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INTERESSADO/MANTENEDORA UF
FUNDAÇÃO DOM AGUIRRE SP
ASSUNTO
Reconhecimento das Faculdades Integradas Dom Aguirre - FIDA, como
Universidade de Sorocaba - UNISO
RELATOR: MARGARIDA MARIA DO REGO BARROS PIRES LEAL
PARECER CÂMARA OU COMISSÃO APROVADO EM 07/06/94
PROCESSO Nº 23001.000001/90-24
•
I RELATÓRIO
Sob o número 23001.000001/90-24, a Fundação Dom
Aguirre, com sede e administração na cidade de Sorocaba, Estado
de São Paulo, protocolou, neste Conselho, Carta-Consulta, com
vistas ao reconhecimento das Faculdades por ela mantidas, como
Universidade de Sorocaba - UNISO.
Pelo Parecer CFE nº 750/90, de 10 de outubro de
1990, de nossa autoria, a Carta-Consulta foi acolhida e, pela
Portaria nº 30/90, o Presidente do Conselho Federal de Educação
designou os Professores Anna Bernardes da Silveira Rocha, Stella
Cecília Duarte Segenreich e Paulo Nathanael Pereira de Souza,
para, sob a nossa coordenação, desenvolverem o acompanhamento da
Instituição, objetivando avaliar a qualidade e o desempenho
didático-pedagógico-administrativo das Unidades que deveriam
integrar a pretendida Universidade.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA
CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO
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As atividades da Comissão de Acompanhamento
seguiram o estabelecido pelas Resoluções CFE na 03/83 e 03/91,
com início em 31 de outubro de 1990 e tendo como representantes
da Instituição, integrando a Comissão Interlocutora local, os
seguintes membros: Aldo Vannucchi, Geraldo Maria Brocca
Casagrande, Benedicto Pagliato, Manoel Monteiro de Castro
Affonso, Sônia Chébel Mercado Sparti e Ismenia Terezinha Maluche.
Ao longo do processo, e de acordo com as
necessidades de informações e de decisões, participaram da
Comissão Interlocutora local, outros membros representantes da
Mantenedora, das Faculdades e da comunidade de Sorocaba.
Os trabalhos efetivados foram registrados em
relatórios específicos e parciais apresentados pela Instituição
à Comissão de Acompanhamento, e que correspondem a :
RELATÓRIO PARCIAL Nº 2 - Projeto da Universidade
RELATÓRIO PARCIAL Nº 3 - Funções da Universidade
RELATÓRIO PARCIAL Nº 4 - Ordenamentos Institucionais
RELATÓRIO PARCIAL Nº 5 - Recursos Humanos
RELATÓRIO PARCIAL Nº 6 - Recursos Materiais e Infra-Estrutura
RELATÓRIO PARCIAL Nº 7 - Planejamento Econômico-Financeiro
De todas as reuniões entre as Comissões foram
lavradas as respectivas atas de registro das atividades
desenvolvidas e que acompanham o Relatório Final.
Durante as visitas, a par de examinar os
documentos produzidos pela Comissão Interna e de constatar os
pontos de convergência deles para a realidade instalada na
Instituição, a Comissão de Acompanhamento teve oportunidade de
contatos com professores e alunos e seguiu de perto as mudanças
que se foram operando, ao longo de pouco mais de três anos de
trabalho.
RELATÓRIO PARCIAL Nº 1 - Informações referentes à Instituição
Mantenedora
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As observações "in loco" da Comissão de
Acompanhamento e a elaboração concomitante dos sete Relatórios
Parciais e seus anexos, por parte da Instituição, resultaram na
produção do Relatório Final que representa uma síntese
globalizadora e orgânica de todo o processo de reconhecimento das
Faculdades Integradas Dom Aguirre, como Universidade de Sorocaba
- UNISO.
1 - INFORMAÇÕES REFERENTES À INSTITUIÇÃO MANTENEDORA
1.1 Identificação e Condições Jurídicas
FUNDAÇÃO DOM AGUIRRE - FDA
Sede Social: Avendida General Osório, 451.
CEP. 18060.000 Sorocaba SP.
Telefone: (0152) 32 3062 (PABX)
Fax. (0152) 32 7153
CGC: 71.487.094/0001-13
Inscrição Estadual: Isenta
Inscrição Municipal: Isenta
Declaração de Utilidade Pública:
- Lei Federal nº 86.668/81
- Lei Estadual nº 8064/92
- Lei Municipal nº 1397/66
Certificado de Entidade Filantrópica:
Registro no Conselho Nacional de Serviço Social, em 28/04/82,
(Processo nº 258.521/75).
A Fundação Dom Aguirre foi instituída pela Mitra Diocesana de
Sorocaba, em 12/10/63, em Sorocaba, SP., e adquiriu sua
personalidade jurídica de direito privado, mediante o
registro do seu Estatuto, em 25/11/1963, no 2º Cartório de
Registro de Imóveis e Anexos da Comarca de Sorocaba, sob
número de ordem 95, página 65, do livro A de Registros de
Pessoas Jurídicas.
A Fundação Dom Aguirre mantém as seguintes unidades de
ensino:
1 Faculdades Integradas Dom Aguirre, com os Cursos de
Filosofia, Geografia, História, Pedagogia, Letras,
Ciências: 1º Grau e licenciatura plena em Matemática,
Administração, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas.
2 Colégio Dom Aguirre (Pré-Escola, 1º e 2º Graus e Curso de
Magistério)
1.2 Estrutura Organizacional
A Fundação Dom Aguirre possui os seguintes órgãos:
Presidência (exercida pelo Arcebispo Metropolitano de
Sorocaba)
- Conselho Superior
- Secretaria Executiva
- Conselho Fiscal
- Administração Geral
- Secretaria Geral
0 Conselho Superior é constituído dos seguintes membros
efetivos:
1 O Arcebispo de Sorocaba ou quem lhe fizer as vezes,
jurídica e canonicamente - membro nato;
2 O Vigário Geral da Arquidiocese - membro nato;
3 O Prefeito Municipal de Sorocaba que estiver em exercício -
membro nato;
4 O Presidente da Câmara Municipal de Sorocaba que estiver em
exercício - membro nato;
5 Cinco representantes da comunidade(escolhidos e indicados
pelo Conselho Superior)
Quadro nº 01
Bens Atuais Disponíveis - Avaliação
Avaliação era: 30/10/1993 - Fonte: Contadoria F.D.A
BENS MÓVEIS
Equipamentos Audiovisuais
Equipamentos de Informática
Máquinas e Equipamentos
Móveis e Utensilios
Veículos
Linhas Telefônicas
Sub Total
1- EDIFICAÇÕES
1. Edifícios A,B,C,D e E, sitos á Avenida General Osório, esquina Av
Gonçalves Magalhães - Sorocaba - SP, com escritura lavrada no
Segundo Cartório de Notas e Ofícios de Justiça, livro nº 405
fls. 172, em 06.07.1964.
2. Edifício F, sito é Avenida General Osório, esquina Rua Renato
Mascarenhas - Sorocaba, escritura lavrada no 3º Cartório de Notas
de Sorocaba, livro 175, fls. 134, era 30.09.1985.
3. Edifício no Bairro Vossoroca - Sorocaba, escritura de doação
lavrada no livro nº 780, fls. 010 em 12.10.1978, no Cartório de
Notas e Ofícios de Justiça, de Sorocaba.
2- TERRENOS
1. Terreno era Votorantim - SP, escritura lavrada no Cartório de
Tabelionato de Votorantim livro nº 115, fls. 075,em 15.09.1989,
por doação.
2. Terreno no Jardim lbiti do Paço -Sorocaba • SP , escritura
lavrada no 3' Cartório de Notas e Ofícios de Justiça, de Sorocaba,
livro n» 384, folha 07, en 07.03.1990, por doação.
3. Terreno no Jardim lbiti do Paço Sorocaba SP , escritura
lavrada no 3
a
Cartório de Notas e Ofícios de Justiça, de Sorocaba,
livro nº 384, folha 02, em 07.03.1990, por doação.
4. Terreno no Bairro dos Quatis, Piedade - SP, escritura lavrada no
1º Cartório de Notas de Piedade, era 29.08.91, por doação.
5. Terreno no Bairro Itanguá, Sorocaba SP , desapropriado pela
Prefeitura Municipal para implantação do campus da futura UNISO
(Decreto nº 8068, de 09.06.1992).
Sub Total
1.5 Situação Econômico-Financeira
A situação econômico-financeira da Fundação Dom Aguirre é
apresentada pelo conjunto dos demonstrativos contábeis e
financeiros e pelo Laudo de Avaliação da empresa de
Consultoria Tríade Auditores S/C, referente ao período de
janeiro de 1990 a novembro de 1993, bem como às projeções
referentes ao período 1993/1998, conforme se pode ver nos
Quadros n°s 2 e 3.
As receitas da Instituição, no triênio 1990-1992, são
oriundas das atividades-fim e representam em média 78% da
arrecadação. 0 percentual restante (22%) resulta de taxas e
emolumentos cobrados, receitas financeiras e receitas de
prestação de serviços, locações físicas e outros.
As despesas de custeio, no triênio 90-92, revelam que os
dispêndios cora pessoal perfazem 86% e as despesas de
manutenção atingem um percentual de 14%, enquanto que as
despesas de capital representam, nesse período, 2,31% em
média, nos exercícios enfocados.
Para fazer frente a despesas que, nesse período, excederam
sua receita, a Fundação teve que lançar mão de empréstimos
bancários de curto prazo. Na verdade, o desequilíbrio
orçamentário verificado, o qual resultou em "déficit" de
pequena monta, indicado no Laudo da Tríade, se deve,
basicamente, ao agravamento inflacionário havido no País, aos
dissídios salariais das categorias docente e funcional,ao
baixo valor das mensalidades escolares cobradas no período e
ao plano de investimentos relativo à expansão do campus, em
função da futura Universidade.
Em 1993, deu-se uma notória recuperação da saúde financeira
da Fundação, tendo em vista, basicamente, a combinação de
três fatores: a atualização do valor das mensalidades,
mediante acordos previstos nas Leis nº 8170 e 8178, o
enxugamento do setor administrativo pela racionalização
organizacional e o aumento das receitas operacionais, como
está demonstrado no Quadro nº 4. 0 próprio estudo técnico da
Tríade assinala que: "houve em 1993 uma melhoria dos índices
econômicos e financeiros em relação a 1992".
Tal situação indica que as dificuldades havidas no biênio
91/92 não foram de natureza estrutural, e sim apenas
conjuntural, em razão de, a partir de 1993, ter sido
restabelecida a saúde orçamentária e financeira da
Instituição. Com suas dívidas bancárias já pagas e um índice
de liquidez onze pontos acima do apresentado no ano anterior,
bem como as despesas de Pessoal equalizadas no orçamento, o
estado financeiro da Fundação pode ser havido como
equilibrado.
Já as despesas de custeio, nesse mesmo período, revelam que
os dispêndios com pessoal atingem 70% do total dessas
despesas e, enquanto as de manutenção somam 30%, as despesas
de capital, nesse período, resultam em 3,88% da receita,
superior à média dos três anos anteriores, conforme Quadro
nº5.
Quanto às projeções feitas para o qüinqüênio futuro, a saber,
até 1998, indicam todas, como constam dos quadros nºs 6 e 7,
a permanência do equilíbrio, com a existência de superavits
crescentes. Aliás, já no exercício de 1993, observa-se um
superávit de US$ 704.939.
Quadro nº 02
Balanço Patrimonial - Comparativo
EXERCÍCIO
UNIDADE MONETÁRIA
ATIVO
CIRCULANTE
CAIXA E BANCOS
APLIC. FINANCEIRAS
ANUIDADES A RECEBER
ALMOXARIFADO
OUTROS CRÉDITOS
CRUZADOS ORDEM E CENTRAL
DESP. ANTECIPADAS
TOTAL DO CIRCULANTE
PERMANENTE
IMOBILIZADO
EDIFÍCIOS
TERRENOS
MOVEIS E UTENSÍLIOS
MAQUINAS E PERTENCES
EQUIPAMENTOS
LABORATÓRIOS
ACERVO CULTURAL
AMBULATÓRIO
VEÍCULOS
DIREITO USO TELEFONE
DIFERIDO
INSTALAÇÃO UNISO
OBRAS EM ANDAMENTO
TOTAL DO PERMANENTE
TOTAL DO ATIVO
1990
CRS
10.064
33.092
15.893
6.368
776
1.431
0
67.646
139.465
63.725
25.772
4.598
4.251
237
19.591
1.111
258.750
326.396
X
3.089
10.139
4.869
1.951
0.238
0.439
0.000
20.725
42.729
19.524
7.896
1.409
1.303
0.073
6.002
0.340
79.275
100.000
1991
CRS
25.484
101.756
341.089
67.522
7.164
4.639
1.825
549.479
2.089.787
1.090.248
201.425
39.396
48.573
0
151.288
11.104
23.865
3.655.686
4.205.165
X
0.606
2.420
8.111
1.606
0.170
0.110
0.043
13.067
49.696
25.926
4.790
0.937
1.155
3.598
0.264
0.568
86.933
100.000
1992
CRS
428.006
1.785.577
2.951.101
544.229
81.470
o
86.738
5.877.121
26.359.638
15.256.389
3.024.332
1.551.399
878.333
249.447
1.768.100
510
116.627
528.209
904.273
50.637.257
56.514.378
X
0.757
3.160
5.222
0.963
0.144
0.000
0.153
10.399
46.642
26.996
5.351
2.745
1.554
0.441
3.129
0.001
0.206
0.935
1.600
89.601
100.000
1993
CRS
4.413.353
60.370.979
49.907.049
1.854.442
36.770.720
0
264.746
153.481.289
496.994.089
273.880.634
51.041.922
25.704.711
16.629.836
4.329.463
31.147.330
29.112
1.743.837
2.154.225
12.558.481
916.213.640
1.069.694.929
Novembro
%
0,413
5.644
4.665
0,174
3.428
0.000
0.025
14.349
46.460
25.602
4.772
2.403
1.554
0.405
2.911
0.003
0.164
0.202
1.175
85.651
100.000
Fonte: Contador F.D.A.
Quadro nº 03
Balanço Patrimonial - Comparativo
EXERCÍCIO
UNIDADE MONETÁRIA
PASSIVO
CIRCULANTE
FORNECEDORES
SAL.OBRIG.SOCIAIS
PROV.FERIAS ENC.
OUTRAS EXIGIBILIDADES
TOTAL DO CIRCULANTE
PATRIMÔNIO LIQUIDO
PATRIMÔNIO SOCIAL
CORR. MONETÁRIA
DEFICIT/SUPERAVIT ACUM.
TOTAL PATRIMÔNIO LIQUIDO
RESULTADO DE EXERCÍCIO FUTURO
' RECEITAS DIFERIDAS
TOTAL DO PASSIVO
1990
CR$
4.610
39.281
0
4.167
48.058
30.590
248.152
(8.338)
270.403
7.936
326.397
X
1.412
12.033
0.000
1.277
14.724
9.372
76.028
(2.555)
82.845
2.431
100.000
1991
CRS
21.844
104.150
181.802
59.534
J67.J30
3.875.710
0
(76.873)
3.798.837
38.998
4.205.165
X
0.519
2.477
4.323
1.416
8.735
92.165
0.000
(1.828)
90.337
0.927
100.000
1
1992
CRS
334.864
6.252.334
1.490.510
1.627.703
9.705.411
50.533.657
0
(5.125.002)
45.408.655
1.400.312
56.514.378
X
0.593
11.063
2.637
2.880
17.173
89.417
0.000
(9.068)
80.349
2.478
100.000
1993
CRS
1.129.315
65.262.917
146.157.575
1.959.972
214.509.779
110.371.401
704.800.151
36.278.912
851.450.464
3.734.686
1.069.694.929
Novembro
X
0.106
6.102
13.662
0.183
20.053
10.319
65.886
3.392
79.597
•
0.350
100.000
Fonte: Contadoria F.D.A.
Quadro nº 04
Análise Horizontal e Vertical das Demonstrações de Resultados
Receita Operacional Bruta
Dedução da Receita Bruta
Bolsa de Estudos
Receita Operacional Liquida
Despesas/Receitas Operacionais
Despesa com Pessoal
Despesas Administrativas
Receitas Finan. Líquidas
Depreciação
Outras Rec. Operacionais
Outras Desp. Operacionais
Total Desp./Rec. Operacionais
Receitas não Operacionais
Resultado da Correção Monetária
Déficit/Superávit do Exercício |
CRS
193.161
(25.492)
167.669
(196.838)
(25.875)
42.047
(5.693)
25.249
(1.788)
(162.898)
5.574
(18.684)
(8.339)
1990
A.V.
%
100,00
(13,20)
86,80
(101,90)
(13,40)
21,77
(2,95)
13,07
(0,93)
(84,34)
2,89
<9,67)
(4.32)
A.H.
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
CRS
1.551.577
(117.053)
1.434.524
(1.478.962)
(142.671)
296.488
(66.410)
148.963
(74.656)
(1.317.248)
(114.194)
3.082
1991
A.V.
%
100,00
(7,54)
92,46
(95,32)
(9,20)
19,11
(4,28)
9,60
(4,81)
(84,90)
(7,36)
0,20
A.H.
%
703,26 |
359.18 j
755,57 |
651,36 |
451.39
605,13
1.066,52
489,98
4.075,39 |
708,63 |
511,19
136,96 |
Fonte: Contadoria F.D.A.
1
Receita Operacional Bruta
Dedução da Receita Bruta
Bolsa de Estudos
Receita Operacional Liquida
Despesas/Receitas Operacionais
Despesa com Pessoal
Despesas Administrativas
Receitas Finan. Líquidas
Depreciação
Outras Rec. Operacionais
Outras Desp. Operacionais
Total Desp./Rec. Operacionais
Receitas não Operacionais
Resultado da Correção Monetária
Déficit/Superávit do Exercício
Fonte: Contadoria F.D.A.
CRS
19.448.486
(2.649.562)
16.798.924
(22.183.118)
(1.527.104)
2.680.527
(642.991)
988.568
(813.244)
(21.497.362)
(426.565)
(5.125.003)
1992
A.V.
%
100,00
(13,62)
86,38
(114,06)
(7,85)
13,78
(3,31)
5,08
(4,18)
(110,53)
(2,19)
(26,35)
A.H.
X
9.968,54
10.293,70
9.919,10
11.169,73
5.801,85
6.275,07
11.194,41
3.815,28
45.383,45
13.096,82
2.183,05
61.358,24
1993 Novembro
CRS
364.566.531
(61.893.417)
302.673.114
(348.303.839)
(19.062.810)
7.393.658
(18.369.156)
16.509.778
(12.753.245)
(374.585.614)
108.191.412
36.278.912
A.V.
%
100,00
(16,98)
83,03
(95,54)
(5,23)
2,03
(5,04)
4,53
(3,50)
(102,75)
29,68
9,96
A.H
%
188.637,14
(242.695,46)
180.418,24
(176.849,50)
(73.572,70)
17.484,27
(322.562,15)
65.287,85
(713.168,74)
(229.851,03)
579.159,16
434.951,11
Quadro nº 04 (cont.)
Análise Horizontal e Vertical das Demonstrações de Resultados
Quadro nº 05
Demonstrativo de Resultado - Outubro/93
Receita Operacional Bruta
Dedução da Receita Bruta
Bolsa de Estudos
Receita Operacional Liquida
Despesas/Receitas Operacionais
Despesa cora Pessoal
Despesas Administrativas
Receitas Finan. Líquidas
Depreciação
Outras Rec. Operacionais
Outras Desp. Operacionais
Total Desp./Rec. Operacionais
Receitas não Operacionais
Resultado da Correção Monetária
Déficit/Superávit do Exercício
1993
CR$
61.866.881
(11.394.356)
50.472.525
(42.676.976)
(3.569.391)
4.773.137
(6.764.132)
4.788.956)
(1.015.772)
(44.464.178)
25.292.614
31.300.961
A.V.
%
100,00
(18,42)
81,59
(68,99)
(5,77)
7,72
(10,94)
7,75
(1,65)
(71,83)
40,89
50,60
Fonte: Contadoria f.D.A.
DESPESAS
DESPESAS C/ PESSOAL
DESPESAS ADMINISTRATIVAS
DESP. C/PESQ.EDUC.CULT.
DESPESAS DE CAPITAL
TOTAL DAS DESPESAS
TOTAL DAS RECEITAS
RECEITAS
RECEITAS C/ MENSALIDADES
Graduação
Pos-Graduação
Subtotal
RECEITAS NAO OPERACIONAIS
Quadro nº 6
Quadro Sinótico - Análise Horizontal
Quadro nº 7
Quadro Sinótico - Análise Vertical
Fonte: Contadoria F.D.A.
DESPESAS
DESPESAS C/ PESSOAL
DESPESAS ADMINIST.
DESP.PESO.EDUC.CULT.
DESPESAS DE CAPITAL
TOTAL DAS DESPESAS
TOTAL DAS RECEITAS
RECEITAS C/ MENSALID.
Graduação
Pós-Craduação
Subtotal
REC. NAO OPERACIONAIS
RECEITAS
1.6 Relacionamento Mantenedora e Mantida
As relações entre a Fundação Dom Aguirre, mantenedora, e a
futura UNISO estão fixadas no Estatuto da primeira, que
sofreu alterações, para ajustar-se às exigências legais
pertinentes à instituição universitária. A UNISO fica
assegurada, na forma da lei, autonomia administrativa,
disciplinar, didático-científica e de gestão patrimonial e
financeira.
À Mantenedora caberá designar o Reitor e assegurar os
recursos necessários ao pleno funcionamento da Universidade.
Cabe registrar, aqui, a condição singular desta Instituição.
Como não há interesse de pessoas físicas nos lucros, e como a
Instituição, sendo fundação educacional, não possui fins
lucrativos, toda e qualquer receita é investida na melhoria
de funcionamento dos cursos e serviços das atuais Faculdades
Integradas Dom Aguirre. A administração conta com ampla
participação dos professores que, em salários relativos ao
mercado paulista, são muito bem remunerados.
As relações entre mantenedora e mantida sao muito
satisfatórias. A Mantenedora garante os recursos humanos,
físicos e financeiros para que a Mantida possa atingir os
seus objetivos, com plena automonia quanto aos assuntos
didático-pedagógicos, acadêmicos e administrativos.
A Mantenedora não detém nem incentiva qualquer tipo de
interferência nos órgãos deliberativos e executivos da
instituição mantida.
Vale explicar, por fim, que os mesmos princípios cristãos que
marcam a Fundação Dom Aguirre, são também a diretriz maior da
Mantida, ficando, doutra parte, evidenciada à Comissão de
Acompanhamento a boa integração entre dirigentes, professores
e funcionários, o que torna o ambiente de trabalho plenamente
favorável ao entendimento e à colaboração das partes.
1.7 Atendimento ao Artigo 3º da Resolução nº 03/91 do Conselho
Federal de Educação
Os requisitos fixados no Art. 3º da Resolução CFE nº 03/91
são observados pela Mantenedora, de acordo com seu Estatuto,
e o que consta do Relatório Parcial n« 1 e no Relatório Final
da Comissão de Acompanhamento.
2 - PROJETO DA UNIVERSIDADE
2.1 Identidade e Vocação da UNISO
2.1.1 Natureza Jurídico-Institucional
A Universidade de Sorocaba - UNISO, como sucessora das
Faculdades Integradas Dom Aguirre - FIDA, terá sua sede em
Sorocaba SP., sendo mantida pela Fundação Dom Aguirre - FDA,
pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, de
caráter filantrópico, educativo, técnico e cultural.
A UNISO será instituição de ensino superior particular,
dotada de autonomia didático-científica, administrativa e de
gestão financeira e patrimonial, dentro dos limites fixados
pela legislação vigente, por seu Estatuto, pelo Regimento
Geral e pelo Estatuto da Entidade Mantenedora, no que couber.
2.1.2 Concepção e Filosofia de Trabalho
Para definir a concepção e a filosofia de trabalho da UNISO é
preciso remontar às suas raízes históricas, na década de 50,
quando a união de esforços do poder público municipal, da
Igreja e de algumas lideranças da comunidade houveram por bem
dotar Sorocaba com os primeiros Cursos Superiores.
Essa convergência de forças públicas e privadas resultou na
criação da Fundação Dom Aguirre, para manter esses Cursos
Superiores e, posteriormente, o Colégio Dom Aguirre que
abrange Pré-Escola, 1º e 2º Graus e, hoje, as Faculdades
Integradas Dom Aguirre.
Por essa razão, a UNISO está concebida como:
- não estatal, ou seja, não surge criada e mantida pelo Poder
Público, embora conte cora integral apoio, até de natureza
financeira municipal;
- não estritamente particular, ou seja, dentro do conjunto
amplo e heterogêneo das Universidades Particulares
brasileiras, a UNISO, criada e mantida por uma fundação
educacional, não será propriedade de nenhum grupo, empresa,
igreja ou pessoa;
- comunitária, ou seja, não sendo estatal nem estritamente
particular, seus mantenedores representam diferentes
segmentos da sociedade local, como a Igreja, o Poder
Público Municipal e o Empresariado, supervisionados por um
Promotor Público, para o pleno resguardo dos objetivos e
dos recursos da Instituição, devendo-se acrescentar que os
órgãos decisórios da Universidade são integrados por
membros da comunidade acadêmica e por representantes da
comunidade externa;
- não confessional, ou seja, embora a Arquidiocese de
Sorocaba tenha tido a iniciativa de instituir a entidade
mantenedora das FIDA atuais, UNISO amanhã, esta não será
propriedade sua, nem tem proposta acadêmica vinculada à
Igreja Católica, visto que apenas se orienta por princípios
e valores cristãos universais, numa postura pluralista, não
exigindo definição de crença de nenhum docente, funcionário
ou aluno;
- regional, ou seja, com sede em Sorocaba, mas atuando
também fora dela, no âmbito do 25º Distrito Geoeducacional,
sua área de influência, produzindo e disseminando o saber,
com efetividade social, indo ao encontro das expectativas
da comunidade da região;
- de pequeno porte, ou seja, começando com apenas 10 Cursos e
regulando o seu crescimento não pelo ideal da expansão
quantitativa, mas pela concretização da universalidade do
saber e do desenvolvimento sócio-cultural da comunidade.
2.1.3 Objetivos da UNISO
A UNISO tem como objetivos:
1º ministrar o Ensino Superior em todas as suas modalidades;
2º desenvolver a Pesquisa Científica;
3º praticar a Extensão, sob a forma de cursos e serviços;
4º formar e aperfeiçoar educadores e outros profissionais e
pesquisadores;
5º participar ativamente, com a comunidade regional, na
identificação e na solução dos problemas econômico-sociais
e culturais, estimulando a integração ampla e criativa dos
seus docentes e alunos;
6º possibilitar a expressão responsável e solidária de
diferentes linhas de pensamento, gerando um clima de
abertura e liberdade para tal;
7 º participar no estudo dos problemas sócio-econômicos,
culturais e políticos do País, do Estado, da Região e do
Município;
8º absorver experiências universitárias e divulgar as
próprias, pelo intercâmbio com instituições e órgãos de
ensino, pesquisa e extensão do País e do exterior.
2.1.4 Princípios Pedagógicos
À luz da filosofia educativa vivenciada nas atuais FIDA,
importa ressaltar os seguintes princípios pedagógicos da
UNISO:
1º liberdade e autonomia do aluno, enquanto sujeito de seu
processo educativo e responsável por sua formação;
2º valorização do trabalho docente, considerados os
professores como o motor principal da Universidade;
3º melhoria sistemática da qualidade de ensino;
4º compromisso institucional com o aprimoramento permanente
do exercício das funções e da vivência comunitária da
Universidade.
2.2 Linhas Básicas de Ação da UNISO
Para o cumprimento de seus objetivos e princípios, a UNISO
estabelece como linhas básicas de ação:
1ª criar e manter uma qualificação organizacional que
harmonize o funcionamento de todos os órgãos e setores,
através de um sistema adequado de interação e comunicação;
2ª criar condições para a viabilidade econômica da
Universidade, sobretudo para lhe dar efetivas condições
para a Pesquisa e a Pós-Graduação;
3ª articular e desenvolver a interação do Ensino, Pesquisa e
Extensão, na perspectiva dos Cursos atuais, dos previstos
e de outros que se possam instalar no futuro;
4ª criar condições institucionais para garantir Cursos de
Pós-Graduação, com vistas ao aperfeiçoamento, tanto dos
seus recursos humanos como dos profissionais de sua área
de influência;
5ª fortalecer sua identidade comunitária, pela interação da
Universidade com sua área de influência, máxime nos campos
da Cultura, da Educação e da Saúde;
6ª expandir e aprimorar sua infra-estrutura física, para o
melhor desenvolvimento dos Cursos atuais e a implantação
dos previstos;
7» alimentar e continuar exercitando o espírito participativo
dos membros da comunidade acadêmica;
8ª fortalecer a participação dos membros da comunidade
externa na solução dos problemas da UNISO e dos problemas
da própria comunidade.
2.3 Metas Prioritárias
Sendo a Universidade um projeto global que amadurece e se
consolida gradativamente, a Instituição fixou metas
prioritárias, nos próximos cinco anos, para o maior
fortalecimento da UNISO. São as seguintes:
Implementar o plano de melhoria dos recursos humanos, físicos
e materiais, para dotar a Universidade de agilidade
estrutural-operacional, nas áreas administrativa e
financeira.
Continuar implementando os planos de carreira docente e
administrativa.
Desenvolver a comunicação interna e externa.
Explorar fontes internas alternativas de financiamento da
Universidade.
Explorar fontes externas, públicas e privadas, de
financiamento da Universidade.
Continuar analisando e avaliando os Cursos, através dos seus
currículos, segundo o perfil profissiográfico de cada um, os
objetivos propostos e os resultados alcançados, numa política
de ensino que tenha em vista os objetivos da Universidade.
Desenvolver e implementar uma política de pesquisa, que a
valoriza como algo inerente ao contexto didático-pedagógico e
estimula a participação de professores e alunos.
Consolidar os programas de extensão em andamento e
incrementá-los, numa política de extensão coerente com os
objetivos da Instituição.
Preparar a criação dos novos Cursos previstos no Projeto
UNISO.
Aumentar progressivamente o número de doutores e mestres,
visando à melhor qualificação docente.
Implantar novos Cursos de Pós-Graduação "lato sensu" e os
primeiros de Pós-Graduação "stricto sensu".
Aprofundar o caráter comunitário da Instituição.
Expandir os serviços comunitários da Instituição.
Ampliar e otimizar as instalações físicas e a infra-estrutura
atual.
Projetar a infra-estrutura prevista para os novos Cursos.
Continuar envolvendo a comunidade acadêmica na solução dos
problemas e das mudanças desejadas para a Universidade.
Fazer parceria com órgãos, instituições, empresas e pessoas
da comunidade local e regional.
2.4 Universalidade de Campo do Conhecimento
A universalidade de campo do conhecimento, uma das
características essenciais da Universidade, é
satisfatoriamente atendida pela Instituição , como se pode
depreender do exame dos currículos plenos dos Cursos atuais
das FIDA, todos devidamente reconhecidos, tanto os da área
fundamental (Filosofia, Geografia, História, Letras,
Ciências/Matemática), como os da área técnico-profissional
(Pedagogia, Administração, Ciências Contábeis e Ciências
Econômicas). E, para demonstrá-la visualmente, segue o Quadro
nº 8.
Quadro nº 08
Universalidade de Campo do Conhecimento
Fonte: Secretaria Geral
Filosofia
licenciatura plena
Geografia
licenciatura plena
História
licenciatura plena
Pedagogia
habilitações plenas
0.E, A.E, l.E, S.E.
e Magistério das ma-
térias pedagógicas
de 1º e 2º Graus
Letras
licenciatura plena
habilitações:
Português/Inglês
Português/Francês
Ciências
licenciatura curta
de 1º Grau
licenciatura plena
em Matemática
Administração
Ciências Contábeis
Ciências Econômicas
2.5 Organização Curricular
Para completar o perfil da futura UNISO, é necessário
conhecer também a sua organização curricular, estruturada à
luz de dois critérios principais:
- atendimento às determinações das normas em vigor;
- coerência com todo o projeto pedagógico da Universidade.
Nesse sentido, os Cursos terão dois ciclos: o básico, de
estudos gerais e o de formação específica, profissional, de
estudos e atividades inerentes a cada Curso.
Quanto ao conteúdo global, todos os Cursos de Graduação da
futura UNISO serão compostos de:
- matérias do currículo mínimo obrigatório,
- disciplinas de complementação curricular.
As primeiras são as fixadas pelo Conselho Federal de Educação
e de caráter obrigatório para a escola e para os alunos. Já
as outras, acrescidas ao currículo mínimo, podem ser de
formação básica, de formação geral, de formação profissional
geral, de formação profissional específica ou ainda aquela
exigida por legislação específica. E isso pode ser
visualizado, claramente, nos currículos plenos, devidamente
aprovados pelo Conselho Federal de Educação, onde se
assinalam também a duração total e os prazos de
integralização curricular, anexos do Regimento Geral.
