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ARI MEIRELES DUARTE - Consultor - Designado pela Por
taria n° 044 de 28.04.82 do DEMEC/RJ.
Para verificar as condições de funcionamento do Cur
so em tela, foi designada Comissão de Verificação, bem como um
Consultor para a mesma Comissão.
Foram seguintes os Técnicos designados:
ILA CECÍLIA FALCÃO KEMP - TAE - DEMEC/RJ;
NISE MARIA LESSA BERALDO MAGALHÃES - TAE - DEMEC/RJ;
O Curso ê ministrado pela Faculdade de Ciências Con
tábeis e Administração GUERREIRO BRITTO, Unidade integrante das
Faculdades Reunidas NUNO LISBOA.
O Curso foi autorizado a funcionar pelo Parecer 1248/
79 de 29.08.79 e através do Decreto 84.142/79 de 31.10.79.
O Presidente da Sociedade Educacional Professor NUNO
LISBOA (SEPNL) dirige-se em oficio datado de 1° de março do cor
rente, ao Presidente do Conselho Federal de Educação solicitan
do o reconhecimento do Curso de Formação de Tecnólogos em Pro
cessamento de Dados, com base na Resolução n° 06/81 do CFE e
nas instruções vigentes.
I - RELATÓRIO
NILSON PAULO
RECONHECIMENTO DO CURSO DE CENTRO DE FORMAÇÃO DE
TECNOLOGOS EM PROCESSAMENTO DE DADOS
SOCIEDADE EDUCACIONAL PROF. NUNO LISBO
A
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Tomando por base os dados contidos no Processo e Relato
rios da Comissão Verificadora e do Consultor designado, fazemos a
seguinte exposição:
1. - SITUAÇÃO DA MANTENEDORA
1.1-0 curso mantido pela Sociedade Educacional Professor NU
NO LISBOA - SEPNL; encontra-se regularmente registrado nos Õrgãos -
Públicos.
As modificações da denominação social e reforma do Esta
tuto foram devidamente registradas em Cartório, conforme ficou cons
tatado.
A Mantenedora apresenta atualmente a seguinte composição:
Presidente: NUNO DE SOUZA SANTOS LISBOA
Vice-Presidente: ALCIDES NAZÃRIO GUERREIRO BRITTO
Diretor Administrativo: JOSÉ DE MEDEIROS MITCHELL
Diretor de Património e Agropecuário: JAIR DE CARVALHO
Diretor do Pessoal e Académico: LEONEL BOGÊA NOGUEIRA DA CRUZ
Diretor de Desenvolvimento: HERMÍNIO ZENÕBIO DA COSTA
Diretor Técnico e Social: HELCIO PEREIRA LEITE.
1.2 - A situação fiscal e parafiscal e suas regularidades estão
comprovadas através da Certidão de Quitação da Secretaria da Recei
ta Federal do Ministério da Fazenda e do Certificado fornecido pelo
IAPAS.
0 Curso de Formação de Tecnólogos em Processamento de Da
dos foi autorizado a funcionar pelo Decreto n° 84.142/79.
1.3 - A Entidade mantêm, além deste, os Cursos de Engenharia -
Civil, Engenharia Elêtrica-Telecomunicações, Engenharia Elétrica- E
letrônica, Ciências Contábeis, Administração e Química Industrial.
Todos reconhecidos.
A Comissão encarregada para esta verificação é constituí
da por Técnicos em Assuntos Educacionais designados pela DEMEC/RJ -
para exercer a supervisão técnico-pedagógica na Instituição. Tendo
verificado que há autonomia didãtico-administrativa, bem como, cum
primento âs normas regimentais.
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1.4 - A situação econômico-financeira foi apresentada através
de balancete assinado por Contador registrado. Sua apreciação está
anexada a este, através de laudo técnico elaborado por especialis
ta designado pela DEMEC/RJ.
2. - SITUAÇÃO DO ESTABELECIMENTO
2.1 - Vêm sendo aplicados, de forma correta, as disposições -
regimentais anteriormente aprovadas pelo C.F.E.. 0 Parecer do CFE
n° 74 4/81 aprovou um novo Regimento; a composição dos Orgãos Cole
giados está sendo ativada com a localização das disciplinas nos di
ferentes Departamentos.
