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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE ENSINO DE SEGUNDO GRAU
COORDENADORIA DE ENSINO AGRÍCOLA
ESCOLA DE 1º GRAU DE 5ª A 8ª SÉRIES
COM PRÉ-QUALIFICAÇÃO EM AGROPECUÁRIA
DIRETRIZES DE ORGANIZAÇÃO
E FUNCIONAMENTO
BRASÍLIA- DF
APOIO - Organização dos Estados Americanos/OEA
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PRESIDENTE DA REPÚBLICA
JOSÉ SARNEY
MINISTRO DA EDUCAÇÃO
CARLOS SANT'ANNA
SECRETÁRIO-GERAL
UBIRAJARA DE BRITO
SECRETÁRIO DE ENSINO DE SEGUNDO GRAU
JOÃO AZEVEDO
SUBSECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO TÉCNICA
MAURÍCIO DE PINHO GAMA
COORDENADOR DE ENSINO AGRÍCOLA
JAIRO TAVARES DE OLIVEIRA
E74e Escola de 1º grau de 5
a
a 8
a
séries com pré-qualifi-
cação em agropecuária: diretrizes de organiza-
ção e funcionamento / Ministério da Educação,
Coordenadoria de Ensino Agrícola. — Brasília:
A Coordenadoria, 1989.
50p.
ISBN: 85-296-0011-8
1. Ensino agrícola. 2. Ensino de quinta a oitava
séries. 3. Agropecuária. I. Brasil. Ministério da Edu-
cação. Coordenadoria de Ensino Agrícola.
* CDU 373.6
ELABORAÇÃO
• Aristéa Silveira Silva
• Elizabeth Borges de Oliveira
• Francisco Cláudio Martins
• José Salvador das Neves
• Luiz Fernando Costa a Campis
• Luzia Costa de Sousa
• Maria Inês L. Ottolini de Oliveira
• Mário Ferreira de Araújo
• Maryberg Luna Paes Pereira
• Mirna Saad Vieira
• Sérgio Vilanova Linhares
COLABORAÇÃO
• Representantes das escolas de 1? grau, de 5
a
a 8
a
séries, dos municípios de: Grajaú-MA, Pinheiro-MA,
Turiaçu-MA, AlcãntaraMA, Cocal-PI, Bom Jesus-PI, Oeiras-PI, Sobral-CE, Tauá-CE, Quixeramobim-
CE, Picuí-PB, Cuité-PB, Salgueiro-PE, Belém de São Francisco-PE, Araripina-PE, Junqueiro-AL, Es-
tância-SE, Poço Verde-SE, Conceição do Coité-BA, Entre Rios-BA, Campina Verde-MG, Cataguases-
MG, Serra dos Aimorés-MG, Três Pontas-MG, Anápolis-GO, Arraiaí-GO, Formosa-GO, Jussara-GO,
Uruaçu-GO, Alta Floresta-MT, Barra do Garças-MT, Várzea Grande-MT, Alto Garças-MT, Rondonó-
polis-MT, São José do Rio Claro-MT, São Gabriel do Oeste-MS, Amambai-MS, Cassilândia-MS, Ivinhe-
ma-MS, Colina-SP, Itápolis-SP.Toledo-PR, São Miguel do Oeste-SC, Abelardo Luz-SC, Campo Erê-SC,
Ibirubá-RS, Serafina Corréa-RS, Iraí-RS, Nova Petrópolis-RS, Júlio de Castilho-RS.
• Técnicos da Secretaria de Ensino Básico: Cira de Mattos Brito Pinto, Evaristo Linhares Lima, Ivete
Maria Barbosa Madeira, Maria Cleusa de Almeida.
• Técnicos da Secretaria de Ensino de 2º Grau: António Barbosa Cabral, António Xavier de Campos,
Dita Paula Snel de Oliveira, Evaldo Nunes Espínola, Heliane Morais Nascimento, Luciano Esteves Pe-
lúzio, Luiz Carlos Machado Rodrigues, Maria de Nazaré Vilela Dantas, Mário Aparecido Moreira.
DESENHO DE PLANTAS
• Sílvio Francisco dos Santos
• Sérgio António Morgado
CAPA
• Olga Diniz de C. Botelho
APRESENTAÇÃO
Este documento foi elaborado com o objetivo de oferecer subsídios para implantação de escolas de
1º grau, de 5
a
a 8
a
séries, com pré-qualificação em agropecuária, orientando a sua organização e o seu
funcionamento.
Antes de ser um documento que apresente um "modelo de escola", as ideias e as proposições nele
contidas objetivam auxiliar, de forma preliminar, administradores e educadores na sua tarefa de preparar
e realizar as atividades escolares, de modo que, paulatinamente, possamos, juntos, colher os resultados
positivos das escolas de 1º grau, previstas no Programa de Expansão e Melhoria do Ensino Técnico.
Brasília, dezembro de 1989
*
João Azevedo
SECRETÁRIO DÊ ENSINO DE 2º GRAU
SUMARIO
Apresentação
1 - INTRODUÇÃO 9
2 - FINALIDADES E OBJETIVOS 9
3 - ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO:
3.1 - Estrutura Organizacional 10
3.2 - Organização Curricular 11
3.3 - Parâmetros para funcionamento da escola 12
3.4 - Distribuição das turmas no Núcleo Comum e na Parte Diversificada 12
3.5 — Distribuição das disciplinas do Núcleo Comum por série 12
3.6 — Distribuição das disciplinas da Parte Diversificada por série 13
3.7 — Parâmetros para dimensionamento de projetos agrícolas e zootécnicos 16
3.8 — Distribuição das disciplinas da Parte Diversificada, por série, nas Unidades de Práticas
Educativas e Salas de Aula 17
3.9 - Atividades Complementares 17
4 - RECURSOS HUMANOS
4.1 — Docentes 17
4.2 - Pessoal Administrativo e de Apoio 21
5 - RECURSOS FÍSICOS
5.1 - Área 22
5.2 - Estrutura Física
5.2.1 — Conjunto administrativo pedagógico 22
5.2.2 - Instalações agropecuárias 23
5.2.3 - Outros Prédios 23
5.3 — Equipamentos, Mobiliários e Materiais
5.3.1 — Conjunto administrativo pedagógico 23
5.3.2 — Instalações agropecuárias 25
5.4 — Semoventes 27
5.5 - Fábrica de ração 27
Bibliografia 29
Anexo
• libertação - a educação deve propiciar ao aluno o conhecimento concreto da situação em que
vive, tornando-o capaz de intervir e engajar-se na realidade sócio-econòmica, tomando decisões,
e assumindo pessoalmente as suas responsabilidades;
• comunicação — o homem só é capaz de intervir conscientemente na realidade e realizar um tra-
balho solidário e coletivo se dominar os instrumentos da comunicação;
• transformação - a educação é, ao mesmo tempo, reprodução e transformação; portanto, o edu-
cando deve ser conscientizado de que sua intervenção na realidade se dá nestes dois contextos,
enfatizando, no entanto, a ação transformadora.
