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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO
INTERESSADO/MANTENEDORA
UF
Associação Itumbiarense de Ensino
ASSUNTO:
Autorização (Projeto) para o Curso de Tecnologia em Processamento de Da-
dos
RELATOR: SR. CONS. Pe.Laércio Dias de Moura, S.J.
PARECER N° 641/94
CÂMARA ou COMISSÃO
CESU
APROVADO EM: 27/6/94
PROCESSO Nº 23001000166/90-14
X . RELATÓRIO
A Associação Itumbiarense de Ensino teve aprovada, pelo Parecer n°
617/93, sua Carta-Consulta relativa ao pedido de autorização para o
funcionamento do Curso de Tecnologia em Processamento de Dados.
A requerente submete agora a este Conselho o Projeto do Curso, de
acordo com o que dispõe a Resolução CFE n° 01/93.
Com base nos dados constantes do Processo foi elaborado o presente
parecer.
1. Caracterização Geral do Projeto
0 Projeto tem por objetivo a autorização para o funcionamento do
Curso de Tecnologia em Processamento de Dados, com a duração de
quatro anos, carga horária de 2.480 horas, 80 vagas anuais, turno
noturno , sob regime seriado anual.
2. Bases Legais, Filosóficas, Sócio-culturais e Institucionais.
0 Projeto tem por objetivo o Curso de Tecnologia em Processamento
de Dados, regulamentado pela Resolução nº 5.5/76 deste Conselho.
A Requerente, Associação Itumbiarense de Ensino é a entidade
mantenedora.
0 Curso será ministrado pelas Faculdades Unidas de Itumbiara,
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Tratando-se de uma instituição educacional que está sendo criada
não vejo justificativa para que se denomine Faculdades Unidas e não
simplesmente Faculdade.
A Requerente expõe largamente no Projeto a concepção da faculdade
pretendida e a formação que visa dar aos alunos.
3. Perfil Profissiográfico
Ê assim descrito no Projeto: "habilitar o profissional como
programador em linguagem comercial e científica e na operação e
manutenção de sistemas de computadores e programação e análise de
softwares.
0 aluno aprenderá as linguagens mais usuais de programação, os
processos de análise de sistemas e os métodos da moderna
administração empresarial no mundo. Por isso, irá dominar o Inglês,
que tem um peso forte no curso. No laboratório o estudante fará
exercícios em computadores de pequeno e grande portes. Nas aulas de
análise, dedicar-se-á a estudos de casos. Nas práticas, aplicará os
conhecimentos técnicos de matérias como Linguagem e Técnicas de
Programação etc.
0 tecnólogo em Processamento de Dados ao concluir o curso terá
conhecimentos de todas as atividades relacionadas com programas
software de computação eletrônica, desde operação de computadores
até a análise de sistemas. Estará habilitado a planejar, elaborar
e executar programas de computação, supervisionar e orientar o
trabalho de processadores. Esse profissional, ao final do curso,
elaborará programas de acordo com os recursos e sistemas
operacionais disponíveis e analisa sistemas em operação com o
objetivo de alcançar maior eficácia no processamento.
Ao final do Curso terá habilidades para a criatividade, capacidade
de organização, habilidade matemática e sociabilidade. Terá
raciocínio abstrato, habilidade numérica desenvolvida, capacidade
de resolver problemas mecânicos mediante a aplicação das leis
físicas e preferência por atividades que envolvam estudo, pesquisa,
descoberta de fatos novos e busca de solução para problemas. Estará
apto para o trabalho em equipe e afinado com as ciências exatas,
com a utilização da lógica, do raciocínio e da capacidade de
abstração.
Entre outras terá as seguintes habilidades fins:
As habilidades aqui apresentadas, compõem o conjunto definido para
o profissional a ser formado.
- Estuda as características e planos de desenvolvimento da empresa
ou órgão, estabelecendo contatos com o corpo diretivo, analisando
as possibilidades, conveniências e disposição da aplicação de
processamento sistemático de informações.
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- Identifica as necessidades a curto, médio e longo prazo das áreas
organizacionais, determinando quais dados devem ser identificados,
o grau de sumariação permitido, formato, apresentação de
relatórios, com vistas a formular planos de trabalho, visando os
objetivos da empresa.
- Faz estudos sobre a viabilidade e o custo da utilização de um
sistema de computação, levando os recursos disponíveis e
necessários para submetê-los a um processo de tomada de decisão.