2.2 - Os livros de Atas dos antigos Colegiados dos cursos re
gistram as reuniões realizadas até o final do ano de 1981.
0 controle académico ê feito de forma regular, estando
lançados os registros em diversos segmentos e armazenados, ainda ,
pelo CP.D. .
Os diários de classe contêm o registro dos programas das
disciplinas ministradas.
2.3 - A Comissão verificou que apenas foram desenvolvidas por
alunos orientados pelos professores do curso, as seguintes pesqui
sas: Pesquisa em Computação, Célula Solar a Líquido e Holografia .
No entanto, são ministrados cursos de Extensão relativos ã área.
2.4 - A biblioteca ê central, possui salas de leitura e apre
senta facilidade para consulta. O horário de funcionamento é das
7,50 h. as 22 h.; aos sábados das 8 h. as 17 h.
2.5-0 demonstrativo dos custos do Estabelecimento e do Cur
so faz parte do laudo técnico do especialista (em anexo).
3. - SITUAÇÃO DO CURSO
3.1 - São oferecidas cem vagas anuais, divididas em dois Con
cursos Vestibulares, havendo obediência ao número de vagas fixadas
pelo C.F.E.
Ó curso adota o sistema de créditos e o de matrícula por
disciplinas e funciona no período noturno com aulas cuja duração ê
de quarenta minutos. A estrutura curricular abrange o total de hum
mil oitocentos e oito horas/aula, a ser cumprida dentro do prazo me
dio de três anos. O calendário escolar prevê noventa dias úteis de
aulas, por semestre.
0 curso é dirigido pelo Coordenador, Professor PAUL CÉSAR
BAPTISTA MARTINS e pelo Supervisor, Professor FERNANDO ARDUINI AYRES.
3.2-0 corpo docente ê constituído por professores horistas, e
sua análise encontra-se em anexo.
3.3 - Foram realizados cinco concursos vestibulares a partir
do ano de 1980 (250 vagas), estando o curso atualmente com duzentos
e dois alunos matriculados, o que corresponde a uma taxa de evasão
em percentagem de 19,2%, correspondendo em valor absoluto a quaren
ta e oito alunos.
A avaliação do aproveitamento e da frequência se encon
tram registrados pelo Centro de Processamento de Dados e armazenados
em arquivo.
A avaliação da qualidade do ensino feita pelos alunos -
foi considerada satisfatória, bem como, a avaliação do corpo docente
em termos de dedicação, empenho e bom relacionamento com o alunado.
O Curso de Tecnólogos em Processamento de Dados ê o uni
co curso ministrado na região. Esta é circundada por empresas indus
triais e comerciais.
CONCLUSÃO
Todos os dados constantes do Relatório da I.E.S. foram
confrontados, tendo sido constatada a veracidade das informações.
Não foram apontadas irregularidades no funcionamento do
Curso, no laudo técnico do Professor ARI MEIRELLES DUARTE.
A Mantenedora, conforme relatório técnico do especialis
ta, demonstra possuir condições para a manutenção do curso.
Abaixo transcreveremos o Parecer do Consultor da Comissão:
"O trabalho de analisar o Processo e inspecionar o curso de For
mação de Tecnólogos da SEPLN ficou bastante simplificado pelo
fato do Consultor ter participado, como Presidente, da Comis
são que elaborou Parecer sobre o pedido de funcionamento do mes
mo Curso, posteriormente aprovado pelo Parecer n° 335/79 do CFE.
0 presente Relatório foi elaborado baseado no estudo do proces
so e entrevistas com os Coordenadores da parte acadêmica e ad
ministrativa do Curso, com professores e com alunos.
De uma forma geral, o Curso analisado continuou mantendo a im
pressão de ser uma boa opção de fornecer Analistas de Sistemas
bem preparados para um mercado de trabalho (Subúrbio do Rio) -
carente de bons profissionais.
Tem um quadro de professores adequado ao Curso, compensando a
ausência de títulos académicos com boas experiências no exerci
cio da mesma profissão.
