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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA
CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO
INTERESSADO/MANTENEDORA: INSTITUTO MAUÁ DE TECNOLOGIA.
UF
SP
ASSUNTO"
Autoriza
ç
ão
(p
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j
eto
)
Para funcionamento da habilitação En
g
enha
r
ia de
p
rodução Mecanica
pela Escola de Engenharia Mauá
RELATOR: SR. CONS. PAULO ALCÂNTARA GOMES.
PARECER No. , CÂMARA OU COMISSÃO APROVADO EM 815-94
CESu (1o. Grupo)
PROCESSO No
23001.001115/90-19.
1 - RELATÓRIO
O Instituto Mauá de Tecnologia, pelo Parecer CFE no 723-93 deve aprovado seu pedido de
autorização (carta-consulta) de habilitação, Engenharia de Produção Mecânica, do curso de Engenharia mecânica
para funcionar na Escola de Engenharia Mauá, estabelecimento de ensino superior isolado particular, instalado
no Município de São Caetano do Sul, Estado de São Paulo. Pelo citado Parecer foram fixadas em 100 (cem) as
vagas totais anuais, com duas turmas, turno diurno.No prazo regulamentar o interessado apresentou a esta
Conselho o projeto do referido curso, elaborado segundo a Resolução CFE no. 01/93. O presente Parecer foi
concebido com base nos dados constantes do processo.
A fim de atender as determinações contidas no parágrafo primeiro do artigo 25 da Resolução 01/93 do
CFE, a Mantenedora encaminhou reformulações que dizem respeito a:
qualificação e idoneidade dos dirigentes, acompanhado de síntese de seus currículos, que passa a
ser o seguinte:
Presidente - Victor Carlos Fillinger, Vice-Presidente - Victor Baruzzi, 1o. Secretário -
Fernando Viegas Borba, 2o. Secretário - Roberto Bartolomeu Berkes. É encaminhado, também o currículo do
novo Superintendente Administrativo Eng. Dorival Frederico Andriolo, em sustituição ao Eng. Adriano
Murgel Branco.
Acrescentaram-se ao processo os balanços patrimoniais de 1990 e de 1991 Atualizaram-se os
números de engenheiros que a Escola de Engenharia Mauá já formou, assim como o número de cursos de
graduação por ela oferecidos
Foram juntos o recibo de Declaração de Isenção de Imposto de Renda exercício de 1992, cópias
das Guias de Recolhimento da Previdência Social de fevereiro de 1992 a março de 1993, comprovantes de
pagamentos, no mesmo período, do PIS e do FGTS
O planejamento econômico-financeiro foi atualizado para UFIR Juntaram-se
os dados referentes aos concursos vestibulares realizados pela Escola de Engenharia Mauá relativo aos anos de
1990, 1991,1992 e 1993
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Os dados relativos ao 24o. Distrito Geoeducacional foram atualizados no que se refere à
sua caracterização , assim como foram incorporadas informações sobre o ensino superior e
as conclusões de ensino médio em São Paulo - Município e Região Metropolitana
Por fim, foram atualizados os dados referentes ao grau de interesse pelo curso e o
mercado de trabalho
Estando, pois, todas as recomendações atendidas de acordo com o contido na Resolução
CFE 01/93 está o processo em condições de ser examinado, e é o que passo a fazer.
BASES LEGAIS FILOSÓFICAS, SÓCIO-CULTURAIS E INSTITUCIONAIS.
Ao propor a criação da habilitação Engenharia de Produção Mecânica, em São Caetano do Sul, a
Mantenedora considerou o ordenamento jurídico-normativo que preside esse tipo de procedimento, em
especial a Lei 5540/68 que estabelece a estrutura e o funcionamento do ensino superior, a Resolução CFE
no. 01/93 que fixa normas para autorização e funcionamento de cursos de graduação e instituições
isoladas de ensino superior e dá outras providências, e, a Resolução CFE no. 48-46 que fixa os mínimos
de conteúdo e de duração do Curso de Engenharia.
Em termos filosóficos, o curso em questão se propõe através da difusão de conhecimentos
científicos para a formação de profissionais em nível de graduação, pós-graduação e/ou extensão,
aptos ao exercício profissional conforme as exigências do mercado de trabalho e do País. Porém, que
este seja dotado do ponto de vista filosófico, de uma visão social-humanística que lhes confira
capacidade de trabalho com vistas ao bem estar coletivo e a promoção do homem em suas múltiplas
dimensões.
O Instituto Mauá de Tecnologia se caracteriza basicamente como entidade de ensino e pesquisa
do campo tecnológico, enfoque esse que o consagrou como uma das instituições particulares de ensino
superior do mais elevado nível no campo da engenharia.
Não obstante sua preocupação tecnológica, defrontou-se sempre com interfaces de natureza
econômica, social, e de relações humanas. O engenheiro convive em sociedade, em empresas onde
freqüentemente galga posições de liderança ou de comando.
