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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA
CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO
INTERESSADO/MANTENEDORA UF
INSTITUTO SUPERIOR DE COMUNICAÇÃO PUBLICITÁRIA SP
ASSUNTO
Autorização para o funcionamento do curso de Arquitetura e
Urbanismo
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r em Conforto Ambiental e
Ecologia, da Faculdade Anhembi Morumbi, em São Paulo, SP.
RELATOR: SR. CONS. Virginio Cândido Tosta de Souza
PARECER Nº 613/93
CAMARA OU COMISSÃO
APROVADO EM 06/10/93
PROCESSO N.°
I - RELATÓRIO
0 Presidente do Instituto Superior de Comunicação
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Pelo Parecer CFE nº 469/92, homologado pelo Senhor
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orto em 28.09.92,
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estrutura curricular
,
vagas, duração e demais dados.
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O projeto atende à demanda social e é coerente com a
filosofia educacional e o projeto pedagógico da Instituição,
que possui, também, condições físicas e econômicas para mantê-
lo.
1. JUSTIFICATIVA
A proposta do Curso de Arquitetura, conforme exposto
no projeto nasceu de duas reinvidicações: a primeira, da
pesquisa feita para atender ao plano de extensão da futura
Universidade, onde a Comunidade de 3.498 pessoas, constituída
de alunos, professores, funcionários, empresários e moradores
do bairro, descreveram a sua expectativa em relação da criação
da Universidade.
"Deverá ser uma instituição aberta, critica e
criadora, liberal, justa e responsável ao realizar sua três
funções básicas: o Ensino, a Pesquisa e a Extensão. Foi dada
ênfase a cultura geral, à valorização do ser humano integral,
ao desenvolvimento tecnológico, aos atributos de
responsabilidade e honestidade, de criatividade e inovação, de
liderança, de respeito mútuo e de sociabilidade. A listagem
dos cursos e serviços apresentados é extremamente sugestiva,
dando ã futura Universidade uma diferenciação pluridisciplinar
bastante significativa."
A segunda é que' existe preocupação de parcela
significativa da sociedade, pela formação do arquiteto.
Considera-se importante que a base inicial de qualquer projeto
de organização territorial ou de edificação pública, analise
primeiro as necessidades básicas das cidades. Por exemplo, a
Arquitetura Brasileira não leva em consideração os deficientes
físicos. É sobretudo necessário que o ensino de Arquitetura
ressalte na filosofia do projeto, que também deve ser levado
em conta, os portadores de deficiência física.
A tese da proponente tem seqüência:
"É na formação do arquiteto que deve ser iniciada a
conscientização quanto aos aspectos de uma arquitetura a
serviço de todos, sem discriminação." (Revista Veja 08/9/93).
Da mesma forma, obrigatoriamente, a comunidade
precisa ser ouvida, para ser consultada em relação a reformas,
a planos diretores e preservação do patrimônio histórico. Os
grandes monumentos não podem sair unicamente das mentes
privilegiadas dos arquitetos. 0 que pode ser bom para ele,
pode ser péssimo para a população.
Outro diferencial específico a ser dado à formação
do arquiteto, será o conforto ambiental ao se tratar de
edifícios e moradias e do equilíbrio ecológico ao analisar-se
o meio ambiente.
Para ser sustentável a longo prazo, o
desenvolvimento industrial terá de mudar radicalmente em
termos de qualidade.
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"Em geral dever-se-á encorajar as indústrias e
atividades industriais a serem mais racionais, em termos de
eficiência nos usos de recursos naturais. Que gerem menos
poluição e resíduos e que se baseiam no uso de recursos
renováveis, mais do que no de não renováveis, e que minimizem
os impactos negativos irreversíveis sobre a saúde do homem e
do meio ambiente". (O nosso futuro comum - FGV, pg. 138).
2. OBJETIVOS E CONCEPÇÃO
Segundo consta do Parecer Técnico do Especialista,
"a concepção proposta atende aos objetivos de formação do
profissional de Arquitetura e Urbanismo. Está suficientemente
claro que sua tarefa além de assimilar os conhecimentos
próprios para conceber, projetar e construir espaços
habitáveis, será de um indivíduo com uma consciência clara de
seu compromisso social, crítico de sua realidade e de sua
possibilidade. Deverá conhecer os problemas da habitação e dos
serviços urbanos correlatos, assim como dos grupos sociais que
deles carecem. Identificará as questões sociais das
populações, e suas relações com a produção, com os
desequilíbrios do sistema econômico e com deterioração do meio
ambiente, etc.
A concepção do curso proposto não só leva em
consideração estes propósitos, mas tem, também, como princípio
básico, o conhecimento do consumidor destes serviços, quer
como indivíduo, quer como cidadão participante de uma
comunidade. É na formação do arquiteto que deverá ser iniciada
a conscientização quanto aos aspectos de uma arquitetura a
serviço de todos, sem discriminação, de poder econômico ou de
possibilidade física.
Da mesma forma, obrigatoriamente, a comunidade
precisa ser ouvida, sempre que seu habitat precisar ser
reformulado ou conservado. Outro diferencial proposto é o do
conforto ambiental, ao se tratar de edifícios e moradias e do
equilíbrio ecológico ao analisar-se o meio ambiente.
Conseqüentemente, os objetivos do Curso enquadram-se
nas premissas descritas, de maneira a formar um profissional
capacitado a administrar o conjunto de fatores técnicos,
construtivos, sócio-econômicos e culturais, que possibilitem
dentro de um espaço individual ou coletivo, a melhor qualidade
de vida para os indivíduos e para a própria cidade."
3. ESTRUTURA CURRICULAR
O currículo pleno proposto para o curso de
Arquitetura e Urbanismo, com concentração curricular em
Conforto Ambiental e Ecologia, apresenta uma carga horária de
4.216 ha, assim distribuída: Matérias Básicas, 780 ha;
Matérias de Formação Geral, 1.620 ha e Matérias de Formação
Profissional, 1.810 ha. Consta do Anexo I deste Parecer o
Currículo Pleno do Curso.
As ementas e a bibliografia básica apresentadas par
as disciplinas estão coerentes com os propósitos do curso.
Destaque-se do Parecer Técnico, que "as sugestões
sobre a estrutura curricular, ementas e bibliografia para
algumas disciplinas foram discutidas com a equipe da Faculdade
Anhembi Morumbi e incorporadas no projeto do curso."
Segundo o projeto, o estágio supervisionado deverá
propiciar experiência prática na linha de formação do aluno
que tenha concluído os dois primeiros anos de ensino e que
pretenda dar continuidade aos seus estudos. Considera-se
estágio curricular de arquitetura as atividades de
aprendizagem social, profissional e cultural, proporcionadas
ao estudante pela participação em situações reais de vida e de
trabalho em seu meio, sendo realizadas na comunidade em geral,
ou junto à pessoas jurídicas de direito público ou privado,
sempre sob a orientação de um profissional arquiteto
legalmente habilitado e sob a coordenação do professor
supervisor da disciplina.
Todos os requisitos mínimos exigidos pela Resolução
CFE 03/69, estão atendidos na proposta, conforme demonstrado
no projeto.
4. CORPO DOCENTE
O corpo docente indicado é formado por 66(sessenta e
seis) professores, sendo 11 (16,7%) doutores; 07 (10,6%)
doutorandos; 14(21,2%) mestres; 15(22,8%) mestrandos; 03
(4,5%) especialistas e 16 (24,2%) graduados. Ressalte-se que
os graduados possuem experiência profissional.
Todos, no entender da Comissão, têm qualificação
acadêmico-profissional adequada ao atendimento das exigências
do currículo pleno proposto, além da disponibilidade de tempo,
conforme compromisso firmado com a Instituição.
A relação dos professores, com as respectivas
disciplinas a que se acham habilitados a ministrar, "curricula
vitae", seus comprovantes e termos de compromissos constam do
projeto do curso.
Da análise da documentação, podem ser aceitos os
professores indicados para as respectivas disciplinas, pois
atendem às normas do Conselho Federal de Educação (Resolução
CFE nº 20/77). O Corpo Docente indicado para o curso consta do
Anexo II deste Parecer.
5. DO ESTABELECIMENTO DE ENSINO
5.1. LABORATÓRIOS
A Instituição iniciou, a partir de 1990, a
informatização em seus procedimentos administrativos e
adminitrativo-acadêmico, tendo muito antes introduzido o
estudo da informática nos seus cursos de graduação.
Para sustentação das atividades práticas pertinentes
ao curso, a Instituição já conta com 08 Laboratórios de
Informática equipados com 400 microcomputadores, impressoras e
equipamentos para impressão gráfica e impressão a laser,
ocupando uma área total de 1.606m2, distribuídas em 10 salas,
além de 02 salas de multimídia e de computação gráfica.
Consta do processo relação dos laboratórios
específicos, bem como os já existentes na Instituição com os
respectivos equipamentos e softwares disponíveis. Excetuando-
se aqueles da ia Série, já existentes, os outros serão
construídos na medida do desenvolvimento do Curso.
5.2. BIBLIOTECA
A Instituição conta com uma biblioteca geral,
perfazendo uma área total de 1.047m2, abrigando o acervo e os
ambientes de consulta e de estudos.
Atualmente o acervo geral da Biblioteca é composto
de 25.863 títulos e 33.956 exemplares de livros, com 321
títulos de periódicos.
Quanto ao acervo específico, este será composto
atendendo-se às recomendações contidas no Manual "Curso de
Arquitetura e Urbanismo - Bibliografia" editada pelo
Ministério da Educação, bem como a aquisição de títulos das
edições recentes e lançamentos das casas editoras, além dos
títulos clássicos. Para a 1ª série do Curso, a Instituição
relacionou as obras adquiridas.
A expansão do acervo consta do projeto da
Universidade aprovado pelo CFE. Assim sendo, com o
desenvolvimento do curso, a Instituição adquirirá, as
referências bibliográficas necessárias para o bom desempenho
dos alunos, bem como para o enriquecimento e atualização do
acervo da biblioteca que encontra-se em processo de
informatização.
A Biblioteca funciona ininterruptamente das 08:00 às
22:45horas, de segunda a sexta-feira e das 08:00 às 14.30
horas, aos sábados e está sob a responsabilidade de 6
bibliotecárias habilitadas e 12 auxiliares.
