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Presidente da República Federativa do Brasil
José Sarney
Ministro da Educação
Carlos Corrêa de Menezes Sant'Anna
Secretário-Geral
Ubirajara Pereira Brito
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MINISTÉRIO DA EDUCACÃO
SECRETARIA DE ENSINO BÁSICO
ESTUDOS DE ASSIMETRIAS
EDUCACIONAIS NO BRASIL
Apresentação de Desigualdades
Elaboração:
Elizeu Francisco Calsing
Brasília, 1989
Secretária de Ensino Básico
Lindóia Barreto Vinhas
Equipe Técnica:
Célia Porto Cappelletti
Laudiene Maria Coutinho Vieira (Coordenadora)
Maria de Jesus Caldas R. Pereira
Marlene Raimundo de Almeida
Massae Watanabe
Máyra Lumy G. G. de Oliveira Tápia
Raimundo Nonato Aires
Editado pela ACP -
Brasília-DF
SHIS CL Ql 5 - BI. F - sala 226
C165 Calsing, Elizeu Francisco.
Estudos de assimetrias educacionais no Brasil: apresentação de
desigualdades / elaboração: Elizeu Francisco Calsing.
Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Ensino Básico, 1989.
164 p.
1. Planejamento da Educação. 2. Política educacional. I. Brasil.
Ministério da Educação. Secretaria de Ensino Básico.
CDU: 37.014.542
Sumário
APRESENTAÇÃO 5
INTRODUÇÃO 7
CARACTERÍSTICAS DOS ESTUDOS 9
OBJETIVOS GERAIS DOS ESTUDOS 11
ALGUMAS LIMITAÇÕES DOS DADOS UTILIZADOS 13
METODOLOGIA E RESULTADOS DOS ESTUDOS 15
índice de Situação Educacional 17
Passos Metodológicos 17
O Ordenamento 27
Estratificação do índice de Situação Educacional 28
Mapas e Níveis Educacionais 31
Tipologia Educacional 45
Antecedentes '. 45
O Processo de Construção e Determinação do Número de
Conglomerados 45
Definição Conceitual dos Agrupamentos 46
Relações entre Desenvolvimento Educacional e Sócio-Eco-
nômico 57
Introdução 57
Análise de Resultados 59
ANEXOS 83
1. Subarquivo de Dados Básicos 85
2. Variáveis para Estudos de Assimetrias por Unidade da Fe-
deração 89
3. Variáveis para Estudo de Assimetria por Microrregião .... 95
4. Microrregiões Ordenadas Segundo índice de Situação Edu-
cacional 151
5. Estatísticas Descritivas de Variáveis Educacionais e Sócio-
Econômicas 161
Apresentação
O estudo de Assimetrias Educacionais no Brasil faz parte do con-
junto de estudos desenvolvidos por esta Secretaria de Ensino Básico com
o objetivo de criar uma infra-estrutura de informações para o planeja-
mento da Educação.
Como resultados desse estudo tem-se o ordenamento das micror-
regiões por um índice de situação educacional, indicando a posição que
cada microrregião ocupa no país; a construção de uma tipologia educa-
cional, que agrupa as microrregiões em tipos, segundo critérios de se-
melhança ou dessemelhança e a apresentação de diferentes relações
entre o desenvolvimento da Educação e o sócio-econômico, que permi-
tem traçar um diagnóstico das desigualdades inter e intra- regionais no
país.
Espera-se, nesse sentido, que o mesmo possa ser disseminado e
aprofundado a nível das Unidades da Federação tendo em vista aperfei-
çoar a prática de planejamento como também subsidiar as decisões que
o tomadas.
LINDÓIA BARRETO VINHAS
Secretária de Ensino Básico
Introdução
Mesmo tendo a certeza de que falar em assimetrias educacionais
se constitui em algo relevante para o planejamento educacional, de mo-
do especial em função dos graves problemas econômicos, sociais e po-
líticos que afetam grande maioria da população brasileira, e que estão
a exigir soluções urgentes e racionais, permanecem sempre dúvidas quan-
to às possibilidades de se tratar do assunto.
As principais dúvidas aparecem relacionadas ao próprio conceito
de assimetrias educacionais, que pode significar muitas coisas, ou que
pode ser formalizado a partir de distintas estratégias metodológicas. De
todo o modo, esta linha de estudos procura refletir sobre as disparida-
des, desigualdades e distorções existentes no processo educacional, re-
tratando o contexto mais geral em que ocorrem e, sobretudo, propondo
os fenômenos e espaços geográficos mais vulneráveis e compromete-
dores, ao lado de outros que apresentam melhor situação educacional.
Outras dúvidas relacionam-se à capacidade dos dados disponíveis
em reproduzir assimetrias. Na verdade,o basta definir corretamente
as variáveis a serem utilizadas ou elaborar certo os indicadores neces-
sários, de forma que possam medir o grau das desigualdades existen-
tes e indicar os grupos populacionais quem o acesso às 'vantagens
sociais' reprimido ou prejudicado.
Como é sabido, apesar da grande melhoria da base de dados so-
ciais em geral e educacionais em específico nos últimos anos, ainda exis-
tem certas limitações que dificultam a montagem de um referencial em-
pírico apropriado, notadamente para os casos em que se busca retratar
de modo resumido, expressivo e integrado um panorama de diversos fe-
nômenos que descrevem distorções, heterogeneidades, desigualdades
enfim.
As limitações existenteso foram relegadas neste trabalho. Mas
tambémo serviram de empecilho para a proposição de uma sistemá-
tica, embora simples, de validar, na prática, tanto a demonstração da
existência de grandes disparidades educacionais segundo as Unidades
da Federação e microrregiões homogêneas, quanto à constituição de pa-
râmetros para o estabelecimento de uma política educacional adequa-
da às necessidades da população-alvo.
Estes objetivos, a bem da verdade,o prescindiram de um mode-
lo de ordem teórico-conceitual. Mesmoo tendo sido lançado de ma-
neira explícita, ele se compõe fundamentalmente dos parâmetros que
formam e conformam a ação do Ministério da Educação na área do en-
sino básico, ou de 1 ° grau.
Sobressaem, neste sentido, aqueles que apresentam a educação
básica como um bem e serviço extremamente escasso, mal distribuído,
respondendo de forma muito desigual às necessidades da clientela, pouco
adequado à solução de problemas de sobrevivência da população, pou-
co expressivo no que se refere às possibilidades de ascensão social, cu-
jos resultados dependem sobremaneira daquilo que acontece em outras
áreas ou setores econômico-sociais, e assim por diante.
Fica claro, a partir dos parâmetros considerados, que a caracterís-
tica mais fundamental do projeto educativo brasileiro é que a desigual-
dade existe, é bastante acentuada e, face ao modelo capitalista de so-
ciedade,o pode ser eliminada totalmente. O que pode, isto sim, é ser
reduzida, de forma que a distribuição da Educação básica seja a mais
eqüânime possível.
Portanto, e sem grandes formulações teóricas, é preciso conside-
rar que o objetivo, pelo menos suposto, a ser alcançado pela política edu-
cacional no país é o da menor desigualdade possível, o que é viável e
também um desejo real da sociedade.
A pobreza educacional, especialmente a nível de 1.° grau, já foi abor-
dada de diferentes maneiras e sob várias orientações teórico-conceituais
e metodológicas. De certa forma, sabe-se quantaso as crianças sem
escola, quemo as reprovadas, quem se afasta da escola por incapa-
cidade ou outras necessidades, quem vê a escola como uma possibili-
dade deo passar fome e como se reproduzem as desigualdades.
Em que, pois, este trabalho sobre assimetrias educacionais pode
ajudar a compreender melhor alguns dos problemas apontados?
É certo que, por si, o trabalhoo tem condições de reconduzir a
política em direções alternativas, mesmo supondo uma política extre-
mamente racional, a tal ponto que viesse a pautar todas as suas deci-
sões a partir de estudos e análises.
A Educação, em qualquer nível, representa uma estratégia legítima
de conquista da cidadania, e por issoo pode ser um elemento de des-
mobilização política das massas e dos movimentos sociais.
A alocação de recursos materiais, humanos, financeiros e físicos,
através de uma política educacional assistencialista,o representa uma
forma eficaz de superação das desigualdades sociais e da pobreza, por-
que será ineficiente, conservadora de privilégios, discriminatória.
Entre outras coisas, aí se colocam alguns entraves da Educação bra-
sileira, que análise alguma pode resolver.
E o sentido, portanto, desta linha de estudo, é que permite apre-
sentar alguns fenômenos educativos e sócio-econômicos capazes de,
no plano descritivo, buscar explicações para a situação atual da Educa-
ção brasileira. Em outras palavras, mesmoo se constituindo num tra-
balho de análise e interpretação das transformações e relações que se
processam na Educação, exibe os fatores que estão inibindo o desen-
volvimento educacional e aponta o locus predominante das desigualda-
des verificadas no ensino de 1 ° grau.
Deve ficar claro, desde o início, queo inúmeras as possibilidades
de análise e interpretação dos dados, informações e indicadores dispo-
níveis neste trabalho. Seu objetivo central, além de apresentar resulta-
dos empíricos, é o de enfatizar a necessidade de se montar uma meto-
dologia, a partir das técnicas estatísticas apropriadas, para a realização
de estudos que possam revelar a existência e a intensidade das desi-
gualdades educacionais, e fornecer então, uma visão geral das assime-
trias existentes. Ficam abertas, assim, as possibilidades de utilização dos
resultados obtidos, embora sejam apontadas algumas no decorrer do
trabalho.
Características dos
Estudos
Os estudos de assimetrias educacionais com-
preendem, na verdade, a três linhas metodologi-
camente distintas de resultados.
A primeira visa a construção de um índice de
situação educacional, tendo como referência as
condições do ensino de 1 ° grau. Mais do que re-
presentar uma medida do desenvolvimento edu-
cacional de espaços geográficos determinados, es-
ta parte do estudo objetiva apresentar um diag-
nóstico das desigualdades inter e intra-regionais
existentes no país para o nível educacional que,
constitucionalmente, é considerado obrigatório e
gratuito para a população infantil e jovem, nota-
damente de sete a 14 anos de idade.
A preocupação principal com esta linha de es-
tudo e análise da realidade educacional é apresen-
tar uma dentre várias outras possíveis dis-
tribuição espacial das condições educacionais, me-
didas através de um conjunto bastante convergen-
te de variáveis e indicadores que se referem a di-
ferentes aspectos ou facetas da realidade educa-
cional do 1.° grau. Subjacente a esta perspectiva
está a suposição de que é possível mostrar o grau
e a intensidade das diferenças espaciais com re-
lação ao nível educativo da população, ao lado de
outras condições imprescindíveis para o funcio-
namento da estrutura escolar.
A combinação de um conjunto de variáveis e
indicadores para a construção do índice de situa-
ção educacional embora sendo desejável pos-
suir uma cobertura conceitual bem ampla, tem
como pressuposto hierarquizar espaços geográfi-
cos a partir de uma medição multidimensional do
conceito 'situação educacional' que, em última ins-
tância, procuraria avaliar, pela possibilidade de
comparação dos diferentes espaços entre si, aque-
les mais necessitados de atenção das políticas go-
vernamentais, de iniciativa de quaisquer dos níveis
de governo (federal, estadual e municipal) ou da
própria empresa privada.
o faz parte das preocupações apresentar
uma sistematização e muito menos uma discus-
o teórica ou metodológica de outros estudos ou
resultados de pesquisa semelhantes a esses que
orao oferecidos.
A estratégia escolhida considera necessário
apresentar ao mesmo tempo resultados de um or-
denamento/hierarquização das microrregiões ho-
mogêneas do Brasil e o teste de uma metodolo-
gia, baseada em técnicas estatísticas disponíveis,
capazes de servir de referencial para o desenvol-
vimento de estudos específicos a nível das Uni-
dades da Federação, e tendo o Município como es-
paço geográfico por excelência.
A segunda linha de estudos das assimetrias
educacionais caracteriza-se por apresentar uma ti-
pologia educacional.
O objetivo de qualquer tipologia é o de sepa-
rar dos elementos (ou observações) de um con-
junto (ou grupo) os subconjuntos (ou subgrupos),
de acordo com sua semelhança ou dessemelhan-
ça, a partir de uma variedade possível de caracte-
rísticas.
O que se procura, na verdade, é a elaboração
de uma taxonomia numérica, de forma que os ele-
mentos (no caso da presente linha de estudos, as
microrregiões homogêneas do Brasil) possam ser
combinados em subgrupos ou agrupamentos ou
tipos lógicos, em função de sua similaridade ou
homogeneidade.
Entretanto, uma tipologia propriamente dita é
apenas um exercício intelectual, destituído de um
fim em si mesmo, de uma finalidade objetiva da-
da diretamente a partir dos resultados. Tal tipolo-
gia precisa estar ligada a uma concepção teórico-
conceitual e metodológica de uma área do conhe-
cimento neste caso específico, do processo
educacional brasileiro (com ênfase no 1° grau).
E, neste sentido, a concepção de que se fala é
aquela produzida pelo Ministério da Educação para
o ensino básico, amplamente discutida e veicula-
da nos documentos que produz e difunde na so-
ciedade em geral.
A razão é bem clara, uma vez que se espera
da tipologia uma forma de operacionalização e apli-
cação do modelo ou concepção escolhido ou pro-
posto. A própria metodologia empregada na cons-
trução de uma tipologia dá razão a essa asserti-
va, como se poderá concluir a partir do seu de-
senvolvimento, uma vez que o objetivo procura-
do é o de estabelecer tipos diferentes, que consi-
gam descrever atributos estruturais para cada um
deles, e que definam o processo que gera as dife-
renciações entre as observações, lugares e espa-
ços geográficos. É justamente esse conjunto de
atributos que deve classificar as observações, ou
formar os agrupamentos, segundo sua posição no
modelo como um todo.
A partir desta linha de estudos objetiva-se
construir uma tipologia educacional, eo sócio-
econômica e educacional, tendo em vista desen-
volver critérios de julgamento e conhecimento da
situação educacional do país, de uma forma bem
desagregada espacialmente. A nível das microrre-
giões homogêneas já é possível compreender as
profundas desigualdades existentes no território
brasileiro, a partir de aglomerações ou tipos de aná-
lise, que sintetizam ou agrupam distintas realida-
des ou necessidades.
0 pressuposto básico é o de que cada aglo-
merado ou tipo registre uma realidade educacio-
nal mais ou menos bem definida, e que permita
a apreciação do significado de sua estrutura edu-
cacional, em possíveis associações com outros-
veis da estrutura sócio-econômica (como níveis de
pobreza, características predominantes da estru-
tura do emprego e condições de saneamento en-
tre outros).
A tipologia educacional que se procura apre-
sentar está ligada a propósitos práticos, no senti-
do de que se pretende, além de oferecer subsídios
de caráter metodológico, também ampliar e me-
lhorar o conhecimento da realidade educacional
do país.
A terceira linha de estudos caracteriza-se por
apresentar diferentes relações entre o desenvol-
vimento educacional e o sócio-econômico.
Dentro da concepção ampla de estudos de as-
simetrias inclui-se este, que tem por objetivo me-
dir desigualdades, heterogeneidades, desvios, en-
viezamentos ou desequilíbrios sociais e espaciais,
dominando a preocupação em apresentar um ins-
trumento de diagnóstico rápido, agregado e dinâ-
mico.
A perspectiva subjacente consiste em procu-
rar medições suficientemente claras das profun-
das disparidades existentes no acesso à escola,
na eficiência do sistema escolar, na qualidade do
ensino ofertado e demais condições escolares.
Neste sentido, é possível visualizaro ape-
nas o sistema educacional per se, verificando as
variáveis que apresentam maiores ou menores-
veis de desigualdades, mas também correlacioná-
lo com outras variáveis pertencentes aos sistemas
dominantes do desenvolvimento econômico e so-
cial.
Portanto, quando se diz que alguma coisa (dis-
tribuição, curva, variável, fenômeno, realidade) é
assimétrica, nesta parte do trabalho, quer-se res-
saltar a ausência de simetria dessa coisa. Ou se-
ja, pretende-se chamar a atenção para a falta de
harmonia resultante de certas combinações e pro-
porções regulares. Assim, estaria faltando corres-
pondência de grandeza, forma e posição rela-
tiva de fenômenos que se associam de algum
modo, ou revelando uma distribuição muito hete-
rogênea e desigual de uma dada realidade.
Esta linha de estudos, por conseguinte, coloca-
se numa perspectiva de revelar, por um lado, os
maiores ou menores graus de heterogeneidade ou
homogeneidade de variáveis, fenômenos, realida-
des enfim. Por outro lado, permitem o estabeleci-
mento de relações entre variáveis, fenômenos ou
realidades, seja através de simples associações en-
tre elas, procurando alguma concomitância empí-
rica, seja verificando relações de causalidade en-
tre variáveis ou fenômenos definidos empiricamen-
te.
Objetivos Gerais
dos Estudos
Cada linha de trabalho possui objetivos mais
ou menos próprios, e que revelam uma natureza
teórico-conceitual, metodológica e estatística pe-
culiar, embora se inserindo na preocupação geral
de revelar assimetrias educacionais.
Através do índice de situação educacional
objetiva-se apresentar uma distribuição espacial
da situação ou das condições educacionais repre-
sentadas por um certo número de variáveis pre-
viamente escolhidas e significativas para os seus
propósitos.
Nesse sentido, através do índice é possível:
apresentar um diagnóstico das desigualda-
des inter e intra-regionais existentes no
país;
mostrar o grau e a intensidade das diferen-
ças espaciais com relação ao nível educa-
tivo da população;
retratar condições imprescindíveis para o
funcionamento da estrutura escolar;
oferecer condições para determinar priori-
dades na alocação de recursos financeiros,
materiais e humanos;
dar destaque aos espaços geográficos
mais necessitados de atenção das políti-
cas governamentais e
permitir reorientações na própria política
educacional.
Com a formação da tipologia educacional é
possível gerar ou construir aglomerados espaciais,
realizando assim o processo de regionalização do
sistema educacional.
A partir desta linha de estudos objetiva-se,
além da simples classificação de espaços geográ-
ficos em grupos ou tipos distintos:
conhecer as áreas que possuem padrões
semelhantes de desenvolvimento educa-
cional;
fornecer a quantidade de necessidades
educacionais básicas insatisfeitas em ca-
da tipo;
indicar áreas prioritárias em termos de alo-
cação de recursos financeiros, materiais e
humanos;
contribuir para a definição de tipos mais
necessitados de atenção governamental;
facilitar a definição de políticas ou estra-
tégias educacionais típicas ou ideais para
cada agrupamento e
facilitar a definição de políticas ou estra-
tégias educacionais para toda uma região.
A importância da terceira linha de estudos es-
tá em que se pode apresentaro só as variáveis
ou os fenômenos que detêm os maiores ou me-
nores níveis de assimetria, desigualdade e hete-
rogeneidade enquanto indicação ou critério que
define uma condição ou estado de uma popula-
ção com relação a um determinado fenômeno ou
realidade econômico-social como também as
próprias regiões (espaços geográficos) que mais
afetam ou explicam a qualidade de uma determi-
nada variável ou fenômeno, provocando a neces-
sidade de intervenções prioritárias ou operando co-
mo um instrumento de pressão na obtenção de
níveis de bem-estar social mais satisfatórios e jus-
tos, ou segundo o desejo da menor desigualdade
possível.
Estas são, pois, algumas das aplicações e ob-
jetivos dos assim denominados estudos que apre-
sentam relações entre o desenvolvimento educa-
cional e sócio-econômico:
verificar a ocorrência de maiores ou me-
nores níveis de igualdade ou desigualda-
de dos fenômenos ou variáveis;
verificar a concomitância empírica de va-
riáveis pertencentes a diferentes áreas do
conhecimento humano;
estabelecer relações de causalidade entre
variáveis;
propor medidas que possibilitem verificar
a tendência da assimetria, seja no sentido
transversal, seja no longitudinal;
indicar as variáveis (ou fenômenos) que ne-
cessitam de intervenções prioritárias, da-
do o nível de desigualdade existente numa
determinada área geográfica;
permitir que se destaque o nível de con-
centração no acesso ou posse de determi-
nado bem social;
permitir a indicação do grau de desenvol-
vimento alcançado por certas variáveis ou
setores sociais e
diagnosticar, de forma rápida, agregada e
dinâmica, as disparidades existentes nos
sistemas dominantes que descrevem o de-
senvolvimento econômico, social e educa-
cional.
Portanto, os objetivos desta linha de estudos
inserem-se na perspectiva de conhecer uma faceta
importante da realidade social, tendo em vista a
possibilidade de se interferir, segundo o modelo
de sociedade previamente traçado, seja para a so-
ciedade como um todo, seja para um setor espe-
cificamente.
Na verdade, os resultados dos estudos de as-
simetrias educacionaiso têm, em si mesmos,
a capacidade de reconduzir uma determinada po-
lítica em direções alternativas, pois representam
apenas um instrumento disponível para o plane-
jamento, a decisão e a ação, e podem proporcio-
nar amplos benefícios no sentido da obtenção de
maiores níveis de eficiência e eficácia.
Vale lembrar, desde logo, que a qualidade dos
resultados de qualquer análise nunca é superior
à da informação que foi utilizada ou introduzida
no trabalho, pelo que, então, torna-se impossível
depositar uma confiança ilimitada nas conclusões
e esperar ver resolvidas as deficiências da infor-
mação inicial, apesar do uso de técnicas ou me-
didas estatísticas apropriadas.
Esta rápida nota visa esclarecer, assim, alguns
cuidados queo necessários levar em conta na
leitura dos resultados aqui apresentados, ainda
mais quando se sabe que a realização de pesqui-
sas censitárias, como a desenvolvida pelo SEEC
Serviço de Estatística da Educação, Cultura e
Desporto do Ministério da Educação, anualmen-
te,o é tarefa simples, e, em especial, ao se con-
siderar a dimensão e complexidade da rede de es-
tabelecimentos de ensino e as características geo-
gráficas do país, afora outras das próprias esco-
las, seja na organização dos seus arquivos de in-
formações, seja no momento do preenchimento
dos formulários da pesquisa, e assim por diante.
Vale a pena tecer, pois, alguns rápidos comen-
tários sobre certos procedimentos que poderiam
ter, possivelmente, melhorado os resultados apre-
sentados.
Para esse tipo de estudos, portanto, dadas as
condições da informação utilizada, principalmen-
te da proveniente do SEEC, poder-se-ia ter feito:
um teste de estabilidade da medição ou do
valor de cada variável. Isso significa, em
outras palavras, que se poderia ter traba-
lhado com um valor médio (ou com uma
média ponderada) de vários anos para ca-
da variável, dada a grande variabilidade
apresentada por algumas delas. Na verda-
de, isso teria representado o estabeleci-
mento de uma prova de consistência inter-
na das informações, tendo em vista com-
Algumas Limitações
dos Dados Utilizados
patibilizar diferentes direções e sentidos
apresentados por algumas;
uma verificação da existência de desvios
na medição das variáveis. Isto é, dadas as
dificuldades de interpretação e análise de
certas variáveis educacionais, que fugiam
dos padrões usuais, ou se afastavam sis-
tematicamente das características obser-
vadas e geralmente aceitas, ou queo se
encaixavam em modelos já conhecidos, te-
ria sido necessário conhecer com mais pro-
fundidade esses desvios ou distorções a
partir da informação disponível. A realiza-
ção de confrontos com outras informações
e estudos teria permitido, possivelmente,
comprovar a existência desses desvios e
corrigi-los na medida do possível e
uma identificação (localização) mais pre-
cisa das extensas desigualdades sociais e
educacionais queo puderam ser consi-
deradas.
É preciso recordar que os diferentes estudos
tiveram as microrregiões homogêneas do Brasil co-
mo unidade de observação e análise.
Nesse sentido, vale anotar que essa agregação
dos dados incorpora pelo menos dois tipos distin-
tos de desigualdade que, conceitualmente, exis-
tem eo importantes considerar: as desigualda-
des especificamente municipais (ou intermunicí-
pios) e as desigualdades das pessoas (ou intramu-
nicipais).
Essas desigualdades ou heterogeneidadeso
estão sendo consideradas no modelo geral utili-
zado neste trabalho. Assim, por exemplo, um coe-
ficiente de variação alto ou baixo pode estar inti-
mamente ligado ao valor médio das variáveis a-
vel pessoal ou municipal, em decorrência do maior
ou menor número de pessoas ou Municípios per-
tencentes a cada microrregião, eo propriamente
à desigualdade em si ali existente.
De todo o modo, o conjunto de informações
apresentado a seguir constitui um material empí-
rico extremamente rico, e que possibilita extrairo
apenas conclusões sobre as variáveis educacio-
nais e seu relacionamento com outras de caráter
econômico e social, mas também estabelecer prio-
ridades de atuação, através de políticas de ação
que levem em conta as especificidades de cada
unidade geográfica ou espacial considerada (mi-
crorregiões e/ou Unidades da Federação).
Na verdade, esses dadosoo suficientes
em si mesmos para reorientar políticas, como já
foi afirmado, mas representam uma condição si-
ne qua non para um uso mais apropriado do refe-
rencial empírico disponível, enquanto buscam re-
tratar uma imagem integrada e resumida de diver-
sos fenômenos educacionais, econômicos e so-
ciais da nação brasileira.
Apresenta-se, a seguir, os passos metodoló-
gicos utilizados em cada linha dos estudos de as-
simetrias educacionais, como também alguns re-
sultados considerados mais significativos para a
compreensão de certas dimensões que caracteri-
zam a metodologia do índice de situação educa-
cional, da tipologia educacional e do estudo de re-
lações entre o desenvolvimento sócio-econômico
e educacional.
Antes de mais nada, obviamente, é preciso es-
clarecer que foi formado um grande arquivo de da-
dos básicos, provenientes do Censo Demográfi-
co de 1980 e dos levantamentos anuais feitos pelo
Serviço de Estatística da Educação, Cultura e
Desporto-SEEC do Ministério da Educação, refe-
rentes aos anos de 1982, 1983 e 1984.
A partir daí, em função das necessidades de
dados para cada linha de estudo, foi possível mon-
tar diversos subarquivos de dados, que possuíam
especificações diversas.
Procurou-se selecionar os indicadores consi-
derados mais relevantes para os propósitos dos es-
tudos de assimetrias educacionais, a partir dos da-
Metodologia e
Resultados dos Estudos
dos que se encontravam disponíveis para uso ime-
diato. Essa relevância levou em conta, basicamente,
a capacidade das variáveis originais e dos indica-
dores construídos, de descreverem os fenômenos
educacionais mais determinantes das condições
do ensino de 1 ? grau no Brasil.
Para garantir de alguma forma a confiabilida-
de das informações e, principalmente, da metodo-
logia empregada na construção dos indicadores,
procedeu-se a uma verificação/conferência dos re-
sultados, o que permitiu a correção de diversos
problemas contidos nos dados básicos.
Procurou-se, sempre que possível, seguir a me-
todologia de cálculo dos indicadores como propos-
ta pelo SEEC no documento Indicadores Educa-
cionais: pré-escolar, 1.° grau e 2
o
grau, de modo
a unificar a forma e a linguagem, garantindo, por
uma única medida, a univocidade de cada situa-
ção por eles descrita, como sugere e estimula o
próprio documento.
Todos os dados foram gravados em fita mag-
nética, para utilização imediata no programa SAS-
Statistical Analysis System.
índice de
Situação Educacional
PASSOS METODOLÓGICOS
Descreve-se, a partir desse momento, os pro-
cedimentos metodológicos utilizados desde a se-
leção das variáveis até à construção final do índi-
ce de situação educacional.
1.° Passo: Seleção de variáveis/indicadores
Com base nos diversos arquivos de dados pro-
duzidos pelo Serviço de Estatística da Educação,
Cultura e Desporto e pela Fundação Instituto Bra-
sileiro de Geografia e Estatística, forma-se um su-
barquivo de variáveis/indicadores necessárias à
elaboração do índice da situação educacional. Tais
variáveis/indicadores referem-se a diferentes anos
e foram agregados a nível de microrregião e sem
especificação de dependência administrativa e lo-
calização da escola (anexo I).
O conjunto de 132 variáveis/indicadores edu-
cacionais selecionado o.iginalmente foi submeti-
do a um teste estatístico denominado Método de
Klein, ou também conhecido como método da ma-
triz de correlações.
Esse método tem a finalidade de eliminar a su-
perposição de variáveis/indicadores, uma vez que,
além de estudar o grau de multicolinearidade de
um conjunto de variáveis/indicadores, gera pesos
ou o grau de importância de cada variável/indica-
dor. Através desse procedimento, portanto, foi pos-
sível listar as variáveis/indicadores de acordo com
os seus respectivos pesos ou grau de importân-
cia na matriz de correlação.
Como se agruparam com maior peso variá-
veis/indicadores muito semelhantes conceitual-
mente, ou que descreviam o mesmo fenômeno
educacional a partir de diferentes óticas, montou-
se uma matriz de correlação entre as 132 variá-
veis/indicadores educacionais, utilizando-se para
isso do Coeficiente de Correlação de Pearson.
Com esses procedimentos tornou-se possível
uma idéia mais clara das variáveis/indicadores com
maior correlação entre si, de forma a poder mon-
tar um quadro-resumo extremamente explicativo
da situação educacional do 1 ? grau, através do
estabelecimento de relações e associações entre
elas.
Por outro lado, através desses métodos, foram
eliminadas grande parte das variáveis/indicadores
educacionais selecionadas, seja porque seus pe-
sos eram insignificantes, seja porqueo apresen-
tavam correlações fortes entre si. Restavam, ain-
da, 61 variáveis/indicadores, número excessivo pa-
ra os propósitos de construção de um índice de
situação educacional.
O conjunto de 61 variáveis/indicadores passou
a ser analisado à luz de alguns conceitos teóricos,
supostamente envolvidos ou necessários para a
construção de um índice de situação educacional.
Assim, a partir de uma definição conceitual a priori
de distintos fenômenos educacionais, considera-
dos de certa forma claros e mesmo importantes
por diferentes estudos e especialistas da área,
submeteu-se cada um deles ao Coeficiente de Cor-
relação de Pearson.
Os fenômenos, definidos a partir de blocos de
variáveis/indicadores, eram: escolarização; sincro-
nia idade/série e conclusão tardia; níveis educati-
vos da população; oferta educacional I; oferta edu-
cacional II; evasão imediata e mediata; repetência;
aprovação e conclusão.
Até este momento já era possível identificar
16 variáveis/indicadores importantes do ponto de
vista conceitual, metodológico e estatístico.
Contudo, visando garantir uma seleção mais
adequada e com maior representatividade concei-
tual e estatística das variáveis/indicadores para a
construção do índice de situação educacional, as
61 variáveis/indicadores, foram submetidas a uma
análise de conglomerados, a partir da análise de
componentes principais (oblíqua). Os testes foram
feitos para que se obtivesse um Cluster analysis
com dois, três, quatro e cinco conglomerados.
Portanto, através da geração de pesos e da ve-
rificação das correlações entre as variáveis/indi-
cadores, como também da análise de conglome-
rados, foram selecionadas as 16 variáveis/indica-
dores consideradas mais representativas e que te-
riam, certamente, maior capacidade para cobrir o
conteúdo conceitual denominado índice de situa-
ção educacional.
As variáveis/indicadores que serão utilizadas
na construção do índice de situação educacional
o ao todo 16, identificadas a seguir:
1. Evasão imediata total - VAR 5
2. Aprovação total - VAR 10
3. Matrícula de alunos repetentes - VAR 54
4. Evasão mediata da 1
a
para a 2
a
série -
VAR 42
5. Sincronia idade/série total - VAR 12
6. Conclusão tardia total - VAR 17
7. Progressão (fluxo) escolar da 1 .
a
para a
4
a
série - VAR 62
8. Escolas de duas ou mais salas de aula -
VAR 28
9. Média de alunos por docente - VAR 31
10. Taxa de escolarização da população de
sete a 14 anos - VAR 69
11. Taxa de alfabetização da população de
1 5 anos e mais VAR 99
1 2. .Pessoas de 11 anos e mais com 4
a
série
do 1
o
grau - VAR 123
13. Docentes habilitados - VAR 34
14. Média de alunos por turma - VAR 128
1 5. Escolas quem de 1 .
a
à 4
a
séries - VAR
131
16. Concluintes sobre matrícula total - VAR
20
2.° Passo: Escolha de técnicas estatísticas
As 16 variáveis/indicadores foram submetidas
à técnica de análise dos componentes principais,
com a finalidade de se construir o índice de situa-
ção educacional.
Através dessa técnica objetiva-se encontrar 'k'
vetores ortogonais (k < r), que sejam geradores,
através de combinações lineares, de um conjunto
(x-|, x
2
,...x
n
) de 'n' vetores. O resultado é que os
vetores deverão ser tais, que o primeiro, chama-
do de primeira componente principal, maximize a
explicação da variabilidade do conjunto inicial. O
segundo vetor, ou seja, a segunda componente
principal, maximize a explicação da variação resi-
dual, após a retirada da primeira componente, e
assim por diante.
A fração J
(
q
Ue
representa a contri-
tr (x'x)
buição da primeira componente principal para o
conjunto das 16 variáveis/indicadores considera-
da foi baixa, o que contra-indicou a adoção da téc-
nica da análise dos componentes principais para
a construção do índice de situação educacional.
Optou-se, então, pela utilização da técnica da
análise fatorial, com a construção de três, quatro
e cinco fatores, cujo objetivo era verificar o número
de fatores que permitia a maior variabilidade ex-
plicada possível do conteúdo conceitual das va-
riáveis/indicadores, selecionadas para a elabora-
ção do índice de situação educacional.
Foi empregado, na análise fatorial, o programa-
produto SAS - Statistical Analysis System, em
suas diferentes versões. A melhor solução foi apre-
sentada pela Principal Factor, através do método
de rotação Varimax, com transformação ortogo-
nal. Essa foi a escolhida, em decorrência das exi-
gências teóricas e estatísticas requeridas para a
construção do índice de situação educacional, e
do próprio quadro conceitual apresentado pelo
conjunto das variáveis/indicadores envolvido.
Estava bastante claro, pois, que a reunião das
variáveis/indicadores em quatro fatores era o ideal,
uma vez que proporcionava fatores, teórica e con-
ceitualmente interpretáveis, como também repre-
sentativos do ponto de vista estatístico.
3.° Passo: Definição de modelos
Permanecia uma dúvida quanto às variáveis/in-
dicadores relativas à evasão imediata total (VAR
5) e concluintes sobre matrícula total (VAR 20).
A análise dos resultados mostrou queo ficava
suficientemente claro a que fatores pertenciam es-
sas variáveis/indicadores. Tendo em vista essa in-
definição, foram criados dois modelos para a cons-
trução do índice de situação educacional: o Mo-
delo 1, que corresponderia ao índice 1, e o Mode-
lo 2, que corresponderia ao índice 2.
Assim, o Modelo 1, formado por 15 variá-
veis/indicadores, excluía a variável/indicador 'con-
cluintes sobre a matrícula total', ao passo que o
Modelo 2, também de 15 variáveis/ indicadores,
excluía a variável/indicador 'evasão imediata total'.
No Modelo 1, o valor médio dos autovalores
(Average) foi de 0,811215, ligeiramente inferior à
média (Average) do Modelo 2, que foi de
0,828718, com os quatro fatores estabelecidos,
e explicando praticamente 100% da variabilidade
encontrada.
