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INTERESSADO/MANTENEDORA ASSOCIAÇÃO DE ENSINO DE
MARILIA - UNIV.DE MARILIA
UF
SP
ASSUNTO
RECONHECIMENTO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL MINISTRADO PELA
UNIVERSIDADE DE MARILIA - UNIMAR,
DALVA ASSUMPCAO SOUTTO MAYOR
RELATOR: SR. CONS.
CÂMARA OU COMISSÃO
PARECER N." 140-1994 CESU APROVADO EM 22/02/1994
PROCESSO N.°
2
3001.000509
/
93
-
1
0
I - RELATÓRIO
0 Reitor da Universidade de Marília encaminha a este Conselho,
pedido de reconhecimento do Curso de Engenharia Civil,
ministrado pelo Centro, de Ciências Exatas e Tecnológicas daquela
Universidade, instalada em Marília - SP.
O curso foi criado pelo Conselho Universitário em reunião
de 15/09/88, com 100 vagas anuais.
Pela Portaria 176/93 - SESu/MEC, foi designada Comiso
Verificadora integrada pelos professores HUMBERTO LIMA SORIANO
da Universidade Federal do Rio de Janeiro, JORGE DE MELLO E
SOUZA do Instituto Militar de Engenharia e o TAE NELSON
F
ONTOLAN
da DEMEC/SP, para verificar as condições de
funcionamento para o reconhecimento do curso e apresentar
relatório conclusivo.
Com base nos dados constantes do processo dos relatórios
d
a
Comissão Verificadora e da CAE, a relatora apresenta o
seguinte Parecer:
MOD 5 CFE
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1. DADOS SOBRE A UNIVERSIDADE
A Universidade de Marília - UNIMAR, com sede em
Mari!ia, Estado de São Paulo, é mantida pela Associação de
Ensino de Marília - AEM, instituição de caráter educativo-
cultural, pessoa jurídica de direito privado, sem fins
"lucrativos, constituída em 30 de dezembro de 1956 e com seu
Estatuto inscrito no Registro Civil das Pessoas Jurídicas do
Cartório de Registro de Imóveis, Títulos e Documentos da 2ª
Circunscrição da Comarca de Marília, sob o nº 107, às fls. 89,
Livro A-1, em 14 de agosto de 1957.
A Universidade de Marília foi reconhecida pela
Portaria Ministerial nº 261/88, nos termos do Parecer CFE nº
301/88, que também aprovou seu Estatuto e Regimento Geral.
2.
DADOS SOBRE O CURSO
2.1. Instalações
Consta dos autos:
"A Associação de Ensino de Marília - AEM possui muitos imóveis, pois além dos destinados
ao ensino superior, de 12 e 25 graus em Marília e Tupi - Campus II, possui áreas
reservadas para expansão, ligadas ao campus I, em Marília,
- CAMPUS I - Marília;
Localizado à Avenida Higyno Muzzi Filho nº 1001, na cidade de Marília, Estado de são
2
Paulo, com área de terrenos de 1.102,562,80 m , onde até o momento estão construídas 46
edificações com área total de 35,500 m2 e área comunitária externa e reservas para novos
projetos de 1.067.228,84 m2.
0 planejamento físico da Universidade de Marília vem sofrendo implantação sistemática,
sempre procurando adequar os planos diretores (existentes e em execução) de seus dois
"campi" de forma a dotá-los de desenvolvimento flexível, permitindo e facilitando
adaptação ou mudanças em seu espaço físico, impostas por um funcionamento mais racional,
PRÉDIOS:
As edificações do Campus I chegam a 46 prédios e são as seguintes:
Bloco I - destinado às atividades da Reitoria e das três Pró-Reitorias com amplas salas
para reuniões, atendimentos, assessorias e de vídeo, Aí também estão instalados o PABX e o
guichê de recepção.
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Um amplo "hall" de entrada separa as dependências da Reitoria do Anfiteatro, com
capacidade para 600 pessoas e equipado para apresentações artísticas e culturais, Este
bloco possui dois pavimentos e sob o a n f i t e a t r o acham-se i n stalados os Laboratórios de
informática, o Centro de Processamento de Dados e o Departamento de Microfilmagem,
Bloco II - f
u n c i o n a m os cursos do Centro de Ciências Sociais Aplicadas, num total de
dos eles noturnos. Além das dependências da Administração, possui 19 salas de
aula, No p e r í o d o diurno, é usado pelos cursos do Centro de Ciências Biogicas e
da
Saúde.
III - nele está alocado o Centro de Ciências Biológicas e da Saúde com grande
número de Laboratórios, principalmente aqueles utilizados pelo Curso de Odontologia,
museu, alem de várias salas de aula, muitas das quais utilizadas para aulas teóricas do Curso
de Enfermagem e Obstetrícia.
Bloco IV - d e s t inado ao Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes. Possui, além das salas
para atividades administrativas, salas-ambiente para o curso de Letras e Educação Artística.
Como no bloco II, os cursos nele alocados funcionam no período noturno e no diurno é
utilizado para os cursos do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas.
Bloco V - no período noturno, ele é u t i l i z a d o pelo curso de Psicologia. Além das salas de aula comuns,
ali estão instalados vários laboratórios e a Clínica de Psicologia Aplicada,
Bloco VI - é o prédio onde estão instalados o Departamento de Pessoal, Departamento de
Registro de Diplomas, Departamento de Estágios, Contabilidade, Tesouraria, Departamento
de Registros Acadêmicos e ainda uma agência do Banco Sudameris. Todos esses Departamentos
f u n c i o n a m numa ampla área, separados por balcões e biombos de vidro, além de grande espaço
para circulação.
- Em outro espaço contíguo estão instaladas, no Bloco VI, a Secretaria Geral, bastante ampla,
com 10 g u i c h ê s de a t e n d i m e n t o e a L i vraria Acadêmica.
- Ainda neste prédio, funciona a Biblioteca Central, que ocupa uma área de 4.200 m2. Além do
espaço reservado para o acervo, possui uma ampla sala de leitura, sanitários e demais
dependências.
Bloco VII - u t i lizado pelos cursos de Educação Física e Fisioterapia. Além das salas de aula,
possui salas-ambiente e a Clínica de Fisioterapia.
Clínica Odontogica - instalada numa área de mais de 3.000 m2, conta atualmente com 150
equipes.
Poliesportivo - com quadras e pistas para diferentes modalidades desportivas, piscinas e
vestiários.
as - são três as cantinas: uma ocupando cerca de 1,000 m2, outra 1,800 m2 e a terceira
com 300 m2, que servem lanches e refeições completas,
Hospital Veterinário - um complexo clínico-cirúrgico equipado para atender animais de
pequeno, dio e grande porte. Conta ainda, com salas de aula, laboratórios, anfiteatro,
recepção e área interna de circulação.
Completam as edificações: almoxarifado, gráfica e a oficina para consertos de móveis e de
alguns equipamentos.
