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MINISTÉRIO DA
EDUCAÇÃO CONSELHO
FEDERAL DE EDUCAÇÃO
INTERESSADO/MANTENEDORA
UF
FUNDAÇÃO GAMMON DE ENSINO SP
ASSUNTO
Reconhecimento do Curso de Zootecnia, ministrado pela Escola
Superior de Agronomia de Paraguaçu Paulista, SP.
RELATOR, SR. CONS Margarida Maria do R.B.F.Leal
CÂMARA OU
C
OMISSÃO
PARECER Nº
CESu 2º Grupo
APROVADO EM:
PROCESSO Nº: 23.001.000859/92-32
1 - RELATÓRIO
0 Presidente da Fundação Gammon de Ensino
FUNGE, encaminha a este Conselho, pedido de reconhecimento do
Curso de Zootecnia, ministrado pela Escola Superior de
Agronomia de Paraguaçu Paulista-ESAPP, instalada em Paraguaçu
Paulista/SP.
0 curso foi autorizado a funcionar pelo
Decreto Nº 94.321, de 12.05.87, nos termos do Parecer CFE Nº
42/87, com 80 (oitenta) vagas totais anuais.
Pela Portaria Nº 227/92-SESu/MEC, foi
designada Comissão Verificadora composta pelos professores,
Lúcia Maria Zeoula e Ivanor Nunes do Prado, da Fundação
Universidade Estadual de Maringá-PR, e pelo TAE Miguel Chaim,
da DEMEC/SP, para verificar as condições de funcionamento do
curso, visando 0 seu reconhecimento.
A Comissão Verificadora visitou a Instituição
no período de 01 a 08.12.92, apresentado relatório, que assim
concluiu: "0 reconhecimento do curso de Zootecnia da Escola de
Paraguaçu Paulista deveria aguardar um certo tempo até que a
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MEC/CFE PARECER Nº PROC. Nº
Escola satisfaça algumas das observações determinadas como
importantes, constantes no processo de reconhecimento, para um
curso atualizado de Zootecnia."
Atendendo a Despacho Interlocutório, a Instituição
apresentou em julho de 1993, informações e documentos referentes à
capacidade patrimonial da Mantenedora, biblioteca, laboratórios,
instalações físicas, corpo docente, estágio residência e situação
acadêmica.
Diante da documentação trazida ao processo e a
conclusão citada anteriormente, a Relatora solicitou à SESu/MEC,
designação de nova Comissão Verificadora para a constatação das
condições de funcionamento do curso junto a Escola Superior de
Agronomia de Paraguaçu Paulista.
Pela Portaria nº 019/94 - SESu/MEC foi designada
Comissão Verificadora constituída pelos professores José Antonio
Ribas Ribeiro e Antonio Carlos Machado da Rosa, ambos da
Universidade Federal de Santa Catarina e pela Técnica em Assuntos
Educacionais Lusía Carolina Gallo, da DEMEC/SP, que visitou a
Instituição no período de 05 a 09 de abril de 1994, apresentando
relatório que integra o processo.
0 presente Parecer foi elaborado com base nos
dados constantes do processo e no relatório da Comissão
Verificadora.
1.DADOS SOBRE A MANTENEDORA
1.1. Condições Jurídicas
A Fundação Gammon de Ensino é usa entidade de
direito privado, sem fins lucrativos, com sede e foro na cidade de
Paraguaçu Paulista, Estado de São Paulo, registrada no 2S Cartório
de Registro de Títulos e Documentos da Comarca de Paraguaçu
Paulista, nº de ordem 68, Livro A-nº 1 de Registro de Pessoas
Jurídicas em 31.12.1970.
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MEC/CFE PARECER PROC
Os órgãos de Administração Geral da Fundação são:
o Conselho de Curadores e a Diretoria Executiva.
0 Conselho de Curadores, com funções diretivas,
consultivas e normativas é composto de sete membros, sendo: dois
membros representando o Instituto Gammon; dois membros
representando a Associação Amigos do Ensino, formada por cidadãos
da comunidade; e três representantes da Prefeitura Municipal.
Compete à Diretoria Executiva a prática de todos
os atos administrativos, sendo composta por um Presidente, um
Vice-Presidente e um Secretário.
1.2. Capacidade Patrimonial
A capacidade patrimonial da Fundação medida pela
existência dos bens móveis e imóveis de sua propriedade, segundo
laudo de avaliação firmado em julho de 1993 foi avaliada em Cr$
283.562.277.000,00 (dois bilhões, quinhentos e sessenta e dois
milhões, duzentos e setenta e sete mil cruzeiros), em moeda atual
perfas, CR$ 283.562.277,00 (duzentos e oitenta e três milhões,
quinhentos e sessenta e dois mil, duzentos e setenta e sete
cruzeiros reais).
A Comissão Verificadora em seu relatório apresenta
Análise Econômica Financeira relativa ao balanço do exercício de
1993, cujos indicadores evidenciam:
índice de Liquides ........... 1,44
Grau de Solvência ............. 2,36
Grau de Endividamento ......... 42,43%
Imobilização de Capitais Próprios 0,94
Garantia de Capital ........... 0,74
1.3. Condição Fiscal e Parafiscal
De acordo com a Comissão, a situação jurídica,
fiscal e parafiscal da Fundação Gammon de Ensino encontra-se
regularizada através de pagamento das competências atuais, e dos
parcelamentos autorizados por lei.
MEC/CFE
PARECER Nº
PROC. Nº
1.4. Estabelecimentos de Ensino Mantidos
A Fundação Gammon de Ensino mantém a Escola
Superior de Agronomia de Paraguacu Paulista, onde funcionam os
cursos de Agronomia (Reconhecido) - 120 vagas e o de Zootecnia
(Autorizado) - 80 vagas.
Com respeito ao ensino de 1º e 2º graus, mantém o
Colégio Paraguacu oferecendo os cursos de 1º grau (5º a 8º série)
e 22 Grau (Colégio Acadêmico, Técnico em Processamento de Dados e
Técnico em Contabilidade).
2. DADOS SOBRE A ESCOLA/CURSO
2.1. Instalações/Equipamentos
Atualmente a ESAPP funciona em dois "campi", o
urbano e rural. O "campus" urbano ocupa uma área de 120.000m2
localizado na rua Prefeito Jayme Monteiro, 791, em Paraguacu
Paulista/SP. 0 "campus" rural constitui-se em área agrícola de
286ha, distante l,5km do centro urbano.
De acordo com o Anexo IX do relatório da Comissão
Verificadora, a Instituição dispõe de 22 salas de aulas
convencionais; 03 salas-ambiente e 15 laboratórios, declarando que
o curso dispõe de meios suficientes e adequados para desenvolver e
aplicar os componentes do currículo pleno
2.2. Biblioteca
A Biblioteca ocupa uma área de 700m2 e segundo a
Comissão, dispõe de amplo espaço para o acervo, salas para
consulta em grupo e individuais, sala para xerox e banheiros.
O horário de funcionamento é bastante amplo das
7.30 às 11.30, das 13:00 às 17:00 e das 19:00 às 22:00 horas e os
serviços são organizados e administrados por uma bibliotecária,
duas auxiliares, uma servente e um funcionário responsável pelo
setor de reprodução.
MEC/CFE PARECER Nº PROC Nº
Quanto ao acervo bibliográfico, a Comissão o
considerou razoável* dispondo de 2.905 titulos de livros, 3.400
exemplares e quanto a periódicos, dispõe de 120 títulos e 6100
exemplares.
A atualização do acervo é realizado uma vez por
semestre ou quando solicitado pelos professores.
2.3. Laboratórios A Verificadora informa que os equipamentos
estão em número/valor e manutenção adequados aos fins da
Instituição, de acordo com o cronograma que íntegra o Anexo VII do
Relatório.
2.4. Outras Informações
Em seu relatório, a Comissão apresenta outras
informações relativas ao estabelecimento de ensino, tais como:
2.4.1. Alunado
Visto globalmente, o alunado apresenta índice de
frequência às aulas regular e índice de aproveitamento escolar
adequado.
0 corpo discente tem representação nos órgãos
colegiados da Instituição e participam ativamente das reuniões
para as quais são convocados conforme consta das atas dos vários
conselhos.
De acordo com o relatório» "os acadêmicos foram
entrevistados juntamente com os professores e diretoria da escola
no dia 07.04 e isoladamente, representados pela Diretoria do
Diretório Académico Gammon, sendo possível constatar que os mesmos
mantém um relacionamento amigável e de ajuda mútua."
A Comissão informa que os egressos dos cursos são
muito bem classificados em concursos públicos e na sua grande
maioria estão empregados, sendo que muitos deles (50% dos
formandos de 93) logo após estágio de residência foram
contratados.