A descrição detalhada do espaço físico atual (Campus
1), dos Laboratórios e Estúdios, da Biblioteca, assim como
dados da Mantenedora encontram-se no projeto do curso.
II - PARECER E VOTO DO RELATOR
Tendo em vista o exposto e considerando, conforme
conclui a Comissão de Acompanhamento do Processo de
transformação, via da autorização, da Faculdade Anhembi
Morumbi, mantida pelo Instituto Superior de Comunicação
Publicitária, em Universidade Anhembi Morumbi, que:
a) a Instituição encontra-se funcionando
regularmente;
b) os currículos plenos propostos para o curso atende
aos mínimos de conteúdo e duração estabelecidos na Resolução
CFE nº 03/69, mantendo também coerência com a justificativa
defendida pela Instituição e com o profissional requerido pelo
mercado de trabalho;
c) o número de vagas solicitado é adequado às
condições da Instituição e às necessidades regionais;
d) o corpo docente indicado atender às normas legais
do Conselho Federal de Educação, no que tange à Resolução nº
20/77, apresentando experiência docente e profissional;
e) os recursos materiais, de infra-estrutura e
biblioteca, atendem satisfatoriamente às necessidades de
implantação do curso.
O Relator vota favoravelmente à autorização do curso
de Arquitetura e Urbanismo, com concentração curricular em
Conforto Ambiental e Ecologia, a ser ministrado pela Faculdade
Anhembi Morumbi, mantida pelo Instituto Superior de Comunicação
Publicitária, em São Paulo, Capital, com 80 (oitenta) vagas
totais anuais e funcionamento no turno diurno.
III - CONCLUSÃO DAS CÂMARAS
III.I - A Câmara de Planejamento acompanha o voto do Relator.
Sala das Sessões, de outubro de 1993.
III.II - A Câmara de Ensino Superior acompanha o voto do
Relator.
Sala das Sessões, de\outubro de 1993
CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO
CURRÍCULO PLENO
Cod. DISCIPLINAS E ATIVIDADES CH.
1 Língua Portuguesa ................................... 68
2 Língua Inglesa I, II e III ............................ 204
3 Metodologia Científica .............................. 68
4 Filosofia ...... ..................................... 34
5 Antropologia......................................... 34
6 Sociologia ........................................... 34
7 Cultura .............................................. 34
8 Introdução à Ciência Política ........................ 34
9 Direito.............................................. 34
10 Ética e Legislação .................................. 34
11 Economia ............................................ 3 4
12 Administração ........................................ 68
13 Marketing............................................ 68
14 Estatística .......................................... 34
15 Física .............................................. 68
16 Cálculo .............................................. 68
17 Desenho Livre I e II.................................. 136
18 Desenho Geométrico ................................... 34
19 Desenho de Perspectiva ............................... 34
20 Geometria Descritiva ................................. 68
21 Plástica I, II e III ................................. 170
22 Fotografia .......................................... 34
23 Maquete ............................................. 3 4
24 História da Arte e da Arquitetura I e II ............. . 13
6
25 Estética ....................................... ..... 34
26 Informática I, II, III e IV .____ .................... 272
27 Resistência de Materiais ............................. 68
28 Modelagem............................................ 34
29 Topografia........................................... 68
30 Ecologia ............................... ,............ 68
31 Projeto Arquitetônico I, II, III, IV e V .............. 578
32 Acústica e Iluminação ............................... 34
3 3 Conforto Térmico .................................... 3 4
34 Desenho do Objeto I e II ............................. 13 6
35 Sistemas I e II ...................................... 136
36 Materiais e Técnicas de Construção I e II ........... 136
37 Teoria da Arquitetura I, II e III ..................... 170
38 Planejamento Urbano e Ambiental I, II e III ........... 408
39 Paisagismo........................................... 68
40 Instalações e Equipamentos ........................... 68
41 Trabalho de Conclusão de Curso ..................... 68
3.978
42 Estágio Supervisionado na Empresa .................. 238
TOTAL ........... .4.216
Informações Complementares
1. O currículo pleno estabelecido está de acordo com o Parecer
nº 384/69 e a Resolução nº 03 de 25 de junho de 1 969, do CFE,
que estabelecem o currículo mínimo, para os cursos de Arquitetura
e Urbanismo.
2. Carga Horária: 4.216 ha (incluído Educação Física).
3. Duração: mínimo: 05 anos - máximo: 06 anos
4. Regime Curricular: seriado anual.
5. Título do Graduado : Arquiteto.
II - SERIAÇÃO
CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO - FACULDADE ANHEMBI MORUMBI
1ª SÉRIE - DISCIPLINAS CH 2 º SÉRIE - DISCIPLINAS CH
Língua Portuguesa 68 Língua Inglesa I 68
Metodologia Científica 68 Antropologia (1º Sem.) 34
Filosofia (1º Sem.) 34 Sociologia (2º Sem.) 34
Física 68
Resistência de
Materiais
68
Cálculo 68
Desenho Livre I 68 Desenho Livre II 68
Desenho Geométrico
(1º Sem.)
34
Desenho de Perspectiva
(12 Sem.)
34
Geometria Descritiva 68 Modelagem (2º Sem.) 34
Plástica I 68 Plástica II 68
Fotografia (1º Sem.) 34 Topografia 68
Maquete (2º Sem.) 34 Ecologia 68
História da Arte I 68 História da Arte II 68
Estatística (2º Sem.) 34
Projeto Arquitetônico I
(2º Sem.)
34
Projeto Arquitetônico
II
136
Informática I 68 Informática II 68
816
816
Educação Física 68
CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO - FACULDADE ANHEMBI MORUMBI
3ª SÉRIE - DISCIPLINAS CH 4º SÉRIE - DISCIPLINAS CH
Língua Inglesa II 68 Língua Inglesa III 68
Cultura (1º Sem.) 34
34
Introdução à Ciência
Política (2º Sem.)
34
34
Acústica e Iluminação
(2º sem.)
34 Paisagismo 68
Conforto Térmico (1º
Sem.)
34
Instalações e
Equipamentos
Desenho do Objeto I 68 Desenho do Objeto II 68
Sistemas I 68 Sistemas II 34
Materiais e Técnicas de
Construção I
68
Materiais e Técnicas de
Construção II
34
68
Teoria da Arquitetura I 68
Teoria da Arquitetura
II
68
Planejamento Urbano e
Ambiental I
136
Planejamento Urbano e
Ambiental II
68
68
Projeto Arquitetônico
III
136
Projeto Arquitetônico
IV
136
Informática III 68 Informática IV 68
816
816
CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO
FACULDADE ANHEMBI MORUMBI
5a SÉRIE - DISCIPLINAS CH
Direito (1º Sem) 34
Ética e Legislação (2º Sem.) 34
Administração 68
Marketing 68
Economia (2º Sem.) 34
Desenho do Objeto III (2º Sem) 34
Estética (2º sem.) 34
Plástica III (1º Sem.) 34
Teoria da Arquitetura III (1º Sem.) 34
Planejamento Urbano e Ambiental III 136
Projeto Arquitetônico V 136
Trabalho de Conclusão de Curso (2º Sem.) 68
714
Estágio Supervisionado na Empresa 238
952
CORPO DOCENTE
CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO
1. ABÍLIO LOPES DE OLIVEIRA NETO
Ecologia
Mestrando em Zoologia (em fase de defesa de dissertação), pelo
Instituto de Biociências da USP. Bacharel em Ciências Biológicas,
pela Universidade Federal de São Carlos (1984). Curso Avançado de
Métodos em Limnologia (200ha). Curso de Manejo de Lagos com
ênfase em Zooplâncton (6 meses). Curso de "Ecology of Periphyton"
(100ha). Curso de "Ecology of Periphyton" (100ha). Experiência
profissional como Coordenador de projetos de monitoramento
ambiental na FIPAI. Realizou vários projetos de pesquisa ligados
a área da disciplina para o qual é indicado. Possui experiência
docente lecionando no ensino superior.
2. AIELLO GIUSEPPE ANTÔNIO NETO
Resistência dos Materiais
Engenheiro Civil pela Universidade Mackenzie (1968). Experiência
docente lecionando na FAAP as disciplinas Pontes de Concreto,
Estabilidade das Construções e Resistência dos Materiais desde
1970 e na Universidade Mackenzie desde 1986, lecionando
Estabilidade das Construções. Experiência profissional atuando
desde 1967 como Engenheiro Civil na empresa Estabilidade
Engenheiros Associados Ltda.
3. ALBERTO DE CAMPOS BORGES
Topografia
Engenheiro Civil pela Universidade Mackenzie (1946). Curso de
Especialização em Fotogrametria pela Escola de Engenharia de São
Carlos (USP-1965). Curso de Geodésia. Professor Titular de
Topografia na Universidade Mackenzie desde 1984. Participou como
membro integrante da Banca Examinadora da prova de conhecimentos
específicos do concurso público para o cargo de Técnico de
Agrimensura da Prefeitura Municipal de São Paulo (1991). Ex-Chefe
do Departamento de Engenharia Civil na Universidade Mackenzie e
na FAAP. Publicou as obras: Prática das Pequenas Construções;
Topografia: Exercícios de Topografia pela Editora Edgard Blucher.
Experiência profissional como Engenheiro Civil atuando em
empresas de grande porte, tais como: Promon, Construtora
Figueiredo Ferraz, Racional, Construtora Métodos.
4. ALFREDO HERMINIO BARBOSA JÚNIOR
Teoria da Arquitetura
Doutorado em "La Forma de las Vangruardias", pela Escola Técnica
Superior de Arquitetura de Barcelona (1986). Curso de "Theories
de L'Architecture", pela Ecole d"Architecture Paris-Villemin
(1987-1989). Concluiu créditos do Doutorado em Arquitetura, pela
"Universitat Politécnica de Catalunya" (1991). Bacharel em
Arquitetura e Urbanismo, pelas Faculdades Brás Cubas (1985).
Experiência docente lecionando Estética na Universidade Braz
Cubas desde 1992. Experiência profissional como Arquiteto.