2.6 Mudanças Decorrentes do Reconhecimento da UNISO
Muitas mudanças positivas foram desencadeadas pelo Projeto
UNISO e verificadas pela Comissão de Acompanhamento, tanto na
própria Instituição, como na comunidade local e regional,
algumas já consolidadas, outras em curso. Por exemplo:
- sob o ponto de vista institucional, com o reconhecimento
das FIDA como Universidade,será conferida à UNISO autonomia
didático-científica, administrativa, de gestão financeiro-
patrimonial e disciplinar, nos termos da Lei 5.540/68 e do
Art. 207 da Constituição Federal;
- foram implantados os Planos de Carreira Docente e Técnico-
Administrativa;
- foi implantado um novo modelo organizacional, antecipando a
estrutura orgânica da UNISO, com maior participação e
responsabilidade da comunidade acadêmica e da comunidade
externa, nas decisões da política da Instituição;
foram definidas e estão sendo praticadas novas diretrizes
de natureza acadêmica, de recursos materiais e de recursos
humanos, bem como as que viabilizam a institucionalização
da pesquisa, da extensão e da pós-graduação "stricto
sensu", em nível de Mestrado;
vem sendo implementado um Plano Institucional de
Capacitação Docente, com sistemática interna de apoio e
acompanhamento das atividades tendentes à melhor titulação
dos professores;
está iniciado um sistema de avaliação institucional,
através de instrumentos diferenciados e convergentes, sob a
coordenação de uma Comissão Especial Permanente;
- os Cursos; atuais de três anos de duração passam a quatro;
os alunos têm sua organização e representação plenamente
asseguradas, com Diretório Central e Centros Acadêmicos,
ganhando voz e voto nos colegiados da UNISO, na forma do
Estatuto e do Regimento Geral;
além do Plano de Cargos e Salários já implantado, os
funcionários têm também agora o seu Plano Institucional de
Qualificação Profissional, já em execução;
os funcionários, como os professores e alunos, agora têm
presença obrigatória nos colegiados;
a comunidade externa conta com a presença estatutária e
regimental dos seus representantes no colegiado superior da
Instituição;
- a ligação entre Universidade e comunidade externa
revigorou-se, não só pela constituição de comissões
municipais de apoio à UNISO, mas também pelos projetos
extensionistas (cursos e serviços) e pelos convênios de
cooperação com entidades públicas e privadas.
Em relação à situação jurídica dos Cursos e Habilitações das
FIDA, o Quadro nº 9 mostra que os atuais Cursos foram
implantados entre 1952 e 1987. Estão todos reconhecidos e em
funcionamento nos turnos diurno e noturno, à exceção de Filosofia
e Ciências Econômicas, que funcionam somente à noite.
Quadro nº 09
Situação Jurídica dos Cursos e Habilitações das FIDA
Curso/Hábilitação
1.Filosofia
2.Geografia
3.História
4.Letras
Português/Inglês
Português/Francês
5.Ciências: Licenciatura
curta de 1º Grau
Matemática (Lic.Plena)
6.Pedagogia
Habilitações :
Orientação Educacional
Administração Escolar
Supervisão Escolar
Inspeção Escolar
Magistério das Matérias
Pedagógicas do Ensino
de 1º e 2º Graus
7.Administração
8.Ciências Contábeis
9.Ciências Econômicas
Autor
Parecer
207/52
207/52
207/52
207/52
207/52
329/69
329/69
432/51
432/51
432/51
432/51
432/51
433/68
1822/75
861/87
ização
Decreto
32038/52
32038/52
32038/52
32038/52
32038/52
64728/69
64728/69
36785/55
36785/55
36785/55
36785/55
36785/55
63093/68
76001/75
95314/87
Reconhecimento
Parecer Decreto
551/57
551/57
551/57
551/57
551/57
2133/76
1270/72
551/57
551/57
551/57
551/57
551/57
256/71
939/79PM
141/93
41366/57
41366/57
41366/57
41366/57
41366/57
78894/76
71607/72
41366/57
41366/57
41366/57
41366/57
41366/57
68776/71
849/79
533/93
Fonte: Secretaria Geral
2.7 Caracterização da Região de Abrangência e Influência da UNISO
A região de influência da futura UNISO confunde-se,
praticamente , com a IV Região Administrativa do Estado de
São Paulo, com uma extensão de 4 0.691 km
2
e uma população de
3.062.612 habitantes (Censo 91/IBGE). Ocupa 16% da superfície
paulista e localiza-se no sudoeste do Estado.
Nessa região sobressai Sorocaba, cidade-pólo de toda a
região, com quase 500.000 habitantes, a 90 km de São Paulo, à
qual está ligada por via férrea (FEPASA) e duas rodovias, a
saber, a Raposo Tavares e a Castelo Branco.
Sob o aspecto econômico, trata-se de região altamente
industrializada, principalmente pelas suas indústrias
mecânicas, metalúrgicas, têxteis, mineradoras, de cimento, de
papel, de alumínio, confecções, produtos alimentícios,
bebidas e eletrônica.
Apresenta também notável potencial no setor agrícola, que
abastece boa parte do Estado de São Paulo e do País, além de
expressiva produção hortifrutigranjeira e pelo seu setor de
pecuária com seus rebanhos de gado leiteiro e de corte, como
também suínos e aves para corte e produção de ovos.
Nesse cenário regional, Sorocaba, região básica de
abrangência da UNISO, se destaca pela expansão e
diversificação do seu parque industrial, das suas atividades
comerciais e dos seus serviços, seguida de perto por outros
municípios vizinhos de elevado desenvolvimento industrial,
como Votorantim, Itu, Mairinque, Salto, Itapetininga e Tatuí,
e agrícola, tais como Piedade, Ibíuna, Itapeva e Capão
Bonito.
Sorocaba - vocábulo tupi que significa "terra rasgada" - teve
seu povoamento iniciado no final do século 16, com a pesquisa
e a fundição do minério de ferro. Foi o primeiro
empreendimento siderúrgico no Brasil.
Logo depois, no tempo dos bandeirantes, seu fundador,
Baltazar Fernandes, doou uma grande gleba de terra aos Monges
Beneditinos, com a condição de que junto ao mosteiro,
mantivessem uma escola.
Nos séculos 18 e 19, Sorocaba se projetou, devido à sua
posição geográfica, como a cidade dos tropeiros, eixo
geoeconômico que ligava as regiões Norte e Sul do País.
Posteriormente, o transporte de mercadorias passou a ser
feito pelos trilhos da Estrada de Ferro Sorocabana e a cidade
se consolidou como um dos maiores parques industriais do
interior paulista, configurando-se hoje como o 13º comércio
mais movimentado do País e o 4º do Estado.
Próxima da capital paulista, Sorocaba dispõe de um parque
industrial muito diversificado, desde parafusos até
sofisticadas antenas de comunicação, com destaque para
tecelagem, metalurgia, mecânica de precisão e eletrônica,
com mais de 1200 indústrias, entre as quais muitas de porte
nacional e internacional, como Pirelli, Case, Villares,
Alcoa, Yashica, Saturnia, Heller, Grupo Votorantim, Grupo
Pagliato e Splice.
Pólo principal da região, Sorocaba, entre os 1.000 municípios
brasileiros com maior potencial de consumo, ocupa o 27º lugar
e é 3a.maior cidade do Estado de São Paulo, em crescimento
industrial. Responde hoje por 2,5% do PIB nacional e se
destaca também pela juventude de sua população: um, em cada
dois habitantes seus, tem menos de trinta anos de idade.
Situada no raio da macrometrópole da capital paulista,
Sorocaba cresceu, na década de 80, numa taxa anual de 4%. A
cada ano são 2.000 construções novas.
Culturalmente avançada, hoje a cidade conta com 150
estabelecimentos escolares, da pré-escola ao 2º grau,
totalizando 111.000 alunos, sendo 76.105 da rede estadual,
17.995 da rede municipal e 17.000 das escolas particulares.
Possui 21 Cursos Superiores mantidos por várias instituições,
2 jornais diários, 9 emissoras de rádio, 3 canais de
televisão, 3 museus, 2 grandes teatros, 3 estádios
desportivos, mas não possui uma Universidade.
O quadro nº 10 informa a origem dos alunos atuais das FIDA.
Quadro nº 10
Total de alunos das FIDA segundo a cidade de origem, em 1993
Cidade de Origem
Alumínio
Angatuba
Araçariguama
Araçoiaba da Serra
Boituva
Capela do Alto
Cerguilho
Cotia
Ibiúna
Indaiatuba
Iperó
Itapetininga
Itapevi
Itu
Mairinque
Monte S.Minas Gerais
Osasco
Pereiras
Piedade
Pilar do Sul
Piracicaba
Porto Feliz
Registro
Salto
Salto de Pirapora
São Miguel Arcanjo
São Paulo
São Roque
Sarapuí
Sorocaba
Tapiraí
Tatuí
Vargem G. Paulista
Votorantim
TOTAL
Nº de Alunos
31
2
2
42
31
2
1
12
62
4
21
7
1
107
107
1
1
1
96
23
1
41
3
34
79
1
6
152
2
3080
7
12
38
324
4334
Fonte: Secretaria Geral
2.7.1 Atendimento ao ensino de 1º e ºº Graus.
O atendimento ao ensino de 1º e 2º graus é demonstrado nos
Quadros nº 11 e 12.
Quadro nº 11
Atendimento de 1º grau - 1993
Em Sorocaba
Na Região
População de 7 a
14 anos
97.182
275.480
Matrícula no
1º grau
79.925
234.147
% de
atendimento
89%
84%
Fonte: Divisão Regional de Ensino
Quadro nº 12
Atendimento de 2º grau - 1993
Em Sorocaba
Na Região
População de
15 a 19 anos
53.360
190.123
Matrícula no
2º grau
14.213
41.499
% de
atendimento
26%
22%
Fonte: Divisão Regional de Ensino
2.8 Coerência do Projeto UNISO com sua Área de Influência
É patente a coerência do Projeto UNISO com as necessidades de
sua área de influência ou, o que é o mesmo, a sua necessidade
social.
Primeiro, porque essa vasta região ainda não tem a sua
Universidade. Em segundo lugar, porque é região de dupla
face: tem o lado industrial altamente desenvolvido e
concentrado e outro, mais extenso, do mundo rural, daí
resultando graves problemas de ordem sócio-cultural, em cuja
identificação e solução a Universidade pode e deve
participar.
Por essa razão, uma das linhas básicas de ação da futura
UNISO é dinamizar seu caráter comunitário e regional, com
atividades de interação entre a Universidade e sua área de
influência..
O nível de desenvolvimento econômico, social e cultural de
Sorocaba e da região de influência da futura Universidade,
assim como as aspirações da comunidade, expressas na volumosa
demanda escolar, nas informações colhidas em pesquisa
específica junto aos alunos de 2º grau, no grande número de
jovens sorocabanos que acorrem aos cursos superiores da
região e fora dela, na feição específica das FIDA, com
expressivo apoio político-social, mostram a necessidade de
Sorocaba contar com a UNISO.
2.9 Plano de expansão do Ensino de Graduação
0 plano de expansão da graduação, quando Universidade, se
estende por cinco anos, a partir do seu reconhecimento,
prevendo:
o desenvolvimento da área de ciências exatas e
tecnológicas, contemplando as ciências agrárias;
- iniciar-se na área de saúde, bastante precária na região;
- o fortalecimento da área de ciências sociais aplicadas.
A expansão,, como prevista, representa o crescimento da
Instituição de maneira racional, de modo a consolidar e
ampliar a universalidade de suas áreas de conhecimento e o
atendimento às necessidades da comunidade regional.
O desenvolvimento da área de Ciências Exatas e Tecnológicas
objetiva a formação de profissionais qualificados para
atuação na área de Informática, de indiscutível importância
social, bem como o apoio às atividades de pesquisa e às ações
extensionistas.
Na área de Ciências Sociais Aplicadas, a região de influência
da Instituição carece de profissionais da Comunicação Social,
quando dispõe de 27 emissoras de rádio, 4 de televisão, 6
jornais diários, 28 semanais e 4 quinzenais, sem falar nos
inúmeros periódicos de empresas, escolas e instituições e nos
serviços de assessorias de imprensa e de comunicação em
geral, de pesquisa e planejamento de marketing, de
agenciamento e produção publicitária.
Ainda nessa área, julga a Instituição que a comunidade de
Sorocaba e da região de influência, no seu contexto peculiar,
está a exigir agentes sociais de nível superior, aptos a
exercerem função de liderança, de política social, de
pesquisa científica , de planejamento e administração de
serviços sociais, em forma organizada e sistemática.
Por outro lado, o projeto da Universidade UNISO enfatiza a
importância do estímulo à Educação Artística, com destaque
para as Artes Cênicas, por entender a Instituição que o
educador deve também assumir a arte como objeto de reflexão e
de formação em todo e qualquer espaço escolar, sempre tendo
em vista a formação integral da pessoa humana. Neste sentido,
destaca-se a vocação artística de Sorocaba, detentora de
intensa e tradicional atividade no campo do Teatro, da
Literatura, da Pintura e da Música.
No campo das Ciências Agrárias, evidencia-se no Relatório
Final da Comissão de Acompanhamento, a realidade agropecuária
da região, que se constitui num dos maiores centros de
produção agrícola do Estado, a exigir apoio técnico-
científico, especialmente aos pequenos e médios produtores,
de modo a conjugar o aumento da produtividade com a
integração do mercado consumidor.
Finalmente, o ingresso na área de saúde, visa ao
desenvolvimento da Odontologia Preventiva, considerando os
problemas da saúde bucal e dentária da região, quando os
profissionais encontram-se concentrados nas áreas urbanas.
A expansão como acima caracterizada, além dos fatores
peculiares da região, foi baseada em resultado de pesquisa
realizada por empresa especializada, no sentido de levantar
as necessidades de formação e qualificação de profissionais.
3 FUNÇÕES DA UNIVERSIDADE
3.1 Ensino, Pesquisa e Extensão na futura UNISO
O projeto pedagógico da Universidade de Sorocaba baseia-se
numa trajetória de quase 40 anos no cenário educacional
regional. Nessa trajetória, a integração entre Ensino,
Pesquisa e Extensão vem crescendo, especialmente nestes
últimos anos de sua consolidação, objetivando o
reconhecimento como Universidade.
O Ensino, função de maior tradição e solidez na Instituição,
vem sendo agora desenvolvido com crescente busca de
qualidade, graças às melhorias já alcançadas, quanto aos
recursos materiais (Laboratórios, Biblioteca, Multimeios) e
humanos (reciclagem e qualificação dos docentes).
Quanto à Pesquisa, geram-se novas possibilidades com a
ampliação de recursos humanos, físicos e financeiros, com a
intensificação de contatos com outras instituições, com a
implementação de novos cursos de pós-grad.uação, com a
definição de linhas de pesquisa e conseqüente possibilidade
de produção coletiva. O interesse pela Pesquisa passou
progressivamente a estar presente de maneira intensa nos
Departamentos, estando agora institucionalizada, inclusive
através do Plano de Carreira Docente e de uma Coordenação
específica.
Quanto à Extensão, as Faculdades Dom Aguirre acumularam
experiência em todos esses anos, através da promoção de
cursos de extensão de diferentes níveis, destinados a uma
clientela diversificada, bem como na prestação de constantes
serviços à comunidade.
Dessa prática extensionista decorrem contribuições para todo
o processo ensino-aprendizagem da Instituição, além dos
benefícios sociais pela inserção na realidade local e
regional, dos contatos com o meio profissional, do
desenvolvimento do espírito comunitário, do treinamento
prático dos alunos e do enriquecimento da própria docência.
Com a Universidade, a prática extensionista se amplia tanto
no aspecto temático, quanto no aspecto geográfico, com a
presença mais efetiva em algumas cidades da região,
consolidando-se assim o espaço de debate e promoção cultural
hoje existente.
3.2 O papel do Ensino
A Instituição mantém no Ensino de Graduação, sob a forma de
bacharelado e licenciatura, cursos voltados à formação de
profissionais e pesquisadores de nível universitário,
notadamente nas áreas das Ciências Humanas, Exatas e das
Ciências Sociais Aplicadas.
A permanente revisão dos procedimentos pedagógicos, a
melhoria dos recursos humanos e materiais, a ampliação e
diversificação das áreas de conhecimento e das práticas
interdisciplinares provocaram e continuam provocando
transformações qualitativas no processo de ensino-aprendizagem
e projetam perspectivas favoráveis ao aprimoramento da
produção científica, em Sorocaba e região.
Além dos cursos de graduação, a Instituição vem ampliando,
nos últimos anos, a oferta de cursos de pós-graduação "lato
sensu", e prepara, no presente, dois cursos de pós-graduação
"stricto sensu"', em nível de Mestrado. Para tanto, já firmou
convênios com universidades públicas e privadas do Estado de
São Paulo, como a UFSCar, a UNICAMP e a UNIMEP, ao mesmo
tempo que finaliza levantamento detalhado das demandas e
áreas de interesse, objetivando delimitar a estrutura
curricular e os recursos humanos e materiais necessários para
a efetiva implantação do programa de Mestrado, que certamente
constituir-se-á em espaço privilegiado para a produção
científica e a reciclagem do quadro docente.
3.2.1 Princípios pedagógicos
A política de ensino em execução nas FIDA tem embasamento
teórico-prático, tanto no primeiro objetivo da futura UNISO -
"ministrar o Ensino Superior, em todas as suas modalidades",
como nos princípios pedagógicos anteriormente destacados.
3.2.2 Situação Atual
Hoje, a vivência desses princípios pedagógicos, nas
Faculdades Dom Aguirre, é comprovada pela educação centrada
no aluno, pela valorização do corpo docente e pela constante
complementação do currículo por outras atividades, como se
expõe a seguir.
3.2.2.1 Educação centrada no aluno
Considerando que o aluno está no centro do processo dinâmico
de ensino-aprendizagem, como sujeito de sua própria formação,
destacam-se na prática pedagógica da Instituição os seguintes
procedimentos:
a) o aluno é permanentemente motivado a assumir o compromisso
de um envolvimento efetivo no processo de sua formação;
b) o ensino é ritmado pela problemática da sociedade, o que
vale dizer, dos próprios alunos, praticando-se assim a
extensão, como estrada de mão dupla , ou seja,
introduzindo o ensino na comunidade e, ao mesmo tempo,
revigorando-o com o questionamento do mundo trazido por
docentes e discentes;
c) a realidade dos alunos é objeto da pesquisa docente, como
meio de produção do saber;
d) a revisão das grades curriculares é periodicamente
realizada;
e) os alunos contam com o apoio de recursos didáticos
variados ;
f) o acesso a bolsas de estudo e estágios, nas seguintes
modalidades:
- bolsa/ajuda financeira (atinge 20% do corpo discente);
- bolsa/trabalho (isenção total do pagamento das
mensalidades, para alunos que desenvolvem pesquisas ou
apoio a setores acadêmicos e administrativos);
- bolsa/estágio (isenção total do pagamento das
mensalidades, para alunos que atuam em instituições
conveniadas, como Banco do Brasil, Caixa Econômica
Federal, Museu Histórico Sorocabano e Museu
Arquidiocesano de Arte Sacra);
- bolsa Crédito Educativo - MEC (alunos carentes
comtemplados por bolsa através de verba do MEC, por
intermédio da Caixa Econômica Federal);
- bolsa de Estudo - Subvenção Municipal (através de lei
municipal alunos carentes recebem Bolsa de Estudo de 20 a
80% das mensalidades).
São apresentados, a seguir, quadros referentes aos
vestibulares, ao número de alunos matriculados, à evasão
escolar e Concluintes.
Ressalte-se o empenho com o qual a Instituição vem tentando
minimizar a evasão com providências concretas, seja de ordem
didática, seja de apoio a alunos com problemas financeiros
mais graves, haja vista as 1327 Bolsas oferecidas, em 1993,
pela própria Fundação Dom Aguirre.
MOD 5
-CFE
Quadro n° 13
Vestibulandos de 1989 a 1993
fontes: Secretaria Geral
AH - Candidatos Inscritos/Vagas Oferecidas
AV - % Candidatos Inscritos/Total de Candidatos
35
MOD 5-CFE
Fontes: Secretaria Geral
Número de Alunos Matriculados de 1989 a 1993
Quadro nº 14
Fontes: Secretaria Geral
Quadro nº 16
Concluintes de 1989 a 1993
Cursos
Administração
C.Contábeis
C.Econômicas *
Filosofia
Geografia
História
Pedagogia
Letras
Ciências-1º Grau
Matemática-L.Plena
TOTAL :
1989
170
87
-
14
82
80
170
119
94
71
887
1990
198
70
-
9
55
77
143
113
90
50
805
1991
191
88
-
27
49
77
155
109
91
78
865
1992
187
54
35
23
42
91
142
102
76
19
771
1993
200
80
51
29
71
85
160
136
106
38
956
Fonte: Secretaria Geral
* Curso Iniciado em 1988
MOD 5•CFE
Quadro nº 15
Evasão escolar anual por Curso, de 1989 a 1993
3.2.2.2 Valorização do Corpo Docente
Para reforçar a importância do professor no processo de
ensino-aprendizagem, a Instituição assumiu os seguintes
procedimentos:
a)aprovação e implantação do Plano de Carreira Docente,
objetivando alcançar todos os professores em regime de
tempo integral (de 40 horas) ou parcial (de 20 a 30
horas), ou de outros regimes, classificados em uma das
seguintes classes: Auxiliar de Ensino, Professor I,
Professor II, Professor III;
b) contratação de professor visitante;
c) ingresso na carreira docente por admissão, na classe de
auxiliar de ensino, só de professores com início
comprovado de pós-graduação "lato sensu" (Especialização);
d) criação da Comissão Permanente da Carreira Docente, para
análise e avaliação do pessoal docente;
e) remuneração salarial condigna e até superior à média paga
no Estado;
f) apoio financeiro aos mestrandos e doutorandos;
g) bolsa integral aos docentes em processo de especialização
na própria Instituição;
h) atendimento às solicitações de bibliografia e de recursos
audiovisuais, necessários à prática docente;
i) presença e participação dos professores nos cargos de
direção,, chefia, coordenação e representação, através do
processo regimental de indicação e escolha;
j) estímulo institucional à produção de livros, capítulos de
livros, artigos na revista da Instituição, em outras
revistas nacionais e estrangeiras, em boletins
especializados, em anais de congressos e outros;
1) criação das Coordenações de Cursos;
m) formulação e execução do "Plano Qüinqüenal de Capacitação
Docente";
n) presença do docente em todos os colegiados da futura
Universidade;
o) estímulo à participação docente nas atividades de
pesquisa, via Departamentos.
MOD 5 CFE
3.2.2.3 Complementação das Atividades Curriculares
Para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem nas FIDA,
muitas são as iniciativas tomadas para suplementar os
currículos, como:
- encontros com ex-alunos, empresários, autoridades públicas,
artistas e docentes de outras instituições ;
- "semanas de estudos" , realizadas anualmente, como a de
Administração, de Economia, dos Contabilistas, de História,
de Geografia, de Filosofia, de Letras e de Educação;
- "semanas culturais", de cunho interdisciplinar, realizadas
desde 1988, com programação e coordenação
interdepartamental;
- concursos anuais, como o de Literatura (Poesia ou Crônica),
já em sua 12ª versão;
- eventos artístico-culturais;
- visitas monitoradas e viagens de estudo;
- competições desportivas;
- institucionalização da monitoria;
- otimização dos serviços oferecidos pela Biblioteca e pelo
Núcleo de Multimeios, através de ampliação do acervo,
informatização, aumento dos espaços físicos e dos
equipamentos e instalação de salas para estudo em grupos e
de cabines individuais;
- instalação de três novos Laboratórios, a saber: de
Informática, de Línguas e de Matemática;
- medidas iniciais para instituir, a partir de 1994, o
• "Programa Especial de Treinamento" (PET), que a CAPES está
reativando;
- medidas iniciais para funcionamento, a partir de 1994, da
"Empresa Júnior".
3.3 O Papel da Pesquisa
3.3.1 Pesquisa como Trabalho Compartilhado
0 processo de transformação em Universidade fez a Instituição
consolidar, definitivamente, a Pesquisa como atividade
habitual no contexto didático-pedagógico e como forma de
cooperação permanente com a comunidade.
Em razão do caráter comunitário da Instituição, a Pesquisa
está sendo entendida e praticada como um trabalho
compartilhado. Por outras palavras, passa-se da pesquisa
individual para a pesquisa institucional, aprofundando o
espírito científico na comunidade acadêmica, envolvendo
professores e alunos e criando elos de ligação mais estreita
entre os Departamentos.
Visando a essa pesquisa interdisciplinar e integrada, os
diversos Departamentos das FIDA desenvolvem pesquisa,
atualmente, nas seguintes áreas temáticas:
- Educação na região de Sorocaba e a formação do educador de
3º Grau;
- Ecologia, Educação e qualidade de vida na região;
- Planejamento urbano, modernidade e formação de metrópoles
regionais;
- Identidade e dinâmica cultural no contexto regional;
- Relações humanas e evolução tecnológica.
Como a pesquisa científica se completa com a divulgação, as
FIDA possu€!m a Revista de Estudos Universitários, indexada
(ISSN - Nº 0102-6437) e editada pela Instituição.
Esta revista é distribuída para as bibliotecas das
Universidades públicas e particulares do País.
Ela também é um meio de permuta bibliográfica entre as
diferentes bibliotecas das instituições de pesquisa e
Universidades.
As Diretorias Geral e Acadêmica da Instituição procuram dar
as condições necessárias para o desenvolvimento da pesquisa,
através de financiamento próprio ou procurando as
instituições de fomento à pesquisa ou ainda através de
convênios.
A participação do docente em congressos, simpósios,
seminários, reuniões de estudo nacionais e internacionais,
tem o incentivo da direção das FIDA e de seus órgãos
colegiados, principalmente quando o docente apresenta
trabalho científico e participa com publicação integral em
anais.
A organização das pesquisas parte de cada Departamento. Para
serem implantadas, devem receber a aprovação da Assembléia
Departamental e a seguir, do Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão.
A avaliação das pesquisas é feita em nível departamental e,
posteriormente, pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão,
através de relatórios completos e periódicos, sobre o
andamento da pesquisa e as dificuldades encontradas.
Os colegiados são incentivadores e facilitadores da pesquisa,
procurando resolver os problemas e obstáculos encontrados
pelo docente.
3.3.2 Projetos de Pesquisa em Realização
Quadro n° 17
Pesquisas em Realização
Docente
João Vergilio
Gallerani Cuter
Alexandre Luiz
Carli
Wander Edmundo
de Medeiros
Maria José Antunes
Rocha Rodrigues
Titulo
Gênese da Teoria da
Figuração.
Sensibilidade Contábil
Liderança e Motivação Huna-
na.
Estudo do papel do
Professor / Coordenador de
Ciclo Básico nas Escolas
Estaduais Urbanas de Jorna-
da Única no Municipio de
Sorocaba.
Objetivo
Determinar as origens da
Chamada "Teoria da
Figuração" do Tractatus de
Wittgenstein, bem como seus
desdobramentos no contexto
do projeto logicista de
Frege e Russell.
Reestruturação do Ensino da
Contabilidade, partindo da
sensibilidade até atingir a
técnica com a operaciona-
lização da contabilidade.
Dissertar sobre os aspectos
da influência dos estilos
de liderança sobre a
motivação dos liderados.
Discussão do papel do
professor-coordenador de
C.B. e análise dos
resultados práticos ligados
ao trabalho e ensino no
Ciclo Básico.
Departamento
Filosofia
Contabilidade
Administração
Educação
Período
90-93
93-94
93-94
i
93-94
Fonte de
Financiamento
FAPESP
F.D.A
F.D.A
F.D.A
Docente
Vânia Regina
Boschetti
Carlos Augusto
Honticelli
Wilma Guimarães
Durelli
Ubirajara de
Campos
Maria Lúcia de
Amorim Soares
Titulo
A Universidade Brasileira
Pós-64
A Indústria Brasileira de
Fundição
"Universidade para a 3ª
Idade".
A Educação e o Meio Ambien-
te nas Constituições Brasi-
leiras.
Girasois ou Heliantos:
Maneiras criadoras para o
conhecer geográfico.
Objetivo
Entender a Universidade
como produto do contexto
sócio-polftico-económico
que foi implantado a partir
de 64 e os mecanismos
ideológicos que a sustenta-
ram.
Analisar a competitividade
das Indústrias de Fundição
do Estado de São Paulo.
Permitir às pessoas da 3ª
idade, o acesso à Universi-
dade, que através da
educação permanente se
resgate suas potencialida-
des;
Estimular a reinserção
social; o sentido da vida,
o resgate de valores; volta
à escola, atualização cul-
tural.
Discutir o tratamento j
meramente normativo dado
pelo Estado à Educação e ao
Meio Ambiente.
Mostrar que Educação e Meio
Ambiente, como instrumento
de libertação e de
preservação do ser humano
constituem uma responsabi-
lidade comunitária.
Gestar e parir experiências
criadoras que permitam
prolificar profissionais
competentes na disciplina e
na ciência geográfica.
Departamento
Educação
Economia
Educação
Geografia e
História
Geografia e
História
Período
93-9*
93-94
93-94
93-94
91-94
Fonte de
(Financiamento
F.D.A
F.D.A
Auto-geren-
ciada,-F.D.A.
e ou Órgãos
Municipal,
Estadual,
Federal e
Empresas.
F.D.A
CNPq
Quadro nº 17 (cont.)
Docente
Araldo Fernandes
Gardenal
Carlos Eduardo
G. Cavalcanti
Paulo de Góes
Edson de 0liveira
Salvador Mor de
Lima
Título
Universidades Comunitárias
Leigas: a experiência
brasileira.
Moeda Indexada e
Financeirização de Preços -
Um Estudo das Relações
entre Mark-Up Desejado,
Taxa de Juros e Moeda
Indexada.
A Ética a Nicómaco e sua
influência na Ética Ociden-
tal.
Travessia em Naufrágio.
0 Ser e o Trágico.
Acervo de instrumentação
para o ensino de Matemáti-
ca.
Objetivo
Estudar o caso das
universidades comunitárias
leigas existentes no Brasil
visando entender as suas
particularidades e poder
analisar criticamente o
PROJETO UNISO concebido à
luz dessas experiências
históricas.
Discutir a relação entre a
indexação dos títulos da
dívida publica (moeda
indexada) e o sistema
financeiro, as feitas de
sua evolução histórica e um
impactos para a estabili-
zação da economia.
Demonstrar que a Ética a
Nicómaco, de Aristóteles,
através da chamada Antigüi-
dade Cristã e da reinter-
pretação de S. Tomás,
exerceu influência marcante
na formação da ética oci-
dental .
Demonstrar o quiasma impla-
cável entre o real e o
significante filosófico que
força a traduzir-nos numa
somatória de discursos
(textos em rotação) como
produto de nossa incompe-
tència e incompletude.
Criação, Projeto, Confecção
e Divulgação do Acervo.
Departamento
Filosofia
Economia
Filosofia
Filosofia
Ciências
Exatas e
Naturais
Período
93-94
93-94
91-94
93-95
93-94
Fonte de
Financiamento
CNPq/
CAPES
F.D.A
F.D.A
F.D.A
F.D.A
Quadro n° 17 (cont.)
Docente
Otávio Fineis Jr.
Fernanda Corrêa
Maia
Rogério Augusto
Profeta
Luis Carlos F. de
Almeida
Gumercindo Corrêa
Júnior
Donizete de Jesus
Soares
Título
Auditoria e Planejamento
Tributário dos Impostos
sobre o valor agregado.
Estudo do Coro Feminino na
peça "Murder in the Cathe-
dral" de T.S.Eliot.
Análise de investimentos em
bens de produção.
Orientação Produtiva do
Setor Rural Brasileiro ao
nível de Micro-Região
Homogênea (1970-1985).
As Relações Trabalhistas no
Brasil.
Interpretação de Michel
foucault sobre os textos
produzidos por filósofos e
médicos nos dois 1ªs
séculos d.C.
Objetivo
Discutir técnicas de
mensuração do valor agrega-
do pelas empresas e as
técnicas de auditoria e
planejamento tributário
aplicáveis.
Analisar o discurso do coro
feminino na peça de Eliot,
comentando suas funções e
relacionando com o teatro
grego.
Verificar se e como as
Técnicas de Análise de
Investimentos são aplicadas
na prática industrial como
parte do processo de
avaliação de alternativas
de investimentos.
Analisar as transformações
ocorridas na agricultura
brasileira no período de
1970/85, ao nivel de
micro-região, comparando-a
entre si.
Avaliar a evolução no
Impeto em o Capital e a
Força de Trabalho, Especi-
ficamente na Representação
Sindical.
Analisar os conceitos
"Moral" e "Ética"
r
Departamento
Contabilidade
Letras
Administração
Economia
Administração
Filosofia
Período
92-95
92-95
93-94
93-94
93-94
93-94
Fonte de
Financiamento
F.D.A
F.D.A
F.D.A
F.D.A j
F.D.A
F.D.A
43
MOD5l-CFE
Quadro nº 17 (cont.)
Docente
Anísio Baptista
Pereira
Maria Lúcia de
Amorim Soares
Adilson Cézar
Maria Helena G.R
de Paula
José Paulo Marsola
e
Marcela Peçanha
Titulo
Caracterização da Geografia
Física da região de Soroca-
ba.
Formação acadêmica, prática
pedagógica e nova conjuntu-
ra mundial.
Implantação do Núcleo de
Documentação, Pesquisa e
Memória da F.D.A.
Educação em Sorocaba: uma
reflexão.
"Diagnóstico ambiental do
alto curso do Rio Sorocaba"
Objetivo
Aprofundar os estudos
geográficos da região de
Sorocaba, visando divulga-
ção dos dados no meio esco-
lar, sobretudo de Sorocaba
e Votorantim.
Captar as implicações da
formação acadêmica e da
prática pedagógica para
entendimento da nova con-
juntura mundial. Logo
capacitar com maior profun-
didade futuros professores,
Levantar e arquivar dados
relativos à História local
e regional.
Elaborar uma reflexão
critica sobre a situação
atual da Educação em
Sorocaba.
Levantamento do material
bibliográfico referente aos
seguintes assuntos: dados
de bases topográficas;
dados da qual idade da água;
dados do levantamento por
sensoriamento remoto; dados
da vegetação; metodologia
de análise em geomorfologia
ambiental; métodos e
resultados em despoluição
de rios e bacias.
Departamento
Geografia e
História
Geografia e
História
Geografia e
História
Filosofia j
Núcleo de
Estudos
Ambientais
(NEAS)
Período
92-93
92-93
93-96
91-93
93-94
I
Fonte de
Financiantento
F.D.A
F.D.A
F.D.A
F.D.A
Prefeitura
Municipal
Quadro nº 17 (cont.)
45
Docente
Marcos Affonso
Marins
Docentes do De-
partamento, sob
a coordenação
de Vera R. Job.
Docentes do De-
partamento, sob
a coordenação
de Vera R. Job.
