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1. Dados sobre a Universidade
A Universidade Federal de Viçosa é mantida pe la
Fundação Universidade Federal de Viçosa, instituição de
direito público, com sede e for na cidade de Viçosa-MG, insti
tuída nos termos do Decreto-Lei nº 570 de 8 de maio de 1969,
retificado pelo Decreto-Lei nº 629 de 16 de julho de 1969 e
Decreto nº 64.825 de 15 de julho de 1969. Goza de autonomia
didático-cientifica, financeira, administrativa e disciplinar,
nos termos de seu Estatuto, e da legislação em vigor.
O estatuto da fundação encontra-se registrado
A Universidade Federal de Viçosa, por seu Magní
fico Reitor, solicita a este Conselho, o reconhecimento do
curso de Engenharia Civil, ministrado pela referida Universi-
dade .
O curso acima foi autorizado no dia 12 de julho
de 1976 conf. Ata nº 77 da Coordenação de Ensino, Pesquisa e
Extensão (CEPE).
A Comissão Verificadora foi designada pela Por
taria nº 118,de 14 de julho de 1981/SESU integrada pelos pro
fessores Paulo Alcântara Gomes, Diretor da COPE/UFRJ e membro
da Comissão de Especialista de Ensino de Engenharia/SESU e
Hermani Sávio Sobral da Escola Politécnica de UFBa, para veri
ficar as condições de funcionamento e apresentar relatório
pertinente.
Com base nas peças do processo e nas informações do
relatório da Comissão Verificadora informamos o que se segue:
J
UCUNDINO DA SILVA FURTADO
Reconhecimento do curso de Engenharia Civil, da Universidade
Federal de Viçosa
FUND
A
ÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE VI
Ç
O
S
A
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sob o nº de ordem 11.184, no livro A-12 do Cartório de Regis
tro Civil de Pessoas Jurídicas de Belo Horizonte.
O estatuto e o regimento geral da Universidade
foram aprovados pelos pareceres CFE nºs 1622/78 e 13/77, res
pectivamente.
Vale registrar que deixa de ser feita a análise
dos aspectos relativos ã idoneidade, capacidade patrimonial e
financeira por se tratar de instituição mantida pelo Ministé-
rio da Educação e Cultura.
2. Dados sobre o curso
2.1. Condições Materiais
A Comissão Verificadora em seu relatório infor-
ma o que segue:
A Universidade Federal de Viçosa está instalada
em Campus próximo a cidade de Viçosa e dispõe de excelentes
condições para o desenvolvimento de atividades de apoio adiai
nistrativo. A. Comissão Verificadora teve a oportunidade de vi
sitar gabinetes de diretores, professores, instalações sanita
rias, cantinas, etc. e considerou-as de muito boa qualidade.
As salas destinadas a aulas teóricas, aulas de
desenho, auditórios e anfiteatros são amplas e em condições
de atender ao ensino de Graduação em Engenharia Civil. Os se
tores de reprografia e apoio auviovisual também foram visita-
dos pela Comissão Verificadora e considerados como adequados.
A Comissão Verificadora visitou os laboratórios
de Materiais de Construção, Mecânica dos Fluidos e Hidráuli -
ca, Topografia e Mecânica dos Solos e anotou as seguintes ob-
servações:
a) Os laboratórios de Materiais de Construções,
Mecânica dos Fluídos e Hidráulica são muito bom instalados e
dispõem de mais equipamentos dos que os sugeridos pela CCENG
(relação em anexo). Muitos professores estavam presentes e a
atividade era intensa.
b) Os equipamentos de topografia são em quanti
dade bem maior do que a demanda. Tal fato se deve a existên -
cia da disciplina nos cursos de Agronomia e Agrimensura, já
reconhecidos pelo CFE.
