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República Federativa do Brasil
Fernando Henrique Cardoso
Ministério da Educação e do Desporto - MEC
Paulo Renato Souza
Secretaria Executiva do MEC
Luciano Oliva Patrício
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP
Maria Helena Guimarães de Castro
Diretoria de Avaliação e Acesso ao Ensino Superior
Tancredo Maia filho
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Exame Nacional de
Cursos-1998
Provas e
Questionário
Jornalismo
EXAME NACIONAL DE CURSOS-1998 JORNALISMO PROVAS E QUESTIONÁRIO
Brasília, 1999
Tiragem: 900 exemplares
MEC - Esplanada dos Ministérios, Bloco L, Anexo I,
4
o
andar, sala 431
CEP 70047-900 - Brasília-DF
Fone: (061) 321-4312
Fax:(061)321-2760
Sumário
Introdução 5
Análise da Prova 7
Validade do Conteúdo 9
Correção 10
Análise das Questões 10
Estatísticas Básicas: Resultados Gerais 10
Prova e Padrão de Resposta 13
Questionário-pesquisa 23
Introdução
Êste trabalho, focalizando os instrumentos utili-
zados na avaliação, complementa as informações do
Exame Nacional do Curso de Jornalismo de 1998
divulgadas no Relatório-Síntese.
Apresenta, primeiramente, as habilidades e con-
teúdos definidos pela Comissão do Curso, que servi-
ram de parâmetros para a elaboração da prova. Em
seguida, informações que possibilitam a análise da
prova: a) média das questões e estatísticas gerais da
prova; b) distribuição das notas dentro do universo de
participantes; e c) metodologia de correção da prova
discursiva.
Contém ainda a íntegra da prova, trazendo os
padrões de resposta aceitos para as questões
discursivas.
Finalmente, é apresentado o questionário-pes-
quisa aplicado aos participantes do Exame com o ob-
jetivo de traçar um perfil socioeconômico e cultural do
grupo de graduandos de cada um dos cursos avalia-
dos e promover o levantamento de suas opiniões a res-
peito do curso que estão concluindo As questões abran-
gem indicadores objetivos tais como estado civil, ren-
da, escolaridade dos pais; e apreciações subjetivas
acerca dos recursos e serviços das instituições de
ensino, além de suas expectativas para o futuro. Os
números em destaque no questionário correspondem
aos percentuais de respostas a cada uma das alterna-
tivas que compõem as questões.
Dirigentes, professores, coordenadores e estu-
dantes têm, neste material, mais um instrumento para
a compreensão e utilização adequada dos resultados
do Exame, podendo empregá-los como subsídio na
proposição de ações que visem à melhoria da qualida-
de do ensino de graduação em sua instituição.
Análise
da
Prova
EXAME NACIONAL DE CURSOS - 1998 JORNALISMO PROVAS E QUESTIONÁRIO
A prova aplicada no Exame Nacional de Cur-
sos de Jornalismo foi elaborada segundo os critérios e
diretrizes estabelecidos pela Comissão Nacional do Cur-
so de Jornalismo, amplamente divulgados através do
material informativo publicado pelo Ministério da Edu-
cação e do Desporto Assim sendo, o instrumento pro-
curou verificar a aquisição, pelos graduandos, de habi-
lidades para:
apurar com rigor as informações e dados re-
levantes em diferentes áreas do conhecimen-
to e da atuação humana;
utilizar os ângulos de interesse jornalístico na
produção de mensagens;
contextualizar os fatos;
formular questões e conduzir entrevistas;
codificar mensagens e editar matérias jorna-
lísticas para meios impressos, audiovisuais e
para os novos meios de comunicação;
investigar informações, produzir textos e editá-
los em espaço e período de tempo limitados;
formular pautas e planejar coberturas;
identificar e equacionar problemas éticos de
jornalismo;
lidar com situações novas, desconhecidas e
inesperadas;
avaliar criticamente produtos jornalísticos;
compreender e sistematizar os processos de
produção jornalística;
elaborar projetos na área de comunicação;
aplicar conhecimentos de diferentes discipli-
nas no exercício da função de jornalista;
utilizar as novas tecnologias aplicadas à pro-
dução de textos jornalísticos.
Os conteúdos definidos para a prova foram os
seguintes:
a) Conteúdos Gerais: Realidade socioeconômica
e política contemporânea regional, nacional e global;
Fundamentos teóricos, estéticos e sociológicos da co-
municação aplicados ao Jornalismo; Fundamentos de
Filosofia, Sociologia, História, Política e Economia.
b) Conteúdos Específicos: Técnicas de redação
e expressão jornalística; Fotojornalismo; Planejamen-
to visual em Jornalismo; Radiojornalismo; Telejor-
nalismo; Técnica de reportagem, entrevista e pesquisa
jornalística; Edição; Recursos de Informática aplica-
dos ao Jornalismo; Comunicação empresarial e
institucional, nas áreas pública e privada; Legislação;
Ética em Jornalismo; Novos meios de comunicação.
O instrumento foi composto de duas partes, as-
sim organizadas:
1
a
PARTE - constituída de três questões
discursivas, envolvendo, respectivamente: a)
elaboração de texto para os diferentes meios
de comunicação (jornal, rádio e televisão), no
valor de 36,0 pontos, sendo 12,0 pontos rela-
tivos a cada um dos meios citados; b) plane-
jamento de cobertura jornalística, corres-
pondendo a 12,0 pontos; e c) solução de um
problema ético, também no valor de 12,0
pontos, totalizando 60 pontos.
2
a
PARTE - constituída de 15 questões de
respostas curtas, referentes aos conteúdos
gerais e específicos, correspondendo ao va-
lor de 40,0 pontos.
Os conteúdos predominantes nas várias ques-
tõeso apresentados na Tabela 1.
Tabela 1
Conteúdos Predominantes nas Questões
Questões
1
2
3
4e5
6e7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
Conteúdo Predominante
Técnicas de redação e expressão jornalística,
Radiojornalismo, Telejornalismo.
Realidade socioeconômica e política
contemporânea regional, nacional e global,
Técnicas de redação e expressão jornalística,
Fotojornalismo, Técnica de reportagem,
entrevista e pesquisa jornalística, Edição
Ética em Jornalismo
Realidade socioeconômica e política
contemporânea regional, nacional e global,
Fundamentos de Filosofia, Sociologia,
História, Política e Economia
Fundamentos teóricos, estéticos e
sociológicos da comunicação aplicados ao
Jornalismo
Ética em Jornalismo, Edição, Técnicas de
redação e expressão jornalística
Realidade socioeconômica e política
contemporânea regional, nacional e
global e História do Jornalismo.
Técnicas de redação e expressão jornalística,
Técnica de reportagem, entrevista e pesquisa
jornalística
Telejornalismo, Edição
Edição, comunicação empresarial e
institucional nas áreas pública e privada
Novos meios de comunicação
História do Jornalismo e Planejamento Visual
Realidade socioeconômica e política
contemporânea regional, nacional e global
Fotojornalismo
História do Radiojornalismo
Legislação, Ética em Jornalismo
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-98
Como se pode observar, a prova foi bastante
abrangente em termos de conteúdos, cobrindo tudo
que foi definido a esse respeito para o Exame e ofere-
cendo oportunidades variadas para o graduando de-
monstrar seus conhecimentos sobre a área.
Validade do Conteúdo
Considerando que uma prova é um instrumento
de medida de uma amostra de conhecimentos e habi-
lidades, seráo mais adequada quanto maior for a
representatividade da amostra selecionada. A primeira
qualidade a se exigir do instrumento é, portanto, a sua
validade de conteúdo, que, no caso, foi assegurada
pela própria Banca Examinadora que a elaborou, com-
posta de professores titulados e experientes, proveni-
entes das diferentes regiões do país. Cada um desses
profissionaiso só se responsabilizou pela elabora-
ção de um certo número de questões mas também
participou da análise, julgamento, seleção e aperfeiço-
amento das que compuseram a prova em sua versão
definitiva. Dessa forma, contribuíram para a validação
da prova como um todo, no sentido de que ela refletis-
se o universo de conhecimentos e habilidades que se
esperava que os formandos tivessem adquirido após
sua experiência educacional.
A questão da fidedignidade (consistência e es-
tabilidade) das provas discursivas foi tratada com os
cuidados necessários para minimizara subjetividade,
o efeito de halo e a diversidade de padrões de julga-
mento.
Correção
A correção das provas foi feita por uma equipe
de professores previamente treinados, todos com re-
conhecida experiência tanto na sua área específica
quanto na habilidade de proceder à correção de instru-
mentos discursivos de medida. Para garantir uma ava-
liação mais justa e objetiva, os profissionais responsá-
veis pela correção das provas elaboraram chaves de
correção, analisaram os padrões de resposta espera-
do e discutiram longamente os critérios. Cada dupla
de avaliadores se responsabilizou pela correção de uma
única questão, garantindo, assim, maior consistência
aos escores, homogeneidade de critérios, maior rapi-
dez e confiabilidade de correção. Evitou-se, dessa for-
ma, a influência do erro de halo, isto é, que o desem-
penho em uma questão influenciasse o julgamento da
questão seguinte.
O formulário adotado no Caderno de Respostas
assegurou o anonimato do formando e de sua institui-
ção de origem, tendo passado por rigorosos procedi-
mentos de controle e conferência.
Análise das Questões
A análise dos resultados obtidos nas provas
permite avaliar o desempenho dos formandos e a prova
como instrumento de medida.
A Tabela 2 apresenta as médias obtidas pelos
formandos de todo o Brasil em cada uma das ques-
tões, bem como o valor de cada questão e, a fim de
facilitara análise, o percentual correspondente.
Os níveis de dificuldade das questões foram bas-
tante variados, sendo as mais fáceis as de números
12,10 e 5, todas do bloco de questões que exigiam
apenas respostas curtas. Especialmente difíceis foram
as questões 6 e 11, do mesmo bloco, que tiveram tam-
m os mais altos índices de rejeição, evidenciados
pelos percentuais de respostas em branco.
Estatísticas Básicas -
Resultados Gerais
A média alcançada pelos graduandos na prova
como um todo foi igual a 37,9, valor bastante próximo
do da mediana (37,5).
Tabela 2
Médias Obtidas por Questão
Questões
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
Médias
37,6
44,3
49,4
34,3
56,5
1,1
28,4
38,9
32,4
59,1
3,4
70,7
20,7
19,9
35,2
20,2
27,3
42,1
%
Respostas
em Branco
6,2
20,7
8,4
15,1
9,8
76,9
34,6
19,6
15,6
13,9
58,9
6,0
47,4
41,5
30,7
30,6
33,8
21,0
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC-98
*Escala: 0 a 100
As notas variaram de 0,0 a 96,5, sendo de 16,5
o desvio-padrão, indicando, assim, tratar-se de um gru-
po bastante heterogêneo.
Em todas as questões foram atribuídas notas
0,0, principalmente na 16, em que 45,3% dos formandos
obtiveram esse grau.
Aproximadamente 55% dos graduandos acerta-
ram apenas o correspondente a 40% da prova. Menos
de 10% conseguiram atingir notas iguais ou superio-
res a 70,0 pontos. A curva de distribuição de freqüên-
cia aproxima-se bastante da curva normal, havendo
maior concentração em torno dos 40,0 pontos, o que
causa uma assimetria negativa bastante leve.
Tabela 3
Estatísticas Básicas
Número
Média
Desvio-Padrão
Nota Mínima
P10
Q1
Mediana
Q3
P90
Nota Máxima
Discursiva
3.674
37,9
16,5
0,0
16,5
26,0
37,5
49,5
59,5
96,5
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-98
P10-é um delimitador que separa as 10% me-
nores notas das restantes.
Q1 - é um delimitador que separa as 25% me-
nores notas das restantes.
Q3 - é um delimitador que separa as 75% me-
nores notas das restantes.
P90 - é um delimitador que separa as 90% me-
nores notas das restantes.
Gráfico 1
Distribuição de Notas
Notas 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
Discursiva
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC-98
Prova e
Padrão de
Resposta
Responda às questões de números 1 a 18, cujo valor está indicado nas próprias questões, totalizando 100 (cem) pontos,
preferivelmente com tinta azul ou preta, nos espaços próprios das páginas do Caderno de Respostas no tempo de até
04 (quatro) horas.
O espaço disponível para desenvolvimento, resposta e eventuais rascunhos é SUFICIENTE.O serão fornecidas folhas
adicionais e os rascunhosO serão considerados na correção.
Questão n º 1
Considere como se as tabelas abaixo tivessem sido obtidas junto a uma das superintendências regionais da Polícia
Rodoviária Federal.
Polícia Rodoviária Federal
Superintendência Regional
Relatório Estatístico
Rodovia: BR-101
Estado da Bahia
Ano: 1997
S
Estimativa de Tráfego
Número de mortos
Número de feridos
Acidentes com vítimas
Acidentes sem vítimas
Veículos envolvidos
Multas emitidas
Postos em funcionamento
Viaturas em serviço
Radares em utilização
Patrulheiros em serviço
JANEIRO
12.520 mil
veículos
23
243
187
569
933
2046
04
32
08
146
FEVEREIRO
11.460 mil
veículos
27
312
211
592
1012
2114
04
33
08
144
MARÇO
8.140 mil
veículos
17
182
153
483
761
914
03
24
04
102
ABRIL
8.310 mil
veículos
20
216
195
542
881
1012
03
26
05
110
MAIO
8.240 mil
veículos
19
187
201
509
864
1104
03
28
05
114
Polícia Rodoviária Federal
Superintendência Regional
Relatório Estatístico
Rodovia: BR-101
Estado da Bahia
Ano: 1998
S
Estimativa de Tráfego
Número de mortos
Número de feridos
Acidentes com vítimas
Acidentes sem vítimas
Veículos envolvidos
Multas emitidas
Postos em funcionamento
Viaturas em serviço
Radares em utilização
Patrulheiros em serviço
JANEIRO
13.490 mil
veículos
37
423
452
823
1712
1640
04
30
06
132
FEVEREIRO
13.020 mil
veículos
12
132
123
395
566
1716
04
28
06
132
MARÇO
8.910 mil
veículos
15
146
131
460
709
1004
03
26
04
94
ABRIL
9.120 mil
veículos
18
194
203
504
745
910
03
24
03
90
MAIO
9.060 mil
veículos
20
204
198
536
802
789
03
22
03
82
A partir da análise e comparação das tabelas, elabore uma notícia sobre a segurança do tráfego naquele trecho de rodovia,
considerando os possíveis efeitos da entrada em vigor do novo Código Nacional de Trânsito no dia 22 de janeiro de 1998.
Utilize os dados para produzir três textos: um para jornal, um para rádio e um para TV, seguindo as indicações abaixo.
a) Jornal:
Redigir uma matéria com um texto total de 20 linhas incluindo:
um lead de até cinco linhas;
um título de uma linha com até 30 caracteres;
uma legenda com até 70 caracteres (para foto de arquivo definida a seu critério). (valor: 12,0 pontos)
b) Rádio:
Redigir uma notícia de aproximadamente 30 segundos, incluindo:
chamada do locutor;
fala do repórter;
assinatura do repórter.
(valor: 12,0 pontos)
c) TV:
Produzir um script de matéria de telejornal de aproximadamente um minuto (V), incluindo:
colunas específicas para vídeo e áudio;
cabeça para o apresentador;
texto em off (sobre imagens de arquivo definidas a seu critério);
indicação de caracteres.
(valor: 12,0 pontos)
Comentários
Conteúdos estabelecidos na questão:
Técnicas de redação e expressão jornalística;
Radioiornaiismo;
Teiejornaüsmo.
Habilidades aferidas:
Capacidade de: demonstrar domínio do idioma (leitura,
compreensão e redação) e das técnicas profissionais
de redação e edição; utilizar os ângulos de interesse
jornalístico na produção de mensagens; contextualizar
os fatos; codificar mensagens e editar matérias
jornalísticas para meios impressos e audiovisuais; pro-
duzir textos em espaços e período de tempo limita-
dos; aplicar conhecimentos de diferentes disciplinas
no exercício da função do jornalista.
Padrão de Resposta Esperado:
Na elaboração de textos para os diferentes meios de
comunicação, serão considerados os aspectos abaixo.
I - Seleção de dados relevantes para o assunto em
pauta, comparação, hierarquização.
Devem aparecer no texto:
Código de Trânsito diminuiu número de acidentes em
fevereiro de 1998;
tendência de crescimento de mortes e acidentes de-
pois de fevereiro de 1988;
indicativos do policiamento diminuíram em 1998.
Pode aparecer no texto:
«a partir de fevereiro de 1998, mesmo com a queda de
tráfego, há a ampliação do número de mortos e feri-
dos, aparentemente devido à diminuição do número
de radares, do número de viaturas e do número de
policiais em serviço
II - Redação clara
Texto preciso, direto, objetivo e gramaticalmente cor-
reto, respondendo às seis perguntas fundamentais do
jornalismo: o que, quem, onde, por quê, como e
quando.
III - Características de cada meio
Jornal -título, lead. sublead, corpo da matéria.
Rádio - frases curtas, ordem direta, simplificação dos
números, vocabulário simples. Limite: oito linhas.
TV - as mesmas características do texto para rádio,
com indicação de imagens e caracteres.
Questão n ° 2
Elabore o planejamento de cobertura do evento abaixo definindo a equipe, os equipamentos e recursos de apoio que
serão utilizados e as pautas queo orientar a reportagem. Organize a cobertura do evento para um jornal de grande porte.
O presidente mundial da indústria de automóveis Vlika, Pedro Budapeste, chega ao Brasil para inaugurar no dia
seguinte a montadora na cidade de Tabugi.
A fábrica lançará, no final do ano, um novo carro mundial: o Vlika 2000. A fábrica brasileira de Tabugi será
a primeira a fabricá-lo.
O investimento é da ordem de USS 400 milhões.
O automóvel terá o mais moderno motor antipoluição já produzido no mundo.
Todas as peças do automóvel terão indicação para reciclagem em novos produtos.
A escolha de Tabugi deveu-se:
- no nível de educação da população;
- à ausência de tradição sindical na região;
- à proximidade de portos e sistema de transporte para cidades de alto consumo;
- aos incentivos fiscais garantidos pelo governo do Estado.
O presidente da República, o governador do Estado e o prefeito de Tabugi estarão presentes ao evento.
(valor: 12,0 pontos)
Comentários
Conteúdos estabelecidos na questão:
Realidade socioeconômica e política contemporânea
regional, nacional e global, Técnicas de redação e ex-
pressão jornalística; Fotojornalismo; Técnica de Re-
portagem. entrevista e pesquisa jornalística; Edição
Habilidades aferidas:
Capacidade de; demonstrar domínio do idioma (leitura,
compreensão e redação) e das técnicas profissionais
de redação e edição; Utilizar os ângulos de interesse
jornalístico na produção de mensagens; Contextualizar
os fatos; Formular pautas e planejar coberturas: Com-
preender e sistematizar os processos de produção
jornalística; Aplicar conhecimentos de diferentes dis-
ciplinas no exercício da função de jornalista.
do fato. Dados sobre incentivos fiscais e a concorrên-
cia com outros estados.
Quantos empregos diretos e indiretos a nova fábrica
gerará?
Quantos profissionais "de fora" - outros estados ou
matriz - a nova fábrica trará?
Qual a previsão de impacto fiscal no município, no
estado e no pais?
Quais os incentivos fiscais oferecidos pelo estado e
pelo município? Em que medida os incentivos foram
decisivos na escola de Tabugi?
