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BR4300169
15/B/M/N
CAMPOS. W.L.
SECRETARIA DE AGRICULTURA, INDUSTRIA COMERC-
IO DO ESTADO DO PARANA. CURITIBA (BRASIL)
CONTABILIDADE DE COOPERATIVAS (BRASIL)
CURITIBA. PR (BRASIL)
1943 63 P. (PT)
/G514
COOPERATIVA; CCNTEILIDADE; RECEITA; DEFESA
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SECRETARIA DE AGRICULTURA, INDÚSTRIA
E COMÉRCIO DO ESTADO DO PARANÁ
CONTABILIDADE
DE
COOPERATIVAS
WALDEMAR LOUREIRO CAMPOS
ENGENHEIRO- AGRÔNOMO
1943
CURITIBA
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Iniciando uma série de divulgação sôbre o Coopera-
tivismo, a exemplo do que vêm fazendo outros Estados de
nosso País, tendo como fonte principal os boletins do
Serviço de Divulgação e Propaganda do Departamento de
Assistência ao Cooperativismo de São Paulo, não tive outro
objetivo nêste primeiro trabalho, senão contribuir,
modestamente, com uma pequena parcela para facilitar o
serviço de contabilidade das cooperativas do interior, onde
sempre há dificuldade de profissionais, e atendendo
mesmo, que éssas Sociedades na sua fase inicial, não dis-
põem de recursos capazes de fazerem face a despesas
decorrentes de contratos de contadores especializados.
Na certeza de que esta divulgação trará facilidades ás
entidades organizadas e ás que de futuro surgirem, visto
que já se firmou entre nós a afirmativa quanto á eficacia do
sistema cooperativo nos mais variados setôres da atividade
humana, espero que o assunto despérte a curiosidade de
nóssos profissionais e seja motivo para um estudo especial.
O assunto é interessante ainda sob vários aspéctos,
sobretudo do ponto de vista informativo e mesmo
educativo, pois trata de um problema que também se
apresenta em larga escala em nósso País e por isso
merecedor da atenção de nóssas populações rurais.
Os resultados excelentes que a fórmula cooperativista
vem conseguindo na solução dos problemas econômicos e
sociais em países do mais variado gráu de civilização,
confirmam com eloquente argumentação, não a capacidade
de adaptação da doutrina cooperativista, como a inegável
eficiência de seus metodos em pról do bem
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estar da humanidade e da própria organização social e
econômica do Estado.
Temos necessidade urgênte de divulgar a doutrina
cooperativista, porém, no seu todo de organização e
técnica, e procurando sobretudo especializar elementos que
sejam capazes de nos ajudar no trabalho de catequéze, no
trabalho de difusão, no trabalho de implantação da doutrina
que nos legaram os 28 tecelões de Rochdale.
Quando nasceu o movimento cooperativista na ilha de
Ceilão, verificou-se um descontróle geral e estabeleceu-se a
confusão, tendo sido encarregado em 1922/1927 de sua
reorganização W.H.Campbell, que após um exame
naquelas sociedades assim se exprimiu:
“Confiou-se o contróle déssas sociedades a funciona-
rios absolutamente inadaptáveis ao encargo, e que neces-
sitavam dedicar seus esfôrços a outras atividades e para as
quais a cooperação não era senão uma ocupação acessória
Êste sistema foi experimentado muitas vezes, sem ter dado
jamais, pelo que sei, resultados satisfatórios em nenhuma
parte”.
Segundo Campbell, numerósos defeitos das Socieda-
des de Ceilão foram devidos ao fáto os que éssas socieda-
des eram fundadas sem uma educação cooperativa
preliminar suficiente e, em seguida, passavam a funcionar
sem um necessário contróle. Propôz, antes de tudo, formar
e desenvolver um corpo de funcionários especializados em
matéria de cooperação. “A idéia geralmente difundida,
segundo a qual todo o homem inteligente e instruido de-
veria ser capaz de ocupar-se da cooperação, graças á sua
inteligência natural, sem ter recebido uma formação
especializada, é uma idéia errada. Devo reconhecer eu
próprio me inclinei nêsse sentido antes de começar a
trabalhar nêste ramo, mas, em 1921, ficou provado de uma
maneira convincente nas provincias centrais da India, que
sem uma
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formação especializada, um alto gráu de inteligência e de
instrução geral, não constitue, de módo algum, garantia
contra um fracasso total”.
Curitiba, julho de 1943.
Noções gerais
Em toda a contabilidade o ano social coincide com o
ano comercial e, o fáto de figurar nos estatutos das So-
ciedades Cooperativas que o ano social déssas entidades
poderá variar, é justamente porque há cooperativas que
operam em cértos produtos de origem agrícola, obrigando,
portanto, que o ano social coincida com o ano agrícola
respetivo.
O balanço geral de uma cooperativa poderá ser le-
vantado em qualquer época, exigindo a lei que o mesmo
seja determinado entre o ativo e passivo, uma vez por ano,
tendo o mesmo por fim demonstrar a situação econômica,
financeira e jurídica da entidade, apurando ao mesmo
tempo, os resultados de suas atividades na duração do
exercício social.
Só á vista do balanço geral, conveniente e honesta-
mente levantado é que os administradores e associados
poderão conhecer os resultados de seus esfôrços. É por isso
que os balanços devem ser levantados periòdicamente e
com intervalos previamente estabelecidos nos estatutos.
Ésses intervalos, de módo algum, devem exceder de um
ano.
Não se póde levantar um balanço sem que se proceda
preliminarmente ao Inventário, que é uma relação
minuciosa, detalhada, e compléta de todos os bens
pertencentes á Sociedade, bem como todas as responsabili-
dades e obrigações devidas pela Sociedade a terceiros.
Isto feito, depois de se estabelecer a existência e as
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obrigações, representadas em cifras em moeda corrente,
teremos o Inventário que dividiremos em duas fases, uma
denominada extra-contabil e outra contabil.
Uma é o arrolamento do que a Sociedade possúe ou
déve e a outra é procedida na contabilidade para
fechamento do exercício.
No inventário extra-contabil, isto é, na primeira fase,
faremos primeiro a contagem, medição, pesagem e
avaliação de todos os valôres e obrigações pertencentes á
Sociedade. Em seguida escrituraremos detalhadamente no
livro “Inventário e Balanço” todos êsses valores e
finalmente confrontaremos as somas dos valôres com os
saldos das respetivas contas no livro “Razão”.
Os bens e direitas pessoais constituem o Ativo do
Patrimônio e as obrigações formam o Passivo dele. As
responsabilidades se equilibram.
Os elementos constitutivos do patrimônio se classifi-
cam em contas que se agrupam formando dois grupos que
se denominam:
Ativo e Passivo, contabilidade de somas
iguais no balanço.
Em uma cooperativa a primeira pessôa do organismo
contabil é a entidade, isto é, a "pessôa jurídica", que
representa o “proprietário”, o qual exerce sua ação de
orientação e contróle da gestão, na Assembléia Geral,
sintese de todas as contas e lançamentos contidos nos livros
da escrituração, e aí manifésta a sua vontade, aprovando ou
não a prestação de contas apresentada. No exercício déssa
mesma função de orientação e contróle, nomeia um
Conselho Fiscal, seu mandatário para, previamente
proceder a análise do Balanço Geral, de módo o melhor
permitir, com o parecer dêste, o julgamento da gestão de
seu patrimônio.
Nas cooperativas o "gestôr" é um corpo coletivo que
também está sujeito ás funções de orientação e contróle,
atravéz dos alnçamentos, das contas e dos livros de
contabilidade.
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Teremos que considerar os elementos essenciais e in-
dispensáveis de todo o lançamento e que são: Débito —
Crédito — Histórico e Valôr.
Os dois primeiros estabelecem a relação entre as
pessôas contabeis, e os dois últimos demonstram a relação
econômica que deu origem áqueles. O histórico nos conta a
operação e o valôr permite estabelecer e razão de sêr do
lançamento.
De conformidade com a legislação vigênte, são exi-
gidos em uma sociedade cooperativa, os seguintes livros
que, sob o ponto de vista técnico, são considerados de duas
classes:
Principais e Auxiliares: —
Os principais são: “DIÁRIO E RAZÃO”.
O “Diário” tem livros auxiliares originários, como o
“Caixa” e outros que a prática aconselhar.
O “Razão” tem livros auxiliares subsidiários, entre os
quais se destaca os dos “Associados”, “Contas Correntes”,
“Devedores Diversos" e “Credores Diversos”.
Além dêsses as Cooperativas deverão manter o “Livro
de Matrícula dos Associados”, “Copiador de Corres-
pondência”, “Inventário e Balanço” e “Atas das Reuniões
de Assembléia Geral e da Administração”.
No “Diário”, a escrituração se faz, em geral, analítica
e cronológica; ao passo que no “Razão” ela se regista em
síntese e sistemática.
Padronização
No intuito de facilitar a escrituração dos livros das
Sociedades Cooperativas, organizamos uma padronização
para ser utilizada por éssas entidades, e na qual
discriminaremos primeiro o quadro das Contas do Ativo e
do Passivo e depois daremos a função de cada conta.
