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República Federativa do Brasil
Fernando Henrique Cardoso
Ministério da Educação e do Desporto - MEC
Paulo Renato Souza
Secretaria Executiva do MEC
Luciano Oliva Patrício
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP
Maria Helena Guimarães de Castro
Diretoria de Avaliação e Acesso ao Ensino Superior
Tancredo Maia filho
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Exame Nacional de
Cursos-1998
Provas e
Questionário
Administração
Brasília, 1999
Tiragem: 1.500 exemplares
MEC - Esplanada dos Ministérios, Bloco L, Anexo I,
4
o
andar, sala 431
CEP 70047-900 - Brasília-DF
Fone: (061) 321-4312
Fax:(061)321-2760
EXAME NACIONAL DE CURSOS -1998 ADMINISTRAÇÃO PROVAS E QUESTIONÁRIO
Sumário
Introdução 5
Análise da Prova 7
Questões de Múltipla Escolha 9
Análise dos Itens 9
Índice de Facilidade 9
Índice de Discriminação 10
Estatísticas Básicas 11
Questões Discursivas 11
Validade do Conteúdo 11
Correção 11
Análise das Questões 11
Estatísticas Básicas 12
Resultados Gerais 12
Correlação entre os Resultados das Questões de Múltipla Escolha e Discursivas 12
Prova de Múltipla Escolha 15
Prova Discursiva 25
Questionário-pesquisa 33
Introdução
Êste trabalho, focalizando os instrumentos utili-
zados na avaliação, complementa as informações do
Exame Nacional do Curso de Administração de 1998
divulgadas no Relatório-Síntese.
Apresenta, primeiramente, as habilidades e con-
teúdos definidos pela Comissão do Curso, que servi-
ram de parâmetros para a elaboração da prova. Em
seguida, informações que possibilitam a análise da
prova: a) análise das questões de múltipla escolha (ín-
dices de facilidade e de discriminação); b) estatísticas
básicas das questões de múltipla escolha, das ques-
tões discursivas e da prova em geral; c) distribuição
das notas dentro do universo de participantes; e d)
metodologia de correção da prova discursiva.
Contém ainda a íntegra da prova, trazendo, em
destaque, a alternativa correta das questões de múlti-
pla escolha e os padrões de resposta aceitos para as
questões discursivas.
Finalmente, é apresentado o questionário-pes-
quisa aplicado aos participantes do Exame com o ob-
jetivo de traçar um perfil socioeconômico e cultural do
grupo de graduandos de cada um dos cursos avalia-
dos e promover o levantamento de suas opiniões a res-
peito do curso que estão concluindo. As questões abran-
gem indicadores objetivos, tais como estado civil, ren-
da, escolaridade dos pais e apreciações subjetivas
acerca dos recursos e serviços das instituições de
ensino, além de suas expectativas para o futuro. Os
números em destaque no questionário correspondem
aos percentuais de respostas a cada uma das alterna-
tivas que compõem as questões.
Dirigentes, professores, coordenadores e estu-
dantes têm, neste material, mais um instrumento para
a compreensão e utilização adequada dos resultados
do Exame, podendo empregá-los como subsídio na
proposição de ações que visem à melhoria da qualida-
de do ensino de graduação em sua instituição.
EXAME NACIONAL DE CURSOS-1998 ADMINISTRAÇÃO PROVAS E QUESTIONÁRIO
Análise
da
Prova
prova aplicada no Exame Nacional do Cur-
so de Administração, constituída por 40 questões de
múltipla escolha e 5 questões abertas ou discursivas,
foi elaborada segundo os critérios e diretrizes estabe-
lecidos pela Comissão Nacional do Curso de Adminis-
tração, amplamente divulgados por meio de material
informativo publicado pelo Ministério da Educação.
Assim sendo, o instrumento procurou verificara aqui-
sição, pelos graduandos, das seguintes habilidades:
utilizar a comunicação interpessoal e a ex-
pressão correta nos documentos técnicos es-
pecíficos e na interpretação da realidade das
organizações;
utilizar raciocínio lógico, crítico e analítico, ope-
rando com valores e formulações matemáti-
cas e estabelecendo relações formais e cau-
sais entre fenômenos;
interagir criativamente em face dos diferentes
contextos organizacionais e sociais;
demonstrar compreensão do todo administra-
tivo, de modo integrado, sistêmico e estraté-
gico, bem como de suas relações com o am-
biente externo;
lidar com modelos de gestão inovadores;
resolver situações com flexibilidade e adapta-
bilidade diante de problemas e desafios
organizacionais;
ordenar atividades e programas, decidir entre
alternativas, identificar e dimensionar riscos;
selecionar estratégias adequadas de ação, vi-
sando a atender interesses interpessoais e
institucionais;
selecionar procedimentos que privilegiem for-
mas de atuação em prol de objetivos comuns.
Do conteúdo definido para a prova faziam parte
matérias de formação básica e instrumental (Contabili-
dade; Direito; Economia; Estatística; Filosofia;
Informática; Matemática; Psicologia; Sociologia), ma-
térias de formação profissional (Teorias da Administra-
ção; Administração Mercadológica; Administração de
Recursos Humanos; Administração Financeira e Or-
çamentária; Administração de Sistemas de Informação;
Administração de Produção; Administração de Recur-
sos Materiais; Organização, Sistemas e Métodos) e
tópicos emergentes (Ética; Globalização; Qualidade;
Ecologia e Meio Ambiente).
Questões de Múltipla Escolha
As questões de múltipla escolha visaram a tes-
tar predominantemente as habilidades dos graduandos
de utilizar raciocínio lógico, crítico e analítico na reso-
lução de problemas e no exame de situações pertinen-
tes à área de Administração e ao dia-a-dia do adminis-
trador. Tais habilidadeso consideradas essenciais a
esse profissional e devem ser desenvolvidas ou apri-
moradas ao longo do curso.
A Tabela 1 a seguir apresenta os conteúdos pre-
dominantes nas questões de múltipla escolha.
Tabela 1
Conteúdos Predominantes nas Questões
Questões
1 a6
7e8
9e 10
11
e 12
13a 18
19 a 25
26 a 32
33 a 40
Conteúdo Predominante
Administração Financeira e
Orçamentária
Administração de Produção
Administração de Recursos Materiais
Organização, Sistemas e Métodos
Administração de Sistemas de
Informação
Administração Mercadológica
Administração de Recursos Humanos
Teoria da Administração
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC-98
Para melhor analisar os resultados obtidos pelos
formandos foram calculados os índices de facilidade e
de discriminação das questões de múltipla escolha.
índice de Facilidade
O grau de facilidade de cada questão é repre-
sentado pela porcentagem de acertos do total de su-
jeitos a ela submetidos. Estudos sugerem que a cons-
trução de uma prova com fins de diagnóstico implica a
predominância de itens com facilidade entre 16 e 50,
considerados de dificuldade mediana. Esta condição
auxilia na delimitação de grupos distintos de desem-
penho entre os examinandos, possibilitando, também,
o cálculo do índice de discriminação das questões.
É apresentada, a seguir (Tabela 2), a distribui-
ção dos índices de facilidade das questões de múltipla
escolha de Administração, segundo a Escala de Garret.
Tabela 2
Grau de Facilidade das Questões
índice
De 0 a 15
De 16 a 50
De 51 a 85
De 86 a 100
Grau de
Facilidade
Difícil
Médio
Fácil
Muito Fácil
Questões
23-26-34
2-3-6-9-10
13-14-15-17
18-20-24-27
29 -
31
- 32 - 35
36-39
1-4-5-7-8
11 -12-19-22
25 - 28 - 30 - 33
37-38 -40
16-21
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC-98
Observa-se, analisando a Tabela 2, que a prova
como um todo teve 3 questões difíceis, 19 questões de
dificuldade média, 16 questões fáceis e apenas 2 muito
fáceis, o que permite concluir que houve equilíbrio e ade-
quação, em termos de nível de dificuldade. Cabe registrar
que as questões mais difíceis apoiavam-se em conteú-
dos de Administração Mercadológica, de Administração
de Recursos Humanos e de Teoria da Administração e
que as questões mais fáceis diziam respeito a assuntos
ligados à Administração Mercadológica e à Administra-
ção de Sistemas de Informação.
Comparando-se esta prova com a parte de múlti-
pla escolha da prova aplicada no ano anterior, constata-
se que ambas apresentaram índices de facilidade extre-
mamente próximos.
Gráfico 1
Índice de Facilidade das Questões de Múltipla Escolha
Índice de Discriminação
Uma das funções dos testes é a caracterização
de diferentes níveis de desempenho. É desejável que a
prova apresente itens com alto índice de discriminação.
A discriminação refere-se ao poder de um item em
diferenciar sujeitos quem melhores resultados daqueles
cujo desempenho se caracteriza como mais defasado.
Um item muito fácil, por exemplo, podeo atingir um
índice de discriminação desejável porque todos os exami-
nandos conseguem acertá-lo. Situação semelhante pode
ocorrer com uma questão muito difícil, onde a grande mai-
oria erra. Itens muito fáceis ou muito difíceis possibilitam,
ainda, maior probabilidade de acerto casual.
Para calcular o índice de discriminação, ordenam-
se as médias obtidas pelos alunos e identifica-se o gru-
po com os 27% melhores resultados e o grupo com os
27% de mais baixos resultados.
Calcula-se o índice de discriminação da seguinte
forma: ID = S - I onde, S = porcentagem de acerto do
Grupo de Alunos com melhor desempenho na questão e
I = porcentagem de acerto do Grupo de Alunos com
desempenho mais baixo.
Quanto mais próximo estivero índice de discrimina-
ção de uma questão de 1, mais discriminativa ela é, indican-
do que houve mais acertos entre o grupo de melhor desem-
penho do que no grupo de desempenho mais baixo.
Tabela 3
Grau de Discriminação das Questões de Múltipla Escolha
índice
0 a 0,20
0,21 a 0,40
0,41 a 1
Classificação da
Questão quanto ao
Grau de Discriminação
Pouco Discriminativa
Discriminativa
Muito Discriminativa
Questões
14-15-16-18-21
23 - 24 - 26 - 29 - 31
31 -34
2-3-4-6-9-11
20 - 22 - 27 - 28 - 30
33 - 35 - 36 - 40
1-5-7-8-12-13
17-19-25-32-37
38-39
Fonte. DAES/INEP/MEC-ENC-98
Registraram-se, assim, um total de 29 questões
com poder de discriminação e 11 questões que discri-
minaram pouco, entre as quais se encontram as 3 con-
sideradas difíceis e as 2 muito fáceis. Tais índices de-
monstram que a prova pôde identificar com razoável
precisão os formandos que "aprenderam mais" e os
que "aprenderam menos".
Gráfico 2
índice de Discriminação das Questões de Múltipla Escolha
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC-98
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC-98
Estatísticas Básicas
A média obtida pelos formandos que responde-
ram às questões de múltipla escolha da prova de Admi-
nistração foi igual a 47,5 pontos, o que eqüivale a apro-
ximadamente 19 acertos em 40. Esse escore médio
ficou extremamente próximo ao valor da mediana (47,5).
A nota mínima registrada nessa parte da prova
foi 0,0, a máxima, 92,5 (o que corresponde a 37 acer-
tos) e o desvio-padrão foi de 12,6 pontos, o que indica
a existência de um grupo bastante heterogêneo.
Analisando-se a tabela de distribuição de freqüên-
cia relativa a essa parte da prova, constata-se que apro-
ximadamente 62,0% dos graduandos acertaram ape-
nas metade das questões. A distribuição de freqüência
apresentada no gráfico aproxima-se bastante da curva
normal. Aproximadamente 15% dos graduandos con-
seguiram resolver corretamente 70% ou mais dos itens
objetivos.
Questões Discursivas
As questões discursivas, abordando os conteú-
dos relativos às matérias de formação básica, instru-
mental e profissional, bem como tópicos emergentes
relevantes para o curso de Administração, foram ela-
boradas, segundo a orientação da Comissão, no senti-
do de que fossem multidisciplinares, calcadas na in-
terpretação da realidade, e voltadas mais para a aferi-
ção das habilidades indicadas na Portaria nº 162, de
27/2/98, do que para a verificação de conteúdos, os
quais deveriam ser considerados instrumentos a se-
rem aplicados na resolução das questões eo a sua
finalidade máxima. Assim, as questões valorizaram
mais a tomada de decisão, a reflexão e a interpretação
do que a memorização, incluindo conceitos e outras
informações julgadas necessárias, bem como a indi-
cação do rumo que deveria seguir a análise a ser feita
pelo graduando.
Os conteúdos predominantes nas questões
discursivaso apresentados na Tabela 4.
Tabela 4
Conteúdos Predominantes nas Questões Discursivas
Questões
1
2
3
4
5
Conteúdo Predominante
Adminstração Financeira e Orçamentária,
Contabilidade, Matemática
Administração de Sistemas de Informação,
Organização, Sistemas e Métodos
Administração Mercadológica, Psicologia
Administração de Recursos Humanos,
Psicologia, Sociologia
Administração Mercadológica, Sociologia,
Psicologia, Ética, Ecologia e
Meio Ambiente
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC-98
Verifica-se que a prova foi abrangente e variada,
abordando assuntos relativos às principais áreas da
Administração.
Validade do Conteúdo
Tendo em vista que uma prova é um instrumento
de medida de uma amostra de conhecimentos e habi-
lidades, seráo mais adequada quanto maior for a
representatividade da amostra selecionada. A primeira
qualidade a se exigir do instrumento é, portanto, a sua
validade de conteúdo, que, no caso, foi assegurada
pela própria Banca Examinadora que a elaborou, com-
posta por professores titulados e experientes, proveni-
entes das diferentes regiões do país. Cada um desses
profissionaiso só se responsabilizou pela elabora-
ção de um certo número de questões mas participou,
também, da análise, julgamento, seleção e aperfeiço-
amento das que compuseram a prova em sua versão
definitiva. Dessa forma, contribuiram para a validação
da prova como um todo, no sentido de que ela refletis-
se o universo de conhecimentos e habilidades que se
esperava que os formandos tivessem adquirido após
sua experiência educacional.
A questão da fidedignidade (consistência e esta-
bilidade) das questões discursivas foi tratada com os
cuidados necessários para minimizar a subjetividade, o
efeito de halo e a diversidade de padrões de julgamento.
Correção
A correção das provas foi feita por uma equipe
de professores previamente treinados, todos com re-
conhecida experiência tanto na sua área específica
quanto na habilidade de proceder à correção de instru-
mentos discursivos de medida. Para garantir uma ava-
liação mais justa e objetiva, os profissionais responsá-
veis pela correção das provas elaboraram chaves de
correção, analisaram os padrões de resposta espera-
dos e discutiram longamente os critérios. Cada dupla
de avaliadores se responsabilizou pela correção de uma
única questão, garantindo, assim, maior consistência
aos escores, homogeneidade de critérios, maior rapi-
dez e confiabilidade de correção. Evitou-se, dessa for-
ma, também a influência do erro de halo, isto é, que o
desempenho em uma questão influenciasse o julga-
mento da questão seguinte.
O formulário adotado no Caderno de Respostas
assegurou o anonimato do formando e de sua institui-
ção de origem, tendo passado por rigorosos procedi-
mentos de controle e conferência.
Análise das Questões
A análise dos resultados obtidos nas provas per-
mite avaliar o desempenho dos formandos e a prova
como instrumento de medida.
Cada questão discursiva teve o valor de 20,0 pon-
tos, o que totaliza 100,0 pontos nessa parte da prova.
Calculando-se as médias alcançadas pelos formandos
de todo o Brasil em cada uma das questões discursivas,
obtiveram-se os valores apresentados na Tabela 5.
Tabela 5
Médias Obtidas por Questão
Questões
1
2
3
4
5
Média*
2,2
8,2
9,1
3,2
5,9
%
Respostas
em Branco
28,06
17,13
5,60
6,20
8,10
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC-98
Como se pode observar, a questão discursiva
mais fácil foi a de nº 3, que envolvia conteúdos de Ad-
ministração Mercadológica e Psicologia. Amais difícil
foi a primeira questão, que tratava basicamente de
Administração Financeira e Orçamentária, Matemáti-
ca e Contabilidade. Tais resultados coincidem plena-
mente com os obtidos no Exame do ano anterior, em
que foi também a questão que tratava de Administra-
ção Financeira e Orçamentária aquela com mais bai-
xos resultados. Embora de um ano para o outro tenha
aumentado praticamente cinco vezes a média dos
graduandos na questão que focalizava esse tipo de
assunto, o resultado ainda é extremamente baixo, sendo
que 34,4% dos formandos tiveram nota zero nesta ques-
tão. Cabe ressaltar que essa foi também a questão
com maior percentual de respostas em branco, enquanto
a questão 3, considerada mais fácil, teve o menor índi-
ce de rejeição.
Estatísticas Básicas
Nas questões discursivas, a média alcançada pe-
los graduandos foi igual a 27,4, bastante inferior, portan-
to, à da parte de múltipla escolha. Considerando-se que
cada questão valia 20,0 pontos e a prova discursiva como
um todo, 100,0 pontos, verifica-se que a média eqüivale a
acertar aproximadamente 30% dessa parte da prova. Tam-
m aqui o escore médio ficou extremamente próximo
ao valor da mediana, que correspondeu a 28,0.
Zero foi a nota mínima obtida na prova discursiva
(por quase 1 %, ou seja, cerca de 335 formandos) e
90,0 foi a nota máxima, sendo 13,7 o desvio-padrão.
Confirma-se, com isso, a heterogeneidade do grupo.
Verifica-se que mais de 90% dos graduandos
só conseguiram acertar metade da prova discursiva.
Na verdade, quase 60% deles só atingiram nota igual
a 30,0 pontos. Nota igual ou superior a 70,0 pontos
foi alcançada por apenas 1 % dos formandos aproxi-
madamente, o que corresponde ao mesmo percentual
de notas zero. Assim, a curva de distribuição de fre-
qüência desta parte da prova apresenta assimetria
negativa.
Resultados Gerais
Na prova como um todo, o escore médio foi de
37,5 pontos, sendo a mediana igual a 37,0. As notas
variaram de 0,0 a 81,5, com desvio-padrão de 11,1. O
gráfico de distribuição de freqüência aproxima-se da
curva normal, com alguma assimetria negativa, em
decorrência da maior quantidade de notas baixas.
Correlação entre os
Resultados das Questões de
Múltipla Escolha e Discursivas
Considerando-se o universo de graduandos que
responderam às duas partes da prova - múltipla esco-
lha e discursiva - , foi encontrado um coeficiente de
correlação de 0,44, o que indica leve correlação positi-
va entre as duas notas. Esse valor se justifica pelo fato
de que, de modo geral, a resolução das questões
discursivas exige deles habilidades, além daquelas
necessárias para a solução das questões de múltipla
escolha, especialmente as capacidades de organiza-
ção do pensamento, comunicação escrita e argumen-
tação lógica.
Tabela 6
Estatísticas Básicas
Número
Média
Desvio-Padrão
Nota Mínima
P10
Q1
Mediana
Q3
P90
Nota Máxima
Múltipla
Escolha
34.991
47,5
12,7
0,0
32,5
37,5
47,5
55,0
65,0
92,5
Discursiva
34.991
27,4
13,7
0,0
9,0
19,0
28,0
36,0
50,0
90,0
Geral
34.991
37,5
11,1
0,0
23,5
29,8
37,0
44,8
52,0
81,5
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-98
P10-é um delimitador que separa as 10% me-
nores notas das restantes.
Q1 - é um delimitador que separa as 25% me-
nores notas das restantes.
Q3 - é um delimitador que separa as 75% me-
nores notas das restantes.
P90 - é um delimitador que separa as 90% me-
nores notas das restantes.
Gráfico 3
Distribuição de Notas
Tabela 7
Correlação entre os resultados da Prova de
Múltipla Escolha e Discursiva
Nota
Correlação
Múltipla Escolha/Discursiva
Múltipla Escolha/Final
Discursiva/ Final
0,44
0,84
0,86
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC-98
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC-98
Notas
Múltipla Escolha Discursiva Geral
Prova de
Múltipla
Escolha
Interprete o Balanço Patrimonial da Companhia ALPHA e os gráficos de estrutura patrimonial apresentados abaixo
e responda às questões 1, 2 e 3.
BALANÇO PATRIMONIAL
ATIVO
PASSIVO
Circulante
Disponibilidades
Duplicatas a Receber
(-) Provisão Devedores Duvidosos
Estoques
Permanente
Imobilizado
(-) Depreciação Acumulada
1.500
20.000
(300)
8.800
20.000
(5.000)
Circulante
Fornecedores
Salários e Encargos
Dividendos a Pagar
Empréstimo Bancário
Provisão para Imposto de Renda
Patrimônio Líquido
Capital Social
Reserva Legal
Reservas de Lucros
Lucros (P) Acumulados
9.380
2.400
1.000
5.000
2.820
11.000
600
5.800
7.000
Total do Ativo
45.000
Total do Passivo
45.000
Estrutura I
Ativo
Circulante
67%
Permanente
33%
Passivo
Circulante
46%
Patrimônio
Líquido
54%
100% 100%
Estrutura IV
Ativo
Circulante
65%
Permanente
25%
90%
Passivo
Circulante
45%
Patrimônio
Líquido
55%
100%
GRÁFICOS DE ESTRUTURA PATRIMONIAL
Estrutura II
Ativo
Circulante
33%
Permanente
67%
Passivo
Circulante
49%
Patrimônio
Líquido
51%
100% 100%
Estrutura V
Ativo
Circulante
35%
Permanente
65%
Passivo
Circulante
55%
Patrimônio
Líquido
45%
100%
100%
Estrutura I
Ativo
Circulante
35%
Permanente
65%
Passivo
Circulante
35%
Patrimônio
Líquido
65%
100%
100%
1
A estrutura patrimonial da Companhia ALPHA corresponde ao gráfico da Estrutura:
(A)I. (B) II. (C) III. (D) IV. (E)V.
2
Das empresas representadas graficamente, a que se encontra mais próxima da insolvência técnica é a da Estrutura:
(A)l. (B) II. (C) III. (D) IV. (E)V.
3
Considerando que todas as empresas representadas graficamente tiveram a mesma receita bruta de vendas, a que
apresentou o maior giro do ativo permanente foi a da Estrutura:
(A)l. <B) II. (C) III. (D) IV. (E)V.
O gráfico cartesiano abaixo é a imagem geométrica da
relação CUSTO x VOLUME x LUCRO das operações de
uma empresa. Interprete-o a fim de responder às
questões 4, 5 e 6.
Receitas e custos, em reais
Receita Total
Custo Total
Custo de Equilíbrio
Unidades vendidas
O Ponto de Equilíbrio entre a receita e os custos, em reais
e em quantidades, está representado pelo(s) segmentos(s):
(A) DC do eixo das ordenadas.
(B) ED do eixo das ordenadas.
(C) CB e BA do eixo das ordenadas.
(D) ED e DC do eixo das ordenadas.
(E) ED e DC do eixo das ordenadas; e EF do eixo das
abscissas.
O(s) segmento(s) do eixo das ordenadas que
representa(m), no gráfico, o lucro para a quantidade
vendida G, expresso em reais, é:
(A) BA. (B) CB.
(C) DC. (D) ED.
(E) ED,DC,CB,BA.
A Margem de Segurança com que uma empresa opera é
função do montante de receita que ela pode perder até
atingir o ponto de equilíbrio. Assim, na situação indicada
pelo gráfico, a Margem de Segurança está representada,
em valores de receita, pelo(s) segmento(s) do eixo das
ordenadas:
(A) CB. (B) DC.
(C) ED. (D) CB e BA.
(E}EDeDC.
Uma empresa fabrica e vende um produto por R$ 100,00
a unidade. O Departamento de Marketing da empresa
trabalha com a Equação da Demanda apresentada abaixo,
onde Y
D
e X
D
representam, respectivamente, o preço e a
quantidade da demanda.
