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MUSICA PARA A ESCOLA ELEMENTAR
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INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS PEDAGÓGICOS
em cooperação com o
SERVIÇO DE EDUCAÇÃO MUSICAL E ARTÍSTICA
DA
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E CULTURA
DO
DISTRITO FEDERAL
Diretor do INEP: Anísio Spinola Teixeira
Diretor do SEM A: Sylvio Salema Garção Ribeiro
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COLEÇÃO GUIAS DE ENSINO
E LIVROS DE TEXTO
MUSICA PARA A ESCOLA
ELEMENTAR
INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS PEDAGÓGICOS
CAIXA POSTAL 1669
PALÁCIO DA EDUCAÇÃO. 10/ ANDAR
RIO DE JANEIRO BRASIL
195 5
ÍNDICE
I PARTE
HINOS PATRIÓTICOS E CANÇÕES PATRIÓTICAS
Dados históricos sobre o Hino Nacional 13
Decreto-Lei n. 4 545 de 31-7-1942 15
Francisco Manuel da Silva 17
Joaquim Osório Duque Estrada 19
HINO NACIONAL BRASILEIRO
Música 21
Letra 27
Francisco Braga 29
Olavo Bilac 30
HINO À BANDEIRA NACIONAL
Música 31
Letra 33
D. Pedro I 35
Evaristo da Veiga 36
HINO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL "
Música . 39
Letra , 41
Leopoldo Miguez ..................................................... 43
Medeiros e Albuquerque : . 45
HINO DA PROCLAMAÇÃO
;
DA REPÚBLICA
Música * 47
Letra 49
HINO A TIRADENTES.........................................
Música .............................51
Letra 53
HINO A CAXIAS
Música 55
Letra 57
HINO A RIO BRANCO
Música 59
Letra 61
SANTOS DUMONT
Música 63
Letra 65
HINO A REDENTORA
Música 67
Letra 69
CANÇÃO DO SOLDADO
Música 71
Letra 74
3
ÍNDICE
CANÇÃO DO MARINHEIRO
Música 75
Letra 78
CADETES DO AR
Música 79
Letra 82
FIBRA DE HERÓI
Letra 83
Música 85
SALVE BRASIL
Letra 86
Música 88
CANTO AO BRASIL
Letra 89
Música 91
CANTAR PARA VIVER
Música 92
Letra 94
Ó MINHA TERRA QUERIDA
Música 95
Letra 97
Soldadinhos Brasileiros 98
Soldadinhos 99
Soldadinho de Brinquedo 101
Brasil 103
Bandeira Brasileira 105
II PARTE
FOLCLORE
Acordei de Madrugada 109
Tatu Marambá 110
Bam-Ba-La-Lão 111
Sapo Jururu 112
A Pobre e a Rica 113
Giroflê 114
Escravos de Job 116
Ciranda, Cirandinha 117
Teresinha de Jesus 118
Anquinhas 119
Entrei na Roda 120
Pombinha Rolinha 121
Nesta Rua 122
Gatinha parda 123
Ponte de Vinhaça 124
Carneirinho, carneirão 125
Carangueijo 126
Vamos Maninha 127
A canoa virou 128
Vamos maninha a barca virou 129
Pai Francisco 130
6
ÍNDICE
O cravo brigou com a rosa 131
Capelinha de Melão 132
Sinhaninha 133
Vai Abóbora 134
A roseira 136
Margarida 137
Candieiro 138
Samba-lê-lê 139
Vestidinho branco 140
Machadinha 141
III PARTE
VIDA ESCOLAR
Bom dia, bom dia 145
Canção do dia 146
A cantar 148
Canto de Alegria 149
s vamos estudar 150
Canção da merenda 151
Merenda 152
O anel 153
A marcha 154
IV PARTE
CONHECIMENTOS
O sino 157
De Manhã 158
Perguntas 159
Sempre Alegre 160
Eu tenho 161
Meus amigos 162
As vogais 164
Minha galinha pintadinha 165
Amigo de todos 166
Aprendendo a escrever 167
V PARTE
DATAS DIVERSAS
Coelinho da Páscoa 171
Mamãezinha éo boa 173
Minha Amiga 174
Dia das mães 175
Papaizinho querido 176
o doce luz 177
Saudação 178
Saudação 179
Saudação 180
VI PARTE
FESTAS JUNINAS
s de Junho . 183
Dança Caipira 184
7
ÍNDICE
Balão na mata 185
Olhem o meu vestido 186
Marchao João 188
Marchao Pedro . 189
Noite deo João . 190
Começo de festa 191
Padroeiros de junho 192
Pula fogueira ',. 193
A fogueira 195
A casa de Rosinha 197
Maninha vamos a festa :...:..... 198
Sanfana de Zequinha 200
Brincadeira de junho 202
s do coração 203
Festas de junho 204
VII PARTE
PRIMAVERA E NATUREZA
Hino às árvores 209
Primavera 211
A primavera vai chegar 212
Hino ao sol do Brasil 213
Luar do Sul 214
Jangada Brasileira 216
Repiu Piu Piu 218
Pica-pau 219
Ganarinho 220
Meu galinho 222
Meu cavalo 223
Bichinhos 225
Cavalinho 226
O coelhinho 227
Ratazanada 228
Meu sapinho 229
VIII PARTE
NATAL
Hoje é dia de Natal 233
Natal 234
Nem a uma formiguinha 235
No alto da torre 237
Soam ao longe 238
Presentes de Natal 239
Dia de Natal 240
Naquele tempo 242
Os sinos dizem 244
Sinos de Natal 246
O segredo de Natal 247
8
AGRADECIMENTO
A presente coletânea musical foi organizada pelo Serviço de Edu-
cação Musical e Artística do Departamento de Educação Complementar
da Secretaria Geral de Educação e Cultura do Distrito Federal., por
solicitação do diretor do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos, e
se destina a distribuição a professores primários.
Representa o resultado de estudos realizados por aquele Serviço,
no sentido de selecionar melodias que atendam as condições exigidas
pela pedagogia musical para a idade infantil.
Ao Serviço de Educação Musical e Artística do Distrito Federal e,
em particular, a seu dirigente, professor Sílvio Salema Garção Ribeiro,
responsáveis pelo trabalho realizado, o INEP manifesta seus vivos
agradecimentos pela valiosa colaboração que lhe foi prestada.
9
NOTA EXPLICATIVA
A presente publicação representa uma reedição, com algumas
alterações, da edição anteriormente realizada pelo Instituto Na-
cional de Estudos Pedagógicos sob a denominação de "Coleção
de músicas escolares para o ensino primário organizada e apro-
vada pelo Serviço de Educação Musical e Artística" (Prefeitura
do Distrito Federal)
Destina-se, como aquela, a servir de auxiliar ao professor
primário na parte musical adaptada a esse nível e a ser cantada
a uma voz.
A seleção e a adaptação das músicas contidas na presente
publicação foi realizada por uma comissão composta dos profes-
sores Sylvio Salema Garção Ribeiro, Olga Behring Pohlmann, Ca-
cilda Borges Barbosa, Maria Augusta Joppert, Emilia D'Anniballe
fannibelli, Maria Dulce Sampaio Antunes, Lucilia Guimarães
Villa-Lobos e Edila Sousa Aguiar Rocha, aos quais o I.N.E.P.
agradece a colaboração que lhe foi prestada.