A educação desenvolvida nas escolas de 1º grau deve basear-se nos princípios estabelecidos na legis-
lação educacional vigente.
Coerente com esses princípios, as escolas deverão ter como objetivos:
• propiciar ao educando a formação necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades como
elemento de auto-realização, preparação para o trabalho e exercício consciente da cidadania;
• ministrar o ensino de 1º grau, de 5
a
a 8
a
séries, na sua forma regular, com pré-qualificação para
o trabalho na área de agropecuária;
• implantar projetos agropecuários que sirvam como material didático, a fim de proporcionar ao
educando condições de vivenciar as diversas etapas do processo de produção, desde o planeja-
mento à comercialização;
• oportunizar o desenvolvimento de atividades curriculares que visem a preservação do meio am-
biente e dos recursos naturais renováveis;
• estimular a participação da comunidade na administração da escola, através de associações e/ou
conselhos;
• participar de programas que contribuam para a melhoria da qualidade de vida da comunidade;
• apoiar ações que visem a qualificação, o aperfeiçoamento e a atualização de recursos humanos,
com vistas à melhoria da qualidade dos serviços oferecidos pela escola.
3. ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO
3.1 — Estrutura Organizacional
A escola será mantida e administrada pelos poderes públicos. Deve ter a participação ativa da co-
munidade, desde à elaboração de seu regimento até a elaboração de planos, programas e projetos, sugerin-
do-se para isso a criação de associações comunitárias e conselhos que venham apoiar o desenvolvimento
das atividades escolares.
A estrutura organizacional proposta para a escola é a seguinte:
• Direção
• Serviço de Secretaria Escolar
• Serviço de Supervisão Pedagógica
• Serviço de Orientação Educacional
• Setor de Práticas Educativas
• Serviço de Apoio Administrativo
A Direção da escola será constituída por Diretor e Vice-Diretor. O processo de indicação, nomea-
ção e mandato do diretor deve ficar estabelecido no regimento interno da escola. O diretor será o respon-
sável pela administração da escola.
O Serviço de Secretaria Escolar será encarregado da escrituração e arquivamento dos registros esco-
lares e será dirigido por um funcionário, devidamente qualificado e nomeado para esse fim.
O Serviço de Supervisão Pedagógica será dirigido por Supervisor Pedagógico e terá como função bá-
sica a coordenação do processo pedagógico da escola.
O Serviço de Orientação Educacional será dirigido por Orientador Educacional e terá como função
básica o processo de orientação ao aluno.
O Setor de Práticas Educativas será dirigido por professor, escolhido entre os professores da parte
diversificada do currículo, e terá a incumbência de coordenar os projetos desenvolvidos pela escola, bem
como a participação dos alunos e professores nas atividades práticas, em articulação com a Supervisão Pe-
dagógica.
O Serviço de Apoio Administrativo será dirigido por técnico e terá como função principal coorde-
nar as atividades relativas a material, patrimônio e serviços gerais.
Os Serviços e o Setor deverão ter suas competências especificadas no regimento interno da escola.
Poderão, também, ser criados órgãos colegiados, tais como: Conselho Comunitário, Conselho de
Professores, de Alunos, de Classe e outros julgados necessários para o melhor desempenho da instituição.
A escola deverá estar integrada à rede municpal de ensino e articular-se com os sistemas estadual e
federal.
ORGANOGRAMA
3.2 - Organização Curricular
A proposta pedagógica dessa escola baseia-se nos princípios do sistema escola-fazenda, desenvolvi-
do pelas Escolas Agrotécnicas' Federais, vinculadas à SESG.
Essa metodologia busca conciliar educação, trabalho e produção, possibilitando ao aluno desenvol-
ver habilidades e adquirir experiências indispensáveis à fixação dos conhecimentos ministrados nas aulas
teórico-práticas.
A escola de 1º grau, de 5
a
a 8
a
séries, deve assumir o compromisso de formar o cidadão com com-
petência para, a partir da leitura e interpretação crítica da realidade, atuar conscientemente na sua trans-
formação.
A escola deve buscar alcançar esse objetivo através do seu currículo pleno, que é composto de ma-
térias do Núcleo Comum e da Parte Diversificada, bem como de atividades que contribuam para a forma-
ção integral do educando.
O Núcleo Comum deve possibilitar ao aluno comunicar-se e expressar-se, conhecer o meio físico,
sua história e desenvolver o pensamento científico. Oportuniza, ainda, ao aluno, a aquisição de conheci-
mentos e de habilidades para atuar junto à sua comunidade, fornecendo-lhe as bases para integrar-se aos
diversos estágios de desenvolvimento da agropecuária e aos diferentes ecossistemas encontrados na região
e no País.
A Parte Diversificada destina-se à preparação para o trabalho e será desenvolvida, fundamentalmen
te, nas unidades de práticas educativas.
Os conteúdos curriculares, por sua vez, não são quaisquer conteúdos mas, sim, derivados da histó-
ria do homem e serão transmitidos com seu real significado, deixandose claro o porquê e o para quê de
cada conteúdo específico.
As metodologias de ensino encontram seu significado maior ao serem utilizadas como um dos mei-
os do professor interagir com os alunos e quando estiverem relacionadas dialeticamente com os fins e os
conteúdos da educação.
A avaliação visa a acompanhar o nível de desempenho do aluno e os possíveis desvios no processo
ensino-aprendizagem. Assim entendida, a avaliação é um processo contínuo, cumulativo e que abrange o
aluno em seu aspecto global.