5. ANGELA CRISTINA DE OLIVEIRA CORTE
Língua Inglesa II
Mestra em Lingüística Aplicada ao Ensino de Línguas pela
Pontifícia Universidade Católica, 1992. Está cumprindo os
créditos do Curso de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de
Educação da Universidade de São Paulo, na área de concentração em
Didática. Bacharela em Letras, com Habilitação em Tradutor
Inglês/Português, pela Pontifícia Universidade Católica de São
Paulo, 1983. Professora em Instituições de Ensino Superior, desde
1986.
6. ANTÔNIO CALAFIORI NETO
Topografia
Engenheiro Civil - FAAP-1973. Curso de Engenharia de Segurança e
Higiene do Trabalho (FAAP-1977). Realizou cursos de:
Administração de Empresas; Qualidade e Produtividade na
Construção Civil: Qualidade e Produtividade no Setor Elétrico.
Experiência docente, lecionando as disciplinas Introdução à
Engenharia, Orientação Profissional, Topografia e
Aerofotogrametria na FAAP desde 1972. Coordenador de Ensino da
Faculdade de Engenharia da FAAP. Coordenador de Cursos do SECOVI
- Sindicato da Habitação desde 1992. Diretor do Departamento de
Engenharia Econômica e Social do Instituto de Engenharia de São
Paulo. Sócio Gerente a ACROENGE - Engenharia e Agronomia S/C
Ltda.
7. ANTÔNIO CARMONA FILHO
Materiais e Técnicas Construtivas
Resistência dos Materiais
Mestrando em Engenharia, área: Materiais (concluiu 35 créditos-
Universidade Mackenzie). Engenheiro Civil, modalidade Civil
Estrutural pela Universidade Mackenzie (1968). Curso de Patologia
da Construção no Instituto Eduardo Torroja de La Construccion Y
Del Cemento (1985). Experiência docente lecionando na
Universidade Mackenzie as disciplinas Topografia, Resistência dos
Materiais e Estabilidade de 1967 a 1974; e na FAAP desde 1969 as
disciplinas Topografia, Resistência dos Materiais, Concreto e
Patologia. Publicou artigos em revistas especializadas.
Experiência profissional como Engenheiro Civil na Exata
Engenharia e Assessoria S/C Ltda desde 1975.
8. AYRTON PETRI
Desenho do Objeto
Engenheiro Civil - FAAP (1973). Bacharel em Administração
(Universidade Mackenzie-1977). Experiência docente lecionando
Desenho da Construção Civil, Arquitetura e Desenho na FAAP desde
1973; e Arquitetura Civil na Universidade Mackenzie de 1975/1980.
Ex-Vice Diretor da Faculdade de Engenharia da FAAP no período de
1989 a 1992. Experiência profissional em construção civil,
projetos, planejamento e execução de obras.
9. BEATRIZ REGINA BENRADT
Língua Portuguesa
Mestra em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Faculdade
de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São
Paulo, 1986. Doutoranda em Teoria Literária pela mesma
Universidade. Bacharela em Letras - Português e Francês, pela
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade
de São Paulo, 1976. Licenciada em Letras - Português, pela
Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, 1977.
Professora em Instituição de Ensino Superior, desde 1987.
10. BENEDITO A.S. RODRIGUES
Instalações
Mestrando em Engenharia (concluiu créditos) USP. Engenheiro Civil
pela Escola de Engenharia de São Carlos (USP-1974). Realizou
cursos de extensão universitária. Experiência profissional
atuando como Engenheiro no Departamento de Águas e Energia
Elétrica do Estado de São Paulo; Diretor Técnico da ECTA -
Engenharia, Consultoria e Tecnologia das Águas S/C Ltda.
Experiência docente lecionando na Universidade Estadual de
Campinas as disciplinas tratamento de Águas de Abastecimento e
Residuárias, Noções sobre Tratamento de Esgotos e Sistemas de
Esgotos Sanitários; na Escola de Engenharia de São Carlos-USP as
disciplinas Instalações Hidráulico-Sanitárias e Saneamento Básico
desde 1979. Ministrou cursos de extensão universitária sobre
Abastecimento de Água, Saneamento, Drenagem de Águas Pluviais.
11. CARLOS ANTUNES
Desenho do Objeto
Planejamento Urbano e Ambiental
Mestrando em Arquitetura, área de Estruturas Ambientais Urbanas
(em fase de elaboração de dissertação), pela Faculdade de
Arquitetura e Urbanismo da USP. Curso de Especialização em
Desenho Urbano (360ha). Curso de Pós-Graduação em "Planificación
y Gestión Urbana" (390ha). Bacharel em Arquitetura, pela
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP (1977). Experiência
docente lecionando Planejamento Arquitetônico e Edificação na
Universidade Católica de Santos.
12. CARLOS AVELINO DE ARRUDA CAMARGO
Estética
História da Arte
Mestrando em Comunicação e Semiótica, área de concentração:
Cenografia (em fase de conclusão de créditos) - PUC/SP.
Licenciatura Plena em Educação Artística, habilitação Artes
Plásticas (1981-FAAP). Realizou curso de Laboratório de Estímulo
à Criatividade; Direção de Atores em Cinema; concepções do Espaço
Cênico; e Psicodrama Pedagógico. Experiência profissional,
atuando como Cenógrafo. Experiência docente lecionando História
do Cinema e Cenografia na FEBASP. Aprovado pelo Parecer CFE N2
476/93 para lecionar Formas de Expressão e Comunicação Artística
e Estética e História da Arte.
13. CELSO DE MENEZES CASTRO
Maquete
Modelagem
Artista Plástico e Arquiteto, criou uma forma própria de
expressão, com materiais totalmente diversos do que habitualmente
são usados em artes plásticas. Criou técnica específica para a
execução de suas obras, gerando assim, um estilo próprio de
esculturas no cenário das artes plásticas. As esculturas se
inserem em um dos ramos do Surrealismo, a escultura fantástica e
também dentro do movimento chamado realismo fantástico.
14. CHRISTINA DE CASTRO MELLO
Projeto Arquitetônico
Bacharel em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
da USP (1972). Realizou curso de Geomorfolofia; Climatologia
Urbana Aprovada pelo Parecer CFE n° 168/83 para lecionar
Planejamento Arquitetônico. Experiência docente lecionando
Planejamento Arquitetônico (Edificação) na UNISANTOS desde 1978 e
na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Belas Artes desde 1980.
Responsável técnica e sócio-diretor da TEUBA Arquitetura e
Urbanismo desde 1978. Participou de várias exposições na área de
Arquitetura. Publicou artigos em veículos especializados.
15. DALVA ELIAS THOMAZ SILVA
Teoria da Arquitetura
Mestranda em Arquitetura, área de Estruturas Ambientais Urbanas
(cursando créditos), pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da
USP. Bacharel em Arquitetura, pela Faculdade de Arquitetura e
Urbanismo da USP (1977). Curso de Aperfeiçoamento em Técnicas
Construtivas da Arquitetura Tradicional Paulista. Curso de
Aperfeiçoamento em História Social da Arquitetura e do Urbanismo
Modernos. Aprovada em concurso público para o cargo de Arquiteto
da Prefeitura do Município de São Paulo (1978 e 1987). Integra a
Equipe de Pesquisas de Arquitetura da Divisão de Pesquisas do
Centro Cultural de São Paulo desde 1978. Experiência docente,
lecionando Teoria da Arquitetura desde 1990 na Universidade
Taubaté e desde 1992 na Universidade Braz Cubas. Publicou artigos
em revistas especializadas.
16. DELTON CAPOZZI
Geometria Descritiva
Desenho Geométrico
Maquete
Licenciatura de 1º Grau em Educação Artística. Licenciatura em
Educação Artística na modalidade de 2º Grau, habilitação Artes
Plásticas (1977). Licenciatura em Desenho e Plástica (1973).
Curso de Fundamentos de Geometria (180ha-1976). Curso de
Geometria Descritiva e sua utilização em Desenho Técnico (360ha-
1980). Curso de Ciências: Geometria Descritiva (180ha-1979).
Aprovado pelo Parecer CFE n2 2160/75 para lecionar Desenho e
Desenho de Construção Civil, Arquitetônico e de Interiores.
Aprovado pelo Parecer CFE 7381/78 para lecionar Formas de
Expressão e Comunicação Artística (Desenho). Aprovado pelo
Parecer CFE nº 280/84 para lecionar Desenho - Representação
Gráfica e Construção Gráfica. Aprovado pelo Parecer CFE N2 476/93
para lecionar Desenho Arquitetônico e de Interiores e Técnicas de
Representação Gráfica. Professor na Universidade Mackenzie, desde
1974 lecionando Desenho Técnico e Expressão Gráfica. Publicou as
obras: Desenho Técnico, Ed.FTD; Geometria Descritiva, Ed.FTD.
17. EDMAN ALTHEMAN
Sistemas
Engenheiro Civil pela Escola Politécnica da USP (1980). Curso de
Análise Matricial de Estruturas (EPUSP). Curso de Elementos
Finitos em Engenharia de Estruturas (EPUSP). Curso de Fundações
de Edifícios (EPUSP). Experiência profissional como Engenheiro
Civil na Hidroservice - Engenharia de Projetos Ltda desde 1980.
Experiência docente universitária lecionando na Faculdade Anhembi
Morumbi desde 1992.
18. EDMUNDO MONTEIRO DOS SANTOS ALMEIDA
Plástica
Curso Superior de Pintura Decorativa e Gravura pela Escola
Superior de Belas Artes (Lisboa/Portugal-1966). Curso de Artes
Decorativas (Lisboa/Portugal-1961). Curso de Técnicas de Gravura.