Convém ressaltar que, com a finalidade de se
fundamentar a análise dos resultados obtidos pa-
ra os dois modelos, as microrregiões foram orde-
nadas a partir de procedimentos idênticos. Tendo
em vista verificar o grau de semelhança entre os
resultados dos dois ordenamentos, decidiu-se efe-
tuar o cálculo da correlação ordinal, através do
Coeficiente de Spearman, dos dois conjuntos de
ordenações das microrregiões.
Em que pese ter-se encontrado r= 0,78817,
que indica uma forte correlação entre eles, uma
análise mais detida mostrou, entretanto, que se tra-
tava de ordenamentos diferentes.
Como o Modelo 1 reunia o conjunto de variá-
veis/indicadores mais fortes, teórica e conceitual-
mente e mais representativo do ponto de vista es-
tatístico, acabou sendo então escolhido como o
ideal para os objetivos dessa linha de estudos de
assimetrias educacionais.
4.° Passo: Estrutura da análise fatorial do Modelo 1
A estrutura fatorial apresentada pelo Modelo
1 revelou-se a mais compatível para a construção
do índice de situação educacional, como já foi sa-
lientado e, por esta razão, foi adotado nesta parte
do trabalho.
O 1 ° fator reúne as seguintes variáveis/indi-
cadores:
evasão imediata da 1 .
a
para a 2.
a
série
sincronia idade/série total
conclusão tardia total
progressão (fluxo) escolar da 1 ? para a 4.
a
série
taxa de escolarização da população de sete
a 14 anos
taxa de alfabetização da população de 15
anos e mais
pessoas de 11 anos e mais com 4.
a
série
do 1 ° grau
docentes habilitados
Como se pode observar, esse 1.° fator reúne
variáveis/indicadores que se referem à qualidade
do sistema escolar em termos de resultados e de
organização do ensino, e às condições de acesso
ao referido sistema, como também de adequação
ao seu propósito relacionado à faixa etária de se-
te a 14 anos, no sentido de proporcionar educa-
ção para todos. No fundo, reúne um conjunto de
variáveis/indicadores que procuram estabelecer re-
lações entre escola e sociedade, no sentido de ilus-
trar a capacidade da escola, ou do sistema edu-
cacional como um todo, no cumprimento dos ob-
jetivos e das diretrizes que lhe foram estabeleci-
das com relação ao ensino básico.
Trata-se de variáveis/indicadores em condições
de refletir aspectos de caráter mais estrutural, uma
vez que descrevem fenômenos que indicam mu-
danças ocorridas ou que ocorrem depois de
certo tempo, no processo educativo de 1 ? grau.
Essas variáveis/indicadores, na matriz de cor-
relação, aparecem estreitamente relacionadas ou
associadas entre si, formando um bloco bastante
convergente e forte, para explicar ou descrever as
condições de realização do projeto educacional a
nível de 1 ° grau.
O 2.° fator reúne duas variáveis/indicadores,
quais sejam:
aprovação total e
matrícula de alunos repetentes
o variáveis/indicadores que procuram des-
crever ou explicar, praticamente, o mesmo fenô-
meno, relacionado à eficiência do e/ou promoção
no sistema educacional num determinado ponto
do tempo.
Formam um bloco que possui alta correlação
entre si, e constatam a ocorrência de ações polí-
ticas empreendidas no sentido de melhoria das
condições de ensino, cujo alcance imediato se fa-
ria perceber na progressão escolar do aluno, série
após série, em períodos curtos de tempo.
0 fator 3 foi composto pelas seguintes variá-
veis/indicadores:
evasão imediata total
escolas de duas ou mais salas de aula
escolas de 1 f à 4.
a
série
Esse fator é formado por dois conjuntos dife-
rentes de variáveis/indicadores. O primeiro, rela-
cionado à evasão imediata, reflete um aspecto ex-
tremamente importante do sistema educacional,
no que se refere à retenção dentro desse mesmo
sistema. 0 segundo conjunto de variáveis/indica-
dores descreve condições da oferta educacional,
seja no sentido da oferta de maiores oportunida-
des de acesso, favorecendo a incorporação da de-
manda, seja no sentido da própria melhoria das
condições de ensino, normalmente relacionadas
de forma mais estreita, com as escolas que pos-
suem duas ou mais salas de aula e além da 4
a
série do 1 ? grau.
A evasão imediata, como já foi comentada, é
uma variável/indicador extremamente importante
para a análise da situação educacional do 1.° grau
no país.
Contudo, no modelo adotado neste trabajho,
para a construção de um índice com essa finali-
dade, a evasão imediata é uma das variáveis/indi-
cadores que apresenta uma certa indefinição quan-
to ao seu posicionamento num dos quatro fato-
res estabelecidos. Aparece, no entanto, mais for-
temente vinculada ao 3.° fator, permitindo associá-
la com as demais variáveis/indicadores desse fa-
tor através da seguinte hipótese: quanto maior o
número de escolas de duas ou mais salas de au-
la, menor a evasão imediata, e vice-versa.
Há que se destacar, em relação a esse 3.° fa-
tor, queo existe qualquer ambigüidade em sua
composição, uma vez que sua estrutura é perfei-
tamente previsível, aceitável e normal na utiliza-
ção da análise fatorial.
O 4.° fator também passou a ser formado por
duas variáveis/indicadores, e com sentidos bem
convergentes:
média de alunos por docente e
média de alunos por turma
Embora tivesse sido ideal trabalhar com outras
variáveis/indicadores, tais como média de alunos
por saja de aula, por exemplo, para explicar ou des-
crever aspectos relacionados à quantidade da ofer-
ta educacional, issoo foi possível a partir dos
arquivos de dados disponíveis.
De todo o modo, esse 4° fator também é su-
ficientemente claro e suas variáveis/indicadores
correlacionadas o bastante, de modo a poder cap-
tar certos aspectos importantes do funcionamento
do sistema escolar.
Contudo, outros elementos de caráter estatís-
tico devem ser adicionados para melhor compreen-
o da estrutura da análise fatorial do Modelo 1.
Em primeiro lugar, as variâncias explicadas para
cada fator desse modelo são:
Fator 1 = 5,821292
Fator 2 = 2,409894
Fator 3 = 2,101751
Fator 4 = 1,817710
Em segundo lugar, as correlações múltiplas das
variáveis com cada um dos fatores tambémo
altas, exceto da evasão imediata total, o que se
constitui numa importante medida para o resulta-
do final da estrutura da análise fatorial.
5.° Passo: Construção do índice de situação edu-
cacional (índice 1)
Para a construção do índice de situação edu-
cacional, das 361 microrregiões homogêneas do
Brasil, os quatro fatores anteriormente referidos
foram ponderados pela sua participação na res-
pectiva variância explicada no total da variância
obtida.
Os pesos de cada um dos fatores foram os
seguintes:
1.° Fator: 0,479
2.° Fator: 0,198
3.° Fator: 0,173
4.° Fator: 0,158
Tendo em vista as estruturas fatoriais obtidas,
os pesos P1 e P3 entraram na formação do índice
com o sinal positivo, ao passo que os pesos P2
e P4 entraram com o sinal negativo. As variá-
veis/indicadores foram consideradas em sua for-
ma padronizada.
Os índices obtidos após esses procedimentos
teórico-conceituais e estatísticos, todos, para ca-
da microrregião homogênea, encontram-se lista-
dos, de forma crescente, a seguir (Quadro I).
QUADRO I
MICRORREGIÕES ORDENADAS PELO ÍNDICE DE SITUAÇÃO EDUCACIONAL
OBS
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
UF
FN
SE
RN
PI
SE
MA
SE
SE
PA
AL
CE
NOME
FERNANDO DE NORONHA
SERTÃO DO RIO REAL
LITORAL DEO BENTO DO NORTE
CAMPO MAIOR
AGRESTE DE ITABAINA
GURUPI
SERTÃO SERGIPANO DOO FRANCISCO
COTINGUIBA
VISEU
BATALHA
IBIAPABA
MICRO
122
130
80
46
127
29
123
126
26
114
62
ÍNDICE 1
- 1.1594
- 1.0880
- 0.9678
- 0.9484
- 0.9472
- 0.9387
- 0.9301
- 0.9170
- 0.9027
- 0.8916
QUADRO I
MICRORREGIÕES ORDENADAS PELO ÍNDICE DE SITUAÇÃO EDUCACIONAL
(Continuação)
OBS
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
43
44
45
46
47
48
49
50
51
52
53
54
55
56
57
58
59
60
61
62
63
64
65
66
67
68
69
UF
SE
BA
MA
AL
BA
AL
AL
AL
SE
AL
PI
PA
PA
GO
BA
MG
BA
PB
PA
CE
GO
PB
RN
BA
BA
BA
MA
CE
MG
RN
CE
PI
PI
PA
BA
GO
BA
MG
PA
AL
MA
CE
PB
BA
PA
AM
PI
CE
MG
BA
PA
PI
PB
BA
BA
PA
BA
CE
NOME
AGRESTE DE LAGARTO
MÉDIOO FRANCISCO
ALTO MUNIM
SERTÃO ALAGOANO
SERTÃO DE CANUDOS
ARAPIRACA
TABULEIROS DEO MIGUEL DOS CAMPOS
PALMEIRA DOS ÍNDIOS
NOSSA SENHORA DAS DORES
LITORAL NORTE ALAGOANO
BAIXO PARNAÍBA PIAUIENSE
GUAJARINA
ARAGUAIA PARAENSE
SERRA GERAL DE GOIÁS
TABULEIROS DE VALENÇA
ALTO RIO PARDO
LITORAL NORTE BAIANO
CURIMATAÚ
FUROS
SERRA DO PEREIRO
O DO PARANÁ
BREJO PARAIBANO
SERRA VERDE
SERTÃO DE PAULO AFONSO
BAIXO-MÉDIOO FRANCISCO
ENCOSTA DO PLANALTO DE CONQUISTA
ALTO MEARIM E GRAJAÚ
URUBURETAMA
PASTORIL DE PEDRA AZUL
AGRESTE POTIGUAR
LITORAL DO CAMOCIM E ACARAÚ
ALTOS PIAUÍ E CANINDÉ
CHAPADAS DO EXTREMO SUL PIAUIENSE
BRAGANTINA
SERRA GERAL DA BAHIA
EXTREMO NORTE GOIANO
PASTORIL DE ITAPETINGA
SERRA GERAL DE MINAS
TOMÉ-AÇÚ
MATA ALAGOANA
PINDARÉ
SERRANA DE CARIRIACU
PIEMONTE DA BORBOREMA
SENHOR DO BONFIM
MARABÁ
JURUÁ
BAIXÕES AGRÍCOLAS PIAUIENSE
SERTÕES DE QUIXERAMOBIM
SANFRANCISCANA DE JANUÁRIA
PLANALTO DE CONQUISTA
CAMPOS DE MARAJÓ
VALENÇA DO PIAUÍ
AGROPÁSTORIL DO BAIXO PARAÍBA
CHAPADÕES DO ALTO RIO GRANDE
INTERIORANA DO EXTREMO SUL DA BAHIA
BAIXO AMAZONAS
AGRESTE DE ALAGOINHAS
SERTÕES DE CANINDÉ
MICRO
128
134
37
113
141
118
119
115
125
117
45
22
20
349
152
159
149
91
16
71
352
98
83
147
133
153
39
58
164
88
56
54
55
24
137
345
146
158
21
116
34
75
92
138
19
5
51
68
157
145
17
49
99
131
155
14
148
64
ÍNDICE 1
0.8645
- 0.8600
- 0.8524
- 0.8490
- 0.8230
- 0.8017
0.7845
0.7738
0.7555
0.7550
0.7529
0.7400
- 0.7393
0.7276
0.7162
0.7108
0.7022
0.6883
- 0.6850
- 0.6849
0.6835
0.6803
0.6762
0.6708
0.6662
0.6659
- 0.6608
- 0.6515
- 0.6488
- 0.6459
- 0.6316
- 0.6267
- 0.6225
- 0.6201
- 0.6141
- 0.6133
- 0.6094
- 0.6040
- 0.5988
- 0.5964
- 0.5933
- 0.5920
- 0.5823
- 0.5821
- 0.58064
- 0.57056
- 0.56975
- 0.56901
- 0.56881
- 0.56757
- 0.56510
- 0.55338
- 0.55203
- 0.54837
- 0.54403
- 0.54377
- 0.54044
- 0.54028
QUADRO I
MICRORREGIÕES ORDENADAS PELO ÍNDICE DE SITUAÇÃO EDUCACIONAL
(Continuação)
OBS
70
71
72
73
74
75
76
77
78
79
80
81
82
83
84
85
86
87
88
89
90
91
92
93
94
95
96
97
98
99
100
101
102
103
104
105
106
107
108
109
110
111
112
113
114
115
116
117
118
119
120
121
122
123
124
125
126
127
UF
CE
MG
MA
MA
BA
BA
PA
GO
PA
BA
PI
MA
BA
SE
'
PE
BA
MG
SE
BA
BA
PI
PI
PE
BA
MA
MA
MA
RN
RN
PB
PA
PA
CE
RO
RN
MA
AC
BA
GO
CE
CE
GO
BA
MG
CE
PE
MG
GO
PE
PI
CE
AM
PE
PB
AL
PE
CE
MG
NOME
SOBRAL
PASTORIL DE ALMENARA
PASTOS BONS
BAIXO PARNAÍBA MARANHENSE
RECÔNCAVO BAIANO
CHAPADÕES DO RIO CORRENTE
BELÉM
CHAPADA DOS VEADEIROS
BAIXO TOCANTINS
CHAPADA DIAMANTINA MERIDIONAL
FLORIANO
MEARIM
LITORÂNEA DO EXTREMO SUL DA BAHIA
PRÓPRIA
MATA ÚMIDA PERNAMBUCANA
JEQUIÉ
TEÓFILO OTONI
LITORAL SUL SERGIPANO
FEIRA DE SANTANA
PIEMONTE DA DIAMANTINA
MÉDIO GURGUÉIA
ALTO PARNAÍBA PIAUIENSE
AGRESTE MERIDIONAL PERNAMBUCANO
CACAUEIRA
ALTO ITAPECURU
BAIXADA ORIENTAL MARANHENSE
BAIXADA OCIDENTAL MARANHENSE
U E APODI
BÓRBOREMA POTIGUAR
SERRA DO TEIXEIRA
SALGADO
MÉDIO AMAZONAS PARAENSE
SERTÕES DE CRATÉUS
RONDÔNIA
SERTÃO DE ANGICOS
ITAPECURU
ALTO JURUÁ
SERRINHA
TOCANTINA DE PEDRO AFONSO
IGUATU
CHAPADA DO ARARIPE
RIO VERMELHO
CHAPADA DIAMANTINA SETENTRIONAL
MINERADORA DE DIAMANTINA
IBIAPABA MERIDIONAL
AGRESTE SETENTRIONAL PERNAMBUCANO
BACIA DO SUACUÍ
PLANALTO GOIANO
ARARIPINA
TERESINA
SERTÃO DO CARIRI
MADEIRA
MATA SECA PERNAMBUCANA
SERIDÓ PARAIBANO
PENEDO
ARCOVERDE
SERRA DO BATURITÉ
MINERADORA DO ALTO JEQUITINHONHA
MICRO
63
165
44
33
151
132
25
351
18
136
50
35
156
124
112
144
168
129
143
139
53
52
109
154
41
32
30
81
87
100
23
12
67
1
82
36
2
142
347
73
77
353
135
167
66
107
174
355
101
47
76
7
110
90
121
106
65
163
ÍNDICE 1
- 0.53946
- 0.53787
- 0.52896
- 0.52572
- 0.52364
- 0.51747
- 0.51580
- 0.51153
- 0.50731
- 0.50649
- 0.50399
- 0.50272
- 0.50062
- 0.49956
- 0.49420
- 0.48853
- 0.48663
- 0.48325
- 0.47363
- 0.47228
- 0.46734
- 0.46719
- 0.46613
- 0.46367
- 0.45360
- 0.44681
- 0.44185
- 0.43661
- 0.43241
- 0.42130
- 0.42044
- 0.41261
- 0.40538
- 0.40323
- 0.40257
- 0.39969
- 0.39892
- 0.39842
- 0.39173
- 0.39022
- 0.38803
- 0.38137
- 0.37634
- 0.37365
- 0.36143
- 0.36129
- 0.36009
- 0.35912
- 0.35857
- 0.35816
- 0.35151
- 0.34622
- 0.34282
- 0.33681
- 0.33486
- 0.33413
- 0.32832
- 0.31010
QUADRO I
MICRORREGIÕES ORDENADAS PELO ÍNDICE DE SITUAÇÃO EDUCACIONAL
(Continuação)
OBS
128
129
130
131
132
133
134
135
136
137
138
139
140
141
142
143
144
145
146
147
148
149
150
151
152
153
154
155
156
157
158
159
160
161
162
163
164
165
166
167
168
169
170
171
172
173
174
175
176
177
178
179
180
181
182
183
184
185
UF
RJ
RJ
AM
GO
RJ
CE
PB
CE
PE
RN
GO
PI
GO
CE
BA
PB
CE
PB
MA
MG
PE
AM
MA
RN
AM
MA
RJ
BA
GO
GO
CE
RN
PB
CE
PA
CE
MA
MG
MG
MG
PB
CE
MS
PB
RN
PR
MT
PE
RJ
AC
PE
PE
MG
SP
GO
MT
RJ
PA
NOME
BAÍA DA ILHA GRANDE
RIO DE JANEIRO
ALTO SOLIMÕES
MÉDIO TOCANTINS-ARAGUAIA
CABO FRIO
MÉDIO JAGUARIBE
CARIRIS VELHOS
LITORAL DE PACAJUS
SERTÃO DO MOXOTÓ
SERRANA NORTE-RIOGRANDENSE
BAIXO ARAGUAIA GOIANO
MÉDIO PARNAÍBA PIAUIENSE
ALTO TOCANTINS
BAIXO JAGUARIBE
SALVADOR
AGRESTE DA BORBOREMA
CARIRI
CATOLÉ DO ROCHA
CHAPADAS DO SUL MARANHENSE
PASTORIL DE NANUQUE
VALE DO IPOJUCA
PURUS
BAIXO BALSAS
NATAL
SOLIMÕES-JAPURÁ
MÉDIO MEARIM
FLUMINENSE DO GRANDE RIO
CORREDEIRAS DOO FRANCISCO
SERRA DO CAIAPÓ
ALTO ARAGUAIA GOIANO
BAIXO-MÉDIO ACARAÚ
SALINEIRA NORTE-RIOGRANDENSE
LITORAL PARAIBANO
SERTÕES DE SENADOR POMPEU
XINGU
SERTÃO DO SALGADO
IMPERATRIZ
BELO HORIZONTE
MONTES CLAROS
ALTO-MÉDIOO FRANCISCO
SERTÃO DE CAJAZEIRAS
SERTÃO DOS INHAMUNS
ALTO TAQUARI
DEPRESSÃO DO ALTO PIRANHAS
SÉRIDÓ
ALTO RIBEIRA
ALTO GUAPORÉJAURU
ALTO PAJEÚ
CORDEIRO
ALTO PURUS
SALGUEIRO
SERTÃO PERNAMBUCANO DOO FRANCISCO
GOVERNADOR VALADARES
GRANDEO PAULO
MEIA-PONTE
ALTO PARAGUAI
BACIAS DOO JOÃO E MACACU
TAPAJÓS
MICRO
223
224
4
348
222
70
96
60
105
85
346
48
350
61
150
97
78
89
42
169
108
6
43
84
9
40
221
140
357
356
57
79
93
69
15
74
38
182
162
161
94
72
339
95
86
270
333
104
216
3
102
103
175
262
358
334
220
13
ÍNDICE 1
0.30777
0.30621
- 0.29415
- 0.28459
- 0.28388
- 0.28229
- 0.28054
- 0.27837
- 0.27334
- 0.26841
- 0.26627
- 0.26617
- 0.26608
- 0.25914
- 0.25747
- 0.24961
- 0.24546
- 0.24314
- 0.23525
- 0.23522
- 0.23293
- 0.23126
- 0.22741
- 0.22121
- 0.21973
- 0.21630
- 0.20372
- 0.19713
- 0.19703
- 0.19514
- 0.19458
- 0.18313
- 0.18148
- 0.18010
- 0.17868
- 0.16811
- 0.16246
- 0.15705
- 0.15526
- 0.14344
- 0.13602
- 0.12409
- 0.12304
- 0.12033
- 0.11632
- 0.10786
- 0.10055
- 0.09881
- 0.08948
- 0.08907
- 0.08794
- 0.08253
- 0.07896
- 0.07233
- 0.06817
- 0.05965
- 0.04581
- 0.03982
QUADRO I
MICRORREGIÕES ORDENADAS PELO ÍNDICE DE SITUAÇÃO EDUCACIONAL
(Continuação)
OBS
186
187
188
189
190
191
192
193
194
195
196
197
198
199
200
201
202
203
204
205
206
207
208
209
210
211
212
213
214
215
216
217
218
219
220
221
222
223
224
225
226
227
228
229
230
231
232
233
234
235
236
237
238
239
240
241
242
243
UF
GO
DF
AP
PE
CE
PR
AL
MG
MG
GO
MS
MG
AM
MT
RJ
SP
MS
MG
MA
MG
AM
RJ
MT
MG
MG
MG
MS
ES
MT
PR
RJ
MT
ES
GO
AP
MG
PR
MG
RJ
MG
MG
PR
MS
MG
RR
PR
MG
MG
RS
SP
MG
PR
RJ
PR
SP
MS
MG
MG
NOME
"MATO GROSSO" DE GOIÁS
DISTRITO FEDERAL
AMAPÁ E OIAPOQUE
RECIFE
FORTALEZA
PITANGA
MACEIÓ
SIDERÚRGICA
MANTENA
VERTENTE GOIANA DO PARANAÍBA
PANTANAIS
MATA DE VIÇOSA
MÉDIO AMAZONAS
NORTE MATO-GROSSENSE
VASSOURAS E BARRA DO PIRAÍ
BAIXADA SANTISTA
BODOQUENA
MATA DE CARATINGA
O LUÍS
MÉDIO RIO DAS VELHAS
RIO NEGRO
AÇUCAREIRA DE CAMPOS
BAIXADA CUIABANA
CHAPADÕES DO PARACATU
MATA DE PONTE NOVA
ESPINHAÇO MERIDIONAL
CAMPOS DE VACARIA E MATA DE DOURADOS
ALTOO MATEUS
GARÇAS
CAMPO MOURÃO
VALE DO PARAÍBA FLUMINENSE
RONDONÓPOLIS
BAIXADA ESPÍRITO-SANTENSE
SUDESTE GOIANO
MACAPÁ
DIVINÓPOLIS
NORTE NOVO DE MARINGÁ
CALCÁRIOS DE SETE LAGOAS
SERRANA FLUMINENSE
BACIA DO MANHUACU
MATA DE UBÁ
ALTO IVAÍ
PASTORIL DE CAMPO GRANDE
ALTA MANTIGUEIRA
RORAIMA
NORTE NOVÍSSIMO DE UMUARAMA
PLANALTO MINEIRO
ALTO RIO GRANDE
PORTO ALEGRE
ALTO PARAÍBA
VERTENTE OCIDENTAL DO CAPARÃO
NORTE NOVO DE APUCARANA
TRÊS RIOS
SUDOESTE PARANAENSE
COSTA NORTE PAULISTA
TRÊS LAGOAS
FORMIGA
CAMPOS DA MANTIGUEIRA
MICRO
354
361
28
111
59
287
120
183
176
360
338
192
10
332
219
266
341
184
31
166
8
213
335
160
188
187
344
203
337
286
217
336
205
359
27
186
282
181
218
185
196
277
342
202
11
285
198
199
308
263
189
284
215
289
267
343
191
195
ÍNDICE 1
- 0.03763
- 0.03625
- 0.03550
- 0.03340
- 0.02767
- 0.02654
- 0.02244
- 0.02032
0.01875
0.03136
0.03488
0.03533
0.03708
0.04027
0.05404
0.06627
0.07465
0.07841
0.08286
0.09944
0.10148
0.10371
0.11072
0.11129
0.11518
0.11745
0.11761
0.12328
0.12380
0.12632
0.13197
0.13305
0.13347
0.14171
0.16734
0.167918
0.185611
0.189525
0.212012
0.216025
0.216463
0.219219
0.220299
0.255619
0.260985
0.261225
0.261976
0.263432
0.276684
0.277859
0.280844
0.280851
0.285242
0.294179
0.312811
0.313096
0.314219
0.317324
QUADRO I
MICRORREGIÕES ORDENADAS PELO ÍNDICE DE SITUAÇÃO EDUCACIONAL
(Continuação)
OBS
244
245
246
247
248
249
250
251
252
253
254
255
256
257
258
259
260
261
262
263
264
265
266
267
268
269
270
271
272
273
274
275
276
277
278
279
280
281
282
283
284
285
286
287
288
289
290
291
292
293
294
295
296
297
298
299
300
301
UF
PR
PR
MG
PR
RJ
RJ
MS
RS
MG
RS
SP
SP
MG
SP
SP
RS
MG
RS
ES
PR
RS
RJ
PR
MG
PR
SP
PR
SP
PR
MG
MG
MG
MG
SP
SP
PR
ES
RS
SP
SP
MG
PR
SP
MG
ES
SP
ES
RS
RS
RS
MG
PR
SP
RS
MG
SP
ES
PR
NOME
NORTE NOVÍSSIMO DE PARANÁ VAI
EXTREMO OESTE PARANAENSE
UBERLÂNDIA
LITORAL PARANAENSE
ITAPERUNA
CANTAGALO
PARANAÍBA
CAMPANHA
MATA DO MURIAÉ
LITORAL ORIENTAL DA LAGOA DOS PATOS
JUNDIAÍ
CAMPINAS
TRÊS MARIAS
APIAÍ
PARANAPIACABA
ALTO CAMAQUÃ
FURNAS
LAGOA DOS PATOS
LITORAL SUL ESPÍRITO-SANTENSE
CAMPOS DE GUARAPUAVA
LITORAL SETENTRIONAL DO RIO GRANDE DO SUL
MIRACEMA
CAMPOS DE JAGUARIAÍVA
MATA DE CATAGUASES
NORTE VELHO DE VENCESLAU BRÁS
VALE DO PARAÍBA PAULISTA
NORTE NOVO DE LONDRINA
RIBEIRÃO PRETO
O MATEUS DO SUL
MOGIANA MINEIRA
JUIZ DE FORA
ALTO PARANAÍBA
ALTOO FRANCISCO
BAIXADA DO RIBEIRA
ALTA MOGIANA
ALTO RIO NEGRO PARANAENSE
VITÓRIA
SOLEDADE
BRAGANÇA PAULISTA
SOROCABA
UBERABA
CURITIBA
AÇUCAREIRA DE PIRACICABA
PLANALTO DE ARAXÁ
VERTENTE ORIENTAL DO CAPARÃO
CAMPOS DE ITAPETINGA
COLATINA
COLONIAL DO IRAI
VALE DO JACUÍ
COLONIAL DAS MISSÕES
PLANALTO DE POÇOS DE CALDAS
ALGODOEIRA DE AÇAÍ
DEPRESSÃO PERIFÉRICA SETENTRIONAL
LAGOA MIRIM
MATA DA CORDA
BARRETOS
COLONIAL SERRANA ESPÍRITO-SANTENSE
NORTE VELHO DE JACAREZINHO
MICRO
283
288
170
269
211
214
340
321
193
318
257
248
173
264
261
320
190
317
210
290
310
212
274
201
278
259
281
237
275
194
200
171
180
265
229
271
207
330
258
256
178
268
254
179
208
260
204
325
315
323
197
280
243
319
172
228
206
279
ÍNDICE 1
0.329734
0.330139
0.334482
0.344908
0.346507
0.346573
0.346850
0.348553
0.359494
0.366824
0.367931
0.368977
0.369080
0.369278
0.370309
0.374969
0.380704
0.382796
0.395154
0.405712
0.406131
0.419831
0.424819
0.427183
0.428544
0.431470
0.443213
0.452114
0.466402
0.467037
0.471843
0.475275
0.484947
0.494775
0.498641
0.500432
0.501163
0.507047
0.517043
0.521072
0.524572
0.529284
0.531347
0.532752
0.536092
0.540597
0.542253
0.543707
0.548886
0.551271
0.564371
0.565922
0.568810
0.573464
0.575483
0.579185
0.579190
0.583702
QUADRO I
MICRORREGIÕES ORDENADAS PELO ÍNDICE DE SITUAÇÃO EDUCACIONAL
(Continuação)
OBS
302
303
304
305
306
307
308
309
310
311
312
313
314
315
316
317
318
319
320
321
322
323
324
325
326
327
328
329
330
331
332
333
334
335
336
337
338
339
340
341
342
343
344
345
346
347
348
349
350
351
352
353
354
355
356
357
358
359
360
361
UF
RS
RS
PR
RS
SP
PR
SP
SP
RS
RS
SP
SP
SP
SP
PR
ES
MG
SP
RS
SP
RS
SP
RS
SP
SP
SP
SC
SP
SP
SP
PR
RS
SP
SP
SP
SP
SP
RS
RS
SP
SC
SC
RS
SC
SP
SC
SC
SP
SC
SP
SC
RS
SC
SC
SC
SC
SC
SC
SC
SC
NOME
PASSO FUNDO
SANTA MARIA
CAMPOS DE PONTA GROSSA
FUMICULTORA DE SANTA CRUZ DO SUL
O JOSÉ DO RIO PRETO
CAMPOS DE LAPA
ALTA NOROESTE DE ARAÇATUBA
ESTÂNCIAS HIDROMINERÁIS PAULISTAS
CAMPOS DE VACARIA
COLONIAL DE SANTA ROSA
JAÚ
ARARAQUARA
ALTA SOROCABANA DE PRESIDENTE PRUDENTE
SERRA DE JABOTICABAL
MÉDIO IGUAÇU
CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM
PONTAL DO TRIÂNGULO MINEIRO
PLANALTO DE FRANCA
COLONIAL DO BAIXO TAQUARI
SERRA DE BATATAIS
COLONIAL DE ERECHIM
ALTA NOROESTE DE PENÁPOLIS
COLONIAL DA ENCOSTA DA SERRA GERAL
TATUÍ
RIO CLARO
ALTA SOROCABANA DE ASSIS
FLORIANÓPOLIS
BAURU
ALTA PAULISTA
ENCOSTA OCIDENTAL DA MANTIQUEIRA PAULISTA
COLONIAL DO IRATI
VINICULTORA DE CAXIAS DO SUL
OURINHOS
SERRA DE BOTUCATU
NOVA ALTA PAULISTA
MÉDIA ARARAQUARENSE
ALTA ARARAQUARENSE DE VOTUPORANGA
TRITICULTORA DE CRUZ ALTA
COLONIAL DE IJUÍ
ALTA ARARAQUARENSE DE FERNANDÓPOLIS
COLONIAL DO OESTE CATARINENSE
LITORAL DE LAGUNA
COLONIAL DO ALTO TAQUARI
COLONIAL DO SUL CATARINENSE
DIVISORO JOSÉ DO DOURADOS-TIETÊ
LITORAL DE ITAJAÍ
CAMPOS DE CURITIBANOS
DIVISOR TURVO-GRANDE
COLONIAL DE JOINVILE
MÉDIOO JOSÉ DOS DOURADOS
LITORAL SUL CATARINENSE
COLONIAL DO ALTO JACUÍ
CAMPOS DE LAGES
COLONIAL SERRANA CATARINENSE
PLANALTO DE CANOINHAS
CARBONÍFERA
COLONIAL DO RIO DO PEIXE
COLONIAL DE BLUMENAU
COLONIAL DO ALTO ITAJAÍ
COLONIAL DO ITAJAÍ DO NORTE
MICRO
328
316
273
314
234
272
231
249
331
324
246
242
250
236
291
209
177
230
313
238
326
240
309
255
247
251
297
241
245
244
276
311
252
253
239
235
226
322
327
225
306
299
312
302
233
293
304
227
292
232
301
329
303
298
307
300
305
294
296
295
ÍNDICE
0.598793
0.607834
0.620327
0.629736
0.641213
0.647039
0.648901
0.655888
0.657967
0.663862
0.678891
0.680625
0.683047
0.686088
0.687631
0.698610
0.698721
0.705679
0.707049
0.708582
0.720063
0.721067
0.725270
0.737688
0.738971
0.744732
0.745944
0.748757
0.751762
0.75325
0.75646
0.76558
0.76789
0.77643
0.78378
0.79848
0.80015
0.80390
0.80915
0.82132
0.84147
0.85189
0.85448
0.89551
0.89585
0.90226
0.91800
0.95504
0.98535
1.00739
1.00944
1.01268
1.09280
1.10887
1.13347
1.16948
1.17714
1.18105
1.23856
1.25456
O ORDENAMENTO
Alguns esclarecimentos gerais sobre o orde-
namento apresentadoo fundamentais, sem que
a isso se atribua qualquer tentativa de explicação
dos resultados e, muito menos, de conclusões ou
recomendações a partir desses mesmos resulta-
dos.
a. O ordenamento de determinados espaços
geográficos, a partir de um índice hierárquico, de-
ve ser entendido como um instrumento de medi-
ção, em termos comparativos, de um conceito pre-
viamente estabelecido a partir de características
ou fenômenos relevantes da sociedade.
No caso do índice de situação educacional,
trata-se de um constructo geral subjacente a um
conjunto de 15 variáveis/indicadores educacionais,
e que, portanto, pode ser utilizado na substituição
de cada uma delas.
0 ordenamento daí derivado pode ser interpre-
tado como uma distribuição das áreas espaciais
em termos de melhores ou piores, mais altas ou
mais baixas no que se refere à situação educacio-
nal. Como o ordenamento apresentado é crescen-
te, a observação número um, ou a primeira micror-
região, é a pior, e assim sucessivamente, até che-
gar na melhor.
b. A operacionalização do conceito índice de
situação educacional, através de um espaço mul-
tidimensional, deu-se a partir de 15 variáveis ou
indicadores já conhecidos. A introdução ou exclu-
o de variáveis/indicadores, como já foi visto, po-
de significar uma redefinição da posição relativa
(ordenamento) que cada uma das observações (no
caso, das microrregiões) ocupa ao longo do con-
ceito sob medição quantitativa.
Nesse sentido, o índice de situação educacio-
nal deve ser entendido como um instrumento e um
resultado que, baseado em critérios teórico-
conceituais e estatísticos, permite entender, mais
do que explicar ou determinar relações de causa
e efeito, como se distribui espacialmente a situa-
ção educacional do país, na perspectiva das desi-
gualdades intra e inter-regionais.
c. O ordenamento das microrregiões homogê-
neas do Brasil segundo o índice de situação edu-
cacional, a partir de dados agregados, apresenta
problemas metodológicos próprios e característi-
cos dessas áreas espaciais. Assim é que os mes-
mos dados originalmente utilizados podem apre-
sentar resultados bem diferentes quando agrega-
dos ou desagregados por outras áreas geográfi-
cas (Unidades da Federação ou Municípios, por
exemplo).
As diferenças podem ocorrer tanto nos orde-
namentos ou posição relativa que cada área es-
pacial (observação) pode assumir em distribuições
bi ou multivariadas em geral, quanto na estrutura
de relação das variáveis consideradas.
d. Em sua maioria, as variáveis/indicadores
educacionais utilizadas, só representavam totais.
Na verdade, essa consideração teve fundamentos
de caráter mais estatístico, determinada pela es-
trutura proposta pela matriz de correlação entre
todas as variáveis/indicadores selecionadas
previamente.
