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Presidente da República Federativa do Brasil
Ernesto Geisel
Ministro da Educação e Cultura
Ney Braga
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA
SECRETARIA-GERAL
Centro Brasileiro de Construções e Equipamentos Escolares CEBRACE
ESPECIFICAÇÕES ESCOLARES
EXEMPLO I
ESTABELECIMENTO DE ENSINO DE 2
o
- GRAU
Departamento de Documentação e Divulgação
Brasília, DF - 1976
Secretário-Geral do MEC
Euro Brandão
Diretor-Geral do CEBRACE
Roberto Hermeto Corrêa da Costa
Supervisão:
Roberto Hermeto Corrêa da Costa
Elaboração e Revisão:
Alfonso Martignoni
Sylvio de Toledo Salles
EXEMPLO NP 1
HIPÓTESE DE PLANEJAMENTO DE UM ESTABELECIMENTO
DE ENSINO INTEGRADO DE 2º GRAU QUE PROPORCIONE
SETE HABILITAÇÕES BÁSICAS
Requisitos fundamentais prescritos pelo sistema estadual
1 Nível de ensino 2º grau
Estabelecimento de ensino integrado, para proporcionar educação geral e formação especial nas
sete habilitações básicas seguintes:
Administração; Comércio; Crédito e Finanças; Saúde; Química; Eletricidade; Construção Civil.
2 Currículos e cargas horárias das disciplinas e atividades
Acham-se, nas páginas de números 6 a 12, os quadros curriculares com discriminação das
disciplinas e respectivas cargas horárias.
3 Programas de ensino
Encontram-se, nas páginas de números 14 a 30, os programas das disciplinas de caráter
profissionalizante das habilitações básicas de Eletricidade e de Construção Civil, escoIhidas-como
modelos para aplicações da metodologia das especificações escolares. Os demais programas de
disciplinas profissionalizantes constituem grande volume, motivo pelo qual nao estão aqui
incluídos. Quanto às disciplinas de educação geral, os respectivos programas serão os
estabelecidos de acordo com a orientação do Sistema Estadual de Ensino.
4 Atividades a serem desenvolvidas de acordo com os programas
Estão especificadas, no texto de cada programa, na coluna à direita, paralelamente à descrição
dos conhecimentos.
5 Metodologia do processo ensino-aprendizagem
O ensino deve-se revestir o quanto possível, nos limites da capacidade e dos recursos da unidade
escolar, de caráter prático e objetivo, procurando-se proporcionar aos alunos as noções
fundamentais de cada assunto e o exercício de tarefas inerentes, que os conduzam a uma
antevisão dos problemas profissionais. Conforme os objetivos de cada unidade de ensino
algumas das quais só admitirão o recurso expositivo, utilizado pelo professor a metodologia
do ensino-aprendizagem poderá consistir em uma ou mais das seguintes modalidades de
atividades:
trabalho individual proposto aos alunos;
trabalho de grupos proposto aos alunos;
demonstrações e experiências por parte do professor, com participação dos alunos;
projeções ou quadros murais, participando os alunos, durante as exibições, mediante
debates e comentários;
visitas às empresas ou instituições especializadas, seguidas de aulas de debates na escola, nas
quais os alunos comentarão e esclarecerão as observações feitas. Quandoo for possível a
visita, o assunto deverá ser tratado com o auxílio de material preparado pelo professor,de
forma tal que estimule a participação dos alunos.
Mesmo nos casos em que a unidade de ensino comporte somente aula expositiva, deve o
professor estimular atividades dos alunos, provocando e conduzindo a apresentação de pontos
de vista, observações e sugestões para o debate capazes de criar ambiente motivador e que enseje
objetividade.
6 Capacidade de atendimento
840 alunos por turno.
7 Número de turnos
3
8 Número de turmas por turno
21 turmas, à razão de 7 por série. As turmas da 2
a
e da 3
a
série devem ser distribuídas
uniformemente pelas 7 habilitações básicas.
9 Capacidade das turmas
40 alunos em cada.
10 Relações com a comunidade
Mediante planos de integração que permitam:
à comunidade servir-se da biblioteca, das instalações de esportes e de outras
instalações da escola, quando ociosas;
à escola valer-se dos recursos humanos comunitários para cerimônias cívicas e para
aulas de Ensino Religioso;
aos alunos valerem-se de visitas às empresas ou instituições especializadas, para
complemento dos conhecimentos adquiridos no decurso das atividades escolares.
Tratando-se, neste trabalho, de uma hipótese de planejamento, cumpre ficar bem claro que não
neste capítulo introdutório, mas também nos demais, as informações e dados numéricos são
meramente exemplificativos, para que se torne compreensível e de fácil aplicação a metodologia das
especificações escolares.
Deve ser também aqui esclarecido que, além das informações constantes deste texto
exemplificativo, várias outras serão formuladas pela equipe interdisciplinar, por seu caráter
particularizado. Visam a cada caso que se apresentar na realidade e, nessas condições,o se prestam
a exemplificação.
Tais são, por exemplo, dentre outras referidas no texto da Metodologia das Especificações
Escolares, as seguintes:
filosofia e objetivos da unidade escolar; população escolar que deverá ser atendida, com
indicação de faixa etária e condições sócio-econômicas; condições de entrosagem ou
intercomplementaridade, se for o caso; condições locais e regionais; informações sobre o terreno;
dados físico-climáticos; normas trabalhistas; normas previdenciárias; critérios para recrutamento de
recursos humanos; critérios para seleção de recursos humanos.
QUADROS CURRICULARES
QUADRO CURRICULAR DA HABILITAÇÃO BASICA EM ADMINISTRAÇÃO
DISTRIBUIÇÃO DAS DISCIPLINAS E CARGAS HORÁRIAS QUADRO 1
CONTEÚDOS CURRICULARES
LINGUA PORTUGUESA
E LITERATURA BRASILEIRA
EDUCAÇÃO ARTÍSTICA
HISTORIA
GEOGRAFIA
EDUCAÇÃO MORAL E CIVICA
MATEMÀTICA
CIÊNCIAS FÍSICAS E BIOLÓGICAS
LÍNGUA ESTRANGEIRA
SOMA
LÍNGUA ESTRANGEIRA
PSICOLOGIA DAS RELAÇÕES HUMANAS
TÉCNICA DE REDAÇÃO
MECANOGRAFIA
MATEMÁTICA FINANCEIRA
ESTATÍSTICA
ADMINISTRAÇÃO GERAL
ORGANIZAÇÃO DE EMPRESAS
CONTABILIDADE GERAL
LEGISLAÇÃO
SOMA
EDUCAÇÃO FÍSICA
ENSINO RELIGIOSO
ORIENTAÇÃO GERAL COLETIVA
TOTAIS
HORAS SEMANAIS
POR SÉRIE
1?
5
3
3
3
2
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3
3
27
-
-
-
-
-
2
-
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3
-
-
-
3
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8
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2
3
2
4
2
-
19
2
-
1
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3?
2
-
-
-
-
2
-
4
2
2
2
2
2
2
5
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3
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2
1
1
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DURAÇÃO
EM HORAS
POR
DISCI-
PLINA
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90
90
90
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240
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60
60
150
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270
120
90
180
30
90
POR
PARTE
1.170
1.230
300
2.700
QUADRO CURRICULAR DA HABILITAÇÃO BASICA EM COMÉRCIO
DISTRIBUIÇÃO DAS DISCIPLINAS E CARGAS HORARIAS QUADRO 2
CONTEÚDOS CURRICULARES
LINGUA PORTUGUESA
E LITERATURA BRASILEIRA
EDUCAÇÃO ARTÍSTICA
HISTORIA
GEOGRAFIA
EDUCAÇÃO MORAL E CIVICA
MATEMATICA
CIÊNCIAS FÍSICAS E BIOLÓGICAS
LÌNGUA ESTRANGEIRA
SOMA
LÌNGUA ESTRANGEIRA
PSICOLOGIA DAS RELAÇÕES HUMANAS
ESTATÍSTICA
TÉCNICAS DE REDAÇÃO
MECANOGRAFIA
CALCULO COMERCIAL
MERCADOLOGIA
ORGANIZAÇÃO E NORMAS
LEGISLAÇÃO
CONTABILIDADE E CUSTOS
SOMA
EDUCAÇÃO FÍSICA
ENSINO RELIGIOSO
ORIENTAÇÃO GERAL COLETIVA
TOTAIS
HORAS SEMANAIS
POR SÉRIE
1?
5
3
3
3
2
5
3
3
27
2
1
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3
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3
2
2
2
5
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2
1
30
3?
2
2
4
2
3
4
5
2
3
3
22
2
1
1
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DURAÇÃO
EM HORAS
POR DIS-
CIPLINA
300
90
90
90
60
240
210
90
150
180
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60
60
60
300
120
90
90
180
30
90
POR
PARTE
1.170
1.230
300
2.700
QUADRO CURRICULAR DA HABILITAÇÃO BASICA EM CRÉDITO E FINANÇAS
DISTRIBUIÇÃO DAS DISCIPLINAS E CARGAS HORARIAS QUADRO 3
CONTEÚDOS CURRICULARES
LINGUA PORTUGUESA
E LITERATURA BRASILEIRA
EDUCAÇÃO ARTÍSTICA
HISTÓRIA
GEOGRAFIA
EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA
MATEMÁTICA
CIÊNCIAS FÍSICAS E BIOLÓGICAS
LÍNGUA ESTRANGEIRA
SOMA
LÍNGUA ESTRANGEIRA
TÉCNICA DE REDAÇÃO
MECANOGRAFIA
MATEMÁTICA COMERCIAL
GEOGRAFIA ECONÔMICA
FUNDAMENTOS DE CRÉDITO E FINANÇAS
SERVIÇOS DE CRÉDITO E FINANÇAS
INSTRUMENTOS E TÉCNICAS DE TRABALHO
ÉTICA E ATENDIMENTO
SOMA
EDUCAÇÃO FÍSICA
ENSINO RELIGIOSO
ORIENTAÇÃO GERAL COLETIVA
TOTAIS
HORAS SEMANAIS
POR SÉRIE
1?
5
3
3
3
2
5
3
3
27
-
-
-
-
-
2
1
30
3
-
-
-
-
3
2
-
8
3
2
4
2
4
4
-
19
2
1
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3?
2
-
-
-
-
2
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2
-
-
4
4
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5
5
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180
1
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DURAÇÃO
EM HORAS
POR DIS
CIPLINA
300
90
90
90
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240
210
90
150
60
120
120
120
60
i
270
270
60
30
90
POR
PARTE
1.170
1.230
300
2.700
QUADRO CURRICULAR DA HABILITAÇÃO BASICA EM SAÚDE
DISTRIBUIÇÃO DAS DISCIPLINAS E CARGAS HORÁRIAS QUADRO 4
CONTEÚDOS CURRICULARES
LINGUA PORTUGUESA
E LITERATURA BRASILEIRA
EDUCAÇÃO ARTÍSTICA
HISTÓRIA
GEOGRAFIA
EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA
MATEMÁTICA
CIÊNCIAS FÍSICAS E BIOLÓGICAS
LÍNGUA ESTRANGEIRA
SOMA
LÍNGUA ESTRANGEIRA
PSICOLOGIA E ÉTICA
ORGANIZAÇÃO E MÉTODO
ANATOMIA E FISIOLOGIA
MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA
NUTRIÇÃO
INTRODUÇÃO Ã ESTATÍSTICA
SAÚDE E BEM-ESTAR SOCIAL
FUNDAMENTOS DE ASSISTÊNCIA DE SAÚDE
ESTRUTURA DE SAÚDE
ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA
SOMA
EDUCAÇÃO FÍSICA
ENSINO RELIGIOSO
ORIENTAÇÃO GERAL COLETIVA
TOTAIS
HORAS
PO F
1?
5
3
3
3
2
5
3
3
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-
-
-
-
-
-
-
-
-
2
-
1
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SEMANAIS
(SÉRIE
3
-
-
-
-
3
2
-
8
3
-
-
2
3
2
7
2
-
19
2
-
1
30
3?
2
-
-
-
-
-
2
-
4
2
2
2
-
-
3
2
-
8
-
3
22
2
1
1
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DURAÇÃO
EM HORAS
POR DIS-
CIPLINA
300
90
90
90
60
240
210
90
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60
60
60
90
90
60
60
450
60
90
180
30
90
POR
PARTE
1.170
1.230
300
2.700
QUADRO CURRICULAR DA HABILITAÇÃO BÁSICA EM QUÍMICA
DISTRIBUIÇÃO DAS DISCIPLINAS E CARGAS HORARIAS
CONTEÚDOS CURRICULARES
LINGUA PORTUGUESA
E LITERATURA BRASILEIRA
EDUCAÇÃO ARTÍSTICA
HISTÓRIA
GEOGRAFIA
EDUCAÇÃO MORAL E CIVICA
MATEMÁTICA
CIÊNCIAS FÍSICAS E BIOLÓGICAS
LÍNGUA ESTRANGEIRA
SOMA
LÍNGUA ESTRANGEIRA
MATEMÁTICA
FÍSICA APLICADA
FUNDAMENTOS BÁSICOS DE QUÍMICA
QUÍMICA
ANALISE QUÍMICA
PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS
SOMA
EDUCAÇÃO FÍSICA
ENSINO RELIGIOSO
ORIENTAÇÃO GERAL COLETIVA
TOTAIS
HORAS SEMANAIS
POR SÉRIE
1
a
5
3
3
3
2
5
3
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-
-
2
1
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2
a
3
3
2
8
3
2
2
4
4
2
2
19
2
1
30
3
a
2
2
4
2
4
3
-
6
4
3
22
2
1
1
30
QUADRO 5
DURAÇÃO
EM HORAS
POR DIS-
CIPLINA
300
90
90
90
60
240
210
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150
180
150
120
300
180
150
180
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POR
PARTE
1.170
1.230
300
2.700
QUADRO CURRICULAR DA HABILITAÇÃO BÁSICA EM ELETRICIDADE
DISTRIBUIÇÃO DAS DISCIPLINAS E CARGAS HORÁRIAS
CONTEÚDOS CURRICULARES
LINGUA PORTUGUESA
E LITERATURA BRASILEIRA
EDUCAÇÃO ARTISTICA
HISTORIA
GEOGRAFIA
EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA
MATEMÁTICA
CIÊNCIAS FÍSICAS E BIOLÓGICAS
LÍNGUA ESTRANGEIRA
SOMA
LÍNGUA ESTRANGEIRA
DESENHO BÁSICO
MATEMÁTICA
FÍSICA
ELETRICIDADE
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
DESENHO TÉCNICO
SOMA
EDUCAÇÃO FÍSICA
ENSINO RELIGIOSO
ORIENTAÇÃO GERAL COLETIVA
TOTAIS
HORAS
SEMANAIS
POR SÉRIE
1?
5
3
3
3
2
5
3
3
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-
-
-
2
-
1
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3
3
2
8
3
4
2
2
5
3
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2
-
1
30
3
a
2
2
-
4
2
4
4
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3
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QUADRO 6
DURAÇÃO
EM HORAS
POR DIS-
CIPLINA
300
90
90
90
60
240
210
90
150
120
180
180
300
180
120
180
30
90
POR
PARTE
1.170
1.230
300
2.700
QUADRO CURRICULAR DA HABILITAÇÃO BASICA EM CONSTRUÇÃO CIVIL
DISTRIBUIÇÃO DAS DISCIPLINAS E CARGAS HORARIAS QUADRO 7
CONTEÚDOS CURRICULARES
LINGUA PORTUGUESA
E LITERATURA BRASILEIRA
EDUCAÇÃO ARTISTICA
HISTÓRIA
GEOGRAFIA
EDUCAÇÃO MORAL E CIVICA
MATEMATICA
CIÊNCIAS FÍSICAS E BIOLÓGICAS
LINGUA ESTRANGEIRA
SOMA
LINGUA ESTRANGEIRA
DESENHO BASICO
MATEMATICA
FISICA
TECNOLOGIA DOS MATERIAIS
E DA CONSTRUÇÃO
PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL
TOPOGRAFIA
SOMA
EDUCAÇÃO FÍSICA
ENSINO RELIGIOSO
ORIENTAÇÃO GERAL COLETIVA
TOTAIS
HORAS
SEMANAIS
POR SÉRIE
1?
5
3
3
3
2
5
3
3
27
2
1
30
2?
3
-
3
2
8
3
4
2
2
5
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3?
2
-
2
4
2
4
4
6
3
3
22
2
1
1
30
DURAÇÃO
EM HORAS
POR DIS-
CIPLINA
300
90
90
90
60
240
210
90
150
120
180
180
330
180
90
180
30
90
POR
PARTE
1.170
1.230
300
2.700
PROGRAMAS DAS DISCIPLINAS DE
CARÁTER PROFISSIONALIZANTE
DAS HABILITAÇÕES BÁSICAS
DE ELETRICIDADE E DE
CONSTRUÇÃO CIVIL
Discip
UNI-
DADES
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
ANÁLISE DO PROGRAMA Quadro 8
¡na: Eletricidade
CONHECIMENTOS
CIRCUITO ELÉTRICO ELEMENTAR
Circuito elétrico simples: geradores
de energia elétrica; condutores de energia
elétrica; utilizadores de energia elétrica;
comando e proteção do circuito elétrico.
Tensão e corrente elétrica: conceitos;
unidades.
Processos de geração de força
eletromotriz: químico; térmico;
eletromagnético (indução).
Sentido da corrente elétrica.
Lei de Ohm: relação entre tensão,
corrente e resistência; unidade da
resistência.
Resistência elétrica dos condutores:
resistência específica; unidade de
resistividade.
Variação da resistência elétrica por
efeito do calor: coeficiente de
temperatura.
CIRCUITO ELÉTRICO COMPLEXO
Queda de tensão: conceito.
Força eletromotriz (f.e.m.) e força
contra-eletromotriz (f.c.e.m.): conceito.
Agrupamento em série de condutores e
resistores: resistência total; cálculo da
queda de tensão.
Agrupamento em paralelo de resistores:
resistência total; shunt.
Agrupamento misto de circuitos elétricos:
circuitos equivalentes; resistência total.
ENERGIA E SUA TRANSFORMAÇÃO
Energia e potência: unidades de energia
e de potência; cálculo do custo de
energia elétrica.
Transformação da energia elétrica em ca-
lor: lei de Joule; aquecimento de um
ATIVIDADES
1 Demonstração de funcionamento de
um circuito elétrico elementar.