Com base nesse referencial, a Escola de Engenharia Mauá implantou, através da atividade
extracurricular, cursos e encontros voltados para a integração da escola-empresa, com a participação
efetiva das empresas de todos os setores da economia. Essa visão integrada da empresa ,
especialmente no campo industrial-mecânico despertou vivo interesse dos engenheiros e dos
estudantes de engenharia.
A gestão das atividades industriais-produtivas, exigem uma integração e uma interação efetiva
com o meio comunitário..Produz-se para benefício dos homens e da comunidade. Esses fatos levaram
a buscar a criação da habilitação Engenharia de Produção Mecânica de vez que a Escola de
Engenharia Mauá vem ha mais de 29 anos oferecendo o ensino de engenharia, com boa tradição e
qualidade.
A Instituição não é neófita, vem ministrando cursos de engenharia nos campos da engenharia
civil, da engenharia elétrica, da engenharia mecânica, da engenharia metalúrgica, da engenharia
química, da engenharia sanitária e da engenharia de alimentos.
OBJETIVOS.
A habilitação ora proposto visa não só complementar o ensino das
engenharias ensinadas pela Instituição, como também atender a demanda do mercado na procura de
profissionais que se destaquem pela capacidade intelectual (essencial para a tomada de decisão e de
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soluções de problemas), capacidade de comunicação (capacidade de auto-expressão), capacidade de
compreensão institucional ( entender a organização nos seus mínimos detalhes), e, capacidade de
auto-desenvolvimenrnto (resposta a desafios).
Na preocupação de atender aos objetivos anteriormente descritos, é intensão da escola oferecer
um profissional diferenciado, seguir uma linha de inovação e pesquisa, e, finalmente, qualidade de
produto.
PERFIL PROFISSIOGRAFICO.
A estrutura curricular proposta tem como objetivo formar profissionais engenheiros mecânicos,
cuja ênfase se dá na Produção. O parque industrial brasileiro no setor da indústria mecânica, mecânica
fina, mecânica leve e pesada, assim como no mais recente setor de interface entre a mecânica e a
eletrônica, ou seja a mecatrônica estão a demandar por profissionais qualificados e competentes para
geri-lo, que tenham tido contacto na faculdade com o mais recente estado d'arte.
A estratégia curricular apresenta forte preocupação em ombrear a teoria e a praxis ,
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR.
A organização curricular está concebida no Anexo I deste Parecer
Consta do Anexo I deste parecer o elenco das disciplinas que integram o respectivo currículo
pleno, com as respectivas cargas horárias, ementários e bibliografias básicas. •
CORPO DOCENTE.
O Corpo Docente indicado para responder pelo ensino das disciplinas do Currículo Pleno, é
composto 34 professores cujos curricular vitae estão apresentados no Anexo II deste parecer
Este Corpo Docente atende à Resolução CFE 20/77. A qualificação profissional de cada docente
é comprovada pelos respectivos "curricula vitae" acostados ao processo. Os professores declaram
disponibilidade horária para lecionar no curso, firmando, inclusive, o Termo de Compromisso
Docente.
Informa o processo que os docentes serão contratados pela Mantenedora segundo as leis
trabalhistas, observados os critérios e as normas regimentais.
Como programa de capacitação docente, a entidade considera o desenvolvimento, a implantação
de uma plano de carreira e a promoção de pós-graduação "lato sensu", de maneira a alcaçar um quatro
docente compatíves com as exigências crescentes de qualidade. Para tanto reservou 10 (dez
por cento) sobre o resultado das despesas de capital para propiciar meios que subsidiem a melhoria do
desempenho dos professores.
As verbas anotadas dentro dessa rubrica serão destinadas segundo a recomendação das chefias de
departamentos, e ou serão aplicadas na promoção de cursos "interna corporis"para a atualização e o
treinamento de docentes em novas técnicas didático-pedagógicas.
ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA DIDÁTICO-PEDAGÓGICA E SETORES
COMPLEMENTARES .
A Escola de Engenharia Mauá tem sua organização administrativa e didático-pedagógica regida
por disposições legais e regimentais..
A Escola que já vem a mais de 25 anos formando profissionais em diversos ramos da
engenharia, tendo ,por isso mesmo, sua estrutura integrada pelos seguintes órgãos colegiados:
Congregação, Conselho Departamental, Diretoria e Departamentos, cujas competências e
constituição encontram-se definidas no Regimento já aprovado por este Conselho.
Para atender a proposta de criação da modalidade de Produção, no curso de Engenharia Mecânica
que já vem prelecionando, estão sendo criado um novo departamento de Enge-nharia Mecânica de
Produção.
Os órgãos de apoio administrativo da Escola, também já existentes são: Secretaria,
Biblioteca e demais serviços técnicos necessários a consecução dos objetivos tencionados.
ESPAÇO FÍSICO E RECURSOS MATERIAIS.
O Instituto Mauá de Tecnologia para abrigar a habilitação Engenharia de Produção mecanica do
Curso de Engenharia Mecânica, utiliza-se de conjunto de prédios próprios situados no denominado
Campus de São Caetano do Sul, significando uma gleba de terreno com aproximadamente 130.000
m.2. Nessa gleba estão edificados 25.000 m.2 totalmente utilizados para fins didáticos, de pesquisa, de
consultoria e pela administração escolar. Segundo a Instituição, os prédios que abrigam a Escola estão
em boas condições de conservação.
