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Tabela 15. Alterações do óstio faríngeo da tuba auditiva observadas à
nasofibroscopia (*= p<0,05).
Óstio faríngeo da tuba auditiva grupo de estudo
(n=46)
%
grupo controle
(n=19)
%
p
alterado (edema e/ou secreção
e/ou adenóide)
44
95,65
13
68,48
0,006*
edema 39 84,78 13 68,42 0,175
encimado por secreção 32 69,56 7 36,84 0,029*
recoberto por adenóide 26 56,52 4 21,05 0,013*
O grau de obstrução do cavum por tecido adenoideano, observado à
nasofibroscopia, foi semelhante nos dois grupos (Tabela 16).
Não houve diferença na ocorrência de tonsila faríngea obstrutiva e não
obstrutiva entre o grupo de estudo e o grupo controle (p=0,86) (Tabela 16).
Tabela 16. Presença de hipertrofia adenoideana observada à nasofibroscopia
(*= p<0,05).
Grau de obstrução do cavum grupo de estudo
(n=46)
%
grupo controle
(n=19)
%
p
leve 19 41,30
4 21,05 0,158
moderado 17 36,95 9 47,36 0,616
severo 2 4,34 0 0,00 0,579
não obstrutiva 27 58,69 10 52,63 0,862
obstrutiva 19 41,30 9 47,36 0,862
O fechamento velofaríngeo foi completo em todos os pacientes.
No exame laríngeo, observou-se a presença de alterações nos dois
grupos (Tabela 17).
Tabela 17. Alterações laríngeas observadas na nasofibrolaringoscopia
(*= p< 0,05).
Alterações laríngeas grupo de
estudo
(n=46)
%
grupo
controle
(n=19)
%
p
faringe granulosa 24 52,17 14 73,68 0,185
constrição supraglótica latero-lateral 23 50,00 9 47,36 0,936
constrição supraglótica antero-posterior 22 47,82 2 10,52 0,004*
hipertrofia da amigdala lingual 22 47,82 6 31,57 0,353
nódulos vocais e/ou fenda triangular
médio-posterior
22
47,82
4
21,05
0,055
edema de aritenóides/interaritenóideo
fenda triangular médio-posterior 10 21,73 2 10,52 0,483
fenda dupla 7 15,21 1 5,26 0,716
hiperemia laríngea 6 13,04 4 21,05 0,461
secreção purulenta sobre a laringe 4 8,69 0 0,00 0,306
fenda triangular posterior 3 6,52 1 5,26 1,000
cisto epidermóide de prega vocal 1 2,17 0 0,00 1,000