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1. NATUREZA JURÍDICA E TRADIÇÃO CE ENSINO E PESQUISA
A Universidade de Brasília dispensa maiores comentários sobre es-
tes dois aspectos. Sua natureza jurídica tem sido objeto de análise em vários
outros pedidos já aprovados, dispensando, por isto, acurada análise neste pa-
recer.
Quanto ao ensino e pesquisa, podemos afirmar que a Instituição
desfruta de elevado conceito em âmbito nacional. Ministra cursos em quase to
das as áreas de conhecimento, reunindo, atualmente, cerca de 700(setecentos)
professores e 10.000 (dez mil) estudantes. Ministra cursos de pós-graduação
desde 196S (Física), mantendo neste nível, no momento, 7 (sete) cursos, in-
cluindo-se o de Ecologia.
A Universidade de Brasília encaminhou a este Conselho o pedido
de Credenciamento do Curso de Mestrado em Ecologia, com área de Concentração
em Ecologia da Flora e Fauna.
Consta do pedido, além da documentação necessária ao exame o pa-
recer da Comissão Verificadora o Relatório Técnico dos Consultores da CAPES.
A
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n
io Fagundes de Sous
a
Credenciamento do Curso de Pós-Graduação em Ecologia, a nível de
Mestrado, com área de Concentração em Ecologia da Flora e Fauna, ministrado
pela Universidade de Brasília.
Universidade de Bras
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2. CAPACIDADE FINANCEIRA PARA MANUTENÇÃO DO CURSO
2.1. Da Universidade
O orçamento da UnB é constituído por receitas próprias,trans-
ferências do Governo, convênio e receitas de natureza extraordinária,
que sanaram no exercício de 1930 cerca de 1,2 bilhões de cruzeiros.
2.2. Do Curso
Das receitas totais da Universidade verifica-se destinação es-
timativa para o Departamento de Ecologia de aproximadamente 46 milhões de
cruzeiros, importância que deve ser acrescida de cerca de 7,5 milhões o-
riundos de convênios mantidos com outras instituições (CNEN, PRONUCLEAR,
ITAIPU, FURNAS, CEMIG) e de 700 mil cruzeiros destinados pela administra
ção Central da Universidade às excursões didáticas.
Foi possível destacar do orçamento departamental as importân-
cias destinadas exclusivamente ã manutenção do programa de Mestrado. Es-
sa importância soma aproximadamente 15 milhões de cruzeiros, constituin-
do cerca de 30% dos recursos departamentais. Verifica-se assim que não
faltam os recursos essenciais para o desenvolvimento dessas atividades.
No orçamento Departamental observa-se que cerca de 20% dos re-
cursos são provenientes de fontes externas ã Universidade. Essa partici-
pação considerável de fontes externas é resultado não de iniciativas ex-
clusivas do Departamento mas resultado de política global praticada a-
tualmente na UnB.
3. PRÉDIO E INSTALAÇÕES - EQUIPAMENTOS
O Departamento de Ecologia, onde funciona o curso, está
insta-lado no prédio do Instituto de Ciências Exatas da UnB. Esse
prédio cons-titui complexo arquitetônico especialmente concebido para
atividades Uni versitârias, particularmente em áreas de ciências
básicas. Integrado nele, encontra-se o Departamento de Ecologia que
ocupa, nesse complexo,ins talações funcionais que abrigam laboratórios,
salas de aulas, gabinetes
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de professores, de pós-graduação, oficinas, etc. Os pós-graduandos en-
contram-se instalados em gabinetes relativamente espaçosos com mobiliá-
rios simples, porém, funcionais. Todas as instalações encontram-se em
bom-estado de conservação e oferecem ambiente propício para o
desenvolvimento das atividades acadêmicas. Há a perspectiva próxima de
considerável ampliação das áreas ocupadas pelo Departamento e que
serão destinadas, segundo informações, exclusivamente ás atividades de
pós-graduação.