A escola deverá planejar as atividades, anualmente, definindo seu projeto educativo de forma a ori-
entar o corpo discente, docente e administrativo, conferindo unidade ao trabalho, através das seguintes
ações:
• estabelecimento dos objetivos a alcançar;
• sondagem inicial para conhecimento das reais condições dos alunos;
• elaboração do calendário escolar;
• planejamento integrado das disciplinas (planos de curso e de aula);
• estabelecimento dos critérios de avaliação e recuperação do rendimento escolar;
• organização e distribuição das turmas;
• elaboração do horário de aulas;
• planejamento de atividades complementares;
• sondagem vocacional;
• conhecimento e estudo do regimento da escola por todos que dela participam;
• realização de reuniões pedagógicas para estudos, acompanhamento das atividades e avaliação
dos trabalhos;
• criação de instrumentos e de mecanismos de acompanhamento e avaliação das atividades da es-
cola;
• elaboração de relatório anual e avaliação das atividades desenvolvidas.
3.3 — Parâmetros para funcionamento da escola
A escola funcionará em tempo integral, com base nos seguintes parâmetros:
• 2 (duas) turmas de 30 (trinta) alunos, por série, perfazendo um total de 240 alunos nas 4 (qua-
tro) séries, sem considerar evasões e transferências;
• regime de semi-internato, com 8 horas de trabalho diário e, em casos especiais, regime de inter-
nato;
• grade curricular com a distribuição quantitativa das matérias e disciplinas do Núcleo Comum e
da Parte Diversificada e respectivas cargas horárias semanal e anual, por série, perfazendo um to-
tal geral de 4.536 horas/aula, sendo 2.880 destinadas ao Núcleo Comum e 1.656 à Parte Diversi-
ficada, conforme Tabela I exposta à página 13;
• 3 (três) Unidades de Práticas Educativas nas áreas de Agricultura, de Zootecnia e de Indústrias
Rurais, que funcionam como ambientes de ensino em que os educandos adquirem conhecimen-
tos teórico-práticos e desenvolvem atividades relacionadas com os conteúdos das disciplinas da
Parte Diversificada.
Na Unidade de Práticas Educativas de Agricultura deverão ser desenvolvidos projetos de horticul-
tura, de culturas anuais regionais, de culturas semiperenes e de culturas perenes, que serão definidos se-
gundo a realidade rural da região.
Na Unidade de Práticas Educativas de Zootecnia deverão ser desenvolvidos projetos de animais de
pequeno, de médio e de grande portes, definidos em função da realidade regional.
Na Unidade de Práticas Educativas de Indústrias Rurais deverão ser desenvolvidos projetos de in-
dustrialização e de conservação de produtos de origem animal e vegetal, projetos nas áreas de carpintaria,
marcenaria, serralheria, cerâmica, selaria, artesanato, dentre outros.
Cada Unidade de Práticas Educativas constitui unidade didática completa, incluindo uma sala-am-
biente onde serão ministrados os conteúdos teóricos das disciplinas de práticas agrícolas, zootécnicas e
industriais.
3.4 - Distribuição das turmas no Núcleo Comum e na Parte Diversificada
A escola terá 8 (oito) turmas, 2 (duas) para cada série. Destas, 4 (quatro) turma,s uma de cada série,
serão distribuídas nas unidades de práticas educativas, enquanto que as outras 4 (quatro) permanecerão
em salas de aula, num mesmo turno. No turno subsequente, haverá um revezamento, conforme demons-
tra Quadro I, exposto à página 14.
3.5 — Distribuição das disciplinas do Núcleo Comum, por série
As disciplinas do Núcleo Comum serão desenvolvidas em salas de aula, devendo obedecer a um ho-
rário semanal, em atendimento à grade curricular, conforme sugestão apresentada no Quadro II, exposto
à página 15.
TABELA I - GRADE CURRICULAR PARA AS ESCOLAS DE 1º GRAU DE 5ª A 8ª
SÉRIES COM PRÉ-QUALIFICAÇÃO EM AGROPECUÁRIA
OBS.: A carga horária total foi calculada considerando-se 36 semanas de aulas/ano, para atender à exi-
gência mínima de 180 dias letivos, sem considerar o períoodo destinado às recuperações, avalia-
ções e festividades.
A nomenclatura e a inclusão de Práticas Integradas do Lar e a alteração da carga horária das disci-
plinas ficarão a critério da escola, observadas as normas do Conselho Estadual de Educação.
3.6 — Distribuição das disciplinas da Parte Diversificada, por série
As disciplinas da Parte Diversificada, a serem desenvolvidas em salas-ambiente e nas unidades de
práticas educativas, devem obedecer a um horário e a um revezamento semanal, em atendimento à grade
curricular, conforme sugestão apresentada no Quadro III, exposto à página 16.
Para elaboração do referido quadro, foram estabelecidos os seguintes critérios:
• as turmas deverão se revezar, semanalmente, em práticas agrícolas e em práticas zootécnicas;
• as práticas de indústrias rurais serão ministradas nas 6
a
e 7
a
séries, após as práticas agrícolas ou
zootécnicas, obedecendo-se à carga horária semanal, definida na grade curricular;
• as práticas comerciais serão ministradas na 8
a
série, após as práticas agrícolas ou zootécnicas,
levando-se em consideração a carga horária semanal, estabelecida na grade curricular.
QUADRO I - DISTRIBUIÇÃO DAS TURMAS NO NÚCLEO
COMUM E NA PARTE DIVERSIFICADA
SÉRIES
5ª
6ª
7ª
8ª
TURMAS
A
B
A
B
A
B
A
B
TURNOS
MANHÃ
PARTE DIVERSIFICADA
NÚCLEO COMUM
PARTE DIVERSIFICADA
NÚCLEO COMUM
PARTE DIVERSIFICADA
NÚCLEO COMUM
PARTE DIVERSIFICADA
NÚCLEO COMUM
TARDE
NÚCLEO COMUM
PARTE DIVERSIFICADA
NÚCLEO COMUM
PARTE DIVERSIFICADA
NÚCLEO COMUM
PARTE DIVERSIFICADA
NÚCLEO COMUM
PARTE DIVERSIFICADA
OBS.: A Escola poderá fazer o revezamento de turnos para as turmas durante o ano.