MEC/CFE PARECER PROC.
2.4.2. Atividades-Fim (Situação Atual)
As atividades desenvolvidas pelos professores e
alunos do estabelecimento alinhadas como de pesquisa estão
indicadas no Anexo XII do relatório da Comissão Verificadora.
Segundo a Comissão, as atividades de pesquisa para
o ensino ou para o desenvolvimento da Comunidade não são de muita
relevância, pois a disponibilidade de tempo dos docentes é
pequena. Contudo, o estudo de métodos de criação de minhocas e a
propagação vegetativa da Guabiroba do campo, por meio de raízes
tem uma certa importância.
Registra ainda que, a linha mais incidente de
pesquisa é a referente a teste de agrotóxicos em plantas
oleicolas, destacando-se também os testes de variedades de milho,
girassol e mandioca, além da pesquisa em Minhocultura.
Considera a Comissão que a pesquisa na Instituição
está em fase de valorização e expansão, principalmente depois da
criação da Comissão de Pesquisa e do número significativo de
Mestre e Doutores entre seus professores.
As atividades de extensão na IES estão
concentradas nos dias de campo supervisionados pelo professor da
disciplina de Extensão e Sociologia Rural e na prestação de
serviços pelos Laboratórios de Solos, Entomologia e de
Parasitologia Animal, Análise de Sementes e Posto Meteorológico.
Consta do Anexo XIII do relatório, indicação das
atividades de extensão desenvolvidas pela Instituição.
2.4.3. Registros Escolares
De acordo com o relatório, cada aluno tem um
prontuário individual e os resultados finais são passados em
fichas e livros de atas. Há um registro único centralizado na
secretaria geral. Está implantado e funcionando o sistema
automatizado por computador para o registro académico.
MEC/CFE PARECER Nº PROC. N º
Os dados são periodicamente atualizados. A
frequência do aluno é publicada mensalmente enquanto que as notas
o são bimestralmente.
Destaca a Comissão que as pessoas responsáveis
pelos registros escolares são de confiança e de boa qualificação,
A Secretaria Geral e uma escriturária possuem nível superior
enquanto que a outra escriturária possue terceiro grau incompleto.
2.4.4. Organização e Gerência
Informa-se que o relacionamento entre Diretores da
IES com alunos e com professores revelou que existe respeito à
hierarquia e à liderança da diretoria que conseguiu reunir
rapidamente a grande maioria dos estudantes e dos professores para
as avaliações e consultas que a comissão solicitou, 0 exame das
atas mais recentes confirmam essa afirmação pelo grande número de
decisões unânimes que ocorreram.
É indicado pela Mantenedora um Coordenador para
cada curso para realizar a sua coordenação didático-pedagógica.
Os Coordenadores dispõem de tempo e de sala
própria para atendimento aos alunos e no mínimo, são realizadas
duas reuniões com os alunos e professores (no inicio e no fim do
semestre).
2.4.5. Histórico e Prospectiva
Segundo o relatório, ao longo dos úitimos anos não
se teve nenhuma providência a ser adotada de natureza Corretiva.
A avaliação da atuação do estabelecimento é
realizada através de seus egressos, contactando as empresas que os
contratam.
Para sanar as dificuldades encontradas devido ao
baixo número de candidatos nos vestibulares, a Instituição está
investindo em Marketing e Propaganda da Escola nos meios de
comunicações escritas, falada e televisiva, visitas nos cursinhos,
colégios de 2º grau e colégios agrícolas.
-
MEC/CFE PARECER Nº PROC. Nº
Pretende-se estabelecer convênios com prefeituras
municipais, para que as mesmas possam investir na escola e nos
alunos, tendo como base a municipalização da agricultura.
3. DADOS SOBRE O CURSO
3.1. Funcionamento
Quanto ao regime de matricula consta do relatório
da Comissão Verificadora que: "o regimento da IES em seu artigo 59
aprovado pelo CFE em 21 de Julho de 1991 define que o curso de
Zootecnia seria organizado de uma forma seriada e semestral. A
Congregação da mesma IES, no entanto, em reunião realizada em
21/06/1991 resolveu alterá-lo para um regime "não seriado com pré-
requisitos em regime semestral". A matricula é feita
semestralmente obedecidos os pré-requisitos e observada a
compatibilidade de horários."
Sobre a situação dos concursos vestibulares,
informa a Comissão a seguinte movimentação:
PERÍODOS VAGAS INSCRITOS MATRICULADOS
91.1 40 24 14
9
1
.
2 4
0
22
10
92.1
40
31
13
9
2
.
2 4
0
3
2
1
7
93.1
40
36
16
93.2 40 36 17
0 alunado do curso de Zootecnia apresenta Índice
de frequência às aulas de 87,94% e índice de aproveitamento
escolar de 83,12%.
3.2. Estrutura Curricular
A Comissão Verificadora ressalta que o Regimento
da IES, no seu Anexo 3, explícita a carga horária total de 3.810ha
com 80ha de estágio supervisionado. Porém em reunião da
Congregação do dia 15 de fevereiro de 1991, a grade curricular foi
MEC/CFE PARECER Nº PROC Nº
alterada, com a introdução da disciplina "Introdução ás Ciências
Agrárias" com 45ha. Em 16 de julho de 1993, foi decidido que o
Estágio Supervisionado, designado Estágio-Residência, passaria a
ter 240 ha, com um mínimo de 8hs, no último termo, com
apresentação de um relatório final, avaliado por uma banca.
Informa ainda, que outras alterações ocorreram e estão registradas
em ata da Congregação do dia 19 de novembro de 1993, provocando
alterações na carga horária total do curso de Zootecnia.
A estrutura curricular atualmente oferecida pelo
curso de Zootecnia apresenta uma carga horária de 4.410ha, já
incluídas 240ha de Estágio Supervisionado, integralizada, no
mínimo em 05 (cinco) anos letivos.
A Comissão informa que no período da visita junto
a Instituição, coordenou uma reunião com professores e alunos do
curso de Zootecnia. A frequência e persistência na reunião e a
ativa e entusiasmada participação, levou a Comissão a concluir que
existe um grande interesse dos estudantes com os destinos da
escola e com a qualidade de sua formação.
Sobre a estrutura curricular atualmente oferecida,
a Comissão Verificadora manifesta no sentido de que o currículo
pleno, atende as exigências do CFE e em geral satisfaz o perfil do
profissional que a IES se propõe a formar conforme define em sua
carta-consulta.
Considera no entanto, que algumas disciplinas
estão deslocadas na sequência sugerida pelo curriculo do curso,
fazendo sugestões para alteração na mesma, como também para fusão
de conteúdos de determinadas disciplinas, como modificações de
cargas horárias.
Sugere-3e ainda a inclusão da disciplina Biologia
Molecular e Biotecnologia e a obrigatoriedade da disciplina
Epistemologia.
Por outro lado, recomenda a Comissão, substituir a
disciplina de EPB I pela disciplina de Introdução ao
Desenvolvimento Rural e a disciplina de EPB II pela disciplina de
MEC/CFE PARECER N° PROC Nº
Política Agrária, Associativismo Rural e Comercialização de
Produtos Agrícolas, matérias essas constantes do currículo mínimo,
que segundo os avaliadores são de fundamental importância para a
formação do profissional que tem a pretensão de tomar decisões ou
assessorar pessoas ou órgãos responsáveis pelo estabelecimento de
políticas e planos de desenvolvimento da pecuária.
Ainda quanto a estrutura curricular, indica-se que
a disciplina de Fisiologia Vegetal deveria inserir conteúdo
relativo à germinação e desenvolvimento de plantas forrageiras,
gramíneas e leguminosas e que deveria se incorporar a disciplina
de Etologia dos Animais Domésticos ao currículo, posto que, é
matéria de fundamental importância para o aluno entender o
comportamento animal para manejar qualquer espécie e dela explorar
todo o seu potencial.
Sobre tais alterações da estrutura curricular do
curso de Zootecnia, sugeridas pela Comissão Verificadora, a
Instituição manifestou-se favoravelmente, acatando a proposta que
integra o relatório, para oferecê-la a partir do ano letivo de
1995, uma vez aprovada por este Conselho.
Quanto ao acompanhamento do desenvolvimento
curricular, a Comissão informa que a Instituição tem uma
sistemática própria para supervisionar o cumprimento da
programação de ensino. A Congregação da Instituição em 1991 criou
uma comissão permanente de ensino para acompanhar a execução dos
programas das várias disciplinas, além das discussões previstas
nos órgãos colegiados competentes.
