
Sincrofasores em Sistemas de Potência: Aplicações na Estimação de Estado
Lista de Tabelas
Tabela II-1 – Limites das grandezas de influência para cada nível de conformidade
[IEE05]
.................................. 16
Tabela II-2 – Taxas de exteriorização dos sincrofasores ....................................................................................... 17
Tabela II-3 – Principais características da UMFs .................................................................................................. 20
Tabela II-4 – Síntese das principais aplicações para as medidas fasoriais ............................................................ 40
Tabela III-1 – Limites da banda de frequência para rejeição de interferências ..................................................... 52
Tabela III-2 – Atrasos calculados em diferentes enlaces de telecomunicação ...................................................... 58
Tabela III-3 – Requisitos das aplicações da medição fasorial ............................................................................... 60
Tabela III-4 – Proposta de alteração das mensagens de comando da norma IEEE C37.118 ................................. 73
Tabela III-5 – Definição dos dados no quadro estendido ...................................................................................... 73
Tabela III-6 – Tráfegos previstos na rede de comunicação ................................................................................... 79
Tabela III-7 – Overhead dos protocolos de comunicação ..................................................................................... 80
Tabela III-8 – Largura de banda necessária para uma UMF ................................................................................. 81
Tabela III-9 – Largura de banda necessária para o CDS ....................................................................................... 82
Tabela V-1– Desvios-padrão para os transformadores para instrumentos (Classe 0,3)....................................... 133
Tabela V-2 – Desvios-padrão de TCs de proteção com correntes próximas a In ................................................ 135
Tabela V-3– Desvios-padrão constante ............................................................................................................... 136
Tabela V-4 – Desvios-padrão para medidas de tensão ........................................................................................ 136
Tabela V-5 – Desvios-padrão para medidas de potência ..................................................................................... 137
Tabela V-6 – Desvios-padrão das medidas convencionais .................................................................................. 139
Tabela V-7 – Valores típicos da potência natural para as linhas de transmissão ................................................. 139
Tabela V-8 – Convenção para identificação das medidas ................................................................................... 146
Tabela V-9 – Plano de medição de referência ..................................................................................................... 147
Tabela V-10 – Estado estimado e respectivo EVT – Caso Referência ................................................................ 148
Tabela V-11 – Resultado do estimador após a inclusão da medida de ângulo na barra 2 ................................... 148
Tabela V-12 – Resultado do estimador após a inclusão de medida de magnitude e ângulo de fase da tensão na
barra 2 ........................................................................................................................................................ 149
Tabela V-13 – Resultado do estimador após a inclusão apenas da medida de magnitude de tensão na barra 2 . 150
Tabela V-14 – Resíduos Normalizados para as medidas de ângulo de fase da tensão na barra 2 e na segunda
barra indicada ............................................................................................................................................. 150
Tabela V-15 – Efeito da terceira medida de ângulo de fase ................................................................................ 152
Tabela V-16 - Efeito da inclusão das medidas de corrente na UMF da barra 2 .................................................. 153
Tabela V-17 - Efeito das medidas de corrente de ramos – duas medidas de ângulo de fase ............................... 154
Tabela V-18 – Medidas e resíduos ...................................................................................................................... 160
Tabela V-19 – Grupos de medidas com resíduos normalizados iguais ............................................................... 161
Tabela V-20 – Medidas com correlação máxima (posições na matriz
a
) .......................................................... 162
Tabela V-21 – Inclusão de pares de medidas de ângulos de tensões nodais........................................................ 163