Em relação às disciplinas da Parte Diversificada, também são necessárias algumas considerações:
• os conteúdos das disciplinas da Parte Diversificada devem ser elaborados procurando-se a inte-
gração com os conteúdos programáticos das disciplinas do Núcleo Comum;
• os conteúdos programáticos destas disciplinas devem adequar-se às condições dos alunos, às pe-
culiaridades regionais em relação ao desenvolvimento de culturas, criações e indústrias rurais;
• os conteúdos programáticos destas disciplinas devem ser desenvolvidos através de aulas teórico-
práticas e atividades realizadas nas unidades de práticas educativas;
• os conteúdos programáticos e as atividades de Práticas Agrícolas devem ser desenvolvidos na
Unidade de Práticas Educativas de Agricultura, como está exemplificado a seguir:
— nas 5
a
e 6
a
séries serão desenvolvidos os conteúdos programáticos e as atividades de horticul-
tura;
— na 7
a
série serão desenvolvidos os conteúdos programáticos e as atividades de culturas anuais
regionais e culturas semiperenes;
— na 8
a
série serão desenvolvidos os conteúdos programáticos e as atividades de culturas perenes;
• os conteúdos programáticos e as atividades de Práticas Zootécnicas devem ser desenvolvidos na
Unidade de Práticas Educativas de Zootecnia, como está exemplificado a seguir:
— nas 5
a
e 6
a
séries serão desenvolvidos os conteúdos programáticos e as atividades de animais
de pequeno porte;
— nas 7
a
e 8
a
séries serão desenvolvidos os conteúdos programáticos e as atividades de animais
de médio porte e animais de grande porte, respectivamente;
• os conteúdos programáticos e as atividades da disciplina Práticas Industriais serão desenvolvidos
na Unidade de Práticas Educativas de Indústrias Rurais, compreendendo o processamento de
produtos de origem vegetal e animal e outras atividades industriais, ligadas ao meio rural, que se-
jam possíveis de realização, pelo aluno;
• os conteúdos programáticos da disciplina Práticas Comerciais serão ministrados na 8
a
série, em
salas de aula ou locais apropriados, onde serão desenvolvidos os conhecimentos básicos de admi-
nistração rural, contabilidade, comercialização, operações bancárias, dentre outros.
QUADRO II - DISTRIBUIÇÃO DAS DISCIPLINAS DO NÚCLEO COMUM POR SÉRIE
Obs.: As turmas que têm aulas do Núcleo Comum em um turno, no outro teráo aulas da Parte Diversificada.
No exemplo
deste
quadro,
as
turmas "A" tèm
aulas
do Núcleo Comum no
turno
da tarde, enquanto que
as
turmas "B" têm
as mesmas
aulas
no
turno
da manhã.
QUADRO III - DISTRIBUIÇÃO DAS DISCIPLINAS DA PARTE DIVERSIFICADA POR SÉRIE
SÉRIE
5?
6?
7?
8?
TURMA
A
(MANHA)
B
(TARDE)
A
(MANHÃ)
B
(TARDE)
A
(MANHA)
B
(TARDE)
A
(MANHA)
B
(TARDE)
SEMANA A
PRÁTICAS AGRICOLAS
PRÁTICAS ZOOTÉCNICAS
PRATICASINDUSTRIAIS
PRÁTICAS AGRICOLAS
PRÁTICAS INDUSTRIAIS
PRÁTICAS ZOOTÉCNICAS
PRÁTICAS COMERCIAIS
SEMANA B
PRÁTICAS ZOOTÉCNICAS
PRÁTICAS AGRÍCOLAS
PRÁTICAS INDUSTRIAIS
PRÁTICAS ZOOTÉCNICAS
PRÁTICAS INDUSTRIAIS
PRÁTICAS AGRÍCOLAS
PRÁTICAS COMERCIAIS
3.7 — Parâmetros para dimensionamento de projetos agrícolas e zootécnicos
No dimensionamento dos projetos agropecuários devem ser considerados os seguintes parâmetros:
• número de alunos da escola, objetivando-se que todos executem as práticas necessárias à apren-
dizagem;
• projetos demonstrativos - a escola deverá desenvolver projetos agropecuários em pequenas di-
mensões, embora não tendo expressão económica local, visando a aprendizagem dos alunos;
• previsão de consumo de alimentos no refeitório;
• projetos agrícolas — além da previsão de consumo de alimentos para o refeitório devem ser esti-
madas, também, as necessidades alimentares dos animais dos projetos zootécnicos;
• área disponível;
• comercialização da produção oriunda dos projetos, visando atender à comunidade e gerar recur-
sos;
• os projetos agrícolas e zootécnicos poderão ter as seguintes dimensões:
— projetos de horticultura:
olericultura: 1 ha
jardinocultura: área destinada ao paisagismo e â arborização da escola
— projetos de culturas anuais regionais e de culturas semiperenes: 10 ha
— projetos de culturas perenes: 8 ha
— projetos de animais de pequeno porte:
frango de corte — 900 aves
poedeira comercial — 400 aves (300 criadas em gaiola e 100 no chão)
outras criações, tais como: cunicultura, piscicultura e apicultura
— projetos de animais de médio porte:
suinocultura — 6 matrizes
outras criações, tais como: caprinocultura e ovinocultura
— projetos de animais de grande porte:
bovinocultura leite — 20 matrizes
outras criações, tais como: bovinocultura corte, bubalinocultura e eqúideocultura, dentre ou-
tras
— pastagens: 10 ha
— capineiras: 3 ha
Nos projetos acima, cujas dimensões não são citadas, deverão ser considerados, em sua extensão, os
parâmetros anteriormente descritos.
As plantas arquitetônicas referentes às instalações zootécnicas, apresentadas no Anexo I, corres-
pondem às dimensões dos projetos aqui referidos
Considerando-se a faixa etária da clientela da escola, as atividades manuais que exigem maior esforço
físico, relativas aos projetos, deverão ser executadas por profissionais contratados para este fim, assim
como a manutenção dos projetos nos finais de semana e durante a semana, quando não houver alunos no
setor.
Caso a escola tenha área disponível, poderão ser desenvolvidos projetos de maior extensão, visando
a comercialização de produtos; utilizando-se, para tanto, mão-de-obra de terceiros.
3.8 — Distribuição das disciplinas da Parte Diversificada, por série, nas Unidades de Práticas Educati-
vas e Sala de Aula
Os Quadros IV e V, expostos às páginas 18 e 19 mostram a distribuição das disciplinas da Parte Di-
versificada, por série, nas unidades de práticas educativas e salas de aula.
