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SOCIEDADE RIOCLARENSE DE ENSINO
Reconhecimento dos Cursos Superiores de Tecnlogia em Cons.
trução Civil, modalidade Edifícios; Planejamento Administrativo
e Programação Econômica e Formação de Secretário,ministrados pe
Ia Faculdade de Tecnologia de Rio Claro.
HEITOR GURGULINO DE SOUZA
I - RELATÓRIO
A Sociedade Rio-Clarense de Ensino encaminhou ao CFE o
pedido de reconhecimento dos cursos de Tecnologia em Construção
Civil, modalidade Edifícios, Planejamento Administrativo e Pro-
gramação Econômica e Formação de Secretário, ministrados pela Fa
culdade de Tecnologia de Rio Claro, Estado de S.Paulo, aprovados
pelo Decreto nº 85.643 de 15 de janeiro de 1981.
Foram constituídas as Comissões Verificadoras integra-
das pelos Professores: JOSÉ MARIO VIEGAS e JOSÉ MANOEL DE SOUZA
NEVES, da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho,
para o curso de Construções Civis e Professores JACOB ANCELEVICZ
e ARY RIBEIRO DE CARVALHO, da Fundação Getúlio Vargas, em S.Pau
Io, para os cursos de Planejamento Administrativo e Programação
Econômica e Formação de Secretário, e a Técnica em Assuntos Edu
cacionais, LOURDES THEREZINHA MONETTA COELHO, da DEMEC de S.Pau
lo, que visitaram "in loco" as instalações, verificaram a docu-
mentação e apresentaram relatórios ao CFE.
Dos dados do processo e dos relatórios o relator extra
iu os seguintes elementos:
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1 - ENTIDADE MANTENEDORA
1.1. Condição Jurídica
A mantenedora, Sociedade Rio-Clarense de Ensino, tem regular
mente registrada seu Contrato Social na Registro de Título e
Documentos de Rio Claro, sob o número 13.167 de 28 de setem-
bro de 1971, sem ter nenhuma alteração após o Parecer do CFE
número 1412/80.
1.2. Situação Fiscal - Parafiscal
Feita a verificação dos documentos fiscais e das guias de re
colhimento dos vários encargos a que está sujeita a Mantene-
dora, constatou-se a regularidade dos recolhimentos fiscais
e parafiscais até a presente data.
1.3. Relações Mantenedora/Mantida
A Mantenedora tem em sua competência os relativos a fiscali-
zação da Mantida e para fins de fiscalização, dos órgãos mu-
nicipais, estaduais e federais e ainda, o pagamento dos fun-
cionários, corpo docente e despesas, a fim de garantir o fun
cionamento da Mantida.
Dentro desse aspecto a Mantida tem autonomia no que diz res-
peito a parte acadêmica influindo diretamente na escolha do
seu corpo docente, contratado pela Mantenedora e dos métodos
de ensino adotados, dentro do que estabelece o regimento da
Mantida.
1.4. Situação Contábil; Econômico-Financeira
Verificando os 3(três) últimos balanços da Mantenedora e de-
mais aspectos contábeis, obtivemos os seguintes dados.
I. Situação Financeira dos 3 (três) últimos anos:
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OBS: O saldo negativo verificado em 1982, deve-se a evasão de alunos
no decorrer do ano letivo, além da queda dos candidatos ao Con-
curso Vestibular.
II - índices de Liquidez
1980 0,12
1981 0,40
1982 0,27
III - Livros Contábeis
De acordo com a legislação, os livros fiscais exigidos, es
o com sua escrituração em dia.
2 - SITUAÇÃO DO ESTABELECIMENTO
2.1. Regimento
O Regimento conforme apresentado no processo de reconhecimen
to e anteriormente aprovado pelo CFE está se efetivando no
que diz respeito ao regime disciplinar e representação estu-
dantil nos órgãos acadêmicos, conforme foi verificado nos li.
vros de registro de Atas, da Congregação, Conselho Departa -
mental, Departamentos da Construção Civil e Diretório Acadê-
mico, através de reuniões periódicas registradas. O currícu-
lo obedece ao regime seriado anual, eo as seguintes car -
gas horárias: Construção Civil com 2570 horas-aulas, Planeja
mento Administrativo e Programação Econômica e Formação de
Secretário ambos com 2360 horas-aulas. Para os três cursos
o dedicadas 200 horas para estágio supervisionado obrigató
rio. Na carga horária acima estão incluídas a Educação Físi-
ca e Estudos de Problemas Brasileiros, atendendo ao mínimo e
xigido.