Faremos figurar no quadro das contas, todos ou quasi
todos os títulos que poderão ser usados pelas diferentes
modalidades de cooperativas, afim de que cada uma utilize,
dentro désta padronização, os títulos de que necessitar.
QUADRO DAS CONTAS.
ATIVO: —
I Valôres Imobilizados
II Valôres Disponíveis
III Valôres Realizáveis
IV Contas de Resultado
V Contas de Compensação
PASSIVO: —
I Fundos Especiais
II Responsabilidades
III Contas de Resultado
IV Contas de Compensação
FUNÇÃO DAS CONTAS.
ATIVO.
Valôres Imobilizados.
IMÓVEIS:—
Representa o valôr dos prédios, terrenos, terras, bens
de raiz.
Debita-se pelo valôr da aquisição, incorporação,
construção ou aumento.
Credita-se pela venda, danificação, cessão, ou desin-
corporação e desvalorizações.
MÓVEIS E UTENSÍLIOS:—
Representa o valôr de cófres, máquinas de escrever
e calcular, mesas, prensas, arquivos e outros.
Debita-se pela aquisição.
Credita-se pelo extravío, inutilização e depreciação.
MAQUINÁRIOS E ACESSÓRIOS:—
Representa o valôr dos maquinários de beneficiamen-
to, indústria e construções e ferramentas.
Debita-se pela aquisição e incorporação.
Credita-se pela venda, inutilização e depreciação.
MÁQUINAS AGRÁRIAS A ACESSÓRIOS:—
Representa o valôr de tratores, arados, cultivadores,
ceifadeiras, ferramentas, etc..
Debita-se pela aquisição e incorporação.
Credita-se pela venda, inutilização ou depreciação.
OFICINAS:—
Representa o valôr das ferramentas e utensílios.
Debita- se pela aquisição.
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Credita-se pela venda, inutilização, depreciação e
serviços prestados.
VEÍCULOS: —
Representa o valôr dos veículos em geral.
Debita-se pela aquisição.
Credita-se pela venda, inutilização ou depreciação.
SEMOVENTES: —
Representa o valôr dos animais de trabalho.
Debita-se pela compra ou nascimento.
Credita-se pela venda, perda por morte, incapacidade e
baixa de serviço.
LIVROS, IMPRÉSSOS E OBJÉTOS DE ESCRITÓRIO: —
Representa o valôr dos livros de escrituração e material
de expediente, como, impréssos, tinteiros, borrachas,
etc..
Debita-se pela aquisição.
Credita-se pela amortização ou depreciação, ou credita-
se pela transferência do saldo para a conta de Lucros e
Perdas.
GASTOS DE INSTALAÇÃO: —
Representa o dispendio com estudos, locações, plantas,
mão de obra, etc..
Debita-se pelo valôr dispendido.
Credita-se pela amortização.
VASILHAME: —
Representa o valôr do vasilhame em geral.
Debita-se pelo valôr da aquisição.
Credita-se pela venda, perda, inutilização e amorti-
zação ou depreciação.
BIBLIOTÉCA: —
Representa o valôr dos livros, etc.
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Debita-se pela aquisição e doações recebidas.
Credita-se pela venda e inutilização.
TÍTULOS DE RENDA: —
Representa o valòr dos títulos adquiridos, por conta
do Fundo de Resérva.
Debita-se pela aquisição.
Credita-se pela venda.
CAUÇÕES: —
Representa os valôres caucionados que não forem
objéto de operações de créditos.
Debita-se pelo valôr depositado.
Credita-se pelo levantamento do depósito.
____________:0:___________
II VALÔRES DISPONÍVEIS.
CAIXA: —
Representa o numerário existente em cofre.
Debita-se pelas importâncias recebidas e retiradas dos
estabelecimentos de crédito.
Credita-se pelos pagamentos efetuados e depósitos
feitos nos estabelecimentos de crédito.
CORRESPONDENTES: —
Representa o valôr dos saldos, em poder dêstes a
n/favor.
Debita-se pelas importâncias cobradas a n/órdem e
pelos pagamentos efetuados por s/órdem.
Credita-se pelos pagamentos efetuados a n/órdem, pelas
comissões contratuais pelas remessas de dinheiro que
fizerem.
VALÔRES DEPOSITADOS: —
Representa o valôr do saldo disponível em estabe-
lecimentos de crédito.
Debita-se pelos depósitos efetuados.
Credita-se pelas retiradas.
_____________:0:_____________
III VALÔRES REALIZÁVEIS.
MERCADORIAS: —
Representa o valôr das mercadorias em geral, sendo,
entretanto, aconselhável o seu desdobro em livro
analítico.
Debita-se pelos recebimentos de mercadorias.
Credita-se pela venda, deterioração ou perdas.
PRODUTOS: —
Representa o valôr dos produtos entrégues pelos
cooperados.
Debita-se no recebimento quando o produto fôr en-
trégue com preço pré-determinado, e posteriormente,
pelo valôr bruto apurado na venda, quando entrégue
sem preço.
Credita-se pela venda, pela débito do comissário ou
reméssa com preço.
RESÍDUOS DE BENEFICIAMENTO: —
Representa o valôr dos resíduos obtidos no bene-
ficiamento farélo de arroz, caroço de algodão, etc..
Debita-se pela transferência de saldo para a conta de
Lucros e Perdas.
Credita-se pela venda, ou entréga á Secção Industrial.
MATÉRIA PRIMA: —
Representa o valôr da matéria para industrialização
ou beneficiamento,como algodão,linho,cereais,etc.
Debita-se pelo recebimento.
Credita-se pela entréga á Secção Industrial onde so-
frerá a necessária transformação.
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MATÉRIA DE CONSUMO: —
Representa o valôr da matéria que concorre para a
transformação da matéria prima, sendo por éssa ab-
sorvida ou incorporada, perdendo os seus caracte-
rísticos.
Debita-se pela aquisição.
Credita-se pela entrega á Secção Industrial onde
será empregada.
PRODUTOS ELABORADOS: —
Representa o valôr dos produtos recebidos da
Sécção Industrial, devidamente beneficiados ou
transformados.
Debita-se pelos recebimentos e transferência do
saldo para a conta de Lucros e Perdas.
Credita-se pela venda ou reméssa em consignação.
PRODUTOS AGRÍCOLAS E PECUÁRIOS: —
Representa o valôr dos produtos colhidos ou obtidos
na exploração de terras ou criações.
Debita-se pelo seu valôr “CUSTO” ao serem
recebidos nos depósitos.
Credita-se pela transferência para Secção Indutrial
ou para a Secção de Vendas.
MATERIAL AGRÍCOLA E PECUÁRIO: —
Representa o valôr de adubos, sementes mudas,
produtos veterinários, reprodutores, instrumentos e
utensílios.
Debita-se pela aquisição.
Credita-se pelo emprego, uso, cobertura e venda.
CULTURAS PERMANENTES OU TEMPORÁRIAS: —
Representa os valôres das culturas em geral, de ca-
ráter permanente, como cafezal, laranjal, etc., e das
plantações de pequeno ciclo vegetativo.
Debita-se pelo custeio e formação e transferência do
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saldo para a conta de Lucros e Perdas.
Credita-se pela produção.
CRIAÇÕES: —
Representa o valôr da criação objéto de consumo ou de
exploração.
Debita-se pela aquisição, custeio e nascimento.
Credita-se pela venda, perda ou morte.
SACARIA: —
Representa o valôr da sacaria existente.
Debita-se pela aquisição.
Credita-se pela saída com produtos ou inutilização.
ARMAZEM: —
Representa o valôr de gêneros e matérias para o
consumo.
Debita-se pelo valôr da aquisição.
Credita-se pela venda, consumo e inutilização.
SERVIÇO DE CAPITALIZAÇÃO: —
Representa numa cultura préviamente resolvida, o seu
custo inicial, amanho e preparo da terra, formação,
custeio até a primeira floração, quando é incorporada
ao capital com a contra partida no ativo representada
pelo seu nome característico.
Debita-se pelo custo inicial, custeio até a floração e
pelos juros.
Credita-se pela incorporação.
MATERIAL DE CONSTRUÇÃO: —
Representa o valôr de tijolos, ladrilhos, areia, cimento,
tintas, ferragens, madeiras, material elétrico, sanitário,
etc..
Debita-se pela aquisição.
Credita-se pelo emprégo ou venda e inutilização.
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CONSTRUÇÕES DE CONTA ALHEIA: —
Representa o valôr de construções em execução por
conta de terceiros.
Uma conta para cada óbra.
Debita-se pelos materiais empregados e mão de óbra.
Credita-se pelos valôr do orçamento, contratado. A
diferença será o lucro ou prejuízo verificado nêssa
óbra.
CONSTRUÇÕES DE CONTA PRÓPRIA: —
Representa o valôr da construção em execução por
conta própria.
Debita-se pelos materiais e mão de óbra
empregados.
