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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO
INTERESSADO/MANTENEDORA
CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE CAMPO GRANDE - CESUP
UF
MS
ASSUNTO:
Autorização (Projeto) para funcionamento do Curso de Engenharia
Civil a ser ministrado pelo Centro de Ensino Superior Professor
Plínio Mendes dos Santos.
RELATOR: DR. CONS. ERNANI BAYER
PARECER N.° 702/93
CÂMARA ou COMISSÃO
CESU
1- RELATÓRIO
APROVADO EM: 11/11/93
PROCESSO:
23001.001730/93-22
A Diretoria do Centro de Ensino Superior de Campo Grande -
CESUP submete à apreciação deste Conselho o projeto do Curso de
Engenharia Civil, a ser ministrado pelo Centro de Ensino Superior
Professor Plínio Mendes dos Santos, em Campo Grande, Estado de
Mato Grosso do Sul.
Mediante os Pareceres nº 43/91 e nº 624/91, o Plenário do
CFE acolheu a Carta-Consulta apresentada pelo CESUP, com vistas
à criação, pela via da autorização, da Universidade para o Desen-
volvimento do Estado e da Região do Pantanal - UNIDERP. Destaque-
se, ainda, que mediante o Parecer CFE nº 126/92, foi aprovado o
Projeto de Universidade, homologado pelo Excelentíssimo Senhor
Ministro da Educação, em 03/07/92 e publicado no D.O.U. em 03/07/
92.
Este Parecer se fundamenta no Relatório da Comissão de Acom-
panhamento designada pela Portaria CFE nº 10, de 20 de fevereiro
de 1991, a qual, exercendo as funções de comissão verificadora "ad
hoc",\com base na Portaria CFE nº 54/87, verificou as condições de
funcionamento da Instituição, para fins de autorização do Curso de
Engenharia Civil. A comissão é constituída pelos professores Lauro
Ribas Zimmer, da UNESA/
RJ, Ignácio Ricke n, da UDESC, e Rosina
Gar-
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cia de S. Viegas, da UNICEB/SP. Considerando-se que nenhum deles é es-
pecializado na área do curso em foco, solicitou a mesma laudo técnico
de especialista, com o objetivo de fornecer subsídios necessários à
verificação. O mesmo constitui-se anexo deste processo.
Deve ser registrado, ainda, que a Instituição se encontra em fase
de acompanhamento para transformação em universidade, e que, nessa
condição, foi a mesma submetida, ao longo de dois anos, a formas va-
riadas de análise e avaliação, como relatórios de Avaliação Institu-
cional e pareceres deste Conselho, como já foi referido acima. Em de-
corrência, a Comissão concentrou-se nos aspectos específicos do Curso
de Engenharia Civil e em alguns outros considerados relevantes para a
avaliação do projeto de curso sob análise.
Registre-se, finalmente, que a Instituição solicitará a desati-
vação do Curso Superior de Tecnologia da Construção Civil - Modalidade:
Edificações,o logo seja autorizado o presente projeto do Curso de
Engenharia Civil, com o mesmo número de vagas.
Tomando por base, pois, as informações constantes na Carta-Consul-
ta e no Projeto de Universidade, e principalmente no projeto do Curso
de Engenharia Civil, bem como a constatação "in loco" das condições
académicas, materiais e administrativas e outras relativas ao Curso men-
cionado, destacam-se os aspectos a seguir.
II - ANÁLISE
0 Centro de Ensino Superior de Campo Grande - CESUP é entidade
de direito privado e de caráter educativo-cultural, sem fins lucrati-
vos e com o Estatuto Social originário registrado sob o nº 924, fls.
158/162 - Livro A-6 de Registro de Pessoas Jurídicas em 17/12/1974.
No processo de Universidade da UNIDERP foi comprovada a regulari-
dade fiscal e parafiscal da Mantenedora, referindo os documentos legais
dos órgãos competentes.