Em função disso, vale registrar e mesmo res-
saltar que cada série do 1 ° grau apresenta uma
característica que lhe é peculiar, no sentido de que
procura descrever uma realidade mais intensa ou
mais extensa de um fenômeno educacional qual-
quer que seja. Em geral, as correlações entre o to-
tal e o que ocorria na 1
a
, na 4
a
, na 5.
a
ou na 8.
a
séries costumavam ser baixas, ao mesmo tempo
que as correlações de variáveis diferentes para as
mesmas séries nem sempre podiam ser conside-
radas aceitáveis, porque também baixas.
Uma constatação preliminar e geral é de que
para cada série e para cada fenômeno educacio-
nal obtém-se realidades diversas, pelo menos do
ponto de vista estatístico. Esse constitui, assim,
um ponto extremamente importante de reflexão
e que exige alguma análise mais minuciosa em ou-
tros trabalhos.
e. Como já foi descrito anteriormente, as va-
riáveis/indicadores educacionaiso se referem a
um único ano. Existem dados de 1980, 1982,
1983 e 1984, provenientes tanto do Censo Demo-
gráfico, quanto de diversos levantamentos educa-
cionais promovidos pelo Serviço de Estatística da
Educação, Cultura e Desporto, do MEC.
É de se ressaltar, contudo, que a grande maio-
ria dos dados refere-se ao ano de 1984, e queo
existem maiores problemas de ordem teórico-
conceitual, metodológica ou estatística no fato de
se ter incluído outros anos para a construção do
índice de situação educacional.
f. Deve ficar claro que o índice de situação edu-
cacional foi construído a nível das microrregiões
homogêneas do Brasil.
Nesse sentido, percebe-se que o Distrito Fe-
deral, enquanto microrregião, ficou razoavelmen-
te mal colocada no índice, e o Distrito Federal, en-
quanto Unidade da Federação, ficou no tipo com
melhor situação educacional, segundo o trabalho
do SEEC-MEC,'*' realizado a nível das Unidades
da Federação. Isso significa, simplesmente, que ou-
tras microrregiões possuem uma situação educa-
cional melhor do que o Distrito Federal quando
considerado também como tal, e o Distrito Fede-
ral em relação a outros Estados apresenta-se com
características educacionais extremamente
invejáveis.
É de se acentuar, contudo, que a metodologia
deste trabalho difere em muito da utilizada pelo
SEEC-MEC, o que é o bastante para se compreen-
der as razões pelas quais aparecem resultados di-
ferentes em ambos, caso isso seja objeto de
questionamento.
Algo semelhante ao caso do Distrito Federal
acontece com as microrregiões do Rio de Janeiro
e da Grandeo Paulo, que também ficam mal co-
locadas no índice, enquanto os Estados do Rio de
Janeiro e deo Paulo, que incluem outras micror-
regiões, aparecem no trabalho do SEEC-MEC no
melhor tipo educacional.
Outros casos poderiam ser citados. Há que se
ressaltar, contudo, que as metodologiaso diver-
sas e o conjunto de variáveis/indicadores também
é diferente, além dos próprios objetivos dos dois
trabalhos.
Na leitura do ordenamento e, conseqüente-
mente, do índice, é necessário ter em mente as ca-
racterísticas gerais de cada microrregião, como
também suas particularidades, podendo-se citar,
como exemplos: a dinâmica demográfica, especial-
mente no aspecto da migração, que interfere so-
bremaneira em certos resultados educacionais; a
promoção automática existente nas primeiras-
ries do 1.° grau, notadamente da 1
a
para a 2
a
, o
que produz alterações até certo ponto significati-
vas nas taxas (ou resultados) totais, e assim por
diante.
Com relação a essa última característica do sis-
tema educacional (promoção automática), cum-
pre esclarecer que esta é, possivelmente, uma das
razões senão a mais forte pelas quais um
número significativo de microrregiões do Estado
de Santa Catarina se coloca bem, no índice de
situação educacional, ocupando, em grande par-
te, as melhores posições no conjunto das micror-
regiões do Brasil.
Mas, essa característica é comum a um-
mero grande de Municípios brasileiros pelo que
se sabe ou se ouve dizer, enquanto uma orien-
(*) SEEC-MEC. Tipologia das Unidades da Federação, segundo In-
dicadores Educacionais. Brasília, Estudos Estatísticos, n. 02,
julho de 1986.
tação ou política educacional dos próprios Muni-
cípios ou mesmo das secretarias de Educação dos
Estados.
Outras características dos sistemas de Educa-
ção dos Estados e Municípios devem ser conhe-
cidas e consideradas quando se analisar o índice
de situação educacional segundo as microrregiões.
ESTRATIFICAÇÃO DO ÍNDICE DE SITUAÇÃO
EDUCACIONAL
Após o ordenamento crescente das microrre-
giões, procedeu-se à sua estratificação, tendo por
base o índice construído. Os cinco estratos, cujo
número foi escolhido aleatoriamente,m ampli-
tudes iguais, definidos que foram, levando-se em
conta o maior e o menor dos índices.
Segundo o estrato a que passaram a perten-
cer, as microrregiões foram classificadas quanto
à situação educacional em:
muito baixa, baixa, média, alta e muito alta.
Tendo em vista confirmar a dessemelhança en-
tre as ordenações produzidas pelos Modelo 1 (ín-
dice 1) e Modelo 2 (índice 2), procedeu-se a um
cruzamento entre elas segundo os cinco estratos.
No geral, 220 microrregiões (ou, 61% do total)o
encontraram correspondência nos seus respecti-
vos estratos, uma vez que o resultado dos dois or-
denamentos redundou na constituição de novos
subconjuntos (ou estratos) bem diferentes entre si.
Isso leva à conclusão de que a substituição de
uma variável/indicador por outra, no conjunto das
formadoras dos índices, produz resultados diferen-
tes, donde se infere que a interpretação dos da-
dos obtidoso pode ser feita dissociada da me-
todologia e do conjunto de variáveis/indicadores
que os geraram.
No caso específico da estratificação do índi-
ce de situação educacional (produzido pelo Mo-
delo 1), sua utilidade é múltipla, podendo-se des-
tacar a possibilidade de um mapeamento bem ilus-
trativo das microrregiões segundo os diferentes es-
tratos, que permitem visualizar um continuum da
situação educacional, a nível das Unidades da Fe-
deração e do país como um todo.
0 Quadro 2 apresenta o número de microrre-
giões pertencentes a cada Unidade da Federação
segundo os cinco estratos, configurando situações
bastante parecidas (a) nas regiões Norte, Nordes-
te e Centro-Oeste e, (b) nas regiões Sudeste e Sul.
Procurando caracterizar cada um dos cinco es-
tratos a partir das variáveis originalmente utiliza-
das para a construção do índice de situação edu-
cacional, apresenta-se o Quadro 3.
Esse quadro como que antecipa uma tipolo-
gia, baseada no índice hierárquico, e, os resulta-
dos por estratos (ou tipos)o bastante consis-
tentes, no sentido de que ao estrato cinco, que
apresenta a situação educacional muito baixa, cor-
respondem as piores características educacionais,
enquanto que ao estrato um, que apresenta a si-
tuação educacional muito boa, correspondem, de
um modo geral, as melhores.
QUADRO 2
ESTRATIFICAÇÃO DAS MICRORREGIÕES SEGUNDO O ÍNDICE DE SITUAÇÃO EDUCACIONAL,
POR ESTRATOS, SEGUNDO AS UNIDADES DA FEDERAÇÃO
UNIDADES DA FEDERAÇÃO
BRASIL
NORTE
Rondônia
Acre
Amazonas
Roraima
Pará
Amapá
NORDESTE
Maranhão
Piauí
Ceará
Rio Grande do Norte
Paraíba
Pernambuco
Alagoas
Fernando de Noronha
Sergipe
Bahia
SUDESTE
Minas Gerais
Espírito Santo
Rio de Janeiro
o Paulo
SUL
Paraná
Santa Catarina
Rio Grande do Sul
CENTRO-OESTE
Mato Grosso do Sul
Mato Grosso
Goiás
Distrito Federal
NÚMERO DE
MICROR-
REGIÕES
361
28
1
2
7
1
15
2
128
16
11
23
10
12
12
9
1
8
26
111
46
8
14
43
64
24
16
24
30
7
6
16
1
ESTRATOS: POR SITUAÇÃO EDUCACIONAL
MUITO
ALTA
27
-
-
8
8
19
15
4
ALTA
96
-
-
57
16
6
3
32
37
17
1
19
2
2
MÉDIA
80
8
1
2
1
2
2
16
2
4
2
3
4
1
-
32
20
2
7
3
8
7
1
16
5
6
4
1
BAIXA
125
16
1
1
5
9
-
86
12
9
17
7
7
8
2
2
22
13
9
4
-
-
10
10
MUITO
BAIXA
33
4
4
-
26
2
2
2
1
2
6
1
6
4
1
1
-
-
2
_
2
QUADRO 3
ESTRATIFICAÇÃO DAS MICRORREGIÕES, SEGUNDO AS VARIÁVEIS ORIGINAIS
DO ÍNDICE DE SITUAÇÃO EDUCACIONAL
VARIÁVEIS/INDICADORES
1. Evasão imediata total (%)
2. Aprovação total (%)
3. Matrícula de repetentes (%)
4. Evasão mediata - 1
a
para a 2
a
séries (%)
5. Sincronia idade/série total (%)
6. Conclusão tardia (%)
7. Progressão escolar - 1
a
para a 4.
a
série (%)
8. Escolas de duas ou mais salas de aula (%)
9. Média de alunos por docente
10. Taxa de escolarização da população de sete a 14 anos
de idade (%)
11. Taxa de alfabetização da população de 15 anos e mais
de idade (%)
12. Pessoas de 11 anos e mais com 4.
a
série do 1.° grau (%)
13. Docentes habilitados (%)
14. Média de alunos por turma
15. Escolas de 1.
a
à 4
a
série (%)
Número de Microrregiões
5
MUITO
BAIXA
16,0
65,2
28,4
30,1
16,5
92,0
13,0
30,7
30,3
39,2
43,2
11,8
42,5
31,6
95,4
33
4
BAIXA
14,8
71,4
21,5
30,0
19,8
88,1
16,9
30,5
26,9
46,6
51,0
15,4
50,9
29,2
92,6
125
ESTRATOS
3
MÉDIA
14,6
72,4
22,4
3,2
28,6
80,4
33,6
51,0
24,4
65,7
69,6
27,9
72,5
28,4
83,9
80
2
ALTA
11,5
75,5
19,3
-4,2
42,8
67,0
47,7
45,8
20,3
74,5
80,5
36,9
83,1
26,2
80,5
96
1
MUITO
ALTA
9,5
84,9
10,9
-3,0
53,4
64,9
62,1
38,4
20,0
74,2
83,9
43,3
80,9
24,4
83,1
27
Esta parte do trabalho consta, simplesmente,
de três mapas e um conjunto de quadros que apre-
sentam uma estratificação de algumas variáveis,
segundo as microrregiões homogêneas do Brasil.
0 primeiro mapa refere-se ao índice de situa-
ção educacional, dividido em cinco estratos, e foi
elaborado a partir do Quadro 2.
0 segundo mapa estratifica a taxa de escola-
rização em cinco níveis, de acordo com o Quadro
4, a seguir apresentado, enquanto o terceiro ma-
pa, que segue a mesma metodologia anterior, es-
tratifica a taxa de alfabetização, listando as micror-
regiões em função de cada nível ou estrato.
A estratificação, tanto do índice quanto das de-
mais variáveis educacionais, segue um procedi-
Mapas e
Níveis Educacionais
mento muito subjetivo e simples. Uma vez deter-
minado o intervalo (range) entre o menor e o maior
valor da variável, esse foi dividido em cinco par-
tes iguais, conforme vem indicado na observação
logo ao final de cada quadro (do 4 ao 13).
Mapear certas variáveis ou apresentá-las em
quadros, sob a forma de estratos (ou níveis edu-
cacionais), constitui tarefa muito importante para
o planejamento educacional, principalmente pelo
fato de se poder organizar a atuação (intervenção)
setorial segundo prioridades que indicam.
Esta parte, portanto, vem apenas complemen-
tar a anterior, no sentido de que apresenta um con-
junto de informações extremamente útil sobre a
situação educacional de 1 ° grau do país.
QUADRO 4
ESTRATIFICAÇÃO DAS UNIDADES DA FEDERAÇÃO SEGUNDO NÍVEIS EDUCACIONAIS
Variável: taxa de escolarização (das pessoas de sete a 14 anos)
REGIÕES E UNIDADES DA FEDERAÇÃO
NORTE
Rondônia
Acre
Amazonas
Roraima
Pará
Amapá
NORDESTE
Maranhão
Piauí
Ceará
Rio Grande do Norte
Paraíba
Pernambuco
Alagoas
Fernando de Noronha
Sergipe
Bahia
SUDESTE
Minas Gerais
Espírito Santo
Rio de Janeiro
o Paulo
SUL
Paraná
Santa Catarina
Rio Grande do Sul
CENTRO OESTE
Mato Grosso do Sul
Mato Grosso
Goiás
Distrito Federal
BRASIL
TOTAL
28
1
2
7
1
15
2
128
16
11
23
10
12
12
9
1
8
26
111
46
8
14
43
64
24
16
24
30
7
6
16
1
361
NÍVEIS EDUCACIONAIS
MUITO
ALTO
1
-
1
1
-
1
-
13
2
1
3
7
6
1
5
1
1
22
ALTO
4
-
1
1
1
1
8
1
1
1
1
1
1
1
1
79
29
5
11
34
43
12
12
19
9
2
2
5
-
143
MÉDIO
8
1
1
-
5
1
19
_
5
1
3
2
4
-
3
1
16
12
2
2
12
9
3
-
13
5
3
5
-
68
BAIXO
11
-
4
7
73
9
5
13
6
8
6
6
2
18
3
3
-
-
3
3
-
7
1
6
97
MUITO
BAIXO
4
1
2
1
27
6
-
8
-
2
1
2
-
2
6
-
_
-
-
-
-
-
_
31
OBS.: MB= até 34,5%; B= de 34,6 a 50,3%; M = de 50,4 a 66,1%; A= de 66,2 a 81,9%; MA= de 82,0% e mais.
QUADRO 5
ESTRATIFICAÇÃO DAS UNIDADES DA FEDERAÇÃO SEGUNDO NÍVEIS EDUCACIONAIS
Variável: taxa de alfabetização (das pessoas de 15 anos e mais)
REGIÕES E UNIDADES DA FEDERAÇÃO
NÍVEIS EDUCACIONAIS
TOTAL
MUITO
ALTO
ALTO
MÉDIO
BAIXO
MUITO
BAIXO
NORTE
Rondônia
Acre
Amazonas
Roraima
Pará
Amapá
NORDESTE
Maranhão
Piauí
Ceará
Rio Grande do Norte
Paraíba
Pernambuco
Alagoas
Fernando de Noronha
Sergipe
Bahia
SUDESTE
Minas Gerais
Espírito Santo
Rio de Janeiro
o Paulo
SUL
Paraná
Santa Catarina
Rio Grande do Sul
CENTRO-OESTE
Mato Grosso do Sul
Mato Grosso
Goiás
Distrito Federal
BRASIL
28
1
2
7
1
15
2
128
16
11
23
10
12
12
9
1
8
26
111
46
8
14
43
64
24
16
24
30
7
6
16
1
361
2
1
1
3
1
1
-
1
52
12
1
6
33
46
11
14
21
3
1
1
1
106
8
1
-
1
4
2
5
1
1
1
1
1
44
20
6
8
10
16
11
2
3
17
6
5
6
90
13
1
3
9
16
2
3
1
2
2
1
-
-
5
7
6
1
-
2
9
1
8
-
47
3
1
1
1
91
11
8
20
5
7
10
4
6
20
8
8
-
1
1
-
103
2
2
13
2
1
2
3
4
1
-
-
-
-
_
-
15
OBS.: MB= até 37,4%; B= de 37,5 a 51,3%; M= de 51,4 a 65,2%; A= de 65,3 a 79,1%; MA= de 79,2% e mais.
QUADRO 6
ESTRATIFICAÇÃO DAS UNIDADES DA FEDERAÇÃO SEGUNDO NÍVEIS EDUCACIONAIS
Variável: progressão (fluxo) escolar da 1 f para a 4.
a
série
REGIÕES E UNIDADES DA FEDERAÇÃO
NÍVEIS EDUCACIONAIS
TOTAL
MUITO
ALTO
ALTO
MÉDIO BAIXO
MUITO
BAIXO
NORTE
Rondônia
Acre
Amazonas
Roraima
Pará
Amapá
NORDESTE
Maranhão
Piauí
Ceará
Rio Grande do Norte
Paraíba
Pernambuco
Alagoas
Fernando de Noronha*
Sergipe
Bahia
SUDESTE
Minas Gerais
Espírito Santo
Rio de Janeiro
o Paulo
SUL
Paraná
Santa Catarina
Rio Grande do Sul
CENTRO-OESTE
Mato Grosso do Sul
Mato Grosso
Goiás
Distrito Federal
BRASIL
28
1
2
7
1
15
2
128
16
11
23
10
12
12
9
1
8
26
111
46
8
14
43
64
24
16
24
30
7
6
16
1
361
-
-
-
-
6
6
-
-
6
-
1
1
-
23
1
22
16
1
8
7
1
1
41
2
-
1
1
4
1
1
1
1
52
22
4
8
18
31
12
2
17
4
3
1
93
7
1
1
1
3
1
19
1
2
1
4
2
5
1
3
27
16
3
5
3
10
10
-
19
4
5
10
82
19
1
1
6
11
104
14
9
22
5
10
6
7
1
5
25
9
8
1
-
1
1
_
-
6
6
139
* FN= sem informação para esta variável.
OBS.: MB= até 21,4%; B= de 21,5 a 38,0%; M= de 38,1 a 54,5%; A= de 54,6 a 71,1%; MA= de 71,2% e mais.
QUADRO 7
ESTRATIFICAÇÃO DAS UNIDADES DA FEDERAÇÃO SEGUNDO NÍVEIS EDUCACIONAIS
Variável: porcentagem de docentes habilitados
REGIÕES E UNIDADES DA FEDERAÇÃO
NÍVEIS EDUCACIONAIS
TOTAL
MUITO
ALTO
ALTO
MÉDIO
BAIXO
MUITO
BAIXO
NORTE
Rondônia
Acre
Amazonas
Roraima
Pará
Amapá
NORDESTE
Maranhão
Piauí
Ceará
Rio Grande do Norte
Paraíba
Pernambuco
Alagoas
Fernando de Noronha*
Sergipe
Bahia
SUDESTE
Minas Gerais
Espírito Santo
Rio de Janeiro
o Paulo
SUL
Paraná
Santa Catarina
Rio Grande do Sul
CENTRO-OESTE
Mato Grosso do Sul
Mato Grosso
Goiás
Distrito Federal
BRASIL
28
1
2
7
1
15
2
128
16
11
23
10
12
12
9
1
8
26
111
46
8
14
43
64
24
16
24
30
7
6
16
1
361
3
1
1
1
8
1
1
1
2
1
1
1
97
32
8
14
43
39
12
10
17
6
4
1
1
153
2
1
-
1
30
_
3
1
3
1
8
2
3
9
12
12
-
20
7
6
7
14
3
4
7
78
12
1
1
4
6
52
9
6
2
5
4
2
6
2
16
2
2
-
-
5
5
6
1
5
77
7
1
2
4
33
6
1
16
1
7
-
-
2
-
-
4
4
44
4
4
5
3
1
-
-
1
-
-
_
-
-
-
9
FN= sem informação para esta variável.
OBS.: MB= até 20,0%; B= de 20,1 a 38,9%; M= de 39,0 a 57,8%; A= de 57,9 a 76,7%; MA= de 76,8% e mais.
QUADRO 8
ESTRATIFICAÇÃO DAS UNIDADES DA FEDERAÇÃO SEGUNDO NÍVEIS EDUCACIONAIS
Variável: taxa de evasão (total)
REGIÕES E UNIDADES DA FEDERAÇÃO
NÍVEIS EDUCACIONAIS
TOTAL
MUITO
ALTO
ALTO
MÉDIO
BAIXO
MUITO
BAIXO
NORTE
Rondônia
Acre
Amazonas
Roraima
Pará
Amapá
NORDESTE
Maranhão
Piauí
Ceará
Rio Grande do Norte
Paraíba
Pernambuco
Alagoas
Fernando de Noronha*
Sergipe
Bahia
SUDESTE
Minas Gerais
Espírito Santo
Rio de Janeiro
o Paulo
SUL
Paraná
Santa Catarina
Rio Grande do Sul
CENTRO-OESTE
Mato Grosso do Sul
Mato Grosso
Goiás
Distrito Federal
BRASIL
28
1
2
7
1
15
2
128
16
11
23
10
12
12
9
1
8
26
111
46
8
14
43
64
24
16
24
30
7
6
16
1
361
2
2
-
-
5
1
2
1
-
1
1
-
1
1
-
3
1
1
1
12
7
_
3
3
1
32
1
5
2
7
7
4
1
5
6
5
1
-
7
7
-
19
4
3
12
-
71
13
1
2
1
9
57
4
4
14
3
3
7
5
3
14
39
27
4
2
6
12
9
1
2
7
2
2
3
-
128
6
2
3
1
30
9
2
6
2
-
11
55
12
3
9
31
30
7
9
14
-
121
-
4
2
1
1
-
1
10
1
3
6
14
6
8
1
_
1
29
* FN= sem informação para esta variável.
OBS.: MB= até 7,5%; B= de 7,6 a 12,3%; M= de 12,4 a 17,0%; A= de 17,1 a 21,6%; MA= de 21,7% e mais.
QUADRO 9
ESTRATIFICAÇÃO DAS UNIDADES DA FEDERAÇÃO SEGUNDO NÍVEIS EDUCACIONAIS
Variável: taxa de aprovação (total)
REGIÕES E UNIDADES DA FEDERAÇÃO
NÍVEIS EDUCACIONAIS
TOTAL
MUITO
ALTO
ALTO
MÉDIO
BAIXO
MUITO
BAIXO
NORTE
Rondônia
Acre
Amazonas
Roraima
Pará
Amapá
NORDESTE
Maranhão
Piauí
Ceará
Rio Grande do Norte
Paraíba
Pernambuco
Alagoas
Fernando de Noronha*
Sergipe
Bahia
SUDESTE
Minas Gerais
Espírito Santo
Rio de Janeiro
o Paulo
SUL
Paraná
Santa Catarina
Rio Grande do Sul
CENTRO-OESTE
Mato Grosso do Sul
Mato Grosso
Goiás
Distrito Federal
BRASIL
28
1
2
7
1
15
2
128
16
11
23
10
12
12
9
1
8
26
111
46
8
14
43
64
24
16
24
30
7
6
16
1
361
-
1
1
-
-
15
15
-
-
16
4
2
1
1
19
5
5
2
-
-
7
21
5
2
1
13
14
9
1
4
4
3
1
62
13
1
2
9
1
54
8
1
10
1
9
9
4
12
60
23
6
5
26
33
13
20
17
6
1
10
177
9
1
3
5
37
2
7
7
6
1
3
4
7
24
14
6
4
2
2
9
1
5
3
-
81
2
1
1
17
3
1
3
-
1
1
8
6
4
2
-
-
-
25
* FN= sem informação para esta variável.
OBS.: MB= até 62,3%; B= de 62,4 a 69,9%; M= de 70,0 a 77,5%; A= de 77,6 a 85,1%; MA= de 85,2% e mais.
QUADRO 10
ESTRATIFICAÇÃO DAS UNIDADES DA FEDERAÇÃO SEGUNDO NÍVEIS EDUCACIONAIS
Variável: sincronia idade/série total
REGIÕES E UNIDADES DA FEDERAÇÃO
NÍVEIS EDUCACIONAIS
TOTAL
MUITO
ALTO
ALTO
MÉDIO BAIXO
MUITO
BAIXO
NORTE
Rondônia
Acre
Amazonas
Roraima
Pará
Amapá
NORDESTE
Maranhão
Piauí
Ceará
Rio Grande do Norte
Paraíba
Pernambuco
Alagoas
Fernando de Noronha*
Sergipe
Bahia
SUDESTE
Minas Gerais
Espírito Santo
Rio de Janeiro
o Paulo
SUL
Paraná
Santa Catarina
Rio Grande dó Sul
CENTRO-OESTE
Mato Grosso do Sul
Mato Grosso
Goiás
Distrito Federal
28
1
2
7
1
15
2
128
16
11
23
10
12
12
9
1
8
26
111
46
8
14
43
64
24
16
24
30
7
6
16
1
-
-
11
10
1
-
-
35
2
1
32
29
4
6
18
1
1
-
-
44
26
5
4
9
18
13
5
3
3
4
1
1
1
1
27
1
1
5
5
2
7
2
4
29
17
1
9
2
7
7
_
-
17
4
5
8
24
2
7
14
1
101
15
10
18
5
10
5
7
1
8
22
3
3
-
-
_
_
-
9
_
1
8
BRASIL 361 11 64 65 84 137
* FN= sem informação para esta variável.
OBS.: MB= até 21,3%; B= de 21,4 a 32,5%; M= de 32,6 a 43,7%; A= de 43,8 a 54,9%; MA= de 55,0% e mais.
QUADRO 11
ESTRATIFICAÇÃO DAS UNIDADES DA FEDERAÇÃO SEGUNDO NÍVEIS EDUCACIONAIS
Variável: escolas de duas ou mais salas de aula
REGIÕES E UNIDADES DA FEDERAÇÃO
NÍVEIS EDUCACIONAIS
TOTAL
MUITO
ALTO
ALTO MÉDIO
BAIXO
MUITO
BAIXO
NORTE
Rondônia
Acre
Amazonas
Roraima
Pará
Amapá
NORDESTE
Maranhão
Piauí
Ceará
Rio Grande do Norte
Paraíba
Pernambuco
Alagoas
Fernando de Noronha*
Sergipe
Bahia
SUDESTE
Minas Gerais
Espírito Santo
Rio de Janeiro
o Paulo
SUL
Paraná
Santa Catarina
Rio Grande do Sul
CENTRO-OESTE
Mato Grosso do Sul
Mato Grosso
Goiás
Distrito Federal
BRASIL
28
1
2
7
1
15
2
128
16
11
23
10
12
12
9
1
8
26
111
46
8
14
43
64
24
16
24
30
7
6
16
1
361
1
-
1
6
1
1
1
1
1
1
7
2
3
2
5
2
2
1
1
1
20
3
d
1
1
24
14
1
8
1
13
3
3
7
-
-
40
3
1
1
1
13
1
3
1
2
1
1
3
1
22
12
2
8
22
8
1
13
7
4
1
2
-
67
7
2
1
3
1
46
6
5
2
6
6
2
7
2
10
32
12
1
19
19
9
7
3
14
3
4
7
-
118
17
6
10
60
8
3
19
2
4
8
1
1
14
26
6
7
13
5
2
3
-
8
1
7
-
116
FN= sem informação para esta variável.
OBS.: MB = até 24,6%; B- de 24,7 a 43,5%; M= de 43,6 a 62,4%; A= de 62,5 a 81,3%; MA= de 81,4% e mais.
QUADRO 12
ESTRATIFICAÇÃO DAS UNIDADES DA FEDERAÇÃO SEGUNDO NÍVEIS EDUCACIONAIS
Variável: porcentagem de matrículas de alunos repetentes
REGIÕES E UNIDADES DA FEDERAÇÃO
NÍVEIS EDUCACIONAIS
TOTAL
MUITO
ALTO
ALTO
MÉDIO
BAIXO
MUITO
BAIXO
NORTE
Rondônia
Acre
Amazonas
Roraima
Pará
Amapá
NORDESTE
Maranhão
Piauí
Ceará
Rio Grande do Norte
Paraíba
Pernambuco
Alagoas
Fernando de Noronha*
Sergipe
Bahia
SUDESTE
Minas Gerais
Espírito Santo
Rio de Janeiro
o Paulo
SUL
Paraná
Santa Catarina
Rio Grande do Sul
CENTRO-OESTE
Mato Grosso do Sul
Mato Grosso
Goiás
Distrito Federal
BRASIL
28
1
2
7
1
15
2
128
16
11
23
10
12
12
9
1
8
26
111
46
8
14
43
64
24
16
24
30
7
6
16
1
361
1
-
1
8
2
2
-
4
6
5
1
-
-
15
1
1
-
24
2
6
2
7
2
2
3
24
19
5
1
1
3
3
53
16
2
3
1
9
1
39
1
3
6
1
6
7
6
1
8
35
22
6
5
2
39
16
23
14
6
4
4
143
7
2
5
44
5
14
4
5
1
15
36
_
2
3
31
9
7
1
1
13
1
2
9
1
109
3
2
1
13
8
1
-
-
1
3
10
10
15
15
-
41
* FN= sem informação para esta variável.
OBS.: MB= até 11,6%; B= de 11,7 a 19,4%; M= de 19,5 a 27,2%; A= de 27,3 a 35,0%; MA= de 35,1% e mais.
QUADRO 13
ESTRATIFICAÇÃO DAS UNIDADES DA FEDERAÇÃO SEGUNDO NÍVEIS EDUCACIONAIS
Variável: média de alunos por docente
REGIÕES E UNIDADES DA FEDERAÇÃO
NÍVEIS EDUCACIONAIS
TOTAL
MUITO
ALTO
ALTO
MÉDIO
BAIXO
MUITO
BAIXO
NORTE
Rondônia
Acre
Amazonas
Roraima
Pará
Amapá
NORDESTE
Maranhão
Piauí
Ceará
Rio Grande do Norte
Paraíba
Pernambuco
Alagoas
Fernando de Noronha*
Sergipe
Bahia
SUDESTE
Minas Gerais
Espírito Santo
Rio de Janeiro
o Paulo
SUL
Paraná
Santa Catarina
Rio Grande do Sul
CENTRO OESTE
Mato Grosso do Sul
Mato Grosso
Goiás
Distrito Federal
BRASIL
28
1
2
7
1
15
2
128
16
11
23
10
12
12
9
1
8
26
111
46
8
14
43
64
24
16
24
30
7
6
16
1
361
1
1
-
_
-
-
-
-
-
1
3
3
6
1
1
2
2
-
-
-
7
7
16
18
1
2
3
11
1
67
9
4
2
5
3
11
5
6
22
10
6
2
2
9
8
1
20
7
3
9
1
124
6
4
1
1
54
7
7
21
5
9
3
2
84
31
6
9
38
33
16
15
2
3
__
3
_
-
180
1
1
-
17
9
5
3
22
_
22
-
-
40
* FN= sem informação para esta variável.
OBS.: MB= até 18,6%; B= de 18,7 a 25,7%; M =
de 25,8 a 32,8%; A= de 32,9 a 39,9%; MA= de 40,0% e mais.
BRASIL
MICRORREGIÕES HOMOGÊNEAS
ESCALA
BRASIL
MICRORREGIÕES HOMOGÊNEAS
BRASIL
MICRORREGIÕES HOMOGÊNEAS
Antecedentes
Esta parte do estudo de assimetrias educacio-
nais, propõe-se à elaboração de uma tipologia edu-
cacional e baseia-se nos resultados obtidos com
a estrutura fatorial elaborada e utilizada na cons-
trução do índice de situação educacional, cujos
pressupostos teóricos, metodológicos, estatísticos
e empíricos estão apresentados anteriormente.
A estrutura fatorial, que foi definida a partir de
quatro fatores, descreve quatro dimensões impor-
tantes do ensino básico, a saber:
Fator 1 organização do sistema escolar
Fator 2 eficiência do sistema escolar
Fator 3 características da rede escolar
Fator 4 oferta quantitativa do sistema
escolar
Como se verá em seguida, a construção tipo-
lógica sugerida leva em conta, precisamente, es-
ses quatro fatores já definidos e explicados e que
resultaram em importantes dimensões para a com-
preensão das características e funcionamento do
sistema escolar brasileiro de 1 ? grau.
A razão principal de se construir a tipologia
educacional a partir da estrutura da análise fato-
rial empregada na construção do índice de situa-
ção educacional está no fato de se ter consegui-
do um conjunto bem significativo e articulado de
variáveis, ao mesmo tempo que explicativo, da dis-
tribuição espacial das condições educacionais de
1 ° grau.
o se requer, normalmente, para a constru-
ção de uma tipologia setorial, de um número ex-
tenso de variáveis, desde que possibilitem o esta-
belecimento de fatores que sejam, até certo pon-
to, claros e compreensivos. Nesse sentido, visan-
do dar ao trabalho, como um todo, um sentido de
Tipologia Educacional
continuidade e, mais do que isso, estruturá-lo en-
quanto um processo de compreensão das diferen-
ças e desigualdades inter e intra-regionais, em ter-
mos de educação básica, decidiu-se que cada uma
das fases anteriores embasaria a seguinte, desde
queo existissem quaisquer razões de ordem téc-
nica e científica impedindo.
Como já se observou anteriormente, enquan-
to o índice de situação educacional ordena ou hie-
rarquiza as microrregiões homogêneas do Brasil
pela posição que ocupam no contexto nacional,
em função do resultado obtido através do seu ín-
dice, a tipologia educacional trata de agrupar as
microrregiões em tipos, em função de suas carac-
terísticas propriamente educacionais, mas consi-
derando sempre critérios de semelhança e desse-
melhança.
São, portanto, dois produtos distintos, mas que
podem ser extremamente úteis como instrumen-
tos práticos para definir prioridades em termos de
intervenção ou de políticas educacionais.
0 processo de construção e determinação do
número de conglomerados
A análise de conglomerados ou de agrupamen-
tos (Cluster analysis), que se caracteriza por um
conjunto de técnicas quantitativas de classifica-
ção dos elementos de um conjunto em subcon-
juntos, chamados conglomerados ou agrupamen-
tos ou tipos é particularmente empregada em pro-
blemas associados a estudos tipológicos.
o é objetivo deste estudo apresentar maio-
res discussões a respeito das múltiplas abordagens
dessa metodologia, seja em função das caracte-
rísticas da presente linha de estudo, seja em fun-
ção da existência de uma ampla literatura dispo-
nível a respeito para quem desejar conhecer me-
lhor essa técnica multivariada.
A metodologia aqui empregada baseia-se, co-
mo já foi dito, na utilização da análise fatorial, pa-
ra reduzir as dimensões do conjunto de 15 variá-
veis, finalmente escolhidas para a construção do
índice de situação educacional, em um novo con-
junto de quatro variáveis, denominado de fatores.
Todos os fatores possuem variâncias explica-
das diferentes no modelo adotado, devendo ser en-
tendido, por isso mesmo, que cada um estabele-
ce uma linha básica de variação entre os elemen-
tos do conjunto (no caso, as microrregiões),
constituindo-se, pois, em quatro dimensões dis-
tintas e independentes, para que os elementos
possam se diferenciar uns dos outros e serem di-
ferenciados, seja para a construção do índice de
situação educacional ou para a construção da ti-
pologia educacional.
A análise de conglomerados, ou de agrupa-
mentos, uma vez medidas as distâncias entre ca-
da par de elementos, através de algum algoritmo
adotado, agrupa esses elementos, minimizando as
distâncias entre os elementos de um mesmo gru-
po e, por definição, maximizando as distâncias en-
tre os grupos, realizando assim, matematicamen-
te, o objetivo do processo de construção de con-
glomerados espaciais em termos educacionais (ou,
o pr^c^çso de regionalização do sistema educa-
cional), que é o de agrupar os elementos mais se-
melhantes e tornar cada agrupamento o mais ho-
mogêneo internamente e o mais heterogêneo em
relação a outros grupos.