- Elabora projeto do sistema: examina e seleciona os dados de
entrada, estuda as modificações necessárias ã sua normalização,
define os planos e sequências de elaboração de programas,
estabelece métodos e procedimentos, idealiza, prepara diagramas,
fluxos e outras instruções referentes ao sistema.
- Orienta os implementadores e usuários do sistema.
- Verifica o desempenho do sistema proposto, realizando
experiências práticas para assegurar sua eficiência e introduzir as
modificações necessárias.
-Orienta a organização na decisão quanto a tipos e configuração de
sistemas operacionais, coordena a instalação de sistemas e
supervisiona a passagem de um para outro sistema.
- Mantêm-se atualizado quanto ao desempenho de sua organização e a
contribuição aos sistemas instalados.
- Mantêm-se atualizado quanto ao desenvolvimento de sua organização
com o objetivo de propor ampliação, redução e ajustes no sistema
implantado.
- Analisa capacidade e produtividade do sistema e dos equipamentos.
- Desenvolve-se atividades de auditoria nos sistemas.
Assim o futuro Tecnólogo em Processamento de Dados terá condições
de criar e analisar a linguagem de computadores e os códigos de
comunicação entre o usuário e a máquina. Planejar, instalar, operar
e manter sistemas em rede, ou seja, vários terminais que trabalham
ligados a um computador central, como os sistemas de bancos. Poderá
assumir a chefia ou a organização de centros de processamento de
dados e, também, trabalhar em tarefas específicas, como
documentação de sistemas e elaboração de manuais.
Será capaz de analisar as necessidades e problemas em matéria de
informação com qualidade em determinado espaço organizacional,
selecionando, adequando, implantando e avaliando os recursos para
tal fim."
4. Organização Curricular e Metodologias Propostas
O Currículo Pleno proposto é anexo a este parecer (ANEXO I). Do
mesmo anexo consta a metodologia proposta.
A instituição deverá indicar como pretende dar cumprimento ã Lei n
8.663/93, com respeito a incorporação da carga horária e objetivos
da disciplina Estudos de Problemas Brasileiros e a formação para a
Cidadania (Anexo Ia).
5. Ementário e Bibliografia básica
0 ementário das disciplinas do currículo pleno e a bibliografia
básica de cada disciplina fazem parte do processo.
6. Corpo Docente
A instituição prevê no final de 1998, abrigar 30 docentes e 15
funcionários de apoio técnico-administrativo.
A evolução prevista do Corpo Docente está descrita no quadro abaixo
EVOLUÇÃO
DO
CORPO DOCENTE
ANO REGIME DE TRABALHO
QUALIFICAÇÃO
Especificação Totais Doutor Mestre Especialista
1994
Integral
Parcial
02
06
01
03
02
02
1995
Integral
Parcial
04
08
02
02
05
02
01
1996
Integral
Parcial
06
12
02
03
06
03
04
1997
Integral
Parcial
08
22
01
02
03
08
04
12
0 Plano de Carreira Docente será implementado nas seguintes bases:
"Os professores vincular-se-ão ao Departamento em uma das três
categorias. 0 Professor Titular ê o responsável pela disciplina. 0
Professor Assistente A ou B é o que coopera com o Titular em suas
atividades docentes. 0 Auxiliar de Ensino ê o docente admitido por
prazo determinado.
Todos os professores deverão ser submetidos ã aprovação do Conselho
Federal de Educação, comprovando-se que atendem às exigências da
Resolução n° 20/77. As promoções na Instituição dependem de vagas
nos cargos, do cumprimento das exigências constantes da referida
portaria e é feita por ato da Entidade Mantenedora."
Do ANEXO II e IIa consta a relação dos Docentes indicados para
as disciplinas da grade curricular, e dos que atuarão na primeira série
do curso.
7. Organização Administrativa e Didático-pedagógica
Começa a Requerente pela afirmação: "A Faculdade adotará a
estrutura organizacional com um modelo simplificado, adequado às
instituições educacionais de pequeno porte, com os seguintes órgãos
de administração:
a) Administração Superior: Diretoria Geral; Diretoria Acadêmica,
Diretoria Administrativa
b) Administração básica - o departamento. É notado a respeito: "A
estrutura organizacional da Instituição estabelecida em seu
Regimento consagrará o Departamento, como Unidade Básica Acadêmica
e Administrativa da Instituição: Departamento de Processamento de
Dados.