O I.N.E.P. estende seus agradecimentos a Florinda Santo-
ro, Irene Catharina Pereira Lyra, Maria Dulce Sampaio Antunes
e Zuleida de Araújo Motta, que se encarregaram de pesquisa sobre
o decreto-lei relativo ao Hino Nacional, e a Maria Arlinda de
Carvalho Coirêa, responsável pela execução gráfica do presente
trabalho.
10
I PARTE
a) Hinos Patrióticos
b) Canções Patrióticas
DADOS HISTÓRICOS
Inspirado na Proclamação da Independência, escreveu Francisco Manuel
da Silva uma composição musical que, consagrada pelo povo, se tornaria
através do tempo, o Hino do nosso Brasil.
Segundo alguns historiadores, essa composição foi começada no balcão de
certo armarinho situado na esquina da Rua Senhor dos Passos com a Rua Re-
gente Feijó, onde se reuniam Francisco Manuel da Silva, Bento das Mercês, J.
Rodrigues Cortes, este mais tarde professor do Conservatório, o poeta Laurindo
Rabelo e Zacarias de Freitas, depois Cônego, todos devotados à música.
Em 1831, por ocasião da Abdicação de D. Pedro I, foi o Hino Nacional
estusiàsticamente cantado nas ruas pelo povo como "Hino 7 de Abril", com
letra do desembargador Ovídio Saraiva de Carvalho. Dez anos mais tarde, em
1841, na Coroação de D. Pedro II, o mesmo poeta deu à música outra letra
alusiva ao acontecimento. Nas horas difíceis da Guerra do Paraguai, para co-
memorar as vitórias brasileiras, as bandas militares também tocavam essa música
patriótica.
Proclamada a República, partidários do regime solicitaram ao governo um
novo Hino Nacional. Foi então aberto concurso entre compositores nacionais,
realizado no Teatro Lírico, em 20 de janeiro de 1890. Ouviu-se Hino de
Jerônimo de Queiroz, seguindo-se os de Francisco Braga, Alberto Nepomu-
ceno e finalmente, o de Leopoldo Miguez, que foi classificado em primeiro
lugar.
Parecia estar resolvido o assunto, quando a multidão que acompanhava
o prélio, em uníssono pede insistentemente: "O Hino Nacional!" "O Hino
Nacional!"
É executado o Hino de Francisco Manuel. O entusiasmo foi geral, Aplau-
sos, lágrimas, abraços, cumprimentos: é a merecida e sublime glorificação da
maior obra musical de Francisco Manuel da Silva.
DADOS HISTÓRICOS
Diante da manifestação do povo,o havia mais dúvida.
Deodoro, também visivelmente emocionado, levanta-se e exclama:
"Prefiro o velho!"
E lavra o decreto 171, de 20-1-1890 "Art. 1ª É conservada para todos
os efeitos como Hino Nacional a composição musical de Francisco Manuel da
Silva."
A composição de Leopoldo Miguez foi adotada como "Hino da Proclama-
ção da República".
14
DECRETO-LEI N' 4.545 DE 31/7/1942
Transcrição de artigos referentes
ao Hino Nacional.
CAPITULO II SEÇÃO III
DO HINO NACIONAL
Art. 7º O Hino Nacional é o que se compõe da música de Francisco
Manuel da Silva e poema de Joaquim Osório Duque Estrada, conforme o disposto
nos decretos 171, de 20 de janeiro de 1890, e 15.161 de 6 de setembro de 1922.
(Anexo n.º 3, música para piano; anexo n.° 4, música para orquestra; anexo n.º
5, música para banda; anexo n.º 6, poema; anexo n.' 7, música para piano e canto).
Parágrafo único Fica integrada, nas instrumentações de orquestra e banda
para as continências de que trata a alínea do art. 20 deste decreto-lei, a marcha
batida, já em uso, de autoria do mestre de música Antão Fernandes, e é mantida e
adotada a adaptação de Alberto Nepomuceno, em fá maior.
Art. 19.º A execução do Hino Nacional obedecerá às seguintes prescrições:
I Será sempre executado em andamento metronômico de uma semínima igual
a 120.
II É obrigatório a tonalidade de si bemol para a execução instrumental
simples.
III Far-se-á o canto sempre em uníssono.
IV Nos casos de simples execução instrumental, a música, integralmente.,
mas sem repetição; nos casos de execução vocal serão sempre cantadas as duas partes
do poema.
Art. 20.º Será o Hino Nacional executado:
a) Em continência à Bandeira Nacional e ao Presidente da República; ao
Parlamento Nacional e ao Supremo Tribunal Federal, quando encorporados; e nos
demais casos expressamente determinados pelos regulamentos de continência ou
cerimoniais de cortesias internacionais.
15
DECRETO-LEI
e) na ocasião do hasteamento da Bandeira Nacional, nos estabelecimentos,
públicos ou particulares, de qualquer ramo ou grau de ensino, pelo menos uma vez
por semana.
§ 3.' Será facultativa a execução do Hino Nacional na abertura das sessões
cívicas, nas cerimônias religiosas a que se associe sentido patriótico, e bem assim para
exprimir regozijo em ocasiões festivas.
CAPITULO IV
DAS PROIBIÇÕES
Art. 26.» É vedado a execução de quaisquer arranjos vocais do Hino Nacio-
nal, ao ser o de Alberto Nepomuceno, na conformidade do anexo n.° 7; igual-
menteo será permitida a execução de arranjos artísticos instrumentais do Hino
Nacional queo sejam autorizados pelo Ministério da Educação e Saúde, ouvida
a Escola Nacional de Música.
CAPITULO VI
DE RESPEITO DEVIDO A BANDEIRA NACIONAL
E AO HINO NACIONAL
Art. 32." Durante a cerimônia do içamento ou arriamento da Bandeira
Nacional, nas ocasiões em que ela se apresentar em marcha ou cortejo, assim como
durante a execução do Hino Nacional, é obrigatória a atitude de respeito, conser-
vando-se todos de pé e em silêncio.
§ 1.' Farão os militares a continência regulamentar.
§ 2.º? Os civis, dos sexo masculino, descobrir-se-ão. Poderão os civis, de
.ambos os sexos, colocar ao direita espalmada ou o chapéu sobre o coração.
§ 3.' Os estrangeiroso poderão eximir-se do comportamento determinado
no presente artigo.
§ 4.' — E vedada qualquer outra forma de saudação queo as mencionadas
neste artigo.
CAPITULO VII
Art. 34.* E obrigatório o ensino do desenho da Bandeira Nacional e do
canto do Hino Nacional em todos os estabelecimentos, públicos ou particulares, de
ensino primário, normal, secundário e profissional.
Art. 39.º Ninguém poderá ser admitido ao serviço público sem que demons-
tre conhecimentos do Hino Nacional.
16
FRANCISCO MANUEL DA SILVA
FRANSCISCO MANUEL DA SILVA, o autor das "notas imortais", nasceu
na capital do país e viveu 70 anos (1795-1865).
Foi discípulo predileto do padre José Maurício e de Sigismundo Neukomm,
que fora aluno de Haydn.
Integrou a Orquestra da Real Câmara como violoncelista, passando depois
a violinista. Designado Regente e compositor da Imperial Câmara, foi também
mais tarde Mestre da Capela Imperial.