Aliás, o mesmo ocorre na disciplina Hidráulica
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que já tinha equivalente no curso de Engenharia Agrícola/
c) O Laboratório de Mecânica dos Solos é o que
apresenta algumas deficiências, visto não ter sido ainda total.
mente implantado. O curso de Engenharia Civilvem utilizando os
laboratórios do departamento de Solos do Centro de Ciências
Agrárias), notadamente os de Física do Solo e, consequentemen-
te, não vem sendo realizados práticas relativas aos Ensaios Tria
xial, Adensamento e Proctor, por exemplo.
A Comissão Verificadora considera, entretanto que
o Laboratório de Materiais de Construção vem atendendo a uma
boa parte das necessidades do Laboratório de Solos. Além dis_
so, a Direção do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas in
formou que já se encontra em fase de aquisição o equipamento
não existente e que as práticas relativas a sondagem são rea-
lizadas na disciplina de Geologia Aplicada à Engenharia.
O equipamento de computação disponível consiste
de IBM 360/40 - 256 k de memória e um outro IBM 370/135 com
144 k de memória. O Centro de Processamento de Dados (CPD) a
tende ao ensino das disciplinas de Métodos Numéricos e Técni-
cas Computacionais e a atividade administrativa. Atualmente o
sistema de registro já se encontra automatizado.
A Comissão Verificadora pôde observar que os
alunos de Graduação em Engenharia Civil utilizam o computador
para programas correntes de cálculo automático.
O conjunto desportivo ê suficientemente bom pa-
ra a prática de todos os esportes e comum à toda a Universida
de".
Planta baixa das instalações e fotografias po
dem ser vistas em anexo ao processo.
A relação dos equipamentos existentes nos labo-
ratórios se encontram no processo, folhas 27 a 45.
2.2. Biblioteca
A biblioteca central encontra-se instalada em
área total de 3.288 m2, dos quais 2.175 m2 destinam-se ao a
cervo e 1.113 m2 ao ambiente de leitura. O acervo geral é de
66.543 títulos e 3.581 o número de assinaturas correntes. Pa
ra o curso de Engenharia Civil existem 4.707 títulos de li_
vros com 7.126 exemplares. O acervo referente ao conteúdo pro
fissionalizante do curso é de 1.551 títulos de livros, sendo
de 165 o nº de assinaturas correntes de periódicos.
Funciona das 7:00 às 23 horas e sua capacidade de atendimento
é de 530 leitores.
A Comissão informa o que segue:
"A Biblioteca Central conta com 66.000 volumes
e aproximadamente 3.500 títulos de periódicos. Para as ativi-
dades de apoio existem 60 funcionários, dos quais 15 de nível
superior, sendo 11 bibliotecários.
A Biblioteca vem gradativamente introduzindo Téc
nicas computacionais no seu sistema de controle e de arquivo.
Pretende ainda iniciar o processo de microfilmagem nos próxi-
mos anos.
A Comissão Verificadora visitou as instalações
da biblioteca e considerou-as satisfatórias para o atendimento
ao corpo discente de Graduação de Engenharia Civil. Por
ocasião da visita foi possível observar a existência de inúme_
ros livros do setor, bem como normas técnicas e regulamentos o
que torna a biblioteca perfeitamente adequada aos objetivos do
curso de Engenharia Civil da U.F.V. , tanto no que se refe re
a documentação, como a atendimento e instalações".
2.3. Estrutura e Funcionamento
O curso foi criado conf. Ata nº 77 em 12 de ju
lho de 1977 da Coordenação de Ensino, Pesquisa e Extensão
(CEPE), com 40 vagas totais anuais tendo iniciado no 1º semes
tre de 1977.
O currículo pleno do curso fundamenta-se no que
prescreve a Resolução nº 48/76, e as disciplinas que o
integram com as respectivas cargas horárias constituem o Anexo
I desta informação.
O controle curricular obedece ao sistema de ma
trícula por disciplina.
A integralização curricular é feita no prazo mi
nimo de 4 anos, médio de 5 e máximo de 9 anos.
A instituição oferece vestibular único por ano.