LABORATÓRIOS/OBRAS CONCLUÍDAS OU EM FASE DE CONSTRUÇÃO:
- e Semiologia (2) Laboratório de Radiologia
- Laboratório de Dentística
- Dentários Laboratório de Prótese e Materiais
- icas Laboratório de Análises Clín
- Laboratório de Anatomia (2)
- Laboratório de Ortodontia
- Laboratório de Física (2)
- Laboratório de Microbiologia e Imunologia
- ia e Patologia (2) Laboratório de Microscop
- Laboratório de Botânica
- Laboratório de Bromatologia
- (2) Laboratório de Química e Bioquímica
- tística Laboratório de Escultura Ar
- Laboratório de Enfermagem
- imental Laboratório de Psicologia Exper
- logia Laboratório de Fonoaudio
- Laboratório de Nutrição
- Laboratório de Hematologia
- a Laboratório de Parasitologi
- Laboratório de Imunologia
- Laboratório de Mostias Infecciosas
- Laboratório de Topografia
- Laboratório de Piscicultura
- ra Laboratório de Sericicultu
- Laboratório de Avicultura
- Laboratório de Ovinos e Caprinos
- anos/Triagem Laboratório de Recursos Hum
- Laboratório de Cunicultura
- Laboratório de Ludoterapia
- Laboratório de Informática (6)
- ogia e Parasitologia Laboratório de Fisiol
- Laboratório de Solos
É
de se salientar que estes laboratórios estão equipados com os mais modernos equipamentos e
que têm a capacidade para atender turmas de 40 alunos. Outros continuam a ser montados para
atendimento às exigências dos cursos em funcionamento,
Já construídos e em funcionamento encontram-se:
-
Centro de Ciências Agrárias - construção destinada às acomodações dos Cursos: Medicina
Veterinária, Engenharia Agronômica e Zootecnia, Compreende treze blocos, sendo um deles
destinado à parte administrativa: sala do diretor, salas das chefias de Departamento,
salas individuais para professores e secretaria setorial. 0 terceiro bloco deste Centro
abriga laboratórios, almoxarifado e biblioteca particular aos cursos da área das
Ciências Agrárias. Esses blocos são interligados e em cada um deles há toilletes
masculinas e femininas;
-
I que atende a todos os hospitais e clínicas
ncinerador de Reduos Hospitalares -
médicas de Marília e região;
Caixa d'água elevada; -
Tanques de piscicultura; -
- tro de Pesquisa de Nutrição Animal; Cen
Ca -
- ias na Fazenda Experimental (7); Residênc
Sapário; -
Serpentário; -
- Centros de Lazer (áreas de convivência) (4).
Encontram-se em fase de construção:
- Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas, que abrigará os cursos de Engenharia Civil,
Engenharia Etrica, Engenharia de Produção Mecânica, Ciência da Computação, Ciências
e Curso Superior de Tecnologia em Processamento de Dados, A área total, em construção é
de 5.552,31 m2. D e v i d o às características dos cursos que ali funcionarã o, as
edificações terão funções peculiares no que se refere a instalações hidráulicas,
elétricas, estruturas melicas, de madeira e de concreto, entre outras, o que, sem
dúvida, atuará como ambiente funcional aos cursos de Engenharia. Aí, neste Centro,
todos os laboratórios necessários aos cursos a ele congregados seo montados, e
transferidos para ele os que funcionam em outras dependências da Universidade."
A Comissão Verificadora comenta que:
"0 curso de Engenharia Civil está instalado no
Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas, no Bloco IV da
Universidade; conta com 23 salas de aula, das quais 15 possuem
a área de 100 m2, são bastante claras e com capacidade para até
100 alunos.
- Número de salas-ambiente:
. Além das salas convencionais disponíveis, há duas
para desenho e projetos, além dos laboratórios
específicos do curso. Os alunos contam ainda com
três auditórios para atividades culturais e
artísticas; um deles, com capacidade para 600
pessoas, ginásio poliesportivo, 2 salas de vídeo.
2.2. Laboratórios
Sobre este item a Comissão assim se expressa:
"Específicos para o curso ora objeto
reconhecimento, a Universidade conta com os Laboratórios:
- Física
- Informática
- Química
- Instrumentação e Eletricidade
- Mecânica dos Solos
- Mecânica dos Fluídos
de
Pelo observado, os laboratórios
funcionamento, de forma satisfatória.
estão
em
0 laboratório de Informática é bem equipado. 0
laboratório de Mecânica dos Solos acha-se provisoriamente
instalado, a espera do término do prédio do Centro de Ciências
Exatas, com conclusão prevista para julho/1994. 0 laboratório
de Materiais de Construção encontra-se em fase de início de
aquisição de equipamentos.
Existe também um laboratório de Mecânica dos Fluídos.
0 funcionamento desses laboratórios é em período
integral, além do horário normal das aulas práticas neles
realizadas, possibilita aos alunos realizarem estudos e
experimentos de acordo com sua disponibilidade, sempre
assistidos por um docente e um técnico."
MEC/ CFE
PARECER N .
PROC
H .
2.3. Biblioteca
Quanto à Biblioteca, a Comissão informa:
"A UNIMAR possui uma biblioteca no campus I sob a
responsabilidade de 4 (quatro) bibliotecárias, 15 (quinze)
auxiliares e 2 (dois) serventes, que atendem ao alunado de
todos os cursos, em três turnos de funcionamento.
Seu espaço físico é bastante amplo, arejado, com
áreas reservadas para o acervo de livros e periódicos,
mapoteca, recursos audiovisuais, mecanografia, leitura, estudo
e, ainda, espaço para os profissionais.
0 acervo geral atual da Biblioteca do campus I é de
62.811 títulos e 87.973 volumes; conta com 217 assinaturas de
periódicos, sendo 169 correntes e os demais não-correntes,
nacionais e estrangeiros.
0 acervo dessa Biblioteca está sendo informatizado
através do Centro de Processamento de Dados da UNIMAR, contando
com a participação de 06 (seis) alunos-monitores-estagiários do
Curso de Ciência da Computação e do Curso Superior de
Tecnologia em Processamento de Dados.
A Biblioteca tem convênios firmados com:
- IBICT, órgão ligado ao CNPq que subsidia a expansão
de bibliotecas no país, através do COMUT - convênio
firmado desde 1985, código AEM-C0MUT:0347.6;
- Convênio com a BIREME;
- Convênio com as outras instituições de ensino
superior da cidade; e, ainda, com a maioria das
universidades do Estado de São Paulo: USP, UNESP,
USC de Bauru, UNOESTE de Presidente Prudente.
Em se tratando do acervo específico para o Curso de
Engenharia Civil, há 5.734 títulos e 8.612 exemplares.