Foram visitados, pela Comissão Verificadora, todos os labo-
ratórios, herbário, biotério, sendo verificado que todos os equipamentos
relacionados no pedido de credenciamento foram adquiridos,obtendo-se uma
explicação detalhada do uso dos mesmos em projetos específicos da pós-
graduação. Na Fazenda, a Comissão teve oportunidade de discutir com al-
guns alunos e professores sobre trabalhos experimentais que estavam sen-
do realizados. Não se verificando indícios de ociosidade nem mau trato
de equipamentos. Foi ressaltado que, inclusive, alguns equipamentos ou
adaptações foram realizados pelo Prof. Collin, que sendo Físico,tem
gran-de interesse pela biologia, o que se constitui num fato muito
significativo e elucidativo para os biólogos.
3.1. Laboratório de Ecologia
~ 2
Dimensão : 450
Instalações: 6 salas para professores; 1 sala para aulas teóri-
cas, um laboratório geral (pesquisa e aulas práticas); 1 laboratório pa-
ra análises químicas de solos; 1 sala de refrigeração; secretaria, 2 sa-
las para depósito de materiais; copa; 2 banheiros.
Equipamentos de Maior Porte: Espectrofotômetro de absorção atô
mica; três registradores eletrônicos; dois anemômetros; 8 microscópios e
10 estereomicroscõpios; duas balanças analíticas; sete estufas eletri-
cas; um fotocolorímetro; um voltímetro eletrônico; seis pHmetros; duas
incubadoras; dois banhos-maria com termostato; um projetor de slides;
um retroprojetor, um epidiascópio; uma tela para projeção; uma
geladei-ra; uma estação meteorológica; dois coletores de insetos; três
digesto-res de Kjeldahl; um termômetro infra-vermelho; um termômetro
gráfico; um
MEC/CFE
solarímetro gráfico; um contador digital de radiação solar; dois desti-
ladores elétricos; uma centrífuga; um moinho de bola; uma capela exausto
ra; uma mufla de 1.200 C.
3.2. Laboratório de Campo da Fazenda Água Limpa
2
Dimensão: 320 m²
Instalações: Cinco salas de pesquisa; laboratório geral (aulas
e preparo de material); uma copa; duas salas para depósito de materiais;
dois alojamentos.
Equipamentos de Maior Porte: Uma estufa; uma geladeira; um fo-
gão.
3.3. Laboratório de Zoologia
Dimensão: 400 m²
Instalações: Laboratório geral; biotério; sala de coleção; es-
critórios de professores e de estagiários; laboratório de taxidermia; la-
boratõrio e coleção de insetos; e sala de preparo de material.
Equipamentos de Maior Porte: Microscópiose estereomicroscopies;
balanças; estufas; armários para coleção de insetos; calculadora de me-
sa; equipamento para macrografia.
3.4. Laboratório de Fisiologia Vegetal DIMENSÃO 140M²
Instalações: Laboratório de metabolismo; sala de crescimento;
sala de preparação; sala para estudos; biblioteca e sala de professores;
sala anexa para câmaras de crescimento e demais dependências.
Equipamentos de Maior Porte: 4 câmaras de crescimento de 1,7m²
de capacidade com controle de temperatura; incubadoras; microscópios bi-
noculares e estereomicroscópios de pesquisa; centrífugas; balanças
analí-ticas; aparelhos para esterilização e demais equipamentos
necessários pa-ra técnicas em Fisiologia Vegetal.
MEC/CFE
3.5. Erbário – Dimensão 300 m²
Instalações: Herbário; sala de preparação; sala de montagem; sa-
Ia de equipamentos óticos; sala para secretaria; arquivo e biblioteca;
sala de professores e demais dependências.
Equipamentos e Materiais de Maior Porte: Herbário com mais de
80.000 espécimens coletados e catalogados, principalmente do Brasil. Ar-
mários de aço com capacidade para catalogar mais de 2.000 espécimens. E-
quipamento para secagem e preparo de materiais coletados. Microscópios
bi-noculares e estereomicroscópios de pesquisa e demais equipamentos
necessários aos trabalhos em taxonomia vegetal.
