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estar da humanidade e da própria organização social e
econômica do Estado.
Temos necessidade urgênte de divulgar a doutrina
cooperativista, porém, no seu todo de organização e
técnica, e procurando sobretudo especializar elementos que
sejam capazes de nos ajudar no trabalho de catequéze, no
trabalho de difusão, no trabalho de implantação da doutrina
que nos legaram os 28 tecelões de Rochdale.
Quando nasceu o movimento cooperativista na ilha de
Ceilão, verificou-se um descontróle geral e estabeleceu-se a
confusão, tendo sido encarregado em 1922/1927 de sua
reorganização W.H.Campbell, que após um exame
naquelas sociedades assim se exprimiu:
“Confiou-se o contróle déssas sociedades a funciona-
rios absolutamente inadaptáveis ao encargo, e que neces-
sitavam dedicar seus esfôrços a outras atividades e para as
quais a cooperação não era senão uma ocupação acessória
Êste sistema foi experimentado muitas vezes, sem ter dado
jamais, pelo que sei, resultados satisfatórios em nenhuma
parte”.
Segundo Campbell, numerósos defeitos das Socieda-
des de Ceilão foram devidos ao fáto os que éssas socieda-
des eram fundadas sem uma educação cooperativa
preliminar suficiente e, em seguida, passavam a funcionar
sem um necessário contróle. Propôz, antes de tudo, formar
e desenvolver um corpo de funcionários especializados em
matéria de cooperação. “A idéia geralmente difundida,
segundo a qual todo o homem inteligente e instruido de-
veria ser capaz de ocupar-se da cooperação, graças á sua
inteligência natural, sem ter recebido uma formação
especializada, é uma idéia errada. Devo reconhecer eu
próprio me inclinei nêsse sentido antes de começar a
trabalhar nêste ramo, mas, em 1921, ficou provado de uma
maneira convincente nas provincias centrais da India, que
sem uma