Quais as principais características do novo carro: ta-
manho, capacidade, potência, alternativa de modelos,
etc.
Padrão de Resposta Esperado:
Montar uma equipe com definição do número de repór-
teres, repórteres-fotográficos e outros profissionais
Elaboração das pautas para apuração que orientarão a
reportagem. Disponibilizar um ilustrador e utilizar re-
cursos de infografia.
Acionar arquivo e pesquisa.
Entrevistas com o presidente da Vlika, o da República,
com o governador e o prefeito. Reportagem do evento
Valorizar pautas que possibilitem a contextualização
Obs.: a) Valorizar quem acionar correspondentes e
sucursais para medir a repercussão nas cidades de
"sindicalismo forte"
b) Vaiorizarquem considerar os reflexos no meio
ambiente (ou a importância para a área ambiental), já
que o automóvel "terá o mais moderno motor
aniipoluição"
c) Valorizar quem sugerir a complementação da
cobertura do evento por repórteres de cadernos
especializados (no caso, automóveis).
Questão nº 3
Os direitos à informação e à privacidade podem ser conflitantes. O jornalista enfrenta cotidianamente o dilema de
publicar ou não: a) informações e fotografias de suspeitos por crimes aindao julgados e elucidados; b) identificação
de vítimas de violência; c) imagens de pessoas em estado de choque, mortas ou gravemente feridas sem que haja
consentimento dos familiares, entre outros exemplos que qualquer leitor pode identificar e que podem ser caracterizados
como invasão de privacidade. Escolha uma das situações acima e avalie qual o procedimento ético adequado. Justifique
e dê exemplos. (valor: 12,0 pontos)
Comentários
Conteúdos envolvidos na questão:
Ética em Jornalismo.
Habilidades aferidas:
Capacidade cie: Demonstrar domínio do idiomas leitura,
compreensão e redação); Identificar e equacionar pro-
blemas éticos de jornalismo: Avaliar criticamente pro-
dutos jornalísticos.
Padrão de Resposta Esperado:
A resposta ideal é aquela em que o examinando de-
monstra equilíbrio argumentado, mostrando conhecimen-
to das diferenças e conflitos existentes entre o direito à
informação e o direito à privacidade. O procedimento
adequado em relação aos exemplos apresentados, é
o publicar. Caso o graduando cite um exemplo que
entenda merecer publicação, deve mostrar na respos-
ta que sabe distinguir uma situação de interesse públi-
co. que envolva autoridades e pessoas públicas, da-
quela que envolve pessoas comuns Mesmo figuras
públicas devem ser tratadas com respeito e ter sua
privacidade preservada. Acusações e suspeitas, em
quaisquer casos, devem ser editadas com muito cui-
dado pelos jornais. O acusado deve sempre ser ouvido
- ou, pelo menos, procurado - na mesma edição e o
jornal deve preocupar-se sempre em evitar que seja
manipulado por outros interesses.
Questão n° 4
(valor: 3,0 pontos)
Descreva, sucintamente, as características da globalização na economia, na política e na cultura.
Comentários
Conteúdos estabelecidos na questão:
Realidade socioeconômica e política contemporânea
regional, nacional e global; Fundamentos de Filosofia,
Sociologia, História. Política e Economia.
Habilidades aferidas:
Capacidade de: Demonstrar domínio do idioma (leitu-
ra, compreensão e redação); Demonstrar conhecimento
da realidade socioeconômica, cultural e política con-
temporânea.
Questão nº 5
Padrão de Resposta Esperado:
Na economia, processo que facilita a internaciona-
lização do capital e a troca crescente entre sistemas
econômicos distintos:
Na política: formação de blocos regionais e uma ten-
dência à universalização dos valores democrático.
Na cultura: intercâmbio acelerado de informações en-
tre todos os países facilitado por meios de comuni-
cação como a Internet e as transmissões de TV
via satélite
Obs.: Foram aceitas todas as respostas que apresen-
taram caracteristicas plausíveis.
(valor: 2,5 pontos)
Relate os principais episódios político-econômicos que marcaram o período de Fernando Collor de Mello na Presidência
da República.
Comentários
Conteúdos estabelecidos na questão:
Realidade socioeconômica e política contemporânea
regional, nacional e global; Fundamentos de Filosofia,
Sociologia, História Política e Econômica.
Habilidades aferidas:
Capacidade de: Demonstrar domínio do idioma (leitu-
ra, compreensão e redação); Demonstrar conhecimento
da realidade socioeconômica, cultural e política con-
temporânea.
Padrão de Resposta Esperado:
Foi o primeiro presidente eleito desde 1961.
Congelou os depósitos bancários e confiscou as ca-
dernetas de poupança no primeiro dia de mandato.
Iniciou o processo de abertura da economia.
» Foi denunciado num esquema de corrupção pelo seu
irmão. Renunciou e teve seus direitos políticos cas-
sados até o ano 2000.
Questão n° 6
(valor: 2,5 pontos)
A que se refere o conceito de gatekeeper na Teoria do Jornalismo?
Comentários
Conteúdos estabelecidos pela questão:
Fundamentos teóricos, estéticos e sociológicos cia
comunicação aplicados ao jornalismo.
Habilidades aferidas:
Capacidade de:demonstrar domínio do idioma (leitura,
compreensão e redação): demonstrar conhecimento de
conceitos básicos necessários ao jornalista.
Padrão de Resposta Esperado:
Serão aceitas as seguintes respostas:
é o profissional que seleciona e decide quais as infor-
mações que serão publicadas;
convencionou-se chamar de gatekeepera editor-cbefe,
o conceito refere-se, também, a todos os profissio-
nais que participam da seleção das notícias em cada
uma das etapas do processo de produção jornalística.
Questão nº 7
(valor: 3,0 pontos)
Qual a diferença entre o conceito de cultura na Antropologia e a noção de cultura no Jornalismo Cultural?
Comentários
Conteúdos estabelecidos pela questão:
Fundamentos teóricos, estéticos e sociológicos da
comunicação aplicados ao Jornalismo;
Habilidades aferidas:
Capacidade de: Demonstrar domínio do idioma (leitura,
compreensão e redação); Aplicar conhecimentos de di-
ferentes disciplinas no exercício da função de jornalista.
Padrão de Resposta Esperado:
O Jornalismo Cultural inclui, na noção de cultura, as
artes, os espetáculos, a produção erudita e o entrete-
nimento.
O conceito antropológico de cultura é mais amplo e
refere-se a todo produto da atividade humana.
Questão n° 8 (valor: 3,0 pontos)
A "espetacularização da notícia" e o "jornalismo declaratório"m sido apontados como problemas da imprensa
contemporânea. Defina cada um deles.
Comentários
Conteúdos estabelecidos pela questão:
Ética em Jornalismo Edição e Técnicas de redação e
expressão jornalística
Habilidades aferidas:
Capacidade de- Demonstrar domínio do idioma (leitura
compreensão e redação) e das técnicas profissionais
de redação e edição; identificar e equacionar proble-
mas éticos de jornalismo; avaliar criticamente produ-
tos jornalísticos; aplicar conhecimentos de diferentes
disciplinas no exercício da função de jornalista.
Padrão de Resposta Esperado:
"Espetacularização da notícia": o valor de entreteni-
mento da noticia se sobrepõe ao valor informativo com
dramatização exagerada da informação
"Jornalismo declaratório": substituição da apuração
dos fatos pela reprodução de declarações das fontes.
Assim, o jornalista se abstém da sua função básica
de apurar avaliar confirmar, aferir, checar e julgar, em
troca de uma mera coleta de declarações publicadas
acriticamente.
Questão n° 9
(valor: 2,5 pontos)
Quem foi Assis Chateaubriand e qual a sua contribuição no desenvolvimento dos meios de comunicação no Brasil?
Comentários
Conteúdos estabelecidos pela questão:
Realidade socioeconômica e política contemporânea
regional, nacional e global; História do Jornalismo.
Habilidades aferidas:
Capacidade de: Demonstrar domínio do idioma (leitu-
ra, compreensão e redação); Demonstrar conhecimento
da realidade, socioeconômica, cultura! e política con-
temporânea.
Padrão de Resposta Esperado:
Assis Chateaubriand foi o criador e presidente dos
Diários e Emissoras Associados, o primeiro grupo
multimídia de comunicação
Criou a primeira rede de rádio, jornal e televisão no
Brasil.
Introduziu a televisão no país.
Fundou a primeira agência de notícias privada do país.
Questão n° 10
Qual a diferença entre nariz-de-cera e lead ?
(valor: 2,5 pontos)
Comentários
Conteúdos estabelecidos na questão:
Técnicas de redação e expressão jornalística.
Habilidades aferidas:
Capacidade de: Demonstrar domínio do idioma (leitu-
ra, compreensão, redação) e das técnicas profissio-
nais de redação e edição: Reconhecer os ângulos de
interesse jornalístico na produção de mensagens, De-
monstrar compreensão das caracteristicas da
codificação de mensagens e da edição de matérias
jornalísticas para meios impressos.
Padrão de Resposta Esperado:
O "lead" deve transmitir um resumo do fato, respon-
dendo às perguntas fundamentais do jornalismo:
Quem? Quando? O quê? Como? Onde? Por quê?
O nariz-de-cera é uma introdução vaga e desneces-
sária da notícia. Deve ser evitado poro apresentar
os fatos básicos da notícia,o respondendo, por-
tanto. às perguntas fundamentais do jornalismo.
Questão nº 11
(valor: 2,5 pontos)
O que é a regra dos 180° (cento e oitenta graus) e em que situações ela é importante no telejornalismo?
Comentários
Conteúdos estabelecidos na questão:
Telejornalismo, Edição.
Habilidades aferidas:
Capacidade de: Demonstrar domínio do idioma (leitu-
ra, compreensão, redação); Demonstrar compreensão
das características da codificação de mensagens e da
edição de matérias jornalísticas para meios
audiovisuais.
Questão nº 12
Padrão de Resposta Esperado:
É a regra de colocação das câmeras para uma trans-
missão considerando o eixo de posicionamento-
ximo de 180°.
Sua aplicação é fundamental na transmissão de ima-
gens em que importa a direção de movimento como,
por exemplo, nas transmissões esportivas.
(valor: 2,5 pontos)
O que é "público-alvo" e qual sua importância para o processo de edição?
Comentários
Conteúdos estabelecidos na questão:
Edição, Comunícação empresarial e institucional, nas
áreas públicas e privada.
Habilidades aferidas:
Capacidade de: Demonstrar domínio do idioma (leitu-
ra, compreensão, redação) e das técnicas profissio-
nais de redação e edição, Demonstrar compreensão das
características da codificação de mensagens e da edi-
Questão nº 13
O que é "hipertexto" em mídia digital?
ção de matéria jornalísticas para meios audiovisuais e
para novos meios de comunicação; Demonstrar compreen-
o de conceitos básicos necessários ao jornalista.
Padrão de Resposta Esperado:
É um segmento de público que um determinado meio
de comunicação ou produto pretende atingir. O pro-
cesso de edição deve considerar os interesses e ne-
cessidades do público-alvo escolhido.
(valor: 2,5 pontos)
Comentários
Conteúdos estabelecidos na questão:
Novos meios de comunicação
Habilidades aferidas:
Capacidade de: Demonstrar domínio do idioma (leitu-
ra, compreensão, redação) e das técnicas profissio-
nais de redação e edição; Utilizar as novas tecnologias
aplicadas á produção de textos jornalísticos.
Padrão de Resposta Esperado:
É uma técnicao linear de edição de texto, que é
montado em rede, de forma que cada nó ou link per-
mita a bifurcação da leitura.
No hipertexto, os conceitos tradicionais de começo,
meio e fim, definidores do texto,o superados.
Questão nº 14
(valor: 2,5 pontos)
Por que a reforma gráfica do Jornal do Brasil, iniciada na década de 50, pode ser considerada como um dos principais
episódios da modernização técnica da imprensa nacional?
Comentários
Conteúdos estabelecidos na questão:
História do Jornalismo: Planejamento visual.
Habilidades aferidas:
Capacidade de: Demonstrar domínio do idioma (leitu-
ra, compreensão, redação) e das técnicas profissio-
nais de redação e edição: Avaliar criticamente produ-
tos jornalísticos.
Padrão de Resposta Esperado:
« Pela implantação de um projeto gráfico com a intro-
dução da diagramação, que permitiu o uso de fontes
tipográficas mais uniformes e uma melhor organiza-
ção visual de textos, títulos, legendas e fotos. Pro-
porcionou. também, a simplificação da paginação. a
facilitação da leitura e a valorização das fotos.
Questão nº 15
Que papel a imprensa dos EUA desempenhou na revelação do escândalo Watergate?
Comentários
(valor: 3,0 pontos)
Conteúdos estabelecidos na questão:
Realidade socioeconômica e política contemporânea
regional, nacional e global
Habilidades aferidas:
Capacidade de: Demonstrar domínio do idioma (leitu-
ra, compreensão e redação); Contextualizar os fatos;
Aplicar conhecimentos de diferentes disciplinas no
exercício da função de jornalista; Demonstrar compre-
ensão da realidade socioeconômica, cultural e política
comtemporánea.
Questão nº 16
Padrão de Resposta Esperado:
Carl Bernstein e Bob Woodward, repórteres do jornal
The Washington Post. desenvolveram uma investiga-
ção, a partir da cobertura da ação de supostos la-
drões no edifício de apartamentos Watergate, em Wa-
shington, que apontou o envolvimento do presidente
Nixon (do partido Republicano) numa operação de sa-
botagem à campanha presidencial do partido Demo-
crata.
A investigação culminou com a confirmação de que o
presidente estava dificultando a ação da Justiça, o
que resultou num processo de "impeachment" e na
renúncia de Nixon em 1974.
(valor: 2,5 pontos)
Qual a regulagem que deve ser feita na câmara para aumentar a profundidade de campo de uma fotografia?
Comentários
Conteúdos estabelecidos na questão:
Fotojornalismo
Habilidades aferidas:
Capacidade de: Demonstrar domínio do idioma(leitura,
compreensão e redação);
Padrão de Resposta Esperado:
Deve ser reduzida a abertura do diafragma, de modo
a ampliar a profundidade focai. A entrada de luz deve
ser compensada por uma maior exposição ou por uma
maior iluminação
Questão n° 17
(valor: 2,5 pontos)
Na década de 40, o Repórter Esso da Rádio Nacional introduziu um novo padrão no radiojornalismo brasileiro. Quais as
diferenças de linguagem do Repórter Esso para o radiojornalismo praticado atualmente?
Comentários
Conteúdos estabelecidos na questão:
História do Radiojornalismo
Habilidades Aferídas:
Capacidade de: Demonstrar domínio do idioma(ieitura
:
compreensão e redação); Demonstrar compreensão de
técnicas de codificação de mensagens e de edição de
matérias jornalísticas para meios impressos e
audiovisuais; Avaliar criticamente produtos jornalísticos;
Questão n° 18
Compreender e sistematizar os processos de produ-
ção jornalística.
Padrão de Resposta Esperado:
Texto manchetado, todo escrito previamente, lido por
voz empostada, com notícias abertas e informação
de procedência. O Repórter Esso caractenzava-se
pela ausência de cortinas sonoras e de reportagens
ao vivo.
(valor: 3,0 pontos)
O direito de resposta assegura ao cidadão defender-se de notícias falsas ou distorcidas, de calúnia, difamação ou injúria.
Quais os princípios básicos desse direito?
Comentários
Conteúdos estabelecidos na questão:
Legislação e ética em Jornalismo.
Habilidades aferidas
Capacidade de: Demonstrar domínio do idioma (leitu-
ra, compreensão e redação); identificar e equacionar
problemas éticos no Jornaiismo.
Padrão de Resposta Esperado:
Todo aquele que se sentir prejudicado por uma maté-
ria jornalística pode acionar, direta ou judicialmente,
o direito de resposta.
Ele consiste em responder com o mesmo destaque,
com os mesmo caracteres tipográficos ou com o mes-
mo tempo no rádio ou na televisão, esclarecendo os
eventuais erros na matéria que lhe deu origem.
Questionário-
pesquisa
Esta pesquisa é parte integrante do Exame Na-
cional de Cursos e tem por objetivo levantar informa-
ções que permitam identificar as condições institu-
cionais de ensino, bem como traçar o perfil do conjun-
to de graduandos. Ela permitirá o planejamento de
ações, na busca da melhoria da qualidade dos cursos.
Para que essa meta seja alcançada, é importante sua
participação. Procure responder a este questionário de
forma individual, conscienciosa e independente. A fi-
dedignidade das suas respostas é fundamental.
Em cada questão, marque apenas uma respos-
ta, ou seja, aquela que melhor corresponde às suas
características pessoais, às condições de ensino
vivenciadas por você e às suas perspectivas para o
futuro. Os dados obtidos serão sempre tratados esta-
tisticamente, de forma agregada, isto é, segundo gru-
pos de indivíduos.o haverá tratamento e divulgação
de dados pessoais.
Preencha o cartão apropriado com as suas res-
postas, utilizando para tanto caneta esferográfica azul
ou preta.
Entregue esse cartão ao coordenador de sua sala,
no local do Exame, no dia 7 de junho de 1998.
Gratos pela sua valiosa contribuição.
01 - Em relação ao Exame Nacional de Cursos,
você gostaria de receber o resultado de seu
desempenho na Prova ?
05 - Com quem você morou durante a maior
parte do tempo em que freqüentou este curso
superior?
(A) Com os pais e/ou outros parentes. 74,1
(B) Com esposo(a) e filho(s). 8,0
(C) Com amigos. 10,3
(D) Em alojamento universitário.
(E) Sozinho. 5,6
Sem informação. 1,2
06 - Você calcula que a soma da renda mensal
dos membros da sua família que moram em sua
casa seja:
(A) Até R$ 390.00. 3,4
(B) De R$ 391,00 a R$ 1.300.00. 27,0
(C) De R$ 1.301,00 a R$ 2.600,00. 29,2
(D) De R$ 2.601,00 a R$ 6.500,00. 28,8
(E) Mais de R$6.500,00. 9,7
Sem informação. 1,9
07 - Qual o grau de escolaridade do seu pai?
(A) Nenhuma escolaridade. 2,3
(B) Ensino fundamental (primeiro grau)
incompleto. 24,2
(C) Ensino fundamental (primeiro grau)
completo (8* série). 11,2
(D) Ensino médio (segundo grau) completo.
(E) Superior. 38,8
Sem informação. 1,5
08 - Qual o grau de escolaridade da sua mãe?
(A) Nenhuma escolaridade. 2,7
(B) Ensino fundamental (primeiro grau)
incompleto. 24,2
(C) Ensino fundamental (primeiro grau)
completo ( 8ª série). 13,2
(D) Ensino médio (segundo grau) completo.
(E) Superior. 29.9
Sem informação. 1,1
09 - Qual o meio de transporte mais utilizado
por você para chegar à sua instituição?
(A) Carro ou motocicleta próprios. 22,4
(B) Carro dos pais. 10,5
(C) Carona com amigos e vizinhos. 4,5
(D) Transporte coletivo (ônibus, trem, metrô). 55,0
(E) Outro. 6,6
Sem informação. 1,1
10 - Existe microcomputador em sua casa?
(A) Sim. 63,5
(B) Não. 34,8
Sem informação. 1,7
11 - Durante a maior parte do seu curso, qual
foi a carga horária aproximada de sua
atividade remunerada?
(A)o exerci atividade remunerada. 12,2
(B) Trabalhei eventualmente, sem vínculo
empregatício. 17,2
(A) - Sim. 90,6
(B)-Não. 9,4
Sem informação. 0,0
Caracteristicas Pessoais
02 - Qual é o seu estado civil?
