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UNIVERSIDADE DEO PAULO
SP
Renovação do credenciamento do Curso de Pos-Graduação em Eco-
nomia, áreas de concentração em Bancos de Desenvolvimento - nível de Mes-
trado - e Teoria Econômica - níveis de Mestrado e Doutorado - ministrado
pela Faculdade de Economia e Administração
DOM SERAFIM FERNANDES DE ARAUJO
1. Preliminares
1.1. 0 Magnífico Reitor da Universidade deo Paulo requer a este Conse_
lho o recredenciamento do curso de Pos-Graduação em Economia,-
veis de Mestrado e de Doutorado, com áreas de concentração em Bancos de De-
senvolvimento (Mestrado) e Teoria Econômica (Mestrado e Doutorado), minis-
trado pela Faculdade de Economia e Administração.
1.2. 0 curso foi credenciado pelo Parecer CFE nº 4.036, de 02 de dezem-
bro de 1974 (Documenta nº 169, pp. 154/181).
1.3. Pela Portaria CFE nº 136, de 16 de junho de 1980, foi designada Co-
missão Verificadora integrada pelos Professores Agamenon Tavares de
Almeida, da Universidade Federal do Ceara, como Presidente, Maria da Concer
ção Tavares, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e Antônio Barros de
Castro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, para verificar in loco
as condições de funcionamento do curso.
A Comissão apresentou Relatório circunstanciado da
inspeção realizada, que abrange os seguintes aspectos:
1. Dados Gerais sobre o Curso;
2. Condições Jurídicas e Fiscais da Mantenedora; |
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3. Análise
r
inanceira da Faculdade e do Curso;
4. Prédios, Instalações e Equipamentos;
5. Biblioteca;
6. Regimento;
7. Corpo Docente;
8. Tradição de Ensino e Pesquisa;
9. Corpo Discente.
2. Mérito
2.1. Condições Jurídicas
A Instituição mantenedora i a Universidade deo Paulo, autarquia
criada pelo Estado deo Paulo, em 1934.
Os ordenamentos básicos da Instituição acham-se con-
substanciados no seu Estatuto, editado pelo Decreto Estadual nº 52.326, de
16 de dezembro de 1969, e no seu Regimento Geral, aprovado pelo Decreto Es-
tadual no 52.906, de 27 de março de 1972.
2.2. Condições Financeiras
Os cursos de Pós-Graduação em Economia, objeto do Processo em epi-
grafe,o desenvolvidos no Departamento de Economia da Faculdade de Econo-
mia e Administração (FEA) e no Instituto de Pesquisas Econômicas (IPE), ór-
o anexo à mesma. Como conseqüência, esses Órgãosom orçamento pró-
prio. As instalações, o equipamento e o pessoal estável (docentes e adminis
trativo) pertencem à Faculdade, que integra a Universidade deo Paulo.
2.2.1. Os recursos destinados à Faculdadeo alocados no Orçamento
Programa da Universidade, conforme resumo a seguir transcri
to, relativo ao horizonte 1975/1979:
QUADRO I_
EXERCICIO VALOR EM Cr$ 1.000,00
1975 30.073.857,39
1976 37.009.055,95
1977 46.613.189,75
1978 68.147.536,10
1979 79.345.200,00
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2.2.2. Alcançaram idêntico valor as despesas realizadas nos mesmos
exercícios.
2.2.3. Previsão Orçamentária
É a seguinte a previsão orçamentária para o período 1980/
1982:
QUADRO XI
EXERCICIO RECEITA PREVISTA RECEITA ESTIMADA
1980 89.402.000,00 89.402.000,00
1981 129.634.000,00 129.634.000,00
1982 182.490.400,00 181.490.400,00
2.2.4. Agências Financiadoras
A essas dotações básicas, somam-se vultosos recursos prove-
niestes de convênios celebrados com entidades, nacionais e estrangeiras,que
patrocinam cursos de Pós-Graduação e Pesquisas Programadas, dentre as quais
se sobreievam a Fundação FORD, a USAID, o BID e o BNDE/FUNTEC.
Esses recursos adicionaism sua destinação vinculada nos
respectivos acordos firmados, como, verbi gratia:
2.2.4.1. acordo IPE/FORD/USAID - para treinamento no exte-
rior em níveis de Mestrado e Doutorado;
2.2.4.2. convênio IPE/FORD - para pagamento de bolsas no ex-
terior, contratação de professores e complementação
de salários de professores no País;
2.2.4.3. convênio IPE/BID (Banco Inter-americano de Desenvol_
vimento) - para o curso de Mestrado e dois cursos
de treinamento para pessoal especializado em Bancos de Desenvolvimento;
2.2.4.4. convênio FEA/IPE/BNDE - para realização de curso de
Pos-Graduação em Economia.
