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Série MATERIAIS PARA EXPERIMENTAÇÃO
Publicados
* Avaliação do rendimento escolar
Sérvula de Souza Paixão
* Divisão
Lúcia Maria Joppert de Moura Carvalho
• Trabalho independente
Sarah Lerner Sadcoviti
* Excursões educativas
Leticia Maria Santos de Faria
• Transamazônica
Luci Carriço Ramos
Primeiro cantinho de leitura
Célia Tarnapolsky
A sair
Diagnóstico de dificuldades na aprendizagem
da leitura
Wanda Rollin Pinheiro Lopes
Uma experiência de team-teaching
Nise Maria L. B. Magalhães
Martha Albuquerque
O ar, um projeto de ciências
GeIsa de Moura Abdon
A criança de 6 e 7 anos na 1ª série
Selene Ribeiro Kepler
Banco do estudante, método de projetos
Léa Cutz Gaudenzi
Dramatização didática
Leticia Maria Santos de Faria
Caminhos para o ensino da leitura
Lúcia Marques Pinheiro
O medo, o lar e a escola
GenerIce Albertina Vieira
O Jardim de Infância Campos Salles, da rede oficial do Estado da Guanabara, possibilitou a
foto que ilustra a capa.
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EXCURSÕES EDUCATIVAS
caminhos que ensinam
Leticia Maria Santos de Faria
EXCURSÕES EDUCATIVAS
caminhos que ensinam
MEC — INEP — CBPE
1973
INSTITUTO NACIONAL DE
ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS
Direção Ayrton de Carvalho Mattos
CENTRO BRASILEIRO DE
PESQUISAS EDUCACIONAIS
Direção Elza Rodrigues Martins
Série MATERIAIS PARA EXPERIMENTAÇÃO
Coordenação Elza Nascimento Alves Assessoria
Generíce Albertina Vieira Capa Anna-Beli Honório
de Mello Fotografia Armando Neves Júnior
Ilustração Bruno Giampa Revisão Walter
Maia de Almeida
Rua Voluntários da Pátria, 107-ZC 02
20000 - Rio de Janeiro, GB - Brasil.
Apresentação
Este folheto compõe a série "Materiais para Experimentação" relacionada
ao Projeto que o Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais está
desenvolvendo com o objetivo de oferecer aos Estados e Territórios bases
para a elaboração de currículos e programas da escola fundamental.
Entre os trabalhos realizados para embasamento do Projeto constou um
levantamento, em amostragem, da opinião do professorado sobre:
forma de apresentação do programa
tipos de orientação aconselháveis
materiais auxiliares desejados
A série "Materiais para Experimentação" constitui, tanto quanto possível,
uma tentativa de resposta ao pronunciamento dos professores sobre
materiais de apoio, sentidos como necessários para implementação das
primeiras séries do Ensino de 1.º Grau.
Pretende-se, com esta série, levar ao conhecimento do professor
experiências bem sucedidas de outros professores, bem como orientação
sobre aspectos relevantes do processo ensino-aprendizagem, com base
nos resultados obtidos ou observados pelos autores em suas atividades
profissionais, ligadas direta ou indiretamente à prática docente.
Objetiva-se, ainda, testar a eficácia do tipo de comunicação escolhido para
chegar ao professorado: pequenos folhetos, escritos em linguagem
simples e direta, em que princípios e conceitos básicos de educação são
muito rnais inferidos pelo leitor do que apresentados sob qualquer forma
de sistematização teórica.
Trata-se, naturalmente, de materiais que o INEP pretende submeter à
experimentação controlada, a fim de obter evidências sobre:
receptividade do professor
adequação do conteúdo, forma e extensão da mensagem
transmitida, entre professores de diferentes níveis de formação nas
várias regiões do País.
eficiência do material como elemento de motivação do professor e
instrumento para operacionalização da Reforma do Ensino de 1.°
Grau.
A edição desta série está integrada no Subprojeto Publicações do INEP.
O presente folheto é de autoria de Leticia Maria Santos de Faria,
psicóloga e orientadora educacional, Chefe da Seção de Audiovisuais do
Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais do INEP-MEC.
Elza Nascimento Alves
Coordenadora da Série
SUMÁRIO
introdução 9
definição e objetivo geral 13
objetivos específicos na atualidade 15
seqüência construtiva 16
das saídas espontâneas às
excursões educativas 18
funções dos passeios,
visitas e excursões 21
semelhanças e diferenças 26
valor interdisciplinar 28
antes 31
durante 32
depois 33
conclusão 34
referências documentárias 35
INTRODUÇÃO
Na atualidade brasileira as ex-
cursões são, na realidade, recursos
educativos, cujo maior apro-
veitamento, através de um plane-
jamento de programas e projetos
municipais, estaduais e federal,
tecnicamente elaborados, se impõe
como inadiável.