O quadro seguinte visualiza a demanda/oferta dos vestibulares
e a evolução da matrícula a partir do inicio de funcionamento
do curso:
Ano Inscritos Vagas Classificados Matr.Total curso
1977 306 40 41 42
1978 295 40 41 85
1979 385 40 40 124
1980 378 40 40 174
A Comissão informa o que segue:
"O curso se destina a formação de engenharia ci_
vis na modalidade eclética. A carga horária total do curso é
de 4.020 horas, das quais 1.920 correspondem a disciplinas de
formação profissional geral, 120 a estágio, 240 a disciplinas
optativas e 30 a disciplinas exigidas por legislação específi_
ca (Problemas Brasileiros). A análise da distribuição das dis-
ciplinas profissionais mostrou que 600 horas são empregadas em
disciplinas da área de estruturas e destas, 360 são direta ou
indiretamente ligadas ao setor de Concreto Armado (Siste -mas
Estruturais I, Concreto I, Concreto II, Concreto Protendi do e
Pontes) . A Comiso considerou que a carga horária utili zada
no ensino do concreto é talvez excessiva, levando-se em
consideração que o objetivo fundamental do curso é a formação
de engenheiros na modalidade eclética e ainda mais que a voca
ção maior da Universidade Federal de Viçosa é a do ensino e da
pesquisa relacionados ao setor agropecuário. Entretanto , isto
não significa que nem a qualidade nem os objetivos do curso
sejam afetados por esta ênfase em concreto.
A disciplina Materiais de Construção tem um en
foque essencialmente analítico, não cogitando das proprieda -
des comuns aos grandes grupos que, de modo geral, são engloba.
dos no tópico Introdução a Ciência dos Materiais.
As disciplinas optativas, em número de 12, co
brem todas as sub áreas da Engenharia Civil permitindo um a
profundamento do estudo iniciado nas disciplinas profissio
nais.
O Currículo Pleno pode então ser considerado co
mo satisfazendo ao conjunto de recomendações referentes à
Resolução 48/76 do CFE.
O calendário escolar engloba todas as datas mar
cantes da vida acadêmica, tais como matrículas, prazos para
desistência de disciplinas, etc. Além disso, os programas ana
líticos das disciplinas já incluem a época prevista para a
realização de exames e provas.
0 horário de aulas mostra uma boa distribuição
de carga horária dos professores, não tendo sido verificadas
excessivas cargas horárias atribuídas aos docentes. Todos os
professores da Universidade Federal de Viçosa trabalham____ em
regime de tempo integral e dedicação exclusiva.
Os planos de cursos das disciplinas estão muito
bem organizados, mostrando a excelente infra-estrutura admi -
nistrativa de que dispõe a U.F.V. em todos os planos observa-
ram-se detalhes de horário de aulas práticas, marcação de pro
vas, etc.
Os diários de classe e demais registros são tam
bém muito bem elaborados e fornecem todas as informações rela
tivas a frequência dos estudantes e observância dos planos de
curso.
0 estágio supervisionado ê oferecido em 120 ho
ras por semestre letivo, com a duração total de 1 semestre.
A U.F.V. dispõe de regulamento próprio para a
realização do estágio, sendo um dos docentes do departamento o
Coordenador Geral dos estágios.
São normalmente realizados acordos com empresas
que se prontificaram a receber os estudantes. Não existe ainda
nenhuma experiência da integração entre a Universidade e as
Empresas da localidade de Viçosa, visto que somente no inicio
de agosto de 1981 ê que o programa começou a funcionar.
A Comissão considera que a Universidade deverá
ter alguns problemas para a perfeita consecução dos programas
de estágios, face as dificuldades das próprias empresas da re_
gião. O chefe do departamento também considera a possibilidade
de aprecerem eventuais dificuldades, porém esclareceu que as
empresas de construção da região tem sido muito receptivas ao
estágio".
2.4. Corpo Docente
O quadro geral do corpo docente atual do curso
constitui o Anexo II desta informação.