Y
D
= -2X
D
+10.100
Como um primeiro passo para a elaboração do Plano de
Produção dessa empresa, indique a opção que responde
à pergunta: "Quantas unidades produzir?"
(A) 5.000 (B) 5.050
(C) 5.100 (D) 5.150
(E) 5.200
8
Uma equipe de reengenharia, após a realização de um
diagnóstico preliminar, identificou um processo problemá-
tico na área de produção de uma empresa: o excesso de
controles operacionais, gerando custos relativamente ele-
vados, considerados os demais custos de produção. Assi-
nale a opção queO deverá ser incluída no relatório, a
ser encaminhado à Diretoria Executiva, com sugestões
sobre um futuro programa de Reengenharia de Processos
na área de produção da empresa.
(A) Identificar e mapear os processos relacionados com os
controles operacionais na área de produção.
(B) Eliminar, na medida do possível, os processos queo
adicionam valor para o cliente (análise de valor).
(C) Ordenar os processos problemáticos, identificados na
área de produção, segundo o grau de disfunção apre-
sentado.
(D) Relacionar os processos referentes a controles
operacionais mais suscetíveis de serem redefinidos
com sucesso.
(E) Tomar os controles operacionais mais presentes no
processo produtivo da empresa.
CONSIDERE AS INFORMAÇÕES ABAIXO PARA
RESPONDER ÀS QUESTÕES 9 E 10.
O diagrama abaixo ilustra esquematicamente o modus
operandi do modelo de gestão de estoques denominado
"Máximo-Mínimo", que é utilizado para dimensionamento do
lote econômico. A lógica deste modelo é a seguinte: a
empresa especifica, para cada item de material, peça ou
componente, três parâmetros: (1) o menor estoque que
deseja manter; (2) o ponto de nova encomenda; (3) a quan-
tidade da nova encomenda (ou tamanho do lote).
Modus Operandi
Tempo de
aquisição (espera)
Para resolver as questões 9 e 10, considere que foram
fixados os seguintes parâmetros em função da política de
estoques de uma empresa que utiliza este modelo: (1)
Estoque Mínimo: 100 (cem) unidades; (2) Ponto de nova
encomenda: é função do tempo de espera, que, atualmen-
te, é de f ( um ) mês, do consumo mensal e do estoque
mínimo; (3) Quantidade de nova encomenda: equivalente a
2,5 ( dois e meio ) meses de consumo. Considere, ainda,
que o consumo mensal é de 200 unidades.
9
Nas condições acima, no Ponto de nova encomenda, o
nível de estoque, em unidades, será:
(A) 100 (B) 200
(C) 300 (D) 400
(E) 500
10
Se o fornecedor antecipar em 15 (quinze) dias a entrega do
lote encomendado, quantas unidades haverá no Estoque
nesse dia?
(A) 500 (B) 600
(C) 700 (D) 800
(E) 900
Custo Fixo
11
Fatores Condicionantes do Desenho Organizacional
Analise os fatores condicionantes do Desenho Organizacional acima e identifique aquele cujo enfoque parte simultane-
amente da análise e mapeamento ambiental (avaliação externa) e das decisões tomadas.
(A) Objetivos.
(B) Estratégia,
(C) Tecnologia.
(D) Ambiente Geral.
(E) Ambiente de Tarefa.
12
Segundo Paulo Roberto Motta, "as organizações inovadoras possuem maior flexibilidade na sua estrutura: as fronteiras
administrativas e as divisões internas são mais ambíguas e fluidas, permitindo a livre circulação de idéias e encorajando
iniciativas individuais; constróem uma nova cultura em que a unidade e a diversidade convivem simultaneamente como
forças de agregação."
(Fonte: Transformação Organizacional: a teoria e a prática de inovar)
Assim, pode-se afirmar que as organizações que buscam estruturas organizacionais flexíveis devem ser:
(A) atomizadas e hoiográficas.
(B) burocráticas e mecanicistas.
(C) mecanicistas e atomizadas.
(D) tayloristas e hoiográficas.
(E) tayloristas e burocráticas.
13
Segundo o economista John Kenneth Galbraith, após a Primeira Guerra Mundial teve início a era da incerteza, que, por
suas características, impõe ao administrador o desafio de:
(A) elaborar sistemas de recompensas que satisfaçam à hierarquia, à autoridade, à unidade de comando, à eficiência
e à departamentalização.
(B) equalizar o poder dentro das organizações, reduzindo a diferença de poder e status entre supervisores e subordinados.
(C) gerir um ambiente de turbulência e instabilidade, cheio de mudanças e transformações.
(D) introduzir nas organizações o princípio da unidade de comando e da cadeia escalar.
(E) selecionar e escolher os membros das organizações com base exclusivamente na competência técnica e na
qualificação profissional.
14
Na representação gráfica acima as setas indicam a existência de interações intra-organizacionais.
Nesse mesmo gráfico, as interações intradepartamentais retratadas mostram:
(A) um Sístema-Empresa com seus subsistemas componentes.
(B) uma loja de departamentos.
(C) uma empresa produtora de mercadorias e / ou serviços.
(D) as relações de uma empresa com o ambiente de tarefa.
(E) as relações de uma empresa com o macroambiente.
15
O quadro abaixo ilustra o desenvolvimento da informática,
na parte relativa às linguagens de programação e aos
recursos (também chamados "mecanismos de tradução ")
disponibilizados para os usuários.
ÉPOCA
1990
->
1980
T960
1955
1950
RECURSOS DISPONÍVEIS
Simuladores Avançados
de Negócios
Linguagens de 4ª Geração
( Lotus, Excel, D.Base, Access ...)
Linguagens de 3
a
Geração
( Basic, Cobol, Fortran, PL/1 ...)
Assembler
Código de Máquinas
GERAÇÃO
4
a
3
a
2
a
Com base na cronologia ilustrada acima, a partir de que
geração tecnológica se deu, efetivamente, o desenvolvi-
mento dos sistemas de informação baseados em compu-
tador (Computer Based Systems), particularmente os SIGs
- Sistemas de Informação Gerencial - queo ferramentas
utilizadas no processo decisório empresarial, no planeja-
mento das ações e no controle das operações?
(A) (B) (C) 3
a
(D) 2
a
(E)1ª
16
Assinale a opção que apresenta uma linguagem de 4-
Geração cujos recursos estão adequados às necessida-
des de elaboração de planilhas da área financeira das
empresas.
(A) Excel.
(B) Access.
(C) Page Maker.
(D) Corel Draw.
(E) Power Point.
17
A figura acima mostra os parâmetros (ambiente, entrada,
processador, saída, retroação) queo condicionantes
das propriedades, do valor e da descrição dimensional
(arquitetura) de um sistema ou de um de seus componen-
tes.
Qual desses é o parâmetro responsável pelo controle do
comportamento do sistema em face de suas metas e obje-
tivos?
(A) Saída.
(B) Entrada.
(C) Processador.
(D) Retroação.
(E) Ambiente.
18
A concepção qualitativa do homem no contexto das orga-
nizações enseja uma associação entre o comportamento
organizacional do indivíduo, o sistema de incentivos e a
relação entre os objetivos organizacionais e os individuais
com cada uma das teorias administrativas.
A teoria dos sistemas, que enfatiza o desempenho de
papéis, incentivos mistos e conflitos, está relacionada com
o indivíduo organizacional do tipo Homem:
(A) Econômico. (8) Funcionai
(C) Social. (D) Organizacional.
(E) Administrativo.
19
Correlacione as afirmativas abaixo com os termos apresen-
tados imediatamente após.
1 - Os consumidores preferem os produtos de melhor
qualidade, desempenho e aspectos inovadores. Por-
tanto, as organizações deveriam esforçar-se para apri-
morar seus produtos permanentemente.
II- Uma empresa deve determinar as necessidades, dese-
jos e interesses dos mercados-alvo e, então, proporci-
onar aos clientes um valor superior, de forma a manter
ou melhorar o bem-estar desses clientes e da socieda-
de.
III- Os consumidores preferem os produtos acessíveis e
baratos. A administração deveria, portanto, concentrar-
se em melhorar seus processos de fabricação, bem
como em melhorar a eficiência da distribuição.
IV- Para atingir as metas organizacionais é preciso deter-
minar as necessidades e os desejos dos mercados-alvo
e proporcionar aos clientes a satisfação esperada de
forma mais eficiente que seus concorrentes.
V- Os consumidores só comprarão quantidades suficien-
tes de produtos de uma empresa se ela preparar ade-
quadamente o seu quadro de vendedores. Ela deverá
também desenvolver um grande esforço de promoção.
P- Produção
Q- Vendas
R- Produto
S- Marketing
T- Marketing Social
A correlação correta é:
(A)l-P, ll-S, lll-R, IV-QeV-T.
(B)l-Q, ll-P, lll-T, IV-ReV-S.
(C)
I
- R, Il - T,
Hl
- P, IV - S e V - Q.
(D)l-S, Il - Q, lll-R, IV-T e V-P.
(E)l-T, ll-R, lll-Q, IV-P e V-S.
A pesquisa de marketing e os sistemas de informações de
marketingo fontes de dados para conhecer melhor o
consumidor e o desempenho da empresa em relação a
suas estratégias de marketing, bem como auxiliar o profis-
sional de marketing na tomada de decisão. Pode-se afirmar
então que:
(A) a busca de dados primários pelo profissional de marketing
é imprescindível para tomar uma decisão de marketing sem
riscos.
(B) a decisão do tipo de pesquisa a ser aplicada deve considerar
o custo da mesma e o nivel de risco envolvido na solução do
problema.
(C) dados secundários se referem a informaçõeso
disponíveis no mercado e obtidos através de pesquisa
específica, desenhada para a solução de um determi-
nado problema.
(D) com um bom sistema de informações de marketing, o
profissional dessa área terá êxito nas suas decisões
estratégicas.
(E) sem pesquisa quantitativa,o há condições de elimi-
nar os riscos na tomada de decisão estratégica de
marketing.
21
Maria comprou uma geladeira que, após dois meses de
funcionamento, apresentou um pequeno defeito, que tor-
nou inviável o seu uso. Assinale a opção que retrata a
solução desse problema dentro da filosofia do conceito de
marketing.
(A) Maria foi gentilmente atendida e informada que, de
acordo com os procedimentos, a visita do técnico acon-
teceria no prazo de uma semana. Ela comunicou a sua
aflição pela premência de ter a geladeira funcionando.
Entretanto, o prazo do consertoo foi cumprido.
(B) Maria, após tentar, durante três dias, comunicar-se com
a empresa para efetuar sua reclamação, foi atendida e
informada de que o técnico faria o conserto em 24 horas.
No dia seguinte, o técnico colocou a geladeira em
funcionamento.
(C) Maria ligou para um telefone especial para reclama-
ções, indicado pela empresa. A sua mensagem foi
registrada em uma secretária eletrônica que garantia
solução no prazo de 24 horas. Maria teve a geladeira
consertada após três dias.
(D) Maria conseguiu, após diversas tentativas, entrar em
contato com a empresa. A sua ligação foi passada para
três pessoas, pois cada uma diziao ser responsá-
vel pela solução daquele problema. Finalmente,
obteve o conserto da geladeira em dois dias.
(E) Maria, com um número de telefone especial para
reclamações, conseguiu ser atendida de maneira
educada e cortês. Ã informação é de que o conserto
ocorreria o mais rápido possível, no máximo, dentro
de 24 horas. O conserto aconteceu na manhã seguin-
te.
22
Os estágios do processo decisório de compra do consumi-
dor são: reconhecimento da necessidade, busca de infor-
mação, avaliação das alternativas, decisão de compra e
comportamento pós-compra. Assinale a opção que identi-
fica corretamente o estágio em que se encontra o consumi-
dor.
(A) Quando Marta chegou a casa e verificou a falta de
alguns artigos para fazer o jantar, ela estava tomando
uma decisão de compra.
(B) João sempre leu revistas técnicas sobre carros, o que
indica o reconhecimento da necessidade de comprar
um carro.
(C) Mauro, após consultar amigos sobre determinadas
marcas de computador e visitar lojas do ramo, possui
informações para avaliar as aiternativas oferecidas.
(D) Carla, quando o carro novo, recém-adquirido, apresen-
tou um defeito intermitente, passou à fase de busca de
informação sobre como solucionar o problema.
(E) Joaquim está no estágio pós-compra, pois, após buscar
informações e visitar alguns apartamentos para alugar,
decidiuo se mudar do endereço atual.
23
Os serviços possuem quatro características: intangibilidade,
inseparabilidade, variabilidade e perecibilidade. Quando
se diz que "um avião decolou do aeroporto com vinte e
três lugareso ocupados", as caracteristicas que se
identificam neste caso são:
(A) intangibilidade e variabilidade.
(B) intangibilidade e perecibilidade.
(C) inseparabilidade e variabilidade.
(D) perecibilidade e inseparabilidade.
(E) variabilidade e perecibilidade.
20
24
Celso e Jane desenvolveram um novo produto de conveniência
que possui um benefício específico de alta utilidade para os
consumidores. Nesse tipo de situação, historicamente, a concor-
rência tem respondido de forma rápida, colocando produtos
similares no mercado. Assinale a opção que apresenta uma
afirmação correta em relação à estratégia de preço indicada para
o caso.
(A) Preços altos devem ser adotados para selecionar os
compradores pelo poder aquisitivo até a entrada dos
concorrentes.
(B) Preço de penetração é uma estratégia inadequada, pois
perder-se-ia a oportunidade de maior lucratividade.
(C) A concorrênciao é fator preocupante, portanto preço
alto é a melhor alternativa para conquistar os clientes no
mercado.
(D) A grande demanda do produto permite estimular uma
política de preço de desnatação e possibilitar, assim,
um maior retorno para a empresa.
(E) Uma estratégia de preço baixo deve ser empregada
para aproveitar a diferenciação do produto, conquis-
tando maior número de clientes.
25
Os cinco estágios do processo de adoção de uma inovação
indicam o grau de envolvimento do consumidor.o eles:
conscientização, interesse, avaliação, experimenta-
ção e adoção. Indique a assertiva correta sobre o conceito
de adoção.
(A) Marli descobriu que foi lançada uma nova máquina de
lavar e gostaria de ter mais informações a respeito.
(B) José resolveu ir à agência de motos para experimentar
um novo modelo que oferece dispositivos de segurança
especiais e melhor desempenho.
(C) Sávio, após dirigir um novo modelo de carro e testar
os seus dispositivos, fechou o negócio na reven-
dedora, embora tivesse dúvida sobre uma das novi-
dades.
(D) Cátia, no fim do dia, cansada do trabalho de descascar
legumes, ficou interessada pelo anúncio de um novo
aparelho que poderia facilitar a sua tarefa.
(E) Pedro gostou do novo modelo de moto, principalmente
dos seus dispositivos de segurança, mas está em
dúvida em relação ao desempenho.
26
O renomado especialista em estratégias corporativas C.K.
Prahalad desenvolveu o conceito de habilidade cumulati-
va básica na organização, que recebeu a denominação de
"competência essencial". Essa competência é obtida atra-
s de três fatores: treinamento constante de pessoas,
realocação orientada pelo desempenho e pela criação de
oportunidades e formação de grupos, rompendoo só as
barreiras funcionais, mas também aquelas entre os níveis
organizacionais.
Como responsável pelo Departamento de Pessoal da
empresa Eletrônica S.A.,você argumenta que o planeja-
mento de carreira é um instrumento que pode ajudar a sua
empresa a desenvolver essas competências essenciais.
Isto porque você acha que o planejamento de carreira:
(A) garante o sucesso empresarial, já que sem ele os empre-
gados raramente estão prontos para as oportunidades
que surgem.
(B) desenvolve as ofertas externas de talento e, por conse-
guinte, garante menor rotatividade de empregados.
(C) diminui as possibilidades de entesouramento de
subordinados-chave, encorajando os empregados
a explorarem suas capacidades potenciais.
(D) induz os empregados ao crescimento e ao desenvolvimen-
to, e satisfaz necessidades de estima, reconhecimento e
realização.
(E) promove a rotatividade de empregados, a política de
demissões voluntárias e gera mais lealdade para com a
organização.
27
Ken Blanchard enfatiza:"Feedback é o café da manhã dos
campeões. Dá aos empregados uma medida do próprio
desempenho".
Você, como bom administrador, está preocupado em ava-
liar corretamente o seu pessoal, e tem consciência das
dificuldades inerentes a esse processo. Para que o efeito-
haloo distorça seu julgamento, você:
(A) tende a ser muito rigoroso ao avaliar o desempenho do
seu subordinado.
(B) evita que a sua opinião pessoal a respeito do subor-
dinado influa na mensuração do desempenho.
(C) busca situar todos os subordinados em uma média,
evitando colocá-los em posições extremas.
(D) considera prioritariamente como fonte de classificação
para a sua avaliação as ações mais recentes do subor-
dinado.
(E) estabelece padrões de desempenho amplos que per-
mitam flexibilidade nas avaliações.
28
Especialistas em administração da remuneraçãom ob-
servado que o mercado de trabalho está sujeito ao que os
economistas chamam de "ilusão do dinheiro", que faz com
que as pessoas se sintam melhor recebendo um aumento
de 10% numa inflação de 8%, do que se os números forem
respectivamente 3% e 1%.
O desafio de inflação baixa pode gerar insatisfação no
trabalho, e precisa ser vencido através de um
gerenciamento de remuneração que busque:
(A) identificar os cargos de uma mesma família e classificar,
a partir de descrições distintas, as atividades real-
mente executadas.
(B) categorizar a qualificação de pessoal segundo os
regulamentos governamentais que afetam salários e
envolvem os componentes críticos de cada cargo.
(C) manter programas de promoção calcados na antigüida-
de, isto é, que o indivíduo seja promovido após
decorrido um período de tempo predeterminado in-
dependente de outros fatores.
(D) assegurar o equilíbrio interno conseguido pela
correta avaliação de cargos, de forma a manter uma
hierarquia, e o equilíbrio externo através da ade-
quação salarial da organização frente ao mercado
de trabalho.
(E) identificar, para o sistema de cargos, funções
comissionadas e sistemas de benefícios diferen-
ciados,que possam complementar a perda do adicio-
nai correspondente à gratificação de função.
29
Segundo Darryl F. Zanuck, fundador da 20th Century
Fox, "se dois homens num mesmo trabalho concordam
todo o tempo, então um deles não serve. Se eles discordam
todo o tempo, então os dois não servem". Para que o
administrador selecione as pessoas certas, ele precisa:
(A) atender a três desafios, que se referem à ética, à oferta
de mão-de-obra e a imposições organizacionais.
(B) diminuir o quociente de seleção para atrair mais candi-
datos.
(C) utilizar testes que avaliem a combinação provável entre
os conhecimentos dos candidatos e os requisitos do
cargo.
(D) elaborar roteiros estruturados eo estruturados para
a condução de entrevistas de seleção.
(E) criar um relacionamento relaxado com o candidato a
emprego para facilitar o clima de comunicação.
30
Jairo Magalhães é diretor de Recursos Humanos de uma
empresa multinacional e percebe que muitos funcionários
que acabam de ser contratadosom um desempenho
eficaz porqueo estão integrados na organização. Para
tentar resolver esse problema, Jairo introduz na empresa
programas de orientação/integração. Este tipo de progra-
ma traz o benefício de:
(A) treinar os empregados nas obrigações que devem
cumprir.
(B) melhorar o coeficiente de inteligência emocional dos
funcionários.
(C) melhorar o conhecimento e as aptidões do cargo em
todos os níveis da organização.
(D) ajudar os empregados a compreender os aspectos
sociais, técnicos e culturais do local de trabalho.
(E) reduzir os custos de consultoria externa por utilizar
consultoria interna competente.
31
Segundo William J. 0'Brien, ex- presidente da Hanover
Insurance, EUA, "o motor da mudança não é tecnológico,
mas humano. Assim, a organização do futuro deverá ser
coerente com a aspiração das pessoas por auto-respeito e
auto-realização".
Para gerenciar esta realidade, as organizaçõesm criado
sistemas inovadores de recompensa e distribuição de
lucros, compostos de três elementos básicos: o pagamento
em termos de salário, benefícios tais como seguro, assis-
tência médica, férias etc, e recompensas não monetárias
tais como reconhecimento, condições de trabalho e elogi-
os.
A satisfação com essas recompensas é parte de uma
reação complexa a uma certa situação influenciada por
diversos fatores.
Qual das afirmações abaixo CONTRADIZ os resultados
das pesquisas sobre o tema?
(A) A satisfação com uma recompensa é uma função de
quanto se recebe e quanto a pessoa acha que deveria
ter recebido.
(B) A satisfação gerai com o trabalho é influenciada
principalmente pela satisfação com as recompen-
sas extrínsecas que os empregados recebem.
(C) A sensação de satisfação das pessoas é influenciada
por comparações com o que aconteceu a outras.
(D) As pessoas variam muito em relação às recompesas
que desejam e à importância que atribuem a cada uma.
(E) Muitas recompensas extrínsecaso importantes e
gratificantes porque levam a outras recompensas (tais
como poder e status).
32
"As empresas gastam mais tempo preocupando-se com os
produtos do que com as pessoas. Os presidentes do futuro
entenderão que os empregados são o cerne da ques-
tão. As pessoas trarão bons resultados se a visão,os
valores e o sistema de gestão permitirem que dêem suas
contribuições" .
(Edgar Bronfman Jr., presidente da Seagram Company
Ltda., EUA.)
Vários executivos apresentam discurso semelhante e
enfatizam as vantagens da gestão participativa. De fato,
embora haja vários benefícios em se ter a participação no
local de trabalho,, também, diversas barreiras que
precisam ser vencidas.
Assinale a opção queO constitui uma barreira a ser
vencida.
(A) Filosofias autoritárias.
(B) Falta de vontade de participar.
(C) Limitações de tarefa e de tempo.
(D) Medo de os gerentes perderem o poder e o controle.
(E) Grande nível de interdependência entre cargos dife-
rentes.
33
Segundo Rensis Likert, quatro sistemas de administração
podem ser identificados, quando se analisa o processo
decisorial, o sistema de comunicações, as relações
interpessoais e os sistemas de recompensas de uma orga-
nização.o eles: autoritário-coercitivo, autoritário-bene-
volente, consultivo e participativo.
Você trabalha numa empresa industrial que utiliza tecnologia
apurada e mão-de-obra especializada, e que foi classifica-
da no sistema autoritário-benevolente. Diante disso, po-
demos afirmar que nessa empresa:
(A) há uma ênfase no sistema de recompensas sociais e as
puniçõeso raras.
(B) a confiança depositada nas pessoas é bem elevada e
a participação e o envolvimento grupaio intensos.
(C) o processo decisoriaí é centralizado na cúpula admi-
nistrativa, permitindo uma diminuta delegação de
caráter rotineiro.
(D) o trabalho é realizado em equipes e incentiva-se a
formação de grupos.
(E) o sistema de comunicações facilita o fluxo no sentido
vertical (descendente e ascendente) e horizontal.
34
Para que os empregados de sua empresa colaborem e
trabalhem juntos em diversos projetos, optou-se por uma
estrutura matricial de desenho departamental. Isto signi-
fica que a organização:
(A) utilizou equipe-tarefa ou força-tarefa para a adaptação de
certos segmentos da empresa a um produto/serviço
complexo.
(B) dividiu suas unidades para que cada uma delas possa
servir a um tipo especial de cliente, num processo de
diferenciação.
(C) agrupou os seus processos segundo a seqüência do
ciclo de produção, por meio de arranjo físico e disposi-
ção racional dos equipamentos.
(D) optou por uma estrutura mista na qual ela sacrifica
o princípio da unidade de comando e passa a ter urna
autoridade dual.
(E) integrou todos os departamentos funcionais, mesmo
com numerosos grupos de assessoria, em torno de uma
linha de produtos.