3.6. Laboratório de Morfologia Vegetal –Dimensão 95 m²
Instalações: Laboratório de preparação, laboratório de pesqui-
sa, sala de estudos e biblioteca e demais dependências.
Equipamentos de Maior Porte: Microscópios binoculares de
pesqui-sa; estereomicroscópios de pesquisa; fotomicroscopio automático;
micróto-mo rotatório e para madeira; micrótomo de desuse; micrótomo de
congela-ção ou criostato; estufa a vácuo e demais equipamentos
necessários para técnicas de morfologia vegetal.
3.7. Estação Experimental de Biologia –Dimensão 140.000 m²
Instalações: Laboratório de campo, medindo 240m , contendo: a)
sala para trabalhos gerais de exame de material doente, inoculação de
plantas, classificação de material colhido, extração de sementes,etc; b)
sala de transferência de insetos vectores; c) sala de extração de nema-
tóides; d) sala com autoclaves para esterilização de solo; e) sala para
câmaras de crescimento. 6 casas de vegetação, sendo 2 de vidro e 4 de te
la, ripado, deposito de adubos, galpão de máquinas e de ferramentas, es-
critório e almoxarifado, casa de bomba, rede de água potável e de irriga
ção, rede elétrica cem transformador trifásico de 30 KVA, casa de vigia
e área de campo para experimentação.
Equipamentos: Conjunto de moto-bomba (elétrico); trator com im-
plementos (arado, grade, plantadeira e adubadeira); pulverizadores ma-
nuais, costais e motorizado, ferramentas agrícolas e conjunto para irri-
gação (300 m de rede); barco motorizado; dois autoclaves e uma câmara de
crescimento.
4. BIBLIOTECA
O acervo bibliográfico ê próprio da Instituição, podendo ser
considerado como um dos melhores existentes no país, sendo que o atendi-
mento quanto a bibliografia para os alunos foi salientada como sendo ex-
celente. 0 numero de periódicos é, plenamente compatíveis com o curso
sendo que as principais coleções estão completas. As assinaturas no orça
mento da Universidade tem prioridade. A Biblioteca funciona as 24 horas
(atendimento nictemeral).
A Biblioteca conta com:
4.1. Pessoal
39 Bibliotecários - Universitária
01 Secretário - 2. Grau completo '
58 Auxiliares de Biblioteca - 2. Grau completo
16 Auxiliares de Serviço - 1, Grau completo
11 Escriturários - 1. e 2. Graus completo
01 Auxiliar de Instrumentos - 2. Grau completo
1 Marceneiro - 1. Grau completo
2 Operadores de copiadora - 1. Grau completo
3 Supervisores - 2. Grau completo 02
Porteiros - 1. Grau completo
4.2. Acervo Bibliográfico
220 Títulos de Ecologia
075 Títulos de Ecologia Animal
069 Títulos de Ecologia Vegetal
121 Títulos de Maio Ambiente
061 Títulos de Poluição
080 Títulos de Anatomia Vegetal
004 Títulos de Bioclimatologia
840 Títulos de Botânica
016 Títulos de Comportamento Animal
011 Títulos de Edafologia
010 Títulos de Fotointerpretação
165 Títulos de Fisiologia Vegetal
009 Títulos de Limnologia
280 Títulos de Meteorologia
400 Títulos de Populações
100 Títulos de Vegetação
960 Títulos de Zoologia
083 Títulos de Comportamente (Psicologia)
005 Títulos de Comp. Aplic. às Ciências Biológicas
160 Títulos de Espaço Urbano
400 Títulos de Estatística
041 Títulos de Metodologia Ensino Superior
324 Títulos de Planejamento Urbano
4.3. Serviços Auxiliares
2 Máquinas Xerox
2 Mimeógrafos
1 Telex
1 Gravador Stencil
Audiovisuais, Microfones, Catálogos Coletivos de Periódicos
5. PESQUISA
As atividades de pesquisa não são todas completamente
inte-gradas, mas constatamos que várias disciplinas possuem integração
e per feita relação com as áreas de concentração do curso. Todas as
pesquisas ligadas ã CPG estão financiadas pela FINEP. As pesquisas têm
sido divul-gadas através de periódicos nacionais e/ou internacionais e
em congres-sos no país e estrangeiro. 0 corpo discente toma parte ativa
nas pesqui-sas. Foram relacionadas no processo 59 pesquisas realizadas e
38 em andamento.