Curso de Design Aplicado-Embalagens (Barcelona). Curso de
Publicidade e Fotografia (Alemanha). Aprovado pelo Parecer CFE N2
476/93 para lecionar Pintura e Evolução das Técnicas de
Representação Gráfica. Experiência profissional como Publicitário
(Direção de Arte e Criação). Experiência docente lecionando Artes
Gráficas. Leciona Comunicação VÍSUAL nas Faculdades Anhembi
Morumbi. Publicou vários artigos em veículos especializados
19. EDUARDO TRANI
Planejamento Urbano e Ambiental
Doutorado em Urbanismo e Planejamento Urbano, pela "Université de
Paris XH-Val de Marne" (1985). Mestrado em Estudos Teatrais e
Cinematográficos, pela" Université de Paris VlII-Saint Denis"
(1983). Mestrado em Urbanismo e Planejamento Urbano, pela
"Université de Paris XH-Val de Marne" (1981). Bacharel em
Arquitetura, pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP
(1979). Experiência profissional atuando na Companhia do
Desenvolvimento Habitacional do Estado de São Paulo. Realizou
projetos de pesquisas junto ao Núcleo de Estudos Urbanos e
Regionais. Experiência docente, lecionando Urbanismo na Faculdade
de Arquitetura e Urbanismo de Santos desde 1988.
20. ELENICE VALÉRIA LIA
Sociologia Metodologia
Científica
Mestranda em Ciências Sociais (concluiu créditos) pela PUC-SP.
Bacharel em Ciências Sociais, pela Faculdade de F.L.C.H da USP
(1972). Licenciatura Plena em Pedagogia, pela Faculdade de
Educação Princesa Isabel (1979). Aprovada pelos Pareceres CFE Nº
3.411/76 para lecionar Metodologia Científica e Estudo de
Problemas Brasileiros, Nº 7.219/78 para lecionar Estudo de
Problemas Brasileiros e N° 476/93 para lecionar Cultura
Brasileira e Metodologia Científica.
21. EIJI YAJIMA
Plástica
Licenciatura de 1º Grau em Educação Artística pela Faculdade de
Belas Artes de São Paulo (1976). Licenciatura em Desenho e
Plástica (1970). Habilitação em Artes Industriais 1º grau (1975).
Habilitação em Artes Plásticas (1977). Habilitação em Desenho
pela Faculdade Mozarteum de São Paulo (1989). Licenciado em
Pedagogia, habilitação em Administração Escolar e Supervisão
Escolar de 1º e 2º Graus pela F.F.C.L. Carlos Pasquale
(1980/1981). Aprovado pelo Parecer CFE nº 4254/75 para lecionar
Formas de Expressão e Comunicação Artística, Desenho. Aprovado
pelo Parecer CFE nº 59/78 para lecionar Formas de Expressão e
Comunicação Artística (Artes Plásticas). Aprovado pelo Parecer
CFE nº 754/75 para lecionar Desenho de Observação e Técnicas de
Expressão e Comunicações Visuais. Aprovado pelo Parecer CFE nº
476/93 para lecionar Desenho, Plástica e Formas de Expressão e
Comunicação Artística. Possui experiência docente no magistério
do ensino superior, lecionando na Faculdade Belas Artes de São
Paulo desde 1971 e na Faculdade Mozarteum de São Paulo desde 1976
as disciplinas Técnicas de Expressão e Comunicação Visual;
Fundamentos de Linguagem Visual; Plástica e Desenho. Publicou as
obras: Desenho, Ed. IBEP/Nacional; Plástica, Ed. IBEP/Nacional e
Desenho Geométrico, Ed.IBEP/Nacional.
22. FÁBIO EDUARDO SERRANO
Trabalho de Graduação Interdisciplinar
Mestre em Arquitetura, área de Estruturas Ambientais Urbanas,
pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP (1992). Bacharel
em Arquitetura e Urbanismo, pela Faculdade de Arquitetura e
Urbanismo da USP (1966). Curso superior de Vivienda y
Planejamento. Experiência docente lecionando Planejamento
Arquitetônico (Urbanismo) e Trabalho de Graduação
Interdisciplinar na Universidade Católica de Santos desde 1978.
Diretor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade
Católica de Santos desde 1986. Aprovado pelo Parecer CFE nº
2942/78 para lecionar Planejamento Arquitetônico (Urbanismo).
23. FERNANDO JOSÉ RELVAS
Sistemas
Materiais e Técnicas Construtivas
Engenheiro Civil - FAAP-1980. Curso de Atualização em Elementos
Estruturas Especiais de Concreto (EPUSP). Experiência docente
lecionando na FAAP desde 1984 a disciplina Construções de
Concreto Armado. Experiência profissional na área de engenharia
civil atuando em projetos de estruturas em concreto armado e
protendido e patologia das construções, coordenando mais de 1200
obras, dentre as quais destacam-se: fábricas de cimento, silos de
concreto armado e protendido, casas de força de Usina
Hidroelétrica, estruturas enterradas, estruturais pré-moldadas,
pontes, recuperação e reforço de estruturas.
24. FRANCISCO L.M. PETRACCO
Projeto Arquitetônico
Desenho Livre
Bacharel em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Mackenzie
(1959). Curso livre de, Desenho - FAAP(1959). Cursou as
disciplinas: Teoria das Comunicações; Redes Urbanas; Anélise do
Espaço Urbano e Regional; A Visão da Paisagem Urana e da Arte;
Iluminação Natural e seu relacionamento com o Código de
Edificações; Planejamento do Setor de Construção; 0 Processo da
Comunicação em Ambiente Urbano; Espaço Visual e Experimental do
Programa de Pós-graduação em Arquitetura da USP-1966/1978).
Experiência docente lecionando na FAAP, na Universidade
Mackenzie, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Santos, e
na Faculdade de Belas Artes de São Paulo as disciplinas: Desenho
da Mensagem, Projeto e Seqüência de Projeto. Ministra desde 1976
a disciplina Planejamento Arquitetônico na Faculdade de
Arquitetura de Santos. Experiência profissional atuando como
Arquiteto em escritório próprio.
25. GLORIA MARIA BAYEUX
Teoria da Arquitetura
História da Arte
Mestre em Arquitetura, área: Estruturas Ambientar Urbanas (USP-
1991). Bacharel em Arquitetura e Urbanismo - Universidade
Mackenzie (1974). Realizou vários cursos de extensão univrsitária
ligados à Arquitetura. Experiência docente lecionando Teoria e
História da Arquitetura na Universidade Brás Cubas desde 1992.
Aprovada em concurso público para o cargo de Arquiteto da
Prefeitura do Município de São Paulo (1989). Pesquisadora no
IDART - Departamento de Informação e Documentação Artísticas da
Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo (1976/1992). Possui
vários artigos publicados em veículos especializados. Experiência
profissional como Arquiteta desde 1975.
26. HELCIO MONTEIRO CREMONESE
Ecologia
Mestrado em Análise Regional e Organização do Espaço -
Universidade de Paris (1979). Bacharel em Geografia (USP-1974).
Curso de Economia Espacial e Planejamento Regional e Urbano.
Experiência docente lecionando Planejamento Urbano Regional e
Paisagismo na Universidade Mogi das Cruzes (1980/1984); e Higiene
das Habitações e Saneamento na Faculdade de Arquitetura de Santos
desde 1981. Experiência profissional atuando como Analista de
Planejamento de Transporte Sênior junto a Secretaria de Estado
dos Transportes Metropolitanos desde 1991.
-.27. HELENA APARECIDA AYOUB SILVA
Projeto Arquitetônico
Mestrado em Arquitetura, área: Estruturas Ambientais Urbanas
(USP-1991). Bacharel em Arquitetura e Urbanismo (USP-1979). Curso
de Estruturas Ambientais - Projeto Sensível e Projeto
Tecnológico: suas relações (USP-1984). Experiência docente
lecionando Urbanismo na UNIFRAN (1983); Objeto na Faculdade de
Belas Artes (1983/1986); Projeto na FAAP desde 1986 e Projeto de
Edificações na FAU-USP desde 1989. Experiência profissional
atuando como Arquiteta. Sócia Diretora desde 1990 da MOARA
Arquitetura S/C Ltda.
28. HENRIQUE HIRSCHFELD
Economia
Doutor em Engenharia, área de concentração em Engenharia de
Produção (USP-1978). Mestre em Engenharia, área: Engenharia
Urbana e de Construção Civil (USP-1978). Engenheiro Civil (USP-
1955). Arquitetura pela Universidade Mackenzie (1963). Larga
experiência profissional na área de Engenharia Civil. Participou
de vários seminários, congressos, simpósios e encontros nacional
e internacional voltados para a área da Engenharia. Aprovado pelo
Parecer CFE 816/68 para lecionar Construção Civil, Economia e
Finanças de Empresas, Engenharia Econômica. Professor Titular de
Planejamento e Administração da Construção na UNESP. Publicou
inúmeros artigos em revistas especializadas.
29. HENRY JOHN ROMERO SANSON
Ética e Legislação
Materiais e Técnicas Construtivas
Engenheiro Civil pela Universidade Mackenzie (1954). "Master In
Science" em Engenharia Civil pela Universidade da Califórnia
(1957). Realizou vários cursos de extensão universitária voltados
para a área da disciplina para o qual é indicado. Experiência
docente atuando como professor titular da disciplina Estradas e
Transportes na Universidade Mackenzie desde 1963. Foi Diretor da
Divisão de Transportes e Urbanismo de 1965/1970. Chefe do
Departamento de Construção da Universidade Mackenzie desde 1979.
Membro do Conselho Universitário da Universidade Mackenzie desde
1981. Conselheiro Efetivo do CREA - Conselho Regional de
Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo desde
1973. Publicou vários artigos em revistas especializadas.
30. JOÃO ROBERTO RODRIGUES
Ecologia
Mestre em Saúde Pública - Saúde Ambiental, pela Faculdade de
Saúde Pública da USP (1991). Curso de Especialização em
Engenharia Ambiental. Bacharel em Engenharia Industrial, pela
Faculdade de Engenharia Industrial, modalidade Mecânica da USP
(1975). Realizou vários cursos de extensão universitária voltados
para a área da disciplina para o qual é indicado. Diretor do
Departamento de Avaliação de Impacto Ambiental. Coordenador de
Planejamento Ambiental e Conselheiro do Conselho Estadual do Meio
Ambiente - CONSEMA.
31. JOÃO DE SOUZA GONÇALVES
Economia
Mestrado em Administração Pública, área: Economia e Finanças
Públicas (FGV-1992). Bacharel em Ciências Econômicas (PUC/SP-
1987). Experiência docente lecionando Teoria Econômica na
Faculdade Tibiriçá desde 1990; e Economia na Faculdade Anhembi
Morumbi.