35
No seu primeiro dia de trabalho na empresa de produtos
Alimentícios Celeste, o presidente João de Souza descre-
veu aos novos funcionários o seu modelo de administra-
ção com as seguintes palavras: "A aceleração do trabalho
poderá ser obtida por meio da padronização obrigatória
dos métodos, adoção obrigatória dos melhores instru-
mentos e condições de trabalho e cooperação obrigató-
rias. E esta atribuição de impor padrões e forçara coope-
ração compete exclusivamente à gerência."
A partir desta citação, concluímos que a empresa estava
embasada:
(A) na Teoria Comportamental da Administração.
(B) na abordagem humanística da organização.
(C) no modelo burocrático de organização.
(D) nos princípios da Teoria Contingencial.
(E) nos princípios da Administração Científica.
36
As Lojas Piratininga S.A., tradicional cadeia de lojas de
roupas com filiais em diversos estados do Brasil, foi obriga-
da a diminuir sua estrutura devido à retração das vendas
em função da conjuntura econômica. O seu Diretor de
Planejamento explicou que a empresa somente consegui-
rá sobreviver se se adaptar a um ambiente mutável e
heterogêneo.
Isso significa que é preciso ter um desenho organizacional:
(A) simples com reações padronizadas ao ambiente por
meio de regras e regulamentos de rotina.
(B) complexo e diferenciado para lidar com multivaríados
segmentos ambientais.
(C) onde o ambiente de tarefa permita reações padroniza-
das e rotineiras.
(D) onde o ambiente de tarefa permita utilizar um modelo
burocrático com uniformidade de critérios.
(E) onde o ambiente de tarefa permita à empresa pequena
diferenciação de atividades.
37
A GAMA S.A. é uma empresa de pequeno porte do setor
de transporte que está enfrentando sérios problemas finan-
ceiros decorrentes do seu processo decisório. Para justifi-
car esta situação, o seu Presidente afirmou que "o processo
decisório na GAMA S.A. envolve uma racionalidade limita-
da e é, basicamente, satisfatório e não otimizante." Assim,
nessa empresa, o administrador:
(A) tem condições de analisar todas as alternativas possí-
veis e receber todas as informações necessárias para
a tomada de decisões.
(B) procura sempre alternativas ótimas dentro das possibi-
lidades da situação envolvida antes de tomar uma
decisão.
(C) evita manter as regras estabelecidas pela empresa
para tomada de decisão e somente redefine os proce-
dimentos quando sofre pressões.
(D) busca a incerteza e evita regras padronizadas para
tomar decisões.
(E) toma decisões sem poder procurar e analisar todas
as alternativas possíveis, optando, na maioria dos
casos, por alternativas satisfatórias.
38
O fundador da Action Instruments, Jim Pinto, costumava
dizer que: "Nós estamos construindo um capitalismo com
coração". Segundo ele, sua empresa tem tentado construir
um negócio fundado profundamente em princípios
humanísticos, e dos empregados é esperado que tenham
um ativo interesse no sucesso e na administração da
Companhia.
Deste caso podemos afirmar que:
(A) os administradores que sentem seus valores compatí-
veis com os da organizaçãoo menos confiantes de
que estarão no futuro trabalhando para o mesmo
empregador.
(B) a percepção da estreita relação entre os valores
pessoais e organizacionais aumenta a consciência e
o entendimento dos valores da organização, o que,
por sua vez, leva a maior influência junto aos superi-
ores, colegas e subordinados.
(C) em geral, os objetivos de uma organizaçãoo vistos
como menos importantes por aqueles que sentem que
existe um alinhamento entre os seus valores e os da
companhia.
(D) quanto maior a compatibilidade entre valores pessoais
e organizacionais, menor a tendência a concordar que
os valores organizacionaiso guiados por altos pa-
drões éticos.
(E) à medida que os administradores percebem que seus
valoreso compatíveis com os da organização, eles
tendem a sentir que as pressões do trabalho afetam
substancialmente suas vidas fora dele.
39
Interessado em investigar os diferentes sistemas de
valores nacionais e de que forma eles interagem com os
sistemas de valores organizacionais, Geert Hofstede
realizou uma ampla pesquisa durante quinze anos,
envolvendo 53 países, e argumentou: "uma desconsi-
deração pelas outras culturas é um luxo a que somente
os fortes podem-se dar... e até onde vão as teorias de
administração, o relativismo cultural é uma idéia cuja era
chegou."
Sendo assim, é INCORRETO afirmar que:
(A) as diferenças no caráter nacional podem ter impacto
direto sobre as práticas e relacionamentos no trabalho.
(B) considerando que as organizações desenvolvem suas
pró-prias culturas e seus sistemas de valores predomi-
nantes, as subsidiárias estrangeiras de organizações
multinacionais acabam por desenvolver uma cultura
híbrida, refletindo a cultura organizacional internacio-
nal e a cultura nacional local.
(C) o caráter nacional é unimodal, ou seja, todas as
pessoas de um certo paísm necessariamente as
características associadas àquela cultura, o que
facilita a transferibílídade das práticas gerenciais.
(D) estudos comparativos de diversas culturas em organi-
zações semelhantes sugerem que os funcionários das
diferentes sociedades podem ter expectativas bem
diferentes sobre o trabalho e a satisfação que dele
obtêm.
(E) em multinacionais bem integradas com uma forte cultu-
ra pode-se verificar grande similaridade entre os seus
membros, apesar de origens raciais diferentes.
40
O título impresso no cartão de visitas de Joel Silva era
"gerente de produção", cargo no qual ele tinha mais de 30
subordinados, que comandava em um amplo escritório. O
rapaz, de 29 anos, tinha grandes ambições de progredir na
organização, motivado pela perspectiva de promoções e
melhoria de status. Isto foi há dois anos, antes de a empresa
ser fundida com uma concorrente. Hoje Joel trabalha num
espaço, comum a outros vinte gerentes e o número de
pessoas diretamente subordinadas a ele foi cortado para
apenas cinco.
Você é o diretor de Recursos Humanos desta empresa e
deve enfrentar o desafio da motivação de uma força de
trabalho que, como Joel, está entediada.
Qual seria, nesse caso, a atitude correta e adequada que
você tomaria?
(A) Estabeleceria um programa contínuo que buscasse
identificar e satisfazer as necessidades, os desejos
e as expectativas dos empregados.
(B) Estabeleceria um modelo de modificação de compor-
tamento embasado num esquema de reforço intermi-
tente.
(C) Estabeleceria um sistema de ameaças ou coação para
que o trabalho fosse realizado acoplado a um sistema
de recompensas a todos no fim do ano.
(D) Implementaria uma política de elogios e reforço contí-
nuo embasada na teoria de condicionamento.
(E) Permitiria que os empregados definissem a sua política
de recompensas e punições segundo os seus valores
e suas prioridades.
Prova
Discursiva
Responda às questões de números 1 a 5, todas de mesmo valor, totalizando 100 (cem) pontos, preferivelmente com
tinta azul ou preta, nos espaços próprios das páginas do Caderno de Respostas.
O espaço disponível para desenvolvimento, resposta e eventuais rascunhos é SUFICIENTE.O serão fornecidas folhas
adicionais, e os rascunhosO serão considerados na correção.
Questão1
Os gráficos cartesianos abaixo retratam a evolução dos elementos patrimoniais da Cia. BETA de 31-12 do ano I a 31-12
do ano II.
COM BASE NAS INFORMAÇÕES CONTIDAS NOS GRÁFICOS, responda às perguntas que se seguem.
a) Você concederia um empréstimo de curto prazo à Cia. BETA? Justifique sua resposta. (valor: 8,0 pontos)
b) Monte um quadro explicativo das origens e das aplicações dos recursos no período considerado, (valor: 6,0 pontos)
c) Avalie a política de aplicações de recursos da Cia. BETA, justificando sua resposta. (valor: 6,0 pontos)
Comentários
Conteúdos envolvidos na questão:
Administração Financeira e Orçamentária: Contabili-
dade e Matemática
Habilidades aferidas:
Capacidade de: interpretação da realidade das organi-
zações e de documentos técnicos específicos ; Utili-
zação de raciocínio lógico, crítico e analítico. Expres-
o correta.
Padrões de resposta esperado:
a)o concederia o empréstimo
;
uma vez que:
Capital Circulante Líquido da Cia. Beta reduziu-se até
atingir zero;
endividamento, de curto e longo prazo, aumentou
consideravelmente;
resultado do periodo foi nulo.
b) Quadro das Origens e Aplicações dos Recursos:
Origens dos
Recursos
Aplicações dos
Recursos
Aumento do ELP
200
Aumento de Capitai
(acionistas) -100
Total das Origens
-300
Aumento do imobilizado
-400
Origens menos Aplicações
-(100)
Variação do CCL no período (100)
CCL (ano
l):
100
CCL (ano
Il):
0
c) A política de aplicações de recursos da Cia. Beta foi
inadequada, uma vez que gerou uma excessiva imobili-
zação, em detrimento do Capital Circulante Liquido.
Obs.: Foram também aceitas respostas favoráveis à
concessão do empréstimo, desde que apresentassem
a argumentação conveniente.
Questão nº 2
Uma empresa decidiu desenvolver um Sistema de Informações Gerenciais (SIG) com vistas a melhorar o seu desempenho.
Considere que o SIG é "o processo de transformação de dados em informações queo utilizadas na estrutura decisória
da empresa, bem como proporcionam a sustentação administrativa para otimizar os resultados esperados".
(Oliveira, 1992, p.39).
Cite 5 (cinco) áreas/setores diferentes da empresa que, uma vez associadas(os) à concorrência, podem colaborar com
o processo de aprimoramento do SIG que se quer implementar. Justifique, (valor: 4,0 pontos por área/setor comentado;
total: 20,0 pontos)
Comentários
Conteúdos envolvidos na questão:
Administração de Sistema de Informação; Organiza-
ção de Sistemas e Métodos.
Habilidades aferidas:
Capacidade de: utilizar raciocinio lógico, crítico e ana-
lítico, estabelecendo relações formais e causais entre
fenômenos; demonstrar compreensão do todo admi-
nistrativo, de modo integrado, sistêmico e estratégico,
bem com de suas relações com o ambiente externo;
resolver situações com flexibilidade e adaptabilidade
diante de problemas e desafios organizacionais; sele-
cionar procedimentos que privilegiem formas de atua-
ção em prol de objetivos comuns.
Padrão de resposta esperado:
Algumas das áreas de empresa que podem colaborar
no processo de aprimoramento do SIG inerente aos
concorrentes são:
área de vendas, pois possuí grande interação com o
mercado, devendo, entretanto os vendedores estar cons-
cientes de que os seus relatórioso ser utilizados no
processo decisório estratégico;
área de propaganda e publicidade, pois, normalmen-
te, coleciona cópias dos anúncios dos concorrentes,
os quais proporcionam informações dos novos produ-
tos e de ações mercadológicas;
área de compras, pois os fornecedores da empresa
podem também estar vendendo aos seus concorren-
tes;
área de pesquisa e desenvolvimento, pois, normal-
mente, seus técnicos, embora de diferentes empre-
sas, usam os mesmos bancos de dados, sendo as
empresas vencedoras aquelas que usam os dados de
forma mais adequada, convertendo-os em um ativo in-
telectual competitivo;
área de crédito, pois tem informações valiosas de
empresas do mercado;
área de atendimento a cliente, pois está em "linha
direta" com os clientes, podendo saber sobre novos
produtos, suas características, mudanças de preços,
etc, sendo que, com a nova Lei do Consumidor, a equi-
pe de atendimento ao cliente teve o seu sistema de
informações aprimorado:
área de distribuição, pois pode saber sobre os cus-
tos de transportes dos concorrentes, capacidade de
seus depósitos, nível de estoque, etc;
área de relações com órgãos governamentais, pois tem
contatos com instituições em queo discutidos os se-
tores em gerai e os concorrentes em particular;
área jurídica, pois os advogados normalmentem co-
nhecimento de concessão de patentes, de alterações
governamentais sobre o setor, de algum litígio grave do
concorrente;
área de biblioteca, pois tem a centralização maior das
fontes de informações através de relatórios, periódicos,
livros, manuais;
área de informática, pois seus técnicos podem
estruturar um sistema de banco de dados automatizado
e com maior facilidade de análise;
área de recursos humanos, pois seus analistas sa-
bem quais funcionários já trabalharam com os concor-
rentes; e
área de mercado imobiliário, pois pode contribuir para
a análise dos planos de expansão ou de retração de
uma empresa concorrente.
Questão nº 3
Na cidade de Cachos de Ouro, famosa pelo volume, variedade e qualidade das bananas que produz, encontram-se três
fábricas de doces de banana que competem no mesmo mercado.
A Qualidoce, a mais tradicional das três, produz doces de alta qualidade e detém 30% do mercado. Sua comunicação
sempre foi fortemente orientada por apelos de qualidade, os quais os consumidores reconhecem como legítimos ao usarem
o produto. Desta forma, com o passar dos anos, a marca Qualidoce se transformou em sinônimo de qualidade para os
consumidores. A boa imagem da marca permite que seus preços sejam, em média, 20% mais caros do que os preços dos
concorrentes. Dentre as três fabricantes, a Qualidoce é a que apresenta a maior rentabilidade. Tudo isso faz com que ela
seja um padrão de referência no mercado.
A Banana Pop é a que detém a maior participação de mercado: 60%. Ela luta desesperadamente para conquistar reputação
semelhante à da Qualidoce. Gasta pesadas somas em propaganda para incutir nos consumidores a idéia de que seus
produtosoo bons quanto os da Qualidoce. No entanto, segundo o seu Diretor de Marketing, "isto até agora parece
só ter feito reforçar a posição da concorrente". A participação de mercado da Banana Pop só se tem mantido graças a um
preço 20% inferior ao dos produtos Qualidoce, o que tem prejudicado sua rentabilidade. Na última pesquisa realizada pela
agência "Fala Mercado", a marca Banana Pop foi fortemente associada a "produto popular" e de "baixo preço", ficando
muito longe da Qualidoce no que se refere à imagem de qualidade.
A terceira fabricante é a Pro-Light, cuja participação de mercado é inferior a 10%. A Pró-Light fabrica produtos com baixas
calorias, dirigidos a um público preocupado em manter a forma, sem deixar de consumir doce. Esta empresa foi a última
das três a entrar no mercado. Sua marca gradativamente vai-se consolidando, mas seus investimentos em propaganda
aindam sido altos. Por isso sua rentabilidade aindao é a desejada. A Direção da empresa está consciente, no entanto,
de que embora sua participação de mercado no futuroo deva ultrapassar os 10%, sua rentabilidade melhorará quando
o produto for definitivamente conhecido e aceito pelo público visado.
Com base no enunciado acima,
a) explique sucintamente o posicionamento das três fabricantes de doces de banana apresentadas no caso, explicitando
qual das três empresas tem o posicionamento mais bem definido até agora e por quê;
(valor: 10,0 pontos)
b) sob uma ótica de Marketing, por que a Banana Popo está tendo boa rentabilidade? O que a empresa deveria
fazer para melhorá-la?
(valor: 10,0 pontos)
Comentários
Conteúdos envolvidos na questão:
Administração Mercadológica; Psicologia.
Habilidades aferidas:
Capacidade de: utilizar a comunicação interpes-soal e
expressão correta nos documentos técnicos específi-
cos e de interpretação da realidade das organizações;
interagir criativamente em face aos diferentes contex-
tos organizacionais e sociais; resolver situações com
flexibilidade e adaptabilidade diante de problemas e
desafios organizacionais; selecionar estratégias ade-
quadas de ação, visando atender interesses interpes-
soais e institucionais
Padrão de resposta esperado:
a) Empresa Qualidoce: nitidamente posicionada em
qualidade
Banana Pop: insiste em apelar para aspectos de
qualidade, mas o mercadoo os aceita como legíti-
mos. Sendo o posicionamento a maneira como o pro-
duto é definido pelos consumidores no que se refere
aos seus atributos importantes - ou o lugar que o pro-
duto ocupa nas mentes dos consumidores em relação
aos produtos concorrentes - infere-se que o produto
Banana Pop está posicionado no mercado como po-
pular e de preço baixo.
Pró-Light: posiciona-se como produto de baixas
calorias, destinado a um nicho de mercado composto
por pessoas preocupadas em manterá forma, mesmo
comendo doce.
Empresa com posicionamento melhor definido, a
Gualidoce é a empresa que tem, até agora o
posicionamento mais bem definido no mercado Na sua
comunicação ela apela para aspectos de qualidade e
o mercado os aceita como legítimos
b) A rentabilidade da Banana Pop está baixa porque a
empresa está tentando ocupar um espaço na mente
dos consumidores que é legitimamente ocupado pela
Qualidoce Isso só tem feito reforçar a posição da con-
corrente, em que pesem os grandes gastos da Bana-
na Pop em propaganda. Ou seja, a Banana Pop está
despendendo grandes esforços sem obter os retornos
necessários Seu Diretor de Marketing deveria saber
que nas posições abertas nas mentes dos consumi-
dores só cabe uma empresa, produto ou marca de cada
Para melhorar sua rentabilidade a empresa deveria
assumir seu posicionamento de preço baixo, buscan-
do redução de custos e manutenção de alta participa-
ção de mercado.
Questão nº 4
Sr. Evandro, proprietário da empresa Xisto Ltda., está enfrentando a situação relatada abaixo.
Há três anos, ao identificar problemas de desempenho de pessoal, o Sr. Evandro decidiu implementar uma política de
Treinamento e Desenvolvimento (T&D), acreditando ser esta a grande solução. Assim agindo, a função de Recursos
Humanos resumiu-se ao T&D, sendo que o Recrutamento e a Seleção, e a Avaliação de Potencial foram centralizados
na pessoa do Sr. Evandro.
Observou-se que, após o processo, os funcionários passaram a demonstrar uma competência maior na execução das
tarefas, embora com um aumento significativo da rotatividade de pessoal. Noventa e cinco por cento do pessoal que deixou
a empresa no ano passado colocaram como motivo do desligamento os baixos salários e a falta de perspectivas
profissionais, embora gostassem muito de trabalhar na empresa.
O Sr. Evandro passou a centrar suas críticas na área de T&D, alegando que os investimentos feitos em treinamento estavam
redundando em custos, pois os prováveis benefícios dele advindos eram, na realidade, usufruídos por outras empresas.
Diante da situação exposta, você, como consultor contratado pela empresa Xisto Ltda.
Sr. Evandro? (valor: 20,0 pontos)
o que recomendaria ao
Comentários
Conteúdos envolvidos na questão:
Administração de Recursos Humanos; Psicologia;
Sociologia.
Habilidades aferidas:
Capacidade de: utilizara comunicação interpes-soal e
expressão correta nos documentos técnicos específi-
cos e de interpretação da realidade das organizações,
demonstrar compreensão do todo administrativo, de
modo integrado, sistêmico e estratégico, bem como
de suas relações com o ambiente externo; ordenar ati-
vidades e programas, decidir entre alternativas, identi-
ficar e dimensionar riscos; selecionar estratégias ade-
quadas de ação, visando atender interesses
interpessoais e institucionais.
Questão nº 5
Padrão de resposta esperado:
A divisão de Recursos Humanos deve atuar na empresa
de forma integrada.o basta haver somente um setor de
Treinamento e Desenvolvimento de Pessoal.
Compete ao Setor de Seleção aprovar candidatos com
potencial a ser desenvolvido através do Setor de Trei-
namento e Desenvolvimento. Entretanto, é necessária
também a atuação do Setor de Administração de Car-
gos e Salários com o objetivo de manter os talentos
que a empresa possui, assim como de um setor de
Avaliação de Desempenho, que dará base para a for-
mação de um processo de planejamento-de carreira:
O graduando deverá evidenciar, em sua resposta, essa
interligação, demonstrando, assim, visão sistêmica da
área de Recursos Humanos.
A empresa "Doce Tabaco", após dois anos de intensas pesquisas, lançou finalmente o revolucionário cigarro sem fumaça.
O termo "revolucionário" cai bem ao novo produto porque, além deo produzir fumaça, ele apresenta outras importantes
inovações:
a) o cigarroo queima, portantoo reduz o tamanho enquanto é consumido, permanecendo aceso até que uma
pequena ponteira de carbono seja consumida;
b)o produz cinza, dispensando, portanto, o indesejável cinzeiro;
c) é revestido de uma lâmina rígida, de material sintético, artificial eo tóxico, queo permite que ele seja facilmente
esmagado, após consumido, como acontece com os cigarros de papel;
d) o prazer de fumar é obtido por um aromatizante depositado em uma embalagem de alumínio dentro do produto,
responsável pela maior parte da nicotina do cigarro;
e) a embalagem do produto é biodegradável.
A empresa "Doce Tabaco" está utilizando, na comunicação do cigarro sem fumaça, apelos relacionados à inovação
tecnológica de cunho mais racional do que emocional.
O preço do produto é vinte e cinco por cento superior à média dos demais cigarros existentes no mercado.
Você acredita que a imagem da "Doce Tabaco" como empresa politicamente correta seria beneficiada pelo lançamento
deste produto?
Considerando os fatores (a) éticos, (b) sociais, (c) culturais e (d) ecológicos, justifique a sua resposta.
(valor: 5,0 pontos por fator comentado; total: 20,0 pontos)
Comentários
Conteúdos envolvidos na questão:
Administração Mercadológica; Ética; Ecologia e Meio
Ambiente ;Socioiogia e Psicologia.
Habilidades aferidas;
Capacidade de: utilizar a comunicação interpessoal e
expressão correta nos documentos técnicos específi-
cos e de interpretação da realidade das organizações,
interagir criativamente em face aos diferentes contex-
tos organizacionais e sociais: resolver situações com
flexibilidade e adaptabilidade diante de problemas e
desafios.
Padrão de resposta esperado:
Fatores Éticos
Baseado no princípio de atrevimento, ou seja, usando
a teoria da ética, temos a sensação de que a imagem
da empresa seria beneficiada se a ótica do produto
estivesse implicitamente associada à preservação dos
recursos naturais, tanto quanto do cidadão Entretan-
to, estaria prejudicada à luz do interesse único e ex-
clusivo do lucro, independentemente do bem que o novo
cigarro possa realmente proporcionar à saúde do fu-
mante.
Enquanto a preocupação da empresa for, efetivamen-
te, o bem comum, a empresa estaria resguardando a
questão ética. Considerando que as pessoasm seus
direitos, e esteso inerentes e inalienáveis, à medida
que a organização procura preservar os direitos dos
consumidores, entre eles o direito à saúde, parte da
ética da responsabilidade social também se preserva.
É preciso considerar, ainda, que maior número de pes-
soas seria beneficiado pelo produto independentemen-
te de ser fumante ou não.
Fatores sociais
Os grupos de referência e a família do indivíduo repre-
sentam um papel importante na decisão de fumar. Se
eleso fumam e desencorajam ativamente o fumo, é
grande a possibilidade de que a pessoao fume. Por
outro lado. se a pessoa tem forte identificação com o
pai que fuma, ou com ídolos que fumam, pode ser for-
temente impulsionada a fumar também.
Fatores culturais
O cigarro sem fumaça é a resposta da empresa "Doce
Tabaco" à crescente aversão ao fumo,o somente
por causa do seu impacto sobre a saúde do fumante,
mas também devido aos seus efeitos danosos sobre
oso fumantes.
O número cada vez maior de evidências sugerindo que
respirar fumaça secundária pode provocar problemas
de saúde impulsionou esta tendência.
Desta forma, a preocupação com os outros estimula-
ria os fumantes a adotar o cigarro sem fumaça. Deve-
se notar, entretanto, que existem certos fatores cultu-
rais que podem estimular o uso do fumo. Muitas pes-
soas podem começar a fumar quando adolescentes.
em parte pelo desejo de independência, e em parte
para tentar "ser adulto"
Além disto, podem existir subculturas onde o fumo é acei-
to e talvez até mesmo esperado nos adultos.