2 Demonstração da atuação do fusível.
3 Demonstração da atuação do
disjuntor.
4 - Medida de tensão: com voltímetro de
corrente contínua; com voltímetro
de corrente alternada.
5 Medida de corrente: com
amperímetro de corrente contínua;
com amperímetro de corrente
alternada.
6 Medida de resistência pelo método
volt-amperimétrico.
7 Determinação de coeficientes:
resistividade; temperatura.
8 Medida de tensão: com voltímetro
e resistência adicional.
9 Medida de corrente: com
amperímetro e shunt.
10 Medida de resistência: com
ohmímetro; com ponte.
11 Avaliação da resistência interna de
uma pilha.
12 Medida da potência pelo método
volt-amperimétrico.
13 Medida da potência com wattímetro.
14 Medida da energia elétrica com
Discip
UNI-
DADES
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
ANÁLISE DO PROGRAMA Quadro 8
¡na: Eletricidade
CONHECIMENTOS
condutor percorrido por corrente;
densidade de corrente e sua unidade;
densidade de corrente e aquecimento dos
condutores; potência elétrica
transformada e calor irradiado; leitura de
tabelas de condutores e resistores.
Potência elétrica de um gerador: potên-
cia gerada; potência útil; perdas.
EFEITOS QUÍMICOS DA CORRENTE
ELÉTRICA
Eletrólise: efeitos; aplicação.
Pilhas: tipos (primárias e secundárias);
agrupamento (série, paralelo e misto);
condições ideais para o agrupamento.
FENÔMENOS ELETROSTÀTICOS
Fenômenos eletrostáticos fundamentais:
atrações e repulsões; cargas negativas e
cargas positivas; eletrização por atrito, por
contato, por indução; eletroscópio e sua
utilização.
Poder das pontas: pára-raios.
Teoria do condensador: capacidade
eletrostática; condensadores com
dielétrico líquido.
FENÔMENOS MAGNÉTICOS E
ELETROMAGNÉTICOS
Fenômenos magnéticos fundamentais:
atrações e repulsões; ímãs.
Campo magnético: intensidade.
Fenômenos eletromagnéticos: campos
magnéticos produzidos pela corrente
elétrica; sentido do campo magnético e da
corrente elétrica.
Solenóide.
Indução magnética produzida pela
corrente elétrica: permeabilidade magnética;
histerese magnética.
ATIVIDADES
medidor de KWh.
15 Demonstração dos fenômenos de
eletrólise.
16 Demonstração do funcionamento da
pilha.
17 Demonstração do funcionamento do
acumulador.
18 Demonstração dos fenômenos eletros-
táticos fundamentais.
19 Demonstração do funcionamento
do condensador.
20 Demonstração de aplicação dos
condensadores.
21 Demonstração dos fenômenos
magnéticos fundamentais.
22 Demonstração dos efeitos
magnéticos produzidos pela corrente
elétrica em condutores e em
solenóides.
23 Demonstração da permeabilidade
magnética.
24 Comprovação da dependência entre
força portante e ampères-espiras
de excitação de um eletroímã.
ANALISE DO PROGRAMA Quadro 8
Disciplina: Eletricidade
UNI-
DADES
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
CONHECIMENTOS
Circuito magnético: fluxo magnético;
amperes-espiras magnetizantes.
Eletroímãs: força portante; bobina de
excitação.
FENOMENO DE INDUÇÃO
ELETROMAGNÉTICA
Indução eletromagnética: força
eletromotriz induzida; sentido da
força eletromotriz induzida; correntes
parasitas; aplicações industriais das
correntes parasitas.
Fenômenos de auto-indução: indutância"
(coeficiente de auto-indução); força
eletromotriz de auto-indução; efeitos da
força eletromotriz de auto-indução;
inconvenientes da auto-indução na
abertura de um circuito.
Fenômenos de mútua indução :
indutância mútua (coeficiente de mútua
indução); aplicações.
CORRENTE ALTERNADA
Geração da corrente alternada: forma;
período e freqüência; representação
vetorial
Tensão e corrente alternada: valores
máximos; valores eficazes; relação
entre os valores.
Lei de Ohm: circuito puramente òhmico;
circuito puramente capacitivo.
Agrupamento em série: resistores e
bobinas; resistores e condensadores;
resistores, bobinas e
condensadores; fenómeno de ressonância.
Agrupamento em paralelo: resistores e
bobinas; resistores e condensadores;
bobinas e condensadores; fenómeno
de ressonância.
Potência dos circuitos de corrente
alternada: potência real, reativa e aparente;
correção do fator de potência.
ATIVIDADES
25 Demonstração dos fenômenos de
indução eletromagnética.
26 Comprovação da perda de energia
devida a correntes parasitas.
27 Demonstração da utilização dos
efeitos das correntes parasitas.
28 Demonstração dos fenômenos de
auto-indução.
29 Demonstração dos fenômenos de
mútua indução e suas aplicações.
30 Demonstração da forma da
corrente alternada com o emprego
do osciloscópio.
31 Medida da corrente alternada com
amperímetro e transformador de
corrente.
32 Medida da freqüência com
freqüencímetro.
33 Avaliação da indutância pelo método
volt-amperimétrico.
34 Avaliação da capacidade de
condensadores: pelo método
volt-amperimétrico; com capacimetro.
35 Medida da potência de um circuito
monofásico com wattímetro.
36 Avaliação do fator de potência de um
circuito monofásico com wattímetro,
voltímetro e amperímetro.
37 Medida de energia elétrica, em circuito
ANÁLISE DO PROGRAMA Quadro 8
Disciplina: Eletricidade
UNI-
DADES
37
38
39
40
41
42
43
44
45
46
CONHECIMENTOS
SISTEMAS POLIFÁSICOS
Correntes e tensões polifásicas:
definições; circuito trifásico em estrela;
circuito trifásico em triângulo; comparação
dos circuitos em estrela e triângulo.
Potência elétrica dos circuitos trifásicos:
potência real, reativa e aparente; correção
do fator de potência.
Campos rotativos: bifásicos; trifásicos.
CONVERSÃO DE CORRENTE
ALTERNADA
Retificadores: princípio de
funcionamento; retificador monofásico;
retificador polifásico; relações de tensões
e de correntes.
TRANSFORMADORES
P r i ne í p i o de funcionamen to :
funcionamento a vazio; funcionamento
com carga; representações gráficas.
Rendimento.
Transformadores trifásicos: agrupamento
das fases.
Transformadores especiais:
transformadores de corrente constante;
transformador de medida.
Autotrans formadores: monofásico;
trifásico.
Reguladores e estabilizadores de tensão:
regulador de tensão de comando manual;
regulador de tensão de comando
automático; estabilizador de tensão de
núcleo saturado.
ATIVIDADES
monofásico, com medidor de energia
(KWh).
38 Demonstração de correção do fator
de potência em circuito monofásico.
39 Medida da potência de circuito
trifásico equilibrado, com um
wattímetro monofásico.
40 Medida da potência com wattímetro
trifásico.
41 Determinação do fator de potência
de circuitos trifásicos: equilibrados;
desequilibrados.
42 Medida de tensão em um retificador
com osciloscópio.
43 Determinação da relação de tensões:
de retificadores monofásicos; de
retificadores trifásicos.
44 Medida da relação de transformação:
transformador monofásico;
transformador trifásico.
45 Ensaio com carga para constatar a
variação da tensão em função da
carga: transformador monofásico;
transformador trifásico.
46 Demonstração do funcionamento do
transformador de corrente.
Discip
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DADES
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ANÁLISE DO PROGRAMA Quadro 8
ina: Eletricidade
CONHECIMENTOS
MOTORES DE CORRENTE ALTERNADA
Motor assi nero no trifàsico:
princípio de funcionamento; velocidade
angular; rotor de gaiola e de anéis;
escorregamento; variação da corrente em
função do escorregamento; partida e
regulação da velocidade; conjugado de
partida; potência nominal; rendimento;
aplicações.
Motor monofásico de indução: princípio
de funcionamento; velocidade;
escorregamento; variação da corrente em
função do escorregamento; conjugado de
partida; potência nominal; rendimento;
aplicações.
Motor monofásico com comutador:
de excitação em série; de repulsão.
MÁQUINAS SÍNCRONAS
Alternadores: princípio de funcionamen-
to; excitação; alternador trifásico;
agrupamento das fases; características a
vazio.
Funcionamento com carga: queda de ten-
são; perdas; potência nominal; aquecimento;
rendimento.
Máquinas síncronas em paralelo:
condições de acoplamento.
Motor síncrono: princípio de
funcionamento; funcionamento com carga
constante e excitação variável; funcionamen-
to com excitação constante e carga variável;
aplicações do motor síncrono; partida.
ATIVIDADES
47 Demonstração dos sistemas de partida
dos motores assíncronos trifásicos
de gaiola: com plena tensão; com
tensão reduzida.
48 Demonstração da partida e regulação
da velocidade dos motores
assíncronos trifásicos com rotor
bobinado.
49 Levantamento das características de
velocidade, de escorregamento, do
conjugado, da potência útil, do
rendimento, em função da carga: do
motor assíncrono trifásico; do motor
de indução monofásico; do motor
universal; do motor de repulsão.
50 Levantamento da característica, em
vazio de magnetização, do alternador
trifásico.
51 Levantamento da característica externa,
com carga òhmica de alternador
trifásico.
52 Constatação de como varia o fator
de potência do motor síncrono com
carga constante e excitação variável.
53 Manobra de paralelo de alternador
trifásico com outro ou com linha
trifásica.
54 Demonstração da partida do motor
síncrono: como alternador; como
motor-assíncrono.
Discip
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ANÁLISE DO PROGRAMA Quadro 8
ina: Eletricidade
CONHECIMENTOS
MAQUINAS DE CORRENTE CONTINUA
Dínamos: princípio de funcionamento;
tipos de excitação; regulação da
excitação.
Funcionamento do dínamo em vazio:
força eletromotriz induzida.
Funcionamento em carga: queda de
tensão; reação do induzido; comutação;
perdas; rendimento.
Condições de acoplamento de dínamos
em paralelo.
Motores de corrente contínua: princípio
de funcionamento; reversibilidade da
máquina de corrente contínua;
funcionamento do motor em vazio e com
carga; reação do induzido; comutação;
velocidade angular; potência e conjugado;
perdas; rendimento.
Características dos motores de
corrente contínua com carga: motores-
serie; motores-paralelo; motores de
excitação mista.
Aplicação da reversibilidade das máquinas
de corrente contínua: frenagem elétrica
com recuperação de energia; frenagem
dinâmica.
ATIVIDADES
55 Levantamento da característica de
magnetização de um dínamo.
56 Levantamento da característica
externa de um dínamo: de excitação
em derivação; de excitação composta.
57 Levantamento das características da
velocidade, do conjugado, da
potência útil e do rendimento em
função da corrente absorvida: do
motor shunt; do motor composto.
58 Demonstração do processo de
frenagem dos motores de corrente
contínua.
Discip
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ANÁLISE DO PROGRAMA Quadro 9
¡na: Instalações elétricas
CONHECIMENTOS
LIGAÇÃO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS
EXPERIMENTAIS
Classificação das tensões.
Sistemas para sinalização: sistema
ciasse 1 ; sistema classe 2.
Efeitos fisiológicos da corrente elétrica:
medidas a serem tomadas em caso de
acidente.
Aparelhos elétricos: utilizadores;
seccionadores; de manobra com comando
manual; de manobra com comando
remoto; de iluminação.
Circuitos elétricos : d e iIuminação ; d e
sinalização.
INSTALAÇÕES DE REDES
ELÉTRICAS
Condutores e cabos elétricos: nus;
isolados; tabelas de condutores e cabos.
Redes elétricas de baixa tensão : em
linha aberta; em eletroduto rígido;
em eletroduto flexível; sobre ¡soladores;
em calhas metálicas; bus-way; subterrânea;
de condutores de terra.
INSTALAÇÃO DE QUADROS
Dispositivos de proteção : fusíveis; relés.
Aparelhos seccionadores: chaves;
disjuntores.
Medidor de energia ( KWh).
Determinação da carga de uma
instalação: potência dos pontos de luz;
potência das tomadas.
Projeto de um quadro.
Normas de execução.
Defeitos de instalação.
Manutenção.
ATIVIDADES
1 Experiências de circuitos de
iluminação com comando manual:
tomada de terra, lâmpada e
interruptor simples unipolar,lâmpadas
e interruptor simples bipolar,lâmpadas
e interruptor simples
tripolar,
lâmpadas e interruptores paralelos.
2 - Experiências de circuitos de
iluminação com comando remoto:
lâmpada, teleinterruptor e botões;
lâmpada, minuteria e botões.
3 Experiências de circuitos de
sinalização: cigarra e botão; quadro
anunciador e botões.
4 Demonstração da execução de
operações diversas: emendar fios,
derivar fios, emendar cabos, derivar
cabos, cortar eletrodutos, emendar
eletrodutos, roscar eletrodutos.
5 Demonstração da montagem de
quadros: de medidor, de distribuição.
ANÁLISE DO PROGRAMA Quadro 9
Disciplina: Instalações elétricas
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CONHECIMENTOS
INSTALAÇÃO DE LUZ E
SINALIZAÇÃO
Elementos conhecidos: dimensões do
local; fatores de reflexão; nível de
¡luminamento; difusão da luz.
Escolha das lâmpadas e aparelhos.
Cálculo do espaçamento e da potência
dos pontos de luz.
Determinação da seção dos condutores.
Características do material.
Memorial descritivo: relação do
material; orçamento; cronograma.
Normas de execução.
Defeitos de instalação.
Manutenção.
INSTALAÇÃO PARA AQUECIMENTO
Aparelhos domésticos: chuveiro;
radiador; fogão; aquecedor d'água.
Aparelhos industriais: estufa; forno.
Dispositivos térmicos de manobra:
relé regulador de temperatura; relé
regulador de tempo.
Aparelhos de temperatura: termômetro;
piròmetro.
Projeto das instalações: dados do
projeto; cálculo da seção dos condutores;
características do material; memorial
descritivo; normas de execução;
manutenção.
INSTALAÇÃO DE LÂMPADAS DE
DESCARGA
A lâmpada de descarga: fluorescente;
de vapor de mercúrio.
Circuitos de alimentação das
lâmpadas de descarga: reator; starter.
ATIVIDADES
6 Demonstração de instalação
em linha aberta e em eletrodutos
de circuito de iluminação com
comando manual: tomada com
terra, lâmpada e interruptor simples
unipolar; lâmpada e interruptor
simples bipolar; lâmpada e
interruptor simples tripolar;
lâmpada e interruptores paralelos.
7 Demonstração de instalação em linha
aberta e em eletrodutos de circuito
de iluminação com comando remoto:
lâmpadas, teleinterruptor e botões;
lâmpadas, minuteria e botões.
8 Demonstração de instalação em linha
aberta e em eletrodutos de circuitos
de sinalização: cigarra e botão;
quadro anunciador e botões.
9 Manutenção de aparelhos de
aquecimento: constatar os possíveis
defeitos e corrigi-los.
10 Demonstração de circuito de
iluminação: com lâmpada fluorescen-
te, starter, reator e interruptor; com
lâmpada de vapor de mercúrio,
reator, contator e botões. Constatar
ANÁLISE DO PROGRAMA Quadro 9
Disciplina: Instalações elétricas
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CONHECIMENTOS
Aplicação das lâmpadas de descarga.
Manutenção.
INSTALAÇÃO DE MOTORES DE
CORRENTE ALTERNADA,
MONOFÁSICOS
Motores monofásicos de gaiola: motor
de fluxo distorcido; motor de fase
auxiliar; motor de simples tensão; motor
de dupla tensão; partida; inversão de
marcha.
Motores monofásicos com comutador:
universal; de repulsão; de repulsão-
indução.
Dispositivos de proteção.
Aparelhos seccionadores de comando
manual.
Aparelhos de partida de comando
manual.
Aparelhos de regulação da velocidade
do motor universal.
Aparelhos de inversão de marcha.
Normas de instalação.
Defeitos de instalação.
Manutenção por reposição de peças.
Manutenção preventiva : ver if icação
periódica; anotação em ficha de
controle.
INSTALAÇÃO DE MOTORES DE
CORRENTE ALTERNADA,
TRIFÁSICOS
Motor trifásico de gaiola: motor de
simples tensão; motor de
dupla tensão; partida a plena tensão;
partida com tensão reduzida; inversão de
marcha; frenagem por injeção de
corrente contínua.
ATIVIDADES
possíveis defeitos e corrigi-los.
11 Demonstração de circuitos de
motores de corrente alternada
monofásicos: motor de gaiola com
fase auxiliar e chave bipolar; motor
de gaiola com fase auxiliar e
comutador de inversão de marcha
e partida.
12 Demonstração de circuito de
motores trifásicos: motor e chave
tripolar; motor e contator disjuntor;
motor e comutador inversor; motor e
comutador estrela-triângulo.
Discif
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ANÁLISE DO PROGRAMA Quadro 9
)lina: Instalações elétricas
CONHECIMENTOS
Motor trifásico de anéis: motor de
simples tensão; motor de dupla tensão;
partida com reostato; regulação da
velocidade com reostato; frenagem
eletromagnética.
Dispositivos de proteção.
Aparelhos seccionadores.
Aparelhos de partida.
Aparelhos de comutação.
Normas de instalação.
Defeitos de instalação.
Manutenção por reposição de peças.
Manutenção preventiva: verificação
periódica; anotações em fichas de
controle.
INSTALAÇÃO DE MOTORES DE
CORRENTE CONTINUA
Motores de corrente contínua: motor
série; motor derivação; motor de
excitação composta; partida dos motores
com reostato; inversão de marcha;
frenagem.
Dispositivos de proteção.
Aparelhos seccionadores.
Aparelhos de comutação.
Aparelhos de regulação da velocidade.
Aparelhos de frenagem.
Aparelhos de partida.
Normas de instalação.
Defeitos de instalação.
Manutenção por reposição de peças.
Manutenção preventiva: verificação
periódica; anotação em fichas de controle.
APLICAÇÃO
13 Demonstração de circuitos de
motores de corrente contínua: motor
derivação, reostato de regulação de
partida com proteção; motor
derivação, comutador de inversão
de marcha e reostato de partida
com proteção.