Nesse contexto, iniciou-se o presente trabalho
com a utilização de três algoritmos de conglome-
ração, a saber: Método de Ward, Método do Cen-
tróide e Método do Average Linkage (ou Método
da Média de Agrupamentos).
Com base nesses três métodos e nos quatro
fatores previamente definidos, as microrregiões fo-
ram divididas em quatro, cinco, seis... 15 conglo-
merados, empregando-se o programa-produto
Clustan. Ao mesmo tempo, para esses mesmos
métodos, gerou-se uma variável CCC Cubic
Clustering Criterium, cujo gráfico, que apresenta
em sua evolução números de agrupamentos, é in-
formativo da presença de 'famílias' ou 'grupos ho-
mogêneos'.
Após todos esses procedimentos, optou-se pe-
la utilização do Método de Ward com sete con-
glomerados ou tipos.
O Método de Ward é uma técnica de hierar-
quização aglomerativa, tendo, como função de
agrupamento, a distância euclidiana e o critério de
agrupamento é dado pelo valor do incremento, que
se obtém na matriz de dispersão (ou matriz da so-
ma dos quadrados).
O Método de Ward, como é comum nos-
todos hierárquicos, gera, por vezes, classificações
inadequadas de certos elementos (das microrre-
giões, no caso), maso mais baratos e rápidos
de serem executados do que os não-hierárquicos,
mas que são, por seu turno, em geral, ineficientes
em situações ou estudos com mais de duzentos
elementos (ou observações).
Por isso, submeteu-se a conglomeração obti-
da ao procedimento Relocate do programa-produto
Clustan. A motivação básica dessa abordagem é
a de evitar possíveis erros de aglomeração resul-
tantes da aplicação do Método de Ward,
conseguindo-se, desse modo, reclassificar as mi-
crorregiões inadequadamente classificadas.
Com relação à determinação do número ideal
ou ótimo de conglomerados, é preciso frisar que
o existe um método totalmente satisfatório,
qualquer que seja a técnica de agrupamento utili-
zada. Embora já definidos os sete aglomerados pe-
lo Método de Ward, usou-se ainda a análise dis-
criminante, principalmente com o objetivo de va-
lidar a escolha realizada e que indicou o mesmo
número de grupos.
Para cada uma das conglomerações, obteve-
se uma função discriminante, com o objetivo de
verificar qual das conglomerações gerava um
maior poder discriminatório, ou seja, qual proces-
so de agrupamento gerava uma função discrimi-
nante com menor erro de reclassificação.
Nessa parte do estudo, usou-se probabilidades
proporcionais aos tamanhos de cada agrupamento
(ou tipo).
Como já foi ressaltado, a função discriminan-
te foi constituída a partir de quatro fatores já re-
feridos. Daí que o vetor 'x' da função utilizada re-
presenta os escores dos fatores eo os valores
das 15 variáveis consideradas inicialmente. Para ca-
da vetor 'x' obteve-se a probabilidade de 'x' per-
tencer a cada um dos 'k' agrupamentos, tendo 'x'
sido classificado no grupo de maior probabilidade.
Definição conceitual dos agrupamentos (ou
conglomerados)
O resultado da conglomeração foi o seguinte:
Conglomerado I 65 microrregiões
Conglomerado II 60 microrregiões
Conglomerado III 59 microrregiões
Conglomerado IV 55 microrregiões
Conglomerado V 51 microrregiões
Conglomerado VI 47 microrregiões
Conglomerado VII 23 microrregiões
Na classificação, a seguir, pode-se observar co-
mo se distribuem as 360 microrregiões, exceto
Fernando de Noronha por falta de informações pro-
venientes do SEEC/MEC, nos sete conglomerados
resultantes.
Após a determinação dessa conglomeração
ideal, procedeu-se à sua identificação a partir dos
quatro fatores e das principais variáveis de cada
um dos fatores.
Tanto para os fatores, como para as variáveis,
foram construídos cinco intervalos de igual am-
plitude, com base nos ranges das suas respecti-
vas distribuições.
Nos quadros, a seguir,o apresentados os re-
sultados da tipologia educacional propriamente di-
ta, interpretando-os a nível dos fatores, inicialmen-
te, e, em seguida, das principais variáveis. O que
se descreve, em termos de Muito Boa (MB), Boa
(B), Média (M), Ruim (R) e Muito Ruim (MR) é a
situação educacional de cada conglomerado, cu-
ja leitura deve ser feita horizontalmente.
QUADRO 14
CLASSIFICAÇÃO DAS MICRORREGIÕES NOS GRUPOS APÓS A REALOCACÃO EM SETE GRUPOS
OBS
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
UF
31
32
32
32
35
35
35
35
35
35
35
35
35
35
35
35
35
35
35
35
35
35
35
35
35
35
35
35
35
35
35
35
35
35
35
35
41
41
41
41
NOME
PONTAL DO TRIÂNGULO MINEIRO
COLATINA
COLONIAL SERRANA ESPÍRITO-SANTENSE
CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM
ALTA ARARAQUARENSE DE FERNANDÓPOLIS
ALTA ARARAQUARENSE DE VOTUPORANGA
DIVISOR TURVO-GRANDE
BARRETOS
ALTA MOGIANA
PLANALTO DE FRANCA
ALTA NOROESTE DE ARAÇATUBA
MÉDIOO JOSÉ DOS DOURADOS
DIVISORO JOSÉ DOS DOURADOS-TIETÊ
O JOSÉ DO RIO PRETO
MÉDIA ARARAQUARENSE
SERRA DE JABOTICABAL
SERRA DE BATATAIS
NOVA ALTA PAULISTA
ALTA NOROESTE DE PENÁPOLIS
BAURU
ARARAQUARA
DEPRESSÃO PERIFÉRICA SETENTRIONAL
ENCOSTA OCIDENTAL DA MANTIQUEIRA PAULISTA
ALTA PAULISTA
JAÚ
RIO CLARO
ESTÂNCIAS HIDROMINERAIS PAULISTAS
ALTA SOROCABANA DE ASSIS
OURINHOS
SERRA DE BOTUCATU
ACUCAREIRA DE PIRACICABA
TATUÍ
SOROCABA
BRAGANÇA PAULISTA
CAMPOS DE ITAPETINGA
PARANAPIACABA
CURITIBA
ALTO RIO NEGRO PARANAENSE
CAMPOS DE LAPA
CAMPOS DE PONTA GROSSA
MICRO
177
204
206
209
225
226
227
228
229
230
231
232
233
234
235
236
238
239
240
241
242
243
244
245
246
247
249
251
252
253
254
255
256
258
260
261
268
271
272
273
CLUSTER
QUADRO 14
CLASSIFICAÇÃO DAS MICRORREGIÕES NOS GRUPOS APÓS A REALOCAÇÃO EM SETE GRUPOS
(Continuação)
OBS
41
42
43
44
45
46
47
48
49
50
51
52
53
54
55
56
57
58
59
60
61
62
63
64
65
66
67
68
69
70
71
72
73
74
75
76
77
78
79
80
81
82
83
84
85
86
87
88
89
90
91
92
93
94
95
96
97
98
99
100
UF
41
41
41
41
41
42
42
42
42
42
42
42
42
42
42
42
42
42
42
42
31
31
31
35
35
15
15
21
21
21
21
21
29
29
29
29
29
29
29
29
29
29
29
29
29
52
13
15
15
15
15
15
15
15
15
15
21
21
23
25
NOME
O MATEUS DO SUL
COLONIAL DO IRATI
NORTE VELHO DE JACAREZINHO
NORTE NOVO DE LONDRINA
MÉDIO IGUAÇU
COLONIAL DE JOINVILE
LITORAL DE ITAJAÍ
COLONIAL DE BLUMENAU
COLONIAL DO ITAJAÍ DO NORTE
COLONIAL DO ALTO ITAJAÍ
COLONIAL SERRANA CATARINENSE
LITORAL DE LAGUNA
CARBONÍFERA
LITORAL SUL CATARINENSE
COLONIAL DO SUL CATARINENSE
CAMPOS DE LAGES
CAMPOS DE CURITIBANOS
COLONIAL DO RIO DO PEIXE
COLONIAL DO OESTE CATARINENSE
PLANALTO DE CANOINHAS
MATA DA CORDA
PLANALTO DE ARAXÁ
PLANALTO DE POÇOS DE CALDAS
ALTA SOROCABANA DE PRESIDENTE PRUDENTE
BAIXADA DO RIBEIRA
FUROS
TOME ACU
PINDARÉ
MEARIM
ITAPECURU
ALTO MEARIM E GRAJAÚ
CHAPADAS DO SUL MARANHENSE
CHAPADÕES DO ALTO RIO GRANDE
CHAPADÕES DO RIO CORRENTE
BAIXO-MÉDIOO FRANCISCO
CHAPADA DIAMANTINA SETENTRIONAL
SENHOR DO BONFIM
PIEMONTE DA DIAMANTINA
CORREDEIRAS DOO FRANCISCO
SERTÃO DE CANUDOS
PLANALTO DE CONQUISTA
PASTORIL DE ITAPETINGA
TABULEIROS DE VALENÇA
ENCOSTA DO PLANALTO DE CONQUISTA
INTERIORANA DO EXTREMO SUL DA BAHIA
tOCANTINA DE PEDRO AFONSO
SOLIMÕES-JAPURÁ
MÉDIO AMAZONAS PARAENSE
TAPAJÓS
BAIXO AMAZONAS
BAIXO TOCANTINS
MARABÁ
ARAGUAIA PARAENSE
GUAJARINA
SALGADO
BRAGANTINA
GURUPI
IMPERATRIZ
CARIRI
LITORAL PARAIBANO
MICRO
275
276
279
281
291
292
293
294
295
296
298
299
300
301
302
303
304
305
306
307
172
179
197
250
265
16
21
34
35
36
39
42
131
132
133
135
138
139
140
141
145
146
152
153
155
347
9
12
13
14
18
19
20
22
23
24
29
38
78
93
CLUSTER
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
QUADRO 14
CLASSIFICAÇÃO DAS MICRORREGIÕES NOS GRUPOS APÓS A REALOCAÇÃO EM SETE GRUPOS
(Continuação)
OBS
101
102
103
104
105
106
107
108
109
110
111
112
113
114
115
116
117
118
119
120
121
122
123
124
125
126
127
128
129
130
131
132
133
134
135
136
137
138
139
140
141
142
143
144
145
146
147
148
149
150
151
152
153
154
155
156
157
158
159
160
161
UF
25
25
25
26
26
26
26
26
27
27
27
27
29
29
29
29
29
29
29
52
52
52
52
52
29
31
16
31
31
31
31
31
31
31
31
31
31
31
31
31
31
31
31
31
31
31
31
33
33
33
33
33
33
33
33
33
33
33
35
35
35
NOME
AGRESTE DA BORBOREMA
AGRO-PASTORIL DO BAIXO PARAÍBA
SERRA DO TEIXEIRA
ARARIPINA
ARCOVERDE
AGRESTE SETENTRIONAL PERNAMBUCANO
AGRESTE MERIDIONAL PERNAMBUCANO
MATA ÚMIDA PERNAMBUCANA
PALMEIRA DOS ÍNDIOS
MATA ALAGOANA
LITORAL NORTE ALAGOANO
TABULEIROS DEO MIGUEL DOS CAMPOS
MÉDIOO FRANCISCO
FEIRA DE SANTANA
JEQUIÉ
AGRESTE DE ALAGOINHAS
RECÔNCAVO BAIANO
CACAUEIRA
LITORÂNEA DO EXTREMO SUL DA BAHIA
EXTREMO NORTE GOIANO
BAIXO ARAGUAIA GOIANO
MÉDIO TOCANTINS-ARAGUAIA
ALTO TOCANTINS
SERRA DO CAIAPÓ
SERRINHA
JUIZ DE FORA
MACAPÁ
ALTO PARANAÍBA
TRÊS MARIAS
UBERABA
ALTOO FRANCISCO
CALCÁRIOS DE SETE LAGOAS
SIDERÚRGICA
DIVINÓPOLIS
ESPINHAÇO MERIDIONAL
MATA DE PONTE NOVA
FURNAS
FORMIGA
MATA DE VIÇOSA
MATA DO MÚRIAÉ
MOGIANA MINEIRA
CAMPOS DA MANTIQUEIRA
MATA DE UBÁ
PLANALTO MINEIRO
ALTO RIO GRANDE
MATA DE CATAGUASES
ALTA MANTIQUEIRA
ITAPERUNA
MIRACEMA
ACUCAREIRA DE CAMPOS
CANTAGALO
TRÊS RIOS
CORDEIRO
SERRANA FLUMINENSE
VASSOURAS E BARRA DO PIRAÍ
BACIAS DOO JOÃO E MACACU
CABO FRIO
BAÍA DA ILHA GRANDE
ALTO PARAÍBA
APIAÍ
COSTA NORTE PAULISTA
MICRO
97
99
100
101
106
107
109
112
115
116
117
119
134
143
144
148
151
154
156
345
346
348
350
357
142
200
27
171
173
178
180
181
183
186
187
188
190
191
192
193
194
195
196
198
199
201
202
211
212
213
214
215
216
218
219
220
222
223
263
264
267
CLUSTER
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
QUADRO 14
CLASSIFICAÇÃO DAS MICRORREGIÕES NOS GRUPOS APÓS A REALOCAÇÃO EM SETE GRUPOS
(Continuação)
OBS
162
163
164
165
166
167
168
169
170
171
172
173
174
175
176
177
178
179
180
181
182
183
184
185
186
187
188
189
190
191
192
193
194
195
196
197
198
199
200
201
202
203
204
205
206
207
208
209
210
211
212
213
214
215
216
217
218
219
220
221
UF
43
43
43
43
43
43
43
43
43
43
43
43
43
43
43
43
43
43
43
43
43
43
43
32
32
41
41
41
41
41
41
50
52
31
31
12
13
15
26
26
26
26
26
50
50
52
52
52
52
52
52
52
52
14
26
31
31
31
31
32
NOME
COLONIAL DA ENCOSTA DA SERRA GERAL
LITORAL SETENTRIONAL DO RIO GRANDE DO SUL
VINICULTORA DE CAXIAS DO SUL
COLONIAL DO ALTO TAQUARI
COLONIAL DO BAIXO TAQUARI
FUMICULTORA DE SANTA CRUZ DO SUL
VALE DO JACUÍ
SANTA MARIA
LAGOA DOS PATOS
LITORAL ORIENTAL DA LAGOA DOS PATOS
LAGOA MIRIM
ALTO CAMAQUÃ
CAMPANHA
TRITICULTORA DE CRUZ ALTA
COLONIAL DAS MISSÕES
COLONIAL DE SANTA ROSA
COLONIAL DO IRAÍ
COLONIAL DE ERECHIM
COLONIAL DE IJUÍ
PASSO FUNDO
COLONIAL DO ALTO JACUÍ
SOLEDADE
CAMPOS DE VACARIA
VERTENTE ORIENTAL DO CAPARÃO
LITORAL SUL ESPÍRITO-SANTENSE
CAMPOS DE JAGUARIAÍVA
ALTO IVAÍ
NORTE VELHO DE VENCESLAU BRÁS
ALGODOEIRA DE AÇAÍ
EXTREMO OESTE PARANAENSE
CAMPOS DE GUARAPUAVA
PARANAÍBA
SUDESTE GOIANO
BACIA DO MANHUACU
VERTENTE OCIDENTAL DO CAPARÃO
ALTO PURUS
MÉDIO AMAZONAS
XINGU
SERTÃO PERNAMBUCANO DOO FRANCISCO
ALTO PAJEÚ
SERTÃO DO MOXOTÓ
VALE DO IPOJUCA
MATA SECA PERNAMBUCANA
ALTO TAQUARI
PASTORIL DE CAMPO GRANDE
CHAPADA DOS VEADEIROS
O DO PARANÁ
RIO VERMELHO
"MATO GROSSO" DE GOIÁS
PLANALTO GOIANO
ALTO ARAGUAIA GOIANO
MEIA-PONTE
VERTENTE GOIANA DO PARANAÍBA
RORAIMA
SALGUEIRO
CHAPADÕES DO PARACATU
UBERLÂNDIA
GOVERNADOR VALADARES
MANTENA
ALTOO MATEUS
MICRO
309
310
311
312
313
314
315
316
317
318
319
320
321
322
323
324
325
326
327
328
329
330
331
208
210
274
277
278
280
288
290
340
359
185
189
3
10
15
103
104
105
108
110
339
342
351
352
353
354
355
356
358
360
11
102
160
170
175
176
203
CLUSTER
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
QUADRO 14
CLASSIFICAÇÃO DAS MICRORREGIÕES NOS GRUPOS APÓS A REALOCAÇÃO EM SETE GRUPOS
(Continuação)
OBS
222
223
224
225
226
227
228
229
230
231
232
233
234
235
236
237
238
239
240
241
242
243
244
245
246
247
248
249
250
251
252
253
254
255
256
257
258
259
260
261
262
263
264
265
266
267
268
269
270
271
272
273
274
275
276
277
278
279
280
281
UF
32
41
41
41
41
41
41
41
51
51
51
51
51
51
50
50
50
50
13
27
13
13
13
15
15
21
21
21
21
21
21
21
21
22
22
22
22
23
23
23
23
23
23
23
23
23
23
23
23
23
23
23
23
23
23
23
23
25
25
25
NOME
BAIXADA ESPÍRITO-SANTENSE
LITORAL PARANAENSE
NORTE NOVÍSSIMO DE PARANAVAÍ
NORTE NOVO DE APUCARANA
NORTE NOVÍSSIMO DE UMUARAMA
CAMPO MOURÃO
PITANGA
SUDOESTE PARANAENSE
NORTE MATO-GROSSENSE
ALTO GUAPORÉ-JAURU
ALTO PARAGUAI
BAIXADA CUIABANA
RONDONÓPOLIS
GARÇAS
PANTANAIS
BODOQUENA
TRÊS LAGOAS
CAMPOS DE VACARIA E MATA DE DOURADOS
RIO NEGRO
PENEDO
JURUÁ
PURUS
MADEIRA
CAMPOS DE MARAJÓ
VISEU
BAIXADA OCIDENTAL MARANHENSE
BAIXADA ORIENTAL MARANHENSE
BAIXO PARNAÍBA MARANHENSE
ALTO MUNIM
MÉDIO MEARIM
ALTO ITAPECURU
BAIXO BALSA6
PASTOS BONS
FLORIANO
BAIXÕES AGRÍCOLAS PIAUIENSES
ALTOS PIAUÍ E CANINDÉ
CHAPADAS DO EXTREMO SUL PIAUIENSE
LITORAL DO CAMOCIM E ACARAÚ
BAIXO-MÉDIO ACARAÚ
URUBURETAMA
LITORAL DE PACAJUS
IBIAPABA
SOBRAL
SERTÕES DE CANINDÉ
SERRA DE BATURITÉ
IBIAPABA MERIDIONAL
SERTÕES DE CRATÉUS
SERTÕES DE QUIXERAMOBIM
SERTÕES DE SENADOR POMPEU
MÉDIO JAGUARIBE
SERRA DO PEREIRO
SERTÃO DOS INHAMUNS
IGUATU
SERTÃO DO SALGADO
SERRANA DE CARIRIACU
SERTÃO DO CARIRI
CHAPADA DO ARARIPE
CATOLÉ DO ROCHA
SERIDÓ PARAIBANO
CURIMATAÚ
MICRO
205
269
283
284
285
286
287
289
332
333
334
335
336
337
338
341
343
344
8
121
5
6
7
17
26
30
32
33
37
40
41
43
44
50
51
54
55
56
57
58
60
62
63
64
65
66
67
68
69
70
71
72
73
74
75
76
77
89
90
91
CLUSTER
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
QUADRO 14
CLASSIFICAÇÃO DAS MICRORREGIÕES NOS GRUPOS APÓS A REALOCAÇÃO EM SETE GRUPOS
(Continuação)
OBS
282
283
284
285
286
287
288
289
290
291
292
293
294
295
296
297
298
299
300
301
302
303
304
305
306
307
308
309
310
311
312
313
314
315
316
317
318
31Ô
320
321
322
323
324
325
326
327
328
329
330
331
332
333
334
335
336
337
338
339
340
341
342
UF
25
25
25
25
25
27
29
29
29
16
24
31
31
12
13
22
22
22
27
28
29
31
52
23
11
22
22
22
22
24
24
24
24
24
24
24
24
27
28
28
28
28
28
28
31
31
31
31
31
31
31
31
31
31
31
41
32
35
35
35
35
NOME
PIEMONTE DA BORBOREMA
SERTÃO DE CAJAZEIRAS
DEPRESSÃO DO ALTO PIRANHAS
CARIRIS VELHOS
BREJO PARAIBANO
BATALHA
CHAPADA DIAMANTINA MERIDIONAL
SERRA GERAL DA BAHIA
LITORAL NORTE BAIANO
AMAPÁ E OIAPOQUE
SALINEIRA NORTE RIO-GRANDENSE
MÉDIO RIO DAS VELHAS
MATA DE CARATINGA
ALTO JURUÁ
ALTO SOLIMÕES
BAIXO PARNAÍBA PIAUIENSE
TERESINA
MÉDIO PARNAÍBA PIAUIENSE
ARAPIRACA
PRÓPRIA
SERTÃO DE PAULO AFONSO
SERRA GERAL DE MINAS
SERRA GERAL DE GOIÁS
BAIXO JAGUARIBE
RONDÔNIA
CAMPO MAIOR
VALENÇA DO PIAUÍ
ALTO PARNAÍBA PIAUIENSE
MÉDIO GURGUÉIA
LITORAL DEO BENTO DO NORTE
U E APODI
SERTÃO DE ANGICOS
SERRA VERDE
SERRANA NORTE RIO-GRANDENSE
SERIDÓ
BORBOREMA POTIGUAR
AGRESTE POTIGUAR
SERTÃO ALAGOANO
SERTÃO SERGIPANO DOO FRANCISCO
NOSSA SENHORA DAS DORES
COTINGUIBA
AGRESTE DE ITABAIANA
AGRESTE DE LAGARTO
SERTÃO DO RIO REAL
SANFRANCISCANA DE JANUÁRIA
ALTO RIO PARDO
ALTO-MÉDIOO FRANCISCO
MONTES CLAROS
MINERADORA DO ALTO JEQUITINHONHA
PASTORIL DETEDRA AZUL
PASTORIL DE ALMENARA
MINERADORA DE DIAMANTINA
TEÓFILO OTONI
PASTORIL DE NANUQUE
BACIA DO SUAÇUÍ
ALTO RIBEIRA
VITÓRIA
RIBEIRÃO PRETO
CAMPINAS
JUNDIAÍ
VALE DO PARAÍBA PAULISTA
MICRO
92
94
95
96
98
114
136
137
149
28
79
166
184
2
4
45
47
48
118
124
147
158
349
61
1
46
49
52
53
80
81
82
83
85
86
87
88
113
123
125
126
127
128
130
157
159
161
162
163
164
165
167
168
169
174
270
207
237
248
257
259
CLUSTER
5
5
5
5
5
5
5
5
5
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
7
7
7
7
7
QUADRO 14
CLASSIFICAÇÃO DAS MICRORREGIÕES NOS GRUPOS APÓS A REALOCAÇÃO EM SETE GRUPOS
(Continuação)
OBS
343
344
345
346
347
348
349
350
351
352
353
354
355
356
357
358
359
360
UF
42
33
43
15
21
23
24
26
27
28
29
31
33
33
35
35
41
53
NOME
FLORIANÓPOLIS
VALE DO PARAIBA FLUMINENSE
PORTO ALEGRE
BELÉM
SAO LUIS
FORTALEZA
NATAL
RECIFE
MACEIÓ
LITORAL SUL SERGIPANO
SALVADOR
BELO HORIZONTE
FLUMINENSE DO GRANDE RIO
RIO DE JANEIRO
GRANDE SAO PAULO
BAIXADA SANTISTA
NORTE NOVO DE MARINGÁ
DISTRITO FEDERAL
MICRO
297
217
308
25
31
59
84
111
120
129
150
182
221
224
262
266
282
361
CLUSTER
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
QUADRO 15
TIPOLOGIA EDUCACIONAL
Resultados dos fatores para cada conglomerado
CONGLO-
MERADOS
(TIPOS)
I
II
III
IV
V
VI
VII
FATOR 1
MB
B
B
B
MR
M
B
FATORES
FATOR 2
B
M
M
M
R
R
M
FATOR 3
R
R
M
M
R
R
B
FATOR 4
B
M
B
M
M
M
M
Fator 1 = organização do sistema escolar
Fator 2 = eficiência do sistema escolar
Fator 3 = caracteristicas da rede escolar
Fator 4 = oferta quantitativa do sistema escolar
A partir das classificações propostas nos Qua-
dros 15 e 16 é possível interpretar e entender ca-
da um dos tipos ou conglomerados educacionais,
verificando-se entre eles a existência de grandes
semelhanças nos resultados apresentados.
Conglomerado I
Possui uma boa organização do sistema escolar,
de forma que os níveis de eficiênciao semelhan-
tes. A oferta quantitativa do sistema escolar, que
também é boa, pode estar determinando tanto a
boa organização quanto os níveis de eficiência.
Contudo, as características da rede escolaro
QUADRO 16
TIPOLOGIA EDUCACIONAL
Resultados das variáveis de cada conglomerado
CONGLOMERADOS
(TIPOS)
I
II
III
IV
V
VI
vu
Fator 1
V 69
B
M
B
M
R
M
B
VARIÁVEIS
Fator 2
V 10
B
M
M
M
R
R
M
Fator 3
V 28
R
R
R
R
MR
MR
B
Fator 4
V31
B
M
B
M
M
M
B
V 69 = taxa de escolarização da população de sete a 14 anos de
idade
V 10 = taxa de aprovação total
V 28 = escolas de duas ou mais salas de aula
V 31 = média de alunos por docente
ruins,o afetando, ou afetando muito pouco, os
demais resultados favoráveis do sistema educa-
cional de 1 ° grau das microrregiões que fazem par-
te do conglomerado I.
Esse conglomerado é bastante típico, distinguindo-
se dos demais por ser aquele que melhores resul-
tados apresenta.
Conglomerado II
Esse conglomerado possui boa organização do sis-
tema escolar, mas tanto os níveis de eficiência
quanto a oferta quantitativao médios, aliando-
se a esta situação, características ruins da rede es-
colar.
Conglomerado III
Percebe-se que a organização e a oferta quantita-
tivao boas, mas os níveis de eficiência e as ca-
racterísticas da rede escolaro médias.
Conglomerado IV
Com exceção da boa organização do sistema es-
colar, todo o restante da situação educacional é
média.
Conglomerado V
Trata-se de um conglomerado que reúne uma si-
tuação muito ruim em termos de organização do
sistema, ao lado de uma rede escolar e dos níveis
de eficiência também ruins, enquanto apresenta
uma oferta quantitativa média.
Conglomerado VI
Esse conglomerado possui uma situação média em
termos de oferta quantitativa e de organização do
sistema escolar, mas é ruim nas demais dimen-
sões.
Conglomerado VII
Ao lado de níveis de eficiência e oferta quantitati-
va média, esse tipo possui uma boa organização
do sistema, assim como boas características da
rede escolar.
Concluindo, pode-se dizer que cada um desses
conglomerados forma um tipo ideal, diferente dos
demais, embora os conglomerados II, III, IV e VII
tenham muitas características em comum, poden-
do até ser tratados como subtipos de um conjun-
to.
É a partir, precisamente, das semelhanças e
dessemelhanças de cada um desses conglomera-
dos que se deve buscar as razões e explicações
da dinâmica do desenvolvimento educacional do
país.
0 Quadro 17, a seguir, apresenta um conjun-
to bastante extenso de informações sobre cada um
dos conglomerados, caracterizando, assim, o que
de mais revelante deve ser considerado numa aná-
lise pormenorizada de cada um deles. Nem sem-
pre é possível buscar o que se poderia denominar
de 'grande coerência' nas informações de cada
conglomerado, isto é, relações ou concomitâncias
claras entre variáveis educacionais ou mesmo
sócio-econômicas.
Conglomerados com boa situação sócio-eco-
nômica nem sempre possuem boa situação edu-
cacional, ou vice-versa. Mas, certamente, agrupam
microrregiões com características educacionais
bastante semelhantes, uma vez que esse critério
foi fundamental para reuni-las em distintos tipos.
QUADRO 17
CARACTERÍSTICAS EDUCACIONAIS E SÓCIO-ECONÔMICAS DOS CONGLOMERADOS
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
17.
18.
19.
20.
CARACTERÍSTICAS
Evasão imediata (%)
Aprovação total (%)
Alunos repetentes (%)
Sincronia idade/série total (%)
Conclusão tardia total (%)
Progressão da 1 ." para 4.
a
série
Escolas de duas ou + salas (%)
Média alunos/docente
Taxa de escolarização (sete-14)
Taxa de alfabetização (15 e + )
Pessoas de 11 anos e mais com 4
a
série do 1.° grau
Docentes habilitados (%)
Média de alunos por turma
Escolas com 1 .
a
à 4.
a
séries (%)
Taxa de urbanização (%)
PEA setor primário (%)
Empregados sobre PEA (%)
Pessoas de sete - 14 anos com água inadequada (%)
Pessoas de zero-seis anos com água inadequada (%)
Domicílios com luz (%)
I
10,4
79,8
13,4
48,2
64,9
54,9
66,2
21,5
73,5
81,6
38,4
63,0
27,0
63,5
63,0
37,7
66,6
40,9
43,5
74,7
II
14,2
74,8
17,0
16,5
89,5
16,8
23,1
30,4
41,5
50,7
14,2
49,3
31,6
94,3
31,2
71,2
35,0
81,6
84,1
22,7
CONGLOMERADOS
III |
10,8
72,5
24,7
38,8
71,6
43,5
58,3
17,3
76,1
79,9
37,4
83,3
23,3
79,5
59,5
37,4
65,2
45,8
48,3
64,4
IV
17,9
72,9
22,4
28,1
79,4
30,9
35,8
27,4
61,8
67,7
26,9
70,5
30,1
89,0
44,6
57,9
47,3
75,2
78,1
35,1
V
14,6
72,6
20,2
18,0
90,6
11,3
20,5
23,5
38,3
43,9
11,5
35,4
25,5
96,8
29,9
72,1
35,6
88,2
90,3
21,2
VI
17,1
62,6
32,1
19,9
87,4
19,1
34,3
26,4
30,6
48,7
16,0
56,4
29,3
93,4
44,0
58,5
51,0
75,8
78,5
35,0
VII
8,6
75,4
17,7
38,2
73,0
50,4
94,2
25,5
82,3
83,6
35,5
87,2
32,7
59,7
88,7
6,6
78,0
36,7
41,7
87,4
QUADRO 17
CARACTERÍSTICAS EDUCACIONAIS E SÓCIO-ECONÔMICAS DOS CONGLOMERADOS
(Continuação)
21.
22.
23.
24.
25.
26.
27.
28.
29.
CARACTERISTICAS
Famílias com rendimento familiar per capita até 1/4 SM (%)
Famílias com rendimento familiar per capita de 1/4 a 1/2 SM (%)
Médicos por 10 mil habit.
Dentistas por 10 mil habit.
Enfermeiras e auxiliares de enfermagem por 10 mil habit.
Professores de 1.° grau por mil habitantes
Domicílios com água adequada (%)
Rendimento médio PEA (CrS)
Renda per capita total (CrS)
I
14,1
24,8
5,7
4,9
22,7
1,6
69,2
10227
4305
II
46,3
29,5
1,4
1,1
7,4
1,4
21,2
5143
1652
CONGLOMERADOS
III
19,8
26,3
5,5
4,3
21,7
1,9
64,8
9452
3828
IV
38,7
29,2
2,3
2,0
13,4
1,5
30,6
6690
2256
V
58,7
25,7
1,1
0,9
7,6
1,4
14,0
3546
1188
VI
40,9
27,9
2,5
2,1
11,8
1,5
32,9
VII
14,4
21,2
14,0
6,4
38,4
2,1
76,0
632513058
1550 5373
Introdução
Para esta linha dos estudos de assimetrias edu-
cacionais dispõe-se de um conjunto extenso de
técnicas estatísticas, embora sua utilização, em
função do nível de agregação espacial requerido
na apresentação dos resultados, dependa em gran-
de parte da qualidade e disponibilidade dos dados
primários.
Tendo em vista que é objetivo desta parte apre-
sentar, também, informações sobre a situação da
educação básica (ou de 1.° grau) do país, e de di-
ferentes maneiras, recorreu-se à utilização de téc-
nicas estatísticas simples, mas que permitem com-
por um quadro geral claro o suficiente, e, passível
de outras análises e interpretações, além das que
o realizadas ligeiramente.
Na verdade, é preciso buscar indicações so-
bre uma distribuição dos dados de uma determi-
nada variável através de várias estatísticas, visando
caracterizar adequadamente e de forma comple-
mentar a realidade descrita pela variável e seus re-
sultados. Daí ter-se apresentado sempre o mes-
mo conjunto de variáveis, a partir de diferentes téc-
nicas estatísticas disponíveis e apropriadas aos ob-
jetivos em mente.
Como pareceu totalmente desnecessário re-
correr a maiores demonstrações estatísticas na
apresentação das diferentes técnicas utilizadas,
uma vez que, para isso, bastaria abrir um livro de
estatística ou solicitar ajuda de algum especialis-
ta, apresenta-se, logo em seguida, uma análise dos
principais resultados considerados para esta linha
de estudos.
Vale registrar que, além de variáveis/indicado-
res listadas na página 18 deste relatório, foi ne-
cessário incluir ainda as seguintes, para descre-
ver níveis de desenvolvimento sócio-econômico:
taxa de urbanização, renda per capita, ocupação
(proporção de pessoas ocupadas nos setores se-
cundário e terciário da economia), água adequa-
Relações entre
Desenvolvimento
Educacional e
Sócio-Econômico
da (proporção de crianças de sete a 14 anos de
idade que possuem água adequada em seus do-
micílios) e pobreza (proporção de famílias com ren-
dimento familiar per capita até 1/4 do salário-
nimo).
Análise de resultados
Como já foi dito anteriormente, poucas foram,
dentre as técnicas estatísticas disponíveis, as uti-
lizadas para apresentar alguns resultados que per-
mitem entender determinadas relações entre o de-
senvolvimento educacional e o sócio-econômico.
Os resultados, apesar das limitações existen-
tes nos dados primários utilizados, podem reali-
zar as possibilidades: (a) de conhecimento da rea-
lidade educacional; (b) de obtenção de respostas
para certas ocorrências no setor; (c) de instrumen-
tos úteis para o planejamento, processo decisório
e implementação de ações, além (d) de um teste
de certos pressupostos teórico-conceituais.
Embora a análise dos resultadoso seja
exaustiva e muito menos levante preocupação de
ordem teórico-conceitual e sobre as diferentes
perspectivas metodológicas que existem por de-
trás das tentativas de coleta de dados e informa-
ções, é possível, através deles, elaborar um con-
junto de reflexões capazes de sistematizar o fun-
cionamento do setor educacional de 1.° grau no
Brasil, que reconhecidamente é deficiente e mui-
to pouco eficaz para reverter, em proveito dos que
vivem no estado de pobreza, o quadro de desigual-
dades sociais existentes.