5.1. Publicações
As publicações do corpo docente têm sido numericamente
regu-lar, com pesquisas de bom nível, sendo que o corpo discente não
tem se restringido praticamente a elaborar as dissertações. A "CPG"
possui tais publicações.
6. ATIVIDADES ACADÊMICAS
Das disciplinas listadas, cinco são obrigatórias (incluin-
do-se a disciplina de Estudos de Problemas Brasileiros), possuindo um
conteúdo programático enfatizado em dar uma formação dirigida ã Ecolo-
gia Terrestre, ou mais especificamente a ecologia de Cerrado, como pri-
meira prioridade, prevendo-se como segunda prioridade o manejo flores -
tal e impactos ecológicos.
A grade horária está perfeitamente balanceada de modo a per
mitir um ótimo aproveitamento pelos alunos e uma distribuição racional
durante cada período.
0 número de disciplinas eletivas ê grande e tendo em vista o
pequeno número de alunos, dependendo da diversificação dos mesmos pode
acontecer por exemplo de um único alunos matricular-se em uma determina
da disciplina; e quando acontece este fato, foi nos informado pelo Prof.
Cleber Alho de que a mesma ê dada integralmente quanto ao conteúdo pro-
gramático, apenas de maneira mais informal e menos clássica, como em for
ma de seminários, etc.
Quanto ao sistema de avaliação das atividades nas discipli-
nas é feito por meio dos vários tipos de provas tradicionais e seminá-
rios.
As Dissertações já foram defendidas em número de 17, sendo
dada a oportunidade de examiná-las todas, tendo sido constatado haver re-
lação entre as mesmas e as linhas de pesquisa do curso estando também as
mesmas relacionadas com a especialidade do orientador que efetivamente a
orientou.
6.1. Currículo do Curso
6.1.1. Área de Concentração
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
Ecologia da Produção Primária
Ecologia da Produção Secundária
Vegetação e os Fatores Ambientais
Ecologia das Águas Continentais
DISCIPLINAS ELETIVAS
Tópicos Espec. em Ecologia Terrestre
Ecossistemas Tropicais do Brasil
Métodos em Ecologia
Bioclimatologia Ecologia de
Populações Ecologia das Pragas
Ecofisiologia Vegetal Ecologia
dos Vertebrados Manejo dos Rec.
Nat. Renováveis Tópicos Especiais
Ecologia Aplicada Tópicos Especiais
Ecologia Aquática Tópicos Especiais
em Etologia Anatomia Vegetal
Ecológica Ecologia Evolutiva e
Geográfica Edafologia Ecológica
Limnologia Regional
6.1.2. Domínios Conexos
DISCIPLINA OBRIGATÓRIA
Estudos de Problemas Brasileiros
DISCIPLINAS ELETIVAS
Fotointerpretação
Metodologia do Ensino Superior
Tóp. Espec. em Estatística Aplicada
Tóp. Espec. em Métodos Quantitativos
Planejamento de Experimentos
Computação Autom. Aplic. Ciênc. Biológicas
Fisiologia do Cresc. e Desenv. Vegetal
Ecologia Humana
Técnicas de Observ. do Comportamento
Análise Experimental do Comportamento
Tópicos Espec. Análise Comportamento I
Análise do Espaço Urbano
Instrumento do Planejamento Urbano
7. CORPO DOCENTE
O corpo docente pode ser considerado de bom nível. A
titulação atende Es exigências legais, isto ê, os 20 docentes responsá-
veis por disciplinas possuem o título de Doutor, sendo que 90% (noventa
por cento) desses títulos conseguidos em instituições estrangeiras,
geralmente Universidades Inglesas ou Norte Americanas, mesmo os pro-
fessores de nacionalidade brasileira.