2.2. Controle Acadêmico
Guardado em arquivo de aço, os diferentes documentos em or-
dem alfabética estão atualizados, bem como, estão atualizados
os Diários de Classe, ondeo registradas a frequência e as
notas de aproveitamento dos alunos. A frequência é apurada
por chamada individual em classe e os referidos Diárioso
entregues na Secretaria no final das aulas ministradas,dia -
riamente. Os atos dos colegiados também ficam arquivados na
Secretaria.
2.3. DESEMPENHO DAS ATIVIDADES-FIM
Além de pesquisa de campo bem como as diferentes formas de
estudos ã Comunidade o resultado e a participação das ativi-
dades desenvolvidas pelo IPETERC - Instituto de PesquisasTec_
nológicas da Faculdade de Tecnologia de Rio Claro, através
de convênio realizado com a Prefeitura Municipal de Rio Cla-
ro, além de desenvolvimento de Semana de Estudos Tecnológi
cos, Seminários e Conferências registrados em livro próprio
de expedição de certificados.
2.4. RECURSOS MATERIAIS
2.4.1. Biblioteca
Está equipada com exemplares apropriados ao desenvol-
vimento dos cursos, além de vários outros volumes e
periódicos específicos os quais foram objeto de veri-
ficação da Comissão Verificadora. A Biblioteca está
sob a responsabilidade de LUIZA APARECIDA KILLER EU -
GÊNIO, Bibliotecária registrada no Conselho Regional
de Biblioteconomia - CRB 8 nº 2268.
Dispõe de 3.700 títulos e 4.500 exemplares e assinatu
ra de 70 títulos de periódicos, sendo que os livros es
o assim distribuídos:
nº títulos
Curso n9 títulos n9 exemplares
Planejamento Adm. e Prog.
Econômica 1.200 1.400
Formação de Secretário 1.200 1.400
Construção Civil 400 420
Ciências Contábeis 912 1.300
2.4.2 LABORATÓRIOS E OFICINAS-CONSTRUÇÃO CIVIL
O curso conta com laboratórios e oficinas adequadamen
te equipados, para o aprendizado e aprofundamento das
técnicas didático-pedagógicas das disciplinas que exi.
gem ensaios e experimentos e laboratórios tais como :
estudo dos materiais de construção, ensaios destruti-
vos de corpos de provas, circuito elétricos e dinâmi-
ca de fluídos,segundo informa a Comissão Verificadora.
Curso Superior de Tecnólogo em Construção Civil - Edifício
CORPO DOCENTE
PODE SER ACEITO
01 - MARCO ANTONIO PEZZOTTI
Canteiro de Obras I e II
Práticas da Construção civil
PODE SER ACEITO
FIC CARLOS BRUNELLI
Canteiro de Obras I e II
PODE SER ACEITO
03 - SEBASTIÃO LUIZ MIOTTO
Desenho Arquitetônico
PODE SER ACEITO
NICOLAU KAIK FILHO
Desenho para Construção Civil
PODE SER ACEITO
05 - FERNANDES NUNES DE ABREU
Desenho Tecnico para Edifícios
PODE SER ACEITO
- LUIZ CARLOS ESCOBAR
Educação Fisica
PODE SER ACEITO
.. 07 - SANDRA MARIA PROCRINOW ZOTTARSLLI
educação Fisica
PODE SER ACEITO
08 - LUÍZ GONZAGA SBBGHEN FERREIRA
Eletricidade Aplicada
PODE SER ACEITO
09 -
SAMI ANTONIO TAUK
Estática e Noções de Resistência de Materiais:
Máquinas e Ferramentas da Construção Civil.