A Comissão considera que o acervo é adequado para dar
suporte ao elenco de disciplinas do curso em questão. Contudo,
a Comissão sugere, sem prejuízo para o credenciamento ora
solicitado, a assinatura do seguintes periódicos:
1 - Téchne - Revista de Tecnologia de Construção
Editora Pini Ltda
Rua Anhaia, 96 4 - CEP: 01130-900 S.Paulo
Pax: (011) 224-8541 PABX: (011) 221-5811
2 - Revista Militar de Ciência e Tecnologia
Palácio Duque de Caxias
Pça. Duque de Caxias, 25
Ala Marcílio Dias - 3º Andar - Rio de Janeirc
CEP: 20211-260
MEC/CFE
PARECER Nº
PROC.
3 - RBE - Revista Brasileira de Engenharia
Caderno de Recursos Hídricos
Caderno de Engenharia Estrutural
Caderno de Grandes Barragens
Caixa Postal 68.506 - Rio de Janeiro R.J.
CEP: 21945-970".
"Sobre o funcionamento da Biblioteca, a Instituição
informa:
A Biblioteca Central funciona da 8:00 às 12:00 e 13:00 às 22:30 ns, diariamente, de segunda a
sexta-feira,
No período de férias escolares, o período de funcionamento é das 8:00 às 18:00 ns.
Atende a todos os professores, alunos, funcionários e pessoas da comunidade, para
consultas na própria Biblioteca e retirada de livros,
SISTEMA 0E CONSULTAS E EMPRÉSTIMOS:
0 sistema de consultas e empréstimos destina-se ao corpo docente e discente da
Universidade e a todos os interessados. Para consulta na Biblioteca, o usuário tem
direito a quantas obras forem necessárias para sua pesquisa, ficando com a a te nde nte,
para fim de estatística, o cartão de empréstimo do usuário e as fichas de livros ou
revistas. Para empréstimo domiciliar, o usuário tem direito à retirada de dois livros
didáticos durante três dias e um romance, durante sete dias,
ORGANIZAÇÃO - ESTRUTURA FÍS ICA E EQUIPAMENTOS:
A Biblioteca Central adota o sistema de classificação CDD - classificação decimal de
Dewey.
Para catalogação de seu acervo, adota as normas propostas pelo Código Anglo americano ISBD
(M): International Standard Book D e s c r i p t i o n by Monographies.
Ocupa, boje, uma área de 4.200 m2, espaço este distribuído, parte para o acervo e parte para
a leitura. A área destinada à leitura possui mesas de f ó r mica e cadeiras anatômicas e tem
capacidade para 300 leitores.
Dispõe, ainda, de diversas máquinas de escrever, duas xerocopiadoras, estantes para o
acervo, armários, mesas, escrivaninhas, cadeiras, além de sanitários e bebedouros de água
mineral refrigerada, mapoteca e um visor,
SERVIÇOS PRESTADOS:
Além do sistema de consulta e empréstimos já mencionados, a Biblioteca oferece serviços
especiais aos seus usuários, Para esse fim está conveniada com o COMUT, BIREME e encontra-se
em fase de elaboração o convênio com o IBICT. Ainda, para pesquisas aos consulentes, a
B i b l i o t e c a C entra l mantém intercâmbios com bibliotecas de outras universidades e
institutos isolados de ensino superior: Universidade do "Sagrado Coração" de Bauru, USP de
Bauru, Faculdade de Medicina de Marília, Fundação de Ensino "Eurípides Soares da Rocha"
de Marília, UNESP de M a r í l i a , UNOESTE de Pre sidente Prudente, entre outros,
0 ACERVO BIBLIOGRÁFICO:
A Biblioteca Central da Universidade de Marília possui hoje, em seu acervo, 87.973
volumes,
A Biblioteca possui 35.000 separatas, sendo a maioria na área de Odontologia,
Possui 190 títulos de revistas correntes e 450 não correntes",
A seguir está demonstrada a distribuição do acervo de livros do curso de Engenharia
Civil, por m a t é r i a e/ou d i s ciplina:
ACERVO BIBL IOGRÁFICO BÁSICO
ENGENHARIA C I V I L
CADEIRAS BÁSICAS
TÍTULOS
VOLUMES
-Matemática
.................................................................................................
735 1.023
-
Física
.................................
834 1.181
-Química
................................
386 606
1.
1.
- Desenho
................................
296
152
- Computação
............................... 779
604
1.
- Cálculo, Álgebra e Geometria Analítica
................
364 487
- Mecânica (Estatística e Dinâmica)
...................
6 188
12
- Recursos Naturais
...........................
35 167
1
- Estatística e Probabilidade
......................
49 199
1
- Eletricidade
..............................
90
188
P TÍTULOS VOLUMROFISSIONALIZANTES
ES
- Desenho Técnico (Arquitetura e Urbanismo)
..............
123 186
- Topografia-Paviment.: Ferrovias, Aeroportos, Estradas e Transportes .
108 120
- Geologia - Solos - Fundações
......................
02 94
2
3
- Instalações Elétricas
.........................
48
84
Materiais: -
Resistência, Sistemas de Análise, Estabilidade e Técnicas
......
00
5
- Hidráulica: Instalações Gerais
....................
32 66
- Estruturas de Aço e de Madeira
....................
42
72
- ôProgramação Econ mico-Financeira e Administração e Controle de
Projetos e Obras
............................
43
60
- Estruturas de Concreto: Concreto Armado e Protendido
.........
67
102
-
E
ngenharia de Segurança - Ciências Jurídicas e Sociais
.......
76
95
TOTAL
.............................
5.734
8.612
MEC/CFE
PARECES N.
PROC. N.
10
2.4. Funcionamento e Estrutura Curricular do Curso
0 Curso de Engenharia Civil foi criado pela Portaria GR 09/88,
do Conselho Universitário, com 100 vagas anuais.
Funciona no turno diurno (tempo integral) e adota o regime
seriado semestral.
Os dados referentes aos vestibulares realizados estão
demonstrados no quadro que segue:
ANO VAGAS CANDIDATOS RELAÇÃO CAND./VAGA
1989 100 43 0,43
1990 100 58 0,58
1991 100 53 0,53
1992 100 27 0,27
1993 100 39 0,39
OBS: Esse total de candidatos refere-se apenas àqueles que colocaram o Curso
de Engenharia Civil como primeira opção. No entanto, o Curso foi
também escolhido em 2ª e 3ª opções.
Sobre o funcionamento do curso, a Comissão presta as
seguintes informações:
"DADOS GERAIS (relativos ao ano anterior: 1992!
- Denominação: Curso de Engenharia Civil
- Vagas oferecidas: 100 vagas por ano, com entrada única por meio de Concurso Vestibular,
- Regime de Matrícula: por disciplina. As turmas são formadas de acordo com as matrículas
para as diferentes disciplinas.