Discip
UNI-
DADES
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5
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ANÁLISE DO PROGRAMA Quadro 10
lina: Desenho técnico
CONHECIMENTOS
REPRESENTAÇÃO DE PEÇAS
Material de desenho e seu manuseio
Normas para desenho técnico: formato
do papel; caligrafia técnica.
Representação de uma peça: em
perspectiva; em várias vistas no primeiro
e terceiro diedros.
Desenhos de conjuntos e detalhes.
Linhas, tipos e grossuras (I
a
parte) :
contornos visíveis; contornos e partes
invisíveis; linha de centro e eixo de
simetria; cotas e linhas de chamadas.
DIMENSIONAMENTO E SINAIS
CONVENCIONAIS
Dimensionamento de peças: linhas de
cotas e linhas de chamada; posição
dos algarismos; regras de colocação e
distribuição de cotas.
Sinais convencionais: de diâmetro e de
quadrado; de superfície plana; de
perfilado; de superfícies usinadas.
Linhas, tipos e grossuras (2
a
parte) :
de corte; de hachuras; de contorno
auxiliar; de ruptura.
CORTES
Tipos de cortes e secções : corte tota 1 ;
corte em desvio e meio corte; corte
parcial; secções.
ESCALAS
Objetivo da escala: redução;
ampliação.
Desenhos em escalas.
ATIVIDADES
1 Exercícios de interpretação de
desenhos.
2 Exercícios de representação de
peças: em perspectiva paralela, com
vistas no primeiro e terceiro
diedros.
3 Exercícios de interpretação de
desenhos de peças.
4 Exercícios de representação de
peças no primeiro e no terceiro
diedros, com dimensionamento e
sinais convencionais.
5 Exercícios de interpretação de
desenhos de peças e conjuntos.
6 Exercícios de representação de peças
e conjuntos.
7 Exercícios de interpretação de
desenhos de peças e conjuntos redu-
zidos ou ampliados.
8 Exercícios de representação de peças
e conjuntos reduzidos ou ampliados.
Discip
UNI-
DADES
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ANÁLISE DO PROGRAMA Quadro 10
¡na: Desenho técnico
CONHECIMENTOS
REPRESENTAÇÃO DE TOLERÂNCIAS
E AJUSTES MECÁNICOS
Ajuste mecánico: furo base e eixo base.
Indicação de tolerâncias nos desenhos.
REPRESENTAÇÃO ESQUEMÁTICA
DE CIRCUITOS ELÉTRICOS
Símbolos: Associação Brasileira de
Normas Técnicas (ABNT).
Aplicação dos símbolos em circuitos
de iluminação e sinalização.
Esquemas de desenhos de instalações
elétricas domiciliares e industriais.
Esquemas de circuitos de comandos
das máquinas elétricas.
Observação: quando o currículo incluir
DESENHO BÁSICO, as unidades de
1 a 11 serão tratadas nesta disciplina.
ATIVIDADES
9 Exercícios de interpretação de
desenhos de peças e conjuntos com
indicação de tolerâncias.
10 Exercícios de interpretação esquemá-
tica de: instalações elétricas
domiciliares, instalações elétricas
industriais, circuitos de comando de
máquinas elétricas.
11 Exercícios de representação
esquemática de: instalações elétricas
domiciliares, instalações elétricas
industriais, circuitos de comando de
máquinas elétricas.
ANÁLISE DO PROGRAMA Quadro 11
Disciplina: Tecnologia dos materiais e da construção
UNI-
DADES
1
2
3
4
CONHECIMENTOS
0 terreno para construção: exame do
solo (classificação dos solos; ensaios
de resistência; levantamento topográfico;
dados práticos); limpeza; canteiro de obras
(dimensionamento; locação da obra).
Máquinas e equipamento auxiliar, de
escavação (tipos; dados práticos); de
transporte (tipos; dados práticos);
misturadoras (tipos; dados práticos);
bombas e motores (tipos; dados práticos).
Terraplenagem: regularização do
terreno (cortes; aterros; compactação);
escavações (processo manual; processo
mecânico; escoramento; esgotamento).
Ensaios dos materiais: alvenaria
(generalidades; material empregado;
obtenção do material; propriedades físicas
e mecânicas; ensaios); madeira
(generalidades, madeiras empregadas na
construção civil; obtenção da madeira;
propriedades físicas e mecânicas);
cimento (generalidades; noções de
fabricação; dados práticos); agregados
(obtenção; propriedades físicas e
mecânicas; dados práticos); aditivos
(generalidades; dados práticos); água
(generalidades);o (generalidades;
obtenção; propriedades físicas e
mecânicas); concretos (generalidades;
obtenção; propriedades físicas e mecânicas);
ligantes betuminosos (generalidades;
obtenção; propriedades físicas e mecânicas);
revestimentos betuminosos (generalidades;
obtenção; propriedades físicas e
mecânicas).
ATIVIDADES
1 Identificação da terminologia de
rochas e solos mediante amostras
apresentadas pelo professor.
2 Exercícios de dimensionamento para
diferentes canteiros de obras.
3 Demonstração, pelo professor, de
como fazer a locação de uma obra.
Formular exercícios para os alunos.
4 Identificação de máquinas e
equipamentos, mediante desenhos,
quadros murais, projeções.
5 Escolha, mediante hipótese feita
pelo professor, dos processos
usados para a regularização de
terrenos: manuais e mecânicos.
6 Debates e esclarecimentos sobre os
processos para: abertura de cavas,
escoramento e esgotamento.
7 Ensaio de finura de cimento.
8 Ensaio de resistência de cimento.
9 Ensaio de granulometria de
agregados.
10 Inchamento da areia.
11 Apresentação
dos diversos tipos de
o e indicações de seus
empregos.
12 Moldagem de corpos de prova de
concreto.
13 Determinação da consistência do
concreto.
14 Acompanhar e registrar o processo
de ruptura de corpos de prova de
concreto.
15 Acompanhar o processo de
determinação da Viscosidade de
ligantes betuminosos.
ANÁLISE DO PROGRAMA Quadro 11
Disciplina: Tecnologia dos materiais e da construção
UNI-
DADES
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9
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11
CONHECIMENTOS
Fundações: fundação direta (baldrames,
blocos, sapatas, radiers); fundação
indireta: estacas, tubulões.
Argamassas: componentes (dosagem;
traços; preparação; especificações; dados
práticos).
Alvenarias: de pedra (matéria-prima; ca-
racterísticas; técnica de construção); de
tijolos (matéria-prima; fabricação;
especificações; espessuras; técnica de
construção); de aglomerados (matéria-
prima; fabricação; especificações; técnica
de construção).
Andaimes: tipos (externos; internos;
especiais); construção (materiais
empregados; segurança).
Vãos: elementos básicos: para trabalhos
de pedreiro; para trabalhos de carpinteiros;
detalhes construtivos.
Pisos e vigamentos: de madeira (tipos;
montagem; conservação); de concreto
armado (tipos; formas; armaduras; técnica
de construção; dados práticos); metálico
(tipos; montagem; conservação; dados
práticos).
Insta/ações domiciliares: hidráulicas
(água fria; águas pluviais, escoamento;
esgotos sanitários; fossas sépticas; tipos de
ligações; material empregado; convenções
gráficas; dados práticos; incêndio,
legislação); elétricas (luz, distribuição e
controle; força, distribuição e controle;
sinalização; quadros; rádio e antena;
TV e antena; pára-raios; convenções
gráficas; dados práticos);s (instalações;
convenções gráficas).
ATIVIDADES
16 Caracterizar praticamente o ponto de
fulgor.
17 Caracterizar praticamente o ponto
de amolecimento.
18 Identificação dos tipos de fundações,
de acordo com a obra, mediante
exemplos propostos pelo professor.
19 Cálculo da quantidade dos componen
tes, para um determinado traço.
20 Cálculo da quantidade de material
para alvenaria: de tijolo; de
aglomerados.
21 Demonstração das técnicas de cons-
trução de alvenarias: de pedra;
de tijolo; de aglomerados.
22 Identificação dos tipos de andaimes,
segundo as hipóteses que o
professor formular.
23 Relacionar as normas de segurança
relativas à construção e utilização
de andaimes
24 Cálculo da quantidade de materiais
para: piso de madeira;
piso de concreto armado; piso
metálico; pisos com materiais
diversos.
25 Demonstração, com a participação
dos alunos, de operações diversas
de: ligações de canos; derivação
de canos; roscar canos.
26 Demonstração, com a participação
dos alunos, de instalações de
equipamentos de cozinha e de
banheiro.
27 interpretação de instalações
hidráulicas.
ANÁLISE DO PROGRAMA Quadro 11
Disciplina: Tecnologia dos materiais e da construção
UNI-
DADES
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CONHECIMENTOS
Cobertura: telhados (tipos; estruturas:
materiais, ligações, detalhes; coberturas:
materiais, fixações, detalhes); lajes de
cobertura: impermeabilização;
isolamento térmico; detalhes.
Revestimentos: de parede, com
argamassa, com materiais diversos; de teto:
com argamassa, com materiais diversos;
de piso: com madeira, com materiais
diversos.
Escadas: elementos básicos;
dimensionamento.
Esquadrias: de madeira, madeiras
empregadas; metálicas, perfis e chapas;
portas, portões, janelas, ferragens,
vidros.
Pintura: elementos básicos: (corantes;
dissolventes; secantes); pintura: em
alvenaria; em madeira; em metais; em
materiais diversos; dados práticos.
ATIVIDADES
28 Representação esquemática de
instalações hidráulicas.
29 Demonstrar, com a participação
dos alunos, operações diversas
de: emendar fios; derivar fios;
emendar eletrodutos; cortar
eletrodutos; roscar eletrodutos.
30 Demonstrar, com a participação dos
alunos, instalações de circuitos de
iluminação e de sinalização.
31 Demonstrar, com a participação dos
alunos, instalações de circuitos de
motores.
32 Demonstrar, com a participação dos
alunos, instalações de quadros de
distribuição e de medidor.
33 Interpretação esquemática de
instalações elétricas domiciliares.
34 Representação esquemática de
instalações elétricas domiciliares.
35 Demonstrar, com a participação dos
alunos, instalação de aquecedor
a gás.
36 Cálculo da quantidade de material.
37 Identificação dos componentes
de uma cobertura em: telhado, laje.
38 Cálculo da quantidade de material.
39 Cálculos dps elementos básicos para
uma escada.
40 Mediante exemplos dados pelo
professor, identificação de esquadrias
para portas e janelas: componentes;
funcionamento; detalhes.
41 Cálculo da quantidade de material.
42 Demonstrar, com a participação dos
alunos, técnicas de pintura.
ANÁLISE DO PROGRAMA Quadro 12
Disciplina: Projetos de construção civil
UNI-
DADES
1
2
3
4
5
6
7
CONHECIMENTOS
Material de desenho: uso e conservação.
Normas para desenho de arquitetura:
formatos de papel; legendas; caligrafia téc-
nica.
Convenções do desenho de arquitetura:
escalas, dimensionamento; hachuras.
Projetos de arquitetura: fases e desenhos
correspondentes; normas para projetos;
desenhos básicos dos projetos: planta
baixa; cortes; fachadas; planta de cobertura;
planta de situação.
Observação: de acordo com as condições
locais de trabalho, nesta subunidade pode-
o ser executados desenhos básicos de uma
ou mais das seguintes construções: unidade
habitacional unifamiliar com um
pavimento, aviarios, estábulos, celeiros,
silos, açudes, etc.
Modificação e acréscimo: planta baixa;
cortes; planta de cobertura, planta de
situação.
Circulação: circulação vertical (escada);
elementos de projeto; planta baixa; cortes.
Projetos de estradas: projeto geométrico
de estradas (traçado em planta; perfil
longitudinal; seções transversais;
terraplenagem; projeto geotécnico (estudo
do subleito; estudo de pavimentos;
estudo des jazidas); obras de arte
(hidrologia; bueiros; pontes); obras
complementares, quantificação e custos.
ATIVIDADES
1 Exercícios de adestramento com os
instrumentos de desenhe
2 Exercícios de adestramento em
caligrafia técnica.
3 Exercícios envolvendo escalas
numéricas e gráficas.
4 - Representação das convenções gráficas
dos materiais empregados na
construção civil.
5 Execução de desenhos básicos dos
projetos.
6 Execução de desenhos básicos de
modificação e acréscimo de um
projeto.
7 Cálculo dos elementos de um projeto.
8 Execução da planta baixa e cortes
de uma escada.
9 com a orientação do professor, a
partir de um projeto, avaliar volume
do movimento de terra.
10 com a orientação do professor, anali-
sar projetos de subleitos, para
diferentes tipos de terrenos.
11 Definir a seção e o tipo de construção
de um bueiro a partir da vazão de
água.
12 com a orientação do professor, analisar
projetos de diferentes muros de arrimo.
Discipl
UNI-
DADES
1
2
3
4
ANÁLISE DO PROGRAMA Quadro 13
¡na: Topografia
CONHECIMENTOS
Objetivos da topografia: elementos
básicos; medidas topográficas: distâncias e
ângulos, erros.
Planimetria: elementos básicos;
levantamentos.
Altimetria: elementos básicos;
nivelamento; perfis; grade.
Desenho topográfico: convenções
gráficas; identificação da planta,
topografia aplicada em trabalhos de
edificações e de estradas.
ATIVIDADES
1 Exercícios de levantamento
topográfico: cálculo de azimutes e
rumos; caderneta de alinhamentos;
cálculo de áreas.
2 Exercícios de nivelamento: desenhos
de perfis; caderneta de nivelamento.
3 Exercícios de interpretação de
trabalhos topográficos.
4 Exercícios de representação de
trabalhos topográficos.
ESPECIFICAÇÕES ESCOLARES
1 - CARACTERIZAÇÃO DOS CONJUNTOS COMPONENTES DA UNIDADE ESCOLAR
Serão os seguintes os conjuntos:
Direção/administração;
Técnico-pedagógico;
Pedagógico;
Serviços;
Recreação e assistência.
De acordo com as atividades que se devem exercer em cada um deles, prescritas na Metodologia
das Especificações Escolares, assim se caracterizam os conjuntos, sob o aspecto físico dos espaços e
dependências que devem abranger:
Conjunto Direção/administração: sala do diretor; sala do vice-diretor; sala da secretaria; sala de
espera do conjunto; sala dos serviços de apoio administrativo; depósito de material de expediente e
arquivos; almoxarifado; sanitários (2).
Conjunto Técnico-pedagógico: sala do chefe do setor de ensino; sala de recursos didáticos;
depósito do setor de recursos didáticos; biblioteca; sala de reuniões; sala dos professores; salas para
orientadores educacionais (2); saletas para entrevistas individuais (2); secretaria do setor de
orientação educacional; sala de espera do setor de orientação educacional; sala do coordenador de
turno; sala do coordenador de atividades extraclasse; sanitários (2).
Conjunto Pedagógico: salas de aulas comuns (14); sala de artes; laboratórios de Ciências Físicas e
Biológicas (2); sala de preparação e depósito dos laboratórios; jardim de ciências (área descoberta);
depósito de equipamentos e materiais para o jardim de ciências; sala de mecanografia; sala de
Desenho (básico e técnico); salas-ambiente para Administração, Comércio, Crédito e Finanças (2);
sala-ambiente para Saúde e Química; sala-ambiente para Eletricidade P Construção Civil; sala de
Educação Física; depósito de Educação Física; espaços para Educação Fíiica e Esportes; vestiários e
chuveiros para Educação Física e Esportes (2); sanitários (2).
Conjunto de Serviços: portaria; apartamento do zelador; depósito de material de limpeza; sala de
manutenção; sanitários para serventes (2).
Conjunto de Recreação e Assistência: sala do grêmio estudantil; sala da cooperativa; sala da
cantina; despensa; sala de atendimento médico; sala de atendimento odontológico; sala da enfermaria;
área coberta para recreio e abrigo.
2 - QUANTIFICAÇÃO DAS DEPENDÊNCIAS DE ENSINO E DOS PROFESSORES
0 Mapa de Quantificação (quadro 14) foi elaborado com observância das seguintes
particularidades:
1 três turnos de funcionamento da unidade escolar;
2 todas as aulas ministradas a turmas de 40 alunos;
3 aulas de Ciências Físicas e Biológicas ministradas em parte (cerca de 70%) no respectivo
laboratório, e o restante em sala de aula comum;
4 aulas de Fundamentos de Assistência de Saúde ministradas em parte (cerca de 50%) na
sala-ambiente de Saúde, e o restante em sala de aula comum;
5 aulas da disciplina instrumental Física ministradas em parte (cerca de 33%) no laboratório
de Ciências, e o resto em sala de aula comum;
6 adotou-se uma só sala-ambiente para ministração dos conteúdos tecnológicos de
Eletricidade e de Construção Civil, e também uma só sala-ambiente para as tecnologias de
Saúde e de Química. Tal critério é motivado pelas baixas taxas de utilização que o Mapa
de Quantificação registra para cada uma das dependências referidas, quando considerada
separadamente, e fundamenta-se nos estudos de aproveitamento de dependências
específicas, cujas conclusões se encontram no quadro 15;
7 contratação dos professores, em geral, com a condição de tempo integral 40 horas
semanais admitindo-se 80% para ministração de aulas e o restante para atividades
complementares exigidas pelo ensino;
8 inscrição, em alguns casos, de números entre parênteses, à esquerda da coluna de título
"Hp". Estes númeroso os totais dos valores "Turmas-hora (TH)", correspondentes a
professores de mesmas disciplinas ou disciplinas afins, distribuídas por diversas habilitações
básicas. Por exemplo:
Ciências Físicas e Biológicas linha 7:147 horas
Anatomia e Fisiologia linha 44: 6 horas
Microbiologia e Parasitologia linha 45: 9 horas
Nutrição linha 46: 9 horas
Física Aplicada linha 54: 15 horas
Fundamentos Básicos de Química linha 55: 12 horas
Física linha 62: 18 horas
Física linha 69: 18 horas
TOTAL 234 horas
9 quantidades efetivas de dependências, fixadas por arredondamentos, resultando redução de
taxas de utilização. Alguns exemplos:
ESQUEMA DE APROVEITAMENTO DAS DEPENDÊNCIAS
ESPECÍFICAS DAS HABILITAÇÕES BÁSICAS QUADRO 15
DEPENDÊNCIAS
ESPECIFICAS
PARA AS
HABILITAÇÕES
BÁSICAS
CONSTRUÇÃO CIVIL
ELETRICIDADE
ELETRÔNICA
MECÁNICA
QUÍMICA
ADMINISTRAÇÃO
COMÉRCIO
CRÉDITO E FINANÇAS
SAÚDE
ARTE
AGROPECUÁRIA
HABILITAÇÕES BÁSICAS QUE PODEM UTILIZAR
CADA DEPENDÊNCIA
CONSTRUÇÃO CIVIL
X
X
X
#
X
ELETRICIDADE
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
ELETRÔNICA
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
MECÂNICA
X
QUÍMICA
X
ADMINISTRAÇÃO
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
COMÉRCIO
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
CRÉDITO E FINANÇAS
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
SAÚDE
X
X
X
ARTE
X
AGROPECUÁRIA
X
X
OBSERVAÇÃO Este esquema tem a finalidade de orientar estudos quanto à possibili-
dade de se utilizarem certas dependências, inicialmente projetadas com dimensões e instalações
fixas adequadas a determinada habilitação, como salas-ambiente também apropriadas a outra
ou outras habilitações, com o sentido de economizar áreas e reduzir ociosidade. 0 esquema
serve também ao exame dos casos de substituição de habilitações oferecidas por um estabele-
cimento que, em decorrência de condições locais, fique na contingência de suprimir o ensino
de determinadas habilitações para instituir outras de maior interesse.