PODE SER ACEITO
10 - EDGARD SIDNEY PROCHNOW
Estudo de Problemas Brasileiros
PODE SER ACEITO
11 MEIHEN CARGOS SIMAO -
Fisica Aplicada
PODE SER ACEITO
- IVANI BIANCHINI HOFLIG
Humanidades
PODE SER ACEITO
13 - NELSON DE ALMEIDA JUNIOR
Topografia
PODE SER ACEITO
PODE SER ACEITO
BENITO NAZARENO SCIARRA GUIMARAES:
Legislação Social
PODE SER, ACEITO
16 -
JOSÉ LUIZ BUSCHINELLI CARNEIRO
desenho
de Concreto Armado
PODE SER ACEITO
17 - FERNANDO NUNES DE ABREU
Mecânica de Solos e Fundações
PODE SER ACEITO
18 - MOACIR JOÃO ROSSINI
metodos de calculos
PODE SER ACEITO
19 - MANOEL CORREA LEITÃO
Lingua Portuguesa
PODE SER ACEITO
20 - JOSÉ LINCON DE MAGALHAES
Materiais para Construção Civil I e II
PODE SER ACEITO
Desenho Arquitetônico
Desenho Técnico para edifícios
Desenho de Concreto Amado
PODE SER ACEITO
22 - VERA LUCIA FERNANDES DE PAULA
Educaçao Fisica
PODE SER ACEITO
23 - JOSE LURIA CHIOSSI
Eletricidade Aplicada
Instalações Hidráulicas- e Elétricas.
PODE SER ACEITO
24 - BENEDITO SPADARI NGTO
Estatica e Noções de Resistencia de Materiais
Maquinas e Ferramentas da Construção Civil.
PODE SER ACEITO
25 - JOSE CUNHA BUENO
Pode ser Aceito
26 - REGINA APARECIDA DAVALLE
Humanidades
PODE SER ACEITO
27 - CRESO DE FRANCO PEIXOTO
MECÂNICA DE SOLOS E FUNDAÇÕES
PODE SER ACEITO
28 - ROBERTO MARTINS MENDES
MÉTODOS DE CÁLCULOS
PODE SER ACEITO
29 - MAURO ANDRADE
Lingua Portuguêsa
PODE SER ACEITO
30 - VALDIR DE OLIVEIRA JUNIOR
Materiais para Construção Civil
Curso Superior de Tecnólogo em Planejamento Administrativo e
ção Econômica
CORPO DOCENTE 01 - ANISIO A. DE MEDEIROS PODE SER ACEITO
Análise Custos
PODE SER ACEITO
02 JOSE DE CAMPOS
Analise de Custos
PODE SER ACEITO
0.3 - JOSE ROBERTO CORTEZ OTALARA
Analise Micro—Economica
Analise Macro-Econômica
Organização e Métodos
PODE SER ACEITO
04 - ALECIO DOS SANTOS TUBALDINI
Analise Micro-Econômica
PODE SER ACEITO
05 - JOÃO DE CASTRO
Ciências das finanças e Direito Tributário
PODE SER ACEITO
05 - ALDO ZOTTARELLI JONIOR
Direito o Legislação
Ciências das finanças e Direito Tributário
PODE SER ACEITO
07 - JANUÁRIO SILVIO PEZZOTTI
Contabilidade Geral
PODE SER ACEITO
08 - SALVADOR LUIZ RAMIRES
Contabilidade Geral
Teoria do Desenvolvimento Econômico
PODE SER ACEITO
09 - ANTONIO SERGIO MONTEIRA
Contabilidade Pública
PODE SER ACEITO
3.0 - LUIZ CARLOS ESCOBAR
Educação Física
PODE SER ACEITO
11 SANDRA MARIA
Educaçao Fisica
PODE SER ACEITO
13 - MARCELO PIVA
Elaboracão e Análise de Projetos
Orçamentos
ELaboração e Analise de Projetos
PODE SER ACEITO
15 - EDGARD SIDNEY PROCHANOW
Estudo de Problemas Brasileiros
PODE SER ACEITO
16 - ARNALDO SONRETINO
Estudos de Problemas Brasileiros
Lingua Portuguesa
PODE SER ACEITO.