Um outro indicador de sucesso ê a boa integração do Curso de
Formação de Tecnólogos com os outros cursos da Sociedade.
Outra vantagem que a SEPNL possue é a de manter um curso de ex
tensão universitária de Análise de Sistemas e também a de ter
um CPD com contatos no mercado.
Mas a análise do Curso não foi completa porque o Processo foi
elaborado em janeiro de 1981, faltando ainda 1/3 do Curso para
a primeira turma se formar.
Penso que a legislação a respeito, que estipula o prazo mínimo
um ano antes da primeira turma se formar para envio do Processo
ao CFE, deveria ser adaptada aos cursos de têcnologo.
Os principais indicadores de desempenho desses cursos são apre
ciados a partir do último período da primeira turma. É quando
os estágios obrigatórios terão que ser estruturados e adminis
trados, assim como os projetos de fim de curso. Nessa época a
administração precisa se aproximar do mercado para angariar va
gas para estagiários e recém formados. Esses itens fundamentais
para o sucesso ou o fracasso do Curso não puderam ser avaliados.
BIBLIOTECA:
Apesar de bem instalada e ter um bom número de títulos, falta
vam aqueles específicos das cadeiras mais profissionalizantes.
Quando fizemos essa observação ã Direção do Curso, foi provi
denciada a compra de 104 livros didáticos, conforme Nota Fis
cal da livraria anexada ao Professo. Com esse reforço, a bi
blioteca ficou adequada ao Curso.
LABORATÓRIO:
No caso do Curso de Tecnólogo em P.D. o laboratório são as
instalações do CPD da SEPNL que consideramos satisfatórias. A
máquina ê acessível aos alunos e um bom tempo de resposta foi
observado (1/2 hora para um período não de pico).
A formação dos tecnólogos seria mais ampla se a SEPLN concre
tizasse sua intenfião de instalar um microcomputador nacional
e franqueá-lo aos alunos.
CURRÍCULO:
A SEPNL com vistas a garantir o reconhecimento do Curso adotou
a estratégia de manter inalterado o currículo aprovado pelo
Parecer 335/79 do CFE. Sem dúvida é um currículo que atende -
ao objetivo do Curso mas é negativa essa falta de atualização
do mesmo.
O normal em cursos voltados para técnicas utilizáveis no mer
cado é uma adaptação do currículo aos professores disponíveis,
ao perfil das empresas empregadoras da região, ã evolução da
tecnologia na área. Acreditamos, baseados em conversa com pro
fessores, que as ementas foram enriquecidas por causa desses
fatores acima mas não formalmente atualizadas.
Um aspecto negativo do currículo ê a ausência de cobrança de
programas durante todo o 3° período. Para o sucesso na profis
são, os Tecnólogo em Processamento de Dados tem que ser bons
programadores. Não é conveniente desperdiçar um período basi
co sem exigir a elaboração de programas. A solução seria in
troduzir uma linguagem estruturada como Algou ou PL/I, junto
com Linguagens e Técnicas de Programação III ou remanejar dis
ciplinas.
PROFESSORES:
O quadro de professores apresentado tem bom nível mas nota-se
que ainda não está estabilizado, sujeitando-se a alterações 0
Coordenador Académico faz uma ligação importante entre os
professores. Sugerimos porém, reuniões periódicas dos profes_
sores do Curso, pois suas disciplinas são muito independentes
Fizemos uma entrevista com o Professor LAUREANO, indicado co
mo 29 Professor para Análise e Projeto de Sistemas em P.D. I,
cujo currículo apresentado no Processo não demonstrava tal ca
pacitação. Na entrevista constatamos que o Prof. LAUREANO pos
sue experiência profissional importante e está bem orientado
na apresentação da disciplina. Sugerimos que seja atualizado
o seu currículo no Processo.
AMBIENTAÇÃO DO CURSO COM A COMUNIDADE:
Esta parte ficou bastante prejudicada por não ter nenhuma tur
ma formada e nem fazendo estágio em Análise de Sistemas. Sen
timos falta de dados para avaliar e definir o mercado a ser a^
tingido pelo Curso. Para seu próprio controle, sugerimos que
a SEPNL faça um estudo baseado na pesquisa de recurso computa
cionais brasileiros que a Secretaria Especial de informática
lançará em junho próximo para delimitar o mercado e quantifi
car a oferta de empregos e estágios prevista.