Fatores ecológicos
O empresário é responsável por todo o ciclo de vida do
produto, da fonte de matéria-prima ao seu destino fi-
nal. No caso relatado, houve preocupação com os se-
guintes aspectos:
proteção do meio ambiente, ao se evitar a exalação
de monóxido de carbono (fumaça);
® não-contaminação do meio ambiente pelo descarte
da embalagem e da bagana do cigarro;
diminuição do índice de destruição de florestas, de-
corrente da substituição da celulose por material sinté-
tico, artificial eo tóxico de revestimento do cigarro.
Obs : Estes padrões de resposta correspondem a uma
forma possível de organização de dados e argumentos
em torno dos temas propostos. Redações diferentes
foram aceitas, desde que mantidas as idéias centrais
aqui apresentadas.
Questionário-
pesquisa
sta pesquisa é parte integrante do Exame Na-
cional de Cursos e tem por objetivo levantar informa-
ções que permitam identificar as condições institu-
cionais de ensino, bem como traçar o perfil do conjun-
to de graduandos. Ela permitirá o planejamento de
ações, na busca da melhoria da qualidade dos cursos.
Para que essa meta seja alcançada, é importante sua
participação. Procure respondera este questionário de
forma individual, conscienciosa e independente. Afide-
dignidade das suas respostas é fundamental.
Em cada questão, marque apenas uma respos-
ta, ou seja, aquela que melhor corresponde às suas
caracteristicas pessoais, às condições de ensino
vivenciadas por você e às suas perspectivas para o
futuro. Os dados obtidos serão sempre tratados esta-
tisticamente, de forma agregada, isto é, segundo gru-
pos de indivíduos.o haverá tratamento e divulgação
de dados pessoais.
Preencha o cartão apropriado com as suas res-
postas, utilizando para tanto caneta esferográfica azul
ou preta.
Entregue esse cartão ao coordenador de sua sala,
no local do Exame, no dia 07 de junho de 1998.
Gratos pela sua valiosa contribuição.
01 - Em relação ao Exame Nacional de Cursos,
você gostaria de receber o resultado de seu
desempenho na Prova?
(A)-Sim. 94,8
(B)-Não. 5,2
Caracteristicas Pessoais
02 - Qual é o seu estado civil?
(A) Solteiro. 68,3
(B) Casado. 22,5
(C) Separado/desquitado/divorciado. 4,0
(D) Viúvo. 0.8
(E) Outros. 2,3
Sem informação. 2,1
03 - Quantos irmãos você tem?
(A) Nenhum. 7,4
(B) Um. 25.6
(C)Dois. 31,6
(D) Três. 14,4
(E) Quatro ou mais. 20,0
Sem informação. 1,1
04 - Quantos filhos você tem?
(A) Nenhum. 80.2
(B)Um. 10,2
(C) Dois. 6,2
(D) Três. 2,1
(E) Quatro ou mais. 0,5
Sem informação. 0,8
05 - Com quem você morou durante a maior
parte do tempo em que freqüentou este curso
superior?
(A) Com os pais e/ou outros parentes. 74,1
(B) Com esposo(a) e filho(s). 16,8
(C) Com amigos. 3,8
(D) Em alojamento universitário. 0,5
(E) Sozinho. 4,1
Sem informação. 0,7
06 - Você calcula que a soma da renda mensal
dos membros da sua família que moram em sua
casa seja:
(A) Até R$390,00. 2,2
(B) De R$ 391,00 a R$ 1.300 00.
(C) De R$ 1.301,00 a R$ 2.600,00.
(D) De R$2.601,00 a R$6.500,00. 28,9
(E) Mais de R$6.500,00. 11,4
Sem informação. 0,9
07 - Qual o grau de escolaridade do seu pai?
(A) Nenhuma escolaridade.
(B) Ensino fundamental
(primeiro grau) incompleto. 36,4
(C) Ensino fundamental
(primeiro grau) completo (8
a
série). 14,0
(D) Ensino médio
(segundo grau) completo. 20,9
(E) Superior. 24,6
Sem informação. 0,9
08 - Qual o grau de escolaridade da sua mãe?
(A) Nenhuma escolaridade. 3,6
(B) Ensino fundamental (primeiro grau)
incompleto. 36.0
(C) Ensino fundamental (primeiro grau)
completo (8
a
série). 17,10
(D) Ensino médio (segundo grau)
completo. 24.9
(E) Superior. 17,8
Sem informação. 0,7
09 - Qual o meio de transporte mais utilizado
por você para chegar à sua instituição?
(A) Carro ou motocicleta próprios. 41,4
(B) Carro dos pais. 10,4
(C) Carona com amigos e vizinhos. 4,9
(D) Transporte coletivo
(ônibus, trem, metrô). 37,0
(E) Outro. 5,5
Sem informação. 0,7
10 - Existe microcomputador em sua casa?
(A) Sim. 54,5
(B) Não. 44,1
Sem informação. 1,4
11- Durante a maior parte do seu curso, qual foi
a carga horária aproximada de sua atividade
remunerada?
(A)o exerci atividade remunerada. 5,3
(B) Trabalhei eventualmente, sem vínculo
empregatício. 7,8
(C) Trabalhei até 20 horas semanais. 5,8
(D) Trabalhei mais de 20 horas e menos de
40 horas semanais. 19,2
(E) Trabalhei em tempo integral - 40 horas
semanais ou mais. 61,1
Sem informação. 0,8
Atividades
12 - Para que você utiliza computador?
(A)o utilizo computador (se optar por esta
alternativa, passe para a Questão 16). 8,6
(B) Utilizo-o apenas para entretenimento. 0,9
(C) Utilizo-o para trabalhos escolares.
(D) Utilizo-o para trabalhos profissionais.
(E) Utilizo-o para entretenimento, trabalhos
escolares e profissionais. 65.5
Sem informação. 1,7
13 - Caso utilize computador, como você
aprendeu a operá-lo?
(A) Sozinho. 23,8
(B) Por meio de bibliografia especializada. 2,0
(C) Na minha Instituição de Ensino
Superior. 7,1
(D) No meu local de trabalho. 33,5
(E) Em cursos especializados. 32.2
Sem informação. 0,3
14 - Caso utilize computador em seus trabalhos
escolares e profissionais que tipos de programas
você opera?
(A) Processadores de texto. 15,0
(B) Processadores de texto e planilhas
eletrônicas. 24,4
(C) Processadores de texto, planilhas
eletrônicas e sistemas de banco de dados. 24.3
(D) Os três tipos de programas acima, além de
programas de apresentação (Harvard graphics,
powerpoint e outros (congêneres). 29,0
(E) Todos os programas acima, programas
desenvolvidos por você mesmo e programas
específicos da área do seu curso. 6,6
Sem informação. 0,7
15 - Caso utilize computador, você tem
predominantemente acessado a INTERNET a
partir de que equipamento?
(A) Daquele colocado à disposição pela minha
Instituição de Ensino Superior. 15,7
(B) Daquele disponível na minha residência,
por meto de assinatura paga de acesso à-
Internet. 20,3
(C) Equipamento disponível no meu local
de trabalho. 21,2
(D) Equipamento colocado à minha disposição
em outro local. 8,5
(E) Nunca tive a oportunidade de acessar a
Internet. 33,6
Sem informação. 0,7
16 - Durante o seu curso de graduação, quantos
livros você tem lido, em média, por ano,
excetuando-se os livros escolares obrigatórios?
(A) Nenhum. 13,5
(B)Um. 23,8
(C) Dois a três. 40,8
(D) Quatro a cinco. 12,0
(E) Seis ou mais. 9,2
Sem informação. 0,8
17 - Durante o seu curso de graduação, quantas
horas por semana você tem dedicado, em média,
aos seus estudos, excetuando-se as horas de aula?
(A) Nenhuma, apenas assisto às aulas. 12,3
(B) Uma a duas. 44,0
(C) Três a cinco. 30,4
(D) Seis a oito. 8,2
(E) Mais de oito.
Sem informação.
18 - Qual o meio que você mais utiliza para se
manter atualizado sobre os acontecimentos do
mundo contemporâneo?
(A) Jornal. 33,7
(B) Revistas. 22.0
(C)TV. 37,1
(D) Rádio. 3,6
(E) Internet. 2,3
Sem informação. 1,3
19 - Como você avalia seu conhecimento da
língua inglesa?
(A) Praticamente nulo. 36,7
(B) Leio, maso escrevo nem falo. 24,6
(C) Leio e escrevo bem, maso falo.
(D) Leio e escrevo bem e falo razoavelmente. 19,7
(E) Leio, escrevo e falo bem. 10,4
Sem informação. 0,7
20 - Como você avalia seu conhecimento da
língua espanhola?
(A) Praticamente nulo. 53,3
(B) Leio, maso escrevo nem falo. 31,7
(C) Leio e escrevo bem, maso falo. 2,7
(D) Leio e escrevo bem e falo razoavelmente.
(E) Leio, escrevo e falo bem. 3,2
Sem informação. 0,8
21 - Em qual das línguas estrangeiras abaixo
você é capaz de se comunicar melhor?
(A) Francês. 6,5
(B)Alemão 2.8
(C) Italiano 18,0
(D)Japonês. 2,4
(E) Nenhuma dessas. 69,6
Sem informação. 0,7
22 - Simultaneamente ao seu curso de
graduação, em que áreas você desenvolve ou
desenvolveu atividades artísticas?
(A) Teatro. 3,2
(B) Artes plásticas. 2,5
(C) Música. 9,7
(D) Dança. 6,6
(E) Nenhuma. 77,2
Sem informação. 0,8
23 - Simultaneamente ao seu curso de
graduação, em que áreas você desenvolve ou
desenvolveu atividades físicas / desportivas?
(A) Atividades físicas individuais. 35,1
(B) Futebol. 18,7
(C) Voleibol. 3,7
(D) Outro esporte coletivo. 6,2
(E) Nenhuma. 35,4
Sem informação 0,8
Formação no Ensino Médio (E)o
participei
de
eventos
33 1
Sem informação. 1,0
24 - Em que tipo de escola você freqüentou o
ensino médio (segundo grau)? 29 - Você foi beneficiado por algum tipo de bolsa
(A) Todo em escola pública (municipal, estadual, de estudos para custeio das despesas do curso?
federal). 39.5 (A) Nao. 73,3
(B) Todo em escola privada. 41.5 (B) Crédito Educativo-Creduc
(C) A maior parte do tempo em escola (Caixa Econômica Federal). 6,6
pública. 7,1 (C) Bolsa integral oferecida pela instituição. 1,5
(D) A maior parte do tempo em escola (D) Bolsa parcial ou desconto nas anuidades
privada. 6,8 oferecida pela sua instituição. 9,2.
(E) Metade em escola pública e metade em (E) Bolsa, parcial ou integral, oferecida por
escola privada. 4,6 entidades externas (empresas, organismos de
Sem informação. 0 7 apoio ao estudante etc). 8.5
Sem informação. 0,8
25 - Qual foi o tipo de curso do ensino médio
(segundo grau) que você concluiu? 30 - Durante a maior parte do seu curso de
(A) Comum ou de educação geral, no graduação, considerando-se apenas as aulas
ensino regular 596 teóricas, qual o número médio de alunos por turma?
(B) Técnico (eletrônica, contabilidade, (A) Até 30 alunos. 16,2
agrícola etc.) no ensino regular. 28.7 (B) Entre 31 e 50 alunos. 42,9
(C) Magistério de Primeira a Quarta Série (C) Entre 51 e 70 alunos. 24,7
(Curso Normal), no ensino regular. 45 (D) Entre 71 e 100 alunos. 13,5
(D) Curso de Ensino Médio Supletivo. 3,8 (E) Mais de 100. 1.9
(E) Outro curso. Sem informação. 0,8
Sem informação. 0,7
31 - Quanto às aulas práticas (laboratórios etc.)
Curso de Graduação do seu curso, você diria que
(A) As aulas práticasoo necessárias no meu
curso (passe para a Questão 34). 19,0
26 - Destaque uma dentre as atividades (B) AS aulas práticaso necessárias, mas
acadêmicas que você desenvolveu por mais nãoo oferecidas (passe para a Questão 34). 22,4
tempo durante o período de realização do seu (C) Raramenteo oferecidas aulas práticas. 31,5
curso de graduação, além daquelas (D) As aulas práticaso oferecidas com
obrigatórias: freqüência, masoo suficientes. 10,6
(A) Nenhuma atividade. 62,1 (E) As aulas práticaso oferecidas na
(B) Atividades de iniciação científica ou freqüência exigida pelo curso. 14,3
tecnológica. 4,3 Sem informação. 2,3
(C) Atividades de Monitoria. 2,9
(D) Atividades em projetos de pesquisa 32 - Com relação aos laboratórios utilizados
conduzidos por professores da Instituição. 20,9 durante o seu curso, você diria que possuem
(E) Atividades de extensão promovidas pela equipamentos:
instituição. 8,9 (A) Totalmente atualizados e em número
Sem informação. 1,0 suficiente para todos os alunos. 25,4
(B) Atualizados, mas em número
27- Que atividade(s) extraclasse(s) oferecida(s) insuficiente para todos os alunos. 50,7
pela sua instituição você mais desenvolveu (C) Equipamentos desatualizados, mas
durante o período da realização do curso? bem conservados e em número
(A) Nenhuma. 77,1 suficiente para todos os alunos. 4,8
(B) Estudo de línguas estrangeiras. 6,1 (D) Equipamentos desatualizados, mas bem
(C) Atividades artísticas diversas. 1,7 conservados, entretanto insuficientes para
(D) Atividades desportivas. 9,7 todos os alunos. 13,8
(E) Mais de uma das atividades acima. 4,6 (E) Antigos, sem conservação alguma,inoperantes
Sem informação. 0,8 e insuficientes para os alunos. 3,8
Sem informação. 1,4
28 - Por qual instituição foi promovida a maioria
dos eventos (congressos, jornadas, cursos de 33 - As aulas práticas comportam um número
extensão) de que você participou? adequado de alunos em relação aos
(A) Pela minha Instituição de Ensino equipamentos, material e espaço pedagógico
Superior. 44,8 disponíveis?
(B) Por outras instituições de ensino. 7,6 (A) Sim, todas elas. 215
(C) Por diretórios estudantis ou centros (B) Sim, a maior parte delas. 27,2
acadêmicos. 9,0 (C) Sim, metade delas. 13,8
(D) Por associações científicas da área. 4,5 (D) Sim, poucas. 21,2
(E) Não, nenhuma. 15 0
Sem informação. 1,2
34 - Tomando por base a sua vivência escolar,
você considera que há disciplinas do curso que
deveriam ser eliminadas ou ter seu conteúdo
integrado a outras?
(A) Não, todas as disciplinas ministradas
no Cursoo importantes. 22.1
(B) Hã poucas disciplinas que deveriam ter seu
conteúdo integrado ao de outras. 40,7
(C) Há muitas disciplinas que poderiam ter seu
conteúdo integrado ao de outras. 20.5
(D) Há várias disciplinas que deveriam ser
totalmente eliminadas. 13,2
(E)o sei. 2,5
Sem informação. 1,1
35 - Ainda tomando por base a sua vivência
escolar, você acha que há novas disciplinas
que deveriam ser incorporadas ao currículo
pleno do curso?
(A) Não, o currículo pleno do curso está
perfeito. 6,8
(B) Sim, embora o currículo do curso seja bem
elaborado há poucas disciplinas novas que
poderiam ser incorporadas. 39,1
(C) Sim, embora o currículo do curso seja bem
elaborado, há muitas disciplinas novas que
poderiam ser incorporadas. 32,8
(D) Sim, o currículo do curso é deficiente e
há muitas disciplinas que deveriam ser
incorporadas. 17,6
(E)o sei. 2,9
Sem informação. 0,9
36 - Você considera que as disciplinas do curso
estão bem dimensionadas?
(A) Não, algumas disciplinas estão mal
dimensionadas: muito conteúdo e pouco
tempo para o seu desenvolvimento. 43,7
(B) Não, algumas disciplinas estão mal
dimensionadas: muito tempo disponível para
pouco conteúdo a ser ministrado. 17,2
(C) Sim, as disciplinas estão razoavelmente
bem dimensionadas. 31,2
(D) Sim, as disciplinas do curso estão muito
bem dimensionadas. 5.3
(E)o sei. 1,7
Sem informação. 0,9
37 - Quanto ao estágio curricular
supervisionado obrigatório, você diria que:
(A)o é oferecido no meu curso
(passe para a Questão 39). 9,4
(B) Tem menos de 200 horas. 17,5
(C) Está entre 200 e 299 horas. 22,3
(D) Está entre 300 e 399 horas. 33,9
(E) Tem mais de 400 horas 13,6
Sem informação. 3,4
38 - Qual foi no seu entender, a maior
contribuição do estágio curricular
supervisionado?
(A) O aperfeiçoamento técnico-profissional. 2.4 4
(B) O conhecimento do mercado profissional.
(C) O conhecimento de novas áreas de
atuação para os graduados no meu curso.
(D) A reafirmação da escolha profissional
feita. 7.4
(E) A demonstração da necessidade de contínuo
estudo para eficiente exercício profissional.
Sem informação. 1 2
39 - Quanto à utilização de microcomputadores
em seu curso, você diria que:
(A) O meu cursoo necessita da utilização de
microcomputadores. 3 0
(B) A instituiçãoo possui microcomputadores. 1 9
(C) A instituição possui microcomputadores, mas
os alunos de graduaçãoom acesso a eles. 9 2
(D) O acesso aos microcomputadores é limitado
pelo seu número insuficiente ou pelo horário de
utilização. 50,5
(E) A instituição possui um número suficiente de
equipamentos e viabiliza a sua utilização de
acordo com as necessidades do curso. 34,3
Sem informação. 1.2
Biblioteca
40 - Como você utiliza a biblioteca de sua
instituição?
(A) A instituiçãoo tem biblioteca
(se marcou esta alternativa, salte para a
questão 48). 0,6
(B) A instituição possui biblioteca, mas
euo a utilizo. 10,1
(C) Utilizo pouco a biblioteca, porqueo
sinto muita necessidade dela. 29,2
(D) Utilizo pouco a biblioteca, porque o horário
de funcionamentoo me é favorável. 9,9
(E) Utilizo freqüentemente a biblioteca. 49,3
Sem informação. 1,0
41 - Como você avalia a atualização do acervo
da biblioteca face às necessidades curriculares
do seu curso?
(A) É atualizado. 24,2
(B) É medianamente atualizado. 37,6
(C) É pouco atualizado. 23,1
(D)o é atualizado. 9,3
(E)o sei 5,6
Sem informação. 0,2
42 - Como você avalia o número de exemplares
disponíveis na biblioteca para atendimento do
alunado do curso?
(A) É plenamente suficiente. 12,8
(B) Atende medianamente. 44,2
(C) Atende pouco. 18,3
(D) É insuficiente. 19,2
(E)o sei. 5,3
Sem informação. 0,3
43 - Como você avalia a atualização do acervo
de periódicos especializados disponíveis na
biblioteca?
(A)o existe acervo de periódicos.
(B) Existe, mas é desatualizado.
(C) É razoavelmente atualizado. 40,0
(D) É atualizado. 25.7
(E)o sei. 19.8
Sem informação 0,5
44 - A biblioteca de sua instituição, oferece
serviço de empréstimo de livros?
(A) Sim, para todo o acervo. 63,9
(B) Apenas para obras de caráter didático. 20,2
(C) Apenas para as obras de interesse geral.
(D)o há empréstimo. 4,5
(E)o sei. 4.7
Sem informação. 0,4
45 - Como você avalia o serviço de pesquisa
bibliográfica oferecido?
(A) Utiliza apenas processos manuais (fichários). 343
(B) Dispõe de sistema informatizado local. 48,2
(C) Dispõe de acesso a rede nacional de
bibliotecas universitárias. 3,7
(D) Dispõe de acesso a rede internacional de
bibliotecas. 2,9
(E)o sei. 10,5
Sem informação. 0,4
46 - A biblioteca de sua instituição oferece
horário adequado de funcionamento?
(A) Sim, é plenamente adequado. 64,4
(B) É medianamente adequado. 25 6
(C) É muito pouco adequado. 4,9
(D)o é adequado 2,3
(E)o sei. 2,5
Sem informação. 0,3
47 - A biblioteca de sua instituição oferece
instalações adequadas para leitura e estudo?
(A) Sim, plenamente adequadas. 47,5
(B) Medianamente adequadas. 36,2
(C) Muito pouco adequadas. 10,2
(D) Inadequadas. 4,4
(E)Nâosei. 1,3
Sem informação. 0,5
Docentes
48 - Qual tipo de material bibliográfico tem sido
o mais utilizado por indicação dos professores
durante o seu curso de graduação?
(A) Apostilas, resumos. 37,9
(B) Livros-texto, manuais. 19,0
(C) Cópias de capítulos e trechos de livros. 31,7
(D) Artigos de periódicos especializados.
(E) Anotações manuais, caderno de notas. 7,0
Sem informação. 1,2
49 - Durante o seu curso de graduação, que
técnicas de ensino a maioria dos professores
tem utilizado, predominantemente?
(A) Aulas expositivas. 15,4
(B) Trabalhos de grupo, desenvolvidos em sala
de aula. 6 6
(C) Aulas expositivas e aulas práticas.
(D) Aulas expositivas e trabalhos de grupo. 46,2
(E) Aulas expositivas, aulas práticas,trabalhos
de grupo e videoaulas. 28 5
Sem informação. 1,0
50 - Você considera que os seus professoresm
demonstrado empenho, assiduidade e
pontualidade?
(A) Nenhum tem demonstrado. 0,7
(B) Poucosm demonstrado. 13 0
(C) Metade tem demonstrado 15,0
(D) A maior parte tem demonstrado. 55.2
(E) Todosm demonstrado. 15.2
Sem informação. 1,1
51 -Você considera que os seus professores
demonstram domínio atualizado das disciplinas
ministradas?
(A) Nenhum demonstra. 0,8
(B) Poucos demonstram. 11 4
(C) Metade demonstra. 15,8
(D) A maior parte demonstra. 55,4
(E) Todos demonstram. 15,5
Sem informação. 1,2
52 - Que instrumentos de avaliação da
aprendizagem a maioria dos seus professores
adota predominantemente?
(A) Provas escritas periódicas (mensais,
bimensais). 85,9
(B)Trabalhos de grupo, escritos. 7,1
(C)Trabalhos individuais escritos. 1,4
(D)Prova prática. 3.1
(E)Não usa instrumentos específicos
de avaliação. 1,2
Sem informação. 1,3
53 - Ao iniciar os trabalhos, os docentes
apresentam plano de ensino contendo objetivos,
metodologias, critérios de avaliação,
Cronograma e bibliografia?
(A) Nenhum apresenta. 2,1
(B) Poucos apresentam. 15,4
(C) Metade apresenta. 10,4
(D) A maior parte apresenta. 42,2
(E) Todos apresentam. 28,8
Sem informação. 1,1
54 - Como você avalia a orientação extraclasse
prestada pelo corpo docente?
(A) Nunca procurei orientação extraclasse. 29,4
(B)Procurei, mas nunca encontrei. 2,7
(C)Procurei, mas raramente encontrei. 13,5
(D)Procurei e encontrei várias vezes. 29,5
(E)Sempre há disponibilidade do corpo
docente para orientação extraclasse. 23,8
Sem informação. 1,2
Contribuição do Curso
55 - Como você avalia o nível de exigência do
seu curso?
(A) Deveria ter exigido muito mais de mim. 213
(B) Deveria ter exigido um pouco mais de mim. 42,1
(C) Exigiu de mim na medida certa.
(D) Deveria ter exigido um pouco menos
de mim. 3 1
(E) Deveria ter exigido muito menos de mim. 04
Sem informação. 1,1
56 - Qual você considera que a maior
contribuição do curso que está concluindo?
(A) Aobtenção de diploma de nível superior. 13,2
(B) A aquisição de cultura geral. 23.5
(C) O aperfeiçoamento técnico-profissional. 38 A
(D) A formação teórica. 13,4
(E) Melhores perspectivas de ganhos
materiais. 10,6
Sem informação. 1,0
57 - Qual das habilidades foi mais
desenvolvida pelo seu curso?
