a proposta
definitiva do Curso. Após intensa discussão no seio do Departamento de
Estudos Agrários (DEAg), em 21 de abril de 1987 foi aprovado por este
Departamento o Projeto de Curso de Agronomia
Em reunião de 26 de maio, do mesmo ano, o Centro de Estudos
Sociais Aplicados (CESA) discutiu e aprovou o Projeto, encaminhando-o
para as instâncias superiores da Universidade. Após a apreciação e
aprovação pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE), Parecer
nº 25/87 de 10 de novembro de 1987, o Conselho Universitário (CONSU) se
reuniu em 18 de dezembro do mesmo ano e deliberou favoravelmente à
criação do Curso. Em seguida, o Reitor da UNIJUÍ homologou a resolução
do CONSU, autorizando o funcionamento do curso a partir do segundo
semestre de 1988, com cinqüenta vagas anuais.
2 - situação Legal
0 Curso de Agronomia autorizado a funcionar em dezembro de
1987, teve a seguinte seqüência de tramitação na Instituição:
1º - Em 26 de maio de 1987, Ata nº 29/87, o Centro de Estudos
Sociais Aplicados (CESA) aprovou o Projeto do Curso de Agronomia;
2º - Em 10 de novembro de 1987, Parecer nº 25/87, a Câmara de
Ensino do Conselho de Ensino, Pesquisa, aprova a criação do Curso;
3º - Em 03 de dezembro de 1987, Parecer nº 28/87, o plenário
do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão referendou o parecer da
Câmara de Ensino e manifestou-se favoravelmente à criação do Curso;
4º - o Parecer nº 04/87 da Câmara de Administração
Universitária do Conselho Universitário aprovou a criação do curso;
5º - Em 10 de dezembro de 1987, Parecer n° 02/87, a Câmara de
Legislação e Normas do Conselho Universitário aprova o Projeto
sugerindo pequenos ajustes quanto a forma;
6º - Em 18 de dezembro de 1987, Ata n? 28/87, o Conselho
Universitário examina os Pareceres 02/87 e 04/87, aprovando-os e em
seguida aprova o processo de criação do Curso de Agronomia, para ser
implantado a partir do 29 semestre de 1988;
7º - Em 11 de abril de 1988, Resolução da Reitoria n9 1, o
Reitor Teimo Rudi Frantz, no uso de suas atribuições e tendo em vista a
decisão do Conselho Universitário, homologa a criação do Curso de
Agronomia autorizando seu funcionamento a partir do segundo semestre de
1988 e estabelece em cinqüenta (50) o número de vagas anuais.
CORPO DOCENTE
Curso de Agronomia - Relação disciplina/matrícula e aprovação
Nas páginas que seguem consta levantamento das disciplinas
oferecidas de agosto de 1988 a julho de 1993 , os respectivos professores ,
sua titulação , regime de trabalho , o número de alunos matriculados e o
aproveitamento.
CONVENÇÕES
- Regime de trabalho
1 - Número total de créditos
2 - Número total de aluno matriculados
03 - Número total de aluno aprovados
04 - Número total de aluno reprovados
05 - Número total de aluno desistiram
06 - índice^e reprovação
Disciplina
Bio. Geral
Bio. Geral*
Botânica
Botânica*
EPB I
Inic. Ciên.
Inic . Ciên.*
Lin. Portug.
Lin. Portug*
Zoologia I
Zoologia I*
Introd. Agr.
Filosofia
Ed . Física
Média
Professor
Volnei Teixeira
Teimo Uriarte
Mara tissot
Mara tissot
Argemiro Brum
Luiz A. Rasia
Luiz A. Rasia
Vanyr Brum
Vanyr Brum
Maria C.Pansera
Maria C.Pansera
Benedito £. Neto
Paulo Schneider
titul.
Espec .
Mestre
Mestre
Espec .
Grad.
Espec.
Espec.
Mestre
Mestre
Mestre
R. I
T.I.
T.I .
T.I.
T.P.
H.A.
H.A.
H.A.
T.I.
T.I
.
T.I.
06
06
03
01
02
04
04
04
04
04
04
08
04
55
21
55
3?
44
04
40
03
56
03
56
44
48.4
U 0
24
19
50
01
26
34
04
38
47
03
51
36
04
23
02
05
1 1
10
09
05
02
06
05
04
03
01
02
04
03
02
4 1
09
29
23
22
09
03
0 5
17,6
I
Disciplina
Física I
Botânica II
Botânica II*
Lógica
Matematica
"
Microbiol .
Química I
"
Zoologia II
" *
EPB II
média
Professor
Carlos Petersom
Mara Tissot
Mara tissot
Claudinei K .