3 - QUANTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO EQUIPAMENTO, INSTALAÇÕES E
MATERIAL
Conforme foi declarado no capítulo introdutório Requisitos Fundamentais os modelos
escolhidos para desenvolver os exemplos de aplicação da Metodologia das Especificações Escolares
sao os das habilitações básicas de Eletricidade e Construção Civil.
Dispensa-se de, neste capítulo, fazer indicações sobre as instalações, pois acham-se elas já
mencionadas nas fichas de caracterização de ambientes.
Equipamento para a habilitação básica de Eletricidade
Será descrito o equipamento indispensável ao ensino das disciplinas Eletricidade e Instalações
elétricas. Para a disciplina Desenho técnicoo há nenhuma recomendação especial sobre o
equipamento, pois as atividades respectivaso desempenhadas, em geral, com equipamento
padronizado, em sua maioria pertencente ao aluno. Quanto ao mobiliário, é discriminado na ficha de
caracterização de ambiente.
Eletricidade
O equipamento para a disciplina Eletricidade constitui-se de três partes:
aparelhagem para revisão dos fenômenos básicos de eletrostática, magnetismo,
eletromagnetismo, indução eletromagnética e eletroquímica;
sistema modular de equipamento para circuitos e máquinas elétricas, de corrente contínua
e corrente alternada;
aparelhagem avulsa.
Para a revisão dos fenômenos básicos acima mencionados,o há necessidade de adquirir-se
equipamento, pois, para estas atividades, pode-se recorrer à aparelhagem existente no laboratório de
Ciências.
O sistema modular de equipamento para circuitos e máquinas elétricas deve ser uma unidade
operacional completa, compacta quer física, quer eletricamente. Concebida para simular
características elétricas típicas de equipamentos industriais, constituir-se-á de componentes
fabricados e protegidos especialmente para finalidade didática.
Todos os componentes, inclusive a fonte de alimentação, estarão montados em módulos
padronizados de construção especial, que lhes asseguram leveza, resistência ao uso e facilidade de
utilização. A proteção dos referidos módulos será feita por disjuntores de alta sensibilidade.
Os módulos devem ser guardados numa estante-depósito e utilizados num console móvel,
possuindo este último dispositivo que facilitem a fixação e interligação, tanto elétrico quanto
mecânica, dos módulos.
Todos os módulos do sistema terão dimensões padronizadas que correspondam às aberturas do
console móvel e devem possuir uma placa frontal inteiriça de acrílico com os terminais. Nesta placa
estarão indicados a identificação, símbolos e características elétricas dos componentes.
Nos módulos das máquinas elétricas, a placa frontal, transparente, deve ser presa com
dobradiças, para permitir o acesso e a observação da máquina. Quando esta estiver em operação, a
placa frontal manter-se-á presa por parafusos cativos.
Os módulos de carga e os de medição devem possuir placa frontal opaca, fixada
permanentemente.
Os componentes elétricos dos módulos serão providos de terminais tipo soquete-banana, em
cores segundo codificação, localizados na placa frontal do módulo.
Todas as máquinas elétricas devem ter carcaça semi-aberta, a fim de permitir a observação das
partes internas, mesmo durante o funcionamento. Escovas, anéis, comutadores, interruptores
centrífugos, capacitores e outros acessórios estarão montados de maneira que possam ser observados
facilmente.
A união entre as máquinas, e destas com o dinamòmetro, deve ser feita mediante processo
antideslizante.
A potência nominal das máquinas elétricas do sistema variará entre 1/3 e 1/4 de cavalo.
0 sistema deve ser acompanhado de um manual de instrução, que oriente o professor na
apresentação das demonstraçõe e auxilie os educandos na realização de medidas, ensaios e
experiências.
Instalações elétricas
O equipamento destinado ás atividades relacionadas no programa da disciplina Instalações
elétricas é constituído por um sistema modular, acompanhado de um manual de instrução, para
orientar o professor na apresentação das demonstrações e auxiliar os alunos na realização das
experiências e atividades previstas no programa.
O sistema modular do equipamento para instalações elétricas é constituído pelos seguintes
componentes:
painéis;
console;
bancada;
armário-depósito.
Equipamento para a habilitação básica de Construção Civil
Tipo de equipamento:
a) Para a disciplina Tecnologia dos Materiais e da Construção deve-se fazer uso de amos-
tras, slides, filmes, modelos reduzidos e sistemas modulares.
b) Para a disciplina Projetos de Construção Civil, além do instrumental de propriedade
do aluno, devem ser equipadas as salas com pranchetas de 0,80 X 0,60, recomendáveis
pelas dimensões e escalas dos projetos.
O professor poderá, sempre que necessário, recorrer ao equipamento de Tecnologia
dos materiais e da construção, para melhor compreensão e visualização de detalhes
construtivos, por parte dos alunos.
c) Na disciplina Topografia, sendo o instrumental de campo de custo elevad' deve-se
conduzir o ensino de maneira a dar ao educando as noções básicas eóricas
correspondentes ao trabalho de escritório.
Tecnologia dos materiais de construção
As demonstrações, instalações ou levantamentos, constantes da coluna "Atividades", requerem
os tipos de equipamento a seguir relacionados: slides; filmes; amostras; modelos reduzidos; sistemas
modulares.
As características dos referidos equipamentos auxiliares de ensino estão indicadas a seguir:
Slides Pela facilidade de obtenção, utilização e conservação, recomenda-se a utilização de
slides coloridos, sempre que possível acoplados com sistema sonoro, de forma a permitira gravação
dos esclarecimentos necessários.
Filmes As atividades em que o filme é recomendadoo aquelas que, pela seqüência de
operações, o movimento é parte integrante de determinada técnica e, principalmente, para as
atividades em que a execução pelo aluno demandaria duraçãoo condizente com a formação básica
pretendida.
Os filmes deverão ser coloridos e sonoros, em 16 mm.
Amostras As amostras mantidas ouo em mostruários, devem compor, nas mais diferentes
variedades, o equipamento do laboratório para a Tecnologia dos Materiais e da Construção. As amos-
traso ao aluno a facilidade de identificação dos diferentes materiais e produtos, nas suas caracte-
risticas verdadeiras de tamanho, cor, textura e outras.
Modelo reduzido e maquete Há que se diferenciar as funções do modelo reduzido e da
maquete. Nesta, tem-se em vista, principalmente, apresentar tridimensionalmente as características
plásticas de determinado elemento, enquanto que no modelo reduzido todos os detalheso
apresentados de maneira a permitir, sempre que necessário, a desmontagem parcial ou total ou o
funcionamento das partes móveis.
As escalas para os modelos reduzidos, dependendo das dimensões do elemento em estudo,
poderão ser: 1: 5 ou 1: 10.
Sistemas modulares Estes sistemas devem constituir unidades operacionais completas,
compactas tanto física quanto funcionalmente, com seus componentes fabricados para determinadas
finalidades didáticas.
Os sistemas modulares devem ser acompanhados de um manual de instruções, que oriente o
professor na apresentação das demonstrações e auxilie o educando na realização de experiências e
atividades previstas no programa.
Os sistemas modulares para a disciplina Tecnologia dos materiais e da construção são: torre de
serviço para instalações hidráulicas e sistema modular para instalações elétricas, sendo este último
idêntico ao descrito para a habilitação básica de Eletricidade.
Discriminação do mobiliário e do equipamento
No quadro que se segue, de número 16, estão discriminados o mobiliário e os equipamentos para
as disciplinas mencionadas das habilitações básicas de Eletricidade e de Construção Civil.
QUADRO 16
CARACTERIZAÇÃO DO MOBILIÁRIO E DO EQUIPAMENTO
FOLHA 1
(7) DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
SALA-AMBIENTE DE ELETRICIDADE E CONSTRUÇÃO CIVIL
(?) QUANT.
1
RELACIONAR, EM TERMOS GERAIS, SEM DETALHES DE ESPECIFICAÇÃO E NA
ORDEM SEGUINTE: MOBILIÁRIO - EQUIPAMENTO DE GRANDE PORTE - INS-
TALAÇÕES FIXAS - APARELHAGEM-INSTRUMENTAL - FERRAMENTAL -
MATERIAL DE CONSUMO - MATERIAL DIDÁTICO
ITEM
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
DENOMINAÇÃO
MOBILIÁRIO
Quadro de giz 3,00X1,50
Mesa do professor 1,20X0,70X0,78
Cadeira do professor
Cadeira para alunos
Carteira
Armário deo com prateleiras 1,00X0,40X2,00
EQUIPAMENTO PARA A DISCIPLINA ELETRICIDADE
MÓDULOS DAS MÁQUINAS ELÉTRICAS
Módulo da máquina de corrente contínua
Módulo do motor de indução, trifásico, de gaiola
Módulo do motor de indução, trifásico, de rotor bobinado
Módulo da máquina síncrona, trifásica
Módulo do motor monofásico, de fase auxiliar
Módulo do motor universal
Módulo do motor monofásico de repulsão
MÓDULOS DE CARGA
Todos os módulos de carga resistiva, indutiva e capacitiva devem poder
fornecer etapas múltiplas de carga monofásica ou trifásica, equilibradas e
desequilibradas. Cada fase deve possuir, pelo menos, três componentes, cuja ligação
deve ser feita por meio de chave na placa frontal.
Módulo de resistência
Módulo de indutância
Módulo de capacitancia
MÓDULOS DE TRANSFORMADORES
Módulo de transformador monofásico, com os seguintes enrolamentos:
enrolamento 1 simples;
enrolamento 2 com taps a 50%;
enrolamento 3 com taps a 50% e 86%.
Módulo de transformador trifásico, com três enrolamentos secundários para ligação
em estrela e triângulo.
QUANTI-
DADE
1
1
1
40
40
6
1
1
1
1
1
ITEM
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
DENOMINAÇÃO
MODULO DO ELETRODINAMOMETRO
Esta unidade deve permitir a medição direta do torque, em mkg. 0 mòdulo
deve possuir retificador e reostato, para alimentação e regulação da excitação, e
poder medir o torque de partida, de funcionamento normal e com sobrecarga de um
motor, sem necessidade de utilização de efeito freante adicional.
MÓDULOS DE MEDIÇÃO (classe 2)
Módulo de medição em corrente contínua, possuindo um voltímetro de CC, um
miliamperímetrode CC e um amperímetro de CC.
Módulo de medição de corrente alternada, possuindo três amperímetros de CA.
Módulo de medição de tensão alternada, possuindo três voltímetros de CA.
Módulo de medição de potência monofásica, possuindo um wattímetro monofásico.
Módulo de medição de potência trifásica, incluindo dois wattímetros monofásicos.
Cada wattímetro deve possuir uma chave inversora,de forma que, quando necessário,
possa ser medida a potência negativa sem necessidade de se alterar a ligação do
instrumento.
MÓDJLO DE SINCRONISMO
Esta unidade deve permitir a sincronização de dois alternadores trifásicos entre
si, ou de um alternador trifásico e a rede local. Cada fase deve possuir uma làmpada
indicadora e um disjuntor de proteção.
MÓDULO DA FONTE DE ALIMENTAÇÃO
Esta unidade possui os seguintes circuitos:
entrada: circuito trifásico com neutro;
saídas:
1 circuito trifásico com tensão fixa,
2 circuito monofásico com tensão fixa,
3 circuito de corrente contínua, filtrada, com tensão fixa,
4 circuito trifásico com tensão variável,
5 circuito monofásico com tensão variável,
6 circuito de corrente contínua, filtrada, com tensão variável,
7 - circuito monofásico, com tomada aterrada e tensão fixa.
CONSOLE MÓVEL PARA OPERAÇÃO DOS MÓDULOS
0 console móvel deve ser construído em aço, com tampo escamoteável que
sirva de superfície de trabalho. Na parte inferior ao tampo deve existir um armário
com duas portas providas de fechaduras. Na parte superior há uma estante provida
de guias e dispositivos para retenção dos módulos.
DEPÓSITO DOS MÓDULOS
0 armário-depósito, construído em aço, deve poder acomodar todos os
módulos.
QUANTI
DADE
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
QUADRO 16
CARACTERIZAÇÃO DO MOBILIÁRIO E DO EQUIPAMENTO
FOLHA 2
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
SALA AMBIENTE DE ELETRICIDADE E CONSTRUÇÃO Cl VIL
(T) QUANT.
1
RELACIONAR, EM TERMOS GERAIS, SEM DETALHES DE ESPECIFICAÇÃO E NA
ORDEM SEGUINTE: MOBILIÁRIO - EQUIPAMENTO DE GRANDE PORTE - INS
TALAÇÕES FIXAS - APARELHAGEM-INSTRUMENTAL - FERRAMENTAL -
MATERIAL DE CONSUMO - MATERIAL DIDÁTICO
ITEM
29
30
31
32
33
34
35
36
1
2
DENOMINAÇÃO
APARELHAGEM AVULSA
Milivoltímetro de bobina móvel, aferido a 0,06 V, com série de shunt para 1,2,5 e
10 A e série de resistências adicionais para 10, 30, 150 e 300 V, classe de precisão
0,5.
Ohmetro portátil para resistências até 1000 ohms, classe de precisão 0,5.
Medidor de kWh, para corrente alternada, 6 A, 110 V.
Osciloscópio portátil, 110 V, 60 Hz, tubo de 80mm.
Transformador de corrente, portátil, primário: 10, 25, 50 A; secundário: 1 e 5 A.
Freqüencímetro de lâminas, 45 a 65 Hz.
Retificador de silício - CC: 24 V; 5 A - CA: trifásico 220 V; 60 Hz.
Tacômetro manual, 0 a 4000 rpm.
EQUIPAMENTO PARA A DISCIPLINA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
PAINÉIS E COMPONENTES
Painel com componentes de circuitos de iluminação. O painel é de madeira
compensada com os seguintes aparelhos fixados em sua superfície:
2 receptáculos para lâmpadas incandescentes de 40 W;
1 interruptor unipolar;
1 interruptor bipolar;
2 interruptores paralelos;
1 tomada de corrente com terra;
1 jogo de cabos elétricos com pinos-banana para ligação.
Todos os componentes estão ligados a terminais do tipo soquete para
pino-banana.
Painel com componentes de circuitos de iluminação e minuteria. O painel é de
madeira compensada, com os seguintes aparelhos fixados em sua superfície:
2 receptáculos para lâmpadas incandescentes de 40 W;
1 teleinterruptor 6 A;
1 minuteria;
3 botões (tipo campainha);
1 jogo de cabos elétricos com pinos-banana para ligação.
Todos os componentes estão ligados a terminais do tipo soquete para
pino-banana.
QUANTI
DADE
1
1
ITEM
3
4
5
6
7
DENOMINAÇÃO
Painel com componentes de circuitos de sinalização. 0 painel é de madeira
compensada com os seguintes aparelhos fixados em sua superfície:
1 cigarra;
1 quadro anunciador de 4 números;
4 botões de campainha;
1 jogo de cabos elétricos com pinos-banana para ligação.
Todos os componentes estão ligados a terminais do tipo soquete para
pino-banana.
Painel para circuito de iluminação e sinalização em linhas abertas. 0 painel é de
madeira compensada e destina-se a montagem em linhas abertas, de circuitos para
iluminação e sinalização.
Painel para circuitos de iluminação e sinalização em eletrodutos. De madeira
compensada com 9 caixas de 5X10 cm montadas na parte posterior, em
correspondência com as aberturas no painel. A interligação das caixas é feita em
eletroduto .plástico de 12,7 mm.
Painel para circuito de força. 0 painel é em lâmina de aço, provida de dispositivos
para fixação rápida dos componentes. Este painei deve possuir uma série de
componentes apresentados em versão didática e em versão industrial. Na versão
didática, a placa de acrílico, que serve de base, possui o esquema elétrico impresso
do componente.
o os seguintes os componentes:
teleinterruptor tripolar, 10 A, com bobina alimentada em 24 V;
telesalvamotor tripolar, 10 A;
relé temporizado pneumático 0/20 segundos, com bobina alimentada em
24 V;
botoneira simples marcha-pára;
comutador de duas posições;
comutador de três posições;
base unipolar para fusível;
base bipolar para fusíveis;
base tripolar para fusíveis;
amperímetro para corrente alternada, 10 A, classe 1,5;
voltimetro para corrente alternada, 300 V, classe 1,5;
cigarra 24 V;
lampada acusadora 24 V.
CONSOLE
0 console, construído com aço, possui uma superfície suporte, destinada à
fixação de painéis, e um tampo que serve como mesa de trabalho. Nesta está
localizada a fonte de alimentação e o suporte termicamente isolado para o ferro de
soldar. Em baixo do tampo há uma gaveta onde é guardado o ferramental do posto
de trabalho.
QUANTI
DADE
1
1
1
1
1
QUADRO 16
CARACTERIZAÇÃO DO MOBILIARIO E DO EQUIPAMENTO
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
SALA AMBIENTE DE ELETRICIDADE E CONSTRUÇÃO CIVIL
(T) QUANT.