Relativamente a este item informa a Comissão:
I
"O Corpo Docente do Departamento de Engenharia
Civil está sujeito ao regulamento geral da carreira docente
na U.F.V..A condição para admissão como professor ê a realiza
ção do curso de Mestrado (pelo menos os créditos).
Os professores das disciplinas básicas já esta-
vam credenciados pelo CFE, em função da existência de disci -
plinas idênticas em outros cursos da U.F.V.
A grande maioria dos responsáveis por discipli-
nas profissionais já têm o mestrado. Outros tem ao menos os
créditos e alguns já concluíram o doutoramento. Todos estes
apresentam qualificações para regerem disciplinas.
Foi anotado apenas um docente sem satisfazer as
condições citadas acima. Trata-se do Engº Antônio Eduardo Po-
lisseni que, entretanto, já é possuidor de diploma de especia_
lização, o que credencia a assumir a responsabilidade por dis_
ciplina.
A Comissão Verificadora teve oportunidade de
conversar com muitos docentes, constatando o elevado envolvi-
mento dos professores do departamento de Engenharia Civil com
o ensino e a pesquisa".
Com a titulação e demais informações pertinen -
tes constantes do Anexo III, são indicados para o ensino das
disciplinas do currículo pleno do curso, os professores a
seguir relacionados:
1. Antônio Carlos Valle de Souza
Disc. Estradas I, II
Transportes •
Decisão: pode ser aceito
2. Antônio Eduardo Polisseni
Disc. Planejamento e Obras
Decisão: pode ser aceito
3. Antônio Santana Ferraz
Disc. Topografia II
Decisão: pode ser aceito
4. Benedito de Souza Bueno
Disc. Mecânica dos Solos
Fundações e Obras de Terra Laboratório
de Mecânica dos Solos
Decisão: pode ser aceito
5. Blanor Torres Loureiro
Disc. Hidrologia Aplicada
Decisão:pode ser aceito
6. Carlos Alberto de Mesquita Gonçalves
Disc. Ciências do Ambiente
Decisão: pode ser aceito
7. Carlos Alexandre Braz de Carvalho
Disc. Topografia I
Decisão: pode ser aceito
8. Cláudio Luiz Curotto
Disc. Teoria das Estruturas I e II
Sistemas Estruturais II e III
Decisão: pode ser aceito
9. Dário Cardoso de Lima
Disc. Estradas II e III
Materias de Construção Civil I e II
Decisão: pode ser aceito
10. Edgar de Vasconcellos Barros
Disc. Relações Humanas
Decisão: pode ser aceito
U. Eduardo de Camargo Schliemann
Disc. Geologia Aplicada à Engenharia
Decisão: pode ser aceito
12. Elizabete Rodrigues de Campos Martins
Disc. Desenho Técnico III
Arquitetura e Urbanismo
Decisão: pode ser aceito
13. Evandro Ferreira Passos Disc.
Termodinâmica
14.