Na elaboração dos referidos quadros, foram levados em consideração os seguintes aspectos:
• o revezamento das séries nas Unidades de Práticas Educativas de Agricultura e de Zootenica é se-
manal. Na Semana I, enquanto 2 (duas) séries, 5
a
e 7
a
, estão na Unidade de Práticas Educativas
de Agricultura, as outras 2 (duas), 6
a
e 8
a
séries, estarão na Unidade de Práticas Educativas de
Zootecnia. Na Semana II, ocorrerá o inverso e, assim, subsequentemente
• a carga horária das disciplinas de Práticas Agrícolas e de Práticas Zootécnicas, prevista na grade
curricular para duas semanas, está concentrada em apenas uma, considerando-se a alternância
das turmas nas unidades;
• as disciplinas Práticas Industriais e Práticas Comerciais encontram-se distribuídas, semanalmen-
te, de acordo com a carga horária prevista na grade curricular;
• a carga horária da disciplina de Práticas Industriais, a ser ministrada nas 6
a
e 7
a
séries, está dis-
tribuída alternando-se dias e séries durante a semana.
3.9 - Atividades Complementares
A escola deverá oportunizar aos alunos atividades, tais como: estudo supervisionado, recreação e la-
zer livres ou dirigidos e outras, de acordo com as suas condições e o interesse dos educandos.
As atividades complementares deverão ser desenvolvidas após as aulas das disciplinas da Parte Di-
versificada e poderão ser coordenadas por professores que apresentem disponibilidade de horários e habi-
lidades para realizá-las.
4.1 — Docentes
Para atender a esta proposta de funcionamento técnico-pedagógico e à grade curricular, a escola de-
verá dispor de, no mínimo, 12 (doze) professores, conforme Quadro VI, exposto à página 20, observan-
do-se os seguintes aspectos:
• para o desenvolvimento da disciplina de Práticas Agrícolas, serão necessários 2 (dois) professo-
res, sendo um para 5
a
e 6
a
séries e outro para 7
a
e 8
a
séries;
• para o desenvolvimento da disciplina de Práticas Zootécnicas, serão necessários 2 (dois) profes-
sores, sendo um para 5
a
e 6
a
séries e outro para 7
a
e 8
a
séries;
• as Práticas Industriais e as Práticas Comerciais poderão ser ministradas por professores das disci-
plinas de Práticas Agrícolas e Zootécnicas.
QUADRO IV - DISTRIBUIÇÃO DAS DISCIPLINAS DA PARTE DIVERSIFICADA POR SÉRIE NAS UNIDADES DE PRATICAS EDUCATIVAS
5ª E 6.
a
SÉRIES
Legenda: UPEA — Unidade de Práticas Educativas de Agricultura
UPEZ — Unidade de Práticas Educativas de Zootecnia
UPEIR - Unidade de Práticas Educativas de Indústrias Rurais
QUADRO V - DISTRIBUIÇÃO DAS DISCIPLINAS DA PARTE DIVERSIFICADA POR SÉRIE NAS UNIDADES DE PRATICAS EDUCATIVAS
E SALAS DE AULA 7? E 8? SÉRIES
Legenda: UPEA — Unidade de Práticas Educativas de Agricultura
UPEZ - Unidade de Práticas Educativas de Zootecnia
UPEIR — Unidade de Práticas Educativas de Indústrias Rurais
SA -Sala de Aula
QUADRO VI - DISTRIBUIÇÃO DOS DOCENTES POR ESCOLA DE 1ºGRAU
DE 5
a
A 8
a
SÉRIES COM PRÉ-QUALIFICAÇÃO EM AGROPECUÁRIA
EM FUNÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL/DISCIPLINA
D IS C IPLINA
Portugues
Geografia
História
OSPB
Educação Moral e Cívica
Educação Artística
Ciências Físicas e Biológicas
Programas de Saúde
Matemática
Educação Física
Práticas Agrícolas
Práticas Zootécnicas
Práticas Industriais
Práticas Comerciais
TOTAL
CARGA MOFARIA SEMANAL
POR Disciplina
26
16
16
04
02
08
18
04
32
16
40
40
08
04
TOTAL
36
46
22
32
16
92
N? DE
PROFESSORES
02
02
01
02
01
04
12
A contratação de docentes e técnicos obedecerá às seguintes etapas:
Para os dois primeiros anos de funcionamento da escola:
— Técnicos de nível superior
Direção da Escola 1
Supervisão Pedagógica 1
Orientação Educacional 1
— Professores
Português 1
Matemática 1
Geografia, História e Educação Artística 1
Educação Física 1
Ciências Físicas e Biológicas e Programas de Saúde 1
Práticas Agrícolas 1
Práticas Zootécnicas 1
A partir do terceiro ano de funcionamento da escola:
— Professores
Português 1
Matemática 1
Práticas Agrícolas 1
Práticas Zootécnicas 1
Geografia, História, OSPB, Educação Moral e Cívica 1
A contratação de professores deverá obedecer à Lei 5.692/71, que exige como formação mínima
para o exercício do magistério de 1º Grau (5
a
a 8
a
séries):
Para o Núcleo Comum:
— habilitação específica, obtida em curso superior de graduação, correspondente à licenciatura
plena;
— habilitação especifica de grau superior, ao nível de graduação, representada por licenciatura de
1? grau, obtida em cursos de curta duração;
— habilitação específica de 2º grau, para lecionar na 5
a
e 6
a
séries, desde que tenham sido subme-
tidos a estudos adicionais, cujos mínimos de conteúdos e duração são fixados pelos Conselhos
de Educação.
Para a Parte Diversificada:
— habilitação específica, obtida em curso superior, correspondente à licenciatura plena em Ciên-
cias Agrícolas;
— habilitação de nível superior na área de ciências agrárias com licenciatura obtida em cursos emer-
genciais;
— habilitação de 2º grau em Agropecuária, com licenciatura específica obtida em cursos emergen-
ciais;
— habilitação de nível superior na área de ciências agrárias sem licenciatura, onde não existir o
profissional devidamente habilitado;
— habilitação de 2º grau em Agropecuária sem licenciatura, onde não existir o profissional devida-
mente habilitado.