Vera Ravagnani Job
Título
"Observações do comporte
mento do pacu, Piaractus
mesopotanicus (Hulmberg,
1887), en relação ao cres-
cimento, sobre diferentes
condições de adaptação doa
tanques de cultivo - Análi-
se econômica.
A História de Sorocaba
através dos textos.
Estudas * Pesquisas do
Tropeirismo.
"Indexação da Historiogra-
fia de Aluísio de Almeida"
Objetivo
Avaliação do desenvolvimen-
to do pacu através de
curvas de crescimento em
comprimento e peso.
Avaliação do rendimento da
biomassa total. Otimização
do tratamento de avaliação
através da biomassa total.
Análise econômica dos
diferentes tratamentos.
Pesquisar, selecionar,
coordenar, e anotar textos
históricos e literários
acerca de diferentes etapas
e aspectos da evolução do
Município, produzidos em
diferentes épocas e por
diversos autores, para
gerar e editar um livro
sobre História de Sorocaba
destinado à utilização
pelos estudantes da cidade.
Localizar e reunir
documentação, levantar de
forma sistemática a biblio-
grafia e promover estudos
de campo e coleta de rela-
tos crais que aprofundem o
conhecimento e tornem
possivel a divulgação da
importância histórica do
tropeiro, seu universo e
seu legado à integração
regional e nacional.
Elaborar Índice sistemático
da historiografia de Aluf-
sio de Almeida para facili-
tar a consulta e acesso aos
diversos temas tratados em
seus títulos, e o trabalho J
de pesquisadores e estudan-
tes.
r
Departamento
Núcleo de
Estudos
Ambientais
(NEAS)
Geografia e
História
Geografia e
História
Geografia e
História
Período
92-93
93-94
93-94
93-94
J
Fonte de ,
Financiamento
CNPq
F.D.A
F.D.A
F.D.A
i
Quadro nº 17 (cont.)
Docente
Nilson Leis
Nilson Leis
Ilze Mari
Dell'Erba da
Silva
Nilson Leis
Izilda Maria M.
Mascaro Vietti
Domingos Parra
Titulo
Os hábitos de consumo
alimentar da população
sorocabana.
Perfil Sócio-Econômico de
jovens sorocabanos
Nosso perfil sócio-econômico
Características do Desen-
volvimento Urbano e Indus-
trial em Sorocaba.
Projeto de Apoio ao Ensino
de Ciências.
Importância da relação
Custo / Beneficio na
Avaliação de Projetos de
Investimentos.
Objetivo
Analisar os hábitos da
população sorocabana, no
aspecto de consumo alimen-
tar. Acompanhar a variação
dos níveis de preços.
Traçar o perfil sócio-econó-
mico e de carreira dos alu-
nos de 2ºgrau em Sorocaba
Traçar o perfil sócio-econô-
mico dos alunos das FIDA
Verificar os traços ineren-
tes do desenvolvimento de
Sorocaba e seus desdobra-
mentos.
• Propor uma cadeia con-
ceitual exemplar.
- Exemplificar o planeja-
mento de uma unidade do
conteúdo programático.
- Identificar o aspecto
interdisciplinar dos ex-
perimentos.
- Elaborar um "Receituário"
contendo um série de con-
ceitos e para cada um
deles, uma grande va-
riedade de experimentos.
Mostrar a importância da
avaliação social de proje-
tos, públicos ou privados.
Departamento
Economia
Economia
Ciências
Sociais e
Jurídicas
Economia
Ciências
Exatas e
Naturais
Economia
Período
91-94
92-93
92-93
91-94
92-93
93 j
Fonte de
Financiamento
F.D.A
j F.D.A
F.D.A.
F.D.A
F.D.A
F.D.A
3.3.3 Dissertações do Corpo Docente das FIDA
1 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
2 TÍTULO
Professora pesquisadora
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
3 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientadora
Grau obtido
Ano/Instituição
4 TÍTULO
Professora pesquisadora
Orientadora
Grau obtido
Ano/Instituição
5 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
6 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
7 TÍTULO
Professora pesquisadora
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
8 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
A leitura e a Escrita da Narrativa
Ficcional na 5ª série
Harry Vieira Lopes
Dr. João Teodoro D'ollim Marote
Mestre
1992/USP
A concepção do homem em Merleau-Ponty
e as contribuições de sua Antropologia
Filosófica para a Educação.
Maria Helena Grohmann Rodrigues de Paula
Dr. Antônio Joaquim Severino
Mestre
1984/- PUC-SP
A Democracia ausente. A municipalização
do Ensino em Sorocaba
Wilson Sandano
Dra. Rinalva Cassiano Silva
Mestre
1991/- UNIMEP-SP
A Expressão de lugar em Português
Virgínia Elisabeth F. P. Franco Pinto
Dra. Anna Maria Marques Cintra
Mestre
1978/- PUC-SP
Formas quadráticas e cúbicas sobre um
corpo finito
Mario Biazzi
Dr. Alésio João de Caroli
Mestre
1982/- PUC-SP
Graduação do Adjetivo
José Duarte Vannucchi
Dr. Jurgen Heye
Mestre
1976/- UNICAMP
O Heroísmo Lusíada-Baco no Reino de Netuno
Ana Maria Gurgel de Oliveira Gonzalez
Dr. Segismundo Spina
Mestre
1974/- USP
Do individualismo ao compromisso
social. A Contribuição da Confederação
Evangélica do Brasil para a Articulação
de uma Ética Social Cristã.
Paulo de Góes
Dr. Duncan Alexander Reily
MOD 5 CFE
Grau obtido
Ano/Instituição
9 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
10 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
11 TÍTULO
Professora pesquisadora -
Orientadora
Grau obtido
Ano/Instituição
12 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
13 TÍTULO
Professora pesquisadora -
Orientadora
Grau obtido
Ano/Instituição
14 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
15 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
16 TÍTULO
Professora pesquisadora -
Orientadora
Grau obtido -
Ano/Instituição
- Mestre
- 1989/- IMS-SP
- Localização na Teoria dos Anéis
- Sérgio Rocha
- Dr. Paul Gottfried Ledergerber
- Mestre
- 1986/- PUC-SP
- Mensuração e Avaliação - significados,
funções e diretrizes
- Wlademir dos Santos
- Dr. Newton Aquiles Von Zuben
- Mestre
- 1978/- PUC-SP
- Municipalização e Participação Local
- Rita de Cássia Pires
- Dra. Maria do Carmo Brant C. Falcão
- Mestre
- 1992/- PUC-SP
- Teatro na escola: Trajetória de um
professor de Português
- Roberto Samuel Sanches
- Dra. Ligia Chiappini de Moraes
- Mestre
- 1988/- USP
- Efeito do Reforço na Criatividade
- Maria José Amaral Barros Ritzmann
- Dra. Geraldine Porto Witter
- Mestre
- 1970/- USP
- Educação: a linguagem trágica da espe-
rança
- Edson de Oliveira
- Dr. José Amálio de Branco Pinheiro
- Mestre
- 1992/- UNIMEP-SP
- A Universidade Brasileira Pós-64
- Vânia Regina Boschetti
- Dr. Elias Boaventura
- Mestre
- 1993/- UNIMEP-SP
- Contribuição para o Estudo da Meação. O
exemplo da Cultura de Cebola em Piedade
- Maria Lúcia de Amorim Soares
- Dra. Léa Goldenstein
- Mestre
- 1981/- USP
17 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
18 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
19 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
20 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
21 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
22 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
23 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano
Instituição
24 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Harmonias e Dissonâncias - A Canção de
Fé no início dos anos 70 (O Discurso do
Regime Militar a dos Discos Religiosos)
Laah Mendes de Barros
Dr. Luiz Roberto Alves
Mestre
1988/- IMS-SP
Seculares e Secularizados
João José Corrêa Sampaio
Joan Cowart Dawsep
Mestre
1993/- UNIMEP-SP
A Real Fábrica de Ferro de São João de
Ipanema e seu Mundo: 1811-1835
Og Natal Menon
Dra. Maria Inês Machado Borges Pinto
Mestre
1982/-PUC-SP
A Teologia da Política na Sagrada
Escritura.
Padre João Carlos Alampe
Monsenhor Roberto Mascarenhas Roxo
Mestre
1969/-PUC-SP
Influência da Matéria Orgânica na
Retenção de Ions Cúpicos, Férricos e
Potássio por Sedimentos Lacustres.
José Salatiel Rodrigues Pires
Prof. Dr. José Eduardo dos Santos
Mestre
1987/-UFSCar
Marketing Cultural: um estudo de caso
Ana Maria Brescancini
Paulo Goldschmidt
Mestre
1993/-FGV-SP
Coalisão Cultural: Um Estudo de caso de
uma empresa escandinava no Brasil.
Marcelo Marinho Aidar
Dr. Fernando Cláudio Prestes Motta
Mestre
1992
FGV-SP
Termoguímica de Adultos de Troacetamida
e Trobenzinada com Cloretos do grupo do
Zinco.
Edemir Antônio Digiampietri
Cláudio Airoldi
49
27 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
28 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
29 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
30 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
31 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
32 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Formação de Preços na Agricultura
Henrique Dantas Neder
Angela Kagiyana
Mestre
1978/-UFRJ
De Christo Redemptore
Antônio Carlos Sampaio Pontes
Dr.Charles Boyer
Mestre
1964/-Pont. Univ. Gregoriana-Roma
A Filosofia de Maurice Blondel
Aldo Vannucchi
Dr. Francisco Henrici
Mestre
1969/-Pontificia Univ. Gregoriana-Roma
Parâmetros Microbiológicos da água do
Ribeirão Claro, em Rio Claro-SP
Marcela Pellegrini Peçanha
Dra. Dejanira Franceschi de Angelis
Mestre
1993/-UNESP
Análise do Efeito da Luz na Germinação
de Sementes de "Raphanus Sativus" L.Cv.
Redondo Gigante em condições de
Estresse Hidrico.
Nobel Penteado de Freitas
Dr. Massanori Takaki
Mestre
1991/-UNESP
A Ética Marxista: Luta de Classes
Jayme Rodrigues de Almeida Filho
Dr. José Goenaga
Grau obtido
Ano/Instituição
25 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
2 6 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
- Mestre
- 1991/-UNICAMP
- Escola e Comunidade, aspectos de sua
integração.
- Edson Segamarchi
- Antônio Rubo Müller
- Mestre
- 1971/-USP
- Mulher brasileira, características e
contradições
- Sônia Maria Vicente Cardoso
- Dr. Roberto Antônio Aguiar
- Mestre
- 1983/-UNIMEP-SP
Grau obtido
Ano/Instituição
33 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
- Mestre
- 1951/Pontifícia Univ. Gregoriana-Roma
- Geomorfologia e Ecologia Vegetal
- José Paulo Marsola Garcia
- Dr. Jurandyr Luciano Sanches Ross
- Mestre
- 1993/USP
3.3.4 Teses do Corpo Docente das FIDA
01 TITULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
02 TÍTULO
Professora pesquisadora
Orientadora
Grau obtido
Ano/Instituição
03 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
04 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
05 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
06 TÍTULO
Professor pesquisador
Stablishing a basis for the
development of an undergraduate
curriculum in recreation and leisure
studies in Brasil- a delphi approch
Antônio Carlos Bramante
Dr. Geoffrey C. Godbey
Doutor
1988/The Pennsylvania State University
Contribuição para o estudo de problemas
de pacientes hospitalizados portadores
de doenças infecto-contagiosas
Eni de Jesus Rolim
Dra. Wanda de Aguiar Horta
Doutor
1973/USP
"Darwinismo Social" e Educação no
Brasil.
Antônio Carlos Bergo
Dr. Hérnias Gonçalves Arana
Doutor
1993/- UNICAMP
"Ecologia da Alga Melosira itálica
(Ehr) Kutz - Represa do Lobo. Estado
de São Paulo.
Marcos de Afonso Marins
Dr. Edison Pereira dos Santos
Doutor
1975/USP
A Teoria da Linguagem do Tractatus de
Wittgenstein.
João Vergilio Gallerani Cuter
Dr. Luiz Henrique Lopes dos Santos
Doutor
1993/USP
The Emergency of man Higher Education
and the community college concept:
Implications for Brazilian Hig
Education
José Camilo dos Santos Filho
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
09 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
10 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
- Dr. Grafton Norman
- Doutorado
- 1983/Univ. of Southern, Califórnia, USA
- O erro de qualidade que redunda em erro
de pessoa.
- João Carlos Orsi
- Pe Urbano Navarrete S.J.
- Doutor
- 1993/Pontif.Univ.Gregor.-Roma-Itália.
- Sistema Contábil para Operações com
Mercadorias em Consignações
- Mariano Yoshitake
- Dr. Eliseu Martins
- Doutor
- 1993/USP
- O Norte do Paraná. Expansão Cafeeira e
Apropriação da Renda Fundiária desde
fins do Século XIX até 1960
- Manuel Antônio Munguia Payes
- Dr. Roberto Moreira
- Doutor
- 1993/UNICAMP
- The influence of Islan on Politics and
society in Indonesia/Kinship and
Terrytory as Principie of Local
organization in Malaysia
- Luiz Almeida Marins Filho
- Chandra Jayawardena
- Doutor
- 1977/Macquarie University, North Ryde
Austrália
3.3.5 Relação de Monografias de Conclusão de Curso de Graduação
em Ciências Econômicas:
Quadro nº 18
Monografias de Graduação - 1992/1993
ALUNO
Alexandre Moltocaro
Andreia P.de Melo
Aparecido F.Oliveira
Carmem Lúcia Vassoler
TEMA
0 Crédito Bancário no Brasil
Medicina no Trabalho
A Moeda - Aspectos Gerais
Brasileiros
Desemprego: Causas e Conse -
qüências Econômicas
07 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
08 TÍTULO
Professor pesquisador
Orientador
Grau obtido
Ano/Instituição
Quadro nº 18 (cont.)
ALUNO
Cláudia CF. Paiva
Cláudia N.Mariano
Darlan G. Salgado
Deisy N. Oliveira
Denilson C.Lambóia
Dirceu Briques Jr.
Edilene A. Dona
Érica C.J.Cisterna
Fernando C.D.Botelho
Fernando P.Gaspar
Francisco C.Ribeiro
Gaetano Giannone Neto
Gisele F. Rossi
José Eduardo Demilite
Magali E. da Silva
Magali Félix Nicácio
TEMA
Industrialização e Distribui-
ção de Renda no Brasil
As Instituições Financeiras
e o Crédito
Produção e Impacto Econômi-
co no Brasil
A Evolução da Distribuição
de Renda no Brasil
Industrialização no Brasil -
Estudos da Ind. Têxtil
Avaliação e análise da Cida-
de de Votorantim
A Questão do Transporte Urba-
no no Brasil
A História do Salário Mínimo
Uma Abordagem do Aspecto Eco-
nômico Social e sua Inflação
(1920-1965)
Planejamento:As Funções no
Mercado e na Economia
0 Planejamento Urbano como
Fator Redistribuidor de Renda
ProÀlcool-Programa-Fonte Eco-
nômica de Custo Elevado para
Programa Energético
Agricultura: Desenvolvimento
Econômico, Importância e Ino
vação
Sistema Financeiro da Habita-
ção em Relação à Baixa Renda
Análise do Progresso Poupan-
ça -Investimento
A Pobreza e a Degradação do
Meio Ambiente
Quadro nº 18 (cont.)
ALUNO
Marcelo Abramo
Marcos A. Canhada
Mário Nakano Jr.
Nelson Francisco Jr.
Nilson L.de Camargo
Onofre Domingos Fº
Paulo César Schmidt
Paulo H.Pasquotto
Pedro M. de Maio
Reginaldo Patrício
Roberto T. Goya
Rogério Rodrigues
Sílvio Klienguielfus
Alaor Lopes
Alberto R.São Leandro
TEMA
Energia Nuclear: Uma das al-
ternativas para o Problema
Energético no Brasil e no
mundo
Panorama Energético Brasilei-
ro
Aspectos Econômicos da Agri-
cultura Brasileira
Economia X Meio Ambiente e
Sobrevivência do Homem e do
Planeta
Aspectos Políticos e Econômi-
cos da Revol.Liberal(1842)
Máquinas e Implementos Agrí-
colas no Brasil
A Industria Têxtil Brasilei-
ra na História Contemporânea
Evolução do Pensamento Libe-
ral e sua Crítica à Economia
Brasileira
Análise da Construção da In-
dústria Pneumática no Brasil
(1990)
Mercosul e o Caminho para o
Livre Comércio
Reciclagem - 0 Reaproveita -
mento dos Resíduos sólidos
Informática - Aspectos Econô-
micos
Inflação
Uma Abordagem sobre a Canali-
zação da Poupança na Forma -
ção do Capital
0 Desenvolvimento do Brasil-
dívida Social
Quadro n° 18 (cont.)
ALUNO
Alexandra R.G.Gimenes
Alexandre M.J.Belloto
Álvaro Teixeira Neto
Amarildo M.Farraro
Ana Beatriz P.Rosa
André Luiz M.Diniz
Andréa M.de Castro
Aparecida V.Trindade
Carlos B.Oliveira
Carlos J.Matiello
Daniel Hessel
Daniella M.Cattini
Dorcas de Souza
Elaine T. Saiane
Evandro de Carvalho
Francine Simões
TEMA
Inflação
0 Beneficiamento Público Bra-
sileiro no sistema Econômico
Nacional
Banco Central do Brasil e
suas Funções-Período de 1986
a 1989
Evolução do Salário Mínimo
Período de 1985 a 1990
0 Mercado de Ações coadjuvan-
te do Processo de Desenvolvi-
mento Econômico
Agribusiness
Investimento no Setor Públi-
co e Privado
Distribuição de Renda no Bra-
sil
Aspectos da Qualidade no Pro-
cesso de Abertura Econômica
Teorias sobre o Consumo das
Famílias na Sociedade Brasi-
leira
A Concentração de Renda no
Brasil (1964-1989)
A Política Salarial do Plano
Bresser
Liberalismo X Protecionismo
Desigualdade Social
Telecomunicação: sua Evolu -
ção e sua Importância Econô-
mica para o País
A Abordagem Industrial no
Mercado Oligopolista
ALUNO
Francisco C.C.Sales
Heloísa CR. Nunes
Jefferson Espigares
João Gilberto Rey
Jocilene M.S.Amancio
Kátia C. Walter
Márcia A.Oliveira
Márcia J. Nagahama
Márcia P. Paixão
Marcos Antônio Vivan
Marcos A.de Oliveira
Maria A. da Cunha
Maria A.V.de Barros
Martina L.Nogueira
Neide R.S. Dalmazo
Osvaldo L.L.Gimenez
TEMA
A Evolução do sistema de Cré-
dito e o seu Papel no Setor
Econômico
Análise de Valor
Estrutura Industrial e o De-
senvolvimento Econômico
Inflação: Conceito, Teoria e
a Experiência Brasileira
A Importância das Empresas
Internacionais no Desenvolvi-
mento
Análise da Pobreza: Causas e
Conseqüências
Mercado Brasileiro:Análise da
Base Monetária, Meios de Pa-
gamento e suas Conseqüências
Política de Garantia de Pre-
ços Mínimos
A Indústria Automobilística
no Contexto Econômico do Bra-
sil
Exportação: A Saída para o
Mercado da Carne Bovina Bra-
sileira
Uma Abordagem sobre o Impos-
to de Renda
Emprego X Desemprego
Inflação
A Comercialização dos Produ-
tos Agrícolas na Economia
Brasileira
A Reforma Agrária no Brasil
Uma Síntese do Processo de
Formação da Sociedade Capita-
lista
Quadro nº 18 (cont.)
ALUNO
Patrícia Chiotti
Paulo César Cleto
Regina C.T. V.Góes
Rosana H.de Paula
Roseane M.de Moraes
Rosemeire P.Oliveira
Rosmari J.Camargo
Ruy Barbosa
Sandra A.dos Santos
Sandra R. Ribeiro
Vanderson de Oliveira
Vânia R. Dionísio
TEMA
Industrialização,Urbanização
e os Problemas da Habitação
no Brasil
Inflação - Teorias
A Saúde no Brasil
Aspectos da Integração Econô-
mica e o Mercosul
Política Monetária
Dívida Externa e Crise Econô-
mica
Marketing: Análise de Estra-
tégias Aplicadas a uma dada
Atitude de Mercado
Crédito Rural: Um Caminho à
concentração da Renda e da
Modernidade
0 Desenvolvimento Agrícola a
partir da Relação Indústria/
Agrícola
0 FMI e a Economia
Plano Cruzado
A Dívida Externa do Brasil
3.3.6 Trabalhos de Pesquisa na Pós-Graduação "lato sensu"
- Influência da televisão na Educação
- Danilo Abdelnur Camargo, Olavo Volpato
et alii
- Administração de Recursos Humanos
- 1984
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
- Correlação entre aproveitamento escolar
e nível salarial
- Shobei Watanabe, Valério Gozzano et
alii
- Administração de Marketinq
- 1984
- O papel do Museu Histórico sorocabano
no Desenvolvimento Educacional
- Célia Regina Gazzi, Isa Amélia Ruggeri,
et alii
- Administração de Recursos Humanos
- 1984
- Condição Social da mulher na cidade de
Sorocaba
- Douglas Gomes, Maria Filomena Perenes
et alii
- Administração Financeira
- 1984
Procedimento de desembolso de caixa em
época de crise, nas pequenas e médias
empresas
Antônio Francisco Mascarenhas, Carlos
Alberto Galatti et alii
Administração Financeiras
1984
- O computador nas empresas de Sorocaba
- Benedito Genival Moretti, Carlos
Alberto Galatti et alii
- Administração de Produção e Materiais
- 1984
- Grau de satisfação dos usuários de Telex
- Antônio Jorge Moisés Betti, Cladis
Sanches Lopes et alii
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
- Administração de Recursos Humanos
- 1984
Importância do custo na empresa
industrial
Benedito Roque Moraes, Dulce Ikuko
Kimura et alii
Administração Financeira
1984
Aplicação do microcomputador na área de
Contabilidade nas pequenas e médias
empresas de Sorocaba
Ailton de Lima Ribeiro, Alice Gonçalves
Mendes et alii
Administração Financeira
1984
- A greve: origem e características
- Ailton Jesus de Oliveira, Donizetti
Tadeu Armando et alii
- Administração de Produção e Materiais
- 1985
- A microempresa no período recessivo
- Alcione Hardeman, Itamar Daniel
Romanini e Sérgio Luis Pires
- Administração Financeira
- 1985
Demonstração da importância do contador
de custos nas médias empresas
Altamir Cláudio Ribeiro, Gilberto
Silveira Moraes et alii
Administração Financeira
1985
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
- As causas dos acidentes de trabalho
- Benedito Carlos Amaral, Edno Bonando
Filho et alii
- Administração de Produção e Materiais
- 1985
Determinação do nível de segurança no
trabalho na indústria siderúrgica em
Sorocaba
Luiz Antônio Pedroso, Rita de Cássia
Acquaviva Carrano et alii
Administração Financeira
1985
- Movimento Sindical
- Carlos César da Silva, José Alfredo
Altafim e Jorge Toshiaki Fukuma
- Administração Financeira
- 1985
A importância do Círculo de Controle
de Qualidade na empresa industrial
Antônio R. Gallonetti, Candelária A.
M. Rodrigues et alii
Administração de Produção e Materiais
1985
A Interpretação Social com relação à
Eutanásia
Deise Vieira, Pedro Francisco Escames
et alii
Administração de Recursos Humanos
1985
O computador na indústria
Benedito Miguel Ferraz,
Wagner et alii
Administração Financeira
1985
Benedicto
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
- O lazer do trabalhador em Sorocaba
- Edson Rodrigues, Geraldo Maria Brocca
Casagrande et alii
- Administração Financeira
- 1985
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
- Viabilidade das Comissões de Fábrica
- Francisco José Andreoli, Edison Taglia
ferri et alii
- Administração de Produção e Materiais
- 1985
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
- Multinacionais em Sorocaba
- Alcides Coelho de Souza, Daniel Vieira
et alii
- Administração de Produção e Materiais
- 1985
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
O prazer e a realização pessoal no
desempenho do trabalho
José Francisco Nardy Ribeiro, Marco
Antônio Cabral Coelho et alii
Administração de Produção e Materiais
1985
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
A implantação de creches em empresas
industriais e seus benefícios aos
funcionários
Basílio Petri, Silvia Maria Prestes
Fazzio et alii
Administração de Recursos Humanos
1985
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
Normas burocráticas e produtividade na
empresa
Ana Maria Ferraz Martins Bocci, João de
de Araújo et alii
Administração de Recursos Humanos
1986
MEC/CFE
PARECER Nº
PROC. Nº 23001.000001/90-24
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
Tema
Pesquisador
Área
Ano de realização
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
Tema
Pesquisadora
Área
Ano de realização
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
A Burocracia e suas disfunções na área
econômica, financeira, contábil
Helena Maria Quilicci Leite,
Virgínia Artlejo Lacerda et alii
Administração de Recursos Humanos
1986
- Automação
- Sigueru Arnaldo Kobayashi
- Administração Financeira
- 1986
Inês
Influências do
mulher brasileira
positivismo
na
Ismênia Terezinha Maluche, Silvia Maria
Prestes Fazzio e Zélia Pereira de Paula
Cultura Brasileira
1987
- Ideologia/Cultura/Linguagem
- Edson de Oliveira e Newton Leme Camargo
- Cultura Brasileira
- 1987
- Diferentes concepções sobre o trabalho
- Maria Regina Vannucchi Leme
- Cultura Brasileira
- 1987
- Festa da gente Piedadense
- Íria de Fátima Flório, Maria Auta
Marsola et alii
- Cultura Brasileira
- 1987
Tema
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
- Antônio Carlos Gomes: O gênio e o homem
- Maria Beatriz Marinho Mauad e Maria
Lígia Graziosi Ferreira
- Cultura Brasileira
- 1987
- Participação de Diogo Antônio Feijó na
Política, Filosofia e Literatura
Brasileiras
- Lúcia Regina Vieira Pieroni
- Cultura Brasileira
- 1987
Tema
Pesquisadora
Área
Ano de realização
Tema
- A Saga de um "Chimango" : Feijó - O
Liberal
- Jorge Narciso de Mattos, José Gaspar de
Oliveira Nascimento et alii
- Cultura Brasileira
- 1987
- Aquisição da Leitura e da Escrita no
Processo de Aprendizagem
- Adriana Gomes
- Língua Portuguesa
- 1993
Equipe pesquisadora
Área
Ano de realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
- Leitura
- Alessandra Carla do Nascimento
- Língua Portuguesa
- 1993
- Texto - Organização Textual
- Catarina Aparecida de Oliveira
- Língua Portuguesa
- 1993
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano dE Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
- Leitura em Sala de Aula e uso desta na
Vida Real
- Celma Aparecida dos S.B.João
- Língua Portuguesa
- 1993
- Sujeito Oculto e Indeterminado
- Cleonice Andreia Feijó Silva
- Língua Portuguesa
- 1993
A Produção de Textos após estímulos ou
modelos
Eliana Aparecida A. Perfetto
Língua Portuguesa
1993
-O Parágrafo
- Elza Maria Rodrigues
- Língua Portuguesa
- 1993
Dificuldades que Envolvem o Ato de Ler
(Um Diagnóstico)
Guaraci Bussolini Trani
Língua Portuguesa
1993
-Impessoalidade dos Verbos Haver/Ter
- Heloísa Helena M. A. Pires
- Língua Portuguesa
- 1993
- Por Que o Jornal na Sala de Aula?
- Ismalia Cristina Ferraz
- Língua Portuguesa
- 1993
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
O Ensino de Língua Materna e do
Vocabulário na Escola Pública de 1º
Grau
Ivandir Alves
Língua Portuguesa
1993
Lingua: Instrumento de Comunicação e
Liberdade Gramatical ou Objeto de
Ensino e Opressão
Ivete Moran Gagliardi
Língua Portuguesa
1993
- Leitura em Crise
- Isabel Soares dos Santos
- Língua Portuguesa
- 1993
- Coordenação e Subordinação
- José Gaspar de Oliveira
- Língua Portuguesa
- 1993
- A Influência da Televisão na Educação
- Maria Aparecida Coelho Cardoso
- Língua Portuguesa
- 1993
- Subsídios para Produção de Textos
- Maria de Lourdes Melaré
- Língua Portuguesa
- 1993
- A Gramática e o Jogo da Linguagem
- Maria Teresa Quirino
- Língua Portuguesa
- 1993
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Lingüística Textual: Produção de Textos
Jurídicos
Marlene Gomes de Souza
Língua Portuguesa
1993
As Dificuldades dos Alunos em Sala de
Aula: Redação Escolar
Marta Regina F. dos Santos
Língua Portuguesa
1993
Lingüística: Solução do Ensino de
Língua Materna?
Nilza Corrêa Passos
Língua Portuguesa
1993
- A Leitura no 1º Grau
- Odete Antunes
- Língua Portuguesa
- 1993
O Ensino da Língua Portuguesa no 1º
Grau da Rede Pública de Ensino
Paula Renata Gali Dorth
Língua Portuguesa
1993
- Redação: Rede de Ações
- Pedro Luiz Rodrigues
- Língua Portuguesa
- 1993
- A Coerência
- Rosa Maria Marum de Oliveira
- Língua Portuguesa
- 1993
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
Tema
Aluno Pesquisador
Área
Ano de Realização
- A Coerência Textual nas Redações
Escolares
- Rosana Helena Nunes
- Língua Portuguesa
- 1993
Língua: Instrumento de Manipulação •
Poder
Rosemeire Baptista Cepellos
Língua Portuguesa
1993
- Problemas Redacionais
- Rubens Cândido de Oliveira
- Língua Portuguesa
- 1993
Problemas na Diferença entre Língua
Falada e Língua Escrita
Sandra Bastos
Língua Portuguesa
1993
O Ensino da Linguagem nas Escolas (A
Questão da Oralidade)
Sandra Mara C. Marques Parra
Língua Portuguesa
1993
- Abordagem Literária
- Sandra Regina de Queiroz
- Língua Portuguesa
- 1993
- O Ensino da Língua Portuguesa
- Silsan Margareth F. Caramez
- Língua Portuguesa
- 1993
3.4 O Papel da Extensão
3.4.1 Extensão: Processo Permanente e Interativo
As FIDA sempre se identificaram com os interesses e
necessidades da comunidade, através de cursos e serviços de
Extensão, de tal forma que este será, sem dúvida, um dos
traços identificadores da futura UNISO.
Compreendida e praticada como um processo permanente e
interativo, inseparável do Ensino e da Pesquisa, a Extensão
tem gerado inúmeras iniciativas de interesse da comunidade
sorocabana e regional como um todo e do interesse particular
de professores de 1° e 2º graus, de adolescentes e jovens, de
funcionários públicos e de empresas privadas, de agentes
sociais, pais, líderes, pessoas da Terceira Idade e muitos
outros.
Em contrapartida, essa prática extensionista tem gerado
relevantes benefícios ao Ensino das FIDA, tais como:
- inserção da Instituição na realidade social;
- contatos de docentes e discentes com o meio profissional;
- maior e melhor conhecimento das necessidades do mercado de
trabalho;
- conscientização do bem comum;
- desenvolvimento do espírito comunitário;
- acesso às informações sobre necessidades da comunidade;
- aperfeiçoamento do corpo docente;
- treinamento prático dos alunos;
- entrosamento entre os Departamentos;
- benefício financeiro.
3.4.2 Serviços de Extensão
a) Através de convênios, alunos do Curso de Ciências atuam no
Zoológico da cidade, como monitores dos visitantes e como
auxiliares nos trabalhos de pesquisa e catalogação e de
educação ambiental; alunos de História e Geografia prestam
diferentes serviços no Museu Histórico Sorocabano e no
Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Sorocaba;
alunos de Letras atuam na Academia Sorocabana de Letras e
alunos dos Cursos de Ciências Humanas colaboram no Museu
Arquidiocesano de Arte Sacra.
b) Com apoio do Departamento de Contabilidade, professores e
alunos fazem declaração do Imposto de Renda,
gratuitamente, à comunidade em geral.
c) Através do Departamento de Letras, a Instituição oferece
os serviços de revisão, tradução e versão de textos e a
utilização do Laboratório de Línguas.
d) No Departamento de Matemática, o Laboratório de Matemática
está à disposição da comunidade estudantil, para a criação
e confecção de material instrucional.
e) Vinculado ao Departamento de Educação, desenvolve-se o
Programa da 3» Idade, com variadas atividades de promoção
humana, lazer e ação comunitária.
f) O Núcleo de Processamento de Dados tem elaborado programas
de informatização de Prefeituras e de entidades culturais
de Sorocaba e região.
g) Os Departamentos promovem constantemente exposições,
concursos, apresentações teatrais, musicais e de dança,
conferências, debates e numerosos outros eventos de
interesse da comunidade.
h) Com a participação do Centro Acadêmico, a Instituição
oferece aulas de preparação para candidatos aos Exames
Supletivos de 1º e 2º Graus, gratuitamente.
i) A Instituição tem dado apoio permanente à comunidade:
- cedendo suas instalações e equipamentos a entidades
públicas e privadas;
- colaborando na criação e funcionamento da "União das
Sociedades de Amigos de Bairro de Sorocaba" - USABS, que
hoje congrega 50 associações;
- participando ativamente no assessoramento de
administrações municipais de Sorocaba e de outras cidades
da região, especialmente nas pastas da Educação,
Administração, Finanças e Promoção Social;
- liderando os trabalhos de conscientização popular na fase
pré-Constituinte de 88 e no movimento pré-Plebiscito de
93;
- assumindo iniciativas na área da saúde, como vacinação
infantil, exame pré-nupcial, educação geriátrica e coleta
seletiva de lixo.
3.4.3 Cursos de Extensão
Anualmente, cada Departamento define seus Cursos de Extensão,
com mínimo de 30 horas, dirigidos a clientelas
diversificadas, tais como professores das redes escolares
estadual, municipal e particular, profissionais das empresas,
dirigentes escolares, pesquisadores, universitários,
secundaristas e interessados em geral.
