84
KIEFER, Bruno. O Romantismo na Música. In: GUINSBURG, J. O Romantismo. 3ed. São
Paulo: Perspectiva, 1993. (p.209-37)
LOUREIRO, Inês Rosa Bianca. O carvalho e o pinheiro: Freud e o estilo romântico. São
Paulo: Escuta; FAPESP, 2002.
LYNTON, Norbert. O mundo da arte. Enciclopédia das artes plásticas em todos os tempos:
Arte moderna. [S.l.]: Expansão Editorial, 1978.
MANNHEIN, Karl. Diagnóstico de nosso tempo. 3ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1973.
MANOEL, Ivan A. Ensina-se História no Brasil?. In: CABRINI, Conceição et al. O ensino
de História. São Paulo: Brasiliense, 1996. (p.37-51)
SANT’ANNA, Clemax Couto. Tuberculose na infância e na adolescência. São Paulo:
Atheneu, 2002.
MARTINS, Nilce Sant’Anna. Introdução à Estilística. 3ed. São Paulo: T.A. Queiroz, 2000.
MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. O manifesto comunista. 14ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1998.
MERQUIOR, José Guilherme. De Anchieta a Euclides: breve história da Literatura Brasileira
I. 2ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1979.
MOISÉS, Massaud. A criação literária: poesia. 17ed. São Paulo: Cultrix, 2003.
_____, Massaud. Dicionário de termos literários. 3ed. São Paulo: Cultrix, 1982.
_____, Massaud. História da Literatura Brasileira: Romantismo. São Paulo: Cultrix, 1985.
NIETZSCHE, Friedrich. Wilhelm. A origem da tragédia. São Paulo: Moraes, 1984.
NOVALIS. Saudades da Morte. In: ______.Os Hinos à noite. 2ed. Lisboa: Assírio & Alvim,
1998. (p.59-61)
NUNES, Benedito. A visão romântica. In: GUINSBURG, J. O Romantismo. 3ed. São Paulo:
Perspectiva, 1993. (p.51-74)
_____, Benedito. Introdução à filosofia da arte. 5ed. São Paulo: Ática, 2006.
OSTROWER, Fayga. Universos da arte. 24ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
PAGLIA, Camille. Personas Sexuais. Arte e decadência de Nefertite a Emily Dickinson. São
Paulo: Companhia das letras, 1992.
PASSOS, Soares de. O noivado do sepulcro. In: MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa
através dos textos. 30ed. São Paulo: Cultrix, 2006. (p.285-7)
PLATÃO. A República. São Paulo: Martin Claret, 2000.
_____. Parmênides. Rio de Janeiro: PUCRJ e Edições Loyola, 2003.
PÔRTO, A. Representações sociais da tuberculose: estigma e preconceito. Ver Saúde Pública
2007; 41 (Supl. 1): 43-49.
PRAZ, Mario. A carne, a morte e o diabo na literatura romântica. Campinas-SP: Editora da
UNICAMP, 1996.
PROENÇA, Graça. História da Arte. 17ed. São Paulo: Ática: 2005.
RAMOS, Péricles Eugênio da Silva. Introdução. In: BYRON, George Gordon. Poesia de
Lorde Byron. São Paulo: Art Editora, 1989. (p.7-21)
REIS, C. M. D. R.. Não existirá poesia maior que a morte: produção ultra-romântica no
Médio Araguaia. Polifonia (UFMT), v. 14, p. 143-160, 2008.
REYNOLDS, Donald. Introdução à História da arte da Universidade de Cambridge: A arte
do século XIX. Rio de Janeiro: Zahar, 1986.
ROSEN, Charles. Poetas românticos críticos e outros loucos. Cotia-SP: Ateliê Editorial;
Campinas-SP: Editora da UNICAMP, 2004.
ROSENFELD, Anatol. Texto/Contexto I. 5ed. São Paulo: Perspectiva, 1996.
_____, Anatol. História da Literatura e do Teatro Alemães. São Paulo: Perspectiva: Editora
da Universidade de São Paulo: Campinas-SP: Editora da Universidade Estadual de Campinas,
1993.