Dentre outras destinações específicas, convém destacar a da
Fundação Ford, para cobrir uma terça parte do custo de aquisição do computa
dor IBM 1.130, e as dos convênios com a Fundação Ford e com a USAID, para
compra de livros destinados à Biblioteca do IPE.
Além dos recursos permanentes do orçamento da USP e dos con-
vênios com entidades nacionais ou estrangeiras, tem o IPE obtido recursos
através da realização de pesquisas e estudos para entidades públicas e pri-
vadas.
A seu turno, o IPE tem, igualmente, obtido de agencias nacio^
nais, estrangeiras e internacionais, dotações substanciais para distribui-
ção de bolsas aos alunos dos cursos de Pos-Graduação.
2.3. Condições Materiais
2.3.1. Distribuição do Espaço Física
2.3.1.1. Edifícios e Instalações
A Faculdade de Economia, e Administração está insta
lada na Cidade Universitária da USP, em edifício novo, especialmente cons-
truído, com duas alas de dois pavimentos, área total de 15.400m . Nesse edi
fício.de linhas simples, construção modulada em peças pré-moldadas, e pare-
des de painéis removíveis, com pisos e tetos com tratamento acústico, estão
funcionando, desde agosto de 1971, os órgãos administrativos da Faculdade e
o desenvolvidas as atividades de ensino e pesquisa de seus três Departa-
mentos: Economia, Administração e Contabilidade e Ciências Atuaria. Nele
também funcionam o IPE, a Biblioteca, a Gráfica e serviços auxiliares. A
distribuição das salas e áreas de circulação pode ser apreciada nas plantas
incluídas do Processo.
Para as atividades de ensino e pesquisa do Departamento de
Economia e do IPE e destinada metade do prédio, com cerca de 7.700 m² de a-
rea.
No pavimento térreo dessa mesma ala encontram-se 8 (oito) Au
ditorios (de 162 m² cada) e 12 (doze) salas de aula (de 81 m² cada), que
o utilizados pelos cursos de Graduação e Pós-Graduação em Economia. No pa_
vimento superior, situam-se 116 (cento e dezesseis) salas, de áreas diver-
sas, para professores, pesquisadores, alunos-bolsistas e estagiários, reser
vando-se para os alunos de pos-graduação saletas do corredor posterior, nas
quais dispõem de local e ambiente de concentração para o estudo.
No pavimento térreo, estão localizados, ainda, a Biblioteca
Central do FEA e a Biblioteca do IPE, a Gráfica e a Unidade de Processamen-
to de Dados,o havendo problema de espaço para o bom funcionamento dos
cursos de Pós-Graduação, segundo esclarece a Comissão Verificadora.
Com a contínua expansão das instalações físicas, novas áreas
vem sendo gradualmente destinadas especificamente à pos-graduação.
Com esse elenco de disciplinas, é possível ao aluno optar
entre uma variedade de áreas de concentração.
As disciplinas da área de concentração podem ser complementa
das por um conjunto também bastante amplo de disciplinas de domínios cone-
xos, as quais podem ser cursadas em qualquer unidade da UPS, ressalvada a
condição de que sejam desenvolvidas em nível de Pós-Graduação. A escolha
das disciplinas de domínios conexos é feita pelo aluno com a devida orienta
ção do Professor Orientador e em função da respectiva área de concentração.
Para as atividades de orientação, além dos Orientadores indi_
viduais, para cada aluno, três Professores dedicam-se em tempo integral
ao acompanhamento de suas atividades escolares.
2.4.3. Arêas de Concentração
2.4.3.1. Faculdade de Economia e_ Administração
2.4.3.1.1. Finanças Públicas
Finanças Públicas I - EAE - 829
Finanças Públicas II - EAE - 835
Política Monetária e Fiscal -EAE - 834
2.4.3.1.2. Recursos Humanos
Análise Econômica dos Recursos Humanos
I - EAE - 826
Análise Econômica dos Recursos Humanos
II - EAE - 830
Aspectos Tecnológicos do Desenvolvimento
Econômico - EAE - 837
2.4.3.1.3. Economia de Empresas
Economia Industrail I - EAE - 809
Economia Industrial II - EAE - 810
Programação Industrial - EAE - 832
2.4.3.1.4. Economia Agrícola
Economia Agrícola I - EAE - 808
2.4.3.2. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
2.4.3.2.1. Departamento cie Antropologia Social
Disciplinas:
Economia das Sociedades Primitivas
2.4.3.2.2. Departamento de Ciência Politica:
Disciplinas:
.Problemas Políticos e Sociais do Desen-
volvimento Latino-Americano.