Vale registrar o alcance geográfico dessa atividade
extensionista, pois participam desses Cursos pessoas vindas
também das cidades da região e em certos casos os Cursos são
levados a elas, adequando-se assim às demandas e às
peculiaridades sócio-culturais locais.
Nos últimos cinco anos, foram desenvolvidas atividades de
extensão, atingindo, conforme relação a seguir, 6167 pessoas.
1989
I Curso de Introdução à História e Geografia de Sorocaba e Região
Promoção: DRE Sorocaba, Departamento de Ciências Sociais e
Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de
Sorocaba.
Carga Horária: 30 h
Alunos: 40
Leitura Crítica da Comunicação
Promoção: Departamentos de Educação e Filosofia
Carga Horária: 30 h
Alunos: 40
Comunicação e Sociedade
Promoção: DRE Sorocaba e Departamento de Filosofia
Carga Horária: 30 h
Alunos: 40
Iniciação à Teologia da Libertação
Promoção: Departamento de Filosofia
Carga Horária: 30 h
Alunos: 4 0
II Curso de Introdução à História e Geografia de Sorocaba e
Região
Promoção: DRE Sorocaba, Departamento de Ciências Sociais e
Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de
Sorocaba
Carga Horária: 30h
Alunos: 50
III Semana de Contabilidade
Promoção: Departamento de Contabilidade
Carga Horária: 20 h
Alunos: 205
III Semana de Administração
Promoção: Departamento de Administração
Carga Horária: 20 h
Alunos: 205
I Semana de Economia
Promoção: Departamento de Economia
Carga Horária: 20 h
Alunos: 120
II Semana Cultural
Promoção: Departamentos de Educação, Filosofia, Ciências
Sociais, Letras, Ciências
Carga Horária: 3 2 h
Alunos: 650
0 Papel do Diretor de Escola
Promoção: Secretaria Municipal de Educação e Departamento de
Educação
Carga Horária: 18 h
Alunos: 50
Treinamento de Pessoal de Creches
Promoção: Departamento de Educação e Legião Brasileira de
Assistência
Carga Horária: 18 h
Alunos: 4 0
Curso sobre ICMS
Promoção: Departamento de Contabilidade e Conselho Regional
de Contabilidade
Carga Horária: 18 h
Alunos: 30
1990
III Semana Cultural
Promoção: Departamentos de Educação, Filosofia, Ciências
Sociais, Letras e Ciências Exatas.
Carga Horária: 42 h
Alunos: 73 0
III Semana de Contabilidade
Promoção: Departamento de Contabilidade
Carga Horária: 20 h
Alunos: 215
IV Semana de Administração
Promoção: Departamento de Administração
Carga Horária: 20 h
Alunos: 260
Curso de Formação de Profissionais de Treinamento e
Desenvolvimento
Promoção: Departamento de Educação
Carga Horária: 30 h
Alunos: 40
As Novas Tendências no Ensino da Língua Inglesa
Promoção: DRE Sorocaba e Departamento de Letras
Carga Horária: 30 h
Alunos: 40
Educação Ambiental
Promoção: Departamento de Educação
Carga Horária: 30 h
Alunos: 38
Oficina de Criatividade
Promoção: Departamento de Educação
Carga Horária: 30 h
Alunos: 30
Curso de Parapsicologia
Promoção: Departamentos de Educação e Filosofia
Carga Horária: 30 h
Alunos: 50
Prevenção Dentária
Promoção: Secretaria Municipal de Saúde e Departamentos de
Ciências e Educação
Carga Horária: 20 h
Alunos: 150
1991
Redação: Produção-Avaliação do Texto Escrito
Promoção: Departamento de Letras
Carga Horária: 30 h
Alunos: 4 0
Curso de Formação de Profissionais de Treinamento e
Desenvolvimento
Promoção: Departamento de Educação
Carga Horária: 30 h
Alunos: 4 0
I Jornada sobre Problemas de Aprendizagem
Promoção: Departamento de Educação
Carga Horária: 30 h
Alunos: 50
Introdução à História da Arte
Promoção: Departamento de Educação
Carga Horária: 3 0
Alunos: 4 2
Metodologia Cientifica: Métodos e Técnicas de Pesquisa
Promoção: Departamento de Administração
Carga Horária: 30 h
Alunos: 40
Semana da 3a. Idade
Promoção: Secretaria Municipal de Educação e Departamento de
Educação
Carga Horária: 30 h
Alunos: 310
Reciclagem de Professores de Pré-Escola
Promoção: Secretaria Municipal de Educação e Departamento de
Educação
Carga Horária: 20 h
Alunos: 192
Tendências Pedagógicas Atuais
Promoção: Departamento de Educação
Carga Horária: 30 h
Alunos: 40
1992
Il Semana de Economia
Promoção: Departamento de Economia
Carga Horária: 20 h
Alunos: 160
V Semana de Administração
Promoção: Departamento de Administração
Carga Horária: 20 h
Alunos: 313
IV Semana de Contabilidade
Promoção: Departamento de Contabilidade
Carga Horária: 20 h
Alunos: 221
IV Semana Cultural
Promoção: Departamentos de Ciências Exatas e Naturais,
Letras, Filosofia, Educação e Ciências Sociais
Carga Horária: 32 h
Alunos: 704
Educação Ambiental
Promoção: Departamento de Ciências Exatas e Naturais
Carga Horária: 30 h
Alunos: 44
Formação de Coordenadores de Grupos de Jovens
Promoção: Pastoral da Juventude e Departamentos de Educação
e Filsofia
Carga Horária: 18 h
Alunos: 55
Treinamento de Pessoal Administrativo
Promoção: Secretaria Municipal de Administração
Departamento de Administração
Carga Horária: 20 h
Alunos: 76
Atualização em Odontologia
Promoção: Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas e
Fundação Dom Aguirre
Carga Horária: 25 h
Alunos: 210
1993
III Semana de Economia
Promoção: Departamento de Economia e Sindicato Regional de
Economia
Carga Horária: 20 h
Alunos: 208
VI Semana de Administração
Promoção: Departamento de Administração
Carga Horária: 20 h
Alunos: 215
Semana de Ciências
Promoção: Departamento de Ciências Exatas e Naturais
Carga Horária: 20 h
Alunos: 157
Iniciação ao Grego Clássico
Promoção: Departamento de Letras
Carga Horária: 20 h
Alunos: 42
Prática de Redação em Sala de Aula
Promoção: Departamento de Letras
Carga Horária: 30 h
Alunos: 40
Reciclagem de Professores de 2° Grau
Promoção: Curso Claretiano e Fundação Dom Aguirre
Carga Horária: 60 h
Alunos: 110
Objetivando favorecer a pesquisa, empresas da comunidade
oferecem oportunidade aos professores, para trabalho junto a
seus pesquisadores, uma vez que as ações extensionistas,
favorecendo a comunidade, trazem a comunidade, também, para a
Instituição.
3.5 Organização Didático-Acadêmica
Nos termos da Lei 5540/68, a estrutura organizacional
proposta para a UNISO baseia-se no Departamento, como a menor
fração da estrutura universitária, para todos os efeitos de
organização administrativa e didático-científica.
A partir do processo de acompanhamento e da implantação do
Regimento Unificado de transição, instituiu-se nova
estruturação didático-acadêmica. Definiu-se a competência dos
órgãos deliberativos, distribuídos, hierarquicamente, em
nível superior (Conselho Universitário e Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão) e nível básico (Assembléias
Departamentais).
Em conseqüência, o Departamento ganhou novo perfil, reunindo
numa só unidade professores da mesma disciplina em diferentes
cursos.
Surgiu também a figura do Colegiado de Curso, permitindo o
tratamento específico de questões antes cuidadas,
impropriamente, em nível departamental, sem a visão global
das questões próprias do Curso como um todo.
Assim, o planejamento do ensino de graduação está agora sob a
responsabilidade conjunta do Colegiado de. Curso e do
Departamento, cabendo ao primeiro definir o perfil e os
objetivos do Curso, elaborar o respectivo currículo pleno e
as ementas das disciplinas e promover avaliação periódica dos
cursos; ao segundo cabe aprovar os planos de ensino e propor
medidas para o seu aperfeiçoamento.
Com a premissa de que cada um desses dois colegiados tem suas
competências e responsabilidades, a experiência tem
comprovado a eficácia dessa nova organização, mostrando o
Departamento atento à abrangência e profundidade de conteúdos
de suas disciplinas, enquanto o Colegiado de Curso, além de
cuidar de cada disciplina, preocupa-se com a articulação e a
integração de todas as disciplinas do Curso, tendo em conta a
formação do profissional, de acordo com o perfil traçado e o
projeto pedagógico da Instituição.
A organização didático-acadêmica das Faculdades Integradas
Dom Aguirre vem proporcionando o Ensino nos níveis de:
Graduação: 3 Cursos de Bacharelado (Administração, Ciências
Contábeis e Ciências Econômicas) formam profissionais e
pesquisadores para diferentes segmentos da comunidade e 7
Cursos de Licenciatura (Filosofia, Geografia, História,
Ciências 1º Grau e Matemática, Letras e Pedagogia) formam
professores para as escolas de 1º e 2º Graus e também
especialistas em Educação.
Pós-Graduação: Os Cursos de Especialização (Pós-Graduação
"lato sensu"), destinados a graduados de nível superior, vêm
se realizando desde 1973, com os seguintes objetivos:
- capacitação de docentes para o Ensino Superior;
- reciclagem de profissionais já graduados;
- incremento da pesquisa científica na Instituição.
Tais Cursos são hoje promovidos de acordo com a Resolução
12/83 do Conselho Federal de Educação, com carga de 360 horas
no mínimo e com corpo docente integrado só por mestres e/ou
doutores.
A Pesquisa, de caráter institucional ou individual, vem sendo
realizada a partir de " sua definição pelos Departamentos.
Também o Programa de Iniciação Cientifica objetiva incentivar
o aluno à prática da Pesquisa integrada ao Ensino e à
Extensão.
A Extensão, desde há muito intensamente praticada pelas
Faculdades Integradas Dom Aguirre, atende às demandas da
comunidade e tem seu planejamento elaborado pelos
Departamentos e aprovados por instâncias superiores.
Os programas de Ensino, Pesquisa e Extensão, oriundos dos
Departamentos, integram o Planejamento Anual e o calendário
acadêmico das FIDA.
3.5.1 Atividades dos Departamentos
O Departamento compreende disciplinas afins e exerce suas
funções por intermédio de sua Chefia e da Assembléia
Departamental.
A Assembléia Departamental, integrada pelo Chefe do
Departamento, por todos os professores que ministram as
disciplinas que o compõem e por representação discente,
possui, dentre outras competências, as seguintes:
- analisar os currículos dos docentes;
- aprovar os sistemas de avaliação de aproveitamento dos
alunos;
- realizar estudos sobre a qualificação do ensino;
- aprovar os planos de trabalho do Departamento nas funções
de Ensino, Pesquisa e Extensão;
- aprovar os planos de ensino e os programas das disciplinas;
- promover o desenvolvimento e aperfeiçoamento de
metodologias próprias para o ensino das disciplinas de sua
competência;
- avaliar o desempenho docente e discente, segundo proposta
dos colegiados superiores;
- responsabilizar-se pela elaboração e execução de projetos
de pesquisa, na área de sua competência, promovendo e
coordenando a divulgação do andamento e dos resultados dos
mesmos;
- orientar a participação de seus docentes em programas ou
projetos de pesquisa de natureza interdepartamental;
- incentivar a elaboração de programas e projetos de
extensão, avaliando, permanentemente, o seu andamento e os
resultados obtidos.
O Departamento desenvolve suas atividades em consonância com
os demais órgãos de caráter deliberativo ou executivo,
principalmente com o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão
(CONSEPE), naquilo que, pelo Estatuto e o Regimento Geral da
futura Universidade, seja de sua atribuição.
3.5.2 Planejamento dos Currículos
As Faculdades Integradas Dom Aguirre entendem como de
fundamental importância a permanente adequação dos currículos
de seus cursos à realidade histórico-geográfica em que são
desenvolvidos.
Ao lado do atendimento aos aspectos formais da elaboração dos
currículos, tendo por base as determinações do Conselho
Federal de Educação e as normas dos colegiados competentes,
há a preocupação de planejá-los de acordo com as necessidades
da comunidade local e regional, em que os alunos irão atuar
como profissionais.
Em conseqüência, nos anos de 1991-1993, foi realizada uma
ampla avaliação dos currículos vigentes, acarretando
propostas de mudanças significativas em alguns Cursos, e
adequações, em outros. Esse mesmo procedimento está sendo
utilizado no planejamento dos currículos dos Cursos previstos
para os próximos anos, obedecidos, em todos os casos, os
mínimos obrigatórios de cada Curso.
Os Departamentos e Coordenações de Curso, além de elencar as
disciplinas ministradas nos diversos Cursos das Faculdades e
elaborar as suas respectivas ementas, desenvolveram estudos
de reformulação das grades curriculares dos dez Cursos de
graduação existentes, acrescentando um ano letivo aos que
vinham sendo oferecidos em três anos. Os currículos plenos de
cada Curso de graduação, integrados por disciplinas teóricas
e práticas, com a seriação estabelecida, cargas horárias
respectivas,, duração total e prazos de integralização, bem
como a sua departamentalização foram objetos do 4º Relatório
Parcial.
Cabe a cada professor elaborar o programa da(s) disciplina(s)
que leciona, sob a forma de Plano de Ensino, que é apreciado
pelo Departamento e submetido à sua aprovação, quanto à
adequação dos seus conteúdos aos objetivos do Curso e à
melhor integração com as diferentes disciplinas em cada
série.
Cumpre enfatizar que a formação dos alunos nas Faculdades
Integradas Dom Aguirre abrange também inúmeras atividades
acadêmico-culturais, como forma de propiciar a integração dos
alunos na vida comunitária, relacionando o Ensino à prática
da Extensão.
Nesse sentido, além dos estágios curriculares nas escolas e
nas empresas, devem ser ressaltados os trabalhos efetuados
por eles em museus, parques naturais, institutos culturais e
organismos públicos ou particulares, sem falar da sua atuação
na própria Instituição, fora das salas de aula, pesquisando
nos Laboratórios e na Biblioteca, treinando nos setores
administrativos, participando de visitas de estudos e de
pesquisas de campo, sempre dispondo de tutoria docente.
3.5.3 Coordenação dos Cursos
Cabe ao Colegiado de Curso a coordenação didático-pedagógica
de cada Curso de Graduação.
Esse Colegiado é constituído por um Coordenador, por
professores do Curso em número relativo à participação
departamental no Curso e pela representação discente.
São competências do Colegiado de Curso, dentre outras, as
seguintes:
- definir o perfil e os objetivos gerais do Curso;
- elaborar e propor à aprovação dos órgãos competentes o
currículo pleno dos Cursos e suas alterações, com indicação
das disciplinas que os compõem e a respectiva carga
horária;
- fixar as diretrizes gerais dos programas das disciplinas do
Curso e suas respectivas ementas, recomendando aos
Departamentos modificações com vistas à compatibilização de
seus conteúdos;
- promover a avaliação periódica do Curso e propor ao
Coordenador providências necessárias à melhoria do ensino
nele ministrado;
- colaborar com os demais órgãos acadêmicos na sua esfera de
atuação.
Como a Coordenação de Curso está relacionada às atividades de
Ensino, enquanto direcionada ao funcionamento dos Cursos e à
sua coordenação pedagógica, considerando-se o Ensino como
função integrada à Pesquisa e à Extensão, ocorre o
permanente entrosamento dos Colegiados de Curso com os
respectivos Departamentos.
3.5.4 Metodologia de Ensino
A metodologia de ensino utilizada nos Cursos das Faculdades
Integradas Dom Aguirre vem se desenvolvendo em consonância
com os princípios pedagógicos, dentre os quais vale destacar
a "liberdade e autonomia do aluno, enquanto sujeito do
processo educativo e responsável por sua formação" e a
"valorização do trabalho docente, considerados os professores
como motor principal da Universidade". Assim, são utilizados
diferentes técnicas e recursos, conforme as características
do Curso, do professor e do alunado.
Na busca permanente da "melhoria sistemática da qualidade de
ensino", a Instituição tem investido na qualificação do corpo
docente, na diversificação dos processos de aprendizagem, na
otimização dos recursos de apoio, como, por exemplo, o acervo
bibliográfico e audiovisual. O professor é estimulado a
utilizar os recursos oferecidos pelas próprias Faculdades e,
em função de seu caráter comunitário, também os que sejam
facilitados por outras instituições públicas e privadas da
cidade e região.
Nesse aspecto, a metodologia de ensino praticada atende às
orientações definidas pela Instituição, resguardando sempre a
liberdade de iniciativa do professor, no exercício da
docência.
A título de exemplificação, dentre as estratégias didático-
pedagógicas mais freqüentes nessa metodologia de ensino,
podem ser mencionadas as seguintes: aulas expositivas, aulas
práticas, dinâmicas de grupo, seminários, debates, simulações
e psicodramas pedagógicos e apoio de recursos da tecnologia
educacional.
Acrescente-se que os estágios curriculares são cumpridos sob
supervisão direta dos professores e com comentário e
discussão em sala de aula dos pontos observados na situação
real, concluindo-se com relatórios avaliados e posteriormente
arquivados na Secretaria.
No âmbito dos Cursos de Pós-Graduação "lato sensu", os alunos
elaboram, sob orientação de um professor, obrigatoriamente,
uma monografia específica que, depois de avaliada e aprovada,
passa a fazer parte do acervo da Biblioteca.
3.5.5 Programa de Pós-Graduação
3.5.5.1 Pós-Graduação "lato sensu"
Com o ensino de pós-graduação, a Instituição, desde 1973, tem
procurado oferecer oportunidades de capacitação e de
atualização aos seus próprios professores e a outros
profissionais graduados, que procuram especializar-se,
aprofundar os conhecimentos obtidos na graduação, pesquisar
dados e fatos, com vistas à aquisição e conquista de novos
conhecimentos, além da capacitação para o magistério de
Ensino Superior. Abre, ainda, aos alunos, em seqüência aos
estudos de graduação, a possibilidade de obter formação de
especialistas e ampliar o seu período de permanência na
escola, objetivando a conquista de padrões aprimorados para o
desempenho de suas funções.
0 ensino de pós-graduação é administrado por uma
Coordenadoria Geral, criada em julho de 1991 e subordinada à
Diretoria Acadêmica. Cada Curso tem o seu coordenador que
mantém estreita relação com a Chefia do Departamento
respectivo.
O quadro nº 19 destaca os principais Cursos oferecidos no
período de 73-75, que se constituíram na primeira fase dos
Cursos de Pós-Graduação nas FIDA.
Quadro nº 19
Cursos de Especialização - Período 1973 - 1975
Fonte: Secretaria de Pós-Graduação
A partir de 1984, iniciou-se nova fase no campo da Pós-Graduação
"lato sensu", através dos Departamentos de Filosofia,
Administração e Contabilidade, conforme indica o Quadro nº 20.
Quadro nº 20
Cursos de Pós-Graduação "lato sensu" - período 1984 - 1989
Departamento
Administração
Contabilidade
Filosofia
-
Curso
Administração Financeira
Administração de Recursos Humanos
Administração de Marketing
Administração Financeira
Administração de Prod. e Materiais
Administração de Recursos Humanos
Administração Financeira
Administração de Prod. e Materiais
Administração de Recursos Humanos
Administração de Recursos Humanos
Administração de Prod. e Materiais
Administração de Prod. e Materiais
Contabilidade e Auditoria
Contabilidade e Auditoria
Cultura Brasileira
Período de
Realização
3/6% a 5/85
3/84 a 5/85
3/84 a 5/85
4/85 a 6/86
4/85 a 6/86
4/85 a 7/86
8/86 a 7/87
8/86 a 7/87
8/86 a 8/87
8/87 a 7/88
8/87 a 8/88
8/88 a 7/89
3/84 a 5/85
4/85 a 6/86
3/86 a 4/87
Alunos
Matriculados
52
31
24
39
59
28 j
36 j
41
40
24
39
24
28
26
32
Fonte: Secretaria de Pós-Graduação
Obs. : Carga horária dos cursos: 360 horas
Quadro nº 21
Cursos de Pós Graduação "lato sensu" realizados e em realização
(1991-1994)
Departamento
Letras
Administra-
ção
Administra-
ção
Letras
Educação
Contabili-
dade
Educação
Administra-
ção
Geografia e
História
Ciênc.Exatas
e Naturais
Administra-
ção
Administra-
ção
Administra-
ção
Curso
Teoria da
Literatura
Administração
Financeira
Administração de
Recursos Humanos 1
Língua
Portuguesa
Psicopedagogia I
Contablidade e
Auditoria
Psicopedagogia II
Administração de
Marketing I
Geografia, História e
Artes da América Latina
Ciência
Ambiental
Administração de
Marketing II
Administração de
Recursos Humanos II
Administração de
Produção
Período de
Realização
06.03.91 a
04.07.92
12.03.92 a
10.07.93
12.03.92 a
05.07.93
14.03.92 a
26.06.93
22.08.92 a
11.12.93
28.08.92 a
08.12.93
20.03.93 a
16.07.94
22.03.93 a
06.07.94
27.03.93 a
18.06.94
26.04.93 a
12.07.94
13.08.93 a
14.12.94
13.08.93 a
07.12.94
27.08.93 a
10.12.94
TOTAL
Alunos
Matriculados
34
48
48
45
50
27
49
50
42
37
14
21
43
508
Fonte: Secretaria de Pós-Graduação
Obs. 1) Carga horária dos cursos - 360 horas
2) Em março/94 iniciarão 7 novos Cursos
3.5.5.2 Pós-Graduação "stricto sensu"
A Instituição está se preparando, para iniciar, em 1994, dois
Cursos de Pós-Graduação "stricto sensu", era nível de
Mestrado, un» na área de Educação, outro na de Administração.
Para possibilitar o oferecimento dos Cursos de Pós-Graduação
"stricto sensu", já foram tomadas as seguintes medidas:
- Portaria n° 08/92, de criação de Programa de Pós-Graduação
lato e stricto sensu;
- Portaria nº 12/92, de nomeação do Coordenador do Mestrado;
- Convênios com a UFSCar, a UNIMEP e a UNICAMP, celebrados
respectivamente, em 31/03/92; em 08/08/92; em 18/10/93;
- Provimento de recursos humanos e materiais necessários;
- Melhoria dos mecanismos e instrumentos de divulgação e
publicação existentes (Revista de Estudos Universitários).
A opção pelas áreas de Educação e Administração deve-se à
experiência institucional mais sólida nessas áreas, bem
como aos reclamos da rede escolar de ensino de todos os
graus da região e da complexidade atingida pelo sistema
empresarial sorocabano.
3.6 Corpo Discente
Constituem o corpo discente das FIDA e da futura UNISO os
alunos matriculados em seus Cursos.
Esses alunos classificam-se como: regulares, os que
freqüentam curso de graduação e pós-graduação "stricto
sensu" para obtenção de diploma; e especiais, os que
freqüentam cursos para obtenção de certificados, bem como os
inscritos em disciplinas isoladas.
O corpo discente tem representação com direito a voz e voto,
nos Colegiados, nos termos da lei em vigor e segundo
disposição no Estatuto da futura Universidade e seu Regimento
Geral. A representação é privativa do aluno regular e que
esteja em pleno gozo de seus direitos acadêmicos.
3.6.1 Ingresso nos Cursos de Graduação - Matrícula
O ingresso nos Cursos de Graduação é feito mediante Concurso
Vestibular, aberto a candidatos que hajam concluído o 2º Grau
ou estudos equivalentes.
O concurso é organizado por uma Comissão Permanente, e as
provas devem abranger todas as matérias do núcleo comum
obrigatório no ensino de 2
o
Grau, não podendo utrapassar, em
complexidade, esse nível de ensino.
A classificação no Concurso Vestibular é feita no curso de
opção do candidato, pela ordem decrescente da soma dos pontos
obtidos, até o limite de vagas nele oferecido.
A matrícula só pode ser efetivada por candidatos aprovados em
vestibular e é renovada anualmente.
No caso de vagas remanescentes do vestibular,pode ocorrer a
matrícula de portadores de diploma de curso superior.
A Instituição admite a transferência do aluno, o trancamento
de matrícula e a matrícula de aluno transferido de outra
Instituição, desde que haja vaga.
O total das matrículas pode ser apreciado no Quadro nº 22
observando-se:
- a maior matrícula, no curso de Administração e a menor na
habilitação Matemática.
- o período noturno possui maior número de alunos, uma vez
que Ciências Econômicas, Filosofia e Matemática só
funcionam à noite.
Quadro nº 22
Matrícula inicial nos Cursos de Graduação por turno
e Curso em 1993
CURSO
Administração
Ciências Contábeis
Ciências Econômicas
Ciências: 1º Grau
Matemática - Lic. Plena
Filosofia
Geografia
História
Letras
Pedagogia
TOTAL
TURNO
Diurno
239
82
0
61
0
46
100
145
145
818
Noturno
703
350
305
256
90
102
186
190
355
424
2961
TOTAL
942
432
305
317
90
102
232
290
500
569
3779
Fonte: Secretaria de Graduação
O regime seriado, anual, pode ser visto em termos da
distribuição dos alunos, pelas séries dos diferentes cursos,
no quadro nº 23, notando-se:
- a maior concentração de alunos, coso é natural na 1º série,
diminuindo, progressivamente, nas seguintes séries no
total, embora alguns cursos manifestem crescimento na 3ª
série, em relação à anterior, fruto de transferências;
- a quarta série em branco corresponde às licenciaturas que
tiveram sua carga horária e duração ampliadas por força da
revisão curricular processada nesse período de transição.
A partir da segunda série, o aluno faz a habilitação em
Matemática.
As FIDA pretendem rever o curso para transformá-lo em
licenciatura em Matemática, no futuro.
Quadro nº 23
Distribuição de alunos por Curso, Habilitação e Série
em 1993
CURSO - HABILITAÇÃO
Administração
Ciências Contábeis
Ciências Econômicas
Ciências : 1º Grau
Matemática - Lic. Plena
Filosofia
Geografia
História
Letras
Pedagogia
TOTAL
SÉRIES
1ª
287
131
83
193
45
95
112
210
210
1366
2ª
239
110
59
124
25
61
91
148
175
1032
3ª
209
111
53
51
32
76
87
142
184
945
4º
207
80
59
39
385
5º
51
51
TOTAL
942
432
305
317
90
102
232
290
500
569
3779
Fonte: Secretaria de Graduação
3.6.2 A avaliação do aproveitamento escolar
O aproveitamento escolar é avaliado através de verificações
parciais e eventual exame final, expressando-se o resultado
de cada avaliação em notas de zero a dez.
A apuração do rendimento é feita por disciplina, abrangendo
freqüência e aproveitamento e é competência do professor.
Considera-se aprovado em cada disciplina, o aluno que tiver
obtido:
I - média de avaliações parciais igual ou superior a 5,0
(cinco) e freqüência igual ou superior a 75% de carga
horária fixada no respectivo currículo pleno;
II - média de aproveitamento entre a média das avaliações
parciais e a nota do exame igual ou superior a 5,0 (cinco)
e freqüência igual ou superior a 75% da carga horária
fixada no respectivo currículo pleno.
A Instituição admite a matrícula na série seguinte com
dependência de até duas disciplinas.
3.6.3 A distribuição do Corpo Discente nos Cursos
A evolução do número de alunos, segundo os Cursos, no último
qüinqüênio, pode ser apreciada no quadro nº 24, assim como a
relação matrícula inicial e matrícula final.
Quadro n° 24
Total de alunos segundo a Matrícula
Inicial e Final, por Curso
1989 - 1993
CURSO
Administração
Ciências Contábeis
Ciências Econômicas
filosofia
Geografia
História
Pedagogia
Letras
Ciências 1º Grau
Matemática-Licenc.Plena
1989
MI
1052
453
133
96
220
292
627
508
390
99
MF
868
365
100
87
202
273
595
472
345
93
1990
MI
1053
442
194
103
188
289
584
490
370
107
MF
877
347
157
95
179
265
547
444
334
101
1991
MI
1010
428
255
119
213
290
557
475
379
126
MF
862
350
213
100
197
274
523
435
339
122
1992
MI
987
404
297
103
201
282
574
470
335
72
MF
920
392
258
93
186
271
536
425
274
67
1993/OUT
MI
942
432
305
102
232
290
569
500
317
90
MF
860
404
291
89
215
272
518
461
261
84
Fonte: Secretaria de Graduação
Ml = Matricula Inicial
MF = Matricula Final
3.7 Avaliação dos Cursos da Graduação
Todos os dez Cursos de Graduação regularmente oferecidos
pelas Faculdades Integradas Dom Aguirre foram avaliados, de
acordo com o que determina o artigo 11 da Resolução nº 3/91
do Conselho Federal de Educação.
0 Curso de Ciências Econômicas, iniciado em 1988, foi
avaliado pela própria Comissão de Acompanhamento, por ocasião
do seu reconhecimento, oficializado pela Portaria Ministerial
nº 533, de lº de abril de 1992, publicado no Diário Oficial
da União, em 2.4.93.
O Curso de Pedagogia foi avaliado pela Profª Drª Anna
Bernardes da Silveira Rocha, da UFES e membro da Comissão de
Acompanhamento.
Para os demais Cursos foi solicitada, pela Comissão de
Acompanhamento, a consultoria de professores doutores de
Universidades; públicas com a formação específica dos Cursos a
serem avaliados, que estão relacionados no Quadro Nº 25.
Segundo se indica nesse quadro, foram convidados professores
da USP, UNICAMP, UNESP e UFSCar.
Quadro nº 25
Relação dos Avaliadores dos Cursos
por área e Instituição de origem
Curso
Administração
Ciências: 1º Grau
Matemática-Licenc.
Plena
Ciências Contábeis
Letras
História
Geografia
Filosofia
Avaliador
Alexander Berndt
Geraldo Barbieri
Décio Botura
Carlos Hideo Arima
Marleine P.M.F.Toledo
José Sebastião Witter
Maria Helena R.Simielli
Augusto João C.Novaski
Instituição
USP
UFSCar
UFSCar
FATEC-(UNESP)
USP
USP
USP
UNICAMP
Fonte: Diretoria Geral
Metodologia
A metodologia seguida pelos consultores foi a seguinte:
1º) Estudo do relatório elaborado sobre o Curso,
discriminando:
- os ordenamentos legais
- as vagas oferecidas
- a evolução do Concurso Vestibular no último qüinqüênio
- a evolução das matrículas no último qüinqüênio
- a evolução dos Concluintes no último qüinqüênio
- a infra-estrutura física do Curso
- a Biblioteca (acervo geral e específico, número de
títulos e volumes, número de periódicos gerais e
específicos, estatística de utilização, serviços
oferecidos, convênios firmados, espaço físico para
leitura e para o acervo)
- os Laboratórios
- o Núcleo de Multimeios
- o Núcleo de Processamento de Dados
- o perfil profissiográfico do Curso
- o currículo pleno
- o corpo docente (indicando titulação, tempo de serviço na
Instituição e produtividade)
2º) Visita à Instituição, com o conhecimento e a observação
pessoal das instalações gerais das FIDA e particularmente
das instalações próprias do Curso a ser avaliado.
3º) Reuniões com os Dirigentes da Instituição.
4º) Reuniões e/ou entrevistas com o Chefe de Departamento, o
Coordenador do Curso, Professores, Secretária de
Graduação e Bibliotecária.
5º) Reunião e/ou contatos com os alunos.
6º) Parecer redigido "a posteriori" pelo Consultor-Avaliador,
com suas conclusões sobre o Curso e com as sugestões para
o seu aperfeiçoamento.
Cumpre esclarecer que todo esse processo de avaliação foi
desenvolvido, de forma intensiva, de 1º de março a 25 de maio
de 1993, sendo os pareceres dos consultores entregues à
Comissão de Acompanhamento, para seu conhecimento, análise e
parecer conclusivo final.
Por fim, todos os Chefes de Departamento e Coordenadores de
Curso, à luz das conclusões e recomendações desses pareceres,
iniciaram várias medidas para a melhoria dos Cursos,
sobretudo a reforma curricular, tanto na linha da atualização
dos currículos como na linha da ampliação da carga horária.
Outras sugestões pertinentes à atualização bibliográfica e à
aquisição de materiais de laboratório foram aceitas e
providencidas.
3.8 AVALIAÇÃO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO
Como no caso dos Cursos de Graduação, as normas e
competências regimentais por si mesmas já indicam a
preocupação com a eficiência também dos Cursos de Pós-
Graduação, gerando assim a adoção de procedimentos
avaliativos permanentes.
Especial atenção é dedicada aos mecanismos e instrumentos que
permitem acompanhar a aceitação, pela comunidade, dos cursos
ministrados (análise de dados do aluno no que se refere à
região de origem; abrangência de ofertas do mercado de
trabalho; levantamento das necessidades sociais,
possibilitando campos de pesquisa que retornem em benefício
de todos). Idêntico cuidado tem a Instituição no aferir a
atualidade desses Cursos e em garantir que correspondam,
verdadeiramente, aos anseios e às necessidades de progresso
cultural e/ou profissional da sua clientela.
3.9 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
3.9.1 Experiência adquirida
O que era antes prática individual de muitos professores e
programa de ação de um ou outro Departamento, tornou-se,
durante o processo de acompanhamento da Instituição na sua
transformação em Universidade, medida institucional
permanente, para garantir a busca incessante da qualidade de
ensino, pesquisa e extensão nas Faculdades Integradas Dom
Aguirre e na futura UNISO, conforme os seus 3º e 4º
príncipios pedagógicos.
Nesse sentido, vem sendo meta prioritária da Instituição,
analisar e avaliar todos os seus Cursos, com a redefinição
do respectivo perfil profissiográfico e dos seus objetivos.