Credita-se pela venda.
PAPEL: —
Representa o valôr do papel em depósito.
Debita-se pela aquisição.
Credita-se pela venda, entréga, á Secção Industrial e
inutilização.
ÓBRAS DE CONTA PRÓPRIA: —
Representa o valôr das óbras executadas por conta
própria.
Debita-se quando recebidas da secção industrial.
Credita-se pela venda.
ÓBRAS DE CONTA ALHEIA: —
Representa o valôr das obras realizadas sob
encomenda.
Debita-se pelo material e mão de óbra empregados.
Credita-se pelo recebimento ou lançamento de débito
do valôr correspondente a encomenda.
MATERIAL TIPOGRÁFICO: —
Representa o valôr dos materiais diversos, como, cli-
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chês, colas, tintas, etc..
Debita-se pela aquisição.
Credita-se pela venda ou entrega á Secção Industrial.
PRÊMIOS DE SEGUROS: —
Representa o valôr do prêmio dos contratos de seguro.
Debita-se pelo prêmio do seguro ou resseguro.
Credita-se pelos prêmios recebidos.
SINISTROS E SALVADOS: —
Representa o valôr dos salvados dos sinistros pagos.
Debita-se pelo valôr da avaliação.
Credita-se pelo valôr apurado no leilão.
CONTRATANTES PRESTAMISTAS: —
Representa-se o valôr dos contratos efetuados.
Debita se pelo valôr estabelecido no contrato.
Credita-se pelos pagamentos das prestações.
CONTA DE COLONOS: —
Representa o valôr das operações entre os colonos e a
Cooperativa.
Debita-se por fornecimentos e adiantamentos.
Credita-se por serviços prestados ou podutos entrégues.
CONTAS CORRENTES: —
Representa as operações entre não associados e a
Cooperativa.
Debita-se pelas vendas e pelos pagamentos.
Credita-se pelos pagamentos e pelos fornecimentos.
COOPERADOS CONTA DE CONSUMO: —
Representa o valôr das operações entre o cooperado e a
Cooperativa, relativo ao fornecimento de gêneros de
consumo pessôal.
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Debita-se pelo valôr do fornecimento.
Credita-se pelo recebimento.
COOPERADOS CONTA DE ABASTECIMENTO: —
Representa o valôr das operações entre o cooperado e a
Cooperativa, correspondente ao fornecimento de
material agrícola.
Debita-se pelo fornecimento.
Credita-se pelos recebimentos.
COOPERADOS CONTA DE ADIANTAMENTO: —
Representa o valôr das operações entre o cooperado e a
Cooperativa com relação aos adiantamentos con-
cedidos por conta de produtos entrégues óu a entregar
sem garantia pignoraticia.
Debita-se pelo adiantamento concedido.
Credita-se pelos recebimentos, produtos das vendas.
COOPERADOS CONTA DE RENDIMENTOS: —
Representa o estado de débito e crédito do cooperado
com relação a juros do capital, de móra, retorno ou
sóbras liquidas distribuidas, prejuizos a serem
cobértos, quotas partes ou prestações em atrazo.
Debita-se pelo valôr dos juros de móra, quotas ou
prestações em atrazo, prejuizos e pagamentos
efetuados.
Credita-se pelo juro do capital integralizado e pelas
sóbras liquidas distribuidas.
COOPERADOS CONTA DE EMPRÉSTIMOS, LIMITADA
Representa o valôr das operações entre o associado e a
Cooperativa, referente a pequenos empréstimos com
garantia da honra ou das quótas.
Debita-se pelo valôr dos concedidos.
Credita-se pelos recebimentos.
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COOPERADOS CONTA DE MOVIMENTO ILIMITADA:
Representa o estado de débito e crédito do associado
referente ao crédito abérto com garantia de honra.
Debita-se pelos pagamentos ou chéques.
Credita-se pelos recebimentos ou depósitos.
CONSIGNAÇÕES DE CONTA PRÓPRIA: —
Representa o valôr dos produtos consignados com
valôr.
Debita-se pela reméssa com valôr declarado.
Credita-se pela prestação de contas recebidas.
COMISSÁRIOS (ESTRANHOS) COOP. CENTRAL
OU FEDERAÇÃO C/MOVIMENTO: —
Representa o valôr dos produtos de n/conta, vendidos.
Debita-se pelo valôr bruto apurado na venda.
Credita-se pela comissão cantratual, outras despesas
legais e pela reméssa do numerário correspondente.
TÍTULOS A RECEBER: —
Representa o valôr ativo dos títulos em geral de
n/emissão.
Debita-se pela emissão.
Credita-se pelo recebimento ou saida por endosso.
TÍTULOS DESCONTADOS: —
Representa o valôr ativo dos títulos descontados pela
Cooperativa.
Debita-se pelos seus valôres.
Credita-se pela liquidação.
TÍTULOS CAUCIONADOS: —
Representa o valôr de títulos depositados para efeito de
abertura de crédito correspondente em c/ corrente.
-23-
Debita-se pelo valôr dos títulos
Credita-se pela liquidação.
CONTAS CORRENTES GARANTIDAS: —
Representa o valôr das operações com garantia de
valôres caucionados.
Debita-se pelas retiradas, juros e comissões e pelo
valôr dos títulos não liquidados.
Credita-se pelos valôres depositados em caução.
EMPRÉSTIMOS GARANTIDOS: —
Representa o valôr dos empréstimos concedidos
mediante a garantia de cauções, warrants, penhor
agrícola e mercantil, etc..
Debita-se pelo valôr dos empréstimos concedidos.
Credita pela liquidação.
EMPRÉSTIMOS HIPOTECÁRIOS — RURAIS OU
URBANOS.: —
Representa o valôr de empréstimos concedidos sob
garantia hipotecária de propriedades.
Debita-se pelo valôr de empréstimo concedido.
Credita-se pela liquidação.
LETRAS HIPOTECÁRIAS EMITIDAS: —
Representa o valôr das letras entrégues aos mutuários.
Debita-se pela entréga.
Credita-se pela amortização do empréstimo concedido.
LETRAS DE NOSSA PROPRIEDADE: —
Representa o valôr das letras hipotecárias compradas.
Debita-se pela aquisição.
Credita-se pela volta á circulação.
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GOVÊRNO DO ESTADO, C/ DE EMPRÉSTIMOS A
REALIZAR: —
Representa o valôr do empréstimo concedido em lei
pelo Govêrno e que são realizados em prestações.
Debita-se pelo valôr a receber.
Credita-se pelas prestações recebidas.
PROMISSÓRIAS: —
Representa o valôr das promissórias recebidas do Go-
vêrno em relização de empréstimos que concedeu.
Debita-se pelo seu valôr.
Credita-se pelo recebimento do valôr correspondente
ou pela sua saida por endosso.
___________:0:_________
IV CONTAS DE RESULTADO.
LUCROS E PERDAS: —
Representa no ativo, o valôr dos prejuizos verificados.
Debita-se pelos saldos devedores das contas que
representam prejuizos.
DESPESAS GERAIS: —
É aconselrável o seu desdobramento em livro analítico.
Representa o valôr dos dispêndios com fretes, carretos,
energia, sêlos, estampilras, etc..
Debita-se pelos valôres dispendidos.
VENCIMENTOS E ORDENADOS: —
Representa o valôr dos vencimentos e ordenados.
Debita-se pelos valôres pagos ou creditados.
HONORÁRIOS: —
Representa o valôr dos honorários atribuidos á
diretoria.
Debita-se pelos valôres pagos ou creditados.
SÊLOS DE CONSUMO: —
Representa o valôr das aquisições.
JUROS: —
Representa o valôr dos juros pagos ou creditados.
COMISSÕES: —
Representa o valôr das comissões pagas ou creditadas.
DESCONTOS E REDESCONTOS: —
Representa o valôr dos descontos sofridos por des-
contos e redescontos de títulos.
-26-
PRÊMIOS DE SEGUROS: —
Representa o valôr dos prêmios pagos por seguros
efetuados.
SÊLOS DE VENDAS E CONSIGNAÇÕES: —
Representa o valôr das aquisições.
JUROS DE CAPITAL: —
Representa o valôr do juro creditado ao capital
realizado.
AMORTIZAÇÕES: —
Representa o valôr das amortizações.
DEPRECIAÇÕES: —
Representa o valôr das depreciações.
CONTRIBUIÇÕES: —
Representa o valôr das contribuições legais da empresa
a institutos oficiais.
DIFERENÇAS DE CÂMBIO: —
Representa o valôr dos prejuizos havidos nésta conta.
INDENIZAÇÕES: —
Representa o valôr pago por indenizações.
DESPESAS DE PUBLICIDADE: —
Representa o valôr das despesas com publicações e
propaganda.
DESPESAS DE PERITAGENS: —
Representa o valôr das despesas de peritagens.
IMPOSTO DE FISCALIZAÇÃO: —
Representa o valôr da quóta depositada.
DESPESAS DE ADMINISTRAÇÃO: —
Representa o valôr das despesas da administração de
bens sob a guarda da Cooperativa.