PROGRESSÃO DO ALUNADO:
Consideramos positivo o fato da primeira turma estar restrita
a 7 dos 50 alunos que iniciaram o Curso. Isto representa um
investimento na qualidade do Curso, mantendo o nível de exi
gência das disciplinas mesmo funcionando com déficit orçamen
tário. Este investimento ê muito valioso pois por ser um diplo
ma novo, a avaliação dos primeiros formados é que dará a ima
gem do Curso.
OUTRAS OBSERVAÇÕES:
O Curso parecer gozar de bom conceito junto ao alunado.
Inexiste pesquisa em informática, apesar de constar do
Processo.
Não está solucionada a administração do estágio supervisiona-
do, que já apresenta problemas. 0 Curso é noturno e os alunos
que trabalham não dispõe de tempo para fazer o estágio obriga
tório. O fato da disciplina Estágio Supervisionado ser cobra
da aumenta o problema, pois os alunos tendem a esperar uma so
lução por parte do Curso para o impasse.
E o estágio em empresas é fundamental para a complementação -
da formação dos Tecnólogos.
CONCLUSÃO:
O Curso de Formação de Tecnólogos em Processamento de Dados
da SEPNL tem boas condições de ensino, e seriedade no seu ge
renciamento. Nada foi encontrado que desabonasse o Curso mas a
época de elaboração do Processo não permitiu uma análise
completa".
O Processo foi baixado em diligência através do Despa-
cho da Câmara n° 149/82, ofício n° 001652, de 11/08/82 para que
"....... em ocasião mais propicia possa demonstrar o atendimento
dos seguintes pontos".
a) elaboração de projeto de fim de curso;
b) estruturação dos estágios obrigatórios;
c) aumento da biblioteca específica;
d) elaboração de "programas" durante o 39 período;
e) estimativa quanto â oferta de empregos para os egres_
sos da 1° turma;
f) informações sobre a pesquisa em informática mencionado
no processo;
g) soluções possíveis para a administração do estágio -
supervisionado;
h) outras informações que julgarem necessárias.
A Entidade com grande eficiência e atenção apresenta a
este Conselho farta documentação satisfazendo totalmente a todos
os aspectos levantados pelo relator, comprovando tudo aquilo que
seria necessário para a complementação do presente processo, permi
tindo assim a análise completa do curso.
II - VOTO DO RELATOR;
Considerando o exposto, somos de parecer que pode ser reconhe
eido o Curso de Formação de Tecnólogos em Processamento de Dados,
ministrado pela Sociedade Educacional Professor Nuno Lisboa sedia
da no Rio de Janeiro, com cem (100)vaga anuais.
III - CONCLUSÃO DA CÂMARA:
A Câmara de Ensino Superior, 1° grupo o voto do Re
lator.