32. JOÃO HILÁRIO VALENTIM
Direito
Mestrando em Direito, área: Direito do Trabalho (cursando
créditos)- USP. Curso de Especialização em Direito do Trabalho
(456ha). Bacharel em Direito (UFMG-1986). Experiência
profissional atuando como advogado com banca própria. Experiência
docente lecionando Direito Processual do Trabalho na UNESP/Franca
e Direito na Faculdade Anhembi Morumbi.
33. JON ANDONIO VERGARECHE MAITREVEAN
Projeto Arquitetônico
Bacharel em Arquitetura e Urbanismo (USP-1954). Experiência
docente lecionando Planejamento Arquitetônico na Universidade de
Santos de 1977 a 1984. Larga experiência profissional na área da
Arquitetura.
34. JOSÉ DE ALMEIDA PINTO
Projeto Arquitetônico
Bacharel em Arquitetura (USP-1960). Bacharel em Ciências Sociais
(USP-1979). Experiência docente lecionando na Universidade Mogi
das Cruzes as disciplinas Trabalho de Graduação Interdisciplinar
e Projeto no período de 1977/1983; Planejamento Arquitetônico na
FAU/FEBASP de 1979/1983; Professor Titular da disciplina Projeto
de Edificação na UNISANTOS (1986); e na FAU/USP de 1987/1989,
lecionando Projeto de Edificação. Experiência profissional
atuando como Arquiteto.
35. JOSÉ CARLOS PEREIRA
Informática
Doutorado em Engenharia de Produção (USP). Mestre em Ciências
Contábeis, área Controladoria e Contabilidade - USP. Bacharel e
Licenciado em Matemática (Universidade Mackenzie-1983). Curso de
Especialização em Análise de Sistemas (360ha)-Universidade
Mackenzie. Curso de Programação. Experiência profissional como
Consultor em Informática. Aprovado pelos Pareceres CFE 470/92
para lecionar Informática e Informática Aplicada e nº 476/93 para
lecionar Informática.
36. JOSÉ ROBERTO GOMES DE SOUTELLO
Resistência dos Materiais
Sistemas
Bacharel em Arquitetura e Urbanismo (USP). Curso de Computação
Gráfica Aplicada a Arquitetura. Experiência docente lecionando
Plástica e Desenho do Objeto na Universidade Católica de Santos
desde 1973. Experiência profissional exercendo atividades
profissionais de arquitetura em planejamento, projetos de
conjuntos habitacionais; projetos escolares; projetos esportivos;
projetos de turismo; projetos industriais; projetos comerciais;
projetos de edifícios residenciais, arquitetura de interiores.
37. JOVINIANO BORGES DA CUNHA
Plástica
Mestrando em Artes, área de concentração em Teatro e Educação
(concluiu 67 créditos) USP. Licenciatura de 1º Grau em Educação
Artística, habilitação Artes Plásticas. Curso de "Arte e
Comunicação na Cultura Brasileira Contemporânea". Aprovado pelo
Parecer CFE nº 476/93 para lecionar Plástica e Formas de
Expressão e Comunicação Artística. Experiência docente,
lecionando Formas de Expressão e Comunicação Artística desde 1982
na Faculdade Mozarteum de São Paulo; e Formas de Expressão e
Comunicação Humana - Expressão Teatral na Faculdade de Belas
Artes de São Paulo. Realizou as seguintes pesquisas: "Folclórica
sobre Bumba meu Boi", "Reizado e Pastoril"; "Barroco Mineiro" e
"Estudo sobre Teatro Grego". Publico a obra "0 Movimento dos
Corpos". Leciona Estética e Cultura e Massa e Linguagem Visual
nas Faculdades Anhembi Morumbi.
38. LUCIANA PAULO GOMES
Cálculo
Doutoranda em Engenharia Civil, área: Hidráulica e Saneamento
(USP). Mestre em Engenharia Civil, área: Hidráulica e Saneamento
(USP-1990). Engenheiro Civil pela UNISINOS (1986). Experiência
docente universitária, lecionando desde 1987 na Faculdade de
Engenharia de Poços de Caldas, as disciplinas Cálculo Vetorial,
Cálculo Numérico, Ciências do Ambiente, Hidráulica Geral. Foi
Chefe de Departamento no período de 1990/1991. Realizou cursos
extensão universitária e proferiu palestras. Integrante da equipe
que elaborou o Plano Diretor do Município de Poços de Caldas,
especificamente na área de Saneamento Básico. Publicou vários
artigos em empresas especializadas.
39. LUIZ BARCO
Cálculo
Estatística
Livre-docente do Departamento de Comunicação e Artes da USP
(1989). Doutorado em Ciências da Comunicação (USP-1978. Bacharel
e Licenciado em Matemática (USP-1968). Experiência docente
lecionando Cálculo Diferencial e Integral na Escola de Engenharia
de Lins desde 1977. Aprovado pelo Parecer CFE nº 253/72 para
lecionar Matemática e Estatística. Aprovado pelo Parecer CFE
1644/72 para lecionar Fundamentos de Matemática e Teoria dos
Números.
40. LUIZ CARLOS ASCAR
Topografia
Engenheiro Civil pela Universidade Mackenzie (1967). Curso de
Negócios Imobiliários (FAAP-1989-373ha). Experiência docente
lecionando na Universidade Mackenzie a disciplina Construção de
Edifícios (1974/1983) e na FAAP desde 1970 a disciplina
Topografia. Experiência profissional como Engenheiro Civil.
41.MARIA AMÉLIA DEVITTE FERREIRA D'AZEVED0 LEITE
Materiais e Técnicas Construtivas
Mestranda em Arquitetura, área de Estruturas Ambientais Urbanas
(em fase de elaboração de dissertação), pela Faculdade de
Arquitetura e Urbanismo da USP (1990). Bacharel em Arquitetura,
pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Santos (1979). Curso
de Controle do Ambiente em Arquitetura (255ha). Aprovada pelo
Parecer CFE nº 168/83 para lecionar Estabilidade das Construções.
Experiência docente lecionando Industrialização da Construção na
PUCCAMP desde 1987. Coordenadora do Laboratório do Habitat da
FAU-PUCCAMP.
42. MARIA HELENA DE MORAES BARROS FLYN
Projeto Arquitetônico
Teoria da Arquitetura
Doutoranda em Arquitetura (cursando créditos) pela Faculdade de
Arquitetura e Urbanismo da USP. Mestrado em Arquitetura, área de
Estruturas Ambientais Urbanas, pela Faculdade de Arquitetura e
Urbanismo da USP (1988). Bacharel em Arquitetura, pela Faculdade
de Arquitetura e Urbanismo da USP (1973). Aprovada pelos
Pareceres CFE nº 3.739/78 e Nº 08/89 para lecionar Planejamento
Arquitetônico (Edificação). Experiência docente universitária
lecionando na UNISANTOS desde 1978 no Departamento de Projeto; na
FEBASP desde 1981 as disciplinas Modernismo Europeu, História
Arquitetura Brasileira.
43. MARIA TERESA DENSER
Fotografia
Mestranda em Multimeios (UNICAMP). Bacharel em Comunicação Visual
(Universidade Mackenzie-1988). Curso de Comunicação
Social/Visual. Aprovada pelo Parecer CFE nº 476/93 para lecionar
Foto/Video e Multimídia. Experiência docente, lecionando no curso
de Comunicação Visual as disciplinas História em Quadrinhos,
Básico de Vídeo da Universidade Mackenzie de 1987 a 1990; na
Escola Superior de Propaganda e Marketing, lecionando Linguagem
Cinematográfica e História da Comunicação. Experiência
profissional como Comunicadora Visual.
44. MILTON VILHENA GRANADO JÚNIOR
Conforto Térmico
Linguagens Aplicadas ao Projeto
Mestre em Arquitetura, área de Conforto Térmico, pela Escola de
Engenharia de São Carlos da USP (1982). Curso de Especialização
em Conforto Ambiental (360ha). Bacharel em Arquitetura, pela
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP (1977). Professor da
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Santos desde 1980.
Gerente de Planejamento e Projetos do Instituto de Pesquisas
Tecnológicas do Estado de São Paulo.
45. MOACYR EDUARDO ALVES DA GRAÇA
Instalações
Doutorado em Engenharia - Engenharia Urbana e de Construções
Civis (1986). Mestrado em Engenharia - Engenharia Urbana e de
Construções Civis (1979), pela Escola Politécnica da USP.
Bacharel em Engenharia Civil, pela Escola Politécnica da USP
(1974). Participou de inúmeros projetos de pesquisas. Experiência
docente, lecionando em cursos de pós-graduação, graduação e
extensão universitária. Orientador de teses em Programas de
Mestrado e Doutorado. Participou de bancas de dissertações e
teses e concursos públicos.
46. NELSON HENRIQUE PORTO ROCHA
Administração
Marketing
Créditos concluídos do Curso de Mestrado em Administração da
Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação
Getúlio Vargas, 1987. Engenheiro Industrial, Modalidade Química,
pela Escola de Engenharia da Universidade Mackenzie, São Paulo,
SP, 1969; Bacharel em Administração pela mesma Universidade,
1984. Engenheiro Químico, Administrador. Professor em
Instituições de Ensino Superior, desde 1970. Tem Pareceres CFE
nºs. 986/88; 996/88 e 925/89.
47. NEUZA MARIA TRAUZZOLA
Materiais e Técnicas Construtivas
Mestrando em Engenharia Civil - Universidade Mackenzie.
Engenharia Civil pela Escola de Engenharia do Instituto Mauá de
Tecnologia (1982). Curso de Patologia das Edificações (USP-1990).
Curso de Impermeabilização. Diretora Técnica desde 1990 na
PRONEMA Engenharia.
48. ORPHEU ENNIO ZAMBONI
Desenho Livre
Projeto Arquitetônico
Mestre em Arquitetura, área: Estruturas Espaciais Urbanas (USP).
Bacharel em Arquitetura e Urbanismo (USP-1964). Licenciado em
Educação Artística, habilitação em Artes Plásticas (USP-1985).
Experiência docente lecionando Planejamento Arquitetônico
(Edificações) na Universidade Católica de Santos desde 1987.
Experiência profissional como Arquiteto atuando desde 1966.