-27-
MÃO DE ÓBRA: —
Representa o valôr dos salários e ordenados do pes-
sôal.
CUSTEIO: —
Representa o valôr dos dispendios com custeio.
CONSERVAÇÃO E MELHORIA: —
Representa o valôr das despesas efetuadas com a
conservação de próprios e de terceiros.
Debita-se pelas importâncias pagas ou creditadas.
Credita-se pela transposição para a conta de Lucros e
Perdas.
V— CONTAS DE COMPENSAÇÃO: —
EFEITOS EM COBRANÇA: —
Representa o valôr dos títulos de terceiros recebidos
para cobrança.
Debita-se pelo valôr dos títulos recebidos.
Credita-se em contra partida pela conta Credores por
Efeitos em Cobrança.
VALÔRES EM CAUÇÃO: —
Representa o valôr dos títulos recebidos em garantia de
crédito.
Debita-se pelo valôr dos títulos recebidos.
Credita-se em contra partida pela C/Garantias Di-
vérsas.
VALÔRES EM DEPÓSITO OU CUSTÓDIA: —
Representa os valôres depositados ou guardados em
custódia.
Debita-se pelos valôres recebidos.
Credita-se em contra partida pela conta Garantias
Divérsas.
BENS DE EMPRÉSTIMOS HIPOTECÁRIOS: —
Representa o valôr dos bens recebidos em hipotéca.
Debita-se pelo valôr dos bens.
Credita-se em contra partida pela conta de Valôres
Hipotecários.
REMESSAS PARA COBRANÇA: —
Representa o valôr dos títulos de propriedade da
Cooperativa remetidos a terceiros para cobrança.
Debita-se pelo valôr dos títulos remetidos.
Credita-se em contra partida pela conta Endóssos
n/Conta.
-29-
DEVEDORES POR EFEITOS A COBRAR: —
Representa o valôr dos títulos de terceiros remetidos
para cobrança.
Debita-se pelo valôr dos títulos remetidos.
Credita-se em contra partida pela conta Efeitos a
Cobrar.
TÍTULOS ENDOSSADOS: —
Representa o valôr da responsabilidade assumida na
secção para desconto ou caução.
Debita-se pelo valôr dos títulos.
Credita-se em contra partida pela conta Endóssos.
DEVEDORES POR CAUÇÃO: —
Representa o valôr dos títulos caucionados.
Debita-se pelo valôr dos títulos.
Credita-se em contra partida pela conta Endóssos por
Caução.
DEVEDORES POR CONSIGNAÇÃO A COBRAR: —
Representa o valôr das faturas de débito dos coope-
rados a serem descontados em fôlhas por outrem.
Debita-se pelo valôr total das faturas.
Credita-se em contra partida pela conta Consignações a
Cobrar.
LETRAS HIPOTECÁRIAS A EMITIR: —
Representa o valôr da emissão autorizada.
Debita-se pelo valôr da emissão.
Credita-se era contra partida pela conta Emissão de
Letras Hipotecárias.
LETRAS HIPOTECÁRIAS A SORTEAR: —
Representa o valôr do fundo destinado ao sorteio.
Debita-se pelo valôr da quóta.
Credita-se em contra partida pela conta Fundo do
Sorteio.
-30-
CONSTRUÇÕES CONTRATADAS: —
Representa o valôr das óbras contratadas.
Debita-se pelo valôr dos contratos realizados.
Credita-se em contra partida pela conta Contrato de
Construções.
SEGUROS CONTRATADOS: —
Representa o valôr dos bens assegurados, as res-
ponsabilidade assumidas.
Debita-se pelo valôr dos contratos realizados.
Credita-se em contra partida pela conta Contratos de
Seguro.
FORNECIMENTOS CONTRATADOS: —
Representa o valôr total dos contratos, de forneci-
mentos a serem recebidos.
Debita-se pelo valôr dos contratos realízados.
Credita-se em contra partida pela conta Contratos de
Fornecimentos.
SERVIÇOS CONTRATADOS: —
Representa-se o valôr dos serviços ajustados.
Debita-se pelo valôr de ajustes.
Credita-se em contra partida pela conta Contratos de
Serviços.
DOMINIO ÚTIL: —
Representa o valôr d os bens de terceiros usufruidos a
título gratuito.
Debita-se pelo valôr conferido aos bens.
Credita-se em contra partida pela conta Bens do Estado
ou de Terceiros.
_____________:0:_____________
PASSIVO
I — FUNDOS ESPECIAIS.
JOIAS DE ADMISSÃO: —
Representa o valôr das joias cobradas aos associados.
Debita-se pelas transferências para outras contas.
Credita-se pelos valôres recebidos ou debitados.
FUNDO DE RESERVA LEGAL: —
Representa o valôr da percentagem s/o lucro, liquido e
os rendimentos eventuais previstos nos estatutos.
Debita-se pela aplicação nos termos do Art.9º.—
Perdas eventuais.
Credita-se pela percentagem de 10% s/o lucro liquido e
outros rendimentos para êsse fundo destinados.
FUNDO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL: —
Representa o valôr da percentagem s/ o lucro, des-
tinado a fins de assistência social, de conformidade
com o que determinarem os estatutos.
Debita-se pelo valôr dispendido em assistência.
Credita-se pela percentagem que lhe fôr distribuida s/
os lucros, doações e contribuições.
FUNDO DE AMORTIZAÇÃO E DEPRECIAÇÃO: —
Representa o valôr da percentagem s/ os lucros da
Cooperativa, para êsse fundo destinada de acôrdo com
o que determinarem os estatutos.
Debita-se pelo valôr das amortizações e depreciações
no exercício financeiro.
Credita-se pelo valôr da percentagem s/ os lucros.
-32-
SÓBRAS LIQUIDAS OU RETORNO: —
Representa o valôr dos lucros a distribuir pelos
associados na proporção das operações efetuadas por
cada um, durante o ano, com a Cooperativa.
Debita-se pelo valôr distribuido.
Credita-se pelo valôr da percentagem s/o lucro
destinado a êsse fim.
FÔRO: —
Representa o valôr de um aluguél estabelecido sôbre
os bens de terceiros usufruidos a título gratuito, re-
presentados pela conta “Domínio Útil".
Debita-se pelas despesas de conservação e
melhoramentos.
Credita-se pelo valôr do aluguél estabelecido.
_________:O:________
II — RESPONSABILIDADES.
FORNECEDORES:
Represnta o valôr das mercadorias adquiridas de
terceiros, extranhos á Cooperativa.
Debita-se pelos valôres pagos.
Credita-se pelo valôr das mercadorias recebidas.
DEPÓSITOS EM CONTA CORRENTE: —
Representa o valôr dos depósitos feitos por terceiros,
não associados, em conta limitada, movimento, aviso
prévio e prazo fixo.
Debita-se pelas retiradas.
Credita-se pelos depósitos e juros.
COOPERADOS CONTA DE DEPÓSITOS: —
Representa o valôr dos depósitos em dinheiro feitos
pelos associados em conta limitada, movimento, aviso
prévio e prazo fixo.
Debita-se pelas retiradas.
Credita-se pelos depósitos e juros.
COOPERADOS CONTA PRODUÇÃO: —
Representa o valôr do resultado verificado na venda dos
produtos.
Debita-se pelo valôr das despesas, comissões sôbre as
vendas, material de consumo, mão de óbra e outras.
Credita-se pelo valôr bruto das vendas.
TÍTULOS A PAGAR: —
Representa o valôr dos títulos aceitos.
Debita-se pelos pagamentos efetuados.
Credita-se pelos aceites.
-34-
TÍTULOS REDESCONTADOS: —
Representa o valôr dos títulos a nós endossados e
redescontados.
Debita-se pela liquidação.
Credita-se pelo valôr dos títulos cedidos por endosso.
CONTAS CORRENTES GARANTIDAS: —
Representa o valôr do crédito conferido á Cooperativa
mediante caução de títulos.
Debita-se pelo valôr dos depósitos e pelo valôr dos
títulos pagos.
Credita-se pelos juros, comissões e retiradas.
PENHORES AGRÍCOLAS: —
Representa o valôr do fruto pendente penhorado.
Debita-se pela liquidação.
Credita-se pelo valôr recebido, juros e comissões.
HIPOTÉCAS: —
Representa o valôr dos empréstimos contraídos
mediante hipotéca.
Debita-se pela liquidação, parcial ou total.
Credita-se pelo valôr dos empréstimos, juros e
comissões.
ORDENS DE PAGAMENTO: —
Representa o valôr das órdens tomadas a cumprir.
Debita-se pelo cumprimento.
Credita-se pelo recebimento.
CORRESPONDENTES: —
Representa o crédito de terceiros por cobranças
efetuadas e órdens da Cooperativa cumpridas.
Debita-se pelas órdens de terceiros cumpridas e pelos
valôres cobrados.
-35-
Credita-se pelas órdens da Cooperativa cumpridas e
pelas reméssas efetuadas.