1
RELACIONAR, EM TERMOS GERAIS, SEM DETALHES DE ESPECIFICAÇÃO E NA
ORDEM SEGUINTE: MOBILIÁRIO - EQUIPAMENTO DE GRANDE PORTE - INS
TALAÇÕES FIXAS - APARELHAGEM INSTRUMENTAL - FERRAMENTAL -
MATERIAL DE CONSUMO - MATERIAL DIDÁTICO
ITEM
8
9
1
DENOMINAÇÃO
Na fonte de alimentação, os terminais dos circuitos sao do tipo soquete para
pino-banana. As caracteristicas dos referidos circuitos sao:
Entrada: 1) circuito trifásico 220 ou 380 V com neutro,protegido por disjuntor
de reativação manual.
Saída: 1) circuito trifásico 220 ou 380 V com neutro, 10 A, protegido
por disjuntor de reativação manual;
2) circuito monofásico 127 ou 220 V, 10 A;
3) circuito com lâmpada acusadora de tensão no circuito trifásico;
4) circuito monofásico 127 ou 220 V, 10 A, com ligação à terra,
para alimentação de cargas monofásicas ou ferro de soldar;
5) circuito monofásico 24 V, 10 A, protegido por disjuntor, com
lâmpada acusadora de tensão;
6) circuito de prova ótico-acústico, com lâmpada acusadora de
interrupção ou continuidade de circuitos, com disjuntor.
BANCADA
A bancada é de madeira, com aproximadamente 0,70X1,20.
Possui 4 gavetas, sendo equipada por uma morsa de ajustador nº 3 e urna morsa para
trabalho em eletrodutos.
ARMARIO-DEPÓSITO
Em aço, com prateleiras ajustáveis e portas com fechaduras.
EQUIPAMENTO PARA A DISCIPLINA TECNOLOGIA DO MATERIAL E DA
CONSTRUÇÃO
TORRE DE SERVIÇO PARA INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS
Deve ser construída em tubos e barras deo galvanizado com planta baixa
quadrada de 1,00 m de lado, devidamente contraventada para manter a rigidez
necessária. Acha-se em sua parte superior, apoiada em travessas, uma caixa d'água
com capacidade de 100 litros, e na parte inferior, outra caixa de igual capacidade,
ambas sem tampa. 0 conjunto deve ser móvel, sobre rodízios.
As caixas estão interligadas por tubos deo galvanizado, formando 0 sistema
recalque-ladrão, sendo 0 recalque realizado por uma bomba elétrica monofásica de
alimentação.
A caixa superior possui três saídas de abastecimento, emo galvanizado: uma
saída de 1" com registro, para as ligações gerais; uma saída de 1 1/2" com registro,
para a ligação do vaso sanitário; uma saída de 2" com registro, para a ligação ao
aquecedor.
QUANTI
DADE
1
1
1
ITEM
2
3
4
5
6
7
DENOMINAÇÃO
Em cada uma das faces-painéis laterais do prisma formado pela torre, deverão
ser executadas as operações previstas em "Atividades", sendo distribuídas na ordem a
seguir:
face 1 instalações para o lavatorio e o vaso sanitário;
face 2 instalações para o bidê e o chuveiro;
face 3 instalações para o aquecedor e a banheira;
face 4 instalações das bombas.
EQUIPAMENTO AVULSO PARA TORRE DE SERVIÇO
A torre de serviço deve dispor do equipamento relacionado a seguir:
Equipamento para lavatorio
Conjunto de elementos para lavatorio, constituído por:
1 lavatorio; 1 misturador; 1 sifão de 1"; 1 válvula de 1 1/4"; 2 tacos de madeira para
alvenaria; 2 rabichos de metal cromado, de 1/2"; 1 par de consoles; 6 parafusos de
latão, para madeira, 1"X10.
Equipamento para vaso sanitário
Conjunto de elementos para vaso sanitário, constituído por:
1 tubo de PVC, 2"; 1 válvula "Hidra", de 1/2"; 1 rabicho de 1 1/2"; 1 bolsa de
borracha de 1 1/2"; 1 registro de gaveta de 1 1/2"; 1 vaso sanitário auto-sinfonado; 4
buchas de madeira para fixação do vaso; 2 flanges de 1 1/2".
Equipamento para bidê
Conjunto de elementos para bidê, constituído por: 1 bidê com 3 furos; 1
aparelho misturador para bidê; 1 válvula de 1 1/2"; 1 tubo de PVC, 1/2"; 2 rabichos
de 1/2"; 2 joelhos de PVC, 1/2"; 1 niple.
Equipamento para chuveiro
Conjunto de elementos para chuveiro, constituído por:
1 chuveiro completo de 1/2"; 2 joelhos de 1/2"; 1 registro pressão (capota) de 1/2";
4 luvas de 1/2"; 2 "7"" de 1/2"; 1 união de 1/2".
Equipamento para aquecedor—banheira
Conjunto de elementos para circuito aquecedor—banheira, constituído por: 1
válvula para banheira; 1 misturador para banheira; 2 registros de pressão (capota) de
1/2"; 1 aquecedor; 1 tubo de PVC, 2"; 1 joelho de redução de 2" a 1/2"; 2 flanges
de 1/2"; 1,00m de tubo de chumbo, de 3/4"; 0,60m de tubo de chumbo de 1";0,6Òm
de tubo de chumbo de 1 1/2"; 3 barras de chumbo; 1 registro de 1"; 1,00m de tubo
PVC de 1"; 1 "T" de 1 1/2"; 1 bucha de redução de 1 1/2"; Ltubo deo
galvanizado de 3/4"; 1 tubo deo galvanizado de 3/8"; 1 botijão de gás.
Equipamento para bomba
Conjunto de elementos para bomba, constituído por: 1 bomba de alimentação
monofásica de 1/3 CV; 2 curvas de 3/4"; 4 luvas de 3/4"; 2 uniões de 3/4"; 1 chave
de bòia superior; 1 chave de bòia inferior; 1 tubo de PVC, 3/4"; 2 registros de gaveta
de 3/4"; 1 disjuntor com comando à distância.
QUANTI-
DADE
1
1
1
1
1
1
1
QUADRO 16
CARACTERIZAÇÃO DO MOBILIARIO E DO EQUIPAMENTO
FOLHA 4
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
SALA-AMBIENTE DE ELETRICIDADE E CONSTRUÇÃO CIVIL
QUANT.
1
RELACIONAR, EM TERMOS GERAIS, SEM DETALHES DE ESPECIFICAÇÃO E NA
ORDEM SEGUINTE: MOBILIARIO - EQUIPAMENTO DE GRANDE PORTE - INS-
TALAÇÕES FIXAS - APARELHAGEM-INSTRUMENTAL - FERRAMENTAL -
MATERIAL DE CONSUMO - MATERIAL DIDÁTICO
ITEM
8
1
2
3
DENOMINAÇÃO
EQUIPAMENTO PARA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
Deve-se utilizar 0 mesmo equipamento de Instalações elétricas da habilitação
básica em Eletricidade.
MATERIAL DIDÁTICO
SLIDES
Slides para máquinas e equipamento auxiliar
Coleção de slides sobre: carrinho de mão; padiola; carro para transporte de
concreto (muleto); dumper (carro caçamba-motor); caminhão-betoneira; betoneira
tipo "pera"; betoneira de carregamento automático; betoneira de tambor; vibrador
de imersão para concreto; vibrador de aterro (compactador); roldanas; guincho;
elevadores; guindaste-torre; tratores de lâmina; patrol; scraper; escarificadores; rolos
compressores; rolo pé-de-carneiro; pavimentadoras; usinas de asfalto; escavadeiras;
caminhões; vibroacabadoras; serra para pavimentos de concreto.
S/ides para ensaios de materiais
Coleção de slides sobre: peneiras; aparelho Vicat; agulhas Le Chatelier; mesa de
consistência; formas 5X10 para resistência de cimento; soquete; prensa; areia padrão;
caixa de taragem; peneiras para agregados graúdos;-aparelho Los Angeles; aparelho
para índice de forma; estufa; Speedy; frasco Le Chatelier; picnòmetro; aparelho
Casagrande; moldes C.B.R.; soquetes para C.B.R.; extratores para C.B.R.; prensa
C.B.R.; aparelho equivalente de areia; balanças; anéis dinamométricos; densímetros;
viscosi metros; aparelho para ponto de fulgor; formas para corpos de prova de
concreto asfáltico "Marshall'; prensa "Marshall"; compactadores "Marshall";
extratores de betumes; aparelhos para destilação de betumes; dutilômetro; espátulas;
rotativas para extração de corpos de prova; equipamento de sondagem a percussão;
equipamento de sondagem rotativa; formas para moldagem de corpos de prova de
concreto; prensas para ruptura de corpos de prova de concreto; máquinas para ensaio
de tração; extensômetros; gral de porcelana; cápsulas; provetas; bechers; capeadores
de corpos de prova; frasco de areia para densidade in situ; cone de Abrams para
consistência do concreto; autoclave para expansão do cimento; anel e bola para
ponto de amolecimento; aparelho para ponto de fulgor Cleveland.
Slides para fundações
Coleção de slides sobre: alicerces corridos; sapatas em concreto; estacas de
concreto pré-fabricadas e metálicas, devendo mostrar 0 bate-estaca no momento da
cravação; estacas fundidas no local (a seqüência deve mostrar 0 processo - 6
chapas).
QUANTI-
DADE
1
1
1
ITEM
4
5
6
1
2
3
4
DENOMINAÇÃO
Slides para alvenaria
Coleção de slides sobre: alvenaria de pedra (seqüência de execução 3 chapas);
alvenaria de tijolos (seqüência de execução 4 chapas); de concreto ^seqüência de
execução 4 chapas).
Slides para andaimes
Coleção de slides sobre: andaimes externos de madeira; andaimes externos
tubulares (Mill's); andaimes externos em seções (Hércules); andaimes externos
móveis para estucador; andaimes externos móveis para pintor (Jaú).
Slides para pisos e vigamentos
Coleção de slides sobre: soalho de tacos (seqüência de execução 3 chapas);
soalho de frisos (seqüência de execução 3 chapas); pavimento de cerâmica
(seqüência de execução 3 chapas); pavimentação de ladrilhos hidráulicos
(seqüência de execução 2 chapas); pavimentação em marmorite (seqüência de
execução 4 chapas); pavimentação em mármore (seqüência de execução - 3
chapas); pavimentação cimentada (seqüência de execução — 2 chapas).
FILMES
Filme sobre terraplenagem
0 filme deve mostrar o terreno em seu estado original com características que
tornem necessárias opções de corte e aterros. As fases dos cortes, aterros e
transportes devem ser apresentadas nos processos manual e com máquinas. Na fase
seguinte, o filme deve mostrar os processos de aberturas de cavas no terreno, a
compactação do terreno, bem como o escoramento e esgotamento, destacando as
medidas de segurança nas operações.
Filme sobre argamassas
0 filme deve inicialmente apresentar os elementos componentes para
argamassas com controle de dosagem; a seguiro mostradas as fases de preparação
(mistura seca, adição de água, arrossamento), destacando-se o aspecto final de uma
boa argamassa.
Filme sobre revestimento
0 filme deve mostrar a seqüência do preparo da superfície (chapisco, emboco,
reboco), aplicação do material e acabamento, para os seguintes revestimentos:
pedras; pastilhas; cerâmica; revestimento interno de azulejos; revestimento interno
de laminados; revestimento interno de lambril de madeira.
Filme sobre pintura
0 filme deve mostrar a seqüência do preparo da superfície, a aplicação da
pintura e o acabamento, nos seguintes casos: pintura para alvenarias; pintura para
madeira; pintura para metais; pintura para materiais diversos.
QUANTI-
DADE
1
1
1
1
1
1
1
QUADRO 16
CARACTERIZAÇÃO DO MOBILIÁRIO E DO EQUIPAMENTO
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
SALA AMBIENTE DE ELETRICIDADE E CONSTRUÇÃO CIVIL
(?) QUANT.
1
RELACIONAR, EM TERMOS GERAIS, SEM DETALHES DE ESPECIFICAÇÃO E NA
ORDEM SEGUINTE: MOBILIÁRIO - EQUIPAMENTO DE GRANDE PORTE - INS-
TALAÇÕES FIXAS - APARELHAGEM-INSTRUMENTAL - FERRAMENTAL -
MATERIAL DE CONSUMO - MATERIAL DIDÁTICO
ITEM
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
1
2
3
4
DENOMINAÇÃO
AMOSTRAS
Mostruários de terrenos para construção
Mostruário com amostras de rochas siliciosas.
Mostruário com amostra de rochas calcárias.
Mostruário com amostras de rochas argilosas.
Mostruários de ensaios dos materiais.
Mostruário com peças avulsas dos diferentes tipos de tijolos, lajotas e elementos
vazados, em barro e concreto.
Mostruário de peças avulsas de madeira de lei, empregadas na construção civil.
Mostruário com pedras britadas.
Mostruário com peças avulsas de perfis de ferro e alumínio.
Mostruário com vergalhões de aço.
Mostruários de coberturas
Telhas francesas.
Telhas canal (oea).
Telhas cimento-amianto dos tipos: meio tubo; ondulada; canaleta; modulada;
cumeeira;grampos para fixação de telhas (conjunto).
MODELOS REDUZIDOS
Modelos reduzidos para cobertura
Modelo reduzido, em madeira de lei, do madeiramento do telhado, para uma
planta baixa em L, tendo uma extremidade com tacaniça e outra com empeña.
Modelo reduzido de uma tesoura.
Modelo reduzido dos encaixes: linha X perna; pendurai X perna X cumeeira; escora
(asna) X pendurai (conjunto).
Modelo reduzido de uma fixação pendurai meia-tesoura.
QUANTI
DADE
1
1
1
1
1
1
1
1
2
2
1
1
1
1
1
ITEM
5
6
7
8
9
10
11
12
DENOMINAÇÃO
Modelo reduzido de calha com condutor para: beirai, platibanda e rincão (conjunto).
Modelos reduzidos para esquadrias
Modelo reduzido de uma porta mista, com vidro, veneziana e almofadas.
Modelo reduzido de quadros com veneziana: com palheta embutida; com
palheta a face; com palheta saliente (conjunto).
Modelo reduzido de janela de correr, com 2 folhas: uma com vidro e outra com
veneziana.
Modelo reduzido de janela guilhotina com contrapesos.
Modelo reduzido de s<imh!aduras: meia madeira simples; meia madeira dupla;
meia esquadria; meia madeira com rabo de andorinha; ligação com espiga de encaixe;
respiga e rasgo; de malheis (conjunto).
Modelos reduzidos de pisos e vigamentos
Modelos reduzidos de formas para vigas: internas; externas; retangular; em T
(conjunto).
Modelo reduzido de forma para pilar.
QUANTI-
DADE
1
1
1
1
1
1
1
1
4 - CARACTERIZAÇÃO DOS AMBIENTES, SUAS CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO
E OUTROS ELEMENTOS INDISPENSÁVEIS AOS PROJETOS ARQUITETÔNICOS
Para a caracterização das dependências ou ambientes escolares é necessário considerarem-se
em primeiro lugar as atividades que neles se devem exercer, qualquer que seja a sua natureza. Em
realidade, só após a descrição das atividades específicas é que se torna possível passarão exame dos
elementos que irão compor cada dependência, quais as maneiras racionais de disposição e
H
e
utilização desses elementos, quantos e de que tipos deverão ser os postos nos quais serão executadas
as tarefas, quais as condições ambientais indispensáveis no interior da dependência e, por fim, a
quantidade de usuários da dependência e suas dimensões.
Após a análise das atividades é que ficará traçada a orientação para que se determinem todos os
demais elementos necessários, a fim de se definir como deve ser a dependência e como se planejará
sua organização interna.
Estão a seguir anexadas, como exemplos, as fichas de caracterização dos seguintes ambientes:
sala-ambiente para Administração, Comércio, Crédito e Finanças (quadro 17);
sala-ambiente para Química e Saúde (quadro 18);
sala-ambiente para Construção Civil e Eletricidade (quadro 19);
sala-ambiente para Desenho (quadro 20).
As listas das dependências escolares, agrupadas por conjunto, com as características essenciais,
estão apresentadas nos seguintes quadros:
conjunto direção/administração (quadro 21);
conjunto técnico-pedagógico (quadro 22);
conjunto pedagógico (quadro 23);
conjunto de serviços (quadro 24);
conjunto de recreação e assistência (quadro 25).
O quadro 26 apresenta o resumo das áreas do estabelecimento.
QUADRO 17
CARACTERIZAÇÃO DO AMBIENTE
DENOMINAÇÃO
SALA-AMBIENTE PARA ADMINISTRAÇÃO, COMÉRCIO, CRÉDITO E
FINANÇAS
SETOR
CONJUNTO PEDAGÓGICO
RELAÇÕES PRINCIPAIS
Circulação geral
Sala-ambiente de mecanografia
OCUPANTES E RESPECTIVAS QUANTI-
DADES
PERMANENTES: 41
EVENTUAIS:
FOLHAI
©QUANTI-
DADE 2
4)NATUREZA DAS ATIVIDADES
Aulas expositivas e trabalhos de grupos
(7)ÂREAS ESTIMADAS
POR OCUPANTE PERMANENTE: 2,00 m
2
POR OCUPANTE EVENTUAL: - m
2
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
1 - SOBRE CONDIÇÕES AMBIENTAIS:
Afastamento das áreas de maior ruído
Indice de iluminamento: 250 a 500 lux
Tipo de iluminação: difusa
Cor das paredes: clara
Cor do teto: branca
Condições de ventilação: normais
2 - SOBRE INSTALAÇÕES DE UTILIDADES (ÃGUA, ELETRICIDADE, VAPOR, GÂS,
ETC):
1 tomada de corrente monofásica, próxima ao quadro de giz
1 tomada de corrente monofásica na parede frontal ao quadro de giz
2 tomadas de corrente monofásica na proximidade das mesas das máquinas de
escrever
3 - SOBRE ASPECTOS ARQUITETÔNICOS:
Dimensões: conforme módulo escolhido, por exemplo, 7,50X11,25m
Pé direito: 2,60 a 3,00m
Piso: madeira
Paredes: pintadas
(9) ESPAÇO PARA LAYOUT- INDICAR FLUXO DE OPERAÇÕES
ESCALA 1:100
® EQUIPAMENTOS
CÕDI
GO
1
2
3
DISCRIMINAÇÃO
Copiador a álcool
Máquina de calcular
Máquina de escrever
QUANT.