(A) Solteiro. 79,8
(B) Casado. 11,2
(C) Separado/desquitado/divorciado. 3,2
(D) Viúvo. 0,8
(E) Outros. 2,4
Sem informação. 2,7
03 - Quantos irmãos você tem?
(A) Nenhum. 10,3
(B) Um. 27,7
(C) Dois. 32,3
(D) Três. 12,9
(E) Quatro ou mais. 14,9
Sem informação. 1,9
04 - Quantos filhos você tem?
(A) Nenhum. 86,9
(B) Um. 7,2
(C) Dois. 3,2
(D) Três. 1,1
(E) Quatro ou mais. 0,4
Sem informação. 1,3
(C) Trabalhei até 20 horas semanais.
(D) Trabalhei mais de 20 horas e menos
de 40 horas semanais. 28 7
(E) Trabalhei em tempo integral - 40 horas
semanais ou mais. 27 5
Sem informação. 12
Atividades
12 - Para que você utiliza computador?
(A)o utilizo computador (se optar por
esta alternativa, passe para a Questão 16). 4,1
(B) Utilizo-o apenas para entretenimento. 0.2
(C) Utilizo-o para trabalhos escolares.
(D) Utilizo-o para trabalhos profissionais.
(E) Utilizo-o para entretenimento, trabalhos
escolares e profissionais. 69,7
Sem informação. 1,7
13 - Caso utilize computador, como você
aprendeu a operá-lo?
(A) Sozinho. 42.6
(B) Por meio de bibliografia especializada. 1,6
(C) Na minha Instituição de Ensino Superior. 12,4
(D) No meu local de trabalho. 19.9
(E) Em cursos especializados. 23.1
Sem informação. 0,4
14 - Caso utilize computador em seus
trabalhos escolares e profissionais que tipos de
programas você opera?
(A) Processadores de texto. 54,0
(B) Processadores de texto e planilhas
eletrônicas. 11,9
(C) Processadores de texto, planilhas
eletrônicas e sistemas de banco de dados. 11,4
(D) Os três tipos de programas acima, além
de programas de apresentação (harvard
graphics, powerpoint e outros congêneres). 15,4
(E) Todos os programas acima, programas
desenvolvidos por você mesmo e programas
específicos da área do seu curso. 6,5
Sem informação. 0,8
15 - Caso utilize computador, você tem
predominantemente acessado a INTERNET a
partir de que equipamento?
(A) Daquele colocado à disposição pela minha
Instituição de Ensino Superior. 24,5
(B) Daquele disponível na minha residência,
por meio de assinatura paga de acesso à
Internet. 24,6
(C) Equipamento disponível no meu local de
trabalho. 21,9
(D) Equipamento colocado à minha disposição
em outro local. 9,5
(E) Nunca tive a oportunidade de acessar a
Internet. 18,7
Sem informação. 0,8
16 - Durante o seu curso de graduação, quantos
livros você tem lido, em média, por ano,
excetuando-se os livros escolares obrigatórios?
(A) Nenhum. 2.5
(B) Um. 9,3
(C) Dois a três. 34,7
(D) Quatro a cinco. 23,2
(E) Seis ou mais. 291
Sem informação. 1 2
17 - Durante o seu curso de graduação, quantas
horas por semana você tem dedicado, em
média, aos seus estudos, excetuando-se as
horas de aula?
(A) Nenhuma, apenas assisto às aulas. 11,8
(B) Uma a duas. 36,0
(C) Três a cinco. 34,1
(D) Seis a oito. 9.3
(E) Mais de oito. 7,6
Sem informação. 1,2
18 - Qual o meio que você mais utiliza para se
manter atualizado sobre os acontecimentos do
mundo contemporâneo?
(A) Jornal. 51,4
(B) Revistas. 9.4
(C) TV. 29.7
(D) Rádio. 4,8
(E) Internet. 2,8
Sem informação. 2,0
19 - Como você avalia seu conhecimento da
língua inglesa?
(A) Praticamente nulo. 23,5
(B) Leio, maso escrevo nem falo. 23,4
(C) Leio e escrevo bem, maso falo. 7,9
(D) Leio e escrevo bem e falo razoavelmente. 26,1
(E) Leio, escrevo e falo bem. 17,7
Sem informação. 1,5
20 - Como você avalia seu conhecimento da
língua espanhola?
(A) Praticamente nulo. 39,8
(B) Leio, maso escrevo nem falo. 40,8
(C) Leio e escrevo bem, maso falo. 2.4
(D) Leio e escrevo bem e falo razoavelmente. 10,6
(E) Leio, escrevo e falo bem. 5,3
Sem informação. 1,2
21 - Em qual das línguas estrangeiras abaixo
você é capaz de se comunicar melhor?
(A) Francês. 14.0
(B) Alemão. 2,5
(C) Italiano. 19,3
(D) Japonês. 1,2
(E) Nenhuma dessas 61,6
Sem informação. 1,4
22 - Simultaneamente ao seu curso de
graduação, em que áreas você desenvolve ou
desenvolveu atividades artísticas?
(A) Teatro. 12,5
(B) Artes plásticas. 4,2
(C) Música. 14,0
(D) Dança. 8,2
(E) Nenhuma. 59,0
Sem informação. 2,1
23 - Simultaneamente ao seu curso de
graduação, em que áreas você desenvolve ou
desenvolveu atividades físicas / desportivas?
(A) Atividades físicas individuais. 43.2
(B) Futebol. 11.2
(C) Voleibol. 2,4
(D) Outro esporte coletivo. 7,0
(E) Nenhuma. 34,8
Sem informação. 14
Formação no Ensino Médio
24 - Em que tipo de escola você freqüentou o
ensino médio (segundo grau)?
(A) Todo em escola pública (municipal,
estadual, federal). 31,8
(B) Todo em escola privada. 49,2
(C) A maior parte do tempo em escola
pública. 7,1
(D) A maior parte do tempo em escola
privada. 6,5
(E) Metade em escola pública e metade em
escola privada. 4,2
Sem informação. 1,3
25 - Qual foi o tipo de curso do ensino médio
(segundo grau) que você concluiu?
(A) Comum ou de educação geral, no
ensino regular. 72,0
(B) Técnico (eletrônica, contabilidade,
agrícola etc.) no ensino regular. 14.9
(C) Magistério de Primeira a Quarta Série
(Curso Normal), no ensino regular. 6,2
(D) Curso de Ensino Médio Supletivo 3,9
(E) Outro curso. 1,5
Sem informação. 1,5
Curso de Graduação
26 - Destaque uma dentre as atividades
acadêmicas que você desenvolveu por mais
tempo durante o período de realização do seu
curso de graduação, além daquelas obrigatórias.
(A) Nenhuma atividade. 49,7
(B) Atividades de iniciação científica ou
tecnológica. 6,2
(C) Atividades de Monitoria. 5,6
(D) Atividades em projetos de pesquisa
conduzidos por professores da Instituição. 20,8
(E) Atividades de extensão promovidas pela
Instituição. 16,1
Sem informação. 1,6
27 - Que atividade(s) extraclasse(s) oferecida(s)
pela sua instituição você mais desenvolveu
durante o período da realização do curso?
(A) Nenhuma. 68,8
(B) Estudo de línguas estrangeiras. 8,2
(C) Atividades artísticas diversas. 7,6
(D) Atividades desportivas. 7,8
(E) Mais de uma das atividades acima. 6,0
Sem informação. 1,5
28 - Por qual Instituição, na maioria dos eventos
(Congressos, Jornadas, Cursos de Extensão),
você participou?
(A) Pela minha Instituição de Ensino Superior. 46,1
(B) Por outras instituições de ensino. 12,0
(C) Por diretórios estudantis ou centros
acadêmicos. 10,8
(D) Por associações científicas da área.
(E)o participei de eventos.
Sem informação. 1,8
29 - Você foi beneficiado por algum tipo de
bolsa de estudos para custeio das despesas do
curso?
(A) Não. 71,0
(B) Crédito Educativo - Creduc (Caixa
Econômica Federal). 8,6
(C) Bolsa integral oferecida pela instituição.
(D) Bolsa parcial ou desconto nas anuidades
oferecida pela sua instituição. 10,9
(E) Bolsa, parcial ou integral, oferecida por
entidades externas (empresas, organismos
de apoio ao estudante etc). 5,3
Sem informação. 1,4
30 - Durante a maior parte do seu curso de
graduação, considerando-se apenas as aulas
teóricas, qual o número médio de alunos por
turma?
(A) Até 30 alunos. 41,7
(B) Entre 31 e 50 alunos. 39,4
(C) Entre 51 e 70 alunos. 13,7
(D) Entre 71 e 100 alunos. 3 5
(E) Mais de 100. 0,4
Sem informação. 1,3
31 - Quanto às aulas práticas (laboratórios etc.)
do seu curso, você diria que:
(A) As aulas práticasoo necessárias
no meu curso (passe para a Questão 34). 0,8
(B) As aulas práticaso necessárias, mas
oo oferecidas (passe para a
Questão 34). 3,6
(C) Raramenteo oferecidas aulas práticas. 17,8
(D) As aulas práticaso oferecidas com
freqüência, masoo suficientes. 49,0
(E) As aulas práticaso oferecidas na
freqüência exigida pelo curso. 27,1
Sem informação. 1,9
32 - Com relação aos laboratórios utilizados
durante o seu curso, você diria que possuem
equipamentos:
(A) totalmente atualizados e em número
suficiente para todos os alunos. 9,1
(B) atualizados, mas em número insuficiente
para todos os alunos. 39,0
(C) equipamentos desatualizados, mas
bem conservados e em número suficiente
para todos os alunos. 3,9
(D) equipamentos desatualizados, mas
bem conservados, entretanto insuficientes
para todos os alunos. 31 3
(E) antigos, sem conservação alguma,
inoperantes e insuficientes para os alunos.
Sem informação. 0,5
33 - As aulas práticas comportam um número
adequado de alunos em relação aos equipamentos,
material e espaço pedagógico disponíveis?
(A) Sim, todas elas. 7,1
(B) Sim, a maior parte delas. 22,0
(C) Sim, metade delas. 16 Q
(D) Sim, poucas. 28.2
(E) Não, nenhuma. 26.5
Sem informação. 0,1
34 - Tomando por base a sua vivência escolar,
você considera que há disciplinas do curso que
deveriam ser eliminadas ou ter seu conteúdo
integrado a outras?
(A) Não, todas as disciplinas ministradas
no cursoo importantes. 14,8
(B) Há poucas disciplinas que deveriam
ter seu conteúdo integrado ao de outras. 33.5
(C) Hã muitas disciplinas que poderiam ter seu
conteúdo integrado ao de outras. 30.8
(D) Hã várias disciplinas que deveriam ser
totalmente eliminadas. 16,7
(E)o sei. 25
Sem informação. 1,7
35 - Ainda tomando por base a sua vivência
escolar, você acha que há novas disciplinas que
deveriam ser incorporadas ao currículo pleno
do curso?
(A) Não, o currículo pleno do curso está
perfeito. 2,7
(B) Sim, embora o currículo do curso seja
bem elaborado, há poucas disciplinas novas
que poderiam ser incorporadas. 25,9
(C) Sim, sim embora o currículo seja bem
elaborado, há muitas disciplinas novas que
poderiam ser incorporadas. 33,0
(D) Sim, o currículo do curso é deficiente
e há muitas disciplinas que deveriam ser
incorporadas. 35,1
(E)o sei. 2,0
Sem informação. 1,4
36 - Você considera que as disciplinas do curso
estão bem dimensionadas?
(A) Não, algumas disciplinas estão mal
dimensionadas: muito conteúdo e pouco
tempo para o seu desenvolvimento. 41,8
(B) Não, algumas disciplinas estão mal
dimensionadas: muito tempo disponível para
pouco conteúdo a ser ministrado. 27,3
(C) Sim, as disciplinas estão razoavelmente
bem dimensionadas. 24,0
(D) Sim, as disciplinas do curso estão muito
bem dimensionadas. 2,7
(E)o sei. 2 5
Sem informação. 1.6
37 - Quanto ao estágio curricular
supervisionado obrigatório, você diria que:
(A)o é oferecido no meu curso (passe
para a Questão 39). 79,5
(B) Tem menos de 200 horas. 6,3
(C) Está entre 200 e 299 horas. 5,6
(D) Está entre 300 e 399 horas. 1,9
(E) Tem mais de 400 horas. 2,1
Sem informação. 4,6
38 - Qual foi, no seu entender, a maior contribuição
do estágio curricular supervisionado?
(A) O aperfeiçoamento técnico-profissional. 38,8
(B) O conhecimento do mercado profissional. 20,6
(C) O conhecimento de novas áreas de
atuação para os graduados no meu curso.
(D) A reafirmação da escolha profissional feita.
(E) A demonstração da necessidade de
contínuo estudo para eficiente exercício
profissional. 21,1
Sem informação. 1,7
39 - Quanto à utilização de microcomputadores
em seu curso, você diria que:
(A) O meu cursoo necessita da utilização
de microcomputadores. 0,4
(B) O instituiçãoo possui microcompu-
tadores. 1,6
(C) A instituição possui microcomputadores,
mas os alunos de graduaçãoom
acesso a eles. 4,1
(D) O acesso aos microcomputadores é
limitado pelo seu número insuficiente ou
pelo horário de utilização. 61,7
(E) A instituição possui um número suficiente
de equipamentos e viabiliza a sua utilização
de acordo com as necessidades do curso. 29,6
Sem informação. 2,6
Biblioteca
40 - Como você utiliza a biblioteca de sua
instituição?
(A) A Instituiçãoo tem biblioteca (se
marcou esta alternativa, salte para a
questão 48). 0,7
(B) A Instituição possui biblioteca, mas eu
o a utilizo. 12,9
(C) Utilizo pouco a biblioteca, porqueo
sinto muita necessidade dela. 30,3
(D) Utilizo pouco a biblioteca, porque o
horário de funcionamentoo me é favorável. 8,5
(E) Utilizo freqüentemente a biblioteca. 45,7
Sem informação. 2,0
41 - Como você avalia a atualização do acervo
da biblioteca em face das necessidades
curriculares do seu curso?
(A) É atualizado. 13,0
(B) É medianamente atualizado. 34,8
(C) É pouco atualizado. 28,2
(D)o é atualizado. 180
(E)o sei. 7,8
Sem informação. 0,3
42 - Como você avalia o número de exemplares
disponíveis na biblioteca para atendimento do
alunado do curso?
(A) É plenamente suficiente. 8,4
(B) Atende medianamente. 36,5
(C) Atende pouco. 19,4
(D) É insuficiente. 28,4
(E)o sei. 6,8
Sem informação. 0,5
43 - Como você avalia a atualização do acervo
de periódicos especializados disponíveis na
biblioteca?
(A)o existe acervo de periódicos. 4,0
(B) Existe, mas é desatualizado.
(C) É razoavelmente atualizado.
(D) É atualizado. 28,6
(E)o sei. 16,3
Sem informação. 0,6
44 - A biblioteca de sua instituição, oferece
serviço de empréstimo de livros?
(A) Sim, para todo o acervo. 60,4
(B) Apenas para obras de caráter didático. 18,8
(C) Apenas para as obras de interesse geral. 10,1
(D)o há empréstimo. 4,1
(E)o sei. 5,8
Sem informação. 0,8
45 - Como você avalia o serviço de pesquisa
bibliográfica oferecido, você diria que:
(A) Utiliza apenas processos manuais
(fichários). 33,4
(B) Dispõe de sistema informatizado local. 46,1
(C) Dispõe de acesso a rede nacional de
bibliotecas universitárias. 5,9
(D) Dispõe de acesso a rede internacional
de bibliotecas. 3,0
(E)o sei. 10,6
Sem informação. 1,0
46 - A biblioteca de sua instituição oferece
horário adequado de funcionamento?
(A) Sim, é plenamente adequado. 63,2
(B) É medianamente adequado. 26,1
(C) É muito pouco adequado. 3,7
(D)o é adequado. 2,9
(E)o sei. 3,4
Sem informação. 0,6
47 - A biblioteca de sua instituição oferece
instalações adequadas para leitura e estudo?
(A) Sim, plenamente adequadas. 48,6
(B) Medianamente adequadas. 33,5
(C) Muito pouco adequadas. 9,1
(D) Inadequadas. 6,6
(E)o sei. 1,4
Sem informação. 0,9
Caracteristicas Pessoais
48 - Qual tipo de material bibliográfico tem sido
o mais utilizado por indicação dos professores
durante o seu curso de graduação?
(A) Apostilas e resumos. 17,4
(B) Livros-texto e manuais. 15,7
(C) Cópias de capítulos e trechos de livros.
(D) Artigos de periódicos especializados. 3,6
(E) Anotações manuais e cadernos de notas. 3,0
Sem informação. 2,1
49 - Durante o seu curso de graduação, que
técnicas de ensino a maioria dos professores
tem utilizado, predominantemente?
(A) Aulas expositivas. 10,9
(B) Trabalhos de grupo, desenvolvidos em
sala de aula. 5.8
(C) Aulas expositivas e aulas práticas. 10,2
(D) Aulas expositivas e trabalhos de grupo. 34,6
(E) Aulas expositivas, aulas práticas,
trabalhos de grupo e videoaulas. 37,0
Sem informação. 1,6
50 - Você considera que os seus professoresm
demonstrado empenho, assiduidade e
pontualidade?
(A) Nenhum tem demonstrado. 1,0
(B) Poucosm demonstrado. 23,4
(C) Metade tem demonstrado. 22,6
(D) A maior parte tem demonstrado. 42,8
(E) Todosm demonstrado. 8,3
Sem informação. 1,9
51 -Você considera que os seus professores
demonstram domínio atualizado das disciplinas
ministradas?
(A) Nenhum demonstra. 0,9
(B) Poucos demonstram. 20,4
(C) Metade demonstra. 21,9
(D) A maior parte demonstra. 46,1
(E) Todos demonstram. 9,0
Sem informação. 1,8
52 - Que instrumento de avaliação da
aprendizagem a maioria dos seus professores
adota predominantemente?
(A) Provas escritas periódicas (mensais,
bimensais). 38.3
(B) Trabalhos de grupo, escritos. 24.6
(C) Trabalhos individuais, escritos. 21,5
(D) Prova prática. 8,1
(E)o usa instrumentos específicos de
avaliação. 5,3
Sem informação. 2,2
57 - Qual das habilidades foi mais desenvolvida
pelo seu curso?
(A) Capacidade de comunicação.
(B) Habilidade de trabalhar em equipe. 14.2
(C) Capacidade de análise crítica.
(D) Senso ético. 6 4
(E) Capacidade de tomar iniciativa.
Sem informação. 2 2
Perspectivas Futuras
53 - Ao iniciar os trabalhos com cada disciplina,
os docentes apresentam plano de ensino
contendo objetivos, metodologias, critérios de
avaliação, Cronograma e bibliografia?
(A) Nenhum apresenta. 2,4
(B) Poucos apresentam. 26,9
(C) Metade apresenta. 13,7
(D) A maior parte apresenta. 37,8
(E) Todos apresentam. 17,4
Sem informação. 1,8
54 - Como você avalia a orientação extraclasse
prestada pelo corpo docente?
(A) Nunca procurei orientação extraclasse.
(B) Procurei, mas nunca encontrei.
(C) Procurei, mas raramente encontrei.
(D) Procurei e encontrei algumas vezes.
(E) Sempre há disponibilidade do corpo
docente para orientação extraclasse.