. Limite máximo: 25 alunos (aulas práticas)
, Limite máximo: 100 alunos (aulas teóricas)
- Carga horária total exigida pela integralização do currículo pleno: . 5.058
horas/aula e 281 créditos
- Tempo mínimo para integralização: . 5 anos ou
10 períodos letivos
- Tempoximo para integralização: . 10
anos ou 20 períodos letivos
- Valor cobrado pela 1ª e 2ª semestralidades, ano: 1992 . 1ª
semestral idade/92: Cr$ 1.301.116,00
, 2ªsemestral idade/92: Cr$ 6.274.376.00
ALUNADO (Situação Atual)
Neste 2º semestre de 1993, encontram-se matriculados no Curso de Engenharia Civil, um total de 86
(oitenta e seis) alunos,
11
a)
índice de Freqüência às aulas:
Através de levantamento feito nos diários de classe, a freqüência dos alunos situa-se entre 85
e 90% das atividades didáticas,
b)
Índice de Aproveitamento Escolar:
Na Secretaria Geral, órgão que centraliza os registros escolares, esta Comissão constatou que o
aproveitamento médio é da ordem de 70 a 80% ,
O cur r í culo pleno integra o Quadro I, em anexo, e recebeu a seguinte apreciação
da Comissão:
"Procedeu-se à análise pormenorizada do elenco e escalonamento das disciplinas, assim
como pré-requisitos exigidos (em anexo) e ementas, podendo-se constatar que:
- c currículo mínimo do curso de graduação em Engenharia Civil é plenamente contemplado, o tempo
nimo de 3.600 horas, exigidos para o currículo do curso de Engenharia é atendido, de
acordo com o especificado no artigo 14 da Resolão 48/76 do CFE. De uma forma geral, as ementas
são adequadas, apresentando alguns poucos aspectos que poderiam ser melhoradas. A
Instituição manifestou, junto à Comissão, o interesse em rever periodicamente o elenco de
ementas, com vistas ao seu aprimoramento, mas sempre atendendo os requisitos do CFE.
- a execução do currículo pleno é acompanhada pelo Departamento, através dos diários de aula e
reuniões com os professores",
2.5. Corpo Docente
O corpo docente constante do relatório da instituição é
constituído por 38 professores. A relação desses professores integra o Anexo
deste Parecer.
Há indicação de professores para todas as disciplinas constantes
do currículo pleno do curso.
Sobre o corpo docente, a Comissão presta as seguintes
informações:
"0 corpo docente apresenta pouca experiência em ensino e
em atividades de engenharia,
assim como em sua maior parte acha-se em fase de obtenção
do título de mestre, Contudo,
tratando-se de um curso emergente numa cidade pequena, a
Comiso julga perfeitamente
aceitável a qualificação do corpo docente,
A UNIMAR adota como norma, a não contratação de docentes portadores apenas do Curso de
graduação, excetuando casos particulares, já previstos na Resolução CFE n9 20/77. Possui,
em seu quadro de docentes, três categorias: especialista, mestre e doutor. Os docentes
são contratados em tempo integral, parcial e, ainda, horistas e convidados, visando
atendimento das necessidades da instituão ou mesmo conveniências do docente.
A seleção do corpo docente é feita mediante avaliação do "Curriculum Vitae" entregue ao
Chefe do Departamento, que coordena as atividades do Curso e que procede a avaliação dos
títulos e experiência do candidato, A seguir, a documentação é encaminhada à Pró-Reitoria
Acadêmica, que reavalia a documentação e entrevista o docente. 0 processo de
seleção/admissão culmina com a homologação, pelo Diretor do Centro onde o curso funciona,
e a contratação é feita pela Mantenedora da Universidade - a Associação de ensino de
Marília, através de seu Departamento de Pessoal,
Embora não haja na UNIMAR um Plano de Carreira do Magistério, há estímulo à titulação,
sendo facultada a liberação do docente para viajar, mesmo que contratado em regime
integral de trabalho, para assistir aulas em curso de pós-graduão, assegurando sua
rem uneração, A UNIMAR concede licença ou afastamento temporário para esse fim, A
remuneração maior ou menor do docente fica vinculada à sua titulação: especialista,
mestre ou doutor,
Para participar de eventos (Congressos, Simpósios, Seminários, etc.,,) a instituição
custeia as despesas referentes à inscrição, viagem e estadia,
Quando o docente é horista, seu salário não corresponde exclusivamente às horas-aula
ministradas, mas a ele são incorporados os valores das horas-atvidades, tempo esse
destinado ao atendimento extraclasse aos alunos e preparo de suas aulas,
O corpo docente do curso de Engenharia Civil apresenta a seguinte
titulação/regime de trabalho:
TITULAÇÃO QTDE
DOUTORANDO ......................
MESTRE ..........................
MESTRANDO .......................
ESPECIALISTA ....................
GRADUADO ........................
TOTAL ........................
03
01
20
13
01
38
REGIME DE TRABALHO
INTEGRAL ......................
PARCIAL .......................
HORISTA .......................
QTDE
13
10
12
13
Remuneração do Corpo Docente:
CLASSE
SALÁRIO / AULA
SALÁRIO
INTEGRAL
MENSAL
PARCIAL
ESPECIALISTA
297,00
65,488,50
32.744,25
MESTRE
355,00
78.288,50
39.138,75
DOUTOR
445,00
98.122,50
49.061,25
3. OUTRAS INFORMAÇÕES
A Comissão Ver ificadora apresenta, ainda, Relatório, as seguintes
informações:
em seu
"ATIVIDADES-FIM (Situação Atual)
"0 Curso de Engenharia Civil da Universidade de Marília vem funcionando em condições
satisfatórios desde a sua instalação em 1989. A demanda de candidatos tem se mantido
estável, apesar de não preencherem as vagas oferecidas
Segundo os docentes, essa situação será diferente depois do reconhecimento do curso e
formada a primeira turma de Engenheiros Civis,
Em reuniões realizadas separadamente, com professores e alunos, foi possivel verificar
que existe bom nível de satisfação, em ambas as partes, com relação ao curso,
Os alunos, supervisionados pelos professores, desenvolvem projetos de pesquisa no
"campus' da Universidade, realizam estágios voluntários, antecipando os estágios
curriculares e, junto à Prefeitura Municipal de Marília, participam da elaboração e
execução de projetos de obras em geral.
Nessas reuniões com professores e docentes foi possível verificar que cs primeiros estão
realmente empenhados em suas funções, enquanto que os alunos sentem-se seguros e com
confiança para atuarem no mercado de trabalho que os aguarda,
A Direção do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas, seu Conselho Departamental, o
Departamento de Engenharia e docentes do curso de Engenharia Civil proporcionam
continuamente aos alunos, Semanas de Estudos, Feiras, Cursos de Extensão Universitária,
Palestras e Visitas,
INFRA-ESTRUTURA FÍSICA (Situação Atual)
a) Biblioteca (relatada no item 2.3);
b) Laboratório e similares (relatados no item 2.2)
c) Instalações gerais.
14
Além das salas convencionais e ambientes, laborarios e auditórios, a Instituição possui
vasta área de convincia: pracinhas arborizadas - com bancos e mesas, lanchonetes e
restaurantes, e o poliesportivo - que propicia a prática derias modalidades
desportivas.