.Poder Político e Classes Sociais
2.4.3.2.3. Departamento de História Econômica:
Disciplinas:
. História Econômica do Brasil
. História Social do Brasil
. Historia Social das Idéias no Brasil
. História da Colonização Moderna
2.4.3.2.4. Departamento de Sociologia:
Disciplinas:
. Pesquisas em Sociologia Rural; Tecnolo
logia e Desenvolvimento; Educação e Mü
dança Social; Sociologia da Educação.
2.4.3.3. Escola Politécnica
2.4.3.3.1. Departamento de Engenharia da Produção:
Disciplinas:
. Análise Agricola II - EAE - 833
. Desenvolvimento Econômico - EAE - 824
. Análise da Decisão; Simulação, Teoria
dos Jogos
2.4.3.3.2. Programação e Desenvolvimento Econômico
Elaboração e Avaliação de Projetos - EAE
812
Desenvolvimento Econômico - EAE - 824
Modelos Matemáticos de Crescimento - EAE
840
2.4.3.3.3. Moeda
Política Monetária e Fiscal - EAE - 834
Economia Monetária - EAE - 819
Teoria Monetária do Comércio Internacio-
nal - EAE - 836
2.4.3.3.4. Economia Urbana e Regional
Teoria da Localização - EAE - 843
Economia Urbana - EAE - 823
Economia Regional - EAE - 844
2.4.3.3.5. Métodos Quantitativos
Econometria III - EAE - 710
Economia Matemática I - EAE - 841
Economia Matemática II - EAE - 842
2.4.3.3.6. Comércio Internacional
Economia Internacional - EAE - 818
Teoria Monetária do Comércio Internacio
nal - EAE - 836
Desenvolvimento Econômico - EAE - 824
2.4.4. Disciplinas de Domínios Conexos
2.4.4.1. Instituto de Matemática e Estatística
Disciplinas: Cálculo das Variáveis
Programação Matemática II
Métodos de Análise Estatística
Estatística Avançada I
Técnica de Amostragem
Planejamento de Experimentos
2.4.4.2. Faculdade de Saúde Pública
Disciplinas:
Dinâmica Populacional Aplicada
Projeções e Estimativas Populacionais
2.5. Regime Didático
2.5.1. 0 regime didático do curso é disciplinado no seu Regulamen-
to, cujas normas básicaso as seguintes:
A admissão ao curso é feita segundo três formas alternati-
vas:
2.5.1.1. Mediante o Exame Nacional de Seleção da ANPEC;
2.5.1.2. Mediante seleção feita diretamente pelo IPE, no ca
so de candidatos ao Doutorado;
2.5.1.3. Mediante seleção feita diretamente pelo IPE, no ca_
so de candidatos de outros países ou no caso de
candidatos a programas decorrentes de convênios internacionais (Economia Re
gional e Urbana).
2.5.2. Requisitos de Créditos: 90 (Mestrado) e 160 (Doutorado), ex
cluídos dessa contagem os créditos de EPB (Estudo de Problemas Brasilei-
ros). Os requisitos mínimos referentes a créditos obtidos em disciplinas de
verão ser satisfeitos no prazo mínimo de 1 anos e no máximo de três, no ca-
so do programa de Mestrado. Para o Doutorado, os requisitos mínimos referen_
tes a créditos obtidos em disciplinas deverão ser satisfeitos no prazo míni_
mo de 2 anos e máxino de 4 anos. Quando tratar-se de complementação do Mes-
trado, o prazo máximo será de 2 anos.
2.5.3. Disciplinas Obrigatórias:
2.5.3.1. Em Teoria Econômica:
3.5.3.1.1. Mestrado: um mínimo de 2 disciplinas,sen
do pelo menos uma na seqüência de Micro
economia (I, II e I"I), e outra na seqüência de Macroeconomia (I, II e III).