Sem informação.
Contribuição do Curso
23,1
3.2
14,9
37,1
19.6
2,1
55 - Como você avalia o nível de exigência
seu curso?
(A) Deveria ter exigido muito mais de mim.
(B) Deveria ter exigido um pouco mais de
mim.
(C) Exigiu de mim na medida certa.
(D) Deveria ter exigido um pouco menos de
mim.
(E) Deveria ter exigido muito menos de mim.
Sem informação.
do
338
39,8
21,5
2,5
0,5
1.8
56 - Qual você considera a maior contribuição
do curso que está concluindo?
(A) A obtenção de diploma de nível superior. 23,4
(B) A aquisição de cultura geral. 29,5
(C) O aperfeiçoamento técnico-profissional. 28,0
(D) A formação teórica. 13,6
(E) Melhores perspectivas de ganhos
materiais. 3,7
Sem informação. 1,8
58 - Quanto aos estudos, após a conclusão deste
curso, o que pretende?
(A)o fazer nenhum outro curso. 4,6
(B) Fazer outro curso de graduação. 17,5
(C) Fazer cursos de aperfeiçoamento e
especialização. 45,7
(D) Fazer curso de mestrado e doutorado na
mesma área. 23,9
(E) Fazer curso de mestrado e doutorado
em outra área. 6,8
Sem informação. 1,6
Questões Específicas
59 - De quantos "jornais-laboratório" impressos,
supervisionados pelos professores do seu curso
de graduação, você participou, fazendo
reportagem, texto, ilustração fotográfica ou
planejamento gráfico?
(A) Nenhum. 8,3
(B)Um. 18,3
(C) Um a dois. 224
(D) Três a cinco. 31,2
(E) Seis ou mais. 18,0
Sem informação. 1,9
60 - De quantos produtos jornalísticos audiovi-
suais (programas de rádio, vídeos),
supervisionados pelos professores do seu curso,
você participou, preparando roteiros, como
repórter, editor ou redator?
(A) Nenhum. 4,5
(B)Um. 8,6
(C) Um a dois. 18,4
(D) Três a cinco. 32,0
(E) Seis ou mais. 34,6
Sem informação. 2,0
61 - De quantas experiências propiciadas pelo
curso para criação e elaboração de produtos
jornalísticos veiculados na internet ou em
cd-rom, você participou durante o curso?
(A) Nenhuma. 76,0
(B)Uma. 13,8
(C) Uma a duas. 4.6
(D) Três a cinco. 2,1
(E) Seis ou mais. 1,6
Sem informação. 1,9
62 - Durante quanto tempo a instituição
ofereceu aulas sobre técnicas de redação de
textos opinativos (artigos, comentários,
editoriais, resenhas, críticas etc.)?
(A)o ofereceu. 10,7
(B) Ofereceu durante um mês. 6 9
(C) Ofereceu durante dois e três meses. 11.1
(D) Ofereceu durante quatro e cinco meses.
(E) Ofereceu durante um semestre. 63,4
Sem informação. 2 4
63 - Durante quanto tempo a instituição
ofereceu aulas sobre técnicas de redação de
textos interpretativos próprios de grandes
reportagens temáticas?
(A)o ofereceu. 16,3
(B) Ofereceu durante um mês. 7,7
(C) Ofereceu durante dois e três meses. 12 4
(D) Ofereceu durante quatro e cinco meses.
(E) Ofereceu durante um semestre.
Sem informação. 3,0
No decorrer de seu curso de Jornalismo, que
tipos de trabalhos, dentre os enumerados a seguir,
foram utilizados no processo de avaliação?
64-Trabalhos monográficos complementares
aos conteúdos desenvolvidos em sala de aula.
(A) Sim. 70,2
(B)Não. 26,6
Sem informação. 3,2
65 - Relatórios de seminários sobre temáticas
específicas do Curso.
(A) Sim. 68,0
(B) Não. 29,6
Sem informação. 2,4
66 - Elaboração de trabalhos parciais e
respostas a questionários.
(A) Sim. 64,1
(B) Não. 32,7
Sem informação. 3,2
67 - Relatórios de atividades desenvolvidas por
você em projetos de pesquisa na área de
Jornalismo.
(A) Sim. 57,1
(B) Não. 40,3
Sem informação. 2,5
68 - Relatórios analíticos sobre matérias
jornalísticas reais.
(A) Sim.
(B)Não.
Sem informação.
69 - Elaboração de matérias ou peças
jornalísticas.
(A) Sim.
(B)Não.
Sem informação.
70 - Relatório sobre visitas a veículos de
comunicação.
(A) Sim.
(B) Não.
Sem informação.
75,8
21,8
2,4
94,3
3,1
2,6
40,1
57,1
2,8
71 - Apresentação de Trabalho Final perante
Banca Examinadora.
(A) Sim.
(B) Não.
Sem informação.
72 - Você realizou, durante o curso, algum
58,8
36,3
4,9
estágio ou exercício profissional continuado?
(A) Na própria Instituição de Ensino Superior.
(B) Em Assessoria de Imprensa.
(C) Em veículos de comunicação (rádio, jornal,
revista, emissora de TV etc).
(D) Em empresa prestadora de serviços de
comunicação (clipping, consultoria, agência
de noticias, provedor de Internet etc.)
(E) Como free-lancer.
Sem informação.
17.2
15,4
414
3,8
10,8
11,5
73 - Qual a área de sua preferência para iniciar
o exercício profissional, logo após a conclusão
do curso?
(A) Jornalismo impresso.
(B) Televisão.
(C) Jornalismo "on line".
(D) Assessoria de Imprensa.
(E) Rádio.
Sem informação.
74 - Quaiso as suas perspectivas após a
conclusão do curso?
(A) Pretendo trabalhar apenas na área de
Jornalismo.
(B) Procurar um emprego em outra área
qualquer.
(C) Continuar com o mesmo emprego que
tenho agora.
(D) Montar um negócio próprio.
(E) Continuar participando de negócio próprio.
Sem informação.
39,9
28,7
3,7
13,3
9,8
4,6
60,7
6,8
14,4
10,0
3,6
4,5
Análise das Respostas ao Questionário-pesquisa
Aqui se apresenta a distribuição das freqüências obtida a partir das respostas dos graduandos dos cursos
de Jornalismo ao questionário sociocultural que integra o Exame Nacional de Cursos 1998 - ENC-98.
As respostas correspondem a um máximo de 3.686. Naturalmente, existem variações em torno deste total
devido às diferenças de respostas válidas'.
A análise aqui apresentada focaliza os dados agregados por região geopolítica e por dependência adminis-
trativa das instituições. O objetivo deste estudo é traçar um perfil socioeconômico e atitudinal dos graduandos em
Jornalismo, contemplando um variado leque de questões que incluem desde indicadores objetivos, como estado
civil, renda e escolaridade dos pais, até apreciações subjetivas sobre os recursos e serviços das instituições de
ensino nas quais os alunos estavam matriculados, avaliações de desempenho dos professores e do nível de
exigência do curso, além de expectativas para o futuro.
1. Características Socioeconômicas e Ambiente Cultural dos Graduandos
Predominam, no curso de Jornalismo, os graduandos solteiros, queo mais numerosos no Sul e no
Sudeste. A maior parte possui família pouco numerosa, com até dois irmãos, especialmente no Sul e Sudeste e
nas IES municipais e particulares. Os quem quatro ou mais irmãoso mais freqüentes nas regiões Norte,
Nordeste e Centro-Oeste. Também nessas regiões encontram-se os mais altos percentuais de graduandos que
m filhos, sendo que, em todas as regiões e tipos de IES segundo a dependência, a maior parte dos queo
pais ou mãesm apenas um filho.
EXAME NACIONAL DE CURSOS -1998 ANEXO DO RELATÔRIO-SINTESE JORNALISMO PROVAS E QUESTIONÁRIO
Tabela 1
Estado Civil dos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições
em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Solteiro
68,0
74,5
81,6
80,6
72,8
80,6
79,1
79,5
79,7
79,8
Casado
20,0
15,3
9,8
10,9
14,2
9,9
13,3
12,3
11,2
11,2
Separado/
desquitado/
divorciado
2,7
2,2
3.2
3,2
5,9
2,1
1,0
2,5
3,8
3,2
Viúvo
--
1,2
0,7
0,8
2,4
1,4
0,3
-
0,8
0,8
Outro
8,0
3,6
1,8
2,5
3,6
2,7
2,7
1,6
2,3
2,4
SI
1,3
3,2
2,9
1,9
1,2
3,4
3,7
4,1
2,3
2,7
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
1
Nas Tabelas, a categoria SI (Sem Informação) corresponde às situações em que a pergunta deixou de ser respondida. O número
absoluto de respostas, em algumas questões, sofre ligeira variação devido a perda de informação.
Tabela 2
Número de Irmãos dos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das
Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhum
2,7
7,6
11,3
9,9
9,5
8,9
11,3
7,4
10,7
10,3
Um
17,3
16,5
30,7
28,3
21,9
24,0
25,3
31,2
28,9
27,7
Dois
28,0
27,9
33,2
33,0
32,0
30,6
31,9
36,9
32,6
32,3
Três
9,3
19,9
10,9
16,0
11,2
16,4
15,0
7,4
12,0
12,9
Quatro ou
mais
40,0
25,7
12,0
11,1
25,4
17,5
15,3
1,6
14,1
14,9
SI
2,7
2,4
1,9
1,7
~
2,6
1,3
0,8
1,8
1,9
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Tabela 3
Número de Filhos dos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das
Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhum
72,0
77,7
89,2
89,4
79,9
85,2
87,4
92,6
87,0
86,9
Um
20,0
11,2
6,0
5,9
10,1
8,8
6,0
5,7
6,9
7,2
Dois
6,7
6,0
2,3
2,0
8,3
2,6
4,7
0,8
3,2
3,2
Três
2,2
1,0
0,8
1,2
1,4
0,3
1,2
1,1
Quatro ou
Mais
1,3
0,8
0,3
0,3
0,6
0,3
0,5
0,4
SI
2,2
1,2
1,5
1,8
1,7
0,8
1,1
1,3
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Com percentuais que variam entre um pouco menos de 2/3 e um pouco mais de 3/4, a maioria dos
graduandos residiu com os pais ou parentes durante o curso. Os que menos o fizeram foram os que cursaram
Jornalismo no Sul e nas IES municipais e, em especial, nas estaduais, onde elevadas parcelas viveram com
amigos. No Norte, um pouco mais de 1/5 residiu com cônjuge e filhos durante o curso.
Tabela 4
Situação de Moradia dos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das
Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Com pais ou
parentes
70,7
74,3
76,8
63,8
74,0
75,3
43,9
70,5
78,1
74,1
Com cônjuge
e filhos
21,3
12,0
6,5
7,9
11,2
7,7
6,0
4,9
8,5
8,0
Com
amigos
2,7
6,4
10,2
15,7
7,1
9,5
42,9
16,4
6,3
10,3
Alojamento
universitário
1,3
1,4
0,5
1,9
0,6
1,9
1,0
1,6
0,5
0,8
Sozinho
4,0
4,2
5,0
9,4
6,5
5,9
6,0
6,6
5,5
5,6
SI
1,8
1,1
1,4
0,6
1,8
0,2
1,1
1,2
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
A renda familiar mensal registrada pelos graduandos varia, com parcelas distribuídas bastante
equilibradamente nas três faixas, entre R$ 391,00 e R$ 6.500,00. No Nordeste e nas IES estaduais, encontram-
se os maiores percentuais de graduandos com renda familiar mensal de somente três salários mínimos ou
menos. Entre os graduandos do Norte e Nordeste, e nas IES municipais, estaduais e federais, predominam os
que se situam nas faixas de R$ 391,00 a R$ 2.600,00. Já nas demais regiões e nas IES privadas prevalecem os
que se situam nas faixas de R$ 1.301,00 a R$ 6.500,00.
Tabela 5
Renda Familiar Mensal dos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das
Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Até
R$ 90,00
2,7
10,4
1,9
3,5
2,4
5,3
8,3
4,9
2,1
3,4
De
R$391,00
a R$1.300,00
36,0
34,3
24,5
29,8
27,2
29,5
35,9
41,8
24,6
27,0
De
R$1.301,00
a R$ 2.600,00
25,3
27,1
29,8
29,8
25,4
29,5
26,9
27,9
29,4
29,2
De
RS 2.601,00
a RS 6.500,00
25,3
21,3
30,7
26,6
33,7
27,3
22,3
19,7
30,5
28,8
Mais de
RS 6.500,00
5,3
4,4
11,3
8,4
11,2
5,6
5,7
4,1
11,7
9,7
SI
5,3
2,6
1,8
1,9
-
2,9
1,0
1,6
1,7
1,9
Total
(N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
As proporções de graduandos que contam com carro ou motocicleta próprios ou de seus pais mostram-
se bastante compatíveis com os níveis de renda acima descritos. Com exceção do Centro-Oeste, onde metade
possuem veículo próprio ou de seus pais, nas demais regiões o percentual correspondente fica ao redor de
30,0%. Entre as IES, conforme a dependência, a maior parcela dos que dispõem de veículo próprio ou dos pais
encontra-se entre os graduandos que estudaram nas particulares e a menor, entre os das municipais.
Tabela 6
Meio de Transporte mais Utilizado pelos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência
Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Carro ou
motocicleta
próprios
20,0
20,5
22,6
20,4
33,7
14,5
16,9
11,5
25,9
22,4
Carro dos pais
9,3
11,2
10,4
8,6
16.6
8,4
7,0
5,7
11,8
10,5
Carona
2,8
4,9
4,4
5,3
2,1
10,0
6,6
4,4
4,5
Coletivos
68,0
58,8
54,6
54,9
43,2
68,8
52,5
60,7
51,0
55,0
Outro
2,7
4,6
6,5
10,8
1,2
4,4
13,3
15,6
6,0
6,6
SI
-
2,2
0,9
1,0
-
1,9
0,3
-
1,0
1,1
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Tabela 7
Tipo de Bolsa de Estudos Utilizada pelos Graduandos para o Custeio do Curso de Jornalismo,
segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
o tiveram
bolsa
88,0
80,7
67,3
71,4
84,6
89,0
91,4
67,2
63,5
71,0
Crédito
Educativo
~
10,4
8,1
10,6
6,5
0,4
0,3
18,9
11,4
8,6
Bolsa
Integral
da IES
5,3
1,6
3,4
2,0
2,6
1,3
-
3,2
2,8
Bolsa
Parcial da
IES
1,3
0.8
14,5
8,3
5,3
1,1
2,7
5,7
15,0
10,9
Bolsa de
entidades
externas
4,0
4,4
5,4
6,7
3,6
4,7
3,3
7,4
5,7
5,3
SI
1,3
2,2
1,4
1,0
2,2
1,0
0,8
1,2
1,4
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
A maior parte dos graduandos em Jornalismo estudou o curso médio em escolas particulares. A exceção
cabe ao que estavam concluindo o curso no Norte e nas IES estaduais e municipais. Nestas últimas, cerca de
metade estudou totalmente ou quase totalmente em escolas públicas. Entre as IES, destacam-se as federais
como as que mais agregam graduandos que estudaram o ensino médio em escolas particulares, seguindo-se as
IES privadas.
Estes dadoso de grande importância para a correção de suposições, comuns até o passado recente,
de que as IES públicas agregariam maior percentual de estudantes provenientes do ensino médio privado, caben-
do às particulares absorver os estudantes provenientes do ensino médio público. Na realidade, os graduandos
provenientes do ensino médio público, no todo ou em parte, limitam-se a cerca de 1/3 do total nos cursos,
enquanto os que estudaram em escolas médias particulares correspondem a cerca de metade dos cursos de
Jornalismo em todo o Brasil. As variações existentes obedecem ao recorte regional eo propriamente à clivagem
público/privado.
Tabela 8
Tipo de Escola na qual os Graduandos cursaram o Ensino Médio, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Todo
público
40,0
21,7
33,8
32,0
29,0
26,6
38,5
36,1
32,3
31,8
Todo
privado
42,7
60,2
48,3
44,1
49,7
56,4
41,9
36,9
48,6
49,2
Mais
público
4,0
5,8
6,8
9,3
8,9
6,2
11,3
13,1
6,6
7,1
Mais
privado
6,7
6,0
5,8
8,8
9,5
6,6
5,0
7,4
6,6
6,5
Metade público,
metade privado
5,3
3,6
4,1
5,1
3,0
2,1
2,0
6,6
4,9
4,2
SI
1,3
2,8
1,2
0,8
-
2,2
1.3
~
1,1
1,3
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Parcelas de graduandos, variáveis entre cerca de 3/5 no Norte, e um pouco mais de 3/4 no Nordeste e nas
IES federais e estaduais, fizeram cursos médios regulares. Destaca-se, no Norte, o maior percentual de graduandos
provenientes de cursos técnicos.o pouco expressivos os percentuais que fizeram cursos médios de magisté-
rio ou que estudaram em cursos supletivos.
Tabela 9
Tipo de Curso Médio concluído pelos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência
Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Regular
58,7
75,5
72,2
70,2
71,6
77,8
76,4
69,7
70,0
72,0
Técnico
24,0
14,1
15,3
12,8
14,2
14,1
12,6
13,9
15,4
14,9
Magistério
9,3
4,6
6,2
6,4
8,3
4,0
7,0
5,7
6,8
6,2
Supletivo
2,7
1,4
3,9
6,7
3,0
1,0
2,0
5,7
4,9
3,9
Outro
2,7
1,8
1,0
2,7
2,4
1,0
1,0
4,1
1,6
1,5
SI
2,7
2,6
1,4
1,2
0,6
2,2
1,0
0,8
1,4
1,5
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Um pouco mais de 1/5 dos graduandos em Jornalismo, no Brasil como um todo, dedicou exclusivamente a
estudar,o realizando trabalho remunerado durante o curso. Esses percentuais, entretanto, apresentam grandes
variações. No Norte, foi menor o percentual que se dedicou somente aos estudos. Foi também no Norte e nas IES
federais que maior parcela cumpriu jornadas parciais de trabalho de mais de vinte e menos de quarenta horas
semanais. No Nordeste e no Sul e nas IES estaduais , registraram-se as maiores proporções de graduandos que
exerceram atividades remuneradas eventuais, sem vínculo empregatício. Finalmente, no Sudeste e nas IES munici-
pais, observam-se os maiores índices de graduandos que cumpriram jornadas semanais integrais de trabalho.
Tabela 10
Carga Horária Semanal de Trabalho Remunerado dos Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
o
trabalharam
6,7
11,6
12,6
12,3
10,7
9,5
22,6
13,1
11,7
22,2
Trabalho
eventual,
sem
vínculo
8,0
21,3
15,9
20,4
17,2
18,8
25,3
13,1
16,0
17,2
Trabalharam
até 20 horas
22,7
21,1
10,4
15,2
18,9
27,3
15,3
8,2
9,2
13,3
Trabalharam
mais de 20 e
menos de 40
horas
42,7
30,9
27,8
27,6
30,8
33,3
19,9
20,5
28,7
28,7
Trabalharam
em tempo
integral
20,0
13,4
32,1
23,6
22,5
9,6
16,3
41,8
33,2
27,5
SI
-
1,8
1,2
1,0
1,6
0,7
3,3
1,0
1,2
Total
(N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Embora as maiores parcelas tenham estudado entre uma e cinco horas semanais, também o tempo
destinado aos estudos fora de sala de aula apresentou variações. Os que menos freqüentemente se restringiram
a assistir às aulas foram os graduandos do Nordeste e das IES federais e estaduais. Os graduandos do Sudeste
foram os que informaram dedicar menos tempo aos estudos fora de sala de aula. talvez por serem os que mais
freqüentemente trabalham em horário integral. Os que informaram dedicar mais tempo aos estudos foram os
graduandos do Sul e das IES estaduais.