3.3. Corpo Docente
O corpo docente é constituído de 49 professores,
apresentando o seguinte perfil: 8,1% doutorado; 4,1% doutorando;
26,6% mestrado; 20,4% mestrando; 20,4 especialização; 20,4%
graduados. A relação do corpo docente com a respectiva
qualificação acadêmíca-profíssional integra o Anexo II do presente
parecer.
MEC/CFE PARECER Nº PROC. Nº
Os professores são contratados pelo regime da CLT
por tempo integral (40horas), por tempo parcial (20horas) e por
hora/aula e a partir de agosto de 1893 foi implantado na
Instituição um Plano de Carreira Docente.
De acordo com a Comissão Verificadora, o corpo
docente da Instituição atende, em geral, às necessidades e
exigências do currículo pleno do curso, considerando os aspectos
de disponibilidade de tempo e de qualificação académica
profissional. Do relatório consta quadros contendo a relação
nominal e titulação dos membros do corpo docente, as horas
semanais destinadas as atividades da Instituição e percentual por
atividades.
Ressalta, que a proporção de professores com
titulação de mestrado (25,5%) e doutorado (7,8%) faz com que na
Instituição exista um potencial significativo para a realisação
das atividades principalmente de pesquisa e ensino.
A Comissão Verificadora recomendou a contratação
de um maior número de professores em tempo integral, pois com isso
a Instituição se beneficiará com melhor qualidade de ensino bem
como maior possibilidade de prestação de serviços à comunidade e
realização de projetos de pesquisa.
0 relatório apresenta parecer conclusivo nos
seguintes termos: "A Comissão considera que a IES apresenta
condições estruturais de salas de aulas, laboratórios e
equipamentos, de qualificação e número de docentes, de acervo
bibliográfico para que o Curso de Zootecnia por ela fornecido seja
reconhecido."
II - PARECER E VOTO DA RELATORA
No que se refere ã oferta das estruturas
curriculares não apreciadas por este Conselho, a Relatora é pelo
acolhimento das mesmas, retroagindo seus efeitos ao inicio do seu
oferecimento, já que as alterações procedidas ocorreram em
MEC/CFE PARECER Nº PROC Nº
benefício do ensino ministrado, ressaltando-se que a Comissão
Verificadora declara em seu relatório, que os currículos plenos
apresentados atendem às exigências das normas próprias ao curso
fixadas por este Colegiado.
Diante do detalhado relatório da Comissão
Verificadora, no qual são indicadas condições positivas para o
funcionamento do curso em apreço, vota a Relatora favoravelmente
ao reconhecimento do curso de Zootecnia, ministrado pela Escola
Superior de Agronomia de Paraguaçu Paulista, mantida pela Fundação
Gammon de Ensino, na Cidade de Paraguaçu Paulista, com 80
(oitenta) vagas totais anuais.
Vota ainda, pela aprovação das grades curriculares
constantes dos Anexos I-B, I-C e I-D e da alteração curricular
proposta no Anexo I-E do presente parecer, a qual deverá vigorar a
partir do ano letivo de 1995.
Outrossim, a Instituição deverá procurar atender
as recomendações constantes do relatório da Comissão Verificadora.
III - CONCLUSÃO DA CÂMARA
A Câmara de Ensino Superior - Grupo, acompanha o
voto da Relatora.
Sala das Sessões, de junho de 1994.
MEC/CFE
PARECEM
PROC. Nº
ANEXO I-A
- CURRÍCULO PLENO - CURSO ZOOTECNIA - 22 SL/87 ao 2º SL/88,
CARGA HORÁRIA TOTAL - 4.010 horas
Integralização: Mínimo; 10 Semestres Letivos
Máximo: 16 Semestres Letivos
T/P T ?
Total de aulas
Semestral
Termo
Matemática
Física I
Química Geral e Analítica
Morfologia Vegetal
Português I
Citologia
Desenho Técnico
Estudos de Problemas Brasileiros I
Educação Física I
4
-
-
-
2
3
2
2
-
-
2
4
4
-
-
-
-
2
-
2
2
2
-
-
-
2
60
60
90
90
30
45
30
30
30
2º Termo
Física II
Anatomia dos Animais Domésticos
Meteorologia
Genética
Fisiologia Vegetal
Português II
Zoologia
Educação Física
--
-
-
-
-
-
2
-
2
4
2
2
3
-
1
-
2
2
1
2
2
2
2
60
90
45
60
75
30
45
30
Termo
Histologia e Embriologia dos Anim.
Domésticos
Bioquímica
Microbiologia Aplicada à Zootecnia
Bioestatística
Geologia e Mineralogia
Fisiologia dos Animais Domésticos
-
-
-
3
-
4
4
3
2
4
2
2
2
2
2
2
2
90
90
75
45
60
90
4º Termo
Mecânica
Topografia Aplicada à Zootecnia
Experimentação Zootécnica
Parasitologia Aplic. às Ativ. Zootécnicas
Pedologia
Nutrição Animal
Estudos de Problemas Brasileiros II
-
-
-
-
-
-
-
2
3
2
3
3
2
2
-
2
2
2
2
2
2
-
75
60
75
75
60
60
30
5º Termo
Instalações Zootécnicas
Fertilidade de Solos e Nutrição de Plantas
-Ecologia
Fontes de Energia e Eletrificação Rural
Nutrição de Ruminantes
Nutrição de Nao Ruminantes
--
--
2
-
-
-
3
4
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
75
90
30
60
60
60
6º Termo
Manejo e Conservação de Solo
Forragicultura e Pastagens
Agricultura Geral
Tecnologia dos Produtos de Origem Animal
Metodologia de Pesquisa
Higiene Veterinária
Bioclimatologla Zootecnia
-
-
-
-
2
-
-
2
4
2
3
2
2
2
2
2
2
2
1
60
90
75
30
60
45
Termo
Processamento de Dados
Métodos de Melhoramentos
Sociologia e Extensão Rural
Equinocultura (Criações I)
Sericicultura (Criações II)
Apicultura (Criações III)
Cunicultura e Anim. de Biotério (Cirações IV)
-
-
4
-
-
-
-
2
2
-
2
2
2
2
2
2
-
2
I
1
2
60
60
60
60
45
45
60
8º Termo
Economia Rural
Recursos Naturais
Avicultura (Criações V)
Suinocultura (Criações VI)
Piscicultura e Ranicultura (criações VII)
4
2
-
-
-
4
4
3
2
2
2
60
30
90
90
75
9º Termo
Bovinocultura de Corte (Criações VIII)
Bovinocultura de Leite (Criações IX)
Ovinocultura e Caprinocultura (Criações X)
Planejamento e Administraçao Rural
-
-
-
4
4
4
2
2
2
2
90
90
60
60
10º Termo
Exterior e Julgamento Animal
Melhoramento Zootécnico
Processamento de Rações Reprodução
e Inseminação Artificial
Bubalinocultura (Criações XI)
Estagio:
-
5
-
-
-
2
3
2
2
Min
2
2
2
1
imo:
60
75
75
60
45
80
Carga Horária Miníma: 3.810
E.P.B.
Educação Física 60
Estágio Supervisionado
Total Carga Horária:
4.010 horas
MEC/CFE
PARECER Nº
PROC. N°
ANEXO I-B
- CURRÍCULO PLENO- CURSO ZOOTECNTA - 1º SL/89 ao 2º SL/90
CARGA HORÁRIA TOTAL; 4.070 horas Integralização-.
Mínimo: 10 Semestres Letivos Máxime: 16 Semestres
Letivos
1º Termo
Fundamentos de Matemática
Física I
Química Ceral e Analítica
Morfologia Vegetal
Português I
Citologia
Desenho Técnico
Estudos de Problemas Brasileiros I
Educação Física I
T/P
4
-
-
7
3
2
2
-
T
-
2
4
4
-
-
-
-
-
P
-
2
2
2
-
-
-
-
2
Total de aulas
Semestrais
60
60
90
90
30
45
30
30
30
Termo
Matemática
4
Física II
Anatomia e Fisica dos Animais Domésticos
Genética
Fisiologia Vegetal
Zoologia
Ccologia e Mineralogia
Português 11
Educação Física II
4
-
-
-
-
-
-
-
-
2
-
2
4
2
3
1
2
-
-
-
2
2
2
2
2
2
2
60
60
90
60
75
45
60
30
30
Termo
Histologia e Embriol. dos Anim.
Domésticos
Bioquímica
Microbiologia Aplicada à Zootecnia
Bioestatítica
Fisiologia dos Animais Domésticos
Meteorologia
-
-
3
-
-
4
4
3
-
4
2
2
2
-
2
2
1
90
90
75
45
90
45
4º Termo
Mecânica
-Topografia Aplicada à Zootecnia
-Experimentação Zootécnica
-Parasitologia Aplic. às Ativ.