O assunto requererá uma análise acurada quando da aprovação do
Regimento da Faculdade, devendo ser previsto no mesmo a hipótese de
que a Faculdade poderá funcionar por curto tempo apenas com um
curso aprovado. Neste caso torna-se algo artificial a constituição
de um Departamento único.
Haverá órgão suplementares de natureza técnica, cultural,
recreativa ou de assistência ao estudante.
A instituição deverá indicar, com relação às matérias que serão
ministradas no primeiro ano quais são os professores com cujo
compromisso verdadeiramente conta, bem como sua qualificação
docente. Recomenda-se ã Comissão Verificadora que dê especial
atenção a este ponto. Nota-se que, na relação apresentada, cada
professor incumbir-se-á de três matérias e sua qualificação muitas
vezes não cobre a todas. Em muitos casos a pós-graduação ou o curso
de especialização feito pelo Professor não corresponde a nenhuma
das matérias que era dada.
Como está especificado no plano de carreira apresentado, "todos os
professores devem ser submetidos ã aprovação do Conselho,
comprovando-se que atendem às exigências da Resolução 20/77. Seria
necessário que, com relação aos professores dos anos seguintes ao
primeiro seja cumprida esta formalidade. Note-se também que o fato
de um professor ter sido aprovado uma vez neste Conselho para
ministrar uma matéria, poderia ser invocado no máximo quando se
tratasse de matéria idêntica e não, como no caso, onde irá dar três
matérias.
8. Biblioteca
A biblioteca possuirá uma área de 100m2. 0 acervo, no que se refere
a livros, atinge a 1.500 títulos e 4.000 volumes. São atualmente,
15 os títulos de periódicos e o número de assinaturas anuais ê de
8 títulos, sendo o número de exemplares 120.
A biblioteca contará com um setor de videoteca em apoio às
atividades acadêmicas.
9. Edificações e Instalações
"A Faculdade terá a sua disposição a infraestrutura física e de
recursos materiais da Mantenedora, que a mesma já comprometeu
construir, conforme planta anexa à Carta Consulta.
Disporá de uma área construída de aproximadamente 2.561 m2. Serão
ao todo 16 salas de aula. No plano de implantação do curso está
previsto a construção de vários edifícios no Campus, além de área
para estacionamento e uma reserva ecológica florestal, quadra
poliesportiva.
0 setor administrativo disporá de uma área construída de 231.92 m2
e o setor de administração acadêmica possuirá 231.92 m2, além de
500 m2 de uso para convivência e de 624 m2 para esporte e lazer.
A Faculdade contará para suas atividades acadêmicas com 12 salas de
aula e um laboratório, anfiteatro que serão adequadamente
instalados e equipados."
No ANEXO III são descritos, os laboratórios e demais equipamentos
que o Requerente se compromete a instalar.
10. Linhas de Pesquisa
O Requerente compromete-se ao seguinte: "a Instituição considera a
pesquisa como sendo um instrumento da ação do homem num processo de
construção e reconstrução do conhecimento, bem como um recurso de
ação eficaz para o ensino e a aprendizagem.
Portanto a pesquisa estará ligada ao nível e à qualidade do ensino
e da extensão. Assim ê que, a partir da iniciação à pesquisa,
praticada junto aos alunos no sentido de aproximá-los de trabalhos
científicos em nível de parâmetros nacionais, a Instituição
pretende crescer no rumo de projetos de pesquisa que integram o
ensino com a extensão. Isto ocorrerá na medida em que professores
e alunos estagiários forem envolvidos em programas de atendimento
ã comunidade, nos âmbitos profissionais pertinentes ao curso. Da
sala de aula ã comunidade, o conhecimento transita, consignando
qualidade de ensino, exercício de pensamento científico e produção
de resultados extensionistas.
Os projetos e suas características deverão nascer no departamento.
- Diagnóstico e Linhas Básicas de Ação
A pesquisa dentro da Faculdade será marcadamente vinculada ao
ensino e a extensão, tendo, nesta última, motivação e
aplicabilidade, portanto, ponto da inserção dinâmica da Instituição
no contexto comunitário e pelos ganhos de feed back para o ensino.
Com a implantação do Plano de Carreira Docente e a consequente
concessão de maior dedicação de tempo dos docentes ã Instituição,
deverão ser implementados um razoável número de projetos no
Departamento. Será recomendável a presença de Mestres e Doutores no
Departamento para assegurarem, com a sua maior experiência, mais
densidade científica aos trabalhos de pesquisa.