Fundou o Conservatório de Música, nossa primeira instituição pedagó-
gica desse gênero, atualmente Escola Nacional de Música.
Criou a Sociedade Beneficente Musical com o fim de proteger os músicos
e resguardar o nosso patrimônio artístico. Revelou-se, assim, um defensor leal
'e seus companheiros de trabalho e guardião fiel de tudo quanto representasse
arte.
Foi distinguido com o título de Sócio Honorário da Sociedade Musical
pesina, e, sob seu impulso, constituiu-se a Sociedade Filarmônica para difun-
dir o gosto pela boa música.
Organizou e dirigiu numerosos espetáculos e concertos, apresentando a
música em todos os seus aspectos.
Divulgador infatigável,s a sociedade do seu tempo em contato com
os tesouros musicais de muitos compositores, chegando a reger em primeira
audição, no velho Teatro Lírico, a opero "Noite do Castelo", do genial Carlos
Gornes.
OBRAS MUSICAIS:
3 Compêndio de Música.
1 Te-Deum, oferecido ao príncipe D. Pedro, obra executada
sob a regência do autor, no dia da inauguração
da estátua do Primeiro Imperador do Brasil.
O Drama Lírico "O Prestígio da Lei".
3 Matinas.
17
FRANCISCO MANUEL DA SILVA
Diversos Hinos, destacando-se estes:
Hino da Coroação (D. Pedro II)
Hino à Guerra (Paraguai)
Hino às Artes,
Hino Nacional Brasileiro, conhecido como um dos
mais belos do mundo.
O Hino Nacional e o Conservatório permanecem como testemunhas gran-
diosas, enobrecendo a memória de Francisco Manuel.
18
JOAQUIM OSÓRIO DUQUE ESTRADA
JOAQUIM OSÓRIO DUQUE ESTRADA, nasceu no Estado do Rio de
Janeiro, em 1870, e morreu em 1927.
Bacharel em letras pelo Colégio Pedro II, foi professor e jornalista; perten-
ceu à Academia Brasileira de Letras.
Em 1909, Osório Duque Estrada escreveu o belíssimo poema que foi
mais tarde adquirido e oficializado pelo Governo como a letra do Hino Nacio-
nal. Essa poesia e a música de Francisco Manuel da Silva constituem um con-
junto vibrante, dos mais notáveis do mundo.
19
HINO NACIONAL BRASILEIRO
Poema de
Joaquim Osório Duque Estrada
Música de
Francisco Manuel da Silva
Adaptação vocal de
Alberto Nepomuceno
1.' ESTROFE
HINO NACIONAL BRASILEIRO
HINO NACIONAL BRASILEIRO
HINO NACIONAL BRASILEIRO
HINO NACIONAL BRASILEIRO
Música de F. M. da Silva Letra de Joaquim Osório D. Estrada
I
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
Brilhou nou da Pátria nesse instante.
De um povo heróico o brado retumbante
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vivido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza
Terra adorada,
Entre outras mil,
Es tu, Brasil,
Ô Pátria amada!
Dos filhos deste solo ése gentil,
Pátria amada,
Brasil!
HINO NACIONAL BRASILEIRO
II
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz dou profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos camposm mais flores;
"Nossos bosquesm mais vida"
"Nossa vida" no teu seio "mais amores".
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula
Paz no futuro e glória no passado.
Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teuo foge à luta,
Nem teme, quem, te adora a própria morte.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
(5 Pátria amada!
Dos filhos deste solo ése gentil,
Pátria amada,
Brasil!
28
FRANCISCO BRAGA
FRANCISCO BRAGA Nasceu no Rio de Janeiro, a 15 de abril de
1868. Artista predestinado, pois muito cedo manifestou-se a sua inspiração,
ocupa lugar de maior destaque na arte musical brasileira. De origem humilde,
sua vida decorreu toda distante da fortuna, embora, pelos seus méritos, tivesse
direito a um posto de elite. Iniciou-se, na estrada luminosa que depois haveria
de percorrer, no Asilo de Menores Desvalidos, para onde entrara e conquistara
o lugar de mestre de banda. Estudou clarineta com Antônio Luiz de Moura,
no Imperial Conservatório de Música, e, mais tarde, Harmonia, com Carlos
de Mesquita. De capacidade de trabalho inexcedível, dirigindo a sua banda e
compondo várias obras, apresentou, nos concertos populares organizados por
Carlos de Mesquita, "Fantasia Abertura", em 1887, no Teatro D. Pedro
de Alcântara. Sempre trabalhando, inscreveu-se no concurso para o "Hino da
Proclamação da República". Deodoro fê-lo pensionista do Estado c mandou-o
à Europa, onde se demorou dois anos. Em Paris, conquistou na classe Massenet
o1º lugar sobre 22 concorrentes. Terminado esse prazo, por intervenção de
Massenet, o governo brasileiro prolonga-o e Braga continuou a trabalhar, reali-
zando então vários concertos de música brasileira na capital da França. De Paris
passou para a Alemanha, onde escreveu ez executar o poema sinfônico "Ma-
rabá" sobre texto de Escargnole Doria, em que o "leit motif" é tirado do
folclore nacional. Depois de muitas obras para orquestra, preocupado com a
idéia de produzir trabalho de maior fôlego, escreveu, em Capri na Itália, "Ju-
pira", tirada da novela de Bernardo Guimarães, e cantada mais tarde, embora
estropiada, no Lírico do Rio.
Em seguida, teve que enfrentar outra fase de necessidades, sendo obriga-
do a de novo tocar clarineta em uma orquestra de teatro. Amigos intervieram
e conseguiram a sua entrada para o Instituto Nacional de Música onde viveu
longo tempo inteiramente consagrado à profissão, sem abandonar a carreira de
professor no Asilo de Menores Desvalidos. Sua obra é vastíssima. Além dos
trabalhos sinfônicos que compôs, e dos quais se destaca a "Insônia", musicou
a partitura de "Contratador de Diamantes" e uma parte da "Pastoral" de Coelho
Neto. Numerosas são. as suas composições de música de câmera e no campo
operístico, além das óperas já citadas, conta-se "Anita Garibaldi", calcada sobre
libreto de Osório Duque Estrada.
Notável compositor, Francisco Braga foi ainda regente de alto valor.
29
OLAVO BILAC
OLAVO BRAZ MARTINS DOS GUIMARÃES BILAC, além de inte-
grante da trindade máximo do nosso parnasianismo, foi o realizador de uma
obra que, pela afinidade de inspiração com a alma brasileira, encontrou reper-
cussão e estima de queo havia exemplo desde os tempos de Casimiro de
Abreu e Castro Alves.
Tendo contribuído decisivamente para firmar no Brasil a escola parna-
siana, e conquistado o apreço da crítica e do público com a publicação de
"Poesias" (1888), sua glória consolidou-se trinta anos após, com um livro pós-
tumo "Tarde" (1919), no qual seu estro se apresenta mais opulento, mais
meditativo e grave, amadurecido pela reflexão e pela experiência.
Embora a passagem do tempo tenha alterado a atitude da crítica em rela-
ção a Bilac, o público continua-lhe fiel; as "Poesias" estavam em 1940 na
décima edição.
