
das neste campo de atividade vem promovendo congressos , semina
rios , cursos e reuniões de especialistas. E de registrar-Òe
também o aparecimento crescente de boletins
e revistas que tra
tam
do assunto .
Existem hoj e , no Brasil, trinta cursos de Biblioteconomia em
nivel de graduação, seis cursos de pos-graduação em nivel de mestrado e um em
nivel de doutorado . Todos os cur sos de Biblioteconomia em nível de
graduação são reconhecidos pelo CFE, ã exceção do maio recente, da
Universidade Federal de Goiás .
Os seis Cursos de Mestrado funcionam: um no Instituto Brasileiro
de Informação em Ciências e Tecnologia (IBICT), órgão do CNPq,atuan do
no Rio de Janeiro, e que não se intitula "Mestrado em Bibliotecono mia"
, mas "Mestrado em Ciência da Informação" , e foi cria-do em 1970; outro na
UFMG, criado em 1976; o terceiro na UFPb, criado em 1978; o quarto na PUC
de Campinas, também de 1978; o quinto na UnB, ainda de 1978; e o mais
recente na USP, criado em 1980. Destes Cursos de Mestrado dum são 1°
credenciado,o da UFMG.
O Curso de Doutorado, único existente, é da USP, criado em 1980.
Fato importante na vida da orofissão de Bibliotecário foi a
criação da Associação Brasileira de Ensino de Biblioteconomia e Docu-
mentação (ABEBD) , em 196'7, em São Paulo. A ABEÍD se oropõe congregar
D
o coroo docente dos Cursos de Biblioteconomia, criando uma comunidade
empenhada em buscar a solução de seus problemas, em atualizar os cur-
rículos plenos adotados nas várias Escolas e em promover permanente -
mente o aperfeiçoamento dos professores desta ãrea. Com esta última fi
nalidade, vem organizando e promovendo o intercâmbio de experiências
em nível nacional e internacional, cuidando de promover reuniões e
simpõsvisando a este objetivo.
O Conselho Nacional de Biblioteconomia, com sede em Brasília,
encarrega-se do seguimento do exercício profissional.
Em 1971, em reunião realizada em Belo-Horizonte, a ABEDD se
oronunciou favoravelmente ã necessidade da revisão do currículo míni-
mo vigente para o Curso de Biblioteconomia. Durante os anos seguintes,
as Instituições que mantêm o Curso de Biblioteconomia se foram expres
sando no mesmo sentido. Em 1979, o CFE solicitou sugestões aos profis_
sionais da ãrea, tendo em vista a reformulação do currículo estabele-
cido em 1962,
A seguir, a Secretaria do Ensino Superior do MEC organizou um
Grupo de Trabalho, constituído Dela presidente da ABEpD, por professo
res da UFMG, USP,UFPb,UFPr, UnB e do IBICT, bem como cor assessores
técnicos da própria SESu.
Este Grupo de Trabalho apresentou uma proposta de
Reformulação do Currículo Mínimo de Biblioteconomia, que em março de
1981 foi encaminhada ao CFE. Designado o atual relator para o
processo em apreço, o mesmo solicitou da Secretaria Geral do CFE que a
Proposta de Reformula. ção fosse enviada a todas as Instituições que
mantêm Curso de Bibliote conomia, nos vários níveis. Muitas foram as respostas,
a grande maioria se manifes
tando favoravelmente ao esboço apresentado, o qual será aproveitado, em sua maior par
te, no presente Parecer.