Para atingir essa meta, foram desenvolvidos vários projetos
preliminares, como:
a) Promoção do curso de Metodologia Científica: Métodos e
Técnicas de Pesquisa, de 4 8 horas, para os docentes, com o
objetivo de orientá-los na integração efetiva do ensino,
pesquisa e extensão.
b) Orientação e apoio aos Chefes de Departamentos, de outubro
de 1992 a março de 1993, visando à redepartamentalização e
à redistribuição das disciplinas, na reforma curricular.
c) Estudo, elaboração e aplicação, durante o ano de 1992, de
um instrumental apropriado à avaliação sistemática do
desempenho do Corpo Docente e do Corpo Técnico-
Administrativo.
d) Participação dos dirigentes e de alguns professores no IV,
V, VI, VII e VIII Seminário Nacional das Novas
Universidades, respectivamente, em São Paulo (9 a
11/08/89),em Canoas (23 a 26/10/90), em Bragança Paulista
(24 a 27/09/91),em Fortaleza (11 a 13/10/92) e em Tubarão
(27 a 29/10/93) , com a apresentação de estudos e
propostas sobre indicadores de qualidade para o ensino de
graduação em geral e, especificamente, dos cursos
superiores noturnos.
3.9.2 Plano de Avaliação Institucional
Pela experiência adquirida, as Faculdades Integradas Dom
Aguirre perceberam a necessidade de assumir
institucionalmente a avaliação de caráter não apenas formal
mas qualitativo, em consonância com a ênfase dada pelo
Conselho Federal de Educação ao processo de qualificação do
ensino, da pesquisa e da extensão na Universidade.
3.9.2.1 Objetivos da Avaliação
Geral:
Formar em dirigentes, professores e alunos a consciência da
necessidade da avaliação, como um processo que permeia todo o
projeto pedagógico da Instituição.
Especificos:
- Despertar a participação de todos os Departamentos e
setores administrativos no processo de avaliação, através
de reuniões, seminários e palestras.
- Implantar a avaliação permanente em dois Departamentos,
como experiências-piloto: Educação e Administração.
3.9.2.2 Metodologia
A Instituição, atenta à sua realidade de ensino, pesquisa e
• extensão, decidiu implantar um sistema interno e permanente
de diagnóstico, avaliação e aprimoramento de qualidade dessas
atividades, realizando também paralelamente, formas de
avaliação e aperfeiçoamento dos seus setores administrativos.
Adotou, para tanto, um modelo flexível, com possibilidade de
participação democrática e efetiva dos seus professores,
alunos, funcionários e administradores. Trata-se de modelos
que vêm sendo utilizados em várias universidades, com a
consultoria de especialistas de renome, altamente
qualificados.
Coadunam-se eles com as peculiaridades, os propósitos e a
filosofia tanto das Faculdades Integradas Dom Aguirre como de
sua entidade mantenedora, ajustando-se ainda à fase atual de
consolidação do Projeto UNISO.
Sua implantação seguiu as seguintes etapas:
1* Etapa - Participação do Diretor Acadêmico das Faculdades
Integradas Dom Aguirre no Seminário sobre Avaliação das
Instituições de Ensino Superior, em São Paulo, nos dias 25,
26 e 27/06/92.
2ª Etapa - Reunião dos Dirigentes Administrativos e
Acadêmicos da Entidade Mantenedora e das FIDA, em 21/06/93,
para conhecimento e tomada de decisão a respeito da
metodologia avaliativa.
3ª Etapa - Encontro entre Diretores, Chefes de Departamentos
e Coordenadores de Cursos, em 22/06/93, tendo-se estabelecido
que os trabalhos se iniciarão, através de uma experiência-
piloto, somente com dois Departamentos, a saber, o de
Educação e o de Administração.
4ª Etapa - Constituição da Comissão Permanente (três membros)
de Diagnóstico, Acompanhamento e Avaliação Institucional,
através da Portaria nº 007/93, do Diretor Geral das FIDA.
5ª Etapa - Levantamentos, de março a julho de 1993, pela
Diretoria Administrativa, de dados específicos das áreas
administrativas e organizacionais da Instituição como um
todo, visando a definir quando, onde e como introduzir
mudanças que aprimorem toda a Instituição.
6ª Etapa - De julho a outubro de 1993, sob a coordenação da
Diretoria Geral, estudos e iniciativas que objetivaram a
avaliação dos aspectos externos das FIDA, ou seja, o reforço
e o aperfeiçoamento do seu caráter comunitário e regional, de
modo que a melhoria de nivel do ensino, da pesquisa e da
extensão se ligue intimamente ao contexto sócio-cultural-
científico e educacional em que se inserem.
Vale ressaltar, finalmente:
1º - que esse Plano de Avaliação Institucional contará, nos
seus dois primeiros anos, com a presença periódica, nas FIDA,
de consultores especializados em avaliação;
2º - essa sistemática de avaliação, obviamente, proporcionará
correções de rumo nas atividades docentes e administrativas,
com a aventual reestruturação dos próprios cursos;
3º - serão promovidos, periodicamente, seminários internos
sobre Avaliação.
4 - ORDENAMENTOS INSTITUCIONAIS
No processo de reconhecimento como Universidade, a Fundação
Dom Aguirre decidiu integrar suas duas Faculdades, com um
Regimento Unificado próprio, que permitisse a adoção de
critérios comuns de organização e funcionamento, nos termos
do artigo 8° da Lei nº 5540/68.
Assim é que a Instituição submeteu ao Conselho Federal de
Educação o Regimento Unificado das Faculdades Integradas Dom
Aguirre, o qual foi aprovado através do Parecer nº
23001.000828/92-17, de 26.01.93 e homologado pela Portaria
Ministerial nº210, de 19/2/93.
Esse ordenamento institucional, de caráter transitório mas
inovador, antecipou o modelo organizacional a ser adotado
pela futura UNISO, gerando coordenação das atividades de
ensino, pesquisa e extensão, bem como integração das ações
acadêmicas e administrativas, graças aos órgãos
deliberativos, executivos e suplementares então implantados.
4.1 Plano de Organização da UNISO
Dentro desse período experimental de vivência do Regimento
Unificado é que se efetivou o Plano de Organização da futura
UNISO, explicitado a seguir:
4.1.1 Critérios Básicos
A organização da Universidade de Sorocaba obedece à Lei
5540/68 e à filosofia da Instituição.
Segundo a Legislação, os princípios diretores são os
seguintes:
1º Unidade de patrimônio e de administração
2º Estrutura orgânica baseada em Departamentos
3º indissociabilidade de Ensino-Pesquisa-Extensão
4º Racionalização no uso de todos os recursos humanos e
materiais
5º Universalidade de campo
À luz da filosofia da Instituição, serão observados os
seguintes preceitos:
1º Respeito aos direitos fundamentais da pessoa humana,
segundo os princípios cristãos
2º integração ampla e criativa com a comunidade
3º Compromisso com a realidade regional
4º Cultivo do clima de participação responsável
5º Empenho permanente pela qualidade
4.1.2 Níveis e Órgãos Administrativos
A organização da UNISO está estruturada em dois níveis de
administração, cada um com seus respectivos órgãos, a saber:
I Nível de Administração Superior:
Conselho Universitário
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão
Reitoria
Pró-Reitorias
II Nível de Administração Básica:
Assembléias Departamentais
Departamentos
4.1.3 Instâncias Deliberativas e Executivas
A administração da futura UNISO caracteriza-se como
acadêmica, na medida em que se volta para as atividades-fim
da Universidade, e geral, na medida em que se volta para as
atividades-meio.
Nas duas situações, porém, ela é realizada tanto em
instâncias deliberativas como em instâncias executivas, sendo
que as primeiras se concretizam em colegiados e as outras
mediante órgãos específicos.
Em nível de administração superior, a UNISO conta com duas
instâncias deliberativas, a saber:
Conselho Universitário
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão
O Conselho Universitário é o órgão deliberativo máximo.A ele
competem as decisões para a execução da política geral da
Universidade, de conformidade com o estabelecido pelo
Estatuto e pelo Regimento Geral.
Figura ainda, em nível de administração superior, o Conselho
de Ensino, Pesquisa e Extensão.
Nesse mesmo nível de administração superior, a UNISO conta
com duas instâncias executivas, a saber:
Reitoria
Pró-Reitorias
A Reitoria é o órgão executivo que superintende, auxiliada
pelas Pró-Reitorias, todas as atividades universitárias e é
exercida pelo Reitor.
A Pró-Reitoria Acadêmica é o órgão executivo que superintende
e coordena as atividades de ensino, pesquisa e extensão da
Universidade.
A Pró-Reitoria Administrativa é o órgão executivo que
superintende e coordena as atividades administrativas da
Universidade.
Em nível de administração básica, a UNISO tem como instâncias
deliberativas as Assembléias Departamentais e, como
instâncias executivas, os Departamentos.
Para completar a estrutura organizacional da UNISO,
funcionarão também, como instâncias executivas, Órgãos
Suplementares (Biblioteca, Núcleo de Multimeios e Núcleo de
Processamento de Dados).
Esses órgãos destinam-se a apoiar as atividades-fim, bem como
prestar serviços técnico-científicos à Universidade e à
comunidade em geral.
4.1.4 Itens do Estatuto e do Regimento Geral
Título IV - Da Comunidade Universitária
Capitulo I - Do Corpo Docente
Capítulo II - Do Corpo Discente
Capítulo III - Do Corpo Técnico-Administrativo
Título V Da Ordem Econômico-Financeira
Capítulo I Do Patrimônio
Capítulo II - Do Regime Financeiro
Título VI - Das Disposições Gerais e Transitórias
REGIMENTO GERAL DA ÜNISO
Título I - Disposições Preliminares
Título II - Do Funcionamento dos Colegiados
Título III- Das Competências dos Órgãos Colegiados e
Executivos
Capítulo I - Do Conselho Universitário
Capítulo II - Do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão
Capítulo III - Da Reitoria
Capítulo IV - Da Assembléia Departamental
Capítulo V Da Chefia do Departamento
Título IV - Do Ensino, da Pesquisa e da Extensão
Título V
- Da Comunidade Universitária
Capítulo I - Do Corpo Docente
Capítulo II - Do Corpo Discente
Capítulo III - Do Corpo Técnico-Administrativo
Capítulo I - Do Ensino de Graduação
Seção I - Da Organização Curricular
Seção II - Da Coordenação de Curso
Seção III - Do Ingresso nos Cursos de Graduação
Seção IV - Da Matrícula
Seção V - Da Transferência, do Aproveitamento de Estudos
e da Adaptação
Seção VI - Do Trancamento e do Cancelamento de Matrícula
Seção VII - Da Execução Curricular
Seção VIII - Da Avaliação da Aprendizagem
Seção IX - Do Regime Excepcional
Capítulo II - Do Ensino de Pós-Graduação
Seção I - Dos Cursos
Seção II - Dos Níveis
Capítulo III - Da Pesquisa
Capítulo IV - Da Extensão
Capítulo V - Do Calendário Escolar
Título VI - Do Regime Disciplinar
Título VII - Dos Diplomas, Certificados e Títulos
Título VIII- Das Disposições Gerais
O Estatuto e o Regimento Geral foram objeto de análise por
parte da Coordenadoria de Assuntos Jurídicos deste Conselho.
Quadro nº 26
Instâncias Administrativas das FIDA
(1993)
Instâncias Deliberativas
1. Conselho Universitário
2. Conselho de Ensino, Pes-
quisa e Extensão
3. Assembléias Departamentais
Instâncias Executivas
1. Reitoria
2. Pró-Reitorias
3. Departamentos
4. Órgãos Suplementares
Fonte: Diretoria Geral
Embora não aparecendo no Quadro Nº 26, que resume a definição
das instâncias deliberativas e executivas da UNISO, o
Colegiado de Curso, sob a coordenação de um professor e
integrado por professores do Curso em número compatível com a
participação do Departamento na Carga Horária por ele
ministrada no Curso, tem a importante função de planejar e
fixar diretrizes para o funcionamento dos Cursos de
Graduação, zelar pela qualidade deles e promover sua
avaliação, entre outras atribuições regimentais.
4.1.5 Unidades Universitárias
As menores unidades universitárias da UNISO sao os
Departamentos.
FIGURA nº 01
ORGANOGRAMA DA UNISO
4.2 Estatuto da UNISO
Os ordenamentos institucionais da futura UNISO são o Estatuto
e o Regimento Geral.
A elaboração do Estatuto da futura UNISO baseou-se não só nos
princípios organizacionais estabelecidos em lei, mas também
na experiência das Faculdades Integradas Dom Aguirre, em
termos de administração unificada.
No Estatuto estão expressos aspectos conceituais referentes à
Instituição e seus fins, sua estrutura e administração, a
organização didático-científica, a comunidade universitária e
a ordem econômico-financeira.
Cumpre ressaltar que o Estatuto evidencia claramente, na
conceituação dos fins da UNISO, o seu caráter de Universidade
regional e comunitária, criada para estender também suas
atividades de ensino, pesquisa e extensão a outras
localidades de sua área de influência, mediante prévia
autorização dos órgãos competentes.
4.3 Regimento Geral
O segundo ordenamento institucional da futura UNISO é o
Regimento Geral.
Ele explicita os aspectos contidos no Estatuto, especificando
competências, atribuições e normas de funcionamento dos
órgãos colegiados e executivos e regulando as atividades de
ordem didática, pedagógica, científica, administrativa,
comunitária e disciplinar da Universidade.
Integram também o Regimento Geral, como Anexos, a relação dos
Cursos de Graduação, em funcionamento na UNISO, os currículos
plenos desses Cursos e a relação dos Departamentos
existentes, com suas respectivas disciplinas.
5 - RECURSOS HUMANOS
A política de recursos humanos da Instituição parte do
princípio de que o desenvolvimento, aperfeiçoamento e
realização profissional dos seus docentes e servidores é
condição "sine qua non" para a futura UNISO atingir seus
objetivos com qualidade.
Dentro desse princípio, foram implantados os seguintes
planos:
- Plano de Carreira Docente(implantado a partir de 28.8.93)
- Plano de Cargos e Salários(implantado a partir de 28.8.93)
- Plano Qüinqüenal de Capacitação do Corpo Docente(implantado
a partir de 1º. 7.93)
- Plano Qüinqüenal de Capacitação do Corpo Técnico-
Administrativo(implantado a partir de 1º.7.93)
Nesta altura, percebe-se claramente, em comparação com a
realidade vigente quando da aprovação da Carta-Consulta, a
evolução do quadro de pessoal da Instituição e as diretrizes
de sua política de Recursos Humanos, nos próximos anos.
5.1 Corpo Docente
0 corpo docente é constituído de professores distribuídos em
categorias definidas no Plano de Carreira, os quais, além de
reunir qualidades de educador e pesquisador, assumem o
compromisso de respeitar os princípios e valores da
Universidade.
5.1.1 Perfil do Corpo Docente
De acordo com o Quadro Nº 27, pode-se verificar que o Corpo
Docente é constituído, no momento, de 130 professores.
Quadro nº 27
Titulação do Corpo Docente
Titulação
Graduados
Especialistas
Mestres
Doutores
TOTAL
Na Carta-Consulta,
1990
25
79
14
3
121
%
21
65
12
2
100
1993
25
62
33
10
130
%
19
48
25
8
100
Fonte: Diretoria Geral
Em relação à distribuição do Corpo Docente existente na época
da Carta-Consulta pode-se verificar não só um aumento do
total de professores como, principalmente, um avanço
significativo na sua distribuição por qualificação.
O número de professores com titulação mínima de Doutorado
passou de 3 para 10 e a de Mestrado passou de 14 para 33,
sendo atendida, portanto, a recomendação do Conselho Federal
de Educação. A participação percentual de docentes com menor
qualificação tende a diminuir progressivamente em função do
Plano de Capacitação e ingresso de professores mais
graduados.
Quadro nº 2 8
Titulação do Corpo Docente por Departamento - 1993
Departamento
Educação
Filosofia
Letras
Ciências Exatas
Ciências Soc.Jur.
Contabilidade
Geogr. e Hist.
Economia
Administração
TOTAL
PORCENTAGEM
Titulação
Gr.
4
2
1
4
2
3
2
6
1
25
19 %
Esp.
6
1
8
9
7
3
11
8
9
62
48 %
M.
5
8
5
7
2
0
2
2
2
33
25 %
Dr.
2
3
0
2
1
1
0
1
0
10
8 %
Total
17
14
14
22
12
7
15
17
12
130
100%
Fonte: Secretaria da Graduação
Quadro nº 29
Mestrandos e Doutorandos por Departamento - 1993
Departamento
Administração
Ciências Exatas e Naturais
Ciências Sociais e Jurídicas
Contabilidade
Economia
Educação
Filosofia
Geografia e História
Letras
TOTAL
Mestrandos
03
01
02
03
08
04
02
01
01
25
Doutorandos
02
01
01
02
04
02
01
13
Fonte: Secretaria de Pós-Graduação
No quadro nº 30, que procura traçar o perfil acadêmico de
cada professor da Instituição, pode-se destacar:
a) Todos os professores ministram aulas com variação de uma até
no máximo três disciplinas.
b) As disciplinas sob responsabilidade dos professores estão
relacionadas à área de formação profissional do respectivo
docente, e/ou à experiência docente na Instituição.
c) 81% (oitenta e um por cento) do corpo docente é portador de
Curso de Pós-Graduação, sendo 33% habilitado em Cursos de
Mestrado ou Doutorado e 48% em Cursos de Pós-Graduação "lato-
sensu".
d) Todos dispõem de experiência como docentes e/ou como
profissionais em sua área de atividade profissional
específica.
e) O tempo médio de permanência na Instituição é de 13 anos, o
que indica significativa estabilidade do corpo docente e uma
consistente experiência profissional dos professores em sua
área de atuação;
f) Há 8 professores graduados que estão envolvidos diretamente
em programas de Mestrado sem passar pela Especialização.
g) 20% dos 130 professores trabalham sob regime de tempo
integral; 32,30%, sob regime de tempo parcial e 47,70% em
outros regimes.
h) 37% dos professores tem publicado livros e/ou artigos em
revistas especializadas.
REGIME DE
TRABALHO
TEMPO DA
INSTITUIÇÃO
PRODUÇÃO
CIENTICA
EXPERIÊNCIA DOCENTE E/
OU PROFISSIONAL
(nivel, faculdade, ano)
(curso,
faculdade, ano )
DISCIPLINA
PROFESSOR
TP
20 anos
%
Advogado desde 1961
Prof.
FATEC
desde 1974
Direito F.Bauru, 1960
Filosofia . FAFI. 1972
Doutrina Social Cristã
Psicologia
Aplicada
à
Administração
Abramo
Rubens Catter
1
TI
20 anos
Consultoria
de
empresas
desde 1985
Espec. Adm. Geral FGV
1972
Direito.Mackenzie
1970
Administração de Pessoal
Acriminio
Pereira
da
Silva
2
TI
22 anos
Proc.
Banco Brasil
des-
de
1963
Espec. Algebra
Linear
Unicamp 1974
Matemática
FAFI
1972
Matemática Financeira
Ademir
Silva
3
TI
%
Prof.
rede.
est.
desde
1978
Presidente do
Instituto
Historico de Sorocaba
desde 1988
Espec. em Historia Eco
nomica USP 1974
Historia, Fafi.1970,
Pedagogia FPEL Ita-
1975.Estudos Sociais
FFCL.Tatul 1976
História Contemporânea
Prática
de
Ensino
sob
a
forma
de
Está-
gio Supervisiondo
Introdução
ao
Estudos
Históricos
Adilson César
4
TI
32 anos
%
Prof. na
PUCSP
de
1980
a
1983
Diretor
Geral
FIDA
1953
Mestres em Filosofia e
Teologia Universidade
de
Roma 1952,
1969
Filosofia
e
Teologia
Univ. Gregoriana Roma
1952. 1970. Pedagogia
Fac.Itu, 1980.
Filosofia
Geral:Problemas
Metafísicos
Aldo Vannucchi
5
TI
5 ANOS
Perito
Contábil
desde
1983
Consultor
Contabil
desde
1966
Espec.
Contab
e
Audit.
FAC Santana- SP 1957
Mestrado, Machenzie
Administ. ,FlCCAS.75
C.Cont.FCC
Itapet
79
Contabilidade Geral
Contabilidade Bancária
Contabilidade Comercial
Alexandre
Luis
Carli
6
TI
24 anos
Coordenação das Unidades
Escolares de
Jupia
-MT-
1967-1969
Pedagogia
PUC-SP
1964
Didática
Ana
Edna
Gesuele
7
Ci
8 meses
Analista para empresas
desde 1988
Mestre
em
Marketing
FGV
1993
Administração
Pública
FGV,
1985
Administração Geral de Marketing
Ana Maria Brescancini
8
TI
14 anos
%
Prof.rede est .desde 1970
Coord. Ens.Pesquisa e
Extensão
FIDA
desde
1991
Mestre em Literatura
Portuguesa ESE 1974
Letras Neolatinas FA
FI
1970
Lingua Portuguesa
Ana
Maria
G. Oliveira Gonsales
9
QUADRO Nº 30
CORPO DOCENTE
DAS
FACULDADES INTEGRADAS E
(setembro/93)
QUADRO Nº 30
(Cont)|
CORPO
DOCENTE
NAS
FACULDADES INTEGRADA DOM AGUIRRE
REGIME DE
INSTITUIÇÃO
EDUCAÇÃO
CIENTIFICA
EXPERIENCIA DOCENTE
(nivel,faculdade,ano)
(curso,faculdade,ano)
DISCIPLINA
PROFESSOR
6 ANOS
Diretor da
rede
estadual
desde 1982
Especialista
em
Linguis
Sorocaba, 1976, Letras
FAFE,
1972
Pedagogia
FAFI, 1988
Lingua Inglesa
Anibal
da
Costa
Dias
10
TP
29 anos
%
Prof.CLibero, desde 1964
Prof.Un.Rural, desde 88
Especialisata em
Geogra
fia.USP.1969
Geografia USP 1964
Geografia Fisica
Anisio
Baptista Pereira
11
OR
8
anos
%
CAMP
desde
1989
Diretor
em
Filos
de
Educ
UNICAMP 1993
Filosofia
FAFI
1971
Historia
da
Filosofia
Contemporea
Filosofia
Geral:
Problemas
Metafisicos
AntonioCarlos Bargo
12
OR
13 anos
%
Secretário
Municipal
da
Criança e Adolescente
desde 1992
Doutor,
Ed.
Fisica
The-
Pensilvania State
Uni
versity
1988
Ed. Fisica Escola Ed
Fisica.S.Carlos 1971
EDUCAÇÃO FISICA
Antonio
Carlos
13
OR
23 anos
%
Juiz de Direito desde
1»
Mestre,
Teologia
Uni-
versidade Gregoriana,
desde 1964
Teol. Un. Gregor 1960
Diretor Fac.Sorocaba
1973
Literatura
Latina
Antonio Carlos Sampaio Pontes
14
TI
11 anos
Prof
da
PUCSP
desde
1983
Especialista em Filos
da Educação
UNIPMEO
1990
Mestrando
PUCSP'
Fil.
Pedag.
Geog
FAFI
1969,1980, 1981
Metodologia do Trabalho Cientifico
Filosofia
Teoria do Conhecimento
Araldo Fernandes Gardenal
15
OR
26 anos
Prof.rede estadual
Espec
Ensino
de
Geocien
cia. UNICAMP.1992
Geografia FAFI.1965
Pedagogia .FAFI 1973
Est.Soc.FAFI. 1976
Elementos da Geologia
Arlete Dias
16
TI
21anos
Gerente Contabil desde
1970 na
Emp.
Mineração A.
Mendes Ltda
Pedagoria
FAFI
1960
Administ.
FACCAS
72
Contabilidade
Geral
Contabilidade de Castos
Noções
de
Contabilidade
Ary Fernandes
17
OR
2 anos
Prof.
Univ.
S.Judas
Tadeu desde 1984
Esp
Mercado
de
Capitais
Univer.
S. J.
Tadeu
1986
C.Economicas Uni
S.J.Tadeu. 1983
Monografia
(curso
de C.
Economicas)
Augusto Francisco
18
OR
29 anos
Prof
de
Ed.Fisica
da
re-
de municipal desde 1973
Ed.Fisica
F
Sá
Fisi
ca. S. Andre 72
Educação Física
Beradete
Stecca
Moreira
19
OR
6 meses
Executivo de empresa
Mestrando UNICAMP
C.Economicas
UNICAMP1985
Teoria Macroeconomica
Carlos Augusto Montinelli
20
REGIME DE
TRABALHO
TEMPO
DA
INSTITUIÇÃO
Produção
cientifica
EXPERIÊNCIA
DOCENTE
E-
OU PROFISSIONAL
(nivel faculdade,ano)
(cursos.
faculdade,ano)
DISCIPLINA
PROFESSOR
01
lua
%
Consultor Senior Inst
Econ. Serv. Publico desde
1992
Espec. Economia UNICAMP
1989
Mestrando UNICAMP
C.Economicas Un Fe-
deral do B. Janeiro
1986
Desenvolvimento Sócio Econômico
Carlos
Eduardo
G.
Cavalcanti]
21
TP
23 UM
%
Consultora
autonoma
de
RE desde 1989
Pedagogia PUC -SP
1968
Psicologia da Educação
Cecilia Marly de Sá Celanti
22
TI
17 anos
Prof. de
Matemática
na
FIM desde 1976
Odont .F.O.Arar, 1954
Matematica.FAFI 1975
Matemática
Célio Pasquoto
23
0E
2 anos
Diretor da Sindicato da
Econ. Est SP., desde
1-7-1993
J. Tadeu. 1986
Ciências Economica
Univ
. S .J
Tadeu
1984
Elaboração
e
Análise
de
Projeto
Cesar
Augusto
Martins Costa
24
01
1
ano
Gerente Financeiro desde
1991
Especialista Contabili
dade
Gerencial
e
Contro-
ladoria
Fic.Adm
Santana
1991
CContabeis
FACCAS
1985
Análise e
Auditoria
de
Balanço
Celso de Campos
25
TP
25 anos
Prof. de Geografia na re-
de estadual desde 1970
Espec. em Geografia USP
1970
Geografia, FAFI 1967
Pedag.FFCL Total.1977
Geografia do Brasil
Biografia
Celso Manoel de Andrade
26
TI
7 anos
Diretor Administrativo
FIDA 1953
Espec.Adm.Recurso Huma-
nos FACCAE 1985
Administração
FACCAS,
1970
Teoria Geral da
Administração
Danilo Abdelnur Camargo
27
TP
20 anos
Prof na Fac de Engenha
ria de
Sorocaba
1979-83
Especialista
em
Fisica
UFP,
1988
Fisica
FFCL
Rio
Claro 1969.
Fisica
Deise de
Togni
Correa
26
0R
19 anos
Empresária comercial
desde 1951
Espec.
Ed
Fisica
F.
Ed
Fi
sica
Sorocaba
1974
Ed.Fisica F.Ed.Fis.
Sorocaba 1973
Educação Fisica
Dilce de Barros Arruda
21
TP
20 anos
Prof.
Universitario
de 1985
Espec. em Econ. Espe-
sas Fac.Ec.Fis e Adm
SP. 1962
Mestrando
Uniguarulhos
Ciências Economica,
Mackenzie 1966
Economia Brasileira
Domingos
Parra
Filho
30
TP
5 anos
%
Prof. USF. 1988 e 1989.
Mestrando PUC-SP.
Filosofia FFMSra.Me-
dianeira 1979
História da Filosofia Moderna
Donizerte
de
Jesus
Soares
31
TI
22 anos
Esc.Cont. desde 1984
Administração FACCAS,
1979
Auditoria e Análise de Balanço
Administração
Financeira
Orçamento
Douglas
Gomes
32
OR
8 lesei
%
Prof. da rede estadual
desde 19».
Mestre em Clinica UNI-
CAMP. 1991-
Química, Fac.Ciências
e
letra
Oswaldo
Cruz
1977.
Química
Edemir
Antonio
Digiampietri
33
QUADRO Nº 30 (Cont)
CORPO DOCENTE NAS FACULDADES INTEGRADAS DOM AGUIRRE
Outubro/93
QUADRO Nº (Cont)
CORPO
DOCENTE NAS
FACULDADES
INTEGRADAS DOM AGUIRRE
usina
TEMPO
DA
INSTITUIÇÃO
PRODUÇÃO
CIENTIFICA
EXPERIENCIA DOCENTE E/
(nivel , facul , ano )
(curso,
faculdade,
anos)
DISCIPLINA
PROFESSOR
OR
1 ano
Consultor de
Empresa
desde 1993.
Mestrando Mackenzie
Ciên.
Economicas
IMES
S.Caetano do Sal 1978
Economia
Industrial
Edmundo
Rodrigues
da C. Junior
34
TI
16 anos
%
Prof da rede Estadual
desde 1986.
Espec. em Biologia Ge-
ral Programa de Tutoria
da CAPES 1963
C.Biolog Un. M Cruzer
Itu
1973
Biologia
Pratica de
Ensino
de Ciencias sob a
forma
de Estágio Supervisionado
Edson Antonio Digiamietri
35
OR
1 ano
Prof-
rede estadual
des
de 1986
Mestre em Filosofia
do Educação UNIMEP 92
Doutorando
PUC-SP
Filosofia
FAFI
1985
Filosofia Cultural
Antropologia Filosófico
Edson de Oliveira
36
TI
25 anos
%
Supervisor Educação SES1
1951-
1977
Mestre
em
Ciências
So-
ciais USP 1971
Pedagogia
FAFI
1968
Sociologia Aplicada a Administração
Sociologia Geral
Edson Seganerch
37
OR
8 anos
%
ProfªPUC-SP de 1983-88
Profª
UNICAMP
desde
89
Doutora
em
Enfermagem
PUC-SP,1973
Enfermagem PUC-SP.
1965.
Biologia Educacional
Eni de Jesus Roliz
38
OR
1ano
Gerente Administrativa
desde
1985,
Prof.
Univ.
S.Judas desde 1991.
Mestranda, USP
Economia USP, 1962
Economia
Internacional
Ernesto Grota
39
OR
3anos
Prof.rede
munic.
desde
1991
Mestranda USP
Letras
FAFI
1986
Música Un. Fed. PE 1990
Literatura Norte
Americana
Literatura Inglesa
Fernanda Correa Maia
40
TP
3 anos
Profª de Geografia na
rede
estadual
desde1960
Especialista
em
Carto
grafia USP, 1969
Geografia FAFI 1964
Est.
Sociais FFCL
Tatí
1976
Cartografia
Prática
de
Ensino
sob a
forma
de
Está
gio Supervisiondo
Francisca
L.
B. Canineu Barreto
41
IP
5 anos
Advogado desde 1987
Empres Imob.desde 1989
Mestranda Universidade
Guarulhos
Economia USP, 1984
Diretio USP, 1986
Teoria Economica
Geraldo
Cesar
Almeida
42
TI
18 anos
Ass.Contab desde 1988
Adm.Geral
FDA
desde
87
Espec. em Administração
Financeira FACCAS 1967
Mestranda PUC-SP
C.Contabeis FACCAS 81
Noções de Contabilidade
Geraldo M. Brocca Casa Grande
43
PT
5 anos
Chefe
Planja.
Produção
desde 1982
Espec em Adm da Produ-
ção FACCAS 1986
Administração FACCAS
1984
Mercandologia I (Administração de vendas)
Mercadologia II (Técnica Comercial)
Gerson de Araújo
44
quadro
n
30 (Cont.)
CORPO DOCENTE NAS FACULDADES
INTEGRADAS
EM DOM AGUIRRE
REGIME DE
TRABALHO
TEMPO DE
INSTITUIÇÃO
canina
EXPERIÊNCIA
DOCENTE
E/
(nivel faculdade, ano)
GRADUAÇÃO
(curso,
faculdade,
ano)
DISCIPLINA
PROFESSOR
TI
14 anos
Advogada desde 1976
Espec.Didática da Ens.
Superior, Mackenzie 92
Mestranda Mackenzie
Direito, Fac
Direito
Sorocaba. 1975
Direito Tributário
Guiomeire Martins
45
TP
2 anos
Perito
Cont
desde 1951
Consul.Empr. desde 1989
Espec.Didática do Ens. Sup
perior, Mackenzie 1952
Mestranda Mackenzie
Administração FACCAS.
1977
Teoria Geral da Administração
Ética
Profissional
Administração (Introdução)
Gumercindo
Correia
Junior
46
OR
8 meses
Prof. Universitário
des-
de 1990
Mestre em Educação USP
1992
Letras
FFCL
Itape-
tininga 1973
Introdução à Psicopedagógia
Marry Vieira Lopes
47
TP
12 anos
Prof .rede est.desde 1968
Espec.em Teoria da Lite-
ratura.
PUCCAMP,
1985
Letras
FAFI
67
Pedagogia
FAFI
1973
Literatura Portuguesa
Heleni Maciel de Goes
48
OR
1 ano
Executivo de planejame-
to.
1983
- 1991
Mestre.UFRJ, 1983
Doutorando
UNICAMP
Engenharia Mecanica
Plena Escola de Enge
nharia Mauá. 1975
Economia
Desenvolvimento
Socio
Economico
Henrique
Dantas
Meder
49
OR
7 anos
Profª de Matemática na
rede
eatadual
desde
1987
C Matemática. FAFI
1981
Matemática
Hilda Cristina P. Andreolli
50
TI
16 anos
%
Profª PUC-Sorocaba,
1984 - 1992
Espec. em Ciências So-
ciais USP. 1976
Ciênc
Sociais
USP
1973
Sociologia Geral
Historia
Econ.Geral
e
Fora
Eco
Brasil.
História Economica
Ilze
Mari
Dell
E. da Silva
51
OR
5 anos
%
Enf
Chefe
Ambulatório
de
Oncologia desde 1985
Espec,Adm. Hospitalar,
S.Camilo 1975
Enfermag PUC-SP. 72
Pedagogia FAFI,1987
Biologia Educacional
Ivete Fogaça
César
52
TP
15 anos
Profª
FACENS,
1980
1984
Espec. em Quimica UNI
CAMP 1978
Quimica UNICAMP 1976
Quimica
Izilda
Maria
Mascaro
Vietti
53
OR
21 anos
Empres.Imobil.desde 1971
Empres.