Arquiteto titular do escritório "Arquittos Orpheu Zamboni e
Marcus Lima S/C Ltda" desde 1980.
49. PAULO CELSO DORNELLES DEL PICCHIA
Paisagismo
Mestre em Arquitetura e Urbanismo, área: Estruturas Ambientais
Urbanas (USP-1992). Bacharel em Arquitetura (USP-1969). Curso de
Paisagismo (1974). Realizou inúmeros cursos de extensão
universitária voltados para a área da disciplina para o qual é
indicado. Experiência docente lecionando Planejamento
Arquitetônico na UNIFRAN (1983). Registra a participação em
inúmeros congressos, seminários, encontros e conferências.
Arquiteto efetivo da Prefeitura do Município de São Paulo, lotado
na Secretaria de Serviços e Obras, Departamento de Parques e
Áreas Verdes desde 1989.
50. PAULO VIEIRA NETO
Filosofia
Doutorando do Departamento de Filosofia da USP (em fase de
elaboração de tese). Mestre em Filosofia (USP). Bacharel em
Filosofia (USP). Possui experiência docente no magistério do
ensino superior.
51. PEDRO CARLOS BISSETTI
Educação Física
Licenciado em Educação Física pela Escola de Educação Física do
Estado de São Paulo (1968). Licenciado em Pedagogia pela F.F.C.L.
José Olympio (1979). Aprovado pelos Pareceres 163/74, 599/84,
717/86, 471/92 e 476/93 para lecionar Educação Física. Professor
de Educação Física nas Faculdades Anhembi Morumbi.
52. RICARDO LEOPOLDO E SILVA FRANÇA
Sistemas
Doutor em Engenharia, área de Estruturas (1993) e Mestre em
Engenharia, área de Estruturas (1984), pela Escola Politécnica da
USP. Bacharel em Engenharia Civil, pela Escola Politécnica da USP
(1973). Experiência docente, lecionando Resistência dos Materiais
na USP desde 1979; no Instituto de Engenharia Paulista de
1980/1985. Sócio-proprietério da França & Ungaratti Consultoria e
Projetos desde 1979.
53. RITA DE CÁSSIA ALVES VAZ
Projeto Arquitetônico
Maquete
Doutoranda em Arquitetura, área de Estruturas Ambientais Urbanas
(em fase de elaboração de tese). Mestre em Arquitetura, área de
Estruturas Ambientais Urbanas (1989), pela Faculdade de
Arquitetura e Urbanismo da USP. Bacharel em Arquitetura, pela
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP (1973). Experiência
docente universitária, lecionando a disciplina Edificação na
Universidade Católica de Santos desde 1986; Arquitetura no Brasil
na Universidade Mackenzie de 1976/1986; Responsável técnica e
sócio-diretor da TEUBA Arquitetura e Urbanismo desde 1978.
54. ROSANA FILOMENA VAZOLLER
Ecologia Conforto
Térmico
Doutorado em Hidráulica e Saneamento (ESSC-USP). Mestre em
Ciências, área: Microbiologia (USP). Licenciada Plena em
Ciências, habilitação Biologia - Universidade Mackenzie.
Professora Visitante na Cornell University (1990 e 1992).
Ministra aulas de Ciências do Ambiente desde 1987 na Universidade
de São Carlos (USP). Ministrou aulas no curso de pós-graduação
"lato sensu" em Poluição Ambiental no período de 1985/1988; e
"stricto sensu" a nivel de mestrado as disciplinas Biologia do
Tratamento de Esgotos e Hidrobiologia aplicada ao tratamento de
éguas de abastecimento e resíduos sólidos. Foi Chefe da Divisão
de Biotecnologia da CETESB no período de 1982/1989.
55. SCHEILA REGINA ALVARENGA
Ecologia
Mestranda em Ciências da Engenharia Ambiental (USP). Bacharel e
Licenciada em Geografia (UNESP). Realizou cursos de extensão
universitária.
56. SEMI AMMAR
Desenho Geométrico
Geometria Descritiva
Desenho da Perspectiva
Bacharel em Arquitetura, pela Faculdade de Arquitetura da
Universidade Mackenzie (1960). Cursou a disciplina "Avaliação das
Principais Diretrizes do Planejamento Urbano e Regional no
Brasil" do Mestrado em Arquitetura da USP-1965. Aprovado pelos nº
2.155/76 para lecionar Desenho Geométrico; n° 3.799/76 para
lecionar Instalações e Equipamentos; nº 7.251/78 para lecionar
Linguagem Instrumental das Técnicas de Representação Gráfica
(Perspectiva) e nº 264/78 para lecionar Geometria Descritiva.
Professor titular na Universidade Mackenzie desde 1975,
lecionando Desenho Geométrico, professor assistente desde 1976
lecionando Representação Gráfica. Experiência profissional como
Arquiteto, tendo desenvolvido inúmero projetos.
57. SÉRGIO RÉGIS MOREIRA MARTINS
Estética História
da Arte
Doutorado em Arquitetura, área de Estruturas Ambientais Urbanas,
pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP (1993). Mestrado
em Comunicação e Semiótica, pela Pontifícia Universidade Católica
de SP (1985). Bacharel em Arquitetura, pela Faculdade de
Arquitetura e Urbanismo da USP (1969). Experiência docente
lecionando na FAAP desde 1988; na Universidade Católica de Santos
desde 1967 e na Universidade de São Paulo desde 1987.
58. SÉRGIO SONNINO
Cálculo
Doutorado em Ciências Matemáticas - Universidade de Pisa
(Itália). Aprovado pelo Parecer CFE nº 683/87 para lecionar
Introdução à Lógica e Matemática. Larga experiência docente,
lecionando desde 1945. Ministrou aulas de Mecânica Geral na
Faculdade de Engenharia da Universidade Mackenzie no período de
1947 a 1988. Coordenador dos cursos de Microinformática e Análise
de Sistemas da FAAP desde 1986. Ministra desde 1967 a disciplina
Mecânica Geral na Faculdade de Engenharia da FAAP.
59. SILVIA MARINA RAMOS FRANÇA
Antropologia Cultura
Brasileira Introdução à
Ciência Política
Doutoranda em Ciências Sociais. Mestre em Ciências Sociais, área:
Antropologia (PUC/SP-1988). Bacharel em Ciências Sociais, área:
Antropologia (PUC/SP-1974). Experiência docente lecionando
Antropologia desde 1975 na PUC/SP; Universidade Mogi das Cruzes.
Atualmente leciona na Faculdade Anhembi Morumbi.
60. SUELY DADALTI FRAGOSO
Estética História
da Arte
Doutoranda em Comunicação e Semiótica (PUC/SP). Mestre em
Comunicação e Semiótica (PUC-SP-1992). Bacharel em Arquitetura e
Urbanismo (USP-1987). Curso de Introdução à Computação Gráfica
(USP). Curso de Computação Gráfica - Programa de Projeto por
Computador e Animação (USP). Curso de Teoria da Arte e da
Estética do Século XX (USP). Aprovada pelo Parecer CFE nº 476/93
para lecionar Computação Gráfica e Realidade Virtual. Experiência
profissional, atuando como Projetista Gráfica. Experiência
docente, lecionando Computação Gráfica nas Faculdades Anhembi
Morumbi.
61. SYLVIO NISKIER
Geometria Descritiva
Engenheiro Civil pela Universidade Mackenzie (1949). Curso de
Geometria a quatro dimensões. Curso de Perspectivas (EPUSP-1966).
Curso de Fundamentos de Geometria Descritiva (EPUSP-1968). Curso
de Planejamento Urbano (EPUSP-1975). Experiência universitária,
lecionando Geometria Descritiva nos cursos de Engenharia e
Arquitetura da Mackenzie de 1951/1969; Auxiliar de Ensino na
Escola Politécnica da USP de 1972/1977; na FAAP lecionando
Geometria Descritiva de 1970/1981; Professor Titular de Geometria
Descritiva da Escola de Engenharia Mauá desde 1962.
.,■■:•■ . , ■ ■
■
62. TÂNIA REGINA ROMERO MAGALHÃES
Língua Inglesa I
Mestra em Lingüística Aplicada ao Ensino de Línguas pela
Pontificia Universidade Católica de São Paulo, 1989. Doutoranda em
Lingüística Aplicada ao Ensino de Línguas, área de Inglês, pela
mesma Universidade. Licenciada em Letras,
Português/Inglês/Alemão, pela Faculdade Ibero-Americana de Letras
e Ciências Humanas, São Paulo, 1978. Professora em Instituições
de Ensino Superior.
63. VERÔNICA PAKRAUSKAS TOTIS
Língua Inglesa III
Especialização em Tradução, érea Português/Inglês, na Universidade
de São Paulo, 1985. Mestra em Lingüística Aplicada ao Ensino de
Línguas, área Inglês, pela Pontifícia Universidade Católica de São
Paulo, 1983. Licenciada em Letras pela Faculdade de Filosofia,
Ciências e Letras Farias Brito, hoje Universidade de Guarulhos,
1972. Professora em Instituições de Ensino Superior. Autora das
publicações Língua Inglesa: Leitura. Editora Cortez, 1991, Coleção
Magistério/Formação do Professor. Nice to Meet You. Editora
Atual, livro didático para 5ª a 8ª séries. Tem Parecer CFE nº
848/84-Língua Inglesa.
64. WALTER RENAN ABREU MAFFEI
Planejamento Arquitetônico
Ética e Legislação
Doutorado em Arquitetura, área de Estruturas Ambientais Urbanas
(1989), e Mestrado em Estruturas Ambientais Urbanas (1982), pela
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. Bacharel em
Arquitetura, pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da
Universidade Mackenzie (1965). Experiência docente, lecionando
Projeto de Edificação na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de
São José dos Campos (1971/1976); Faculdade Belas Artes
(1979/1986); na UNISANTOS desde 1976.
65. WELLINGTON CAETANO GENNARI
Física
Mestrando em Ensino de Ciências, modalidade Física - USP
(concluiu créditos). Bacharel e Licenciado em Física (USP-1978).
Experiência docente, lecionando Física Geral e Física Moderna nas
Faculdades Oswaldo Cruz desde 1987. Coordenador de Laboratório de
Física junto a FAAP desde 1992.