Em vários setores da vida pública o turismo é considerado como um dos
investimentos de maiores perspectivas no Brasil. Por isto. não seria possível aos
educadores deixar de lembrar que esse investimento será multiplicado e
aperfeiçoado se, ao lado dos participantes diletantes, estiverem professores e
estudantes de todos os níveis e tipos de ensino, provindos de todas as partes do
mundo, procurando nesta terra brasileira observar, averiguar e aprender, com a
visão e experiência daquelas realidades que a todos os momentos surpreendem e
encantam os que aqui nasceram e vivem.
Também não é possível, nesta hora de reformas, revisões e novas
experiências, deixar de considerar que os primeiros a se beneficiarem dos projetos
e programas de excursões educativas deverão ser os próprios brasileiros e os que
vivem no Brasil.
Institutos, universidades, centros de
pesquisas e outras instituições
especializadas em qualquer parte do
território nacional estão empenhados
em participar do aperfeiçoamento
didático, visitando e sendo visitados.
Eles vêm permutando Informações e
ganhando experiências e progresso,
graças ao processo "excursão-
incursão" em que "saem de" para
"aprofundar-se em".
As excursões educativas estão a igual caminho, de um lado, do turismo
assistemático que muitas vezes é nocivo porque afasta, desajusta e artificializa o
individuo em relação aos objetivos e vivências de sua terra e de seus compatriotas
e, de outro, daquela experiência excessivamente sistemática e sem motivação
atual de algumas classes e escolas que, dentro de quatro paredes, podem acabar
por afastar o interesse natural pelos assuntos didáticos e culturais, se os tiver
tornado por demais livrescos, irreais ou mesmo impostos.
Do primeiro turismo assistemática as excursões educativas contêm o
positivo: satisfação pelo conhecimento de novos ambientes geográficos, situações
humanas, tradições e folclore. Da segunda experiência escolar mantêm
também o lado positivo, a orientação
técnica que estrutura e desenvolve progressivamente as
informações obtidas e conscientiza aspectos específicos da
vivência. A ambos acrescenta o
convivio com colegas e professores
de uma maneira Informal,
descobrlndo-lhes outros ângulos de
suas personalidades, o que permite
uma maior integração dos grupos
humanos.
Há um potencial imenso, ainda
não aproveitado, de alunos e pro-
fessores conhecedores de áreas rnais
ou menos restritas do território
brasileiro e que estão, portanto,
capacitados a dar sua contribuição para que outros também conheçam as riquezas
geográficas e humanas das áreas em que viveram.
Por outro lado, deverão eles ter a oportunidade de ampliar sua vivência,
conhecendo outros lugares e trocando informações e experiências.
É necessário, no momento atual, estimular pesquisas dos elementos que
poderão servir de infra-estrutura aos projetos de visitas, excursões e passeios
educativos e sistemáticos, pois não será possível contar com base sólida para tais
projetos sem a obtenção de dados sobre as disponibilidades e interêsses das
administrações locais, de professores e alunos.
DEFINIÇÃO E
OBJETIVO GERAL
Visitas, excursões e passeios educativos são atividades complementares ao
trabalho escolar que envolvem a saída de grupos de estudantes com orientação e
supervisão docente, por períodos de tempo variáveis.
Tais oportunidades visam, em caminho e em locais predeterminados, proporcionar
a vivência de situações que informem e ilustrem os temas da aprendizagem,
desenvolvendo desde o seu planejamento atitudes e hábitos positivos.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS NA
ATUALIDADE
Passeios, visitas e excursões
escolares oferecem a estudantes de
todas as idades:
— melhores condições para observação do real e do vivo
— equilíbrio entre as motivações para assistir e as motivações para participar
— oportunidades para vivenciar com os outros experiências e situações novas,
imprevisíveis, desconhecidas e únicas
— alegria e felicidade pelas experiências de cordialidade e cooperação
humanas.
UMA SEQÜÊNCIA CONSTRUTIVA
Inicialmente, serão motivados os educadores para que integrem os
passeios e visitas na rotina do planejamento das atividades escolares.