Assim ê que, por conseguinte, traçam-se as seguintes linhas . de
opção para a pesquisa na Faculdade:
a) Implantação do Plano de Carreira Docente, com consequente Regime
de Trabalho adequado, que contempla as atividades de pesquisa de
forma estimuladora;
b) presença maior, em quantidade, de Mestres e Doutores nos
Departamentos, para assegurar processos criativos de nível,
pertinentes ã pesquisa;
c) realização de convênios e acordos de contribuição com
instituições congêneres ou afins, no País e no exterior, para
ampliação quantitativa e qualitativa da pesquisa na Instituição."
11. Atividades e Projetos de Extensão
Assim define a Requerente as suas intenções: "as atividades
extensionistas constituirão um dos pontos fortes da Instituição,
buscando resultados dignos de nota no contexto social em que se
insere e atual. Isto será tão característico que se constituirá, a
extensão, num traço essencial do perfil da Faculdade, indissociável
da sua dinâmica diária de funcionamento.
Em razão disto e a partir desta realidade, podem ser traçados as
linhas de ação neste setor:
a) incremento da divulgação dos serviços extensionistas na mídia,
em geral, a fim de ampliar a população alcançada e informar a
comunidade acerca de tais serviços;
b) desenvolvimento de programas de extensão, a partir de sondagem
das necessidades da comunidade, principalmente, nas áreas
pertinentes ao curso;
c) desenvolvimento de formas de aproximação da comunidade em
relação aos conteúdos teóricos de conhecimento reelaborados no
âmbito da Instituição, abrindo as portas da casa ao público
interessado no que se pensará e se fará;
d) realização de convênios, acordos de colaboração recíproca e
outros mecanismos de soma de forças com Instituições similares ou
afins, nacionais e internacionais, os quais ampliem os limites e a
qualidade da ação extensionista da Faculdade;
e) desenvolvimento de mecanismos de aproximação da Faculdade com
órgãos de governo, uma vez evidenciada a reciprocidade dos
benefícios de acordo com os objetivos de cada parte;
f) presença da Faculdade em Congressos, Encontros e demais eventos
congregados do pensamento científico-profissional de áreas afins
com os objetivos de cada parte;
g). estímulo, apoio e subsídios ã publicação de materiais técnico-
científicos de autoria de profissionais docentes e pesquisadores da
Instituição."
12. Planejamento Econômico-Financeiro
0 Planejamento Econômico-Financeiro é feito para um quadriênio.
Para a previsão de receitas partiu-se do valor das anuidades
multiplicado pelo número de vagas. Não se incluem quaisquer outras
receitas. Nas despesas são previstas, a partir do 2º ano, despesas
com benfeitorias, equipamentos - laboratórios, e a partir do
terceiro ano, com pesquisa e extensão e professores de tempo
integral.
As receitas dos exames vestibulares parecem superestimadas, já que
não se computam as despesas deles decorrentes.
No primeiro ano é prevista uma suplementação de receita, por parte
da mantenedora, que assume também os desembolsos com os
investimentos necessários ao empreendimento.
O ANEXO .IV contêm a discriminação do Planejamento.
II - PARECER E VOTO DO RELATOR
Tendo em vista os elementos constantes do processo, este Relator
conclui que o projeto do Curso de Tecnologia em Processamento de
Dados apresentado pela Instituição atende às normas contidas no
artigo 16, incisos I a XI da Resolução CFE n° 01/93, podendo ser apro-
vado,
Ante o exposto o relator vota favoravelmente ã autorização (Projeto)pa-
ra funcionamento do Curso de Tecnologia em Processamento de Dados,a ser'
ministrado pela Associação Itumbiarense de Ensino, com oitenta (80) va-
gas anuais, turno noturno, sob o regime seriado anual.
Aprovado o presente Parecer, o processo deverá ser encaminhado a SESU/
MEC para designação de Comissão Verificadora, nos termos dos artigos 19
e 20 da Resolução CFE n° 01/93.
III - CONCLUSÃO DA CÂMARA
A Câmara do Ensino Superior - le Grupo acompanha o voto do Relator
Presidente
Sala de em maio de
III - NOVA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
III.1 - Organização Curricular
ANO DISCIPLINAS HORAS
Introdução a Programação .......................... 60
Introdução ao Processamento de Dados ....................... 60
Administração .............................................. 60
Matemática ................................................. 90
Educação e Cidadania ............................... ...... 30
Lingua Portuguesa .......................................... 90
Estatística ................................................ 90
Introdução à Lógica .........................................