O património total da Mantenedora compõe-se 4.192.279,59 m
2
de
terrenos com 30.672,25 m
2
de área construída. Os bens móveis e imóveis-
foram avaliados em CR$ 2.160.055.870,00, correspondente a 27.000.698,65
UFIRs/outubro/93.
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A capacidade econômico-financeira da Mantenedora é demonstrada
através dos balanços patrimoniais e das demonstrações de receitas e
despesas do último quadriênio. Os índices econômicos apurados revelam
que a Instituição possui boa estabilidade econômico-financeira, por-
tanto, em condições de garantir a implantação e o bom funcionamento
do Curso de Engenharia Civil. Em anexo consta o laudo de análise eco-
nômico-financeira da Instituição.
O planejamento econômico-financeiro do Projeto de Universidade da
UNIDERP informa, de forma detalhada, sobre as fontes de receita e as
despesas por categoria econômica, para o quinquênio 1992/1996, con-
templando, pois, o curso pretendido. O projeto do curso prevê espe-
cialmente os recursos financeiros para a implantação e manutenção do
mesmo no item IX (Planejamento Econômico-Financeiro - período 1994/
1998) .
Os investimentos necessários para a implantação da política de
recursos humanos e a infra-estrutura física e os recursos materiais
estão discriminados no Projeto.
Os edifícios existentes oferecem condições favoráveis às ativi-
dades acadêmicas. O projeto de Universidade, no capítulo relativo à
infra-estrutura física e recursos materiais da UNIDERP, demonstra de-
talhadamente as instalações e sua destinação, destacando-se salas de
aula, laboratórios, oficinas, salas especiais, biblioteca, NPD, sala
de professores, sanitários e outros. Consta, ainda, do mesmo capitulo
o plano de expansão física, o qual se encontra em plena execução con-
forme cronograma apresentado à Comissão de Acompanhamento.
A Instituição oferece, há quinze anos, o Curso Superior de Tec-
nologia da Construção Civil - Modalidade: Edificações, estando portan-
to dotada da infra-estrutura necessária para as primeiras fases do
curso, tanto para as aulas práticas de laboratório, como as aulas teó-
ricas. Em dezembro próximo será entregue mais um bloco de salas de
aula, medindo 1.500 m
2
. Novos laboratórios serão instalados, conforme
plano de expansão e cronograma submetidos à Comissão de Acompanhamen-
to. A descrição do espaço físico e dos recursos materiais encontra-se
no item VIII do projeto de curso, atendendo satisfatoriamente as exi-
gências do CFE
A Biblioteca, concebida como órgão suplementar, é organizada e
administrada nos termos de seu regimento interno. O acervo bibliográ-
fico é constituído de 39.325 títulos e 52.676 volumes. As novas ins-
talações da Biblioteca compreendem 1.500 m
2
, tendo sido ocupadas há
três meses. Está dotada de cabines para estudo individual e de grupo,
salas de leitura, espaço para acervo, periódicos e administração, a-
tendendo plenamente as instruções de consultor externo, indicado pela
Comissão de Acompanhamento.
O quadro específico da Biblioteca compreende 2 bibliotecárias,
6 auxiliares de biblioteca e 1 servente. Em convênio com a FGV - BI-
BLIO DATA/CALCO, está em curso a informatização do acervo e demais
programas, conforme previsto no PDI da Instituição. O projeto de cur-
so detalha no item VI a bibliografia básica existente e aquela a ser
adquirida na fase de implantação do curso, conforme cronograma pre-
visto, estando já disponíveis 8.147 títulos e 14.039 volumes, devido
aos cursos de Engenharia de Agrimensura, Arquitetura e Urbanismo (já
implantados) e Matemática, Geografia e Agronomia (em implantação), e
principalmente o Curso Superior de Tecnologia da Construção Civil -
Modalidade: Edificações, a ser desativado após a autorização do Curso
de Engenharia Civil.