Zootécnicas -Pedologia Nutrição
Animal
Metodologia de Pesquisa
Estudos de Problemas Brasileiros II
-
-
-
-
-
2
2
3
2
3
3
2
2
-
-
2
2
2
2
2
2
-
-
75
60
75
75
60
60
30
30
-continua-
PARECER Nº
Termo
Instalações Zootécnicas -
Fertilidade de Solo e Nutrição de Plantas -
Ecologia 2
Fontes de Energia e Eletrificação Rural -
Nutrição de Ruminates -
Nutrição de Não Ruminantes ' -
3
4
2
2
2
2
2
2
2
2
75
90
30
60
60
60
6º Termo
Manejo e Conservação de Solo -
Forragicultura e Pastagens -
Agricultura geral
Tecnologia doo Prod. de Origem Animal
Higiene Veterinária -
Bioclimatologia Zootécncia -
2
4
2
3
2
2
2
2
2
2
2
1
60
90
60
75
60
45
7º Termo
Processamento de Dados —
Métodos de Melhoramento -
Sociologia e Extensão Rural 4
Equinocultura (Criações I) -
Sericicultura (Criações II) -
Apicultura (Criações III) -
Cunicultura e Anim. de Biotério (Criações IV)
-
2
2
2
2
2
2
2
2
2
1
1
2
60
60
60
60
45
45
60
8º Termo
Economia Rural 4
Recursos Naturais Renováveis 2
Avicultura (Criações V)
SuinoculLura (Criações VI) ' -
Piscicultura e Ranicultura (Criações VII)
4
4
3
2
2
2
60
30
90
90
75
9º Termo
Bovinocultura de Corte (Criações VIII)
Bovinocultura de Leite (Criações IX)
Ovinocultura e Caprinoculcura Planejamento e
Administração Rural 4
4
4
2
2
2
2
90
90
60
60
10º Termo
Exterior e Julgamento de Animais Melhoramento
Zootécnico 5 Processamento
de Rações -Reprodução e
Inseminação Artificial -
Bubalinocultura (Criações X)
2
3
2
2
2
2
2
1
60
75
75
60
45
Estágio Supervisionado
Carga Horária Mínima: 3.870
E.P.B. 60
Educação Fisica 60
Estágio Supervisionado 80
Total Carga Horária: 4.070
MÍni
mo:
80
PROC N
°
MEC/CFE
MEC/CFE
PARECER Nº
PROC. N°
ANEXO I-C
CURRÍCULO PLENO - CURSO DE ZOOTECNIA: CARGA HORÁRIA TOTAL:
4.11-5 horas Integralização: Mínimo; 10 Semestres Máximo:
16 Semestres
12 SL/91 à 12 SL/93.
1º Termo
Fundamentos de Matemática
Física I
Químico Geral e Analítica
Morfologia Vegetal
Português I
Citologia
Desenho Técnico
Introdução à. Ciências Agrárias
Estudos de Problemas Brasileiros I
Educação Física I
T/r
4
-
2
3
2
-
2
T
2
4
4
1
P
2
2
2
2
2
Total de au
Semestral
60
60
90
90
30
45
30
30
30
Termo
Matemática
Física II
Anatomia e Fislòl. dos Animais Domésticos
Genética
Fisiologia Vegetal
Zoologia
Geologia e Mineralogia
Educação Física II
Português II
4
-
-
-
-
2
4
2
3
1
2
2
2
2
2
2
2
2
60
60
90
60
75
45
60
30
30
Termo
Histologia e Embriologia dos Anim. Domésticos
Bioquímica
Microbiologia Aplicada a Zootecnia
Bioestatlstica
Fisiologia dos Animais Domésticos
Meteorologia
-
-
-
-
3
-
-
4
4
3
Hl
4
2
2
2
2
2
1
90
90
75
45
90
45
Termo
Mecânica
Topografia Aplicada a Zootecnia
Experimentação Zootécnica
Parasitologia Aplic. às Ativ. Zootécnicas
Pedologia
Nutrição Animal
Metodologia de Pesquisa
Estudos de Problemas Brasileiros II
-
-
-
2
2
3
2
3
3
2
2
2
2
2
2
2
2
75
60
75
75
60
60
30
30
-continua-
MEC/CFE PARECER Nº
5º Termo
Instalações Zootécnicas
Fertilidade de Solo e Nutrição de Plantas
Ecologia
Fontes de Energia e Eletrificação Rural
Nutrição de Ruminatos
Nutrição de Nao Ruminantes
-
2
-
-
-
3
4
2
2
2
2
2
2
2
2
75
90
30
60
60
60
6º Termo
Manejo e Conservação de Solo
Forragicultura e Pastagens
Agricultura Geral
Tecnologia dos Prod. de Origem Animal
Higiene Veterinária
Bioclimatologie Zootêcncia
-
-
-
-
2
4
2
3
2
2
2
2
2
2
2
1
60
90
60
75
60
45
7º Termo
Processamento de Dados
Métodos de Melhoramento
Sociologia e Extensão Rural
Equinocultura (Criações I)
Sericicultura (Criações II)
Apicultura (Criações III)
Cunicultura e Auim. de Biotério (Criações IV)
-
-
4
-
-
2
2
2
2
2
2
2
2
2
1
1
2
60
60
60
60
45
45
60
Termo
Economia Rural
Recursos Naturais Renováveis
Avicultura (Criações V)
Suinocultura (Criações VI)
Piscicultura e Ranicullura. (Criações VII)
4
2
-
-
4
4
3
2
2
2
60
30
90
90
75
9º Termo
Bovinocultura de Corte (Criações VIII)
Bovinocultura de Leite (Criações IX)
Ovinocultura e Caprinocultura
Planejamento e Administração Rural
-
-
4
4
4
2
2
2
2
90
90
60
60
10º Termo
Exterior e Julgamento de Animais
Melhoramento Zootécnico
Processamento de Rações
Reprodução e Inseminação Artificial
Bubalinocultura (Criações X)
5
-
2
3
2
2
2
2
2
1
60
75
75
60
45
Estágio Supervisionado
Carga Horária Minima: 3.915
E.P.B. 60
Educação Física 60
Estágio Supervisionado 80
Total Carga Horária: 4.115
Min imo: 80
MEC/CFE PARECER Nº PROC.
ANEXO I-D
- CURRÍCULO PLENO - CURSO DE ZOOTECNIA -. A partir do 2ºST./93 CARGA HORÁRIA
TOTAL; 4.260 hs. até a Presente data Integralização: Mínimo: 10
Semestres Máximo: 16 Semestres
1º Terno
Fundamentos da Matemática
Física I
Química Geral e Analítica
Morfologia Vegetal
Português I
Citologia
Desenho Tecnico
Intrudução â Ciências Agrárias
Educação Física I
T/P
-
-
-
2
2
2
2
3
T
h/a
2
4
4
1
-
-
-
-
-
F
h/a
2
2
2
2
2
2
2
2
2
Total de aula
Semestral
60
60
90
90
30
45
30
45
30
2º Terno
Matemática
Física II
Anatomia e Fisiol. dos Animais Domésticos
Genética
Fisiologia Vegetal
Zoologia
Geologia e Mineralogia
Educação Física II
4
-
2
-
-
-
2
2
2
4
2
3
1
2
2
2
2
2
2
2
2
60
60
90
60
75
45
60
30
3º Termo
Histologia e Embriologia dos Anim.