Tabela 11
Número Médio de Horas Semanais dedicadas ao Estudo fora de Sala de Aula pelos Graduandos
segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhuma, só
assistem às aulas
13,3
6,2
13,4
10,4
11,2
9,3
6,6
13,1
13,1
11,8
Uma a
duas
33,3
33,7
37,6
32,7
33,7
30,8
27,2
31,2
38,7
36,0
Três a
cinco
37,3
38,7
32,8
35,2
33,7
38,5
36,2
32,8
32,7
34,1
Seis a
oito
9,3
11,8
7,8
11,8
13,6
11,2
11,3
11,5
8,4
9,3
Mais de
oito
6,7
7,8
7,3
8,8
7,7
8,5
17,3
10,7
6,1
7,6
SI
~
2,0
1,1
1,2
~
1,6
1,3
0,8
1,0
1,2
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
De um modo geral, a escolaridade paterna e materna dos graduandos em Jornalismo é pouco elevada, já
que em nenhuma das regiões ou das dependências administrativas chega à metade o percentual cujos pais e/ou
mães possuem diploma superior. Embora sejam baixos os índices de pais e mães completamente sem escola-
ridade, chegam próximo a 1/4 os que se limitaram ao ensino fundamental incompleto, sendo mais numerosos
nas IES municipais.
O percentual de mães com escolaridade média, no Brasil como um todo, é um pouco maior que o percentual
de pais com o mesmo nível, mas esta relação se inverte quando se trata da educação superior As proporções de
pais com educação superior variam do mínimo no Norte e nas IES municipais, ao máximo no Centro-Oeste e nas
IES federais. Já os percentuais de mães com educação superior variam do mínimo no Norte e nas IES munici-
pais ao máximo no Sul e nas IES federais.
Esses valores sugerem a generalidade de um processo de ascensão educacional intergeracional, observado
também em outros cursos, que se traduz na razão entre filhos graduados pela média de pais e mães não-gradua-
dos. Esse processo é menos acentuado ondeo mais elevados os índices de escolaridade paterna e materna dos
graduandos: regiões Centro-Oeste e Sul e IES federais. E é mais intenso ondeo mais baixos os índices de
escolaridade paterna e materna, que, por sua vez, registram-se entre os graduandos do Norte e das IES municipais.
Tabela 12
Escolaridade dos Pais dos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das
Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhuma
4,0
4,0
2,3
1,2
1,8
2,7
3,3
3,3
2,1
2,3
Ensino
Fundamental
Incompleto
21,3
25,5
23,9
23,9
26,0
21,2
28,6
36,1
23,9
24,2
Ensino
Fundamental
Completo (*)
14,7
11,0
11,4
10,1
10,7
9,2
15,0
13,1
11,2
11,2
Ensino
Médio
Completo
30,7
23,9
21,5
23,4
17,2
23,2
19,3
20,5
22,2
22,1
Superior
28,0
33,3
39,7
39,6
44,4
41,2
32,9
25,4
39,4
38,8
SI
1,3
2,4
1,3
1,9
-
2,5
1,0
1,6
1,2
1,5
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
(*) 8 série.
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Tabela 13
Escolaridade das Mães dos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das
Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhuma
4,0
2,4
3,0
1,5
2,4
2,1
2,7
-
3,0
2,7
Ensino Ensino
Fundamental
Incompleto
26,7
25,1
24,7
20,5
26,6
20,3
32,9
33,6
23,9
24,2
Fundamental
Completo (*)
17,3
11,4
14,2
11,6
8,3
11,8
14,0
11,5
13,6
13,2
Ensino
Médio
Completo
28,0
28,5
28,5
31,0
30,2
30,7
22,6
35,3
28,9
29,0
Superior
22,7
30,9
28,5
34,5
32,5
33,4
27,6
19,7
29,6
29,9
SI
1,3
1,8
1,1
0,8
1,8
0,3
~
1,1
1,1
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
(*) 8ª série.
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Com exceção do Nordeste, a maioria dos graduandos em Jornalismo possui microcomputador em casa.
Os percentuais mais elevadoso observados no Sul e nas IES privadas. A maioria dos graduandos serve-se
desse tipo de equipamento para finalidades múltiplas, especialmente os que estudaram no Sudeste e Sul e nas
IES federais e privadas.
Conforme mostra a Tabela 15, destaca-se, no Nordeste, parcela relativamente numerosa queo usa
microcomputadores. No Centro-Oeste e nas IES estaduais e municipais, registram-se expressivas proporções
que utilizam os microcomputadores estritamente para trabalhos escolares. É possível que estas parcelas
correspondam, ao menos em parte, aos graduandos queo possuem esse tipo de equipamento em casa, o que
torna mais importante o papel das IES na sua disponibilização e na capacitação desses graduandos para o uso
desse recurso tecnológico essencial à vida contemporânea.
Tabela 14
Disponibilidade de Microcomputador em Ambiente Doméstico entre os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Sim
56,0
49,0
65,6
67,9
63,9
61,2
57,5
53,3
65,3
63,5
o
44,0
48,0
32,8
30,3
35,5
35.6
41,2
45,1
33,3
34,8
SI
-
3,0
1,6
1,9
0,6
3,2
1,3
1,6
1,4
1,7
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Tabela 15
Finalidades da Utilização de Microcomputadores entre os Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões /
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
o
usam
5,3
10,4
3,0
2,9
4,7
4,5
9,6
4,1
3,3
4,1
Entreteni-
mento
2,7
0,8
0,1
0,6
0,2
0,2
Trabalhos
Escolares
10,7
15,1
18,6
18,5
23,1
13,2
23,6
25,4
18,6
18,2
Trabalhos
Profissionais
14,7
12,6
5,0
4,0
5,3
8,4
6,6
4,1
5,5
6,1
Entretenimento
e Trabalhos
Escolares e
Profissionais
66,7
57,2
71,8
73,6
65,7
71,4
56,2
64,8
71,1
69,7
SI
4,0
1,5
1,0
1,2
2,1
4,0
1,6
1,3
1,7
Total
(N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Todavia, as IES parecem ter tido pouca participação neste sentido. A maior parte dos graduandos em
Jornalismo, em todas as regiões e tipos de IES, aprendeu por si só a operar os microcomputadores. A segunda
maior parcela desenvolveu essa habilidade em cursos especializados, destacando-se os graduandos do Nordes-
te e do Centro-Oeste. Finalmente, em terceiro lugarm os que aprenderam no trabalho, entre os quais o maior
percentual ocorreu no Norte.
Tabela 16
Forma de Aprendizado de Operação de Microcomputadores entre os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Aprenderam
sozinhos
32,4
34,2
44,3
46,8
32,1
41,5
55,0
44,4
41,6
42,6
Usaram
bibliografia
especializada
4,2
2,8
1,1
1,8
2,5
2,5
1,9
0,9
1,3
1,6
Aprenderam
na instituição
de Ensino
Superior
4,2
7,4
11,1
22,9
11,3
11,6
11,5
8,7
13,0
12,4
Aprenderam
no trabalho
39,9
23,7
19,3
15,6
25,8
20,5
11,5
22,6
20,5
19.9
Fizeram cursos
especializados
19,7
31,6
23,9
12,6
27,7
23,8
19,2
23,5
23,3
23,1
SI
0,2
0,4
0,4
0,6
0,2
0,8
0,4
0,4
Total
(N)
71
430
2.242
571
159
682
260
115
2.416
3.473
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Talvez, em conseqüência do caráter assistemático do seu aprendizado, a maioria dos graduandos em
Jornalismo limita-se, entre os recursos da microinformática, ao uso de processadores de texto. Os que mais
freqüentemente informaram usar aplicativos diversos foram os que estudaram no Sul e Sudeste e nas IES
privadas e federais.
Tabela 17
Programas de Microcomputador mais Utilizados pelos Graduandos, segundo as Regiões e
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Processadores de
Texto
63,4
58,8
52,8
52,4
59,8
59,4
59,2
60,9
51,6
54,0
Processadores de
Texto e Planilhas
Eletrônicas
11,3
8,8
12,9
11,0
10,7
10,1
12,7
6,1
12,6
11,9
Processadores de
Texto, Planilhas
Eletrônicas e Banco
de Dados
9,9
8,6
12,6
9,1
11,3
8,5
8,1
11,3
12,6
11,4
Processadores de
Texto, Planilhas
Eletrônicas, Banco
de Dados e
Programas de
Apresentação
9,9
18,4
15,2
14,9
13,2
14,8
11,9
12,2
16,0
15,4
Todos os anteriores,
além de programas
pessoais e
programas
específicos do curso
5,6
4,0
5,9
11,7
4,4
6,7
7,3
7,8
6,3
6,5
SI
~
1,4
0,7
0,9
0,6
0,4
0,8
1,7
0,8
0,8
Total (N)
71
430
2.242
571
159
682
260
115
2.416
3.473
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Menos de 1/5 desses graduandos, no Brasil como um todo, informouo ter tido oportunidade de acessar
a Internet, destacando-se o maior percentual no Nordeste. Parcelas aproximadamente equivalentes dos que
acessam a rede, usam equipamento disponível na IES, no local de trabalho ou em sua própria residência, medi-
ante assinatura paga. Os que mais usaram equipamento da IES foram os graduandos do Sul e das IES munici-
pais. Já os que estavam concluindo o curso nas federais, no Norte e no Centro-Oeste usaram principalmente o
equipamento do local de trabalho.
Tabela 18
Equipamento de Acesso à Internet usado pelos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência
Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões /
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Disponível
na IES
5,6
14,2
23,2
41,3
18,2
24,2
40,0
47,0
21,9
24,5
Residencial,
mediante
assinatura
paga
22,5
22,8
24,8
24,7
27,7
24,8
16,2
15,7
25,9
24,6
Disponível
no trabalho
36,6
24,9
21,7
16,8
27,7
28,6
14,2
11,3
21,3
21,9
Disponível
em outro
local
16,9
13,5
9,6
6,0
7,6
9,7
11,5
6,1
9,4
9,5
o teve
oportunidade
de acessar a
Internet
18,3
24,2
19,8
10,7
18,2
12,0
17,3
19,1
20,8
18,7
SI
0,5
0,9
0,5
0,6
0,7
0,8
0,9
0,8
0,8
Total
(N)
71
430
2.242
571
159
682
260
115
2.416
3.473
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Embora sejam estudantes de Jornalismo, parcelas significativas desses graduandosom no jornal o
seu principal meio de informação. Os que usam o jornal como principal meio de informaçãoo mais freqüentes
no Sudeste e no Norte e nas IES privadas. No Nordeste, registram-se percentuais equivalentes dos que lêem
jornal e assistem à televisão para se informar e nas IES municipais predominam os que usam a TV como principal
meio de informação. Apesar de serem numerosos os que acessam a Internet, percentuais pouco significativos
usam a rede como principal meio de informação.
Tabela 19
Meio de Informação mais utilizado pelos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência
Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/ Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Jornal
54,7
40,0
55,3
47,1
44,4
47,8
48,8
36,9
53,5
51,4
Revistas
8,0
13,4
8,6
8,8
10,7
12,3
12,3
13,1
8,0
9,4
Televisão
32,0
39,8
26,3
32,3
34,9
33,0
31,2
41,6
27,9
29,7
Rádio
1,3
1,8
5,3
5,7
5,3
1,4
3,7
4,1
6,0
4,8
Internet
2,7
2,6
2,4
4,0
4,1
3,2
2,3
1,6
2,8
2,7
SI
1,3
2,4
2,1
2,0
0,6
2,3
1,7
2,5
1,9
2,0
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
A média de livros não-escolares lidos por ano é bastante elevada entre esses estudantes. No Brasil como
um todo, quase 30,0% afirmaram ter lido por ano seis ou mais livros não-escolares, enquanto que quase 1/4
afirmou ter lido de quatro a cinco desses livros por ano durante o curso. Os que leram seis ou mais livros não-
escolares por ano durante o curso foram mais numerosos no Sul e nas IES federais e estaduais. Os graduandos
do Sudeste e das IES municipais e privadas foram os que mais freqüentemente leram apenas um livro não-
escolarporano.
Tabela 20
Média Anual de Livros Não-Escolares lidos durante o Curso pelos Graduandos, segundo as Regiões e
a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhum
1,3
0,8
2,9
1,9
3,6
1,0
1,7
2,5
3,0
2,5
Um
8,0
9,2
10,1
7,9
5,3
5,9
6,0
13,9
10,5
9,3
Dois a
Três
36,0
35,5
35,9
28,5
36,7
31,2
27,9
28,7
36,8
34,7
Quatro a
Cinco
22,7
23,5
23,9
21,2
19,5
21,6
24,6
25,4
23,4
23,2
Seis ou
mais
32,0
29,1
26,0
39,4
34,3
38,5
38,5
29,5
25,2
29,1
SI
2,0
1,2
1,2
0,6
1,8
1,3
1,1
1,2
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
A sua capacidade de comunicação em língua estrangeira deixa a desejar. Pouco mais de 2/5 desses
graduandos, no Brasil como um todo,o capazes de compreender e de se expressar de forma oral e escrita em
língua inglesa, independentemente da sua fluência.o mais freqüentes no Sudeste, Sul e Centro-Oeste e nas
IES federais. Os que sóo capazes de leitura ou de leitura e escrita correspondem a cerca de 30,0%, sendo
mais freqüentes no Nordeste. Os que afirmaram ter conhecimento nuloo mais numerosos no Norte e nas IES
municipais.
Tabela 21
Auto-avaliação do Conhecimento de Língua Inglesa pelos Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nulo
33,3
28,5
21,0
26,3
29,6
16,3
21,6
28,7
25,6
23,5
Só
lêem
24,0
26,5
23,4
21,2
21,3
23,6
23,9
25,4
23,2
23,4
Lêem e
escrevem, mas
o falam
5,3
10,0
7,3
9,1
7,1
8,5
9,3
9,8
7,4
7,9
Lêem, escrevem
e falam
razoavelmente
26,7
22,7
27,1
24,9
25,4
30,3
24,3
28,7
25,0
26,1
Lêem,
escrevem e
falam bem
8,0
10,2
19,8
17,3
16,0
19,0
19,9
6,6
17,5
17,7
SI
2,7
2,7
1,5
1,2
0,6
2,3
1,0
0,8
1,3
1,5
Total
(N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
O conhecimento de língua espanhola, entretanto, mostra-se muito deficiente, a despeito do tronco lingüístico
comum e da vizinhança dos países latino-americanos de língua espanhola. Os dados da Tabela 22 mostram que
4/5 dos graduandos em Jornalismo, no Brasil como um todo, afirmam ser nulo o seu conhecimento de espanhol
ou só se mostram capazes de ler, maso de escrever e falar essa língua Os maiores percentuais de graduandos
cujo conhecimento de espanhol é descrito como nuloo observados no Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste e
nas IES municipais e particulares.
Tabela 22
Auto-Avaliação do Conhecimento de Língua Espanhola pelos Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nulo
32,0
49,6
41.1
26,4
43,2
31,9
33,3
43,4
42,7
39,8
Só lêem
52,0
36,3
40,2
47,0
35,5
44,0
46,8
36,9
39,4
40,8
Lêem e
escrevem,
maso falam
2,7
2,0
2,1
3,5
3,0
3,4
2,7
3,3
2,0
2,4
Lêem, escrevem
e falam
razoavelmente
9,3
7,2
9,6
16,7
13,6
13,3
10,6
13,9
9,6
10,6
Lêem,
escrevem e
falam bem
4,0
3,2
5,8
5,1
4,7
5,8
5,3
1,6
5,3
5,3
SI
1,8
1,2
1,4
1,6
1,0
0,8
1,1
1,2
Total
(N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
A capacidade de comunicação em outras línguas estrangeiras modernas também é bastante restrita. Mais
de 3/5 simplesmenteo possuem esta capacidade. Cerca de 1/5 é capaz de se comunicar em italiano, sendo
mais numerosos no Sul e Sudeste e nas IES municipais. Os queo capazes de se comunicar em francêso
mais freqüentes no Centro-Oeste e nas IES federais.
Tabela 23
Língua Estrangeira na qual é melhor da Capacidade de Comunicação dos Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Francês
17,3
14,7
14,1
11,1
19,5
19,9
15,3
4,9
12,6
14,0
Alemão
6,7
1,8
1,8
5,7
1,8
3,7
4,0
0,8
2,1
2,5
Italiano
10,7
13,4
20,1
24,2
13,6
15,5
13,6
23,0
21,0
19,3
Japonês
2,7
0,6
1,3
1,5
-
0,8
3,7
~
1,1
1,2
Nenhuma
dessas
61,3
67,3
61,5
56,2
63,9
58,1
62,1
69,7
62,1
61,6
SI
1,3
2,2
1,3
1,2
1,2
2,1
1,3
1,6
1,2
1,4
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Os graduandos de Jornalismo pouco se dedicaram a quaisquer das atividades extraclasses oferecidas
pela instituição onde estudavam. Entre os que o fizeram,o expressivos no Norte e nas IES federais os que
estudaram língua estrangeira; no Sul os que estudaram lingua estrangeira e praticaram esportes; e nas IES
estaduais os que desenvolveram atividades artísticas e praticaram esportes.
Tabela 24
Atividade Extraclasse oferecida pela Instituição mais Desenvolvida pelos Graduandos durante o
Curso de Jornalismo, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhuma
61,3
64,9
72,0
61,1
66,9
54,7
52,2
74,6
74,6
68,6
Língua
Estrangeira
20,0
8,6
6,1
14,5
8,9
16,0
8,3
7,4
6,0
8,2
Atividades
Artísticas
9,3
10,4
7,5
5,9
5,9
9,0
12,3
9,0
6,6
7,6
Atividades
Desportivas
2,7
7,6
7,1
10,6
10,1
9,3
16,3
4,1
6,5
7,8
Várias
5,3
6,2
5,8
6,1
8,3
8,6
10,0
2,5
5,0
6,0
SI
1,3
2,4
1.4
1,9
2,3
1,0
2,5
1,3
1.5
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Independentemente do contexto, foram relativamente poucos os que desenvolveram outras atividades si-
multaneamente ao curso. Os que se ocuparam com atividades artísticas preferiram a música especialmente
no Centro-Oeste e nas IES federais - e o teatro - notadamente no Sudeste e Nordeste e nas IES privadas.
Tabela 25
Atividades Artísticas desenvolvidas pelos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência
Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Teatro
9,3
12,4
13,6
10,3
7,1
10,1
11,3
10,7
13,4
12,5
Artes
Plásticas
2,7
5,0
3,9
5,1
4,1
4,5
6,0
3,3
4,0
4,2
Música
14,7
13,6
13,8
14,3
17,2
18,1
15,3
15,6
12,6
14,0
Dança
6,7
7,6
8,6
7,4
8,3
6,2
7,3
7,4
9,0
8,2
Nenhuma
64,0
58,6
58,0
61,3
63,3
58,8
58,1
60,7
59,1
59,0
SI
2,7
3,0
2,1
1,7
2,3
2,0
2,5
2,0
2,1
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Os que se dedicaram aos esportes preferiram as atividades físicas individuais, observando-se os percentuais
mais expressivos no Centro-Oeste e nas IES federais. Entre as modalidades coletivas, apenas o futebol apresen-
tou percentuais expressivos. Chama a atenção a parcela comparativamente baixa de graduandos das IES muni-
cipais que praticaram atividades físicas/desportivas.