No campus, ainda estão instalados a cada 500 m, a p r o x i m a d a m e n t e , t e l e f o n e s p ú b l i c o s
(orelhões), completo serviço de mecanografia: xerox e encadernação, livraria e papelaria,
entre outros,
Não foram detectadas lacunas quanto aos meios necessários ao bom funcionamento da Instituição.
REGISTROS ESCOLARES (Situ aç ão A t u a l )
a)
Forma de Org an i za çã o :
-
compreende um sistema completamente informatizado e, além disso, cada aluno possui
sua vida acadêmica em uma f i c h a microfilmada, arquivada em Departamento próprio da
UNIMAR.
b)
Grau de Atualização dos Dados:
-
freqüentemente atualizados: a cada matrícula efetuada semestralmente, requerimento
de dispensa ou trancamento de disciplina, licea, freqüência mensal, notas
bimestrais, entre outros.
c)
Facilidade de Acesso dos Usuários às Informações a eles destinadas:
- os funcionários da Secretaria Geral e das Secretarias Setoriais (de cada Centro)
têm acesso aos arquivos que contêm as fichas microfilmadas de todo o alunado da
Instituição.
- Quanto ao acesso às informações mantidas no CPD (Centro de Processamento de Dados), setor
este bastante organizado pela funcionalidade e racionalidade dos dados ali
computados, é possível acessá-los através de terminais de computadores existentes
nas Secretarias de cada Curso.
- Alterações somente são e f e t u a d a s atr a v é s de senh a exclusiva do Secretário Geral, que
tem a responsabilidade dos registros acadêmicos.
- 0 sistema de informatização montado permite aos funcionários da Secretaria Geral e das
Setoriais, "alimentarem" o computador, seu conteúdo e v e r i f i c a r os dados
armazenados. Com as microfichas continuadamente atualizadas, é possível manter
completo controle da vida acadêmica de todos os alunos.
ORGANIZAÇÃO E GERÊNCIA
Dos contatos mantidos, constatou-se que existe relacionamento harmônico entre Diretores e
professores, Diretores e Reitoria, bem como os demais segmentos administrativos da UN IM e,
ainda, com o
c
orpo discente.
A Entidade Mantenedora - Associação de Ensino de Marilia , define a administração contábil
e financeira, enquanto os Centros que congregam os Departamentos, coordenam toda a parte
pedagógica, acompanhando o desenvolvimento dos programas de ensino, os projetos
científico-culturais, os estágios supervisionados e tomando as medidas disciplinares, bem
como as de provisão de recursos necessários ao curso, Essas funções do Departamento são
realizadas sob a administração do Conselho Departamental de cada Centro, que congrega os
Departamentos,
HISTÓRICO E PROSPECTIVA
Segundo informações colhidas junto aos diferentes níveis de administração da Instituição,
nenhum problema grave (pedagógico e/ou gerencial) ocorreu nos últimos anos,
A UNIMAR, sem dúvida, é uma Universidade que caminha a grandes passos em dirão aos
objetivos estabelecidos, Tem infra-estrutura, dispõe de recursos para se expandir, além
de contar com administradores e pessoal preparado para atuação eficiente,
A Mantenedora possui encargos e responsabilidades apenas relacionados, direta ou
indiretamente, com o ensino,
A Instituição encontra-se totalmente em dia com suas obrigações fiscais, parafiscais e
jurídicas. É isenta de impostos, por ser considerada de utilidade pública nos três
níveis: Municipal, Estadual e Federal, possuindo ainda o Certificado de Entidade de Fins
Filantrópicos, expedido pelo Conselho Nacional de Serviço Social - MEC,
Atualmente, o problema mais grave enfrentado pela Mantenedora é a instabilidade econômica do
país, que não permite projeções financeiras a médio e/ou longo prazos, o que dificulta a
programação de Receita e Despesa,
A medida de
curto prazo que tem sido adotada é a administração adequada
dos recursos, que
provêm das
mensalidades dos alunos e de alguns serviços prestados à
comunidade. Por
exemplo, a
microfilmagem de documentos para empresas e hospitais
da cidade e a
incineração
do lixo hospitalar da região,"
4. APRECIAÇÃO FINAL DA COMISSÃO VERIFICADORA
A Comissão Verificadora conclui seu rela tór io nos seguintes termos:
"Como um curso emergente, a Comissão considera satisfatórias as instalações, o corpo
docente, o discente e o processo de ensino, Contudo, espera que, num futuro próximo,
sejam melhorados os laboratórios existentes e instalados os de Materiais de Construção e
Mecânica dos Fluídos. Espera também que seja cumprida a previsão dermino do prédio do
Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas.
Baseado no exposto, a comissão é favorável ao reconhecimento do Curso de Engenharia civil
da Universidade de Marília."
Considerando os termos do Relatório da Comissão
Verificadora, a Relatora através de Despacho Interlocutório,
solicitou da Universidade, informações quanto ao cumprimento
das sugestões contidas no referido Relatório, quanto à
aquisição de periódicos específicos, aos laboratórios e ao
prédio do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas.
Em cumprimento ao Despacho Interlocutório, a
Universidade de Marília comprova a assinatura dos periódicos
sugeridos, a conclusão dos novos laboratórios e a fase final de
construção do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas.
II - VOTO DA RELATORA
A vista dos dados constantes do processo, das
conclusões da Comissão Verificadora, das informações constantes
do Despacho Interlocutório e das constatações pessoais feitas
"in loco", esta Relatora vota favoravelmente ao pedido de
reconhecimento do Curso de Engenharia Civil, com 100 vagas
anuais, ministrado pela Universidade de Marília - UNIMAR,
mantida pela Associação de Ensino de Marília, com sede na
cidade de Marília, Estado de São Paulo.
III - DECISÃO DA CÂMARA DE ENSINO SUPERIOR
A Câmara de Ensino Superior acompanha o voto da
Relatora.