Essas atividades podem e devem
ser sistematicamente iniciadas nos
primeiros níveis do ensino
fundamental, visando à satisfação de
necessidades vitais, educativas ou
objetivos didáticos específicos, em
períodos rnais ou menos extensos
previstos no calendário escolar.
Desenvolvida nos alunos a capacidade de observação dos fenômenos, nas
áreas próximas e rnais restritas, vão pouco a pouco sendo todos motivados para
conhecerem primeiro o que há em seu país, a deslocarem, antes, se necessário,
suas economias, em menor escala, para viverem rnais intensamente o Brasil, país
continente que é seu, ao invés de ficarem sem economias e com débitos para
verem menos de outros territórios, por onde só passarão...
DAS SAÍDAS ESPONTÂNEAS
ÀS EXCURSÕES EDUCATIVAS
A criança procura satisfazer a
curiosidade natural sobre o que
existe, além do espaço que lhe é
permitido explorar, na
espontaneidade de uma fuga, em
que se torna livre da vigilância dos
que dela cuidam.
E' já conhecida dos adultos a satisfação manifesta em seu corpo, ao ser
encontrada, correndo aceleradamente mais à frente, para não ser alcançada ou
voltando prisioneira ,com a carinha marota de quem atingiu o seu intento: ver o
que há para o lado de lá...
Depois, aqueles que a impediram de se afastar de seus olhos, vão com ela e,
juntos, experimentam aqueles atraentes locais: a rua, a praça, o parque, o cinema.
Se o passeio a pé é cansativo, os
meios de transporte acrescentam
encanto às saídas:
o cavalo a carroça o
barco o
caminhão;
na roça,
e nas cidades,
o bonde
o carro o
ônibus o
trem o
navio o
avião..
Nesses passeios, o ritmo da natureza e o das obras humanas, o ritmo
da vida infantil, da mente e do coração dos adultos estão em perfeito
sincronismo com o ritmo da aprendizagem.
Mais tarde, a ¡da à escola oferece oportunidade a saídas diárias pelos
caminhos já conhecidos. Eles chegam até a perder a graça, se a professora não
lembrar que é no caminho de
casa que estão esses
ou aqueles pontos atraentes,
locais onde podem, entrando,
examinar livros, quadros, objetos
diferentes dos de hoje, mas que logo
serão conhecidos porque a própria
mestra ali irá com os alunos para uma
visita-
Para que sejam, entretanto, observadas as belezas naturais diferentes das
que estão todos os dias à frente dos que aprendem ou as obras que trarão maior
conforto a suas famílias, é preciso viajar e essa viagem é uma nova experiência.
A professora verifica que será possível fazê-la, com seu alunos: a escola
tem a condução, administradores e pais cooperam, o programa é
feito, os outros professores também
se interessam e todos participam dos
preparativos para os grandes dias,
os da excursão.
Excursões se sucedem e, com
elas, maiores informações, hábitos e
atitudes sadias vão sendo
adquiridos, aprendizagem consciente
e inesquecível porque se integrou na
própria vida.
FUNÇÕES DOS
PASSEIOS, VISITAS E EXCURSÕES
rompem com a rotina
estimulam a cooperação
satisfazem a curiosidade
natural
dão expansão às energias
vitais
• acrescentam à experiência pessoal a vivência em ambientes
diferentes do doméstico e do escolar
• apresentam os assuntos da aprendizagem em fontes naturais de
informações.
Verifica-se, ainda, que um dos ângulos específicos nas atividades extra-
escolares, programadas e realizadas em locais e instituições previamente
selecionados, sob orientação docente, é que elas introduzem uma
alternância de vivência favorável à aprendizagem, ora no ambiente escolar, ora
fora dele. Essa alternância afasta a monotonia, fácil de se instalar nas atividades
didáticas, por rnais variadas que sejam, quando se desenrolam sempre dentro das
quatro paredes da sala de aula ou da área, por vezes restrita, do prédio escolar.
Além disto, nos locais para onde são planejados passeios, visitas e excursões
escolares também são desenvolvidas atividades bem diferentes das que se
verificam na rotina doméstica e na escolar. Há algo novo que é visto e observado
num passeio orientado que, antes, não tinha a mesma significação para o aluno.
Seus horizontes para assimilação de novos conhecimentos, compreensão e
motivação para atividades futuras se alargam. Seu mundo assim enriquecido
melhor se estrutura para sua auto-realização.
Educando e professores num outro ambiente agem diferentemente e se
conhecem melhor, trocando idéias, sem a formalidade e distância interpessoal
verificada, tão freqüentemente, em classe ou na escola.