(A) Capacidade de comunicação. 11,8
(B) Habilidade de trabalhar em equipe. 32,4
(C) Capacidade de análise crítica. 34,8
(D) Senso ético. 4,0
(E) Capacidade de tomar iniciativa. 15,8
Sem informação. 1,3
Perspectivas Futuras
58 - Quanto aos estudos, após a conclusão deste
curso, você pretende:
(A)Não fazer nenhum outro curso. 3,4
(B)Fazer outro curso de graduação. 18,3
(C)Fazer cursos de aperfeiçoamento e
especialização. 54,0
(D)Fazer curso de mestrado e doutorado na
mesma área. 19,4
(E)Fazer curso de mestrado e doutorado
em outra área. 3,7
Sem informação. 1,2
Questões Específicas
No decorrer de seu curso de administração, que
tipo de trabalhos escritos, como avaliação,
foram propostos:
59 - Monografias complementares aos
conteúdos desenvolvidos em sala de aula
(A) Sim. 56,6
(B)Não. 41,3
Sem informação.
2,1
60 - Relatório sobre seminários
(A) Sim. 55.0
(B)Não. 43,1
Sem informação. 1,9
61 - Elaboração de trabalhos parciais e
respostas a questionários
(A) Sim. 84,5
(B)Não. 13,9
Sem informação. 1 6
62 - Solução de problemas propostos por meio
da pesquisa sobre experiências e teorias
administrativas
(A) Sim. 73,7
(B) Não. 24,6
Sem informação. 1,7
63 - Relatórios sobre "jogos" e experiências
simuladas em Administração
(A) Sim. 43,6
(B) Não. 54.4
Sem informação. 2,1
64 - Relatório sobre visitas a empresas privadas
(A) Sim. 41.9
(B) Não. 56.3
Sem informação. 1,8
65 - Relatório sobre visitas a empresas e órgãos
públicos
(A) Sim. 21.6
(B) Não. 76,7
Sem informação. 1,7
66 - Apresentação de Monografia Final perante
Banca Examinadora
(A) Sim. 49.5
(B)Não. 48,1
Sem informação. 2,4
67 - Como tem sido desenvolvido o estágio
obrigatório de prática administrativa,
supervisionado pela instituição?
(A) De forma simulada em sala de aula. 11,2
(B) Pelos alunos em situação de trabalho real
(emprego) sem a supervisão direta da
Instituição. 41 1
(C) Em Escritório/Empresa Modelo, com
atendimento de público. 4,3
(D) Por meio de convênios da Instituição com
empresas, instituições e organizações
externas. 31,2
(E)o tem ocorrido. 9,9
Sem informação. 2,4
Indique a abordagem dada, no curso que você
está concluindo, aos tópicos seguintes:
68 - Globalização
(A)o foi focalizada em nenhum momento. 1,0
(B) Foi abordada apenas em atividades
extraclasse (palestras, conferências etc). 9,2
(C) Foi tratada superficialmente em uma
disciplina. 18,0
(D) Foi estudada em várias disciplinas do
curso. 52,8
(E) Foi tema central de uma ou mais disciplina 17,8
Sem informação. 1,2
69 - Ética
(A)o foi focalizada em nenhum momento.
(B) Foi abordada apenas em atividades extra-
classe (palestras, conferências etc).
(C) Foi tratada superficialmente em uma
disciplina. 32,6
(D) Foi estudada em várias disciplinas do
curso. 27,6
(E) Foi tema central de uma ou mais
disciplinas. 22,0
Sem informação. 1 2
70 - Qualidade
(A)o foi focalizada em nenhum momento.
(B) Foi abordada apenas em atividades extra-
classe (palestras, conferências etc).
(C) Foi tratada superficialmente em uma
disciplina. 12,3
(D) Foi estudada em várias disciplinas do
curso. 51,8
(E) Foi tema central de uma ou mais
disciplinas. 29,8
Sem informação. 1,2
72 - Tecnologia de informação (ex.: internet,
videoconferência, informática aplicada à sua
área etc.)
(A)o foi focalizada em nenhum
momento. 137
(B) Foi abordada apenas em atividades extra-
classe (palestras, conferências etc). 10.4
(C) Foi tratada superficialmente em uma
disciplina. 349
(D) Foi estudada em várias disciplinas do curso. 18,3
(E) Foi tema central de uma ou mais
disciplinas. 20.9
Sem informação 1,9
73 - Logo após a conclusão do curso, a sua
preferência para iniciar o exercício profissional
na área da administração será:
(A)o pretendo trabalhar na área.
(B) Administração privada. 57.8
(C) Administração pública. 9,9
(D) Magistério superior 2,6
(E) Outras atividades na área. 24,9
Sem informação. 1,9
71 - Ecologia / Meio ambiente
(A)o foi focalizada em nenhum
momento. 20,6
(B) Foi abordada apenas em atividades extra-
classe (palestras, conferências etc). 17,9
(C) Foi tratada superficialmente em uma
disciplina. 34,9
(D) Foi estudada em várias disciplinas do
curso. 16,2
(E) Foi tema central de uma ou mais
disciplina. 9,4
Sem informação. 1,1
74 - Quaiso as suas perspectivas após a
conclusão do curso?
(A) Pretendo trabalhar apenas na área de
Administração. 26,0
(B) Procurar um emprego em qualquer outra
área. 8,2
(C) Continuar com o mesmo emprego que tenho
agora. 27.5
(D) Montar um negócio próprio. 2.5,2
(E) Continuar participando de negócio
próprio. 10,6
Sem informação. 2,5
Análise das Respostas ao Questionário-pesquisa
Aqui se apresenta a distribuição das freqüências, obtida a partir das respostas dos graduandos dos cursos
de Administração ao questionário sociocultural, que integra o Exame Nacional de Cursos 1998 - ENC-98.
As respostas correspondem a um máximo de 32.050. Naturalmente, existem variações em torno deste
total devido às diferenças de respostas válidas
1
.
A análise aqui apresentada focaliza os dados agregados por região geopolítica e por dependência adminis-
trativa das instituições. O objetivo deste estudo é traçar um perfil socioeconômico e atitudinal dos graduandos em
Administração, contemplando um variado leque de questões que incluem desde indicadores objetivos, como
estado civil, renda e escolaridade dos pais, até apreciações subjetivas sobre os recursos e serviços das institui-
ções de ensino nas quais os alunos estavam matriculados, avaliações de desempenho dos professores e do nível
de exigência do curso, além de expectativas para o futuro.
1. Características Socioeconômicas e Ambiente Cultural dos Graduandos
Mais de 3/5 dos graduandos em Administraçãoo solteiros. Observa-se, entretanto, que os percentuais
de outro estado civilo mais elevados nas regiões Norte e Centro-Oeste,o havendo variações significativas
entre as IES segundo a dependência administrativa.
A maior parte é proveniente de famílias pouco numerosas, tendo um ou dois irmãos. No Sudeste e Sul e
nas IES municipais e particulares se concentram os quem menor número de irmãos, cabendo ao Norte e às
IES estaduais o maior percentual, com quatro ou mais irmãos. A maioria dos graduandoso tem filhos. Vale
registrar, todavia, que no Norte e no Centro-Oeste mais de 1/4 dos graduandoso pais ou mães. A maioria deles
tem apenas um filho.
Cerca de 2/3 dos graduandos no Norte, Sul e Centro-Oeste e 3/4 no Nordeste e no Sudeste residiram com
pais ou parentes durante o curso. Os queo o fizeram, residiram principalmente com cônjuge e filhos, sendo
poucos os que moraram com amigos ou sozinhos.o há variações significativas entre os diferentes tipos de IES.
Tabela 1
Estado Civil dos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das
Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Solteiro
58,4
67,2
70,7
65,2
59,0
68,9
68,7
68,1
68,3
68,3
Casado
26,6
24,3
20,6
25,5
29,2
22,3
23,1
22,8
22,4
22,5
Separado/
Desquitado/
Divorciado
7,5
3,3
3,9
3,8
5,5
3,5
3,7
3,5
4,1
4,0
Viúvo
1,1
0,8
0,7
0,7
1,3
0,6
0,9
0,6
0,8
0,8
Outro
5,1
2,3
1,9
2,9
3.2
2,8
1,6
2,5
2,3
2,3
SI
1,3
2,2
2,2
2,0
1.8
1,9
2,0
2,6
2,1
2,1
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
1
Nas Tabelas, a categoria SI (Sem Informação) corresponde às situações em que a pergunta deixou de ser respondida. O número
absoluto de respostas, em algumas questões, sofre ligeira variação devido a perda de informação.
Tabela 2
Número de Irmãos dos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das
Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhum
6,1
5,8
8,1
6,4
5,4
6,7
5,1
7,0
7,6
7,4
Um
15,6
17,3
28,3
24,8
16,2
21,5
21,4
24,7
26,3
25,6
Dois
25,3
29,8
32,1
31,7
30,6
32,9
30,4
31,5
31,5
31,5
Três
12,3
17,8
13,4
15,4
17,7
15,7
17,3
13,7
14,1
14,4
Quatro ou mais
40,1
28,3
17,0
20,6
29,1
22,2
24,9
20,9
19,4
20,0
SI
0,6
1,0
1,1
1,2
1,0
1,1
1,0
2,2
1,0
1,1
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Tabela 3
Número de Filhos dos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das
Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhum
67,3
77,1
82,6
78,6
69,5
79,0
80,1
81,3
80,2
80,2
Um
13,0
11,7
9,1
11,5
14,6
10,7
9,6
9,9
10,2
10,2
Dois
12,0
6,9
5,5
6,8
9,3
6,8
5,9
5,1
6,3
6,2
Três
5,5
2,7
1,7
1,9
4,8
2,5
2,6
1,4
2,1
2,1
Quatro ou mais
1,6
1,0
0,4
0,4
0,9
0,5
1,0
0,4
0,5
0,5
SI
0,6
0,7
0,8
0,8
0,9
0,6
0,8
1,9
0,7
0,8
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Tabela 4
Situação de Moradia dos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das
Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Com pais ou
parentes
65,4
76,5
76,7
67,6
65,9
69,0
70,7
74,1
74,8
74,1
Com cônjuge
e filhos
25,8
15,6
15,5
18,8
23,7
16,0
15,9
15,6
17,1
16,8
Com
amigos
2,5
2,7
3,3
6,2
3,6
7,8
8,1
4,5
3,0
3,8
Alojamento
universitário
0,6
0,6
0,5
0,4
0,7
2,2
0,3
0,3
0,4
0,5
Sozinho
5,0
3,9
3,4
6,0
5,4
4,5
4,3
3,7
4,0
4,1
SI
0,8
0,7
0,7
1,0
0,8
0,5
0,8
1,8
0,7
0,7
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
A renda familiar mensal dos graduandos se concentra nas duas faixas queo de R$ 1.301,00 a
R$ 6.500,00. O maior percentual na faixa de R$ 391,00 a R$ 1.300,00 é encontrado entre os graduandos do Sul,
Centro-Oeste e Norte e das IES estaduais, cabendo o menor percentual aos graduandos do Sudeste e das IES
particulares. É também neste último grupo que se observa o maior percentual dos que possuem renda familiar
mensal superior a R$ 6.500,00.
Tabela 5
Renda Familiar Mensal dos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência
Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Até
R$ 390,00
4,5
3,0
1,5
3,4
4,3
3,4
4,5
3,7
1,8
2,2
De
R$391,00 a
R$1.300,00
26,3
25,9
22,7
30,3
27,7
28,5
32,7
28,8
23,5
24,8
De
R$1.301,00
a R$ 2.600,00
32,0
28,0
32,6
31,6
28,8
30,4
28,0
34,6
31,9
31,7
De
R$2.601,00
a R$ 6.500,00
26,9
30,3
30,0
25,2
27,5
27,9
24,9
25,5
29,6
28,9
Mais de
RS 6.500,00
10,3
11,9
12,3
8,5
10,4
9,1
9,2
5,3
12,3
11,4
SI
0,1
0,9
0,9
1,1
T,3
0,8
0,7
2,2
0,9
0,9
Total
(N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Vale chamar a atenção para o fato de que essa distribuição de renda coloca em dúvida as hipóteses de que
os estudantes de renda mais elevada contariam com vantagens decorrentes do seu ambiente social no acesso
às IES públicas, cabendo aos menos aquinhoados estudar nas instituições privadas. Na verdade, o exame da
faixa de renda de até três salários mínimos mostra um percentual de graduandos nas IES estaduais e federais
duas vezes maior que nas IES particulares.
A maior parcela de graduandos, em todas as regiões, possui carro (ou motocicleta) próprio ou dos pais. As
variações na distribuição do acesso a esse bemo expressam a distribuição de renda familiar e possivelmente
mostram-se associadas a outros fatores, como a oferta de transporte coletivo nas regiões. Observa-se, todavia,
que os graduandos das IES particulares que contam com transporte próprioo percentualmente superiores
àqueles das IES públicas, em especial quando comparados com os que estavam concluindo seus cursos nas
federais.
Tabela 6
Meio de Transporte mais Utilizado pelos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência
Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Carro ou
motocicleta
próprios
43,1
41,3
40,6
39,9
54,2
34,2
37,9
39,9
42,5
41,4
Carro
dos pais
12,1
16,1
9,2
10,8
11,8
11,0
13,0
10,7
10,1
10,4
Carona
5,6
5,3
4,6
5,8
5,6
3,8
7,3
7,1
4,7
4,9
Coletivos
33,5
33,1
39,4
35,9
23,6
44,0
33,8
34,0
36,9
37,0
Outro
5,3
3,5
5,6
6,7
4,4
6,6
7,3
6,6
5,2
5,5
SI
0,4
0,7
0,7
0,9
0,4
0,5
0,8
1,7
0,6
0,7
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
No Norte e Nordeste e nas IES federais e estaduais, a maior parcela dos graduandos de Administração
estudou o curso médio em escolas privadas. Nas demais regiões e nas IES particulares, os percentuais se
dividem mais ou menos equitativamente entre os que estudaram em escolas particulares e em instituições
públicas. Somente nas IES municipaiso maioria os que cursaram o ensino médio em escolas públicas.
Quase 3/5 dos graduandos do Norte, Sudeste e Sul e das IES particulares estudaram em cursos
regulares de ensino médio. Proporções bem mais elevadaso encontradas entre os graduandos do Nordeste e
das IES federais e estaduais, enquanto índices menoreso observados no Centro-Oeste e nas IES municipais.
Entre os graduandos das IES municipais destaca-se o elevado percentual daqueles provenientes de cursos
técnicos. No Sudeste, Centro-Oeste e nas IES particulareso mais numerosos os graduandos que realizaram
cursos de magistério e supletivo.
Tabela 7
Tipo de Escola na qual os Graduandos cursaram o Ensino Médio, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Todo
público
37,6
17,8
42,3
40,3
41,1
33,3
35,5
42,7
40,1
39,5
Todo
privado
41,6
69,4
38,5
39,3
37,4
50,8
48,8
35,1
40,6
41,5
Mais
público
8,8
4,3
6,9
8,4
8,0
7,5
6,5
7,7
7,0
7,1
Mais
privado
7,0
5,0
6,8
7,0
8,0
5,2
6,2
7,5
6,9
6,8
Metade público,
metade privado
4,6
2,9
4,9
4,2
4,9
2,7
2,5
5,4
4,8
4,6
SI
0,4
0,6
0,6
0,9
0,7
0,5
0,6
1,7
0,6
0,7
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Tabela 8
Tipo de Curso Médio concluído pelos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência
Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Regular
57,6
77,2
58,5
56,9
53,5
70,1
67,8
48,3
59,0
59,6
Técnico
27,1
16,0
29,9
30,8
29,8
23,0
23,5
39,7
25,7
28,7
Magistério
5,5
2,6
4,6
4,3
5,1
3,0
3,5
3,8
4,7
4,5
Supletivo
3,9
1,0
4,1
3,7
5,9
1,4
2,0
3,2
4,2
3,8
Outro
5,6
2,6
2,2
3,4
5,2
2,1
2,4
3,5
2,7
2,7
SI
0,3
0,7
0,7
0,9
0,5
0,4
0,8
1,5
0,7
0,7
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
A maioria dos graduandos em todas as regiões e tipos de IESo contou com bolsas de estudo para
custear o seu curso. Entre os que tiveram bolsa, destacam-se, no Sudeste e nas IES particulares, os que
receberam bolsas parciais da própria instituição onde estudaram; e nas IES municipais, os que receberam
bolsas de entidades externas.
Tabela 9
Tipo de Bolsa de Estudos Utilizada pelos Graduandos para o Custeio do Curso de
segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1
Administração,
998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
o tiveram
bolsa
81,8
83,8
70,7
74,7
76,5
94,4
93,9
67,0
70,3
73,5
Crédito
Educativo
6,0
7,4
5,3
9,9
8,8
0,4
1,0
7,3
7,5
6,6
Bolsa
Integral da
IES
1,3
0,8
2,0
0,6
1,2
1,3
1,3
0,9
1,7
1,6
Bolsa
Parcial da
IES
5,3
3,8
11,9
4,4
5,8
0,6
0,7
5,4
11,0
9,2
Bolsa de
Entidades
Externas
5,5
3,8
9,3
9,3
6,8
2,7
2,4
17,5
8,8
8,5
SI
0,3
0,5
0,8
1,1
0,9
0,7
0,7
1,9
0,8
0,8
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Somente percentuais inferiores a 10,0% dos graduandos dedicaram-se exclusivamente aos estudos du-
rante o curso de Administração. Entre os demais, a maioria cumpriu jornadas integrais de trabalho, com duração
de quarenta horas semanais. Os percentuais correspondentes mais elevadoso observados no Sudeste e no
Sul e nas IES municipais e particulares. Além desses, parcelas significativas trabalharam entre vinte e quarenta
horas semanais, em especial no Nordeste, Centro-Oeste e Sul e nas IES federais e estaduais. Os graduandos do
Norte e do Nordeste e das IES federais e estaduais foram os que mais freqüentemente se ocuparam em ativida-
des remuneradas eventuais, sem vínculo empregatício.
Tabela 10
Carga Horária Semanal de Trabalho Remunerado dos Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
o
trabalharam
7,3
7,7
4,8
5,7
6,0
9,6
9,4
4,7
4,7
5,3
Trabalho
eventual,
sem
vínculo
12,8
13,0
6,7
8,0
9,0
13,4
10,8
6,7
7,2
7,8
Trabalharam
até 20 horas
9,0
10,9
4,8
5,5
7,9
1,2
8,2
4,3
5,2
5,8
Trabalharam
mais de 20 e
menos de
40 horas
23,6
26,9
17,7
18,0
24,6
25,5
22,3
15,1
18,7
19,2
Trabalharam
em tempo
integral
47,1
40,9
65,3
61,8
52,2
39,8
48,7
67,4
63,5
61,1
SI
0,3
0,7
0,8
0,9
0,5
0,6
0,7
1,9
0,7
0,8
Total
(N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Possivelmente em virtude de seus compromissos de trabalho, a maior parcela dos graduandos de Admi-
nistração dedicou-se aos estudos fora de sala de aula apenas entre uma e duas horas semanais. Percentuais
menores estudaram de três a cinco horas semanais. Os que mais freqüentemente só assistiram às aulas foram
os graduandos do Sudeste e das IES municipais e particulares. E os que mais se aplicaram aos estudos durante
seis a oito horas semanais foram os graduandos do Nordeste e das IES federais e estaduais.
Tabela 11
Número Médio de Horas Semanais dedicadas ao Estudo fora de Sala de Aula pelos Graduandos,
segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhuma, só
assistem às aulas
5,6
5,6
14,9
9,1
8,0
5,5
6,4
10,9
13,5
12,3
Uma a
duas
42,3
35,9
45,5
43,0
44,3
34,0
34,4
45,9
45,5
44,0
Três a
cinco
34,0
36,0
28,4
32,9
33,7
38,1
36,7
30,2
29,2
30,4
Seis a
oito
9,9
14,1
6,8
9,4
8,9
13,7
13,3
7,0
7,4
8,2
Mais de
oito
7,9
7,9
3,7
4,7
4,5
8,2
8,4
4,1
3,8
4,4
SI
0,4
0,7
0,7
0,9
0,6
0,4
0,9
1,9
0,7
0,7
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
o reduzidos os percentuais de graduandos cujos pais e mães possuem educação superior. Os índices
variam, no caso dos pais, entre 2/5 e 1/4, exceto no Nordeste e nas IES federais, onde chegam a 1/3; e nas IES
municipais, onde se limitam a 14,9%. No caso das mães, os valoreso ainda mais baixos, atingindo o máximo
no Nordeste e nas IES federais e o mínimo no Norte e no Sul e nas IES municipais.
Tabela 12
Escolaridade dos Pais dos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das
Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhuma
5,3
2,6
3,2
2,7
5,6
2,8
3,0
2,5
3,4
3,3
Ensino
Fundamental
incompleto
34,0
23,1
36,6
42,9
36,9
28,9
37,1
46,2
36,3
36,4
Ensino
Fundamental
completo (*)
12,9
12,2
14,8
12,3
13,2
11,4
12,3
14,8
14,3
14,0
Ensino
Médio
completo
26,6
27,3
20,1
20,0
19,4
24,0
21,3
19,4
20,7
20,9
Superior
20,1
34,1
24,5
21,1
24,0
32,2
25,7
14,9
24,6
24,6
SI
1,1
0,7
0,9
1,1
0,9
0,9
0,7
2,2
0,8
0,9
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Na verdade, os pais e mães dos graduandos de Administração possuem escolaridade bastante baixa,
sendo que a maioria limitou-se à educação fundamental, na maior parte, incompleta. Vale observar que esse perfil
da escolaridade paterna e materna guarda pouca equivalência com os padrões de distribuição de renda anterior-
mente examinados.
Um outro aspecto relevante que emerge desses dados é o acentuado processo de ascensão educacional
intergeracional que se constata com a observação de que cerca de 1/4 dos graduandosm pais com educação
superior, cabendo às mães um percentual ainda menor, inferior a 1/5. Esse processo de mudança é mais intenso
no Norte e no Sul e é proporcionalmente mais acentuado nas IES municipais.
Tabela 13
Escolaridade das Mães dos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência
Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhuma
5,1
2,6
3,7
2,8
5,8
3,3
3,6
3,3
3,6
3,6
Ensino
Fundamental
incompleto
32,8
18,5
37,3
41,3
33,5
27,2
33,2
46,3
36,1
36,0
Ensino
Fundamental
completo (*)
15,9
13,6
18,5
15,4
13,5
13,8
14,6
16,6
17,6
17,1
Ensino
Médio
completo
31,0
36,1
23,2
23,8
26,4
30,4
27,9
21,7
24,4
24,9
Superior
15,1
28,5
16,7
15,8
20,2
24,8
19,8
10,2
17,6
17,8
SI
0,1
0,8
0,7
0,9
0,5
0,5
0,9
1,9
0,6
0,7
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
(*) 8 série.
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
À semelhança do que ocorre com a propriedade ou uso de veículos e com o nível de escolaridade, a
disponibilidade de microcomputador em ambiente doméstico traduz pouco as assimetrias de renda entre os
graduandos. Os maiores percentuais de graduandos que contam com esses equipamentos em casao encon-
trados no Sudeste e nas IES federais e particulares e os menores índiceso registrados no Centro-Oeste e nas
IES municipais.
Talvez o aspecto mais importante a ser extraído desses dados seja o de que, embora tais equipamentos
representem um importante recurso para as carreiras que se constituem a partir do curso de Administração, a sua
incorporação ao ambiente doméstico dos graduandos aindao é generalizada, limitando-se a cerca da metade.