Tabela 26
Atividades Físicas/Desportivas desenvolvidas pelos Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Atividades
Físicas
Individuais
42,7
42,2
42,6
44,4
49,1
48,9
41,5
30,3
42,3
43.2
Futebol
8,0
9,8
11,3
12,5
11,2
12,5
12,0
6,6
11,0
11,2
Voleibol
1,3
2,2
2,2
3,9
0,6
1,4
2,3
2,5
2,7
2,4
Outro
esporte
coletivo
13,3
8,2
6,6
6,2
8,9
9,2
8,0
7,4
6,2
7,0
Nenhuma
33,3
35,3
35,9
32,0
30,2
26,0
34,9
53,3
36,5
34,8
SI
1,3
2,4
1,5
1,0
--
2,1
1,3
--
1,3
1,4
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
2. Características das Instituições e dos Cursos
O exame das características das instituições e dos cursos destina-se a esclarecer que atividades foram
propostas, como foram desenvolvidas, qual o grau de participação dos alunos, de maneira a proporcionar uma
imagem de como transcorreu o processo de formação dos graduandos.
O primeiro dado a ser explorado é a distribuição dos graduandos segundo a dependência administrativa
das instituições. O conjunto dos graduandos em Jornalismo que responderam ao questionário socioeconômico
do ENC/98 era formado por 19,8% provenientes das IES federais, 8,1% que estudaram nas estaduais, 3,3% nas
municipais e 68,8% que realizaram o curso nas IES particulares.
O número médio de alunos por turma nas aulas teóricas, segundo a maior parte dos graduandos, foi de até
30. A segunda maior parcela indica turmas de 31 a 50 alunos. No Sudeste e nas IES privadas, as turmas
pequenas, com até 30 alunos foram menos freqüentes e, por outro lado, foram expressivos os registros de turmas
com mais de 50 alunos.
Tabela 27
Número Médio de Alunos por Turma nas Aulas Teóricas, conforme os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Até 30
49,3
55,4
34,2
56,9
48,5
62,2
56,2
63,1
33,0
41,7
De 31 a 50
36,0
32,3
42,0
34,5
43,2
31,4
41,9
35,3
41,6
39,4
De 51 a 70
10,7
10,0
16,7
6,7
7,7
4,0
1,0
0,8
18,6
13,7
De 71 a 100
1,3
0,4
5,2
0,5
0,6
0,4
-
~
5,0
3,5
Mais de 100
1,3
0,0
0,6
0,2
-
0,3
-
--
0,5
0,4
SI
1,3
2,0
1,3
1,2
-
1,8
1,0
0,8
1,3
1,3
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Fazendo reportagens, redigindo textos, realizando ilustração fotográfica ou planejamento gráfico, sob a
supervisão de professores do curso, a maior parte dos graduandos participou de três a cinco jornais-laboratórios
durante o curso, especialmente no Sul e no Sudeste e nas IES municipais. Asegunda maior proporção corresponde
aos que participaram de um a dois jornais-laboratório, cuja maior freqüência ocorreu no Nordeste. Destacam-se
no Norte os maiores índices de graduandos queo participaram de nenhum jornal-laboratório e no Centro-Oeste
os que participaram de seis ou mais dessas experiências.
Tabela 28
Número de Jornais-laboratório dos quais participaram os Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhum
29,3
14,3
7,9
1,7
9,5
9,6
16,3
7,3
8,3
Um
12,0
31,7
17,5
10,6
18,3
25,3
10,6
4,1
17,8
18,3
Um a dois
22,7
26,5
21,9
23,4
13,6
23,3
13,0
22,1
23,3
22,4
Três a cinco
17,3
20,1
32,8
36,9
27,8
26,7
33,6
45,9
31,5
31,2
Seis ou mais
12,0
4,8
18,2
25,6
29,6
12,1
24,6
27,1
18,4
18,0
SI
6,7
2,6
1,7
1,9
1,2
3,0
2,0
0,8
1,7
1,9
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Percentuais mais elevados, no Brasil como um todo, correspondem aos que participaram da produção de
mais de três produtos jornalísticos audiovisuais preparando roteiros, ou como repórteres, editores ou redatores,
supervisionados por professores do curso. Quase 1/3 se envolveu com a produção de três a cinco produtos desse
tipo, especialmente no Centro-Oeste. Parcela um pouco mais elevada agrega os que participaram de seis ou
mais produtos jornalísticos audiovisuais, sendo mais numerosos no Sul e no Sudeste e nas IES municipais. Os
que mais mencionaram ter tido uma única dessas experiências foram os graduandos do Norte e das IES federais.
Tabela 29
Número de Produtos Jornalísticos Audiovisuais dos quais participaram os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhum
6,7
6,6
4,5
2,5
3,0
6,4
6,0
1,6
3,8
4,5
Um U
18,7
10,6
9,4
2,4
8,3
13,6
8,6
3,3
7,4
8,6
m a dois
25,3
23,7
18,8
9,9
24,3
22,1
22,3
17,2
17,0
18,4
Três a cinco
30,7
30,3
32,0
29,8
45,0
27,3
30,2
31,2
33,6
32,0
Seis ou mais
12,0
26,7
33,5
52,7
19,5
28,0
30,6
45,9
36,4
34,6
SI
6,7
2,2
1,8
2,7
-
2,7
2,3
0,8
1,8
2.0
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Incomparavelmente menos freqüentes foram as oportunidades propiciadas pelo curso de participar na
criação ou elaboração de produtos jornalísticos veiculados na Internet ou em CD-rom. Percentuais expressivos
o observados apenas entre os graduandos do Sudeste e das IES federais e particulares.
Tabela 30
Número de Experiências de Criação ou Elaboração de Produtos Jornalísticos em Mídia Eletrônica
das quais participaram os Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das
Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhuma
84,0
81,1
72,3
82,3
85,2
77,0
84,7
88,5
74,0
76,0
Uma
2,7
8,6
16,8
9,1
9,5
11,2
8,0
3,3
15,8
13,8
Uma a duas
5,3
3,6
5,3
3,0
2,4
4,5
3,0
2,5
4,9
4,6
Três a cinco
2,4
2,2
2,0
1,2
2,5
0,7
4,1
2,1
2,1
Seis ou mais
1,3
1,4
1,7
1,5
1,2
1,8
0,7
1,7
1,6
SI
6,7
3,0
1,6
2,0
0,6
3,0
2,7
1,6
1,5
1,9
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
É possível que a distribuição das experiências acima mencionadas componha o pano de fundo para a
avaliação da oferta de aulas práticas pelos graduandos de Jornalismo. Quase metade deles, no Brasil como um
todo, sustentou que as aulas práticaso oferecidas, masoo suficientes. Os percentuais mais elevados
o registrados no Centro-Oeste e nas IES municipais. Chamam a atenção as elevadas proporções de graduandos
do Norte, Nordeste e das IES federais que afirmam que, embora necessárias, essas aulaso foram oferecidas
e os que informam que as aulas práticas raramente foram oferecidas. Os graduandos do Sul e das IES estaduais
e particulares foram os que mais freqüentemente consideraram que as aulas práticas foram oferecidas com a
freqüência exigida pelo currículo do curso.
Tabela 31
Oferta de Aulas Práticas, conforme os Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência
Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
oo
necessárias
ao curso
_
0,6
1,0
0,5
~
0,8
1,0
~
0,8
0,8
o
necessárias
masoo
oferecidas
4,0
6,2
3,5
1,9
2,4
3,8
3,0
4,1
3,5
3,6
Raramente
o
oferecidas
40,0
26,7
17,4
9,4
15,4
21,5
18,6
17,2
16,6
17,8
o
oferecidas
masoo
suficientes
42,7
50,8
47,6
50,5
59,8
52,3
45,5
61,5
47,8
49,0
o
oferecidas
na freqüência
exigida
9,3
13,8
28,5
36,5
20,7
18,8
30,9
16,4
29,5
27,1
SI
4,0
2,0
2,0
1,2
1,8
2,7
1,0
0,8
1,8
1,9
Total
(N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Quase 2/3 desses graduandos no Brasil como um todo tiveram aulas sobre técnicas de redação de textos
opinativos durante um semestre. Os percentuais correspondentes foram mais elevados no Sul e Sudeste e nas
IES estaduais. Nas municipais, observa-se o maior percentual dos que só tiveram essas aulas durante dois a três
meses e no Nordeste e nas IES federais ocorrem as maiores proporções dos queo tiveram aulas sobre o
assunto.
Tabela 32
Oferta de Aulas, pela IES, sobre Técnicas de Redação de Textos Opinativos, conforme os
Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
o
ofereceu
12,0
13,6
10,7
7,9
10,7
13,2
10,6
6,6
10,2
10,7
Ums
5,3
7,4
6,4
6,4
14,2
7,3
3,0
11,5
7,0
6,9
Dois a três
meses
9,3
10,8
11,0
10,8
15,4
9,7
10,0
16,4
11,4
11,1
Quatro a
cinco meses
8,0
5,0
5,5
6,4
3,6
4,4
3,3
7,4
6,1
5,6
Um
semestre
57,3
60,0
64,3
65,8
55,6
61,6
70,4
54,9
63,5
63,4
SI
8,0
3,4
2,0
2,7
0,6
3,8
2,7
3,3
1,9
2,4
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Forarn menos numerosos os que tiveram aulas sobre técnicas de redação de textos interpretativos com a
duração de um semestre. Também nesse caso, os maiores percentuais foram registrados no Sul e no Sudeste e
nas IES estaduais. No Norte e Nordeste e nas IES federais e privadas ocorrem as maiores parcelas dos queo
tiveram aulas sobre o assunto.
Tabela 33
Oferta de Aulas, pela IES, sobre Técnicas de Redação de Textos Interpretativos, conforme os
Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
o
ofereceu
24,0
23,5
15,4
11,1
21,9
19,3
10,3
8,2
16,5
16,3
Ums
2,7
7,4
7,7
6,9
12,4
8,0
4,7
4,9
8,1
7,7
Dois a três
meses
16,0
10,8
13,0
11,5
11,2
10,3
11,6
15,6
13,0
12,4
Quatro a
cinco meses
5,3
6,4
5,9
6,6
5,3
4,0
3,7
4,1
7,0
6,1
Um
semestre
44,0
49,2
55,1
60,9
46,8
54,8
66,8
61,5
52,8
54,6
SI
8,0
2,8
2,9
3,0
2,4
3,7
3,0
5,7
2,7
3,0
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
No Brasil como um todo, a maioria dos graduandos informa que o Estágio Curricular Supervisionadoo
lhes foi oferecido. Os índices mais elevados foram registrados no Sudeste e Nordeste e nas IES municipais e
estaduais. Entre os graduandos aos quais foi oferecido o estágio, registra-se, no Centro-Oeste, cerca de 1/3 que
afirma que a duração dessa atividade foi de 200 a 299 horas.
Tabela 34
Oferta do Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório, conforme os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
o é
oferecido
74,7
81,5
84,6
65,3
54,4
80,7
88,4
92,6
77,4
79,5
Menos de
200 horas
4,0
4,2
4,1
18,2
3,6
3,4
4,0
1,6
7,7
6,3
Entre 200 e
299 horas
8,0
5,2
3,5
5,9
34,3
4,9
2,0
0,8
6,4
5,6
Entre 300 e
399 horas
~
2,0
1,6
2,9
3,6
2,7
~
0,8
2,0
1,9
Mais de
400 horas
5,3
1,6
2,2
1,9
1,8
2,7
1,0
0,8
2,1
2,1
SI
8,0
5,6
4,1
5,9
2,4
5,5
4,7
3,3
4,4
4,9
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Os que realizaram Estágio ou tiveram a oportunidade de algum tipo de exercício profissional continuado
durante o curso, na maior parte das vezes o fizeram em veículos de comunicação, especialmente no Norte. Os
graduandos do Centro-Oeste e das IES municipais foram os que mais mencionaram a realização dessas ativida-
des na própria IES. Os do Nordeste e das federais foram que mais se referiram às assessorias de imprensa como
o espaço institucional dessas experiências.
Tabela 35
Formas de Realização do Estágio ou de Exercício Profissional Continuado pelos Graduandos,
segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Na
própria
IES
9,3
10,0
18,5
17,3
22,5
12,2
20,9
22,1
17,9
17,2
Em
assessoria
de imprensa
12,0
22,5
13,9
16,8
11,8
19,2
10,0
10,7
15,2
15,4
Em veículos
de
Comunicação
53,3
40,0
41,4
40,1
43,8
43,2
40,5
36,9
41,1
41,4
Em empresa
prestadora de
serviços de
comunicação
5,2
3,5
4,4
3,6
5,2
2,7
4,1
3,5
3,8
Como
freelancer
6,7
11,6
11,3
10,3
5,9
8,2
10,6
9,8
11,7
10,8
SI
18,7
10,8
11,4
11,1
12,4
12,1
15,3
16,4
10,6
11,5
Total
(N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Quase metade dos graduandos, no Brasil como um todo,o desenvolveu qualquer atividade acadêmica
não-obrigatória. Os que o fizeram, na maior parte das vezes, atuaram em projetos de pesquisa conduzidos por
professores ou em atividades de extensão promovidas pela própria instituição. No primeiro caso, os percentuais
mais expressivoso registrados entre os graduandos do Centro-Oeste e Sudeste e das IES municipais e
federais. Já nas atividades de extensão foram mais participantes os graduandos do Sul e das IES federais.
Tabela 36
Atividade Acadêmicao Obrigatória, desenvolvida por mais tempo durante o Curso, pelos
Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhuma
54,7
50,2
50,5
43,9
53,9
42,1
48,2
45,9
52,2
49,7
Iniciação
Científica ou
Tecnológica
6,7
7,4
5,7
7,4
4,1
9,5
10,6
8,2
4,6
6,2
Monitoria
5,3
3,8
5,4
8,8
3,0
6,6
5,3
3,3
5,5
5,6
Projetos de
Pesquisa
conduzidos por
professores
18,7
17,3
22,9
14,3
26,6
13,4
15,3
26,2
23,3
20,8
Extensão
promovida
pela IES
13,3
17,9
14,0
24,6
12,4
26,0
19,3
16,4
12,9
16,1
SI
1,3
3,4
1,5
1,0
--
2,5
1,3
-
1,5
1,6
Total
(N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Os queo participaram de eventos acadêmicos - cerca de 1/5 -foram mais freqüentes no Sudeste, Sul e
nas IES particulares. A maior parte dos que participaram envolveu-se em eventos promovidos pela própria IES,
destacando-se os graduandos do Norte e do Sul, das IES particulares e federais. No Nordeste, registra-se o maior
percentual dos que participaram de eventos promovidos por associações cientificas e nas IES estaduais observa-se
a maior proporção dos que compareceram às promoções de Diretórios Estudantis e Centros Acadêmicos.
Tabela 37
Instituição que promoveu a Maioria dos Eventos dos quais participaram os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
A própria
IES
48,0
31,9
49,0
48,5
38,5
46,6
39,9
41,8
46,9
46,1
Outras IES
10,7
17,1
10,2
13,6
15,4
13,0
16,0
14,8
11,1
12,0
Diretórios e
centros
acadêmicos
13,3
17,1
7,5
16,7
16,0
15,5
21,9
16,4
7,8
10,8
Associações
científicas
8,0
18,3
8,1
6,2
8,3
9,2
7,3
8,2
9,4
9,2
o
participaram
16,0
12,4
23,7
13,1
21,3
12,7
13,6
17,2
23,3
20,2
SI
4,0
3,2
1,6
1,9
0,6
3,0
1.3
1,6
1,6
1,8
Total
(N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Entre os graduandos em Jornalismo é generalizada a percepção da necessidade dos recursos de
microinformática. Além disso, quase todas as IES, segundo os graduandos, possuem microcomputadores. Com
exceção do Norte,o reduzidos os percentuais de graduandos que informam que a IESo permite aos alunos
de graduação usar esse equipamento. Entretanto, a maioria sustenta que o número de unidades colocadas à
disposição dos alunos é insuficiente e/ou o horário destinado à sua utilização é inadequado, especialmente no
Nordeste e Centro-Oeste e nas IES municipais, estaduais e federais.
Tabela 38
Acesso dos Alunos aos Microcomputadores da Instituição, conforme os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
0 Curso
o
necessita
-
0,8
0,3
0,3
0,6
0,8
0,7
-
0,3
0,4
A IES
o
possui
5,3
4,0
0,9
1,4
4,1
3,2
3,7
-
1,0
1,6
Os alunos de
graduação
om
acesso
21,3
9,8
2,6
3,0
4,7
7,1
6,6
0,8
3,1
4,1
O número é
insuficiente ou
o horário é
inadequado
57,3
75,5
59,9
52,9
78,7
74,8
74,1
76,2
55,7
61,7
o suficientes
e o acesso é
viabilizado
14,7
6,8
33,6
40,2
11,2
11,4
13,0
20,5
37,3
29,6
SI
1,3
3,2
2,7
2,2
0,6
2,7
2,0
2,5
2,6
2,6
Total
(N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
No Brasil como um todo, menos da metade dos graduandos informou usar freqüentemente a biblioteca,
sendo que no Norte o percentual correspondente reduz-se a cerca de 1/3. Nessa região observa-se a mais
elevada parcela dos que sustentam que usam pouco a biblioteca porque o horário de funcionamento é desfavorá-
vel. O mesmo motivo é apresentado por proporções significativas no Centro-Oeste e nas IES federais e munici-
pais. Vale registrar entretanto, que frações significativas afirmam que, seja por que motivo for,om necessi-
dade de usar a biblioteca. Esses percentuaiso mais elevados no Sudeste e nas IES privadas.
Tabela 39
Utilização da Biblioteca da Instituição pelos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência
Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões /
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
A IESo
possui
biblioteca
1,3
0,6
0,7
0,5
0,6
0,7
1,0
0,8
0,6
0,7
o
utilizam
biblioteca
2,7
6,0
15,5
9,9
11,2
7,8
6,0
8,2
15,4
12,9
Utilizam
pouco:
om
necessidade
30,7
27,9
33,2
21,4
27,8
27,7
25,6
16,4
32,2
30,3
Utilizam
pouco:
horário
desfavorável
26,7
9,6
7.8
7,1
13,0
11,2
7,6
14,8
7,5
8,5
Utilizam
freqüentemente
34,7
53,6
40,8
59,9
45,6
49,9
58,1
59,0
42,4
45,7
SI
4,0
2,4
2,1
1,2
1,8
2,7
1,7
0,8
1,9
2,0
Total
(N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
3. Indicadores de Qualidade
Além das características dos cursos e dos recursos e atividades oferecidos pelas instituições, menciona-
dos na seção anterior, que podem ser considerados indicadores objetivos da qualidade dos cursos, um instru-
mento de grande importânciao as apreciações subjetivas dos estudantes sobre a adequação dos recursos
disponíveis, o currículo do curso, o desempenho dos docentes, o nível de exigência do curso e outros aspectos.
Sobre o material bibliográfico mais utilizado pelos professores, a maioria dos graduandos afirma que foram
indicadas, predominantemente, cópias de capítulos e trechos de livros, destacando-se os expressivos percentuais
registrados no Nordeste e nas IES federais e estaduais. Entretanto, para 1/5 dos graduandos, predominam as
indicações de apostilas e resumos, anotações manuais e cadernos de notas como material bibliográfico. Vale
observar que os percentuais correspondenteso ainda mais elevados nas IES municipais. Os dados da Tabela
40 podem representar parte da explicação para o fato de um relevante percentual dos graduandos de Jornalismo
afirmar queo tem necessidade de usar a biblioteca.