4.2 - Pessoal Administrativo e de Apoio
— Pessoal Administrativo
Auxiliar Administrativo 3
Datilógrafo 2
— Pessoal de Apoio
Auxiliar Rural 6
Auxiliar de Agropecuária 2
Cozinheiro 2
Auxiliar de Cozinha 4
Servente de Limpeza 2
Motorista Oficial 1
Vigilante 3
A contratação do pessoal administrativo e de apoio deverá obedecer a critérios estabelecidos pelo
órgão mantenedor da escola, observada a legislação vigente. A título de sugestão, estão especificados, a
seguir, os requisitos e as atividades típicas dos cargos:
• Auxiliar Administrativo
— requisitos: 1º grau completo e prática de datilografia;
— atividades típicas: executar serviços de apoio administrativo, tais como: datilografar, ordenar
e arquivar documentos, coletar dados, controlar entrada e saída de documentos e outras tare-
fas da mesma natureza e nível de dificuldade.
• Datilógrafo
— requisitos: 1º grau completo, curso de datilografia ou experiência de 12 (doze) meses;
— atividades típicas: datilografar cartas, minutas, stencils, transcrever dados estatísticos, elabo-
rar quadros e gráficos e executar outras tarefas da mesma natureza e nível de dificuldade.
• Auxiliar Rural
— requisitos: sem exigência de escolaridade;
— atividades típicas: efetuar atividades manuais de plantio e colheita, abrir valas e drenos, cons-
truir e reformar cercas, arraçoar animais e zelar por eles, cuidar de instalações zootécnicas,
dentre outras da mesma natureza.
• Auxiliar de Agropecuária
— requisitos: 1º grau incompleto, até 4
a
série, ou 12 (doze) meses de experiência;
— atividades típicas: realizar trabalhos inerentes à criação e ao manejo de animais, executar tra-
balhos de defesa fitossanitária, operar máquinas agrícolas e equipamentos diversos destinados
à produção agropecuária, dar apoio às aulas práticas e executar outras tarefas da mesma na-
tureza e nível de dificuldade.
• Cozinheiro
— requisitos: 1º grau incompleto, até a 4
a
série e experiência mínima de 12 (doze) meses;
— atividades típicas: preparar refeições, cozinhar alimentos, operar fornos, fogão e demais apa-
relhos de cozinha, coordenar as atividades da cozinha, dentre outras tarefas da mesma natu-
reza.
• Auxiliar de cozinha
— requisitos: sem exigência de escolaridade;
— atividades típicas: auxiliar no preparo das refeições e lanches, manter a ordem e a limpeza da
cozinha, coletar e lavar bandejas, talheres e utensílios de cozinha, dentre outras tarefas da
mesma natureza.
• Servente de limpeza
— requisitos: sem exigência de escolaridade;
— atividades típicas: executar os serviços de limpeza dos prédios, pátios e outras dependências
da escola, remover entulhos, dentre outras tarefas da mesma natureza.
• Motorista
— requisitos: 1º grau completo, conhecimento específico ou experiência mínima de 6 (seis)
meses, carteira de habilitação categoria "D";
— atividades típicas: vistoriar o veículo, testar os freios e o sistema elétrico, dirigir, providenciar
a manutenção do veículo, efetuar reparos de emergência no veículo, dentre outras.
• Vigilante
— requisitos: 1º grau completo, conhecimento específico ou experiência de 12 (doze) meses;
— atividades típicas: percorrer a área sob sua responsabilidade, atentando para eventuais anor-
malidades, vigiar a entrada e saída de pessoas ou bens da escola, tomar medidas necessárias
para evitar danos, redigir ocorrências, dentre outras tarefas da mesma natureza.
5. RECURSOS FÍSICOS
5.1 - Área
A escola deverá ser localizada em área que apresente as seguintes características:
• estar situada na zona rural;
• ter fácil acesso;
• ter aproximadamente 50 ha;
• possuir mananciais hídricos que atendam às necessidades da escola e às atividades agrícolas e
zootécnicas;
• dispor de, no mínimo, 80% de terras agricultáveis;
• possibilidade de ser eletrificada.
5.2 - Estrutura física
O projeto físico da escola compreenderá edificações para atividades administrativas e pedagógicas
5.2.1 - Conjunto Administativo-Pedagógico
• administração:
— secretaria escolar
— sala para serviços de pessoal, orçamentário e financeiro
— sala de supervisão pedagógica
— sala de orientação educacional
— sala de professores
— sala do diretor
— sanitários masculino e feminino
— sala para serviços gerais (património e almoxarifado)
• laboratório de ciências físicas e biológicas e biblioteca
• salas de aula (5)
• refeitório/cozinha
• vestiários
— vestiário/sanitário masculino
— vestiário/sanitário feminino
— sala de primeiros socorros
• pátio coberto
5.2.2 - Instalações agropecuárias
• animais de pequeno porte
— três aviários para frango de corte (sendo dois com depósito)
— um aviário para poedeira comercial em gaiola
— um aviário para poedeira comercial ém cama
• animais de médio porte
— pocilga
— outros
• animais de grande porte
— estábulo e bezerreiro
— outros
• sala-ambiente com depósito - Unidade de Práticas Educativas de Agricultura
• sala-ambiente com depósito - Unidade de Práticas Educativas de Zootecnia
• abrigo para máquinas e veículos, oficina, ferramentaria, carpintaria, depósito e
fábrica de ração
• galpão para indústrias rurais
5.2.3 - Outros prédios:
• residência de funcionário
• instalações esportivas
Está prevista, também, a construção de toda a infra-estrutura elétrica, hidráulica, estradas, cercas e
urbanização da escola.
As plantas e demais especificações das dependências, necessárias ao funcionamento da escola, en-
contram-se no Anexo I.