No ambiente da visita, outros materiais, equipamentos, pessoas e situações
se apresentam, oferecendo condições tanto para observação como para
experiências, sempre motivadoras por satisfazerem, também, ao gosto da
novidade e do imprevisível.
Nos primeiros anos da
escola, muitos passeios e
visitas podem ser su-
geridos com a participação
dos pais ou responsáveis,
em conjunto, em pequenos
grupos ou cada um com
seus respectivos filhos.
Depois, em classe, se-
rão feitos oralmente ou
apresentados por escrito,
relatórios das visitas ou
passeios realizados.
N e s s a oportunidade
são trocadas, discutidas e
conhecidas as expe-
riências que neles foram
adquiridas.
Els alguns dos resultados de passeios e visitas, fixados apenas os elementos que
forarn objeto das rnais significativas observações:
PASSEARAM VISITARAM VIRAM
Júlia e sua tia Pela cidade Um mercado • uma baiana
• entrada de
mercadoria
José e seu pai Pela praça Um banco • o circo
• pessoas
depositando
Lúcia e a irmã Pela estrada Um sítio • caminhão
• colheita
Pedrinho e a mãe Pelo bairro Um museu • acidente
• moedas
SEMELHANÇAS
E DIFERENÇAS
Embora com objetivos e meios
análogos, passeios e visitas na maioria
das vezes se distinguem por serem os
primeiros feitos em áreas rnais amplas
e indeterminados os pontos de obser-
vação. Já nas segundas o local é pre-
determinado e são previstas e fixadas
as condições de acessibilidade ao
mesmo, sendo ainda definidos os pontos de maior interesse.
Muitas vezes passeios e visitas distinguem-se das excursões, por se
encontrarem nestas últimas condições de maior demora e distância, chegando a
abranger vários passeios e visitas e estendendo-se por rnais de um dia, o que, na
maioria dos casos, não ocorre com os primeiros.
As três atividades têm de comum serem extra-escolares, visarem a
observação de elementos do ambiente para onde se dirige o grupo, serem
programadas e realizadas, quando educativas, sob supervisão de professores,
com orientação técnica visando à complementação de atividades escolares ou
trabalhos didáticos.
Muitas vêzes, algumas das atividades já realizadas fora da escola, pelos
alunos, podem ser "revividas", em classe, conscientizando-se, assim, visitas e
passeios rotineiramente feitos, para fins não específicos ao ensino.
Essa é uma das formas indicadas sobretudo quando haja impossibilidade de
organizar e realizar o passeio ou a visita como seriam rnais proveitosos.
Quando essa forma substitutiva
é posta em prática, verifica-se que
o enriquecimento informativo
decorrente das perguntas feitas
pela professora ou pelos colegas e
das explicações e respostas
respectivas, leva, em muitos casos,
a desenvolver a capacidade de ob-
servação nos passeios e visitas
subseqüentes, mesmo que seus
fins não tenham sido inicialmente
os educativos.
Você foi hoje fazer compras?
Em que você acha que um armazém é diferente de um mercado?
Como são guardadas as carnes frescas? Por que?
E os legumes? Por que?
Por que há preços diferentes para uma mesma mercadoria em lojas
diferentes, enquanto outras mercadorias têm o preço já tabelado?
— Você acha que a propaganda informa corretamente sobre as qualidades
dos produtos?
Estas e muitas outras perguntas podem possibilitar ao aluno, criança,
adolescente ou adulto, uma maior reflexão sobre pontos e problemas cujo
conhecimento é de interesse para muitas disciplinas.
VALOR
INTERDISCIPLINAR
Passeios, excursões e visitas oferecem ampla compensação para a escola,
em termos de extensão e qualidade do ensino e, portanto, do melhor
aproveitamento do período letivo.
Eles sanam muitos dos males decorrentes da falta de articulação no ensino
das várias disciplinas curriculares, pois, já no seu planejamento são envolvidos
administradores, pessoal docente, alunos e a comunidade.
Essas atividades não são as únicas a terem o valor educativo e objetivos aqui
lembrados. Unidas aos demais recursos audiovisuais, elas oferecem tal
encantamento aos temas de ensino que a possibilidade de educar ou aprender
sem elas é que passa a ser o grande desafio para o professor do presente.
Assim é que
recursos gráficos na preparação de excursões, visitas e passeios
orientam quanto à localização e distâncias relativas dos pontos a serem visitados
recursos sonoros ajudarão a registrar o folclore ou as impressões
pessoais sobre fatos ocorridos
recursos tridimensionais recolhidos servirão a estudos posteriores.