60
Teoria da Contabilidade .................................... 60
Educação Fisica - Práticas Desportivas ..................... 60
CARGA HORÁRIA ANUAL ...................................... 660
29 Organização de Computadores ................................. 60
Técnicas de Programação ....................................
60
Linguagem e Técnica de Programação I ........................ 90
Banco de Dados I ............................................ 90
Recursos Computacionais .................................... 90
Teoria Geral de Sistemas ............................ ..... 60
Análise Econômica e Desempenho de Computadores ...... .....
30
Economia e Finanças ........................................ 60
Inglês Técnico ............................................. 60
CARGA HORÁRIA ANUAL ...................................... 600
Analise e Projeto de Sistemas em Processamento de Dados I ...90
Banco de Dados II .......................................... 60
Sistemas de Computaçao I .................................... 60
Teleprocessamento .......................................... 90
Linguagem Técnica de Programaçao II
60
Tópicos Avançados em Programação ........................... 60
Documentação de Sistemas ................................... 60
Contabilidade de Custos .................................... 60
Noções Gerais de Direito ................................... 60
CARGA HORÁRIA ANUAL ...................................... 600
Testes de Sistemas ......................................... 60
Análise e projeto de sistemas em Processamento de Dados- II.............. 90
Sistemas de Computação II.................................... 60
Introdução à Programação Linear ............................ 60
Linguagem e Técnica de Programação III ..................... 60
Administração de Centro de Processamento de Dados ...... 60
Engenharia de Produção (Controle de Qualidade) ......... 60
Tópicos Avançados em Processamento de Dados ................ 60
Estágio Supervisionado ..................................... 90
CARGA HORÁRIA ANUAL ......................................
600
Resumo
Carga horária ............................................... 2.400 h / a
Educação Física ............................................... 60 h / a
TOTAL GERAL ................................................. 2.460 h / a
Itumbiara-GO, 02 de maio de 19
Revmo. Pe.
LAÉRCIO DIAS DE MOURA
Conselheiro do Conselho Federal de Educação
BRASILIA - DF
Senhor Conselheiro Relator
Temos a elevada honra de atendendo despacho interlocutório com com
V. Revma, encaminhar—lhe algumas solicitações do Curso Superior de Tecnolo-
gia em Processamento de Dados , referente ao processo 23001.000166/90-14,
para sua apreciação, sendo:
1)inclusão da disciplina de Educação e Cidadania, conforme nova
Grade Curricular em anexo; 2) Lista dos Docentes que atuarão
na Primeira Série do Curso.
Sendo só o que nos apresenta, aproveitamos para externar o nos-
sos mais sinceros votos de estima e distinta consideração.
Atenciosamente,
ROMILDA BALSANURFO DOS SANTOS
Presidente
7
ANEXO II INDICAÇÃO DE DOCENTES
PARA AS DISCIPLINAS DA GRADE CURRICULAR
Curriculum Vitae em anexo
01 - ANTONIO ÂNGELO ROLDI
Disciplinas: Matemática
Estatística
Graduado em Economia pela Universidade Federal do Espirito Santo.
Possui Pos-graduação "Lato Sensu" em Engenharia Econômica. Possui vasta ex-
periência na área e no magistério.
02 - AUGUSTO HENRIQUE BRUNOW BARBOSA
Disciplinas: Introdução à Programação
Organização de Computadores
Análise e Projeto de Sistemas em Processam de Dados I Graduado
em Administração de Empresas pela Faculdade de Ciências Econômicas de
Colatina. Possui Pós-graduação "Lato Sensu" em Análise de Sistemas. Possui
vasta experiência na área e no magistério.
03 - JOSÉ AMORIM SEVERINO
Disciplinas:
Linguagem e Técnica de Programação I
Linguagem e Técnica de Programação II
Graduado em Administração de Empresas. Analista de Sistemas da Cia.
vale do Rio Doce. Possui vasta experiência na área e no magistério.
04 - OLGA HELENA PAULETTI TOVAR
Disciplinas: Tópicos Avançados em Processamento de Dados Introdução a
Programação Linear Documentação de Sistemas Graduada em Matemática.
Possui Pos-graduação "Stricto Sensu" Mestrado Engenharia de Produção.