O Regimento Unificado de transição, aprovado pelo Parecer nº
653/91/CFE, regula todos aspectos relacionados com a vida acadêmica
(ingresso, matrícula, avaliação e outros) e o relacionamento com a
Entidade Mantenedora.
A criação do Curso de Engenharia Civil com 60 (sessenta) vagas
anuais, atende as exigências dos Decretos nº 80.911/82 e nº 359/91,bem
como do Parecer nº 206/83/CFE, tendo sido apreciados os aspectos refe-
rentes à qualificação da Mantenedora e necessidades locais do ensino
de 1º e 2º graus (item II do projeto do curso)
O currículo pleno do Curso de Engenharia Civil (item V) foi orga-
nizado de modo a atender aos objetivos propostos (itens III e IV). A
organização curricular compreende disciplinas distribuídas em 5 (cin-
co) séries, perfazendo uma carga horária de 4.644 horas/aula, distri-
buídas em créditos teóricos e práticos. O currículo pleno de Engenha-
ria Civil está estruturado com base na Resolução CFE nº 48, de 27 de
abril de 1976 e da legislação do ensino pertinente em vigor.
O ingresso será anual, através de Concurso Vestibular Unificado,
funcionando o curso no período noturno. O regime escolar é o de seriado
anual. A grade curricular, as ementas das disciplinas e respectiva bi-
bliografia básica (item VI), os laboratórios e equipamentos (item VIII),
bem como a indicação dos docentes (item VII) constam do projeto do
curso, tendo sido analisados pela Comissão de Acompanhamento e pelos
especialistas, Professor Dr. Norberto Hochheir/UFSC e Professor Dr.
Carlos Loch/UFSC.
A atual estrutura organizacional do CESUP foi compatibilizada
com o modelo organizacional proposto para a fase de transição, pre-
vendo-se os seguintes órgãos-: Conselho Superior e Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão, como colegiados superiores, e a Diretoria Geral,
apoiada pela Diretoria Acadêmica e Diretoria Administrativa, como
órgão executivo superior. Colegiados de Departamento e Chefias de De-
partamento formam a administração básica da Instituição. Trata-se,
pois, de estrutura de dois níveis. A estrutura departamental consti-
tui Anexo do Regimento Unificado. Os órgãos suplementares são: Bi-
blioteca, Núcleo de Processamento de Dados, Gráfica e Editora. A coor
denação didática dos cursos está a cargo dos Colegiados de Curso e
das coordenadorias de curso. O Colegiado é constituído dos professo-
res que participam da integralização curricular do respectivo curso.
0 registro e controle acadêmico é feito de forma centralizada
através de órgão próprio, subordinado â Diretoria Académica. A Comis-
o constatou serem satisfatórios os aspectos relacionados com a or-
ganização didático-científica. Mecanismos como acompanhamento e ori-
entação estão presentes na Instituição, bem como os sistemas de veri-
ficação do rendimento escolar e de monitoria, satisfazendo plenamente
as exigências e diretrizes do CFE. Foi constatado que o registro e
controle académico atende as normas legais, sendo regulares os proce-
dimentos administrativos implantados que tratam da matéria.
O corpo docente proposto para o Curso de Engenharia Civil é cons
tituído de 27 professores. A análise da ficha individual revela que
04o doutores, 03 doutorandos, 08 mestres, 01 mestrando e 10 pos-
suem curso de especialização na área de atuação académica (item VII).
O projeto de Universidade da UNIDERP detalha a politica de re-
cursos humanos da Instituição, incluindo a Carreira do Magistério Su- .
perior, Plano de Capacitação Docente e outros. Projeta, outrossim, o
quadro docente para o próximo quinquênio, destacando as estratégias
de recrutamento e de qualificação dos integrantes do corpo docente.