2.5.3.2. Em Métodos Quantitativos:
2.5.3.2.1. Mestrado e Doutorado: Econometria I e II
2.5.3.3. Economia Brasileira (Mestrado e Doutorado). Dispen-
sável para alunos estrangeiros.
2.5.3.3.1. Arêas de Especialização:
2.5.3.3.1.1. Mestrado: pelo menos uma disciplina em
duas diferentes áreas de especialização
2.5.3.3.1.2. Doutorado: pelo menos duas disciplinas
em duas diferentes áreas de especiali-
zação. Fica a critério do orientador estabelecer as disciplinas constantes
des te i tem.
2.5.3.3.2. Estudo de Problemas Brasileiros: Obriga_
tória para ambos os programas, em virtu-
de de disposições legais.
2.5.3.3.3. Proficiência em Línguas Estrangeiras.
2.5.3.3.3.1. Mestrado: Inglês
2.5.3.3.3.2. Doutorado: Além de Inglês, uma segunda
língua que pode ser Francês, Italiano
ou Alemão.
2.5.3.3.4. Outras Disciplinas, a critério do Orien-
tador
2.5.3.3.5. Dissertação de Mestrado (2 Tese de Douto-
rado: depois de completar os créditos,
candidato terá o prazo de 5 anos para defender sua dissertação ou tese, co-
mo requisito final para obtenção do título.
2.6. Distribuição das Vagas
0 curso admite anualmente até 50 alunos, dos quais ate 30
o selecionados através do exame anual da Associação Nacional dos Centros
de Pós-Graduação em Economia (ANPEC), e 20 pelo próprio IPE, de convênio
IPE/BID.
Dentre os alunos selecionados através do exame da ANPEC, 10
serão orientados para a especialização em Economia da Energia.
Os 20 alunos selecionados pelo próprio IPE, no País e no ex-
terior, destinam-se especificamente à especialização em Economia Regional e
Urbana.
0 programa de Mestrado com especialização em Economia da E-
nergia está sendo implantado com base em convênio IPE-FIPE, juntamente com
a CESP. De Acordo com esse convênio, a partir de 1980, passaram a ser admi-
tidos, pelo exame nacional de seleção, 10 alunos para seguir a especializa-
ção em Economia da Energia, inscrevendo-se nos cursos relativos a essa op-
ção e desenvolvendo suas dissertações de Mestrado sobre assuntos ligados ao
problema da energia
0 programa de Mestrado com especialização em Economia Regio-
nal e Urbana esta sendo implantado com base em convênio IPE-FIPE, juntamen-
te com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
2.7. Professores Orientadores
Todos os Professores Orientadores possuem tTtulo de Doutor,
trabalhos publicados, realizaram pesquisas originais e possuem larga expe-
riência de magistério em cursos de Pós-Graduação, nos níveis de Mestrado e
de Doutorado.
2.8. Tradição de Ensino e Pesquisa
0 curso vem desenvolvendo, desde seus primeiros dias, ampla
e significativa atividade no campo da pesquisa pura e aplicada, como se ve-
rifica pelo exame da produção científica de seus corpos docente e discente.
Nas áreas de concentração, os estudantesm realizando ati-
vidade científica de real importância, traduzida em 72 dissertações e teses
defendidas no período de 1976/1979, conforme se verifica pela leitura dos
Relatórios Anuais de Atividades da Faculdade, anexados ao Processo (anexo I)
Essa atividade acadêmica é o reflexo da preocupação permanen
te do corpo docente, objetivando manter em alto nível a produção cientifica
da instituição.
A relação dos trabalhos publicados pelo corpo docente se en-
contra em Anexo deste Parecer, com indicação nominal da produção e os títu-
los de cada publicação (anexo II).
2.9. Corpo Docente
0 Quadro atual de Professores do curso atende às exigências
de titulação e sua situação funcional e adequada, tanto no que se refere à
quantidade de Doutores e Titulares exigida para o seu funcionamento normal,
quanto à proporção de Professores em regime de tempo integral.
Seguem-se, pela ordem, a relação do Corpo Docente apresenta-
do quando do credenciamento do curso e o Quadro atual de docentes com a res
pectiva titulação, carga horária e situação funcional.
2.10. Corpo Discente
Os Quadros a seguir transcritos demonstram, de forma evoluti_
va, a situação do corpo discente, no que diz respeito a matrícula, comple-
mentação de créditos e requisitos de dissertação, bolsas de estudo e evasão.
QUADRO TV
Corpo Discente - Demonstrativo (*)
Matrícula Cred.Completos Teses Defendidas Evasão
Ano
total
Mest. Dout. Mest. Dout. Mest. Dout.
