
Ainda segundo a Comissão Verificadora, a execução curricular foi
acompanhada satisfatoriamente, tendo atuado no curso uma coordenadora pedagógica,
uma coordenadora administrativa e três coordenadoras de estágio.
Outro aspecto destacado pela Comissão Verificadora foi a Prática de Ensino
(Estágio Supervisionado).
"O Estágio Supervisionado do Esquema I constitui-se na segunda etapa do
Curso, somando uma carga horária de 300 h.
Esta segunda etapa, realizada no período de 23 de agosto a 25 de setembro
de 1993, no horário de 14h às 22h, de segunda a sábado, foi dividida em três fases, cada
uma delas correspondendo a 100h.
1. A primeira fase da 2
a
etapa de 100h, no período de 23/08 a 02/09/93,
intitulada de "Estágio de Aproveitamento e Experiência docente", teve como exigência a
elaboração de monografia, orientada pelo professor de conteúdo e orientador, em que se
faz tanto um relato dos fatos quanto, sobretudo, uma análise crítica das dificuldades
encontradas.
2. A segunda fase, também de 100h, denominadas de "Estágio Teórico-
prático", foi realizada igualmente no período de 23/08 a 02/09/93.
Esta fase teve dois momentos. No primeiro, a ênfase recaiu no estudo e na
análise de documentos, relacionados com registro a ser obitido, tais como regimento da
escola, campo de estágio, grade curricular, diário de classe e sistemática de avaliação.
O segundo momento desta fase consistiu no planejamento de miniprojetos de
cursos e de aulas, bem como de seminários, a partir de levantamento de necessidades
feito junto ao alunado do curso campo de estágio.
3. A última fase de "Execução dos mini-cursos e planejamento de
regência de classe", foi executada no período de 03/09 a 24/09/93. As atividades
desta fase foram distribuídas em realização de mini-cursos/32 horas; planejamento
de regência de classe/28 horas, execução da regência de classe 30 horas e
organização e montagem de relatório/10 horas."
A Comissão registrou a qualidade do trabalho realizado em Prática de Ensino.
2.4. Corpo docente
."O corpo docente foi formado por 11 professores dos quais 10 portadores de
certificados de cursos de especialização e apenas 1 com graduação.
Segundo a Comissão Verificadora a Universidade contratou professores como
horistas a fim de não sobrecarregar seus docentes.
Todos os professores tinham a titulação mínima exigida.
2.5. Funcionamento do curso
Segundo a Comissão Verificadora, as condições oferecidas pela UNIFAP para
o curso tiveram de ser ajustadas à realidade vivida pela Instituição, cujo Campus
encontrava-se em construção e reforma.
A solução consistiu em fazer o Curso funcionar em duas escalas
profissionalizantes de 2
o
grau da cidade de Macapá, distante poucos quilômetros do
campus.