Análise de algumas correlações
É importante ter claro, de imediato, que um
coeficiente de correlação indica o grau de asso-
ciação entre as variáveis,o determinando, ne-
cessariamente, uma relação de causalidade ou
uma relação de dependência entre elas.
Assim, quando se considera, através dos Qua-
dros 18 a 23, as correlações simples entre as va-
riáveis renda per capita, taxa de urbanização e ta-
xa de alfabetização com taxa de escolarização, ta-
xa de alfabetização, taxa de evasão imediata, pro-
porção de matrículas de alunos repetentes, sincro-
nia idade/série, fluxo escolar, relação aluno/docen-
te, qualificação do corpo docente,, aprovação e es-
colas de duas ou mais salas de aula, tem-se, na
verdade, a descrição de uma relação funcional en-
tre duas variáveis, o que significa, em outras pa-
lavras, uma estimativa do grau de concomitância
de variações entre duas variáveis, denotando que
uma circunstância tende a variar em função da ou-
tra, no conjunto das observações, sem serem con-
tudo, depuradas das influências de outras variá-
veis, como é feito, por exemplo, no caso da corre-
lação parcial.
Quando se considera, a nível de país, a variá-
vel renda per capita (que costuma ser uma variá-
vel independente, determinante, explicativa, cau-
sai), com relação às outras variáveis, observa-se
que existe uma correlação direta e ao mesmo tem-
po forte com alfabetização (.86), escolarização
(.83), fluxo escolar (.80), sincronia idade/série (.77)
e qualificação dos docentes (.73).
Isso quer dizer, portanto, que a relação tenden-
cial entre renda e as variáveis ou circunstâncias
educacionais acima é positiva e forte, supondo
que, ao aumento da renda, existe um correspon-
dente aumento das outras variáveis. Onde a ren-
da é maior, também é maior a taxa de alfabetiza-
ção (que revela uma característica estrutural do
nível educacional da população mais velha, incluin-
do aí os pais dos alunos de 1.° grau) e é maior a
taxa de escolarização (que diz respeito às possi-
bilidades da escola, neste momento, em incorpo-
rar as crianças e fazê-las sobreviver dentro do sis-
tema).
Já quanto à correlação da renda com a eva-
o imediata, por exemplo, percebe-se que, além
de negativa, ela é média, o que quer dizer, de to-
do o modo, que quanto maior a renda, pode-se es-
perar que a taxa de evasão imediata também seja
menor. Mas, as evidênciasoo muito claras
neste sentido, pelo valor médio da correlação.
É interessante registrar, ainda a partir do Qua-
dro 18, que a renda apresenta correlações fracas
(positivas ou negativas) com a proporção de ma-
trículas de alunos repetentes, relação aluno/docen-
te e taxa de aprovação. Na verdade, a ocorrência
destes fenômenos se daria independentemente do
valor ou do montante da renda.
As variáveis urbanização e alfabetização tam-
m estabelecem correlações no mesmo sentido
da renda, embora em graus diversos e em geral
com coeficientes mais baixos no primeiro caso e
mais altos no segundo caso.
O significado destas três variáveis também é
bastante claro e compreensível. A renda per capi-
ta, bem ou mal, retrata níveis de desenvolvimen-
to econômico e social. A taxa de urbanização re-
produz aspectos importantes relacionados à mo-
dernização da sociedade. A taxa de alfabetização
revela uma faceta importante do nível educativo
da população.
CONTROLE
VARIÁVEIS EDUCACIONAIS
Aprovação
Escolas
Docentes
habilitados
Alunos/
docente
Fluxo
Sincronia
Repetentes
Evasão
Escolari-
zação
Alfabeti-
zação
CORRELAÇÃO
VARIÁVEIS
-.32 .73 .58 .36
-.23 .33 .14 .30 Urbanização
.80
.58
.77
.62
-.34
-.29
-.54
-.37
.83
.52
.86
.69
Simples
Parcial
RENDA PER CAPITA
-.24 .73 .63 .23
.06 .34 .34 -.11 Renda
.69
.08
.59
-.12
-.21
.11
-.41
.04
.79
.35
.70
.00
Simples
Parcial
URBANIZAÇÃO
-.46 .79 .53 .45
-.43 .56 .16 .40 Urbanização
.88
.77
.85
.75
-.29
-.21
-.53
-.37
.92
.85
1.00
Simples
Parcial
ALFABETIZAÇÃO
-.46 .79 .53 .45
-.38 .46 .08 .28 Renda
.88
.63
.85
.57
-.29
-.01
-.53
-.17
.92
.74
1.00
Simples
Parcial
ALFABETIZAÇÃO
-.24 .73 .63 .23
.32 .46 .24 .12 Alfabetização
.69
.38
.59
.13
-.21
-.36
-.41
-.08
.79.
.45
.70
.00
Simples
Parcial
URBANIZAÇÃO
-.32 .73 .58 .36
.27 .23 .35 .18 Alfabetização
.80
.55
.77
.27
-.34
-.45
-.54
-.21
.83
.17
.86
.00
Simples
Parcial
RENDA PER CAPITA
QUADRO 18
COEFICIENTES DE CORRELAÇÃO SIMPLES E DE CORRELAÇÃO PARCIAL PARA ALGUMAS VARIÁVEIS INDICATIVAS DE
DESENVOLVIMENTO SÓCIO-ECONÔMICO E EDUCACIONAL
BRASIL (Total das microrregiões)
CONTROLE
VARIÁVEIS EDUCACIONAIS
Aprovação
Escolas
Docentes
habilitados
Alunos/
docente
Fluxo
Sincronia
Repetentes
Evasão
Escolari-
zação
Alfabeti-
zação
CORRELAÇÃO
VARIÁVEIS
.34 .32 .44 .39
.40 ' .11 .18 .11 Urbanização
.04
.93
.50
.31
-.32
.50
.48
.20
.30
.20
.33
.07
Simples
Parcial
RENDA PER CAPITA
-.05 .87 .78 -.14
-.22 .85 .72 -.17 Renda
.73
.85
.70
.63
.27
.47
-.28
-.34
.89
.88
.85
.83
Simples
Parcial
URBANIZAÇÃO
-.09 .81 .76 -.20
-.10 .29 .29 -.16 Urbanização
.62
-.02
.70
.26
.39
.31
-.27
-.05
.97
.89
1.00
Simples
Parcial
ALFABETIZAÇÃO
-.09 .81 .76 -.20
-.23 .79 .72 -.23 Renda
.62
.74
.70
.65
.39
.55
-.27
-.30
.97
.97
1.00
Simples
Parcial
ALFABETIZAÇÃO
-.05 .87 .78 -.14
.06 .57 .39 .07 Alfabetização
.73
.51
.70
.29
.27
-.13
-.28
-.11
.89
.52
.85
.00
Simples
Parcial
URBANIZAÇÃO
.34 .32 .44 .39
.39 .09 .30 .12 Alfabetização
.04
.92
.50
.40
-.32
-.52
.48
.15
.30
-.11
.33
.00
Simples
Parcial
RENDA PER CAPITA
QUADRO 19
COEFICIENTES DE CORRELAÇÃO SIMPLES E DE CORRELAÇÃO PARCIAL PARA ALGUMAS VARIÁVEIS INDICATIVAS DE DESENVOLVIMENTO
SÓCIO-ECONÔMICO E EDUCACIONAL
ESTADO DO PARÁ
CONTROLE
VARIÁVEIS EDUCACIONAIS
Aprovação
Escolas
Docentes
habilitados
Alunos/
docente
Fluxo
Sincronia
Repetentes
Evasão
Escolari-
zação
Alfabeti-
zação
CORRELAÇÃO
VARIÁVEIS
Urbanização
.04
.16
.93
.83
.80
.45
-.15
.21
.90
.75
.64
.36
.13
.18
-.48
.10
.80
.46
.83
.64
Simples
Parcial
RENDA PER CAPITA
Renda
-.08
-.18
.78
-.04
.79
.42
-.33
-.37
.75
.11
.58
.16
.29
.31
-.54
-.29
.79
.41
.69
.08
Simples
Parcial
URBANIZAÇÃO
Urbanização
-.04
.13
.67
.33
.73
.44
-.36
-.20
.83
-.65
.66
.44
.07
-.19
-.45
-.13
.83
.65
1.00
Simples
Parcial
ALFABETIZAÇÃO
Renda
.04
-.02
.67
-.48
.73
.23
-.36
-.44
.83
.35
.66
.30
.07
-.06
-.45
-.11
.83
.51
1.00
Simples
Parcial
ALFABETIZAÇÃO
Alfabetização
-.08
-.15
.78
.50
.79
.58
-.33
-.12
.75
.43
.58
.24
.29
.33
-.54
-.35
.79
.54
.69
.00
Simples
Parcial
URBANIZAÇÃO
Alfabetização
.04
.00
.93
.90
.80
.49
-.15
.30
.90
.67
.64
.23
.13
.13
-.48
-.21
.80
.35
.83
.00
Simples
Parcial
RENDA PER CAPITA
QUADRO 20
COEFICIENTES DE CORRELAÇÃO SIMPLES E DE CORRELAÇÃO PARCIAL PARA ALGUMAS VARIÁVEIS INDICATIVAS DE DESENVOLVIMENTO
SÓCIO-ECONÔMICO E EDUCACIONAL
ESTADO DA BAHIA
CONTROLE
VARIÁVEIS EDUCACIONAIS
Aprovação
Escolas
Docentes
habilitados
Alunos/
docente
Fluxo
Sincronia
Repetentes
Evasão
Escolari-
zação
Alfabeti-
zação
CORRELAÇÃO
VARIÁVEIS
Urbanização
.33
.03
.86
.66
-.24
.06
.76
.46
.64
.04
.29
.06
-.45
.01
-.61
.46
.73
.16
.90
.49
Simples
Parcial
RENDA PER CAPITA
Renda
.35
.15
.74
-.09
-.30
-.19
.68
.02
.71
.40
.30
.09
-.50
-.25
- -.47
.18
.78
.40
.92
.58
Simples
Parcial
URBANIZAÇÃO
Urbanização
.41
.22
.70
.06
-.26
.03
.75
.43
.71
.20
.39
.31
-.57
-.32
-.56
-.35
.73
.09
1.00
Simples
Parcial
ALFABETIZAÇÃO
Renda
.41
.27
.70
-.38
-.26
-.11
.75
.22
.71
.39
.39
.31
-.57
-.43
-.56
-.02
.73
.24
1.00
Simples
Parcial
ALFABETIZAÇÃO
Alfabetização
.35
-.05
.74
.37
-.30
-.15
.68
-.03
.71
.23
.30
-.17
-.50
.06
-.47
.11
.78
.38
.92
.00
Simples
Parcial
URBANIZAÇÃO
Alfabetização
.33
-.10
.86
.76
-.24
-.01
.76
.29
.64
.01
.29
-.16
-.45
.19
-.61
-.30
.73
.25
.90
.00
Simples
Parcial
RENDA PER CAPITA
QUADRO 21
COEFICIENTES DE CORRELAÇÃO SIMPLES E DE CORRELAÇÃO PARCIAL PARA ALGUMAS VARIÁVEIS INDICATIVAS DE DESENVOLVIMENTO
SÓCIO-ECONÔMICO E EDUCACIONAL
ESTADO DEO PAULO
CONTROLE
VARIÁVEIS EDUCACIONAIS
Aprovação
Escolas
Docentes
habilitados
Alunos/
docente
Fluxo
Sincronia
Repetentes
Evasão
Escolari-
zação
Alfabeti-
zação
CORRELAÇÃO
VARIÁVEIS
Urbanização
.44
.66
.61
.37
.59
.39
.50
.71
.73
.80
.65
.68
-.53
.71
-.27
.64
.74
.70
.66
.71
Simples
Parcial
RENDA PER CAPITA
Renda
.04
-.55
.53
.10
.48
.04
.73
.62
.33
-.56
.32
-.40
-.12
.57
.16
.61
.46
-.30
.30
-.45
Simples
Parcial
URBANIZAÇÃO
Urbanização
.78
.81
.44
.34
.61
.55
.04
-.28
.87
.86
.91
.90
-.85
-.86
-.71
-.80
.84
.83
1.00
Simples
Parcial
ALFABETIZAÇÃO
Renda
.78
.73
.44
.07
.61
.37
.04
-.44
.87
.76
.91
.84
.85
-.79
-.71
-.73
.84
.70
1.00
Simples
Parcial
ALFABETIZAÇÃO
Alfabetização
.04
-.34
.53
.46
.48
.39
.73
.75
.33
.15
.32
.11
-.12
.28
.16
.55
.46
.39
.30
.00
Simples
Parcial
URBANIZAÇÃO
Alfabetização
.44
-.16
.61
.47
.59
.31
.50
.63
.73
.42
.65
.16
-.53
.07
-.27
.37
.74
.47
.66
.00
Simples
Parcial
RENDA PER CAPITA
QUADRO 22
COEFICIENTES DE CORRELAÇÃO SIMPLES E DE CORRELAÇÃO PARCIAL PARA ALGUMAS VARIÁVEIS INDICATIVAS DE DESENVOLVIMENTO
SÓCIO-ECONÔMICO E EDUCACIONAL
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
CONTROLE
VARIÁVEIS EDUCACIONAIS
,
s Aprovação
Escola
Docentes
habilitados
Alunos/
docente
Fluxo
Sincronia
Repetentes
Evasão
Escolari-
zação
Alfabeti-
zação
CORRELAÇÃO
VARIÁVEIS
-.18 .89 .80 .46
.05 .34 .35 .04 Urbanização
.78
.20
.85
.26
-.23
.13
.00
.40
.87
.15
.86
.42
Simples
Parcial
RENDA PER CAPITA
-.17 .90 .77 .49
-.02 .46 .15 .17 Renda
.79
.30
.87
.41
-.20
.04
-.16
-.43
.91
.58
.84
.21
Simples
Parcial
URBANIZAÇÃO
-.44 .89 .69 .54
-.54 .58 .11 .29 Urbanização
.90
.71
.78
.20
-.31
-.26
-.11
.05
.92
.67
1.00
Simples
Parcial
ALFABETIZAÇÃO
-.44 .89 .69 .54
-.57 .54 -.01 .32 Renda
.90
.72
.78
.18
-.31
-.21
-.11
-.22
.02
.66
1.00
Simples
Parcial
ALFABETIZAÇÃO
-.17 .90 .77 .49
.39 .63 .50 .06 Alfabetização
.79
.15
.87
.63
-.20
.11
-.16
-.13
.91
.65
.84
.00
Simples
Parcial
URBANIZAÇÃO
-.18 .89 .80 .46
.44 .53 .56 -.02 Alfabetização
.78
.01
.85
.56
-.23
.07
.00
.19
.87
.38
.86
.00
Simples
Parcial
RENDA PER CAPITA
QUADRO 23
COEFICIENTES DE CORRELAÇÃO SIMPLES E DE CORRELAÇÃO PARCIAL PARA ALGUMAS VARIÁVEIS INDICATIVAS DE DESENVOLVIMENTO
SÓCIO-ECONÔMICO E EDUCACIONAL
ESTADO DE GOIÁS
No seu conjunto,o variáveis descritivas de
condições estruturais da economia e sociedade,
e que podem apresentar-se como fatores explica-
tivos ou determinações das demais condições da
educação básica no país.
Na hipótese mais modesta, podem constituir-
se em fatores que se associam forte, média ou fra-
camente com as variáveis que descrevem o fenô-
meno educacional brasileiro.
Quando se estabelece este mesmo tipo de cor-
relação, controlando, contudo, a influência que joga
uma outra variável, fica claro que essa terceira va-
riável exagera o grau de associação que se verifi-
cava anteriormente.
A correlação entre renda per capita e taxa de
alfabetização e entre renda per capita e taxa de
escolarização, quando controlada pela taxa de ur-
banização, apenas para exemplificar, cai bastante
em ambos os casos. Mas, cai bem mais no segun-
do, o que significa que a urbanização joga um pa-
pel mais importante nesse caso, influenciando, con-
seqüentemente, a maior elevação das taxas de es-
colarização.
É só verificar a correlação entre taxa de urba-
nização e taxa de escolarização, quando contro-
lada pela renda per capita, que atinge .35, enquan-
to r = 0 na correlação entre*taxa de urbanização e
taxa de alfabetização. Ou seja,o existe qualquer
correlação neste último caso.
No esquema abaixo é possível visualizar com
maior clareza e simplicidade o que está sendo dito:
^ RENDA Ni
URBANIZAÇÃO ESCOLARIZAÇÃO
^i RENDAR
URBANIZAÇÃO ALFABETIZAÇÃO
Através de uma representação mais simples
ainda, pode-se estabelecer o seguinte esquema
provável:
URBANIZAÇÃO RENDA> ESCOLARIZAÇÃO
1 2 3
1 Urbanização: determinando a renda e a maior parte da associa-
ção entre renda e escolarização
2 Renda per capita: determinada pela urbanização e determinan-
do uma parte (pequena) de sua associação com escolarização
3 Escolarização: determinada principalmente pela urbanizado, mas
também um pouco pela renda.
Essa mesma linha de interpretação e análise
é possível com as demais informações constan-
tes nos Quadros 18 a 23, tornando-se desneces-
sário, pois, maiores considerações nesta parte do
trabalho.
E claro que, nesse caso, o modelo apresenta-
do é extremamente simples eo esgota as po-
tencialidades dos estudos de correlações. Por se
tratar apenas de um ensaio preliminar e indicati-
vo,o se avançou na análise de correlações. O
ideal, certamente, seria o de estabelecer correla-
ções múltiplas, perseguindo, passo a passo, a es-
truturação de um modelo fechado e com valida-
de para propor todas as associações possíveis e
a sua medida de correlação.
Quando se analisa tanto os resultados da cor-
relação simples quanto da correlação parcial a-
vel das Unidades da Federação, observa-se que o
comportamento das associações é diverso, apre-
sentando maiores ou menores debilidades, suge-
rindo outras explicações para os fenômenos, in-
dicando a existência de influência de outras va-
riáveis explicativas, e assim por diante.
Vale ressaltar que a apresentação de correla-
ções (simples ou parcial) insere-se, de forma per-
feita, nos assim denominados estudos de assime-
trias, principalmente porque o resultado das as-
sociações estabelece pressupostos básicos que
permitem admitir a existência de maiores ou me-
nores desequilíbrios, disparidades ou desigualda-
des segundo a unidade de observação e a variá-
vel consideradas.
o deve ficar esquecido que, para a política
educacional, ou para a obtenção de um maior
'bem-estar' educacional, é necessário, por exem-
plo, elevar os níveis educacionais nos lugares mais
pobres e menos urbanizados; é necessário corri-
gir as distorções educacionais onde existem pio-
res condições de acesso à escola, ou onde a difi-
culdade de permanência no sistema educacional
é comprometedora da formação da cidadania, ou
onde os parâmetros da educação básica revelam
sérias incompatibilidades entre o ideal e o real.
Enfim, emborao se constituindo uma indi-
cação metodológica completa, esta parte do tra-
balho procura ressaltar a validade da utilização de
coeficientes de correlação para a construção de
um modelo de análise explicativo das condições
da educação básica no país.o só é possível des-
tacar os lugares em que as desigualdadeso
maiores ou menores, como também as circuns-
tâncias que as determinam, ou as causam.
Uma análise detalhada por Unidade da Fede-
ração permitiria que se decompusesse a realida-
de educacional, como também proporcionasse pa-
râmetros consideravelmente mais seguros e efi-
cientes para a implementação de um modelo edu-
cativo próprio e que levasse em conta as especi-
ficidades e circunstâncias de cada uma.
Estratificação das variáveis
Tendo em vista conhecer em maior profundi-
dade as disparidades sócio-econômicas e educa-
cionais do país, procedeu-se a uma estratificação
das variáveis em três categorias (alta, média e bai-
xa), obtidas a partir da divisão da amplitude total
(diferença entre os valores máximo e mínimo) em
três partes iguais.
O número de microrregiões para cada variável
sócio-econômica (independente) e seus respecti-
vos estratos foi, a nível do país:
Urbanização - alta: 82 (22,7%)
média: 133 (36,8%)
baixa: 146 (40,5%)
Renda per capita - alta: 90 (24,9%)
média: 114 (31,6%)
baixa: 157 (43,5%)
Alfabetização - alta: 172 (47,5%)
média: 101 (28,0%)
baixa: 88 (24,4%)
o é possível estabelecer conclusões gerais
a respeito dos Quadros 24 a 29, que apresentam,
justamente, a estratificação das variáveis entre si,
formando nove células a partir das combinações
entre alto, médio e baixo. Cada variável educacio-
nal resume um quadro específico e próprio em sua
relação com as variáveis sócio-econômicas, deven-
do cada uma delas, pois, ser analisada em sepa-
rado e segundo a estrutura hipotética que pro-
põem.
No cruzamento da taxa de urbanização e da
taxa de alfabetização, por exemplo, as microrre-
giões com baixa urbanização costumam ter alfa-
betização baixa ou média, e muito poucas pos-
suem alta. Já as com urbanização média possuem
alfabetização média ou alta, sendo insignificante
o número com baixa. Das que possuem urbaniza-
ção alta, por outro lado, praticamente todas pos-
suem também alfabetização alta. Em outras pala-
vras, vê-se que a urbanização se relaciona de for-
ma direta com a alfabetização, de modo que à
maior urbanização tambémo corresponder
maiores taxas de alfabetização. (Quadro 24)
Outros comentários deste mesmo gênero po-
deriam ser feitos para cada um dos cruzamentos
propostos (em número de 29 para cada um dos
quadros que se seguem).
Contudo, isto poderia determinar uma análise
extremamente cansativa. O que é necessário, sem
qualquer dúvida, é extrair dos Quadros 24 a 29
toda a sua capacidade explicativa, de forma a po-
der orientar outros estudos, a atividade de plane-
jamento e o processo decisório.
Mas, o que apresenta, em linhas bem gerais,
o Quadro 24, que mostra a distribuição de freqüên-
cias de algumas variáveis sócio-econômicas e edu-
cacionais, para o país como um todo?
Em primeiro lugar, que a urbanização, renda e
alfabetização desempenham um papel decisivo
nas explicações sobre a situação educacional exis-
tente no país, no sentido de que constituem va-
riáveis determinantes (explicativas), em algum
grau, das condições quantitativas e qualitativas da
Educação. As maiores desigualdades sociaiso
por conta de uma distribuição de renda muito de-
sigual entre as pessoas e famílias, produzindo-
veis de pobreza inaceitáveis. É claro que o processo
de urbanização favorece a oferta de bens e servi-
ços, o queo significa sempre, contudo, melhor
distribuição, uma vez que nas periferias doe maio-
res núcleos urbanos parece se concentrar a po-
breza. A alfabetização, que pode ser tomada co-
mo uma variável indicativa do nível educativo da
população e, de modo especial, dos pais das crian-
ças de 1 ° grau, fortalece a idéia de que aindao
precários tanto a oferta educacional quanto os
seus resultados, piorando a situação para quem
tem menor renda e vive fora das áreas urbanas
mais privilegiadas.
Essas três variáveis, relacionadas entre si e com
outras variáveis educacionais, sugerem a impor-
tância de se estruturar uma política educacional
voltada para as necessidades mais imediatas da
população, principalmente daquela mais excluída
do acesso aos bens e serviços disponíveis na so-
ciedade.
Por isso, e em segundo lugar, quando a urba-
nização, renda ou alfabetização apresentarem-
veis baixos, passa a corresponder-lhes também-
veis educativos mais baixos, baixo desempenho
do sistema escolar, baixa qualidade da oferta edu-
cacional, maiores entraves à progressão escolar,
e assim por diante.
O círculo vicioso se estabelece com incrível fa-
cilidade de modo que passa a ser difícil às pes-
soas e famílias saírem do estado de privações ge-
neralizadas, para um exercício definitivo de sua
condição de cidadania.
QUADRO 24
DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIAS DE ALGUMAS VARIÁVEIS SÓCIO-ECONÔMICAS E EDUCACIONAIS, SEGUNDO CLASSES
BRASIL (Total das microrregiões)
TAXA DE EVASÃO
TAXA DE APROVAÇÃO
MÉDIA DE ANOS DE
ESTUDO DA POPULA-
ÇÃO DE 10 ANOS E +
ESCOLARIZAÇÃO
ALFABETIZAÇÃO
CLASSES
VARIÁVEIS
A
M
B
A
M
B
A
M
B
M A
B
A
M
B
8,9
4,4
0,3
24,9
23,5
8,3
3,6 6,7
3,3 8,9
2,2 14,1
13,0 2,2 32,7 5,3 2,5 10,0 26,9
20,8 12,5 11,1 20,5 5,3 5,8 27,7
2,5 20,2 0,5 15,2 6,9 1,4 19,1
14.1 5,3 25,2
12.2 21,3 3,6
1,6 21,1
21,1
3,3
BAIXA
MÉDIA
ALTA
URBANIZAÇÃO
9,1
3,9
0,6
29,7
19,1
8,0
2,2 4.7
3,9 8,6
3,0 16,3
16,6 - 41.0 2,5 - 13,9 27,4
17,2 12,5 3,0 22,4 6,1 2,8 24,9
2,5 22,4 0,3 16,1 8,6 0,6 21,3
18,6 0,8 26,9
8.6 22,7 1,9
0,8 24,1
24.1
0,3
BAIXA
MÉDIA
ALTA
RENDA PER CAPITA
5,8
6,4
1,4
16,9
17,7
22,1
1,1 1.7
1,7 3,9
6,4 24,1
4,2 - 24,4 8,3 15,0
19,1 0,3 19,1 8,9 7,2 19,1
13,0 34,6 0,8 32,1 14,7 1,6 39,6
20,2
8,6
BAIXA
MÉDIA
ALTA
ALFABETIZAÇÃO
% DE ESCOLAS DE
DUAS OU + SALAS
RELAÇÃO ALUNOS/
DOCENTE
% DE DOCENTES
HABILITADOS
FLUXO ESCOLAR
SINCRONIA IDADE/
SÉRIE
CLASSES
VARIÁVEIS
A
M
B
A
M
B
A M
B
A
M
B
A
M
B
0,9
6,9
10,0
9,7
14,4
8,3
12,2 29,9
7,5 15,5
1,4 4,4
5,5 2,8 23,9 8,9 0,3 3,6 24,6
17,2 9,1 8,3 17.2 8,1 10,3 19.1
6,7 15.3 1,1 7,2 25,0 4,4 16,9
12,2 0,3 33,1
15,6 9,2 10,5
5,5 23,9 0,8
20,6
8,9
3,8
BAIXA
MÉDIA
ALTA
URBANIZAÇÃO
1,4
7,5
8,9
9,4
14.1
8,8
13,6 32.7
5,5 10,0
1.9 7,2
3,3 - 24.4 7,8 0,8 0,8 29,1
20,8 8,0 8,9 17.2 7,5 10,3 15,8
5,3 19.1 8,3 25,0 7,2 15,8
8,9 0,6 40.2
16,4 7,5 2,8
8,1 25,3 0,5
23,6
9,7
BAIXA
MÉDIA
ALTA
RENDA PER CAPITA
0,5
2,2
15,0
5,8
6.1
20,5
8,0 18,0
9,7 19,7
3.3 12,2
7,2 16,1 1,2 0,6 15,8
9,7 0,3 1,6 16,3 10,0 1,1 17,2
19,6 26.9 0,3 1,9 45,4 16,6 27,7
5,6 - 24,4
20.0 7,8 18,0
7,8 25,6 1,1
27.5
5,8
BAIXA
MÉDIA
ALTA
ALFABETIZAÇÃO
NOTAS: B = baixa M = média A = alta
QUADRO 25
DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIAS DE ALGUMAS VARIÁVEIS SÓCIO-ECONÔMICAS E EDUCACIONAIS, SEGUNDO CLASSES
ESTADO DO PARÁ (Total das microrregiões)
TAXA DE EVASÃO
TAXA DE APROVAÇÃO
MÉDIA DE ANOS DE
ESTUDO DA POPULA-
ÇÃO DE 10 ANOS E +
ALFABETIZAÇÃO
ESCOLARIZAÇÃO
CLASSES
VARIÁVEIS
A
M
B
A
M
B
A
M
B
M A
B
A
M
B
53,3
33,3
6,7
6,7
53,3
33,3
6,7
6,7 6,7
6,7
53,3
33,3
13,3
6,7
60,0
20,0
6,7
13,3
33,3
46,7
BAIXA
MÉDIA
ALTA
URBANIZAÇÃO
53,3
26,7
6,7
13,3
53,3
20,0
20,0
6,7
13,3
53,3
26,7
6,7
13,3
6,7
40,0
26,7
13,3 6,7
26,7
6,7
13,3
26,7
20,0
BAIXA
MÉDIA
ALTA
RENDA PER CAPITA
53,3
26,7
6,7
6,7
6,7
6,7
6,7
6,7
46,6
26,6
6,7
20,0
6,7
60,0
13,3
6,7
13,3
20,0
53,3
6,7
BAIXA
MÉDIA
ALTA
ALFABETIZAÇÃO
% DE ESCOLAS DE
DUAS OU + SALAS
RELAÇÃO ALUNOS/
DOCENTE
% DE DOCENTES
HABILITADOS
FLUXO ESCOLAR
SINCRONIA IDADE/
SÉRIE
CLASSES
VARIÁVEIS
A
M
B
A
M
B
A M
B
A M
B
A
IV?
8
13,3
6,7
6,7
53,3 46,6
26,6 26,7
6,7
6,7
6,7
6,7
60,0
33,3
6,7
13,3
6,7
53,3
20,0 13,3
6,7
60,0
20,0
BAIXA
MÉDIA
ALTA
URBANIZAÇÃO
13,3
13,3
40,0 53,3
26,7 13,3
20,0 6,7
13,3
6,7
53,3
26,7
13,3
6,7
20,0
53,3
20,0 13,3
6,7
60,0
20,0
BAIXA
MÉDIA
ALTA
RENDA PER CAPITA
6,7
6,7
6,7
13,3
53,3 46,7
26,7 20,0
6,7
6,7
6,7
6,7
60,0
33,3
6,7
13,3
6,7
53,3
20,0
6,7
6,7
6,7
53,3
26,7
BAIXA
MÉDIA
ALTA
ALFABETIZAÇÃO
NOTAS: B= baixa M = média A = alta
QUADRO 26
DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIAS DE ALGUMAS VARIÁVEIS SÓCIO-ECONÔMICAS E EDUCACIONAIS, SEGUNDO CLASSES
ESTADO DA BAHIA (Total das microrregiões)
TAXA DE EVASÃO
TAXA DE APROVAÇÃO
MÉDIA DE ANOS DE
ESTUDO DA POPULA-
ÇÃO DE 10 ANOS E +
ALFABETIZAÇÃO
ESCOLARIZAÇÃO
CLASSES
VARIÁVEIS
A
M
B
A
M
B
A M B
A
M
B
A
M
B
53,8
11,4
7,7
23,1
3,9
7,7
3,8
53,8
23,1
3,9
7,7
3,9
61,5
34,6
3,9
61,5
34,6
3,9
11,5
61,5
23,1
BAIXA
MÉDIA
ALTA
URBANIZAÇÃO
57,7
7,7
30,8
3,9
11,5
69,2
7,7
3,9
7,7
3,8
88,5
7,7
3,8
88,5
7,7
3,9
11,5 76,9
7,7
BAIXA
MÉDIA
ALTA
RENDA PER CAPITA
65,4
30,8
3,8
11,5
76,9
3,9
7,7
3,3
96,2
3,9
11,5
84,6
BAIXA
MÉDIA
ALTA
ALFABETIZAÇÃO
% DE ESCOLAS DE
DUAS OU + SALAS
RELAÇÃO ALUNOS/
DOCENTE
% DE DOCENTES
HABILITADOS
FLUXO ESCOLAR
SINCRONIA IDADE/
SÉRIE
CLASSES
VARIÁVEIS
A M
B
A M
B
A
M
B
A M
B
A M
B
7,7
7,7
3,8
53,9
26,9
50,0
11,5
11,5
23,1
3,9
3,9
19,2
3,8
57,7
13,4
3,9
61,5
34,6
3,9
11,5
3,8
57,7
23,1
BAIXA
MÉDIA
ALTA
URBANIZAÇÃO
7,7
7,7
3,8
80,8 57,7
3,9
30,8
3,8
3,8
19,2
3,9
3,8
69,2
3,9
3,8
88,5
7,7
11,5
3,9
3,8
80,8
BAIXA
MÉDIA
ALTA
RENDA PER CAPITA
15,4
3,8
80,8 61,5 34,6
3,9 3,8
96,2
15,4
3,8
80,8
BAIXA
MÉDIA
ALTA
ALFABETIZAÇÃO
NOTAS: B= baixa M= média A= alta
QUADRO 27
DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIAS DE ALGUMAS VARIÁVEIS SÓCIO-ECONÔMICAS E EDUCACIONAIS, SEGUNDO CLASSES
ESTADO DEO PAULO (Total das microrregiões)
TAXA DE EVASÃO
TAXA DE APROVAÇÃO
MÉDIA DE ANOS DE
ESTUDO DA POPULA-
ÇÃO DE 10 ANOS E +
ALFABETIZAÇÃO
ESCOLARIZAÇÃO
CLASSES
VARIÁVEIS
A M
A B
M A B M A B M
M A B
B
2,3
9,3
16,3
2,3
14,0
55,8
2,3
2,3
2,3
20,9
69,8
2,3
25,6
4,6
23,3
46,5
23,3
72,1
4,6
16,3
69,8
4,6
7,0
2,3
BAIXA
MÉDIA
ALTA
URBANIZAÇÃO
4,6
23,3
9,3
62,8 4,7
11,6
81,4
2,3
25,6
13,9
60,5
9,3
86,1
4,6 4,7
81,4
9,3
4,6
BAIXA
MÉDIA
ALTA
RENDA PER CAPITA
4,7
23,2
9,3
62,8 4,7
11,6
81,4
2,3
25,5
14,0
60,5
9,3
86,0
4,7
BAIXA
MÉDIA
ALTA
ALFABETIZAÇÃO
% DE ESCOLAS DE
DUAS OU + SALAS
RELAÇÃO ALUNOS/
DOCENTE
% DE DOCENTES
HABILITADOS
FLUXO ESCOLAR
SINCRONIA IDADE/
SÉRIE
CLASSES
VARIÁVEIS
A
M
A B
M A B M A B M
M A B
B
41,9
41,8
4,6
23,3
30,2
14,0
44,2
14,0
63,8
7,0
69,8
4,6
9,3
9,3
7,0
16,2
4,7
23,3
72,0
14,0
86,0
18,6
72,1
4,7
86,0
4,6
4,7
9,3
13,9
37,2
2,3
48,8
4,7
9,3
34,9
11,6
37,2
BAIXA
MÉDIA
ALTA
BAIXA
MÉDIA
ALTA
URBANIZAÇÃO
RENDA PER CAPITA
41,8
14,0
- 44,2
9,3
67,4
4,7
18,6
14,0
86,0
4,7
86,0
9,3
2,3
48,8
11,6
37,2
BAIXA
MÉDIA
ALTA
ALFABETIZAÇÃO
NOTAS: B = baixa M = média A = alta
QUADRO 28
DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIAS DE ALGUMAS VARIÁVEIS SÓCIO-ECONÔMICAS E EDUCACIONAIS, SEGUNDO CLASSES
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL (Total das microrregiões)
TAXA DE EVASÃO
TAXA DE APROVAÇÃO
MÉDIA DE ANOS DE
ESTUDO DA POPULA-
ÇÃO DE 10 ANOS E +
ALFABETIZAÇÃO
ESCOLARIZAÇÃO
CLASSES
VARIÁVEIS
A
M
B
A
M
B
A M
B
M A
B
A
M
B
4,2
12,5
25,0
37,5
20,8
4,2
29,2
45,8
20,8
20,8
37,5
16,7
8,3
12,5
4,2
29,2
50,0
20,8
20,8
50,0
20,9
8,3
BAIXA
MÉDIA
ALTA
URBANIZAÇÃO
8,3
8,4
33,3
50,0
4,2
41,7
54,1
25,0
50,0
16,7
8,3
41,7
58,4
33,3
58,4
8,3
BAIXA
MÉDIA
ALTA
RENDA PER CAPITA
4.2
12,5
4,2
79,1
4,2
8,3
87,5 75,0
8,3
16,7 91,7
8,3
BAIXA
MÉDIA
ALTA
ALFABETIZAÇÃO
% DE ESCOLAS DE
DUAS OU + SALAS
RELAÇÃO ALUNOS/
DOCENTE
% DE DOCENTES
HABILITADOS
FLUXO ESCOLAR
SINCRONIA IDADE/
SÉRIE
CLASSES
VARIÁVEIS
A
M
B
A
M
B
A
M
B
A
M
B
A M
B
29,2
50,0
20,8
4,2
29,2
50,0
16,7
29,2
50,0
20,8
16,7
50,0
20,8
12,5
8,3
20,9
12,5
20,8
29,2
8,3
BAIXA
MÉDIA
ALTA
URBANIZAÇÃO
41,7
58,3 4,1
41,7
54,2
41,7
58,3
29,2
58,3
12,5
8,3
33,4
33,3
25,0
BAIXA
MÉDIA
ALTA
RENDA PER CAPITA
8,3
91,7
4,2
8,3
87,5
8,3
91,7
87.5
8,3
4,2
41,7
8,3
50,0
BAIXA
MÉDIA
ALTA
ALFABETIZAÇÃO
NOTAS: B = baixa M = média A = alta
QUADRO 29
DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIAS DE ALGUMAS VARIÁVEIS SÓCIO-ECONÔMICAS E EDUCACIONAIS, SEGUNDO CLASSES
ESTADO DE GOIÁS (Total das microrregiões)
TAXA DE EVASÃO
TAXA DE APROVAÇÃO
MÉDIA DE ANOS DE
ESTUDO DA POPULA-
ÇÃO DE 10 ANOS E +
ALFABETIZAÇÃO
ESCOLARIZAÇÃO
CLASSES
VARIÁVEIS
A M
B
A M
B
A
M
B
A M
B
A
M
B
31,3
62,5
6,2
18,7
62,5
6,3
12,5
50,0
6,3
31,2
12,5 25,0
6,3
31,2
37,5
6,2
6,3
62,5
25,0
BAIXA
MÉDIA
ALTA
URBANIZAÇÃO
37,5
50,0
12,5
25,0
50,0
12,5
12,5
43,8
12,5
37,5
6,2
18,7
12,5
37,5
31,3
6,2
12,5
50,0
6,3
25,0
BAIXA
MÉDIA
ALTA
RENDA PER CAPITA
68,7
31,3
56,3
31,2
12,5
25,0
31,2
43,8
6,2
43,8
25,0
25,0
BAIXA
MÉDIA
ALTA
ALFABETIZAÇÃO
% DE ESCOLAS DE
DUAS OU + SALAS
RELAÇÃO ALUNOS/
DOCENTE
% DE DOCENTES
HABILITADOS
FLUXO ESCOLAR
SINCRONIA IDADE/
SÉRIE
CLASSES
VARIÁVEIS
A
M
B
A M
B
A
M
B
A
M
B
A
M
B
18,7
6,3
31,3
43,8
31,3
56,2
6,2
6,3 18,7
6,3
31,3
43,8
43,8
6,2
31,3
18,7 6,2
31,3
56,2
6,3
BAIXA
MÉDIA
ALTA
URBANIZAÇÃO
6,3
12,5
6,3
31,2
37,5
6,2
37,5
43,8
12,5
6,2
12,5
12,5
37,5
37,5
37,5
12,5
37,5
12,5 6,2
37,5
43,8
12,5
BAIXA
MÉDIA
ALTA
RENDA PER CAPITA
12,5
12,5
56,2
18,8
68,7
25,0
6,3
25,0
68,7
6,3
18,7
31,3
50,0
6,3
68,7
25,0
BAIXA
MÉDIA
ALTA
ALFABETIZAÇÃO
NOTAS: B= baixa M= média A= alta
E preciso ressaltar, e isto em terceiro lugar, que
o existem, por vezes, determinações claras da
urbanização, renda ou alfabetização com algumas
variáveis educacionais propostas no Quadro 24,
como a taxa de aprovação, relação aluno/docen-
te, proporção de escolas de duas ou mais salas
de aula. O que acontece com estas variáveis é que
os seus valores ou se concentram no estrato in-
termediário ou no primeiro estrato, propondo que
a situação é, em geral, inadequada e independe
das condições do desenvolvimento econômico-
social alcançado pelas diferentes microrregiões do
país.