17 - RONALDO FERNANDES
Introdução à Economia
Métodos o Técnicas do pesquisa
Programação Economica
PODE SER ACEITO
18 - BENITO NAZARENO SCIARRA GUIMARÃES Legislação Social
PODE SER ACEITO
19 - MANOEL CORREA LEITÃO
Língua Portuguêsa
PODE SER ACEITO
20 - MOACYR JOÃO ROSSINI
Matemática
PODE SER ACEITO
21 REBERTO MARTINS MENDES
Matemática
PODE SER ACEITO
22 MARE DA GRAÇA PAVÃO
Matemática
PODE SER ACEITO
Metodológia Cientifica
PODE SER ACEITO
24 - SONIA APARECIDA ALEM MARRACH
Metodológia Científica
PODE SER ACEITO
25 - JOSE CARLOS MAZZEO
Orçamentos
Teoria do Desenvolvimento Econômico
PODE SER ACEITO
Programação Orçamentaria
PODE SER ACEITO
29 - CLODOMIRO MAIOR DEVERA
Programação Orçamentaria
PODE SER ACEITO
30 - IVANI BIANCHINI HOFLING
Sociologia
Sociologia da organinação
Sociologia do Desenvolvimento
PODE SER ACEITO
31 - REGINA APARECIDA DAVALLE
Sociologia
Sociologia da Organização
Sociologia do Desenvolvimento
PODE SER ACEITO
32- DALVA CHRITOFOLETTI PAES DA SILVA
Recursos Humanos
PODE SER ACEITO
33 - SILVIA MARIA ANARUMA
Recursos Humanos
PODE SER ACEITO
Curso Superior de Tecnólogo de Formação de Secretario.
CORPO DOCENTE:
01 - DAGOBERTO CARLOS QUILICI
(Introdução)
Organização e Métodos Aplicados
PODE SER ACEITO
02 - JANUARIO SYLVIO PEZZOTTI
CONTABILIDADE ERAL
PODE SER ACEITO
03 MARIA BEATRIZ BIANCHIKI BILAC
Comunicação Social Aplicada
Problemas Sociais Contemporâneos
Psicoloqia Social I
PODE SER ACEITO
04 - LUIZA APARECIDA K. EUGENIO
Arquivística o Documentação
13 MANOEL CORREA LEITÃO
Lingua portuguesa I e II
Técnicas de Redação Aplicada.
PODE SER ACEITO
14 - PLÁCIDA ANELIA FERRATONE
Praticas de Secretariado
Mecanografia
PODE SER ACEITO
15 - CLAUDIA DIANCHUNT AREDES
Psicoloqia Social II ( Relações Publicas)
PODE SER ACEITO
16 - IVANI BIAITCHIBI HOFLING
Sociologia
PODE SER ACEITO
17 - SALVADOR RUIZ RAMIRES
Contabilidade Geral
PODE SER ACEITO
3.8 - SONIA APARECIDA ALEN MARRACH
Comunicação Social Aplicada
Problemas Sociais Contemporaneos
PODE SER ACEITO
19 - MARIA NEUZA FURIAN
Arquivística e Documentação
PODE SER ACEITO
20 - VERA LUCIA FERNANDES DE PAULO
Educação Fisica
PODE SER ACEITO
21 - ARNALDO SORRENTINO
Estudo de Problemas Brasileiros
Lingua -Portuguesa
PODE.SER ACEITO
22 - ESTELA FATIMA DA SILVA
Langu .: Inglesa I e II
PODE SER ACEITO
23 - MAURO ANDRADE Lingua portuguesa I e II
PODE SER ACEITO
24 - REGINA APARECIDA DA DAVALLE
Sociologia
Pode ser aceito
Dos professores queo possuíam parecer cujos "curricula
constam do relatório do pedido de reconhecimento nos Anexos
I, II e III, foram aprovados os seguintes:
JOSÉ ANTONIO RIBEIRO
ARNALDO SORRENTINO
CRESO DE FRANCO PEIXOTO
VALDIR DE OLIVEIRA JÚNIOR
DAGOBERTO CARLOS QUILICI
SONIA APARACIDA ALEM MARRACH
3.3. Estrutura Curricular
Consta dos Anexos IV, V e VI a estrutura curricular plena de
cada curso. Quanto aos aspectos acadêmicos e adequadação dos
cursos, assim se expressaram as Comissões Verificadoras:
a) Construção Civil, Edifícios
"A maioria dos alunos tem acesso ao curso através do Concur-
so Vestibular com formação do segundo grau. As vagas estão
de acordo com o aprovado pelo Parecer CFE nº 1412/80 e auto-
rização pelo Decreto nº 85643 de 15 de janeiro de 1981,atri
buindo 150(cento e cinquenta) vagas para o curso de Tecnólo
go em Construção Civil - Modalidade Edifícios. Este número
o foi ultrapassado nas matrículas do curso em pauta.