SITUAÇÃO CONTÁBIL: Econômico-Financeira da Mantenedora
RECEITAS
1. - Estrutura e Resultados da Receita (Origem)
Pela evolução da receita própria nos exercícios de 1979 a 1981
verifica-se sua estrutura e origem proveniente da capacidade -
financeira (fls. 544 a 549)
1979 1980 1981
Anuidades FEGRL, FCCAGB,
FCTC, Crédito Educativo
144.397. 8 497,5 317.736. ,18 418 607.221. 3 557,5
Taxas e Contribuições de Serviços
Educacionais
5.483.146,72 9.863.168,41 9.851.210,01
TOTAL 149.880.644,30 327.599.586,59 617.072.767,54
SITUAÇÃO CONTÁBIL; Econômico-Financeira da
Mantenedora
DESPESAS
2. - Aplicações
Verifica-se a evolução das despesas de manutenção dos exerci
cios de 1979 a 1981, ocasionando diminuição do património, em
função da aplicação no atendimento as atividades da Sociedade
Educacional Professor Nuno Lisboa (fls. 568 a 576)
1979 1980 1981
2.1. Despesas Pessoal ADM
e Encargos Sociais
36.572.201,20 81.738.028,82 190.718.729,42
2.2. Despesas Pessoal Do
cente e Encargos So
ciais
61.473.385,03 134.732.377,57 285.384.517,24
2.3. Material de Consumo 10.139.869,96 18.098.926,72 12.748.134,64
2.4. Serviços Gerais 45.540.288,53 87.415.498,19 155.798.644,78
TOTAL 153.725.744,72 321.984.831,30 644.650.026,08
COMPOSIÇÃO DO BALANÇO PATRINOMIAL
1981
1. - ATIVO
Disponível
16.999.136,67
Realizável
A Curto Prazo
A Longo Prazo
• •••••
2
8.863.528,50
9.312.397,77
38.175.926,27
Imobilizad
o
136.664.845,82
Compensaçã
o
TOTAL
19.193.478,67
211.033.387,43
2. - PASSIVO
90.396.543,23
A Longo Prazo
6.988.081,93
Não Exigível
94.455.283,60
Compensação
19.193.478,67
TOTAL
211.033.387,43
RECURSOS FINANCEIROS
Demonstrativos dos Custos do Estabelecimento e do Curso
No Processo consta a análise financeira apresentada pela
Entidade que pode ser considerada dentro dos pricípios que a nortei
am.
Ê o seguinte o laudo técnico apresentado pelo Sr
JOSÉ ANGELO DOS SANTOS, Contador n° 924-4 -
(SAC/ DEMEC) RJ:
" Mediante a nomenclatura criteriosa das contas, o balan
ço patrimonial da Sociedade Educacional Professor Nuno Lisboa, exer
cicio de 1981, possibilita o entendimento dos valores representados
pelas intitulações adotadas.
No mesmo balanço, verifica-se a participação de capita.
is no Ativo com percentual de 45%, por conseguinte, 55% representa
aplicações de capital alheio, considerando-se normal esses percentu
ais em função das características peculiares do ramo.
Este resultado demonstra que 4 5% dos valores investidos
representam capital próprio da entidade, constituindo pontos em fa
vor da situação económica, demonstrando condições para manutenção-
do Curso de Tecnologos em Processamento de Dados"
Anexo ao Proc. 274/82
1 JOEL MARTINS DE MEDEIROS
Disciplina - Linguagem e Técnicas de Programação
Grad. Engenharia Eletrônica - PUC-RJ - 1972
Engenharia Telecomunicações -PUC-RJ - 1972
Pós-Graduação - Mestre - Menção Informática - 1981 - Sistema
de intercomunicação para uma rede distribuidora de
microprocessamento aplicada ao proces samento de
informações navais.
Decisão: Pode ser aceito
2 - ARIEL SANTOS DE AZEVEDO
Disciplina - Inglês
Grad. Língua Inglesa - UERJ - Michigan - RJ/USA - 1967
Pedagogia - SUAM - RJ - 1977 Resoonsãvel Dela
disciplina Língua Inglesa - na Universidade Gama Filho.
Resoonsãvel pela disciplina Inglês - na Faculdade Reunidas
Nuno Lisboa.
Decisão: Pode ser aceito
3 - WILTON MOREIRA BANDEIRA DE MELLO
Disciplina Álgebra Linear
Grad. Engenheiro de Telecomunicações - IME- RJ - 1965
Aprovado pelo Parecer 2870/75 - CFE - para o curso de Engenha
ria de Telecomunicações - Disciplina - Matemática.
Responsável pela Disciplina Introdução ã Lógica - FRNL.
Responsável pela Disciplina Matemática - na FRNL.
Decisão: Pode ser aceito
4 - SIDNEY DA SILVA MARTINS
Disciolina - Estatística
Matemática
Anexo ao Proc. 274/82
Grad. Estatístico - Faculdade Nacional C. Estatística - RJ
1968. Aprovado pelo Parecer 1520/76 , CFE, para o
Curso de Ciências Contábeis e Administração - Disciplina
Estatística. Aprovado pelo Parecer 7.258/78, CFE, para o
Curso Tecnõlo-gos em Proc. Dados - Disciplina Estatística.