Tabela 14
Disponibilidade de Microcomputador em Ambiente Doméstico entre os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Sim
48,9
52,5
56,5
52,6
44,9
56,2
52,8
46,4
55,2
54,5
o
50,0
46,2
42,1
45,9
53,6
42,6
46,4
50,8
43,5
44,1
SI
1,1
1,3
1,4
1,5
1,5
1,2
0,9
2,8
1,4
1,4
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
A Tabela 15 mostra significativos percentuais de graduandos, no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, queo
usam microcomputador., também, parcelas relevantes que só utilizam tais equipamentos para trabalhos
escolares e profissionais. Entretanto, quando comparados com os que possuem microcomputadores em casa,
observa-se que percentuais bem mais elevados usam os recursos de microinformática para finalidades múltiplas,
em todas as regiões e tipos de IES.
No que se refere à forma pela qual os graduandos aprenderam a utilizar os microcomputadores, observa-se
que as instituições de ensino superior tiveram um papel extremamente modesto no desenvolvimento dessa
habilidade. De fato, na maioria, os graduandos aprenderam a utilizar esse equipamento e seus recursos no
ambiente de trabalho ou, como ocorre mais freqüentemente no Nordeste e no Norte e nas IES estaduais, fizeram
cursos especializados para esse fim. São, também, significativos os percentuais dos que aprenderam sozinhos,
especialmente nas IES federais e estaduais.
Tabela 15
Finalidades da Utilização de Microcomputadores entre os Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
o
usam
13,3
11,9
7,6
8,3
13,8
8,6
9,7
9,8
8,5
8,6
Entretenimento
1,6
1,4
1,0
0,6
0,8
0,7
0,7
1,1
1,0
0,9
Trabalhos
Escolares
9,9
10,1
10,8
12,2
12,6
12,6
12,8
11,2
10,8
11,1
Trabalhos
Profissionais
12,6
10,8
12,6
10,6
13,6
9,0
10,8
12,1
12,5
12,1
Entretenimento
e Trabalhos
Escolares e
Profissionais
59,8
64,1
66,6
66,3
56,7
67,9
64,4
62,7
65,6
65,5
SI
2,9
1,7
1,5
2,0
2,6
1,3
1,6
3,2
1,6
1,7
Total
(N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Tabela 16
Forma de Aprendizado de Operação de Microcomputadores entre os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Aprenderam
sozinhos
17,1
21,8
24,4
24,5
21,3
27,4
26,0
22,0
23,5
23,8
Usaram
bibliografia
especializada
2,2
2,1
2,0
1,8
2,1
2,7
2,3
1,8
1,9
2,0
Aprenderam
na instituição
de Ensino
Superior
4,5
4,6
7,5
7,7
5,9
7,5
6,0
4,5
7,4
7,1
Aprenderam
no trabalho
30,0
22,1
35,7
32,1
32,3
25,7
24,3
36,3
34,7
33,5
Fizeram
cursos
especializados
46,2
49,1
30,0
33,7
37,8
36,5
41,0
35,0
32,2
33,2
SI
0,0
0,3
0,4
0,2
0,5
0,3
0,5
0,3
0,3
0,3
Total (N)
671
2.521
18.677
5.186
1.682
2.068
1.757
1.838
23.074
28.037
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Os recursos de microinformática mais utilizados pelos graduandos foram os processadores de texto, as
planilhas eletrônicas, os bancos de dados e os programas de apresentação. Vale observar que cerca de 2/5 dos
graduandos usam apenas os processadores de texto ou estes e planilhas eletrônicas, que representam os
recursos mais simples atualmente disponíveis. Isso possivelmente se deve às limitações resultantes da ausência
de treinamento sistemático em microinformática.
Por outro lado, especialmente no Sudeste, há significativos percentuais que usam amplamente as possibilida-
des da microinformática, abrangendo todo o leque de programas prontos para o usuário e mais programas pessoais e
específicos do seu curso de graduação. As variações entre os diversos tipos de IESo pouco significativas.
Tabela 17
Programas de Microcomputador mais Utilizados pelos Graduandos, segundo as Regiões e
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Processadores de
Texto
21,0
19,2
13,0
17,1
22,3
15,4
18,4
18,1
14,5
15,0
Processadores de
Texto e Planilhas
Eletrônicas
27,1
25,1
23,5
27,3
23,2
28,1
23,1
25,4
24,0
24,4
Processadores de
Texto, Planilhas
Eletrônicas e Banco
de Dados
24,4
21,0
24,8
24,3
23,9
19,6
22,5
23,1
25,0
24,3
Processadores de
Texto, Planilhas
Eletrônicas, Banco de
Dados e Programas
de Apresentação
22,4
28,6
31,0
24,1
24,9
29,7
28,6
26,4
29,2
29,0
Todos os anteriores,
além de programas
pessoais e programas
específicos do curso
4,3
5,7
7,0
6,6
4,8
6,4
7,1
6,5
6,6
6,6
SI
0,8
0,5
0,7
0,6
1,0
0,8
0,2
0,5
0,7
0,7
Total (N)
671
2.521
18.677
5.186
1.682
2.068
1.757
1.838
23.074
28.037
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
De acordo com a Tabela 18, pouco mais de 1/3 dos graduandoso tiveram oportunidade de acessar a
Internet. Entre os que o fizeram, a maioria utilizou equipamento disponível no local de trabalho ou contou com
assinatura residencial paga. Com exceção do Sul e das IES municipais, chama a atenção o reduzido percentual
de graduandos cujo acesso à rede foi oportunizado mediante equipamento disponível na IES.
Tabela 18
Equipamento de Acesso à Internet, usado pelos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência
Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Disponível
na IES
11,2
12,7
15,3
21,2
9,5
15,1
12,5
25,4
15,3
15,7
Residencial,
mediante
assinatura
paga
20,0
24,7
20,3
18,0
20,3
23,0
20,8
12,8
20,6
20,3
Disponível
no Trabalho
18,3
18,0
21,7
20,3
24,1
19,3
19,4
20,2
21,5
21,2
Disponível
em outro
local
10,0
10,6
8,1
8,3
9,6
9,7
10,9
7,3
8,3
8,5
o teve
oportunidade
de acessar a
Internet
39,5
33,6
33,9
31,3
35,1
32,5
35,6
33,5
33,6
33,6
SI
1,0
0,5
0,7
0,8
1,4
0,5
0,8
0,8
0,8
0,7
Total
(N)
671
2.521
18.677
5.186
1.682
2.068
1.757
1.838
23.074
28.037
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Embora cerca de 2/3 dos graduandos acessem a Internet, é pouco relevante o percentual dos que a
usam como veículo de informação. A maior parte dos graduandos usa a televisão como principal meio de informa-
ção, especialmente no Norte, Nordeste e Centro-Oeste e nas IES federais e estaduais. O jornal é o meio de
informação mais utilizado, em seguida, especialmente pelos graduandos do Sudeste e Sul e das IES particula-
res. Chama a atenção o percentual elevado de graduandos do Norte e Nordeste e das IES municipais que usam
revistas como principal meio de informação.
Tabela 19
Meio de Informação mais utilizado pelos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência
Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Jornal
20,1
20,6
37,6
30,9
26,8
27,3
26,4
25,4
35,5
33,7
Revistas
31,1
29,1
21,0
20,4
23,3
21,9
23,3
26,5
21,6
22,0
Televisão
44,3
45,8
33,4
42,3
44,8
45,9
45,5
39,8
35,4
37,1
Rádio
0,8
1,0
4,5
2,7
1,7
1,7
1,9
3,1
3,9
3,6
Internet
3,1
2,5
2,3
2,1
2,1
2,3
2,0
2,2
2,3
2,3
SI
0,6
1,1
1,3
1,6
1,3
0,9
1,0
3,0
1,3
1,3
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
A leitura de livros não-escolares é pouco disseminada entre os graduandos de Administração, seja pela
escassez de tempo decorrente do acúmulo de obrigações acadêmicas e compromissos profissionais, seja por
falta de hábito. No Brasil como um todo, quase 2/5 ouo leram sequer um livro ou leram apenas um livro por ano
durante o curso. Outros 2/5 leram de dois a três livroso escolares por ano durante o curso. Os graduandos do
Norte e das IES estaduais foram os que menos registraramo ter lido nenhum livro por ano e os que mais
freqüentemente leram mais de quatro livroso escolares por ano durante o curso. Os que menos se dedicaram
à leitura de livroso escolares foram os graduandos do Sudeste e das IES particulares.
Tabela 20
Média Anual de Livros Não-Escolares lidos durante o Curso pelos Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhum
8,6
11,1
15,2
10,0
11,0
10,1
0,6
12,3
14,2
13,5
Um
19,5
23,1
24,6
22,8
20,6
21,5
23,7
23,9
24,0
23,8
Dois a
três
44,1
42,5
40,0
42,1
41,4
42,7
39,5
40,0
40,8
40,8
Quatro a
cinco
15,0
12,4
11,1
13,6
14,6
13,1
14,1
13,0
11,6
12,0
Seis ou
mais
12,3
10,2
8,4
10,6
11,6
12,1
12,4
8,9
8,8
9,2
SI
0,5
0,7
0,8
1,0
0,8
0,6
0,7
1,9
0,7
0,8
Total
(N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
O modesto perfil cultural da maioria dos graduandos de Administração manifesta-se também nos eleva-
dos percentuais dos que informaram ter conhecimento nulo de língua inglesa. Esteso menos numerosos no
Sudeste e nas IES federais e estaduais, onde contingentes expressivoso capazes de ler, escrever e falar
razoavelmente ou bem a língua inglesa.
Auto-avaliação do Conhecimento
pendência
Tabela 21
de Língua Inglesa pelos Graduandos, segundo as Regiões e a De-
Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nulo
42,3
33,9
35,1
40,3
44,9
26,5
31,8
39,2
37,8
36,7
Só
Lêem
22,5
26,2
24,4
24,1
26,2
25,0
24,8
25,7
24,4
24,6
Lêem e
escrevem,
maso
falam
5,9
7,8
8,2
7,6
6,4
7,6
6,7
9,2
7,9
7,9
Lêem,
escrevem e
falam
razoavelmente
21,3
21,7
20,0
18,8
15,4
25,7
23,7
18,3
19,0
19,7
Lêem,
escrevem
e falam
bem
7,8
9,9
11,6
8,4
6,6
14,8
12,2
6,0
10,3
10,4
SI
0,4
0,6
0,7
1,0
0,5
0,4
0,8
1,7
0,7
0,7
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Esta deficiência da capacidade comunicacional dos graduandos é ainda mais acentuada quando se
trata da língua espanhola, a despeito do tronco lingüístico comum e da vizinhança dos países latino-americanos
de língua espanhola. Os dados da Tabela 22 mostram que cerca de 4/5 dos graduandos das diversas regiões e
IES ou afirmaram ser nulo o seu conhecimento de espanhol ou só se disseram capazes de ler, maso de
escrever e falar esta língua.
Tabela 22
Auto-Avaliação do Conhecimento de Língua Espanhola pelos Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nulo
49,8
57,8
55,3
43,5
55,5
47,7
47,3
51,6
54,4
53,3
Só
lêem
35,3
32,7
29,5
38,4
32,8
38,1
35,5
33,8
30,7
31,7
Lêem e
escrevem,
maso falam
3,6
1,7
2,7
3,1
2,7
2,5
3,0
2,3
2,8
2,7
Lêem, escrevem
e falam
razoavelmente
8,5
5,6
8,4
10,5
5,1
7,9
9,9
8,2
8,2
8,3
Lêem,
escrevem e
falam bem
2,5
1,8
3,4
3,5
3,1
3,2
3,6
2,3
3,3
3,2
SI
0,4
0,4
0,7
1,0
0,8
0,5
0,7
1,9
0,7
0,8
Total
(N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Também é muito pouco freqüente a capacidade de comunicação em outras línguas estrangeiras moder-
nas, sendo mais de 2/3 dos graduandos informaramo ser capazes de se expressar nas mesmas. O italiano
se destaca como a língua em que o maior percentual de graduandos, principalmente do Sul, afirmaram ser
capazes de se comunicar.
Tabela 23
Língua Estrangeira na qual é melhor da Capacidade de Comunicação dos Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Francês
8,0
7,4
6,8
4,3
8,4
8,9
8,2
3,7
6,4
6,5
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Alemão
1,1
1,1
1,9
7,9
0,9
2,0
3,7
6,0
2,5
2,8
Italiano
12,1
13,3
18,6
21,2
12,5
15,2
15,2
20,4
18,3
18,0
Japonês
1,3
0,3
3,1
1,5
0,9
0,8
3,8
1,0
2,5
2,4
Nenhuma dessas
77,1
77,3
68,9
64,2
76,8
72,5
68,3
67,0
69,6
69,6
SI
0,4
0,7
0,7
0,9
0,6
0,6
0,8
1,9
0,7
0,7
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Os reduzidos percentuais de graduandos capazes de expressão e comunicação em lingua estrangeira
moderna talvez decorram, em parte, da sua relativamente baixa dedicação ao estudo de lingua estrangeira como
atividade extraclasse. De fato, essa modalidade só foi desenvolvida por pequenos percentuais, bastante inferiores
àqueles que desenvolveram atividades desportivas.
O dado mais importante da Tabela 24, entretanto, é o de que grandes contingentes de graduandos, em
todos os tipos de IES e em todas as regiões,o desenvolveram atividades extraclasses oferecidas pelas insti-
tuição. Porém, como mostram as Tabelas 25 e 26, igualmenteo desenvolveram atividades artísticas e/ou
desportivas simultâneas ao curso, em outras circunstâncias.
Tabela 24
Atividade Extraclasse oferecida pela Instituição, mais Desenvolvida pelos Graduandos durante o
Curso de Administração, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das
Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência,
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhuma.
75,5
78,3
77,1
76,7
76,3
72,1
69,8
76,2
78,1
77,1
Lingua..
estrangeira
5,0
5,0
6,6
6,4
3,0
8,6
7,6
5,5
5,9
6,1
Atividades..
artísticas
2,1
2,0
1,6
1,7
2,0
2,0
2,2
2,3
1,6
1,7
Atividades..
desportivas
12,5
10,8
9,5
9,6
9,9
11,5
13,7
9,9
9,3
9,7
Varias
4,3
3,4
4,4
4,6
7,7
5,1
6,0
4,3
4,4
4,6
Si
0,6
0,5
0,8
1,1
1,1
0,7
0,7
2,0
0,8
0,8
Total (KL
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Tabela 25
Atividades Artísticas desenvolvidas pelos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência
Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Teatro
1,9
2,4
3,3
2,8
4,2
2,5
2,9
3,3
3,3
3,2
Artes plásticas
2,8
2,7
2,5
2,4
3,1
3,4
3,3
2,4
2,4
2,5
Música
9,9
9,0
10,0
9,6
8,3
10,7
12,2
9,1
9,5
9,7
Dança
6,0
6,8
6,3
7,4
7,0
5,8
6,3
6,7
6,6
6,6
Nenhuma
79,3
78,5
77,1
76,8
76,7
77,0
74,4
76,6
77,5
77,2
SI
0,3
0,6
0,8
1,1
0,7
0,7
0,9
2,0
0,8
0,8
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Entre os que desenvolveram atividades artísticas, as parcelas mais significativas se dedicaram à música
e, em segundo lugar, à dança. Foram mais expressivos os percentuais de graduandos que se dedicaram às
atividades físicas ou desportivas. Dentre eles, a maioria desenvolveu atividades físicas individuais, notadamente
no Nordeste e nas IES federais e estaduais.
Tabela 26
Atividades Físicas/Desportivas desenvolvidas pelos Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Atividades
físicas
individuais
36,3
41,2
33,9
35,9
36,6
44,7
40,2
29,9
34,3
35,1
Futebol
16,0
16,3
18,7
21,2
15,9
17,5
17,6
19,9
18,8
18,7
Voleibol
4,8
4,9
3,2
4,3
4,8
4,4
5,1
4,1
3,5
3,7
Outro
esporte
coletivo
7,9
6,7
6,0
6,2
7,5
6,8
6,6
5,3
6,2
6,2
Nenhuma
34,6
30,3
37,4
31,4
34,6
26,1
29,8
38,8
36,4
35,4
SI
0,5
0,7
0,9
1,0
0,8
0,6
0,7
1,9
0,8
0,8
Total
(N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
2. Características das Instituições e dos Cursos
O exame das características das instituições e dos cursos destina-se a esclarecer que atividades foram
propostas, como foram desenvolvidas, qual o grau de participação dos alunos, de maneira a proporcionar uma
imagem de como transcorreu o processo de formação dos graduandos.
O primeiro dado a ser explorado é a distribuição dos graduandos segundo a dependência administrativas
das instituições. O conjunto dos graduandos em Administração que responderam ao questionário socioeconômico
do ENC/98 era formado por 7,1% provenientes das IES federais, 6,1% que estudaram nas estaduais, 6,6% nas
municipais e 80,2% que realizaram o curso nas IES particulares.
A Tabela 27 permite observar que as aulas teóricas foram oferecidas à maioria dos graduandos em
turmas compostas por até 70 alunos. Turmas ainda mais numerosas - com entre 71 e 100 alunos - ocorreram
em proporções significativas no Sudeste, e nas IES municipais e particulares. Por outro lado, o predomínio de
graduandos cujas aulas teóricas foram oferecidas em turmas com até 50 alunos só ocorreu no Norte e nas IES
federais e estaduais.
Tabela 27
Número Médio de Alunos por Turma nas Aulas Teóricas, conforme os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Até 30
34,3
25,6
11,9
21,6
22,9
30,6
33,8
17,1
13,4
16,2
De 31 a 50
56,0
56,6
34,9
57,5
57,6
60,0
60,0
39,0
40,3
42,9
De 51 a 70
9,0
15,5
30,0
15,4
17,5
8,3
5,1
24,9
27,7
24,7
De 71 a 100
0,4
1,8
19,7
3,6
1,0
0,5
0,3
16,2
15,4
13,5
Mais de 100
0,0
0,1
2,8
0,8
0,2
0,1
0,1
1,0
2,3
1,9
SI
0,4
0,5
0,8
1,1
0,9
0,5
0,8
1,8
0,8
0,8
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
A maioria dos graduandos registrou que as aulas práticas raramenteo oferecidas e/ou que, embora
necessárias,oo oferecidas. Esse índice é menor no Sudeste e nas IES particulares. Chamam a atenção,
além disso, os elevados percentuais dos que afirmaram que as aulas práticasoo necessárias ao curso de
Administração, cujos índices máximoso registrados no Sudeste e nas IES federais e os mínimos no Norte e
nas IES municipais. Por outro lado, conforme mostra a Tabela 28, é notavelmente reduzido o percentual de
graduandos que informou que as aulas práticaso oferecidas com a freqüência exigida pelo currículo. Também
é baixa a proporção dos que sustentaram que esse tipo de aula é oferecido maso na quantidade suficiente.
Tabela 28
Oferta de Aulas Práticas, conforme os Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência
Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
oo necessárias
ao Curso
11,1
17,7
20,2
17,5
15,9
23,4
20,8
10,9
19,1
19,0
o necessárias mas
oo oferecidas
34,6
31,9
20,2
21,2
29,5
27,2
29,4
24,2
21,3
22,4
Raramenteo
oferecidas
32,3
32,6
30,2
36,4
29,2
33,1
31,3
39,8
30,7
31,5
o oferecidas mas
oo suficientes
10,1
7,5
11,2
10,4
9,3
6,9
8,5
10,3
11,1
10,6
o oferecidas na
freqüência exigida
10,5
8,3
16,0
12,1
12,8
7,5
8,2
11,2
15,6
14,3
SI
1,4
2,0
2,1
2,6
3,4
1,9
1,8
3,6
2,2
2,3
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Seria possível imaginar que a insuficiência de aulas práticas pudesse ser contornada mediante a oferta
generalizada de Estágio Supervisionado, com ampla duração. Todavia, issoo ocorre. Em primeiro lugar, percentuais
significativos dos graduandos do Sudeste e das IES federais e particulares informaram que, embora obrigatório, o
Estágioo foi oferecido Em segundo lugar, a maioria dos graduandos, especialmente no Nordeste, Sul e Centro-
Oeste e nas IES federais, estaduais e particulares, contou com Estágios de, no máximo, 299 horas.
Tabela 29
Oferta do Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório, conforme os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
o é
oferecido
6,4
3,8
11,6
7,1
3,0
10,2
3,5
2,8
10,3
9,4
Menos de
200 horas
15,6
22,0
15,5
19,3
27,3
18,4
19,6
9,8
17,9
17,5
Entre 200 e
299 horas
21,4
30,7
19,5
24,7
31,5
23,2
29,4
20,1
21,8
22,3
Entre 300 e
399 horas
38,5
24,2
34,4
38,1
28,8
26,3
32,1
50,6
33,3
33,9
Mais de
400 horas
14,5
15,7
15,8
7,5
4,7
18,3
12,5
12,7
13,3
13,6
SI
3,6
3,6
3,3
3,2
4,6
3,6
2,9
3,9
3,4
3,4
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Além disso, os estágios obrigatórios de Prática Administrativa foram oferecidos à maioria dos graduandos
em situação de trabalho real, sem supervisão da instituição responsável pelo curso. Os que tiveram essa forma de
realização do Estágio foram particularmente numerosos no Sudeste e nas IES municipais e particulares. Já os que
tiveram a oportunidade de realizar o Estágio de Prática Administrativa mediante convênios da IES com empresas e
organizações diversas compuseram percentuais mais elevados no Nordeste e nas IES estaduais e particulares.
Tabela 30
Forma de Realização de Estágio Obrigatório de Prática Administrativa pelos Graduandos, segundo
as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Simulado
de aula
10,8
7,1
12,1
9,0
14,3
5,3
6,5
7,3
12,4
11,2
Em situação de
trabalho real dos
alunos, sem
supervisão da IES
32,3
36,1
45,5
32,5
31,2
36,3
33,3
42,8
42,0
41,1
Em escritório ou
empresa modelo
com atendimento
de público
5,4
3,6
4,2
4,6
6,7
2,4
3,2
4,6
4,5
4,3
Por convênios da
IES com empresas
e organizações
diversas
41,8
47,3
24,0
43,7
40,3
44,8
52,2
36,1
27,9
31,2
o tem ocorrido
8,4
3,7
12,1
7,2
5,8
8,8
3,3
5,5
10,9
9,9
SI
1,5
2,2
2,1
3,1
3,8
2,4
1,6
3,7
2,3
2,4
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Os dados da Tabela 31 mostram que também a participação em atividades acadêmicaso obrigatórias
foi bastante baixa entre os graduandos de Administração. A participação em monitoria, iniciação científica e
extensão promovida pela IES foi reduzida. Percentuais mais significativos sóo observados quando se trata da
atuação em projetos de pesquisa conduzidos por professores. Neste caso, os Índices mais elevadoso
registrados nas IES municipais e particulares,o havendo diferenças significativas entre as regiões.
Tabela 31
Atividade Acadêmicao Obrigatória, desenvolvida por mais tempo durante o Curso, pelos
Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhuma
60,3
66,5
62,8
59,2
57,6
63,1
60,6
59,7
62,3
62,1
Iniciação
científica ou
tecnológica
6,1
5,0
4,0
4,4
4,5
6,5
4,1
4,0
4,1
4,3
Monitoria
2,9
3,1
2,9
2,6
3,3
4,2
3,0
3,6
2,7
2,9
Projetos de
pesquisa
conduzidos por
professores
22,9
16,6
20,9
21,7
23,6
14,6
16,8
21,0
21,8
20,9
Extensão
promovida
pela IES
7,3
8,3
8,3
10,8
10,3
10,9
14,7
9,6
8,2
8,9
SI
0,6
0,6
1,0
1,2
0,8
0,7
0,8
2,1
0,9
1,0
Total
(N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Cerca de 2/3 dos graduandos de Administração, em todo o Brasil, participaram de eventos acadêmicos.
A maioria, especialmente no Sul, Norte e Sudeste, e nas IES estaduais e municipais, preferiu participar dos
eventos promovidos pela própria IES onde estudava. Os graduandos do Nordeste, Centro-Oeste e das IES fede-
rais tiveram uma participação mais diversificada, comparecendo a eventos promovidos por outras IES, diretórios
estudantis e centros acadêmicos e associações científicas.
