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reúne dificuldades financeiras e dramas
pessoais e familiares, a ponto de desmaiar de
fome por estar muito tempo sem se alimentar.
serem resolvidas e auxiliando os colegas.
5. Te
G 12, M Inseguro, descomprometido, agia conforme
seu amigo Juan decidia. Conversavam
bastante em aula. Parecia um pouco
desmotivado, o que acabou se confirmando
por ter deixado o projeto no 2º. semestre de
observação. Segundo Juan, foi porque a
prof. Marília “pegava muito nos eu pé”.
Ele possuía um som razoavelmente bem
emitido, mas não conseguia acompanhar o
progresso da turma e, especialmente, de
seu colega Juan, com quem estava sempre
junto. Seu fraseado era um pouco apático,
inexpressivo. Conseguia homogeneizar seu
som entre os colegas e acabava não
chamando a atenção para os problemas.
6. Mada
P 11, F Muito ativa, conversa bastante durante a aula
e acaba dispersando os colegas. Possui
experiência anterior com música e flauta
doce, por isso muitas vezes age como se “já
soubesse de tudo”, quase de forma arrogante.
É espontânea e gostar de mostrar sua
posição perante a turma e professora.
Possui boa leitura, adquirida em sua
experiência anterior ao projeto. Estuda no
Projeto Prelúdio paralelamente, assim como
a Pati. Digitação e som são razoáveis, mas
deixa a desejar no fraseado. Mostra
facilidade ao tocar flauta doce.
7. Pati
P 11, F Bastante retraída, parece sentir-se à vontade
apenas quando está na presença de Cléo e
Mada, suas melhores amigas da aula de
música e colegas no Colégio. Organizada
com seu material e super pontual.
Possui um som doce, quase suave demais.
Lê partitura com fluência, mas não executa
a leitura rítmica com precisão na
acentuação. Sua timidez deixa o som um
pouco retraído também, mas acompanha as
lições de forma atenta. Apesar da timidez,
procura resolver seus problemas técnico-
musicais sozinha ou observando a
professora.
8. Dulce
Maria
G 12, F Comunicativa somente quando é solicitada,
procura estar atenta à aula. Possui volume
fraco na voz falada, mas não deixa de
participar das brincadeiras e conversas
informais dos colegas. É um pouco ciumenta
em relação ao que os colegas fizeram e a
reação da professora.
Se esforça bastante no desenvolvimento da
leitura de partitura. Seu som é um pouco
fraco, mas consegue articular as notas e
apresenta um fraseado inteligível.
9. Mari
G 10, F Faz parte da nova turma de alunos,
ingressando no 2º semestre de observações.
É bastante tímida, mas com um som e leitura
de partituras surpreendentemente bons para
a pouca experiência; tem bastante dificuldade
financeira, mas parece ter o apoio da mãe
para os estudos de música.
Bastante receptiva ao conteúdo da aula de
música, iniciou os estudos de flauta doce
recentemente, através do incentivo e
orientação da professora Marília. Possui
sonoridade doce, articulação
surpreendentemente macia e caminha bem
no aprendizado da digitação. O repertório do
grupo é difícil para ela e seus colegas do
subgrupo que entrou em 2008, mas ela é
estudiosa e compenetrada.
10. Br
G 9, M Um dos caçulas do grupo, está iniciando seus
estudos musicais e permanece bastante
tímido em sala de aula, apesar de “espoleta”
fora da sala e do palco.
Procura tocar imitando os colegas e a
professora. Está sendo iniciado na leitura e
execução, mas sinto uma enorme pressão
por parte dos colegas e da prof. Marília para
que leia e toque “logo, como os outros”.
11. Al
G 9, M Sempre junto com Br, acabam participando
timidamente das aulas de música, mas
atentos. Fisicamente é parecido com Br, o
que me confunde às vezes... ambos são
Parece-me com as mesmas características
de Br, se esforçando para conseguir
acompanhar a turma. Possui uma boa