Aprovado pelo Parecer 4.4 76/75, CFE, para o Curso de Enge
nharia, disciplina Estatistíca.
Responsável pelas disciplina Estatítica, na Faculdade Eng.
Gal. Roberto Lisboa.
Responsável pelas Disciplinas Estatística e Matemática - na
Faculdade de Ciências Contábeis e Administração Guerreiro
Brito.
Decisão: Pode ser aceito
5 - WALDIR DE VITA RIBEIRO
Disciplina - Estudos de Problemas Brasileiros Grad. Bacharel
em História - Faculdade de Filosofia Ciências e Letras UFF/RJ
- 1968.
Aprovado pelo Parecer 7.258/78, CFE, para o Curso de Tecnolo
gia ou Proc. Dados - Disciplina Estudo de Problemas Brasilei
ros.
Aprovado pelo Parecer 574/72, CFE,para o Curso de Administra
ção - Disciplina Estudos de Problemas Brasileiros. Aprovado
pelo Parecer 2.870/75,CFE, para o Curso de Engenharia Civil -
Disciplina - Estudos de Problemas Brasileiros. Pós- Graduação
- Mestrado - Universidade Federal Fluminese -RJ - Título da
Tese: O Banco Mauá no Uruguai. Responsável pela Disciplina -
Estudos de Problemas Brasileiros no Instituto Superior de
Estudos Sociais - Faculdade de Engenharia General Roberto
Lisboa e Faculdade de Ciências Contábeis e Administrativas
Guerreiro Brito.
Decisão: Pode ser aceito
6 - JORGE FARAH FERNANDES
Disciplina - Educação Física
Grad. Educação Fisica e Técnica Desportiva - Universidade Fe-
Anexo ao Proc. 274/82
ral do Rio de Janeiro - RJ - 1976.
Aprovado pelos Pareceres 5.322/78. CFE, para o Curso de
Quími
ca Industrial, Disciplina Educação Física.
E Parecer 5.92 4/78, CFE, para todos os Cursos das Faculdades
Reunidas Nuno Lisboa - RJ - Disciplinas de Educação Física e
Técnicas Desportivas.
Decisão: Pode ser aceito
7 - LUIZ ROBERTO BORGES PEDROSO
Disciplina Linguagens e Técnicas de Programação Análise e Proje
to de Sistemas e Processamento de Dados.
Grad. Engenharia Elétrica - PUC - RJ - 1969.
Mestrado - U.S. Naval Postgraduate School - USA
ML:80: A Structured Microcomputer Programming Language
Decisão: Pode ser aceito
8 - AMÂNDIO HENRIQUES DE OLIVEIRA
Grad. Ciências Econômicas - Universidade Gama Filho - 1972.
Ciências Administrativas - Universidade Gama Filho - 1972.
Responsável pela Disciplina Administração Assistente pelas Dis
ciplinas Introdução â Administração e pela Teoria Geral da Admi
nistração.
Decisão: Pode ser aceito
9 - RENATO JOSÉ CARNEIRO NETO
Disciolina - Administração
Grad. Administração de Empresas - Faculdade de Economia e Finan
ças - 1977. Aorovado pelo Parecer 574/80,CFE, para o
Curso Graduação de Pro fessores.
Aprovado pelo Parecer 4.183/78, CFE, para Curso de Comunicação
Social, Disciplina - Marketing. Responsável pela Disciplina -
Administração, na FRNJ - RJ.
Anexo ao Proc. 2 74/82
Decisão: Pode ser aceito
10 - JORGE LUIZ SUED
Disciplina - Linguagem e Técnicas de Programação.
Grad. Engenheiro Químico - Universidade do Estado do Rio de Ja
neiro - RJ - 1975.
Sistema Operacional
Experiência Profissional
Decisão: Pode ser aceito
11 - LAURIANO FERNADES DE BARROS NETO
Grad. Ciências Administrativas - Universidade Católica Petrópolis -
RJ - 1976.
Assistente da Disciplina Introdução ã Análise de Sistemas - FRNJ
RJ.
Decisão: Pode ser aceito
12 - HÉLCIO DA CUNHA TELLES DE MENDONÇA
Disciplina - Psicologia Aplicada
Grad. Formação de Psicólogo - Universidade Gama Filho - RJ - 1979.