Para aquisição de móveis, instalações e utensílios foi estabelecido um percentual de 20% (vinte
por cento) sobre o resultado das despesas de capital.
Para manutenção de móveis, instalações e utensílios foi previsto percentual de 10% (dez por
cento) sobre os resultados das despesas de capital.
Para a aquisição e enriquecimento de material bibliográfico, principalmente novos títulos
produzidos pelo mercado editorial, estão reservados 20% (vinte por cento) sobre os resultados das
despesas de capital.
O Laboratório de informática conta com 36 microcomputadores XT IS/30 Plus II EGA 12
microcoputadores idênticos aos anteriores mas dotados de "digigraf mouse bus", 7 impressoras "rima"
e uma impressora "mônica".
A Biblioteca está sob a responsabilidade de profissional devidamente habilitado, funcionando
diariamente das 07,30 às 17,00 horas, e aos sábados das 08,00 às 12,00 horas.
A Biblioteca possui regulamento próprio disciplinando o sistema de registro, serviço de
empréstimo, sistema de consultas, etc.
Ocupa a Biblioteca, no presente momento, espaço físico de 610,00 m.2, dos quais 312,00 m.2 se
destinam ao acervo. 224,00 m.2 se destinam aos usuários, ficando os 74,00m.2 restantes ocupados
pela sua administração.
O acervo está classificado de acordo com o Sistema Decimal Universal - CDU -, e a catalogação
obedece ao Sistema Anglo-Americano - Catálogo Sistemático.
Há 21.131 títulos com 42.397 exemplares, 62 periódicos são recebidos regularmente e conta,
ainda com uma videoteca com 27 diferentes vídeos.
ATIVIDADES DE EXTENSÃO.
Quanto as atividades de extensão as mesmas serão desenvolvidas através de atividades
extracurriculares, semanas de estudos, palestras, seminários e debates.
PLANEJAMENTO ECONÔMICO-FINANCEIRO.
Integra o processo o planejamento econômico-financeiro, acrescido de posterior memória de
cálculo encaminhada juntamente com as reformulações do processo original, destacando-se as fontes
de receitas, as categorias das despesas e a previsão de investimentos para o período de implantação do
referido curso-habilitação.O presente processo foi encaminhado ao SESu/MEC, de acordo com a
legislação vigente à época, tendo sofrido, depois, reformulações que objetivaram atender as novas
formulações normativas do Conselho Federal de Educação.
III - VOTO DO RELATOR
Diante do exposto, atendidas as exigências da Resolução CEE no 01/93,_,vota o Relator
favoravelmente a aprovação do projeto para o funcionamento da habilitação Engenharia de
Produção do curso de Engenharia Mecanica ministrada pela Escola de Engenharia Mauá, mantida
pelo Instituto Mauá de Tecnologia, no Município de São Caetano do Sul, Estado de São Paulo, com 80
vagas totais.anuais, em duas turmas no tumo diurno.conforme o Parecer CFE nº 723-93
Aprovado o presente Parecer, o referido processo deverá ser encaminhado à SESu/MEC para os
procedimentos relativos à designação de Comissão Verificadora, nos termos dos artigos 19 e 20 da
Resolução CFE no. 01/93.
III - CONCLUSÃO DA CÂMARA.
A Câmara de Ensino Superior 9- Io. Grupo) acompanha o voto do Relator.
Sala das Seções, 1994.
ANEXO I
Organização Curricular
O currículo pleno proposto a seguir pela
Escola de Engenharia Mauá, com sua respectiva seriação
anual, obedece a Resolução CFE-48/76 que fixa os
minimos de duração e conteúdo para o curso de
Engenharia.
Série/disciplina
Total
Carga Semanal
Carga
Anual
Teo Exe Lab
1o. Ano
Física Geral I
Desenho
Vetores e Geometria Analítica
Computação
Química Geral
Ofcina Elétrica
Oficina Mecânica
Educação Física
Subtotal
2o. Ano
Física Geral II
Mecânica
Cálculo II
Cálculo Numérico
Estatística
Resistência dos Materiais
Elementos de Máquinas
Ecologia
Oficina Mecânica II
Subtotal
3o. Ano
Administração I
Mecânica dos Fluidos e Máquinas
Hidráulicas Eletrotécnica I
Construção de Maquinas
Materiais de Construção
Mecân.III Termodinâmica e Máquinas
Térmicas Economia Sistemas de
Informação
Subtotal
4o. Ano
Pesquisa Operacional
Gerenciamento da Produção
Tecnologia de Produção
Gerenciamento de Manutenção
Dinâmica de Sistemas
Transmissão de Calor II
Controle do Processo Produtivo
Subtotal
5o. Ano Direito Planejamento e
Gerenciamento de
Projetos Industriais Projeto
de Formatura Higiene e Segurança
no Trabalho Projeto do Produto
Administração II
Gerenciamento da Qualidade
Automação d: Processo Prodativa
Estagio Supervisionado
Subtotal
17
otal Geral 86 29 31 4.380
Total {*) 4 .200
(*) Excluída a carga horária de Educação Fisica (60h)
e Estagio Supervisionado (120h).