Tânia M. Pereira
"
Sílvio Lutz
Rui Zambiasi
"
Francesca Pereira
n
Amir Limana
Titul
Mestre
Mestre
n
Grad.
Espec.
"
Espec .
Mestre
"
Mestre
"
Grad .
R .T
H.A.
T.I.
n
H.A.
T.I.
"
T.P.
T.I.
n
T.I.
"
T.P.
01
08
03
03
04
06
02
04
06
06
02
02
02
02
42
42
01
28
41
08
43
4
1
12
43
03
4
1
40
03
36
37
26
27
04
29
19
02
37
03
32
04
02
05
0
10
04
12
17
10
03
07
05
04
02
04
02
05
03
02
06
05
12
00
24
28
4
1
07
17
16,8
29/89
2º/90
2°/91
Disciplina
Adub.Con.Sol
Biol .Geral
Bioquiímica
Botânica
Ciên.Solo II
Física
Fis. Animal
Fis. Vegetal
Filosofia
Ecologia II
Economia II
Estágio I
EPB I
Int. Agron.
Inic. Ciênc.
Lingua Port.
Prot. Cult I
Química II
Tecnol . Alim
Zoologia
Media
- Professor
Leonir Uhde
Volnei Teixeira
Maria L Belinazo
Geral do Coelho
Sandra Fernadez
Carlos Petersen
Vôlei Teixeira
Mara Tissot
PauloFensterseife
Francesca Pereira
Davi Basso
CláudioEscosteguy
Mário Atuatti
CláudioEscosteguy
Nestor Samarsla
Geder Parzianello
Fábi o Dalsoglio
Otávio Maldaner
Janice Drusian
FrancescaFerreira
Titul.
Mestre
Espec .
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Espec .
Mestre
Grad .
Mestre
Mestre
Mestre
Grad.
Mestre
Grad.
Espec .
Mestre
Mestre
Espec .
Mestre
T.I.
T.I .
T. I.
T.I.
T. I .
H.A.
T.I .
T.I.
H.A.
T.I.
T.I.
T.P.
H.A.
T.P.
H.A.
H.A.
H.A.
T.I.
H.A.
T.I.
01
04
06
06
06
06
08
04
06
04
02
04
10
02
08
04
04
04
04
06
06
02
23
10
29
26
23
39
45
43
43
22
23
23
56
50
49
44
23
4
1
24
40
30,7
03
23
04
07
1 1
13
36
37
22
34
22
23
23
37
32
39
35
23
18
24
1 1
.. I
00
06
21
15
10
02
05
19
07
00
12
18
04
04
22
27
0 5
00
00
01
00
00
01
03
02
02
00
05
06
05
01
02
06
00
60
72
58
43
05
1 1
44
16
00
00
00
2
1
36
08
09
00
54
00
68
24,0
Disciplina
Ad.Cons Solo
Bioquimica
Bioquimica
Botânica
Bio. Geral
Cartografia
Cons . Rurais
Cien Solo II
Ecologia II
Economia II
Estágio I
EPB I
Filosofia
Física
Fisio. Ani .
Fisio. Veg
Inic. Ciên .
Intr. Agri .
- -
Ling _ Portug
Máq. Mec.Agr
Melh. Vege .
Prin.Biotec.
Prod Ani.UdP
Prod Veg.UdP
Prot.Cult I
Química II
Rumi nantesII
Rep.Ani.Melh
Zoologi a
Media
Professor
Leonir T. Uhde
Maria L.Bellinaso
Maria L.Bellinaso
Geral do Coelho
Volnei Teixeira
Jussara Mantelli
Carlos Petersem
Sandra Fernandez
Claudia Petry
David Basso
Alvori C. Santos
Ivo R. Macagnan
Anildo Pommer
Carlos Peterson
Gilberto Kozloski
Carlos M. Machado
Luiz A. Rasia
Leonir/Sandra/Ar-
Lindo /Alvori
Maria L. Roberto
Ivan J. Agostini
Luiz V. M. Viau
Teimo / Roberto
Alvori / Jorge
Arlindo / Artur
Vi dica / Egon
Otávio Madaner
Jorge Berto
Arlei Quadros
FrancescaFerreira
Títul .
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Espec.
Mestre
Mestre
Mestre
Espec.
Mestre
Grad.
Grad .
Grad .
Mestre
Grad.
Mestre
Grad.
Mestre
Grad
Grad .
Mestre
Mestre
Grad .
Mestre
Espec.
Mestre
Grad .
Mestre
Mestre
R.T
T.I.
T.I.
T. I.
T.I.
T. I.
T. I.
H.A.
T.I.
H.A.
T.I.
T.I.
H.A.
T.I.
H.A.