Mestrado - Em Psicologia - Tese RAcionalismo e Empirismo na Psi-
cologia Atual - Universidade Gama Filho - RJ - 19 80.
Decisão: Pode ser aceito
13 - ROBERTO DA CUNHA VIEIRA FILHO
Disciplina - Economia e Finanças
Grad. Bacharel em C. Econômicas - Universidade Estado da Guanabara
- RJ - 1974.
Bacharel em Administração Pública - Escola Brasileira de
Administração Pública.
Mestrado: Mestre em Ciências Administrativas - Universidade Fe_
deral do Rio de Janeiro - 19 78.
Tese: Avaliação da Estabilidade das Bolsas de Valores
Responsável pelas Disciplinas: Administração e Finanças e Orça-
mento - e pela de Orçamento Empresarial, na FRNJ - RJ
Anexo ao Proc. 274/82 Decisão:
Pode ser aceito
14 - NEWTON CALDAS
Disciplina - Fundamentos e Aplicações de Pesquisa Operacional.
Grad. Engenharia Metalúrgica - IME/RJ - 1967. Mestrado - Em
Engenharia de Sistemas - IME - RJ
Tese: Modelos Especiais de Otimização não Linear
Inteira.
Decisão: Pode ser aceito
15 - RUY GOMES CHAVES
Disciplina - Noções Gerais de Direito
Grad. Bacharel em Ciências Jurídicas - Universidade Gama Filho
RJ - 1972.
Aprovado pelo Parecer n° 3601/76, CFE, para os Cursos Adminis-
tração e Administração e Ciências Contábeis, para as Disciplinas
Teoria Politica e Direito Público; Respectivamente. Anrovado
pelo Parecer 335/79, CFE, para o Curso Téc. Processamento de
Dados - para a Disciplina - Noções Gerais de Direi to.
Responsável na FRNJ - RJ, pelas disciolinas,Teoria Política,
Direito Público, Ciências Política.
Decisão: Pode ser aceito
16 - ALDO FERRARIS
Disciplina - Noções Gerais de Direito
Grad. Bacharel em Direito
Assistente Social Aprovado pelo Parecer 335/79, CFE, para
os Cursos de Téc. Proces samento de Dados - e Administração e C.
Contábeis, para as Disciplinas: Noções Gerais de Direito e
Direito , respectivamente.
Decisão: Pode ser aceito
Anexo ao Proc. 274/82
ÍTINS
Disciplina - Tópicos Avançados em Processamento de
Dados
Tópicos Avançados em Programação Grad.
Engenheiro de Comunicações - IME - RJ - 1972.
Mestrado - Mestre de Ciências Doutorado em
Informática - PUC - RJ
Aprovado nos Pareceres do CFE, números 7.258/78, 5.322/78 e
2 3/79, para os Cursos de Téc, em Processamento de Dados,
Química Industrial.
Decisão: Pode ser aceito
18 - ARMANDO NOGUEIRA DA CRUZ
Disciplina - Matemática , Estatística e Linguagem e Técnicas
de Programação .
Grad. Estatística - Escola Nacional de Ciências Estatísticas
RJ - 1973. AProvado pelo Parecer 5481/78
, CFE,para o Curso de Ciências Contábeis e Administração,
para as Diciplinas: Matemática, Es tística e Programação
Fortran.
Decisão: Pode ser aceito
19 FERNADO ARDUINI AYRES
Disciplina - Linguagem e Técnicas de Programação
Grad. Bacharel em Administração - Faculdades Reunidas Nuno
Lisboa - 1980
Responsável pela Disciplina Linguagem e Técnicas de Programa
ção, na FRNJ - RJ
Adjunto e Assistente na mesma Faculdade pelas Disciplinas:
- Pesquisa Analise Projetos e Sistema
- Processamento de Dados, respectivamente.
Decisão: Pode ser aceito
IV - DECISÃO DO PLENÁRIO
O Plenário do Conselho Federal de Educação aprovou, por
unanimidade, a Conclusão da Câmara.
Sala Barretto Filho, em 31 de agosto de 1982.
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