5.3 — Equipamentos, Mobiliários e Materiais
5.3.1 — Conjunto Administratívo-Pedagógico
• bebedouro tipo pressão, elétrico 3
Secretaria escolar
• armário 2
• arquivo para pasta suspensa 2
• cadeira 2
• cadeira para datilógrafo 1
• máquina de escrever 1
• mesa para datilografia 1
• mesa com gaveteiro 1
Sala para serviços: de pessoal, orçamentário e financeiro
• armário 1
• arquivo para pasta suspensa 1
• cadeira 2
• cadeira para datilógrafo 1
• calculadora eletrônica 1
• máquina de escrever 1
• mesa com gaveteiro 2
• mesa para datilografia 1
Sala de Supervisão Pedagógica
• armário 1
• cadeira 2
• mesa com gaveteiro 1
• mimeógrafo a tinta 1
• projetor de slides 1
• retroprojetor 1
Sala de orientação educacional
• armário
• cadeira 2
• mesa com gaveteiro 1
Sala para professores
• armário 2
• cadeira 15
• mesa para reunião 2
Sala do diretor
• cadeira 3
• estante 1
• mesa com gaveteiro 1
• sofá 1
Sala de espera
• sofá 1
Sala para serviços gerais
• armário 1
• arquivo para pasta suspensa 1
• balança tipo plataforma, cap. 200 kg 1
• cadeira 2
• cadeira para datilógrafo 1
• calculadora eletrônica 1
• máquina de escrever 1
• mesa com gaveteiro 1
• mesa para datilografia, com gaveteiro 1
Laboratório de Ciências Físicas e Biológicas
• balança para laboratório 7
• banco ótico 1
• banqueta de madeira 30
• cadeira 1
• estufa 1
• mesa sem gaveteiro 1
• microscópio (aproximadamente 600 vezes) 7
• refrigerador pequeno 1
Biblioteca
• arquivo para fichas 1
• cadeira 42
• cadeira para datilógrafo 1
• estante 10
• estante para guardar utensílios 1
• mapoteca 1
• máquina de escrever 1
• mesa com gaveteiro 1
• mesa para datilografia 1
• mesa sem gaveteiro 11
0 acervo bibliográfico deverá ser definido pelo corpo técnico-pedagógico da escola.
Salas de aula
• cadeira 5
• carteira escolar 150
• mesa sem gaveteiro 5
Refeitório dos alunos
• balança para mesa cap. 30kg 1
• bandeja para refeição, em inox, com 06 divisões 250
• botijão de gás tipo cilíndrico de 45kg 10
• bules em alumínio, com tampa, cap. aproximada de 5 litros 10
• cadeira 92
• cafeteira elétrica de aproximadamente 20 litros 1
• caldeirão em duralumínio, cap. aproximada de 20 litros 1
• caldeirão em duralumínio, cap. aproximada de 40 litros 2
• caldeirão em duralumínio, cap. aproximada de 120 litros 2
• caneco em aço inox 250
• congelador modelo comercial, cap. aproximada de 750 litros 1
• espremedor de frutas elétrico modelo industrial 1
• filtro de parede, modelo industrial 1
• fogão a gás industrial com 8 queimadores duplos e 1 forno 1
• jogo de facas para cozinha 5
• jogo de talher em aço inox (garfo, faca e colher) 250
• jogo de utensílios para cozinha 1
• latão de lixo 2
• máquina de moer carne elétrica modelo industrial 1
• mesa para refeição 23
• panela em duralumínio, cap. aproximada de 20 litros 2
• panela em duralumínio, cap. aproximada de 40 litros 2
• panela de pressão, cap. aproximada de 22 litros 3
• refrigerador modelo comercial, cap. aproximada de 750 litros 1
Sala de primeiros socorros
• armário 1
• balança com medidor de altura 1
• cadeira 2
• cama tipo maca 1
• estetoscópio 1
• estufa 1
• manómetro clínico 1
• mesa com gaveteiro 1
• termómetro clínico 2
5.3.2 - Instalações agropecuárias
Unidade de Práticas Educativas de Agricultura
• ancinho 10
• arado reversível, tração animal 1
• balança de prato cap. 5 kg c/precisão de grama 1
• balança tipo plataforma, cap. de 200 kg 1
• canivete, de enxertia 5
• carrinho de mão 4
• cavadeira articulada com cabo 10
• colher transplantadeira, com ponta redonda e cabo 10
• conjunto de irrigação para 1 ha 1
• cortador de grama elétrico 1
• cultivador tipo asa de andorinha, tração animal 1
• cutelo com cabo 10
• enxada larga com cabo 20
• enxadão estreito com cabo 20
• equipamento de proteção individual para aplicação de defensivos agrícolas. .............. 1
• escarificador de canteiros em aço forjado 10
• facão de mato 10
• foice com cabo 10
• garfo com cabo - 5
• machado com cabo 5
• pá quadrada, em aço forjado, com cabo 8
• pé de cabra 1
• picareta com cabo 5
• plantadeira manual 4
• plantadeira de 2 linhas tração animal 1
• pulverizador costal manual cap. aproximada de 20 litros 2
• regador 5
• sacho de pé e bico, com cabo 10
• sacho de pé e garfo, com cabo 10
• sulcador tipo "bico de papagaio", tração animal 1
• tesoura de poda 5
• trado para coleta de amostra de solo 1
• trator de pneus de aprox. 50 HP, com arado, grade niveladora e carreta .... 1
• trena com 50 m. . . . 2
Unidade de Práticas Educativas de Zootecnia
• alicate para cortar dentes de suínos 2
• balança cap. de 200 kg 2
• balde metálico, cap. aproximada de 5 litros 12
• balde metálico cap. aproximada de 10 litros 6
• balde de latão graduado cap. aproximada de 15 litros 3
• bebedouro automático pendular para aves 24
• bebedouro tipo copo pressão para pintos 14
• cabo de bisturi com lâmina 4
• campânula a gás para pintos 3
• carrinho de mão 4
• comedouro automático tubular para aves 28
• comedouro tipo bandeja para pintos 7
• corrente para contenção de bovinos na sala de ordenha 5
• debicador 1
• desintegrador/picadeiracom motor elétrico 1
• enxada larga com cabo 5
• esterilizador pequeno 2
• gaiola para aves de postura com 4 divisórias 40
• lança-chama a gás com botijão 1
• latão metálico de leite cap. aproximada de 40 litros 3
• mossadeira 1
• moto-bomba d'água para lavagem 2
• pulverizador costal manual, cap. 20 litros 1
• seringa dosificadora tipo pistola 6
• torquês 1
Sala-ambiente de Agricultura
• armário 1
• cadeira 1
• carteira escolar 30
• mesa sem gaveteiro 1
Sala-ambiente de Zootecnia
• armário 1
• cadeira 1
• carteira escolar 30
• mesa sem gaveteiro 1
Abrigo para máquinas
• armário 1
• armário para ferramentas 1
• bancada de madeira 1
• bomba para combustível acoplável a tambor de 200 litros 1
• cadeira 1
• caixa de ferramenta completa 1
• calibrador tipo caneta 1
• compressor com acessórios 1
• esmeril elétrico 1
• macaco hidráulico tipo jacaré para 6 toneladas 1
• moto-bomba elétrica 1
• tambor capacidade de 200 litros 8
• torno de bancada 1
• vulcanizadora 1
Setor de transportes
• carroça de pneus 2
• veículo utilitário capacidade de 1 tonelada 1
5.4 — Semoventes
• boi para tração 2
• cavalo para tração 2
5.5 — Fábrica de ração
• balança capacidade de 2 kg 1
• balança capacidade de 200 kg 1
• carrinho de mão 3
• enxada 2
• misturador de ração com motor 1
• pá quadrada 5
• triturador de grãos com motor 1
BIBLIOGRAFIA
CARNEIRO, Orlando. Construções Rurais. 12
a
ed.. Livraria Nobel S/A, 1986.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - SEPS - COAGRI - Diretrizes de Funcionamento de uma Escola
Agrotécnica Federai, Brasília, 1985.