1974 34 9 1 11 - 14
1975 44 19 9 7 9
1976 43 23 12 3 1 4 -
1977 46 22 16 1 - 7 -
1978 45 29 11 9 - - 3
1979 48 41 4 12
(*) Todos os alunos matriculados dispõem de bolsas de estudo de diferentes
instituições (CNPq, CAPES e FIPE). No período de complementação de cré
tidos, é exigido tempo integral de todos os alunos.
No que tange ao sistema de avaliação e controle de aproveita-
mento e freqüência dos alunos, a Comissão Verificadora confirmou quem
sendo desenvolvido de acordo com as normas regulamentares e de maneira regu
lar e satisfatória.
2.11. Apreciação da Comissão Verificadora
No fecho de seu Relatório, assim se manifesta a Comissão Ve-
rificadora, verbis:
"Por se tratar de uma instituição com longa tradição em pes-
quisa e Pos-Graduação no Brasil, O trabalho da Comissão fioi
facilitado pila existência du uma estrutura administrativa e
acadêmica eficientes e sedimentadas.
Como ^oi ressaltado no Relatório, encontra-se em processo de
•implementação a reforma do Curriculo e da organização didãti_
ca do Mestrado. A referida reforma parece caminhar de modo
satisfatório, faltando concluir, os procedimentos formais de
implantação da área de concentração em Economia Regional e
Urbana.
Quanto ao programa de pesquisas, continua sendo desenvolvido
de forma adequada, com o apoio da FIPE, mantendo-se além dis_
to o competente programa de pesquisas em História Econômica.
Entre as áreas de dominio conexo recém-criadas, destaca-se a
de Economia da Energia, que conta com o apoio da CESP. 0 pro_
grama já se encontra em andamento, contando com 10 alunos
selecionados através do Exame Nacional de Seleção (ANPEC).
Vo ponto de vista do apoio ao corpo discente e aos pesquisa-
dores, cabe destacar as novas condições de funcionamento da
Biblioteca amptiada e a consolidação do programa de publica-
ção do IPE.
Vado tudo o que precede, a Comissão reconhece o alto nivel
de ensino e pesquisa deste Centro de Pos-Graduação e recomen
da decididamente a renovação do credenciamento dos cursos
tante a nivel de Mestrado como de Doutorado".
CORPO DOCENTE DO INSTITUTO DE PESQUISAS ECONÔMICAS - FEA
Categoria Regime de
NOME
Títilo Funcional Trabalho
Adolfo Walter Pimazoni Canton (1) PhD Assist. TP
Adroaldo Moura da Silva LD Adjunto TI
Alice Piffer Canabrava Cated. Titular TI
André Franco Montoro Filho LD Adjunto TI
Andréa Sandro Calati PhD* Assist. TI
Antônio Carlos Coelho Campino LD Adjunto TI
Antônio Emílio Muniz Barreto LD Assist. TI
Antônio Evaldo Comune D* Assist. TI
Carlos Alberto Longo PhD Assist. TI
Carlos Antônio Rocca D Assist. TP
Carlos Marques Pinho Tit. Titular TP
Celso Luiz Martone LD Adjunto TI
Claudia Cunha Campos Eris PhD* Adjunto TI
Denisard Cneio de Cliveira Alves LD Adjunto TI
Diva Benevides Pinho Tit. Titular TI
Eleutério Fernando da Silva Prado D* Assist. TI
Eurico Hideiki Ueda D* Assist. TI
Fernando Bento Homem de Melo LD Assist. TI
Flávio Azevedo Marques de Saes D* Assist. TI
Frederico Mathias Mazzuchelli (2) D* Assist. TP
Guilherme Leite da Silva Dias LD Assist. TI
Hélio Nogueira da Cruz D Assist. TI
Ibrahim Eris PhD Assist. TI
Ibrahim João Elias D* Assist. TI
Iraci dei Nero da Costa D* Assist. TI
Ivo Torres PhD* Assist. TI
João Sayd LD Adjunto TI
José Augusto Arantes Savasini PhD Assist. TI
José Juliano de Carvalho Filho D Assist. TI
José Pastore Tit. Titular TI
José Paulo Chahad D* Assist. TI
José Roberto Mendonça de Barros D Assist. TP
José Teõfilo Oliveira PhD Assist. TI
cont.