Tabela 32
Instituição que promoveu a maioria dos eventos dos quais participaram os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
A própria
IES
48,8
39,2
43,4
55,9
33,7
37,5
54,8
49,1
44,4
44,8
Outras
IES
9,6
13,0
6,9
6,4
10,2
8,5
8,2
5,3
7,7
7,6
Diretórios e
centros
acadêmicos
TT,6
15,8
6,3
11,4
18,1
21,6
16,1
14,7
6,8
9,0
Associações
científicas
6,1
9,3
3,6
4,6
6,4
6,2
4,4
2,6
4,6
4,5
o
participaram
23,8
22,2
38,8
20,2
30,6
25,6
15,8
25,9
35,6
33,1
SI
0,1
0,5
1,0
1,5
1,0
0,6
0,8
2,5
0,9
1,0
Total
(N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Conforme foi mencionado anteriormente, o acesso dos alunos aos equipamentos e a oferta de treinamen-
to em microinformática representam uma importante contribuição das instituições para a formação de habilidades
essenciais aos administradores na sociedade moderna. Todavia, como pode ser observado na Tabela 33, ainda
o elevados os percentuais de graduandos - especialmente no Norte, Centro-Oeste e Nordeste e nas IES
estaduais - que informam que é vedado o acesso dos alunos de graduação a esses equipamentos. Na maioria
dos casos, em especial no Nordeste, Sul e Norte e nas IES federais e estaduais, os graduandos registraram que
o número de microcomputadores disponibilizado é insuficiente e/ou o horário reservado à sua utilização pelo
corpo discente é inadequado.
Nos cursos de Administração, no Brasil como um todo, apenas cerca de 1/3 dos graduandos dispõe, nas
IES onde estudam, de microcomputadores suficientes para uso em horário adequado. Esseso percentualmente
mais numerosos no Sudeste e Sul e nas IES particulares e municipais.
Tabela 33
Acesso dos Alunos aos Microcomputadores da Instituição, conforme os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
0 curso
o
necessita
1,4
1,7
3,3
2,0
4,4
1,4
1,1
2,0
3,3
3,0
A IES
o
possui
2,5
5,4
1,6
1,3
1,3
1,5
5,1
3,2
1,5
1,9
Os alunos de
graduação
om
acesso
18,1
14,6
8,1
6,9
15,3
8,2
16,1
8,8
8,8
9,2
O número é
insuficiente
ou o horário é
inadequado
52,8
55,7
48,6
54,5
50,0
73,2
60,0
52,2
47,6
50,5
o
suficientes e
o acesso é
viabilizado
23,9
21,8
37,2
34,0
27,6
14,8
16,9
31,6
37,6
34,3
SI
1,4
0,8
1,2
1,4
1,4
1,0
0,9
2,3
1,2
1,2
Total
(N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Os dados da Tabela 34 mostram queo pouco significativos os percentuais de graduandos que informa-
ram que as IESo possuem bibliotecas. Mas também mostram que é pouco generalizado entre os alunos o uso
da biblioteca.o relativamente elevadas as proporções dos que informaram que o horário desfavorável represen-
ta um obstáculo à sua utilização, especialmente no Norte e nas IES federais. A maior parte dos queo usam a
biblioteca sustentaram queom necessidade de fazê-lo. Entre eles destacam-se os graduandos do Sudeste
e das IES particulares.
Tabela 34
Utilização da Biblioteca da Instituição pelos Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência
Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
A IESo
possui
biblioteca
0,4
0,6
0,7
0,4
0,6
0,7
0,5
0,2
0,6
0,6
o
utilizam
biblioteca
8,0
8,5
11,9
5,1
8,4
7,0
6,4
5,7
11,0
10,1
Utilizam
pouco:
om
necessidade
24,0
26,0
32,0
23,0
25,0
24,9
21,9
27,8
30,3
29,2
Utilizam
pouco:
horário
desfavorável
16,4
11,3
10,0
7,8
9,4
11,6
8,9
8,2
9,9
9,9
Utilizam
freqüentemente
51,1
53,0
44,3
62,7
55,6
55,2
61,3
56,6
47,2
49,3
SI
0,1
0,7
1,0
1,0
1,1
0,7
0,9
1,5
1,0
1,0
Total
(N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
3. Indicadores de Qualidade
Além das características do cursos e dos recursos e atividades oferecidos pelas instituições, menciona-
dos na seção anterior, que podem ser considerados indicadores objetivos da qualidade dos cursos, um instru-
mento de grande importânciao as apreciações subjetivas dos estudantes sobre a adequação dos recursos
disponíveis, o currículo do curso, o desempenho dos docentes e o nível de exigência do curso.
O material bibliográfico predominantemente indicado pelos professores foram as apostilas e resumos,
especialmente no Sudeste e nas IES municipais e particulares. No Norte, Nordeste e Sul e nas IES federais e
estaduais parcelas mais numerosas tiveram como indicação cópias de capítulos e trechos de livros. No Nordeste
e nas IES estaduais chamam a atenção os percentuais que utilizaram livros-texto e manuais.
Tabela 35
Tipo de Material Bibliográfico mais Indicado pelos Professores, conforme os Graduandos, segundo
as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Apostilas e
resumos
33,9
22,3
44,2
26,1
31,9
16,1
20,5
41,4
40,9
37,9
Livros-
texto e
manuais
14,3
26,0
18,3
18,0
21,5
18,6
25,1
14,7
19,0
19,0
Cópias de
capítulos e
trechos de
livros
45,5
40,0
26,8
42,8
33,3
60,3
43,5
29,2
28,5
31,7
Artigos de
periódicos
especializados
1,9
2,6
3,0
4,3
2,4
2,2
3,9
4,0
3,1
3,2
Anotações
manuais e
cadernos
de notas
3,6
8,5
6,5
7,2
9,8
1,9
6,0
7,8
7,4
7,0
SI
0,9
0,7
1,2
1,6
1,2
0,9
1,0
2,9
1,2
1,2
Total
(N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Na medida em que mais da metade dos graduandos afirmou que o acervo da biblioteca é atualizado ei
ou medianamente atualizado, é possível imaginar que a reduzida utilização da biblioteca, vista anteriormente,
seja conseqüência do uso freqüente de apostilas e resumos, bem como anotações manuais e cadernos de
notas, que, no Brasil como um todo, foram apontados por mais de 40% dos graduandos.
Tabela 36
Atualização do Acervo da Biblioteca, conforme os Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Atualizado.
22,4
15,0
27,3
21,4
14,2
6,5
14,1
24,8
26,5
24,2
Medianamente
atualizado
32,8
32,1
38,0
40,1
36,5
30,2
29,7
39,6
38,7
37,6
Pouca
atualizado
25,4
32,0
19,9
26,8
31,9
37,7
32,7
24,4
21,0
23,1
o é
atualizado
16,8
18,6
7,3
9,2
14,0
23,0
22,1
8,1
7,2
9,3
o
sabem
2,4
2,2
7,4
2,5
3,1
2,3
1,3
2,9
6,5
5,6
SI
0,3
0,1
0,2
0,2
0,3
0,4
0,2
0,2
0,2
0,2
Total (N)
796
2.882
20.189
5.702
1.977
2.264
1.953
2.074
25.255
31.546
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Seja como for, os registros de acervo pouco atualizado e/ou desatualizadoo mais significativos entre
os graduandos do Nordeste e Centro-Oeste e das IES federais e estaduais. Esteso os mesmos que mais
freqüentemente informaram que o número de exemplares atende pouco ou é insuficiente frente à demanda dos
alunos.
Os graduandos do Sudeste e Sul e das IES municipais e particulareso os que mais registraram haver
exemplares em número plenamente ou medianamente suficiente na biblioteca das instituições onde estudavam.
Tabela 37
Avaliação do Número de Exemplares da Biblioteca, pelos Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Plenamente
suficiente
9,7
4,9
15,0
10,9
9,3
3,6
6,8
12,0
14,2
12,8
Atende
medianamente
40,1
36,8
45,5
45,1
40,4
36,4
37,1
48,0
45,1
44,2
Atende
pouco
19,7
23,4
16,6
20,6
22,0
26,2
21,7
18,9
17,3
18,3
Insuficiente
27,5
32,5
15,9
21,1
24,6
31,1
32,8
18,3
17,1
19,2
o
sabem
2,3
2,4
6,9
2,1
3,3
2,5
1,4
2,2
6,1
5,3
SI
0,8
0,1
0,3
0,3
0,4
0,2
0,3
0,6
0,3
Total (N)
796
2.882
20.189
5.702
1.977
2.264
1.953
2.074
25.255
0,3 31.546
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Os registros de que o acervo de periódicos especializados da biblioteca é atualizado atingem percentuais
mais elevados entre os graduandos do Sul e das IES municipais. Vale chamar a atenção para o fato de queo
elevadas as proporções de graduandos queo souberam se pronunciar sobre o assunto, especialmente no
Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste e nas IES particulares. Este fato pode estar associado à reduzida freqüência
com que esse tipo de material bibliográfico é indicado pelos professores aos alunos.
Tabela 38
Atualização do Acervo de Periódicos Especializados da Biblioteca, conforme os Graduandos,
segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência:
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
o
existe
5,2
8,3
3,5
1,7
5,0
4,4
8,1
2,4
3,5
3,8
Existe, mas é
desatualizado
13,3
16,5
9,1
9,0
15,2
20,6
16,9
7,4
9,1
10,3
Razoavelmente
atualizado
41,1
40,5
38,9
43,0
40,9
43,9
41,2
41,1
39,4
40,0
Atualizado
26,0
17,2
25,6
32,8
18,5
14,7
22,2
34,5
26,2
25,7
o
sabem
13,8
17,0
22,4
13,1
19,7
16,0
11,3
13,7
21,4
19,8
SI
0,6
0,5
0,5
0,5
0,7
0,5
0,3
1,0
0,5
0,5
Total (N)
796
2.882
20.189
5.702
1.977
2.264
1.953
2.074
25.255
31.546
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Menos de 2/3 dos graduandos de Administração informaram que o serviço de empréstimo da biblioteca
da instituição abrange todo o acervo. Cerca de 1/4 informou que os empréstimoso limitados a tipos específicos
de obras. Chamam a atenção os graduandos do Norte, pelo percentual surpreendentemente elevado que registrou
queo há empréstimo.
Tabela 39
Oferta de Serviço de Empréstimo de Livros pela Biblioteca da Instituição, conforme os Graduandos,
segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Para todo
o acervo
48,9
62,9
63,5
66,6
68,0
64,9
66,8
61,6
63,8
63,9
Só para
obras
didáticas
24,6
25,2
18,7
22,8
19,6
27,2
23,7
24,0
19,0
20,2
Só para obras de
interesse geral
4,7
5,5
5,9
7,6
6,5
5,3
7,1
9,5
5,9
6,2
o há
empréstimo
19,9
3,2
5,5
0,4
2,7
0,2
0,7
0,9
5,5
4,5
o
sabem
1,4
3,0
6,1
1,9
2,7
1,9
1,3
2,8
5,4
4,7
SI
0,6
0,3
0,4
0,7
0,5
0,5
0,4
1,3
0,4
0,4
Total
(N)
796
2.882
20.189
5.702
1.977
2.264
1.953
2.074
25.255
31.546
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Com exceção do Nordeste e do Centro-Oeste e das IES estaduais, onde predominam os graduandos que
informaram a utilização de processos manuais, o serviço de pesquisa bibliográfica, na maior parte dos casos, é
realizado mediante sistema informatizado local.
Tabela 40
Caracterização do Serviço de Pesquisa Bibliográfica , conforme os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Processos
manuais
34,3
45,8
32,9
30,1
43,3
37,9
61,2
35,9
31,8
34,3
Sistema
informatizado
local
51,0
41,4
48,0
55,1
39,8
46,1
22,5
49,9
50,3
48,2
Acesso à rede
nacional de
bibliotecas
universitárias
2,5
3,3
3,6
4,0
4,6
5,1
6,4
3,1
3,4
3,7
Acesso à rede
internacional
de bibliotecas
2,8
1,7
2,8
3,8
3,4
2,9
3,8
2,4
2,9
2,9
o
sabem
8,8
7,3
12,3
6,7
8,2
7,6
5,6
7,9
11,3
10,5
SI
0,6
0,5
0,4
0,4
0,7
0,5
0,5
0,9
0,4
0,4
Total
(N)
796
2.882
20.189
5.702
1.977
2.264
1.953
2.074
25.255
31.546
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Em todas as regiões e tipos de IES, a maioria dos graduandos considerou o horário de funcionamento da
biblioteca plenamente ou medianamente adequado. O mesmo ocorreu com as condições de leitura e estudo
oferecidas pela biblioteca da instituição onde os graduandos estavam concluindo seus cursos.
Tabela 41
Adequação do Horário de Funcionamento da Biblioteca da Instituição, conforme os Graduandos,
segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Plenamente
adequado
59,3
60,2
64,2
67,8
63,7
57,3
63,5
69,2
64,7
64,4
Medianamente
adequado
29,2
28,4
25,2
24,6
27,0
32,0
28,0
24,1
25,0
25,6
Pouco
adequado
5,8
6,4
4,8
4,1
5,0
6,1
4,4
3,9
4,9
4,9
Inadequado
4,8
3,5
2,2
2,0
2,3
3,3
2,8
1,5
2,3
2,3
o
sabem
0,8
1,4
3,3
1,1
1,6
1,0
1,1
0,7
2,9
2,5
SI
0,3
0,2
0,3
0,4
0,4
0,4
0,3
0,6
0,3
0,3
Total
(N)
796
2.882
20.189
5.702
1.977
2.264
1.953
2.074
25.255
31.546
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Tabela 42
Adequação das Condições de Leitura e Estudo na Biblioteca da Instituição, conforme os
Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Plenamente
adequadas
52,5
47,5
48,5
49,7
41,6
38,7
46,1
48,4
48,3
47,5
Medianamente
adequadas
34,3
37,6
35,5
37,4
38,5
42,4
37,5
36,6
35,5
36,2
Pouco
adequadas
8,9
6,9
4,3
2,7
6,1
5,6
4,7
3,0
4,3
10,2
Inadequadas
3,4
6,9
4,3
2,7
6,1
5,6
4,7
3,0
4,3
4,4
o
sabem
0,1
0,6
1,7
0,6
0,9
0,7
0,3
0,4
1,5
1,3
SI
0,8
0,5
0,4
0,9
0,8
0,8
0,4
1,7
0,4
0,5
Total
(N)
796
2.882
20.189
5.702
1.977
2.264
1.953
2.074
25.255
31.546
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Uma outra dimensão de especial relevância, enquanto indicador de qualidade dos cursos,o as técni-
cas de ensino predominantemente utilizadas pelos professores e as condições nas quais os graduandosm a
oportunidade de estabelecer nexos entre os conceitos teóricos e a sua aplicação prática. Conforme pode ser
observado na Tabela 42, a maioria dos graduandos, em todas as regiões e tipos de IES apontou o predomínio de
aulas expositivas e de trabalhos de grupo, seguindo-se um conjunto de técnicas diversificadas, envolvendo aulas
expositivas e práticas, trabalhos de grupo e videoaulas.
Os graduandos do Norte, Sudeste e Sul e das IES municipais e particulares foram os que mais
freqüentemente mencionaram o predomínio de técnicas de ensino diversificadas. A combinação de aulas expositivas
e aulas práticas foi pouco registrada em todas as regiões e tipos de IES.
Tabela 43
Técnicas de Ensino Predominantemente Utilizadas pela Maioria dos Professores, conforme os
Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Aulas expositivas
11,5
17,5
14,8
16,1
17,8
15,6
17,2
12,3
15,5
15,4
Trabalhos de grupo
em sala de aula
6,3
4,4
7,3
5,5
6,1
3,7
3,5
7,5
7,0
6,6
Aulas expositivas e
aulas práticas
2,4
1,7
2,5
1,9
2,4
1,0
1,8
1,6
2,5
2,3
Aulas expositivas e
trabalhos de grupo
48,9
54,4
44,7
46,9
46,8
62,6
54,2
44,6
44,3
46,2
Aulas expositivas,
aulas práticas,
trabalhos de grupo
e videoaulas
30,5
21,5
29,8
28,2
25,9
16,5
22,5
31,7
29,8
28,5
SI
0,5
0,7
1,0
1,4
1,0
0,7
0,9
2,4
0,9
1,0
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Significativos percentuais de graduandos registraram que, nas ocasiões em que foram ofertadas as
aulas práticas, todas elas ou a maioria comportava um número adequado de alunos em relação aos equipamen-
tos, material e espaço pedagógico disponível. Essa avaliação foi compartilhada por proporções mais elevadas de
graduandos do Norte e do Sudeste e das IES municipais e particulares.
Tabela 44
Quantidade de Aulas Práticas que Comportam Número Adequado de Alunos em Relação aos
Equipamentos, Material e Espaço Pedagógico Disponível, conforme os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Todas
27,2
12,5
24,1
16,8
17,9
7,5
10,6
17,1
23,6
21,5
A maioria
24,6
22,1
27,2
29,8
27,3
19,5
23,7
28,9
27,9
27,2
Metade
12,3
13,4
13,7
14,9
12,9
12,8
14,1
13,3
13,9
13,8
Poucas
17,5
27,6
19,9
23,1
23,1
32,8
27,7
24,2
19,7
21,2
Nenhuma
17,3
22,6
14,2
13,8
17,0
26,0
20,7
14,9
13,9
15,0
SI
1,2
1,9
0,9
1,6
1,8
1,4
3,2
1,6
1,0
1,2
Total (N)
423
1.413
11.793
3.399
1.031
1.090
950
1.294
14.725
18.059
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Os equipamentos utilizados nas situações de laboratório foram considerados atualizados, mas insufici-
entes, pelas maiores parcelas de graduandos em todas as regiões e tipos de IES. Entretanto, percentuais
significativos no Nordeste, Norte e Centro-Oeste e nas IES federais e estaduais relataram que esses equipamen-
tos eram desatualizados e insuficientes.
Tabela 45
Situação dos Equipamentos Utilizados nos Laboratórios, conforme os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Atualizados e
suficientes
26,7
15,4
28,0
22,5
19,2
6,4
10,6
22,2
28,1
25,4
Atualizados mas
insuficientes
35,7
48,6
50,2
56,1
48,2
45,5
48,7
56,4
50,8
50,7
Desatualizados,
mas conservados
e suficientes
10,4
3,7
4,9
3,4
7,8
4,2
3,6
3,6
5,1
4,8
Desatualizados,
mas conservados
e insuficientes
17,7
19,6
12,9
12,9
17,6
30,5
25,5
12,1
12,0
13,8
Antigos,
inoperantes
e insuficientes
7,6
10,3
2,9
3,4
5,1
11,5
8,5
4,0
2,9
3,8
SI
1,9
2,5
1,1
1,8
2,1
1,9
3,1
1,7
1,2
1,4
Total (N)
423
1.413
11.793
3.399
1.031
1.090
950
1.294
14.725
18.059
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Uma outra dimensão fundamental às avaliações de qualidade é o currículo desenvolvido durante o curso.
Cerca de 1/5 dos graduandos consideraram queo existem disciplinas a serem eliminadas ou cujo conteúdo
deveria ser incorporado ao de outras disciplinas no seu curso. Os que mais freqüentemente manifestaram esta
apreciação foram os graduandos do Sudeste, Centro-Oeste e Norte e das IES particulares. Já os que estavam
concluindo seus cursos no Nordeste e no Sul e nas IES federais foram os que mais expressaram a opinião de que
várias disciplinas deveriam ser integradas a outras.
Tabela 46
Existência de Disciplinas que deveriam ser Eliminadas ou ter o seu Conteúdo Integrado a Outras,
conforme os Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das
Instituições em 1998 (%)
Regiões/Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
o há
28,6
14,2
23,8
17,9
25,0
14,1
20,4
17,8
23,3
22,1
Integrar
poucas
41,5
43,5
40,3
42,1
36,4
45,5
41,7
41,3
40,2
40,7
Integrar
muitas
18,1
24,3
19,8
21,3
21,3
26,4
22,6
21,7
19,7
20,5
Eliminar
várias
9,1
15,2
12,5
15,0
13,8
11,3
12,6
13,9
13,3
13,2
o
sabem
2,0
2,0
2,6
2,3
2,5
1,7
1,9
2,9
2,5
2,5
SI
0,6
0,9
1,1
1,4
1,1
1,1
0,8
2,4
1,0
1,1
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Muito mais intensa é a demanda de inovação curricular, sugerindo que os graduandos preferem a ampli-
ação dos conteúdos à reforma do currículo. De fato, especialmente nas IES federais e no Norte, Nordeste e
Centro-Oeste, significativos percentuais afirmaram que o currículo é deficiente. Todavia, as maiores parcelas de
graduandos registraram a necessidade de incorporar algumas disciplinas, notadamente no Sudeste e no Sul e
nas IES municipais e particulares. Os que propuseram a incorporação de muitas disciplinaso mais numerosos
no Nordeste e nas IES federais e particulares.
Tabela 47
Necessidade de Incorporação de Novas Disciplinas ao Currículo Pleno do Curso, conforme os
Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das
Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
0 currículo
está
perfeito
6,0
3,9
8,0
4,4
5,6
3,8
3,7
4,7
7,5
6,8
Incorporar
algumas
disciplinas
35,0
34,3
40,5
39,1
34,4
34,0
36,2
41,0
39,7
39,1
Incorporar
muitas
disciplinas
35,0
37,6
31,0
35,6
35,4
38,5
38,1
33,1
31,8
32,8
O currículo
é deficiente
21,0
21,8
16,7
17,4
20,4
21,1
19,5
17,3
17,2
17,6
o
sabem
2,6
2,0
3,1
2,4
3,4
1,9
1,8
2,0
3,1
2,9
SI
0,4
0,5
0,9
1,1
0,9
0,7
0,8
1,9
0,8
0,9
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Ao examinar o dimensionamento das disciplinas, a maior parte dos graduandos apontou a existência de
muito conteúdo para pouco tempo. Entretanto, vale registrar, no Sudeste e no Sul e nas IES estaduais e
municipais, parcelas bastante elevadas que consideraram que demasiado tempo é destinado ao desenvolvimento
de pouco conteúdo.
Tabela 48
Avaliação do Dimensionamento das Disciplinas do Curso, conforme os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Muito
conteúdo para
pouco tempo
48,4
49,3
43,3
40,4
48,1
47,2
43,6
40,6
43,7
43,7
Muito tempo
para pouco
conteúdo
14,3
14,5
17,6
18,4
14,3
16,1
19,0
19,7
16,9
17,2
Razoavelmente
bem
dimensionadas
28,1
30,8
30,7
34,3
28,5
31,3
32,3
31,5
31,0
31,2
Muito bem
dimensionadas
7,6
3,3
5,7
4,5
6,2
3,4
3,5
4,7
5,7
5,3
o
sabem
1,1
1,3
1,9
1,4
1,7
1,5
0,9
1,5
1,8
1,7
SI
0,5
0,7
0,9
1,0
1,1
0,6
0,8
2,0
0,9
0,9
Total
N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Entre os chamados temas emergentes, os que foram tratados em maior profundidade, segundo a maioria
dos graduandos em todas as regiões e tipos de IES, foram a "globalização" e "qualidade", que foram estudados
em várias disciplinas ou foram temas centrais de uma ou mais disciplinas.