. ., Modelo Básico para Implantação de escola de 1? Grau de 5
a
a 8
a
séries,
com terminalidade em Agropecuária. Brasília, 1986.
PEREIRA, Milton Fischer. Construções Rurais. 3
a
ed., Livraria Nobel S/A, 1984.
ANEXO - Memorial descritivo e plantas
ANEXO I
MEMORIAL DESCRITIVO
1. FINALIDADE
O presente Memorial Descritivo tem por objetivo estabelecer parâmetros, que deverão ser observa-
dos durante toda a execução das obras das escolas de 1º Grau, com pré-qualificação em agropecuária.
2. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES
Na execução da obra, deverão ser observados o projeto global, o presente Memorial Descritivo e
outras normas e instruções em vigor. Onde este Memorial for omisso, serão observadas as regras da boa
técnica de construir.
3. CONSIDERAÇÕES GERAIS
3.1 - A construção configura-se através do sistema de cintas de concreto armado no limite do piso e
pé direito, para um perfeito isolamento e travamento das paredes.
3.2 - As paredes internas e externas funcionarão como elementos estruturais, recaindo sobre estas
toda a carga de lajes, quando houver, e suportes da cobertura.
3.3 - Os acabamentos previstos deverão ser os mais comuns: paredes com reboco paulista, pintura
látex ou azulejos e pisos cimentados ou cerâmicas.
3.4 — Os materiais escolhidos para a execução da obra devem ser de primeira qualidade e devem aten-
der às características e exigências de cada projeto arquitetônico.
3.5 - A mão-de-obra a ser empregada deve ser especializada e de primeira qualidade, com operários
tecnicamente capazes e conhecedores de suas funções, para se obter, em todos os serviços, a
melhor execução e maior esmero possível em acabamento.
4. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DA OBRA
4.1 - LOCAÇÃO
As obras, inclusive as zootécnicas, devem ser rigorosamente locadas de acordo com o projeto
aprovado, observando-se a direção dos ventos, o posicionamento em relação ao sol e o aspecto
topográfico.
4.2 - FUNDAÇÕES
A fundação geralmente utilizada deverá ser a direta, rasa, do tipo sapata corrida. Em casos on-
de o terreno assim o exigir, será feito um estudo minucioso e projetada uma fundação que se
adapte à resistência do solo.
4.3 - ALVENARIA
As contruções em alvenaria poderão ser executadas com tijolos furados, tijolos maciços, lajo-
tas celulares de barro cozido ou blocos de concreto e obedecerão às dimensões e alinhamentos
determinados no projeto, dando-se preferência ao material mais facilmente encontrado na re-
gião.
4.4 - FORRO
O forro poderá ser construído nos blocos de salas de aula, laboratório de ciências, biblioteca,
refeitório e administração, nas regiões em que a média de temperatura mínima do ar for baixa.
4.5 - REVESTIMENTOS
As construções em alvenaria deverão ser revestidas com reboco paulista e ter acabamento em
pintura látex, exceto cozinha e banheiros que terão azulejos de piso a teto e as construções das
UPEs, que serão pintadas com cal.
4.6 - PAVIMENTAÇÕES
Os ambientes internos deverão receber piso cimentado liso, com junta de 1,20m, com exceção
dos banheiros que receberão piso cerâmico, dando-se prioridade aos materiais mais utilizados
na região.
Os ambientes externos, passarelas e calçadas, deverão receber piso cimentado rústico, com jun-
ta de 1,20m.
4.7 - COBERTURA
As telhas utilizadas serão, em principio, do tipo canal (cerâmica), devendo-se, no entanto,
observar o clima predominante e as facilidades existentes na região para aquisição de determi-
nado tipo de telha.
4.8 - PORTAS E JANELAS
As portas e janelas poderão ser em madeira ou metálicas, de acordo com as facilidades existen-
tes em cada região.
DES. SÉRGIO
CONJUNTO ADMINISTRATIVO - PEDAGÓGICO
PLANTA DE LOCAÇÃO
CONJUNTO ADMINISTRATIVO - PEDAGÓGICO
PLANTA DE COBERTURA
Des. SERGIO
DES. SERGIO
DES Silvio
SALAS DE AULA
DES SERGIO
Des. Sergio
VESTIÁRIOS-MASC. E FEM. - (
155,54
m
2
)
DES.SERGIO
AVIÁRIO DE CORTE , RECRIA-POSTURA E POSTURA - CAMA
OBS DESTE MODELO SERÃO CONSTRUÍDOS QUATRO AVIÁRIOS ,
SENDO DOIS COM DEPOSITO ( 44 , 78 m
2
CADA ) E DOIS SEM
DEPÓSITO ( 33,39 m
2
CADA ) .
DES. SERGI0
AVIÁRIO
DE POSTURA -GAIOLAS-
(45,85
m
2
)
DES. SÉRGIO
SALA - AMBIENTE COM DEPOSITO - (65,57m
2
)
DES
SERGIO
OBS. A ALTURA DA PAREDE DEVE
SER ADAPTADA DE ACORDO COM
A RE3IÃO
DES. SERGIO
ESTABULO
ABRIGO PARA MÁQUINAS E
VEÍCULOS.
CARPINTARIA, FÁBRICA DE RAÇÃO E
DEPOSITO
(
280.00m
2
)
GALPÃO PARA PRÁTICA DE INDUSTRIAS RURAIS (
67.20
m
2
)
DES.SÉRGIO
RESIDÊNCIA DE FUNCIONÁRIO - ( 77,4 3 m
2
)
DES. SERGIO
Composto e Impresso:
Petry Gráfica e Editora Ltda.
SIG/Sul-Qd. 8- Lote 2358
Fone: 226-5839 - Brasília-DF
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