Decisão: pode ser aceito
15. Fernando Alves Pinto Disc.
Topografia II
Decisão: pode ser aceito
16. Fernando Camelier
Disc. Física III
Decisão: pode ser aceito
16. Fernando Lage Ladeira
Disc. Barragens de Terra e Enrocamento
Mecânica das Rochas
Decisão:pode ser aceito
17. Francisco Rodrigues de Oliveira
Disc. Cálculo IV
Decisão:pode ser aceito
18. Jacinto Luiz da Silva
Disc. Instituições de Direito
Decisão: pode ser aceito
19. Jadir Nogueira da Silva
Disc. Física I
Mecânica
Decisão:pode ser aceito
20. Jafar Untar
Disc. Desenho Técnico I e III
Geometria Descritiva
Decisão: pode ser aceito
21. João Tinoco Pereira Neto
Disc. Saneamento Básico
Aguas Subterrâneas Saneamento
Ambiental
Decisão: pode ser aceito
22. José Anibal Comastri
Disc. Topografia II
Estradas I
Decisão: pode ser aceito
23. José Carlos Bohnenberger
Disc. Tratamento de Agua e Esgotos
Projetos Hidráulicos
Sistemas de Aguas e Esgotos
Decisão: pode ser aceito
24. José Carlos Ribeiro
Disc. Fotograraetria e Fotointerpretação
Decisão: pode ser aceito
25. José Cláudio Tuler
Disc. Topografia I
Decisão: pode ser aceito
26. José Mausur Nacif
Disc. Álgebra Linear
Cálculo Numérico
Decisão: pode ser aceito
27. José Mário Domingos de Mello
Disc. Física I e II
Decisão: pode ser aceito
28. José Tarcísio Lima Thiebaut
Disc. Iniciação à Estatistica
Decisão: pode ser aceito
29. Leacir Nogueira Bastos
Disc. Ciência de Computadores I e II
Métodos Computacionais em Engenharia I e II
Decisão: pode ser aceito
30. Márcio Sampaio Sarnet Moreira
Disc. Sistemas Estruturais I
Concreto Protendido Pontes
Decisão: pode ser aceito
31. Maria Elena Barbosa
Disc. Princípios e Técnicas de Administração
Decisão: pode ser aceito
32. Maria José Braga Neves
Disc. Cálculo I e II
Decisão: pode ser aceito
33. Mauri Fortes
Disc. Eletricidade
Decisão: pode ser aceito
34. Nelson Fernandes Maciel
Disc. Eletrotécnica Geral
Decisão: pode ser aceito
35. Paulo Shikazu Toma
Disc. Estudo de Problemas Brasileiros I e II
Decisão: pode ser aceito
36. Paulo Tadeu Leite Arantes
Disc. Geometria Descritiva
Arquitetura e Urbanismo
Decisão: pode ser aceito para
geometria descritiva
37. Per Christian Braathen
Disc. Química Geral
Química Inorgânica I
Decisão: pode ser aceito
38. Raul Cristóvão dos Santos Disc.
Introdução à Economia
Decisão: pode ser aceito
39. Roberto Andrea Múller Disc.
Química Inorgânica I Decisão:
pode ser aceito
40. Roberto Dalledone Machado
Disc. Concreto Armado I e II
Estruturas Especiais de Edifícios
Decisão: pode ser aceito
41. Rolf Jentzsch
Disc. Desenho Técnico I
Geometria Descritiva
Decisão: pode ser aceito
42. Salassier Bernardo
Disc. Hidráulica
Irrigação e Drenagem
Decisão: pode ser aceito
43. Sebastião Cardoso
Disc. Mecânica dos Fluidos
Transferência de Calor e Massa
Decisão: pode ser aceito
44. Sérgio Antônio Röhn
Disc. Construção Civil I e II
Fundamentos de Segurança em Engenharia
Decisão: pode ser aceito
45. Virgílio da Silva Andrade
Disc. Resistência dos Materiais I e II
Placas e Cascas
Decisão: pode ser aceito
46. William Albuquerque
Disc. Educação Física Desportiva e Recreativa
Decisão: pode ser aceito
47. Zoard Antal Lãszlo Goöcze
Disc. Cálculo I, II, III
Decisão: pode ser aceito
II - VOTO DO RELATOR
Eu face do exposto, o Relator é de parecer favorável ao
reconhecimento do curso de Engenharia Civil, ministrado pela Uni
versidade Federal de Viçosa.
III - CONCLUSÃO DA CÂMARA
A Câmara de Ensino Superior, 2º Grupo acompanha o voto
do Relator.
ANEXO 1-CURRICULO PLENO
ANEXO II
QUADRO GERAL DO CORPO DOCENTE ATUAL DO CURO DE ENGENHARIA
ANEXO II
QUADRO GERAL DO CORPO DOCENTE ATUAL DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL (
continuação) Processo nº 485/81
IV - DECISÃO DO PLENÁRIO
O Plenário do Conselho Federal de Educação aprovou, por
unanimidade, a Conclusão da Câmara.
Sala Barretto Filho, em 01 de abril de 1982.
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