Domésticos
Bioquímica
Microbiologia Aplicada à Zootecnia
Bioestatística
Fisiologia dos Animais Domésticos
Meteorologia
Estudos de Problemas Brasileiros I
3
3
3
2
-
-
-
-
4
4
3
4
2
2
2
2
2
2
2
2
1
2
2
2
90
90
75
45
90
45
30
4º Termo
Mecânica
Topografia Aplicada à Zootecnia
Experimentação Zootécnica
Parasitologia Aplic. as Atividades
Zootécnicas
Pedologia
Nutrição Animal
Metodologia de Pesquisa
Português II
Estudos de Problemas Brasileiros II
-
-
-
-
2
3
-
-
-
-
3
2
3
3
2
2
-
-
-
2
2
2
2
2
2
-
-
2
75
60
75
75
60
60
30
30
30
MEC/CF E PARECEM N°
PROC. Nº
5º Termo
Instalações Zootécnicas
Fertilidade de Solo e Nutrição de
Plantas Ecologia
Fontes de Energia e Eletrificaçèo
Rural
Nutrição de Ruminates
Nutrição de Não Ruminantes
-
2
-
-
-
3
4
2
2
2
2
2
2
2
2
75
90
30
60
60
60
Termo
Manejo e Conservação de Solo
Forragicultura e Pastagens
Agricultura Geral
Tecnologia dos Prod. de Origem Animal
Higiene Veterinária
-Bloclimatologia Zootecncia
4
-
2
-
-
-
2
2
4
1
3
2
2
2
2
2
2
2
1
60
90
45
75
60
45
7º Temo
Processamento de Dados
Métodos de Melhoramento
-
Sociologia e Extensão Rura
l
4
Equinocultura (Criações I)
Sericicultura (Criações II)
Apicultura (Criações III)
Cunicultura e Anim. de Biotério
(Criações IV)
3
3
3
2
-
-
-
-
-
2
2
2
2
2
2
2
2
2
1
1
2
60
60
60
60
45
45
60
Termo
Economia Rural
Recursos Naturais Renováveis
Avicultura (Criações V)
buinocultura (Criações VI)
Piscicultura e Ranicultura (Criações
VII
)
4
-
2
-
-
-
4
4
3
2
2
2
60
30
90
90
75
9º Termo
Bovinocultura de Corte (Criações VIII)
Bovinocultura de Leite (Criações IX)
Ovinocultura e Caprinocultura
Planejamento e Administração Rural
3
3
3
2
-
4
4
2
2
2
2
90
90
60
60
10º Termo
Exterior e Julgamento de Animais
Melhoramento Zootécnico
Processamento de Rações
Reprodução e Inseminação Artificial
Estágio Supervisionado
-
-
-
-
2
3
3
2
2
Mini
2
2
2
1
mo
60
75
75
60
45
240
MEC/CFE PARECER PROC.
DI
SCIPLINAS/PERÍODOS
T/P
h/a
T
h/
a
P
h/a
TOTAL DE
AULAS
S
emestral
1º TERMO
Fundamentos de Matemática
Física I
Química Geral e Analítica
Morfologia Vegetal
Português I
Citologia
Desenho Técnico
Introdução à Ciencia Agrária
Educação Física I
4
2
2
2
4
4
3
2
4
2
2
2
2
2
2
2
60
60
90
90
30
45
30
45
30
450
2º TERMO
Matemática
Anatomia e F. de Animais Domest.
Genética
Zoologia
Geologia e Mineralogia
Bioquímica
Educação Física II
--
-
-
-
-
-
2
-
3
2
3
3
2
2
-
2
2
2
2
2
2
-
60
60
90
60
45
60
90
465
30
3º TERMO
Fisiologia Vegetal
Hist. e Emb. dos Animais Dom.
Microbiologia Apl. a Zootecnia
Bioestatística
Fisiologia dos An. Domésticos
Meteorologia
-
-
-
3
-
--
-
-
-
-
-
2
4
2
3
-
1
75
90
90
45
90
45
435
4º TERMO
Mecânica
Topografia Aplicada a Zootecnia
Experiment. Zootécnica
Paras. Aplic. às Ativ. Zoot.
Pedologia
Nutrição Animal
Metodologia de Pesquisa
Português II
4
4
3
2
4
2
2
2
2
2
2
2
4
3
2
2
75
60
75
75
60
60
30
30
465
5º TERMO
Instalações Zootécnicas
Fertilidade de Solo e
Nutrição de Plantas
Ecologia
Fontes de E. e El. Rural
Nutrição de Ruminantes
Nutrição de Não Ruminantes
3
2
3
3
2
2
-
2
2
2
2
2
2
-
2
2
2
3
-
1
-
75
90
30
60
60
60
375
MFC/CFE PARECER Nº PROC. Nº
6º TERMO
Introdução ao Desenv. Rural Manejo e
Conservação de Solo Forragicultura e
Pastagens Agricultura Geral Higiene
Veterinária Bioclimatoloqia Zootécnica
Etologia
4
4
3
2
4
2
2
2
2
2
30
60
90
60
60
45
45
390
7º TERMO
Processamento de Dados Métodos de
Melhoramento I Economia Rural
4 Sericicultura (Criaç&es II) Apicultura
(Criaç&es III) Cunicultura e An. de Biotério
(Criaç&es IV)
3
2
3
3
2
2
2
2
2
2
2
2
60
60
60
45
45
60
330
8º TERMO
Sociologia e Extensão Rural 4 Recursos Mat.
Renováveis 2 Avicultura (Criações V)
Suinocultura (Criações VI) Piscicultura e
Ranicultura (Criaç&es VII) Equinocultura
-
-
-
3
4
4
3
2
60
30
90
90
75
60
405
9º TERMO
Exterior e Julgamento de Anisais
Bovinocultura de Corte
(Criaç&es VIII)
Bov. de Leite (Criaç&es IX)
Ovinocultura e Caprinocultura
Planejamento e Adm. Rural
Epistemologia
4
4
3
2
4
2
2
2
2
2
2
2
60
90
90
60
60
45
405
10º TERMO
Tecn. de Prod. de Origem Animal Reprodução e
Inseminação Artificial Mét. de Melh. Genético II
2 Processamento de Rações Bubalinocultura
(Criaç&es X) Política Agr., Assoc. Rural e Comerc.
dos Prod. Agrícolas 4 Biologia Molec. e
Biotec.
3
2
3
3
2
2
-
2
2
2
2
2
2
-
75
60
30
75
45
60
45
390
Estágio Supervisionado
240
CARGA HORÁRIA
ESTAGIO SUPERVISIONADO...
MEC/CFE PARECER Nº PROC.
ANEXO II - CORPO DOCENTE
CURSO DE ZOOTECNIA
01. AGNALDO REBELLO
Higiene e Veterinária
Graduado em Medicina Veterinária pela Universidade Federal do
Paraná (1983). Licenciatura Esquema I, área de Zooteenia-
FATEC (1989). Curso de Especialisação em Cirurgia em Pequenos
e Grandes Animais pela UNIMAR. Experiência profissional,
atuando como Médico Veterinário na área de Extensão Rural e
Defesa junto a Prefeitura Municipal de Quatá/SP desde 1978.
Experiência docente no magistério do ensino superior,
lecionando a disciplina Higiene e Veterinária na ESAPP desde
1991.
Aceito.
02. ANA CLAUDIA RUGGIERI
Ovinocultura e Caprinocultura
Doutoranda em Zootecnia, área de Produção Animal
UNESF/Botueatu. Mestre em Zootecnia, área de Produção Animal
- UNESP/Jaboticabal. Graduada em Engenharia Agronômica pela
Faculdade de Agronomia e Zootecnia "Manoel Carlos Gonçalves"
(1985). Aprovada em concurso para o cargo de Pesquisador I da
EMBRAPA (1986). Aprovada pelo Parecer CFE nº 300/91 para
lecionar Bromatologia, Alimentos e Alimentação Animal e
Agrostologia. Experiência docente no magistério do ensino
superior, lecionando Ovinocultura e Caprinocultura desde 1991
na ESAPP. Aceita.
03. ANTONIO CARLOS LOUREIRO LINO
Mecânica
Fontes de Energia e Eletrificacão Rural
Mestrando em Engenharia Agrícola (em fase de dissertação de
tese). Graduado em Engenharia Agrícola - ESAL/Lavras/MG
(1985). Licenciatura Plena em Técnicas Agropecuárias
ESAL/Lavras/MG, Experiência docente no magistério do ensino
superior, lecionando Mecânica Agrícola na Universidade de
Alfenas (1986/1987); Máquinas Agrícolas na UNIMAR
(1990/1993); e Mecânica na ESAPP desde 1987. Aceita.
MEC/CFE
PARECER Nº
PROC. N°
04. ARACYNIO TORTOLERO ARAÚJO
Métodos de Melhoramentos
Melhoramento Zootécnico
Graduado em Engenharia Agronômica - ESAL/USP (1959). Curso
disciplinas do Curso de Especialização em Microbiologia
Agricola (1976). Experiência docente no magistério do ensino
superior, lecionando na ESAPP as disciplinas Fitopatologia,
Citologia e Genética no periodo de 1974/1982 e Métodos de
Melhoramentos e Melhoramento Zootécnico desde 1991.
Aceito para este curso.
05. ARARI TORTOLERO ARAÚJO LOURENÇO
Parasitologia
Fisiologia dos Animais Domésticos
Anatomia dos Animais Domésticos
Mestre em Zootecnia, área de Produção Animal
UNESP/Jaboticabal (1983). Medicina Veterinária - USP/1971.
Experiência profissional atuando desde 1994 como Médica
Veterinária na área de Defesa Sanitária Animal na Secretaria
da Agricultura do Estado de São Paulo. Experiência docente no
magistério do ensino superior, lecionando Parasitologia na
UNIMAR de 1988/1989 e na ESAPP desde 1991 as disciplinas
Parasitologia, Fisiologia dos Animais Domésticos e Anatomia
dos Animais Domésticos. Aceita.