Marketing
desde
72
Espec.emEconomia F.F.F
e Adm. S. Paulo 73
Administração FACCAS
1972
Economia (Introdução)
Técnica Comercia
Jaime
Cenjor
Muniz
54
TI
25 anos
%
Diretor
Academico,
FIFA
1993
Mestre
em
Filosofia
Pont. Univ Gregoriana
Roma 1951
Teol. Roma 1955,
Fil.
FFCL
Lorena
1971
Etica Profissional
Iniciação Teólogica
Metodologia do Trabalho Cientifico
Jayme Rodrigues de A Filho
55
REGIME DE
TEMPO DA
PRODUÇÃO
CIENTIFICA
EXPERIENCIAL DOCENTE E
OU PROFISSIONAL
PÓS
GRADUAÇÃO
(nivel, faculdade, ano)
(curso,
faculdade,
ano)
DISCIPLINA
PROFESSOR
OR
(6 meses
Prof
rede
estadual
1970
-
1972
Mestre em Teologia Fac.
Teologia
N.Sr
Assunção
SP
1969
Doutotando Fac Teologia
N.Sr. Assunção
Filosofia
FFCL
Mog
das Cruzes1970. Le-
tra FFAS Medianeira
1973
Doutrina Social Cristã
João
Carlos
Alampe
56
OR
6 meses
Chanceler do Arcebispado
de Sorocaba desde 1991
Doutor em Teologia Uni.
Gregoriana 1992
do Orcas, 1971. Di-
reito Fac.Direito de
Sorocaba, 1972
Iniciação Teológica
João
Carlos
Orsi
57
TP
9 anos
Prof.rede est.desde 1987
Mettre
a
Filosofia
da
Educação
UNIMEP
1993
Fil. FFS Medianeira 72
Teol. FES Assunção 1972
Pedagogia FAFI
1983
Doutrina
Social
Cristã
Iniciação Teológica
História
da Educação
João
Jose
Correa
Sampaio
58
TP
23 anos
%
Prof. de Historia na re
de
estadual
desde 1968
História
FAFI
1966
História
do Brasil
João Gonzaga
Peçanha
59
OR
6 anos
Prof.
PUC-SP
desde
1993
Doutor
em
Filosofia
USP
1993
CON SOCIAL UNIP 83
Filosofia USP. 1986
História da Filosofia Contemporanea
Estética
João
Vergilio G.
Catter
60
OR
24 anos
Advogado desde 1953
Consultor de Empresas
Direito,
PUC-SP.1952
Direito Administrativo
Jorge
Acynes
Betti Filho
61
TP
18 anos
Chefe Div. Orçamento e
Curso
Pref.
Music
Soroca
ba - 1978-1983
Espec. Administração ,
FO. 1S75
C.Administ,F.Mun C.
Ec.Adm.Osasco 1972
Administração
de
Produto
I
(Material)
Administração de Produção II
Josefá
Crispim
Leal
62
OR
1
ano
Prof. Graduação e Pós
Graduação
UNICAMP,
1977
-
1989
Doutor em Educação
Univ.
da
Califórnia
USA. 1983
Filosofia
FFCL
Lore-
na. 1958. Pedagogia
Uni.
Cat
PE
1966
Didática do Ensino Superior
José
Emilio
dos S.
Filho
63
OR
21 anos
Delegado Regional de Es
portes.
1970
a 1990
Juiz
efetivo STJ Desportiva
desde 1978
Ed.Fisica
USP,1949
Direito
Fac.Direito
Brag.
Paulista
1971
Educação Fisica
José
Carlos
de
Almeida
64
IP
15 anos
%
Funcionário da D. E. Ensi
no desde 1988
Especialista
em
Geogra
fia.
USP.
1970
Geografia FAFI 1968
Pedagogia
FAFI
1973
Geografia Humana
José
a
Oliveira
Silva
65
QUADRO N 30 (Cott.)
CORPO DOCENTE DAS FACULDADES DOM AGUIRRE
QUADRO Nº 30
CORPO
DOCENTE
DAS
FACULDADES
INTEGRADAS
DOM
AGUIRRE
REGIME DE
TRABALHO
INSTITUIÇÃO
CIENTIFICA
EXPERIENCIA
DOCENTE
PÓS
GRADUAÇÃO
(nivel faculdade, ano)
(curso,
faculdade, ano)
DISCIPLINA
PROFESSOR
TP
23 anos
%
Prof.rede est de 1963-93
Mestre em Linguistica
PUCCAMP 1976
LinguasNeolatinas FA
FI 1950
Prática de Ensino de Lingua Portuguesa
sob a forma de Estágio Supervisionado
José Duarte
Vannucchi
66
OR
23 anos
Advogado desde 1965
Espec.Dir
Penal
e
Proc
Penal USP 1970
Direito, FiC.Direito
Sorocaba 1964
Legislação Social
José
Fernandes
Galduroz
67
OR
15 anos
Chefe Div. Orçamentos e
Custos PUS 1978-1983
Administração
FACCAS
1971
Contabilidade Pública
JOSE
FERNANDO
ROSA
68
TP
11 UM
%
Prof rede est desde1964
Espec
Lingua
Portuguesa
L
Neolatina
FAFI
67
Direito,
FADI
1976
Lingua Latina
Lingua
Portuguesa
Jose
Gaspar
de 0.
Nascimento
69
OR
23
anos
Dir. Tec.SDC SP Desde 68
SipEstág
FIDA
desde 88
Espec. Direito Tributá-
rio,
PUC
SP.
1974
Direito. Fac.Direito
de Sorocaba, 1968
Admin Mackenzie 72
Direito Administrativo
Jose
Julio
Lozano
70
OR
2 anos
Gerente Produção de Edi
tora 1980- 1987
Espec.Economia
Univ
S.
Judas Tadeu 1984
C.Economicas Univ.S.
Judas
Tadeu
1982
Formação
Economica
do
Brasil
Jose
Maria
Costa
71
OR
3 meses
Pesquisador USP desde
1990
Mestre
Geografia
Fisica
USP, 1993
Geografia
UNESP
Rio
Claro, 1988
Geografologia
José
Paulo
Marsola
Garcia
72
OR
8 meses
Pesquisador na
UFSCar
desde 1991
Mestre
em
ecologia
e
Re
cursos
Naturais
UFSCAR
1987. Doutorando UFSCar
Ecologia
UFSCar,
1980
Ecossistema Terrestre
José
Salatiel
Rodrigues
Pires
73
TP
6 anos
Prod de Geografia na
rede
estadual
desde
1964
Espec
Adm
Escolar
FFCL
Itapetininga1974
Geografia
FAFI
1960
Pedagogia
FFCL,
Mogi
das Cruzes 1972
Geografia Economica
Jurema Ely Marsola
74
OR
2 anos
%
Prof.
Univ.
OSEC
1988-92
(Grad)
e Pós
Graduação
GasperLibero 93
Mestre em Com Social
Metodista. 1988
Doutorado,USP
Ed.
Artistica
1976
Artes
Plasticas
1977
Fac
Belas
Artes,
SP
Metodologia da Pesquisa
Lauz
Mendes
de
Barros
75
OR
6 anos
Profª rede estadual as
area de Geografia desde
1986.
Pedagogia FAFI 1979
Geografia FAFI 1985
Geografia
do Brasil
Laurete Silva Batista
76
TP
24 anos
Profª de Geografia na
rede
estadual
desde
86
Espec Lingua Inglesa
FFCL
Itapetininga
73
Letras FAFI. 1967
Lingua Inglesa
Prát.de
Ens de Lingua e
Literatura
Inglesa
sob
forma
de
Estágio
Superv
Laci de
Almeida
Lima
77
QUADRO
Nº 30
(Cont)
CORPO
DOCENTE
DAS
FACULDADES
INTEGRADA
DOM
AGUIRRE
REGIME DE
TRABALHO
TEMPO DA
INSTITUIÇÃO
PRODUÇÃO
CIENTIFICA
EXPERIÊNCIA DOCENTE
E
OU PROFISSIONAL
(nivel,
faculdade,ano)
(curso, faculdade ano)
DISCIPLINA
PROFESSOR
01
4 anos
%
Diretor
Presidente
da
Empresa de Antropologia
Empresaria 1984
Doutor Antropologia
Cul-
tural Univ.
de
Sidney
1979
História FAFI 1971
Antropologia Cultural
Laiz
Almeida
Marino
Filho
78
OR
2 anos
Eng. Agronomo IV Baneser
dede 1992
Mestrando
em
Eng.
Agro
noma - UNICAMP 1993
C.Agricolas,
ONESP
1982
Economia Agrícola
LaizCarlos Ferreira
Almeida
79
TP
11 anos
Empres.Imobil desde 1976
Juiz
Classista
TRT
des
de 1986
Espec em Marketing FAC
,
1985
Adminis.
FACCAS
1971
Direito FADI 1973
C.Contab..FACCAS 1979
Mercadologia
I(Admde
Vendas)
Mercadologia II
(Técnica
Comercial)
Manoel
Monteiro de C.
Affonso
80
OR
8 meses
%
desde 1984
Doutor
em
Desenvolv
Agricola,
UNICAMP
1993
C.Economica,
PUCCAMP
1978
Economia regional e Urbana
Manoel Antonio M. Paes
81
OR
3 meses
%
Prof. rede minicipal
desde 1990
Mestre
em
Biologia,
Vegetal
UNESP
1993
C.Biológicas
UNESP
1988
Biologia
Marcela P. Peçanha
82
OR
1 tao
Analista
Economico
Financeiro 1987 - 1989
Mestre em Administração
FGV 1992
Administração FGV
1986
Teoria Geral de administração
Marcelo Marinho Aida
83
OR
1 ano
Gerente Administrativo
deste 1986
Espec. em Administração
Finaceira FACCAS, 1985
C.Economica , UNIVAP
1969
Economia Monetária
Marco Antonio
Camarga
Pnea
84
TP
1 ano
Advogado desde 1984
Espec
Direito
Proc
e
Pe
nal FMO. 1989
Direito Fac.de Direi-
to de Sorocaba, 1983
Instituições
de
Direito Publico
e de Direito Privado
Marco
Aurelio
F.
Gelmeriz
85
TP
1
ano
%
Prof. Titular
da
UFSCar
desde 1983
Doutor
em
Ci~encias
1975
História Natural
FFCL Rio Claro, 1966
Biologia (Ecologia)
Marcos de Afonso
86
TP
30
anos
%
Profª rede estadual des-
de 1963
Espec em Teoria da
Literatura FAFI
, 1973
Letras
FAFI,
1960
Lingua Portuguesa
Literatura Portuguesa
Maria Flávia Camargo
Reffen
87
TI
22 anos
%
Prefª rede estadual des-
de
1961
Mestre em Filosofia da
Educação FUC-SP, 1985
Filosofia FAFI 1959
Pedag
FFCL
Itu, 1974
Filosofia
Filosofia da Educação
Prática
de
Ensino
sob
a
Forma
de
Estágio Supervisionado
Maria
Helena
G
E de
Perla
88
TP
23 anos
%
Prof rede est.desde
1970
Espec em Adm. Escolar
Sp
1987
Mestranda USP
Pedagogia FAFI 1965
Estrutura e Funciomento do Ensino
de 1º e 2º Grau
Maria
José Antunes
E R
Costa
89
OR
22
anos
Prof rede estadual des-
de
1957
Espec em Literatura In-
glesa USF. 1969
letras, USP, 1955
Literatura Inglesa
Maria José
Arruda
E .
Perugial
90
QUADRO Nº 30
CORPO
DOCENTE
DAS
FACULDADES
INTEGRADAS
DOM
AGUIRRE
REGIME DE
TRABALHO
INSTITUIÇÃO
PRODUÇÃO
EXPERIENCIA
DOCENTE
E/
OU PROFISSIONAL
POS-GRADUAÇÃO
(nivel, faculdade, ano)
GRADUAÇÃO
DISCIPLINA
PROFESSOR
TI
25 anos
Dlret.do Serv de Desen
volvimento SP desde 1990
Mestre
em Psicologia da
Educação
USP.1971
Pedagogia PUC-SP.
1965
Psicologia da Educação
Maria
Jose
A
E.
Ritzmann
91
TP
6 anos
%
Pror rede est.desde 1958
Mestre em Geografia
Humana
USP
1981
Hist. Geog. PUC 1957
Pedag FFCL Irap 1973
Antropologia
Cultural
Maria
Lucia de
Amorim
Soares
92
TP
2 anos
Profª
rede
estadual
des
de 1980. Profª FATEC
desde 1983
Matemática FAFI 1976
Cálculo
Diferencial e integral
Estatistica Aplicada
à
Educação
Maria Ogecia Brigo Agostinho
93
23 anos
Profª
Curso de
Formação
Técnica
de
Pessoal
da
ACM 1985
Espec.em Sociologia Adm
Pedagogia FAFE 1969
Sociologia Aplicada à Administração
Sociologia Geral
Sociologia da Educação
Maria
Paula
Pasqual
Turial
94
IE
8 meses
Prof. de Pós Graduação
desde 1988
Doutor em Contadoria e
Contabilidade USP 1980
Administração USP.
1976 C.Cotábeis USP
1978
Análise dos Demonstrativos Financeiros
Mariano Yoshitake
95
TP
19 anos
Profª
Univ.
de Guarulhos
1975
-
1982
Espec.
em
Cíências
Poli
ticas USP, 1989
Mestranda USP
Ciências Socias USP
1973
AntropologiaCultural
Teoria Politica
História
das
Ideias
Politicas
e
Sociais
Marilda
Silva Costa
96
OR
22 anos
%
Prof titular FATEC desde
1971
Mestre em Matemática
PUC-SP, 1982
Matemática USP. 1964
Teoria
dos
números
Mário Biazzi
97
TF
5 anos
Prof.FATEC desde 1968
Ger Proj desde 1985
Espec Análise de Invest
USP. 1987
Mestrando PUC-SP
Ciências Economicas
Univ.S.J.Tadeu 1962
Teoria Economica
Dilson Leis
98
OR
3 meses
Pesquisador
UNESP
des-
de 1989
Mestre Biologia Vegetal
UNESP 1992
Doutorado, UNESP
Ciências Biológicas
UNESP
Rio
Claro
1988
Biologia
Nobel
Penteado de
Freitas
99
TP
25 anos
%
Diretor
rede
muni-
pal desde 1970
Espec
em
Adm Escolar
UNIMEP. 1976
Pedagogia
FAFI
1964
Principios e Metodos de Adm.
Escolar
Odinir Furlani
100
OR
2 meses
Prof.
rede
estadual
des-
de
1984
Mestre Geografia do Bra
sil PUC-SP 1992
Geografia FAFI 1974
Pedagogia FAFI 1983
Geografia Regional
Og Natal
Menom
101
REGIME
DE
TRABALHO
TEMPO DE
INSTITUIÇÃO
canina
EXP. DOCENTE E OU
PROFISSIONAL
(nivel faculdade, ano)
(curso, faculdade, ano )
DlSCIPLINA
PROFESSOR
-
TP
7 anos
Chefe Eng. de Processo
FACO desde 1976.
Espec.Adm.Prod.e Mate-
riais
FACCAS
1986
Administração
FACCAS,
1984
Administração( introdução)
Orlando Ortolan
102
TP
8 anos
Fac. Ensino 1983 - 89
Espec.
Historia
Conten
poranea
FAFI
1973
Historia FAFI 1973
E.SOC.FFCI
Tatui 75
História Antiga
Oswaldo
Bazzo
103
TP
1ano
Agente fiscal de renda
desde 1986
Mestrando USP
CContabeis
FACCAS
1980
Contabilidade Geral
Contabilidade Comercial
Otavio
Fineis
Junior
104
OR
2
anos
Analista de
Controle
Am
biental
desde
1991
Mestrando. FUC-SP
C.Economicas , F.
C.Econ
e
Adm,
Santo
André.
1985
Teoria Macroeconomica
Economia
do
Setor
Público
Paulo
Bertarello
Neto
105
TP
8 anos
%
Prof Seminário Teològi-
co SP. desde 1976
Mestre
em
Ciências
da
Religião Inst Metodista
1989
Doutorado,
UNICAMP
Filosofia
FAFI
1972
Teologia.IPI. 1971
Historia
da
Filosofia
Antiga
Historia
da
Filosofia
Medieval
Paulo
de
Goés
106
TI
20 anos
Engenheiro desde 1982
Macro
empres,desde
1989
Espec. em Introdução à
Análise
Matemática
FAFI
1974
Matemática
FAFI
1972
Eng. Civil
FACEMS
82
Fundamentos da Matemática
Matemática
Aplicada
Algebra
Paulo dos Santos
107
OR
1
ano
Prof.na
área
de
Economia
na PUC-SP.
desde
1985
C.Politicas e Sociais
USP,
1970
Tecnicas
de
Pesquisa
em
Economia
Regina
Helena Val
Groth
108
TI
1
ano
Assistente Social PMS
desde 1984
Mestre
a
Serviço
Social
PUC-SP. 1992
Serviço Social Fic.
Paulista
Serv
Social
1983
Recursos Humanos
Rita de
Cássia
Pires
109
TP
7 anos
%
Prof.rede est.desde 1978
Prof
rede
.desde
74
Mestre T.Literaria e Li-
ter.Comparada USP 1985
Letras
FAFI
1972
Pedagogia FAFI 1980
Literatura Infanto-Juvenil
Teoria
da Literatura
Roberto Samuel Sanches
110
TI
18 anos
Prof.
FATEC
desde
1986
Espec Métodos Quantit e
Informatica FGV. 1983
Mestrando, USP
Matemática FAFI 1973
Analise
Matemática
Processamento de
Dados
Robison Laz
111
OR
5 anos
Prof
FACERS
Desde 1990
Superv Planej desde 91
Esp.Adm. produção FACCAS
1986. e Adm . Industrial
FVG 1987
Mestrando PUC-SP
Administração FACCAS
1984
Teora Geral da Adm.
Rogério Augusto Profeta
112
QUADRO Nº 30 (CONT)
CORPO
DOCENTE
NAS FAC. INTEGRADAS COM AGUIRRE
outubro /93
REGIME DE
TRABALHO
TEMPO DE
INSTITUIÇÃO
PRODUÇÃO
CIENTIFICA
EXPERIÊNCIA DOCENTE E/
OU
PROFISSIONAL
(nivel, faculdade ano)
GRADUAÇÃO
(curso, facul, ano)
DISCIPLINA
PROFESSORA
TI
19 anos
%
Prof.
rede
estadual de
1970
-
1990
Espec em Introdução à
Análise Matemática 1974
Matemática FAFI 1972
Direito Fac Direito
de Sorocaba 1963
Desenho Geométrico
instrumentação p/ o Ensino
da
matematica
Pratica
de
Ensino de
Matematica
sob
a forma de
Estagio
Supervisionado
Salvador
Mor
de Lima
113
OR
12 anos
%
Prof
rede
estadual
des
de 1976
Espec.
Linguistica
PUC
SP
1977
Letras
FAFI
1972
Lingüística
Seladina
Gomes
de C
Barros
114
TP
23 anos
Prof
rede
estadual
des
te 1980
Espec. Historia Contem-
poranea FAFI 1973
História
FAFI
1968
Est Soc. FAFI 1976
Histótia Medieval
Selma
Maria
Bernardes
115
TI
20 anos
Prof.
rede
estadual
des-
de 1978
Mestre em Matemática
PUC-SP 1987
Matemática FAFI 1972
Estatística
Geometria
Sérgio Rocha
116
OR
21 anos
%
Profª
da PUC-SP desde
1973
Espec.
em Psicologia da
Educ,FUC-SP 1975
Mestranda
PUC-SP
Pedagogia FAFI 1970
Psicologia da
Educação
Sonia
Chebel
Mercado
Sparti
117
OR
3 meses
Profª Titular nas Fac Ed
C.e Letras
Mogi
Mirim
desde 1984
Metre em Educação
UNIMEP,
1983
Doutorado
UNICAMP
Pedagogia
PUCCAMP
1970
Didática
do Ensino
Superior
Sonia Maria
Vicente
Cardoso
118
OR
7 anos
%
Prof
rede
est.desde
1972
Advogado desde 1988
Espec.Didát.Ens.Superior
Machenzie1992
Mestrando
Mackenzie
Historia
FAFI
1971
Direito,
Fac.Direito
de Sorocaba 1975
história
Moderna
Ubirajara de Campos
119
TI
38 anos
%
Prof
rede
estadual na
area
de
Estatística
desde 1953
Mestrando
Univ.
Guaru
lhos SP
Matemática Mackenzie
1952
Estatistica
Estatistica Aplicada
Estatistica
Geral
Valério
Gozzano
120
TI
7 anos
%
Prof .rede
est.desde
1973 Mestre em
Educação
UNIMEP 1993
Filosofia FAFI 1971
E Soc. FFCL Tatuã 77
Pedagogia FAFI 1983
História da Educação
Vania
Regina
Boschetti
121
TP
22 anos
%
Prof.rede
est.desde1978
Espec.
Lingua
Inglesa
FFCL
Itapetiniga
1974
LetrasFAFI 1970
Lingua Inglesa
Vera Alice Admas
Roched
122
OR
13
US!
%
Profª
rede
estadual
des
de 1980
Espec.em
América Latina
Contemporânea
FAFI
1975
Historia FAFI 1972
Pedag
FFCL
Itu 1975
Historia da America
Vera
Ravaguani Job
123
CORPO
DOCENTE DAS FACULDADES INTEGRADAS DOM AGUIRRE
(outubro /93
REGIME DE
TRABALHO
INSTITUIÇÃO
PRODUÇÃO
CIENTIFICA
EXPERIÊNCIA DOCENTE 1965
DE
PROFISSIONAL
(nivel, faculdade,ano)
(curso,faculdade, ano)
DISCIPLINA
PROFESSOR
OR
27 anos
%
Prof
rede
est.desde
1965
Delegada de Ens desde 91
Mestre
em
Língua
Portu-
guesa
.
PUC-SP.
1978
L. NEOLATINAS
FAFI
1972
Linguistica
Virginia Elisabeth F. P. F Pinto
124
TP
22 anos
%
Prof
FACENS
1977-1983
Espec Fis. Nuclear e Ele-
Fisica Mackenzie,
1954
Filiei
Waldir
Guedes
Machado
125
TP
20 anos
%
Advogado desde 1964
Procur.
Publ
Aposentado
Direito Fac.Direto
de Sorocaba, 1963
Estudo
de
Problemas
Brasileiros
Legislação Tributária
Waldyr
de
Magalhães
Almeida
126
OR
6 anos
Curso Recursos Humanos
desde1987
Espec Recursos Humanos
FACCAF
1985.
Didát.
do
Ens. Superior Mackenzie
1992
Mestrando Mackenzie
Administração
FACCAS
Teoria
Geral
de
Administração
Vander
Eduardo
Medeiros
127
TP
20 anos
%
Coor
Estágios
FIDA
,des-
de 1972
Espec
Adm.Escolar
UNIMEP
1975
Mestranda Mackenzie
Pedagogia
FAFI
1972
Estrutura
e Funcionamento do
Ensino
de 1º e 2º Graus
Metodologia
do Ensino de 1º
Grau
Pratica
de Ensino sob a forma de
Estágio Suprevisionado
WILMA
GUIMARAES
DURELLI
128
OR
21 anos
%
Ass. Adm DRE desde 76
Supevisorde
Ensino
des
de1956
Mestre
em Adm .
.Escolar,
UNIMEP 1991
Doutorando
UNIMEP
Pedagogia
FAFI
1963
Currículos e Programas
Estagio
Supervisionado
de
Supervisão
Escolar nas Escolas de 1º e 2º Grau
Wilson
Sandeza
129
OR
21 anos
%
Dir. Técnico de
Escola
Particular 1º e 2º
Grau desde 1969
Mestre em Filosofia da E
ducação PUC-SP 1978
Pedágogia
FAFI
1958
Currículos e
Programas
Waldemir dos Santos
130
Fonte
Secretaria
de
Gradação
-
outubro/1993
% Em produção Cientifica (ver 5.1.2)
TI
-
Tempo Integral
(40
horas)
TP :Tempo Parcial (de 20 a 30horas)
0R - Outros Regimes (até 19 horas )
Observação:
Oito professores
mestrandos,não cursaram
Especialização
CORPO DOCENTE
DAS
FACULDADES
INTEGRADAS
DOM GUIRRE
5.1.2 PUBLICAÇÕES DO CORPO DOCENTE DAS FIDA
ALMEIDA, J. R. Fundamentos Legais da Educação Moral e Cívica.
In: VANNUCCHI, A. (Org.), Fundamentos da Educação Moral e
Cívica.São Paulo: Loyola, 1982.
. Pressupostos Ético-Religiosos da Educação Moral e
Cívica In: VANNUCCHI, A. (Org.), Fundamentos da Educação Moral
e Cívica. São Paulo: Loyola, 1982.
BARROS, L. M. Juventude em Sons e Tons (Di)Versos. In: SOARES,
I. O. (Org.), Juventude e Comunicação. São Paulo-: Loyola, 1992.
BARROS, L. M. Comunicação e Solidariedade, (organizados em
conjunto com Francisco A. M. Fernandes), SP, Ed.Loyola, 1992.
BIAZZI, M. Estudo dirigido para 5ª e 6ª séries do 1º grau. São
Paulo: Nobel, 1969.
. Números Complexos e Polinômios. São Paulo: Nobel,
1970.
BRAMANTE, A. C. Projetos de Lazer desenvolvidos pela Prefeitura
Municipal de Sorocaba. In: COSTA, L. P.(0rg.), Teoria e Prática
do Esporte Comunitário e de Massa. Rio de Janeiro: Palestra,
juL/1981.
. A Importância de Diagnósticos de Interesse no Lazer
do Trabalhador. In: COSTA, L. P. (Org.), Esporte e Lazer na
Empresa. Brasilia: MEC, 1990.
BRAMANTE, A. C. e COSTA, L. P. (Org.). Esporte Não Formal:
Propostas de Programas para os Municípios. Brasília: MEC/SEAD,
1989.
CEZAR, A. Notas para a Lavoura Canavieira em Sorocaba.
Sorocaba/São Paulo : Fundação Dom Aguirre/Pannartz, 1984.
MARINS, L. A. Socorro, tenho um Sócio, Ed.Harbra, l1ª Ed, 1993,
SP.
. Administrar Hoje, Ed Harbra, 6ª Ed, 1993, SP.
PINTO, V. E. F. P. F. O signo lingüístico VIR e a Interpretação
do Texto no Ensino de 1º e 3º Graus. In: Resumos do 3º
Congresso de Leitura do Brasil. Campinas : 3º Cole, 1981.
. (colaboração na organização de obra). In. HUBNER, R.
M. (Org.), Quando o professor Resolve. São Paulo: Loyola, 1989.
SANTOS, W. O Aspecto Metodológico: In: VANNUCCHI, A. (Org.),
Paulo Freire ao Vivo. São Paulo: Loyola, 1983.
A Verdade sobre o vestibular. São Paulo: Ática, 1988.
SPARTI, S. C. M. Aspectos Psicológicos da Educação Moral e
Cívica. In. VANNUCCHI, A. (Org.), Fundamentos da Educação Moral
e Cívica. São Paulo: Loyola, 1982.
VANNUCCHI, A. (Org). Fundamentos da Educação Moral e Cívica. São
Paulo: Loyola, 1982.
. (Org.). Paulo Freire ao Vivo. São Paulo: Loyola,
1983.
. Caso Você Case. São Paulo: Loyola, 1985.
. Liturgia e Libertação. São Paulo: Loyola, 1986.
. Filosofia e Ciências Humanas. 3ª ed. São Paulo:
Loyola, 1987.
. Cultura Brasileira. São Paulo: Loyola, 1987.
REVISTA DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS
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5.1.3 Carreira Docente
De acordo com o Plano de Carreira Docente, o Corpo Docente
das FIDA é constituído por professores integrantes da
carreira do magistério superior e por professores visitantes.
A carreira do magistério superior compreende 4 classes:
Auxiliar de Ensino, Professor I, Professor II e Professor
III. As três primeiras compreendem 4 referências cada uma; a
de Professor III, apenas uma.
0 ingresso na carreira passa a ser feito por admissão na
classe de Auxiliar de Ensino, referência n° 1, de professores
com, no mínimo, Pós-Graduação "lato sensu", comprovadamente
iniciada.
A progressão de uma para outra referência, dentro de cada
classe, do pessoal docente deve obedecer ao critério de
alternância de tempo de serviço na Instituição e de mérito,
devidamente avaliado. Já a progressão de uma para outra
classe obedecerá ao mínimo de vagas existentes e só ocorrerá
na dependência da seguinte titulação mínima:
De Auxiliar de Ensino para Professor I - Especialização
concluída;
De Professor I para Professor II - Mestrado;
De Professor II para Professor III - Doutorado ou Livre
Docência.
Quadro nº 31
Enquadramento no Plano de Carreira Docente - 1993
Departamentos
Administração
Ciênc. Exatas
e Naturais
Ciênc. Sociais
e Jurídicas
Contabilidade
Economia
Educação
Filosofia
Geografia e
História
Letras
TOTAL
Aux. Ensino
1
6
1
3
9
0
0
2
1
23
Profes. I
8
5
7
2
3
6
5
6
6
48
Profes. II
1
5
1
1
1
2
5
5
4
25
Profes. III
2
6
2
1
1
9
4
2
3
30
Total
12
22
11
7
14
17
14
15
14
126
Fonte: Comissão Permanente do Corpo Docente
Observação: Dos professores atuais das FIDA, apenas 4 não
requereram enquadramento no Plano de Carreira.
Permanecem, pois, no Quadro Suplementar, em
extinção.
5.1.4 Regime de Trabalho
O regime de hora-aula era a norma vigente nas Faculdades
Integradas Dom Aguirre. Com a implantação do Plano de
Carreira, são quatro tipos de regime de trabalho:
De tempo integral - 40 horas semanais de atividades
De tempo parcial - de 20 a 30 horas semanais de atividades
Outros Regimes - até 19 horas semanais de atividades
O enquadramento dos professores se fez por opção deles,
atendidas as exigências do Plano de Carreira Docente.
Quadro nº 32
Distribuição do Corpo Docente por Departamento e
Regime de Trabalho - 1993
Departamentos
Administração
Ciênc. Exatas
e Naturais
Ciênc. Sociais
e Jurídicas
Contabi1idade
Economia
Educação
Filosofia
Geografia e
História
Letras
TOTAL
Regime de Trabalho
Tempo
Integral
(40 h.)
3
8
4
3
0
2
4
1
1
26
Tempo
Parcial
(20 a 30 h.)
5
5
4
1
3
4
4
9
7
42
Outros
Regimes
(até 19 h.)
4
9
4
3
14
11
6
5
6
62
Fonte: Diretoria Acadêmica
Quadro nº 33
Professores segundo o Regime de Trabalho - 1993
Regime de
Trabalho
Tempo Integral
(40 horas)
Tempo Parcial
(20 a 30 horas)
Outros Regimes
(até 19 horas)
TOTAL
Professores
nº
26
42
62
130
Porcentagem
20,00 %
32,30 %
47,70 %
100,00 %
Fonte: Diretoria Acadêmica
Quadro nº 34
Enquadramento dos professores, classificação
e regime de trabalho, em 1993
Professor
Abramo Rubens Cuter
Acrísio Pereira da Silva
Ademir Silva
Adilson Cezar
Aldo Vannucchi
Alexandre Luiz Carli
Ana Edna Gesuele
Ana Maria Brescancini
Ana M. Gurgel de 0. Gonzalez
Anibal da Costa Dias
Anísio Baptista Pereira
Antônio Carlos Bergo
Antônio Carlos Bramante
Antônio Carlos Sampaio Pontes
Araldo Fernandes Gardenal
Aríete Dias
Ary Fernandes
Augusto Francisco
Bernadete Stecca Moreira
Carlos Augusto Monticelli
Carlos Eduardo G. Cavalcanti
Cecília Marly de Sá Celanti
Célio Pasquotto
Cézar Augusto Martins Costa
Classificação
Professor I
Professor II
Professor III
Professor III
Professor III
Professor II
Professor I
Professor III
Professor III
Professor I
Professor II
Professor III
Professor III
Professor I
Professor I
Professor II
Professor I
Aux. Ensino
Professor I
Aux. Ensino
Aux. Ensino
Professor I
Professor I
Aux. Ensino
Regime de Trabalho
Tempo Parcial
Tempo Integral
Tempo Integral
Tempo Integral
Tempo Integral
Tempo Integral
Tempo Integral
Outros Regimes
Tempo Integral
Outros Regimes
Tempo Parcial
Outros Regimes
Outros Regimes
Outros Regimes
Tempo Integral
Outros Regimes
Tempo Integral
Outros Regimes
Outros Regimes
Outros Regimes
Outros Regimes
Tempo Parcial
Tempo Integral
Outros Regimes
Quadro nº 34 (Cont.)
Professor
Celso do Campos
Celso Manoel de Andrade
Danilo Abdelnur Camargo
Deise de Togni Corrêa
Dilce de Barros Arruda
Domingos Parra Filho
Donizete de Jesus Soares
Douglas Gomes
Edemir Antônio Digiampietri
Edmundo Rodrigues da Costa Jr.
Edson Antônio Digiampietri
Edson de Oliveira
Edson Segamarchi
Eni de Jesus Rolim
Ernesto Groth
Fernanda Corrêa Maia
Francisca Luiza R.C.Barreto
Geraldo César Almeida
Geraldo Maria Brocca Casagrande
Gerson de Araújo
Guiosmeire Martins
Gumercindo Corrêa Júnior
Harry Vieira Lopes
Heleni Maciel de Góes
Henrique Dantas Neder
Hilda Cristina P. Andreolli
Ilze Mari Dell'Erba da Silva
Ivete Fogaça César
Izilda Maria M.M. Vietti
Jaime Cenjor Nunes
Jayme Rodrigues de Almeida Fº
João Carlos Alampe
João Carlos Orsi
João José Corrêa Sampaio
João Luiz Gonzaga Peçanha
João Vergílio Gallerani Cuter
Jorge Moysés Betti Filho
Josafá Crispirr Leal
José Camilo dos Santos Filho
José Carlos de Almeida
José de Oliveira Silva
José Duarte Vannucchi
José Fernandes Galduróz
José Fernando Rosa
José Gaspar de O. Nascimento
José Júlio Lozano
José Maria Costa
José Paulo Marsola Garcia
José Salatiel Rodrigues Pires
Jurema Ely Marsola
Classificação
Aux. Ensino
Professor II
Professor I
Professor II
Professor I
Professor II
Professor I
Professor I
Professor I
Professor I
Professor II
Professor I
Professor III
Professor III
Aux. Ensino
Aux. Ensino
Professor I
Professor I
Professor I
Aux. Ensino
Professor I
Professor I
Professor III
Professor I
Quadro Supl.