1
1
2
P. ELÉT.(VA)
UNII
TOT.
DIMENSÕES
11 MOBILIÁRIO
D
GO
1
2
3
4
5
6
7
8
9
DISCRIMINAÇÃO
Quadro de giz
Mesa do professor
Cadeira do professor
Cadeira para alunos
Carteira
Mesa para máquina de escrever
Balcão arquivo
Armário de madeira
Armário deo
QUANT.
1
1
1
42
40
2
1
2a8
2
DIMENSÕES
3,00X1,50
1,20X0,70X0,78
0,60X0,40X0,70
1,00X0,50X0,70
1,50X0,70X1,10
0,75X0,40X2,00
1,00X0,40X2,00
OBSERVAÇÃO: QUANDO INSUFICIENTES OS CAMPOS DESTA FACE DA FICHA, UTILIZAR A FOLHA 2
QUADRO 18
8) RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
1 - SOBRE CONDIÇÕES AMBIENTAIS:
Afastamento das áreas de maior ruído
índice de iluminamento: 250 a 500 lux
Tipo de iluminação: difusa
Cor das paredes: clara
Cor do teto: branca
Condições de ventilação: normais
2 -SOBRE INSTALAÇÕES DE UTILIDADES (ÁGUA, ELETRICIDADE, VAPOR, GÁS,
ETC):
Bancada do professor com pia, ponto de eletricidade e ponto des
Bancada-armário com pias, pontos de eletricidade e ponto des
Bancada com coifa, com ponto de eletricidade e ponto des
Tomada de corrente monofásica, na parede oposta ao quadro de giz
3 - SOBRE ASPECTOS ARQUITETÔNICOS:
Dimensões: conforme módulos escolhidos, por exemplo, 7,50X15,00m
Pé direito: 2,80 a 3,00m
Piso: cerâmica
Paredes: revestidas com azulejos
CARACTERIZAÇÃO DO AMBIENTE
©DENOMINAÇÃO
SALA-AMBIENTE PARA QUÍMICA E SAÚDE
3)SETOR
CONJUNTO PEDAGÓGICO
©RELAÇÕES PRINCIPAIS
Circulação geral
©OCUPANTES E RESPECTIVAS
QUANTIDADES
PERMANENTES: 41
EVENTUAIS: -
FOLHA I
2) QUANTI-
DADE 1
©NATUREZA DAS ATIVIDADES
Aulas expositivas e trabalhos de grupos
7)ÁREAS ESTIMADAS
POR OCUPANTE PERMANENTE: 2,75 m
2
POR OCUPANTE EVENTUAL: - m
2
(9) ESPAÇO PARA LA YOUT -INDICAR FLUXO DE OPERAÇÕES
ESCALA 1:100
(10) EQUIPAMENTOS
CÔDI
GO
DISCRIMINAÇÃO
QUANT.
P. ELÉT.(VA)
UNIT.
TOT
DIMENSÕES
11) MOBILIÁRIO
CODI
GO
1
2
3
4
5
6
7
8
9
DISCRIMINAÇÃO
Quadro de giz
Bancada do professor
Cadeira do professor
Cadeira para alunos
Carteira
Armário deo
Bancada com coifa
Prateleiras
Bancada-armario com pias
QUANT.
1
1
1
40
40
3
1
1
DIMENSÕES
3,00X1,50
1,20X0,70X0,78
0,60X0,40X0,70
1,00X0,40X2,00
1,20X0,70X0,80
7,50X0,50X0,80
OBSERVAÇÃO: QUANDO INSUFICIENTES OS CAMPOS DESTA FACE DA FICHA, UTILIZAR A FOLHA 2
QUADRO 19
CARACTERIZAÇÃO DO AMBIENTE
©DENOMINAÇÃO
SALA-AMBIENTE DE CONSTRUÇÃO CIVIL E ELETRICIDADE
3)SETOR
CONJUNTO PEDAGOGICO
©RELAÇÕES PRINCIPAIS
Circulação geral
Sala-ambiente de Desenho
©OCUPANTES E RESPECTIVAS
QUANTIDADES
PERMANENTES: 41
EVENTUAIS:
FOLHA I
©QUANTI-
DADE 1
©NATUREZA DAS ATIVIDADES
Aulas expositivas e trabalhos de
grupos
©AREAS ESTIMADAS
POR OCUPANTE PERMANENTE: - 2,75m
2
POR OCUPANTE EVENTUAL: - m
2
8) RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
1 - SOBRE CONDIÇÕES AMBIENTAIS:
Afastamento aas áreas de maior ruído
índice de iluminamento: 250 a 500 lux
Tipo de iluminação: difusa
Cor das paredes: clara
Cor do teto: branca
Condições de ventilação: normais
2 - SOBRE INSTALAÇÕES DE UTILIDADES (AGUA, ELETRICIDADE, VAPOR, GÁS,
ETC):
Ponto de eletricidade monofásico e trifásico, próximo do quadro de giz
Ponto de eletricidade monofásico, na parede oposta ao quadro de giz
Torneira e ralo próximos ao quadro de giz
3 - SOBRE ASPECTOS ARQUITETÔNICOS:
Dimensões: conforme módulo escolhido, por exemplo, 7,50X15,OOrn
Pé direito: 2,80 a 3,00m
Piso: cerâmica
Paredes: pintadas
ESPAÇO PARA LAYOUT- INDICAR FLUXO DE OPERAÇÕES
ESCALA 1:100
OBSERVAÇÃO QUANDO INSUFICIENTES OS CAMPOS DESTA FACE DA FICHA, UTILIZARA FOLHA 2
(©EQUIPAMENTOS
GO
E1
E2
E3
E4
11) M
CÕDI
GO
1
2
3
4
5
6
7
DISCRIMINAÇÃO
Torre para instalações hidráulicas
Console para circuitos e máquinas elétricas
Console para instalações elétricas
Armário para módulos
QUANT.
I
1
1
1
P. ELÉT.(VA)
UNIT.
1.000
1.000
1.000
TOT.
1.000
1.000
1.000
DIMENSÕES
OBILIÀRIO
DISCRIMINAÇÃO
Quadro de yiz
Mesa do professor (bancada)
Cadeira do professor
Cadeira para aluno
Carteira
Armário deo
Prateleiras
QUANT.
1
1
1
40
40
10
DIMENSÕES
3,00X1,50
1,20X0,70X0,78
0,60X0,40X0,70
1,00X0,40X2,00
QUADRO 20
CARACTERIZAÇÃO DO AMBIENTE
1)DENOMINAÇÂO
SALA-AMBIENTE PARA DESENHO
3)SETOR
CONJUNTO PEDAGÓGICO
5 RELAÇÕES PRINCIPAIS
Circulação geral
Sala-ambiente de Construção Civil e Eletricidade
©OCUPANTES E RESPECTIVAS
QUANTIDADES
PERMANENTES: 41
EVENTUAIS:
FOLHA 1
(2)QUANT.
1
©NATUREZA DAS ATIVIDADES
Trabalho individual na execução de desenhos
©AREAS ESTIMADAS
POR OCUPANTE PERMANENTE: 2.75m
2
POR OCUPANTE EVENTUAL: - m
2
8)RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
1 - SOBRE CONDIÇÕES AMBIENTAIS:
Afastamento das áreas de maior ruído
Indice de iluminamento do local: 250 a 500 lux
Indice de iluminamento nas pranchetas: 500 a 1000 lux
Tipo de iluminação geral: difusa
Tipo de iluminação complementar: localizada, direta, sem ofuscamento
Cor das paredes: clara
Cor do teto: branca
2 - SOBRE INSTALAÇÕES DE UTILIDADES (ÁGUA, ELETRICIDADE, VAPOR, GÁS,
ETC):
Próximo ao quadro de giz, ponto de eletricidade monofásico
Na parede oposta ao quadro de giz, ponto de eletricidade monofásico
3- SOBRE ASPECTOS ARQUITETÔNICOS:
Dimensões: conforme módulo escolhido, por exemplo, 7,50X15,OOrn
Pé direito: 2,80 a 3,00m
Piso: madeira
Paredes: pintadas
10 EQUIPAMENTOS
CÓDI-
GO
DISCRIMINAÇÃO
QUANT.
P. ELÉT.(VA)
UNIT
TOT.
DIMENSÕES
11) MOBILIARIO
CÓDI-
GO
1
2
3
4
5
6
DISCRIMINAÇÃO
Quadro de giz
Mesa do professor
Cadeira do professor
Prancheta
Banco
Armário deo
QUANT.
1
1
1
40
40
2
DIMENSÕES
3,00X1,50
1,20X0,70X0,78
0,60X0,80X0,70
1,00X0,40X2,00
OBSERVAÇÃO: QUANDO INSUFICIENTES OS CAMPOS DESTA FACE DA FICHA, UTILIZAR A FOLHA 2
(9) ESPAÇO PARA LA YOUT - INDICAR FLUXO DE OPERAÇÕES ESCALA 1:100
QUADRO 21
Conjunto direção/administração
Area útil do conjunto: 160 m
2
OBSERVAÇÕES
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS
ÁREA
ESTIMADA
(m2)
QUANTIDADE
DE OCUPANTES
USUAIS
QUANTIDADE
DE
AMBIENTES
RELAÇÕES
PRINCIPAIS
DO AMBIENTE
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
FUNÇÕES PRINCIPAIS QUE NELE
SE EXERCEM
Previsão para:
telefone
sistema
de comunicação interna
duas
paredes que possibilitem a
fixação de quadros de celotex oi
cortiça, de 3,00X1,OOm
espaço
destinado a armário ou
estante
Previsão para:
telefone
sistema
de comunicação interna
duas
paredes que possibilitem a
fixação de quadros de celotex
ou cortiça, de 3,00X1,OOm
espaço
destinado a armário ou
estante
Previsão para:
telefone
sistema
de comunicação interna
duas
paredes que possibilitem a
fixação de quadros de celotex
ou cortiça, de 3,00X1,OOm
espaço
destinado a armários e
arquivos
dispositivos
de prevenção contra
incêndio
15
15
25
5
5
5
1
1
1
Sala
de espera
Sala do vice-
diretor
Sala
de reu-
niões
Secretaria
Sala
de espera
Sala
do diretor
Sala
de reu-
niões
Secretaria
Sala
do diretor
Sala
do vice-
diretor
Sala
de espera
Secretaria
Sala do diretor
Atendimento
individual ou a
pequenos grupos: alunos, pro-
fessores, funcionários, pais
de alunos, membros da comuni-
dade
Orientação,
supervisão e direção
de todas as atividades do
estabelecimento
Sala do vice-diretor
Atendimento
semelhante ao da
sala do diretor
Colaboração
com o diretor, em
todas as atividades
Substituição
do diretor, em
suas ausências ou impedimentos
Sala dos serviços de apoio
administrativo
Trabalhos
relacionados com
pessoal, contabilidade,
tesouraria, aquisição de materi-
ais, expediente em geral
Atendimento
individual ou a
pequenos grupos
1
2
3
CONJUNTO:
DIREÇÃO/ADMINISTRAÇÃO
QUADRO
21
OBSERVAÇÕES
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS
ÁREA
ESTIMADA
<m2)
QUANTIDADE
DE OCUPANTES
USUAIS
QUANTIDADE
DE
AMBIENTES
RELAÇÕES
PRINCIPAIS
DO AMBIENTE
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
FUNÇÕES PRINCIPAIS QUE NELE
SE EXERCEM
Fácil acesso ao público, se possível
próximo à entrada principal.
Balcão para atendimento ao públi-
co e aos alunos.
Previsão para:
telefone
sistema
de comunicação interna
duas
paredes que possibilitem a
fixação de quadros de celotex ou
cortiça de 3,00X1,OOm
dispositivos
de prevenção contra
incêndio
espaço
destinado a armários e
arquivos
dispositivo
de prevenção contra
incêndio
facilidade
de acesso a veículos
de carga
prever
sistema de comunicação
interna
mobiliário
adequado para esto-
cagem de material
dispositivos
de prevenção contra
incêndio
40
15
30
8
1
1
1
1
1
Circulação
geral
Sala do di-
retor
Sala
do vice-
diretor
Depósito-ar-
quivo
Acesso
exter-
no
Sala
dos ser-
viços de
apoio admi-
nistrativo
Serviço
de
apoio admi-
nistrativo
Secretaria
Acesso
ex-
terno para
carga e des-
carga de
material
Circulação
geral
Secretaria
Atendimento
ao público e aos
alunos (matrículas, transferên-
cias, etc.)
Atividades
administrativas
(correspondência, registro e
arquivos escolares)
Depósito de material de expediente
e arquivo
Arquivamento
de documentos
Almoxarifado geral
Controle
do patrimônio
Estocagem
do material de con-
sumo do estabelecimento
4
5
6
CONJUNTO: DIREÇÃO/ADMINISTRAÇÃO QUADRO 21
OBSERVAÇÕES
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS
ÁREA
ESTIMADA
Im2|
QUANTIDADE
DE OCUPANTES
USUAIS
QUANTIDADE
DE
AMBIENTES
RELAÇÕES
PRINCIPAIS
DO AMBIENTE
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
FUNÇÕES PRINCIPAIS QUE NELE
SE EXERCEM
prever
espaço suficiente para
mobiliário próprio
em
cada sanitário prever: 1 bacia,
1 mictório, 1 lavatorio
em
cada sanitário prever: 1 bacia,
1 lavatorio
10
5
5
4
1
Acesso
externo
Sala
do diretor
Sala
do vice-
diretor
Secretaria
Sala
dos ser-
viços de apoio
administrativo
Sala de espera
Sanitários para funcionários
Sanitários para funcionárias
7
8
g
CONJUNTO: DIREÇÃO/ADMINISTRAÇÃO
QUADRO 21
QUADRO 22
Conjunto técnico-pedagógico
Área útil do conjunto: 425 m'
OBSERVAÇÕES
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS
ÁREA
ESTIMADA
<m2)
QUANTIDADE
DE OCUPANTES
USUAIS
QUANTIDADE
DE
AMBIENTES
RELAÇÕES
PRINCIPAIS
DO AMBIENTE
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
FUNÇÕES PRINCIPAIS QUE NELE
SE EXERCEM
Previsão para acomodar:
o
chefe do setor
o
coordenador da área de
educação geral
o
coordenador da área de
formação especial
um
secretário, escrevente-dati-
lógrafo
quatro
usuários transitórios
Previsão para:
telefone
sistema
de comunicação interna
paredes
parcialmente livres
para colocar 2 quadros de
celotex ou cortiça de 3,00X1,00m
1 quadro de giz de 3,00X
1,00m
espaço
para arquivos deo e
estantes moduladas
Previsão para:
trabalho
simultâneo de até 20
professores
acomodar
o mobiliário necessá-
rio
mesas
para confecção de material
gráfico
local
para teste de material
audiovisual
escurecimento
da sala para testes
de projeção
30
40
9
20
1
1
Sala
de re-
cursos
didáticos
Circulação
gerai
Sala
do chefe
do setor de
ensino
Depósito
de
material de
ensino
Sala
dos
professores
Biblioteca
Sala do chefe do setor de ensino
Coordenação
das atividades de
ensino
Orientação
e controle do pro-
gresso dos alunos
Coordenação
do material
didático e fontes de informação
Atendimento
individua! e a
pequenos grupos
Sala de recursos didáticos
Preparação
de material de ensino
Execução
de trabalhos por
professores
Teste
de material audiovisual
Pequenos
reparos
Preparação
de aulas
Avaliação
de trabalhos dos
alunos
1
2
CONJUNTO: TÉCNICO-PEDAGÓGICO QUADRO 22
OBSERVAÇÕES
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS
AREA
ESTIMADA
<m2)
QUANTIDADE
DE OCUPANTES
USUAIS
QUANTIDADE
DE
AMBIENTES
RELAÇÕES
PRINCIPAIS
DO AMBIENTE
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
FUNÇÕES PRINCIPAIS QUE NELE
SE EXERCEM
tomadas
de corrente distribuí-
das
lavatorio
de fácil acesso
escaninhos
individuais para
guarda de material: cerca de 60
professores
uma das paredes deve possibili-
tar a colocação de um quadro de
giz de 3,00X1,OOrn
proteção
contra incêndio
Previsão para:
armários
e prateleiras para guar-
da de material
segurança
proteção
contra incêndio
Previsão para:
prateleiras
para cerca de 4.000
livros
balcão
para uso do bibliotecário
e seu auxiliar
mobiliário
e espaço para 50
usuários do estabelecimento e 20
usuários da comunidade
iluminação
adequada
cuidado
especial com ruídos
exteriores
porta
de uso geral e outra de
emergência
20
130
1
50
1
1
Sala
de re-
cursos didá-
ticos
Ambientes
de ensino
Circulação
geral
Depósito do setor de recursos
didáticos
Guarda
de material de ensino
Manutenção
dos aparelhos
Biblioteca
Consultas
individuais aos livros
e publicações, por alunos,
professores e funcionários
Trabalhos
individuais ou em
grupos, que dependam de con-
sultas aos livros ou publicações
Estudos
Consultas
a livros ou publicações
por membros da comunidade
3
4
CONJUNTO: TÉCNICO-PEDAGÓGICO QUADRO 22
OBSERVAÇÕES
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS
AREA
ESTIMADA
(m2)
QUANTIDADE
DE OCUPANTES
USUAIS
QUANTiDADE
DE
AMBIENTES
RELAÇÕES
PRINCIPAIS
DO AMBIENTE
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
FUNÇÕES PRINCIPAIS QUE NELE
SE EXERCEM
proteção
contra incêndio
sistema
de comunicação interna
telefone
espaço
nas paredes que
possibilite a fixação de quadro
de celotex ou cortiça de 2,00X
1,00m
segurança
controle
Previsão para:
mesa
e cadeiras para reuniões de
até 12 pessoas
quadro
de giz em uma das pare-
des
Previsão para:
colocação
de conjuntos sofá e
poltronas
mesa
e cadeiras para reunião de
até 20 pessoas
sistema
de comunicação interna
telefone
colocação,
numa das paredes, de
quadro de celotex ou cortiça
de 3,00X1,OOrn
20
60
12
20
1
1
Circulação
geral
Sala
dos
professores
Sala
do
chefe do
setor de
ensino
Sala
de re-
cursos didá-
ticos
Ambientes
de ensino
Sala de reuniões
Reuniões
do diretor, ou do
vice-diretor, ou de chefes dos
setores, com o pessoal
docente, administrativo, pais de
alunos ou membros da
comunidade
Sala dos professores
Permanência
dos professores
durante os intervalos
Reuniões
de comissões ou de
grupos numerosos
Estudos,
pianos de aulas, corre-
ção de provas, pelos professores
5
6
CONJUNTO: TÉCNICO-PEDAGÓGICO QUADRO 22
CONJUNTO: TÉCNICO-PEDAGÓGICO
QUADRO 22
OBSERVAÇÕES
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS
AREA
ESTIMADA
(m2)
QUANTIDADE
DE OCUPANTES
USUAIS
QUANTIDADE
DE
AMBIENTES
RELAÇÕES
PRINCIPAIS
DO AMBIENTE
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
FUNÇÕES PRINCIPAIS QUE NELE
SE EXERCEM
Previsão para:
privacidade
isolamento
acústico
colocação
nas paredes de 2
quadros de celotex ou cortiça de
3,00X1,OOm
sistema
de comunicação interna
telefone
Previsão para:
isolamento
acústico
mesa
de 4 lugares
privacidade
Previsão para:
espaço
para arquivos deo e
estantes
segurança
privacidade
Utilizar,
se possível,
áreas
de circula-
ção geral, provendo-as de bancos e
cadeiras
Previsão para:
controle
visual sobre os ambientes
15X2
7,5X2
15
15
15
6
4
2
7
5
2
2
1
1
1
Secretaria
do setor
Circulação
geral
Circulação
geral
Secretaria
do
setor
Sala
dos
orientadores
Saletas
pa-
ra entrevistas
Sala
dos
orientadores
Circulação
geral
Circulação
geral
Sala para orientador educacional
Atendimento
individual ou a
pequenos grupos de alunos,
professores e pais de alunos
Saleta para entrevistas individuais
Orientação
escolar, vital e
vocacional
Atendimento
individual
Secretaria do setor de orientação
educacional
Trabalhos
de datilografia
Arquivo
de documentos
Sala de espera do setor de orienta-
ção educacional
Sala do coordenador de turno
Supervisão
das atividades dis-
centes em cada turno
7
8
9
10
11
OBSERVAÇÕES
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS
ÁREA
ESTIMADA
(m2)
QUANTIDADE
DE OCUPANTES
USUAIS
QUANTIDADE
DE
AMBIENTES
RELAÇÕES
PRINCIPAIS
DO AMBIENTE
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
FUNÇÕES PRINCIPAIS QUE NELE
SE EXERCEM
de ensino, se possivel
comunicação
interna
telefone
colocação,
numa parede, de qua-
dro de celotex ou cortiça de
3,00X1, OOm
Previsão para:
sistema
de comunicação interna
paredes
que permitam a coloca-
ção de 2 quadros em celotex ou
cortiça de 3,00X1,OOm cada
espaço
para arquivos
Em cada sanitário prever: 1 bacia,
1 mictório, 1 lavatorio
Em cada sanitário prever: 1 bacia,
1 lavatorio
20
7,5
7.5
8
1
Ambientes
de ensino
Salas
dos
orientadores
Circulação
geral
Atendimento
a pequenos grupos,
ou a pessoas isoladamente
Sala para coordenador de atividades
extraclasse
Planejamento
e programação
das atividades
Atendimento
individual e a
pequenos grupos
Sanitários para funcionários
Sanitários para funcionárias
12
13
14
CONJUNTO: TÉCNICO-PEDAGÓGICO QUADRO 22
QUADRO 23
Conjunto pedagógico
Àrea útil do conjunto: 1 969m
2
OBSERVAÇÕES
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS
ÁREA
ESTIMADA
(m2)
QUANTIDADE
DE OCUPANTES
USUAIS
QUANTIDADE
DE
AMBIENTES
RELAÇÕES
PRINCIPAIS
DO AMBIENTE
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
FUNÇÕES PRINCIPAIS QUE NELE
SE EXERCEM
Previsão para:
possibilidade
de composição
variada do mobiliário
afastamento
das áreas de maior
ruído
quadro
de giz
ponto
de eletricidade monofásico
próximo ao quadro de giz e
outro na parede oposta
Previsão para:
tablados
de madeira com
diferentes dimensões
depósito
paredes
laváveis
tela
de projeção
possibilidade
de obscurecer a
sala
diferentes
pontos de eletricidade
monofásicos
56X14
90
41
41
14
1
Circulação
geral
Circulação
geral
Sala de aula comum
Atividades
relacionadas com o
ensino da Língua Portuguesa e
Literatura Brasileira, História,
Geografia, Moral e Cívica,
Organização Social e Política,
Matemática, Religião
Atividades
de orientação
educacional coletiva
Sala de artes
Atividades
de Artes Plásticas,
Música, Teatro, etc.