Após as atividades todos os recursos das ciências, da arte e, especialmente,
da informática deverão ser postos em jogo para organização do acervo
documentário.
Assim, esse acervo terá efeito multiplicador e virá a constituir, com a
divulgação de momentos inéditos, de situações irreversíveis e com a
apresentação enriquecida de formas folclóricas de inestimável valor, a
compensação necessária a um aperfeiçoamento de produções e atividades
posteriores visando ao desenvolvimento educacional.
Diante dos objetivos do ensino fundamental e médio os locais e instituições
para passeios, visitas e excursões são numerosos.
Mas a opção se impõe, em cada caso, diante dos objetivos imediatos do
ensino, das disponibilidades previstas e das do momento, das distâncias no
espaço e no tempo:
ANTES
— Diante dos objetivos imediatos
do ensino, defina expressamente
os objetivos específicos do
passeio, visita ou excursão.
— Inicie o planejamento, em
equipe, decidindo sobre locais e
épocas preferenciais.
— Comunique-se, para
consultas, por telefone, questionários, correspondência específica.
Providencie a visita prévia.
Verifique se foram examinados e selecionados para integrar o pla-
nejamento todos os recursos:
• da escola
• da comunidade
do local a que se destina o
grupo
e com especial carinho,
• o transporte
• o alojamento
Finalmente, estruture o projeto
definitivo
Divulgue esse projeto entre os participantes.
DURANTE
Em viagem, é interessante:
— Evitar interferência de
• c
a
n
s
a
ço
• monotonia
fraqueza física por
fome ou sono.
- Dispor de medicamentos para primeiros socorros
especialmente a enjôo, ferimentos, mordeduras.
Parar periodicamente, se o percurso for por demais longo.
Estimular a observação em todos os pontos de interesse.
Nas visitas procure:
— Definir locais de encontro, especialmente no início e no fim, e horários, tendo
previamente acertado os relógios dos participantes pelo da instituição visitada;
Atribuir orientação a guias credenciados, em complementação às informações
dos professores, especialmente para respostas ou esclarecimentos sobre assuntos
específicos às instituições visitadas;
Registrar, por escrito, os dados importantes para relatório.
Nas horas livres dar margem à ação pessoal, espontânea.
DEPOIS
seleção do material recolhido
preparo de relatório conjunto
revelação, cópia e arquivo de fotografias
transcrição e cópia de fitas magnéticas
guarda ou devolução de equipamentos
catalogação de espécimes
preparo e conservação de espécimes
arquivos e mostruários
divulgação de resultados
— avaliação.
Promover passeios, visitas e excursões escolares
bem planejados entrosados
com o ensino sistemáticos
em articulação com
a família
a comunidade
para resultados positivos
no grupo
no ensino
na vida.
CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS DOCUMENTÁRIAS
BIBLIOGRAFIA
CARVALHO, Carlos Delgado de. A excursão geográfica (Guia do professor).
Conselho Nacional de Geografia, sér. Biblioteca Geográfica Brasileira, Publ. 1
da série C "Manuais". Rio de Janeiro, IBGE, 1945. 84 p.
COSTA, João Ribas da. Excursões Escolares. In: Recursos audiovisuais em
educação. São Paulo, Editora Luzia, 1962. P. 109-113.
FUNDAÇÃO IBGE. Guia de uma excursão pelo Estado da Guanabara. Rio
de Janeiro, IBGE, 1969. 85 p.
HOLANDA, Guy de. Recursos educativos dos museus brasileiros. Rio de
Janeiro, CBPE/Organização Nacional do "Internacional Council of Museums",
1958. 271 p.
MENDONÇA, Edgar Sussekind de. A extensão cultural dos museus. Rio
de Janeiro, 1946.
TRIGUEIROS, F. dos Santos. Museus; sua importância na Educação do povo.
Rio de Janeiro, Irmãos Pongetti, 1956. 98 p.
TRINDADE, F. Emery. Manual de excursões educativas. Rio de Janeiro,
Tecnoprint Gráfica S.A., 1963. 121 p.
CARTA Circular n° 56 (publ. eventual). Vitória, Centro Audiovisual, out. 1968.
DIAFILMES
Série: Trips here and there — Eye Gate, USA.
FILMES
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Virginia Education Board. USA. Outside School
Walls — New Tools, USA. Near Home — British
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