Dois motivos aponta Ronald de Carvalho para essa popularidade: primeiro,
a simplicidade da forma "Seus poemas escondem a marca da oficina, mos-
trando-se naturais, diríamos espontâneos, seo soubéssemos que tanta elegân-
cia requer perícia"; segundo, a nota que o crítico considera mais característica
na poesia de Bilac, "esse pan-sexualismo, em que se misturam todas as vozes
do cosmos e em que vibram uníssonas no mesmo sonho de amor. . ."
Seus versos de amoro realmente incomparáveis pela beleza e exaltação.
Foi também cronista e contista. Homem de ação social intensa e patriota
ardoroso, participou entusiàsticamente das grandes campanhas políticas e nacio-
nalistas da época. Orador e conferencista magnífico, ficou famosa sua atuação
na propaganda do serviço militar obrigatório e da defesa nacional.
Nascido no Distrito Federal a 16/12/1865, aí faleceu a 28/12/1918.
30
HINO À BANDEIRA NACIONAL
HINO À BANDEIRA NACIONAL
HINO A BANDEIRA
Poesia de Música de
Olavo Bilac Francisco Braga
I
Salve, lindo pendão da esperança!
Salve, símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.
Estribilho
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
II
Em teu seio formoso retratas
Esteu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul...
Estribilho
Recebe o afeto que se encerra, etc.
HINO A BANDEIRA
III
Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever;
E o Brasil, por seus filhos, amado
Poderoso e feliz há de ser!
Estribilho
Recebe o afeto que se encerra, etc.
IV
Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre, sagrada bandeira,
Pavilhão da justiça e do amor!
Estribilho
Recebe o afeto que se encerra,
Em nosso peito junevil,
Querido símbolo da terra
Da amada terra do Brasil!
D. PEDRO I
D. PEDRO I (1798-1834) Imperador do Brasil, possuía realmente
qualidades artísticas que foram aprimoradas pelo estudo com os melhores pro-
fessores da época.
Foi aluno do Padre José Maurício Nunes Garcia, de Mares Portugal e,
finalmente, de Neukomm.
Com esses mestres aprendeu Teoria Musical, Harmonia e Contraponto e
a tocar alguns instrumentos, como fagote, trombone, clarineta, flauta, violino
e violoncelo. Era, também, compositor, sendo de sua autoria: uma Ópera, uma
sinfonia, uma Missa, um Te Deum, Variações sobre uma ária popular, o Hino da
Independência e o Hino da Carta Constitucional de Portugal.
EVARISTO DA VEIGA
"Já podeis da Pátria filhos
Ver contente ae gentil:
Já raiou a Liberdade
No horizonte do Brasil.''
Com esses lindos versos iniciou Evaristo da Veiga o Hino da Indepen-
dência, que escreveu aos vinte anos de idade, já vibrante de patriotismo, expan-
dindo a sua alegria incontida ao ver o Brasil livre com o grito do Ipiranga.
Pobre e sem prestígio da família, pois que era um simples empregado de
livraria,o possuindo nenhum título acadêmico, ingressou na Política animado
apenas pelo ardente amor que dedicava à Pátria, então vítima dos erros ema-
nados do Poder.
Ao dar preferência aos portugueses e políticos servis, relegando para se-
gundo plano os bons brasileiros, D. Pedro I desgostou o povo, despertando
em Evaristo da Veiga o ardor cívico com que se colocou, espontaneamente, na
defesa dos compatriotas.
Inteligente, talentoso e ativo, compreendendo a situação dos brasileiros,
combateu Evaristo da Veiga, denodadamente, pela imposição da Justiça e fêz-se,
assim, adorado pelo povo.
Inesperadamente, surgiu em 1827 o seu jornal "Aurora Fluminense"
e essa foi a arma com que lutou pelo constitucionalismo liberal.
De maneira calma e cortês mas coerente.decisiva e firme, na sua pena bri-
lhantez acérrima oposição a Pedro I, que descia rapidamente no conceito do
povo, enquanto que o jornal de Evaristo da Veiga constituía a atração da época.
EVARISTO DA VBIGA
Os seus escritores e as suas palestras, que revelavam sempre a rigidez de
seu caráter, empolgavam a todos, e a sua casa passou a ser o ponto de reunião de
homens de destaque, como Diogo Feijó, Vergueiro, Bernardo de Vasconcelos,
José Custódio, Alencar, Odorico Mendes e outros, sobre os quais influía pode-
rosamente com a sua palavra amena mas inflamada de sadio patriotismo.
Poderoso doutrinador da revolução de 1831, logo após o 7 de abril e
durinte a Regência até 1837, foi Evaristo da Veiga o sustentáculo da ordem,
implantando a paz, coibindo excessos do povo, sempre com a sua ação benéfica
e delicada ao mesmo tempo que enérgica.
Passandoo rapidamente pela vida, pois que, tendo nascido a 8 de outubro
de 1799, morreu a 12 de maio de 1837, com apenas 38 anos de idade, prestou,
entretanto, Evaristo da Veiga, assinalados serviços à Pátria.
Morreu pobre, sem nunca ter feito parte do Governo, apesar da grande
influência que exerceu.
Fazendo do seu jornal apenas um ardoroso defensor do Brasil, o mensa-
geiro das aspirações do povo, o paladino da Justiça, sem se preocupar com
interesses outros queo fossem os da Pátria, Evaristo da Veiga foi, como bem
disse Sílvio Romero, o símbolo do patriotismo e da honestidade política.
HINO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
Poema de Música de
Evaristo Ferreira da Veiga D. Pedro I
HINO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
HINO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
Letra de Música de
Evaristo F. da Veiga D. Pedro I
1
Já podeis, da Pátria filhos,
Ver contente ae gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.
Estribilho
Brava gente brasileira!
Longe vá.. . temor servil:
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil...
Houveo mais poderosa:
Zombou deles o Brasil.
Estribilho
Brava gente Brasileira! etc.
HINO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
III
o temais ímpias falanges
Que apresentam face hostil:
Vossos peitos, vossos braços
o muralhas do Brasil.
Estribilho
Brava gente brasileira! etc.
IV
Parabéns, ó! brasileiros!
, com garbo juvenil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.
Estribilho
Brava gente brasileira!
Longe vá.. . temor servil:
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
bis
bis
bis
LEOPOLDO MIGUEZ
LEOPOLDO MIGUEZ Filho de pai espanhol ee brasileira, nasceu
no Rio de Janeiro a 9 de setembro de 1852, e aí morreu a 6 de julho de 1902.
Aos 8 anos, tocou no Porto (onde se educava) em concerto público, um solo
de violino composto sobre motivos da Traviata por seu mestre Nicoláo Ribas.
Aos 17 anos, foi obrigado pelo pai a abraçar a carreira comercial. Em 1871,
voltou para o Rio, onde trabalhou como guarda-livros. Seis anos depois casou-se
com D. Alice Dantas, senhora de alta distinção, que pertencia a uma das famí-
lias mais importantes deo Paulo. Em 1878, associou-se a A. Napoleão, diri-
gindo um estabelecimento de músicas, do qual se retirou em 1881 para se con-
sagrar exclusivamente à sua arte. Em 1882, foi para Paris onde passou dois
anos. Ao regressar, foi, no Rio e emo Paulo, regente da Ópera organizada
pela Sociedade Cláudio Rossi (Abril-Junho 1886).
Em dezembro de 1889 teve a sua composição escolhida no concurso para
o Hino da República.