66. YASUKO TOMINAGA
Planejamento Urbano e Ambiental
Mestrando em Arquitetura, área: Estruturas Ambientais Urbanas -em
fase de elaboração de tese (USP). Bacharel em Arquitura (USP-
1964). Experiência docente lecionando Urbanismo na Uiversidade
Católica de Santos desde 1977. Coordenador de estágios da
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Santos (1986/1987). Desde
1989 exerce a função de Chefe de Assessoria Técnica da Comissão
de Proteção à Paisagem Urbana junto à Secretaria da Habitação e
Desenvolvimento Urbano da Prefeitura do Município de São Paulo.
Realizou vários projetos de pesquisas.
Doutor ....
Doutorando..
Mestre ....
Mestrando...
Especialista
Graduação...
Parecer sobre Plano Curricular do Curso de Arquitetura e Urbanismo
com concentração em Conforto Ambiental e Ecologia da
FACULDADE ANHEMBI MORUMBI
O conceito básico da formação didática do arquiteto está fundamentado
no clássico tripé: história, tecnologia e projeto.
Entende-se pela atitude projeto, a capacidade dos espaços construídos
estarem adequados às funções para as quais são destinados (funções de
abrigo, de uso e simbólicas) e de emocionar (transcender pela
qualidade do seu espaço) os indivíduos que se reúnem nesses espaços.
O projeto tem, portanto, um conteúdo duplo, de organizador de funções
e de criador de emoções.
Na área de atuação do arquiteto, a atividade "projeto" abrange uma
multidisciplinaridade muito grande de atuações, pois o universo dos
espaços construidos (organizados) incorpora desde a paisagem mais
ampla, até a simples mensagem aplicada, passando pelo planejamento
regional e ambiental, urbanismo, desenho urbano, o edifício, o objeto
industrializado e o suporte de informações. Todas estas atividades,
com suas peculiaridades, fazem parte do estudo e da prática na
formação do indivíduo arquiteto.
No campo da tecnologia, o arquiteto deverá estar habilitado a
compreender os diversos processos construtivos que vão dar a
necessária estabilidade aos produtos construidos que produziu, de
forma conceituai e aberta às diferentes técnicas que advem da
pesquisa. O papel da escola, para o arquiteto, neste campo, deverá
dar ênfase conceituai e ilustrativa, no estudo de seu universo,
preparando o profissional para ser o coordenador de um processo onde
o enfoque tecnológico não deve ser meramente informativo, mas
articulado (como subsídio) com as outras disciplinas componentes.
A terceira base da formação, a história, está na necessidade de
conhecimento dos processos sociais e econômicos que geram o contexto
no qual o arquiteto vai atuar, afim de que o produto de sua
intervenção seja coerente com a sociedade a qual se destina.
Esta preparação deve incluir um conhecimento eclético de conteúdo
histórico, não apenas enfocada na arquitetura, de forma específica,
mas aberto aos estudos afins, tais como a estética, a filosofia, a
sociologia, a antropologia, a harmonia, a música, a ética, as exatas
e a economia, pois todos estes fatores são geradores do processo de
formação da arquitetura contemporânea, na qual devem se expressar os
aspectos da sociedade atual. Como a profissão do arquiteto interfere
diretamente na paisagem e, conseqüentemente, na vida das pessoas, o
que o torna um mentor, é fundamental uma formação clássica, quase
renascentista, de conceituação humanística.
Em resumo, entendemos que preparar um arquiteto é dar condições para
que o indivíduo possa atuar na sociedade com o instrumental que se
faça necessário para cumprir sua responsabilidade
política,transformando o espaço coletivo em benefício da
coletividade.
Analisando o projeto apresentado somos de parecer que a concepção
proposta atende aos objetivos de formação do profissional de
Arquitetura e Urbanismo. Está suficientemente claro que sua tarefa
além de assimilar os conhecimentos próprios para conceber, projetar
e construir espaços habitáveis, será de um indivíduo com uma
consciência clara de seu compromisso social, crítico de sua realidade
e de sua possibilidade. Deverá conhecer os problemas do habitar em
toda sua extensão e dos serviços urbanos correlatos, assim como dos
grupos sociais que deles carecem. Identificará as questões sociais
das populações, e suas relações com a produção, com os desequilíbrios
do sistema econômico e com deterioração do meio ambiente, etc.
A concepção do curso proposto não só leva em consideração estes
propósitos, mas tem, também, como princípio básico, o conhecimento do
usuário desses espaços, quer como indivíduo, quer como cidadão
participante de uma comunidade. É na formação do arquiteto que deverá
ser iniciada a conscientização quanto aos aspectos de uma arquitetura
a serviço de todos, sem discriminação, de sua postura física, social
e econômica.
Postula que, obrigatoriamente, a comunidade precisa ser ouvida,
sempre que seu habitat necessitar de reformulação ou conservação.
Outra diferenciação proposta é a do conforto ambiental, no tratar de
edifícios e cidades com profunda análise do meio ambiente, que os
envolve objetivando o equilíbrio ecológico desejável.
Conseqüentemente, os objetivos do Curso enquadram-se nas premissas
descritas, de maneira a formar um profissional capacitado a
administrar o conjunto de fatores técnicos, construtivos, sócio-
econômicos e culturais, que possibilitem dentro de um espaço
individual ou coletivo, a melhor qualidade de vida para os indivíduos
e para a própria cidade.
A estratégia curricular foi bem planejada, distribuindo-se as
disciplinas em matéria de formação básica, matérias de formação
geral, e matérias de formação profissional. Os preceitos mínimos
estabelecidos pela Resolução CFE nº 03/69 foram atendidas.
A carga horária relacionada para o Conforto Ambiental, Planejamento
Urbano e Ambiental e Ecologia apresentam uma concentração que dará
uma caracterização diferenciada do Curso. A densidade formulada para
informática, marketing, projeto arquitetônico e planejamento
ambiental é também demonstrativo para alcançar-se o fim proposto. A
universalidade consistente das disciplinas do currículo forma um
curso digno de nosso manifesto aval.
As sugestões sobre a estrutura curricular, ementário básico e
bibliografia, foram discutidos com a equipe acadêmica de
Faculdade Anhembi Morumbi.
Dentro destas considerações somos de parecer que o projeto atende
aos fins colimados e pode ser submetido à decisão do colendo
Conselho Federal de Educação.
São Paulo, 10 de setembro de 1993.
F
RANCISCO
M
Á
R
IO LÚCIO PETRACCO
IDENTIFICAÇÃO DO RELATÓRIO
1.1. Nº do Processo
1.2. Comissão Verificadora:
- Fernando Fernandes de Aquino, da Universidade do Estado de
Santa Catarina - UDESC
- Lauro Ribas Zimmer , da Universidade do Estado de Santa
Catarina - UDESC
- Vicente Borelli, da Universidade de São Paulo - USP
Membros da Comissão de Acompanhamento do Processo de
Transformação, pela via da autorização, da Faculdade Anhembi
Morumbi, em Universidade Anhembi Morumbi, designados pela
Portaria CFE nº 06, de 19.02.91 e nos termos da Portaria CFE
54/87.
A Comissão de Acompanhamento solicitou a análise do processo
por especialista da área, cujo Parecer Técnico foi elaborado
em 20/08/93 pelo Prof. Francisco Lúcio Mário Petracco da
Universidade Mackenzie, que fica fazendo parte integrante do
presente Relatório.
1.3. Período de Verificação: 22 e 23.09.1993
2. DO CURSO OBJETO DE PEDIDO DE AUTORIZAÇÃO
2.1. DADOS GERAIS
2.1.1. Denominação: Curso de Arquitetura e Urbanismo
2.1.2. Nº de Vagas: 80 (oitenta) vagas totais anuais
2.1.3. Turno de Funcionamento: Diurno (integral)
2.1.4. Regime de Matrícula: Seriado anual
2.1.5. Tamanho médio das turmas: 4 0 (quarenta) alunos
2.1.6. Carga Horária Total: 4.216 ha
2.1.7. Integralização da carga horária: 5 (cinco) anos - mínima
9 (nove) anos - máximo
2.1.8. Valor proposto para a mensalidade: CR$ 36.000,00 (Trinta e
Seis Mil Cruzeiros Reais) para o mês de setembro/93.
2.2. CONCEPÇÃO E OBJETIVOS DO CURSO
Segundo consta do Parecer Técnico do Especialista,
Professor Francisco Mário Lúcio Petracco, "a concepção proposta
atende aos objetivos de formação do profissional de Arquitetura e
Urbanismo. Está suficientemente claro que sua tarefa além de
assimilar os conhecimentos próprios para conceber, projetar e
construir espaços habitáveis, será de um indivíduo com uma
consciência clara de seu compromisso social, crítico de sua r
realidade e de sua possibilidade. Deverá conhecer os problemas da
habitação e dos serviços urbanos correlatos, assim como dos grupos
sociais que deles carecem. Identificará as questões sociais das
populações, e suas relações com a produção, com os desequilíbrios
do sistema econômico e com deterioração do meio ambiente, etc.
A concepção do curso proposto não só leva em consideração
estes propósitos, mas tem, também, como princípio básico, o
conhecimento do consumidor destes serviços, quer como indivíduo,
quer como cidadão participante de uma comunidade. É na formação do
arquiteto que deverá ser iniciada a conscientização quanto aos
aspectos de uma arquitetura a serviço de todos, sem discriminação,
de poder econômico ou de possibilidade física.
Da mesma forma, obrigatoriamente, a comunidade precisa
ser ouvida, sempre que seu habitat precisar ser reformulado ou
conservado. Outro diferencial proposto é o do conforto ambiental,
ao se tratar de edifícios e moradias e do equilíbrio ecológico ao
analisar-se o meio ambiente."
Conseqüentemente, os objetivos do Curso enquadram-se nas
premissas descritas, de maneira a formar um profissional capacitado
a administrar o conjunto de fatores técnicos, construtivos, sócio-
econômicos e culturais, que possibilitem dentro de um espaço
individual ou coletivo, a melhor qualidade de vida para os
indivíduos e para a própria cidade.
Todos os requisitos mínimos exigidos pela Resolução CFE
03/69, estão atendidos na proposta, conforme demonstrado no
projeto.