Aux. Ensino
Professor II
Aux. Ensino
Professor I
Quadro Supl.
Professor II
Professor I
Professor II
Professor II
Professor I
Professor II
Professor I
Professor I
Professor III
Professor I
Professor I
Professor III
Quadro Supl.
Aux. Ensino
Professor I
Aux. Ensino
Aux. Ensino
Aux. Ensino
Professor III
Aux. Ensino
Regime de Trabalho
Outros Regimes
Tempo Parcial
Tempo Integral
Tempo Parcial
Outros Regimes
Tempo Parcial
Tempo Parcial
Tempo Integral
Outros Regimes
Outros Regimes
Tempo Integral
Outros Regimes
Tempo Integral
Outros Regimes
Outros Regimes
Outros Regimes
Tempo Parcial
Tempo Parcial
Tempo Integral
Tempo Parcial
Tempo Integral
Tempo Parcial
Outrosd Regimes
Tempo Parcial
Outros Regimes
Outros Regimes
Tempo Integral
Outros Regimes
Tempo Parcial
Outros Regimes
Tempo Integral
Outros Regimes
Outros Regimes
Tempo Parcial
Tempo Parcial
Outros Regimes
Outros Regimes
Tempo Parcial
Outros Regimes
Outros Regimes
Tempo Parcial
Tempo Parcial
Outros Regimes
Outros Regimes
Tempo Parcial
Outros Regimes
Outros Regimes
Outros Regimes
Outros Regimes
Tempo Parcial
Professor
Laan Mendes de Barros
Laurete Silva Batista
Luci de Almeida Lima
Luiz Almeida Marins Filho
Luiz Carlos Ferreira Almeida
Manoel Monteiro de C. Affonso
Marcela P. Peçanha
Manuel Antônio Nungia Payes
Marcello Marinho Aidar
Marco Antônio Camargo Paes
Marco Aurélio Fernandes Galduróz
Marcos de Afonso Marins
Maria Flávia Camargo Steffen
Maria Helena G. R. de Paula
Maria José A.R.R. da Costa
Maria José Arruda M. Perugini
Maria José do A.B. Ritzmann
Maria Lúcia de Amorim Soares
Maria Ogécia Drigo Agostinho
Maria Paula Pasquini Turini
Mariano Yoshitake
Marilda Silva Costa
Mário Biazzi
Nilson Leis
Nobel Penteado de Freitas
Odinir Furlani
Og Natal Menon
Orlando Ortolan
Otávio Fineis Júnior
Oswaldo Bazzo
Paulo Bertarello Neto
Paulo de Góes
Paulo dos Santos
Regina Helena Val Groth
Rita de Cássia Pires
Roberto Samuel Sanches
Robinson Luz
Rogério Augusto Profeta
Salvador Mór de Lima
Seladina Gomes de C. Barros
Selma Maria Reze Bernardi
Sérgio Rocha
Sônia Chébel Mercado Sparti
Sônia Maria Vicente Cardoso
Ubirajara de Campos
Valério Gozzano
Vânia Regina Boschetti
Vera Alice Aduan Rached
Vera Ravagnani Job
Virginia Elisabeth F.P.F. Pinto
Classificação
Professor III
Aux. Ensino
Professor II
Professor III
Aux. Ensino
Professor I
Aux. Ensino
Professor III
Professor III
Aux. Ensino
Professor I
Professor III
Professor II
Professor III
Professor III
Professor II
Professor III
Professor III
Aux. Ensino
Professor I
Professor III
Professor I
Professor III
Professor I
Aux. Ensino
Professor II
Professor I
Professor I
Aux. Ensino
Professor I
Quadro Supl.
Professor II
Professor II
Aux. Ensino
Professor I
Professor II
Professor II
Professor I
Professor II
Professor I
Professor II
Professor III
Professor III
Professor III
Professor I
Professor I
Professor I
Professor I
Professor II
Professor III
Regime de Trabalho
Outros Regimes
Outros Regimes
Tempo Parcial
Outros Regimes
Outros Regimes
Tempo Parcial
Outros Regimes
Outros Regimes
Outros Regimes
Outros Regimes
Tempo Parcial
Tempo Parcial
Tempo Parcial
Tempo Integral
Tempo Parcial
Outros Regimes
Outros Regimes
Tempo Parcial
Tempo Parcial
Tempo Parcial
Outros Regimes
Tempo Parcial
Outros Regimes
Tempo Parcial
Outros Regimes
Tempo Parcial
Outros Regimes
Tempo Parcial
Tempo Parcial
Tempo Parcial
Outros Regimes
Tempo Parcial
Tempo Integral
Outros Regimes
Tempo Integral
Tempo Parcial
Tempo Integral
Outros Regimes
Tempo Integral
Outros Regimes
Tempo Parcial
Tempo Integral
Outros Regimes
Outros Regimes
Outros Regimes
Tempo Integral
Tempo Integral
Tempo Parcial
Outros Regimes
Outros Regimes
Quadro nº 34 (Cont.)
Quadro nº 34 (Cont.)
Professor
Waldir Guedes Machado
Waldyr de Magalhães Almeida
Wander Edmundo de Medeiros
Wilma Guimarães Durelli
Wilson Sandano
Wlademir dos Santos
Classificação
Professor II
Professor I
Professor I
Professor II
Professor III
Professor III
Regime de Trabalho
Tempo Parcial
Tempo Parcial
Outros Regimes
Tempo Parcial
Outros Regimes
Outros Regimes
Fonte: Diretoria Administrativa
5.1.5 Remuneração Docente
É norma tradicional da Instituição proporcionar aos seus
professores um padrão salarial superior ao mercado de
trabalho local e da região.
Até agosto de 93, a remuneração de todos os docentes, sem
exceção, era baseada apenas no valor da hora-aula.
Com o Plano de Carreira, valorizam-se agora, caso por caso, a
titulação acadêmica, o regime de trabalho e o tempo de
serviço na Instituição, ficando com o menor salário o
Auxiliar de Ensino, de referência n° 1 e com tempo parcial,
cabendo o salário mais alto ao Professor III, de tempo
integral.
Assim, hoje (novembro/93) , o Professor de Tempo Parcial de 30
horas, em inicio de carreira (Auxiliar de Ensino, Referência
1) , ganha CR$ 355.445,57 e no topo da carreira (Referência ,
13), ganha CR$ 483.405,98.
Já o Professor de Tempo Integral (40 horas), em início de
carreira (Professor I, Referência 5), ganha CR$ 530.798,00 e
no topo da carreira (Referência 13), ganha CR$ 644.541,31.
Em Outros Regimes, a remuneração dos docentes é na base de
hora-aula, que, no mês de novembro, foi de CR$2.273,31 a
CR$3.091,71, dependendo da classificação do professor dentro
do Plano de Carreira.
Note-se que sobre todos os valores acima devem ainda ser
acrescentados 5% de atividade, mais os anuênios.
5.1.6 Incentivos aos Docentes
Os professores do quadro das Faculdades Integradas Dom
Aguirre contam com um conjunto de vantagens e benefícios,
como incentivo ao crescimento profissional, a saber:
- o Plano de Carreira Docente prevê a progressão vertical de
uma classe para outra, na medida em que melhora a titulação
do professor;
- o Plano também prevê 13 referências de progressão
horizontal, conseguidas por um somatório de pontos
resultantes de produção científico-cultural e desempenho
docente;
- cada ano de exercício na Instituição dá ao docente o
acréscimo salarial de 1% sobre o seu salário-base
(anuênio);
- todo professor em processo de pós-graduação, feito na
Instituição, está isento de qualquer taxa ou mensalidade;
- todo professor em processo de pós-graduação, fora da
Instituição, pode pleitear ajuda de custo;
- além do atendimento médico gratuito no campus, os
professores contam também com o Plano de Saúde da UNIMED,
da qual a Instituição é intermediária;
- bolsa integral para dependentes;
- convênios com lojas, supermercados, farmácias,
laboratórios, clubes e outras empresas.
5.1.7 Plano de Capacitação
Visando à qualidade sempre maior no desempenho do ensino, da
pesquisa e da extensão, por parte dos seus professores, a
Instituição elaborou e vem cumprindo um Plano Qüinqüenal de
Capacitação Docente, com as seguintes metas:
- Reduzir o número de professores apenas graduados a 0% do
total do Corpo Docente, até o fim de 1997.
- Atingir nos anos de 94, 95, 96 e 97 os índices respectivos
de 35%, 45%, 60% e 70%, de Mestres e Doutores.
Quadro nº 3 5
Projeção da Qualificação Docente
1993-1997 por Departamento
Departamentos
Educação
Filosofia
Letras
Ciências Exatas
Ciencias Sociais /Jurid.
Contabilidade
Geografia e História
Economia
Administração
Fonte Secretaria Geral
- Essa projeção não inclui os professores dos Cursos que serão criados.
Para atingir essas metas, a Instituição vem desenvolvendo, há
vários anos, um conjunto de iniciativas, ao mesmo tempo que
se propõe realizar outras, de acordo com esse Plano
Qüinqüenal. Para evidenciar o interesse da Instituição pela
qualificação progressiva dos seus docentes,basta verificar
que o número de seus Mestres e Doutores representa hoje 33%
do seus professores, quando na Carta-Consulta (em janeiro/90)
era apenas 13%.
TOTAL
Porcentagem
5.2 Corpo Técnico-Administrativo
5.2.1 Quadro atual
0 Corpo Técnico-Administrativo das Faculdades Integradas Dom
Aguirre, de acordo com o Quadro nº 36, é constituído de 75
funcionários, sendo mais de 50% com nível de 2º grau completo
ou nível superior.
Quadro nº 36
Corpo Técnico Administrativo Segundo Nível de Escolaridade
1993
Nível de Escolaridade
Curso Superior completo
Cursos Superior incompleto
2° Grau completo
2º Grau incompleto
1º Grau completo
1º Grau incompleto
TOTAL
Nº de
Funcionários
23
14
3
3
12
20
75
Porcentagem
30,7%
18,
7%
4,0%
4,0%
16,0%
26,
6%
100,0%
Fonte: Diretoria Administrativa
Com base no novo Plano de Cargos e Salários, aprovado em
28.8.93, o Quadro de Pessoal Técnico-Administrativo está
estruturado em categorias de três níveis: básico, médio e
superior. Essas categorias compõem-se das carreiras e
respectivas referências, conforme está descrito no Quadro
nº 37.
136
Quadro nº 37
Quadro de Carreiras e Referências do
Pessoal Técnico-Administrativo
1993
Carreiras
Categorias de Nível Básico
Serviços Gerais
Bedel
Vigia
Oficial de Manutenção Predial
Telefonista
Auxiliar Gráfico
Eletricista
Motorista
Categorias de Nível Médio
Escriturário
Almoxarife
Auxiliar de Tesouraria
Secretário
Secretário de Escola-1º e 2º graus
Impressor Gráfico
Comprador
Programador
Categorias de Nível Superior
Jornalista
Assistente Social
Médico
Bibliotecário
Analista de Sistemas
Tesoureiro
Contador
Economista
Advogado
Secretário Acadêmico 3º grau
Administrador de Empresas
Referências
1 a 15
3 a 18
3 a 18
5 a 20
5 a 20
5 a 20
8 a 23
8 a 23
1 a 15
5 a 20
5 a 20
8 a 23
8 a 23
8 a 23
8 a 23
8 a 23
1 a 15
1 a 15
1 a 15
5 a 20
5 a 20
5 a 20
5 a 20
5 a 20
8 a 23
8 a 23
8 a 23
Fonte: Diretoria Administrativa
5.2.2 Regime de Trabalho
As carreiras previstas no Plano de Cargos e Salários estão,
na sua grande maioria, submetidas às jornadas de trabalho de
acordo com a legislação trabalhista. As contratações em
regime de jornada parcial, são consideradas como exceção e
aprovadas a critério da Entidade Mantenedora.
5.2.3 Remuneração e Incentivos
O servidor contratado estará enquadrado, horizontal e
verticalmente, no Plano de Cargos e Salários, pelo qual se
define a sua formação, mediante critérios de valorização e
competência profissional.
Vale acrescentar que todo servidor conta com os seguintes
benefícios: convênios com estabelecimentos comerciais e
laboratórios, atendimento médico gratuito no campus, bolsa
integral de estudos para si mesmo e para dependentes e Plano
de Saúde UNIMED, da qual a Instituição é intermediária.
Ao ocupante de cargo de carreira com jornada de trabalho
integral e investido em função de confiança, de chefia, de
supervisão ou assemelhada, será atribuída uma gratificação,
chamada Função Gratificada Administrativa.
5.2.4 Capacitação
Para o desenvolvimento continuado dos seus servidores e em
vista da nova configuração que as Faculdades Integradas Dom
Aguirre deverão ter, para se tornarem Universidade, a
Instituição elaborou e está efetivando o Plano Qüinqüenal de
Capacitação do Pessoal Técnico-Administrativo.
As metas desse Plano são as seguintes:
- Criação da Comissão de Avaliação e Promoção Administrativa
(CAPA), integrada por responsáveis de diferentes setores,
com o objetivo de acompanhamento permanente e avaliação
periódica de cada servidor.
- Promover para nível imediatamente superior todo funcionário
que alcançar grau de escolaridade acima do mínimo exigido
para o cargo.
- Oferecer bolsa integral de estudos a todos os funcionários
que freqüentarem algum curso das Faculdades Integradas Dom
Aguirre e da futura UNISO.
- Oferecer incentivo para que o funcionário participe de
eventos de formação técnico-profissional e/ou cultural, de
interesse da Instituição.
Conseguir que todos os empregados de nível básico tenham,
pelo menos, o 1º Grau completo.
- Conseguir que todos os empregados de nível médio tenham,
pelo menos, o 2º Grau completo.
Nesse sentido, está sendo realizada uma série de ações ou
procedimentos, a saber:
- treinamento introdutório - para colocar o novo servidor no
clima, na história e na prática da Instituição como um todo
e do cargo em particular;
- treinamento institucional - para os que já constituem o
corpo técnico-administrativo da Instituição, afim de
assimilarem a nova situação de trabalho numa Universidade;
- treinamentos técnicos e administrativos - através de cursos
internos e externos, intensivos ou não,financiados pela
Instituição, em áreas como: contabilidade, informática,
biblioteconomia, relações humanas, secretariado, técnicas
de e para multimeios, serviços gráficos, segurança do
trabalho e manutenção;
- outras medidas - com o objetivo de aperfeiçoar e atualizar
seus servidores, a Instituição, através de programas
próprios ou em convênio com outras entidades (SENAC,por
exemplo) oferece conferências, estágios e outras
oportunidades de reciclagem e treinamento.
6 - RECURSOS MATERIAIS E INFRA-ESTRUTURA
6.1 Terrenos e Prédios
A futura Universidade de Sorocaba tem à sua disposição
1.479.065 m
2
(um milhão, quatrocentos e setenta e nove mil,
sessenta e cinco metros quadrados) , de propriedade da
Mantenedora. A relação dos terrenos e respectivos valores
constitui o Quadro nº 38.
Quadro nº 38
Relação dos Terrenos
que integram a área da futura UNISO
ESPECIFICAÇÃO E REGISTROS
BENS IMOVEIS
1- EDIFICAÇÕES
1. Edifícios A,B,C,D e E, sitos à Avenida General Osório, esquina Av.
Gonçalves Magalhães - Sorocaba - SP, com escritura lavrada no
Segundo Cartório de Notas e Ofícios de Justiça, livro nº 405,
fls. 172, em 06.07.1964.
2. Edifício F, sito à Avenida General Osório, esquina Rua Renato
Mascarenhas - Sorocaba, escritura lavrada no 3º Cartório de Notas
de Sorocaba, livro 175, fls. 134, em 30.09.1985.
3. Edifício no Bairro Vossoroca - Sorocaba, escritura de doação
lavrada no livro nº 780, fls. 010 em 12.10.1978, no Cartório de
Notas e Ofícios de Justiça, de Sorocaba.
2- TERRENOS
1. Terreno em Votorantim - SP, escritura lavrada no Cartório de
Tabelionato de Votorantim livro nº 115, fls. 075,em 15.09.1989,
por doação.
2. Terreno no Jardim Ibiti do Paço Sorocaba • SP , escritura
lavrada no 3º Cartório de Notas e Ofícios de Justiça, de Sorocaba,
livro n» 384, folha 07, em 07.03.1990, por doação.
3. Terreno no Jardim lbiti do Paço • Sorocaba - SP , escritura
lavrada no 3º Cartório de Notas e Ofícios de Justiça, de Sorocaba,
livro n» 384, folha 02, em 07.03.1990, por doação.
4. Terreno no Bairro dos Quatis, Piedade • SP, escritura lavrada no
1º Cartório de Notas de Piedade, em 29.08.91, por doação.
5. Terreno no Bairro Itanguá, Sorocaba - SP , desapropriado pela
Prefeitura Municipal para implantação do campus da futura UNISO
(Decreto nº 8068, de 09.06.1992).
m
2
6.976,75
832,00
287,00
8.095,75
21.952,04
27.688,00
46.280,00
.230.164,94
152.980,30
.479.065,28 I
.487.161,03
US$
3.025.888
430.514
167.815
3.624.217
19.455
29.183 •
38.910
87.549
700.386
875.483 I
4.499.700
CR$
526.534.771
74.913.741
29.201.488
630.650.000
3.385.365
5.078.134 j
6.770.729
15.234.401
121.874.168
152.342.797
782.992.797
Avaliação em 30/10/93 - Fonte Contadoria F.D.A.
Dentro dessa área, o campus atualmente utilizado pelas
Faculdades Integradas Dom Aguirre ocupa um total de 8.095,75
m de área construída, distribuída entre seis prédios. Além
disso foram alugados imóveis, para sediar alguns setores
técnico-administrativos, como Núcleo de Processamento de
Dados, Gráfica, Contadoria, Tesouraria, Departamento do
Pessoal, Setor de Compras, Ambulatório Médico, Central de
Cópias .
Nesse campus, encontram-se os recursos materiais e toda a
infra-estrutura necessária à futura UNISO, distinguindo-se os
espaços especialmente dedicados a atividades acadêmicas e
outros para atividades administrativas, contando-se com as
áreas desportivas e de convivência e circulação, conforme se
pode ver no quadro a seguir.
Quadro nº 39
Discriminação do Espaço Físico
1993
Natureza
Salas de aula e auditórios
Biblioteca
Laboratórios
Dependências administrativas
Área esportiva
Área de circulação/convivência
TOTAL
m
2
3.064,66
1.206,90
651,45
1.259,10
913,96
999,68
8.095,75
%
37,85
14,90
8,04
15,55
11,29
12,37
100,00
Fonte: Administração Geral
OBS: A área desportiva não inclui o Clube Desportivo situado fora do campus.
Pode-se constatar, em relação ao espaço físico discriminado na
Carta Consulta, um acréscimo significativo na área referente à
Biblioteca.
Também cresceu a área relativa às salas de aula e às dependências
administrativas em função, principalmente, do remanejamento de
espaço dedicado à área de circulação.
Constam do Relatório Final, croquis ilustrativos referentes às
instalações da Instituição.
A seguir, detalhamento das instalações das FIDA
Planta baixa do Prédio A
Prédio A - Área: 1.140,48 m
2
- Salão Nobre
- Dependências administrativas
- Sanitários
Sub-solo - Área: 107,24 m
2
- Almoxarifado
Pavimento térreo - Área: 1.033,24 m2
- Recepção
- Central Telefônica
- Guichê-Caixa
- Posto Bancário (BRADESCO)
- Núcleo de Multimeios
- Salão Nobre
- Diretorias
- Sala de Departamentos
- Sala de Coordenação de Cursos
- Sala de Professores
- Secretaria de Graduação
- Sanitários
- Jardim interno
Planta baixa do Prédio B
Prédio B - Área total: 1.206,90 m
2
- Biblioteca
Sub-solo - Área: 241,38 m
2
- Acervo de livros
- Sanitários
Pavimento térreo - Área: 241,38 m
2
- Guarda volumes
- Reprografia
- Mapoteca
- Núcleo Afro-Brasileiro
- Salas de estudos
Primeiro pavimento - Área: 241,38 m
2
- Acervo de periódicos
- Sala de leitura
- Dependências administrativas
- Sanitários
Segundo pavimento - Área: 241,38 m
2
- Setor de obras de referência
- Salão de estudo
Terceiro pavimento - Área: 241,38 m
2
- Auditório
- Sanitários
Planta baixa do Prédio C
Prédio C - Área: 1.398,58 m
2
- Salas de Aula
- Dependências administrativas
- Sanitários
Sub-solo - Área: 349,64 m
2
- Salas de aula
- Diretoria
- Secretaria
- Sala dos Professores
- Cantina
- Sanitários
Primeiro pavimento - Área: 349,64 m
2
- Salas de aula
- Saleta de apoio
- Sanitários
Segundo pavimento - Área: 349,64 m
- Salas de aula
- Saleta de apoio
- Sanitários
Terceiro pavimento - Área: 349,64 m
2
- Salas de aula
- Saleta de apoio
- Sanitários
Planta baixa do Prédio D
Prédio D - Área: 2.772,00 m
2
- Laboratórios
- Salas de Aula
- Dependências administrativas
- Cantina
- Sanitários
-
Pavimento térreo - Área: 693,00 m
2
- Salas de aula
- Laboratórios de Línguas e de Informática
- Cantina
- Saleta de apoio
- Sanitários
Primeiro pavimento - Área: 693,00 m
2
- Sala dos Professores
- Salas de aula
- Secretaria de Pós-Graduação
- Coordenação de Pesquisas
- Sanitários
Segundo pavimento - Área: 693,00 m
2
- Salas de aula
- Saleta de apoio
- Sanitários
Terceiro pavimento - Área: 693,00 m
2
- Salas de aula
- Saleta de apoio
- Sanitários
Planta baixa do Prédio E
Prédio E - Área: 358,79 m
2
- Laboratórios
- Livraria
Pavimento térreo - Área: 358,79 m
2
- Laboratório de Biologia
- Laboratório de Química
- Laboratório de Física
- Livraria
Planta baixa do prédio F
Prédio F - Área: 527,04 m
2
- Salas de Aula
- Dependências administrativas
- Sanitários
- Vestiários
Pavimento térreo - Área: 263,52 m
2
- Salas de aula
- Sanitários
- Vestiários
Primeiro pavimento - Área: 2 63,52 m"
- Salas de aula
- Sala de professores
6.2 Biblioteca
Desde o início do processo de acompanhamento da Instituição,
a Comissão recomendou o máximo empenho para que a Biblioteca
viesse a ganhar condições de uma verdadeira Biblioteca
Universitária, especialmente quanto à ampliação do espaço
físico e do acervo de livros e periódicos.
Diante disso, foi contratada uma especialista na área, Profa
Maria Luiza Pasquarelli, Bibliotecária da USP, que fez um
diagnóstico técnico do setor, apresentando uma proposta capaz
de satisfazer as necessidades de ensino, pesquisa e extensão,
conforme consta do Relatório Parcial nº 6.
Tendo a Instituição seguido essa orientação, a mesma técnica
fez nova visita e emitiu laudo positivo, cuja conclusão é a
seguinte:
"Foram tomadas e operacionalizadas decisões que permitem a
existência de condições para a transformação da biblioteca
das Faculdades Integradas Dom Aguirre em Biblioteca
Universitária.
Destaque especial deve ser dado aos itens instalação física e
organização.
Nosso parecer, portanto, é favorável ao enquadramento da
Biblioteca em apreço numa nova realidade, ou seja, a de
Biblioteca Universitária."
A seguir relatório - síntese da Biblioteca relativo a 1990 e
1993.
Aspectos
Avaliados
Acervo
Bibliográfico
Títulos
Volumes
Periódicos
Recursos
Humanos
Bibliotecária
Funcionários
Auxiliares
Faxineira
Área
Recursos
Materiais
Micros
Máq.Eletrônica
Estantes
Mesas
Assentos
Ramais telef.
Xerocopiadora
Escaninhos
Movimento
Estatístico
Consultas
Empréstimos
Usuários Inscr.
Na Carta-Consulta
1990
22.233
32.092
716
1
2
4
1
407,15 m
2
0
1
70
18
112
1
0
0
87030
17605
1481
1993
30.668
46.054
1.476
1
7
20
2
1.206,90 m
2
2
1
210
48
181
3
1
120
115.030
18.513
2.357
Quadro nº 40
Relatório-síntese da Biblioteca em dois momentos:
1990 e 1993
Fonte: Biblioteca
6.2.1 Estrutura Organizacional e Serviços
No organograma das Faculdades Integradas Dom Aguirre e da
futura UNISO, a Biblioteca é órgão suplementar, vinculado
diretamente à Diretoria Geral hoje, à Reitoria amanhã. Ela
tem Regulamento próprio e Regimento Interno e está registrada
no Instituto Nacional do Livro (nº 16863, em 19.08.74) e no
Conselho Regional de Biblioteconomia - 8ª Região (nº 4485, em
20.09.91). Os serviços que a Biblioteca presta são:
atendimento, acesso aos documentos, disseminação da
informação, intercâmbio com 126 bibliotecas do País e 50 do
estrangeiro, comutação bibliográfica e busca- bibliográfica.
De notar, especialmente, o convênio com a Fundação Getúlio
Vargas (Programa Bibliodata Calco).
6.2.2 Informatização
O processo de informatização, iniciado no período de
acompanhamento, vem crescendo constantemente. A partir da
instalação de dois micros no setor, já estão automatizadas as
seguintes funções:
- cadastro de acervo
- consulta do acervo
- controle de empréstimos
6.2.3 Acervo de Livros e Periódicos
Hoje, o acervo é constituído de 30.668 títulos e 46.054
volumes, representando um acréscimo de, respectivamente, 38 e
43 % em relação ao acervo de títulos e volumes relacionado na
Carta Consulta e quanto aos periódicos, esse aumento foi de
mais de 100% .
A distribuição do acervo bibliográfico de títulos e volumes,
por assunto, consta do Quadro nº 41.
I
CDD
000
001.5
001.6
030
100
130/150
200
300
310
320
330
340
350
360
370
380
390
400
500
510
520
530
540
550
560
570
580
590
600
610
617.6
620
630
640
650
657
658
700
800
910
920/990
ESPECIFICAÇÕES DE ASSUNTOS
Generalidades
Comunicações
Processamento de Dados
Enciclopédias. Dicionários
Filosofia
Psicologia
Religião
Ciências Sociais
Estatística
Ciência Política
Economia
Direito
Admin.Pública.Direito Administrativo
Associações.Instituições.Serv.Social
Educação
Comércio. Comunicações. Transportes
Folclore
Filologia (Lingüística)
Ciências Puras
Matemática
Astronomia e Ciências afins
Física
Química e Ciências afins
Geologia
Paleontologia
Biologia. Antropologia. Etnologia
Botânica
Zoologia
Ciências Aplicadas
Medicina
Odontologia
Engenharia
Agricultura
Culinária
Org.e Adm.do Com.Ind. e Transportes
Contabilidade
Administração em Geral
Artes.Música.Divertimentos.Esportes
Literatura
Geografia
Historia
TOTAL
TÍTULOS
1.095
98
103
245
1.379
1.006
• 3.696
1.206
299
607
1.440
221
71
135
1.815
77
122
1.328
102
870
105
251
180
368
18
925
53
51
149
278
4
176
133
5
135
479
752
580
6.580
939
2.592
30.668
VOLUMES
1.293
131
179
684
3.236
1.361
4.672
2.072
349
717
1.945
305
86
166
4.650
77
145
1.618
130
1.332
120
295
291
429
19
1.092
73
53
179
320
5
252
152
5
183
623
1.043
675
9.168
1.706
4.223
46.054
Quadro nº 41
Acervo Bibliográfico por Assunto
1993
Fonte: Biblioteca
6.2.4 Plano de Expansão
O plano de expansão da Biblioteca, no qüinqüênio 1993-1997,
está sendo executado, quanto a:
- Recursos humanos:
ampliação de 1 para 3 bibliotecários
de 7 para 12 funcionários
- Informatização:
para estender o sistema a todos os serviços da Biblioteca,
serão adquiridos 1 micro tipo 386 4 MB de RAM, 2 DRIVERS
5
1/4
3
1/2,
1 Winchester de 120 MB, monitor SVGA
monocromático e 1 impressora FX-1170
- Acervo bibliogqráfico:
a ampliação do número de títulos e volumes, prevista até
1997, vem exposta no Quadro n° 42, enquanto a ampliação do
acervo de periódicos consta do Quadro nº 43.
Quadro nº43
Previsão de Crescimento do Acervo de Periódicos,
para o qüinqüênio 1993/1997
Especificação por Área
Generalidades
Comunicações
Proc.de Dados
Filosofia
Psicologia
Religião
Ciências Sociais
Estatística
Ciência Política
Economia
Direito
Adm.Pública. Direito Adm
Serviço Social
Educação
Folclore
Filologia (Lingüística)
Ciências Puras
Matemática
Astronomia
Física
Química
Geologia
Biologia. Antropologia
Botânica
Zoologia
Medicina
Odontologia
Engenharia.Tecnologia
Agricultura
Administração
Contabilidade
Artes
Divertimentos.Esportes
Literatura
Geografia
Historia
TOTAL
1993
287
13
8
48
25
116
114
10
23
81
20
15
15
134
9
49
35
18
12
10
2
24
34
6
3
19
2
16
17
42
23
22
7
80
60
77
1476
1994
301
30
30
52
27
121
125
11
25
85
30
16
30
147
10
53
38
27
13
15
4
73
37
18
18
20
30
17
18
46
25
33
8
84
66
84
1767
1995
316
45
45
58
30
127
137
12
27
90
45
18
45
162
11
59
42
37
14
16
5
81
41
23
23
22
45
19
20
50
27
42
8
88
72
93
1995
1996
332
58
58
63
33
134
151
13
30
94
58
19
58
178
12
65
46
49
15
18
6
89
45
30
30
25
58
21
22
55
30
55
9
92
79
102
2232
1997
348
70
70
71
36
140
166
14
33
100
70
21
70
196
13
72
51
63
17
20
8
98
50
39
39
27
70
23
25
62
33
66
10
97
87
112
2487
Fonte: Biblioteca - Diretoria Geral
6.3 Núcleo de Multimeios
O Núcleo de Multimeios é um órgão suplementar da futura
UNISO. Ele tem sua sede em sala apropriada, de 70 m , mas
atua em toda a Instituição, nos três períodos, máxime nos 2
auditórios e nas salas de aula, proporcionando aos
professores, alunos e a toda a comunidade interna e externa
os seguintes serviços:
- Produção sonora
- Produção escrita
- Atendimento técnico
- Atendimento didático
- Empréstimo de material
- Empréstimo de equipamentos
- Intercâmbio com Instituições afins ou congêneres e com
embaixadas e consulados.
Para facilitar essa atuação, o Núcleo tem saletas de apoio em
todos os prédios. A expansão crescente desse Núcleo está
evidente no Quadro n° 44, onde é possível comparar a situação
na Carta-Consulta com a situação atual.
Quadro nº 44
Núcleo de Multimeios
Recursos Humanos
- Chefe
- Funcionário
- Bolsistas auxiliares
Recursos Materiais
Televisores em cores
Vídeos-cassetes
Gravadores
Projetores
Retropojetores
Amplificadores de som
Canhões de luz (spots)
Equalizador de som
Mesas de iluminação
Micro-system
Toca-discos
Piano
Reguladores de voltagem
Tape deck stereo
Luneta
Acervo
Discos
Fitas-cassetes
Fitas de vídeo
Fotos
Scripts
Transparências
Mapas
Slides
1990
(na Carta-Consulta)
1
0
4
1
1
3
3
4
2
0
0
0
0
2
1
4
0
0
130
90
678 assuntos
(103 fitas)
155
215
2979
398
9008
1993
1
2
9
8
6
10
9
10
3
11
1
2
1
2
1
15
4
1
153
193
1993 assuntos
(416 fitas)
281
414
3911
420
9138
Fonte: Núcleo de Multimeios
6.4 Núcleo de Processamento de Dados
Instalado em área de 62,5m
2
, esse Núcleo, órgão suplementar
da futura UNISO, reúne pessoal e equipamentos da área da
Informática,, para a prestação dos serviços de:
6.5.1 Laboratório de Línguas
Área: 60 m
2
Capacidade por classe/turno: 30 alunos
Utilização: Esse Laboratório visa às necessidades do Curso de
Letras, nos períodos matutino e noturno. À tarde, serve aos
alunos dos demais Cursos e à comunidade externa.
6.5.2 Laboratório de Informática
Área: 77 m
2
Capacidade por classe/turno: 40 alunos
Utilização: Visa, prioritariamente, à formação e treinamento
dos alunos de Administração de Empresas, Ciências Contábeis,
Ciências Econômicas, Matemática, nos períodos matutino e
noturno.
À tarde, serve aos alunos dos demais Cursos e à comunidade
externa.
6.5.3 Laboratório de Educação Matemática
Área: 4 0 m
2
Capacidade por classe/turno: 25 alunos
Utilização: Serve ao Curso de Ciências/Matemática, de manhã e
à noite.
À tarde, está a disposição da comunidade estudantil.