A progressão do alunado ê a que consta de informação da se-
cretaria da Entidade, através de levantamento dos livros de
matrícula,constatando-se pequeno número de alunos,cuja pri
meira turma forma-se no ano em curso. O fato de ser reduzido
o número de alunos,permite-se uma grande participação do alu
nado,juntamente com os professores, na seleção do conteúdo
programado do curso através de atividades teóricas e princi-
palmente práticas.
Analisado o conteúdo programático das disciplinas verifica-
se que é inteiramente voltado para a finalidade a que se pro
põe.
Quanto à avaliação da frequência e aproveitamento,dados os
fatos acima citados, fica reafirmado através da participação
do alunado,é efetiva,com a liberdade para utilizar os labora
tórios fora do horário escolar.
Tendo em vista que a cidade se encontra próxima a regiões de
crescimento industrial e populacional e havendo
poucos estabeicimentos de formação de Tecnólogos em Construção
Civil, o curso está perfeitamente adequado às condições da região.
A pouco demanda verificada no ano de 1983, a nosso ver, está liga.
da a uma momentânea acomodação do mercado o queo invalida a forma.
ção de profissionais na área tecnológica que é de fundamental inte -
resse para o desenvolvimento do país".
b) Planejamento Administrativo e Programação Econômica; Formação
de Secretário.
"A Faculdade funciona no período noturno de 2ª a 6ª feira, reser-
vando o sábado para o cumprimento da carga horária de Educação
Física, oferecendo 200 vagas para as modalidades em apreço.
De acordo com os relatórios da Escola, foi levantado o mapa que
segue, das estatísticas de inscrições, matrículas e conclusão em
cada uma das modalidades do curso;
. série
2a. série
3ª série
CURSO
P1an. Adm.Prog.Econ.
100 vagas
Fornurção Secretario
100 vagas
Sub-tutal
Plan.Adm.Prog.Econ.
100 vagas
Formação Secretario
100 vagan
Sub-Total
Plan. Adm. Prog. Econ.
100 vagar,
Formação Secretario
100 vagas
Sub-Total
Total Geral
Taxa de ovasão
MATRICULA
iniciais
1981.
97
36
133
-
-
-
-
-
133
19
32
39
33
72
59
25
84
-
-
156
19
83
28
28
30
20
50
53
24
77
155
Tocal
Acum
16 4
69
233
89
45
134
53
24
77
444
MATRICULAS
1981
62
26
88
-
-
-
-
88
34%
1982
2 7
2 4
51
5 4
24
78
-
-
12
9
179
As disciplinas do curriculoo as mesmas que constam
do projeto de autorização. Posteriormente as discipli
nas agrupadas em departamentos tiveram sua classifica
ção modificada"
A nova composição dos novos departamentos se acha no
Anexo VII
Quanto a qualidade acadêmica do curso a comissão se ma
nifestou " A partir dos contatos que a comissão teve
com os professores da Instituição, pode-se perceber a
preocupação, por parte do corpo docente em manter o ní
vel adequado de qualidade de ensino. 0 grau de evasão
de ordem de 34% no 1º ano de funcionamento diminuiu pa
ra 17% no 2º ano. A maioria das classes e relativamen
te pequena. Atualmente,o existe classe onde estejam
matriculados mais de 53 alunos o que oferece condições
adequadas de aprendizado."
Quanto aos conteúdos ministrados pelas disciplinas a
Comissão concluiu que "estão de acordo com a programa
ção que consta do Regimento."
À respeito dos programas de estágios, a comissão veri
ficou que " Os programas de estagio, conforme previs
tos na legislação vigente (decreto 87.497 de 18/8/82)
estão sendo agilizados nos termos do regulamento de es
tágio aprovado pelo Conselho Departamental."
" A Comissão constatou, nos expedientes referentes a
estágios, que os convênios celebrados com as empresas
da região estão em pleno funcionamento, favorecendo
exclusivamente os alunos do terceiro ano, conforme pre
visto na legislação.