A Comissão de Acompanhamento, apoiando-se na análise dos docu-
mentos institucionais, destacando-se o projeto do Curso de Engenha-
ria Civil e considerando sobretudo a visita "in loco", chegou às
conclusões que seguem:
1. Os aspectos legais e regimentais, tais como a organização
curricular, o regime acadêmico, a duração e o sistema de avaliação
do curso em foco atendem as normas legais. A oferta de 60 (sessenta)
vagas anuais, atende as necessidades e o perfil da clientela em po-
tencial do Curso de Engenharia Civil;
2. A análise individual dos docentes propostos como responsá-
veis das disciplinas que integram o Currículo Pleno do Curso de Agro
nomia, indica que todos atendem a Resolução CFE nº 20/77, sendo que
04o doutores, 03 doutorandos, 09 mestres, 01 mestrando e 10 pos-
suem especialização na área de atuação académica;
3. A política de recursos humanos que integra o Projeto de
Universidade da UNIDERP prevê programas de treinamento e aperfeiçoa-
mento dos quadros docente e técnico-administrativo;
4. As instalações físicas destinadas ao Curso de Engenharia Ci-
vil, o material instrucional, o acervo bibliográfico e as condições
de uso da biblioteca, o material didático existente e aquele a ser
adquiridoo adequados e atendem às necessidades do curso de Enge-
nharia Civil proposto, garantindo a qualidade do ensino;
5. O Planejamento Econômico-Financeiro prevê a aplicação de re-
cursos financeiros específicos para a implantação e o funcionamento
do Curso de Engenharia Civil em foco, notadamente, previsão de re-
ceitas através de anuidades escolares e despesas com pessoal, além
dos investimentos necessários para a infra-estrutura física e recur-
sos materiais do mesmo;
6. A organização departamental e administrativa, nesta fase de
implantação do Projeto de Universidade, é compatível e adequada à
realidade da Instituição;
7. Nos aspectos específicos do Curso de Engenharia Civil, ora
em análise para fins de autorização, a Comissão de Acompanhamento con-
tou com a assessoria especial do Professor Dr. Norberto Hochheim e
do Professor Dr. Carlos Loch, ambos professores do Departamento de
Engenharia Civil da Universidade Federal de Santa Catarina;
8. Apoiada em suas observações "in loco" e no parecer técnico
dos "experts" acima referidos, a Comissão de Acompanhamento entende
que a Mantenedora tem as condições exigidas para o funcionamento das
primeiras séries do Curso de Engenharia Civil, quando do seu inicio.
à vista do exposto, a Comissão de Acompanhamento do Processo de
criação da UNIDERP, pela via da autorização, na condição de Comissão
Verificadora "ad hoc", nos termos da Portaria nº 54/87, entende que
a Instituição apresenta condições satisfatórias para ter seu Projeto
do Curso de Engenharia Civil aprovado pelo Egrégio Conselho Federal
de Educação.
III - VOTO DO RELATOR
Diante do exposto e cumpridos os requisitos que regem a maté-
ria, considerando outrossim que o Relator acompanha a implantação do
Projeto de Universidade da UNIDERP, conclui o mesmo pela autorização
de funcionamento do Curso de Engenharia Civil, a ser ministrado pelo
Centro de Ensino Superior Professor Plínio Mendes dos Santos, manti-
do pelo Centro de Ensino Superior de Campo Grande, com 60 (sessenta)
vagas totais anuais, com sede em Campo Grande, Estado de Mato Grosso
do Sul. Fica desativado o Curso Superior de Tecnologia da Construção
Civil - Modalidade: Edificações.
IV - CONCLUSÃO DA CÂMARA
A Câmara de Ensino Superior acompanha o voto do Relator.
ANEXO II
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
CORPO DOCENTE
01. JOSÉ PASSARELLI BARROS DE SOUZA
Disciplinas: Física I
Física II
Titulação: Graduação em Engenharia Civil/IPRP - Ribeirão
Preto - SP, 1979.
Especialização em Sistemas Educacionais -
CESUP - Campo Grande, MS - 1985.