Tabela 40
Tipo de Material Bibliográfico mais Indicado pelos Professores, conforme os Graduandos, segundo
as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Apostilas e
resumos
17,3
14,5
20,3
10,3
10,1
5,2
11,6
32,8
20,8
17,4
Livros-
texto e
manuais
10,7
10,8
15,4
21,0
18,3
11,1
10,0
8,2
18,1
15,7
Cópias da
capítulos e
trechos de
livros
62,7
68,1
55,0
62,3
59,8
78,0
75,1
51,6
51,0
58,3
Artigos de
periódicos
especializados
4,0
1.4
4,4
2,4
2,4
1,5
1,0
5,7
4,4
3,6
Anotações
manuais e
cadernos
de notas
1,3
2,0
3,0
2,5
7,1
1,4
0,3
1,6
3,8
3,0
SI
4,0
3,2
1,9
1,6
2,4
2,9
2,0
-
1,9
2,1
Total
(N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Por outro lado, é possível que a baixa disseminação do uso freqüente da biblioteca resulte de deficiências
do acervo. De fato, os dados da Tabela 41 mostram que mais de 2/5 consideram o acervo pouco atualizado ou
completamente desatualizado. Os percentuaiso mais elevados entre os graduandos do Norte e Nordeste e
das IES federais e estaduais. Os registros mais freqüentes de que o acervo da biblioteca é plenamente atualizado
o observados no Sudeste e Centro-Oeste e nas IES particulares.
Tabela 41
Atualização do Acervo da Biblioteca, conforme os Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Atualizado
2,8
4,1
15,8
10,6
14,6
5,1
6,1
9,2
16,3
13,0
Medianamente
atualizado
16,9
29,8
36,8
36,1
23,6
28,1
21,8
39,2
38,0
34,8
Pouco
atualizado
33,8
37,4
24,9
30,0
37,6
36,5
38,6
38,3
24,1
28,2
o é
atualizado
42,3
26,7
12,2
18,2
18,2
26,4
28,7
9,2
11,9
16,0
o
sabem
2,8
1,6
10,1
5,0
5,5
3,6
4,8
4,2
9,5
7,8
SI
1,4
0,4
0,2
0,2
0,6
0,4
~
-
0,3
0,3
Total (N)
71
487
2.281
584
165
705
293
120
2.470
3.588
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Bem menos satisfatórias mostram-se as avaliações dos graduandos quanto ao número de exemplares
disponíveis na biblioteca. No Brasil como um todo, o percentual que indica como plenamente satisfatório o
número de exemplareso chega a 1/10. Para a maior parte, o número de exemplares atende apenas
medianamente. Em segundo lugar registra-se a elevada proporção dos que sustentam que o número de exempla-
res é insuficiente. As mais expressivas indicações de insuficiênciao observadas no Norte e Nordeste e nas IES
estaduais e federais.
Tabela 42
Avaliação do Número de Exemplares da Biblioteca, pelos Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Plenamente
suficiente
2,8
2,7
11,0
4,6
4,9
3,8
7,5
5,0
9,9
8,4
Atende
medianamente
21,1
27,7
39,5
36,5
27,3
30,4
25,3
43,3
39,3
36,5
Atende
pouco
19,7
24,9
17,7
21,1
21,2
23,6
22,9
23,3
17,7
18,4
Insuficiente
52,1
42,5
22,5
33,9
39,4
37,7
39,9
25,0
24,6
28,4
o
sabem
1,4
1,6
9,0
3,3
6,1
3,3
4,1
3,3
8,3
6,8
SI
2,8
0,6
0,3
0,7
1,2
1,3
0,3
0,3
0,5
Total (N)
71
487
2.281
584
165
705
293
120
2.470
3.588
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
A maior parcela de graduandos sustenta que o acervo de periódicos especializados é razoavelmente
atualizado, porém percentuais significativos no Nordeste, Norte e Centro-Oeste e nas IES estaduais e federais
mencionam acervos desatualizados. Chamam a atenção os índices de graduandos queo sabem se pronunciar
sobre este quesito, particularmente no Norte e no Centro-Oeste e nas IES privadas.
Tabela 43
Atualização do Acervo de Periódicos Especializados da Biblioteca, conforme os Graduandos,
segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
o
existe
8,5
7,6
3,2
2,6
6,7
5,5
6,1
0,8
3,4
4,0
Existe,
mas é
desatualizado
19,7
24,2
9,0
14,0
18,2
22,0
18,4
10,0
9,3
12,5
Razoavelmente
atualizado
40,9
43,5
36,2
41,3
34,6
40,9
39,9
44,2
36,7
38,0
Atualizado
7,0
13,1
32,8
30,5
18,2
16,2
24,9
37,5
32,2
28,6
o
sabem
22,5
10,9
18,1
11,3
21,2
14,6
10,2
6,7
17,9
16,3
SI
1,4
0,6
0,6
0,3
1,2
0,9
0,3
0,8
0,5
0,6
Total
(N)
71
487
2.281
584
165
705
293
120
2.470
3.588
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Para cerca de 3/5 dos graduandos a biblioteca oferece serviço de empréstimos que cobre todo o acervo.
Porém, no Norte e Nordeste e nas IES municipais,o expressivos os percentuais indicando a restrição dos
empréstimos às obras didáticas.
Tabela 44
Oferta de Serviço de Empréstimo de Livros pela Biblioteca da Instituição, conforme os Graduandos,
segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Para todo
o acervo
47,9
56,9
59,1
67,8
68,5
64,7
71,3
55,0
58,1
60,4
Só para
obras
didáticas
29,6
28,8
17,0
18,3
12,7
19,9
17,1
23,3
18,5
18,8
Só para obras
de interesse
geral
12,7
11,3
9,7
9,4
12,7
11,6
8,9
14,2
9,6
10,1
o há
empréstimo
2,8
0,8
6,1
0,3
0,9
0,3
5,6
4,1
o
sabem
4,2
1,9
7,5
3,3
4,9
1,8
2,4
5,0
7,4
5,8
SI
2,8
0,4
0,8
0,9
1,2
1,1
2,5
0,7
0,8
Total (N)
71
487
2.281
584
165
705
293
120
2.470
3.588
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Quase metade dos graduandos informou que o serviço de pesquisa bibliográfica nas instituições onde
estudaram contava com sistema informatizado local. Porém, cerca de 1/3 registrou a utilização de processos
manuais, mencionados principalmente no Sudeste e nas IES estaduais. Entre os graduandos destas, entretan-
to, constata-se o maior índice de registros de que as bibliotecas contam com acesso à rede nacional de bibliote-
cas universitárias.
Tabela 45
Caracterização do Serviço de Pesquisa Bibliográfica, conforme os Graduandos, segundo as Regiões
e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Processos
manuais
31,0
31,6
39,7
14,6
20,0
35,0
38,6
27,5
32,7
33,4
Sistema
informatizado
local
49.3
53,2
39,2
62,7
61,2
44,5
31,7
57,5
47,7
46,1
Acesso à rede
nacional de
bibliotecas
universitárias
5,6
6,0
5,3
9,8
1,2
7,8
17,8
9,2
3,8
5,9
Acesso à rede
internacional
de bibliotecas
2,8
2,3
2,6
4,6
3,6
2,1
5,8
1,7
2,9
3,0
o
sabem
8,5
6,4
12,4
7,0
12,1
9,1
6,1
4,2
11,9
10,6
SI
2,8
0,6
0,8
1,4
1,8
1,4
-
-
1,0
1,0
Total
(N)
71
487
2.281
584
165
705
293
120
2.470
3.588
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Numerosas parcelas de graduandos, da ordem de 9/10, indicam que o horário de funcionamento da biblio-
teca mostra-se plenamente ou medianamente adequado, e apenas nas IES municipais manifestam-se expressi-
vas restrições ao mesmo.
Tabela 46
Adequação do Horário de Funcionamento da Biblioteca da Instituição, conforme os Graduandos,
segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Plenamente
adequado
40,9
60,8
62,7
69,4
64,2
55,0
66,9
54,2
65,5
63,2
Medianamente
adequado
43,7
31,0
25,6
21,6
27,9
34,3
23,9
28,3
24,0
26,1
Pouco
adequado
5,6
4,7
3,6
3,4
1,8
4,5
3,8
10,0
3,1
3,7
Inadequado
5,6
2,5
2,9
3,4
1,8
3,3
2,4
5,8
2,8
2,9
o
sabem
1.4
0,6
4,5
1,9
3,0
2,0
2,7
1,7
4,0
3,4
SI
2,8
0,4
0,7
0,3
1,2
0,9
0,3
-
0,7
0,6
Total
(N)
71
487
2.281
584
165
705
293
120
2.470
3.588
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Já a avaliação das condições de leitura e estudo mostra-se bem mais rigorosa. Primeiramente, menos da
metade considera tais condições plenamente adequadas, e cerca de apenas 1/3 dos graduandos as avalia como
medianamente adequadas. As maiores ressalvaso evidenciadas pelos altos percentuais de graduandos do
Norte e Nordeste e das IES federais e estaduais que consideram tais condições como pouco adequadas e
inadequadas.
Tabela 47
Adequação das Condições de Leitura e Estudo na Biblioteca da Instituição, conforme os
Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Plenamente
adequadas
26,8
37,2
49,4
59,8
41,8
37,7
38,6
58,3
52,4
48,6
Medianamente
adequadas
46,5
30,0
33,8
31,9
40,6
35,9
32,1
34,2
33,0
33,5
Pouco
adequadas
15,5
13,4
8,7
4,6
13,9
11,6
12,6
4,2
8,1
9,1
Inadequadas
7,0
18,3
5,5
2,2
1,2
12,6
15,0
0,8
4,1
6,6
o
sabem
~
0,6
1,8
0,9
0,6
0,9
1,7
0,8
1,6
1,4
SI
4,2
0,6
0,8
0,7
1,8
1,3
-
1,7
0,8
0,9
Total
(N)
71
487
2.281
584
165
705
293
120
2.470
3.588
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Uma outra dimensão indiscutivelmente relevante das avaliações de qualidade em educação diz respeito às
técnicas de ensino utilizadas, as condições de oferta das aulas práticas e a situação dos equipamentos utiliza-
dos nessas aulas ou em laboratórios. Conforme pode ser observado na Tabela 48, a maior parte dos graduandos
teve a sua formação baseada em técnicas de ensino diversificadas, cabendo ao grupo imediatamente mais
numeroso a combinação de aulas expositivas e trabalhos de grupo.
Os graduandos do Sudeste e do Sul e das IES privadas e municipais foram os que mais freqüentemente
assinalaram a adoção de técnicas de ensino variadas. Já no Centro-Oeste, Norte e Nordeste e IES federais e
estaduais prevalecem os que mencionam a combinação de aulas expositivas e trabalhos de grupo. O maior percentual
de graduandos que indica a utilização exclusiva de aulas expositivas encontra-se no Norte, enquanto a combinação
de aulas expositivas e aulas práticas foi mais freqüente no Sul e Centro-Oeste e nas IES municipais.
Tabela 48
Técnicas de Ensino Predominantemente Utilizadas pela Maioria dos Professores, conforme os
Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Aulas expositivas
18,7
12,8
11,0
9,3
7,1
13,8
11,6
18,0
9,6
10,9
Trabalhos de grupo
em sala de aula
2,7
9,0
5,1
6,4
5,3
3,8
5,7
11,5
6,1
5,8
Aulas expositivas e
aulas práticas
4,0
8,4
9,1
16,2
12,4
10,6
8,0
13,9
10,2
10,2
Aulas expositivas e
trabalhos de grupo
44,0
44,6
33,1
29,1
40,2
43,0
43,9
22,1
31,6
34,6
Aulas expositivas,
aulas práticas,
trabalhos de grupo
e videoaulas
26,7
22,9
40,5
37,5
33,7
26,2
29,2
33,6
41,3
37,0
SI
4,0
2,4
1,3
1,5
1,2
2,6
1,7
1,3
1,6
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
As maiores parcelas de graduandos, no País como um todo, registram que poucas ou nenhuma das aulas
práticas foram oferecidas em condições de adequação entre o número de alunos e os equipamentos, material e
espaço pedagógico disponível. Particularmente expressivoso os percentuais correspondentes no Norte e
Nordeste e nas IES federais e estaduais. Somente no Sul, Sudeste e Centro-Oeste e nas IES privadas propor-
ções significativas apontam que a maioria dessas aulas ofereceu condições adequadas.
Tabela 49
Quantidade de Aulas Práticas que Comportam Número Adequado de Alunos em Relação aos
Equipamentos, Material e Espaço Pedagógico Disponível, conforme os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Todas A maioria Metade Poucas Nenhuma SI
2,9
1,5
8,0
9,6
4,3
2,8
1,8
6,0
9,1
7,1
10,1
6,1
24,2
28,5
19,1
12,1
14,7
14,7
26,0
22,0
14,5
12,0
17,2
14,3
17,3
13,5
15,4
16,4
16,8
16,0
33,3
34,3
27,7
25,3
27,2
32,0
29,0
36,2
26,7
28,2
39,1
45,9
22,8
22,0
32,1
39,5
38,8
25,9
21,4
26,5
-
0,2
0,1
0,4
-
0,2
0,4
0,9
0,1
0,1
Total (N)
69
458
2.195
573
162
676
286
116
2.379
3.457
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Consistentemente, parcelas majoritárias de graduandos apontam a insuficiência do número de equipa-
mentos utilizados nos laboratórios. De fato, enquanto quase 2/5 no Brasil como um todo indicam que esses
equipamentoso atualizados, mas insuficientes, quase 1/3 informa queo conservados, mas desatualizados
e insuficientes. A situação mais crítica parece ser a dos graduandos do Norte e Nordeste e das IES federais e
estaduais, onde além de elevados percentuais afirmarem que os equipamentoso conservados, mas
desatualizados e insuficientes, proporções também expressivas sustentam que os equipamentoso antigos,
inoperantes e insuficientes.
Tabela 50
Situação dos Equipamentos Utilizados nos Laboratórios, conforme os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Atualizados e
suficientes
4,4
1,8
9,9
13,3
6,2
3,6
2,5
4,3
11,7
9,1
Atualizados mas
insuficientes
14,5
19,0
42,2
44,2
44,4
22,2
22,7
50,9
45,2
39,0
Desatualizados,
mas conservados
e suficientes
2,9
1.3
4,7
2,6
3,7
2,2
1,8
2,6
4,6
3,9
Desatualizados,
mas conservados
e insuficientes
40,6
37,3
31,2
26,9
26,5
37,6
51,4
33,6
26,9
31,3
Antigos,
inoperantes e
insuficientes
37,7
40,0
11,4
12,2
19,1
34,0
20,6
6,9
11,1
16,2
SI
0,7
0,5
0,9
0,4
1,1
1,7
0,4
0,5
Total (N)
69
458
2.195
573
162
676
286
116
2.379
3.457
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Outro aspecto de fundamental relevância para a qualidade do curso é o seu currículo. Como pode ser
observado na Tabela 51,o relativamente pequenas as parcelas, no Brasil como um todo, que consideramo
haver no currículo disciplinas a serem eliminadas ou cujo conteúdo deveria ser integrado ao de outras.
A maioria considera ser necessário integrar o conteúdo de algumas disciplinas a outras. As indicações mais
freqüentes da necessidade de integrar muitas disciplinas ocorreram nas IES estaduais, observando-se no Nordeste
e no Sul os maiores percentuais de graduandos que acreditam que seria preciso eliminar várias disciplinas.
Tabela 51
Existência de Disciplinas que deveriam ser Eliminadas ou ter o seu Conteúdo Integrado a Outras,
conforme os Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em
1998(%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
o há
18,7
10,8
16,1
10,8
21,9
12,3
11,3
18,9
15,8
14,8
Integrar
poucas
32,0
35,1
33,2
33,3
34,3
36,9
34,6
33,6
32,4
33,5
Integrar
muitas
29,3
29,3
31,2
31,3
27,8
30,0
35,2
26,2
30,7
30,8
Eliminar
várias
13,3
20,5
15,8
19,5
10,1
15,2
16,0
13,9
17,4
16,7
o
sabem
4,0
2,0
2,2
3,2
4,1
3,0
1,3
6,6
2,3
2,5
SI
2,7
2,4
1,4
1,9
1,8
2,6
1,7
0,8
1,4
1,7
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Um quadro bastante distinto emerge quando se trata da inovação curricular. A maior parcela, em todo o
Brasil, considera o currículo deficiente. Os percentuais variam do máximo de 52,0% no Norte ao mínimo de
30,0% no Sudeste e do máximo de 46,0% nas IES federais ao mínimo de 29,5% nas municipais. Além disso, a
maior parte dos graduandos considera ser necessário incorporar muitas disciplinas, sendo especialmente nume-
rosos nas IES municipais.
Tabela 52
Necessidade de Incorporação de Novas Disciplinas ao Currículo Pleno do Curso, conforme os
Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
0 Currículo
está
perfeito
1,3
2,2
2,9
2,0
3,0
1,4
2,7
1,6
3,1
2,7
Incorporar
algumas
disciplinas
14,7
15,7
29,2
24,9
19,5
17,3
25,3
25,4
28,5
25,9
Incorporar
muitas
disciplinas
29,3
29,3
33,9
34,3
28,4
31,4
30,9
41,0
33,3
33,0
O Currículo
é deficiente
52,0
49,4
30,3
36,2
46,8
46,0
39,2
29,5
31,7
35,1
o
sabem
1,3
1,0
2,4
1,4
1,2
1,5
0,3
2,5
2,3
2,0
SI
1,3
2,4
1,3
1,2
1,2
2.5
1,7
~
1,1
1,4
Total
(N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Ao avaliar o dimensionamento das disciplinas, a maior parcela dos graduandos em Jornalismo sustenta
haver demasiado conteúdo para pouco tempo Os valores correspondenteso mais altos no Norte e Nordeste e
nas IES particulares e federais. Todavia, a segunda maior parcela, no Brasil como um todo, registra haver tempo
demais para pouco conteúdo. Nesse sentido, especialmente preocupanteso os percentuais constatados no
Sul e Centro-Oeste, embora sejam também altas as proporções observadas no Nordeste e no Sudeste. Entre as
IES, os mais elevados percentuaiso constatados nas estaduais e municipais.
Tabela 53
Avaliação do Dimensionamento das Disciplinas do Curso, conforme os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Muito
conteúdo
para pouco
tempo
57,3
48,6
42,2
33,3
39,6
42,1
35,6
36,9
42,8
41,8
Muito
tempo para
pouco
conteúdo
8,0
27,1
25,8
34,0
33,1
26,9
34,2
34,4
26,3
27,3
Razoavelmente
bem
dimensionadas
22,7
18,7
24,9
26,6
18,9
22,7
25,3
24,6
24,2
24,0
Muito bem
dimensionadas
5,3
1,6
2,9
2,4
3,0
3,2
1,0
2,5
2,8
2,7
o
sabem
4,0
1,6
2,7
2,2
3,0
2,6
2,3
1,6
2,6
2,5
SI
4,0
2,4
1,4
1,5
2,4
2,6
1,7
1,4
1,6
Total
(N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
É possível especular se essa última apreciação reportaria estritamente características curriculares ou se
envolveria o desempenho dos professores. De fato, os dados da Tabela 54 mostram haver dois grupos de avalia-
ções quanto ao empenho, assiduidade e pontualidade dos docentes. O primeiro, representando a maior parcela,
é composto pelos graduandos que consideram que a maioria ou todos os professores demonstraram empenho,
pontualidade e assiduidade.o especialmente significativos os valores observados no Sudeste e Sul e nas IES
privadas e municipais. O outro grupo reúne 46,0% de graduandos, no Brasil como um todo, que sustentam que
poucos ou apenas metade dos seus professores exibem essas caracteristicas.o mais numerosos no Nordes-
te, Norte e Centro-Oeste e nas IES federais e estaduais. Caberia indagar em que medida o conteúdo das discipli-
nas termina por se tornar reduzido pela falta de empenho na utilização adequada do tempo por parte dos profes-
sores ou por suas falhas quanto à pontualidade e assiduidade.