NOME
José Tiacci Kirsten
Juan Hersztajn Molclau
Juarez Alexandre Baldini Rizzieri
Luiz Augusto de Queiroz Abi as ( + )
Luiz Carlos Pereira de Carvalho
Maurício Barata de Paula Pinto
Marcos Gianetti da Fonseca
Martin Lu
Nelson Hideki Nozoe
Paulo César Miloni (+)
Roberto Brás Matos Macedo
Ruy Aguiar da Silva Leme (3)
Ronaldo Marcos dos Santos
Sei ti Kaneko Endo
Simão David Silber
Wal ter Alves
Título
LD
PhD
D*
D
PhD
PhD*
PhD
M
D*
PhD*
LD
Cated.
D*
D*
PhD*
LD
Categoria
Funcional
Assist.
Assist.
Assist.
Assist.
Assist.
Assist.
Assist.
Assist.
Assist.
Assist.
Adjunto
Titular
Assist.
Assist.
Assist.
Assist.
Regime de
Trabalho
TI
TI
TI
TI
TP
TI
TI
TI
TI
TI
TI
TI
TI
TI
TI
TP
Observações: (*) - Tese em elaboração
(+) - Professores afastados a partir do 29/sem/79
(1) - Trabalha no Instituto de Matemática e Estatística
(2) - Trabalho na UNICAMP
(3) - Trabalha no Departamento de Administração
0 nível de remuneração dos Professores, nos diferentes regi-
mes de trabalho, segue a escala da Faculdade de Economia e Administração da
USP apresentada na Tabela a seguir transcrita:
ESCALA DE VENCIMENTOS DE DOCENTES A PARTIR DE 19/03/80
REF.
MS - 1
MS - 2
MS - 3
MS - 4
MS - 5
MS - 6
VALOR
""0.158,00
10.969,00
13.711,00
17.002,00
17.659,00
20.073,00
GRATIF.
MÉRITO
1.316,00
2.194,00
2.633,00
2.742,00
3.072,00
RTP
10.158,00
12.284,00
15.905,00
19.634,00
20.402,00
23.145,00
RTC
20.316,00
24.569,00
31.809,00
39.269,00
40,803,00
46.291,00
RDIDP
33.835.00
42.995,00
63.619,00
78.538,00
81.606,00
92.581,00
MS - 1 Auxiliar de Ensino
MS - 2 Professor Assistente
MS - 3 Professor Assistente Doutor
MS - 4 Livre Docente
MS - 5 Professor Adjunto
MS - 6 Professor Titular (ou Catedrático)
Os pesquisadores do programa estão ainda vinculados, por pres-
tação de serviços, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIDE), per
cebendo complementação salarial, cujos níveis de referência correspondem a
sua titulação, descritos na Tabela a seguir transcrita:
Referencia
Assistente de Pesquisa -
Assistente de Pesquisa -
Assistente de Pesquisa -
Assistente de Pesquisa -
Pesquisador - 1
Pesquisador - 2
1
2
3
4
Remuneraçao-
Base
24.150,00
30.640,00
43.830,00
57.010,00
69.270,00
76.200,00
Remuneraçao-
Integral
36.760,00
45.960,00
65.740,00
85.510,00
103.900,00
114.300,00
II - VOTO DO RELATOR
Pelos motivos expostos e tendo em vista a documentação que ins
trui o processado, somos de parecer que o Conselho renove, por 5 (cinco) a-
nos, o credenciamento do Curso de Pós-Graduação em Economia, áreas de con-
centração em Bancos de Desenvolvimento - nível de Mestrado - e Teoria Econô
mica - níveis de Mestrado e Doutorado - ministrado pela Faculdade de Econo-
mia e Administração da Universidade deo Paulo.
IV - DECISÃO PO PLENÁRIO
O Conselho Federal de Educação, reunido em sessão
plena, nesta data, acolhendo o Processo nº 737/80, originário
da Câmara de Ensino Superior, 1º Grupo, deliberou, por unani-
midade, aprovar a conclusão da Câmara, favoravelmente, a reno
vação do Credenciamento, pelo prazo de 5 (cinco) anos, do cur
so de pós-graduação em Economia, áreas de concentração em Ban
cos de Desenvolvimento, nivel de mestrado, e Teoria Econômica,
níveis de mestrado e doutorado, ministrado pela Faculdade de
Economia e Administração da Universidade deo Paulo.
Sala Barretto Filho,
em Brasília, DF., em 27 de janeiro de 1981.
JOS/mo.:.
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