06. ARTHUR FRANCISCO MARQUES
Pedologia
Mestrando em Agronomia, área de Irrigação e Drenagem (em fase
de conclusão de créditos) - UNESP/Botucatu. Engenharia
Agronômica - ESAPF/1991. Experiência profissional como
Engenheiro Agrônomo pela Fundação Florestal desde 1992.
Experiência docente no magistério do ensino superior,
lecionando na ESAPP desde 1992 as disciplinas Edafologia e
Pedologia.
Aceita.
MEC/CFE PARECER Nº PROC. Nº
07. BENEDITO CAMARGO FILHO
Histologia e Embriologia dos Animais Domésticos
Avicultura
Mestrando em Zootecnia, área de Produção Animal
UNESP/Jaboticabal (em fase de elaboração de tese). Bacharel
em Zootecnia - UNESP/Jaboticabal (1984). Experiência
profissional atuando como Supervisor na área de Produção de
Aves e de Suinocultura desde 19.35. Experiência docente no
magistério do ensino superior, lecionando na ESAPP desde 1989
as disciplinas Histologia e Embriologia dos Animais
domésticos e Avicultura. Aceito.
08. CARLOS ALBERTO OLIVEIRA DE MATOS
Introdução às Ciências Agrárias
Mestrando em Agronomia, área de Entomologia Agricola
UNESP/SP-1991 -(em fase de dissertação de tese). Engenharia
Agronômica - ESALQ/USP (1981). Curso de Especialização em
Cultura de Cana-de-Açúcar (1296ha/1982). Experiência
profissional atuando como Engenheiro Agrônomo, na área de
Pesquisa e Desenvolvimento de Tecnologia junto a Cooperativa
Central dos Produtores de Açúcar e Álcool do Estado de São
Paulo (1882/1985). Aprovado pelo Parecer CFE 25/93 para
lecionar Parasitologia, Entomologia Vegetal e Pragas das
Plantas Cultivadas. Experiência docente no magistério do
ensino superior, lecionando Entomologia Geral e Agricola na
ESAPP desde 1986 e Introdução de Ciências Agrárias desde
1991. Aceito.
09. CARLOS ROBERTO GUEDES
Apicultura
Cunicultura e Animais de Biotério
Bacharel em Zootecnia pela Universidade Estadual de Maringá
(1981). Realizou cursos de extensão universitária na área de
Bovinocultura, Cunicultura e Sericicultura. Experiência
profissional na área da disciplina para a qual é indicado.
Experiência docente no magistério do ensino superior,
lecionando na ESAPP desde 1990 as disciplinas Apicultura e
Cunicultura. Aceito para este curso.
MEC/CFE PARECER Nº PROC. Nº
10. CÉLIA LOPES ZIMBACK
Pedologia
Manejo e Conservação de Solos
Doutoranda em Agronomia, área de Irrigação e Drenagem, Mestre
em Agronomia, área de Irrigação e Drenagem - UNESP/Botueatu.
Engenharia Agronômica - ESALQ/Piracicaba (1978), Aprovada
pelo Parecer CFE nº 42/87 para lecionar Manejo e Conservação
de Solos. Experiência docente no magistério do ensino
superior, lecionando na ESAPP desde 1989 as disciplinas
Manejo e Conservação de Solos e Pedologia; e na UNIMAR de
1990 a 1991 as disciplinas Solos, Fotointerpretacão e
Mineralogia e Petrologia. Aceita.
11. CLARICE DE PAIVA VIEIRA
Educação Física
Licenciada em Educação Fisica pela Escola de Educação Física
de Bauru (1972), Licenciatura Plena em Pedagogia pela
Faculdade de Educação de Assis (1988). Curso de
Aperfeiçoamento em Recreação (180ha), Aprovada pelos
Pareceres CFE nº 1301/75, 405/81 e 42/87 para lecionar
Educação Física, Aceita.
12. DENIS MENDES DE MORAES
Desenho Técnico
Arquitetura peia Universidade Estadual de Londrina (1988).
Aluno especial do Curso de Comunicação Visual - UNESP/Bauru.
Experiência profissional, desenvolvendo projetos na área da
arquitetura desde 1989. Participou da elaboração do Plano
Diretor Municipal da Prefeitura Municipal de Paraguacu
Paulista (1990/1991). Experiência -docente no magistério do
ensino superior, lecionando Desenho Técnico na ESAPP desde
1991. Aceito para este curso.
13. ERALD0 AUGUSTO DE CARVALHO
Planejamento e Administração Rural
Engenharia Agronômica - ESAPP/1978. Engenheiro Agrônomo da
Empresa de Assistência Técnica e Topografia - Escritório de
Planejamento Rural desde 1985. Experiência docente no
MEC/CFE PARECER Nº PROC.
magistério do ensino superior, lecionando na ESAPP desde 1985,
a disciplina Planejamento e Administração Rural. Aceito para
este curso
14. FAUSTO RIBAS CHADI
Topografia Aplicada à Zootecnia
Engenharia Agronômica - ESAFP/1978. Experiência profissional
atuando como Engenheiro Agrônomo junto as empresas: Fazenda
Lagoa São Pedro do Turvo (1984/1988); Agropecuária Ajuricaba
Cândido Mota (1987/1990) e desde 1988 na soloplan, empresa
especialisada em serviços topográficos. Experiência docente
no magistério do ensino superior, lecionando na Faculdade de
Agronomia Luis de Meneghel a disciplina Pragas e Doenças
(1979); e Topografia na ESAPP desde 1991-Aceito para este
curso
15 - HAIDEE MARIA MOREIRA
Zoologia
Histologia e Embriologia dos Anisais Domésticos
Recursos Naturais Renováveis
Mestranda em Zoologia (em fase de elaboração de tese) -
UNESP/Botueatu. Licenciatura Plena em Ciências Biológicas
pela Faculdade Farias Brito (1976). Licenciatura Plena em
Pedagogia (F.F.C.L. de Tupã) -1987. Aprovada pelo Parecer CFE
nº 300/91 para lecionar Ecologia. Aprovada pelos Pareceres
CFE nº 25/93 e 28/93 para lecionar as disciplinas Ecologia,
Introdução às Ciências Agrárias, Zoologia e Recursos
Naturais. Experiência docente no magistério do ensino
superior, lecionando Zoologia na ESAPP desde 1987. Aceita.
16.ISABEL CRISTINA CHERICI CAMARGO
Bioestatistica
Histologia e Embriologia dos Animais Domésticos
Mestre em Zootecnia, área de Produção Animal
UNESP/Jabotical. Bacharel em Zootecnia - UNESP/Jaboticabal
(1982). Experiência docente no magistério do ensino superior,
lecionando na ESAPP desde 1988 as disciplinas Bioestatistica
e Histologia e Embriologia dos Animais Domésticos.
Aceita.
MEC/CFE
PARECER Nº
PROC. Nº
17. JATHIR RAMOS VIEIRA
Educação Física
Licenciatura em Educação Física pela Escola de Educação
Física de Bauru (1990). Aprovado pelo Parecer CFE nº 42/87
para lecionar Educação Física. Experiência docente no
magistério do ensino superior, lecionando Educação Física
desde 1974 na ESAPP. Aceito.
18. JOÃO MENEZES DE SOUZA NETO
Bovinocultura de Corte
Mestre em Engenharia Agronômica, área de Nutrição animal e
Pastagens - ESALQ/USP/Piracicaba (1988). Engenharia
Agronômica - ESALQ/USP (19ES4), Curso de Especialízacão em
Metodologia do Ensino Superior (360ha-1987). Curso de
Irrigação e Drenagem (200ha-1987). Curso de Pré-serviço de
Extensão Rural (236ha-1988). Engenheiro Agrõnomo-
Extensionísta Agrícola da EMATER desde 1985. Experiência
docente no magistério do ensino superior, lecionando na
UNOESTE as disciplinas Zootecnia e Produção Animal e na ESAPP
desde 1991 a disciplina Bovinocultura de Corte. Aceito.
19. JOSÉ ANTONIO DORNELAS
Reprodução e Inseminação Artificial
Graduado em Medicina Veterinária, pela Fundação Universidade
Estadual de Londrina/PR (1983). Realízou cursos de extensão
universitária. Participou de seminários, congressos e
simpósios. Experiência profissional na área de Criação e
Seleção de Equinos. Experiência docente no magistério do
ensino superior, lecionando Reprodução e Inseminação
Artificial na ESAPP desde 1991.
Aceito para este curso.