SINISTROS: —
Representa o valôr dos bens sinistrados a pagar.
Debita-se pelos pagamentos efetuados.
Credita-se pelos sinistros á pagar.
RESERVAS TÉCNICAS: —
Representa o valôr de resérvas legais ou convencio-
nais.
Debita-se pelos valôres aplicados.
Credita-se pelo valôr de percentagem retirada dos
lucros.
PORTADORES DE LETRAS HIPOTECÁRIAS: —
Representa o valôr das letras póstas em circulação
pelos mutuários.
Debita-se pelo valôr nominal das letras sorteadas.
Credita-se pelo valôr dos empréstimos concedidos.
GOVÊRNO DO ESTADO – CONTA DE EMPRÉSTI-MOS:
Representa o valôr do empréstimo concedido em leis
pelo Govêrno.
Debita-se pelas amortizações.
Credita-se pelo valôr do empréstimo concedido.
CONTAS DE RESULTADO.
LUCROS E PERDAS: —
Representa no passivo o valôr dos lucros verificados.
Credita-se pelos saldos credores das contas que re-
presentam lucros.
JUROS: —
Representa o valôr dos juros recebidos ou debitados.
DESCONTOS: —
Representa o valôr dos descontos recebidos ou de-
bitados.
COMISSÕES: —
Representa o valôr das comissões recebidas ou de-
bitadas.
JUROS DE EMPRÉSTIMOS: —
Representa o valôr dos juros contados nos
empréstimos.
JUROS DE EMPRÉSTIMOS HIPOTECARIOS E CO-
MISSÕES DE EMPRÉSTIMOS HIPOTECARIOS: —
Representa os valôres dos juros e comissões de em-
préstimos hipotecários.
MERCADORIAS: —
Representa o valôr das vendas efetuadas.
COOPERADOS CONTA DE PRODUÇÃO: —
Resultado verificado nésta conta.
CONSTRUÇÕES: —
Lucro bruto verificado nésta conta.
-37-
ELABORAÇÃO DE OBRAS: —
Lucro verificado nésta conta.
DIFERENÇA EM CAMBIO: —
Lucros verificados nésta conta.
RESÍDUOS DE BENEFICIAMENTO: —
Lucro verificado nésta conta.
Debita-se pela transposição para a conta de lucros e
perdas.
Credita-se pelas importâncias recebidas ou creditadas.
REPRODUÇÕES: —
Representa o valôr atribuido aos produtos de criações e
animais de trabalho.
Debita-se pela transposição do saldo para a conta de
Lucros e Perdas.
Credita-se pelo nascimento.
IV - CONTAS DE COMPENSAÇÃO.
CREDORES POR EFEITOS EM COBRANÇA: —
Representa a contra partida de efeitos em cobrança.
GARANTIAS DIVERSAS: —
OU CAUÇÃO DA DIRETORIA, VALORES
CAUCIONADOS, VALÔRES DEPOSITADOS: —
Representa em contra partida valôres do ativo.
VALORES HIPOTECÁRIOS: —
Representa a contra partida de bens de Empréstimos
Hipotecários.
ENDOSSOS N/CONTA: —
Representa a contra partida de Bens de Empréstimos
Hipotecários.
EFEITOS A COBRAR: —
Representa a contra partida de Devedores por efeitos a
Cobrar.
ENDOSSOS: —
Representa a contra partida de Títulos Endossados.
ENDOSSOS POR CAUÇÃO: —
Representa a contra partida de Devedores por Caução.
CONSIGNAÇÕES A COBRAR: —
Representa a contra partida de Devedores por
Consignações a Cobrar.
EMISSÕES DE LETRAS HIPOTECÁRIAS: —
Representa a contra partida de Letras Hipotecárias a
Emitir.
-39-
FUNDO PARA SORTEIO: —
Representa a contra partida de Letras Hipotecárias a
Sortear.
CONTRATOS DE CONSTRUÇÕES: —
Representa a contra partida de Construções
Contratadas.
CONTRATOS DE SEGURO: —
Representa a contra partida de Seguros Contratados.
CONTRATOS DE FORNECIMENTOS: —
Representa a contra partida de Fornecimentos Con-
tratados.
CONTRATOS DE SERVIÇOS: —
Representa a contra partida de Serviço Contratado.
BENS DO ESTADO OU DE TERCEIROS: —
Representa a contra partida de Domínio Útil.
_________:0:__________
CAPITAL SOCIAL.
Já explicámos como se poderá aproveitar os diversos
títulos de contabilidade nos diferentes tipos de coope-
rativas.Trataremos agora do Capital Social.
Depois de feito o termo de abertura do Livro "Diário”,
que deverá ter a seguinte redação: —
...................em...............de..............de 19....................
Cooperativa..................................................... organiza-
da.................................em.......de ................... de 19.....
de acôrdo com o decreto n.° 22.239 de 19-12-32, re-
vigorado pelo decreto n.° 581 de 1-8-38, conforme
documentos arquivados sob n.º............na Junta
Comercial (ou no Cartório do Registro Geral da Co-
marca).
Registrado no S. E. R. e no D. A. C. conforme certi-
ficados de registro sob n.ºs. ................. e .....................,
............................................., com o objetivo de pro-
porcionar................................................... aos termos
de seus estatutos.
a)...............................................
Guarda Livros
a)..................................................
Presidente
Iniciaremos a escrita da Sociedade com o seu primeiro
lançamento: —
-41-
ASSOCIADOS C/CAPITAL.
a CAPITAL
Valôr nominal de 80 quotas artes de
Cr$ 100,00 (cem cruzeiros) cada
uma, subscrita no áto da fundação da
Sociedade, celebrado em ...................
conforme discriminação abaixo:
(Seguem-se os nómes dos subscrito-
res com as quantias correspondentes
que cada um subscreveu). (Póde-se
também evitar este trabalho fazendo
referência ao livro de
matrícula)....................-Cr$ 8.000,00.
Daremos a seguir os exemplos dos lançamentos da
conta “Capital Social”.
CAPITAL: —
Conta passiva, variável, nas cooperativas, não
podendo ser inferior ao mínimo declarado, devendo
representar o produto do número de quotas subscritas
multiplicado pelo seu valôr nominal.
ASSOCIADOS — CONTA DE CAPITAL: —
Conta ativa, representa o débito dos associados
pela obrigação assumida de integralizarem o seu
capital, ou seja o valôr das quotas-partes que
subscreveram.
QUOTA DE CAPITAL CENTRAL OU
FEDERADO:—
Conta ativa representando, na Sociedade, o capital
subscrito na cooperativa central ou federação.
COOPERATIVA CENTRAL OU FEDERAÇÃO,
C/ DE CAPITAL: —
Conta passiva que joga com a conta acima,
registra a obrigação assumida pela subscrição de
capital na cooperativa central ou federação.
— 42 —
COOPERATIVAS ASSOCIADAS OU FEDERADAS-
C/ DE CAPITAL: —
(Sómente nas cooperativas centrais ou federações).
Conta ativa, representa o débito das associadas ou
federadas pela obrigação assumida de integralizarem o
seu capital, ou seja o valôr das quotas-partes que
subscreveram.
CAPITAL A RESTITUIR: —
Conta passiva. Quando o associado der a sua demissão
ou fôr excluido, esta conta deverá ser aberta para
registrar o compromisso da sociedade para com o
associado, ou restituir-lhes o valôr recebido, parcial ou
total, das quotas-partes que subscrevera.
___________:o:____________
LANÇAMENTOS SOBRE A CONTA “CAPITAL”:
ASSOCIADOS C/ DE CAPITAL
a CAPITAL
Valôr das quotas-partes subscritas.
CAIXA
a ASSOCIADOS C/ DE CAPITAL
Recebido de A. por conta (ou saldo)
de sua quota-parte.
COOPERATIVAS ASSOCIADAS OU FEDERA-
DAS C/CAPITAL
a CAPITAL
Valôr das quotas-partes subscritas.
CAIXA
a COOPERATIVAS ASSOCIADAS OU FEDERADAS
C/CAPITAL
Recebido da Cooperativa por conta
(ou saldo) da sua quota-parte.
QUOTAS DE CAPITAL—CENTRAL OU FEDE-
RADA
a COOPERATIVA CENTRAL OU FEDERAÇÃO
C/CAPITAL
Valôr das quotas-partes subscritas.
COOPERATIVA CENTRAL OU FEDERAÇÃO C/
CAPITAL
a CAIXA
N/pagamento por conta ou saldo das
quotas partes subscritas.
-44-
CAPITAL
a CAPITAL A RESTITUIR
Valôr da quota-parte da associado B.
demissionário a reembolsar.
CAPITAL A RESTITUIR
a CAIXA
Pago ao associado o valôr de sua
quota-parte.
CAPITAL
a DIVERSOS
Como segue.
a ASSOCIADOS C/CAPITAL
Laercio Antunes
Valôr do saldo a integralizar em
virtude de sua demissão ......... 60,00
a CAPITAL A RESTITUIR
Valôr integralizado a reembolzar 40,00 100,00
ASSOCIADOS C/CAPITAL
a ASSOCIADO C/CAPITAL
B.a E.