ANEXO II
Corpo Docente
FÍSICA GERAL I
FRANCISCO MAURO WITKoWSKI
FORMAÇÃO:
Bacharel em Física pelo Instituto de Fisica da
USP - 1969 Mestre em Fisica pelo Instituto
de Física da
USP - 1972 Doutor em Ciências pelo Instituto
de Física Teórica - 1976
ATIVIDADE DOCENTE:
Fisica II - Faculdade de Filosofia, Ciências e
Letras de Santo Amaro - 1972/197 9
Física e Mecânica - Faculdade de Filosofia, Ciências
e Letras Oswaldo Cruz - desde 197 6
Cálculo II - Escola de Engenharia Mauá - desde 198 8
Física Geral I - Escola de Engenharia Mauá - desde
1989
PARECER DO CFE:
1301/73 - Estrutura da Matéria - Faculdade de
Filosofia, Ciências e Letras de Santo Amaro
SUCLYDES CAVALLARI
FORMAÇÃO:
Engenheiro Civil - Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo - 1953
ATIVIDADE DOCENTE:
Física - Escola Politécnica da Universidade de São
Paulo - 1958/1970
Física Geral - Escola de Engenharia Mauá - desde
1962
Saneamento - Escola de Engenharia Mauá - desde 1971
Hidrogeologia - Escola de Engenharia Mauá - desde
1984
PARECERES DO CFE:
1643/76 -Física Geral - Escola de Engenharia Mauá
232/85- Física Geral; Saneamento; Hidrogeologia -
Escola de Enaenharia Mauá
DESENHO
CARLOS PEREIRA. DE CASTRO
FORMAÇÃO
Engen cnica da heiro Eletricista - Escola Polité
Universidade de São Paulo - 1939
Livre Docente - Engenharia - Faculdade de
Arquitetura e Ur banismo da Universidade de
São Paulo - 1964
ATIVIDADE DOCENTE:
Geometria Descritiva - Faculdade de Arquitetura e
Urbanismo da Universidade de São Paulo - 1945/1981
Geometria Descritiva - Universidade Mackenzie -
1964/1974
Geometria Descritiva - Escola de Engenharia Mauá -
desde 1962
PARECERES DO CFE:
232/85 - Desenho; Geometria Descritiva - Escola de
Engenharia Mauá
1643/76 - Geometria Descritiva - Escola de
Engenharia Mauá
SYLVIO NISKIER
FORMAÇÃO:
Engenheiro Civil - Universidade Mackenzie - 1947
ATIVIDADE DOCENTE:
Geometria Descritiva - Faculdade de Engenharia da
Universidade Mackenzie - 1951/1969
Ciências Gráficas - Universidade Mackenzie -
1970/1981
Geometria Descritiva - Escola de Engenharia de
Barretos - 1966/1969
Geometria Descritiva - Escola de Engenharia da
Fundação Armando Alvares Penteado - 197 0/1981
PARECERES DO CFE .
232/85 - Geometria Descritiva - Escola de Engenharia
Mauá
1643/7 6 - Geometria Descritiva - Escola de
Engenharia Mauá
HELENA BRITTO PASSOS GERSON
FORMAÇÃO:
Engenheiro Civil - Escola de Engenharia Mauá -
1986
Inscrita em curso de pós-graduação a nivel de
mestrado na Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo, na área de
Computação Gráfica, com todos os crétidos
concluídos e aprovada no Exame de
Qualificação, com defesa de dissertação
prevista para 1994.
