
Consequentemente, estes problemas se manifes_
cam nos elementos curriculares da escola, das habilita-
ções, das áreas de estudo, das aulas, a saber: nos obje
tivos educacionais (definição, seleção, utilização),
nos conteúdos programáticos (critérios de seleção, uti
lização, atualização...), nas metodologias e técnicas
de ensino (utilização, adequação, diversificação,
importân cia, alcance, limites); na sistemática de
avaliação (alcances, limites, métodos, técnicas) na
interação profes; sor-aluno.
A preocupação central em relação as ações de
Capacitação de Recursos Humanos que temos então desen
volvido,tem sido fundamentalmente a busca da superação
dos problemas ligados ao processo ensino-aprendizagem,
com o aperfeiçoamento dos educadores, com a ampliação
de sua competência para o desempenho cada vez mais efi-
caz do trabalho que realizam.
Todo o processo tem sido pautado, então, em
cima da ampliação da competência dos educadores que tra
balham nessas escolas. Por competência estamos entenden
do o SABER específico de cada educador em relação ao seu
trabalho na escola e as relações da escola com a socie
dade; o SABER FAZER específico do seu trabalho, por exem
plo, dar uma boa aula (bem planejada, bem executada e
bem avaliada) , o que não é simples e, também não é co-
mum porque o saber do professor na sala de aula e na es
cola exige um saber e um saber fazer específico; a POS
TURA (atitude) do professor frente a si mesmo, ao seu
trabalho e à realidade social mais ampla. Este terceiro
componente completa, a nosso ver, o tripé da competên
cia: o saber, o saber fazer e o ser. É evidente que es;
tes três aspectos caminham juntos num processo de educa
ção desenvolvido num projeto de Capacitação de Recursos
Humanos. A nossa proposta, pois, implica: num posiciona