Pela transferência de quotas-partes
CAPITAL
a DIVERSOS
Quotas não integralizadas, cujos
cujos subscritores estão desinte-
ressados há mais de dois anos e
que se estornam.
a ASSOCIADOS C/CAPITAL
Saldo a integralizar de uma quota-
parte de Cr$ 100,00 do associado J. S
.....................................................75,00
-
45-
a FUNDO DE RESERVA
Importância integralizada que
se estorna.......................................... 25,00 100,00
___________
NO PASSIVO
RESPONSABILIDADES
Credores por hipotéca....................Cr$ 180.000,00
NO ATIVO
CONTAS DE ORDEM
Juros de hipotéca a vencer 9
anos a 8% ao ano.................... Cr$ 72.000,00
Juros pagos............................. Cr$ 8.000,00
A apuração dos resultados é feita no balanço, os re-
sultados podem ser positivos, quando há lucros ou sobras
liquidas, conforme se diz geralmente, em linguagem coo-
perativista, ou negativos, quando há prejuizo.
Quando a soma dos valôres de ATIVO fôr maior que a
soma dos valôres do PASSIVO, a diferença correspondente
será o resultado ou sóbra liquida, e essa diferença figurará
no passivo para balancear com o ativo.
Nestas condições o balanço será representado como
abaixo, quando houver resultado ou sobras: —
BALANÇO GERAL
Quando há resultado ou sóbra.
ATIVO
1.Valôres Imobilizados...................Cr$182 000,00
2.Valôres Disponíveis.......................Cr$37.000,00
3.Valôres Realizáveis.......................Cr$86.000,00
______________
Cr$ 305.000,00
-46-
PASSIVO
1.Responsabilidades................................Cr$ 76.000,00
2.Capital................................................Cr$ 210.000,00
3.Fundos Especiais-Reservas..................Cr$ 8.000,00
4.Contas de Resultados-Sobras.............. Cr$ 11.000,00
___________
Cr$ 305.000,00
Quando a soma dos valôres do ATIVO fôr menor que a
soma dos valôres do passivo, o balanço representa um
prejuizo igual á diferença entre as duas somas.
EXEMPLO
BALANÇO GERAL
Com prejuizo.
ATIVO
1.Valôres imobilizados........................ Cr$ 182.000.00
2.Valôres disponíveis.......................... Cr$ 11.000.00
3.Valôres realizáveis.......................... Cr$ 86.000.00
4.Contas de Resultado-Prejuizo........ Cr$ 7.000.00
__________
Cr$ 286.000.00
PASSIVO
1.Responsabilidades................................Cr$ 76.000.00
2.Capital................................................Cr$ 210.000.00
__________
Cr$ 286.000.00
_________:0:_________
Encerramento dos Livros
Ao se iniciar o balanço, deverá ser extraido um ba-
lancete dos saldos do “RAZÃO”, que deverão ser con-
frontados com os saldos das respectivas contas nos livros
auxiliares.
Os saldos devedores e credores do livro “Contas Cor-
rentes", serão extraidos devidamente individualizados. Será
estabelecido o contrôle uma vez que a diferença entre os
saldos concorde com o saldo do livro "Razão".
O saldo da conta “Letras a Pagar”, deverá concordar
com a soma da relação das letras a pagar; o mesmo con-
fronto será feito com todas as demais contas.
É aconselhável, — e deve fazer parte de uma orga-
nização contabil regular, — que essa verificação seja feita
mensalmente, evitando um trabalho maior, pois a
verificação de um mês é mais fácil e mais rápida do que a
de doze meses.
Para que se proceda um balanço depois do preparo
acima referido, as operações se processam na seguinte
ordem: —
1º — Regularização das contas e verificação das sobras
ou prejuizos;
2º — formação do balanço geral;
3º — encerramento dos livros;
4º — organização do balanço do inventário;
5º — liquidação da conta de resultados com distri-
buição das sobras liquidas;
6º— transcrição do resumo do Balanço e da demons-
tração da “Conta de Resultadoss no “Diário”;
7º— Encerramento da escrita nos livros;
8º— reabertura da escrita nos livros.
-48-
Ainda daremos mais detalhes, exemplificando, com
uma demonstração das operações para encerramento da
escrita e levantamento do Balanço:
Balancete dos Saldos de Razão.
EXTRAIDO PARA FECHAMENTO DAS CONTAS
Fls. T Í T U L O S DÉBITO CRÉDITO
1 Capital ............................... 70.000,00
2 Associados .......................... 13.000,00
3 Imóveis .............................. 42.000,00
4 Móveis e Utensílios ............ 7.000,00
5 Juros e descontos .............. 1.000,00
6 Despesas Gerais................... 8.000,00
7 Salários ............................... 5.000,00
8 Impressos ........................... 2.000,00
9 Instalações........................... 3.000,00
10 Caixa .................................. 1.000,00
11 Contas Cooperados.............. 3.000,00
12 Balanços .............................. 3.000,00
13 Contas Correntes.................. 7.000,00
14 Fundo de Reserva ................ 3.000,00
15 Títulos de Renda ................. 1.000,00
16 Títulos a Pagar..................... 3.000,00
17 Mercadorias ......................... 4.000,00
S o m a s ......................... 88.000,00 88.000,00
Não há necessidade de se conhecer o estoque de
mercadorias, tendo presente este balancete, em virtude do
qual poderá ser feita imediatamente a transferência para a
“Conta de Resultados”, dos saldos das diversas contas que
devem ser fechadas no fim de cada exercício.
Inicia-se formulando a seguinte partida:
CONTA DE RESULTADO
a DIVERSOS
Pelos saldos das contas
abaixo, fechadas para e-
feito de balanço: —
-49-
a SALÁRIOS....................................5.000,00
a DESPESAS GERAIS......................8.000,00
a IMPRESSOS..................................2.000,00 15.000,00
Ainda póde ser feito, se quizermos um contrôle ab-
soluto, o desconto dos impressos em existência, debitando-
se sòmente a "Conta de Resultados”, pelos impressos real-
mente consumidos durante o exercício, e deixando em
aberto, para constar do balanço o valôr dos impressos que
irão servir no exercício seguinte.
Verificandos-se como no caso presente, que a
Sociedade ganhou, durante o exercício em juros e
descontos, o saldo credor da conta de “Juros e Descontos”,
será transferido para a “Conta de Resultados”, com a
seguinte partida: —
JUROS E DESCONTOS
a CONTA DE RESULTADOS
Pelo saldo transferido..............................1.000.00
Temos agora o balancete alterado, com os lançamentos
acima efetuados nos livros Diário e Razão.
Continuando com as operações para elaboração
completa do balanço, suponhamos que o valôr que figura
no inventário das mercadorias existentes é de Cr$22.000,00
cuja importância deverá aparecer naquele, como débito na
conta de mercadorias.
Neste caso, teremos que fazer um lançamento para
fechar a conta de mercadorias, pelo valôr do inventário, o
saldo será o resultado ou lucro bruto se credor, e prejuízo se
devedor.
Encontramos no Razão as somas brutas Cr$...212
000,00 no débito e Cr$ 220.000,00 no crédito. Como temos
que escriturar o valôr do inventário acima, ficará a conta de
Mercadorias representada da seguinte forma:
-50-
CONTA DE MERCADORIAS
DÉBITO CRÉDITO
Somas brutas........................ 212.000,00 220.000,00
Valôr do Inventário................ 22.000,00
Lucro Bruto........................... 30.000,00
Cr$ 242.000.00 242.0000,00
No caso inverso, isto é, quando a conta já esteja a-
presentando prejuizo, agiremos da mesma maneira e a conta
será representada da seguinte forma: —
DÉBITO CRÉDITO
Somas brutas................. 242.000,00 *15.000,00
Valôr do Inventário........ 22.000,00
Prejuizo......................... 5.000,00
Cr$ 242.000,00 242.000,00
Vamos agora fazer o lançamento no Diário, da primeira
partida, já que sabemos necessária, para efeito de fechamento
de contas, a transferência para a “Conta de Resultados” de
todos os saldos.
Representaremos o lançamento da seguinte maneira: —
MERCADORIAS
a CONTA DE RESULTADOS
Lucro Bruto verificado
nesta conta........................ 30.000,00
As contas de “Móveis e Utensílios” e “Instalações” de-
vem ser amortizados anualmente, e podemos escriturar,
também, as amortizações antes de apurar todos os resultados.
Há duas maneiras de registrar as amortizações: —
creditar as próprias contas ou abrir uma conta especial de
FUNDO DE AMORTIZAÇÕES. Preferimos a segun-
-51-
da, por demonstrar, em qualquer tempo, e importe das
amortizações realizadas. Amortizadas as contas diréta-
mente, em fim de certo tempo o valôr das mesmas torna-se
inexpressivo, conforme se vê, no geral, em balanços em
que a conta de “Móveis e Utensílios”,“Máquinas”, etc. fica
reduzida a Cr$ 1,00.