O Quadro 24 é muito mais rico do que estas
rápidas considerações aqui propostas, seja em ter-
mos de informação, seja para explicar facetas im-
portantes da assim denominada 'dívida social' do
país. O que deve ser registrado, enfim, é queo
se tenta explicar propriamente o que está estabe-
lecido pelo conjunto de resultados, mas propor al-
guns significados relevantes da situação educa-
cional do Brasil, notadamente na ótica das dispa-
ridades sociais ou das assimetrias que envolvem
o fenômeno educacional.
Os Quadros 30 a 35, por sua vez,m ape-
nas complementar as informações anteriores, no
sentido de indicar, a partir das variáveis sócio-
econômicas, quais as variáveis educacionais que
apresentam coincidência quanto ao estrato.
Nesse sentido, das microrregiões do Brasil que
possuem alta urbanização, 89% também possuem
alta escolarização; 92,7% possuem alta alfabeti-
zação; 1,2% possui alta evasão escolar; 6,1% pos-
suem alta relação alunos/docente, e assim por
diante.
Estas informações, no seu conjunto, permitem
corroborar certas indicações da análise precedente,
principalmente no sentido de que as desigualda-
des ou disparidades observadas,o piores naque-
les extratos populacionais e sociais já mais des-
favorecidos e naquelas áreas geográficas mais po-
bres, o que pode ser também melhor comprova-
do na parte que se segue.
Pode parecer surpreendente esta constatação!
De todo o modo,o é desprezível o fato de que
os limites estabelecidos para o atendimento das
necessidades sociais básicas da população mais
pobre costumam ser compensatórios, residuais e
assistencialistas, dificultando a elaboração de um
projeto de auto-sustentação econômica e de liber-
tação desse estado de privacidade.
Análise de coeficientes de variação
O coeficiente de variação é um dos mais pro-
veitosos para qualificar a dispersão de uma distri-
buição. As conclusões que podem ser tiradas a
partir dele costumam ser mais realistas e claras
quando se deseja mostrar a variabilidade existen-
te com relação a uma variável ou fenômeno para
um conjunto de observações.
Pela análise do conjunto dos resultados dos
Quadros 36, 37 e 38 observa-se, claramente, que
as disparidades educacionais costumam ser mais
acentuadas:
onde o nível de urbanização é menor
onde as atividades econômicaso predo-
minantemente agrícolas
onde a renda per capita é mais baixa
onde a maior parte dos domicílios possui
água inadequada
onde a qualificação dos docentes é menor
onde existe uma menor proporção de es-
colas com duas ou mais salas de aula
Quando se divide a variável urbanização em
três níveis (baixa, média e alta), percebe-se que
as taxas de alfabetização variam de acordo com
eles. Assim, por um lado, onde a urbanização é bai-
xa, também a taxa de alfabetização é baixa
(51,3%); onde a urbanização é média, também a
taxa de alfabetização é média (68,8%); e onde a
urbanização é alta, também a taxa de alfabetiza-
ção é alta (81,7%). Por outro lado, onde o baixo
se eqüivale ao baixo, nota-se então uma maior de-
sigualdade ou variação entre as observações que
fazem parte deste nível. As desigualdadeso me-
nores ou os resultados da distribuição dos níveis
médio e alto tornam-se menos dispersos, indican-
do a existência de valores médios mais próximos
à média de cada nível de urbanização.
Do mesmo modo, à maior proporção de pes-
soas ocupadas nos setores secundário e terciário
ocupações tipicamente urbanas, portanto
corresponde taxas de alfabetização maiores e, con-
seqüentemente, menores dispersões ou disparida-
des.
Esta lógica se mantém para quase todas as va-
riáveis educacionais segundo os níveis de urbani-
zação e ocupação (Quadro 36), renda e água (Qua-
dro 37), professores e salas (Quadro 38).
Os quadros apresentados permitem que sejam
elaboradas conclusões extremamente relevantes
para a proposição de orientações à política edu-
QUADRO 30
DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIAS DE VARIÁVEIS EDUCACIONAIS, POR VARIÁVEIS SÓCIO-ECONÔMICAS,
SEGUNDO A CLASSE E AJUSTE TOTAL
BRASIL (Total das microrregiões)
VARIÁVEIS EDUCACIONAIS
Média de
anos de
estudo
Alunos/
docente
Matrícula
de alunos
repetentes
Evasão
escolar
Docentes
habilitados
Escolas de
duas ou
+ salas
Fluxo
escolar
Sincronia
idade/série
Aprovação
Alfabeti-
zação
Escolari-
zação
CLASSES
E AJUSTE
TOTAL
VARIÁVEIS
SÓCIO-
ECONÔMICAS
30,5
55,6
80,2
60,1
6,1
51,9
8,9
24,1
7,3
63,9
27,4
36,3
1,2
63,9
16,4
30,5
96,3
24,1
19,9
38,8
43,9
39,1
74,0
54,3
67,1
46,6
79,5
64,5
30,5
41,4
83,6
56,0
9,8
75,2
24,7
40,0
92,7
33,1
52,1
54,3
89,0
56,4
62,3
66,2
Alta
Média
Baixa
AT
URBANIZAÇÃO
34,4
71,1
94,3
72,0
7,8
50,0
1,9
18,6
2,2
66,7
24,2
32,1
2,2
19,1
10,8
24,4
95,6
16,7
18,5
37,1
35,6
44,7
75,2
55,7
76,7
65,8
92,4
80,1
41,1
59,7
97,5
71,5
12,9
79,0
31,9
41,8
96,7
27,2
55,4
56,8
90,0
54,4
61,8
66,5
Alta
Média
Baixa
AT
RENDA PER CAPITA
30,8
31,7
100,0
48,0
7,0
61,4
2,3
21,0
10,5
59,4
25,0
27,7
2,9
63,4
6,8
20,8
95,4
58,4
29,6
69,0
31,4
21,8
73,9
39,1
56,4
34,7
100,0
60,9
27,9
12,9
98,9
41,0
13,4
68,3
34,1
33,8
99,2
52,7
70,2
74,0
Alta
Média
Baixa
AT
ALFABETIZAÇÃO
NOTAS:
a. As
classes alta, média e baixa correspondem à coincidência de urbanização alta, média e baixa com escolarização alta, média e baixa, respectivamente. Assim, em 89% dos casos em que existe
urbanização alta, existe também escolarização alta.
b. O
ajuste total corresponde à soma das coincidências entre urbanização alta e escolarização alta, urbanização média e escolarização média, e urbanização baixa e escolarização baixa. Os números
em negrito no Quadro 24 eqüivalem ao ajuste total.
QUADRO 31
DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIAS DE VARIÁVEIS EDUCACIONAIS, POR VARIÁVEIS SÓCIO-ECONÔMICAS,
SEGUNDO A CLASSE E AJUSTE TOTAL
ESTADO DO PARÁ (Total das microrregiões)
VARIÁVEIS EDUCACIONAIS
Média de
anos de
estudo
Alunos/
docente
Matrícula
de alunos
repetentes
Evasão
escolar
Docentes
habilitados
Escolas de
duas ou
+ salas
Fluxo
escolar
Sincronia
idade/série
Aprovação
Alfabeti-
zação
Escolari-
zação
CLASSES
E AJUSTE
TOTAL
VARIÁVEIS
SÓCIO
ECONÔMICAS
88,9
53,3
100,0
100,0
66,7
100,0
33,3
26,7
6,7
6,7
100,0
6,7
13,3
100,0
77,8
53,3
40,0
88,9
66,7
13,3
100,0
73,3
100,0
11,1
40,0
6,7
100,0
66,7
100,0
100,0
77,8
86,7
Alta
Média
Baixa
AT
URBANIZAÇÃO
100,0
53,3
100,0
20,0
40,0
13,3
33,3
6,7
33,3
100,0
60,0
66,7
100,0
66,6
25,0
100,0
60,0
40,0
100,0
73,3
75,5
20,0
33,3
75,0
46,7
33,3
25,0
50,0
40,1
Alta
Média
Baixa
AT
RENDA PER CAPITA
60,0
100,0
80,0
100,0
20,0
13,3
100,0
40,0
11,1
26,6
20,0
6,7
100,0
100,0
66,7
100,0
40,0
77,8
66,7
40,0
88,9
66,7
20,0
88,9
60,0
20,0
77,8
53,3
100,0
75,0
80,0
80,0
Alta
Média
Baixa
AT
ALFABETIZAÇÃO
NOTAS:
a. As classes alta, média e baixa correspondem à coincidência de urbanização alta, média e baixa com escolarização alta, média e baixa, respectivamente. Assim, em 100% dos casos em que existe
urbanização alta, existe também escolarização alta.
b. O
ajuste total (ATI corresponde à soma das coincidências entre urbanização alta e escolarização alta, urbanização média e escolarização média e urbanização baixa e escolarização baixa.
QUADRO 32
DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIAS DE VARIÁVEIS EDUCACIONAIS, POR VARIÁVEIS SÓCIO-ECONÔMICAS,
SEGUNDO A CLASSE E AJUSTE TOTAL
ESTADO DA BAHIA (Total das microrregiões)
VARIÁVEIS EDUCACIONAIS
Média de
anos de
estudo
Alunos/
docente
Matrícula
de alunos
repetentes
Evasão
escolar
Docentes
habilitados
Escolas de
duas ou
+ salas
Fluxo
escolar
Sincronia
idade/série
Aprovação
Alfabeti-
zação
Escolari-
zação
CLASSES
E AJUSTE
TOTAL
VARIÁVEIS
SÓCIO
ECONÔMICAS
100,0
61,5
66,7
23,1
100,0
56,3
38,5
12,5
7,7
100,0
93,7
61,5
100,0
87,5
57,7
100,0
61,5
33,3
93,8
69,2
66,7
23,1
100,0
100,0
65,4
100,0
33,3
100,0
76,9
Alta
Média
Baixa
AT
URBANIZAÇÃO
100,0
88,5
50,0
3,8
100,0
47,8
46,2
34,8
30,8
100,0
78,3
73,1
100,0
91,3
84,6
100,0
88,5
100,0
87,5
84,7
100,0
8,7
15,4
100,0
100,0
92,4
100,0
87,0
80,9
Alta
Média
Baixa
AT
RENDA PER CAPITA
100,0
100,0
96,2
100,0
48,0
50,0
32,0
30,8
100,0
76,0
77,0
100,0
84,0
84,6
100,0
96,2
84,0
80,8
8,0
7,7
100,0
100,0
88,5
Alta
Média
Baixa
AT
ALFABETIZAÇÃO
NOTAS:
a. As classes alta, média e baixa correspondem à coincidência de urbanização alta, média e baixa com escolarização alta, média e baixa, respectivamente. Assim, em 100% dos casos em que existe
urbanização alta, existe também escolarização alta.
b. O
ajuste total (AT) corresponde à soma das coincidências entre urbanização alta e escolarização alta, urbanização média, e escolarização média e urbanização baixa e escolarização baixa.
QUADRO 33
DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIAS DE VARIÁVEIS EDUCACIONAIS, POR VARIÁVEIS SÓCIO-ECONÔMICAS
SEGUNDO A CLASSE E AJUSTE TOTAL
ESTADO DEO PAULO (Total das microrregiões)
VARIÁVEIS EDUCACIONAIS
Média de
anos de
estudo
Alunos/
docente
Matrícula
de alunos
repetentes
Evasão
escolar
Docentes
habilitados
Escolas de
duas ou
+ salas
Fluxo
escolar
Sincronia
idade/série
Aprovação
Alfabeti
zação
Escolari-
zação
CLASSES
E AJUSTE
TOTAL
VARIÁVEIS
SÓCIO-
ECONÔMICAS
35,5
100,0
48,9
60,0
100,0
18,6
3,2
2,3
22,6
50,0
18,6
100,0
72,0
58,1
100,0
46,5
100,0
20,0
76,8
51,6
40,0
46,5
3,2
90,0
50,0
25,5
100,0
100,0
76,7
96,8
30,0
76,8
Alta
Média
Baixa
AT
URBANIZAÇÃO
29,7
100,0
49,5
50,0
7,0
2,7
2,3
27,0
23,3
100,0
86,0
48,7
41,8
100,0
66,7
95,3
56,8
83,3
60,6
5,4
83,3
16,3
100,0
86,1
94,6
66,7
90,7
Alta
Média
Baixa
AT
RENDA PER CAPITA
29,7
100,0
39,6
66,7
9,3
5,4
4,7
27,0
23,2
100,0
86,0
48,7
41,8
100,0
66,7
95,3
56,8
83,3
60,4
5,4
83,3
16,3
100,0
86,0
Alta
Média
Baixa
AT
ALFABETIZAÇÃO
NOTAS:
a. As classes alta, média e baixa correspondem à coincidência de urbanização alta, média e baixa com escolarização alta, média e baixa, respectivamente. Assim, em 96,8% dos casos em que existe
urbanização alta, existe também escolarização alta.
b. O
ajuste total (AT) corresponde à soma das coincidências entre urbanização alta e escolarização alta, urbanização média e escolarização média e urbanização baixa e escolarização baixa.
DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIAS DE VARIÁVEIS EDUCACIONAIS, POR VARIÁVEIS SÓCIO-ECONÔMICAS
SEGUNDO A CLASSE E AJUSTE TOTAL
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL (Total das microrregiões)
VARIÁVEIS EDUCACIONAIS
Média de
anos de
estudo
Alunos/
docente
Matrícula
de alunos
repetentes
Evasão
escolar
Docentes
habilitados
Escolas de
duas ou
+ salas
Fluxo
escolar
Sincronia
idade/série
Aprovação
Alfabeti-
zação
Escolari-
zação
CLASSES
E AJUSTE
TOTAL
VARIÁVEIS
SÓCIO-
ECONÔMICAS
80,0
25,0
29,2
100,0
29,2
100,0
20,8
85,7
25,0
100,0
20,8
100,0
20,8
100,0
20,8
60,0
58,3
41,7
91,7
45,8
100,0
20,8
100,0
20,8
Alta
Média
Baixa
AT
URBANIZAÇÃO
85,7
40,0
66,7
100,0
58,3
100,0
58,3
14,3
8,3
100,0
58,3
100,0
30,0
70,8
57,1
80,0
66,6
7,1
100,0
45,9
100,0
58,3
100,0
20,0
66,6
Alta
Média
Baixa
AT
RENDA PER CAPITA
81,8
100,0
83,3
100,0
91,7
13,6
12,5
100,0
91,7
100,0
91,7
95,5
100,0
95,8
45,5
100,0
50,0
4,6
100,0
12,5
100,0
91,7
Alta
Média
Baixa
AT
ALFABETIZAÇÃO
NOTAS:
a. As
classes alta, média e baixa correspondem à coincidência de urbanização alta, média e baixa com escolarização alta, média e baixa, respectivamente. Assim, em 100% dos casos em que existe
urbanização alta, existe também escolarização alta.
b. O
ajuste total (ATI corresponde à soma das coincidências entre urbanização alta e escolarização alta, urbanização média, e escolarização média e urbanização baixa e escolarização baixa.
QUADRO 35
DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIAS DE VARIÁVEIS EDUCACIONAIS, POR VARIÁVEIS SÓCIO-ECONÔMICAS,
SEGUNDO A CLASSE E AJUSTE TOTAL
ESTADO DE GOIÁS (Total das microrregiões)
VARIÁVEIS EDUCACIONAIS
Média de
anos de
estudo
Alunos/
docente
Matrícula
de alunos
repetentes
Evasão
escolar
Docentes
habilitados
Escolas de
duas ou
+ salas
Fluxo
escolar
Sincronia
idade/série
Aprovação
Alfabeti-
zação
Escolari-
zação
CLASSES
E AJUSTE
TOTAL
VARIÁVEIS
SÓCIO-
ECONÔMICAS
80,0
100,0
81,2
100,0
10,0
12,5
100,0
40,0
18,8
100,0
6,2
100,0
100,0
37,5
100,0
100,0
37,6
70,0
100,0
75,1
10,0
100,0
37,5
62,5
12,5
75,0
100,0
100,0
37,5
100,0
100,0
80,0
93,7
Alta
Média
Baixa
AT
URBANIZAÇÃO
87,5
100,0
81,3
100,0
12,5
18,7
100,0
50,0
31,2
100,0
12,5
100,0
100,0
50,0
50,0
83,3
37,5
75,0
100,0
75,0
12,5
100,0
43,7
100,0
33,3
72,5
100,0
100,0
50,0
50,0
100,0
66,7
81,2
Alta
Média
Baixa
AT
RENDA PER CAPITA
63,6
43,8
80,0
25,0
100,0
27,3
50,0
100,0
31,3
80,0
100,0
93,8
40,0
81,8
68,7
72,7
50,0
100,0
68,7
18,2
12,5
100,0
100,0
31,2
Alta
Média
Baixa
AT
ALFABETIZAÇÃO
NOTAS:
a. As
classes alta, média e baixa correspondem à coincidência de urbanização alta, média e baixa com escolarização alta, média e baixa, respectivamente. Assim, em 100% dos casos em que existe
urbanização alta, existe também escolarização alta.
b. O
ajuste total (AT) corresponde à soma das coincidências entre urbanização alta e escolarização alta, urbanização média, e escolarização média e urbanização baixa e escolarização baixa.
cacional do país, ao lado do estabelecimento de
prioridades para a atuação dos órgãos encarrega-
dos de executá-la.
Mas esteo é o propósito desta parte do tra-
balho. Contudo, vale registrar que a qualificação
do grau das disparidades, desigualdades, desequi-
líbrios, assimetrias, é uma condição essencial pa-
ra um tratamento adequado da questão educacio-
nal, uma vez que define, indica, reconhece ou diag-
nostica os espaços geográficos que, em razão de
um resultado médio qualquer de um fenômeno,
constituem prioridades do atendimento governa-
mental ou privado.
o se está afirmando que a existência de uma
distribuição heterogênea por si só justifique uma
prioridade. As desigualdades existem em qualquer
lugar eo inerentes a qualquer fenômeno. Con-
tudo, se ela é extremamente assimétrica ou dís-
par, então é fundamental reconhecer onde se lo-
calizam seja as pessoas, ou os lugares mais afe-
tados, de forma a corrigir os desvios, ao mesmo
tempo que isso implicaria na elevação do valor-
dio da distribuição, pela melhoria generalizada dos
padrões relacionados à variável ou fenômeno sob
intervenção.
Vale frisar que o coeficiente de variação de
uma variável pode ser comparado ao de uma ou-
tra para se saber qual das duas apresenta maio-
res desigualdades ou assimetrias.
QUADRO 36
COEFICIENTES DE VARIAÇÃO (C.V.) E MÉDIAS (X) PARA UM CONJUNTO DE VARIÁVEIS
SÓCIO-ECONÔMICAS E EDUCACIONAIS
BRASIL (Total das microrregiões)
VARIÁVEIS
EDUCACIONAIS
Alfabetização
Escolarização
Sincronia
Aprovação
Repetentes
Evasão
Fluxo
Professores
Alunos/docente
Salas
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
MÉDIAS
27,1
64,6
29,6
59,5
43,6
30,0
9,4
73,2
34,9
20,9
32,2
13,6
56,4
31,9
32,4
65,7
21,4
24,4
60,1
39,5
URBANIZAÇÃO
1
27,9
51,3
29,7
44,6
43,9
22,1
10,1
71,6
35,7
22,1
28,4
15,1
64,1
19,1
37,0
48,7
20,7
25,8
49,9
26,2
2
19,6
68,8
18,6
64,4
37,5
32,0
9,2
73,3
30,4
21,9
29,4
13,9
42,7
35,0
22,0
72,3
23,8
23,7
47,0
40,9
3
8,7
81,7
8,4
78,1
26,0
41,2
7,1
75,8
35,2
17,4
31,1
10,5
26,1
49,9
7,2
85,2
15,1
23,0
46,2
61,2
1
26,8
50,9
28,8
45,1
40,4
21,9
9,6
71,1
33,7
22,6
26,6
15,4
58,7
18,9
36,4
49,5
17,8
25,9
49,4
26,4
OCUPAÇÃO
2
18,0
70,4
18,5
65,2
37,2
33,7
8,7
74,1
32,4
20,6
29,4
13,6
40,5
36,7
21,9
73,4
26,2
23,3
44,4
38,7
3
7,7
82,5
7,4
78,9
27,8
40,3
8,5
75,8
37,9
18,2
32,2
10,0
27,5
50,4
6,8
85,5
16,4
23,1
38,8
68,0
NOTAS:
a. Urbanização = taxa de urbanização
b. Ocupação = proporção de pessoas ocupadas nos setores secundário e terciário
QUADRO 37
COEFICIENTES DE VARIAÇÃO (C.V.) E MÉDIAS (X) PARA UM CONJUNTO DE VARIÁVEIS
SÓCIO-ECONÔMICAS E EDUCACIONAIS
BRASIL (Total das microrregiões)
VARIÁVEIS
EDUCACIONAIS
Alfabetização
Escolarização
Sincronia
Aprovação
Repetentes
Evasão
Fluxo
Professores
Alunos/docente
Salas
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
MÉDIAS
27,1
64,6
29,6
59,5
43,6
30,0
9,4
73,2
34,9
20,9
32,2
13,6
56,4
31,9
32,4
65,7
21,4
24,4
60,1
39,5
RENDA PER CAPITA
1 2 3
18,7
47,2
23,7
43,1
21,7
19,0
9,7
70,3
34,4
22,9
25,3
15,6
37,2
15,7
33,3
47,8
14,4
26,6
49,0
26,7
10,9
73,9
14,6
67,3
30,2
34,2
8,7
74,2
28,1
21,7
29,9
13,6
31,1
38,5
18,7
76,0
26,3
23,0
49,0
45,1
6,4
83,1
8,9
78,1
22,1
44,0
6,5
76,9
34,0
16,4
32,4
10,2
23,5
51,9
11,9
83,9
20,8
22,1
51,3
54,9
ÁGUA ADEQUADA
1 2 3
5,5
83,6
6,6
78,5
20,6
44,3
.8,0
76,9
39,0
17,0
27,4
9,5
23,9
52,6
4,8
86,6
16,8
21,5
47,6
60,5
15,2
72,7
14,8
68,1
31,1
35,0
8,1
74,2
28,1
21,1
28,4
13,1
31,9
38,9
13,5
77,6
24,6
22,8
45,4
44,7
23,0
49,4
26,0
43,9
26,0
19,4
9,5
70,6
34,6
22,7
24,6
16,0
45,4
16,7
33,4
46,6
15,9
27,0
44,6
25,5
NOTAS:
a. Renda per capita = renda média pessoal
b. Água adequada = proporção de domicílios com água adequada (rede geral e água de poço ou nascente, desde que com canaliza-
ção interna).
QUADRO 38
COEFICIENTES DE VARIAÇÃO (C.V.) E MÉDIAS (X) PARA UM CONJUNTO DE VARIÁVEIS
SÓCIO-ECONÔMICAS E EDUCACIONAIS
BRASIL (Total das microrregiões)
VARIÁVEIS
EDUCACIONAIS
Alfabetização
Escolarização
Sincronia
Aprovação
Repetentes
Evasão
Fluxo
Professores
Alunos/docente
Salas
C.V
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
C.V.
(X)
MÉDIAS
27,1
64,6
29,6
59,5
43,6
30,0
9,4
73,2
34,9
20,9
32,2
13,6
56,4
31,9
32,4
65,7
21,4
24,4
60,1
39,5
DOCENTES HABILITADOS
1
24,1
45,2
34,2
38,0
21,3
17,9
8,5
71,4
37,9
20,1
27,8
14,7
48,1
12,0
27,5
25,1
16,6
25,5
47,7
19,6
2
22,2
50,1
22,8
44,5
27,1
19,3
10,1
70,7
33,8
22,6
25,0
16,0
41,7
17,5
17,7
49,3
16,1
27,7
44,9
27,7
3
14,0
76,7
13,3
72,0
28,6
38,4
8,3
74,9
34,4
20,1
32,5
12,0
32,6
43,8
9,3
82,0
21,1
22,2
50,6
49,8
ESCOLAS DE DUAS OU + SALAS
1
27,3
56,7
31,2
50,5
46,5
25,1
9,3
72,4
36,4
20,5
28,1
14,9
65,7
23,6
38,4
55,1
17,1
25,6
31,9
21,4
2
24,8
68,9
24,1
64,1
38,6
33,3
8,6
73,8
33,4
21,3
30,2
13,4
44,9
36,9
23,4
71,4
25,4
23,7
16,7
45,3
3
12,6
79,2
10,3
76,5
31,1
37,7
10,5
74,2
33,9
21,6
36,7
10,5
32,1
46,0
8,9
84,7
22,1
22,2
23,3
79,5
NOTAS:
a. Docentes habilitados = proporção de docentes habilitados para o 1° grau
b. Escolas de duas ou + salas = proporção de escolas de duas ou mais salas
/\nexos
ANEXO 1 - SUBARQU1VO DE DADOS BÁSICOS
Observações
Esse anexo apresenta, no subarquivo I, a rela-
ção de 132 variáveis/indicadores que foram utili-
zadas, na fase preparatória do estudo, para a ve-
rificação de correlações ou simples associações en-
tre elas. Lista também variáveis/indicadores edu-
cacionais e demográficas, oriundas do Censo De-
mográfico de 1980, do IBGE, e das pesquisas
anuais do SEEC, realizadas junto aos estabeleci-
mentos de ensino de 1 ° grau.
Todavia, trata-se apenas de um subarquivo,
uma vez que os arquivos originais, disponíveis nas
fontes indicadas, possuem milhares de variáveis/in-
dicadores, como é possível verificar a seguir:
- MEC/SG/SEEC: arquivos agregados ER/1 e
ER/2 de 1982 com 515 variáveis
- MEC/SG/SEEC: arquivos agregados ER/1 e
ER/2 de 1983 com 490 variáveis
- MEC/SG/SEEC: arquivos agregados ER/1 e
ER/2 de 1984 com 447 variáveis
- IBGE, IPLAN/IPEA e UNICEF: arquivo de
dados sobre a população de baixa renda,
de 1980, com 521 variáveis.
As variáveis/indicadores educacionais estão
disponíveis a nível de escola (ou estabelecimento
de ensino), Município e Unidade de Federação, co-
mo também por dependência administrativa e lo-
calização (urbana e rural) da escola.
Já as variáveis/indicadores demográficas es-
o disponíveis por Município e Unidade de Fede-
ração, com as necessárias agregações segundo a
situação urbana ou rural e nível de renda das
famílias.
Esse subarquivo trabalhou as variáveis/indica-
dores predominantemente a nível de microrregiões.
No subarquivo II é apresentada a relação de
variáveis sócio-econômicas que foram utilizadas
para a construção da tipologia e estudo das rela-
ções entre desenvolvimento educacional e sócio-
econômico, proveniente do arquivo de dados do
IBGE, IPLAN/IPEA e UNICEF, já citado.