Os professores estrangeiros, segundo informa a Comissão Ve-
rificadora, integraram-se perfeitamente ao meio, pretendendo permane-
cer por longo período no Brasil.
Os docentes trabalham em regime de tempo integral, sendo
que todos os professores listados dedicam-se efetivamente não só ao
Cur-so sub examine, mas também ã Graduação.
Foram listados os docentes abaixo relacionados:
1. COLIN EDWARD JOHNSON
Disciplinas; Vegetação e Fatores Ambientais
Bioclimatologia Tópicos Especiais em
Ecologia Terrestre
Qualificação
Meteorologia Física - 1972 - University of Reading
Ph.D 1976 - Univ. Notthingham - Física Ambiental
Funções de Magistério
Vegetação e Fatores Ambientais - UnB - Pós-Graduação 1977/79
Bioclimatologia - UnB - Pós-Graduação - 1977/79
Tóp. Esp. Ecol. Terrestre - UnB - Pós-Graduação - 1977/79
Exterior. Ciências Físicas . Univ. of Notthingham - 1972/73
Experiências no Campo
Pesquisa e Ensino - Ciências Ambientais - UnB
Pesquisa - Univ. of Notthingham
Anelização das Aves - Vários lugares, Inglaterra
Trabalhos Publicados
Como autor - 03 Como
co-autor - 01
2. JOSEPH HAROLD KIRKBRIDE JR
Disciplinas; Ecossistemas Tropicais do Brasil
Qualificação
Biologia Geral - Washington - Univ. St. Louis - 1964
Bel. of Arts - Saint Louis - 1966
M.S. Biologia - 1968 - Univ. St. Louis
Ph.D Biologia - 1975 - Univ. of New York
Trabalhos Publicados
Como autor - 06 Como
co-autor - 04
Professor - 1967/68 - Biologia - Saint Louis - USA - Graduação
3. GEORGE EITEN
Disciplina; Ecologia da Produção Primária
Qualificação
Bel. of Arts - 1949 - Cornell üniversity
M.S. Botânica - 1958 - Univ. Columbia
Ph.D Botânica - 1959 - Univ. Columbia
Experiências de Magistério Ecologia Vegetal - UnB
- Graduação - 1976 Ecologia Prod. Primária - UnB -
Pós-Graduação 1976 Botânica Sistemática - UnB -
Graduação 1973/79 Biologia Geral - Willamantia
College - 57/58 Botânica Geral - Mofstra College -
1958/59 Genética - Willamantia College - 1957 a 1959
Trabalhos Publicados
Como autor - 09
4. DAVTD ROSS GIFFORD
Disciplinas: Ecologia da Produção Secundária
Ecologia Evolutiva e Geográfica
Manejo dos Rec. Nat. Renováveis
Qualificação
B. Sc. Forestry - 1950 - Edinburgh Üniversity
Ph.D 1962 - Edinburgh Univ.
Experiências de Magistério
Ecol. de Prod. Secundária - UnB - 1978 - Pós-Graduação
Métodos em Ecologia II - UnB - 1977 - Pós-Graduação Manejo
dos Rec. Naturais Renováveis - UnB - Pós-Graduação
Anteriores
Ecol. das Produções - Edinburgh Univ. Grad. e Pós-Grad. 1964/75
Ecol. Vegetal - Edinburgh Univ. Grad. e Pós-Grad. 1964/75
Ecol. Florestal - Edinburgh Univ. Grad. e Pós-Grad. 1957/75
Trabalhos Publicados
Como autor - 03 Co-
autor - 04
5. ANTHONY RAW
Disciplinas: Ecologia das Pragas
Ecologia de Populações
Métodos em Ecologia
Qualificação
Bel. of Sc. - 1966 - Univ. Newcastle upon Fyne
Ph.D 1975 - West. Indies - Jamaica
Experiências de Magistério
Ecol. Prod. Secundária - Pós-Graduação - 1977 - UnB
Ecologia de Populações - Pós-Graduação - 1977 - UnB
Mêt. em Ecologia II - Pós-Graduação - 1977 - UnB
Entomologia - Rothamsted Exp. Station - 1966/69
Entomologia - Univ. od Jamaica - 1970/72
Entomologia - Univ. od Agriculture - Jamaica - 1972/76
Trabalhos Publicados
Como autor - 10 Co-
autor - 02
6. LINDA STYER CALDAS
Disciplinas: Ecologia Vegetal
Fisiologia do Crescimento e Des. Vegetal
Qualificação
B.S. 1967 - George Washington Univ.