Faremos então a partida da seguinte maneira: —
CONTA DE RESULTADOS
a FUNDO DE AMORTIZAÇÕES
10%sobre o saldo de
Cr$7.000.00 da conta
de“MÓVEIS E UTENSÍLIOS” 700,00
20% sobre o saldo de
Cr$3.000.00 da conta
De “INSTLAÇOES”......... 600,00 1.300,00
Desta maneira vamos novamente alterar o resultado do
balancete, fazendo no Razão, os lançamentos respectivos.
Verificamos agora, que o balancete inicial extraido do
livro Razão acha-se completamente modificado, e vamos
encontrar, então a conta de Resultados com a seguinte
especificação:—
CONTA DE RESULTADOS
DÉBITO CRÉDITO
a Despesas Gerais...................
a Salários.................................
a Impressos.............................
de Juros e Descontos...............
de Mercadorias.........................
a Fundo de Amortização.......
S o m a s ........................Cr$
8.000,00
5.000,00
2.000,00
11.300,00
16.300,00
1.000,00
30.000,00
31.000,00
-52-
A diferença entre o débito e o crédito da conta acima,
isto é Cr$ 14.700.00 é a sobra liquida da sociedade.
Conhecida a sobra liquida, teremos que fazer a sua
distribuição de conformidade com o que preceituam os
estatutos da cooperativa.
Suponhamos que figura no estatuto a seguinte dis-
tribuição para as sobras liquidas apuradas no balanço: —
10% para o Fundo de Reserva; 6% ao ano para o capital e o
restante será distribuido aos associados na proporção das
transações efetuadas pelos mesmos com a cooperativa.
Iniciando as operações, tiramos 10% para o Fundo de
Reserva, ou sejam, Cr$ 1 .470,00.
Ao capital, aplicamos 6% s/Cr$ 57.000,00, porquanto
há ainda a integralizar pelos associados, Cr$... 13.000,00,
conforme balancete, e teremos Cr$ 3.420,00.
O saldo de Cr$ 9.810,00 será retornado aos cooperados
na proporção das transações que os mesmos tenham
efetuado com a Sociedade.
Para que possamos estabelecer a percentagem a
ser distribuida entre os cooperados, necessitamos saber o
montante das compras efetuadas pelos mesmos.
Suponhamos que a soma dessas operações seja de
Cr$...150.000,00.
Aplicaremos então a formula abaixo e teremos a
percentagem a ser distribuida:
9.810 x 100
= 6,54 %
150.000,00
Sabemos agóra quanto cada cooperado terá a receber e
faremos, na Canta de Resultados, no Diário, os seguintes
lançamentos: —
CONTA DE RESULTADOS
a DIVERSOS
a FUNDO DE RESERVA
-53-
10% sôbre Cr$ 14.700.00
sóbra liquida apurada.........1 470.00
a JUROS SÔBRE O CAPITAL
6% sôbre Cr$ 57.600.00
do capital realizado.............3.420.00
a RETORNO A COOPERADOS
6.54% s/ Cr$ 150.000.00 9.810.00 14.7000.00
Naturalmente teremos que fazer os lançamentos no
Livro“Razão” afim de que póssamos extrair o respectivo
balancete de saldos e que apresentará agóra a seguinte
situação:
Fls. T Í T U L O S DÉBITO CRÉDITO
1 Capital 70.000.00
2 Associados c/ Capital........ 13.000,00
3 Imóveis............................. 42.000,00
4 Móveis e Utensílios.......... . 7.000,00
8 Instalações........................ . 3.000,00
9 Caixa................................. 1.000,00
10 Contas Cooperados........... 3.000,00
11 Bancos............................... 3.000,00
12 C/ Correntes Credores. 7.000,00
13 Fundos de Reserva............ 4.470,00
14 Títulos de Renda............... 1.000,00
15 Títulos a Pagar.................. 3.000,00
10 Mercadorias....................... 26.000,00
17 Fundo de Amortização...... 1.300,00
18 Juros ao Capital. ............... 3.420,00
19 Retorno aos Cooperados... 9.810,00
S O M A S...................... Cr$ 99.000,00 99. 000,00
Teremos agóra que fechar os livros “Diário” e
“Razão”. Já sabemos como devemos apurar e distribuir as
sóbras.
-54-
Para efeito de encerramento das contas formularemos
uma partida de Diversos a Diversos e faremos a
transposição das contas isto é, as que apresentarem saldos
credores, figurarão como devedoras e as que apresentarem
saldos devedores figurarão como credoras.
O Diário então aparecerá da seguinte maneira: —
Em 31 de dezembro de 1942
DIVERSOS
a DIVERSOS
Para efeito do balanço de
encerramento: —
CAPITAL........................................ 70.000,00
C/CORRENTES CREDORES..... 7.000,00
FUNDO DE RESERVA................. 4.470,00
TÍTULOS A PAGAR..................... 3.000,00
FUNDO DE AMORTIZAÇÃO...... 1.300,00
JUROS DO CAPITAL.................... 3.420.00
RETORNO AOS COOPERA-
DOS ................................................ 9.810,00
S o m a ........................... Cr$ 99.000.00
a ASSOCIADOS C/-CAPITAL........... 13.000,00
a IMÓVEIS......................................... 42.000,00
a MÓVEIS E UTENSÍLIOS............... 7.000,00
a INSTALAÇÕES............................... 3.000,00
a CAIXA............................................. 1.000,00
a CONTAS COOPERADAS............... 3.000,00
a BANCOS........................................... 3.000,00
a TÍTULOS DE RENDA...................... 1.000,00
a MERCADORIAS.............................. 26.000.00
S o m a ................................... Cr$99.000.00
-55-
Depois de devidamente escriturada éssa partida no
Diário e no Razão teremos todas as contas fechadas.
Temos então agóra o Diário fechado, e cumpre-nos
transcrever no mesmo o resumo do Balanço Geral, o que
faremos da seguinte maneira: —
Em 31 de dezembro de 1942
RESUMO DO BALANÇO GERAL: —
ATIVO
VALORES IMOBILIZADOS
IMÓVEIS
Valôr dos existentes . . . 42.000.00
MÓVEIS E UTENSILIOS
Idem, Idem. . . . . . . . . 7.000.00
INSTALAÇÕES
Saldo désta conta. . . . . 3.000,00 52.000,00
_________
VALORES REALIZÁVEIS
Valor do inventário. . . . 26.000,00
CONTAS COOPERADAS
Saldos devedores. . . . . . . 3.000,00 29.000,00
_________
CONTA DE CAPITAL
ASSOCIADOS C/ CAPITAL
Capital a realizar . . . . . . 13.000,00
VALORES DISPONÍVEIS
CAIXA
Em moeda corrente. . . . . . 1. 000,00
BANCOS
Saldos a n/ disposição . . 3.000,00
TÍTULOS DE RENDA
Valôr de 2 apolices da
dívida pública . . . . . . . . . . 1.000.00 5.000.00
_________________
S o m a . . . . . . . . . . . . . . 99.000.00
_________
PASSIVO
RESPONSABILIDADES
C/CORRENTES
Saldos credores . . . . . . . . . . 7.000,00
TÍTULOS A PAGAR
V/ dos títulos de n/ aceite 3.000,00
JUROS AO CAPITAL
Importância a ser paga
pelo capital subscrito . . . 3.420,00
RETORNO AOS COOPERADOS
Importância que retorna
aos Coop. na proporção
das transações dos mês-
mos com a Sociedade e na
base de 6.54%. . . . . . . . . . 9.810,00
CAPITAL
Valôr de 700 quotas-par-
tes subscritas . . . . . . . . . 70.000,00
FUNDO DE RESERVA
Saldo desta conta . . . . . . 4.470,00
FUNDO DE AMORTIZAÇÕES 1.300,00 99.000,00
________________
S o m a . . . . . . . . . . . . . 99.000.00
__________
Devendo haver como é natural em uma sociedade
cooperativa o espírito, de cooperação, é aconselhável, que
em um balanço como o acima em que os associados têm
ainda que integrar quotas-partes do capital subscrito, seja
transferida para a conta de capital de cada um a importância
correspondente aos juros de capital e ao retorno, ao envez
de serem distribuidos em dinheiro ou de outro modo
aqueles juros e retorno.
-57-
Já transcrevemos no Diário o Resumo do Balanço
Geral e vamos transcrever agora, a demonstração da Conta
de Resultados em seguida aquele.
Demonstração da Conta de Resultados.
Em 31 de dezembro de 1942.
T I T U L O S DÉBITO CRÉDITO
JUROS & DESCONTOS. . . . . . . . 1.000,00
MERCADORIAS – lucro bruto . . . 30.000,00
DESPESAS GERAIS . . . . . . . . . . 8.000,00
SALÁRIOS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000,00
IMPRESSOS . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.000,00
FUNDO DE AMORTIZAÇÃO . . . 1.300,00
Distribuição das sobras li-
Quidas no valor de
Cr$ 14.700,00
FUNDO DE RESERVA. 1.470,00
JUROS AO CAPITAL. . 3.420,00
RETORNO AOS COOPE-
RADOS . . . . . .. . . 9.810,00 14.700,00
S o m a s. . . . . . . . . . . . . . . . . . 31.000,00 31.000,00
Déssa maneira estamos com a escrita perfeitamente
encerrada e résta sómente que a mesma seja devidamente
datada e assinada no próprio livro Diário.