Foi então diretor do Instituto Nacional de Música, a 18-1-90.
O prêmio de Cr$ 25.000,00 que então recebeu, consagrou-o à aquisição de
um grande órgão para o Instituto. Ocupou a cadeira de composição durante
seis anos (1896), abandonando-a para dirigir o curso de violino. Em 1896, foi,
comissionado pelo Governo, estudar o ensino da música em Portugal, Espanha,
França, Bélgica, Alemanha e Itália. Presidiu desde 1897 ao Centro Artístico,
sociedade que exerceu grande influência no meio musical.
A. Thomas, diretor do Conservatório de Paris, quando ouviu a sua sin-
fonia para dois pianos a 4 mãos, disse:
"Vous avez beaucaup de talent ce qui ne se trouve pas souvent chez
les débutants. Votre oeuvre est três remarquable, le style en est élevé et le
sentiment hors ügne. Vous faies plus que de donner des esperances, vous le rea-
lisez. Restez à Paris et bientot en de nos grands concerts vous fera applaudir."
43
LEOPOLDO MIGUBZ
Foi Miguez, além de compositor inspirado, regente de belas qualidades
e administrador de primeira ordem, imprimindo ao Instituto Nacional de
Música, que organizara, um espirito de ordem e disciplina admiráveis.
Sua obra numerosa compreende: Op. I Presentiment; Op. 20 Souvenirs,
Noturno, Mazurka, Scherzetto, e Lamento; Op. 31 e 32 Bluettes Álbum de
Jeunesse e Op. 33 Serenada e 34 Morceaux Lyriques, todas para piano. Para
orquestra: Marcha Nupcial, Marcha elegíaca a Camões, Ode fúnebre a Ben-
jamin Constant, Sylvia-Elegía, Suite a 1'antique, Madrigal, Scena, Liberats, Pro-
meteu, Sinfônicos. Para o teatro: Pelo amor, 2 atos, e Saldunes, 3 atos, ambos
poemas de Coelho Netto.
MEDEIROS E ALBUQUERQUE
JOSÉ JOAQUIM MEDEIROS E ALBUQUERQUE Homem de letras
brasilero, nascido em Recife (Pernambuco), em 4 de setembro de 1867.
Ainda no Império foi nomeado professor primário. Tomou parte muito
Ativa e saliente na propaganda republicana.
O Governo Provisório mandou adotar como Hino da Proclamação o Hino
do Partido Republicano, com a música de Leopoldo Miguez, escolhida em
concurso em que se inscreveram esse maestro, Alberto Nepomuceno, colo-
cado em segundo lugar, e outros. Proclamada a República, para o que deu o
melhor dos seus esforços e da sua combatividade, foi nomeado Secretário e
depois Diretor Geral do Ministério do Interior; Vogai e depois Presidente do
Conservatório Dramático; Vice-Diretor do Ginásio Nacional; Professor das
Escolas de 2." Grau, da Escola de Belas Artes, da Escola Normal e do Peda-
gogium, e Diretor Geral da Instrução Pública. Foi deputado Federal em várias
legislaturas. Foi por sua iniciativa que se votaram na Câmara as primeiras leis
garantidoras dos direitos autorais.
Colaborou, sempre com muito brilho, nos jornais de maior projeção de
todo o Brasil, até às vésperas de sua morte.
Escreveu diversas obras de literatura, poesia, civismo e crítica.
HINO DA PROCLAMAÇAO DA REPUBLICA
DOS E.U. DO BRASIL
Poema de Música de
Medeiros e Albuquerque Leopoldo Miguez
HINO DA PROCLAMÇÃO DA REPÚBLICA DOS E. U. DO BRASIL
HINO DA PROCLAMAÇAO DA REPLÜCA
DOS E.U. DO BRASIL
Letra de
Medeiros e Albuquerque
Música de
Leopoldo Miguez
Seja um palio de luz desdobrado
Sob a larga amplidão destes céus
Este canto rebel, que o passado
Vem remir dos mais torpes labéus!
Seja um hino de glória que fale
De esperanças de um novo porvir!
Com visões de triunfos embale
Quem por ele lutando surgir!
Estribilho
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!
I I
s nem cremos que escravos outrora
Tenha havido emo nobre país...
Hoje o rubro lampejo da aurora
Acha irmãos,o tiranos hostis.
HINO DA PROCLAMÇÃO DA RBPÚBLICA DOS E. U. DO BRASIL
Somos todos iguais ao futuro
Saberemos, unidos, levar
Nosso augusto estandarte que, puro
Brilha ovante, da Pátria no altar!
Estribilho
Liberdade! Liberdade! etc.
III
Se é mister que de peitos valentes
Haja sangue no nosso pendão,
Sangue vivo do herói Tiradentes
Batizou este audaz pavilhão!
Mensageiros de paz, paz queremos,
E de amor, nossa força e poder,
Mas de guerra nos transes supremos,
Heis de ver-nos lutar e vencer!
Estribilho
Liberdade! Liberdade! etc.
IV
Do Ipiranga é preciso que o brado
Seja um grito soberbo de!
O Brasil já surgiu libertado
Sobre as púrpuras regias de!
Eia, pois, brasileiros, avante!
Verdes louros colhamos louçãos!
Seja o nosso país, triunfante,
Livre terra de livres irmãosl
Estribilho
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!
HINO A TIRADENTES
Poema de Música de
Olavo Bilac Francisco Braga
HINO A TIRADBNTES
HINO A TIRADENTES
Letra de
Olavo Bilac
Música de
Francisco Braga
I
Ouve ó mártir, teu nome exaltado,
Este canto de amor e de Paz!
Nesta casa teu sonho brilhando
Ganha corpo e verdade se faz!
Estribilho
Mártir sublime da Verdade,
Do teu exemplo é que nos vem a Paz,
O Estudo e a Liberdade,
Os frutos da árvore do Bem! (do Bem!)
II
A semente que à terra lançaste
Hoje é tronco frondoso e viril,
Estes filhos da terra que amaste
Como tuo de amar o Brasil.
Estribilho
Mártir sublime, da Verdade, etc.
HINO A TIRADENTES
III
A lição que pregaste morrendo
Toda a raça dos nossos a ouviu,
Onde havia um patíbulo horrendo
Uma escola formosa surgiu!
Estribilho
Mártir sublime, da Verdade, etc.
IV
Salve herói! o teu sangue sagrado,
Abençoou, fecundou este chão...
Deste chão, por teu sangue regado,
Almas livres ao sol brotarão!
Estribilho
Mártir sublime da Verdade,
Do teu exemplo é que nos vem a Paz,
O Estudo e a Liberdade,
Os frutos da árvore do Bem! (do Bem!)
HINO A CAXIAS
Poema de Música de
D. Aquino Corrêa Francisco de P. Gomes
HINO A CAXIAS
HINO A CAXIAS
Letra de Música de
D. Aquino Corrêa Francisco de Paula Gomes
I
Sobre a história da Pátria, ó Caxias,
Quando a Guerra troveja, minaz
O esplendor do teu gládio irradias,
Como um íris de glória e de paz.
Estribilho
Salve, Duque glorioso e sagrado!
Õ Caxias invicto e gentil!
Salve, flor de estadista e soldado!
Salve herói militar do Brasil!