Tabela 54
Avaliação do Empenho, Assiduidade e Pontualidade dos Professores, pelos Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhum
demonstra
-
1,6
0,9
0,8
1,2
0,6
2,7
0,8
1,0
1,0
Poucos
demonstram
26,7
41,2
19,0
24,2
26,0
35,3
37,9
19,7
18,4
23,4
Metade
demonstra
25,3
27,3
21,2
22,9
24,9
29,5
28,2
24,6
19,8
22,6
Maioria
demonstra
34,7
24,7
46,8
44,3
39,6
28,2
28,6
48,4
48,4
42,8
Todos
demonstram
8,0
2,6
10,3
5,9
7,1
3,6
0,7
5,7
10,7
8,3
SI
5,3
2,6
1,8
1,9
1,2
2,9
2,0
0,8
1,7
1,9
Total
(N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Vale observar que as maiores parcelas de graduandos consideram que a maioria ou todos os seus profes-
sores exibiram domínio atualizado dos conteúdos disciplinares que ministraram, sendo registrados os mais
elevados percentuais no Sudeste e Sul e nas IES particulares e municipais. Já no Norte e Nordeste e nas IES
federais e estaduais mais da metade informa que poucos ou apenas metade dos seus professores demonstraram
essa característica.
Tabela 55
Avaliação do Domínio Atualizado das Disciplinas Ministradas pelos Professores, conforme os
Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhum
demonstra
--
2,2
0,6
1,4
-
1,0
1,7
0,8
0,8
0,9
Poucos
demonstram
24,0
35,9
15,9
22,4
27,2
28,8
32,6
21,3
16,4
20,4
Metade
demonstra
30,7
25,3
20,3
22,1
28,4
28,5
26,3
20,5
19,5
21,9
Maioria
demonstra
36,0
31,1
50,3
45,6
39,1
34,1
35,9
46,7
50,8
46,1
Todos
demonstram
4,0
2,8
11,3
7,1
4,7
4,7
1,3
9,8
11,1
9,0
SI
5,3
2,8
1,6
1,5
0,6
3,0
2,3
0,8
1,4
1,8
Total
(N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
As avaliações subjetivas dos graduandos, apresentadas nas duas tabelas anteriores,o bastante consis-
tentes com os dados sobre a apresentação do Plano de Ensino, um indicador bastante objetivo do cumprimento
de um aspecto básico das obrigações docentes. Ao serem indagados se seus professores usualmente apresen-
tavam aos alunos Plano de Ensino contendo os objetivos, metodologia, critérios de avaliação, Cronograma e
bibliografia das disciplinas que ministram, os graduandos que responderam que nenhum, poucos ou apenas
metade dos docentes cumpre esta responsabilidade somaram mais de 2/5 das respostas. Particularmente eleva-
dos foram os percentuais encontrados no Nordeste, Norte e nas IES estaduais.
Tabela 56
Apresentação do Plano de Ensino pelos Professores, conforme os Graduandos, segundo as Regiões
e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhum
apresenta
1,3
2,6
2,6
2,2
1,2
2,2
1,7
2,5
2,6
2,4
Poucos
apresentam
38,7
39,2
26,2
18,4
23,7
26,0
31,2
22,1
26,8
26,9
Metade
apresenta
10,7
13,0
14,8
12,1
8,3
12,6
10,6
12,3
14,5
13,7
Maioria
apresenta
28,0
31,5
36,6
46,6
47,3
39,2
41,2
44,3
36,7
37,8
Todos
apresentam
16,0
11,0
18,4
18,5
18,9
17,0
12,6
16,4
18,1
17,4
SI
5,3
2,8
1,5
2,2
0,6
3,0
2,7
2,5
1,3
1,8
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
É também relativamente baixa, segundo os graduandos, a disponibilidade dos professores para orientação
extraclasse. Os percentuais que indicaram que os docentes estão sempre disponíveis variaram do mínimo de
13.2% no Nordeste e 11,5% nas IES municipais, até o máximo de 23,1% no Centro-Oeste e 21,9% nas IES
estaduais. Todavia, chama a atenção o fato de que quase 1/4 dos graduandos, no Brasil como um todo, jamais
procurou seus professores para receber orientação extraclasse. índices expressivos, neste sentido,o registrados
no Sudeste e Centro-Oeste e nas IES particulares.
Tabela 57
Avaliação da Disponibilidade de Orientação Extraclasse pelos Professores, conforme os Graduandos,
segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nunca
procuraram
21,3
19,7
24,6
20,2
23,1
19,9
10,6
20,5
25,6
23,1
Procuraram, mas
o encontraram
2,7
3,2
3,4
2,2
4,1
2,2
1,3
5,7
3,6
3,2
Procuraram e
raramente
encontraram
21,3
24,9
12,7
15,3
10,7
14,9
18,3
11,5
14,6
14,9
Procuraram e
encontraram
várias vezes
34,7
36,5
36,3
40,9
38,5
39,6
45,5
48,4
34,9
37,1
Corpo docente
está sempre
disponível
13,3
13,2
21,3
18,5
23,1
20,0
21,9
11,5
19,7
19,6
SI
6,7
2,6
1.8
2,9
0,6
3,4
2,3
2,5
1,7
2,1
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Os instrumentos de avaliação de aprendizagem utilizados no curso, segundo os graduandos de Jornalis-
mo, foram bastante diversificados. Embora a maior parcela tenha indicado o predomínio de provas escritas,
percentuais significativos apontaram trabalhos de grupo escritos e trabalhos individuais escritos.o poucas as
menções às provas práticas.
Tabela 58
Instrumentos de Avaliação Predominantemente Utilizados pela Maioria dos Professores, conforme os
Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Provas
escritas
periódicas
33,3
39,0
40,4
30,8
35,5
20,4
26,9
55,7
43,9
38,3
Trabalhos
de grupo
escritos
34,7
21,1
25,3
22,2
29,0
27,4
26,9
9,0
24,3
24,6
Trabalhos
individuais
escritos
17,3
21,5
20,4
26,3
21,9
36,6
36,5
19,7
15,5
21,5
Provas
práticas
5,3
10,2
7,6
8,9
7,7
6,4
2,7
4,1
9,4
8,1
o usam
instrumentos
específicos
4,0
5,2
4,5
9,1
4,7
6,2
5,0
9,0
4,9
5,3
SI
5,3
3,0
1,8
2,7
1,2
3,0
2,0
2,5
1,9
2,2
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Cabe indagar quais os principais tipos de trabalhos utilizados no processo de avaliação de aprendizagem
desses graduandos. Os dados da Tabela 59 mostram que predominam a elaboração de peças ou matérias
jornalísticas, seguindo-se a elaboração de relatórios analíticos sobre matérias jornalísticas reais. Em terceiro
lugarm os trabalhos monográficos complementares aos conteúdos desenvolvidos em sala de aula, seguindo-
se os relatórios de seminários sobre temáticas específicas do curso. Os percentuais observados entre os graduandos
do Norte e das IES municipaiso bastante inferiores aos encontrados nas demais regiões e tipos de IES. Os
graduandos do Sul e do Centro-Oeste e das IES federais e estaduais foram os que mais realizaram esses tipos
de trabalhos. Chamam a atenção, no Sudeste e no Centro-Oeste os reduzidos percentuais de graduandos que
registraram a realização de relatórios sobre visitas a veículos de comunicação.
O dado mais surpreendente, talvez, é o reduzido percentual de graduandos que registraram ter apresenta-
do Trabalho Final do curso perante banca examinadora. Embora esse tipo de trabalho já se tenha consolidado
como experiência essencial à formação de nivel superior, parcelas elevadaso o fizeram. Chamam a atenção,
especialmente, os índices observados no Norte e Sudeste e nas IES municipais e particulares.
Tabela 59
Tipos de Trabalhos Utilizados no Processo de Avaliação (*), conforme os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Monografias
complementares
65,3
57,4
72,6
71,0
74,6
75,9
68,4
54,9
69,6
70,2
Relatórios de seminários
sobre temas específicos
60,0
68,7
69,9
62,1
63,9
73,8
75,8
59,0
65,9
68,0
Trabalhos parciais e
respostas a questionários
58,7
62,8
64,3
65,5
62,1
62,7
53,5
62,3
65,8
64,1
Relatório de projetos de
pesquisa em Jornalismo
40,0
49,2
60,5
52,2
59,2
41,6
44,2
56,6
63,2
57,1
Relatórios analítico sobre
matérias Jornalísticas reais
64,0
65,7
78,6
76,4
69,2
73,2
81,4
77,9
75,8
75,8
Elaboração de peças ou
matérias Jornalísticas
88,0
91,6
94,8
95,3
94,7
93,8
92,7
95,9
94,6
94,3
Relatório sobre visitas a
veículos de comunicação
44,0
60,8
34,5
46,1
33,7
45,8
42,5
39,3
38,2
40,1
Apresentação de trabalho
final de curso perante
banca examinadora
42,7
70,3
50,8
76,8
81,1
72,5
76,7
66,4
52,4
58,8
(*) Apenas respostas afirmativas.
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
É possível que todas os problemas acima registrados expliquem as ressalvas dos graduandos quanto ao
nivel de exigência do curso. De fato, no Brasil como um todo, chama a atenção o fato de que quase 3/4 dos
graduandos sustentem que o curso deveria ter exigido mais deles próprios - muito mais (33,8%), ou um pouco
mais (39,8%). No Nordeste e no Centro-Oeste, e nas IES, os percentuais correspondentes ultrapassam 4/5.
Tabela 60
Avaliação do Nivel de Exigência do Curso, conforme os Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Deveria ter
exigido
muito mais
37,3
46,4
29,7
35,9
45,6
40,6
37,5
41,0
31,1
33,8
Deveria ter
exigido um
pouco mais
37,3
34,5
40,3
42,4
40,8
39,9
44,5
43,4
39,1
39,8
Exigiu na
medida
certa
12,0
13,9
24,9
18,4
12,4
14,4
14,3
13,9
24,8
21,5
Deveria ter
exigido um
pouco menos
4,0
1,8
3,0
1,9
-
1,6
1,0
0,8
3,0
2,5
Deveria ter
exigido
muito menos
4,0
0,6
0,5
0,2
0,6
0,7
0,3
-
0,5
0,5
SI
5,3
2,8
1,6
1,9
0,6
2,9
2,3
0,8
1,5
1,8
Total
(N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
4. Os Resultados Obtidos e as Perspectivas para o Futuro
Como conseqüência de todos esses elementos, que resultados obtiveram os graduandos? Que habilida-
des desenvolveram? O que conquistaram com o curso que estavam concluindo? E como pretendem prosseguir,
em termos de estudos e de trabalho, no futuro próximo?
A principal habilidade mais desenvolvida pelo curso, segundo a maior parte dos graduandos em Jornalis-
mo, foi a capacidade de análise crítica. Em seguida, indicou-se a capacidade de comunicação, cujos índices
foram especialmente elevados entre os graduandos das IES municipais e particulares, e no Centro-Oeste e nas
IES privadas, a habilidade de trabalhar em equipe. Dado o papel crucial desempenhado pelos veículos de comu-
nicação no mundo contemporâneo, causa surpresa o reduzido percentual de graduandos que mencionou o de-
senvolvimento do senso ético.
Tabela 61
Habilidades Mais Desenvolvidas pelo Curso, conforme os Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Capacidade de
comunicação
29,3
33,5
33,3
32,3
30,8
28,5
26,3
35,3
34,9
33,0
Habilidade
de trabalhar
em equipe
9,3
12,6
14,5
14,3
17,2
8,8
11,0
6,6
16,5
14,2
Capacidade
de análise
crítica
45,3
39,2
37,1
39,4
33,1
49,9
50,8
37,7
32,7
37,7
Senso
ético
5,3
4,2
6,9
5,6
9,5
4,7
4,0
9,8
7,0
6,4
Capacidade
de iniciativa
6,7
8,0
6,3
5,6
7,7
5,3
5,0
8,2
6,9
6,5
SI
4,0
2,6
2,0
2,9
1,8
2,9
3,0
2,5
1,9
2,2
Total
(N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
A principal contribuição do Estágio Supervisionado, para a maior parcela dos graduandos - especialmente
do Centro-Oeste e do Norte e das IES municipais - foi o aperfeiçoamento técnico e profissional. Segue-se a
demonstração da necessidade de estudo continuado para o exercício profissional eficiente, mencionada princi-
palmente pelos graduandos do Nordeste e das IES estaduais.
Vale chamar a atenção para o reduzido número de graduandos que responderam a essa pergunta, possi-
velmente poro haverem realizado o estágio em questão.
EXAME NACIONAL DE CURSOS -1998 ANEXO 00 RELATÓRIO SÍNTESE JORNALISMO PROVAS E QUESTIONÁRIO
Tabela 62
Principal Contribuição do Estágio Curricular Supervisionado, conforme os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões /
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Aperfei-
çoamento
técnico
profissional
46,2
29,2
36,1
40,4
52,1
34,7
33,3
60,0
39,7
38,8
Conheci-
mento
do
mercado
21,5
21,1
19,3
21,9
26,7
9,5
20,0
20,6
Conhe-
cimento
de novas
áreas de
atuação
-
9,2
7,5
8,8
9,6
7,9
4,8
20,0
8.2
8,2
Reafir-
mação da
escolha
profissional
15,4
9,2
11,7
8,2
5,5
10,9
9,5
9,5
9,7
Demonstração da
necessidade de
estudo continuo
para eficiente
exercício
profissional
23,1
30,8
21,4
22,2
8,2
18,8
42,9
20,0
20,6
21,1
SI
~
--
2,3
1,2
2,7
1,0
-
2,0
1,7
Total
(N)
13
65
266
171
73
101
21
5
461
588
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Por outro lado, causa surpresa que no Brasil como um todo a maior parcela de graduandos aponte a
obtenção de cultura geral como a principal contribuição do curso, vindo em segundo lugar o aperfeiçoamento
técnico profissional e em quarto a formação teórica, após a conquista do diploma de nível superior. A obtenção de
cultura geral foi mais mencionada pelos graduandos do Sudeste. O aperfeiçoamento técnico profissional foi mais
freqüentemente registrado pelos graduandos do Sul e das IES municipais e privadas, enquanto a formação
teórica somente foi indicada por parcelas significativas nas IES estaduais e federais.
Tabela 63
Principal Contribuição do Curso, conforme os Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência
Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Diploma
superior
28,0
21,7
23,2
24,2
26,6
22,5
24,6
23,0
23,6
23,4
Cultura
geral
17,3
26,9
32,0
25,3
23,7
30,4
27,2
30,3
29,5
29,5
Aperfeiçoa-
mento
técnico
profissional
26,7
24,5
27,8
32,2
26,6
22,1
19,6
28,7
30,6
28,0
Forma-
ção
teórica
18,7
18,9
12,2
14,1
11,8
19,0
21,9
13,9
11,0
13,6
Perspecti-
vas de
ganhos
materiais
5,3
5,4
3,2
2,5
9,5
3,6
4,0
3,3
3,8
3,7
SI
4,0
2,6
1,5
1,7
1,8
2,5
2,7
0,8
1,5
1,8
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Diante desses resultados, é pouco surpreendente que uma expressiva parcela deseje prosseguir os estu-
dos realizando outro curso de graduação. Entre esses se destacam os graduandos do Nordeste, Sudeste e
Norte. Porém, as perspectivas de estudo mais freqüentes entre esses graduandos recaem sobre a realização de
cursos de aperfeiçoamento ou especialização, especialmente no Sudeste e Centro-Oeste e nas IES municipais
e privadas. Os projetos de estudos de mestrado e doutorado na área foram mais freqüentes entre os graduandos
do Norte e das IES federais e municipais.
Tabela 64
Perspectivas de Estudo após a Conclusão do Curso, entre os Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Parar de estudar
5,3
4,6
4,4
4,9
5,9
5,9
5,7
1,6
4,3
4,6
Outro curso de
graduação
17,3
20,1
18,1
14,0
13,6
15,6
19,9
18,9
17,7
17,5
Aperfeiçoamento
ou especialização
36,0
40,8
47,6
43,3
46,2
40,1
41,5
45,9
47,7
45,7
Mestrado ou
doutorado na
área
32,0
26,1
21,5
29,3
27,8
27,8
20,9
29,5
22,8
23,9
Mestrado ou
doutorado em
outra área
5,3
5,8
7,0
7,1
5,9
7,8
10,0
4,1
6,2
6,8
SI
4,0
2,6
1,4
1,5
0,6
2,7
2,0
-
1,3
1,6
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Quanto ao exercício da profissão, a maior parcela dos graduandos prefere o Jornalismo impresso, especi-
almente no Centro-Oeste, Sul e Sudeste e nas IES estaduais e federais. Nas IES municipais e privadas, encon-
tram-se as mais freqüentes menções ao trabalho em televisão. No Nordeste e nas IES municipais, percentuais
expressivos pretendem atuar em assessorias de imprensa.
Tabela 65
Área Preferida para o Exercício da Profissão entre os Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Jornalismo
Impresso
34,7
34,7
40,6
41,4
42,6
44,3
47,5
31,2
38,1
39,9
Televisão
30,7
26,1
29,8
25,4
31,4
24,8
20,3
30.3
30,8
28,7
Jornalismo
On Line
1,3
4,8
3,6
3,7
2,4
4,7
3,7
4,9
3,3
3,7
Assessoria
de Imprensa
10,7
18,1
12,2
15,0
8,9
13,2
10,3
22,1
13,3
13,3
Rádio
12,0
9,8
9,7
10,3
9,5
5,6
13,0
9,8
10,7
9,8
SI
10,7
6,6
4,1
4,2
5,3
7,5
5,3
1,6
3,9
4,6
Total (N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
A maioria dos graduandos pretende se dedicará profissão escolhida, atuando na área, seja permanecen-
do no emprego atual, seja iniciando negócio próprio. Os que mais se dispõem a procurar emprego em qualquer
áreao os graduandos do Nordeste e das IES estaduais.
Tabela 66
Perspectivas para após o Curso entre os Graduandos queo pretendem atuar na área, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Só quer
trabalhar
na área
49,5
51,8
63,5
58,4
61,5
56,6
63,1
57,4
61,8
60,7
Procurará
emprego em
qualquer área
1,3
9,2
7,4
3,7
4,7
6,4
9,6
6,6
6,6
6,8
Continuará com
o emprego atual
17,3
14,7
13,9
15,2
17,2
15,6
13,0
21,3
13,9
14,4
Iniciará
negócio
próprio
17,3
14,5
8,0
13,3
8,9
11,8
7,3
9,8
9,8
10,0
Continuará
participando de
negócio próprio
1,3
5,0
3,0
5,1
3,0
3,0
2,3
2,5
4,0
3,6
SI
13,3
4,8
4,2
4,4
4,7
6,6
4,7
2,5
4,0
4,5
Total
(N)
75
502
2.346
594
169
730
301
122
2.533
3.686
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
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