6.5.4 Laboratório de Física
Área: 84,4 m
2
Capacidade por classe/turno: 40 alunos
Utilização: Serve aos alunos de Ciências,
6.5.5 Laboratório de Química
Área: 94,54 m
2
Capacidade por classe/turno: 47 alunos
Utilização: Serve aos alunos de Ciências,
6.5.6 Laboratório de Biologia
Área: 94,4 m
2
Capacidade por classe/turno: 47 alunos
Utilização: Serve aos alunos de Ciências.
Todos os laboratórios dispõem dos equipamentos e dos
materiais necessários a seu pleno funcionamento e utilização
pelos grupos de alunos e professores.
6.6 Outros órgãos de apoio
Vale ressaltar que, além desses Laboratórios, a Instituição
mantém outros órgãos adequados a valorizar e complementar
toda a prática de ensino, pesquisa e extensão. São eles:
- Sala-Ambiente de Geografia
- Núcleo de Pesquisa, Documentação e Memória
- Núcleo de Cultura Afro-Brasileira
- Núcleo de Cultura Indígena
A Instituição utiliza-se também, por convênio, dos seguintes
órgãos:
- Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Sorocaba
- Museu Arquidiocesano de Arte Sacra
- Parque Zoológico Municipal
6.7 Outras Instalações s Equipamentos
A Instituição possui ainda:
- Instalações e equipamentos, para os esportes e a prática de
Educação Física
- Oficinas, para manutenção de sua infra-estrutura física
- Gráfica, para a prestação de serviços internos e também,
como fonte de receita, para a prestação de serviços à
comunidade externa.
6.8 Obras previstas do futuro Campus
Estão sendo dados os primeiros passos para definir o Plano
Diretor .dos edifícios a serem construídos na área de
152.980,30 no Bairro Itanguá, de propriedade da Entidade
Mantenedora, onde se instalará o campus principal da futura
Universidade.
7. Conclusão da Comissão de Acompanhamento
Passamos a expor, a seguir, na íntegra, a Conclusão da
Comissão de Acompanhamento, designada pela Portaria nº 30/90,
deste Conselho, integrada pelos professores: Anna Bernardes
da Silveira Rocha, Stella Cecília Duarte Segenreich e Paulo
Nathanael Pereira de Souza.
"A Comissão de Acompanhamento, nestes três anos em que,
periodicamente, visitou as Faculdades Integradas Dom Aguirre,
analisou os documentos elaborados pela Comissão Interna,
verificou e apreciou as medidas adotadas em face das
necessidades decorrentes da transição para Universidade, pôde
bem apreciar o esforço e a evolução positiva da Instituição.
Gradualmente, as mudanças se foram operando, enquanto
professores e alunos absorviam a proposta de Universidade
cujo perfil se ia fortalecendo.
No Parecer nº 750/90, aprovado pelo plenário do Conselho
Federal de Educação,à unanimidade, em 10.10.90, e que acolheu
a Carta-Consulta da Fundação Dom Aguirre,para se
transformarem em Universidade as Faculdades Integradas Dom
Aguirre, a Relatora Margarida Maria do Rego Barros Pires Leal
recomenda :
"A Comissão de Acompanhamento deverá, entre suas inúmeras
tarefas de assessoramento e orientação à Instituição, dar
destaque para que :
na linha de sua expansão para transformar-se em
Universidades, não se desvie dos princípios filosóficos e de
ordem sociológica que lhe vem norteando e lhe conferindo
forte característica.
- mesmo considerando o razoável acervo bibliográfico já
existente, guardando proporção à sua dimensão, dê prioridade
à construção de novo espaço específico para a Biblioteca,
visando o melhor atendimento em função da previsão de novas
aquisições de livros e periódicos.
- em igual prioridade seja elaborado o plano de cargos e
salários para seu corpo docente e técnico-administrativo.
- para quando repensar o ensino de graduação que vem sendo
oferecido, dê especial atenção às licenciaturas numa forma de
tentar minimizar, do lado da Instituição, os problemas
referentes à baixa demanda e à elevada evasão".
Tais recomendações foram objeto de atenção especial da
Comissão. Este Relatório deixa claro que se efetivaram, na
prática. Convém,todavia, destacar que:
a) quanto à conservação da filosofia de trabalho, a feição
comunitária se robusteceu, mantendo-se a mesma orientação na
constituição do poder na Mantenedora; a participação da
comunidade - a Comissão Interna esteve integrada por
representantes da Comunidade; a participação interna dos
professores na tomada de decisões;ampliou-se a assistência a
alunos com bolsas de estudos; favoreceu-se o convívio com os
problemas comunitários nos progressos da pesquisa e da
extensão.
b) ainda que não tenha sido construído um prédio específico
para a Biblioteca, pode-se verificar a melhoria
extraordinária promovida no período, não só em relação à área
ocupada, que passou de 407,15 m para 1.206,90 m
2
e ao acervo
de 22.233 títulos para 30.668 títulos, como em relação aos
recursos humanos e de infra-estrutura e, o que é principal,
ao aumento de freqüência dos usuários, tanto para consultas,
como para empréstimos. Este Relatório explicita as mudanças
à página 140 e seguintes.
c) foi implantado o plano de carreira docente e o plano de
cargos e salários do pessoal técnico-administrativo, assim
como os planos de capacitação dos docentes e do pessoal
administrativo.
Cabe, aqui, um destaque especial. Quase se poderia afirmar
que a Fundação Dom Aguirre é uma mantenedora singular, no que
concerne à remuneração do pessoal, em especial o docente. É
das raras Instituições que não necessita do plano de carreira
para a melhoria salarial, mas para disciplinar a qualificação
e a jornada de trabalho.
Os salários são expressivamente elevados, quando comparados
aos correntes no mercado de trabalho; os direitos
trabalhistas estão assegurados e isso projeta um quadro de
professores com raízes na Instituição e afeitos à
participação nos problemas internos.
d) quanto- às licenciaturas foram revistas em seu currículo,em
seu perfil profissiográfico,em seus estágios, ampliando-se
sua duração e se buscando melhorias nos desempenhos.
A Comissão viu o problema da baixa procura das licenciaturas
como parte de um quadro nacional cuja solução se encontra
menos no esforço isolado de uma instituição e mais na revisão
das políticas públicas de valorização do magistério.
Considera, até, que a demanda, vista a relação candidato/vaga
nas FIDA, não é das mais preocupantes, especialmente em
Pedagogia e Letras. De outro lado, a taxa de evasão na
Instituição é baixa (8,34%) estando a evasão nas
licenciaturas, excluída Matemática, abaixo disso (7,21%).
A Comissão de Acompanhamento entende que a seriedade com que
se orientaram as FIDA e o interesse marcante da Mantenedora,
interessada tão somente em promover educação de alto nível em
Sorocaba, associados às medidas que foram adotadas neste
período de transição, podem sustentar um começo promissor
para a futura Universidade.
Especialmente! porque as medidas se dirigiram aos fatores
essenciais às instituições educativas da natureza da
pretendida:
- qualificação, preparo e valorização do magistério
- assistência e consideração na participação dos alunos
- instalações e equipamentos físicos adequados
- currículos atualizados e sistematicamente avaliados
- materiais de apoio ao ensino, à pesquisa e à extensão
- biblioteca e infra-estrutura satisfatórias
- ajustamentos dos ordenamentos legais
- mudanças e expansão planejadas
- recursos de geração de receitas extraordinárias.
A Comissão de Acompanhamento admite que a Fundação Dom
Aguirre apresenta, agora, condições satisfatórias para a
transformação das Faculdades Integradas Dom Aguirre (FIDA) na
Universidade de Sorocaba (UNISO) pela via do reconhecimento.
Sorocaba, 10 de novembro de 1993."
MATRIZ DA DENSIDADE EDUCACIONAL E CIENTIFICA
AREAS DE
CONHECIMENTO
COBERTOS PELO
Ciências mate-
maticas
Ciências
Huma-
nas e SOCIAIS
Ciências Mate
matica
Ciências Huma
nas e Sociais
Ciências Mate
mática
Ciência Huma-
nas e Sociais
Ciências
Huma-
nas e Sociais
Ciências Bio-
lógicas
Ciências Mate-
máticas
Ciências Físi-
ca»
Ciências Qui-
micas
Ciências Bio-
lógicas
Geociências
Ciências Huma
nas e Sociais
DEPARTAMENTOS
Administração
Contabilidade
!
Educação
Ciências
Exatas e
Naturais
Ciências
Sociais e
Jurídicas
MENTO
DO CONHECI
ÁREAS
ENCIAS
CI
FUNÇOES
NO
ENS
DISCRIMINAÇÃO DAS
ATIVIDADES POR
DEPARTAMENTOS 00 OUTRAS
ARTES
mus
FILOSOFIA
GEOCIENCIAS
8ÜSANAS E
SOCIAIS
BIOLOGICAS
QUÍMICAS
FÍSICAS
MATEMÁTICAS
EXTENSÃO
PESQUISA
E
A
PG
fl
D
G
FUNÇAO
PELAS FUNÇÕES
UNIVERSITÁRIAS
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
1 Ensino
1.1 Graduçao
Administração
Administração Financeira e Orçamento
Administração (Introdução)
Administração de Pessoal
Administração de Produção I (Material)
Administração de Produção II
Mercadologia I (Administração de Vendas)
Mercadologia II (Tecnical Comercial
Técnica
Comercial
Teoria Geral da Administração
1.2 Pós-Graduação
Teoria Geral da Administração
Planejamento Estratégico de Decursos
Diretrizes Administrativas e Planeja-
mentoEstratégico
Recursos Humanos e Capacidade Compe-
titiva
Mudança Organizacional
Teoria Geral de Marketing
Gerencia de Produtos
Administração Financeira
Controle de Estoques
Tendências Contemporanea na Adminis-
tração
2 Pesquisa
. Liderança e Motivação Humana
. Análise de Investimentos emi Bens de
Produção
. As
Seleções
Trabalhistas
no
Brasil
Departamento
de
Administração
Quadro
nº 46
MATRIZ DA UNIVERSALIDADE DE CAMPO
Quadro
nº 46
(Cont)
MATRIZ DA UNIVERSALIDADE DE CAMPO
Cursos e Eventos
. Metodologia Cientifica: Métodos e
Técnicas de Pesquisa
. Treínamento de Pessoal Administrativo
. Semanas de Administraçao
Seperior:
. Empresa Júnior
1 Ensino
1.1 Graduação
Auditoria e Análise de Balanços
Contabilidade e Análise de Balanços
Contabilidade Bancária
Contabilidade Comercial
Contabilidade de Custos
Contabilidade Geral
Contabilidade Pública
Noções de Contabilidade
Contabilidade Social
1.2 Pós-Graduação
Contabilidade de Custos
Contabilidade Gerencial
Sistemas
de
informações
Gerenciais
Análises de Demonstrações Financeiras
2 Pesquisa
. Sensibilidade Contábil
. Auditoria e Planejamento Tributário de
Imposto sobre o valor agregado
DISCRIMINAÇÃO DAS
ATIVIDADES POS
DEPARTAMENTOS OU OUTRAS
UNIDADES RESPONSÁVEIS
PELAS FUNÇÕES
UNIVERSITÁRIAS
Departamento de
Contabilidade
Extensão
Curso e Efeitos:
.
Corsos
sobre
ICMS
Semanasde Contabilidade
Serviços
. Declaração do Imposto de Renda, gratui-
tamente, para entidades beneficentes,
feita por professores e alunos de Cien
cias Contábeis.
1 Ensino
1.1 Graduação
Desenvolvimento Sócio-Economico
Ecometria agrícola
Economia
Brasileira
Economia Brasileira Contemporane
Economia industriai
Economia
Internacional
Economia (Introdução)
Economia Monetária
Economia
Regional
e
Urbana
Economia
do
Setor
Público
Elaborado e Analise de Projetos
Estatística
Económica
e
introdução
é
Econometria
Formação Econômica do
Brasil
Introdução
a
Economia
Técnicas de Pesquisa em Economia
Teoria Economica
Teoria Macroeconomica
Teoria Macroeconômica
Metodologia
da Analise
Economica
Política
e
Planejamento Econômico
DEPARTAMENTO OU OUTRAS
UNIDADES
RESPONSÁVEIS
PELAS FUNÇÕES
UNIVERSITÁRIAS
Departamento de Economia
DISCRIMINAÇÃO DAS
ATIVIDADES POR
FUNÇÃO
Quadro
nº 46
(Cont)
MATRIZ
DA
UNIVERSALIDADE DE CAMPO
Quadro nº 46 (Cont)
MATRIZ DA UNIVERSALIDADE DE CAMPO
DEPARTAMENTOS OU OUTRAS
UNIDADES RESPONSAVEIS
UNIVERSITÁRIAS
Comportamento do Consumidor
.
A
Industria Brasileira de Função
. Moeda Indezada e Financeirização
de preços - Um Estado das Relações
entre
Mari
Up
desejado.
Tara
de
Juros e Moeda Indexada
.
Orientação
Produtiva do
Seto
Rural
Brasileiro ao
nivel
de
Micro
Região
Homogenea (1978-1985)
.
Os hábitos
de
consumo
alimentar
da
população sorocabana
. Perfil Sócio-Economico de jovens
sorocabanos
. Características do Desenvolvimento
Urbano e Industrial em Sorocaba
.
Importância
da
Relação
Custo/Bene-
ficio na avaliação de projetos de
investimentos
3 Extensão
Eventos
. Semanas de Economia
Serviços
. Informação periódica, pela Imprensa
local, dos preços de cesta basica
da cidade
.
Programa semanal
de
rádio
sobre
problemas econômicos
..1 Graduação
Psicologia
e
educação
História
da
Educação
Estrutura e
Funcionamento
do
Ensino
de 1º Grau
Estrutura e Funcionamento do Ensino
de 2º Grau
Didática
Metodologia
do
Ensino
de 12
Srs»
Currículos
e
Programas
Medidas Educacionais
Oríentação Vocacíonal
Principio
e
Métodos
de
Orientação
Educacional
Princípios
e
Métodos
de
supervisão
Escolar
Principios e Métodos de Inspeção Esco-
lar
Educação Física (Prática Desportiva)
Princípios
e
Métodos
da
Administração
Escolar
Estrutura e Funcionamento do Ensino de
1º e 2º Graus
Psicologia Aplicada á Administração
Fundamentos da Educação do Pré-Escolar
Desenvolvimento Psicológico do Pré-
Nutrição
e
higiene
do
Pré-Escolar
Métodos e Técnicas de Educação do Pré-
Escolar
Atividades
de
Comunicação
e
Expressão
na Pré Escola
Atividades
de
Educação
Fisica e
Recrea
ção infantil
atividades
de
Estados
Sociais
na Pré-
Escola
PELAS FUNÇÕES
DISCRIMINAÇÃO DAS
ATIVIDADES POR
Quadro nº46 (Cont.)
MATRIZ
DA
UNIVERSALIDADE DE CAMPO
Quadro nº 46 (Cont.)
DISCRIMINAÇÃO DAS
ATIVIDADES POR
DEPARTAMENTOS OU OUTRAS
UNIDADES RESPONSÁVEIS
PELAS FUNÇÕES
Atívidades de Ciências na Pré-Escola
Prática de Ensino na Pré-Escola
Prática
de
Ensino
sob a fona de
está-
gio supervisionado nas escolas de 1º e
2º Graus
Estágio
Supervisionado
de
Orientação
Educacional ass Escolas de 1º e 2º
Graus
Estágio Supervisionado de Supervisão
Escolar nas Escolas de 1º e 2º Graus
Estágio Supervisionado de Administra
ção Escolar nas Escolas de 1º e 2º
Graus
1.: Pós-Graduação
Educação Psicomotora
Prática de Ensino
Didática do Ensino Superior
Introdução á Psícopedagogia
Psicopedagogia da Leitura e da Escrita
Psicologia da Ciência
2 Pesquisa
. Estudo do papel do Professor/Coordeaa-
dor de Ciclo Básico nas Escolas Esta-
duais
Urbanas
de Jornada
Única
no Mu-
nicipio de Sorocaba
.A Universidade Brasileira Pós-64
.Universidade para 3ª Idade
3 Extensão
Cursos e Eventos:
. 0 papel do Diretor de Escola
.
Treinamento
de
Pessoal
de
Creches
DISCRIMINAÇÃO DAS
ATIVIDADES POS
FUNCAO
. Curso de Formação de Profissionais de
Treinamento Desenvolvimento
.
Educação
Ambiental
. Oficina de Criatividade
. I Jornada sobre problemas de Aprendi-
zagem
.
Reciclagem
de
Professores
da
Pre-escola
. Tendências Pedagógicas Atuais
. Semanas de Educação
. Semanas da 3º Idade
.
Programa
Interdisciplinar
da 34
Idade
. Programação Semanal de radio sobre
questões educacionais
Ensino
.1 Graduação
Matemática
Matemática Aplicada
Analise Matemática
Elementos de Calculo Diferencial e
Integral
Cálculo Diferencial e Integral
Álgebra
Geometria
Estatística
Teoria dos Números
Desenho Geométrico
Física
Química
Biologia
Instrumentação Ensino de Matematica
DEPARTAMENTOS OU OUTRAS
UNIDADES RESPONSÁVEIS
PELAS FUNÇÕES
UNIVERSITÁRIA
Departamento de Ciências
Exatas e Naturais
MATRIZ DA
UNIVERSALIDADE
DE
CAMPO
Instrumentação p/o Ensino de Ciências
Elementos
de
Geologia
Estatística Aplicada á Educação
Estatística aplicada
Estatística Geral
Matemátíca Financeira
Biologia Educacional
Fudamentos de Matematica
Processamento de Dados
Introdução a Estatística Economica
Prática de Ensino de Ciéncias sob a
forma
de estágio
supervisionado
Prática de Ensino de
Matemática
sob
a forma de estagio supervisionado
1.2 Pos -Graduação
Matemática Financeira
Modelos Probabilísticos aplicado à
Gestão de Produção
Métodos Estatísticos Aplicados á
Gestão de Predação
Ecologia
Ecossistemas Terrestres
Ecossistemas Aquáticos
Ecossistemas Derivados
Poluição e
Contaminação Ambiental
Ecologia Humana
Avaliação de Impacto Ambientais
Legislação Ambiental
Planejamento Ambiental
Anatomia Fisiologia e Patologia do
Sistema Nervoso
2 Pesquisa
. Acervo de Instrumentação para o Ensino
da
Matemática
DEPARTAMENTOS OU OUTRAS
UNIDADES RESPONSAVEIS
PELAS FUNÇOES
DISCRIMINAÇÃO DAS
ATIVIDADES POS
DISCRIMINAÇÃO DAS
ATIVIDADES POR
FUNÇÃO
. Diagnóstico Ambiental do Alto Curso do
Bio Sorocaba
.
observação
do
comportamento
do pacu.
Piaracatus mesopotanicus (Hulmberg,
1887), em
relação
ao
crescimento,
sobre
diferentes condições de adaptação dos
tanques de cultivo - Análise Econômica
. Projeto de apoio ao Ensino de Ciências
Corsos e Eventos:
.
Educação Ambiental
. Semanas de Ciências
Serviços:
. Monitoria, por parte de alunos do Curso
de Ciências, no Parque Zoologico Muni-
cipal
. Serviços do Laboratório de Educação Ma-
temática para professores e estudantes
de 1º e 2 º Graus
. Serviços de Processamento de Dados à
Prefeituras e Entidades Culturais das
cidades da região
1 Ensino
1.1 Graduação
Sociologia da Educação
teoria Política
Sociologia Geral
Ciência Política
Introdução ás Ciências Sociais
DEPARTAMENTOS OUTRAS
UNIDADES RESPONSÁVEIS
PELAS FUNÇOES
UNIVERSITARIAS
Departamento
de Ciências
Sociais e Jurídicas
Quandro nº 46 (Cont.)
MATRIZ
DA
UNIVERSALIDADE
DE
CAMPO
Quadro nº 46 (Cont)
MATRIZ DA UNIVERSALIDADE DE CAMPO
Astropologia Cultural
Estudo de Problemas Brasileiros
Instituições de Direito
Instituições de Direito Publico e de
Direito Privado
Legislação Social
Legislação Tributaria
Direito
Administrativo
Legislação do Ensino
Sociologia
Aplicada
á
Administração
1.2 Pós Graduação
Direito Tributário
2
Pesquisa
.
Nosso
Perfil
Sócio-Economico
3 Extensão
Efeitos:
. Semanas Culturais
Serviços:
.
Liderança
em trabalhos
de
conscientiza
ção popular.
1 Ensino
1.1 Graduçao
Antropologia Filosófica
Doutrina Social Cristã
Ética
Estética
Etica Profissional
DISCRIMINAÇÃO DAS
ATIVIDADES POS
DEPARTAMENTOS OU OUTRAS
UNIDADES RESPONSÁVEIS
PELAS FUNÇÕES
UNIVERSITÁRIAS
Departamento de Filosofia
Quadro
nº 46
(Cont.)
MATRIZ DA UNIVERSALIDADE DE CAMPO
Filosofia
filosofia Geral: Metafísica
Filosofia da Cultura
Filosofia
Geral:
Cosmologia
e
Teodicéia
Filosofia da Linguagem
Filosofia Social e Política
Filosofia da Ciência
Filosofia da Educação
História da Filosofia Antiga
História da Filosofia
Medieval
História da Filosofia Moderna
História da Filosofia Contemporanea
História da Filosofia na America Latina
História da Filosofia no Brasil
introdução ao Pensamento Teológico
Introdução à Filosofia
Lógica
Teoria do
Conhecimento
Metodologia do Trabalho Cientifico
Orientação em Pesquisa Filosófica
Prática de Ensino sob a forma de está-
gio supervisionado de Filosofia
1.2 Pós-Graduação
Metodologia da Pesquisa
Metodologia do Trabalho Cientifico
Cultura e Culturas na America Latina
2 Pesquisa
. Gênese da Teoria da Figuração
.
universidades
Comunitárias
Leigas: a
experiência brasileira
. A Ética a Nicomaco e a sua influência
na Etica Ociedental
. Travessia e Naufragio. 0 Ser e o Trá-
gico
DISCRIMINAÇÃO DAS
ATIVIDADES POR
FUNCAO
DEPARTAMENTOS OU OUTRAS
UNIDADES RESP0NSAVEIS
PELAS FUNÇÕES
UNIVERSITÁRIAS
Quadro nº 46 (Cont.)
MATRIZ DA UNIVERSALIDADE DE CAMPO
DISCRIMINAÇÃO DAS
ATIVIDADES POR
FUNCAO
. Interpretação de Michel Foucault sobre
os textos produzidos por filósofos e
Médicos nos dois primeiros séculos d.C.
. Educação em Sorocaba: Uma reflexão
Extensão
Corsos e Eventos:
. Comunicação e Sociedade
.
Iniciação
e
Teologia
da
Libertação
. Semanas Culturais
Serviços:
. Iniciativas de caráter formativo-infor-
mativo, como preparação para o casamen
to e orientação profissional.
1 Ensino
1.1 Graduação
Geografia do Brasil
Geografia Física
Geografia
Humana
Geografia Regional
Geografia Econômica
Bio
geografia
Cartografia
Introdução aos Estudos Históricos
História do Brasil
História
de
América
História Antiga
História Merca
História
medieval
História Contemporânea
História Econômica
Departamento
de Geografia
e História
DEPARTAMENTOS
OU
OUTRAS
UNIDADES RESPONSAVEIS
PELAS FÜNÇÕES
UNIVERSITÁRIAS
História das Idéias Políticas E Sociais
História
Econômica
Geral
História Econômica Geral e Formação
Econômica Brasileira
História
do
Pensamento Econômico
História Contemporaneo da África e Ásia
História
Diplomática
do
Brasil
História da Arte
Métodos
e
Técnicas
de
Pesquisa
em
Geo-
grafia
Métodos e Técnicas de Pesquisa em His-
tória
Orientação de Pesquisa (elaboração de
monografia em Geografia)
Organização do Espaço Regional
Cartografia e Sensoriamento Remoto
Orientação de Pesquisa (elaboração de
monografía em História)
Planejamento
Rural
e
Urbano
Planejamento Ambiental
Museologia e Paleografia
Prática de Ensino de Geografia sob a
forma de estagio supervisionado
Prática de Ensino de História sob a
fona de estágio supervisionado
1.2
Pós-Graduação
Século XI: Tradição e Modernidade
Brasil: A condição Latinoamericana
Da
Colônia
á
Contemporaneidade
Imaginario e Violência na Aiérica La-
tina
2
Pesquisa
. A Educaçao e o meio ambiente nas Cons-
tituições Brasileiras
DISCRIMINAÇÃO DAS
ATIVIDADES POS
FUNÇÃO
DEPARTAMENTOS OU OUTRAS
UNIDADES RESPONSÁVEIS
PELAS FUNÇÕES
UNIVERSITÁRIAS
Quadro
nº 46 {Cont.)
MATRIZ DA UNIVERSALIDADE DE CAMPO
Quadro
nº
46
(Cont.)
MATRIZ
DA
UNIVERSALIDADE
DE
CAMPO
DISCRIMINAÇÃO DAS
ATIVIDADES POR
FUNÇÃO
• Girasóis
ou Heliantos: Maneiras criado-
ras para o conhecer geografico
-Caracterização da geografia Fisica da
região
de
Sorocaba
. Formação Acadêmiica, prática pedagógica
e
nova
conjuntura
mundial
Implantação do Núcleo de
Documentação
Pesquisa e Memoria da FDA
. A História de Sorocaba através dos
textos
. Estudos e Pesquisas do Tropeirismo
• Indexação
da Historiografia de Aluisio
de Almeida
Extensão
Curso e Eventos:
• I
Curso de Introdução á História e Geo-
grafia de Sorocaba e 3egiâo
II Curso de Introdução à Historia e
Geografia de Sorocaba e 2egi3o
• Semanas
Culturais
Serviços:
- Monitoria , por parte de alunos dos cur
sos de
História
e
Geografia,
no
Museu
Histórico Sorocabano e no Instituto
Histórico, Geográfico e Genealogico de
Sorocaba
• Monitoria,
por parte de alunos do Curso
de
História,
ao
Museu
Arquidiocesano
de
Arte Sacra
DEPARTAMENTOS OU OUTRAS
UNIDADES RESPONSÁVEIS
PELAS
FUNÇOES
UNIVERSITÁRIAS
DEPARTAMENTOS OU OUTRAS
UNIDADES RESPONSÁVEIS
PELAS FUNÇÕES
UNIVERSITÁRIAS
1 Ensino
1.1
graduação
Lingua Portuguesa
Língua Latina
Língua Inglesa
Língua Francesa
Literatura Portuguesa
Literatura Brasileira
Literatura Latina
Literatura Inglesa
Literatura Norte Americana
Literatura francesa
Literatura Infanto-juvenil
Teoria da Literatura
Lingüística
Linguistics aplicada
Teoria e Pratica de Redação
Prática Oral da Língua Inglesa (Labora-
tório)
Prática Oral da Lingua Francesa (Labo-
ratório)
Prática de Ensino de Língua Inglesa sob
a forma de estágio supervisionado
Prática de Ensino de Língua Francesa
sob a fona de
estágio
supervisionado
Prática de Ensino de Língua Portuguesa
sob a fona de estágio supervisionado
1.2 Pós-Graduação
Morfologia da Lingua Portuguesa
Sinta» da
Lingua
Portuguesa
Produção Textual
2 Pesquisa
.
Estudo
do
Coro
Feminino
na
peça
Muder
in the Cathedral" de T.S.Eliot.
Quadro nº46(Cont.)
MATRIZ DA UNIVERSALIDADE DE CAMPO
DEPARTAMENTOS OU OUTRAS
UNIDADES RESPONSAVEIS
PELAS FUNÇÕES
DISCRIMINAÇÃO DAS
ATIVIDADES POS
!
Extensão
Cursos
e
Eventos:
. As Horas Tendências no Ensino da
Lingua Portuguesa
.
Redação:
Produção
-
Avaliação
do
tex-
to Escrito
. Iniciação ao Grego Clássico
. Prática de Redação em Sala de Aula
. Semanas
Culturais
Serviços
.
monitoria,
por parte de
alunos
do
Curso de Letras, na Biblioteca da
Academia
Sorocabana
de
Letras.
.
Serviços
de revisão,
tradução
e ver-
são de textos, por professores do
Curso de Letras
. Horários
disponíveis
para
comunidade
externa no Laboratório de línguas
Cursos e Eventos
. leitura Critica da Comunicação
. Curso de Parapsicologia
. Prevenção Dentária
.
formação
de
Coordenadores
de
Grupos
de Jovens
. Atualização em Odontologia
. Reciclagem de Professores de 2º Grau
. Semanas Culturais
Pluridepartamentais
Quadro nº 46 (Cont.)
MATRIZ
DA
UNIVERSALIDADE
DE
CAMPO
Serviços
. Preparado de
candidatos
aos
Exames
Supletivos
de 1º e 2º
Graus,
sob a
responsabilidade
do
Centro
Acadêmico
. Assessoramento de Administrações Mu-
nicipais de Sorocaba e Região, nas
pastas
de
Educação,
Administração,
Finanças e Promoção Social
. Apoio Material e Logístico ás campa-
nhas
de
vacinação
infantil
e de
cole-
ta seletiva de lixo
. Participação na criação e no funciona-
mento da "União das Sociedades Amigos
de Bairros de Sorocaba" - USABS
DEPARTAMENTOS OU OUTRAS
UNIDADES RESPONSÁVEIS
PELAS FUNÇÕES
UNIVERSITÁRIAS
DISCRIMINAÇÃO DAS
ATIVIDADES POR
FUNÇÃO
Quadro Nº 46 (Cont.)
MATRIZ DA UNIVERSALIDADE DE CAMPO
II PARECER
Como Relatora do Processo correspondente ao reconhecimento
das Faculdades Integradas Dom Aguirre - FIDA, como
Universidade de Sorocaba - UNISO, tivemos oportunidade de
avaliar as atividades de ensino, pesquisa e extensão daquelas
Faculdades, verificando "in loco" as condições institucionais
necessárias; para que fosse atingido tal objetivo, constante
da Carta Consulta por nós acolhida pelo Parecer CFE nº
750/90.
Julgamos interessante evidenciar a transcrição feita pela
Comissão de Acompanhamento em sua Conclusão, quanto às
recomendações contidas no citado Parecer.
Comparando nossas recomendações transcritas, com os itens que
integram este Parecer, e mais detalhadamente descritos no
Relatório Final da Comissão, conclui-se que, realmente, a
Instituição atentou para a necessidade de seu cumprimento,
daí resultando a consolidação de suas atividades, a
manutenção da sua filosofia de trabalho, com caráter
fortemente comunitário, o crescimento da Biblioteca, a
implantação dos Planos de Carreira Docente e Técnico-
Administrativa, o fortalecimento da Pós-Graduação lato-sensu
como base para a implantação da Pós-Graduação stricto-sensu e
a institucionalização da Pesquisa e da Extensão.
Com base nos dados integrantes do Relatório Final da Comissão
de Acompanhamento, procuramos dar destaque à densidade
educacional e científica da Instituição, indicando no Quadro
nº 45 as áreas de conhecimento cobertas pelos Departamentos
Acadêmicos e relacionadas com o número de disciplinas, de
matrículas e de professores, com seus respectivos regimes de
trabalho e níveis de titulação.
Por outro lado no mesmo quadro e guardada a mesma relação com
os Departamentos Acadêmicos, constam as informações
referentes à Pós-Graduação "lato" e "stricto sensu", à
Pesquisa, à Extensão, aos Projetos Culturais e aos Convênios
firmados pela Instituição.
Para enfatizar as atividades institucionais por função, no
Quadro nº 46, procedemos a sua discriminação, relacionando
novamente os Departamentos Acadêmicos com a Graduação, Pós-
Graduação, Pesquisa e Extensão e com as diferentes áreas do
conhecimento. Neste quadro nº 46, procuramos caracterizar a
universalidade de campo atingida pela Instituição, no tocante
ao desenvolvimento das mencionadas atividades.
Pela análise dos dados apresentados, torna-se bem clara a
maturidade das Faculdades Integradas Dom Aguirre, como
Instituição de pequeno porte, no que diz respeito às funções
que vem desenvolvendo, credenciando-a a ser reconhecida como
Universidade.
O Parecer que ora apresentamos fundamenta-se no Relatório da
Comissão de Acompanhamento e, considerando os itens desse
Relatório e os resultados da nossa avaliação, assumimos
também como nossos os destaques registrados pelos
Consultores.
Julgamos recomendável que a Instituição proporcione condições
para que seja realizado Concurso Público para acesso ao
último nível de Professor da Carreira do Magistério Superior,
na forma do plano apresentado.
III-Voto da Relatora
Ante o exposto, especialmente as avaliações procedidas com res_
peito às atividades de graduação, de pós-graduação, de pesqui-
sa e de extensão, a conclusão da Comissão de Acompanhamento e
o cumprimento de todos os requisitos exigidos pela Lei 5540/6 8,
pela Resolução CFE n° 03/91, pelos novos dispositivos fixados
pelo projeto da nova Resolução sobre criação de Universidades,
aprovado pelo Parecer CFE 118/94, principalmente com relação
ao artigo 12 - universalidade de campo e densidade educacional
e científica e demais dispositivos legais, votamos pelo reco-
nhecimento das Faculdades Integradas Dom Aguirre - FIDA, como
Universidade de Sorocaba - UNISO, a ser mantida pela Fundação
Dom Aguirre, com sede e administração na cidade de Sorocaba,
Estado de São Paulo, aprovando neste ato seu Estatuto e Regi -
mento Geral.
V - DECISÃO DA COMISSÃO
0 Plenário do Conselho Federal de Educação apro
vou, por unanimidade, a conclusão da Comissão, ressaltando-se
que o parecer encontra também amparo legal na Resolução CFE
nº 02/94.
Sala Barreto Filho, em 07 de junho de 1994.
Manoel Gonçalves Ferreira Filho - Presidente
Ernani Bayer
Dalva Assumpção Soutto Mayor
Edson Machado de Sousa
Genaro de Oliveira
Ib Gatto Falcão
Jorge Nagle
José Francisco Sanchotene Felice
José Luittgard Moura Figueiredo
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