H.A.
T.P.
H.A.
T. I
H.
A
H.A
T.P
T.I
T.I
T. I
H.A
T. I
T. I
H.A
T.I
01
04
06
06
06
06
02
03
06
02
04
10
02
04
08
04
06
04
08
04
04
05
03
02
02
05
04
04
04
06
02
17
26
16
52
48
3
1
23
27
28
23
26
40
43
22
22
29
4 3
42
40
36
27
25
23
23
22
40
23
23
33
27 ,5
03
17
13
10
3
1
22
3 1
23
23
28
22
24
18
24
19
19
26
33
30
36
25
24
23
23
2
1
19
23
23
28
04
12
04
12
18
04
01
02
1
7
14
02
02
02
05
02
12
02
0
1
0
1
19
03
05
01
02
09
08
05
05
01
01
01
05
10
0 2
02
06
00
58
25
23
38
00
00
15
0 0
04
08
42
33
09
09
07
1
2
05
25
00
0 7
04
00
0 0
0 5
48
00
00
08
08
12,7
1º/92
Disciplina
Alim. Animal
Botânica I
Biol . Geral
EPB
EPB II
Ecologia I
Economia II
Estatistica
Estágio II
Experiment.
Exten. Rural
Ciên. Solo I
Climatologia
Computação
Desenho Téc.
Forrageiras
Fruticultura
Genética
Gestão I
Hidráulica
Int. Agron.
Lógica
Metod Pesq
Matemática I
Microbiol .
Monogást. I
Monogást. II
0lericultura
Prot.Cult.II
Plant. Lav.I
Química I
Química I
Ruminantes I
Sociologia
Topografia
Prát. Cult.
Sociologia
Média
Professor
Jorge Berto
Jarcilene Cortez
Volneí Teixeira
Argemíro Brum
Célia Basso
Carlos Saito
Davi Bassot
Ruth M. Fricke
Pedro Neumann
Ruth Fricke
Pedro Neumann
Sandra Feranadez
Artur Müller
Fabiano Salvadori
José Crippa
César Poli
Osório Luchese
Maria C Pansera
Arlindo P Lima
Carlos Petersen
Pedra/Arlindo
Americo Plovesan
Funicez: Batazine
Tânia M Pereirao
Maris Almeida
Gerson Madruga
Mria C Ibanez
João Boaro
Rogério Rubind
Carlos Machado
Délcio Rehfeld
Maria 1 Belinazo
Jorge Berto
Walter Frantz
Jaime Wünsch
Artur/Sandra
Walter Frantz
Títul .
Grad .
Espec.
Espec .
Espec .
Grad .
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Mestres
Espec .
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Grad.
Grad
Espec .
Mestre
Grad.
Mestre
Grad .
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Grad .
Doutor
Mestre
Mestre
Doutor
R.T
T.I.
H.A.
T.I.
T.P.
H.A.
T.I .
T.I.
T.I .
T.I.
T.I.
T.I.
T.I .
T.I.
T.I.
T.P.
H.A.
H.A.
T.I.
T.I.
H.A.
T.I.
T.P.
H.A
T.I .
T.I.
H.A.
H.A.
H.A.
H.A.
T.P.
T.I.
T.I.
T.I.
T.I.
T.I.
T.I.
T.I.
01
06
04
04
04
02
04
04
04
10
02
04
06
06
04
02
04
04
04
04
03
08
04
04
04
04
03
03
04
05
04
04
08
04
04
04
04
04
02
25
25
20
22
15
30
29
26
24
20
25
32
26
16
24
36
25
18
22
38
24
14
20
25
26
23
2 3
23
27
28
21
18
27
26
3 1
24
11
6, 1
03
21
19
04
19
11
29
26
17
24
19
25
32
25
16
23
3 1
24
14
22
38
19
10*
10
15
19
23
23
23
21
26
1 1
0
5
23
2
1
3
0
2 3
11
04
04
02
12
01
01
02
08
01
01
01
05
01
02
01
05
03
06
02
02
08
Ou
03
01
01
05
04
04
02
03
01
01
01
00
01
03
03
03
02
05
04
08
05
02
06
16
08
60
04
07
00
07
31
00
05
00
00
04
00
04
14
00
06
00
00
08
07
00
20
1
2
00
00
00
22
07
10
44
15
1
2
03
04
00
8,9
2º/92
Disciplina
Adub.Con.Sol
A Prod.Veg U
A Prod.An.U
Botânica II
Bioquímica
Cartografía
Ciên Solo II
Computação
Const.Rurais
geologia II
Economia II
Estágio I
Ext.Rura III
Filosofia
Física
Física I
Fis . Animal
Fis. Vegetal
Gestão II
Gestão III
Int. Pes. Ag
Irrig
Lingua Port.