SUBARQUIVO DE DADOS BÁSICOS
I Subarquivo de dados educacionais e
demográficos
EVASÃO IMEDIATA (1983)
VAR1 Evasão imediata na 1 ? série
VAR2 Evasão imediata na 4.
a
série
VAR3 Evasão imediata na 5.
a
série
VAR4 Evasão imediata na 8.
a
série
VAR5 Evasão imediata total
APROVAÇÃO (1983)
VAR6 Aprovação na 1.
a
série
VAR7 Aprovação na 4.
a
série
VAR8 Aprovação na 5
a
série
VAR9 Aprovação na 8
a
série
VAR10 Aprovação total
INCORPORAÇÃO AO SISTEMA
(1984)
VAR11 Incorporação na 1ª série
SINCRONIA IDADE/SÉRIE (1984)
VAR12 - Sincronia total
VAR13 Sincronia na 1.
a
série
VAR14 Sincronia na 4
a
série
VAR15 Sincronia na 5.
a
série
VAR16 Sincronia na 8.
a
série
CONCLUSÃO TARDIA (1983)
VAR17 Conclusão tardia total
CONCLUINTES (1983)
VAR18 Concluintes sobre a matrícula na 4.
a
série
VAR19 Concluintes sobre a matrícula na 1
a
série
VAR20 Concluintes sobre a matrícula total de
1.° grau
TURMAS (1984)
VAR21 Turmas no 1.° turno
VAR22 - Turmas no 2.° turno
VAR23 - Turmas no 3.° turno
VAR24 Turmas em tempo integral
VAR25 Turmas no noturno
ALUNOS MULTISSERIADOS (1984)
VAR26 Alunos multisseriados sobre o total de
alunos multisseriados e em regime
o seriado
VAR27 Alunos multisseriados sobre a matrí-
cula inicial
ESCOLAS ER/2 (1984)
VAR28 Escolas de duas e mais salas de aula
ALUNOS POR ESCOLA (1984)
VAR29 Média de alunos por escola
VAR30 Média de alunos concluintes por
escola
DOCENTES (1984)
VAR31 Média de alunos por docente (geral)
VAR32 Média de alunos por docente habili-
tado (lei)
VAR33 Média de alunos por docente habili-
tado (abrangente)
VAR34 Docentes habilitados (lei)
VAR35 Docentes habilitados (abrangente)
VAR36 Docentes estatutários + CLT
NÚMEROS ABSOLUTOS (1984)
VAR37 Número de docentes
VAR38 Número de escolas
VAR39 Número de alunos
MERENDA (1984)
VAR40 Alunos que receberam merenda
escolar
VAR41 Média de refeições servidas por aluno
EVASÃO MEDIATA (1983-1984)
VAR42 Evasão mediata da 1
a
para a 2
a
série
VAR43 Evasão mediata da 2.
a
para a 3
a
série
VAR44 Evasão mediata da 4
a
para a 5
a
série
VAR45 Evasão mediata da 5.
a
para a 6
a
série
MATRÍCULA DE REPETENTES (1984)
VAR46 Repetentes na 1
a
série
VAR47 Repetentes na 2
a
série
VAR48 Repetentes na 3
a
série
VAR49 Repetentes na 4
a
série
VAR50 Repetentes na 5
a
série
VAR51 Repetentes na 6.
a
série
VAR52 Repetentes na 7
a
série
VAR53 Repetentes na 8.
a
série
VAR54 - Repetentes (total)
VAR55 - Repetentes de 1
a
à 4
a
série
MATRÍCULA INICIAL E DE REPETEN-
TES (1984)
VAR56 Matrícula inicial na 2
a
série
VAR57 Matrícula inicial de repetentes na 2
a
série
VAR58 Matrícula inicial na 3
a
série
VAR59 Matrícula inicial de repetentes na 3
a
série
VAR60 Matrícula inicial na 4
a
série
VAR61 Matrícula inicial de repetentes na 4
a
série
PROGRESSÃO (FLUXO) ESCOLAR
PARA DIVERSAS SÉRIES (1981 a
1984)
VAR62 Progressão da 1 .* para a 4
a
série
(1981-1984)
VAR63 Progressão da 1
a
para a 3
a
série
(1982-1984)
VAR64 Progressão da 1 .
a
para a 2
a
série
(1983-1984)
VAR65 Progressão da 2
a
para a 3
a
série
(1983-1984)
VAR66 Progressão da 3
a
para a 4
a
série
(1983-1984)
VAR67 Progressão da 1
a
para a 2
a
série
(1981-1982)
VAR68 Progressão da 2
a
para a 3
a
série
(1982-1983)
ESCOLARIZAÇÃO (1980)
VAR69 Taxa de escolarização total da popu-
lação de sete a 14 anos
VAR70 Taxa de escolarização urbana da po-
pulação de sete a 14 anos
VAR71 Taxa de escolarização rural da popu-
lação de sete a 14 anos
VAR72 Taxa de escolarização total da popu-
lação de sete a dez anos
VAR73 Taxa de escolarização urbana da po-
pulação de sete a dez anos
VAR74 Taxa de escolarização rural da popu-
lação de sete a dez anos
VAR75 Taxa de escolarização total da popu-
lação de 11 a 14 anos
VAR76 Taxa de escolarização urbana da po-
pulação de 11 a 14 anos
VAR77 Taxa de escolarização rural da popu-
lação de 11 a 14 anos
VAR78 Taxa de escolarização total da popu-
lação de sete a 14 anos pertencente
à famílias com rendimento mensal fa-
miliar per capita até 1/4 do salário
mínimo
VAR79 Idem meio urbano
VAR80 - Idem meio rural
VAR81 Taxa de escolarização total da popu-
lação de sete a 14 anos pertencente
à famílias com rendimento mensal fa-
miliar per capita de mais de 1/4 a 1/2
salário mínimo
VAR82 Idem meio urbano
VAR83 Idem meio rural
VAR84 Taxa de escolarização total da popu-
lação de sete a 14 anos pertencente
à famílias com rendimento mensal fa-
miliar per capita de mais de 1/2 salá-
rio mínimo
VAR85 Idem meio urbano
VAR86 Idem meio rural
ANOS DE ESTUDO DA POPULAÇÃO
DE DEZ ANOS E MAIS (média) 1980
VAR87 - Total
VAR88 - Urbana
VAR89 - Rural
VAR90 Nas famílias com rendimento per ca-
pita até 1/4 do SM (total)
VAR91 Idem meio urbano
VAR92 Idem meio rural
VAR93 - Nasfamíl ias com rendimento per ca-
pita de mais de 1/4 a 1/2 do SM (total)
VAR94 Idem no meio urbano
VAR95 - Idem no meio rural
VAR96 Nas famílias com rendimento per ca-
pita de mais de 1/2 SM (total)
VAR97 Idem no meio urbano
VAR98 Idem no meio rural
ALFABETIZAÇÃO DA POPULAÇÃO
DE 15 ANOS E MAIS (sabe ler e es-
crever) 1980
VAR99 Taxa de alfabetização total 15 anos
e mais
VAR100 Taxa de alfabetização no meio urbano
VAR101 Taxa de alfabetização no meio rural
VAR102 Taxa de alfabetização total nas famí-
lias até 1/4 do SM
VAR103 Taxa de alfabetização urbana nas fa-
mílias até 1/4 do SM
VAR104 Taxa de alfabetização rural nas famí-
lias até 1/4 do SM
VAR105 Taxa de alfabetização total nas famí-
lias de mais de 1/4 a 1/2 SM
VAR106 Taxa de alfabetização urbana nas fa-
mílias de mais de 1/4 a 1/2 SM
VAR107 Taxa de alfabetização rural nas famí-
lias de mais de 1/4 a 1/2 SM
VAR108 Taxa de alfabetização total nas famí-
lias de mais de 1/2 SM
VAR109 Taxa de alfabetização urbana nas fa-
mílias de mais de 1/2 SM
VAR110 Taxa de alfabetização rural nas famí-
lias de mais de 1/2 SM
VAR111 - Taxa de alfabetização total - dez a 14
anos
VAR112 Taxa de alfabetização urbana
VAR113 Taxa de alfabetização rural
VAR114 Taxa de alfabetização total nas famí-
lias até 1/4 do SM
VAR115 Taxa de alfabetização urbana nas fa-
mílias até 1/4 do SM
VAR116 Taxa de alfabetização rural nas famí-
lias até 1/4 do SM
VAR117 Taxa de alfabetização total nas famí-
lias de mais de 1/4 a 1/2 SM
VAR118 Taxa de alfabetização urbana nas fa-
mílias de mais de 1/4 a 1/2 SM
VAR119 Taxa de alfabetização rural nas famí-
lias de mais de 1/4 a 1/2 SM
VAR120 Taxa de alfabetização total nas famí-
lias de mais de 1/2 SM
VAR121 Taxa de alfabetização urbana nas fa-
mílias de mais de 1/2 SM
VAR122 Taxa de alfabetização rural nas famí-
lias de mais de. 1/2 SM
NÍVEIS EDUCACIONAIS (1980)
VAR123 População de 11 anos e mais com 4.
a
série do 1.° grau
VAR124 População de 15 anos e mais com 1 °
grau completo
VAR125 População de 18 anos e mais com 2.°
grau completo
VAR126 População de vinte anos e mais com
2.° grau completo
VAR127 População de 24 anos e mais com
superior
DADOS GERAIS E COMPLEMEN-
TARES
VAR128 Número médio de alunos por turma
(1984)
VAR129 Estudantes de sete a 14 anos sobre
professores de 1.° grau
VAR130 Pessoas de sete a 14 anos sobre pro-
fessores de 1 ? grau
VAR131 Escolas de 1 f à 4.
a
série sobre o to-
tal de escolas
VAR132 Escolas de 1.
a
à 6.
a
série sobre o to-
tal de escolas
Il Subarquivo de dados sócio-econômicos
Estas variáveis foram extraídas do Censo Demográfico de 1980
VARI1 Taxa de urbanização
VARI2 - % de migrantes
VARI3 % de pessoas ocupadas no setor pri-
mário da economia
VARI4 % de pessoas ocupadas no setor se-
cundário da economia
VARI5 % de pessoas ocupadas no setor ter-
ciário da economia
VARI6 % de empregados sobre o total das
pessoas ocupadas
VARI7 % de autônomos sobre o total das
pessoas ocupadas
VARI8 % de pessoas de sete a 14 anos com
água inadequada em seus domicílios
VARI9 % de pessoas de sete a 14 anos com
esgoto inadequado em seus
domicílios
VARI10 % de pessoas de sete a 14 anos com
água adequada e esgoto inadequado
em seus domicílios
VARI11 % de pessoas de zero a seis anos com
água inadequada em seus domicílios
VARI12 % de pessoas de zero a seis anos com
esgoto inadequado em seus domi-
cílios
VARI13 % de pessoas de zero a seis anos com
água adequada e esgoto inadequado
em seus domicílios
VARI14 % de domicílios com geladeira
VARI15 % de domicílios com televisão
VARI16 % de domicílios com iluminação
elétrica
VARI17 % de famílias com rendimento fami-
liar per capita até 1/2 salário mínimo
VARI18 % de famílias com rendimento fami-
liar per capita de 1/4 a 1/2 salário
mínimo
VARI19 % de família com rendimento familiar
per capita de mais de 1/2 salário
mínimo
VARI20 média de pessoas por família
VARI21 rendimento médio da PEA rural
VARI22 rendimento médio da PEA urbana
VARI23 rendimento médio da PEA
VARI24 renda per capita no meio rural
VARI25 renda per capita no meio urbano
VARI26 renda per capita total
VARI27 médicos por 10 mil habitantes
VARI28 - dentistas por 10 mil habitantes
VARI29 enfermeiras e auxiliares de enferma-
gem por 10 mil habitantes
VARI30 professores de 1.° grau por mil ha-
bitantes
VARI31 % de domicílios com água adequada
VARI32 % de domicílios com esgoto ade-
quado
VARI33 - população total
VARI34 população de sete a 14 anos de ida-
de fora da escola
ANEXO 2 - VARIÁVEIS PARA ESTUDOS DE ASSIMETRIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO
Observações
Esse anexo apresenta os resultados de uma
parte das variáveis/indicadores que foram utiliza-
das no decorrer dos estudos de assimetrias. Os
resultados referem-se às Unidades da Federação.
Junto com as médias de cada variável/indica-
dor apresenta-se também o seu coeficiente de va-
riação (CV), de sorte que é possível avaliar o grau
das desigualdades educacionais existentes sob es-
sas duas perspectivas.
O ano e a fonte de dados básicos a que se re-
ferem as variáveis/indicadores devem ser consul-
tados no anexo 1.
Quando existe um ponto (.) no coeficiente de
variação, é porque naquela Unidade da Federação
o havia pelo menos duas microrregiões, de mo-
do a permitir seu cálculo.
ANEXO 2 - VARIÁVEIS PARA ESTUDOS DE ASSIMETRIAS
CV-12
M-VAR12
CV-10
M-VAR10
CV-123
M-VAR123
CV-99
M-VAR99
CV-69
M-VAR69
OBS UF NOME
25.37
24.32
43.64
31.57
31.08
27.85
35.31
27.53
35.80
24.78
33.55
26.80
27.93
35.80
31.08
25.68
24.18
22.50
18.13
24.74
16.51
18.08
24.21
24.60
30.41
23.02
18.77
18.60
30.09
19.42
30.32
20.05
18.49
19.54
23.98
20.75
24.48
20.44
15.71
20.53
34.94
40.48
38.81
45.27
39.53
56.47
48.05
31.64
24.31
24.01
44.61
23.60
9.37
12.99
13.03
9.80
10.52
11.45
13.93
11.99
11.98
13.78
9.90
14.56
12.56
14.11
11.49
7.48
10.59
8.05
7.42
5.88
6.31
7.23
8.64
9.45
61.43
71.02
74.59
77.68
70.60
74.33
79.06
64.10
73.63
66.39
75.42
72.64
69.82
59.12
73.48
71.15
77.61
72.74
75.92
77.09
89.20
75.51
73.93
68.11
75.93
79.14
17.25
48.18
58.63
58.04
46.70
20.96
39.63
45.55
39.13
36.75
37.72
41.72
42.31
42.01
51.42
31.55
18.77
24.70
15.97
22.70
19.13
22.22
16.47
25.79
31.49
23.79
19.23
23.44
25.49
21.70
32.82
36.93
14.60
14.73
16.16
19.89
17.91
22.77
16.12
18.50
16.04
34.11
34.10
35.17
39.85
33.83
46.70
42.67
30.52
27.20
28.38
34.80
8.21
27.18
38.70
18.62
20.09
13.17
23.67
22.46
17.83
25.39
22.40
23.96
26.02
22.39
22.52
15.65
13.78
10.80
7.78
10.48
6.48
6.67
9.15
15.51
15.28
68.25
55.05
70.47
74.47
72.10
75.23
21.23
48.88
50.34
54.41
55.56
50.64
57.75
45.94
53.41
56.73
75.22
75.89
87.04
86.12
79.57
87.06
86.86
76.34
69.60
71.13
33.49
18.17
43.08
47.90
44.18
36.01
19.46
36.87
33.47
31.17
31.67
34.96
29.67
36.90
32.37
37.54
18.68
16.86
10.92
11.71
14.46
11.22
9.64
20.94
24.13
25.91
54.98
44.44
57.13
68.97
59.60
75.14
97.53
41.26
50.59
48.26
58.91
49.18
58.84
43.78
54.47
46.53
72.73
72.67
85.53
82.67
71.25
74.52
80.02
65.90
59.79
64.29
92.47
1 11 RONDÔNIA
2 12 ACRE
3 13 AMAZONAS
4 14 RORAIMA
5 15 PARÁ
6 16 AMAPÁ
7 20 FERNANDO DE NORONHA
8 21 MARANHÃO
9 22 PIAUÍ
10 23 CEARÁ
11 24 RIO GRANDE DO NORTE
12 25 PARAÍBA
13 26 PERNAMBUCO
14 27 ALAGOAS
15 28 SERGIPE
16 29 BAHIA
17 31 MINAS GERAIS
18 32 ESPÍRITO SANTO
19 33
RIO DE JANEIRO
20 35O PAULO
21 41 PARANÁ
22 42 SANTA CATARINA
23 43 RIO GRANDE DO SUL
24 50 MATO GROSSO DO SUL
25 51
MATO GROSSO
26 52 GOIÁS
27 53 DISTRITO FEDERAL
NOTAS:
a. M = média
b. C.V. - coeficiente de variação
c. VAR69 = taxa de escolarização
d. VAR99 = taxa de alfabetização
e. VAR123 = proporção da população de 11 anos e mais com 4.
a
série do 1." grau
f. VAR10 = taxa de aprovação
g. VAR12 = taxa de sincronia idade/série
ANEXO 2 - VARIÁVEIS PARA ESTUDOS DE ASSIMETRIAS
CV-31
M-VAR31
CV34
M-VAR34
CV17
M-VAR17
OBS UF NOME
24.93
21.98
20.90
18.28
27.62
24.63
22.28
20.01
18.31
18.71
18.99
16.50
19.53
19.26
15.70
20.78
19.12
24.75
23.42
15.21
17.68
21.55
18.38
18.91
17.81
30.66
25.94
28.30
23.90
32.84
30.64
26.92
25.32
28.94
26.26
23.72
30.15
26.88
29.59
28.44
21.40
23.99
22.10
24.36
24.69
23.34
16.17
23.30
27.09
32.39
26.11 '
37.58
56.76
43.38
57.11
65.41
20.37
43.87
36.57
55.95
49.09
50.13
53.37
35.29
36.22
35.24
20.63
9.03
5.04
8.54
24.16
21.24
18.92
26.50
34.93
38.56
54.25
46.53
70.56
63.89
53.20
86.07
51.07
59.83
46.27
59.24
44.58
72.79
63.68
65.08
66.21
82.41
87.88
91.90
86.47
80.25
79.17
82.47
80.99
67.10
61.00
93.87
5.74
8.63
6.54
5.49
9.39
6.03
10.63
10.87
11.84
^ 10.23
9.74
12.10
7.68
6.87
9.66
15.80
22.96
11.81
20.74
21.35
18.75
18.35
11.30
9.81
14.03
90.50
87.37
91.56
82.78
86.89
77.73
88.08
89.32
86.29
84.32
89.23
82.95
83.04
89.99
86.58
76.53
67.33
69.10
69.54
64.35
63.79
62.43
80.51
84.82
82.78
65.95
1 11 RONDÔNIA
2 12 ACRE
3 13 AMAZONAS
4 14 RORAIMA
5 15 PARÁ
6 16 AMAPÁ
7 20 FERNANDO DE NORONHA
8 21 MARANHÃO
9 22 PIAUÍ
10 23 CEARÁ
1 1 24 RIO GRANDE DO NORTE
12 25 PARAÍBA
13 26 PERNAMBUCO
14 27 ALAGOAS
15 28 SERGIPE
16 29 BAHIA
17 31 MINAS GERAIS
18 32 ESPÍRITO SANTO
19 33 RIO DE JANEIRO
20 35O PAULO
21 41 PARANÁ
22 42 SANTA CATARINA
23 43 RIO GRANDE DO SUL
24 50 MATO GROSSO DO SUL
25 51 MATO GROSSO
26 52 GOIÁS
27 53 DISTRITO FEDERAL
NOTAS:
a. M = média
b. C.V. = coeficiente de variação
c. VAR17 = proporção da conclusão tardia
d. VAR34 = proporção de docentes habilitados
e. VAR31 = média de alunos por docente
ANEXO 2 - VARIÁVEIS PARA ESTUDOS DE ASSIMETRIAS
CV-V3
M-VARI3
CV-V26
M-VARI26
CV-V23
M-VARI23
CV-V18
M-VARI18
CV-V17
M-VARI17
OBS UF NOME
1 11
RONDÔNIA 25.44 34.60 25.00 12.12 9122.55 27.61 3251.81 28.45 52.79 38.27
2 12 ACRE 30.47 39.19 28.92 15.34 7925.79 31.89 2535.53 39.12 52.55 22.90
3 13 AMAZONAS 23.48 39.67 26.64 19.09 10019.86 38.16 3267.33 34.13 40.61 20.25
4 14 RORAIMA 17.43 26.92 24.31 18.58 11740.98 33.96 4068.71 41.68 36.78 61.32
5 15
PARÁ 28.19 31.17 29.31 15.55 8910.74 42.93 2850.98 48.35 43.89 29.90
6 16
AMAPÁ 28.29 38.52 28.45 6.55 9439.08 20.72 2741.62 24.26 23.15 46.31
7 20 FERNANDO DE NORONHA 7.14 37.39 10186.57 4089.01 9.09
8 21
MARANHÃO 51.09 23.04 28.38 27.25 4355.51 43.34 1521.06 37.16 69.11 17.86
9 22
PIAUÍ 60.94 15.04 22.50 32.60 3900.60 44.69 1335.24 41.25 60.93 18.65
10 23
CEARÁ 47.95 16.67 25.90 22.40 5478.01 35.63 1978.04 37.35 44.38 26.35
11 24
RIO GRANDE DO NORTE 42.61 22.24 28.08 24.28 5871.72 38.16 2093.88 39.92 41.59 27.95
12 25
PARAÍBA 50.40 19.33 26.40 28.29 5010.69 43.43 1745.49 43.77 50.23 24.84
13 26
PERNAMBUCO 36.17 27.97 28.96 19.43 6924.21 41.36 2551.14 40.49 39.94 31.78
14 27 ALAGOAS 44.01 25.25 29.84 23.75 5496.95 38.45 1909.48 37.16 54.63 24.45
15 28
SERGIPE
36.58 22.85
30.08
14.55 6842.78 36.87 2378.05 36.22 43.73 34.04
16 29
BAHIA 35.96 25.07 28.25 13.31 7533.92 35.48 2610.26 35.80 50.05 27.52
17 31
MINAS GERAIS 21.79 46.65 25.78 15.98 10035.42 34.29 3881.57 40.37 32.82 37.99
18 32 ESPÍRITO SANTO 20.93 35.37 26.92 13.03 9720.99 23.17 3718.70 35.33 34.80 43.05
19 33
RIO DE JANEIRO 7.17 54.63 15.60 23.06 15452.27 33.03 6891.80 40.51 4.66 82.33
20 35
O PAULO 4.86 62.15 12.96 32.16 15739.17 26.83 7163.46 31.38 11.48 54.89
21 41 PARANÁ 19.17 35.54 26.51 14.02 9913.11 33.15 3960.16 33.63 41.92 32.41
22 42 SANTA CATARINA 13.31 48.90 23.48 20.98 10278.85 29.74 4169.52 31.43 31.43 49.05
23 43 RIO GRANDE DO SUL 12.01 57.31 19.46 22.69 11496.63 31.54 5297.55 31.91 28.65 48.01
24 50
MATO GROSSO DO SUL 17.53 32.14 27.10 12.41 11093.50 27.65 4285.47 30.98 35.53 32.68
25 51 MATO GROSSO 24.24 29.44 27.21 13.64 9823.03 45.75 3444.46 48.06 43.32 29.80
26 52
GOIÁS 25.02 42.01 27.22 13.71 9607.21 32.11 3428.14 38.29 39.22 28.94
27 53 DISTRITO FEDERAL 5.18 16.14 18641.72 7823.76 2.36
NOTAS:
a. M
= média
b. C.V. - coeficiente de variação
c. VARI17 = proporção de famílias com rendimento familiar per capita até 1/4 do salário mínimo
d. VARI18 = proporção de famílias com rendimento familiar per capita de 1/4 a 1/2 salário mínimo
e. VARI23
= rendimento médio da PEA
f. VARI26
= rendimento per capita total
g. VARI3 = proporção de pessoas ocupadas no setor primário da economia
ANEXO 2 - VARIÁVEIS PARA ESTUDOS DE ASSIMETRIAS
CV-V34
M-VARI34
CV-V30
M-VARI30
CV-V9
M-VARI9
CV-V8
M-VARI8
CV-V1
M-VARI1
OBS UF NOME
60.07
88.05
135.40
60.12
99.32
124.65
92.98
116.82
120.21
128.05
98.12
103.54
104.24
99.15
106.72
166.91
91.01
196.22
484.61
123.49
167.84
129.48
94.53
79.78
137.89
48775.00
37717.00
1342.83
4954.00
2987.77
9997.00
6.00
5081.59
2371.52
5921.55
1647.70
3045.35
5374.44
2439.52
1152.51
10929.77
7193.11
1085.75
2635.98
7129.27
4558.88
1840.18
2651.03
96990.00
97362.00
2897.61
16014.00
67.46
118.41
125.54
181.05
142.58
143.56
104.10
140.11
111.36
165.13
152.18
109.14
150.32
136.35
123.35
143.02
103.24
89.44
181.89
153.39
116.22
120.16
139.32
91.20
106.63
1.41
2.05
1.34
6.93
1.17
1.27
11.77
1.62
1.19
2.30
1.52
2.42
1.33
1.68
1.64
1.52
1.73
1.95
2.35
1.56
1.37
2.05
2.18
1.08
3.29
2.11
1.06
44.51
53.63
68.47
43.59
86.35
43.36
27.35
17.00
20.06
33.72
32.17
37.59
28.09
43.62
26.31
60.59
59.75
69.69
110.68
72.36
94.28
88.33
57.39
36.18
52.21
45.46
40.92
20.15
16.53
15.35
9.57
16.05
62.47
71.42
53.92
42.51
49.58
39.54
49.64
46.02
56.15
25.21
18.50
7.50
4.30
13.36
8.79
12.67
14.94
37.71
34.85
2.25
12.20
10.31
16.48
8.20
17.41
29.30
9.95
11.36
10.16
14.64
16.87
18.57
18.04
24.52
18.75
34.34
31.69
35.76
47.73
24.90
44.24
34.18
15.30
16.17
17.86
34.23
83.12
62.94
63.42
68.93
52.97
100.00
84.41
82.50
81.68
74.41
71.78
67.54
68.92
66.41
68.74
50.33
47.21
27.58
23.84
53.50
35.91
42.17
68.60
72.85
67.79
19.15
44.41
53.51
58.18
33.54
63.51
51.00
60.80
57.49
50.75
44.36
56.82
54.57
53.89
49.37
60.85
45.2\
54.15
37.29
34.43
46.54
60.27
56.80
38.72
46.56
44.07
46.47
43.79
59.59
61.60
48.98
59.18
100.00
31.40
41.97
53.14
58.73
52.31
61.60
49.28
54.18
49.29
67.14
63.91
91.82
88.64
58.62
59.37
67.53
67.11
57.52
62.20
96.73
1 11
RONDÔNIA
2 12 ACRE
3 13 AMAZONAS
4 14 RORAIMA
5 15 PARÁ
6 16 AMAPÁ
7 20 FERNANDO DE NORONHA
8 21 MARANHÃO
9 22 PIAUÍ
10 23 CEARÁ
1 1 24 RIO GRANDE DO NORTE
12 25 PARAÍBA
13 26 PERNAMBUCO
14 27 ALAGOAS
15 28 SERGIPE
16 29 BAHIA
17 31
MINAS GERAIS
18 32 ESPÍRITO SANTO
19 33 RIO DE JANEIRO
20 35O PAULO
21 41 PARANÁ
22 42 SANTA CATARINA
23 43 RIO GRANDE DO SUL
24 50 MATO GROSSO DO SUL
25 51 MATO GROSSO
26 52 GOIÁS
27 53 DISTRITO FEDERAL
NOTAS:
a. M = média
b. C.V. = coeficiente de variação
c. VARI1 = taxa de urbanização
d. VARI8 = proporção de pessoas de sete a 14 anos com água inadequada em seus domicílios
e. VARI9
= proporção de pessoas de sete a 14 anos com esgoto inadequado em seus domicílios
f. VARI30
= número de professores de 1." grau por mil habitantes
g. VARI34
= número de pessoas de sete a 14 anos de idade fora da escola
ANEXO 3 - VARIÁVEIS PARA ESTUDO DE ASSIMETRIA POR MICRORREGIÃO
Observações
Esse anexo também apresenta os resultados de uma parte das variáveis/indicadores que foram uti-
lizadas no decorrer dos estudos de assimetrias, só que a nível das microrregiões homogêneas do Bra-
sil, sobre as quais se desenvolveu toda a base metodológica para a construção do índice de situação
educacional.
Ao lado das médias divulga-se igualmente o coeficiente de variação (CV).
O ano e a fonte dos dados básicos a que se referem as variáveis/indicadores devem ser consulta-
das no anexo 1.
Quando existe um ponto I.) no coeficiente de variações, é porque naquela microrregiãoo havia
pelo menos dois Municípios, de modo a permitir seu cálculo.
Considerou-se, como é salientado no decorrer do texto desse estudo, os Municípios existentes em
qualquer dos anos a que se referem os dados básicos, e que conformavam cada uma das microrre-
giões. Comoo houve nem um tipo de mudança nos seus limites geográficos, o surgimento de novos
Municípios a partir de 1980 em nada prejudicou a utilização dos dados, que sempre eram considera-
dos no total da situação da microrregião.
ANEXO 3 - VARIÁVEIS PARA ESTUDO DE ASSIMETRIA
ANEXO 3 - VARIÁVEIS PARA ESTUDO DE ASSIMETRIA
ANEXO 3 - VARIÁVEIS PARA ESTUDO DE ASSIMETRIA
ANEXO 3 - VARIÁVEIS PARA ESTUDO DE ASSIMETRIA
ANEXO 3a - VARIÁVEIS PARA ESTUDO DE ASSIMETRIA
ESTADO: PARÁ
ANEXO 3 - VARIÁVEIS PARA ESTUDO DE ASSIMETRIA
ANEXO 3 - VARIÁVEIS PARA ESTUDO DE ASSIMETRIA
ANEXO 3a - VARIÁVEIS PARA ESTUDO DE ASSIMETRIA
ANEXO 3 - VARIÁVEIS PARA ESTUDO DE ASSIMETRIA
ANEXO 3a - VARIÁVEIS PARA ESTUDO DE ASSIMETRIA
ANEXO 3 - VARIÁVEIS PARA ESTUDO DE ASSIMETRIA
ANEXO 3 - VARIÁVEIS PARA ESTUDO DE ASSIMETRIA
ANEXO 3a - VARIÁVEIS PARA ESTUDO DE ASSIMETRIA
ANEXO 3a - VARIÁVEIS PARA ESTUDO DE ASSIMETRIA
ANEXO 3 - VARIÁVEIS PARA ESTUDO DE ASSIMETRIA
ANEXO 3a - VARIÁVEIS PARA ESTUDO DE ASSIMETRIA
ANEXO 3 - VARIÁVEIS PARA ESTUDO DE ASSIMETRIA
ANEXO 3a - VARIÁVEIS PARA ESTUDO DE ASSIMETRIA
ANEXO 3 - VARIÁVEIS PARA ESTUDO DE ASSIMETRIA
ANEXO 3a - VARIÁVEIS PARA ESTUDO DE ASSIMETRIA
ANEXO 4 - MICRORREGIÕES ORDENADAS SEGUNDO ÍNDICE DE SITUAÇÃO EDUCACIONAL
Observações
Esse anexo ordena ou hierarquiza as micror-
regiões homogêneas do Brasil segundo índice de
situação educacional, de acordo com a metodo-
logia indicada no decorrer do texto desse estudo
de assimetrias.
O que diferencia os quadros a seguir apresen-
tados dos demais, é que se acentua a posição de
cada microrregião dentro de sua respectiva Uni-
dade da Federação e a posição que ocupa no con-
junto das microrregiões, ou seja, do país.
Nesse sentido, as microrregiõeso ordena-
das a partir da região e Unidade da Federação a
que pertencem, indicando-se seu nome, número
e valor do índice.