1
2
CONJUNTO: PEDAGÓGICO QUADRO 23
OBSERVAÇÕES
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS
ÁREA
ESTIMADA
(m2)
QUANTIDADE
DE OCUPANTES
USUAIS
QUANTIDADE
DE
AMBIENTES
RELAÇÕES
PRINCIPAIS
DO AMBIENTE
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
FUNÇÕES PRINCIPAIS QUE NELE
SE EXERCEM
Previsão para:
bancada
para professor com pia,
ponto de eletricidade monofásico
e trifásico, ponto des
dez
mesas para quatro alunos
cada uma, de preferência
próximas das paredes, para
serem alimentadas com
eletricidade, água es
bancada-armário,
com pias,
pontos de eletricidade e des
Possibilidade
de escurecimento
tela
de projeção
Previsão para:
bancada
com pia, ponto de
eletricidade monofásico, ponto
de
s
estante
para material
Observação: A sala será de uso
comum para dois
laboratórios.
área
descoberta isolada dos
espaços livres da escola
No jardim de ciências haverá:
criação
de animais mantidos em
gaiolas afastadas do chão e
2X115
30
300
41
5
2
1
1
Circulação
geral
Sala
de prepara-
ção e depósito
Jardim
de ciên-
cias
Laboratório
de ciências
Laboratório
de ciências
Laboratório de Ciências Físicas e
Biológicas
Demonstrações
realizadas pelo
professor e alunos
Experimentos
realizados pelos
alunos
Projeções
Atividades
que visem a dar ao
aluno: compreensão dos
problemas técnico-científicos;
desenvolvimento do pensamento
operacional; desenvolvimento
do espírito científico, capaci-
dade de observação, anáhse e
síntese
Sala de preparação e depósito
Preparação
de aulas
Guarda
de material e equipa-
mento científico
Guarda
de conjuntos montados
para experiências
Jardim de ciências
0 jardim de ciências destina-se a:
Manter
plantas e animais para
estudo
Observações
e experimentos que
3
4
5
CONJUNTO: PEDAGÓGICO QUADRO 23
OBSERVAÇÕES
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS
ÁREA
ESTIMADA
(m2)
QUANTIDADE
DE OCUPANTES
USUAIS
QUANTIDADE
DE
AMBIENTES
RELAÇÕES
PRINCIPAIS
DO AMBIENTE
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
FUNÇÕES PRINCIPAIS QUE NELE
SE EXERCEM
cobertas por um telheiro (três
conjuntos por laboratório)
tanques
cercados por tela
bancada
de cimento coberta
por telheiro, para observações
pontos
de luz
horta
(3 canteiros por laborató-
rio)
horto
e aquários
0 horto deverá ter uma cobertura
para cultivo de plantas mais
sensíveis à luz e calor.
Os aquários devem ser protegidos e
possuir instalações para uso de
bombas de ar.
Prever prateleiras, mesas, pia, pon-
tos de luz e ponto de eletricidade
Previsão para:
instalação
para 40 máquinas de
escrever comuns
instalação
para 2 máquinas de
escrever elétricas
Previsão para:
quadro
de giz
tela
de projeção
15
90
115
1
41
41
1
1
1
Jardim
de
ciências
Salas-ambi-
ente do se-
tor terciá-
rio
Circulação
geral
Salas
do se-
tor secun-
dário
devam ser realizados em áreas
livres
Depósito de material e equipamen-
to para o jardim de ciências
Sala de mecanografia
Treinamento
em datilografia
Sala de Desenho (básico e técnico)
Adestramento
no desenho à
o livre e com instrumentos
Elaboração
de plantas
6
7
8
CONJUNTO: PEDAGÓGICO QUADRO 23
OBSERVAÇÕES
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS
ÁREA
ESTIMADA
(m2)
QUANTIDADE
DE OCUPANTES
USUAIS
QUANTIDADE
DE
AMBIENTES
RELAÇÕES
PRINCIPAIS
DO AMBIENTE
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
FUNÇÕES PRINCIPAIS QUE NELE
SE EXERCEM
pranchetas
para 40 alunos
pontos
de eletricidade (um pró-
ximo do quadro de giz e outro
na parede oposta)
Previsão para:
quadro
de giz
tela
de projeção
pontos
de eletricidade (um próxi-
mo ao quadro de giz, um na pare-
de frontal ao quadro de giz,
dois próximos das mesas para
máquina de escrever)
aproveitamento
das paredes
para colocação de quadros de
celotex
Previsão para:
bancada
do professor com pia,
ponto de eletricidade e ponto
de
s
bancada-armario
com pias, pon-
tos de eletricidade e pontos
de
s
bancada
com coifa, ponto de
eletricidade e ponto des
tomada
de corrente na parede
oposta à do quadro de giz
2X85
115
41
41
2
1
Circulação
geral
Circulação
geral
Circulação
geral
Representação
de elementos
mecânicos, elétricos e de cons-
trução civil
Sala-ambiente para Comércio,
Administração, Crédito e Finanças
Registros
contábeis em livros e
máquinas
Preenchimento
de fichas e
formulários
Arquivamento
de fichas e
documentos
Operações
com máquinas de
calcular
Trabalho
de documentação e
apoio
Expediente
e administração
Trabalhos
em grupos
Montagem
de projetos
Sala-ambiente para Química e
Saúde
Aulas
expositivas
Demonstrações
por parte do
professor e dos alunos
Trabalhos
de grupos
9
10
CONJUNTO: PEDAGÓGICO QUADRO 23
OBSERVAÇÕES
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS
ÁREA
ESTIMADA
(m2)
QUANTIDADE
DE OCUPANTES
USUAIS
QUANTIDADE
DE
AMBIENTES
RELAÇÕES
PRINCIPAIS
DO AMBIENTE
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
FUNÇÕES PRINCIPAIS QUE NELE
SE EXERCEM
Previsão para:
ponto
de eletricidade monofási-
co e trifásico próximo ao quadro
de giz
ponto
de eletricidade monofásico
na parede oposta ao quadro de
giz
torneira
e ralo próximos ao
quadro de giz
Previsão para:
ambiente
de trabalho para 4
professores
sanitários
e chuveiros para pro-
fessores (1 masculino e 1 femi-
nino)
sistema
de comunicação interna
Previsão para:
armários
para guarda de material
segurança
115
20
15
41
4
1
1
1
Circulação
geral
Circulação
geral
Campo
de
Educação
Física
Vestiários
Área
cober-
ta para re-
creio e abri-
go
Sala
de Edu-
cação Física
Campo
de
Educação
Física
Circulação
geral
Sala-ambiente para Construção
Civil e Eletricidade
Aulas
expositivas
Demonstrações
por parte do
professor e dos alunos
Trabalhos
de grupos
Sala de Educação Física
Preparação
de aulas e programa-
ção de atividades esportivas e
recreativas
Depósito de Educação Física
Guarda
de material destinado à
Educação Física
11
12
13
CONJUNTO: PEDAGÓGICO QUADRO 23
OBSERVAÇÕES
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS
ÁREA
ESTIMADA
(m2)
QUANTIDADE
DE OCUPANTES
USUAIS
QUANTIDADE
DE
AMBIENTES
RELAÇÕES
PRINCIPAIS
DO AMBIENTE
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
FUNÇÕES PRINCIPAIS QUE NELE
SE EXERCEM
Previsão para:
10
chuveiros, 1 lavatorio, 1 bacia
aquecimento
para chuveiros
(em zonas de clima frio)
instalações
para guarda de roupa
e pertences dos alunos
Previsão para:
10
boxes com chuveiros (uso in-
dividual), 1 lavatorio e uma
bacia
aquecimento
para chuveiros
(em zonas de clima frio)
instalações
para guarda de roupa
e pertences das alunas
Previsão para:
equipamento
para prática de
Educação Física: barras duplas,
caixas para salto
2
quadras cimentadas para uso
múltiplo: vôlei, basquete, fute-
bol de salão
campo
de futebol
instalações
para prática de atle-
tismo
Previsão para:
localização
adequada para apoio
aos vestiários de Educação Física
45
45
45
1
1
1
Campo
de
Educação
F ísica
Campo
de
Educação
F ísica
Sala
de Edu-
cação Física
Área
cober-
ta para re-
creio e abrigo
Vestiários e chuveiros para o setor
de Educação Física (masculino)
Vestiários e chuveiros para o setor
de Educação Física (feminino)
Campo de Educação Física, espor-
tes e recreação
Aulas
de Educação Física e ativi-
dades esportivas
Recreação
Sanitários para a/unos
14
15
16
17
CONJUNTO: PEDAGÓGICO QUADRO 23
OBSERVAÇÕES
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS
ÁREA
ESTIMADA
<m2)
QUANTIDADE
DE OCUPANTES
USUAIS
QUANTIDADE
DE
AMBIENTES
RELAÇÕES
PRINCIPAIS
DO AMBIENTE
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
FUNÇÕES PRINCIPAIS QUE NELE
SE EXERCEM
10
bacias, 10 mictórios,
10 lavatorios
Previsão para:
localização
adequada para
apoio aos vestiários de Educação
Física
15
bacias, 10 lavatorios
45
1
Vestiários
e
chuveiros
Circulação
geral
Área
coberta
para recreio
e abrigo
Vestiários
e
chuveiros
Circulação
geral
Sanitários para alunas
18
CONJUNTO: PEDAGOGICO QUADRO 23
QUADRO 24
Conjunto de serviços
Área útil do conjunto: 65m
OBSERVAÇÕES
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS
ÁREA
ESTIMADA
(m2)
QUANTIDADE
DE OCUPANTES
USUAIS
QUANTIDADE
DE
AMBIENTES
RELAÇÕES
PRINCIPAIS
DO AMBIENTE
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
FUNÇÕES PRINCIPAIS QUE NELE
SE EXERCEM
Previsão para:
balcão
para atendimento às
pessoas
uma mesa de pequeno tamanho
sistema
de comunicação interna
telefone
Previsão para:
espaço
para cama, armário, pe-
quena mesa, kítchnette (pia e
fogão de 2 bocas)
sanitário
com bacia, 1 lavatorio,
1 box com chuveiro
ventilação
permanente e adequa-
da
Previsão para:
estantes
para guarda de material
de limpeza
ventilação
permanente
paredes
e piso de fácil limpeza
Previsão para:
bancada
de trabalho
equipamento
indispensável
pontos
de eletricidade
instalações
des
10
15
10
20
1
1
1
2
1
1
1
1
Entrada
do
estabeleci-
mento
Circulação
geral
Depósito
de
material
de limpeza
Apartamen-
to do zelador
Circulação
geral
Circulação
geral
Portaria
Controle
de acesso ao estabeleci-
mento
Recepção
de visitantes
Apartamento do zelador
Alojamento
de um funcionário
Depósito de material de limpeza
Guarda
de material de limpeza
Sala de manutenção
Atividades
de manutenção
do mobiliário e instalações do
estabelecimento
1
2
3
4
CONJUNTO: SERVIÇOS QUADRO 24
OBSERVAÇÕES
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS
ÁREA
ESTIMADA
<m2)
QUANTIDADE
DE OCUPANTES
USUAIS
QUANTIDADE
DE
AMBIENTES
RELAÇÕES
PRINCIPAIS
DO AMBIENTE
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
FUNÇÕES PRINCIPAIS QUE NELE
SE EXERCEM
Previsão para:
1
bacia, 1 mictório, 1 lavatorio,
1 box com chuveiro
área
para colocação de esca ni-
nhos individuais
Previsão para:
1
bacia, 1 lavatorio, 1 box com
chuveiro
área
para colocação de escani-
nhos individuais
5,0
5,0
—Depòsito de
material de
limpeza
Circulação
geral
Depòsito
de
material de
limpeza
Circulação
geral
Sanitários para serventes
(masculinos)
Sanitários para serventes
(femininos)
5
6
CONJUNTO: SERVIÇOS QUADRO 24
QUADRO26
Conjunto de recreação e assistência
Àrea útil do conjunto: 540 m
CONJUNTO: RECREAÇÃO E ASSISTÊNCIA QUADRO 25
OBSERVAÇÕES
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS
ÁREA
ESTIMADA
(m2)
QUANTIDADE QUANTIDADE
DE DE OCUPANTES
AMBIENTES USUAIS
RELAÇÕES
PRINCIPAIS
DO AMBIENTE
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
FUNÇÕES PRINCIPAIS QUE NELE
SE EXERCEM
Previsão para:
mesa
para reunião de até 10
pessoas
espaço
para arquivos e estantes
Previsão para:
mobiliário
adequado para guarda
dos materiais
balcão
para atendimento de até
2 pessoas, simultaneamente
sistema
de comunicação interna
segurança
e controle
segurança
contra incêndio
Previsão para:
mesa
ou bancada
geladeira
ou frigorífico
paredes
e pisos de fácil limpeza
ventilação
permanente e ade-
quada
ralo
para escoamento de água
prateleiras
para guarda de ali-
mentos
pia
segurança
20
15
30
1 20
1 5
1 3
Sala
do
coordenador
das atividades
extraclasse
Circulação
geral
Almoxarifa-
do
Circulação
geral
Área
cober-
ta para recre-
ação e abrigo
Circulação
geral
Despensa
Sala do grêmio estudantil
Atividades
culturais dos alunos
Cooperação
com o setor de
atividades extraclasse
Cooperativa
Posto
de venda para alunos:
material escolar
uniformes {se for previsto)
outros materiais a critério da
direção do estabelecimento
Cantina
Preparação
e fornecimento de
alimentação ligeira para alunos,
professores e funcionários
1
2
3
OBSERVAÇÕES
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS
ÁREA
ESTIMADA
(m2)
QUANTIDADE
DE OCUPANTES
USUAIS
QUANTIDADE
DE
AMBIENTES
RELAÇÕES
PRINCIPAIS
DO AMBIENTE
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE.