Lógica
Maq .
Mec .
Matemática I
Melhor.Veg.
Prot.Cult.I
Prin . Biot .
Química II
Quimica II
Rep.Mel.Ani.
Ruminantesll
Sistemas Agr
TCC I
Tecn. Alim.
Zoologia
Média
Professor
Rivaldo Dhein
Carlos Machado
Pedro Neumann
Paulo Bracke
Maria L Belinazo
Jussara Mantelli
Leonir Uhde
Fabiano Salvadori
Carlos Petersen
Artur Müller
David Basso
Alvori C. Santos
Pedro Neumanne
Paul o Tillet
Jairo Santos
Jorge Berto
Jaime Wünsch
Arilndo p Lima
Nilvo Basso
Jaime Wünscli
Franc. Conceição
Américo Piovesan
Ivan Agostini
Jorge Falkenbach
Luiz V Viau
Vidica / Egon
Roberto Carbonera
Delcio Rehfeld
Otávio Maldaner
Arlei Quadros
Jorge Berto
Benedito S Neto
Jaime Wünsch
Maris L Almeida
Francesca Ferreira
Títul.
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
M
e s t
r
e
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Grad.
Mestre
Mestre
Mestre
Grad.
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
mestre
Grad .
Grad .
Grad .
Grad .
Mestre
Espec.
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Grad.
Doutor
Mestre
Mestre
Mestre
R.T
T.P.
T.P.
T. I.
H.A.
T.I.
T.I.
T. I.
T.I.
H.A.
T.I .
T.I .
T.I .
T. I.
T.I.
T.I.
n
T.I.
T.I.
T.I.
Y.I.
. X .
R.A
H.A.
T.P.
H.A.
T.P.
T.P.
H.A.
H.A.
T.I.
T.I.
H.A.
T.I.
T.I.
T.I.
T.I.
T. I.
01
04
02
02
04
06
02
06
04
03
02
04
10
04
04
08
04
04
06
04
04
02
04
04
04
04
05
05
03
04
04
04
04
04
10
06
06
02
37
29
25
18
13
3
1
36
28
25
28
25
27
23
19
1 1
22
13
16
23
23
26
20
18
26
22
25
26
29
32
24
14
26
28
24
23
20
14
26,2
03
33
28
21
15
07
3
1
33
17
25
22
2
1
27
2 3
14
10
18
06
09
23
23
26
20
15
22
20
16
26
26
32
13
06
26
25
24
23
20
08
04
04
01
04
03
06
03
1 1
06
04
05
01
04
07
07
02
05
03 0 1
02
08
03
1 1
07
03
06
0
1
01
06
1 1
03
16
17
46
00
08
39
00
21
16
00
00
16
09
18
54
44
00
00
00
00
1 1
12
09
32
00
10
00
46
50
00
1 1
00
00
00
43
14,4
1°/93
5. Salas de Aula, Laboratórios e Oficinas.
Levantamento atualizados até 14/07/1993
N° DE SALAS DE AULA
n° DE LABORATÓRIOS
TOTAL ÁREA EM LABORATÓRIOS= 6.344 . 63 m³
n° DE SALAS AMBIENTE
TOTAL ÁREA EM SALAS AMBIENTE= 284,86M³
n° DE OFICINAS
PRÉDIO TRÊS PAVIMENTOS = 01
CAMPUS IJUÍ = 02
TOTAL 03
TOTAL ÁREA EM OFICINAS= 580.61M
2
SEDE ACADÊMICA = 13
CAMPUS IJUÍ = 39
EFA = 13
CAMPUS PANAMBI = 01
CAMPUS STA. ROSA = 34
CAMPUS TRÊS PASSOS = 03
TOTAL 103
TOTAL ÁREA SALAS DE AULA= 6.597,63M
2
SEDE ACADÊMICA = 28
CAMPUS IJUÍ =11
MUSEU = 02
NEEI = 02
GRAFICA = 01
EFA = 03
CAMPUS PANAMBI =08
CAMPUS STA. ROSA = 14
CAMPUS TRÊS PASSOS = 01
TOTAL 70
SEDE ACADÊMICA = 02
CAMPUS IJUÍ =01
EFA = 03
TOTAL 06
-31
LOCAL SUBLOCAL
ESPAÇO FÍSICO FIDENE/UNIJUI
16/06/1993
FONTE - DECAN