A availação do aproveitamento e freqüência " foram exa
minado mediante o manuseio do diário de classe, onde
tanto a frequência de aproveitamento, como matéria de
senvolvida devem Ser registrados.
0 ensino tem sido desenvolvido de maneira satisfatória
segundo pode ser deduzido dos contatos com alguns alu
nos. 0 conceito do curso ê bastante favorável, mormen
te quando a comunidade o relaciona aos demais da regia
região.
As condições da região, com população em torno de 12 0
mil habitantes, ainda se monstram bastante influenciados
pela agricultura, embora a atividade industrial tenha im-
portância primordial na economia da urbe".
A Comissão Verificadora destes cursos fez outras observa-
ções que se transcrevem, a seguir, e que, por despacho in
terlocutório foram transmitidas e acolhidas pela Faculda-
de!
"O critério de classificação das disciplinas por departa-
mento é misto, ora levando em conta o órgão de apoio e de
aplicação, ora classificadas por modalidade. Recomenda-se
um critério único de classificação, seja agrupando num mes
mo departamento as disciplinas afins ou agrupando por cur-
so.
Trocando idéias com professores e direção da Faculdade, pa
receu valer a pena estudar uma reestruturação do currículo
num sistema semestral, mantendo-se o mesmo número de vagas
e a sistemática atual de um vestibular anual.
Tal mudança permitiria introdução de maior variedade dedis
ciplinas, desmembrar disciplinas cujo conteúdo é variado e fazer com
que o aluno seja avaliado semestralmente. Por exemplo, o
curso de Planejamento Administrativo e Programação Econô-
micao oferece a disciplina Mercado e Capitais, da mes-
ma forma que o Curso de Formação de Secretárioo ofere-
ce a disciplina de Processamento de Dados que provavelmen
te seriam de grande utilidade aos formandos".
Quanto ao curso de Construção Civil, o quadro a seguir,mos
tra a evolução das matrículas, nos anos de 1981-1983:
SERIE
1ª
2ª
3ª
MATRICULA INICIAIS
1981
95
-
1982
30
47
-
1983
_
11
42
MATRICULAS NO ANO DE
1981
47
-
-
1982
13
42
-
1983
-
-
Ao final de seus relatórios, as Comissões Verificadoras con
cluem que os cursos ministrados estão em condições de serem
reconhecidos.
A instituição deverá providenciar a alteração da denomina-
ção dos cursos conforme prevê a Resolução nº 12/80 do CFE.
II - VOTO DO RELATOR
Tendo em vista o exposto é o Relator de parecer que podem
ser reconhecidos os Cursos Superiores de Tecnologia em Construção Ci
vil, modalidade Edifícios, com 150 (cento e cinquenta) vagas totais
anuais; Planejamento Administrativo e Programação Econômica, com 100
(cem) vagas totais anuais e Formação de Secretário, com 100 (cem)va
gas totais anuais,mantidas pela Sociedade Rio-Clárense de Ensino,em
R. Claro, Est de S. Paulo.
III - CONCLUSÃO DA CÂMARA
A Câmara de Ensino Superior (19 Grupo) aprova o voto do Re
lator.