M.S. Botânica - 1969 - Chio State Univ.
Ph.D. 1971 - Fisiologia Vegetal - Chio State Univ.
Experiências de Magistério
Fisiologia Vegetal - UnB- Graduação - 1974
Ecol. Florestal - UnB - Graduação - 1978
Ecofisiologia Vegetal - UnB - Pós-Graduação - 1977
Biologia Geral - UnB - 1972/79
Bioquímica/Biofísica - UnB - 1972/74
Botânica - UnB - 1978
Trabalhos Publicados
Corno autor - 03 Co-
autor - 03
7. (CLEBER JOSÉ RODRIGUES ALHO
Disciplinas: Ecologia dos Vertebrados
Tópicos Especiais em Etologia Tópicos
Especiais era Ecol. Aplicada
Qualificação
Bel. em Ciências - UFRJ - 1963
Lie. em Ciências - UFRJ - 1963
Ph.D. Ecologia - 1977 - UNC - Chapelhill - USA
Experiências de Magistério
Ecol. Animal - UnB - 1977/79 - Graduação
Ecologia dos Vertebrados - UnB - 1973/79 - Pós-Graduação
Tópicos Especiais em Etologia - UnB - 1973/79 - Pós-Graduação
Zoologia - UnB - 1965/74 - Graduação
Parasitologia - UnB - 1965/74 - Graduação
Pesquisador do CNPq - 1979
Consultor IBDF - 1977
Membro do Conselho Departamental - 1974
Trabalhos Publicados
Como autor - 03
8. HET.EM RUTH COLES DE NEGRET
Disciplinas: Limnologia Regional
Tópicos Especiais era Ecologia Aquática
Ecologia das Águas Continentais
Qualificação
Bel. of Science - 1976 - Univ. of Southampton
Doctor of Philosophy - 1980 - Univ. of Southampton
Experiências de Magistério
Entomologia - UnB - Graduação 1980
Defesa Sanitária - UnB - Graduação 1980
Zoologia dos Invertebrados - UnB - Graduação 1980
Praticai Animal Ecology - Univ. of Southampton
Trabalhos Publicados
Como autor - 03 Co-
autor - 02
9. THEREZINHA ISAIA PAVIANI
Disciplinas: Anatomia Vegetal Ecológica
Qualificação
Farmacêutico - 1950 - UFRS
Doutor - 1965 - UFSM - Botânica
Experiências de Magistério Botânica
- 1956 a 1959 - UFSM Anatomia
Vegetal - UnB - 1969 Botânica
Sistemática - UnB - 1970 Botânica I
- UnB - 1970
Trabalhos Publicados
Como autor - 08
Chefe do Departamento de Biologia Vegetal-UnB - desde 1978
Membro da Congregação de Pôs-Graduação
10.MUNDAYATAN HAKIDASAN
Disciplinas: Edafologia Ecológica
Qualificação
Bel. Ciências - índia - Kerala University - 1965
M.S. Ciências - índia - Indian Agricultural - 1967
Ph.D. Física do Solo - Mississipe State University - 1971
Experiências de Magistério
Nut. Mineral - Water Technology Center - índia - 1978
Movimento da Àgua no Solo - Agricultural Univ. 1977/78
Trabalhos Publicados
Como autor - 04 Co-
autor - 04
11. JOÃO POPES DE ALBUQUERQUE MONTENEGRQ
Disciplinas: tópicos Especiais em Mét. Quantitativos
tópicos Especiais em Estatística Aplicada
Qualificação
Eng. Elétrico - 1969 - UEPe
M.S. 1971 - Ciências - IPE - S.J. dos Campos
Ph.D 1977 - Univ. Pennsylvania - EUA
Experiências de Magistério