NUMERO ÁREA PAVIMENTO CAPACIDADE
DA SALA EM METROS
QUADRADOS
SITUAÇÃO
ESPAÇO FÍSICO FIDEHE/UNIJUI
16/06/1993
FONTE - DECAN
LOCAL SUBLOCAL NUMERO ÁREA PAVIMENTO CAPACIDADE SITUAÇÃO
DA SALA EM METROS
QUADRADOS
PRÉDIO J - CAMPOS IJUI SALA DE AULA J7 46.01 TÉRREO 38 CADEIRAS PRÓPRIO
PRÉDIO K - CAMPOS IJUI SALA DE AULA K1 70.40 TÉRREO 58 CADEIRAS PRÓPRIO
PRÉDIO K - CAMPUS IJUI SALA DE AULA K2/3 69.53 TÉRREO 57 CADEIRAS PRÓPRIO
PRÉDIO K - CAMPUS IJUI SALA DE AULA K4 45.64 TÉRREO 36 CADEIRAS PRÓPRIO
PRÉDIO K - CAMPUS IJUI SALA DE AULA K5 69.53 TÉRREO 57 CADEIRAS PRÓPRIO
PRÉDIO K - CAMPUS IJUI SALA DE AULA K6/7 70.32 TÉRREO 58 CADEIRAS PRÓPRIO
PRÉDIO L - CAMPUS IJUI SALA DE AULA L1/12 69.90 TÉRREO 58 CADEIRAS PRÓPRIO
PRÉDIO L - CAMPUS IJUI SALA DE AULA L3 69.82 TÉRREO 58 CADEIRAS PRÓPRIO
PRÉDIO L - CAMPUS IJUI SALA DE AULA L4 45.31 TÉRREO 37 CADEIRAS PRÓPRIO
PRÉDIO L - CAMPUS IJUI SALA DE AULA L5/L6 69.34 TÉRREO 57 CADEIRAS PRÓPRIO
PRÉDIO L - CAMPUS IJUI SALA DE AULA L7 69.66 TÉRREO 57 CADEIRAS PRÓPRIO
SEDE ACADÊMICA SALA DE AULA 202 49.20 SEGUNDO PISO 41 CADEIRAS PRÓPRIO
DE ACADÊMICA SALA DE AULA 301 49,20 TERCEIRO PISO 41 CADEIRAS PRÓPRIO
SEDE ACADÊMICA SALA DE AULA 302 49.20 TERCEIRO PISO 41 CADEIRAS PRÓPRIO
SEDE ACADÊMICA SALA DE AULA 303 48.80 TERCEIRO PISO 40 CADEIRAS PRÓPRIO
SEDE ACADÊMICA SALA DE AULA 304 48.80 TERCEIRO PISO 40 CADEIRAS PRÓPRIO
SEDE ACADÊMICA SALA DE AULA 306/7 73.80 TERCEIRO PISO 61 CADEIRAS PRÓPRIO
SEDE ACADÊMICA SALA DE AULA 308/9 73.80 TERCEIRO PISO 61 CADEIRAS PRÓPRIO
SEDE ACADÊMICA SALA DE AULA 310 86.30 TERCEIRO PISO 71 CADEIRAS PRÓPRIO
SEDE ACADÊMICA SALA DE AULA 311 86.30 TERCEIRO PISO 71 CADEIRAS PRÓPRIO
SEDE ACADÊMICA SALA DE AULA 403 48.49 QUARTO PISO 40 CADEIRAS PRÓPRIO
SEDE ACADÊMICA SALA DE AULA 405 36.35 QUARTO PISO 30 CADEIRAS PRÓPRIO
SEDE ACADÊMICA SALA
DE
AULA
406
76.90
QUARTO PISO
64
CADEIRAS
PROPRIO
SEDE ACADÊMICA SALA DE AULA 500A 61.12 QUINTO PISO 51 CADEIRAS PRÓPRIO
SEDE ACADÊMICA SALA
DE
AULA 5006 60.34 QUINTO PISO
50
CADEIRAS
PROPRIO
SEDE ACADÊMICA SALA DE AULA 515A 61.91 QUINTO PISO 51 CADEIRAS PRÓPRIO
SUB TOTAL
6597,63
TOTAL ***
6597.63
LOCAL
ESPAÇO FÍSICO FIDENE/UNIJUI
16/06/1993
FONTE - DECAN
SUBLOCAL
NUMERO ÁREA PAVIMENTO
DA SALA EM METROS
QUADRADOS
CAPACIDADE
SITUAÇÃO
** LABORATÓRIO
CAMPUS PANAMBI
CAMPUS PANAMEI
CAMPUS PANAMBI
CAMPUS PANAMBI
CAMPUS PANAMBI
CAMPUS PANAMBI
CAMPUS PANAMBI
CAMPUS PANAMBI
CAMPUS SANTA ROSA
CAMPUS SANTA ROSA
CAMPUS SANTA ROSA
CAMPUS SANTA ROSA
CAMPUS SANTA ROSA
CAMPUS SANTA ROSA
CAMPUS SANTA ROSA
CAMPUS SANTA ROSA
CAMPUS SANTA ROSA