ANEXO 4 - MICRORREGIÕES ORDENADAS SEGUNDO O ÍNDICE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO
REGIÃO NORTE
POSIÇÃO
NA UF
1
2
1
1
2
3
4
5
6
7
1
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
1
2
POSIÇÃO
NO BRASIL
106
177
103
57
121
130
149
152
198
206
230
9
23
24
30
45
50
56
62
67
76
78
100
101
162
185
188
220
UF
AC
AC
RO
AM
AM
AM
AM
AM
AM
AM
RR
PA
PA
PA
PA
PA
PA
PA
PA
PA
PA
PA
PA
PA
PA
PA
AP
AP
NOME DA MICRORREGIÃO
ALTO JURUÁ
ALTO PURUS
RONDÔNIA
JURUÁ
MADEIRA
ALTO SOLIMÕES
PURUS
SOLIMÕES-JAPURÁ
MÉDIO AMAZONAS
RIO NEGRO
RORAIMA
VISEU
GUAJARINA
ARAGUAIA PARAENSE
FUROS
BRAGANTINA
TOMÉ-ACU
MARABÁ
CAMPOS DE MARAJÓ
BAIXO AMAZONAS
BELÉM
BAIXO TOCANTINS
SALGADO
MÉDIO AMAZONAS PARAENSE
XINGU
TAPAJÓS
AMAPÁ E OIAPOQUE
MACAPÁ
N.°
MICRO
2
3
1
5
7
4
6
9
10
8
11
26
22
20
16
24
21
19
17
14
25
18
23
12
15
13
28
27
ÍNDICE
-0.39892
-0.08907
-0.40323
-0.57056
-0.34622
-0.29415
-0.23126
-0.21973
0.03708
0.10148
0.260985
-0.91703
-0.73995
-0.73926
-0.68497
-0.62012
-0.59878
-0.58064
-0.56510
-0.54377
-0.51580
-0.50731
-0.42044
-0.41261
-0.17868
-0.03982
-0.035496
0.167345
ANEXO 4 - MICRORREGIÕES ORDENADAS SEGUNDO O ÍNDICE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO
REGIÃO NORDESTE
POSIÇÃO
NA UF
1
1
2
3
4
5
6
7
8
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
POSIÇÃO
NO BRASIL
1
2
5
7
8
12
20
83
87
13
16
26
28
35
36
37
46
48
55
61
65
66
68
74
75
79
82
85
88
89
93
107
112
142
155
3
34
41
97
98
104
137
151
159
172
29
33
54
64
99
123
134
143
145
160
168
171
UF
FN
SE
SE
SE
SE
SE
SE
SE
SE
BA
BA
BA
BA
BA
BA
BA
BA
BA
BA
BA
BA
BA
BA
BA
BA
BA
BA
BA
BA
BA
BA
BA
BA
BA
BA
RN
RN
RN
RN
RN
RN
RN
RN
RN
RN
PB
PB
PB
PB
PB
PB
PB
PB
PB
PB
PB
PB
NOME DA MICRORREGIÃO
FERNANDO DE NORONHA
SERTÃO DO RIO REAL
AGRESTE DE ITABAIANA
SERTÃO SERGIPANO DOO FRANCISCO
COTINGUIBA
AGRESTE DE LAGARTO
NOSSA SENHORA DAS DORES
PRÓPRIA
LITORAL SUL SERGIPANO
MÉDIOO FRANCISCO
SERTÃO DE CANUDOS
TABULEIROS DE VALENÇA
LITORAL NORTE BAIANO
SERTÃO DE PAULO AFONSO
BAIXO-MÉDIOO FRANCISCO
ENCOSTA DO PLANALTO DE CONQUISTA
SERRA GERAL DA BAHIA
PASTORIL DE ITAPETINGA
SENHOR DO BONFIM
PLANALTO DE CONQUISTA
CHAPADÕES DO ALTO RIO GRANDE
INTERIORANA DO EXTREMO SUL DA BAHIA
AGRESTE DE ALAGOINHAS
RECÔNCAVO BAIANO
CHAPADÕES DO RIO CORRENTE
CHAPADA DIAMANTINA MERIDIONAL
LITORÂNEA DO EXTREMO SUL DA BAHIA
JEQUIÉ
FEIRA DE SANTANA
PIEMONTE DA DIAMANTINA
CACAUEIRA
SERRINHA
CHAPADA DIAMANTINA SETENTRIONAL
SALVADOR
CORREDEIRAS DOO FRANCISCO
LITORAL DEO BENTO DO NORTE
SERRA VERDE
AGRESTE POTIGUAR
ACU E APODI
BÕRBOREMA POTIGUAR
SERTÃO DE ANGICOS
SERRANA NORTE RIO-GRANDENSE
NATAL
SALINEIRA NORTE RIO-GRANDENSE
SERIDÓ
CURIMATAÚ
BREJO PARAIBANO
PIEMONTE DA BÕRBOREMA
AGRO-PASTORIL DO BAIXO PARAÍBA
SERRA DO TEIXEIRA
SERIDÓ PARAIBANO
CARIRIS VELHOS
AGRESTE DA BÕRBOREMA
CATOLÉ DO ROCHA
LITORAL PARAIBANO
SERTÃO DE CAJAZEIRAS
DEPRESSÃO DO ALTO PIRANHAS
N.°
MICRO
122
130
127
123
126
128
125
124
129
134
141
152
149
147
133
153
137
146
138
145
131
155
148
151
132
136
156
144
143
139
154
142
135
150
140
80
83
88
81
87
82
85
84
79
86
91
98
92
99
100
90
96
97
89
93
94
95
ÍNDICE
-
-1.1594
-0.9484
-0.9387
-0.9301
-0.8645
-0.7555
-0.4996
-0.4832
-0.86004
-0.82300
-0.71617
-0.70220
-0.67081
-0.66621
-0.66590
-0.61413
-0.60939
-0.58213
-0.56757
-0.54837
-0.54403
-0.54044
-0.52364
-0.51747
-0.50649
-0.50062
-0.48853
-0.47363
-0.47728
-0.46367
-0.39842
-0.37634
-0.25747
-0.19713
-1.0880
-0.6762
-0.6459
-0.4366
-0.4324
-0.4026
-0.2684
-0.2212
-0.1831
-0.1163
-0.68833
-0.68026
-0.58226
-0.55203
-0.42130
-0.33681
-0.28054
-0.24961
-0.24314
-0.18148
-0.13602
-0.12033
ANEXO 4 - MICRORREGIÕES ORDENADAS SEGUNDO O ÍNDICE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO
REGIÃO NORDESTE
POSIÇÃO
NA UF
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
1
2
3
4
5
6
7
8
9
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
POSIÇÃO
NO BRASIL
84
92
115
118
122
125
136
148
175
178
179
189
10
15
17
18
19
21
51
124
192
6
14
38
52
72
73
81
94
95
96
105
146
150
153
164
204
4
22
43
44
58
63
80
90
91
119
139
UF
PE
PE
PE
PE
PE
PE
PE
PE
PE
PE
PE
PE
AL
AL
AL
AL
AL
AL
AL
AL
AL
MA
MA
MA
MA
MA
MA
MA
MA
MA
MA
MA
MA
MA
MA
MA
MA
PI
PI
PI
PI
PI
PI
PI
PI
PI
PI
PI
NOME DA MICRORREGIÃO
MATA ÚMIDA PERNAMBUCANA
AGRESTE MERIDIONAL PERNAMBUCANO
AGRESTE SETENTRIONAL PERNAMBUCANO
ARARIPINA
MATA SECA PERNAMBUCANA
ARCOVERDE
SERTÃO DO MOXOTÓ
VALE DO IPOJUCA
ALTO PAJEÚ
SALGUEIRO
SERTÃO PERNAMBUCANO DOO FRANCISCO
RECIFE
BATALHA
SERTÃO ALAGOANO
ARAPIRACA
TABULEIROS DEO MIGUEL DOS CAMPOS
PALMEIRA DOS ÍNDIOS
LITORAL NORTE ALAGOANO
MATA ALAGOANA
PENEDO
MACEIÓ
GURUPI
ALTO MUNIM
ALTO MEARIM E GRAJAÚ
PINDARÉ
PASTOS BONS
BAIXO PARNAÍBA MARANHENSE
MEARIM
ALTO ITAPECURU
BAIXADA ORIENTAL MARANHENSE
BAIXADA OCIDENTAL MARANHENSE
ITAPECURU
CHAPADAS DO SUL MARANHENSE
BAIXO BALSAS
MÉDIO MEARIM
IMPERATRIZ
O LUÍS
CAMPO MAIOR
BAIXO PARNAÍBA PIAUIENSE
ALTOS PIAUÍ E CANINDÉ
CHAPADAS DO EXTREMO SUL PIAUIENSE
BAIXÕES AGRÍCOLAS PIAUIENSES
VALENÇA DO PIAUÍ
FLORIANO
MÉDIO GURGUÉIA
ALTO PARNAÍBA PIAUIENSE
TERESINA
MÉDIO PARNAÍBA PIAUIENSE
N.°
MICRO
112
109
107
101
110
106
105
108
104
102
103
111
114
113
118
119
115
117
116
121
120
29
37
39
34
44
33
35
41
32
30
36
42
43
40
38
31
46
45
54
55
51
49
50
53
52
47
48
ÍNDICE
-0.49420
-0.46613
-0.36129
-0.35857
-0.34282
-0.33413
-0.27334
-0.23293
-0.09881
-0.08794
-0.08253
-0.03340
-0.90274
-0.84804
-0.80171
-0.78447
-0.77375
-0.75500
-0.59640
-0.33486
-0.02244
-0.94721
-0.85236
-0.66081
-0.59333
-0.52896
-0.52572
-0.50272
-0.45360
-0.44681
-0.44185
-0.39969
-0.23525
-0.22741
-0.21630
-0.16246
-0.08286
-0.96779
-0.75285
-0.67666
-0.62255
-0.56975
-0.55338
-0.50399
-0.46734
-0.46719
-0.35816
-0.26617
ANEXO 4 - MICRORREGIÕES ORDENADAS SEGUNDO O ÍNDICE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO
REGIÃO NORDESTE
POSIÇÃO
NA UF
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
POSIÇÃO
NO BRASIL
11
31
39
42
53
59
69
70
102
109
110
114
120
126
133
135
141
144
158
161
163
169
190
UF
CE
CE
CE
CE
CE
CE
CE
CE
CE
CE
CE
CE
CE
CE
CE
CE
CE
CE
CE
CE
CE
CE
CE
NOME DA MICRORREGIÃO
IBIAPABA
SERRA DO PEREIRO
URUBURETAMA
LITORAL DO CAMOCIM E ACARAÚ
SERRANA DE CARIRIACU
SERTÕES DE QUIXERAMOBIM
SERTÕES DE CANINDÉ
SOBRAL
SERTÕES DE CRATÉUS
IGUATU
CHAPADA DO ARARIPE
IBIAPABA MERIDIONAL
SERTÃO DO CARIRI
SERRA DE BATURITÉ
MÉDIO JAGUARIBE
LITORAL DE PACAJUS
BAIXO JAGUARIBE
CARIRI
BAIXO-MÉDIO ACARAÚ
SERTÕES DE SENADOR POMPEU
SERTÃO DO SALGADO
SERTÃO DOS INHAMUNS
FORTALEZA
N.°
MICRO
62
71
58
56
75
68
64
63
67
73
77
66
76
65
70
60
61
78
57
69
74
72
59
ÍNDICE
-0.39156
-0.68487
-0.65150
-0.63157
-0.59200
-0.56901
-0.54028
-0.53946
-0.40538
-0.39022
-0.38803
-0.36143
-0.35151
-0.32832
-0.28229
-0.27837
-0.25914
-0.24546
-0.19459
-0.18010
-0.16811
-0.12409
-0.02767
REGIÃO SUDESTE
POSIÇÃO
NA UF
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
POSIÇÃO
NO BRASIL
27
40
49
60
71
86
113
116
127
147
165
166
167
180
193
194
197
203
205
209
210
211
221
223
UF
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
NOME DA MICRORREGIÃO
ALTO RIO PARDO
PASTORIL DE PEDRA AZUL
SERRA GERAL DE MINAS
SANFRANCISCANA DE JANUÁRIA
PASTORIL DE ALMENARA
TEÓFILO OTONI
MINERADORA DE DIAMANTINA
BACIA DO SUAÇUÍ
MINERADORA DO ALTO JEQUITINHONHA
PASTORIL DE NANUQUE
BELO HORIZONTE
MONTES CLAROS
ALTO-MÉDIOO FRANCISCO
GOVERNADOR VALADARES
SIDERÚRGICA
MANTENA
MATA DE VIÇOSA
MATA DE CARATINGA
MÉDIO RIO DAS VELHAS
CHAPADÕES DO PARACATU
MATA DE PONTE NOVA
ESPINHAÇO MERIDIONAL
DIVINÓPOLIS
CALCÁRIOS DE SETE LAGOAS
N.°
MICRO
159
164
158
157
165
168
167
174
163
169
182
162
161
175
183
176
192
184
166
160
188
187
186
181
ÍNDICE
-0.71082
-0.64883
-0.60404
-0.56881
-0.53787
-0.48663
-0.37365
-0.36009
-0.31010
-0.23522
-0.15705
-0.15526
-0.14344
-0.07896
-0.02032
0.01875
0.03533
0.07841
0.09944
0.11129
0.11518
0.11745
0.16792
0.18952
ANEXO 4 - MICRORREGIÕES ORDENADAS SEGUNDO O ÍNDICE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO
REGIÃO SUDESTE
POSIÇÃO
NA UF
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
43
44
45
46
1
2
3
4
5
6
7
8
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
POSIÇÃO
NO BRASIL
225
226
229
232
233
236
242
243
246
252
256
260
267
273
274
275
276
284
287
294
298
318
213
218
262
280
288
290
300
317
128
129
132
154
176
184
200
207
216
224
238
248
249
265
181
201
235
240
254
255
257
258
269
271
UF
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
MG
ES
ES
ES
ES
ES
ES
ES
ES
RJ
RJ
RJ
RJ
RJ
RJ
RJ
RJ
RJ
RJ
RJ
RJ
RJ
RJ
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
NOME DA MICRORREGIÃO
BACIA DO MANHUAÇU
MATA DE UBÁ
ALTA MANTIQUEIRA
PLANALTO MINEIRO
ALTO RIO GRANDE
VERTENTE OCIDENTAL DO CAPARÃO
FORMIGA
CAMPOS DA MANTIQUEIRA
UBERLÂNDIA
MATA DO MURIAÉ
TRÊS MARIAS
FURNAS
MATA DE CATAGUASES
MOGIANA MINEIRA
JUIZ DE FORA
ALTO PARANAÍBA
ALTOO FRANCISCO
UBERABA
PLANALTO DE ARAXÁ
PLANALTO DE POÇOS DE CALDAS
MATA DA CORDA
PONTAL DO TRIÂNGULO MINEIRO
ALTOO MATEUS
BAIXADA ESPÍRITO-SANTENSE
LITORAL SUL ESPÍRITO-SANTENSE
VITÓRIA
VERTENTE ORIENTAL DO CAPARÃO
COLATINA
COLONIAL SERRANA ESPÍRITO-SANTENSE
CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM
BAÍA DA ILHA GRANDE
RIO DE JANEIRO
CABO FRIO
FLUMINENSE DO GRANDE RIO
CORDEIRO
BACIAS DOO JOÃO E MACACU
VASSOURAS E BARRA DO PIRAÍ
ACUCAREIRA DE CAMPOS
VALE DO PARAÍBA FLUMINENSE
SERRANA FLUMINENSE
TRÊS RIOS
ITAPERUNA
CANTAGALO
MIRACEMA
GRANDEO PAULO
BAIXADA SANTISTA
ALTO PARAÍBA
COSTA NORTE PAULISTA
JUNDIAÍ
CAMPINAS
APIAÍ
PARANAPIACABA
VALE DO PARAÍBA PAULISTA
RIBEIRÃO PRETO
N.°
MICRO
185
196
202
198
199
189
191
195
170
193
173
190
201
194
200
171
180
178
179
197
172
177
203
205
210
207
208
204
206
209
223
224
222
221
216
220
219
213
217
218
215
211
214
212
262
266
263
267
257
248
264
261
259
237
ÍNDICE
0.21603
0.21646
0.25562
0.26198
0.26343
0.28084
0.31422
0.31732
0.33448
0.35949
0.36908
0.38070
0.42718
0.46794
0.47184
0.47528
0.48495
0.52457
0.53275
0.56437
0.57548
0.69872
0.123276
0.133474
0.395154
0.501163
0.536092
0.542253
0.579190
0.698610
-0.30777
-0.30621
-0.28388
-0.20372
-0.08948
-0.04581
0.05404
0.10371
0.13197
0.21201
0.28524
0.34651
0.34657
0.41983
-0.07233
0.06627
0.27786
0.31281
0.36793
0.36898
0.36928
0.37031
0.43147
0.45811
ANEXO 4 - MICRORREGIÕES ORDENADAS SEGUNDO O ÍNDICE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO
REGIÃO SUDESTE
POSIÇÃO
NA UF
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
43
POSIÇÃO
NO BRASIL
277
278
282
283
286
289
296
299
306
308
309
312
313
314
315
319
321
323
325
326
327
329
330
331
334
335
336
337
338
341
346
349
351
UF
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
SP
NOME DA MICRORREGIÃO
BAIXADA DO RIBEIRA
ALTA MOGIANA
BRAGANÇA PAULISTA
SOROCABA
ACUCAREIRA DE PIRACICABA
CAMPOS DE ITAPETINGA
DEPRESSÃO PERIFÉRICA SETENTRIONAL
BARRETOS
O JOSÉ DO RIO PRETO
ALTA NOROESTE DE ARAÇATUBA
ESTÂNCIAS HIDROMINERAIS PAULISTAS
JAÚ
ARARAQUARA
ALTA SOROCABANA DE PRESIDENTE PRUDENTE
SERRA DE JABOTICABAL
PLANALTO DE FRANCA
SERRA DE BATATAIS
ALTA NOROESTE DE PENÁPOLIS
TATUÍ
RIO CLARO
ALTA SOROCABANA DE ASSIS
BAURU
ALTA PAULISTA
ENCOSTA OCIDENTAL DA MANTIQUEIRA PAULISTA
OURINHOS
SERRA DE BOTUCATU
NOVA ALTA PAULISTA
MÉDIA ARARAQUARENSE
ALTA ARARAQUARENSE DE VOTUPORANGA
ALTA ARARAQUARENSE DE FERNANDÓPOLIS
DIVISORO JOSÉ DO DOURADOS-TIETÊ
DIVISOR TURVO-GRANDE
MÉDIOO JOSÉ DOS DOURADOS
N.°
MICRO
265
229
258
256
254
260
243
228
234
231
249
246
242
250
236
230
238
240
255
247
251
241
245
244
252
253
239
235
226
225
233
227
232
ÍNDICE
0.49478
0.49864
0.51704
0.52107
0.53135
0.54060
0.56881
0.57918
0.64121
0.64890
0.65589
0.67889
0.68062
0.68305
0.68609
0.70568
0.70858
0.72107
0.73769
0.73897
0.74473
0.74876
0.75176
0.75325
0.76789
0.77643
0.78378
0.79848
0.80015
0.82132
0.89585
0.95504
1.00739
REGIÃO SUL
POSIÇÃO
NA UF
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
POSIÇÃO
NO BRASIL
173
191
215
222
227
231
237
239
244
245
247
263
266
268
270
UF
PR
PR
PR
PR
PR
PR
PR
PR
PR
PR
PR
PR
PR
PR
PR
NOME DA MICRORREGIÃO
ALTO RIBEIRA
PITANGA
CAMPO MOURÃO
NORTE NOVO DE MARINGÁ
ALTO IVAÍ
NORTE NOVÍSSIMO DE UMUARAMA
NORTE NOVO DE APUCARANA
SUDOESTE PARANAENSE
NORTE NOVÍSSIMO DE PARANAVAÍ
EXTREMO OESTE PARANAENSE
LITORAL PARANAENSE
CAMPOS DE GUARAPUAVA
CAMPOS DE JAGUARIAÍVA
NORTE VELHO DE VENCESLAU BRÁS
NORTE NOVO DE LONDRINA
N.°
MICRO
270
287
286
282
277
285
284
289
283
288
269
290
274
278
281
ÍNDICE
-0.10786
-0.02654
0.12632
0.18561
0.21922
0.26123
0.28085
0.29418
0.32973
0.33014
0.34491
0.40571
0.42482
0.42854
0.44321
ANEXO 4 - MICRORREGIÕES ORDENADAS SEGUNDO O ÍNDICE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO
REGIÃO SUL
POSIÇÃO
NA UF
16
17
18
19
20
21
22
23
24
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
POSIÇÃO
NO BRASIL
272
279
285
295
301
304
307
316
332
328
342
343
345
347
348
350
352
354
355
356
357
358
359
360
361
234
251
253
259
261
264
281
291
292
293
297
302
303
305
310
311
320
322
324
333
339
340
344
353
UF
PR
PR
PR
PR
PR
PR
PR
PR
PR
SC
SC
SC
SC
SC
SC
SC
SC
SC
SC
SC
SC
SC
SC
SC
SC
RS
RS
RS
RS
RS
RS
RS
RS
RS
RS
RS
RS
RS
RS
RS
RS
RS
RS
RS
RS
RS
RS
RS
RS
NOME DA MICRORREGIÃO
O MATEUS DO SUL
ALTO RIO NEGRO PARANAENSE
CURITIBA
ALGODOEIRA DE AÇAÍ
NORTE VELHO DE JACAREZINHO
CAMPOS DE PONTA GROSSA
CAMPOS DE LAPA
MÉDIO IGUAÇU
COLONIAL DO IRATI
FLORIANÓPOLIS
COLONIAL DO OESTE CATARINENSE
LITORAL DE LAGUNA
COLONIAL DO SUL CATARINENSE
LITORAL DE ITAJAÍ
CAMPOS DE CURITIBANOS
COLONIAL DE JOINVILE
LITORAL SUL CATARINENSE
CAMPOS DE LAGES
COLONIAL SERRANA CATARINENSE
PLANALTO DE CANOINHAS
CARBONÍFERA
COLONIAL DO RIO DO PEIXE
COLONIAL DE BLUMENAU
COLONIAL DO ALTO ITAJAÍ
COLONIAL DO ITAJAÍ DO NORTE
PORTO ALEGRE
CAMPANHA
LITORAL ORIENTAL DA LAGOA DOS PATOS
ALTO CAMAQUÃ
LAGOA DOS PATOS
LITORAL SETENTRIONAL DO RIO GRANDE DO SUL
SOLEDADE
COLONIAL DO IRAI
VALE DO JACUÍ
COLONIAL DAS MISSÕES
LAGOA MIRIM
PASSO FUNDO
SANTA MARIA
FUMICULTORA DE SANTA CRUZ DO SUL
CAMPOS DE VACARIA
COLONIAL DE SANTA ROSA
COLONIAL DO BAIXO TAQUARI
COLONIAL DE ERECHIM
COLONIAL DA ENCOSTA DA SERRA GERAL
VINICULTORA DE CAXIAS DO SUL
TRITICULTORA DE CRUZ ALTA
COLONIAL DE IJU.Í
COLONIAL DO ALTO TAQUARI
COLONIAL DO ALTO JACUÍ
N.°
MICRO
275
271
268
280
279
273
272
291
276
297
306
299
302
293
304
292
301
303
298
307
300
305
294
296
295
308
321
318
320
317
310
330
325
315
323
319
328
316
314
331
324
313
326
309
311
322
327
312
329
ÍNDICE
0.46640
0.50043
0.52928
0.56592
0.58370
0.62033
0.64704
0.68763
0.75646
0.74594
0.84147
0.85189
0.89551
0.90226
0.91800
0.98535
1.00944
1.09290
1.10837
1.13347
1.16948
1.17714
1.18105
1.23856
1.25456
0.27668
0.34855
0.36682
0.37497
0.38980
0.40613
0.50705
0.54371
0.54889
0.55127
0.57346
0.59879
0.60783
0.62974
0.65797
0.66386
0.70705
0.72006
0.72527
0.76558
0.80390
0.80915
0.85448
1.01268
ANEXO 4 - MICRORREGIÕES ORDENADAS SEGUNDO O ÍNDICE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO
REGIÃO CENTRO-OESTE
POSIÇÃO
NA UF
1
2
3
4
5
6
7
1
2
3
4
5
6
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
1
POSIÇÃO
NO BRASIL
170
196
202
212
228
241
250
174
183
199
208
214
217
25
32
47
77
108
111
117
131
138
140
156
157
182
186
195
219
187
UF
MS
MS
MS
MS
MS
MS
MS
MT
MT
MT
MT
MT
MT
GO
GO
GO
GO
GO
GO
GO
GO
GO
GO
GO
GO
GO
GO
GO
GO
DF
NOME DA MICRORREGIÃO
ALTO TAQUARI
PANTANAIS
BODOQUENA
CAMPOS DE VACARIA E MATA DE DOURADOS
PASTORIL DE CAMPO GRANDE
TRÊS LAGOAS
PARANAÍBA
ALTO GUAPORÉ-JAURU
ALTO PARAGUAI
NORTE MATO-GROSSENSE
BAIXADA CUIABANA
GARÇAS
RONDONÓPOLIS
SERRA GERAL DE GOIÁS
O DO PARANÁ
EXTREMO NORTE GOIANO
CHAPADA DOS VEADEIROS
TOCANTINA DE PEDRO AFONSO
RIO VERMELHO
PLANALTO GOIANO
MÉDIO TOCANTINS-ARAGUAIA
BAIXO ARAGUAIA GOIANO
ALTO TOCANTINS
SERRA DO CAIAPÓ
ALTO ARAGUAIA GOIANO
MEIA-PONTE
"MATO GROSSO" DE GOIÁS
VERTENTE GOIANA DO PARANAÍBA
SUDESTE GOIANO
DISTRITO FEDERAL
N.°
MICRO
339
338
341
344
342
343
340
333
334
332
335
337
336
349
352
345
351
347
353
355
348
346
350
357
356
358
354
360
359
361
ÍNDICE
-0.12304
0.03488
0.07465
0.11761
0.22030
0.31310
0.34685
-0.10055
-0.05965
0.04027
0.11072
0.12380
0.13305
-0.72762
-0.68351
-0.61335
-0.31153
-0.39173
-0.38137
-0.35912
-0.28459
-0.26627
-0.26608
-0.19703
-0.19514
-0.06817
-0.03763
0.03136
0.14171
-0.036252
ANEXO 5 - ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS DE VARIÁVEIS EDUCACIONAIS E SÓCIO-ECONÔMICAS
Observações
Esse anexo apresenta estatísticas descritivas
de algumas variáveis educacionais e sócio-
econômicas utilizadas neste estudo.
Essas estatísticas foram elaboradas a nível do
Brasil e para uma Unidade da Federação de cada
macrorregião. Foram escolhidos, pelo maior núme-
ro de Municípios que possuíam, os seguintes Esta-
dos: Pará (Região Norte), Bahia (Região Nordes-
te),o Paulo (Região Sudeste), Rio Grande do Sul
(Região Sul), e Goiás (Região Centro-Oeste).
As estatísticas apresentadaso aquelas que
melhor descrevem assimetrias educacionais, co-
mo: média, mediana, valor mínimo, valor máximo,
coeficiente de assimetria, desvio padrão e curtose.
ANEXO 5 - ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS DE VARIÁVEIS EDUCACIONAIS E SÓCIO-ECONÔMICAS
BRASIL (Total das microrregiões)
VARIÁVEIS
1. Alfabetização
2. Escolarização
3. Sincronia
4. Aprovação
5. Repetentes
6. Evasão
7. Fluxo
8. Docente
9. Alunos/docente
10. Salas
11. Urbanização
12. Ocupação
13. Água
14. Pobreza
15. Renda (CrS 1,00)
16. Anos de estudo
MÉDIA
64,6
59,5
30,0
73,2
20,9
13,6
31,9
65,6
24,4
39,5
50,4
49,8
62,9
32,3
2944
25,6
MEDIANA
68,3
63,4
26,0
73,9
21,1
13,2
29,9
71,3
24,2
33,7
47,2
46,6
66,0
28,3
2811
25,9
VALOR
MÍNIMO
23,3
18,8
10,1
54,7
3,9
2,9
5,0
1,2
11,5
6,1
10,5
12,9
10,3
2,6
774
5,6
VALOR
MÁXIMO
93,2
97,5
66,2
92,9
42,5
26,7
87,4
95,5
47,1
100,0
100,0
99,5
100,0
75,3
9933
55,9
COEFICIENTE
DE
ASSIMETRIA
-0,21
-0,24
0,57
-0,04
0,17
0,27
0,51
-0,79
0,18
1,23
0,39
0,42
-0,39
0,36
0,86
0,22
DESVIO
PADRÃO
17,48
17,61
13,10
6,84
7,31
4,38
18,00
21,29
5,22
23,72
21,61
22,52
23,08
19,36
1622,91
12,41
CURTOSE
-1,38
-1,19
-0,85
0,84
-0,33
-0,32
-0,65
-0,56
0,43
1,76
-0,78
-0,79
-1,00
-1,01
0,65
-1,10
1 = Alfabetização das pessoas de 1 5 anos e mais; 2 = Escolarização das pessoas de sete a 14 anos; 3 = Sincronia idade/série; 4 = Taxa
de aprovação; 5= Matrícula de alunos repetentes; 6= Taxa de evasão; 7 = Progressão escolar da 1 f para a 4." série; 8= Docentes
habilitados; 9 = Relação alunos/docente; 10= Escolas de duas ou + salas de aula; 11= Taxa de urbanização; 12= Pessoas ocupadas
no secundário e terciário; 13= Pessoas de sete a 14 anos sem água adequada; 14= Famílias com renda familiar per capita axé 1/4 do
salário mínimo; 1 5 = Renda per capita; 16 = Média de anos de estudo das pessoas de 11 anos e mais.
ANEXO 5 - ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS DE VARIÁVEIS EDUCACIONAIS E SÓCIO-ECONÔMICAS
ESTADO DO PARÁ (Total das microrregiões)
VARIÁVEIS
1. Alfabetização
2. Escolarização
3. Sincronia
4. Aprovação
5. Repetentes
6. Evasão
7. Fluxo
8. Docente
9. Alunos/docente'
10. Salas
11. Urbanização
12. Ocupação
13. Água
14. Pobreza
15. Renda (CrS 1,00)
16. Anos de estudo
MÉDIA
63,5
49,1
18,0
71,5
18,8
14,5
19,2
35,9
32,1
27,7
35,5
40,4
77,0
30,4
2647
16,9
MEDIANA
64,2
49,5
18,4
72,0
20,0
14,3
15,7
37,8
31,6
21,8
31,7
38,4
79,5
34,1
2081
16,7
VALOR
MÍNIMO
42,9
24,6
13,1
64,0
8,6
10,1
5,0
1,2
26,3
8,5
11,1
14,1
40,0
15,0
1421
7,2
VALOR
MÁXIMO
90,6
87,0
22,3
79,2
24,6
18,9
40,1
86,7
47,1
100,0
82,0
97,4
97,0
41,5
5415
33,1
COEFICIENTE
DE
ASSIMETRIA
0,73
0,97
-0,32
0,03
-0,97
0,16
1,02
0,74
2,16
2,53
0,78
1,29
-1,65
-0,51
1,26
0,88
DESVIO
PADRÃO
10,69
15,16
2,52
3,56
4,45
2,65
10,28
20,39
4,83
24,00
19,52
21,75
13,14
9,41
1212,17
6,44
CURTOSE
2,57
1,74
-0,42
1,19
0,48
-0,55
0,14
1,76
6,74
7,39
0,72
2,21
4,07
-1,34
1,06
1,74
1 = Alfabetização das pessoas de 1 5 anos e mais; 2 = Escolarização das pessoas de sete a 14 anos; 3 = Sincronia idade'série; 4 = Taxa
de aprovação; 5= Matrícula de alunos repetentes; 6= Taxa de evasão; 7= Progressão escolar da 1 .
a
para a 4." série; 8= Docentes
habilitados; 9 = Relação alunos/docente; 10= Escolas de duas ou + salas de aula; 11= Taxa de urbanização; 12= Pessoas ocupadas
no secundário e terciário; 13= Pessoas de sete a 14 anos sem água adequada; 14 = Famílias com renda familiar per capita até 1 /4 do
salário mínimo; 15= Renda per capita; 16= Média de anos de estudo das pessoas de 11 anos e mais.
ANEXO 5 - ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS DE VARIÁVEIS EDUCACIONAIS E SÓCIO-ECONÔMICAS
ESTADO DA BAHIA (Total das microrregiões)
VARIÁVEIS
1. Alfabetização
2. Escolarização
3. Sincronia
4. Aprovação
5. Repetentes
6. Evasão
7. Fluxo
8. Docente
9. Alunos/docente
10. Salas
11. Urbanização
12. Ocupação
13. Água
14. Pobreza
15. Renda (CrS 1,00)
16. Anos de estudo
MÉDIA
49,5
40,0
19,1
74,1
17,6
12,1
15,1
58,6
29,3
26,9
38,7
37,9
74,3
42,2
1950
12,3
MEDIANA
47,4
38,9
18,9
74,4
17,4
12,5
14,0
55,7
28,9
24,2
35,5
35,8
74,8
43,1
1799
11,2
VALOR
MÍNIMO
40,3
21,6
14,8
64,9
9,8
6,8
7,5
40,2
24,9
11,5
14,6
17,9
35,8
13,9
1234
6,9
VALOR
MÁXIMO
82,8
79,3
25,9
85,1
26,1
16,4
43,1
90,6
35,7
99,0
94,9
94,5
91,1
56,6
5553
30,5
COEFICIENTE
DE
ASSIMETRIA
2,60
2,14
0,79
0,28
0,20
-0,09
3,32
1,12
0,67
3,18
1,54
1,81
-1,37
-0,92
3,53
2,68
DESVIO
PADRÃO
8,51
10,47
2,55
5,26
4,64
2,73
6,51
10,77
2,55
17,11
16,19
16,82
12,13
9,55
826,68
4,58
CURTOSE
9,01
7,63
1,45
-0,30
-0,59
-0,82
14,10
1,86
0,64
12,85
4,75
5,18
2,82
1,74
15,16
9,65
1 = Alfabetização das pessoas de 1 5 anos e mais; 2 = Escolarização das pessoas de sete a 14 anos; 3 = Sincronia idade/série; 4 = Taxa
de aprovação; 5= Matrícula de alunos repetentes; 6= Taxa de evasão; 7= Progressão escolar da 1 ,
a
para a 4.
a
série; 8= Docentes
habilitados; 9 = Relação alunos/docente; 10= Escolas de duas ou + salas de aula; 11= Taxa de urbanização; 12= Pessoas ocupadas
no secundário e terciário; 13= Pessoas de sete a 14 anos sem água adequada; 14 = Famílias com renda familiar per capita até 1 /4 do
salário mínimo; 15= Renda per capita; 16= Média de anos de estudo das pessoas de 11 anos e mais.
ANEXO 5 - ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS DE VARIÁVEIS EDUCACIONAIS E SÓCIO-ECONÔMICAS
ESTADO DEO PAULO (Total das microrregiões)
VARIÁVEIS
1. Alfabetização
2. Escolarização
3. Sincronia
4. Aprovação
5. Repetentes
6. Evasão
7. Fluxo
8. Docente
9. Alunos/docente
10. Salas
11. Urbanização
1 2. Ocupação
13. Água
14. Pobreza
15. Renda (CrS 1,00)
16. Anos de estudo
MÉDIA
81,2
76,6
46,3
75,7
13,2
10,1
53,6
86,7
21,6
35,7
74,2
68,9
32,7
9,5
5095
36,7
MEDIANA
81,2
77,1
47,6
76,1
12,5
10,0
54,7
86,6
21,3
29,5
75,5
68,5
26,5
8,0
5033
37,3
VALOR
MÍNIMO
69,5
58,5
31,0
63,0
9,6
4,4
28,9
81,7
16,1
6,1
36,0
38,7
10,3
2,6
2578
22,4
VALOR
MÁXIMO
88,6
87,3
52,9
82,1
23,8
16,5
67,6
95,0
26,8
100,0
98,6
99,2
63,1
34,0
8666
43,8
COEFICIENTE
DE
ASSIMETRIA
-0,60
-0,81
-1,33
-1,31
2,19
0,37
-1,26
0,79
0,07
1,95
-0,81
0,03
0,55
1,74
0,50
-1,41
DESVIO
PADRÃO
4,70
5,79
5,29
3,57
2,82
2,20
8,45
2,74
2,35
22,10
14,84
16,12
14,62
6,37
1221,48
4,47
CURTOSE
0,26
1,53
1,58
2,84
5,37
1,38
1,99
1,58
0,03
4,95
0,53
-0,68
-0,88
4,19
0,85
2,80
1 = Alfabetização das pessoas de 1 5 anos e mais; 2 = Escolarização das pessoas de sete a 14 anos; 3 = Sincronia idade/série; 4 = Taxa
de aprovação; 5= Matrícula de alunos repetentes; 6= Taxa de evasão; 7= Progressão escolar da 1 .
a
para a 4
a
série; 8= Docentes
habilitados; 9 = Relação alunos/docente; 10 = Escolas de duas ou + salas de aula; 11 = Taxa de urbanização; 1 2 = Pessoas ocupadas
no secundário e terciário; 1 3 = Pessoas de sete a 14 anos sem água adequada; 1 4 = Famílias com renda familiar per capita até 1 /4 do
salário mínimo; 1 5 = Renda per capita; 1 6 = Média de anos de estudo das pessoas de 1 1 anos e mais.
ANEXO 5 - ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS DE VARIÁVEIS EDUCACIONAIS E SÓCIO-ECONÔMICAS
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL (Total das microrregiões)
VARIÁVEIS
1. Alfabetização
2. Escolarização
3. Sincronia
4. Aprovação
5. Repetentes
6. Evasão
7. Fluxo
8. Docente
9. Alunos/docente
10. Salas
11. Urbanização
12. Ocupação
13. Água
14. Pobreza
15. Renda (CrS 1,00)
16. Anos de estudo
MÉDIA
85,2
78,5
46,8
75,4
22,7
9,0
50,3
79,6
14,9
56,1
55,4
59,4
45,5
16,0
4487
43,2
MEDIANA
84,8
77,7
46,2
75,4
22,6
9,1
50,1
79,9
14,6
53,7
56,6
62,3
46,4
15,4
4402
41,7
VALOR
MÍNIMO
77,5
70,0
38,3
71,3
16,9
5,2
39,2
65,5
11,5
35,7
25,9
28,0
17,0
3,5
2769
31,9
VALOR
MÁXIMO
91,7
88,0
55,6
81,0
26,8
12,6
67,2
90,8
20,2
99,6
96,0
98,1
65,1
32,5
7573
54,8
COEFICIENTE
DE
ASSIMETRIA
-0,17
0,18
0,00
0,11
-0,31
-0,01
0,69
-0,40
1,36
1,22
0,27
0,09
-0,50
0,40
1,06
0,10
DESVIO
PADRÃO
4,21
4,28
4,76
2,33
2,27
2,11
6,41
6,31
2,02
14,36
17,82
16,68
11,38
7,44
1108,88
6,85
CURTOSE
-0,85
0,16
-0,56
0,22
0,70
-1,01
0,89
-0,01
2,45
2,39
-0,38
-0,06
0,53
0,19
1,40
-1,06
1 = Alfabetização das pessoas de 1 5 anos e mais; 2 = Escolarização das pessoas de sete a 14 anos; 3 = Sincronia idade/série; 4 = Taxa
de aprovação; 5= Matrícula de alunos repetentes; 6= Taxa de evasão; 7= Progressão escolar da 1* para a 4
a
série; 8= Docentes
habilitados; 9= Relação alunos/docente; 10= Escolas de duas ou + salas de aula; 11= Taxa de urbanização; 12= Pessoas ocupadas
no secundário e terciário; 1 3 = Pessoas de sete a 14 anos sem água adequada; 14 = Famílias com renda familiar per capita até 11A do
salário mínimo; 1 5 = Renda per capita; 16 = Média de anos de estudo das pessoas de 11 anos e mais.
ANEXO 5 - ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS DE VARIÁVEIS EDUCACIONAIS E SÓCIO-ECONÔMICAS
ESTADO DE GOIÁS (Total das microrregiões)
VARIÁVEIS
1. Alfabetização
2. Escolarização
3. Sincronia
4. Aprovação
5. Repetentes
6. Evasão
7. Fluxo
8. Docente
9. Alunos/docente
10. Salas
11. Urbanização
1 2. Ocupação
1 3. Água
14. Pobreza
15. Renda (CrS 1,00)
16. Anos de estudo
MÉDIA
64,0
56,0
21,4
74,6
20,9
18,8
24,1
51,9
32,7
27,7
48,6
44,7
76,2
33,1
2707
23,8
MEDIANA
64,8
56,3
20,4
76,4
19,2
19,3
24,0
50,7
32,2
25,2
49,2
44,8
75,5
30,8
2616
24,5
VALOR
MÍNIMO
47,0
36,5
12,8
64,3
15,0
13,0
12,1
33,9
27,7
12,6
19,9
19,3
53,4
17,2
1001
11,8
VALOR
MÁXIMO
79,9
76,6
30,6
78,5
31,9
22,8
33,1
72,5
37,2
50,4
80,0
79,0
97,2
65,8
4460
34,6
COEFICIENTE
DE
ASSIMETRIA
-0,14
0,06
0,22
-1,54
0,96
-0,71
-0,33
0,25
-0,08
0,65
-0,03
0,34
-0,16
0,93
0,21
-0,09
DESVIO
PADRÃO
9,18
12,63
4,96
4,37
5,04
2,45
6,25
13,19
2,59
11,17
17,11
15,64
13,10
14,11
988,69
7,01
CURTOSE
-0,72
-1,32
-0,72
1,35
-0,02
0,82
-0,63
-1,45
-0,22
-0,25
-0,71
-0,06
-1,08
0,37
-0,69
-1,04
1 = Alfabetização das pessoas de 1 5 anos e mais; 2 = Escolarização das pessoas de sete a 14 anos; 3 = Sincronia idade/série; 4 = Taxa
de aprovação; 5= Matrícula de alunos repetentes; 6= Taxa de evasão; 7= Progressão escolar da 1 .
a
para a 4.
a
série; 8= Docentes
habilitados; 9 = Relação alunos/docente; 10= Escolas de duas ou + salas de aula; 11 = Taxa de urbanização; 12= Pessoas ocupadas
no secundário e terciário; 13= Pessoas de sete a 14 anos sem água adequada; 14= Famílias com renda familiar per capita até 1/4 do
salário mínimo; 15= Renda per capita; 16= Média de anos de estudo das pessoas de 11 anos e mais,
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