20. JOSÉ CARLOS PIRES
Agricultura Geral
Doutorando Agronomia, área de Agricultura (em fase de
elaboração de tese), pela FECAV/UNESP. Mestre em
Agricultura, área de concentração em Agricultura, pela
FECAV/UNESP. Engenharia Agronômica - ESAPP/1978. Experiência
profissional como responsável técnico do Laboratório de
MEC/CFE PARECER Nº PROC. Nº
Sementes desde 1978. Experiência docente no magistério do
ensino superior, lecionando na. ESAPP desde 1989 as
disciplinas Agricultura Geral, Produção de Sementes e
Beneficiamento e Armazenamento de Grãos, Atualmente é Chefe
do Departamento de Fitotecnia da ESAPP para o biênio
(1993/1995). Aceito
21. JOSÉ EDUARDO DE ANDRADE
Sociologia e Extensão Rural
Engenharia Agronômica pela Faculdade de Agronomia Manoel
Carlos Gonçalves (1974). Curso de Extensão Rural, realizado
em Israel (1979). Curso de Metodologia de Comunicação Rural
(U.F.Viçosa). Experiência profissional atuando em
Planejamento Agropeeuário junto a RURALFLAN (1975/19760;
Extensão Rural na CATI-Coordenadoria de Assistência Técnica
Integral (desde 1978). Experiência docente no magistério do
ensino superior, lecionando na ESAPP desde 1987 a disciplina
Sociologia e Extensão Rural. Aceito
22. JOSÉ JOLIO ALVES
Bovinocultura de Leite
Processamento de Rações
Bioclimatologia
Mestre em Nutrição Animal e Pastagens - ESLQ/USF, Engenharia
Agronômica - ESLQ/USF (1975). Engenheiro Agrônomo na
Secretaria da Agricultura de Tupã desde 1984, Experiência
docente no magistério do ensino superior, lecionando na ESAPP
desde 1991 as disciplinas Bovinocultura. de Leite,
Processamento de Rações e Bioclimatologia. Aceito.
23. JOSÉ RICARDO ALVES PEREIRA
Fisica I
Metereologia
Bioclimatologia
Mestrando em Agronomia, área de Irrigação e Drenagem (em fase
de elaboração de tese) - UNESF/Botucatu. Engenharia
Agronômica - ESAPP/I990. Realizou cursos de extensão
universitária. Experiência docente no magistério do ensino
superior, lecionando na ESAPP desde 1990 as disciplinas
Fisica, Metereologia e Bioclimatologia.
Aceito.
MEC/CFE PARECER Nº PROC. Nº
24. LACI MOTA ALVES
Metodologia de Pesquisa
Topografia Aplicada à Zootecnia
Doutor e Mestre em Ciência Florestal - U.F.Viçosa, Engenharia
Florestal - U.F.Viçosa (1973). Aprovado pelo Parecer CFE
42/87 para lecionar Topografia Aplicada à Zootecnia e
Processamento de Dados, Experiência docente no magistério do
ensino superior, lecionando na ESAPP desde 1991 as
disciplinas Metodologia da Pesquisa, Topografia Aplicada a
Zootecnia. Chefe do Departamento de Disciplinas
Complementares da ESAPP para o biênio 1993/1995. Aceita.
25. LEANDRO LOPES HAIDAMUS
Bioquímica
Mestrando (em fase de elaboração de tese) em Ciência do
Alimento - U.E.Londrina. Graduado em Farmácia e Bioquímica -
UNOESTE (1983). Curso de Especializacão em Metodologia do
Ensino Superior (360ha-1987). Experiência docente no
magistério do ensino superior, lecionando na ESAPP desde 1984
a disciplina Bioquímica. Aceito.
26. LEDA MARIA DO AMARAL GURGEL GARRIDO
Bioestatística
Experimentação Zootécnica
Mestre em Estatística e Experimentação Agronômica - ESALQ/USP
(1979), Engenharia Agronômico - ESALQ/USP (1968). Pesquisador
Cientifico da Secretaria do Meio Ambiente. Aprovada pelos
Pareceres CFE nº 1538/78 e 405/91 para lecionar Estatística.
Aprovada pelo Parecer CFE nº 42/87 para lecionar
Bioestatística. Experiência docente -no magistério do ensino
superior, lecionando na ESAPP desde 1990 as disciplinas
Bioestatística e Experimentação Zootécnica. Aceita.
27. LUCILA NASCIMENTO
Estudo de Problemas Brasileiros
Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Presidente
Prudente (1970). Licenciatura em Estudos Sociais pela
Faculdade Auxiliar de Lins (1976). Experiência docente no
MEC/CFE PARECER PROC. Nº
magistério do ensino superior, lecionando Estudo de Problemas
Brasileiros desde 1976 na ESAPP. Aceita.
28. LUIZ FREDERICO BARBOSA DA ROCHA
Fisiologia Vegetal
Recursos Naturais Renováveis
Ecologia
Mostrando em Botânica (em fase de conclusão de créditos)
UNESP/Botucatu. Licenciatura Plena em Ciências, habilitação
Biologia (F.F.C.L. Sagrado Coração de Jesus-1977),
Experiência docente no magistério do ensino superior,
lecionando na ESAPP desde 1990 as disciplinas Recursos
Naturais Renováveis, Fisiologia Vegetal e Anatomia Vegetal,
Aceito.
29. MÁRCIA CRISTINA DA COSTA TRINDADE CYRINO
Fisica
Mestranda em Matemática (cursando créditos) pela UNESP/Rio
Claro. Licenciatura Plena em Matemática - IPEA/Presidente
Prudente (1989). Curso de Especialização em Metodologia do
Ensino Superior (360ha-1989). Curso de Aperfeiçoamento em
Fisica Experimental - UNESP/Presidente Prudente (1989/1990),
Curso de Especialisacão em Metodologia do Ensino (360ha-
1990). Experiência docente no magistério do ensino superior,
lecionando na ESAPP desde 1990 a disciplina Fisica. Aceita.
30. MÁRCIA MARISE DE FREITAS CAÇÃO RODRIGUES
Nutrição Animal Nutrição de
Ruminantes Nutrição de Não
Ruminantes
Mestre em Zootecnia, área de Produção Animal
UNESF/Jaboticabal. Engenharia Agronômica - ESAPP (1985).
Aprovada pelo Parecer CFE nº 300/91 para lecionar Plantas
Tóxicas, Agrostologia, Alimentos e Alimentação Animal e
Nutrição Animal, Experiência docente no magistério do ensino
superior, lecionando na ESAPP desde 1990 as disciplinas
Nutrição Animal, Nutrição de Ruminantes e Nutrição de Não
Ruminantes; e na UNIMAR no período de 1988/1990 as
disciplinas Nutrição Animal, Alimentos e Alimentação e
Agrostologia.
Aceita.
MEC/CFE PARECER Nº
PROC. Nº
31. MARIA ALICE BERGAMINI LEVI
Química Geral e Analítica
Química Orgânica pelo Instituto de Física e Química de São
Carlos (1982). Licenciatura em Ciências Químicas - UFSCAR
(1979). Licenciatura em Ciências, habilitação Matemática
(F.F.C.L. de Tupã) -1984. Experiência profissional
desenvolvendo atividades de Laboratório em Pesquisa junto a
USP/SP (1979/1981). Experiência docente no magistério do
ensino superior, lecionando Química Geral e Analítica na
ESAPP desde 1986. Aceita para este curso.
32. MARIA ELOISA SALUSTIANO
Microbiologia Aplicada à Zootecnia
Mestre em Agronomia, área de Fitotecnia, sub-área: Patologia
das Sementes - ESAL/Lavras (1987). Engenharia Agronômica -
ESAL/Lavras (1981). Pesquisador Auxiliar - Convênio
FINEP/ESAL (1984). Experiência docente no magistério do
ensino superior, lecionando na ESAPP desde 1988 as
disciplinas Microbiologia Aplicada à Zootecnia, Microbiologia
Agrícola e Fitopatologia. Aceita
33. MARIA LIZIA QUEIROZ PINTO
Tecnologia dos Produtos de Origem Animal
Mestre em Ciências de Alimentos - U.E.Londrina (1987).
Engenharia de Alimentos - U.F.Viçosa (1982). Curso de
Atualização em Microbiologia de Alimentos (140ha).
Experiência docente no magistério do ensino superior,
lecionando na ESAPP desde 1986, as disciplinas Tecnologia de
Alimentos e Tecnologia de Produtos de Origem Animal. Chefe do
Departamento de Ciências Físicas, Matemáticas da ESPP, para o
biênio 1993/1995. Aprovada pelo Parecer CFE nº 25/93 para
lecionar Experimentação Zootécnica e Tecnologia dos Produtos
de Origem Animal.
Aceita.