tópicos Esp. Mét. Quantitativos - UnB - 1978
Pesquisa Operacional - UnB - 1978
Trabalhos Publicados
Como autor - 04
12. JEFERSON BASTOS ARAGÃO
Disciplinas: Computação Aplic. às Ciências Biológicas
Qualificação
Químico-Industrial - 1967 - UFRJ
Docteur - 1970 - Strasburg - França - Químico-Física
Experiências de Magistério
Biofísica - UnB - 1972 - Graduação
Princípios de Instrumentação Científica - Graduação - UnB - 1974
Físico-Química Biológica I - UnB - Pós-Graduação - 1977
Já credenciado para lecionar para MS CFE/Par. n. 3723/74
Trabalhos Publicados
Como autor - 01 Como
co-autor - 06
13. HIROAKI IKEMOTO
Disciplinas; Planejamento de Experimentos
Qualificação
Médico Veterinário - 1963 - U.R. Brasil
M.S. 1967 - Hakkaido - Japão
Doutor - 1976 - Ciência Médica Básica - Univ. Tóquio
Experiências de Magistério
Bioquímica e Biofísica - UnB - Graduação
Macromoléculas e Partículas - UnB - Pós-Graduação
Caract. de Macromoléculas - UnB - Pós-Graduação
Trabalhos Piblicados
Como autor - 07 Go-
autor - 04
14. THEREZA PONTUAL CE LEMOS MbTTEL
Disciplinas: Técnicas de Observação do Comportamento
Tópicos Esp. em Análise do Comportamento
Qualificação
Bel. Letra - PUC - Rio - 1949
Lie. Letras Clássicas - 1950 - PUC/Rio
M.S. of Arts - 1960 - Univ. Wisconsin - USA
Ph.D Clinicai Psychology - 1963
Experiências de Magistério
Técnicas de Observação - UnB - Pós-Graduação - 1975
Análise Comp. Aplicada - UnB - Pós-Graduação - 1975
Aprendizagem I - UnB - Graduação - 1976
Modificação do Comportamento - USP - Pós-Graduação - 1970/73
Psicologia Desenvolv. - PUC-RJ - Pós-Graduação . 1975
Trabalhos Publicados
Como autor - 05 Co-
autor - 02
15. JOÃO CLÁUDIO TODOROV
Disciplinas: Análise Experimental do Comportamento
Qualificação
Lic. Psicologia - 1963 - USP
Bel. Psicologia - 1962 - USP
Ph.D Psicologia - 1969 - Arizona
Experiências de Magistério
Psic. Experimental I e II - UnB
Análise Experimental - UnB - Pós-Graduação
Táticas de Análise Comportamental - UnB - Pós-Graduação
Coordenador da Pós-Graduação em Psicologia - 1975
Já credenciado CFE - para o MS em Educação - 3724/74
Trabalhos Publicados
Como autor - 04 Como
co-autor - 02
16. CORCINO MEDEIROS DOS SANTOS
Disciplinas: Est. Problemas Brasileiros
Qualificação
Lic. Hist. Natural - USP - 1959
Doutor História do Brasil - 1970 - UnESP - Lisboa
Experiências de Magistério
Hist. Brasil - FFCL - Tupá - 1969/70
Hist. Brasil - UnESP - FAFI de Marília - 1968/75
Já credenciado pelo CFE - Par. n.° 03/79 - MS - Hist. Natural
Trabalhos Publicados
Como autor - 10
17. JOSÉ GALBINSKI
Disciplinas: Análise do Espaço Urbano
Instrumento do Planejamento Urbano
Qualificação Arquiteto - 1957 - UFRS M.S.
