
i) Universidade Federal do Rio de Janeiro - Maria Helena Silvei
ra
j) Universidade Federal Fluminense - Nildo Alves, 1986.
1) Centro de Pesquisas Literárias da PUC - Regina Zilbermann,
1981, Wagner, 1983, Cadermatoni, 1985, Regina Zilbermann con
tinua os estudos.
Certamente a informação não pretende esgotar os es-
tudos que se fazem, no país, em torno do livro didático, espe-
cialmente nos cursos de Pós-Graduação em Educação, nas Universi-
dades.
Cumpre lembrar, ainda, que o MEC tem promovido
inume-ros Seminários e constituido Comissões para estudo do tema
do li-vro didãtico, em diferentes oportunidades. Forçoso é ter
presente que tais iniciativas incidem,fortemente, sobre os
livros didãti-cos para o ensino fundamental. 0 autor desta
Indicação, ao citar as Secretarias de Educação Básica e de 2º
grau do MEC, como instituições que devem participar dos estudos,
excluindo a de Educa ção Superior, parece pretender que as
discussões se processem em torno do livro didático para o ensino
fundamental e o médio. Com tais discussões, todavia, em que se
pretende reunir, além de representantes das Secretarias
indicadas, membros de Comissão de Cur rículo deste Colegiado,
representantes do INEP e pesquisadores, o autor propõe "que, da
análise dos dados e sugestões já existen tes, possam ser
estudadas soluções conjuntas para valorização do livro didático.
( O grifo é nosso).
A proposta não está muito clara, para esta relato-
ra, tendo em vista que o extraordinário crescimento do programa
de livros didáticos, assim como os cursos de atualização de pro
fessores, informados no texto da indicação e, ainda, os numero-
sos estudos que se processam sobre o livro didático, tudo pare-
ce induzir â percepção de que se valoriza, crescentemente, o uso
do livro didático, em nossas escolas. Mas é claro, na Indicação,
que a quantidade não seria o problema atual e, sim, a qualidade
dos livros. ( Não cabe discutir a conveniência desta cisão).
A valorização se dirigiria ao conteúdo atual do li-
vro didático? 0 autor cita problemas relacionados aos conteúdos
dos livros de História do Brasil e invoca o despreparo dos pro-
fessores para a avaliação e Seleção de livros para o ensino. De
um lado, o problema estaria na editoração de livros didáticos de