Especialização em Matemática. Possui vasta experiência na área e no
magistério.
05 - INOCÊNCIA BARCELOS
Disciplinas: Lingua Portuguesa
Inglês Técnico Graduada e licenciada em Pedagogia. Possui Pos-
graduação "Lato Sensu" em Psicologia Social. Possui vasta experiência na
área e no magistério.
06 - JULIO ANDRES AMARO HUAPAYA
Disciplinas: Engenharia de Produção (Controle de Qualidade) Tópicos
Avançados em Programação Recursos Computacionais Graduado e Bacharel em
Administração de Empresas. Possui Pos-graduação "Lato Sensu" em Análise de
Sistemas. Possui vasta experiência na área e no magistério.
07 - VITOR ZAMPROGNO AMÂNCIO PEREIRA
Disciplinas: Análise e Projeto de Sistemas em Processam Dados II
Teleprocessamento Técnicas de Programação Graduado em Engenharia
Elétrica. Possui Pos-graduação "Lato Sensu" em Capacitação Administrativa.
Possui vasta experiência na área e no magistério.
08 - RAFAEL JOSÉ SIMONE CHEIDA
Disciplinas: Inglês Técnico
Banco cie Dados I Teleprocessamento Graduado em Engenharia
Elétrica. Possui Pos-graduação "Stricto Sensu' em Informática,
Especialização em Sistemas. Possui vasta experiência na area e
no magistério.
09 - LUIS FERNANDO BOTELHO DE CARVALHO
Disciplinas: Introdução ao Processamento de Dados Teoria
Geral dos Sistemas Banco de Dados II Graduado em
Processamento de Dados pela UnB. Possui Pos-graduaçao
"Lato Sensu" em Informática. Possui vasta experiência na
área e no magis rio.
10 - MARLI DE OLIVEIRA PEREIRA
Disciplinas: Lingua Portuguesa
Inglês Técnico Educação e Cidadania
Licenciada em Letras pela Universidade Federal do
Mato Grosso. Possu
Pos-graduação "Lato Sensu" em Lingua Inglesa e Literatura
pela UFMT. Possui vasta experiência na ãrea e no
Magistério.
11 - GERALDO INÁCIO FILHO
Disciplinas: Introdução à
Lógica Inglês
Técnico
Licenciado em História pela PUC - Campinas, em 1976. Possui
Pos-graduação "Stricto Sensu" Mestrado em Filosofia pela PUC -
Campinas, em 1984, e Doutorado em Historia da Educação. E autor de
livros. Possui vasta experiência na área e no magistério.
*
12 - DANIEL RAMALHO MARQUES
Disciplinas: Administração
Análise Econômica e Desempenho de Computadores Economia e Finanças
Bacharel em Ciências Econômicas. Possui Pós-graduação "Stricto Sensu"
em Administração Rural pela Escola Superior de Agricultura de Lavras.
Possui vasta experiência na área e no magistério.
13 - CELSO GUIMARÃES COSTA
Disciplinas: Teoria da
Contabilidade
Contabilidade de
Custos
Administração de Centro de Processamento de Dados Bacharel
em Administração de Empresas pela ESCCAI. Possui Pós-graduação "Lato
Sensu" em Didática do Magistério do 3a Grau pela UNIFRAN, e Conta-
bilidade pela PUC/MG. Possui o Parecer na 273/89 do CFE para
Contabilidade Bancária, Contabilidade Comercial e Contabilidade
Gerencial. Possui vasta experiência na área e no magistério.
14 - LINDOLFO DOS SANTOS
Disciplinas: Administração de Centro de Processamento de Dados
Estagio Supervisionado
Bacharel em Administração de Empresas pelo Instituto Newton Paiva.
Possui Pós-graduação "Stricto Sensu" Mestrado em Administração pela UFMG.
Possui vasta experiência na área e no magistério.
15 - ELIANA DE CARVALHO
Disciplinas: Linguagem e Técnica de Programação III
Sistemas de Computação I
Licenciada em Desenho Industrial pela Fundação Mineira de Arte Alei-
jadinho - FUMA. Possui Pós-graduação "Lato Sensu" em Computação Gráfica pelo
Instituto de Educação Tecnológica de Minas Gerais. Possui vasta experiência
na área e no magistério.
16 - ELIANA ANTÔNIA DEMARQUES
Disciplinas: Sistemas de Computação II
Introdução a Programação
Licenciada em Matemática Pelo Instituto Newton de Paiva Ferreira.