FUNÇÕES PRINCIPAIS QUE NELE
SE EXERCEM
Previsão para:
armários
e prateleiras
ventilação
permanente e adequa-
da
paredes
e pisos laváveis
segurança
Previsão para:
mobiliário
e equipamentos es-
pecíficos
sanitário
com lavatorio
privacidade
Previsão para:
mobiliário
e equipamentos espe-
cíficos
sanitários
com lavatorio
privacidade
Previsão para:
mobiliário
e equipamentos
específicos
sanitário
com lavatorio (comum
com o da sala de atendimen-
to médico)
privacidade
previsão
para sistema de comuni-
cação interna
20
20
20
15
2
2
1
1
1
1
1
1
Cantina
Circulação
geral
Áreas
de E-
ducação
Física
Enfermaria
Circulação
geral
Sala
de
atendimento
médico
Sala
de
atendimento
médico
Despensa
Guarda
de comestíveis e bebidas
Sala de atendimento médico
Atendimento
periódico de alu-
nos, professores e funcionários
Exame
biométrico dos alunos
Sala de atendimento odontológico
Atendimento
periódico de
alunos, professores e funcioná-
rios
Enfermaria
Atendimento
de emergência a
alunos, funcionários e professo-
res acidentados ou adoentados
4
5
6
7
CONJUNTO: RECREAÇÃO E ASSISTÊNCIA QUADRO 25
OBSERVAÇÕES
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
EXIGÊNCIAS AMBIENTAIS
ÁREA
ESTIMADA
(m2)
QUANTIDADE
DE OCUPANTES
USUAIS
QUANTIDADE
DE
AMBIENTES
RELAÇÕES
PRINCIPAIS
DO AMBIENTE
DENOMINAÇÃO DO AMBIENTE
FUNÇÕES PRINCIPAIS QUE NELE
SE EXERCEM
Previsão para:
paredes
de fácil conservação e
limpeza
piso
de fácil limpeza
bebedouros
em número sufi-
ciente
400
Circulação
geral
Sanitários
dos alunos
Cantina
Área coberta para recreio e abrigo
8
CONJUNTO: RECREAÇÃO E ASSISTÊNCIA QUADRO 25
CÁLCULO DA AREA TOTAL ESTIMADA
DO ESTABELECIMENTO DE ENSINO QUADRO 26
ITEM
1
2
3
4
5
DISCRIMINAÇÃO
Conjunto direção-administração
Conjunto técnico-pedagógico
Conjunto pedagógico
Conjunto de serviços
Conjunto de recreação e assistência
Total da área útil dos conjuntos, sem a circulação e as paredes
Área aproximada para circulação e paredes (30% da área útil total)
AREA TOTAL ESTIMADA
ÁREA
m
2
160
425
1.969*
65
.,540
3.159
948
4.107
% DA ÁREA
UTIL
5,07
13,45
62,33
2,06
17,09
100,00
*o estão incluídos em 1969m
2
: 1) 300m
2
de área descoberta do jardim de ciências
2) Área do campo de esportes
** Estão incluídos em 540m
2
: 400m
2
da área coberta para recreio e abrigo
5 - CARACTERIZAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS, COMPREENDENDO O CORPO
DOCENTE, A DIREÇÃO E O PESSOAL DE APOIO ADMINISTRATIVO
QUADRO 27
ITEM
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
1
2
3
4
5
6
7
8
9
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
CARGOS OU FUNCOES
CONJUNTO DIREÇÃO/ADMINISTRAÇÃO
Diretor
Vice-diretor
Secretário
Chefe do setor de apoio administrativo
Tesoureiro
Técnico em Contabilidade
Almoxarife
Arquivista-datilografo
Datilografo
Escrevente-datilógrafo
CONJUNTO TÉCNICO-PEDAGÓGICO
Chefe do setor de ensino (do quadro de docentes)
Encarregado do setor de recursos didáticos
Bibliotecário
Orientador educacional
Secretário do setor de orientação educacional
Orientador de turma (professor selecionado pelo orienta-
dor educacional e designado pelo diretor; acumula com a
docência)
Arquivista-datilógrafo
Escrevente-datilógrafo
Coordenador de atividades extraclasse (professor selecio-
nado pelo orientador educacional e designado pelo diretor;
acumula com a docência)
CONJUNTO PEDAGÓGICO
Professor de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira
Professor de Educação Artística
Professor de História
Professor de Geografia
Professor de Educação Moral e Cívica
Professor de Matemática
Professor de Ciências Físicas e Biológicas
Professor de Língua Estrangeira
Professor de Educação Física
Professor de Ensino Religioso (recursos humanos comu-
nitários)
Professor de Orientação Geral Coletiva (orientador de
turma)
Professor de Psicologia das Relações Humanas
Professor de Mecanografia
Professor de Desenho Básico
Professor da habilitação básica em Administração
Professor da habilitação básica em Comércio
FORMAÇÃO
EXIGIDA
Superior
Superior
Superior
2P grau
29 grau
2P grau
19 grau
19 grau
19 grau
1º grau
Superior
2º grau
Superior
Superior
29 grau
Superior
19 grau
19 grau
Superior
Licenciatura plena
Licenciatura plena
Licenciatura plena
Licenciatura plena
Licenciatura plena
Licenciatura plena
Licenciatura plena
Licenciatura plena
Licenciatura plena
Superior
Superior
Licenciatura plena
Licenciatura curta
Licenciatura plena
Licenciatura plena
Licenciatura plena
QUANT
1
2
1
2
2
2
2
2
2
4
2
2
2
4
2
2
2
8
2
2
3
2
9
8
6
4
2
1
1
1
2
2
QUADRO 27
ITEM
17
18
19
20
21
22
23
1
2
3
4
5
6
1
2
3
4
5
6
CARGOS OU FUNÇÕES
Professor da habilitação básica em Crédito e Finanças
Professor da habilitação básica em Saúde
Professor da habilitação básica em Química
Professor da habilitação básica em Eletricidade
Professor da habilitação básica em Construção Civil
Auxiliar de Educação Física
Auxiliar de Laboratório
CONJUNTO DE SERVIÇOS
Zelador
Porteiro
Vigia
Servente
Jardineiro
Encarregado de manutenção
CONJUNTO DE RECREAÇÃO E ASSISTÊNCIA
Encarregado da cooperativa
Encarregado da cantina
Servente
Médico
Dentista
Enfermeiro
FORMAÇÃO
EXIGIDA
Licenciatura plena
Licenciatura plena
Licenciatura plena
Licenciatura plena
Licenciatura plena
2º grau
2º grau
1P grau
19 grau
Primária
Primária
Primária
1º grau
1º grau
1º grau
Primária
Superior
Superior
29 grau
QUANT
2
2
2
2
2
2
2
1
2
2
10
1
1
2
2
4
1
1
3
ESTIMATIVAS PARCIAIS DE CUSTOS DE
IMPLANTAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR
ESTIMATIVA DE CUSTOS DA CONSTRUÇÃO, DOS MÓVEIS E DOS EQUIPAMENTOS
A estimativa destes custos está apresentada no quadro 28, tendo sido considerado de
Cr$ 1.600,00 o preço de cada metro quadrado de área construída e de 10% a desvalorização inflacio-
nária correspondente ao período entre o planejamento e a realização da obra.
As áreas estimadas dos diversos conjuntos, assim como a área total, constam de quadro 26.
Para facilitar o cálculo do custo estimativo dos móveis e dos equipamentos, o conjunto
pedagógico foi apresentado em forma detalhada.
A estimativa do custo dos móveis e dos equipamentos deve, em cada caso, ser feita com base em
pesquisa no mercado ou na utilização de valores correspondentes a estabelecimentos de ensino
semelhantes e de recente implantação. Os valores estimativos aqui adotados servem apenas como
ilustração, poiso relativos a determinada época.
ESPAÇOS ESCOLARES
Conj. direção/administração
Conj. técnico-pedagógico
Conj. pedagógico
Sala de aula
Sala de arte
- Lab. Ciências Fis. e Biológicas
Depósito para laboratório
- Depósito para jardim ciências
- Sala de mecanografia
Sala de desenho
- Comércio, Administração e Crédito
Sala Química e Saúde
- Sala Const. Civil e Eletricidade
Setor Educação Física
Sanitários
Conjuntos de serviços
Conjunto de recreação e assistência
Circulação e paredes
ALUNOS
POR
DEPEND.
-
-
40
40
40
-
-
40
40
40
40
40
-
-
-
-
-
QUANT.
DE
UNIDS.
1
1
14
1
2
1
1
1
1
2
1
1
1
1
1
1
-
ÁREA m
2
UNIT.
160
425
56
90
115
30
15
90
115
85
115
115
125
90
65
540
-
1 ÁREA TOTAL DA CONSTRUÇÃO E CUSTO (Obs. 1)
TOTAL
160
425
784
90
230
30
15
90
115
170
115
115
125
90
65
540
948
4.107
2 PREPARO DO TERRENO (12% do custo do itemi)
3 CUSTOS BÁSICOS
4 INFLAÇÃO NO CUSTO DA CONSTRUÇÃO (10% do item 3)
5 RESERVA TÉCNICA NO CUSTO DA CONSTRUÇÃO (10% do item 3)
6 DESPESAS com PROJETOS (6% do item 3)
7 AJUSTE DO CUSTO DOS MÓVEIS E DO EQUIPAMENTO (15% do item 3)
TOTAIS
ÁREA POR ALUNO (Obs.2) CUSTO POR ALUNO (0
m
2
Cr$
4 89 CONSTRUÇÃO: 11.039,61 MÓVEIÍ
CONSTRU
ÇÃO
6.571.200
788.544
7.359.744
735.974
735.974
441.584
9.273.276
3S. 2)
',: 742,02
CUSTO EM Cr$
MÓVEIS
40.000
80.000
210.000
15.000
48.000
4.000
1.000
20.000
30.000
25.000
25.000
15.000
3.000
-
6.000
20.000
524.000
81.300
623.300
EQUIPAMEN
EQUIPAM.
20.000
140.000
-
15.000
300.000
-
2.000
120.000
12.000
60.000
90.000
220.000
10.000
-
6.000
200.000
1.195.000
179.250
1.374.250
TO: 1.636,01
OBSERVAÇÕES
1 - Para o cálculo do custo da construção foi considerado o valor de Cr$ 1.600,00 por m
2
.
2 Área por aluno e custos por aluno sao referentes a:
matrícula por turno, para os estabelecimentos de ensino integrado;
capacidade utilizada, para os centros interescolares.
ESTIMATIVA DO CUSTO DE CONSTRUÇÃO, MOBILIÁRIO E EQUIPAMENTO
UNIDADE ESCOLAR: ESTABELECIMENTO DE ENSINO INTEGRADO DE 2P GRAU
ESTADO:
CIDADF-
BAIRRO:
MATRICULA
POR TURNO TOTAL
840
2.520
QUADRO 28
CAPACIDADE
NOMINAL UTILIZADA
- -
ESTIMATIVA DE CUSTO DA FORMAÇÃO E TREINAMENTO DOS RECURSOS HUMANOS
A estimativa de custo da formação e treinamento dos recursos humanos está apresentada no
quadro 29. Admitiu-se a hipótese de que o estabelecimento se ache localizado em cidade na qual as
faculdades preparam, em número suficiente, tanto os especialistas quanto os professores de educação
geral.
Somente alguns dos especialistas e alguns professores de educação geral teriam que freqüentar
curso de treinamento (atualização) com a duração de 300 horas.
Os professores das habilitações básicas, nao existentes no local, deverão ser formados em curso
de licenciatura plena. Entretanto, havendo necessidade premente destes docentes, seriam organizados
cursos, com a duração de 600 horas, destinados à iniciação dos candidatos no estudo da metodologia
e na utilização dos equipamentos específicos exigidos pelas habilitações básicas. A formação desses
candidatos deveria, posteriormente, ser continuada até que alcançassem a licenciatura plena.
O cálculo do custo unitário dos cursos obedeceu ao critério seguinte:
Custo médio da passagem: Cr$ 600,00
Custo hora do professor: Cr$ 75,00
Número de alunos por turma: 30
75,00
Custo hora do professor por aluno = = 2,50
30
CUSTO DO CURSO com DURAÇÃO DE 300 HORAS
Custo do professor: 2,50 X 300 = Cr$ 750,00
Passagem: Cr$ 600,00
Outras despesas: Cr$ 270,00
Bolsa (2 meses): Cr$ 10.000,00
TOTAL Cr$ 11.620,00
CUSTO DO CURSO com DURAÇÃO DE 600 HORAS
Custo do professor: 2,50 X 600 = Cr$ 1.500,00
Passagem: = Cr$ 600,00
Outras despesas: = Cr$ 500,00
Bolsa (4 meses): =Cr$ 20.000,00
TOTAL Cr$ 22.600,00
ESTIMATIVA DE CUSTO DA FORMAÇÃO E TREINAMENTO DE RECURSOS HUMANOS
QUADRO 29
ITEM
1
2
1
2
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
OBSE
PESSOAL
ADMINISTRATIVO
Diretor
Vice-diretor
TÉCNICO
Bibliotecário
Orientador educacional
DOCENTE
Prof. de Língua Portuguesa e Literatura
Brasileira
Prof. de Educação Artística
Prof. de Matemática
Prof. de Ciências Fis. e Biológicas
Prof. de língua estrangeira
Prof. de Educação Física
Prof. de Psicologia das Rei. Humanas
Prof. de Desenho Básico
Prof. Hab. Básica em Administração
Prof. Hab. Básica em Comércio
Prof. Hab. Básica em Crédito e Finan-
ças
Prof. Hab. Básica em Saúde
Prof. Hab. Básica em Química
Prof. Hab. Básica em Eletricidade
Prof. Hab. Básica em Construção
Civil
RVAÇ0ES:
TR = Treinamento
IM = Iniciação Metodolc
QUANT.
1
2
2
3
4
1
5
8
4
2
1
1
2
2
2
2
2
2
2
TOI
gica
CURSO
TIPO
TR
TR
TR
TR
TR
TR
TR
TR
TR
TR
TR
TR
IM
IM
IM
IM
IM
IM
IM
TAL
DURA-
ÇÃO (h)
300
300
300
300
300
300
300
300
300
300
300
300
600
600
600
600
600
600
600
CUSTO Cr$
UNIT.
11.620
11.620
11.620
11.620
11.620
11.620
11.620
11.620
11.620
11.620
11.620
11.620
22.600
22.600
22.600
22.600
22.600
22.600
22.600
TOTAL
11.620
23.240
23.240
34.860
46.480
11.620
58.100
92.960
46.480
23.240
11.620
11.620
45.200
45.200
45.200
45.200
45.200
45.200
45.200
711.480
6 - ESTIMATIVA DE CUSTOS DA CONSTRUÇÃO, DOS EQUIPAMENTOS,
DO RECRUTAMENTO, FORMAÇÃO OU TREINAMENTODE RECUR-
SOS HUMANOS
QUADRO 30
ITEM
1
2
3
4
DISCRIMINAÇÃO
Estimativa do custo da construção
Estimativa do custo dos móveis
Estimativa do custo dos equipamentos
Estimativa do custo do treinamento'e formação
dos recursos humanos
TOTAL
CUSTO Cr$
9.273.276
623.300
1.374.250
711.480
11.982.306
7 - ESTIMATIVA DOS CUSTOS DE MANUTENÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR NO PRIMEIRO
ANO DE FUNCIONAMENTO
QUADRO 31
ITEM
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
1
2
3
4
5
6
1
2
3
4
1
2
3
4
5
6
RECURSOS HUMANOS
CONJUNTO DIREÇÃO/ADMINISTRAÇÃO
Diretor
Vice-diretor
Chefe do setor de apoio administrativo
Secretário
Tesoureiro
Técnico em Contabilidade
Almoxarife
Arquivista-datilógrafo
Datilografo
Escrevente-datilógrafo
CONJUNTO TÉCNICO-PEDAGÓGICO
Encarregado do setor de recursos didáticos
Bibliotecário
Orientador educacional
Secretário do setor de orientação educacional
Arquivista-datilógrafo
Escrevente-datilógrafo
CONJUNTO PEDAGÓGICO
Professor contratado por 40 horas semanais
Professor contratado por 20 horas semanais
Auxiliar de educação física
Auxiliar de laboratório
CONJUNTO DE SERVIÇOS
Zelador
Porteiro
Vigia
Servente
Jardineiro
Encarregado de manutenção
QUANT.
1
2
2
1
2
1
2
2
2
4
2
2
4
2
2
2
60
3
2
2
1
2
2
10
1
1
VENCI-
MENTO
MENS.Cr$
8.000
7.000
3.000
5.000
3.000
3.000
2.500
1.500
1.500
1.500
2.000
4.000
5.000
1.500
1.500
1.500
5.000
2.500
2.000
2.000
1.500
1.200
1.500
700
600
1.500
VENCI-
MENTO
ANUALCrS
96.000
168.000
72.000
60.000
72.000
36.000
60.000
36.000
36.000
72.000
48.000
96.000
240.000
36.000
36.000
36.000
3.600.000
90.000
48.000
48.000
18.000
28.800
36.000
84.000
7.200
18.000
7 - ESTIMATIVA DOS CUSTOS DE MANUTENÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR NO
PRIMEIRO ANO DE FUNCIONAMENTO
QUADRO 31
ITEM
1
2
3
4
5
6
RECURSOS HUMANOS
CONJUNTO DE RECREAÇÃO E ASSISTÊNCIA
Encarregado da cooperativa
Encarregado da cantina
Servente
Médico
Dentista
Enfermeiro
SOMA
Encargos Sociais
CUSTO ANUAL RECURSOS HUMANOS (P)
DISCRIMINAÇÃO DO CUSTO ANUAL
1. Recursos humanos
2. Reposição e manutenção de equipamentos (10% de P)
3. Material de consumo (3% de P)
4. Encargos diversos (2% de P)
TOTAL ANUAL
QUANT
2
2
4
1
1
3
(42%)
VENCI-
MENTO
MENS.Cr$
2.000
1.500
700
5.000
5.000
2.500
=
=
=
VENCI-
MENTO
ANUAL Cr$
48.000
36.000
33.600
60.000
60.000
90.000
5.505.600
2.312.352
7.817.952
7.817.952
781.795
234.385
156.359
8.990.491
Impresso no Centro de
Serviços Gráficos do IBGE,
Rio de Janeiro RJ.
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