ANEXOS DO PARECER
DO CURSO DE
ENGENHARIA CIVIL
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
UNIVERSIDADE DE MARILIA - SP
1º Semestre
DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA
FUNDAMENTOS DA MATEMÁTICA ELEMENTAR .................... 72
FÍSICA I ................................................ 90
QUÍMICA ................................................ 90
DESENHO GEOMÉTRICO ..................................... 90
INTRODUÇÃO A CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ..................... 72
FUNCAO SOCIAL E FORMAÇÃO DE ENGENHEIRO ................. 72
SUBTOTAL ............................................... 486
EDUCAÇÃO FÍSICA - PRATICA ESPORTIVA I ................... 18
* ESTUDO DE PROBLEMAS BRASILEIROS I ..................... 36
(ministrada até a promulgação da Lei nº 8663/93 - 1º Semestre/93)
2º Semestre
CALCULO I ............................................... 90
FÍSICA II ............................................... 90
QUÍMICA TECNOLÓGICA .................................... 90
VETORES E GEOMETRIA ANALÍTICA .......................... 72
CALCULO NUMÉRICO ....................................... 72
DESENHO TECNOLÓGICO .................................... 72
LINGUAGEM CIENTIFICA DE PROGRAMAÇÃO .................... 90
SUBTOTAL ............................................... 576
EDUCAÇÃO FÍSICA - PRATICA DESPORTIVA II ................ 18
* ESTUDO DE PROBLEMAS BRASILEIROS II ................... 36
3º Semestre
CALCULO II .............................................. 90
FÍSICA III ............................................. 90
ÁLGEBRA LINEAR ......................................... 72
SICA EXPERIMENTAL I ................................... 36
MECÂNICA I (ESTÁTICA) ................................... 72
CONSERVAÇÃO DE RECURSOS NATURAIS ....................... 72
TÉCNICAS AVANÇADAS DE PROGRAMAÇÃO ...................... 90
SUBTOTAL ............................................... 522
4º Semestre
CALCULO III ......................................... 90
FÍSICA EXPERIMENTAL II ............................... 36
CALCULO NUMÉRICO EM COMPUTADORES ..................... 90
MECÂNICA II (DINÂMICA) ............................... 72
ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE .......................... 90
GEOLOGIA ............................................ 72
ELETRICIDADE ........................................ 90
SUBTOTAL ............................................ 540
5º Semestre
DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA
DESENHO TÉCNI O PARA ENGENHARIA CIVIL .................. 90C
TOPOGRAFIA I ......................................... 72
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ................................ 72
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I ........................... 72
FENÔMENOS DE TRANSPORTE I ............................. 72
MECÂNICA DOS SOLOS I .................................. 90
SUBTOTAL ............................................. 468
6º Semestre
TOPOGRAFIA II ........................................ 72
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS II .......................... 72
FENÔMENOS DE TRANSPORTE II ............................ 72
MECÂNICA DOS SOLOS II ................................. 90
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL I ....................... 72
HIDRÁULICA ........................................... 72
TÉCNICAS DE CONSTRUÇÃO ................................ 90
SUBTOTAL ............................................ 540
7º Semestre
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL II ....................... 72
ESTRUTURAS DE AÇO I .................................. 90
PROGRAMAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA ...................... 72
SISTEMAS DE ESTRUTURAS ................................ 72
PAVIMENTAÇÃO DE ESTRADAS I ............................ 72
SISTEMAS DE ESGOTO ................................... 72
SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA ...................... 72
SUBTOTAL ............................................. 522
8º Semestre
ESTRUTURAS DE AÇO II .................................. 90
PAVIMENTAÇÃO DE ESTRADAS II ........................... 72
ESTRUTURAS DE MADEIRA ................................ 72
ESTRUTURAS DE CONCRETO I .............................. 72
ARQUITETURA .......................................... 72
ADMINISTRAÇÃO E CONTROLE DE PROJETOS E OBRAS ........... 72
FUNDAÇÕES I .......................................... 72
SUBTOTAL ............................................. 522
9º Semestre
DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA
ESTRUTURAS DE CONCRETO II ........................... 72
FUNDAÇÕES II ........................................ 72
URBANISMO ........................................... 72
ESTABILIDADE DAS CONSTRUÇÕES ......................... 72
INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS .................. 72
FERROVIAS ........................................... 72
ANALISE DE ESTRUTURAS ................................ 72
SUBTOTAL ............................................ 504
ESTAGIO SUPERVISIONADO I ............................. 150
10º Semestre
PONTES DE CONCRETO ARMADO ............................ 72
FUNDAMENTOS DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA ................ 54
CIÊNCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS ......................... 54
TÉCNICAS E ECONOMIA DE TRANSPORTE ..................... 54
CONCRETO PROTENDIDO ................................. 72
TRANSPORTE AÉREO E CONSTRUÇÃO DE AEROPORTOS ........... 72
SUBTOTAL ............................................ 378
ESTAGIO SUPERVISIONADO II ............................ 150
Carga Horária sem incluir Estágio .............................................................. 5.058
Estágio Supervisionado I e II ......................... 300
Educação Física - Prática Desportiva I e II ............ 36
Estudo de Problemas Brasileiros I e II ................ 72
CORPO DOCENTE
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
01. ALZIRA MARIA SANT'ANA
Disc.: Instalações Elétricas
Tit.: - Graduada em Engenharia Elétrica - UNESP de Bauru - 1992.
- Mestrando em Sistemas Elétricos de Potência - USP.
- Docente da UNIMAR desde 1991.
02. ANTÔNIO PIRATELLI FILHO
Disc: Estatística e Probabilidade
Mecânica Tit.: - Graduado em Engenharia de Produção Mecânica - USP -
1985.
- Mestre em Engenharia de Produção - UFSCar - 1991.
- Doutorando em Engenharia Mecânica (Controle de Qualidade) -USP de São
Carlos
- Docente da UNIMAR desde 1991.
03. CAIRO GOMIDE JÚNIOR
Disc: Introdução à Ciência da Computação
Tit.: - Graduado em Ciências da Computação - UNIMAR - 1991.
- Especialista em Análise de Sistemas - UNIMAR/UFSCar - 1993.
- Docente da UNIMAR desde 1992.
04. CARLOS EDUARDO JAVARONI
Disc: Resistência de Materiais Estruturas de Aço
Estabilidade das Construções Tit.: - Graduado em Engenharia Civil
- EESC/USP - 1989.
- Mestrando em Engenharia Civil (Estruturas) -- EESC/SP.
- Diretor do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas da UNIMAR
desde 1993.
05. CARLOS EDUARDO TROCCOLI PASTANA Disc :
Topografia
Técnicas de Construção Estágio Supervisionado Tit.: - Graduado em Engenharia
Civil - Univ.. Mackenzie/SP - 1982.
- Especialista em Engenharia Topográfica - Univ. Mackenzie -1983.
- Parecer CFE nº 25/93 - Topografia.
- Parecer CFE nº 26/93 - Topografia.
06. CÉSAR AUGUSTO BARBOSA Disc.: Eletricidade Tit.: - Graduado em
Engenharia Elétrica - UNESP de Bauru - 1990.
- Mestrando em Eletrônica Digital - UNICAMP/SP
- Docente da UNIMAR desde 1991.
07. EDSON NAVARRO
Disc: Função Social e Formação do Engenheiro
Estrutura de Concreto Tit.: - Graduado em
Engenharia Civil - UFES/ES - 1989.
- Mestrando na área de Fundações de Concreto- EESC/USP.
08. EMÍLIO CARLOS PRANDI
Disc.: Geologi a
Tit.: - Graduado em Geologia - UFP/PR - 1981.
- Mestrando em Engenharia - Área de Geotecnia - EESC/USP.
- Docente da UNIMAR desde 1990.
- Parecer CFE nº 26/93 - Mineralogia e Petrologia.