II
Do teu gládio sem par forte e brando
O aro de ouro da paz se forjou
Que as províncias do Império estreitando
A unidade da Pátria salvou.
Estribilho
Salve, Duque glorioso e sagrado! etc.
HINO A CAXIAS
III
Em teu nome ó Caxias se encerra
Todo ideal do Brasil militar,
Uma espadao brava na guerra
Quão fecunda na paz a brilhar!
Estribilho
Salve, Duque glorioso e sagrado!
ó Caxias invicto e gentil!
Salve, flor de estadista e soldado!
Salve herói militar do Brasil!
HINO A RIO BRANCO
Letra de Música de
Celso Kelly Sylvio Salema
HINO A RIO BRANCO
HINO A RIO BRANCO
Letra de Música de
Celso KeHy Sylvio Salema
Terra!
Bendita seja a terra do Brasil!
A gente que a povoa!
As riquezas que encerra!
A tradição que anima!
A fé nos seus destinos!
Elevam-se até Deus
Seus cantos e seus hinos
Tudo a Pátria resume
E o milagre da Terra
Rio Branco ampliou e esculpiu
Nos marcos da fronteira
A imagem do Brasil.
SANTOS DUMONT
Letra e Música de
Eduardo das Neves
SANTOS DUMONT
SANTOS DUMONT
Letra e Música de
Eduardo das Neves
A Europa curvou-se ante o Brasil
E clamou parabéns em meigo tom
Brilhou lá nou mais uma estrela
Apareceu Santos Dumont!
HINO À REDENTORA
Letra de Música de
Nelson Costa Sylvio Salema
IHTRODUCÃÕ
HINO À REDENTORA
HINO À REDENTORA
Letra de Música de
Nelson Costa Sylvio Salema
I
Salve ó doce bondosa Princesa
Queo alto elevou o Brasil
Com o Decreto altruísta e altaneiro,
Extinguindo o elemento servil.
Estribilho
Tua vida, padrão de virtudes,
Há de ser, paras exemplar,
Pois é cheia de nobre beleza
Que ninguém poderá empanar.
II
Quando a treze de maio a Lei Áurea
De uma raça quebrou os grilhões,
O teu nome fulgiu pelo espaço
E gravou-se nos bons corações.
Estribilho
Tua vida, padrão de virtudes, etc.
HINO À REDENTORA
III
Apagando o negror dessa mancha,
Que depunha afinal contra nós,
Preferiste trocar o teu trono
Pelo fim de um martírio feroz.
Estribilho
Tua vida, padrão de virtudes, etc.
IV
Mas na História da Pátria teu nome
Teve em suma melhor pedestal,
Simbolizas ae Brasileira
E de um povo és o eterno fanal.
Estribilho
Tua vida, padrão de virtudes,
Há de ser, paras exemplar,
Pois é cheia de nobre beleza
Que ninguém poderá empanar.
CANÇÃO DO SOLDADO
Música de Letra de
Ismael Euclides da C. M. Alberto Augusto Martins
CANÇÃO DO SOLDADO
CANÇÃO DO SOLDADO
CANÇÃO DO SOLDADO
Letra de Música de
Alberto Augusto Martins Ismael Euclides da C. M.
s somos da Pátria a guarda,
Fiéis soldados
Por ela amados.
Nas cores da nossa farda
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória.
Em nosso valor se encerra
Toda a esperança
Que um povo alcança;
No peito em que ela impera
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória.
A paz queremos com fervor,
A guerra só nos causa dor;
Porém, se a Pátria amada
r um dia ultrajada,
Lutaremos com valor!
Como é sublime
Saber amar,
Com a alma adorar
A terra onde se nasce!
Amor febril
Pelo Brasil
No coração
o há quem passe!
CANÇÃO DO MARINHEIRO
LETRA Música de
Benedito Xavier de Macedo Antônio M. de Santo
CANÇÃO DO MARINHEIRO
CANÇÃO DO MARINHEIRO
CANÇÃO DO MARINHEIRO
Letra do Sargento Música do Sargento
Benedito Xavier de Macedo Antônio Manuel do E. Santo
Qual cisne branco que em noite de lua,
Vai deslizando num lago azul,
O meu navio também flutua
Nos verdes mares de Norte a Sul.
Linda galera que, em noite apagada,
Vai navegando no mar intenso,
Nos faz saudade da terra amada
Da Pátria minha em que tanto penso.
Qual linda garça que aí vai
Cortando os ares,
Vai navegando sob um belou de anil
A minha galera vai cortando os bravos mares
Os verdes mares, os mares verdes do Brasil.
CADETES DO AR
Letra e Música de
Luiz Felipe de Magalhães
(Cadete do Ar)
CADETES DO AR
CADETES DO AR
CADETES DO AR
Letra e Música de
Luiz Felipe de Magalhães
(Cadete do Ar)
A esquadrilha é um punhado de amigos
A vibrar, a vibrar de emoção!
o tememos da luta os perigos
Nem dos céus a infinita amplidão!
Sobre mares, planícies, sobre montes,
Viveremos por sempre a voar
Bandeirantes de novos horizontes
Para a bandeira da Pátria elevar!
Bandeirantes de novos horizontes
Para a suprema conquista do ar!
Estribilho
s somos da Força Aérea Brasileira,
O nosso emblema é a águia altaneira,
Que há de ser grande, forte e varonil!
Lutaremos! Morreremos! \ . .
bis
Pela Bandeira do Brasil!
FIBRA DE HERÓI
Música de
Guerra Peixe
Letra de Arr. da
Teófilo de Barros Filho Comissão de Repertório
FIBRA DE HERÓI
FIBRA DE HERÓI
Letra de
Teófilo de Barros Filho
Se a Pátria querida
r envolvida pelo perigo,
Na paz ou na guerra
Defende a terra contra o inimigo,
Com ânimo forte
Ser preciso enfrenta a morte;
Afronta se lava
Com fibra de herói de gente brava.
Bandeira do Brasil
Ninguém te manchará,
Teu povo varonil
Issoo consentirá.
Bandeira idolatrada,
Altiva a tremular
Onde a liberdade
E mais uma estrela a brilhar.
Música
Guerra
SALVE BRASIL
Letra e Música de
Geraldina Teixeira Rodrigues
SALVE BRASIL
SALVE BRASIL
Letra e Música de
Geraldina Teixeira Rodrigues
Salve!
Salve, terra querida.
Terra cujou é de anil.
Teu lindo nome
Entra outros se ostenta
Orgulhoso e altivo!
Õ meu lindo Brasil!
Teus lindos campos,
Teus verdes mares,
Teu povo forte altaneiro,
o a riqueza
Da nobre gente
Deste teu solo do Brasileiro.
De sul a norte
Nobre te estendes
Garboso e varonil,
Ô jóia fulgente,
Resplandecente,
Ó meu amado Brasil!
CANTO AO BRASIL
Letra e Música de
Canuto Roque Régis
CANTO AO BRASIL
CANTO AO BRASIL
Letra e Música de
Onuto Roque Régis
Brasil!. .. Brasil.. .
Ó terra sem par!
Valente nos campos,
Nos céus e no mar.
Teu povo feliz,
Pra sempre há de cantar:
Brasil!... Brasil!...
Ó terra sem par.
Terra formosa,
Terra feliz,
Õ Pátria gloriosa
E o meu país
Terra onde canta,
Nobre e varonil
Um povo forte e audaz:
Povo do Brasil.