2.3. CURRÍCULO PLENO
O currículo pleno proposto para o curso de Arquitetura e
Urbanismo, com concentração curricular em Conforto Ambiental e
Ecologia, apresenta uma carga horária de 4.216 ha, assim
distribuída: Matérias Básicas, 780 ha; Matérias de Formação Geral,
1.620 ha e Matérias de Formação Profissional, 1.810 ha. Consta do
Anexo I deste Parecer o Currículo Pleno do Curso.
As ementas e a bibliografia básica apresentadas par as
disciplinas estão coerentes com os propósitos do curso.
Destaque-se do Parecer Técnico, que "as sugestões sobre a
estrutura curricular, ementas e bibliografia para algumas
disciplinas foram discutidas com a equipe da Faculdade Anhembi
Morumbi e incorporadas no projeto do curso."
Estágio - segundo o projeto o estágio supervisionado
deverá propiciar experiência prática na linha de formação do aluno
que tenha concluído os dois primeiros anos de ensino e que pretenda
dar continuiddes aos seus estudos. Considera-se estágio curricular
de arquitetura as atividades de aprendizagem social, profissional e
cultural, proporcionadas ao estudante pela participação em
situações reais de vida e de trabalho em seu meio, sendo realizadas
na comunidade em geral, ou junto à pessoas jurídicas de direito
público ou privado, sempre sob a orientação de um profissional
arquiteto legalmente habilitado e sob a coordenação do professor
supervisor da disciplina.
2.4. CORPO DOCENTE INDICADO
O corpo docente indicado é formado por 66 (sessenta)
professores, sendo 11(16,7%) doutores; 07( 10,6%) doutorandos;
14(21,2%) mestres; 15(22,8%) mestrandos; 03(4,5%) especialistas e
16(24,2%) graduados. Ressalte-se que todos os graduados possuem
experiência profissional.
Todos, no entender desta Comissão, têm qualificação
acadêmico-profissional adequada ao atendimento das exigências do
currículo pleno proposto, além da disponibilidade de tempo,
conforme compromisso firmado com a Instituição.
A relação dos professores, com as respectivas disciplinas
a que se acham habilitados a ministrar, "curricula vitae", seus
comprovantes e termos de compromissos constam do projeto do curso.
Da análise da documentação, conclui a Comissão, podem ser
aceitos os professores indicados para as respectivas disciplinas,
pois atendem às normas do Conselho Federal de Educação (Resolução
CFE nº 20/77).
2.5. RECURSOS MATERIAIS
A Faculdade Anhembi Morumbi está localizada no bairro de
Vila Olímpia, na região sul da Capital. Suas instalações estão
dispostas em 6 unidades localizadas, respectivamente:
a) Unidade I - R. Casa do Ator, nº 90
b) Unidade II - R. Casa do Ator, nºs 79/87/99/107
c) Unidade III - R. Casa do Ator, nºs 836/844
d) Unidade IV - R. Quatá, nºs 128/132/140
e) Unidade V - R. Baluarte, nº 281
f) Unidade Administrativa I - R. Casa do Ator, nº 212/218
g) Unidade Administrativa II - R. Quatá, nº 64
h) Unidade Administrativa III - R. Casa do Ator, nº 304
0 Projeto da Universidade Anhembi Morumbi envolve, em
relação ao espaço físico, duas situações distintas:
a) a atual, onde está localizada a Faculdade Anhembi
Morumbi - Campus I;
b) a futura, onde se pretende edificar as novas
instalações da Universidade - o "Campus Interlagos Sul", Campus
II;
2.5.1. BIBLIOTECA
A Instituição conta com uma biblioteca geral,
perfazendo uma área total de l.047m2, abrigando o acervo e os
ambientes de consulta e de estudos.
Atualmente o acervo geral da Biblioteca é composto de
25.863 títulos e 33.956 exemplares de livros, com 321 títulos de
periódicos.
Quanto ao acervo específico, consta do projeto do curso
que o mesmo será composto atendendo-se às recomendações contidas
no manual editado pelo Ministério da Educação em 1982 para os
cursos de Arquitetura e Urbanismo, quanto a indicação
bibliográfica mínima necessária ao desenvolvimento deste curso. O
acervo básico para o funcionamento da primeira série do curso, já
foi adquirido.
A expansão do acervo consta do projeto da Universidade
aprovado pelo CFE. Assim sendo, com o desenvolvimento do curso, a
Instituição adquirirá, as referências bibliográficas necessárias
para o bom desempenho dos alunos, bem como para o enriquecimento
e atualização do acervo da biblioteca.
A Biblioteca encontra-se em processo de informatização.
A Biblioteca funciona ininterruptamente das 08:00 às
22:45horas, de segunda a sexta-feira e das 08:00 às 14.30 horas,
aos sábados e está sob a responsabilidade de 6 bibliotecárias
habilitadas e 12 auxiliares.
2.5.2. - LABORATÓRIOS
A Instituição iniciou, a partir de 1990, a
informatização em seus procedimentos administrativos e
adminitrativo-acadêmico, tendo muito antes introduzido o estudo
da informática nos seus cursos de graduação.
O Centro de Informática implantado hoje pela
Instituição já conta com oito laboratórios equipados com cerca de
400 microcomputadores, impressoras e equipamentos para impressão
gráfica e impressão a laser, ocupando uma área total de 1.606 m2,
distribuídas em 10 salas nas três Unidades.
Consta do processo relação dos laboratórios
específicos, bem como os já existentes na Instituição com os
respectivos equipamentos e softwares disponíveis. Excetuando-se
aqueles da 1ª Série, já existentes, os outros serão construídos
na medida do desenvolvimento do Curso.
3. DO ESTABELECIMENTO DE ENSINO QUE ABRIGARÁ O CURSO
3.1. ATIVIDADES-FIM
A Instituição vem desenvolvendo desde 1989, pelo Centro
de Aperfeiçoamento e Especialização -CEAFAM, cursos de pós-
graduação "lato sensu", visando à capacitação docente e à
formação de profissionais especializados.
Segundo o relatório de 1989 a 1991, foram oferecidos
cursos de Administração Hoteleira, Organização e Administração da
Recreação, Comunicação e Marketing, Comunicação Empresarial,
Administração da Competitividade, Gestão de Negócios
Internacionais, Administração e Marketing.
Ao longo desses vinte e um anos de existência, a
Anhembi Morumbi vem desenvolvendo a extensão, por meio de
atividades, como: cursos extracurriculares, semanas de estudo,
eventos culturais, projetos especiais (Projeto Brasil 2000,
Programas de Estudos Internacionais e Programa de
Visitas Institucionais), Centros de Estudos de Idiomas e de
Informática, Programas Culturais e Informativos pela Rádio Brasil
2 000, Bolsa de Empregos e de Campanhas Comunitárias, cujo
desenvolvimento se encontra devidamente relacionado no Anexo X do
Projeto de Universidade.
A Anhembi Morumbi de forma sistemática criou centros
específicos para, com alunos e professores de graduação,
desenvolver atividades de pesquisa, como o Centro de Pesquisas
Turísticas (CEPETUR) e o Centro de Pesquisas Aplicadas de
Comunicação (CEPAC). No decorrer de todas as séries dos cursos
são desenvolvidos projetos de pesquisas como método de estudo e
iniciação do método científico.
3.2. INFRA-ESTRUTURA FÍSICA: plenamente adequada, como já referido
nos itens específicos 2.5.1. e 2.5.2.
3.3. CORPO DOCENTE
a. Plano de qualificação: Conforme consta do seu projeto
de transformação em Universidade, aprovado pelo Parecer CFE 469/92,
a Instituição expressa sua política de Recursos Humanos nos
ordenamentos internos, que consistem no Plano de Carreira de
Pessoal Docente, o Plano de Cargos e Salários, o Programa
Institucional de Capacitação Docente, o Plano de Cargos e Salários
e de Carreira do Pessoal Técnico-Administrativo, critérios de
recrutamento e seleção e o sistema de acompanhamento e desempenho.
e. Índice de Freqüência às aulas: bom, com poucas
ausências.
3.4. PLANO ANUAL DE APLICAÇÃO DOS RECURSOS FINANCEIROS
Quanto aos recursos financeiros, estes já foram alvo de
análise no Parecer CFE 469/92 - Planejamento Econômico-
Financeiro, que aprovou a implantação do projeto de transformação
da Instituição em Universidade.
3.5. CORPO DISCENTE
Visto globalmente, o corpo discente se caracteriza por
bom índice de freqüências às aulas e aproveitamento escolar.
A Instituição tem realizado regularmente importantes
pesquisas para melhor conhecer o perfil de seus alunos,
analisando os candidatos ao concurso vestibular, os alunos
ingressantes, os demais matriculados com o objetivo de conhecer
suas potencialidades e interesses adequando a proposta
educacional a sua clientela. Analisa também o desempenho e
adaptação do egresso no mercado de trabalho a fim de receber os
subsídios necessários à avaliação e retroalimentação pedagógica.
O corpo discente tem participação nos colegiados da
Instituição.
4. CONCLUSÃO
Considerando o Projeto do Curso ora proposto, analisado
pelo Parecer Técnico do Especialista;
Considerando o Projeto de Transformação da Faculdade
Anhembi Morumbi em Universidade, elaborado sob a orientação da
Comissão, aprovado pelo Parecer CFE nº 469/92 e homologado pelo
Senhor Ministro da Educação em 28.09.92 e publicado no D.O.U. de
29.09.92;
Considerando o conhecimento que a Comissão tem da
Instituição, decorrente do processo de acompanhamento desde
fevereiro de 1991;
Considerando o planejamento efetuado relativamente às
dependências para o desenvolvimento das atividades práticas e o
acervo bibliográfico, já existente, para a implantação do curso;
Considerando, finalmente, a pertinência do curso com o
projeto da futura Universidade Anhembi Morumbi, como devidamente
justificado e, ainda, a sua adequação à realidade geo-econômica,
cultural e social da região de influência da Instituição, esta
Comissão entende que o curso de Arquitetura e Urbanismo, está em
condições de ter o seu funcionamento autorizado.
São Paulo, 20 de setembro de 1993.
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