CAMPUS SANTA ROSA
CAMPUS SANTA ROSA
CAMPUS SANTA ROSA
CAMPUS SANTA ROSA
CAMPUS SANTA ROSA
CAMPUS TRÊS PASSOS
EFA - ANEXO I
EFA - ANEXO I
EFA - ANEXO I
GRAFICA
MODULO 1 - LABORATÓRIO
DE SOLOS
ANALISE
SALA DO CADE(COMPUTAOOR)
LABORATÓRIO DE ESPECTROCOPIA
LABORATÓRIO DE ABERTURA DE
AMOSTRAS
LABORATÓRIO DE GASES
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
LABORATÓRIO DE MICROSCOPIA
LABORATÓRIO DE ENSAIOS
MECÂNICOS
LABORATÓRIO DE METALOGRAFIA
LABORATÓRIO DE QUÍMICA
LABORATÓRIO DE MATEMÁTICA
LABORATÓRIO DE LÍNGUAS
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
LABORATÓRIO FISICO-QUIMICO
PREP. E ESCOAG. AMOST. (NÚCLEO
DE ALIMENTUS)
LABORATÓRIO MICRO-BIOl.(NÚCLEO
DE ALIMENTOS)
LABORATÓRIO DE
FERHENTOS(NUCLEO DE ALIMENTOS)
LABORATÓRIO PILOTO (NÚCLEO DE
ALIMENTOS)
LABORATÓRIO DE TESTES (NÚCLEO
CONSTR. CIVIL)
LAB. (DEPOSITO DE
TESTES-NUCLEO CONSTR.CIVIL)
LABORATÓRIO DE ENSAIOS
MECÂNICOS
LABORATÓRIO DE TESTES (NÚCLEO
METAL - MECAN.)
LABORATÓRIO DE FÍSICA
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 2
LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS
LABORATÓRIO DE GRAVURA
LABORATÓRIO DE MATEMÁTICA
LABORATÓRIO GRAFICO
E LABORATÓRIO ANALISE DE SOLOS
MODULO 1 - LABORATÓRIO ANALISE LABORATÓRIO ANALISE DE SOLOS
DE SOLOS
MODULO 1 - LABORATÓRIO
DE SOLOS
MODULO 1 - LABORATÓRIO
DE SOLOS
MODULO 1 - LABORATÓRIO
DE SOLOS
ANALISE LABORATÓRIO ANALISE DE SOLOS
ANALI
ANALI
E LABORATÓRIO ANALISE DE SOLOS
E OUTROS (INCLUINDO CIRCULAÇÃO
EXTERNA)
17,04 TÉRREO
17.40 TÉRREO
38.40 TÉRREO
5.50 TÉRREO
30.80 TÉRREO
31.00 TÉRREO
59,00 TÉRREO
44,00 TERRE0
177,43 TÉRREO
51.53 TÉRREO
88.81 TÉRREO
53.87 TÉRREO
55.75 TFRPFO
22.10 TÉRREO
43.52 TÉRREO
40.98 TÉRREO
257.18 TÉRREO
95.29 TÉRREO
149.76 TÉRREO
55.29 TÉRREO
213.16 TÉRREO
38.60 TÉRREO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
COMODATO
COMODATO
COMODATO
COMODATO
PROPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
COMODATO
64.40 TÉRREO 53 CADEIRAS PRÓPRIO
43.31 TÉRREO
37.82 TÉRREO
17.52 SEGUNDO PISO
15,45 TÉRREO
64.02 TÉRREO
15.13 TÉRREO
12.70 TÉRREO
81.80 TÉRREO
135.35 TÉRREO
LOCAÇÃO
LOCAÇÃO
LOCAÇÃO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
LOCAL
SUBLOCAL
NUNERO ÁREA PAVINENTO
DA SALA EM METROS
QUADRADOS
CAPACIDADE
SITUAÇÃO
MODULO 10 - LABORATÓRIO
PROTEÇÃO DE CULTURAS II
MODULO 2 - LABORATÓRIO
PRODUÇÃO VEGETAL
MODULO 2 - LABORATÓRIO
PRODUÇÃO VEGETAL
MODULO 2 - LABORATÓRIO
PRODUÇÃO VEGETAL
MODULO 2 - LABORATORIO
PRODUÇÃO VEGETAL
MODULO 2 - LABORATÓRIO
PRODUÇÃO VEGETAL
MODULO 2 - LABORATÓRIO
PRODUÇÃO VEGETAL
MODULO 3 - LABORATÓRIO