CANTAR PARA VIVER
Letra de Música de
Sylvio Salema H. Villa-Lobos
CANTAR PARA VIVER
CANTAR PARA VIVER
Letra de Música de
Sylvio Salema H. Villa-Lobos
Brasil!
Teu povo é forte
Como é grande a tua terra.
Brasil!
Em tuas grandes matas verdes
Canta passarada
Em gorgeios mil!
Queremos com alegria
Do trabalho e do saber
Saudar,
O céu, nossa linda terra,
Nosso verde mar,
Queremos com prazer cantar.
As nossos praias brancas,
Que as ondasm beijar,
Lembram os homens fortes,
Que vivem a pescar.
Cantar é saber
Viver pelo Brasil,
Para ensinar ao povo varonil
Que esta terra forte
Há de ser nossa até morrer,
Porque nos viu nascer!...
Ó MINHA TERRA QUERIDA
Letra de Música de
Luiz Guimarães Lucilia G. Villa-Lobos
Ó MINHA TERRA QUERIDA
O MINHA TERRA QUERIDA
Letra de Música de
Luiz Guimaries Lucilia G. Villa-Lobos
ó minha terra querida,
Os teus camposo sem fim;
Pois às vezes sonho que a vida
Só em teu seio é bela assim!
Há toda a gama de cores
Nas florestas do Brasil, .
Muito mais perfume, nas flores
E mais azul ou de anil!
Os teus rioso cantando
Bem baixinho a murmurar,
Folhas secas só levando,
Nesta corrida para o mar.
Quando à noite vem a lua
Com as estrelas cirandar,
Espalhando a benção sua
É um convite a sonhar!
SOLDADINHOS BRASILEIROS
Letra e Música de
Geraldina T. Rodrigues
SOLDADINHOS
Letra de Música de
Narbal Fontes Sylvio Salema
SOLDADINHOS
SOLDADINHO DE BINQUEDO
Letra e Música de
Maria Dulce S. Antunes.
SOLDADINHO DE BRINQUEDO
BRASIL
Letra e Música de
Gumercindo Jaulino
BRASIL
BANDEIRA BRASILEIRA
Letra e Música de
Geraldina T. Rodrigues
II PARTE
Folclore
ACORDEI DE MADRUGADA
Outra versão da Letra. (Do livro «Brasil Sonoro» de M.* Lira)
Levantei de madrugada
Fui varrer a Conceição
Encontrei Nossa Senhora
Com ramo d'ouro na mão.
2."
Eu pedi-lhe um galinho
Ela me disse queo
Eu tornei a lhe pedir
Ela me deu seu cordão.
3.
Santo Antônio eo João
Desatei esse cordão
Que me deu Nossa Senhora
Com a sua branca mão.
TUTU MARAMBA
BAM-BA-LA-LAO
MARCHA SOLDADO
SAPO JURURÜ
Outras versões da letra:
Sapo Curam
Na beira do rio
Quando o sapo canta maninha
Diz que está com frio.
2.ª
A mulher do sapo
Deve estar lá dentro
Fazendo rendinha ó maninha
Pra seu casamento.
A POBRE E A RICA
Para terminar: Eu de rico fiquei pobre, de marre
Eu de pobre fiquei rica, de marre
Outras versões da letra:
* De "mavé" (Paraíba, Goiás, Minas)
Do "mavé" (Espírito Santo)
** Que presente dais a ela? (Alagoas)
Ela aceitou
GIROFLE
GIROF LÊ
ESCRAVO DE JOB
(Brinquedo cantado)
Outras versões da letra:
1-Deixa o Zé Pereira ficar,
2-Deixa lá ficar Iaiá
3-ZabeIê que vá ficar
TERESINHA DE JESUS
(Brinquedo de roda)
ANQUINHAS
ANDANTINO (Cantiga de roda)
Variante da letra:
*A moda da carranquinha
E' uma moda muito engraçada, etc.
Variente da letra cantada tia Espírito Santo:
A dança da carranquinha
É uma dança deliciosa
Der o joelho em terra
Faz a gente ficar formosa.
ENTREI NA RODA
3
Todo mundo se admira
De um macaco andar em,
O macaco já foi gente
Pode andar como quiser.
(Cantiga de roda)
VIVACE
POMBINHA ROLINHA
(Brinquedo de roda)
NESTA RUA
(Brinquedo de roda)
MODERATO
Se esta rua fosse minha
Eu mandava ladrilhar
Com pedrinhas de brilhantes
Pra meu bem ir passear.
GATINHA PARDA
(Cantiga de roda)
PONTE DA VINHAÇA
Outras versões da letra:
* Passa, passa gavião
* Todo o mundo passa etc.
CARNEIRINHO, CARNEIRAO
(Brinquedo de roda)
Origem: Francesa
0utras versões de letra:
* Manda Deus Nosso Senhor,
* Manda o Rei Nos30 Senhor,
C
A R A
N
G
U
E.
I
J
O
VAMOS MANINHA
(Versão cantada no D. Federal)
A CANOA VIROU
(Brinquedo de roda)
VAMOS M A N I N H A A B À R C A VIROU
(Versão' cantada na Bahia)
PAI FRANCISCO
TEMPO DE MARCHA DE RANCHO
O CRAVO BRIGOU COM A ROSA
Ç
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IN
H
A
VAI ABÓBORA
VARIANTE DA LETRA:
1.»
Vai abóbora! Vai melão!
De melão, vai melancia!
Faz doce, Sinhá (bis)
Faz doce e coeadinha.
2.ª
Quem quizer aprender a dançar
Vá à casa do Juquinha
file pula, ele roda
Ele faz requebradinho.
VAI ABÓBORA
VARIANTE DA MUSICA
A ROSEIRA
ANDANT1NO quase ALLEGRETO
MARGARIDA
C
A
N D
I
E
I R O
SAMBA-LÊ- L-E
VESTIDINHO BRANCO
MACHADINHA
III PARTE
Vida Escolar
BOM DIA ! BOM DIA !
Música de
Cacilda B. Barbosa
CANÇÃO DO DIA
CANÇÃO DO DIA
A CANTAR
Letra e Musica do
0. B. Pohlmarm
CANTO DF. ALEGRIA
letra de Música de
O. B. Pohmunn Ocilda B. Barbosa
NOS VAMOS ESTUDAR
CANÇÃO DA MERENDA
MERENDA
Letra e Música de
O. B. Pohlmann
N
OTA: Como Brinquedo contado, o SOLO fica a cargo da criança que estiver
no centro da roda.
O ANEL
Letra e Música de
O. B. Pohlmann
A MARCHAR
IV PARTE
Conhecimentos
O SINO
Letra e Música de
O. B. Pohlmann
NOTA: As diferentes ações que a criança realiza entre o despertar c o chegar a escola
podem ser aproveitadas pelo professor de classe em colaboração com os
alunos obedecendo sempre à seqüência natural destas ações Serve como
1 Na cama sentou 8 Ã mesa sentou!
2 Da cama pulou! 9 O leite tomou!
3 Os sapatos calçou! 10 Seu quarto arrumou!
4 A roupa trocou! 11 A maleta pegou!
5 O rosto lavou! 12 Aos pais abraçou!
6 - Os cientes limpou! 13 Na escola chegou!