Tabela 49
Abordagem dada, no Curso, ao Tema Globalização, conforme os Graduandos, segundo as Regiões
e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
o foi
focalizado
1,0
1,0
1,1
0,6
1,4
1,1
0,6
0,5
1,1
1,0
Focalizado
apenas em
atividades
extraclasses
9,1
12,3
8,1
10,7
11,2
9,9
14,1
7,8
8,8
9,2
Superficialmente
em uma
disciplina
19,3
17,4
17,4
18,0
25,6
18,2
16,1
15,3
18,4
18,0
Estudado
em várias
disciplinas
51,6
52,8
52,2
57,1
46,3
58,8
55,2
59,2
51,5
52,8
Tema central
de uma
ou mais
disciplinas
18,3
15,6
20,1
12,1
14,2
10,9
13,0
14,9
19,1
17,8
SI
0,8
0,9
1,2
1,5
1,3
1,0
1,0
2,3
1,2
1,2
Total
(N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Tabela 50
Abordagem dada, no Curso, ao Tema Ética, conforme os Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
o foi
focalizado
7,8
10,2
6,8
6,5
5,5
8,2
8,7
7,2
6,7
7,0
Focalizado
apenas em
atividades
extraclasses
11,4
12,3
10,2
6,9
7,0
8,9
13,1
8,4
9,5
9,6
Superficialmente
em uma disciplina
28,1
32,7
32,6
32;7
34,6
32,8
33,5
32,6
32,6
32,6
Estudado
em várias
disciplinas
30,1
29,1
27,7
27,6
22,6
30,3
30,3
32,7
26,7
27,6
Tema central
de uma
ou mais
disciplinas
22,0
14,9
21,5
24,7
28,9
18,7
13,4
16,4
23,4
22,0
SI
0,6
0,8
1,2
1,7
1,4
1,2
1,0
2,7
1,1
1,2
Total
(N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Tabela 51
Abordagem dada, no Curso, ao Tema Qualidade, conforme os Graduandos, segundo as Regiões e
a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
o foi
focalizado
1,6
0,9
1,3
0,6
1,3
0,6
0,5
0,7
1,3
1,1
Focalizado
apenas em
atividades
extraclasses
4,0
3,8
3,6
3,6
4,5
2,5
4,4
2,5
3,8
3,7
Superficialmente
em uma
disciplina
14,1
11,4
13,0
8,9
16,3
10,8
10,1
9,3
12,9
12,3
Estudado
em várias
disciplinas
56,8
54,6
50,5
54,5
51,6
57,3
55,8
53,0
50,9
51,8
Tema central
de uma
ou mais
disciplinas
22,9
28,6
30,6
30,7
24,8
27,7
28,5
31,7
30,0
29,8
SI
0,6
0,8
1,1
1,8
1,5
1,2
0,8
2,9
1,1
1,2
Total
(N)
800
2918
20539
5782
2011
2295
1981
2111
25663
32050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Já os temas relacionados à "ética", à "ecologia/meio ambiente" e à "tecnologia da informação", segundo
a maior parte dos graduandos de todas as regiões e tipos de IES, geralmente foram tratados de forma superficial
em uma disciplina ou foram focalizados apenas em atividades extraclasses.
Tabela 52
Abordagem dada, no Curso, ao Tema Ecologia/Meio Ambiente, conforme os Graduandos, segundo
as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
o foi
focalizado
15,6
23,0
21,2
16,6
23,6
18,3
18,6
15,3
21,4
20,6
Focalizado
apenas em
atividades
extraclasses
18,0
21,9
17,2
18,3
17,8
16,9
24,5
13,9
17,8
17,9
Superficialmente
em uma
disciplina
33,8
33,7
34,5
36,1
37,1
38,4
32,1
37,2
34,5
34,9
Estudado
em várias
disciplinas
15,9
15,0
15,6
20,1
13,1
18,4
16,7
22,9
15,4
16,2
Tema central
de uma
ou mais
disciplinas
16,3
5,7
10,4
7,2
7,0
7,2
7,1
7,8
9,9
9,4
SI
0,5
0,8
1,1
1,7
1,4
0,8
1,0
2,9
1,0
1,1
Total
(N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Tabela 53
Abordagem dada, no Curso, ao Tema Tecnologia da Informação, conforme os Graduandos,
segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
o foi
focalizado
12,0
15,4
13,5
12,2
18,0
13,3
15,0
10,6
13,9
13,7
Focalizado
apenas em
atividades
extraclasses
13,3
14,6
9,0
12,5
10,9
13,9
17,2
12,1
9,4
10,4
Superficialmente
em uma
disciplina
35,9
32,0
35,0
34,7
37,0
32,3
29,6
39,1
35,1
34,9
Estudado
em várias
disciplinas
17,8
18,6
17,9
20,3
15,9
20,2
18,9
20,3
17,9
18,3
Tema central
de uma
ou mais
disciplinas
19,5
17,9
22,6
18,4
15,9
19,0
18,0
15,3
21,8
20,9
SI
1,6
1,6
1,9
2,0
2,3
1,4
1,2
2,7
1,9
1,9
Total
(N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Além dos recursos materiais, das técnicas utilizadas, e do currículo, um componente fundamental da
avaliação de qualidade dos cursos é o desempenho docente. Segundo mais de 2/3 dos graduandos de Adminis-
tração a maioria ou todos os seus professores demonstraram empenho, pontualidade e assiduidade. Os graduandos
do Norte, Nordeste e das IES federais e estaduaiso os que expressaram menor satisfação, com percentuais
mais elevados informando queo poucos os professores que exibem essas características de desempenho.
Tabela 54
Avaliação do Empenho, Assiduidade e Pontualidade dos Professores, pelos Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhum
demonstra
1,8
0,5
0,6
0,5
1,0
0,9
0,5
1,2
0,6
0,7
Poucos
demonstram
20,1
21,6
11,9
10,9
14,3
20,5
19,1
12,7
11,8
13,0
Metade
demonstra
18,4
21,8
14,1
14,7
13,5
23,1
20,9
16,5
13,7
15,0
Maioria
demonstra
47,5
49,0
55,6
58,1
54,1
50,5
52,6
55,7
55,7
55,2
Todos
demonstram
11,5
6,6
16,7
14,4
15,8
4,1
6,1
10,9
17,2
15,2
SI
0,8
0,6
1,1
1,5
1,4
0,9
0,9
3,1
1,0
1,1
Total
(N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Uma distribuição semelhante das apreciações é obtida quando o foco se transfere para o domínio atua-
lizado dos conteúdos disciplinares por parte dos professores. Embora sejam majoritários os percentuais de
graduandos que sustentaram que a maioria ou todos os professores exibem tal domínio, no Norte, Nordeste e nas
IES federais e estaduais destacam-se as proporções dos que afirmaram queo poucos os professores dotados
dessa característica de desempenho.
Tabela 55
Avaliação do Domínio Atualizado das Disciplinas Ministradas pelos Professores, conforme os
Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhum
demonstra
1,1
0,8
0,8
0,8
0,8
0,8
0,5
0,8
0,8
0,8
Poucos
demonstram
18,0
19,1
9,9
10,3
15,3
15,8
16,7
10,7
10,6
11,4
Metade
demonstra
19,3
21,7
14,4
16,6
17,7
22,7
21,2
18,2
14,5
15,8
Maioria
demonstra
49,1
50,2
55,6
58,7
53,4
53,6
51,1
54,1
56,0
55,4
Todos
demonstram
12,0
7,4
18,0
12,3
11,8
5,9
9,3
14,0
16,9
15,5
SI
0,5
0,9
1,3
1,5
1,1
1,1
1,1
2,2
1,2
1,2
Total
(N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Indicadores mais objetivos do desempenho docente consistem na apresentação do Plano de Ensino e na
disponibilidade para a orientação extraclasse. Conforme a maior parte dos graduandos, todos ou a maioria dos
seus professores apresentam Plano de Ensino, contendo os objetivos, metodologia, critérios de avaliação,
Cronograma e bibliografia das disciplinas que ministram. No Norte, Nordeste e nas IES estaduais, entretanto,o
mais elevados os percentuais de graduandos que registraram que poucos docentes cumprem com esta obriga-
ção acadêmica.
Tabela 56
Apresentação do Plano de Ensino pelos Professores, conforme os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nenhum
apresenta
3,3
2,2
2,2
1,3
3,0
1,2
1,2
2,1
2,3
2,1
Poucos
apresentam
24,0
18,8
15,6
12,3
14,7
15,0
18,2
13,7
15,4
15,4
Metade
apresenta
13,8
11,4
10,5
9,2
9,8
9,9
11,0
11,0
10,3
10,4
Maioria
apresenta
38,0
39,5
42,1
44,6
41,4
46,6
43,6
45,1
41,4
42,2
Todos
apresentam
20,6
27,5
28,6
31,2
29,8
26,5
25,1
25,3
29,6
28,8
SI
0,4
0,7
1,1
1,5
1,3
0,7
1,1
2,8
1,0
1,1
Total
(N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Da mesma forma,o majoritários os graduandos que afirmaram que procuraram os professores para
orientação extraclasse e encontraram várias vezes e que o corpo docente está sempre disponível para prestar
essa orientação aos alunos. Contudo, os graduandos do Norte, Nordeste e das IES federaiso os que mais
freqüentemente sustentaram ter procurado os professores, mas raramente ter conseguido encontrá-los. Por outro
lado, chamam a atenção os maiores percentuais de graduandos do Sudeste e das IES municipais e particulares
que nunca procuraram os professores em busca de orientação extraclasse.
Tabela 57
Avaliação da Disponibilidade de Orientação Extraclasse pelos Professores, conforme os
Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Nunca
procuraram
23,9
24,3
31,9
24,7
26,9
22,8
21,4
27,8
30,7
29,4
Procuraram,
maso
encontraram
2,6
3,2
2,7
1,9
3,7
2,3
2,2
2,0
2,8
2,7
Procuraram:
raramente
encontraram
19,8
19,6
12,3
13,3
14,5
17,1
14,5
11,5
13,2
13,5
Procuraram:
encontraram
várias vezes
29,6
32,6
27,8
33,8
30,1
38,0
37,8
33,1
27,8
29,5
Corpo
docente está
sempre
disponível
23,6
19,4
24,3
24,8
23,5
18,6
23,3
23,1
24,4
23,8
SI
0,5
1,0
1,1
1,5
1,4
1,3
0,9
2,6
1,1
1,2
Total
(N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Como instrumentos de avaliação de aprendizagem, a maioria dos graduandos informou que foram aplica-
das provas escritas periódicas. Em geral, as provas práticaso foram adotadas como instrumentos de avaliação
de aprendizagem. Nas IES federais e estaduais foram significativos, ainda, os registros de adoção de trabalhos
de grupo escritos. Entre os graduandos do Norte uma parcela comparativamente elevada de graduandos informou
a ausência de instrumentos específicos de avaliação de aprendizagem.
Tabela 58
Instrumentos de Avaliação Predominantemente Utilizados pela Maioria dos Professores, conforme
os Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência Administrativa das
Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Provas
escritas
periódicas
83,6
91,5
84,3
88,5
88,5
83,3
88,3
86,9
85,9
85,9
Trabalhos de
grupo
escritos
7,0
3,7
8,0
6,1
5,8
11,0
11,0
6,1
6,9
7,1
Trabalhos
individuais
escritos
1,5
1,4
1,5
1,0
1,2
1,9
1,9
1,1
1,4
1,4
Provas
práticas
3,1
2,1
3,7
2,1
2,3
1,5
1,5
2,4
3,5
3,1
o usam
instrumentos
específicos
3,6
0,7
1,3
1,0
1,0
1,4
1,4
1,2
1,1
1,2
SI
1,1
0,8
1,3
1,4
1,2
1,0
1,0
2,3
1,2
1,3
Total
(N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Como é possível observar na Tabela 58, os trabalhos escritos desenvolvidos pelos alunos como instrumen-
tos do processo de avaliaçãoo pouco diversificados e pouco orientados para o estabelecimento de nexos entre
teoria e prática. Há um acentuado predomínio de trabalhos parciais e de respostas a questionários, bem como de
trabalhos voltados para a solução de problemas mediante pesquisa sobre experiências e teorias administrativas.
Na faixa seguinte, com cerca de vinte a trinta pontos percentuais a menos, encontram-se as monografias
complementares e os relatórios sobre seminários. As primeiras foram mais freqüentes no Centro-Oeste, Sudeste
e Sul e nas IES federais e particulares; já os segundos foram mais usualmente desenvolvidos no Norte e no Sul
e nas IES federais, estaduais e municipais.
Os relatórios sobre jogos e simulações só chegaram a ser desenvolvidos por mais da metade dos
graduandos no Sul e nas IES federais. Os relatórios sobre visitas a empresas privadas foram elaborados por
percentuais equivalentes de graduandos do Norte, Nordeste e Sul e das IES federais e estaduais. Já os relatórios
sobre visitas a empresas e órgãos públicos em poucos casos excederam a 1/3 dos graduandos. Por fim, a
apresentação de Monografia Final perante banca examinadora, que representa uma prática relativamente conso-
lidada nos cursos superiores de boa qualidade, só foi registrada em percentuais superiores à metade pelos
graduandos do Sul e Centro-Oeste e das IES federais.
Tabela 59
Tipos de trabalhos Utilizados no Processo de Avaliação(*), conforme os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões / Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Monografias
complementares
46,6
47,7
57,8
56,2
63,1
58,1
52,3
43,1
58,0
56,6
Relatórios sobre
seminários
65,9
54,4
53,8
59,6
51,1
67,2
60,4
58,2
53,3
55,0
Trabalhos parciais e
respostas a questionários
81,4
82,9
84,3
85,9
85,1
84,4
83,5
84,0
84,6
84,5
Solução de problemas
mediante pesquisa sobre
experiências e teorias
administrativas
70,8
69,6
74,2
75,8
69,4
76,5
75,5
76,8
73,0
73,7
Relatórios sobre jogos e
simulações
31,8
36,6
42,8
52,8
39,5
51,6
45,8
45,8
42,5
43,6
Relatório sobre visitas em
empresas privadas
54,5
64,4
33,3
57,3
48,2
61,4
65,6
49,4
37,7
41,9
Relatório sobre visitas em
empresas e órgãos
públicos
30,8
38,4
17,0
26,5
27,3
37,1
34,5
22,0
19,2
21,6
Apresentação de
monografia final de curso
perante banca
examinadora
40,1
35,2
44,0
71,3
67,7
58,5
48,9
47,4
48,9
49,5
(*) Cada coluna contém apenas as respostas afirmativas para o item.
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Aparentemente, as deficiências e limitações constatadas se expressam nas avaliações dos graduandos
acerca do nível de exigência do curso: mais de 60,0%, em todas as regiões e tipos de IES, consideram que o
curso deveria ter exigido mais - um pouco mais ou muito mais - eles próprios. No Brasil como um todo cerca de
apenas 1/3 consideram que o curso exigiu deles na medida certa.
Tabela 60
Avaliação do Nível de Exigência do Curso, conforme os Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Fonte: DAES/INEP/
Deveria Ter
exigido
muito mais
29,5
27,0
20,1
19,9
26,2
23,8
25,2
18,6
21,0
21,3
MEC-ENC/98.
Deveria ter
exigido um
pouco mais
42,8
43,2
40,5
46,8
42,5
47,5
45,6
44,5
41,1
42,1
Exigiu na
medida certa
25,5
26,5
34,3
29,3
27,8
25,5
25,8
31,5
33,2
32,1
Deveria ter
exigido um
pouco menos
1,5
2,3
3,6
2,1
1,8
2,0
2,1
2,6
3,3
3,1
Deveria ter
exigido muito
menos
0,0
0,2
0,4
0,3
0,6
0,3
0,3
0,3
0,4
0,4
SI
0,8
0,8
1,0
1,5
1,2
1,0
1,0
2,5
1,0
1,1
Total
(N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25663
32.050
4. Os Resultados Obtidos e as Perspectivas para o Futuro
Como conseqüência de todos esses elementos, que resultados obtiveram os graduandos? Que habilida-
des desenvolveram? O que conquistaram com o curso que estavam concluindo? E como pretendem prosseguir,
em termos de estudos e de trabalho, no futuro próximo?
De acordo com a avaliação dos graduandos, as habilidades mais desenvolvidas foram a capacidade de
análise crítica, seguida da habilidade de trabalhar em equipe. A primeira foi mais freqüentemente mencionada
pelos que estavam concluindo seus cursos nas IES federais e estaduais. A ocorrência da segunda foi menor entre
os graduandos das estaduais. Chama a atenção o fato de que a capacidade de iniciativa e o desenvolvimento do
senso ético sejam registrados por percentuais bem inferiores, em se tratando do curso de Administração. As
variações inter-regionais, em geral,o pouco significativas.
Tabela 61
Habilidades Mais Desenvolvidas durante o Curso, conforme os Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Capacidade de
comunicação
12,0
14,0
11,9
10,3
11,9
10,8
10,8
11,5
12,0
11,8
Habilidade
de trabalhar
em equipe
32,0
33,8
32,9
31,0
29,7
31,2
26,5
32,6
32,9
32,4
Capacidade
de análise
crítica
36,9
32,6
34,0
38,3
34,6
42,4
42,6
32,5
33,6
34,8
Senso
ético
3,8
3,0
4,2
3,7
4,2
2,2
3,1
4,0
4,2
4,0
Capacidade
de iniciativa
14,8
15,6
15,8
15,3
18,3
12,6
15,9
17,3
16,0
15,8
SI
0,6
1,1
1,3
1,4
1,4
0,9
1,2
2,1
1,2
1,3
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
A demonstração da necessidade de estudo contínuo para o eficiente exercício profissional foi apontado
como a principal contribuição do Estágio Supervisionado pela maior parcela de graduandos, em especial no Centro-
Oeste, Sul e Norte e nas IES estaduais. O aperfeiçoamento técnico e profissional foi registrado pelo segundo maior
percentual, vindo em seguida o conhecimento do mercado. Esses dados sugerem que o Estágio, nos moldes em
que vem sendo desenvolvido, é capaz de despertar nos estudantes a percepção de uma formação sólida e constan-
temente atualizada, maso chega a contribuir efetivamente para a sua obtenção, na maioria dos casos.
Tabela 62
Principal Contribuição do Estágio Curricular Supervisionado, conforme os Graduandos, segundo as
Regiões e a Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Aperfeiçoamento
técnico
profissional
23,2
25,6
23,8
26,3
23,0
23,9
26,3
24,1
24,3
24,4
Conhecimento do
mercado
20,7
23,8
22,5
16,3
15,9
25,2
20,1
17,4
21,0
21,0
Conhecimento de
novas áreas de
atuação
6,4
6,0
10,0
7,7
8,7
5,5
5,8
11,3
9,4
9,0
Reafirmação da
escolha
profissional
7,4
7,6
7,7
6,4
7,3
5,9
5,8
7,1
7,7
7,4
Demonstração da
necessidade de
estudo contínuo
para eficiente
exercício
profissional
40,6
35,9
35,0
42,0
42,9
37,9
40,9
38,5
36,5
37,0
SI
1,8
1,1
1,1
1,3
2,3
1,6
1,0
1,7
1,2
1,2
Total (N)
720
2.701
17.476
5.186
1.858
1.977
1.854
1.969
22.141
27.941
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Êste é um dadoo mais preocupante quando se observa, na Tabela 62, que para apenas pouco mais da
metade dos graduandos a principal contribuição do curso foi o aperfeiçoamento técnico profissional somado à
formação teórica. E é especialmente merecedor de atenção o fato de que percentuais correspondentes a 1/4 no
Sudeste e nas IES municipais, mas sempre superiores a 1/5, em todas as regiões e tipos de IES, apontem a
aquisição de cultura geral como a principal contribuição do curso de Administração.
Tabela 63
Principal Contribuição do Curso, conforme os Graduandos, segundo as Regiões e a Dependência
Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Diploma
superior
10,9
12,5
13,6
11,8
13,8
13,6
11,8
10,6
13,4
13,2
Cultura
geral
23,0
21,1
24,8
21,0
20,6
22,2
20,7
25,1
23,6
23,5
Aperfeiçoamento
técnico
profissional
40,6
37,8
37,0
43,6
37,6
32,4
39,6
42,8
38,5
38,4
Formação
teórica
14,6
18,0
12,8
12,6
13,7
19,7
16,5
9,4
12,9
13,4
Perspectivas»
de ganhos
materiais
10,5
9,7
10,8
9,8
13,2
11,2
10,5
10,5
10,6
10,6
SI
0,4
0,8
1,0
1,2
1,0
0,9
0,9
1,7
1,0
1,0
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Talvez por isso mesmo sejamo elevados os percentuais de graduandos que afirmaram desejar prosse-
guir os estudos fazendo outro curso de graduação. E foram apenas ligeiramente mais numerosos os que desejam
prosseguirem cursos de mestrado ou doutorado na mesma área. Vale observar, além disso, que a maioria deseja
realizar cursos de aperfeiçoamento ou especialização,o ocorrendo variações relevantes entre as regiões e
tipos de IES.
Tabela 64
Perspectivas de Estudo após a Conclusão do Curso, entre os Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Parar de estudar
1,4
3,7
3,7
2,8
3,2
4,4
2,6
3,4
3,4
3,4
Outro curso de
graduação
21,8
17,7
18,9
15,3
20,0
16,6
16,5
16,0
18,7
18,3
Aperfeiçoamento
ou especialização
50,0
53,2
53,2
58,3
52,4
53,3
55,1
56,4
53,8
54,0
Mestrado ou
doutorado na
área
24,1
23,0
18,5
19,9
20,6
22,1
22,3
18,8
19,0
19,4
Mestrado ou
doutorado em
outra área
2,1
1,5
4,6
2,3
2,7
2,8
2,6
3,0
4,0
3,7
SI
0,6
0,9
1,1
1,5
1,1
0,9
1,1
2,5
1,1
1,2
Total (N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Os dados das Tabelas 65 e 66 mostram que a maior parcela dos graduandos pretende trabalhar na área
de Administração, atuando principalmente no setor de Administração Privada. No Centro-Oeste e no Norte, bem
como nas IES federais e estaduais é maior a proporção dos que preferem optar pela Administração Pública.
Os graduandos se dividem em dois grupos quase simétricos que se orientam ou para a atuação na
condição de empregados - procurando emprego em qualquer área ou permanecendo no seu emprego atual - ou
para a atividade autônoma, via abertura de negócio próprio ou permanência no negócio já estabelecido.
Tabela 65
Preferência para o Exercício da Profissão entre os Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
o quer
trabalhar
na área
2,1
2,1
3,1
2,4
4,0
2,4
2,4
3,0
3,0
2,9
Administração
Privada
55,5
61,4
57,3
60,7
49,9
61,0
59,7
58,1
57,3
57,8
Administração
Pública
18,4
13,0
8,3
9,5
18,7
16,0
15,0
7,2
9,1
9,9
Magistério
Superior
2,0
3,0
2,4
3,3
2,5
3,4
4,0
2,6
2,4
2,6
Outras
atividades
na área
20,0
18,9
26,9
22,1
23,1
15,7
17,7
26,6
26,2
24,9
Sr
2,0
1,6
2,0
1,9
1,8
1,5
1,2
2,6
2,0
1,9
Total
(N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
Tabela 66
Perspectivas de Trabalho após a Conclusão do Curso, entre os Graduandos, segundo as Regiões e a
Dependência Administrativa das Instituições em 1998 (%)
Regiões/
Dependência
Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Dependência
Federal
Estadual
Municipal
Particular
Total Brasil
Só quer
trabalhar
na área
25,3
26,6
26,3
24,1
28,1
31,9
28,3
22,4
25,6
26,0
Procurar
emprego em
qualquer área
9,5
9,1
8,1
6,7
11,8
11,5
10,3
7,9
7,8
8,2
Continuar
com
o
emprego atual
18,9
18,0
30,7
24,1
21,6
19,2
19,7
25,2
29,0
27,5
Montar
negócio
próprio
32,4
31,9
23,0
28,7
25,4
25,0
30,0
28,7
24,6
25,2
Continuar
participando de
negócio próprio
11,8
12,4
9,5
13,7
10,0
10,5
10,0
12,2
10,5
10,6
SI
2,3
2,1
2,5
2,7
3,1
1,9
1,8
3,7
2,5
2,5
Total
(N)
800
2.918
20.539
5.782
2.011
2.295
1.981
2.111
25.663
32.050
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/98.
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