MEC/CFE PARECER Nº PROC. Nº
34. MARLENE ESTEVÃO MARCHETTI
Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas
Doutora e Mestre em Agronomia, área: Solos e Nutrição de
Plantas - ESALQ/USP (1988/1993). Engenharia Agronômica -
ESAPP (1977), Responsável Técnico pelo Laboratório de Solos
da ESAPP desde 1980. Aprovada pelo Parecer CFE n° 42/87 para
lecionar Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas.
Experiência docente no magistério do ensino superior,
lecionando na ESAPP desde 1989 a disciplina para a qual
indicada. Aceita.
35. MARY DA FREIRIA ESTEVÃO TEIZEN
Fundamentos de Matemática
Matemática
Licenciatura Plena em Matemática - F.F.C.L. de Tupã (1978).
Bacharel em Direito (1990). Experiência docente no magistério
do ensino superior, lecionando na ESAPP desde 1987 as
disciplinas Álgebra Linear e Geometria Analítica, Fundamentos
de Matemática e Matemática.
Aceita para este curso.
36. MAURÍCIO CARLOS BERTOLACCI
Química Geral e Analítica
Equinocultura
Engenharia Agronômica - ESAPP (1977), Licenciado em Pedagogia
pela Faculdade de Educação de Assis (1989). Licenciatura
Esquema I - Disciplinas Especializadas (1981). Aluno especial
do Mestrado em Produção Animal (Análise de- Alimentos) -
UNESP/Jabotícabal. Aprovado pelo Parecer CFE 42/87 para
lecionar Química Geral e Analítica. Possui experiência
docente no magistério do ensino superior, lecionando na ESAPP
desde 1979 as disciplinas Química Geral e Analítica e
Equínocultura desde 1990. Experiência profissional; Inspetor
Oficial do Stud Book - Associação Brasil de Criadores de
Cavalo Appaloosa desde 1989. Aceito.
MEC/CFE PARECER Nº
PROC. N°
37. NELSON BUCK
Piscicultura e Ranicultura
Metodologia de Pesquisa
Livre Docente em Fundamentos de Fitogeografia - UNESF/1989.
Doutor em Ciências, área de Zoologia (USP-1978). Bacharel em
História Natural - USP/1960- Experiência docente no
magistério do ensino superior, lecionando Fundamentos de
Fitogeografia na UNESP/Tresidente Prudente de 1982 a 1990;
Piscicultura e Ranicultura e Metodologia de Pesquisa na ESAFF
desde 1990, Exerceu atividades de Chefe de Departamento e
Coordenador de Projetos de Pesquisa. Aceito.
38. REYNALDO CAMPANATTI PEREIRA
Economia Rural
Mestre em Agronomia, área de Economia Agricola - ESALQ/USP.
Engenharia Agronômica - ESAPP (1986), Experiência
profissional atuando como Engenheiro Agrônomo. Experiência
docente no magistério do ensino superior» lecionando na ESAPP
desde 1989 a disciplina Economia Rural. Chefe do Departamento
de Economia Rural da ESAPP para o biênio 1993/1995. Aceito
39. RICARDO AUGUSTO DIAS KANTHACK
Manejo e Conservação de Solos
Mestrando (em fase de elaboração de tese) em Agronomia, área
de Fitotécnica - ESALQ/USP. Engenharia Agronômica
UNESP/Botucatu (1982). Pesquisador Cientifico pela Secretaria
de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.
Realizou cursos de extensão universitária e participou de
seminários, congressos e simpósios. Experiência docente no
magistério do ensino superior, lecionando na ESAPP desde 1991
a disciplina Manejo e Conservação de Solos. Aceito
40. RITA DE CÁSSIA BAZZO FERREIRA
Português
Licenciada em Letras, habilitação Português/Inglês
UNESF/Assis (1978, Experiência docente lecionando Lingua
Portuguesa desde 1986. Aceito
MEC/CFE
PARECER Nº
PROC. Nº
41. ROBERTO ANTONIO AREVALO
Morfologia e Taxonomia Vegetal
Doutor em Agronomia, área de Solos e Nutrição de Plantas -
ESALQ/USP (1984), Mestre em Agronomia, área de Fitotécnica -
ESALQ/USP (1983), Engenharia Agronômica pela Universidade
Nacional de Tucuman (1982)- Curso de Metodologia e Técnicas
de Ensino na Universidade. Curso de Estatística Experimental,
Experiência docente no magistério do ensino superior,
lecionando na ESAPP desde 1987 a disciplina Morfologia e
Taxonomia Vegetal- Pesquisador Botânico do Instituto Miguel
Filho da Universidade Nacional de Tucumã (1982/1985), Possui
obras publicadas, Aceito
42. ROSÁRIO FARIA
Exterior e Julgamento de Animais
Bacharel em Zootecnia - U.F.Viçosa (1981). Curso de
Especialização em Zootecnia U.F,Viçosa (1982), Experiência
profissional, atuando como Zootecnista desde 1987,
Experiência docente no magistério do ensino superior,
lecionando a disciplina Exterior e Julgamento Animal na ESAPP
desde 1991 e na UNIMAR desde 1993, Aceito para este
curso
43. RUBENS ZARPELAO
Citologia
Genética
Licenciatura em História Natural pela F,F.C,L. de Rio Claro
(1973), Aprovado pelo Parecer CFE 42/87 para lecionar
Citologia, Genética e Ecologia, Experiência docente no
magistério do ensino superior, lecionando Citologia e
Genética desde 1979,
Aceito para este curso.
44. WAGNER DOS REIS
Suinocultura
Forragicultura e Pastagem
Sericicultura
Bacharel em Zootecnia pela Universidade Estadual de Maringá
(1989). Experiência profissional como Sericieultor.
Experiência docente no magistério do ensino superior,
MEC/CFE PARECER Nº PROC. Nº
lecionando Zootecnia e Criações na ETAESG "Luis C.Couto"
desde 1988; Suinocultura, Forragicultura e Pastagem, e
Sericicultura na ESAPP desde 1990. Chefe do Departamento de
Zootecnia na ESAPP para o biênio 1993/1995. Aceito para
este curso
45. ALCESTER MENDES
Ovinocultura e Caprinocultura
Bubalinocultura
Bacharel em Zootecnia - ESAPP (1992). Curso de
Aperfeiçoamento junto ao Projeto de Animais Silvestres -
ESALW/USP (Bolsista do CNPq). Realizou cursos de extensão
universitária. Experiência docente no magistério do ensino
superior, lecionando na ESAPP desde 1993 as disciplinas
Ovinocultura e Caprinocultura e Bubalinocultura. Aceito para
este curos.
46. ANTONIO LUIZ PINHATTI
Geologia e Mineralogia
Graduado em Geologia, pela UNESF/Rio Claro (1986). Mostrando
(inicio 1994) em Administração e Politica de Recursos
Minerais - UNICAMP. Realizou cursos de extensão
universitária. Experiência docente no magistério do ensino
superior, lecionando na ESAPP desde 1994 a disciplina
Geologia e Mineralogia. Aceito
47. HELOI ELIAS DO PRADO
Métodos de Melhoramento
Melhoramento Zootécnico
Mestre em Melhoramento Genético Vegetal - UNESF/Jaboticabal,
Curso de Graduação em Engenharia Agronômica, pela FECAV/UNESP
(1989). Registra a participação em simpósios, congressos e
seminários. Realizou cursos de extensão universitária.
Aceito
MEC/CFE _ PARECER PROC. Nº
48. MARCELO CARRÃO CASTAGNOLLI
Piscicultura e Ranicultura
Mestrando em Aguicultura {em fase de elaboração de
dissertação), pela FCAV/UNESF/Jaboticabal. Graduado em
Engenharia Agronômica pela FECAV/UNESP (1990). Realizou
cursos de extensão universitária e participou de congressos e
seminários. Experiência docente no magistério do ensino
superior, lecionando a disciplina Piscicultura e Ranicultura,
na UNIMAR (1991/1893). Experiência profissional atuando como
Engenheiro Agrônomo. Aceito
49. GISELE CRISTINA MAZZEI
Processamento de Dados
Graduada em Análise de Sistemas pela Universidade Sagrado
Coração de Jecue/Bauru (1991). Realizou vários cursos
técnicos ligados a Informática. Possuí experiência docente no
magistério do ensino superior, lecionando desde 1992 na ESAPP
a disciplina Processamento de Dados. Experiência profissional
atuando como Analista de Sistemas. Aceita para este
curso.
IV - DECISÃO DO PLENÁRIO
O Plenário do Conselho Federal de Educação aprovou,por un;
nimidade,a conclusão da Câmara.
Sala Barreto Filho,em 9 de junho de 1994.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO
CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO - CFE
FOLHA DE PRESENÇA REFERENTE À SESSÃO PLENÁRIA
NO DIA 09/06/1994, REALIZADA EM 10 HORAS.
REUNIÃO ORDINÁRIA EM 1994.
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