7 Os cabelos penteou! 14 As lições estudou!
DE MANHÃ
Letra e Música de
O. B. Pohlmann
PERGUNTAS
Letra e Música de
O. B. Pohlmann
SEMPRE ALEGRE
Letra e Música de
O. B. Pohlmarm
EU TENHO
Letra de Música de
O. B. Pohlmann Cacilda B. Barbosa
MEUS AMIGOS
Letra de Música de
O. B. Pohlmann R. Pohlmann
MEUS AMIGOS
AS VOGAIS
Letra de Música de
Maria da Graça Conrado Cacilda B. Barbosa
MINHA GALINHA PINTADINHA
NOTA Noção de quantidade; adição e substraçâo. Como estimulante e corretivo
das funções motoras utilisar os dedos das mãos para mostrar as parcelas
e os resultados, conferindo ainda esses resultados obtidos, recolhendo dedo
por dedo e contando em voz alta.
Permitir a resposta somente ao final da música desenvolvendo a disciplina
individual e de conjunto.
AMIGO DE TODOS
Letra e Música de
O. B. Pohlmann
APRENDENDO A ESCREVER
Letra e Música de-
O. B. Pohimann
V PARTE
Datas diversas
COELINHO DA PÁSCOA
Letra e Música de
O. B. Pohlmann
Para terminar, juntar a quadra seguinte que dá motivo a desenvolver-se
a dança.
Co-e-lhi-nho ma-ro-to,
Por-que vais fu-gir?
Em tô-das as ca-sas .
Eu te-nho que ir!
O coelhinho foge, dizendo adeus.
COELINHO DA PÁSCOA
MAMÂEZINHA ÊO BOA
Letra e Música de
Maria Dulce S. Antunes
MODERATO
MINHA AMIGA
Letra e Música de
O. B. Pohlmana
DIA DAS MÃES
Letra e Música de
Maria Dulce S. Antunes
PAPAIZINHO QUERIDO
Letra e Música de
Esmeralda da S. Tavares
TAO DOCE LUZ
Letra c Música de
Syrvio Salenu
NOTA A fim de comemorar datas peculiares a determinadas Escolas, home-
nagear homens ilustres ou países estrangeiros empregam-se pequenas e singelas melo-
dias, de assimilação fácil, queo ao encontro às exigências do momento.
Conduzidas com habilidade, podem despertar nos escolares, entusiasmo e alegria.
-SAUDAÇÃO :
Letra e Música de .
Irene Lyra .
SAUDAÇÃO
Letra e Música de
Irene Lyra
Declamarão
Salve, querido Patrono!
Esta Escola em teu louvor
Presta sua homenagem,
Exaltando teu valor!
ATENÇÃO: Nota explicativa na página 178
SAUDAÇÃO
Letra Música de
Irene Lyra
VI PARTE
Festas Juninas
MES DE JUNHO
Letra de Musica de
O. B. Pohlmann Cacilda B. Barbosa
DANÇA CAIPIRA
Letra e Música de
O. B. Pohlmana
BALÃO NA MATA
letra e Música de
O. B. Pohlmann
OLHEM O MEU VESTIDO
(Dança dos vestidos para festa de caipira)
Letra e Música de
O. B. Pohlmann e M. H. J.
OLHEM O MEU VESTIDO
MARCHA SAO JOÃO
Letra e Música de
Geraldina T. Rodrigues
ALLEGRETTO
MARCHA. SAO PEDRO
letra e Música, de
Geraldina T. Rodrigues
NOITE DE SAO JOÃO
Letra e Música de
Geraldina T. Rodrigues
COMEÇO DE FESTA
Letra e Música de
Irene Lyra
PADROEIROS DE JUNHO
Letra e Música de
Esmeraldina da S. Tavares
PULA FOGUEIRA
Letra e Música de
Esmeralda da S. Tavares
PULA FOGUEIRA
A FOGUEIRA
Letra e Musica de
Esmeralda da S. Tavares
A FOGUEIRA
A CASA DE ROSINHA
Letra e Música de
Esmeralda da S. Tavares
MANINHA VAMOS À FESTA
Letra e Música de
Maria Dulce S. Antunes
MANINHA VAMOS À FESTA
SANFONA DO ZEQUINHA
Letra e Música de
Maria Dulce S. Antunes
SANFONA DO ZEQUINHA
BRINCADEIRA DE JUNHO
Letra de Música de
O. B. Pohlraann Lucilia G. Villa-Lobos
S DO CORAÇÃO
Letra de Música cie
O. B. Pohlmann Cacilda B. Barbosa
FESTAS DE JUNHO
Letra e Música de
Maria Dulce S. Antuacs
FESTAS DE JUNHO
VII PARTE
Primavera e Natureza
HINO ÀS ARVORES
Letra de Música de
Arlindo Leal João Gomes Júnior
HINO ÀS ÁRVORES
PRIMAVERA
Letra de Música de
Irene Lyra Francisca N. de Vasconcellos
Allegretto gracioso
A PRIMAVERA VAI CHEGAR
HINO AO SOL DO BRASIL
Letra e Música de
Lucilia G. Villa-Lobos
ANDANTINO
LUAR DO SUL
Música de Arr. para coro
Zéca Ivo de R. F. D. C.
LUAR DO SUL
JANGADA BRASILEIRA
Letra e Música de
Maria Dulce S. Antunes
JANGADA BRASILEIRA
REPIU-PIU-PIU
Letra de Música de
Afonso Lopes Vieira Tomás Borba
PICA -PAU
Letra e Música de
Autor ignorado
Recolhido pelo S.E.M.A. no Jardim
de Infância «B. Otoni»
C A N A R
I
N H O
Letra e Música
Sylvio Salema
CANARINHO
MEU GALINHO
Recolhido pela
Prof. Elba M. de A. Brasil Origem: Italiana
(D. F.)
MEU CAVALO
Andamento de Música e Letra de
acordo com a letra Cacilda B. Barbosa
MEU CAVALO
BICHINHOS
Letra e música de
Cacilda B. Barbosa
CAVALINHO
Letra e Música de
Edila S. Aguiar Rocha
O COELINHO
Letra e Música de
Duhilia Madeira
RATAZANADA
Letra de Música de
Sylvio Salema Maria Dulce S. Antunes
M EU SAPINHO
Letra e MÚSÍM de
Sylvin Salema
VIII PARTE
Natal
HOJE B DIA DE NATAL
Letra de Música de
Olga B. Pohlmann Cacilda B. Barbosa
NATAL
Música e Letra de
Olga B. Pohlmann
NEM A UMA FORMIGUINHA
Letra e Música de
Regina Olga B. Pohlmann
NEM A UMA FORMIGUINHA
NO ALTO DA TORRE
Letra e Música de
Esmeralda da S. Tavares
SOAM AO LONGE
Letra e Música de
Irene Lyra
PRESENTES DE NATAL
Letra e Música de
Irene Lyra
DIA DE NATAL
I.etra e Música de
Mana Dulce S. Antunes
DIA DE NATAL
NAQUELE TEMPO
Letra e Música de
Irene Lyra
NAQUELE TEMPO
OS SINOS DIZEM
Letra e Música de
Maria Dulce S. Antunes
OS SI NOS DIZEM
SINOS DE NATAL
Letra e Música de
Maria Dulce S. Antunes
O SEGREDO DE NATAL
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