1973 - MIT - USA Ph.D - 1978 - Univ. Cornell
Experiências de Magistério
Proj. Edific. Urbanismo II - UnB - Graduação - 1976/77
Projeto de Diplomação - UnB - Graduação 1976/77 Projeto
Edific. Urbanismo IV - UnB - Graduação 1976/77
Trabalhos Publicados
Como autor - 03
18. JACIRA DA SILVA CÂMARA
Disciplinas; Metodologia de Ensino Superior
Qualificação
Pedagogia - 1969 - UC Pernambuco
M.S. of Arts - 1972 - USA - G. Peabody
Ph.D. Educação - 1975 - G. Peabody - USA
Experiências de Magistério
Avaliação Educacional - 76/77 - Pós-Graduação - UnB
Metodologia Ensino Superior - 77/79 - Pós-Graduação - UnB
Trabalhos Publicados
Cano autor - 01
19. JOSÉ MARIA GONÇALVES DE ALMEIRA JR.
Disciplinas: Ecologia Humana
Qualificação
Bel. Ciências Naturais - 1965 - USP
Lic. Ciências biológicas - 1965 - USP
M.S. Biologia - 1970 - Harvard Univ.
Ph.D. Educação - 1975 - Harvard Univ.
Experiências de Magistério
Genética Básica - UnB - Graduação
Evolução - UnB - Graduação
Antropologia Educacional - UnB - Pós-Graduação
Trabalhos Publicados
Como autor - 03 Co-
autor 03
20. PAUL SIMON ANDERSON
Disciplinas: Fotointerpretação
Qualificação
Bel. em Biologia e Geografia - 1965 - Illinois
M.S. 1972 - Ciências Humanas - Califórnia - EUA
Ph.D. of Phisolophy - 1979 - Univ. Nacional Austrália
Experiências de Magistério
Métodos em Ecologia I - UnB - Põs-Graduação - 1978
Fotointerpretação - UnB - Graduação - 1978
Cartografia - UnB - Graduação - 1978
Location Analises-Camberra - 1974/77
Geografia da América Latina - Camberra - 197§/77
Trabalhos Publicados
Como autor - 06
8. AMBIENTE DO CURSO
É adequado plenamente ao desenvolvimento do Curso, conclusão
a que chegou a Comissão, apôs as entrevistas com o corpo docente,
discen-te e coordenador. Os alunos entrevistados deixaram claro que o
Curso é equivalente ao da UNICAMP e UFSCar, isto é, os melhores do país.
As únicas críticas dos alunos foram com relação a falta de alguns
assistentes professor de Econologia Aquática e a lamentável perda do
Prof. Gifford, que era o líder científico e filosófico do Curso.
Os alunos tem excelente assistência, tanto em termos de for-
mação e assessoramento, inclusive como tutoria, como condições para vi-
vência no campus, sendo que a Pró-Reitoria (Decanato) encara o Curso co-
mo uma das finalidades promordiais da Universidade.
A Comissão afirmou que o Departamento de Biologia Vegetal do
Instituto de Ciências Biológicas da UnB é sem dúvida a "instituição" que
apresenta as melhores condições de funcionamento do pais em igualdade de
instituições como a UFSCar e a UNICAMP, levando-se naturalmente em conta
a conotação de cada um dos referidos cursos.
Seu corpo docente ê bastante qualificado, aliado às excelen-
tes condições de ensino e pesquisa.
A Comissão Verificadora, pelo que foi dado examinar e comprovar,
con-cluiu que o Curso de Mestrado em Ecologia pode ser perfeitamente
credenciado pelo órgão competente.
II - VOTO DO RELATOR
Face a documentação apresentada, estando em ordem e devida-
mente instruído processo, vota o Relator, pelo Credenciamento do Curso
de Ecologia, com área de Concentração em Ecologia da Flora e Fauna,a
ní-vel de Mestrado, ministrado pela Universidade de Brasília,pelo prazo
de 5 anos.
III - CONCLUSÃO DA CÂMARA
A Câmara de Ensino Superior, 2°. Grupo, acompanha o voto
do Relator.
IV - DECISÃO DO PLENÁRIO
O Plenário do Conselho Federal de Educação aprovou,
por-unanimidade, a Conclusão da Câmara.
Sala Barretto filho, em 03 de setembro de 1982.
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