ANATOMIA E FISIOLOGIA VEGETAL
MODULO 3 - LABORATÓRIO
ANATOMIA E FISIOLOGIA VEGETAL
MODULO 3 - LABORATÓRIO
ANATOMIA E FISIOLOGIA VEGETAL
MODULO 3 - LABORATORIO
ANATOMIA E FISIOLOGIA VEGETAL
MODULO 3 - LABORATÓRIO
ANATOMIA E FISIOLOGIA VEGETAL
MODULO 3 - LABORATÓRIO
ANATOMIA E FISIOLOGIA VEGETAL
MODULO 3 - LABORATÓRIO
ANATOMIA E FISIOLOGIA VEGETAL
MODULO 3 - LABORATÓRIO
ANATOMIA E FISIOLOGIA VEGETAL
MODULO 4 - LABORATÓRIO
PROTECAO DE CULTURAS I
MODULO 4 - LABORATÓRIO
PROTEÇÃO DE CULTURAS I
MODULO 4 - LABORATÓRIO
PROTEÇÃO DE CULTURAS I
MODULO 4 - LABORATÓRIO
PROTEÇÃO DE CULTURAS I
MODULO 4 - LABORATÓRIO
PROTEÇÃO DE CULTURAS I
MODULO 4 - LABORATÓRIO
PROTEÇÃO DE CULTURAS I
MODULO 5 - LABORATÓRIO
ENGENHARIA RURAL
MODULO 5 - LABORATÓRIO
ENGENHARIA RURAL
MODULO 5 - LABORATÓRIO
ENGENHARIA RURAL
LABORATÓRIO PROTEÇÃO DE
CULTURAS II
LABORATÓRIO PRODUÇÃO VEGETAL
LABORATÓRIO PRODUÇÃO VEGETAL
LABORATÓRIO PRODUÇÃO VEGETAL
LABORATÓRIO PRODUÇÃO VEGETAL
LABORATÓRIO PRODUÇÃO VEGETAL
OUTROS (INCLUINDO CIRCULAÇÃO
EXTERNA)
LABORATÓRIO ANATOMIA E
FISIOLOGIA VEGETAL
LABORATÓRIO ANATOMIA E
FISIOLOGIA VEGETAL
LABORATÓRIO ANATOMIA E
FISIOLOGIA VEGETAL
LABORATÓRIO ANATOMIA E
FISIOLOGIA VEGETAL
LABORATÓRIO ANATOMIA E
FISIOLOGIA VEGETAL
LABORATÓRIO ANATOMIA E
FISIOLOGIA VEGETAL
LABORATÓRIO ANTOMIA 1
FISIOLOGIA VEGETAL
OUTROS (INCLUINDO CIRCULAÇÃO
EXTERNA)
LABORATÓRIO PROTEÇÃO DE
CULTURAS I
LABORATÓRIO PROTEÇÃO DE
CULTURAS I
LABORATÓRIO PROTEÇÃO DE
CULTURAS I
LABORATORIO PROTEÇÃO DE
CULTURAS I
LABORATÓRIO 1ROTEÇÃO DE
CULTURAS I
OUTROS (INCLUINDO CIRCULAÇÃO
EXTERNA)
LABORATORIO ENGENHARIA RURAL
LABORATÓRIO ENGENHARIA RURAL
LABORATÓRIO ENGENHARIA RURAL
309.00 TÉRREO
16.83 TÉRREO
17.04 TÉRREO
106.11 TÉRREO
16.73 TÉRREO
16.08 TÉRREO
134.21 TÉRREO
14.76 TÉRREO
14.69 TÉRREO
9.87 TÉRREO
10.39 TÉRREO
89.72 TÉRREO 75
12.88 TERREO
9. 16 TERREO
147.53 TÉRREO
17.08 TÉRREO
16.52 TÉRREO
107.85 TÉRREO
18.00 TÉRREO
18.38 TÉRREO
131,17 TÉRREO
15.25 TÉRREO
15.25 TÉRREO
133,05 TÉRREO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
CADEIRAS PRÓPRIO
PROPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
ESPAÇO FÍSICO FIDENE/UNIJUI
16/06/1993
FONTE - DECAH
LOCAL
SUBLOCAL
** PRÉDIO TRÊS PAVIMNENTOS - IJÜI
PREDIO TRES PAVIMENTOS - IJUI OFICINA DE MANUTENÇÃO
PRÉDIO TRÊS PAVIMENTOS - IJUI OFICINA DE MANUTENÇÃO
»' Subtotal **
Total ***
ESPAÇO FÍSICO FIDENE/UNIJUI
16/06/1993
FONTE - DECAN
NUMERO ÁREA PAVIMENTO
DA SALA EM METROS
QUADRADOS
23.23 PRIMEIRO PISO
7.38 PRIMEIRO PISO
CAPACIDADE
30.61
30.61
SITUAÇÃO
PRÓPRIO
PRÓPRIO
3.1 - DADOS GERAIS DA MENTENEDORA - BALANÇO EM 31/12/9?