Especialização em Teoria das Estruturas -
CESUP - Campo Grande, MS - 1983.
Aceito para este curso
02. HELOÍSA LAURA DE QUEIROZ GONÇALVES
Disciplinas: Cálculo I
Cálculo II
Titulação: Licenciatura e Bacharelado em Matemática -
UFRJ, Rio de Janeiro - RJ, 1987.
Mestrado em Matemática, UFRJ - Rio de Janeiro-
RJ, 1991.
Aceita
03. RENATO ANDREOTTI
Disciplina: Química Geral e Tecnológica
Titulação: Graduação em Medicina Veterinária - UFMS,Campo
Grande - MS, 1985.
Mestrado em Bioquímica - Escola Paulista de Me
dicina,o Paulo - SP, 1992.
Aceito
04. VILMAR FRANCISCO MAYER
Disciplinas: Geometria Descritiva e Cotada
Desenho Técnico
Desenho Projetivo
Titulação: Graduação em Arquitetura e Urbanismo - UNISINOS,
o Leopoldo - RS, 1985.
Especialização em Ensino de Arquitetura - CESUP
Campo Grande, MS, 1993.
Aceito para este curso
05. DENISE TIBAU DE VASCONCELOS DIAS
Disciplina: Metodologia Científica
Titulação: Graduação em Pedagogia - PUC - Campinas - SP,
1964.
Mestrado em Educação - Planejamento em Educação
UFRGS - Porto Alegre - RS, 1982.
Aceito
06. NEIVA MARIA ROBALDO GUEDES
Disciplina: Ciências do Ambiente
Titulação: Licenciatura Plena em Ciências Biológicas -
UFMS, Campo Grande - MS; 19 87.
Mestrado em Ciências Florestais - Ecologia Apli-
cada e Conservação da Natureza, ESALQ, USP -
Piracicaba - SP , 1993.
Aceita
07. ANTONIO ALVES DIAS
Disciplina: Mecância
Titulação: Graduação em Engenharia Civil, EESC- USP,o
Carlos - SP, 1982.
Mestrado em Engenharia de Estruturas - EESC-USP,
o Carlos - SP, 1987.
Doutorado em Engenharia de Estruturas - EESC-
USP,o Carlos - SP, a partir de 1989.
Aceito
08. JORGE GUSTAVO DA GRAÇA RAFFO
Disciplinas: Geologia
Topografia
Fotogrametria e Fotointerpretação
Titulação: Graduação em Engenharia de Agrimensura, Faculda-
de de Ingenieria - Monteviedo (Uruguai), 1983.
Mestrado em Ciências Geodésicas - UFPR - Curiti-
ba - PR, 1992.
Doutorado em Ciências Geodésicas - USP,o Pau-
lo - SP, a partir de 1992.
Aceito
09. PAULO CÉSAR MANSANO
Disciplina: Prática Desportiva
Titulação: Licenciatura Plena em Educação Física, Escola
de Educação Física deo Carlos -o Carlos-
SP, 1975.
Especialização em Técnicas Desportivas: Volei-
bol e Atletismo - Escola de Educação Física de
o Carlos -o Carlos - SP, 1975.
Aceito para este curso
09. PAULO CÉSAR MANSANO (continuação ...)
Especialização em Metodologia do Ensino Supe-
rior, CESUP - Campo Grande - MS, 1988.
10. JOÃO BAPTISTA ESMELA CURVO
Disciplinas: Cálculo Vetorial e Álgebra Linear
Probabilidade e Estatística
Titulação: Graduação em Engenharia Agronômica - UFRJ,
Itaguaí - (RJ), 1959.
Mestrado em Estatística e Métodos Quantitativos
UnB - Brasília - DF, 1980.
Aceito
11. MÔNICA PINTO BARBOSA
Disciplinas: Resistência dos Materiais
Teoria das Estruturas
Titulação: Graduação em Engenharia Civil - EEP - Piracica-
ba - SP, 1978.
