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O Programa objetiva: Formação Básica, para elevação da escolaridade, tendo em
vista a conclusão do ensino fundamental; qualificação profissional, com certificação de
formação inicial; participação cidadã, com a promoção de experiência de atuação social
na comunidade (fonte: MDS)
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. É um programa instalado no âmbito da assistência
social e não da educação, estruturado para atender amplamente os setores que estão
dentro do perfil de recuperação da escolaridade, que seria definida pelo nível de
escolarização (como o PROEJA
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) e não estabelece uma perspectiva de garantia de
acesso universal para o público em geral, mas com metas pré-estabelecidas
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e público
restrito, pois não garante acesso, no caso do ProJovem Urbano, para pessoais com idade
superior a faixa etária delimitada.
Não são estruturados com qualidade programas no âmbito da política de
Educação e são ofertados através da Assistência Social programas com este título e
objetivo para uma determinada parcela incluída nestes critérios. E, de uma forma geral
como já destacamos, não são vinculados projetos no âmbito da alteração das condições
de habitação, acesso a serviços de saúde e educação de qualidade, saneamento e
transporte, dentre outras políticas públicas fundamentais para a melhoria da qualidade
de vida da população e alteração do quadro de desigualdade, inclusive para o público
que não é considerado pobre ou extremamente pobre.
As primeiras modificações no padrão de proteção social em geral expressam-se
no redirecionamento dos recursos sociais gerais e/ou privados (não mercantis)
para programas focalizados, isto é, direcionados e compensatórios,
emergenciais e temporários, guiados pela “seleção” de beneficiários. São as
primeiras modificações porque respondem às estratégias econômicas mais
gerais de austeridade fiscal, baseadas na idéia hegemônica de evitar o
desperdício e procurar o reequilíbrio das contas públicas. O principal argumento
77
A capacitação para o mercado de trabalho compreende “Formação Técnica Geral, que aborda aspectos comuns a
qualquer ocupação e que permitem ao jovem compreender o papel do trabalho e da formação profissional no mundo
contemporâneo; arcos ocupacionais, em número de 23, que preparam o jovem para atuar no mundo do trabalho, como
empregado, pequeno empresário ou membro de cooperativa, baseando-se em concepções contemporâneas de
organização do trabalho, cada arco desenvolve competências relacionadas à concepção, à produção e à circulação de
bens ou serviços, ampliando e articulando as possibilidades de atuação do jovem no mundo do trabalho; Projeto de
Orientação Profissional (POP), que é um trabalho de cunho reflexivo, ao longo de todo o curso, preparando o jovem
para melhor compreender a dinâmica do mundo do trabalho e planejar o percurso de sua formação profissional e (...)
o componente Participação Cidadã, que também corresponde a uma das dimensões curriculares, compreende dois
conjuntos de atividades” (fonte: ProJovem, em www.projovem.com.br). A matriz curricular do curso pode ser
acessada no página eletrônica acima referida. Destacamos que o município executor escolhe dentre os 23 arcos
ocupacionais aquele que será desenvolvido.
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Programa de Integração Profissional ao Ensino Médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (Decreto
5154/05) e faz parte do Programa Brasil Profissionalizado (fonte: MEC). É destinado a jovens a partir de 17 anos e
sem limite de idade. O acesso e a permanência têm critérios diferenciados dependendo da unidade de ensino que o
oferece, mas também não garante acesso universal, depende de processos seletivos que não contemplam o universo
de demandatários, depende das vagas que a rede oferece, assim como nos demais níveis de ensino, médio e superior.
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Os recursos destinados ao programa são destinados aos municípios a partir de metas definidas entre o ente federal e
a municipalidade. Estas metas já estão condicionadas pela faixa etária definida pelo programa, e são determinadas
pela capacidade instalada no município que atenderá a demanda de parte do público dentro deste perfil.