ATIVIDADE DOCENTE:
Desenho - Escola de Engenharia Mauá desde 198 9
VETORES E GEOMETRIA ANALÍTICA
PAULO NOBURU NAKAZATO
FORMAÇÃO:
Engenheiro Metalurgista - Escola de Engenharia
Mauá - 1966 Matemática - Faculdade de
Filosofia, Ciências e
Letras de Guarulhos - 1984
ATIVIDADE DOCENTE:
Cálculo Diferencial e Integral - Faculdades Oswaldo
Cruz - 1972
Cálculo Diferencial e Integral - Faculdades
Integradas Ibirapuera - desde 1981
Vetores e Geometria Analítica - Escola de Engenharia
Mauá desde 1987
PARECER DO CFE:
216/85 - Matemática - Faculdades Integradas
Ibirapuera
TRAJANO COUTO MACHADO
FORMAÇÃO:
Engenheiro Civi: - Escola Politécnica cia
universidade de São Paulo - 1961 Livre
Docente - Universidade Federal do Paraná -
ATIVIDADE DOCENTE:
Geometria Analitica - Escola de Engenharia de Lins -
1954/1969
Cálculo - Faculdade de Enaenharia Industrial -
1963/19C7
Vetores e Geometria Analítica - Escola de Engenharia
Mauá - desde 1967
PARECER Dl CFE:
232/85 - Vetores e Geometria Analítica
ELOIZA GOMES BOSCAINO
FORMAÇÃO:
Licenciada em Matemática - Universidade
Mackenzie - 1978 Bacharel em Matemática -
Universidade Mackenzie
- 1979 Mestre em Matemática - Pontifícia
Universidade
Católica de São Paulo - 1993
ATIVIDADE DOCENTE:
Vetores e Geometria Analítica - Escola de Engenharia
Mauá desde 198 9
Cálculo I - Escola de Engenharia Mauá - 1993
CALCULO I
RENATE GOMPERTZ WATANABE
FORMAÇÃO:
Licenciado em Matemática - Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo - 1953
Mestre em Ciências -Universidade de Illinois -
USA - 1964
ATIVIDADE DOCENTE:,
Álgebra Moderna, Álgebra Linear, Cálculo, Vetores e
Geometria Analítica e Fundamentos da Matemática -
Universidade Mackenzie - desde 1964
Matemática - Universidade Federal de São Carlos -
Topologia - Faculdades Oswaldo Cruz - 1973
Vetores e Geometria Analítica - Escola de Engenharia
Mauá - desde 1988
ROBERTO ROMANO
FORMAÇÃO:
Licenciado e Bacharel em Matemática pela
Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras
da Universidade de São Paulo - 1959
Doutor em Ciências pela Universidade de São
Paulo - 1967
ATIVIDADE DOCENTE:
Cálculo I e Calculo II - Escola de Engenharia Mauá
desde 1990
PARECERES DO CFE:
866/70 - Calcule Numérico - Escola de Engenharia
de
Itatiba
272/71 - Calcule Diferencial e Integral - Faculdade
de Engenharia de Mogi das Cruzes
4628/75 - Estatística, Matemática Processamento de
Dados e Análise de Sistemas - Escola de
Administração de Empresas Fundação Getúlio
Vargas .
COMPUTAÇÃO
JORGE TREVISAN
FORMAÇÃO:
Engenheiro Eletricista - Ênfase Eletrônica -
Escola de Engenharia Mauá - 197 9
Mestre em Engenharia - Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo - 1991
ATIVIDADE DOCENTE
Computação - Escola de Engenharia Mauá - desde 1983
PARECER DO CFE:
493/90 - Computação - Escola de Engenharia Mauá
MÁRCIO VIEIRA SOARES
FORMAÇÃO
Engenheiro Naval - Escolar Politecnica da
Universidade de São Paulo - 1989 Inscritos em curso de
pós graduação a nivel de mestrado no Instituto de Pesquisas
Energét i ca s Nucleares da Universidade de
São Paulo
Computação Escolar de Engenharia Mauá desde 1992
Fisica- Curso Educabras (São Paulo -sp) 1979-1987
QUÍMICA GERAL
ANTÔNIO MACHADO FONSECA NETO
FORMAÇÃO:
Químico - Faculdade de Filosofia, Ciências e
Letras da Universidade de Sao Paulo - 1962
Doutor em Ciências - Universidade Estadual
Paulista - Júlio de Mesquita - 1975
ATIVIDADE DOCENTE: , .
Química Gerai e Inorgânica - Universidade Mackenzie
Química Analítica - Faculdade de Filosofia da Escola
Superior de Química Oswaldo Cruz - desde 1966
Química Analítica - Faculdade de Filosofia do
Instituto de Tecnologia de Barretes - 1969/1971
PARECERES DO CFE:
323/85 - Química Geral; Química Inorgânica;
Laboratório de Química Geral - Escola de Engenharia
Mauá
1643/76 - Química Geral - Inorgânica - Escola de
Engenharia Mauá
LUIZ JOSÉ MESQUITA
FORMAÇÃO:
Engenheiro Químico - Escola de Engenharia Mauá -
" 1967
ATIVIDADE DOCENTE:
Química Geral e Inorgânica - Faculdade de Engenharia
Industrial - desde 1968
Química Analítica e Industrial - Fundação Armando
Alvares Penteado - desde 1969
Química Geral - Escola de Engenharia Mauá - desde
1968
Química Analítica III - Escola de Engenharia Mauá
desde 1988
PARECERES DO CFE: ,
1006/74 - Bioquímica e Cinética Química e
Eletroquímica - Faculdade de Filosofia, Ciências e
Letras de São Bernardo do Campo