Mestrado em Engenharia de Estruturas - EESC,
USP -o Carlos (SP), 1986.
Doutorado em Engenharia Civil, INSA - Lyon,
França, 1992.
Aceito
12. MARIA DAS GRAÇAS BRUNO MARIETTO
Disciplina: Informática e Cálculo Numérico
Titulação: Licenciatura e Bacharelado em Matemática -
FUCMT - Campo Grande -MS, 1986.
Mestrado em Engenharia de Sistemas e Computação,
UFRJ - Rio de Janeiro - RJ, 1990.
Doutoranda em Engenharia de Sistemas e Computa.
ção - UFRJ, Rio de Janeiro - RJ, a partir de
1990.
Aceita
13. LEANDRO SAUER
Disciplinas: Eletricidade
Instalações Prediais
Titulação: Licenciatura em Matemática - UFMS, Campo Gran-
de - MS, 1988.
Especialização em Estatística Matemática - IMPA
Rio de Janeiro - RJ.
Mestrado em Ciências da Engenharia Elétrica,
PUC - Rio de Janeiro - RJ, 1992.
Aceito
14. JOÃO LOPES CUPERTINO
Disciplinas: Hidráulica
Irrigação e Drenagem
Titulação: Graduação em Engenharia Agronômica - UFV - Viço
sa - MG, 1972.
Mestrado em Irrigação - University of Califór-
nia - Davis - Califórnia (USA), 1980.
Doutorado em Irrigação e Drenagem - Colorado
State University - Fort Collins - Colorado
(USA), 1993.
Aceito
15. VANDA ALICE GARCIA ZANONI
Disciplinas: Materiais de Construção Civil
Tecnologia e Patologia das Construções
Titulação: Graduação em Engenharia Civil - UFMS - Campo
Grande, MS, 1981.
Especialização em Análise de Sistemas Educacio-
nais - CESUP, Campo Grande -MS, 1984.
Especialização em Teoria das Estruturas -
CESUP, Campo Grande, MS, 1993.
Experiência Profissional na área.
Aceita para este curso
16. STÉLIO MAIA MENEZES
Disciplinas: Mecância dos Solos
Fundações
Titulação: Graduação em Engenharia Civil, UNIFOR - Fortale-
za - CE, 1985.
Mestrado em Geologia, EESC - USP,o Carlos
SP, 1990.
Aceito
17. REGINA SUEIRO DE FIGUEIREDO
Disciplina: Administração e Economia
Titulação: Bacharelado em Ciências Econômicas - FUCMT,Cam-
po Grande -MS, 1976.
Bacharelado em Administração - FUCMT, Campo
Grande - MS, 1977.
Licenciatura para o Magistério de Disciplinas
Especializadas do Ensino de 2º Grau - CESUP,
Campo Grande -MS, 1979.
Especialização em Administração Universitária-
UFMS, Campo Grande -MS, 1988.
Mestrado em Administração Universitária, UFSC,
Florianópolis - SC, 1992.
Aceita
18. CÉSAR AUGUSTO COSTA
Disciplina: Hidrologia Aplicada
Titulação: Graduação em Engenharia Agronômica - Engenharia
Agrícola, UFRJ, Itaguaí - RJ, 1983.
Especialização em Engenharia de Irrigação -
UFV, Viçosa - MG, 1990.
Mestrado em Agronomia - Irrigação e Drenagem -
UNESP, Botucatu - SP , 1993.
Aceito
19. JOSÉ ROBERTO MAURO
Disciplinas: Estradas
Sensoriamento Remoto Aplicado ao Planejamento
e Sistemas de Transportes.
Titulação: Graduação em Engenharia de Agrimensura - Escola
Superior de Agricultura de Araraquara - Arara-
quara - SP, 1973.
Mestrando em Topografia - UNESP,o Carlos -
SP, a partir de 1991.