09. HAYDEÉ MARIA MOREIRA
Disc: Conservação de Recursos Naturais
Tit.: - Graduado em Ciências Biológicas - FIG/SP - 1976.
- Especialista em Histologia - UEL/PR - 1990.
- Mestrando em Zoologia - UNESP
- Parecer CFE nº 300/91 - Ecologia
- Parecer CFE nº 25/93 - Ecologia, Introdução às Ciências
Agrárias e Zoologia.
- Parecer CFE nº 26/93 - Ecologia, Zoologia e Recursos
Naturais Renováveis.
10. HERALDO DUARTE
Disc: Sistemas Estruturais
Estruturas de Madeira
Ferrovias Tit.: - Graduado em Engenharia
Civil - EESC/USP - 1992
- Mestrando na área de Estruturas - USC/USP .
11. IRAMAR JOSÉ DE CAMARGO CUNHA
Disc: Estatística e Probabilidade_
Tit.: - Graduado em Matemática - FFCL Tupa/SP - 1974.
- Bacharel em Direito - Fund. de Ens. "Eurípedes Soares da
Rocha" - Marilia - 1979.
- Especialista em Análise Numérica - UNIMAR - 1989.
- Especialista em Estatística - UNIMAR - 1989
- Professor Universitário desde 1976.
- Parecer CFE nº 613/81 - Estatística
- Parecer CFE nº 825/87 - Estatística
- Parecer CFE nº 548/91 - Estatística.
- Parecer CFE nº 300/91 - Matemática e Estatística.
- Parecer CFE nº 148/93 - Matemática Aplicada.
12. IRAN SOUZA CARVALHO
Disc.: Fundações
Estruturas de Concreto Análise de Estruturas Tit.: -
Graduado em Engenharia Civil - UFES - 1989.
- Mestrando em Engenharia - Concreto Armado - EESC/USP.
- Docente da UNIMAR desde 1992.
13. JOÃO ROBERTO SARTORI MORENO
Disc: Materiais de Construção Civil
Tit.: - Graduado em Engenharia de Materiais - UFSCar - 1979.
- Especialista em Engenharia de Materiais - UFRJ - 1984.
- Mestrando na área de Metalurgia - Materiais - UFSCar/USP .
- Docente da UNIMAR desde 1991.
14. JOSÉ CARLOS PEREIRA PINTO
Disc.: Mecâni ca
Resistência dos Materiais Tit.: - Graduado em
Engenharia Mecânica - UNESP - 1980.
- Mestrando em Mecânica - área de Automação - USP.
- Docente da UNIMAR desde 1991.
15. JOSÉ CELSO ROCHA
Disc: Vetores e Geometria Analítica
Física
Álgebra Linear Tit.: - Graduado em
Física - UNESP - 1984.
- Mestre em Mecânica Celeste - ITA - 1989.
- Doutorando em Engenharia Mecânica - Aerodinâmica - USP/São
Carlos.
- Docente da Uni mar desde 1990.
- Parecer CFE nº 548/91 - Física I e II
- Parecer CFE n° 549/91 - Física I e II
- Parecer CFE nº 025/93 - Física.
16. JOSÉ ROBERTO BACHIEGA
Disc: Pavimentação de Estradas
Tit.: - Graduado em Engenharia Civil - Esc. de Engenharia de Lins -
1970.
- Especialista em Metodologia do Ensino Superior - UNOESTE -
1985.
- Docente superior desde 1974.
- Parecer CFE 10/86 - Sistemas Estruturais.
17. LAÉRCIO SOUZA GIL
Disc: Pavimentação de Estradas
Concreto Protendido
Pontes de Concreto Armado Tit.: - Graduação em
Engenharia Civil - EESC/USP - 1990
- Mestrando em Engenharia Civil - "Estruturas" - EESC/USP .
- Docente no magistério superior desde 1992.
18. LAERTE ROJO ROSSETO
Disc.: Arquitetura
Urbanismo Tit.: - Graduado em Arquitetura e Urbanismo - Univ..Mackenzie
-1992 - Docente da UNIMAR desde 1987.
19. LEONEL VALENTIN HEGES NAVA
Disc.: Química
Química Tecnológica Tit.: - Licenciado em Química
- Fac. "Auxilium" de Lins - 1981.
- Especialista em Físico-Química - Fac. "Auxilium" Lins -
1982.
- Especialista em Química Orgânica - UNIMAR - 1992.
- Docente universitário desde 1990.
- Parecer CFE nº 548/91 - Química. *
- Parecer CFE nº 549/91 - Química. *
* - apenas para os cursos de Bacharelado em Ciência da
Computação e Tecnologia em Processamento de Dados.
20. MÁRCIO FERNANDO LUNARDELLI COIADO
Disc: Fenômenos de Transporte
Hidráulica
Instalações Hidráulicas e Sanitárias
Tit.: - Graduação em Engenharia Sanitária - UFSC - 1989.
- Mestrando em Hidráulica e Saneamento - Escola de Engenharia
de São Carlos - USP.
- Docente do Curso de Engenharia Civil da UNIMAR desde 1991.
21. MARGARIDA MARIA LEITE DE CAMARGO
Disc: Estudo de Problemas Brasileiros
Tit.: - Graduado em Geografia - FFCL de Sorocaba - 1968.
- Especialista em Desenvolvimento da Aprendizagem - UNESP -
Marília - 1974.
- Docente universitária há mais de 15 anos.
- Parecer CFE nº 474/85 - Geografia Geral e do Brasil I e II,
Geopolítica do Brasil e Geografia do Brasil I e II.
- Parecer CFE nº 148/93 - Antropologia e Estudo de Problemas
Brasileiros.
22. MARIA AMÉLIA RINO
Disc: Desenho Geométrico
Tit.: - Desenho Geométrico
- Licenciada em Educação Artística - UNIMAR - 1978.
- Especialista em Folclore - UNIMAR - 1979.
- Especialista em Didática do Ensino Superior - UNIMAR -
1985.
- Especialista em Arte e Educação - UNIMAR - 1989.
- Parecer CFE 25/93 - Desenho Técnico.
- Parecer CFE nº 26/93 - Desenho Técnico.
- Parecer CFE nº 28/93 - Perspectiva e Sombra, Desenho
Geométrico e Folclore Brasileiro.
23. MARTA CAMARGO QUINZANI
Disc: Fundamentos de Matemática Elementar
Cálculo Numérico
Cálculo Tit.: - Licenciada em Ciências - Hab. em Matemática - FFCL "Barão de
Mauá" - Ribeirão Preto/SP - 1988
- Mestrando em Matemática - UNESP de Rio Claro/SP
- Docente Universitária de Matemática desde 1990.
24. MAURÍCIO DUARTE
Disc: Técnicas Avançadas em Programação
Linguagem Ci entífica de Programação Cálculo
Numérico em Computadores.
Tit.: - Graduado em Ciência da Computação - UNESP de Bauru - 1989.
- Mestrando na área de Programação Concorrente - USP.