disciplina
LÍNGUA PORTUGUESA
FISICA APLICA
MÉTODOS DE CALCULO
ELETRICIDADE APLICADA
1
ESTUDOS DE PROBLEMAS BRASILEIROS
MATERIAIS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL
EDUCAÇÃO FISICA
total
carga horária
60
150
1.80
120
60
60
90
60
780
2º Série
MATERIAIS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL
DESENHO PARA CONSTRUÇÃO CIVIL
DESENHO DE CONCRETO ARMADO
CANTEIROS DE OBRAS I
MECÂNICA DE SOLOS E FUNDAÇÕES
MÁQUINAS E FERRAMENTAS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
PRÁTICAS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
ESTÉTICA E NOÇÕES DE RESISTÊNCIA DE MATERIAIS
EDUCAÇÃO FÍSICA
Total
90
60
60
120
60
60
180
750
3ª Série
DESENHO ARQUITETÔNICO
DESENHO TÉCNICO PARA EDIFÍCIOS
LEGISLAÇÃO SOCIAL
CANTEIROS DE OBRAS II
PRÁTICAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL
INSTALAÇÕES PREDIAIS (Especiais e Acabamento)
INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E ELÉTRICAS
TOPOGRAFIA
EDUCAÇÃO FÍSICA
total
Total ao curso
ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO
TOTAL
60
0'
60
120
150
120
120
60
60
810
2.370
200
2.570
CURRÍCULO DO CURSO DE TECNÓLOGO EM CONSTRUÇÃO CIVIL - EDIFÍCIOS
1ª Série
disciplina
LÍNGUA PORTUGUESA
DIREITO E LEGISLAÇÃO
INTRODUÇÃO À ECONOMIA
TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO
SOCIOLOGIA
METODOLOGIA CIENTÍFICA
OG LI DAIS GERAL
MATEMÁTICA
ESTUDOS DE PROBLEMAS BRASILEIROS
EDUCAÇÃO FÍSICA
total
Carga horária
90
120
90
60
60
60
60
60
60
60
720
2a Série
ANÁLISE MICRO-ECONÔMICA
MÉTODO E TÉCNICAS DE PESQUISA
ANÁLISE DE CUSTOS
ELABORAÇÃO E ANÁLISE DE PROJETOS
ORGANIZAÇÃO E MÉTODOS
ORÇAMENTOS
SOCIOLOGIA DA ORGANIZAÇÃO
RECURSOS HUMANOS
LEGISLAÇÃO SOCIAL
EDUCAÇÃO FISICA
total
3.20
SO
60
90
60
60
60
60
60
60
( CAJ
3ª Série
ANÁLISE MACRO-ECONÔMICA
PROGRAMAÇÃO ECONÔMICA
PROGRAMAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS
TEORIA DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO
PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL
SOCIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO
CIÊNCIAS DAS FINANÇAS E DIREITO TRIBUTÁRIO
CONTABILIDADE PÚBLICA
EDUCAÇÃO FÍSICA
total
Total do Curso
ESTAGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO
TOTAL
120
120
90
90
60
60
60
60
60
720
2.160
200
2.360
FATERC - FACULDADE DE TECNOLOGIA DE RIO CLARO
CURRÍCULO DO CURSO DE TECNÓLOGO EM PLANEJAMENTO ADMINISTRATIVO
E PROGRAMAÇÃO ECONÔMICA
FATERC - FACULDADE DE TECNOLOGIA DE RIO CLARO
CURRÍCULO DO CURSO DE TECNÓLOGO EM FORMAÇÃO DE SECRETÁRIO
1ª Série
disciplina
LÍNGUA PORTUGUESA I
LÍNGUA INGLESA I
MATEMÁTICA
DIREITO E LEGISLAÇÃO
SOCIOLOGIA
ADMINISTRAÇÃO(INTRODUÇÃO)
CONTABILIDADE GERAL(NOÇÕES)
ESTUDO DE PROBLEMAS BRASILEIROS
EDUCAÇÃO FISICA
total
Carga Horária
90
90
60
120
90
90
60
60
60
720
2ª Série
LÍGUA PORTUGUESA II
LÍGUA INGLESA II
LEGISLAÇÃO SOCIAL
PROBLEMAS SOCIAIS CONTEMPORÂNEOS
ESTATÍSTICA
ORGANIZAÇÃO E MÉTODOS APLICADOS
PSICOLOGIA SOCIAL I (RELAÇÕES HUMANAS)
ESTENOGRAFIA
EDUCAÇÃO FISICA
Total
60
60
60
60
60
120
120
120
60
720
3ª Série
PSICOLOGIA SOCIAL II (RELAÇÃO PÚBLICAS)
COMUNICAÇÃO SOCIAL APLICADA
ARQUIVÍSTICA E DOCUMENTAÇÃO
PRÁTICA DE SECRETARIADO
MECANOGRAFIA
TÉCNICAS DE REDAÇÃO APLICADA
EDUCAÇÃO FÍSICA
Total
Total do curso
ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO
TOTAL
120
60
120
130
120
60
60
720
2,160
200
2.360
IV - DECISÃO DO PLENARIO
O Plenário do Conselho Federal de Educação aprovou , por unanimidade, a
Conclusão da Câmara.
Sala Barretto Filho , em 16 de Dezembro de 1983
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