Experiência Profissional na área.
Aceito
20. JOSÉ ANTONIO MATHIESEN
Disciplinas: Estruturas de Concreto Armado
Estruturas de Concreto Protenido
Titulação: Graduação em Engenharia Civil - EEP - Piracica-
ba - SP, 1975.
Mestrado em Estruturas - EESC,o Carlos, SP,
1981.
Doutorado em Estruturas - EESC,o Carlos,SP,
1987.
Aceito
21. EDSON DE MELLO SARTORI
Disciplinas: Estruturas de Concreto Armado
Pontes
Titulação: Graduação em Engenharia Civil, UFPR - Curitiba,
PR, 1984.
Especialização em Teoria das Estruturas - CESUP
Campo Grande - MS, 1993.
Experiência Profissional na área.
Aceito
22. MÁRCIO MARTINHO MAYER
Disciplinas: Estruturas deo e Madeira
Estruturas Metálicas
Titulação: Graduação em Engenharia Civil - UNISINOS -o
Leopoldo - RS, 1984.
Especialização em Estruturas - UNISINOS -o
Leopoldo - RS, 1986.
Experiência Profissional na área.
Aceito para este curso
23. IRIS DE ALMEIDA REZENDE EBNER
Disciplinas: Planejamento Urbano e Regional I
Planejamento Urbano e Regional II
Conforto Ambiental
Titulação: Graduação em Arquitetura e Urbanismo - PUC -
Campinas - SP, 1979.
Especialização em Análise Econômica Regional e
Urbana - UFMG - Belo Horizonte - MG, 1986.
Experiência Profissional na área.
Aceita para este curso
24. GERALDO DE FREITAS MACIEL
Disciplinas: Saneamento e Obras Sanitárias
Hidrovias, Portos e Canais
Titulação: Graduação em Engenharia Civil - UFRJ, Rio de Ja-
neiro - RJ, 1984.
Mestrado em Engenharia Costeira - COOPE - Rio
de Janeiro - RJ, 1986.
Doutorado em Mecância dos Fluídos e Fenômenos
de Transferência - IMPG - GRENOBLE, França,
1987.
Aceito
25. DENISE ENGLEITNER BASCOPE
Disciplinas: Administração, Planejamento e Controle de
Obras
Edificações Industrializadas
Titulação: Graduação em Engenharia Civil - FURG - Rio Gran-
de - RS; 1981.
Especialização em Análise de Sistemas Educacio-
nais - CESUP, Campo Grande -MS, 19 84.
Especialização em Teoria das Estruturas - CESUP
Campo Grande - MS, 1993.
Experiência Profissional na área.
Aceita para este curso
26. MÁRCIA APARECIDA JACOMETO
Disciplinas: Segurança e Direito do Trabalho
Direito Agrário e Ambiental
Titulação: Graduação em Direito - Faculdade de Direito de
Presidente Prudente - Presidente Prudente - SP,
1983.
Especialização em Metodologia do Ensino Supe-
rior - CESUP, Campo Grande - MS, 1991.
Especialização em Direito Ambiental - CESUP,
Campo Grande - MS, 1993.
Aceita para este curso.
27. ELIAS MAKARON NETO
Disciplinas: Cadastro Técnico Municipal
Engenharia de Tráfego
Avaliações e Perícias
Titulação: Graduação em Engenharia Civil, EEM -o Caeta-
no do Sul - SP, 1983.
Especialização em Metodologia do Ensino Supe-
rior - CESUP, Campo Grande -MS, 1991.
Especialização em Teoria das Estruturas,CESUP,
Campo Grande -MS, 1993.
Experiência Profissional na área.
Aceito para este curso
IV - DECISÃO DO PLENÁRIO
O Plenário do Conselho Federal de Educação aprovou a con-
clusão da Câmara com abstenção do Consº. Cícero
Adolpho da Silva.
Sala Barreto Filho, em 11 de 11 de 1993.
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