- Docente da UNIMAR desde 1990.
25. NELSON YOSHIAKI NAKAMURA
Disc: Desenho Geométrico
Desenho Técnico para Engenharia Civil Desenho Tecnológico
Tit.: - Graduado em Engenharia Civil - UMC - 1981.
- Especialista em Metodologia do Ensino Superior - UNIMAR -1989.
- Especialista em Ecologia "Levantamentos Topográficos Regionais" -
UNIMAR - 1989
- Docente Universitário há mais de 5 anos.
- Parecer CFE nº 25/93 - Desenho Técnico.
- Parecer CFE nº 26/93 - Desenho Técnico e Topografia.
- Parecer CFE nº 28/93 - Desenho Técnico Arquitetura, Desenho Topográfico e
Desenho de Interiores.
26. ORLANDO MENDONÇA
Disc: Ciências Jurídicas e Sociais.
Tit.: - Bacharel em Direito - Univ. de Uberlândia/MG - 1973.
- Bacharel em Administração - UNIMAR - 1976.
- Licenciado em formação Especial do Ensino de 2º. Grau -UNIMAR -
1979.
- Especialista em Análise Financeira e Auditoria - FECEA/PR -1979.
- Especialista em Decisões de Mercado - Empresa-Escola -UNIMAR -
1977.
27. PATRÍCIA DATILO
Disc: Introdução à Ciência da Computação
Linguagem Cientí f i c a de Programação Tit.: - Graduada em Tecnologia em
Processamento de Dados - UNESP -1987
- Mestrando em Informática - área de concentração: Redes de
Computadores - UFSCar
- Docente da UNIMAR desde 1991.
28. PATRÍCIA SILVEIRA MALHEIROS
Disc: Estudo de Problemas Brasileiros Tit.: - Graduada em
Ciências Sociais - UNESP - 1985.
- Mestre em História e Sociologia - UNESP - 1990.
- Docente Universitária desde 1988.
- Parecer CFE nº 300/91 - Fundamentos de Ciências Sociais e Estudo de
Problemas Brasileiros.
- Parecer CFE nº 148/93 - Sociologia e Estudos de Problemas Brasileiros.
29. PAULO EDUARDO SILVEIRA
Disc: Física Experimental
Eletricidade Tit.: - Graduado em Engenharia Elétrica -
Modalidade: Eletrônica -USP - 1989.
- Mestrando em Instrumentação em Hidráulica - USP.
- Docente da UNIMAR desde 1992.
30. ROSALINA MONTEIRO DE QUEIROZ RAVAZZI
Disc: Educação Física - Prática Desportiva
Tit.: - Graduada em Educação Física - Fac. Int. de Marília - 1981.
- Especialista em Metodologia do Ensino Superior - Faculdades
Integradas de Marília - 1984.
- Especialista em Ginástica - Faculd. Integ. de Marília.
- Docente de Educação Física há 8 anos.
- Parecer CFE nº 300/91 - Educação Física.
- Parecer CFE nº 590/92 - Educação Física e Prática
Desportiva I e II.
- Parecer CFE nº 148/93 - Educação Física e Prática
Desportiva
31. SANDRA CRISTINA P. MARQUES A. DE SOUZA
Disc: Sistema de Esgoto
Sistema de Abastecimento de Água Técnicas de
Construção Tit.: - Graduada em Engenharia Civil - UNIP - 1982.
- Docente da UNIMAR desde 1991.
32. SEBASTIÃO CÉSAR ANDRADE LIMA
Disc: Educação Física - Prática Desportiva
Tit.: - Graduado em Educação Física - Fac. Int. de Marília - 1984.
- Graduado em Fisioterapia - UNIMAR - 1992.
- Especialista em Ginástica - UNIMAR - 1989.
- Professor Universitário há mais de 5 anos.
- Parecer CFE nº 25/93 - Educação Física/Prática Desportiva.
- Parecer CFE 25/93 - Educação Física/Prática Desportiva.
- Parecer CFE nº 148/93 - Educ. Física/Prática Desportiva.
33. SEBASTIÃO MARCOS RIBEIRO DE CARVALHO Disc: Física e Física
Experimental Tit.: - Licenciada em Matemática - Fund. Tamoios de Tupã - 1972.
- Especialista em Física - CENAFOR-SP - 1979.
- Especialista em Matemática - UNIMAR - 1989.
- Mestrando em Agronomia - Energia na Agricultura - UNESP de
Botucatu.
- Professor Universitário há mais de 5 anos.
- Parecer CFE 25/93 - Física.
- Parecer CFE 26/93 - Física.
34. SILVELY SALOMÃO
Disc: Fundamentos de Matemática Elementar
Cálculo Tit.: - Graduada em Matemática -
UNESP - 1988.
- Mestrando em Ciências Exatas - UESC.
- Docente universitária desde 1990.
35. VÂNIA MARIA PESSO PAMPOLHA
Disc: Técnica e Economia de Transportes
Transporte Aéreo e construção de Aeroportos Tit.: - Graduada em
Engenharia Civil - USP - 1986.
- Mestre em Engenharia de Transportes - USP - 1990.
- Doutorando na área de Transportes - USP.
- Docente da UNIMAR desde 1992.
36. VÂNIA PASSARINI TAKAHASHI
Disc: Fundamentos de Engenharia de Segurança
Administração e Controle de Projetos e Obras. Tit.: - Graduada em
Engenharia de Produção Mecânica: Materiais UFSCar - 1990.
- Mestrando em Engenharia Mecânica - área de Fabricação UFSCar
- Professora da UNIMAR desde 1992.
37. VITALINO PIRES
Disc: Fundamentos de Matemática Elementar
Introdução à Ciência da Computação Tit.: - Licenciado em Matemática - Instituição
Tamoios de Ensino -1971.
- Licenciado em Pedagogia - UNOESTE - 1975.
- Especialista em Geometria - UNOESTE - 1977.
- Especialista em Física - CENAFOR - 1978
- Professor Universitário desde 1973.
- Parecer CFE 2996/76 - Física e Física Aplicada.
- Parecer CFE nº 548/91 - Estágio Supervisionado I e II, Software I e II
e Laboratório I, II, III e IV.
- Parecer CFE nº 549/91 - Estágio Supervisionado I e II, Software I e II
e Laboratório I. II, III e IV.
38. VÍTOR MANUEL C. DE S. VIOLANTE Disc:
Mecânica dos Solos
Programação Econômico-Financei ra Tit.: - Graduado em
Engenharia civil - UFSC - 1988.
- Especialista em Modelos Numéricos em Geometria Laboratório
Nacional de Engenharia Civil - Lisboa -Portugal - 1989.
- Professor da UNIMAR desde 1990.
IV - DECISÃO DO PLENÁRIO
O Plenário do Conselho Federal de Educação aprovou,por una-
nimidade a conclusão da Câmara.
Sala Barreto Filho, em 22 de 02 de 1994.
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