
lativa aos anos 1989/90/91, consta o ano de 1987 como o de sua
criação. Nota a Comissão Verificadora, em seu relatório, que
anteriormente à data da visita ao curso, em abril de 1992, o
Professor Francisco José Calazans Falcon, como Presidente do
Comité de Consultores de História esteve, nos dias 15 e 16 de
outubro de 1991, em visita oficiosa ao programa, tendo elabora-
do um relatório dessa visita enviado â Coordenação da Comissão
especial acima referida. Do relatório da Comissão consta uma
primeira parte relativa a esta visita feita em 1991 pelo Pro-
fessor Falcon. É observado ai que "o objetivo maior de nossa
visita era a questão do credenciamento do Curso de Doutorado em
História".
II - ORGANIZAÇÃO ACADÊMICA E ADMINISTRATIVA
2.1 Organização Acadêmica
"Enquanto o credenciamento do Curso de Mestrado em História da-
ta de 1982, o começo do Curso de Doutorado se deu somente em
1987. Inicialmente, como seria natural, pensou-se a estrutura
curricular em termos de uma grande variedade de disciplinas/
cursos, muitas delas comuns ao Mestrado e ao Doutorado, sendo
outras, porém específicas de um ou outro desses dois níveis.
Havia, também, uma variação muito grande quanto ao valor em
créditos atribuído a cada "curso". Agora, no entanto, tal si-
tuação se apresenta sensivelmente mudada. A estrutura curricu-
lar, tanto do Mestrado quanto do Doutorado, foi simplificada e
sistematizada tanto em termos do número de disciplinas (severa-
mente reduzido), quanto do seu valor em créditos (na quase to-
talidade prevalece o valor de 4 (quatro) créditos. As discipli-
nas foram redefinidas e reagrupadas em três tipos ou catego-
rias: Disciplinas Obrigatórias, Disciplinas Opcionais e Seminá-
rios Especiais, distribuídas, por sua vez, pelas três Áreas de
Concentração. Conforme pudemos verificar, as disciplinas prati-
camente perderam muito do caráter "conteudístico" que tanto ha-
víamos criticado após a nossa primeira visita. Na verdade, os
cursos se apresentam hoje, basicamente, sob a forma de "seminá-
rios" o que não apenas possibilita maiores oportunidades de
aprofundamento monográfico dos cursos, como, ainda, os torna
mais flexíveis no sentido de atenderem aos interesses específi-
cos dos próprios alunos - em função das pesquisas para a elabo-
ração das dissertações ou teses.
Eliminadas as disciplinas de 2(dois) créditos que tanto conges-
tionavam a estrutura curricular anterior, especialmente no Mes-
trado, foi possível valorizar mais um elenco menor e menos dis-
perso de cursos.
A estrutura curricular do Curso de Mestrado exige a integrali-
zação de 32 créditos em disciplinas/cursos, não sendo atribuí-
dos créditos a Dissertação. Estuda-se, agora, a melhor distri-
buição desse total de créditos através de uma compactação em um
conjunto de menor cursos com mais créditos cada um deles.
A estrutura curricular do Curso de Doutorado exige a integrali-
zação de 12 créditos, ou três cursos, para os doutorandos que
já possuem o título de Mestre em História, pois, do total pre-
visto - 44 créditos - 3.2 'cor-respondem aos créditos do Mestrado.
A execução curricular prevista para o Mestrado, tomando-se como
MEC/CFE