1246/78 - referente ao processo 5396/77, para a
disciplina Química Geral, do curso de Engenharia
3686/75 - referente a: processo 151/74, para a
disciplina Química Analítica, do curso de Engenharia
Industrial
VICTOR ABOU NEHMI
FORMAÇÃO:
Engen a heiro Quimico: - Escola Politécnica d
Universidade de São Paulo - 1952
Mestre em Química - Instituto de Química da
Universidade de São Paulo - 1980 Especialização
- Datação e Materiais Antigos -
através da Radioatividade de Carbono - 14 -
Vale University - EUA - 1970
ATIVIDADE DOCENTE:
Química Geral - Faculdade Oswald Crus
Quimica Geral - Química Inorgânica - Sociedade
Educacional Hebraico Renascença
Física Geral - instituto de Física da Universidade
de São Paulo
Química Geral - Escola de Engenharia Mauá - desde
1988
OFICINA ELÉTRICA
ARGEO JORGE ROMIO
FORMAÇÃO:
Engenheiro Eletricista - Escola Politécnica da
Universidade de Sao Paulo - 1962
ATIVIDADE DOCENTE
Laboratório de Eletrotécnica
Escola de Engenharia
Mauá - desde 1966
PARECER DO CFE:
1643/76 - Máquinas Elétricas - Escola de Engenharia
Mauá
OFICINA MECÂNICA
MARCO STIPKOVIC FILHO
FORMAÇÃO:
Engenheiro Mecânico - Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo - 1961
Mestre em engenharia - Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo - 1984
Doutor em Engenharia - Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo - 1989
ATIVIDADE DOCENTE
Elementos de Máquinas - Escola de Engenharia da
Universidade Mackenzie - desde 1968
Construção de Máquinas - Escola de Engenharia da
Universidade Mackenzie - desde 1975
Projeto de Máquinas - Faculdade de Tecnologia do
Estado de São Paulo - desde 1971
Construção de Máquinas - Escola de Engenharia Mauá -
desde 1964
Máquinas Ferramenta - Escola de Engenharia Mauá
desde 1980
PARECER DO CFE:
1643/76 - Máquinas Operatrizes - Escola de
Engenharia Mauá
EDUCAÇÃO FÍSICA
GERALDO BARROS SILVA JÚNIOR
FORMAÇÃO:
Licenciado em Educação Fisica - Faculdade de Educação
Fisica de Santos - 1972
Especialização em Administração Desportiva -Escola de
Educação Fisica da Universidade de São Paulo -
198 0
ATIVIDADE DOCENTE:
Educação Fisica - Escola de Engenharia Mauá - desde
1975
PARECER DO CFE:
232/85 - Educação Física - Escola de Engenharia Mauá
FÍSICA GERAL II
EUCLYDES CAVALLARI
FORMAÇÃO:
Engenheiro Civil - Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo - 1953
ATIVIDADE DOCENTE:
Fisica - Escola Politécnica da Universidade de São
Paulo - 1958/1970
Física Geral - Escola de Engenharia Mauá - desde
Saneamento - Escola de Engenharia Mauá - desde 1971
Hidrogeologia - Escola de Engenharia Mauá - desde
1984
PARECERES DO CFE:
1643/76 - Física Geral - Escola de Engenharia Mauá
232/85 - Física Geral; Saneamento; Hidrogeologia -
Escola de Engenharia Mauá
FRANCISCO MAURO WTTKOWSKI
FORMAÇÃO:
Bacharel em Física - Instituto de Física da
Universidade de São Paulo - 1969
Mestre em Física - Instituto de Física da
Universidade de São Paulo - 1972-
Doutor em Ciências - Instituto de Física Tecnica
de São Paulo - 1976
ATIVIDADE DOCENTE:
Física II - Faculdade de Filosofia, Ciências e
Letras de Santo Amaro - 1972/1979
Física e Mecânica - Faculdade de Filosofia, Ciências
e Letras Oswaldo Cruz - desde 1970
Calcule II - Escola de Engenharia Mauá - desde 1988
Física" Geral I - Escola de Engenharia Mauá — desde
1989
APECER DO CFE:
1301/73 - Estrutura da Matéria - Faculdade de
Filosofia, Ciência Letras de Santo Amaro
MECÂNICA
AMADEU ZENJIRO MATSUMÜRA
FORMAÇÃO:
Matemático - Faculdade de Filosofia, Ciências e
Letras da Universidade Mackenzie - 1956
Mestre em Engenharia Mecânica - Escola
Politécnica da Universidade de São Paulo -
197 9
ATIVIDADE DOCENTE:
Mecânica Geral - Faculdade de Engenharia de Barretos
- 1973/197 4
Mecânica Geral - Faculdade de Ciências de Barretos -
1973/1974
Geometria Descritiva - Faculdade de Engenharia de
Barretos - 1972/1974
Desenho Técnico - Faculdade de Tecnologia da
Universidade Mackenzie - 1972
Mecânica - Escola de Engenharia Mauá - desde 1968
PARECERES DO CFE:
116/72 - Geometria Descritiva - Faculdade de
Filosofia 9 de Julho
232 /85 - Mecânica - Escola de Engenharia Mauá
443/65 - Geometria Analítica - Faculdade de
Tecnologia de Barretos
BARTOLOMEO ALBANESE
FORMAÇÃO:
Engenheiro Eletricista - Escola de Engenharia da
Universidade de Pisa Itália - 1945
Doutor em Engenharia Elétrica - Escola de
Engenharia da Universidade de Pisa - 1947
ATIVIDADE DOCENTE:
Química Tecnológica - Faculdade de Engenharia
Industrial
Cálculo Diferencial e Integral - universidade
Mackenzie
Mecanica geral .Universidade Mackenzie
Matemática e Física - Universidade Mackenzie Cálculo
Diferencial e Integral - Escola de Engenharia
Mauá - 1963/1966 Mecânica - Escola de Engenharia Mauá
- desde 1966
PARECERES DO CFE
232/85 - Mecânica - Escola de Engenharia Mauá 448/65
Mecânica Geral e Calculo Vetorial Faculdade
de Tecnologia de Barretos
1643/76 - Cálculo Diferencial e Integral - Escola de
Engenharia Mauá
CÁLCULO II
FRANCISCO MAURO WITKOWSKI
FORMAÇÃO:
Bacharel em Física - Instituto de Física da
Universidade de São Paulo - 1969
Mestre em Física - Instituto de Física da
Universidade de São Paulo - 1972
Doutor em Ciências - Instituto de Física Teórica
- 1976
ATIVIDADE DOCENTE:
Física II - Faculdade de Filosofia, Ciências e
Letras de Santo Amaro- 1972/1979
Física e Mecânica - Faculdade de Filosofia, Ciências
e Letras Oswaldo Cruz - desde 1976
"Calculo II Escola de Engenharia Mauá - desde 1988
Física Geral 1 - Escola de Engenharia Mauá - desde
1989
PARECER DO CFE:
1301/ 73
—
Estrutura da Matéria - Faculdade de
filosofia, Ciencias e Letras de Santo Amaro
DEMÉTRIO ELIE BARACAT
FORMAÇÃO:
Engenheiro Mecânica - Escola de Engenharia Mauá
Mestr cnica da e em Engennaria - Escola Polité
Universidade de São Paulo - 1982
Douto nica da r em Engenharia - Escola Politéc
Universidade do São Paul: - 1989
Transmissão do Calor - Escola de Engenharia Mauá -
desde 1987
Cálculo Numerico - Escola de Engenharia Mauá
Geometria Analitica- Escola de Engenharia Mauá
Computa~ção - Escola de Engenharia Mauá Cálculo II -
Escola de Engenharia Mauá - desde 1980.
PARECER DO CFE:
2226/78 -Fisica; Laboratório de Física - Instituto
Educacional Teresa Martin
CÁLCULO NUMÉRICO
JOSÉ JUSTINO CASTILHO
FORMAÇÃO:
Engenheiro Civil - Escola de Engenharia da
Universidade Mackenzie - 1947
ATIVIDADE DOCENTE:
de
Estatística e Matemática - Instituto Superior
Ciências Aplicadas
Cálculo Diferencial e Integral - Faculdade de
Engenharia Civil de Araraquara
Cálculo Diferencial e Integral - Escola de
Engenharia da universidade Mackenzie
Cálculo Numérico e Computação - Escola de Engenharia
Mauá - desde 1962
PARECERES DO CFE:
232/85 - Cálculo Numérico; Computação - Escola de
Engenharia Mauá
1643/76 - Cálculo Diferencial e Integral; Cálculo
Numérico, Nomograíia - Escola de Engenharia Mauá
ROBERTO ROMANO
FORMAÇÃO:
Licenciado e Bacharel em Matemática pela
Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da
universidade de São Paulo - 1959
Doutor em Ciências pela universidade de São Paulo -
1967
ATIVIDADE DOCENTE:
Cálculo I e Cálculo II - Escola de Engenharia Mauá
desde 1990
PARECERES DO CFE:
866/70 - Cálculo Numérico - Escola de Engenharia de
Itatiba
272/71 - Cálculo Diferencial e Integral - Faculdade
de Engenharia de Mogi das Cruzes
4628/75 - Estatística, Matemática Processamento de
Dados e Análise de Sistemas_ - Escola de
Administração de Empresas da Fundação Getúlio
Vargas.
ESTATÍSTICA
BORIS SCHNEIDERMAN
FORMAÇÃO:
Engenheiro Químico - Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo - 1944
Doutor em Engenharia Química - Escola
Politécnica da Universidade de São Paulo -
1967
ATIVIDADE DOCENTE:
Química Industrial - Escola Politécnica da
Universidade de Paulo - 1950/1971 São
Cálculo cie Reatores - Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo - 1971/1982
Termodinâmica Química Aplicada - Escola Politécnica
da Universidade de São Paulo -1974-1982
Estatística - Faculdade de Farmácia da Universidade
de São Paulo -1966-1971
Projeto de Reatores (Pós-graduação) - Escala
Politécnica da_Universidade de São Paulo - 1970/1982
Estatistica — Escola de Engenharia Mauá - desde 1969
Cálculo de Reatores - Escola de Engenharia Mauá
desde 1972
PARECERES DO CFE:
444/84 Estatistica; Calculo de Reatores - Escola
de Engenharia Mauá
232 /85 - Estatística Calculo de Reatores - Escola
de Engenharia Mauá
ANA VILLARES MUSETTI
FORMAÇÃO:
Bacharel em Estatística - Instituto_de _
Matemática e Estatística da Universidade de
São Paulo - 1977 Mestre em Estatística -
Instituto de Matemática
e Estatística da Universidade de São Paulo
- 1982
ATIVIDADE DOCENTE:
Estatística - Faculdade de Ciências Exatas e
Experimentais no Instituto Mackenzie -1981/1983
Estatística - Escola de Engenharia Mauá - desde 1988
AMILTON BRAIO ARA
FORMAÇÃO:
Licenciado era Matemática - Faculdade de
Filosofia, Ciências e letras de Santo André
-1972
Mestre_em Estatística - Instituto de Matemática
e estatística da Universidade de São Paulo
_ 1982
ATIVIDADE DOCENTE:
Cálculo 1 e Estatística - Escola de Engenharia Mauá
desde 1992
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS
ANTÔNIO ENNIO CRISPINO
FORMAÇÃO:
Engenheiro Civil - Escola Politécnica da
universidade de São Paulo - 1957
ATIVIDADE DOCENTE:
Resistência dos Materiais - Faculdade de Engenharia
Industrial - desde 1965
Resistência dos Materiais - Faculdade de Arquitetura
e Urbanismo Farias Brito - 1974/1982
Resistência dos Materiais - Escola de Engenharia
Mauá desde -1966
PARECERES DO CFE.:
232/85. - Resistência dos Materiais Resistência I
Escola de Engenharia Mauá
949/74 - Resistência dos Materiais I e II -
Faculdade de Engenharia Industrial
1051/72 - Materiais de Construção? s Detalhes
Técnicos de Construção e Resistência dos Materiais -
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Faria Brito
1643/76 - Resistência dos Materiais - Escola de
Engenharia de Mauá
RENATO JOSÉ PEREIRA DA COSTA MIRANDA
FORMAÇÃO:
Engenheiro Mecânico Industrial - Faculdade de
Engenharia Industrial - 1968
Espec ça do ialização em Engenharia de Seguran
Trabalho - Faculdade de Engenharia
Industrial - 1977
ATIVIDADE DOCENTE:
Resistência dos Materiais - Escola de Engenharia da
Universidade Mackenzie - 1969/1973
Sistemas Estruturais - Faculdade de Arquitetura
Farias Brito - 1975/1979
Resistência dos Materiais - Faculdade de Engenharia
Industrial - desde 1970
Resistência dos Materiais - Escola de Engenharia
Mauá - desde 1972
PARECERES DO CFE:
323/76 - Resistência dos Materiais - Faculdade de
Engenharia São Judas Tadeu
920/74 - Resistência dos Materiais - Faculdade de
Engenharia industrial
ECOLOGIA
GUIDO MORALEZ LOPES
FORMAÇÃO:
Engenheiro Civil - Universidade Mackenzie - 1963
Mestre em Engenharia - Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo - 1980
ATIVIDADE DOCENTE:
Fisica Geral I - Escola de Engenharia Mauá desde 1990
Saneamento e Portos, Rios e Canais - Escola de
Engenharia Mauá em 1991 Ecologia - Escola de
Engenharia Mauá a apartir de
ELEMENTOS DE MAQUINAS
BORIS ZAMPESE
FORMAÇÃO:
Engenheiro Mecânico - Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo - 1966
ATIVIDADE DOCENTE:
Elementos e Construção de Máquinas - Escola
Politécnica da universidade de São Paulo - 1957/1972
Elementos de Máquinas I e IV - Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo - desde 1973
Elementos de Máquinas - Escola de Engenharia da
Universidade Mackenzie - 1968/1970
Mecânica Aplicada - Escola de Engenharia cia
Universidade Mackenzie - 1959
Máquinas Operatrizes I e II Faculdade de
Engenharia cie Operação da Federação das Faculdades
Braz Cubas de Mogi das Cruzes - 1970/Í974
Operações Mecânicas - Centro Estadual de Educação
Tecnologica de São Paulo - 1970/1971
PARECER DO CFE
479/70 Elementos de Maquinas I E II e Maquinas
Operatrizes I e II - Faculdade de Engenharia de
Mogi das Cruzes
OFICINA MECÂNICA II
MARCO STIPKOVIC FILHO
FORMAÇÃO:
Engenheiro Mecânico - Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo - 1961 Mestre
em Engenharia - Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo - 1984 Doutor
em En genharia - Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo - 1989
ATIVIDADE DOCENTE:
Elementos de Máquinas - Escola de Engenharia da
Universidade Mackenzie - desde 1968
Construção de Máquinas - Escola _de Engenharia da
Universidade Mackenzie - desde 197o
Projeto de Máquinas - Faculdade de Tecnologia do
Estado de São Paulo - desde 1971
Construção de Máquinas - Escola de Engenharia Mauá -
desde 1964
Máquinas Ferramenta - Escola de Engenharia Mauá -
desde 1980
PARECER DO CFE:
1643/7 6 - Máquinas Operatrizes - Escola de
Engenharia Mauá
IV - DECISÃO DO PLENÁRIO
0 Plenário do Conselho Federal de Educação aprovou a Conclusão da
Câmara, com abstenção do voto dos Conselheiros Fabio Prado e
Cicero Adolpho da Silva
Sala Barretto Filho, em 17 de Outubro de 1994.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO
CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO - CFE
FOLHA DE PRESENÇA REFERENTE h SESSÃO PLENÁRIA
DO DIA _17/10/ 1994, REALIZADA AS _17 ________ HORAS.
REUNIÃO ORDINÁRIA DE _____OUTUBRO ___________ / 1.994,
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