Possui Pós-graduação "Lato Sensu" em Análise de Sistemas pela Faculdade de
Filosofia Ciências e Letras de Belo Horizonte. Possui vasta experiência na
área e no magistério.
17 - UGO DA CONCEIÇÃO PADILHA
Disciplina: Educação Física - Práticas Desportivas
Licenciado em Educação Fisica pela Universidade Estadual de Mato
Grosso - Campo Grande. Possui Pos-graduação "Lato Sensu" em Técnicas
Desportivas pela Universidade Federal de Santa Maria. Possui vasta experiên-
cia na área e no magistério.
18 - LUCIANO ADIEL LOPES
Disciplina: Noções Gerais de Direito
Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Varginha. Possui
Vários cursos de Extensão Universitária. Possui vasta experiência na área e
no magistério.
DOCENTES QUE ATUARÃO NA PRIMEIRA SERIE DO CURSO
ANTÔNIO ÂNGELO ROLDI
Disciplinas: Matemática
Estatística Graduado em Economia pela Universidade Federal do Espirito Santo. Possui Pós-
graduação "Lato Sensu" em Engenharia Econômica. Possui vasta ex-periência na área e
no magistério.
- AUGUSTO HENRIQUE BRUNOW BARBOSA
Disciplina: Introdução à Programação
Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade de Ciências Eco-
nômicas de C o l a t i n a . Possui Pos-graduação "Lato Sensu" em Análise de Sistemas.
Possui vasta experiência na área e no magistério.
03 - GERALDO INÁCIO FILHO
Disciplinas:
Introdução à Lógica
Licenciado em História pela PUC - Campinas, em 1976. Possui Pós-gra
duação "Stricto
Sensu" Mestrado em Filosofia pela PUC - Campinas, em 1984, e Doutorado em História da Educação.
É autor de livros. Possui vasta e x p e r i ê n - cia na área e no magistério.
04 - LUIS FERNANDO BOTELHO DE CARVALHO
Disciplina: Introdução ao Processamento de Dados
Graduado em Processamento de Dados pela UnB. Possui Pós-graduação "Lato
Sensu" em Informática. Possui vasta experiência na área e no magisté-
rio.
05 - MARLI DE OLIVEIRA PEREIRA
Disciplina: Lingua Portuguesa Inglês Técnico
Educacão e Cidadania Licenciada em Letras pela Universidade Federal do Mato
Grosso. Possui Pós-Graduação "Lato Sensu" em Língua Inglesa e Literatura pela UFMT. Possui
experiência na área e no magistério.
06 - DANIEL RAMALHO MARQUES
Disciplina: Administração
Bacharel em Ciências Econômicas. Possui Pós-graduação "Stricto Sensu" Mestrado em A d m i n i s t r a ç ã o Rural pela
Escola Superior de Agricultura de La-vras. Possui vasta experiência na área e no magistério.
07 - CELSO GUIMARÃES COSTA Disciplinas
Teoria da Contabilidade
Bacharel em Administração de Empresas ESCCAI. Possui Pos-graduação "Lato
Sensu" em D i d á t i c a do Magistério do 3º Grau pela UNIFRAN, e Contabili dade
pela PUC/MG» Possui o Parecer nº 273/89 do CFE para C ontabilidade Bancária,
Contabilidade Comercial e Contabilidade Gerencial. Possui vasta experiência
na área e no magistério.
08 - UGO DA CONCEIÇÃO PADILHA
Disciplina: Educação Física - Práticas Desportivas
Licenciado em Educação Física pela Universidade Estadual de Mato Grosso
- Campo Grande. Possui Pos-graduação "Lato Sensu" em Técnicas Desportivas pela
Universidade Federal de Santa Maria. Possui vasta experiência na área e no
magistério.
IV - DECISÃO DO PLENÁRIO
O Plenário do Conselho Federal de Educação aprovou, por
unanimidade, a conclusão da Câmara.
Sala Barretto Filho, em 27 de junho de 1994.
SERVIÇO PÙBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇAO E DO
DESPORTO CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO - CFE FOLHA
DE PRESENÇA REFERENTE À SESSÃO PLENÁRIA DO DIA 27/06/1994
REALIZADA AS 17:00 HORAS. REUNIÃO ORDINÁRIA DE JULHO / 1994.
NOME DO CONSELHEIRO
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