Depois da data, deverão firmar o Contador ou Guarda-
Livros, os Diretores da Cooperativa e os Membros do
Conselho Fiscal.
Temos então uma escrita encerrada nos livros da
Cooperativa e necessitamos efetivar a reabertura da mês-
ma, afim de continuarmos a escrita do ano próxmio.
Sendo o livro de Inventário e Balanço, um livro
registrado e rubricado, não há necessidade de transcrever
no Diário os nomes de todos os devedores, credores e
relação dos títulos a pagar. Basta reportar-se á folha do
livro de Inventário e Balanço em que constam os mesmos.
-58-
Teremos então a partida do balanço de abertura que é
justamente o invérso da do balanço de encerramento.
DIVERSOS
a DIVERSOS
BALANÇO DE ABERTURA
ASSOCIADOS C/ CAPITAL 13.000,00
IMÓVEIS............................... 42.000,00
MÓVEIS E UTENSÍLIOS.... 7.000,00
INSTALAÇÕES.................... 3.000,00
CAIXA............ .................... 1.000,00
CONTAS COOPERADOS..... 3.000,00
BANCOS............................. 3.000,00
TÍTULOS DE RENDA........ 1.000,00
MERCADORIAS................... 26.000.00
________________
Soma............. Cr$99.000.00
a CAPITAL....................... 70.000,00
a C/CORRENTES CREDORES.... 7.000,00
a FUNDO DE RESERVA............ 4.470,00
a TÍTULOS A PAGAR.................. 3.000,00
a FUNDO SE AMORTIZAÇÃO..... 1.300,00
a JUROS AO CAPITAL............ 3.420,00
a RETORNO AOS COOPERA-
DOS................................... 9.810,00
_______________
Soma ............. CR$99.000.00
___________
:o:
___________
INDICE
A
Amortizações ........................................................... 26
Armazem................................................................... 18
B
Balanço de Abertura.................................................. 58
Balanço Geral............................................................ 45
Bens de Empréstimos Hipotecários........................... 28
Bens do Estado ou de Terceiros................................. 39
Bibliotéca................................................................... 13
C
Caixa.......................................................................... 15
Capital Social............................................................. 40
Caução da Diretoria.................................................... 38
Cauções ...................................................................... 14
Comissários (Estranhos) Coop. Central ou Federação c/
Movimento............................................................. 22
Comissões (Ativo)...................................................... 25
Comissões (Passivo)................................................... 36
Conservação e Melhoria............................................. 27
Consignações à Cobrar............................................... 38
Consignações de Conta Própria.................................. 22
Construções................................................................. 36
Construções Contratadas............................................. 30
Construções de Conta Alheia...................................... 19
Construções de Conta Própria..................................... 19
Conta de Colonos........................................................ 20
Contas Correntes......................................................... 20
Contas Correntes Garantidas (Ativo).......................... 23
Contas Correntes Garantidas (Passivo)....................... 34
Contas de Compensação (Ativo)................................ 28
Contas de Compensação (Passivo)............................. 38
Contas de Resultado (Ativo)....................................... 25
Contas de Resultado (Passivo).................................... 36
Contratantes Prestamistas........................................... 20
Contratos de Construções........................................... 39
Contratos de Fornecimentos....................................... 39
Contratos de Seguro................................................... 39
-60-
Contratos de Serviços.................................................. 39
Contribuições.............................................................. 26
Cooperados Conta de Abastecimento......................... 21
Cooperados Conta de Adiantamento........................... 21
Cooperados Conta de Consumo.................................. 20
Cooperados Conta de Depósitos................................. 33
Cooperados Conta de Empréstimos Limitada............ 21
Cooperados Conta de Movimento Ilimitada............... 22
Cooperados Conta de Produção.................................. 36
Cooperados Conta de Rendimentos............................ 21
Cooperados Conta Produção....................................... 33
Correspondentes (Ativo)............................................. 15
Correspondentes (Passivo).......................................... 34
Credores Por Efeitos Em Cobrança............................ 38
Criações...................................................................... 18
Culturas Permanentes ou Temporárias....................... 17
Custeio........................................................................ 27
D
Depósitos em Conta Corrente..................................... 33
Depreciações.............................................................. 26
Descontos................................................................... 36
Descontos e Redescontos........................................... 25
Despesas de Administração....................................... 26
Despesas de Peritagens.............................................. 26
Despesas de Publicidade........................................... 26
Despesas Gerais......................................................... 25
Devedores Por Caução............................................... 29
Devedores Por Consignação à Cobrar....................... 29
Devedores Por Efeitos à Cobrar................................ 29
Diferença em Cambio............................................... 37
Diferenças de Cambio............................................... 26
Domínio Útil............................................................. 30
E
Efeitos à Cobrar......................................................... 38
Efeitos em Cobrança................................................. 28
Elaboração de Óbras.................................................. 37
Emissões de Letras Hipotecárias............................... 38
Empréstimos Garantidos........................................... 23
Empréstimos Hipotecários (Rurais ou Urbanos)....... 23
Encerramento dos Livros.......................................... 47
-61-
Endossos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38
Endossos N/ Conta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38
Endossos por Caução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38
F
Fornecedores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33
Fornecimentos Contratados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30
Fôro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32
Função das Contas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
Fundo de Amortização e Depreciação . . . . . . . . . . . 31
Fundo de Assistência Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31
Fundo de Reserva Legal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31
Fundo Para Sorteio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39
Fundos Especiais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31
G
Garantias Divérsas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38
Gastos de Instalação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
Govêrno do Estado, C/ de Empréstimos à Realizar.. 24
Govêrno do Estado, C/ de Empréstimo . . . . . . . . . . 35
H
Honorários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25
Hipotécas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34
I
Imóveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
Imposto de Fiscalização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26
Indenizações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26
J
Jóias de Admissão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31
Juros (Ativo) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25
Juros (Passivo) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36
Juros de Capital . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26
Juros de Empréstimos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36
Juros de Empréstimos Hipotecários e Comissões de Em-
préstimos Hipotecários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36
L
Letras de Nossa Propriedade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23
Letras Hipotecárias à Emitir . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29
Letras Hipotecárias à Sortear . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29
-62-
Letras Hipotecárias Emitidas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23
Livros, Impréssos e Objétos de Escritório . . . . . . . . . 13
Lucros e Perdas (Ativo) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25
Lucros e Perdas (Passivo). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36
M
Mão de Óbra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27
Maquinários e acessórios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
Máquinas Agrárias e Acessórios . . . . . . . . . . . . . . . . 12
Matéria de Consumo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
Matéria Prima . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
Material Agrícola e Pecuário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
Material de Construção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19
Mercadorias (Ativo) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
Mercadorias (Passivo) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36
Móveis e Utensílios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
N
Noções Gerais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
O
Óbras de Conta Alheia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19
Óbras de Conta Própria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19
Oficinas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
Órdens de Pagamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34
P
Padronização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
Papel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19
Penhores Agrícolas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34
Portadores de Letras Hipotecárias . . . . . . . . . . . . . . . . 35
Prêmios de Seguros (Contas de Resultado) . . . . . . . . . 22
Prêmios de Seguros (Valôres Realizáveis) . . . . . . . . . 20
Produtos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
Produtos Agrícolas e Pecuários . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
Produtos Elaborados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
Promissórias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24
R
Reméssas para Cobrança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28
Reproduções . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37
Resérvas Técnicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35
Resíduos de Beneficiamento (Ativo) . . . . . . . . . . . . . . 16
-63-
Resíduos de Beneficiamento (Passivo) . . . . . . . . . . . 37
Responsabilidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33
Resumo do Balanço Geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55
S
Sacaria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18
Seguros Contratados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30
Sêlos de Consumo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25
Sêlos de Vendas e Consignações . . . . . . . . . . . . . . . . 26
Semoventes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
Serviço de Capitalização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18
Serviços Contratados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30
Sinistros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35
Sinistros e Salvados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
Sóbras Líquidas ou Retorno . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32
T
Títulos à Pagar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33
Títulos à Receber . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22
Títulos Caucionados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22
Títulos Descontados (Ativo) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22
Titulos Descontados (Passivo) . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34
Títulos Endossados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29
Títulos de Renda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
Títulos Redescontados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34
V
Valores Caucionados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38
Valôres Depositados (Ativo) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
Valôres Depositados ( Passivo) . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38
Valôres Disponíveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
Valôres em Caução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28
Valôres em Depósito ou Custódia . . . . . . . . . . . . . . . . 28
Valôres Hipotecários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38
Valôres Imobilizados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
Valôres Realizáveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
Vasilhame . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
Veículos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
Vencimentos e Ordenados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25
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