3.1.1 - Denominação
Fundação de Integração, Desenvolvimento e Educação do Noroeste do Estado
3.1.2 - Valor total do patrimônio
Cr$ 99.099.187.619,23
3.1.3 - Valor total dos ônus
Cr$ 22.403.618.834,90
3.1.A - Valor do patrimônio líquido
Cr$ 76.695.568.784,33
3.1.5 - índice de liquidez corrente
6. Currículo
0 Currículo do Curso de Agronomia da UNIJUI é adequado, e seus obje
tivos, como a seguir se demonstra:
CURSO DE AGRÔNOMA - 6RADE CURRICULAR - (11/88, 11/89, 11/90, 11,91)
Só estarão habilitados ao Estágio I e II os alunos que tiverem cursado, com aprovação 96 créditos sobre um total de 112
até o 4º semestre (inclusive), excetuando-se as disciplinas do Ciclo Básico, EPE e educação física
7. Biblioteca
A UNIJUI possui em sua Biblioteca Central 47.641 Títulos, com
85.835 exemplares e 310 Periódicos especializados . E atendida por profissionais
tulados. possui 1.244 títulos, 2.488 volumes e 1.087 folhetos e periódicos destina-
dos exclusivamente às disciplinas teóricas do Curso de Agronomia. Recebe, regularmen
te, as principais revistas especializadas do mundo.
E de registrar, contudo, que a Comissão Verificadoraz recomenda
ções quanto a necessidade de aumentar este acervo especializado, o que foi acatado
pela Instituição e já está providenciado.
8. Pesquisa e Extensão
o adequadas ao curso e às necessidades regionais, estando em
franca evolução nos dois últimos anos. Com a recente regionalização, a Universidade
ampliará sua pesquisa agronômica aplicada, em convênios com os 47 Municípios da Re-
gião, Cooperativas, Empresas rurais e Órgãos oficiais de fomento.
II - VOTO DO RELATOR
Com base no exposto, este Relator Vota pelo Reconhecimento dom Curso
de Agronomia, mantido pela Universidade de IJUI - UNIJUI, no Estado do Rio Grande do
Sul.
III - CONCLUSÃO DA CÂMARA
A Câmara de Ensino Superior acompanha o Voto do Relator.
CURSO DE AGRONOMIA
GRADE CURRICULAR
1992
Só estarão habilitados ao Estágio I, II e III os alunos que tiverem
cursado, com aprovação 121 créditos, até o 59 semestre (inclusive)
sobre um total de 137 créditos, excetuando-se as disciplinas do Ci
clo Básico, EPE e Educação Física.
Livros Grátis
( http://www.livrosgratis.com.br )
Milhares de Livros para Download:
Baixar livros de Administração
Baixar livros de Agronomia
Baixar livros de Arquitetura
Baixar livros de Artes
Baixar livros de Astronomia
Baixar livros de Biologia Geral
Baixar livros de Ciência da Computação
Baixar livros de Ciência da Informação
Baixar livros de Ciência Política
Baixar livros de Ciências da Saúde
Baixar livros de Comunicação
Baixar livros do Conselho Nacional de Educação - CNE
Baixar livros de Defesa civil
Baixar livros de Direito
Baixar livros de Direitos humanos
Baixar livros de Economia
Baixar livros de Economia Doméstica
Baixar livros de Educação
Baixar livros de Educação - Trânsito
Baixar livros de Educação Física
Baixar livros de Engenharia Aeroespacial
Baixar livros de Farmácia
Baixar livros de Filosofia
Baixar livros de Física
Baixar livros de Geociências
Baixar livros de Geografia
Baixar livros de História
Baixar livros de Línguas
Baixar livros de Literatura
Baixar livros de Literatura de Cordel
Baixar livros de Literatura Infantil
Baixar livros de Matemática
Baixar livros de Medicina
Baixar livros de Medicina Veterinária
Baixar livros de Meio Ambiente
Baixar livros de Meteorologia
Baixar Monografias e TCC
Baixar livros Multidisciplinar
Baixar livros de Música
Baixar livros de Psicologia
Baixar livros de Química
Baixar livros de Saúde Coletiva
Baixar livros de Serviço Social
Baixar livros de Sociologia
Baixar livros de Teologia
Baixar livros de Trabalho
Baixar livros de Turismo